– Usar o Celular ou o E-mail da empresa em casa, para fins de trabalho, pode dar hora extra!

Pouca gente se apercebeu, mas no final do ano, Dilma Roussef assinou uma série de medidas que foram pouco comentadas. Uma delas vem a tona: o uso do celular e do e-mail da empresa em casa pode gerar hora extra.

Aí vem a discussão: muitos funcionários são obrigados a terem o celular da empresa 24 horas ligado, além da verificação constante de e-mails mesmo nas folgas.

O que você acha disso? Tal necessidade da empresa configura hora-extra ou é exagero da lei?

Extraído de: http://is.gd/mockW7

CELULAR E E-MAIL FORA DO TRABALHO PODEM DAR HORA EXTRA

Em tempos de popularização dos smartphones, uma lei que acaba com a distinção entre trabalho dentro da empresa e à distância, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no final de 2011, já gera polêmica entre empregados e empregadores.

A legislação, que alterou a Consolidação Geral do Trabalho (CLT), diz que o uso de celular ou e-mail para contato entre empresas e funcionários equivalem, para fins jurídicos, às ordens dadas diretamente aos empregados, informa reportagem de Maeli Prado e Priscilla Oliveira publicada na Folha desta quinta-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

De acordo com advogados especializados, a mudança abre espaço para que funcionários que usam o celular para trabalhar após o horário de expediente, por exemplo, recebam horas extras por isso.

É uma interpretação oposta a de entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que rebatem que o objetivo do projeto de lei do deputado Eduardo Valente, de 2004, que deu origem à mudança

E-MAIL E CELULAR ESTENDEM JORNADA ATÉ NAS FÉRIAS

A combinação entre crescimento mais intenso da economia e avanço nas tecnologias de comunicação tem resultado em aumento das horas trabalhadas no Brasil.

Sete em cada dez profissionais –que ocupam cargos como analista, gerente e supervisor– afirmam que passam mais tempo no escritório hoje do que há cinco anos, informa reportagem de Érica Fraga publicada na Folha desta segunda-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Mais da metade diz que o teto da carga horária no escritório saltou de oito para dez horas diárias, e quase 80% são acionados nos momentos de lazer e descanso via mensagens no celular.

Nem as férias escapam: mais de 50% dos funcionários de empresas que atuam no país respondem a e-mails de trabalho nesse período, segundo pesquisa feita pela Asap, consultoria de recrutamento de executivos, a pedido da Folha.

– O Pseudo-Espumante Infantil e o caso Cereser

A Cereser, famosa pelos seus espumantes, lançou um refrigerante voltado ao público infantil com embalagem semelhante ao dos seus espumantes – com uma diferença: o rótulo possui personagens da Disney.

No ano passado, os produtos já estavam à disposição nos mercados. Entretanto, neste ano a Defensoria Pública do Estado de SP solicitou a retirada do produto alegando incentivo ao consumo do álcool.

Exagero ou não das autoridades?

Abaixo, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1032673-defensoria-pede-que-cereser-tire-espumante-para-criancas-do-mercado.shtml

 

DEFENSORIA PEDE QUE CERESER TIRE O ESPUMANTE PARA CRIANÇAS DO MERCADO

Por Marília Miragaia

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo enviou uma recomendação à Cereser para que retirasse do mercado uma bebida gaseificada sem álcool, destinada a crianças, que reproduz o formato de espumantes tradicionais –inclusive com rolha.

Lançada em 2011 para as festas de fim de ano, a embalagem colorida do Disney Spunch traz personagens da Disney, como a Cinderela, a Branca de Neve e o Mickey.

De acordo com Diego Vale de Medeiros, coordenador do Núcleo do Infância e Juventude da Defensoria, a estratégia da empresa foi “irresponsável, por se relacionar com produto direcionado ao adulto e fazer analogia a espumantes”.

Para ele, a bebida fere tanto o Estatuto da Criança e do Adolescente, ao induzir o consumo de álcool, quanto o Código de Defesa do Consumidor –seria considerada publicidade abusiva.

A recomendação não é uma decisão judicial, mas a intenção da defensoria é levar o caso à Justiça, caso o pedido de retirada da bebida das lojas não seja seguido.

A Cereser não quis comentar o assunto. Em nota, diz que “o ofício [da defensoria] é analisado pelo departamento jurídico da empresa, que apresentará defesa até a próxima sexta-feira”.

Segundo a defensoria, a Cereser já marcou reunião com o órgão para discutir o assunto.

Um caso semelhante ao da bebida são cigarros de chocolate, retirados do mercado há vários anos pela mesma conclusão –o estímulo indevido ao consumo.

Para Vivien Bonafer Ponzoni, psicóloga e terapeuta, “incentivar o consumo de produtos próximos da realidade adulta cria uma necessidade que a criança não tem”.

No caso do Disney Spunch, os personagens infantis podem ser mais uma maneira de aproximar a criança do universo do adulto.

Desembargador da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, Antônio Carlos Malheiros diz que “não deixa de ser uma indução”. “A criança está bebendo a mesma coisa que os pais e se vê tão poderosa quanto eles”, afirma.

Não há prazo para que a empresa recolha a bebida.

– Preconceito que Enoja!

Além de preconceituosa, também azarada!

Um menino negro, segundo a matéria abaixo, foi colocado para fora de uma pizzaria paulistana por parecer ser garoto de rua. Porém, era um menino etíope, adotado por um casal espanhol que estava fazendo turismo em São Paulo…

A discriminação racial e social é constrangedora ou não?

Extraído de Revista Época, ed 09/01/2012

O PRECONCEITO CONTRA O MENINO ETÍOPE

Na sexta-feira 30 de dezembro, uma família de turistas espanhóis interrompeu as férias em São Paulo para entrar numa delegacia e fazer uma acusação de racismo. Eles almoçavam no bufê da Nonno Paolo, uma cantina italiana no bairro do Paraíso, quando ocorreu uma cena inesperada. Logo depois que deixaram a mesa para se dirigir ao balcão de alimentos, descobriram que seu filho de 6 anos desaparecera. Alertados por outros clientes, foram para a rua, onde encontraram S.T.C. sozinho, aos prantos. Filho adotivo do casal, ele é negro e nasceu na Etiópia. O pequeno S.T.C. usava roupas caras – entre elas uma camisa oficial do Barcelona. Aos pais, o menino contou que foi apanhado pelo braço por um adulto e colocado para fora do restaurante.

Os policiais encarregados do caso dizem que o pequeno S.T.C. foi vítima “no mínimo” de constrangimento ilegal, crime que consiste em “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, ou depois de lhe haver reduzido, por qualquer outro meio, a capacidade de resistência, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda”. Descendente de suecos, pele clara e olhos azuis, o delegado Márcio de Castro Nilsson, que dirige o inquérito, pergunta: “Será que teria havido o mesmo constrangimento se o menino fosse loiro, de olhos claros?”.

Na fase atual da investigação, tenta-se esclarecer esse ponto. Num de seus parágrafos, o Artigo 140 do Código Penal Brasileiro descreve o que aconteceu no restaurante, como “recusar atendimento” e “impedir acesso” a locais públicos, como “injúria racial”. A pena nos dois casos é leve: três meses de prisão ou uma multa.

Numa explicação formulada com o auxílio de um advogado, o restaurante conta uma história diferente. Diz que o menino só foi abordado porque os funcionários ficaram preocupados com sua segurança. Isso porque, na versão do restaurante, ele estava de pé, andando entre aquecedores a gás, o que poderia provocar um acidente. Como o menino não fala português, não pôde compreender o que lhe diziam e foi embora por conta própria.

Essa versão teria mais credibilidade se todos os meninos que frequentam a Nonno Paolo – onde adultos e crianças confraternizam em torno de pratos variados de massa, carne e pizzas – fossem levados para a rua sempre que passassem perto de algum aquecedor fumegante para pegar um prato de espaguete. O caso só chegou à delegacia graças à intervenção de uma tia-avó do menino, Aurora Costales, de 77 anos, viúva, espanhola de nascimento, há décadas no Brasil. Ao tomar conhecimento do que se passara, Aurora voltou ao restaurante em companhia de sua sobrinha, Cristina Costales, mãe de S.T.C., e do próprio garoto. Ela cobrou explicações na frente dos clientes e só se retirou – para ir à delegacia – depois que um parente dos proprietários admitiu ter levado S.T.C. para fora. Esse parente lembrou que, como em outros restaurantes, ali também se costuma impedir a entrada de meninos de rua, com receio de constranger os clientes.

– Os Celulares de 12 dólares no Brasil

Sabem quanto custam aqueles celulares chineses, normalmente anunciados como os mais baratos nas Lojas de Departamentos?

US$ 12.00.

E a que preço são vendidos?

Mesmo com baixa qualidade e a preço bem mais caro do que deveria ser vendido, os concorrentes reclamam de concorrência desleal.

Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5550996-EI15606,00-Brasil+investiga+concorrencia+desleal+de+celulares+chineses.html
BRASIL INVESTIGA CONCORRÊNCIA DESLEAL DE CELULARES CHINESES

O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior brasileiro investiga denúncias de empresas brasileiras sobre uma possível concorrência desleal dos fabricantes chineses, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Os modelos asiáticos chegariam ao Brasil com custo de importação US$ 12, de acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, sendo que o mínimo deveria ser US$ 27 – e US$ 38 para a produção em solo verde-amarelo. Os aparelhos importados hoje somam 20% dos celulares no País, e a participação da China na venda de novos dispositivos saltou de 54% em fevereiro para 85% em agosto do ano passado.

Alcatel One Touch, Huawei e ZTE responderiam por 95% desse total, segundo uma fonte do setor, citada por O Estado de São Paulo, e seriam os principais alvos das reclamações da indústria brasileira. Esta última marca teria o menor preço entre os apurados por um levantamento, e teria abocanhado 40% do mercado de modelos com preços entre US$ 12,44 e US$ 16,67. “Estamos estudando medidas para conservar a competitividade da indústria nacional, caso seja averiguado que esses celulares chineses estão entrando no mercado de uma forma nociva”, afirmou o secretário de Inovação do Ministério de Desenvolvimento, Nelson Fujimoto, ao periódico paulistano.

– Os Golpes em Postos de Combustíveis que Lesam os Consumidores

Bico Seco, Álcool Molhado e Gasolina Batizada. Estes, são os golpes mais comuns contra e economia popular praticado contra clientes em Postos de Combustíveis.

Ontem, o programa Fantástico da Rede Globo levou ao ar uma matéria sobre o Golpe da Bomba que adultera a quantidade de litros vendida. Infelizmente, este é apenas 1 dos muitos golpes que bandidos travestidos de donos de Postos de Combustíveis praticam. E além do desfalque aos bolsos dos consumidores, praticam a concorrência desleal contra os bons comerciantes, que não compactuam com esse covarde e silencioso crime.

Para quem não assistiu, está em:

http://www.youtube.com/watch?v=l83MLVQLZa4&feature=player_embedded

– O Tempo para um Produto “Pegar” num País

Veja que interessante: leio no Caderno “Inteligência”, produzido por Edson Porto e Álvaro Oppermann para a Revista Época Negócios (Ed Maio / 2010), sobre o tempo que cada produto leva para “estourar em vendas” em cada país. Imagine um novo produto a ser lançado. Suas vendas deslancharão em:

Suíça: 1,5 ano

Hong Kong: 2,3 anos

África do Sul: 2,8 anos

Alemanha: 3,3 anos

França: 3,8 anos

Venezuela: 4 anos

Brasil: 5 anos

Bélgica: 5,6 anos

China: 7,1 anos

Marrocos: 8 anos

Claro, esses números são relativos à média. No interior da China, por exemplo, devem alcançar perto de 10 anos; Xangai, próximo de 2 anos. Mas esse fator não é exclusivo deles. Aqui no Brasil também ocorre com naturalidade, devido ao nosso grande território e as diferenças sócio-econômicas. São Paulo, evidentemente, estará entre as mais velozes na massificação de um produto. Suas cidades vizinhas, como a nossa Jundiaí, se privilegiam da influência da nossa capital.

Você concorda que o jundiaiense ou o morador próximo de capitais estão na vanguarda da inovação mundial?

Por curiosidade, os mercados mais rápidos para lançamento de novos produtos: Noruega, Suíça, EUA) e os mais lentos (Paquistão, Indonésia, Índia e Marrocos) – universo de 55 países pesquisados.

Se quiser a matéria completa, abaixo: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137063-16366,00-TEMPO+PARA+A+DECOLAGEM.html

TEMPO PARA A DECOLAGEM

Por que alguns países podem ser velozes e outros muito lerdos na massificação de um novo produto.

O mundo é plano, mas no mercado de consumo a geografia ainda é acidentada – com diferenças regionais marcantes nas prateleiras. Tome como exemplo a câmera digital. Lançada em 1998, suas vendas dispararam em Hong Kong, decorridos apenas 14 meses.

A adoção em massa pelos early adopters (usuários pioneiros) deu escala à produção, reduziu preços e gerou mais vendas, criando um ciclo virtuoso. Na Itália, as vendas do mesmo equipamento só deslancharam em 2001. Como o mercado italiano é robusto, valeu a espera. Mas na Indonésia levou quase uma década para que o produto decolasse. Note que não se está mencionando aqui drinques energéticos ou cereais do café da manhã – itens cujo sucesso depende de gostos locais. É isso que torna a câmera digital, um produto culturalmente universal, bem ilustrativo: existem diferenças reais e objetivas entre as regiões do mundo. Alguns mercados são mais velozes do que outros. Esses contrastes despontam em um estudo dos pesquisadores Yvonne van Everdingen, Dennis Fok e Stefan Stremersch, da Erasmus University, da Holanda.

Esse trio se concentrou no histórico das vendas de oito produtos e serviços de tecnologia – entre eles PCs, CD players, câmeras de vídeo, internet, DVD players e smartphones – em 55 países entre 1977 e 2004. Os mercados mais velozes do mundo são Noruega, Suíça, Nova Zelândia, Inglaterra, Hong Kong e Estados Unidos (com tempo médio de alavancagem de vendas igual ou inferior a dois anos).Eis os mais morosos: Paquistão, Índia, Marrocos e Indonésia, com tempo médio superior a 8 anos.

O ritmo de adoção de um novo produto não pode ser atribuído apenas a fatores econômicos. Suíça e Bélgica, por exemplo, têm perfis semelhantes no que diz respeito à economia nacional. Mas o comportamento dos consumidores nos dois países é oposto. O suíço é um early adopter nato. Ali, o tempo médio para as vendas de um novo produto decolarem nas prateleiras é 1,5 ano. Na Bélgica, 5,6 anos. O consumidor belga é mais conservador do que os latino-americanos. No Brasil, na Argentina e no México o prazo para massificar um produto é de cerca de 5 anos.

Quatro fatores básicos determinam a velocidade da arrancada de consumo de um novo produto. Para começar, a saúde financeira. Os três outros critérios ajudam a lançar luzes na equação. São eles: a conectividade social, ou a rapidez com que a inovação alastra-se. A demografia, que facilita ou dificulta a penetração de mercado. E, por último, a geografia, ou o grau de isolamento da região. Alguns países, apesar de pertencer ao Terceiro Mundo, são extremamente abertos à influência externa.

A África do Sul e a Venezuela, com índices respectivamente de 2,8 e 4 anos, ocupam a mesma faixa do ranking de rapidez de adoção que França e Alemanha (respectivamente, 3,8 e 3,3). Suíça e Noruega combinam saúde financeira com abertura cultural para o novo. Daí serem mercados de contágio rápido de inovação. França e Bélgica, por outro lado, são bastante imunes à influência externa. Isso se reflete na sua classificação geral. Embora refratário à influência externa, prevalece nos Estados Unidos uma cultura de inovação interna vibrante – o que compensa na balança da adoção de novos produtos.

Estados Unidos, França e Alemanha são irradiadores de influência e ditam tendências aos países vizinhos. O Reino Unido funciona como uma esponja cultural, que absorve tendências americanas e do continente europeu ao mesmo tempo em que irradia as próprias novidades para o resto da Europa e dos Estados Unidos.

O Brasil e a América Latina ocupam uma posição intermediária no ranking. Não são mercados nem muito velozes nem muito lentos. A China é um caso à parte, por apresentar um dos piores desempenhos entre os 55 países pesquisados na velocidade de adoção (7,1 anos). Hong Kong e outros polos chineses, como Xangai, porém, apresentam um dos melhores (2,3 anos).

Os autores alertam que a rapidez de adoção não deve ser o único fator na estratégia de marketing de lançamentos globais. Indonésia, Paquistão, Vietnã, Índia e China são países “lentos” na adoção de produtos inovadores, mas o potencial de mercado é gigantesco, e compensa o investimento a longo prazo.

Qual a conclusão prática do estudo para o marketing? “No lançamento de um novo produto no mercado internacional, as decisões de marketing não devem mais ser tomadas por unidades isoladas de cada país. E também não se deve tomar o globo como um tabuleiro raso. Devemos tratar as regiões e os mercados como processos interdependentes”, diz a pesquisadora Yvonne van Everdingen.

– Próteses de Silicone Impróprias: o Escândalo Mundial

Durante toda a semana, as emissoras de rádio e TV noticiaram o alerta da ANVISA sobre as Próteses de Silicone da marca francesa PIP (Poly Implants Prothèses).

Acontece o seguinte: nos anos 90, o uso de próteses de silicone era comum em mulheres que retiravam os seios após intervenções cirúrgicas para a extração de Câncer de Mama. No Brasil, havia pouquíssimas opções (nenhuma nacional), e uma das marcas pioneiras era a PIP, pois foi a primeira a desenvolver (parece incrível por ser um conceito tão básico) próteses que diferenciavam a mama esquerda da direita.

Nos anos 2000, o uso de silicone se popularizou em questões estéticas, onde mulheres aumentavam os seios para melhorar a beleza e aumentar muitas vezes a auto-estima de um corpo bonito.

Porém, a francesa PIP faliu (a líder, hoje, é uma marca da Johnson & Johnson). E lá na França, especialistas descobriram que ao invés do silicone com a formulação correta para próteses, a empresa utilizava silicone industrial (para a construção civil). O caso veio à tona depois que uma mulher de 53 anos morreu após serem encontrados traços de silicone no pulmão e no esôfago. Outras mulheres francesas que há tempos usavam tal marca de silicone contraíram câncer.

No Brasil, estima-se que 25.000 próteses da PIP foram comercializadas. O risco observado é o de vazamento da prótese, contaminando o corpo.

Fico pensando: imagine o trauma de uma mulher que sofreu com o câncer, implantou essas próteses e teve rompimento delas? Sem contar as que implantaram com finalidade estética.

O fundador da empresa, preso, alegou que isso foi feito (o uso de silicone inadequado para fins médicos, que forçam a ruptura das próteses) para aredução de custos e maior competitividade”.

Assustador a ganância comercial, não?

– A SUV 100% Brasileira de Produção Global da Ford

Segundo a Revista Veja dessa semana, na coluna de Fábio Portela, pg 39, a Ford montará em Camaçari o seu carro projetado para quebrar o recorde de exportação em 2015! Será o Novo Ecosport, 100% com design brasileiro, montado na Bahia e exportado para Índia, China e EUA. Deverá ser lançado em meados de 2012 em 100 países, atingindo o pico daqui 3 anos.

E ficamos pensando: como um carro produzido no nosso país pode ser competitivo no exterior, com a alta carga de impostos?

Um Honda Civic Brasileiro custa metade do preço nos EUA e ¼ do valor no Japão. Será que são impostos apenas ou também outros fatores do custo Brasil que oneram a produção?

Fico pensando se não chegou a hora da ANFAVEA brigar pra valer com o Governo Federal. Os benefícios existentes para exportação não deveriam também chegar ao consumidor local?

Não tenha dúvida: o Novo Ecosport (que é a cara do i35 da Hyundai, conforme meu primo Fábio alertou e que eu pude compovar) sairá mais barato para um consumidor chinês que está do outro lado do mundo, mesmo com todo o custo logístico, do que para nós que estamos no Brasil.

– Executivas que Sofrem Pela sua Vaidade

Há alguns percalços interessantes na carreira de Administrador. Para as mulheres, alguns outros limites e paradigmas a serem quebrados.

Costumeiramente, elas se questionavam: Carreira ou Família?

Hoje, segundo a historiadora Mary Del Priore, as mulheres fracassam no mundo da Administração por um outro motivo: a Vaidade!

Certamente, se fosse uma declaração dada por homem, seria rotulada de machista. Mas uma própria mulher falando sobre a preocupação das executivas em relação a beleza, é algo a se levar em conta.

Mais: justo nesta semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, ela diz que: “as brasileiras são apáticas, machistas e escravas da ditadura da beleza“.

Extraído de: ISTO É (clique acima para citação)

O ESPELHO É A NOVA SUBMISSÃO FEMININA

por Cláudia Jordão

(…) uma grande parcela da população feminina foi absorvida pelo mercado de trabalho, conquistou liberdade sexual e hoje, cada vez mais, se destaca na iniciativa privada, na política e nas artes – mesmo que a total igualdade de direitos entre os sexos ainda seja um sonho distante. Mas, para a historiadora Mary Del Priore, uma das maiores especialistas em questões femininas, apesar de todas as inegáveis conquistas, as mulheres não se saíram vitoriosas. Autora de 25 livros, inclusive “História das Mulheres no Brasil”. Mary, 57 anos, diz que a revolução feminista do século XX também trouxe armadilhas.

Istoé – Neste 8 de março, há motivos para festejar?

Mary Del Priore – Não tenho nenhuma vontade. O diagnóstico das revoluções femininas do século XX é ambíguo. Ele aponta para conquistas, mas também para armadilhas. No campo da aparência, da sexualidade, do trabalho e da família houve benefícios, mas também frustrações. A tirania da perfeição física empurrou a mulher não para a busca de uma identidade, mas de uma identificação. Ela precisa se identificar com o que vê na mídia. A revolução sexual eclipsou-se diante dos riscos da Aids. A profissionalização, se trouxe independência, também acarretou stress, fadiga e exaustão. A desestruturação familiar onerou os dependentes mais indefesos, os filhos.

Istoé- Por que é tão difícil sobreviver a essas conquistas?

Mary Del Priore – Ocupando cada vez mais postos de trabalho, a mulher se vê na obrigação de buscar o equilíbrio entre o público e o privado. A tarefa não é fácil. O modelo que lhe foi oferecido era o masculino. Mas a executiva de saias não deu certo. São inúmeros os sacrifícios e as dificuldades da mulher quando ela concilia seus papéis familiares e profissionais. Ela é obrigada a utilizar estratégias complicadas para dar conta do que os sociólogos chamam de “dobradinha infernal”. A carga mental, o trabalho doméstico e a educação dos filhos são mais pesados para ela do que para ele. Ao investir na carreira, ela hipoteca sua vida familiar ou sacrifica seu tempo livre para o prazer. Depressão e isolamento se combinam num coquetel regado a botox.

Istoé – A mulher também gasta muita energia em cuidados com a aparência. Por que tanta neurose?Mary Del Priore – No decorrer deste século, a brasileira se despiu. O nu, na tevê, nas revistas e nas praias incentivou o corpo a se desvelar em público. A solução foi cobri-lo de creme, colágeno e silicone. O corpo se tornou fonte inesgotável de ansiedade e frustração. Diferentemente de nossas avós, não nos preocupamos mais em salvar nossas almas, mas em salvar nossos corpos da rejeição social. Nosso tormento não é o fogo do inferno, mas a balança e o espelho. É uma nova forma de submissão feminina. Não em relação aos pais, irmãos, maridos ou chefes, mas à mídia. Não vemos mulheres liberadas se submeterem a regimes drásticos para caber no tamanho 38? Não as vemos se desfigurar com as sucessivas cirurgias plásticas, se negando a envelhecer com serenidade? Se as mulheres orientais ficam trancadas em haréns, as ocidentais têm outra prisão: a imagem.
Istoé – Na Inglaterra, mulheres se engajam em movimentos que condenam a ditadura do rosa em roupas e brinquedos de meninas. Por que isso não ocorre aqui?Mary Del Priore – Sem dúvida, elas estão à frente de nós. Esse tipo de preocupação está enraizado na cultura inglesa. Mas aproveito o mote para falar mal da Barbie. Trata-se de impor um estilo de vida cor-de-rosa a uma geração de meninas. Seus saltos altos martelam a necessidade de opulência, de despesas desnecessárias, sugerindo a exclusão feminina do trabalho produtivo e a dependência financeira do homem. Falo mal da Barbie para lembrar mães, educadoras e psicólogas que somos responsáveis pela construção da subjetividade de nossas meninas.
Istoé – O que a sra. pensa das brasileiras na política?Mary Del Priore – Elas roubam igual, gastam cartão corporativo igual, mentem igual, fingem igual. Enfim, são tão cínicas quanto nossos políticos. Mensalões, mensalinhos, dossiês de todo tipo, falcatruas de todos os tamanhos, elas estão em todos!
Istoé – Temos duas candidatas à Presidência. A sra. acredita que, se eleitas, ajudarão na melhoria das questões relativas à mulher no Brasil?Mary Del Priore – Pois é, este ano teremos Marina Silva e Dilma Rousseff. Seria a realização do sonho das feministas dos anos 70 e 80. Porém, passados 30 anos, Brasília se transformou num imenso esgoto. Por isso, se uma delas for eleita, saberemos menos sobre “o que é ter uma mulher na Presidência” e mais sobre “como se fazem presidentes”: com aparelhamento e uso da máquina do Estado, acordos e propinas.
Istoé – Pesquisa Datafolha divulgada no dia 28 de fevereiro apontou que a ministra Dilma é mais aceita pelos homens (32%) do que pelas mulheres (24%). Qual sua avaliação?Mary Del Priore – Estamos vivendo um ciclo virtuoso para a economia brasileira. Milhares saíram da pobreza, a classe média se robusteceu, o comércio está aquecido e o consumo de bens e serviços cresce. Sabe-se que esse processo teve início no governo FHC. Para desespero dos radicais, o governo Lula persistiu numa agenda liberal de sucesso. Os eleitores do sexo masculino não estarão votando numa mulher, numa feminista ou numa plataforma em que os valores femininos estejam em alta, mas na permanência de um programa econômico. Neste jogo, ser ou não ser Dilma dá no mesmo. No Brasil, o voto não tem razões ideológicas, mas práticas.
Istoé – Ou seja, o sexo do candidato não faz a menor diferença?Mary Del Priore – O governo criou um ministério das mulheres (a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) que não disse a que veio. A primeira-dama (Marisa Letícia), hábil em fazer malas e sorrir para o marido e para as câmaras, se limita a guardar as portas do escritório do presidente, sem estimular nenhum exemplo. O papel de primeira-dama é mais importante do que parece. É bom lembrar que, embora elas não tenham status particular, representam um país. Daí poderem desenvolver um papel à altura de seus projetos pessoais e sua personalidade. A francesa Danielle Mitterrand, que apoiou movimentos de esquerda em todo o mundo e nunca escondeu suas opiniões políticas, ou Hillary Clinton, pioneira em ter uma sala na Casa Branca, comportando-se como embaixatriz dos EUA, são exemplos de mulheres que foram além da “cara de paisagem”.
Istoé – Por que as políticas brasileiras não têm agenda voltada para as mulheres?Mary Del Priore – Acho que tem a ver com a falta de educação da mulher brasileira de gerações atrás e isso se reflete até hoje. Tem um pouco a ver com o fato de o feminismo também não ter pego no Brasil.
Istoé – Por que o feminismo não pegou no Brasil?Mary Del Priore – Apesar das conquistas na vida pública e privada, as mulheres continuam marcadas por formas arcaicas de pensar. E é em casa que elas alimentam o machismo, quando as mães protegem os filhos que agridem mulheres e não os deixam lavar a louça ou arrumar o quarto. Há mulheres, ainda, que cultivam o mito da virilidade. Gostam de se mostrar frágeis e serem chamadas de chuchuzinho ou gostosona, tudo o que seja convite a comer. Há uma desvalorização grosseira das conquistas das mulheres, por elas mesmas. Esse comportamento contribui para um grande fosso entre os sexos, mostrando que o machismo está enraizado. E que é provavelmente em casa que jovens como os alunos da Uniban aprenderam a “jogar a primeira pedra” (na aluna Geisy Arruda).
Istoé – O que nos torna tão desconectadas?Mary Del Priore – As mulheres brasileiras estão adormecidas. Falta-lhes uma agenda que as arranque da apatia. O problema é que a vida está cada vez mais difícil. Trabalha-se muito, ganha-se pouco, peleja-se contra os cabelos brancos e as rugas, enfrentam-se problemas com filhos ou com netos. Esgrima-se contra a solidão, a depressão, as dores físicas e espirituais. A guerreira de outrora hoje vive uma luta miúda e cansativa: a da sobrevivência. Vai longe o tempo em que as mulheres desciam às ruas. Hoje, chega a doer imaginar que a maior parte de nós passa o tempo lutando contra a balança, nas academias.
Istoé – Há saída para a condição da mulher de hoje?
Mary Del Priore – Em países onde tais questões foram discutidas, a resposta veio como proposta para o século XXI: uma nova ética para a mulher, baseada em valores absolutamente femininos. De Mary Wollstonecraft, no século XVIII, a Simone de Beau­voir, nos anos 50, o objetivo do feminismo foi provar que as mulheres são como homens e devem se beneficiar de direitos iguais. Todavia, no final deste milênio, inúmeras vozes se levantaram para denunciar o conteúdo abstrato e falso dessas ideias, que nunca levaram em conta as diferenças concretas entre os sexos. Para lutar contra a subordinação feminina, essa nova ética considera que não se devem adotar os valores masculinos para se parecer com os homens. Mas que, ao contrário, deve-se repensar e valorizar os interesses e as virtudes feminina s. Equilibrar o público e o privado, a liberdade individual, controlar o hedonismo e os desejos, contornar o vazio da pós-modernidade, evitar o cinismo e a ironia diante da vida política. Enfim, as mulheres têm uma agenda complexa. Mas, se não for cumprida, seguiremos apenas modernas. Sem, de fato, entrar na modernidade.
Istoé – O que as mulheres do século XXI devem almejar?

Mary Del Priore – O de sempre: a felicidade. Só com educação e consciência seremos capazes de nos compreender e de definir nossa identidade.

– Decide ou não Decide?

 Quem decide pode errar, quem não decide já errou!

De um Filósofo Desconhecido que deveria falar sobre Administração de Empresas…

– Relação Chefe X Chefiado: como se comportar bem?

O Diário de São Paulo trouxe em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas
Qualificação é essencial para um líder:
Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

– Seleção Brasileira vale menos do que Barça, Real e M City!

Um trabalho realizado pela Pluri Consultoria e divulgado pela Revista IstoÉ Dinheiro mostra: a Seleção Brasileira de Futebol, atualmente, vale menos que Barcelona, Real Madrid e Manchester City.

Assustou com a afirmação? Eis os números abaixo:

SELEÇÃO BRASILEIRA VALE MENOS QUE BARCELONA

Um estudo realizado por uma consultoria nacional afirma que o time também vale menos que outros clubes europeus

O valor de mercado dos 23 principais jogadores da seleção brasileira de futebol fechou 2011 superando R$ 1 bilhão, ou 442 milhões de euros, de acordo com estudo realizado pela Pluri Consultoria. Porém, comparando com um time de futebol, a seleção vale menos que os três times mais valiosos do mundo. O Barcelona vale 626 milhões de euros, o Real Madri 544 milhões de euros e o Manchester City ficou cotado em 445 milhões de euros.
Segundo a pesquisa, é comum que os preços dos
jogadores no Brasil e na Europa sejam formados de maneira subjetiva, sem critérios nem metodologia de avaliação definida. A Pluri defende que o valor de um jogador deve ser definido por meio da combinação de critérios objetivos como idade, resultados de marketing, condição física, e subjetivos como qualidade técnica, disciplina tática, capacidade de decisão, e expectativas com relação ao futuro do atleta, que por sua vez, são influenciadas pelas condições dos mercados vendedores e compradores.
De acordo com a consultoria, a ponderação dessas variáveis, utilizando modelos econométricos semelhantes aos utilizados para avaliação de ativos do mercado financeiro (ações, bonds, etc) permite que se chegue a uma estimativa do valor justo de um atleta.

– A Ressurreição da Gradiente

Ela já foi a número 1 do Brasil, mas conheceu a crise e ficou 1 ano sem produzir. Eugênio Staub, empreendedor respeitado, viu a derrocada e agora prepara o ressurgimento da marca Gradiente.

Extraído de: http://is.gd/lnV1iE

PRODUTOS GRADIENTES DEVEM VOLTAR ÀS LOJAS EM ABRIL

Depois de quatro anos sem produzir, os produtos da Gradiente devem voltas às lojas no segundo trimestre deste ano, segundo afirmou o presidente da IGB Eletrônica (antiga Gradiente), Eugênio Staub. No entanto, o executivo não informou quais produtos serão comercializados.

A marca será operada pela Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD), com controle dividido entre a IGB e um fundo de investimento que tem participação de dois fundos de pensões estatais (de Petrobras e Caixa). A nova companhia deve ter ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo ainda este ano.

A Gradiente, que já foi a maior fabricante brasileira de eletroeletrônicos, entrou em uma grave crise financeira em 2007, quando paralisou duas fábricas e as vendas no mercado. A companhia lançou um plano de reestruturação em 2008 e o processo de recuperação extrajudicial foi aprovado em 2010.

– Curriculum Vitae: Novas vagas, estamos por aqui!

Amigos, apesar de continuar com minhas atuais atividades profissionais, confesso que a carestia está brava…

Alguém tem uma boa oferta de emprego para começarmos 2012 sorrindo?

Estou com disponibilidade em 2 noites para aulas no Ensino Superior, Palestras, Cursos, Bicos, Bate-bolas (desde que remunerado rsrsrs) e outras coisitas mais.

No curriculum, o email de contato. Como tenho alguns amigos que acompanham esta mídia, vale o toque. Quem sabe aparece algo que seja interessante para os dois lados?

CURRICULUM VITAE

 

1 – dados pessoais

 

· Rafael Porcari, 

 

– Email:

rafaelporcari@terra.com.br                    

 

– Blogs:

http://ProfessorRafaelPorcari.blog.terra.com.br

http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br

http:// http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109

 

– Site:

http:// http://www.ProfessorRafaelPorcari.hpgvip.com.br 

 

– Currículo Lattes:

http://lattes.cnpq.br/6921568045199692

 

 

2- escolaridade:

 

· Mestrado Stricto Sensu em Administração de Empresas:

Área: Gestão de Negócios, Linha de Pesq: Marketing, Tema: Adm Esportiva – UniSant’Anna, 2000.

 

· Especialização Lato Sensu em Administração e Marketing:

Pós-Graduação (Área de Concentração: Administração) – UniSant’Anna, 2004.

 

· Graduação em Informática, ênfase em Gestão de Negócios:

Tecnólogo – Faculdade de Tecnologia de Jundiaí – Fatec, 2004 (incompleto).

 

· Graduação em Administração de Empresas:

Bacharelado – Faculdade Ciências Econômicas, Contábeis e Adm Empresas Padre Anchieta, 1997.

 

3 – obras escritas

 

· Dissertação de Mestrado:

 

– O Novo Processo Administrativo do Futebol Brasileiro Frente a Profissionalização no Gerenciamento dos Clubes,

São Paulo/SP:2000, 148p – UniSant’Anna. (EDA/BN 290.998)

 

· Artigos Científicos:

 

Abordagem Legal e de Mercado da Profissionalização do Futebol Brasileiro,

Revista Gerenciais, São Paulo/SP:2003, ed 03 – 03, ano 01, pg 18-21. Uninove.

 

O Funcionamento Estrutural do Futebol Brasileiro e a Utilização do Marketing,

Revista Nife, São Paulo/SP:2001, ed 07 – 03/01, ano 08, pg 47-54. Publicação do Centro de Pós Graduação, Pesquisa e Extensão do Centro Universitário Sant’Anna, em co-autoria com o Prof Dr Nilton Nunes Toledo. (ISSN 1414.1736)

 

· Livros:

 

– Violência das Torcidas de Futebol – Historicidade da Violência entre Torcidas,

Jundiaí/SP:2003, Edição do Autor, 27p. (ISBN 85-904052-1-4)

 

– Uso e Desuso do Futebol – Breve Relato das Transformações Históricas do Futebol no Brasil (do Ludismo ao Uso Político, do Mercantilismo ao Assistencialismo),

São Paulo/SP:2003, Edição do Autor, 38p. (ISBN 85-904052-2-2)

 

– Elementos Estruturais do Futebol Como Produto,

São Paulo/SP:1999, 307p, no prelo. (EDA/BN 290.997)

 

· Artigos em Sítios Eletrônicos:

 

– Blog Pessoal (Blog do Professor Rafael Porcari),

(Com comentários e percepções articuladas sobre assuntos referentes à Administração de Empresas, Futebol, Política, Economia, Sociedade e Religião.

 

– Blog Corporativo no Portal Bom Dia (Blog do Rafael Porcari),

(Destinados à assuntos globalizados trazidos para a realidade local)

 

– Blog Consultivo (Blog “Pergunte ao Árbitro),

(Exclusivo à elucidações de dúvidas sobre as Regras do jogo de Futebol e análises de partidas).

 

– Diversos Outros Artigos em Vários Endereços Acadêmicos, Comerciais e Esportivos na Internet.

 

4- atividades profissionais atuais

 

· Professor de Ensino Superior:

– Instituto Santanense de Ensino Superior (UniSant’Anna),

Instituição de Ensino Superior. (de Março/2004 a atual)

Lecionando disciplinas na área de Administração de Empresas:

o   Liderança;

o   TGA I e II;

o   Introdução à Administração;

o   Gestão das Organizações;

o   Teoria da Administração;

o   Teoria das Organizações;

o   Tópicos Especiais em Adm I, II e III;

o   Estratégia Empresarial;

o   Gerenciamento de Pequenas e Médias Empresas;

o   Prática de Negociação;

o   Administração de Conflitos;

o   Gestão Empreendedora;

o   Estudos Contemporâneos; e

o   Administração de Novos Negócios.

 

· Comerciante:

– Auto Posto Harmonia Ltda,

Comércio de Combustíveis e Lubrificantes. (de Junho/2000 a atual)

Sócio-proprietário trabalhando na gerência administrativa.

 

· Articulista em Esportes:

– Rede Bom Dia (Grupo Traffic),

Escrevendo blog sobre diversos assuntos atuais relativos a Esportes, Arbitragem e Bastidores (http:// http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109)

 

· Colunista de Arbitragem:

– Site ‘Voz do Apito’ (http://www.vozdoapito.com.br/coluna_porcari.php)

 

· Consultor em Futebol:

– Autônomo,

Desenvolvendo atividades, palestras e orientações sobre arbitragem, futebol, e administração esportiva.

 

· Blogueiro:

– Autônomo, com 2 blogs próprios:

Escrevendo textos e artigos sobre Administração, Política, Sociedade, produzindo o ‘Blog do Professor Rafael Porcari’ (professorrafaelporcari.blog.terra.com.br),

 

Além de editor do site especializado em Regras do Jogo de Futebol “Pergunte ao Árbitro”

(pergunteaoárbitro.blog.terra.com.br)

 

 

5 – atividades profissionais anteriores

 

· Árbitro de Futebol Profissional:

– Federação Paulista de Futebol (FPF),

Entidade Mantenedora do Futebol Paulista. (de Agosto/1996 a Maio/2010)

Tendo atuado na prestação de serviços como árbitro de futebol nos campeonatos profissionais da 1ª e 2ª  divisões, nas funções de Árbitro Principal e Quarto Árbitro.

 

· Professor de Ensino em Pós-Graduação Lato Sensu:

– Universidade Paulista (Unip),

Instituição de Ensino Superior. (2004)

Lecionando em Curso de Especialização em Gestão e Marketing Esportivo, nas disciplinas História Sócio-Cultural do Futebol e Reflexões Sócio-Mercadológicas do Esporte.

 

· Professor de Ensino Superior:

– Centro Universitário Nove de Julho (Uninove),

Instituição de Ensino Superior. (de Março/1999 a Janeiro/2004)

Lecionando disciplinas na área de Adm (TGA I e II, Introdução à Administração) para as Graduações em Adm Geral, Comércio Exterior, Marketing, RH e Análise de Sistemas, nos campi Vila Maria e Memorial da América Latina.

 

· Professor de Ensino Médio:

– Escola Estadual de Primeiro e Segundo Grau José Polli,

Instituição Pública de Ensino. (1998)

Lecionando como Professor de Ensino Médio nas disciplinas História e Geografia.

 

· Estagiário em Mercadologia:

– Caixa Econômica Federal,

Estatal Atuante no Setor Financeiro. (estágio de Agosto/96 a Janeiro/97).

 

· Estagiário em Logística:

– Akzo Nobel Ltda – Divisão Química,

Indústria de Produtos Químicos. (estágio de Novembro/95 a Julho/96).

 

· Comerciante:

– Nelson Porcari & Cia Ltda,

Comércio de Materiais para Construção. (de Agosto/88 a Outubro/95).

Empresa Familiar, trabalhando em diversas atividades.

 

6- outras atividades

 

· Leigo Voluntário:

– Paróquia São João Bosco,

Igreja Católica Apostólica Romana, Diocese de Jundiaí (de 1997 a 2006).

Trabalhando como leigo-voluntário na Coordenação dos grupos de catequese sacramental do Crisma para adolescentes, e na formação e desenvolvimento de grupos comunitários de jovens e retiros espirituais.

7 – outros cursos e participações

 

· Aluno Especial:

– Doutorado em Administração,

disciplina: Consultoria Empresarial – (FEA) – USP (2004).

– Doutorado em História Social,

disciplina: História Sociocultural do Futebol: Imposição Lúdica, Composições e Significações –  (FFLCH) – USP (2003).

· Administração Esportiva:

            – 1º Fórum do Futebol – FGV (GV Consulting) / Clube dos 13 / FPF (2003).

– Seminário “O Negócio Futebol” – Gazeta Mercantil (2000).

– Extensão em Administração Esportiva – ACEESP (1998).

– 1º Simpósio Internacional de Marketing Esportivo no Brasil – São Paulo (1997).

· Responsabilidade Social:      

            – XIX Encontro Terceiro Setor: Responsabilidade Social Corporativa – CIEE (2003).

– Seminário Nac. Antidrogas nas Escolas Superiores – SENAD/CIEE/GREA-USP/UNINOVE (2002).

– Seminário Resp Social – 3º setor, “A Construção de uma Nova Cultura” –  ABRH (2001).

· Qualidade:                      

– Seminário Sistema da Qualidade Total e ISO 9000 – Akzo Nobel (1996).

· Religião:              

– Doutrina Social da Igreja – Esc Cat Bispo Dom Gabriel P B Couto – Diocese de Jundiaí (2003 /2005).

– Curso de Teologia – Esc Cat Bispo Dom Gabriel P B Couto –  Diocese de Jundiaí (1998/1999).

· Arbitragem de Futebol:         

            – Curso de Formação de Novos Árbitros – EBF, Confederação Brasileira de Futebol (2006).

– Pré-temporada dos Árbitros de Futebol da 1ª Divisão (X, XI e XII edições) – FPF (2004, 2005, 2006).

– I Congresso Internacional dos Árbitros de Futebol – SAFESP (2006).

– Curso de Arbitragem Oficial de Futebol – EAFI, Federação Paulista de Futebol (1997).

– Curso de Arbitragem Amadora de Futebol – Liga Campineira de Futebol (1996).

· Saúde:                  

– Curso de Socorrista Internacional para RCV – Instituto do Coração (2005)

– Seminário Ressuscitação Cardiovascular e Primeiros Socorros – InCor/FPF/Rotary Clube (2004).

· Línguas:               

– Italiano: Curso de Cultura e Língua Italiana – Circolo Italiano di Jundiaí – São Paolo (1998/1999/2001)

– Inglês: Curso de Língua Inglesa – Angloschool Professional’s (1994)

 

8 – homenagens acadêmicas

 

– Professor Homenageado da Turma de Administração de Empresas 2007-2010 (1º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2011)

 

– Professor Paraninfo da Turma de Adm. de Empresas, Administração e Marketing e Análise de Sistemas 2005-2008 da turma de Administração 2006-2009 UniSant’Anna – Salto (2009 e 2010)

 

– Professor Homenageado da Turma de Administração de Empresas 2005-2008 (1º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2008)

 

– Professor Homenageado da Turma de Administração Geral e Marketing 2004-2007 (2º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2008)

– Propaganda Enganosa das Emissoras?

Quando garoto, não existia TV a Cabo ou até mesmo DVD. Para ter um vídeo cassete era necessário entrar em consórcio! Assim, como não dava para ir ao Cinema com freqüência, ficava esperando a Globo anunciar os filmes do ano seguinte.

Normalmente, no final do ano, ela anunciava para o ano novo todos os sucessos que os adolescentes queriam ver e não podiam, até porque era difícil ter locadora de filmes por perto.

Agora leio que a TV Record anunciou para 2011 que exibiria 12 filmes de sucesso! E exibiu só 1…

Ô dona Record, mentir é feio… Os anunciantes e o público podem não gostar!

Extraído de: http://is.gd/Qrxt4U

RECORD ENCERRA O ANO EXIBINDO APENAS 1 DOS 12 FILMES PROMETIDOS

O ano de 2011 está chegando ao fim e a Record entrará em 2012 com dívida com o telespectador fã dos grandes filmes. A emissora não chegou nem perto de cumprir a promessa feita em 2010, quando anunciou as novidades para este ano.

Com a chamada “O Melhor do Cinema vai invadir a tela da Record”, o canal prometeu a exibição de 12 blockbusters e só exibiu 1 ao longo de todo o ano. “Velozes e Furiosos 4” foi a única produção anunciada e veiculada – e mesmo assim, com certo atraso, afinal o filme foi ao ar há aproximadamente uma semana, no dia 21 deste mês.

Títulos de respaldo nos cinemas e de grande potencial na TV como “A Troca”; “Duplicidade”; “Tá Rindo do Quê?”; “Os Piratas do Rock”; “Inimigos Públicos”; “Intrigas de Estado”; “Linha de Passe”; “Coraline e o Mundo Secreto”; “O Corajoso Ratinho Desperaux” e “Bastardos Inglórios” foram engavetados e seguem sem exibição prevista.

A ausência dos filmes se deve, em parte, à redução que as sessões tiveram na grade da Record. A “Tela Máxima”, nas noites de domingo, era a principal vitrine para o cinema do canal. Até 2009, a mesma ocupava faixas entre 21h e 22h. Com a chegada do “Programa do Gugu”, os filmes foram deslocados para as 23h. Sem sucesso no Ibope, a sessão foi extinta e substituída pelo “Repórter Record”, de Marcelo Rezende.

A “Super Tela” acabou sendo a única sessão fixa restante e com permissão legal para que filmes de qualquer faixa etária fossem veiculados. A emissora ainda mantém o “Cine Aventura” nas tardes de sábado, porém este segue dedicado ao público infanto-juvenil, impossibilitando assim a exibição dos títulos mencionados.

EM TEMPO

Paralelo a situação da Record, o SBT conta com um quadro mais favorável. Dos 18 filmes anunciados para 2012, 12 já foram exibidos e o décimo terceiro irá ao ar na próxima sexta-feira (30), “Noites de Tormenta”.

– 6ª Economia do Mundo mas com Qualidade de Vida Duvidosa

Ok. Somos a 6ª economia do mundo agora.

E daí?

Em volume, realmente somos. Claro, temos uma população enorme. Mas e em QUALIDADE DE VIDA?

Tomara que esses números se transformem em boas condições de educação, saúde e prosperidade para a população. Ah, e não vale esse índice em época de crise mundial, pois aí os europeus estarão em desvantagem.

– Infoxicação: Já Sofreu Disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”

Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto. 

– Consumidores se espelham na… Mãe, a Verdadeira Inspiração!

Tomo sempre cuidado com a importância, propósito e validade de pesquisas. Mas essa é curiosa. Um estudo mostrou em quem os consumidores se espelham. E deu… mãe!

Mas sabe qual é a ordem de inspiração completa?

Mãe: 46%

Pai: 33%

Lula: 19%

Amigo: 10%

Sílvio Santos: 10%

Ivete Sangalo: 6%

Ronaldo Fenômeno: 6%

Na mesma pequisa, Natura, Ipê e Petrobrás foram apontadas como empresas que promovem um mundo melhor…

Mais detalhes abaixo, extraído de: http://is.gd/LBujUs

ESTUDO APONTA AS MÃES COMO MAIOR FONTE DE INSPIRAÇÃO

As mães são a maior fonte de inspiração dos consumidores de acordo com o estudo “Quem me inspira”, realizado pela Giacometti Comunicação com coordenação de Denis Giacometti.

A proposta da pesquisa foi avaliar quais pessoas e valores são capazes de inspirar transformações, além de idenficar personalidades mais admiradas.

Em resposta à pergunta “quem te inspira?” a resposta “mãe” foi citada por 46% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece “pai” (33%) seguida por “amigo” e “irmãos” (10% de indicações cada).

A pesquisa traz um conteúdo riquíssimo para o conhecimento das pessoas. “Investimos muito no conhecimento como fonte de inovação e nosso obejtivo com esse estudo foi aferir quais os fatores que têm impacto na vida do indivíduo e de que maneira são capazes de transformá-lo”, diz Dennis Giacometti, presidente da Giacometti

A pesquisa teve duas fases, qualitativa e quantitativa, na qual foram entrevistadas 400 pessoas divididas em classe AB (100 homens e 100 mulheres) e classe C (100 homens e 100 mulheres).

Entre os famosos mais admirados, os mais citados foram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (19%), Silvio Santos (10%); e Ivete Sangalo e Ronaldo Fenômeno (6% cada um).

Os entrevistados também apontaram seus ídolos: Jesus Cristo (10%); o ex-presidente Lula (7%); Chico Xavier (5%); Ronaldo Fenômeno (5%); pais (4%); Ayrton Senna (4%).

Entre os destaques do estudo também foram apontadas a “falta de tempo” como o principal problema nas relações amorosas, a “falsidade” como principal problema das relações de amizade.

Os entrevistados apontaram a Natura (25%), Ypê (15%) e Petrobras (14%) como empresas que “contribuem para um mundo melhor. “

– De Cinquentinha a Quinhentão

Pode-se criticar por muitas coisas as vendas de ingressos para jogos de futebol no Brasil. Mas nesta problemática, algo exemplar: as vendas on-lines de ingressos realizadas pelo Corinthians.

Tal medida tem dado certo, evitado filas e contribuído para uma certa organização.

Agora, tudo tem seu custo: para a Libertadores, os ingressos variarão entre R$ 50,00 e R$ 500,00, com prioridade para os sócios-torcedores dos clubes. E já estão a venda.

De fato, tal modelo parece ser o ideal e a tendência para o futuro.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe sua opinião:

– Petrobrás Terá que Importar Gasolina em 2012!

Pois é… com pré-sal, etanol, biodiesel, e toda a propaganda sobre as fontes energéticas do Brasil, e a produção, na verdade, não dá conta.

Em 2012, importaremos gasolina! E são 4 motivos para a compra, em: http://is.gd/LumGhB

PETROBRÁS TERÁ QUE IMPORTAR MAIS GASOLINA EM 2012

Há pelo menos quatro justificativas para a necessidade de a petroleira comprar combustível no mercado externo

A Petrobras precisará importar ainda mais gasolina em 2012 do que importou este ano. Há pelo menos quatro justificativas para a necessidade de a petroleira comprar combustível no mercado externo: a insuficiente produção de etanol; as refinarias brasileiras não têm mais como aumentar a produção, atuam no limite; a demanda por gasolina no mercado interno deverá crescer nos próximos 12 meses; e cerca de 3,5 milhões de novos veículos chegarão às ruas do país.

As importações de gasolina neste ano já atingiram patamares que nem a Petrobras esperava quando, ainda em 2010, traçou suas estratégias para o exercício atual. O diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, revelou ontem que de janeiro a novembro a estatal do petróleo importou por dia, em média, 45 mil barris. Até o fim do ano, essa média poderá chegara a 47 mil barris de gasolina comprados no exterior diariamente, o que representará 400% de aumento das importações na comparação com 2010. A demanda diária brasileira é de 432 mil barris ao dia

Até 2009 a Petrobras exportava gasolina. Como indicativo de que a situação de dois anos atrás não se repetirá a curto prazo, ainda mais porque a produção de etanol em 2012 tende a não avançar, Costa anunciou que só em dezembro serão adquiridos cerca de 100 mil barris diários no mercado internacional.

Descolamento

Desde o ano passado, de acordo com o diretor de Abastecimento, houve “um descolamento” entre o Produto Interno Bruto (PIB) e o consumo interno de derivados de petróleo. Costa disse que a previsão de crescimento da economia entre 3% e 3,5% em 2011 não se reflete nos gastos com gasolina, que terão aumentado 8% este ano. No ano passado, com 7,5% de expansão do PIB, o consumo foi de 10%.

A procura por óleo diesel também cresceu. A alta foi de 9,3% em comparação ao ano passado, quando a expansão, em relação a 2009, havia sido de 9%. No caso do diesel, a Petrobras tem uma dependência externa até maior do que a da gasolina. De janeiro a novembro deste ano a petroleira precisou importar 176 mil barris diários para atender ao mercado brasileiro (crescimento de 19% em comparação com 2010, quando foram importados 148 mil barris), que consome 862 mil barris.

De acordo com o diretor de Abastecimento, só a partir de 2013, quando está prevista a inauguração da primeira unidade da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, a Petrobras terá condições de aumentar a produção de gasolina e de diesel. A produção planejada para a futura refinaria será 75% de diesel e 25% de gasolina. Assim, as refinarias antigas espalhadas pelo Brasil poderão reduzir a produção de diesel e investir na de gasolina.

– Arnaldo Tirone: Negociador de Ponta ou Presidente Desatento?

E o presidente Arnaldo Tirone, do Palmeiras? Entrevistado na Rádio Bandeirantes, soube pelo repórter que o jogador Roberto Carlos, do Anzhi, disse que o atacante Diego Tardelli, seu companheiro de time, foi negociado para sua equipe por 4 milhões.

Assustado, o presidente pediu mais informações e alegou que nada sabia, mas ía perguntar a possíveis negociadores que teriam feito o negócio.

Como é que um negócio como esse é feito em nome do Palmeiras e ele não sabe? Ou é bom estrategista, ou o clube está uma bagunça!

E você, o que acha sobre isso? Deixe seu comentário:

– Complexo de Vira-Lata, ou Cuidado com o Seu Dinheiro

por Reinaldo Oliveira

Nesta época de fim de ano quando aflora a cordialidade e sensibilidade de todos, devido a situação atual no país e no mundo, lembro da célebre frase do escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues, onde ele disse que o brasileiro sofre do complexo de vira lata e assim se coloca, voluntariamente, frente ao resto do mundo. Só que neste caso vejamos sobre o complexo de vira lata, por aqui mesmo: de brasileiro para brasileiro. Pois bem. Já há muitos anos, nesta época, levo aos leitores alerta sobre os cuidados com o seu dinheiro, com os gastos exagerados e futuras dívidas para todo o ano vindouro. Em 2008, neste período, com informações de um colega que todos os anos, durante as férias viaja para a Europa (ele tem parentes em Portugal, Espanha e França), alertei sobre as dificuldades que os países que adotaram o “euro” como moeda e já estavam em crise gerada pelo desemprego e endividamento daqueles países e suas populações. Infelizmente de lá para cá, a crise desandou de tal forma que, atualmente, o mundo todo está em crise. Pois bem. Em 2009 e 2010, já com a crise se acentuando utilizei este espaço para a consciência preventiva e controle dos gastos neste período. E o que tudo isto tem a ver com o complexo de vira lata? Simples. Desatento e alienado, iludido com a massificação da informação deste mafioso e corrupto governo que aí está – 7 ministros já foram cassados por malversação do erário público, de que a inflação está sob controle, o povo brasileiro, quando por direito deveria ter um justo reajuste salarial, tem seu poder aquisitivo defasado sem nunca acompanhar o real custo de vida. Por conta disso, segue como ilustração matérias publicada no jornal Bom Dia, nas edições dos dias 4, 13 e 17 de novembro e 2 de dezembro. Na edição de 4 de novembro – págs 2 e 3, é apontado que em pesquisa realizada sobre o custo da cesta básica, os itens que mais subiram foram a batata com 78,6% e o tomate com 20,2%, e assim por diante. Só uma dúvida: qual categoria teve aumento de salário nessa proporção?  Já na edição do dia 13 de novembro, com a manchete “O fantasma do custo de vida”, nas págs 2 e 3, estampa valores comparativos de vários itens básicos, em cidades da região e, novamente apresenta aumentos gritantes e superiores aos índices de correção salarial da população. Na edição do dia 17, com a manchete “Mais renda e desigualdade”, nas págs 2 e 3, estampa um perfil da renda da população das cidades de Jundiaí, Cabreuva, Itupeva, Jarinu, Louveira, Campo Limpo Paulista e Várzea Paulista. Na matéria, como a própria manchete diz, a desigualdade entre a alta de preços e poder aquisitivo é terrível. Com grande destaque a manchete da edição do dia 2 de dezembro traz: “Preços sobem 17% para o Natal”. Nas págs 2 e 3, traz que o mês de dezembro começa com os preços salgados, com aumento no preço do alho de 110,7% e o filé mignon com 42,5%. Novamente o questionamento: quem, qual categoria profissional teve aumento nesta proporção? Nenhuma. Mas o governo mafioso e corrupto que aí está, não sabe, não sente e nem tem sensibilidade para o que a população sofre para equilibrar seu orçamento doméstico. E tudo isto sendo passiva e bovinamente aceito e sem expressar reação pela população. Que por seu lado vai se endividando, fazendo sacrifícios, enquanto o governo mafioso e corrupto, desvia dinheiro público e a corrupção aumenta assustadoramente. Mas para ilustrar essa mansidão passiva do brasileiro e a reativa de pessoas de outros países que aqui vêm a trabalho, cito o exemplo do GP Brasil de Fórmula 1, realizado no mês de novembro e, descrito no caderno de esportes da Folha de São Paulo do dia 26 de novembro, pág D8. Ali é reportado que o GP Brasil é um dos preferidos pelos pilotos e equipes. Porém neste ano a coisa mudou. A alta de preços freiou o que eles mais gostam: churrascarias, caipirinhas, malas cheias de presentes, etc. De tal forma que um jornalista espanhol que vem todos os anos disse que há três, quatro atrás consumia sem se preocupar com a conta. Neste ano cortou os gastos devido aos preços muito altos. Uma belga que trabalha de garçonete para uma das equipes e que costuma alisar o cabelo, achou os preços deste ano muito altos e, outros dois engenheiros – um italiano e um japonês reclamaram que o valor do taxi, aumentou em 100%. Resultado: todos os participantes diminuíram o consumo este ano, segundo a reportagem. Ou seja: quem tem consciência boicota os preços altos. Corte rápido. Conversando com um comerciante com loja no centro de Jundiaí, perguntei com estavam as vendas após a abertura do comércio à noite. Ele disse que não chegará ao total de vendas do ano passado. Que o brasileiro está muito endividado e que utilizou o dinheiro extra, normalmente dedicado às compras, para quitar dívidas. Citei para ele o exemplo dos visitantes do GP Brasil que se recusaram a pagar preços altos, e ele disse que o brasileiro (aqui explica um pouco o complexo de vira lata), faz tudo ao contrário. Ele passa na loja, vê um produto da mesma marca, mas vai ao shopping e paga muuiitto mais caro e acha que isso é status, poder. Volta para casa apertado no ônibus, mais orgulhoso exibindo uma sacola de marca. Nem que para isso ele tenha que se endividar, compra sem avaliação, sem critério e se o preço está inflacionado ou não. Então diante dos fatos descritos, citei as fontes, para que os meus leitores (5 ou 6 segundo as ultimas pesquisas), possam acessá-las se julgarem necessário. Enquanto isto este governo mafioso e corrupto que aí está, desconhece a situação escorchante que o povo vive. Acorda povão. Quem fica parado é poste. A todos muitas realizações no ano vindouro. É isso!!   

– Empreendedor Walt Disney

Você sabia que antes do sucesso, Walt Disney foi um fotógrafo frustrado, depois se tornou motorista de ambulância, entrou na Cruz Vermelha e foi rejeitado pelo Exército?

Com 20 dólares, alguns desenhos na mão e uma idéia na cabeça, se mudou para Hollywood. E tornou-se o mito que é hoje.

Um caso de Empreendedorismo à flor da pele.

– Shell na Ucrânia em Campanha contra o Mau Motorista: o Pedestre Fantasma!

Olha que interessante: segundo a Revista Eletrônica Posto Hoje, boletim 29, a Shell em parceria com o governo ucraniano bancaram uma inusitada campanha contra maus motoristas.

A ação se chama: “Pedestre Fantasma”, e consiste num balão inflável, em forma de gente, que surge do chão da faixa de pedestre e depois sobe por cima do carro, dando um verdadeiro susto no motorista que passa acima dos limites de velocidade.

No vídeo, uma rua com o limite de velocidade a 40 km/h e o motorista está a mais de 90 km/h, e eis que quando o radar escondido registra a marca, poucos metros a frente, surge o pedestre fantasma.

Achei perigoso, mas, para quem quer ver, está no seguinte link do You Tube (encurtado, mas com todo o processo de fabricação até do Pedestre Fantasma): http://is.gd/NMuRTe

– Por mais de 1 bilhão, Kroton compra Unipar

O grupo Kroton, dono de importantes instituições de ensino como a Faculdade Pitágoras, se torna o segundo maior no ramo educacional, ao comprar a Universidade do Norte do Paraná.

Agora, a Anhanguera (SP) é a número 1 do Brasil, com 281 mil alunos, seguida pelo Kroton (MG) com 264 mil e pela Estácio de Sá (RJ), com 247 mil.

Cá entre nós: a cifra de R$ 1.300.000.000,00 é impressionante, não? Negócio assustador, de quem realmente tem ‘bala na agulha’!

NEGÓCIO BATE RECORDE NO SETOR DE EDUCAÇÃO

Empresa mineira investe R$ 1,3 bilhão em busca da liderança do emergente mercado de turmas à distância. Kroton e Unopar terão receita de R$ 1,1 bi e 2º lugar do ensino superior privado, atrás da rival Anhanguera

Por Toni Sciarreta

O ensino superior privado brasileiro teve ontem a conclusão do maior negócio já feito no país.

A mineira Kroton Educacional fechou a compra da Unopar, instituição do norte do Paraná focada no ensino superior à distância, por R$ 1,3 bilhão -cifra que impressionou analistas e bancos de investimento, que viram as fusões e aquisições minguarem no segundo semestre por causa da crise global.

É o segundo meganegócio em menos de três meses do ensino privado brasileiro, setor visto como imune a crises potenciais e que caminha com o aumento de renda da classe média emergente.

Em setembro, a paulista Anhanguera comprou a Uniban por R$ 510,6 milhões.

A aquisição da Unopar fará a Kroton somar mais 162 mil alunos (145 mil de ensino superior à distância e o restante presencial) aos atuais 102 mil. Fica atrás em total de estudantes do ensino superior só da rival Anhanguera, que tem cerca de 281,7 mil alunos. A fluminense Estácio de Sá é a terceira no ranking, com 248 mil estudantes.

O ensino à distância é uma “mina” de geração de caixa, segundo Rodrigo Galindo, presidente da Kroton.

“A principal característica desse negócio é a forte geração de caixa e de elevado crescimento. O ensino à distância cresce mais rápido do que o presencial no Brasil”, disse Galindo, para explicar a aquisição aos analistas.

Neste ano, somente os 145 mil alunos de educação à distância deram uma receita estimada em R$ 416 milhões à Unopar. Somados ao faturamento de R$ 699 milhões da própria Kroton, a nova empresa terá receitas combinadas de R$ 1,1 bilhão.

A Unopar é a maior instituição de ensino à distância no país, à frente da Anhanguera, que tem 83 mil alunos nessa modalidade.

O trabalho é desenvolvido a partir de 469 polos de ensino à distância, verdadeiros centros de tecnologia, em 422 municípios do país.

Todos têm o aval do Ministério da Educação.

Além do ensino à distância, a Unopar tem 16 mil alunos de graduação e pós presencial nos campi de Londrina, Arapongas e Bandeirantes, no norte do Paraná.

CONSOLIDAÇÃO

A aquisição foi costurada pelo Itaú BBA, maior banco de investimento no ramo de fusões, e será feita por meio da editora da Kroton.

Do total de R$ 1,3 bilhão, 80% serão pagos em três parcelas -R$ 650 milhões à vista, R$ 260 milhões em março de 2012 e os R$ 130 milhões restantes em um ano- e 20% em papéis da Kroton, que ontem recuaram 3,09%.

Para a rival Anhanguera, a consolidação da educação privada está só começando e terá novas operações.

“O mercado educacional brasileiro ainda está em processo de consolidação e são positivas essas movimentações, que demonstram a confiança do investidor na alta atratividade e na geração de valor”, disse, em nota.

– O Empreendedorismo Auto-Destrutivo

Um autoajuda às avessas: os grandes fracassos empresariais, para falsos empreendedores. Nome: “O Livro Negro do Empreendedor”. Curioso, abaixo:

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2088/artigo156192-1.htm

O LIVRO NEGRO DO EMPREENDEDOR

Quem frequenta livrarias certamente já passou perto de algum título sobre empreendedorismo. Não por acaso, eles estão entre os mais vendidos no Brasil. Mas, de modo geral, batem na mesma tecla: mostram o que um vencedor fez para chegar lá e incentivam a abertura de novas empresas. O consultor espanhol Fernando Trías de Bes acaba de lançar uma obra que vai na contramão: em “O Livro Negro do Empreendedor” (BestSeller), diz que todos esses manuais são uma enrolação, porque não mostram os fracassos – e que se aprende mesmo é com a derrota alheia. “Estamos diante de uma analogia imperfeita: sabendo por que outros tiveram êxito você evitará seu fracasso. Mentira.

Para evitar que um empreendedor fracasse, é necessário saber por que aqueles que fracassaram se deram mal”, escreve o professor associado do Departamento de Marketing da ESADE Business School, em Barcelona, e fundador da Salvetti & Llombart, uma das maiores consultorias de marketing da Espanha. “Um negócio de sucesso é uma oportunidade já aproveitada por outra pessoa.

Meu livro é como uma máquina da verdade para falsos empreendedores”, disse à ISTOÉ, por e-mail. Segundo o autor, boa parte dos novos empreendimentos não consegue ultrapassar os dois primeiros anos de vida e 90% dos empreendedores fracassam antes de completar os quatro iniciais. No Brasil, pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 78% passam dos dois anos, mas só 64% chegam aos quatro.

Por que não dão certo? Por motivos banais, que normalmente passam despercebidos nos manuais e biografias de empresários bemsucedidos. “Os negócios não costumam fracassar por falta de competência técnica de quem os empreende”, frisa Trías de Bes. Normalmente, definham por questões pessoais – brigas entre familiares ou sócios, por exemplo – ou falta de aptidão.

As picuinhas entre os sócios são um dos “fatores-chave de fracasso” (FCF), como diz o autor. Ao todo, são 14, de um perfil não empreendedor à falta de apoio familiar. Quando a empresa está para ser aberta os sócios costumam estar unidos e otimistas. Se o negócio vai bem, um deles pode começar a achar que trabalha mais – e merece mais. Se vai mal, todos se culpam mutuamente. Por isso, o estudioso espanhol aconselha: só se associe em último caso.

Tampouco espere ter uma vida mais equilibrada: “empreender pressupõe um desequilíbrio total entre a vida pessoal e a profissional.” De fato, a vontade de se tornar o próprio chefe (e poder controlar o próprio horário e se dar folgas) é o principal motivo pelo qual os brasileiros abrem uma empresa, segundo o levantamento do Sebrae. Mas, como o negócio é próprio, as preocupações não terminam no fim da jornada diária e nem nos fins de semana.

Como é o próprio dinheiro que está em jogo, a pessoa vai querer é trabalhar mais para que as coisas prosperem. “Incentivar pessoas que não estão preparadas para empreender não é fomentar o espírito empreendedor – é um exercício de irresponsabilidade”, argumenta o autor. Seu livro é um manual ao contrário com uma moral da história simples: veja o que deu errado para que o seu negócio dê certo.

– Como as Empresas podem errar com o Twitter

Compartilho um interessante texto sobre como a montadora Nissan sofreu e perdeu consumidores por uma infelicidade com o Twitter. Após promoção, não contou com os golpes dados por integrantes desta Rede Social.

Abaixo, extraído de Revista Época, pg 78, Ed 20/12/2010, no. 657

DERRAPOU NO TWITTER

A Nissan inovou com promoção na rede social. Mas se enrolou com um internauta acusado de fraude.

Por Bruno Ferrari

O povo brasileiro tem uma antiga paixão por carro. Outra paixão, mais recente, são as redes sociais: dos 40 milhões de usuários ativos de internet no Brasil, mais de 80% frequentam algum desses sites. Com todo esse potencial, uma ação de marketing que unisse essas duas paixões não teria como dar errado. Foi o que a montadora japonesa Nissan imaginou quando lançou a promoção “Quero meu carrão”. O objetivo era que usuários da rede social Twitter divulgassem uma mensagem em seus perfis e que essa mensagem fosse repassada pelo maior número de contatos. Quem atingisse a marca de 44.500 “retuites” (ou RTs) levaria um carro Tiida novinho, no valor de R$ 44.500. Mas a bela sacada de marketing deu errado.

Um grupo de usuários do Twitter se mobilizou para ganhar o carro. Queriam doar o prêmio à Família Santa Clara, uma instituição de caridade. Pessoas influentes do Twitter no Brasil endossaram a campanha. Em poucos dias, porém, um perfil identificado como @tca_oficial ultrapassou os 44.500 RTs, levando o carro.

Desconfiados do perfil, que era anônimo e tinha mais de 100 mil seguidores (marca que só celebridades conseguem), o grupo que perdeu o carro mobilizou-se para encontrar indícios de trapaça do usuário @tca_oficial. Não precisou de muito. O próprio Twitter excluiu a conta vencedora dois dias depois por uso de técnicas para inflar artificialmente o número de seguidores (conhecidas como “scripts”).

Houve protesto em blogs, no Twitter e em diversos sites de notícia. Criou-se até o perfil @nissanfail (“Nissan falhou”) no Twitter. A montadora então prorrogou a promoção, oferecendo um segundo carro e tomando medidas de precaução. “Houve uma comoção no Twitter”, diz Carlos Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan. Moreno diz que o regulamento não previa penalizar o uso de script, e a Nissan poderia ser acionada na Justiça pelo ganhador da promoção. O publicitário Fernando Gouveia, que concorria ao prêmio no Twitter e escreveu um post em seu blog sobre o caso, rebate: “O item 4.8 do regulamento diz que serão excluídos os participantes que burlarem o sistema de segurança do Twitter”.

Para evitar que o segundo carro caísse na mão de outro hacker, a Nissan criou uma comissão para analisar tecnicamente o ranking da promoção, que se encerra no dia 20. Decidiu-se então que as mensagens com RTs dados indevidamente seriam excluídas. A advogada Flavia Penido, usuária do Twitter e com casos envolvendo Direito Digital na carreira, diz que a Nissan age com cautela. “O Direito não é uma ciência exata. É preciso que quem esteja julgando saiba exatamente como funciona o script”, afirma Flavia, que participa da comissão da montadora.

A Nissan tem o mérito de inovar num mercado promissor. “O custo do aprendizado é nosso”, afirma Moreno. “Mas a melhor solução nesse caso é ser transparente.” Um grupo de participantes que se sentiu prejudicado se uniu via internet e está pensando em mover uma ação coletiva contra a empresa. A ação da montadora japonesa mostrou o potencial de marketing das redes sociais. Mas mostrou também que, agora, ao lado da equipe de criação, é bom as empresas incluírem um advogado especializado em internet.

– Não gosto do Natal Comercial, mas do Natal Verdadeiro

Dezembro é o mês da síndrome natalina, aquela obrigação de exalar felicidade. Dá para se libertar dela?

Walcyr Carrasco

Você que gosta do Natal, me desculpe, mas concordo com o Walcyr. Celebrar e ser feliz deve ser todo dia; reunir os amigos e a família, sempre. E, muitas vezes, escolhemos uma data para nos juntarmos com pessoas que às vezes nem mais convivem conosco ou que não temos afinidade. E surgem os sorrisos amarelos e a necessidade de se gastar com presentes.

Ora, temos que presentear o ano inteiro? Aniversário, Dia das Crianças, Natal, Páscoa, dia disso e daquilo…

Sem ser hipócrita: clima natalino é diferente de clima comercial. DETESTO ESSA ÉPOCA DO ANO, com as ruas lotadas e pessoas histéricas comprando e se estressando.

Natal, pra mim, é tempo de relembrar o nascimento de Cristo, seus motivos de vir ao mundo (para nos salvar) e a necessidade de buscarmos a conversão pessoal (que deve ser diária, não só no final de ano). Papai Noel é só um personagem bem pequeno, e que os mais estudiosos sabem, foi criado pela Coca-Cola para campanhas de marketing no final do ano nos EUA há muito tempo atrás.

O tempo do Natal deve ser festa religiosa, não desespero comercial. Nossos bolsos que o digam em janeiro…

– Até Gênios Erram!

Punir quem erra sem uma chance de conserto é burrice. Até gênios erram. Quer um exemplo?

Galvão Bueno, locutor excepcional e número 1 da Rede Globo, confidenciou que logo no seu primeiro trabalho cometeu um erro gravíssimo: errou o vencedor do GP de Fórmula no qual fazia sua estréia. Teve certeza da sua demissão, mas, felizmente, um diretor o seguro para uma segunda chance.

E se Galvão tivesse sido demitido?

Vale a pena pensar duas vezes antes de punir. Veja que depoimento interessante (extraído de: http://is.gd/NC9nQK)

ERREI O VENCEDOR DO GP

Galvão Bueno conta como deu a vitória ao piloto errado em sua estreia como locutor de Fórmula 1 na Rede Globo

Por Flávia Iuri

Fui para a Rede Globo há mais de 30 anos, no segundo semestre de 1981. Nas transmissões da Fórmula 1, minha estreia foi no Grande Prêmio (GP) da África do Sul, de 1982. Eu e o Reginaldo Leme (comentarista). A locução de Fórmula 1 é muito difícil. Comparável com a de um desfile de escola de samba. Você tem de entender o enredo. Não é como no futebol, em que está tudo ali para todo mundo ver. O cara chuta, faz falta. A bola vai para fora, o jogador faz o gol, perde o gol. A corrida tem tática de parada. É preciso entender se o carro está ganhando ou perdendo rendimento. Hoje, tenho as páginas de computador que me dão, volta a volta, a classificação, a diferença entre um carro e outro, a média de velocidades. Naquele tempo não tinha. Uma jornalista ajudava a montar o mapa da corrida. Fazíamos os cálculos manualmente e não podíamos tirar os olhos da pista.

Não havia parada para trocar pneus. Não havia reabastecimento. Se o pneu de alguém furasse, ele estava praticamente fora da corrida. Os carros iam do começo ao fim da corrida sem parada, as trocas eram raríssimas. O pneu do carro do Alain Prost furou. Ele parou no boxe, trocou o pneu e voltou. Mas, da nossa posição, eu não via a saída dos boxes. Só a entrada. E, depois de voltar, o Prost ultrapassou o René Arnoux. Não tive visão da ultrapassagem e achei que ele estivesse tentando tirar uma volta de atraso. Eu falava enfaticamente: ‘René Arnoux! Não há a menor possibilidade de ele perder a corrida. René Arnoux faz uma corrida espetacular. O Prost voa na pista, mas Arnoux tem uma enorme vantagem, de praticamente uma volta inteira. Não tem como perder. Não pode perder. É o René Arnoux! René Arnoux!’.

Daí chega a imagem da TV e mostra o Alain Prost recebendo a bandeirada. O vencedor era ele, que havia feito a ultrapassagem que não vimos. Na minha primeira corrida de Fórmula 1 na Globo, errei o vencedor. Olhei para o Reginaldo, em estado de semipânico, para pedir ajuda. Ele abriu os braços e fez cara de ‘não sei o que fazer’. Fomos para os comerciais. Quando a transmissão voltou, recomecei como se nada tivesse acontecido: ‘Esse Prost é um fenômeno, maravilhoso, sensacional. Entrou para a história! Furou o pneu, foi para os boxes, trocou pneu, voltou, tirou a diferença e ganhou a corrida. Fantástico! Fantástico!’.

A volta de Johannesburgo para São Paulo era um voo de oito horas e meia. Passei esse tempo todo pensando no que o Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, diretor da TV Globo) ia fazer. Existia essa mística sobre o perfeccionismo do Boni, que não admitia erros. Para mim, era certo que o Boni ia me demitir. Foi uma tortura. O evento seguinte era o Grande Prêmio do Brasil. O Boni até quis me deixar de fora, mas o Ciro José, na época diretor de esportes, me bancou. Lembro que a caminho do autódromo eu ainda disse para o Ciro: ‘Se eu aprontar outra dessas, estamos, eu e você, na rua’. Não foi preciso. Fiz a transmissão do GP naquele ano e em todos os anos seguintes. No mês passado, cobri meu 30o Grande Prêmio do Brasil pela Globo. Mas a estreia foi um susto.

– Recall de Preservativo?

Nesta semana, a fabricante Blowtex detectou um defeito de fabricação das camisinhas fabricadas de um determinado lote, promovendo a troca do produto ou devolução do dinheiro.

Aí fica a questão: diferente de um carro, onde você roda diversas vezes antes do recall (sem saber da existência do problema), um preservativo não é um bem durável. E justamente o defeito é na resistência do produto durante o ato sexual!

E quem já usou, como faz?

São essas coisas que fazem as áreas de Administração de Empresas, Marketing e Comportamento do Consumidor serem tão interessantes…

Extraído de: http://is.gd/jfKLMf

FABRICANTE FAZ RECALL DE PRESERVATIVO IMPRÓPRIO

A fabricante Blowtex informou que identificou um possível defeito de fabricação no lote 16JUN-B do preservativo Turbo, segundo informações divulgadas nesta terça-feira pelo Procon-SP. Por este motivo, a empresa está tirando o produto de circulação.

De acordo com o Procon-SP, o defeito afeta a resistência do produto, tornando-o impróprio para uso.

A Blowtex disponibilizou o telefone 0800-7796968, seus endereços nas redes sociais e seu site para que os consumidores entrem em contato para solicitar a troca do produto ou a restituições dos valores pagos.

O Procon-SP orienta que o consumidor procure o órgão de defesa, caso não consiga trocar o produto ou obter a a restituição do valor pago. A Blowtex deverá apresentar esclarecimentos ao órgão.

– O Aprendiz: Programa da TV Record é uma boa ou não?

Posso ser apenas um chato com um julgamento rigoroso. Mas… tenho formação acadêmica há 16 anos em Administração de Empresas, trabalho na área há 20 anos, docente universitário de disciplinas do assunto há 13; tenho Mestrado na Área e Doutorado Incompleto. E me atualizo constantemente sobre Adm, e…

ASSISTI AO PROGRAMA APRENDIZ!

Amigos, tudo o que nós falamos sobre Assédio Moral foi praticado no episódio que assisti.

Peraí, a realidade, o verdadeiro cotidiano dos administradores não é bem aquele. Pressão no trabalho, busca de metas e outras dificuldades são normais e esperadas. Prática do assédio, má educação e constrangimento são outras.

Posso estar enganado, mas não é aquilo que ensinamos e praticamos no dia-a-dia… Parece realmente ser um programa de TV, mas cujo nome não faz jus à intenção dele.

– a iTunes Brasileira no ar!

Enfim a Apple permitiu a comercialização de seus serviços de mídia por uma iTunes criada para o Brasil.

Demorou, hein? Entrou no ar ontem a noite.

Usuários de iPhone, divirtam-se!

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/75426_ITUNES+STORE+BRASILEIRA+ESTA+NO+AR

ITUNES STORE BRASILEIRA COMEÇA A FUNCIONAR

A versão nacional da loja virtual de músicas e filmes da Apple estreou na noite desta segunda-feira, 12, e tem como destaque o Rei Roberto Carlos.

Por Bruno Galo

A versão brasileira da iTunes Store, a loja virtual da Apple, entrou no ar na noite desta segunda-feira, dia 12.  Na seção de música do canal brasileiro, que até ontem não existia, a imagem do cantor Roberto Carlos dá as boas vindas aos usuários.

Há também outros artistas nacionais, como Marisa Monte e Chico Buarque, além de internacionais, como Shakira e Rihanna. Quando se clica para comprar algo, um pop-up informa que o “item solicitado não está disponível na iTunes Store Brasileira”. Os preços e produtos possíveis para consulta estão sendo exibidos em dólar.

Já na sessão de filmes, o Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, é quem primeiro surge. A variedade de títulos parece ser grande.

Há de Avatar e Se Beber não Case, passando por Piratas do Caribe e o novo Os Smurfs. Haverá a opção para aluguel de filmes. Não é possível consultar preços. As páginas estão claramente em construção, com vários links quebrados, partes faltando ou inacessíveis. A Apple, como de costume, ainda não se pronunciou, mas não deve demorar até o serviço ser lançado oficialmente.

A iTunes Store é a maior loja de música e filmes digitais do mundo. Lançada em 2003, está disponível em mais de 35 países – o Brasil é o  da América do Sul. A versão americana da loja oferece mais de 20 milhões de músicas e 2 milhões de filmes, além de séries de tvs, clipes, etc. Mais de 16 bilhões de canções já foram vendidas pela iTunes Store em todo o mundo. Sozinha, a loja online da Apple é responsável por mais de 20% da receita das gravadoras nos Estados Unidos.

– Os Felizes e os Infelizes no Trabalho: qual é a Profissão que traz mais Felicidade ao Profissional?

Quem disse que profissão rentável financeiramente está associada à idéia de satisfação na carreira?

A Forbes trouxe uma matéria interessante: profissionais felizes normalmente ganham menos do que os infelizes. E sabe quem está no topo da lista dos mais felizes no emprego? Religiosos (padres, pastores, rabinos e outros clérigos). O menos infeliz, na lista, seria Gerente de Marketing!

Abaixo, extraído de FORBES por UOL (em: http://is.gd/rhY2xo)

LISTA APONTA AS 10 PROFISSÕES MAIS FELIZES E AS 10 MAIS INFELIZES

O site da revista Forbes divulgou uma lista das dez profissões que mais contam com pessoas felizes e das dez carreiras que tornam os seus profissionais pessoas infelizes. O ranking é resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.

Um dado que surpreende é que a lista das carreiras que proporcionam menos alegrias está recheada de cargos de grande reconhecimento e bons salários; diferentemente da lista dos mais felizes, cuja remuneração não atinge patamares tão altos.

Os clérigos, por exemplo, ocupam o primeiro posto da lista dos mais felizes. Veja abaixo a lista completa:

MAIS FELIZES

MAIS INFELIZES

Clérigos

Diretor de tecnologia da informação

Bombeiros

Diretor de Vendas e Marketing

Fisioterapeutas

Gerente de Produto

Escritores

Desenvolvedor Web Sênior

Professores de educação especial

Especialista Técnico

Professores

Técnico em Eletrônica

Artistas

Assistente judicial

Psicólogos

Analista de Suporte Técnico

Vendedores de serviços financeiros

Operador de CNC
(Controle Numérico Computadorizado)

Engenheiros de operação

Gerente de marketing

 

– Entidade Própria com Recursos Próprios numa Copa Própria?

A CBF é uma entidade privada. Seu apoio ao futebol provém inteiramente de recursos próprios

Esse é um dos dizeres da campanha lançada pela Confederação Brasileira de Futebol nas principais revistas e jornais do país. Tudo bem. Mas por que os grandes recursos dos estádios da Copa são públicos? E porque ela é a interlocutora da FIFA no país?

E tem gente que acreditava que a Copa não teria recursos públicos envolvidos – palavra de Ricardo Teixeira! Ou esquecemos dessa sua fala quando o Brasil foi escolhido para a sede de 2014?

– Apple terá que abrir mão do iPad na China

E é por essas e outras que não dá para confiar nos chineses, na hora de fazer negócios. Uma empresa chinesa registrou o nome de iPad por lá, e se a Apple quiser comercializar o famoso tablet na China com o seu nome verdadeiro, deverá pagar ‘apenas’ 1,6 bilhão de dólares para o uso da sua própria marca!

Ou seja: ou dá uns trocados (e que trocados) para os chineses, ou terá que vender o seu próprio iPad com outro nome.

Eu sou do tempo em que dizer “negócio da China” se referia a ter bons resultados…