– Empresas Familiares e a Sucessão: A Preparação na Escola!

Sucessão nas empresas familiares: Herdeiro se faz na escola!

Extraído de: Revista Istoé Dinheiro, pg 62-65, edição 675, 15/09/2010

DIPLOMA DE SUCESSOR

Num ambiente corporativo ainda dominado por empresas familiares, há uma oferta crescente de cursos para formação de herdeiros – e companhias de todos os portes estão aderindo a essa tendência. – Por Letícia Moreli

Em tempos de globalização econômica, competição acirrada e megafusões, o ditado “nascido em berço de ouro” já não garante a ascensão do herdeiro de uma grande empresa ao trono da presidência.

É preciso polir e lapidar bem esse berço até que, após muito ser embalado, o rebento ande com suas próprias pernas. O conhecimento passado a esses herdeiros tem sido cada vez mais valorizado para que ocorra uma transferência de poder tranquila e sadia dentro das empresas.

E o que não falta no mundo corporativo são negócios com essa característica familiar de comando. Nos Estados Unidos, 40% das 500 maiores companhias são controladas por famílias. No mundo, a média chega a 80%. Uma realidade da qual o Brasil não se distancia. Em estudo realizado em 2005, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontou que 90% das empresas registradas no País são tradicionalmente familiares.

Assim, formar corretamente os futuros presidentes e diretores, mesmo que herdeiros naturais do negócio, matriculando-os em cursos específicos ou contratando consultores que funcionem como treinadores/tutores desses futuros executivos, pode ser decisivo para determinar a longevidade de uma empresa. Poucas vezes, as empresas brasileiras se depararam com esse tipo de desafio de forma tão dramática. 

Isso porque grandes grupos estão assumindo um papel global, justamente no momento de passar o bastão de uma geração para outra.  Ao longo da última década, pipocaram escritórios e escolas para sucessores no mundo – com cursos que variam de R$ 3 mil a US$ 35 mil. 

Em países como Suíça, França, Estados Unidos e Itália, especialistas trabalham na formação dos herdeiros e  renomadas escolas de economia e administração abrem suas portas para cursos de gestão de empresas familiares (observe quadro abaixo). 

Um dos principais nomes desta tendência é John Davis, professor de Harvard que virou referência para altos executivos brasileiros de empresas familiares e abriu, no Brasil, o primeiro escritório da Cambridge Business Advisors fora dos EUA, em maio. 

Davis participou do plano de sucessão de Jorge Gerdau Johannpeter, na presidência do grupo Gerdau, e orientou a mudança do comando no Pão de Açúcar, em 2003. 

O trabalho de escritórios como o de Davis é fazer com que as empresas se deparem com uma questão básica: “temos alguém na família preparado para assumir o comando?” Uma questão que muitos não sabem como responder . 

“Atendemos famílias que não sabem como estabelecer um acordo de acionistas e definir o futuro. Se os filhos vão atuar ou não e como prepará-los”, diz Claudinei Santos, consultor de empresas há 37 anos e diretor da área de projetos de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing, de São Paulo. 

Foi com o auxílio de uma dessas instituições brasileiras, a Fundação Dom Cabral – notória na formação de todo tipo de executivos, herdeiros ou não –, que o grupo mineiro Asamar concretizou a sucessão da segunda para a terceira geração, preparou os sucessores e desenvolveu o processo de abertura para participação de acionistas não familiares. 

O principal negócio da família se resumia à fábrica Cimentos Montes Claros. “Com o aquecimento da economia e a globalização percebemos que não conseguiríamos construir negócios grandes só com os recursos da família e optamos pela parceria com investidores”, explica Sérgio Cavalieri, 57 anos, do conselho administrativo e um dos seis herdeiros da empresa. Ele fez o curso da fundação. 

“Além do curso em si, a consultoria feita pela Dom Cabral no estabelecimento das regras do processo de transição nos ensinou muito. Agora, outro aprendizado vem com o dia a dia da empresa, já que, com o alinhamento entre acionistas e gestores, temos metas para entregar resultados”, garante Cavalieri. 

Hoje, o grupo Asamar desenvolve negócios nas áreas de distribuição de combustíveis líquidos – entre eles a marca Ale –, incorporação e construção imobiliária, operação de imóveis e hotelaria, produtos e serviços financeiros, construção em aço, reflorestamento e produtos florestais, biocombustíveis e tecnologia da informação. A receita total da holding é de R$ 8,5 bilhões.

A importância dos consultores também ganhou holofotes na sucessão familiar. A Riccó, fabricante de móveis domésticos e para escritório, é um exemplo de como esse tipo de profissional, fora da esfera familiar, pode ajudar. 

Fábio José Riccó, 31 anos, diretor-executivo da empresa há quatro anos, representa a quinta geração de um negócio que começou como uma marcenaria em 1857 e que vem crescendo 40% por ano. Antes de assumir a empresa, Fábio resolveu montar um outro negócio, fora do da família. 

“Foi importante ter sucesso sozinho, para sentir que funcionaria na empresa da família e que herdar o comando não era algo dado de graça”, diz o empresário, filho de Fábio Paulo Riccó, ex-presidente da Riccó. Para segurar os embates, ele e o pai contaram com a ajuda de um empresário amigo da família, que até hoje atua como um consultor informal. “Tive que aprender a me controlar,  falar menos e escutar mais”, admite Fábio. 

Mas qual o segredo para dar continuidade aos negócios geração após geração? Para os especialistas, a palavra-chave é competência. Ocorre que nem sempre é possível encontrar pessoas capazes de herdar o talento e o espírito empreendedor dos fundadores. “Por vezes, a solução é afastar os integrantes da família, colocando-os no conselho administrativo e substituindo-os por profissionais experientes”, diz Santos. 

Nas escolas de sucessores, os cursos servem para corroborar ou não se o DNA do herdeiro tem consistência empresarial. Se o boletim vier cheio de notas vermelhas, o pretenso sucessor familiar é reprovado. “Em geral, a empresa familiar resiste em abrir mão do controle. 

Mas o mercado é impiedoso e é preciso sabedoria para reconhecer quando é hora de mudar”, orienta Teresa Roscoe, gerente coordenadora da parceria para desenvolvimento de acionistas da Fundação Dom Cabral.

– Tipos de Ajuda Corporativa

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”. Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores. O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

– A Ilusão dos Donos de Carros a Álcool Brasileiros

Terra de Oportunidades? Cinturão da Economia Verde? Fonte Inesgotável de Bioenergia e de Combustíveis Alternativos?

Tudo isso é verdade quando referido ao nosso país em relação à produção de Combustíveis ecologicamente corretos, e, em especial, a do Álcool Etílico Hidratado (etanol). Mas uma outra verdade não dita: não conseguiremos atender nem o Consumo Interno de Etanol, nem as exportações do produto! Motivo? Produtividade!

Extraído de Época Negócios, fevereiro/2012, pg 30.

TEM, MAS ACABOU

Justo agora que os EUA finalmente se abriram ao Etanol Brasileiro, a produção não dá conta nem do mercado doméstico. Aguenta aí, tio Sam!

No fim de 2011, os Estados Unidos acabaram com o incentivo à produção de etanol. Por 30 anos, o subsídio e a sobretaxa impediram o acesso dos usineiros brasileiros ao mercado americano. Mas justamente quando o caminho ficou mais fácil, falta produto – até para o mercado interno. Pela primeira vez em uma década, a safra brasileira de cana-de-açúcar terá uma quebra de 10%, por causa dos escassos investimentos, da baixa produtividade dos canaviais e de problemas climáticos. Na colheita de 2011/12, a produção de etanol chegará a 21 bilhões de litros (o potencial de mercado é de 35 bilhões). As usinas vão deixar de faturar mais de R$ 15 bilhões.

Sem excedentes, o Brasil deve permanecer um exportador apenas pontual. Os próprios Estados Unidos exportam mais que nós, hoje (gráfico ao lado). “A demanda potencial no Brasil será, nos próximos três a cinco anos, maior que a oferta real”, diz José Carlos Grubisich, presidente da ETH Bioenergia, do grupo Odebrecht. Segundo um levantamento do setor, o Brasil precisará investir US$ 67 bilhões para construir 172 usinas que moam 516 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. É como dobrar a capacidade atual. Para complicar, um canavial leva cinco anos para estar no ponto de corte.

As empresas não estão paradas. O etanolduto, com investimentos de R$ 6,5 bilhões para reduzir os custos de transporte do combustível do Centro-Oeste para São Paulo, deve ficar pronto em 2015. Um terminal no porto de Itaqui (MA), da Raízen, deve ficar pronto em 2018, ao custo de R$ 600 milhões, diz Luiz Eduardo Osorio, vice-presidente da empresa. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), 114 usinas, de 40 grupos, estão certificadas pela agência ambiental dos Estados Unidos. “Mais que o subsídio, a boa notícia é que o etanol brasileiro foi considerado pelos americanos um combustível limpo”, diz Antonio de Pádua Rodrigues, diretor da Unica. “A questão ambiental ainda pesa.”

– A Ilusão dos Estaduais que nada valem como parâmetro aos grandes

O Vasco da Gama tem 100% de aproveitamento no Campeonato Carioca. Mas na primeira partida da Libertadores da América, perdeu em casa para o Nacional do Uruguai.

Os grandes paulistas São Paulo, Palmeiras e Corinthians se revezam na ponta do Estadual, definitiva ou provisoriamente. Doce ilusão?

Cada vez mais, vemos que os regionais não servem para parâmetro. A cada ano, o Brasileirão fica mais empolgante e os Campeonatos Estaduais servem apenas para os times pequenos. É inegável que a fórmula de disputa de 3 meses é ruim para clubes de grande torcida, que poderiam se dedicar a excursões ou campeonatos continentais, e péssima para os clubes menores, pois, para alguns, o ano só tem a disputa do Regional.

Profissionalismo?

A quem interessa realizar uma partida profissional as 17h em plena quinta-feira? Paulista X São Caetano jogarão hoje no Jayme Cintra nesse inusitado horário e dia, a R$ 30,00 o ingresso mais barato, num estádio de difícil acesso para quem conhece o trânsito da cidade de Jundiaí no horário de pico. Chegar ao Jardim Pacaembu nesse horário é uma aventura!

Por quê insistirmos em método deficitário de campeonato?

– Frete na China, Frete no Brasil

Ouvi depoimento de Sérgio Habib, o homem que um dia presidiu a Citroen no Brasil e hoje é o importador da JAC Motors. Foi na Rádio Bandeirantes e o tema era “Custo Brasil”.

Você sabia que:

O m2 de um galpão industrial no Brasil custa R$ 400,00. Na China, 120,00.

O frete de São Paulo a Salvador custa R$ 1.600,00. O equivalente na China, Pequim a Xangai, R$ 160,00.

É difícil ou não concorrer com eles? Deixe seu comentário:

– Recorde no Lucro do Itau Unibanco

Nos últimos 3 meses, o Itau Unibanco teve lucro líquido (lembre-se: lucro líquido é o lucro de verdade, limpinho, descontado tudo!) de… R$ 3,68 bilhões de reais!

Sabe qual foi o lucro líquido no último ano?

Quase R$ 15 bilhões! O maior lucro da história dos bancos no Brasil!

Seu principal concorrente, o Bradesco, lucrou R$ 11 bilhões.

Uma coisa é certa: parte desse lucro vem dos juros altíssimos de seus empréstimos realizados. Banco paga 0,65% de juros na poupança, e cobra quase 10% de cheque especial.

– Quanto você dá de Lucro ao Facebook: 88,75 dólares

As Revistas Veja e Época trazem o mesmo assunto, a mesma capa, a mesma foto e as mesmas cores: Mark Zuckerberg, o dono do Facebook, sobre a abertura de capital da empresa.

O Facebook deve fazer uma oferta de IPO (oferta pública de ações). Ou seja, estará na Bolsa de Valores e estima-se que captará 5 bilhões de dólares no seu lançamento. É nesse momento que se calcula o valor da empresa, que deverá valer entre 75 a 100 bilhões de dólares!

Sendo assim, com 845 milhões de usuários, estima-se que cada um de nós vale, para Zuckerberg, US$ 88.75.

Estamos dando um lucro gigantesco para o Facebook, não? E sem gastar nada, a não ser o tempo de conexão com a Internet (além, claro, do tempo de trabalho, da família, das horas de sono…)

– Indústria que Vende Direto ao Consumidor…

… por força do costume local, é um problema sério para o revendedor!

Leio na revista América Economia, edição de janeiro / 2011, pg 16 (Matéria: ‘Além das Fronteiras’, por Daniel Cardoso) uma interessante reportagem sobre as empresas brasileiras que crescem nos países vizinhos e sofrem com a adaptação.

Gostaria de destacar a Tigre (tubos e conexões). Na Bolívia, ela só começou a ter sucesso depois que começou a vender direto aos consumidores. E o lógico problema, claro, é o comerciante que fica emburrado com tal situação.

Aqui nós temos o fenômeno dos Outlets, lojas ‘direto das fábricas’ que costumam vender produtos com pequenas avarias ou fora de linha. Lá na Bolívia não! É o produto final em boas condições.

Se já não bastasse o Evo Morales para os comerciantes de lá… Santa Cruz de la Sierra que o diga!

– Desconfie do Posto de Combustível Picareta!

Tenho um posto de combustível, e a concorrência no nosso ramo é árdua. A mais difícil é a concorrência desleal, onde você vende produtos que tem origem da Petroibrás e concorre com outros similares: gasolina batizada, formulada, com galonagem modificada na bomba, etc.

Acabamos de atender um cliente cujo veículo abasteceu num posto com o preço R$ 0,15 mais barato que a média. Seu carro, que ficou falhando, travou aqui na entrada. Nosso frentista esgotou o tanque, e o combustível era uma mistura de gasolina, nafta e algumas coisitas mais. Lamentável…

Independente de onde for o seu posto, dê sempre preferência à qualidade. Esqueça o preço, pois pode sair mais caro uma diferença de alguns centavos. Vá sempre naquele que você está acostumado, onde a fama é boa e você conhece as pessoas que lá trabalham. Essa é a maior garantia.

– E o Luxa caiu!

Futebol é inconfiável.

Ontem, Patrícia Amorim disse que Luxemburgo não seria demitido de jeito algum.

Hoje demitiu.

Luxemburgo receberá 4 milhões de reais da multa rescisória! Michel Levy, diretor do clube, disse que isso não é problema, pois “já estão levantando fundos”.

Parece gozação… Rasga-se dinheiro de todo jeito!

– Reputação Corporativa como Vantagem Competitiva na Administração de Empresas

Você sabe dizer como está a reputação da sua empresa frente os consumidores?

Cada vez mais a importância da imagem é trabalhada pelas empresas. Recentemente, a Revista Exame encomendou ao Reputation Institute um estudo sobre o assunto, que avaliou as grandes organizações no Brasil.  

Segundo a pesquisa, as 10 empresas com melhor reputação, são (Exame, Ed 982, pg 193):

1) NESTLÉ

2) MERCEDES-BENZ

3) JOHNSON & JOHNSON

4) SADIA

5) NATURA

6) PHILIPS

7) AVON

8) GAROTO

9) PIRELLI

10) HONDA

E para você? Aparentemente os nomes são justos? Deixe seu comentário:

– Como a Gentileza faz Diferença na Administração de Empresas

Cada vez mais o tema “boa educação e gentileza” na Administração de Empresas vem à tona. A seguir, interessante material de como simples ações e bons modos pode ajudar o profissional no mundo corporativo.

Extraído de: http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3594802-EI1377,00-Ser+gentil+abre+portas+no+trabalho.html

SER GENTIL ABRE PORTAS NO TRABALHO

Segundo os caçadores de talento, ser gentil é muito importante para ter reconhecimento no mercado

Levar uma fechada no trânsito e ainda ser xingado, agüentar o chefe mal-humorado que mal diz bom dia, ficar meia hora pendurado no telefone esperando uma resposta do atendente. Realmente é difícil ser gentil nas grandes metrópoles. Mas saiba que é bom ir treinando pequenas gentilezas no dia-a-dia se você pretende ter sucesso na carreira.

As americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval se inspiraram no segurança do prédio de escritórios onde trabalhavam, em Manhattan, para escrever o livro O Poder da Gentileza (Editora Sextante). Os calorosos cumprimentos de Frank, um homem na casa dos 50 anos, animam o dia das pessoas que passam pela portaria todas as manhãs.

E foi exatamente isso que ajudou a equipe das publicitárias a fechar um contrato multimilionário com o presidente do sexto maior banco dos Estados Unidos. Ele ficou impressionado com a gentileza de Frank numa cidade em que a frieza e atitude inflexível fazem parte de sua mitologia.

Muitos headhunters acham que ser gentil é uma característica fundamental para ganhar reconhecimento no mercado. Segundo esses caça-talentos, a gentileza sempre abre portas. “Uma pessoa acessível, simpática, educada e aberta a propostas tem mais chances de sucesso profissional em comparação com alguém pouco solícito e mal-encarado”, diz Renata Filippi Lindquist, sócia diretora da Mariaca InterSearch, empresa especializada em recrutamento de executivos.

Essa qualidade, porém, não é desejável apenas quando se fala em executivos. “A gentileza, ou a falta dela, impacta todos os níveis hierárquicos”, afirma Daniela Yokoi Sanchez, gerente da divisão de vendas e marketing da Page Personnel, empresa do grupo Michel Page especializada em recrutamento. E, quando se está começando uma carreira, essa característica se torna ainda mais importante, segundo a headhunter da Mariaca. “Quem trabalha de forma cooperativa tem mais oportunidades de ser considerada”.

Exemplos
No recrutamento, as empresas buscam profissionais que transitem bem nas relações interpessoais e tenham habilidade na comunicação. Por isso, é comum a entrevista abordar assuntos como vida pessoal, família e hobby do candidato, que podem revelar as características citadas.

Daniela lembra dois profissionais que ilustram bem comportamentos distintos no mundo corporativo para os quais recrutou funcionários. O primeiro é um executivo da área de alumínio – gentil com homens e mulheres, bem-educado e preocupado com a família. “Para ele, fiz a contratação de uma profissional, que está adorando e desenvolvendo muito profissionalmente. Ele é lembrado no mercado de modo positivo”, conta.

O segundo cliente é de uma multinacional e, segundo Daniela, conhecido por sua indelicadeza. “Sua gestão não é bem vista no mercado. Fecham negócio com ele só porque sua empresa é referência”, revela.

Problema de imagem

A gentileza muitas vezes pode ser confundida com fraqueza, o que não gera respeito. Como não cair nessa armadilha? “É preciso ser assertivo e passar o recado de forma clara e objetiva sobre procedimentos, resultados, prazos. Mas é possível fazer isso de maneira amistosa, já que causar medo não gera respeito”, diz a sócia proprietária da Mariaca.

Por outro lado, se a equipe sentir que o chefe é somente um amigo e faz da empresa uma extensão de sua casa (com happy hours constantes, falta de horário) não será respeitado. “Regras claras, organização, educação e transparência são essenciais para evitar confusões”, conclui.

Pratique
A frase “Podemos sempre ser gentis com pessoas que não têm qualquer importância para nós”, do personagem Lorde Henry, em O Retrato de Dorian Gray (1890), de Oscar Wilde, mostra que a gentileza pode ser praticada para um dia se tornar natural.

Mas cuidado com o exagero. “Quem é gentil só para fazer marketing pessoal se torna cansativo”, avisa Renata. Para aqueles que têm consciência de sua introversão, ela indica exercitar mais a gentileza, pois, mesmo no exagero, vai parecer natural. Já que as pessoas extrovertidas devem ser cuidadosas e dosar as gentilezas, para evitar o ar artificial.

Ser gentil, no entanto, não é apenas perguntar como foi o fim de semana para o colega de trabalho. Sorrir sempre, cumprimentar todos, ajudar os colegas, ser participativo e fazer parte do time são gestos gentis que os especialistas indicam para um ambiente profissional saudável. Vale a pena tentar, já que o mínimo que pode acontecer é contagiar as pessoas à sua volta, e essa gentileza retornar para você.

Cinco dicas úteis

Coleque a gentileza em prática seguindo os ensinamentos das autoras americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval:

1 – Pratique. Todos os dias, durante a próxima semana, faça cinco coisas simpáticas que não tragam nenhuma recompensa imediata a você. Agradeça sempre, dizendo “obrigado” aos outros. Pergunte a quem encontrar como vai a vida. Será que a faxineira do prédio tem netos? O sentido disso não é imaginar que o taxista a quem você deu uma gorjeta generosa algum dia dirigirá uma empresa importante. É, simplesmente, adquirir o hábito de ser gentil – e descobrir como isso o faz sentir-se bem.

2 – Elogie. Certa vez, um rapaz perguntou a Abraham Lincoln se ele ficava irritado com os constantes pedidos de autógrafo. “Os homens suportam muita coisa quando são lisonjeados”, respondeu o presidente. Suas palavras são tão verdadeiras hoje quanto eram em seu tempo. Todos nós adoramos um elogio. E, no entanto, somos parcimoniosos ao fazê-los. Se você está preocupado com a possibilidade de que um elogio pareça falso, fique tranqüilo. O próprio fato de estar preocupado com isso significa que você não é um puxa-saco e, portanto, não dará essa impressão.

3 – Sorria. Estudos mostram que o simples ato de sorrir faz com que você se sinta realmente mais feliz, o que acontecerá também com as pessoas à sua volta. Então tente adquirir o hábito de sorrir mais. Como prática, sorria para estranhos amistosos e receptivos. Comece com crianças. Após algum tempo você estará preparado para sorrir até para as pessoas com um ar mais antipático.

4 – Adoce a vida. Mantenha um suprimento de guloseimas em sua escrivaninha ou nas proximidades. Quando as pessoas que vierem vê-lo parecerem tensas, cansadas, mal-humoradas, abra sua gaveta e dê um docinho a elas.

5 – Ajude o inimigo. Enumere seus três maiores rivais. Para cada um, escreva alguma coisa que você poderia fazer para ajudá-lo e que não atrapalhe seu próprio trabalho. Na próxima oportunidade, ofereça sua ajuda.

– Um Empreendedor com 9 anos de idade!

Inteligência é para ser usada, ok?

Pois bem: um garotinho super-dotado de apenas 9 anos é um caso clássico de empreendedorismo precoce. O que ele faz? Aplicativos para o iPod!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/593/artigo125922-1.htm

O MAIS JOVEM EMPREENDEDOR 

Com apenas nove anos de idade, o malaio Lim Ding Wen criou aplicativo para iPhone. Só falta lucrar com isso.

Em vez de desenhar com uma folha de papel e lápis de cor, como a maioria dos garotos, o malaio Lim Ding Wen, de nove anos, usa ferramenta bem diferente: seu iPhone. Foi assim que ele se tornou celebridade com a criação do programa Doodle Kids, que permite aos usuários pintar com os dedos imagens na tela touch screen do aparelho. Para limpar, basta chacoalhar o telefone. O aplicativo foi baixado mais de quatro mil vezes na loja virtual iTunes, da Apple, em menos de duas semanas. Até agora, o garoto não recebeu um único tostão pela invenção. A Apple nada cobra dos usuários pelo download – e também nada paga para o jovem malaio. Não é a primeira vez que o pequeno gênio desenvolve programas. Filho do diretor de tecnologia de uma empresa de Cingapura, ele cria aplicativos em seis linguagens diferentes, entre elas ActionScript e JavaScritpt. Para o Doodle Kids, Lim diz ter encontrado inspiração nas duas irmãs, de três e cinco anos. “Elas que gostam de desenhar e criei o programa em poucos dias”, disse o garoto ao jornal Electric New Paper, de Cingapura.

O gosto por computadores começou cedo. Aos dois anos de idade, o malaio já usava o computadore, aos sete, começou a mexer com programação. De lá para cá, foram mais de 20 projetos de aplicativos. Atualmente, ele trabalha na criação de um jogo de ficção científica para o iPhone, chamado Invader Wars. Ele também tem a pretensão de fazer parte do clube de robótica de sua escola. O garoto não passa o dia colado no computador, como se poderia pensar diante da impressionante sucessão de invenções. Segundo o pai do garoto, Lim Thye Chean, Lim tem permissão para brincar no micro por apenas duas horas ao dia. Com uma condição: antes precisa acabar todo o dever de casa. “Ele é um garoto acima da média, que gosta de programar e tem interesse especial por Apple e Macs”, comentou com modéstia o pai do menino. Não é difícil imaginar que o menino será um dos profissionais mais cobiçados da área de informática daqui a alguns anos.

– Os Administradores que Apagam Incêndios Organizacionais

Muito boa a matéria da Revista IstóÉ Dinheiro intitulada “Bombeiros Corporativos”, ou seja, executivos que lutam para reorganizar confusões organizacionais e minimizar crises.

Vem de encontro a figura popular criada pelos administradores de empresas brasileiros: a do “apagador de incêndios“.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/bombeiros-corporativos-conheca-os-segredos-e-o-estilo-dos-especialistas-146072-1.htm

BOMBEIROS CORPORATIVOS

Conheça os segredos e o estilo dos especialistas na arte de apagar incêndios de crises financeiras, reestruturar empresas em dificuldades e viabilizar negócios aparentemente impossíveis

Assim como seres humanos, as empresas possuem ciclos de vida. Nascem, crescem e morrem. No meio disso tudo, também enfrentam crises e doenças. Nessa hora, homens e mulheres buscam ajuda de gente especializada, sejam médicos, sejam psicólogos ou pais de santo. No mundo corporativo, também existem profissionais que se dedicam exclusivamente a socorrer companhias que já não conseguem lidar com seus próprios problemas. Como bombeiros, apagam incêndios de crises financeiras, fecham negócios improváveis e desatam os nós mais intricados da gestão das empresas. São profissionais de perfil específico, diferentes dos executivos clássicos que tocam o dia a dia de uma organização. Quem observar o comportamento desses bombeiros perceberá características aparentemente contraditórias. São, ao mesmo tempo, duros nas decisões e carismáticos no trato com as pessoas. Não adotam um tom de conciliação, mas apresentam uma tremenda capacidade de negociação. Mas o que chama mais a atenção é a agilidade. “Esses processos normalmente exigem decisões baseadas em diagnósticos que têm que ser feitos rapidamente”, avalia Adriana Gomes, do núcleo de gestão de pessoas da ESPM, de São Paulo.

Em geral, os acionistas clamam por bombeiros de empresas quando sentem que os efeitos de suas decisões se tornaram inócuos. Muitas vezes, eles já não são capazes de tomar as medidas necessárias para debelar a crise, pois, para isso, teriam que romper laços sentimentais ou até familiares com a estrutura da empresa. Ou seja: falta coragem ou até força política para demitir o veterano colaborador ou o parente que ocupa uma diretoria. “Como se trata de um processo de ruptura, a reestruturação exige do gestor atitudes extremas”, afirma Alexandre Fialho, diretor do Hay Group. “Às vezes, até mesmo como demonstração de força de que as coisas mudarão radicalmente.”

A atividade explodiu na década de 80, quando a instabilidade econômica provocou rupturas violentas nas companhias brasileiras. Um dos pioneiros foi Cláudio Galeazzi, hoje presidente-executivo do Grupo Pão de Açúcar. Sua empresa, a Galeazzi Consultores, foi responsável pela recuperação de grandes companhias, como a Cecrisa, a Daslu e a Lojas Americanas. Outros seguiram o mesmo caminho e um exército de especialistas em reestruturação começou a se formar.

“Esse profissional é forjado dentro da própria consultoria, já que não existem cursos de especialização nessa área”, diz Adriana, da ESPM. “O treinamento é feito por pessoas experientes nesse segmento, que construíram carreiras a partir da experiência prática.” A atividade também requer boas doses de intuição, adverte o headhunter Simon Franco. “É muito importante identificar os talentos ocultos, os líderes informais, funcionários que influenciam os demais, mesmo sem ascendência hierárquica”, diz ele. “Essas pessoas podem tornar a reestruturação mais fácil.”

Os bombeiros adquirem grande força política dentro das organizações que assumem. Em suas mãos, estão o poder de contratar e de demitir, de comprar e de vender, de pagar ou blefar. Trata-se de um risco, que deve ser administrado permanentemente. “O profissional tem que respeitar alguns limites e não se colocar como se fosse dono da empresa”, alerta Adriana, da ESPM. Para entender melhor a atividade desses especialistas em reestruturação, DINHEIRO selecionou as histórias de alguns dos mais respeitados profissionais do mercado. A seguir, conheça as lições que podem ser colhidas da experiência desses especialistas:

(continua em: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/artigo146072-2.htm )

– Magazine Luiza revelando os Segredos

A Intuição e o Empreendedorismo: Estas são as palavras-chave de Luiza Trajano, a presidente do Magazine Luiza, em entrevista ao Blog “Por dentro das empresas”, de Cristiane Correa.

Numa matéria muito interessante, a executiva fala sobre o “luto” que ficou por não comprar o Ponto Frio, os planos A e B da empresa e muitas outras situações. Em vídeo, pela TV Exame. Clique em:  

http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20090813_listar_dia.shtml?permalink=188606

– Fusca anos 60: a Propaganda na Rodovia Transamazônica

Todos sabem que o Fusca foi um dos maiores sucessos da indústria automobilística nacional (se não for o maior…).

Mas olha que legal: o jingle da campanha publicitária no meio da Floresta Amazônica, nos anos 60! Nela, mostra-se a construção da Rodovia Transamazônica, e curiosamente, em meio aos imensos tratores Caterpillar que construíam a estrada, o único veículo que poderia atravessá-la aparece: o FUSCA.

Sensacional, vale assistir, em: http://jovempan.uol.com.br/videos/fusca-na-transamazonica-41239,1,0

– Os Boatos e Mitos sobre Produtos. O caso “Coca-Cola”

Empresas de grande porte, vira e mexe, são obrigadas a conviver com boatos sobre produtos de sucesso. McDonald’s, Microsoft, Google e outras são alvos potenciais.

Entretanto, uma delas, a Coca-Cola, fez algo diferente. Criou um espaço só para responder os emails, spams e outras correntes eletrônicas difamando produtos.

Um dos emails mais comum é de que a Coca Zero levaria ao câncer. Esse e outros boatos podem ser encontrados (com a resposta oficial da empresa) no endereço virtual: http://www.cocacolabrasil.com.br/boatos_mitos.asp?inicio=1

É o custo de ser grande…

– Vender Carros no Brasil dá Lucro!

Tempos áureos na venda de carros no Brasil. As montadoras enviaram para suas matrizes no exterior quase 6 bilhões de dólares.

Será que é o lucro ou parte dele?

Em: http://is.gd/sBAr2F

MONTADORAS ENVIAM ÀS MATRIZES O RECHEIO DO BOLO

Por Luís Nassif, original de Pedro Kutney (UOL)

A julgar pelos lucros que receberam, as matrizes de diversas montadoras de automóveis não tiveram do que reclamar de suas subsidiárias brasileiras em 2011. Os dados estão fresquinhos, foram divulgados pelo Banco Central na última terça-feira (24): a indústria automotiva no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, à frente até de bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Não se trata de números frívolos: foram os próprios fabricantes de veículos que registraram junto ao BC remessas de lucros e dividendos no total de US$ 5,58 bilhões, o maior valor de todos os tempos, equivalente a 19% de todas as operações desse tipo no ano no Brasil e 36% superior aos US$ 4,1 bilhões de 2010.

Não por acaso, as remessas recordistas de lucros e dividendos das montadoras instaladas no país aumentaram justamente no momento em que as matrizes mais sofrem nos mercados maduros de Europa e América do Norte, e por isso precisam sustentar seus resultados financeiros com o caixa das subsidiárias em países emergentes. O BC não publica a lista de empresas remetentes de dinheiro nem os valores individuais, muito menos as empresas informam qualquer dado sobre o tema, alegando que só divulgam balanços no exterior — mas lá também não se encontram os lucros recebidos de cada subsidiária; e assim tudo fica por isso mesmo.

Nada contra o lucro, tudo contra esconder esses números como se fosse coisa ilegal. Não é. Contudo, é no mínimo desconfortável, tendo em vista que as montadoras, em maior ou menor grau, estão alinhadas ao discurso da falta de competitividade brasileira, que torna difícil a vida por aqui, e que por isso precisaria ser compensada com generosos incentivos fiscais e financiamento público de investimentos. Os dividendos remetidos mostram que a vida no Brasil pode ser complicada, mas também pode ser altamente lucrativa.

CONCEITO ALOPRADO

É fato que existem problemas de competitividade. Por isso mesmo é surpreendente que, em ambiente tão adverso como pintam as montadoras, as remessas de lucros e dividendos tenham aumentado tanto.

Vale destacar que esses resultados foram conseguidos, em sua maioria, com a venda de carros que têm graus de sofisticação e conforto bastante inferiores em comparação com os modelos fabricados nos países de origem das empresas instaladas aqui, porque no Brasil o poder aquisitivo dos consumidores também é menor — ainda que esteja em ascensão. Em tese, são produtos menos rentáveis, que — para piorar — no Brasil recebem uma das maiores cargas tributárias do mundo para competir com a margem de lucro.

Cabe ressaltar, também, que a produção das fábricas brasileiras de veículos avançou muito pouco em 2011, apenas 0,7% sobre 2010 — ou seja, produziu-se quase o mesmo e, ainda assim, foi possível remeter muito mais lucro: US$ 1,5 bilhão a mais do que no exercício anterior.

Portanto, temos no Brasil um caso inusitado, digno de estudos acadêmicos ainda a serem feitos: fabricantes de veículos dizem enfrentar aqui custos altos de toda natureza, fazem produtos considerados de baixa rentabilidade, com alta incidência de impostos, a produção não avança — e, ainda assim, remetem lucros bilionários às matrizes.

Além disso, ainda sobra algum para prometer investimentos combinados que já passam de US$ 26 bilhões nos próximos cinco anos, considerando somente os anúncios feitos até dezembro passado. Só lucros generosos — e financiamentos públicos idem — podem justificar a aplicação de tamanha fortuna para fazer no Brasil novos produtos e aumentar a capacidade de 18 fábricas de carros e nove de caminhões, além da construção de oito novas plantas de automóveis e seis de veículos comerciais pesados, elevando o número total de unidades de produção das atuais 24 para 38, com capacidade para fazer 6,5 milhões de unidades por ano a partir de 2015.

Por mais aloprado que o conceito pareça, é preciso reconhecer que “Custo Brasil” e “Lucro Brasil” são como irmãos siameses: andam grudados, um puxando o outro, mas sempre na mesma direção: para cima, no preço dos carros, relativamente altos em relação ao que oferecem.

BOM EXEMPLO

O Brasil tem, sim, problemas de competitividade a enfrentar, mas por certo o lucro não está entre eles. Portanto, não há nenhuma justificativa para aumentá-los por meio das medidas de incentivo ao setor automotivo nacional (ou seria transnacional?), que estão em gestação no governo e podem ser anunciadas em fevereiro.

Muito pelo contrário: assim como o país deveria reduzir impostos sobre veículos, as montadoras deveriam dar o bom exemplo de diminuir lucros e incluir mais qualidade tecnológica nos modelos produzidos aqui.

– R$ 4 milhões e Luxemburgo vai embora!

Ora essa: ouço que a multa rescisória de Vanderlei Luxemburgo é de 4 milhões de reais. O ambiente insuportável criado por ele e por Ronaldinho Gaúcho, segundo as informações da imprensa, é notório.

Aí fica a dúvida: ele está preocupado em permanecer no cargo ou não? Lucraria mais em atividade ou parado?

Se continuar vencendo no Cariocão, tudo bem. Mas se for eliminado da Libertadores pelo Potosí… aí sim é vergonhoso!

Você, no lugar da Patrícia Amorim, ciente dos valores rescisórios de Ronaldinho Gaúcho e Luxemburgo, analisando o custo-benefício, faria o quê? Mandaria os dois embora, ficaria com eles ou demitia um ou o outro?

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– Barbies Censuradas?

Há coisas que nem o melhor administrador pode lidar… Talebans incediavam as bonecas Barbies que chegavam por contrabando ao Afeganistão, pois elas não usavam burcas.

Agora, o Irã, através da Polícia Moral, retira das prateleiras as Barbies porque “elas representam o espírito sujo americano”.

Democracia é isso aí.

– A Arte da Bajulação!

Olha que texto bacana, publicado na Época Negócios (citação abaixo), sobre “a arte de ser um puxa-sacos”. Como se promover bajulando os chefes!

A ARTE DA BAJULAÇÃO

As loas disfarçadas aos chefes podem dar aquele empurrãozinho que faltava para sair uma promoção. É o que revela uma pesquisa

Por Robson Viturino com Álvaro Oppermann

Bajulação e puxa-saquismo não são propriamente uma novidade no cotidiano das empresas. No entanto, para quem rejeita essas práticas sem pensar duas vezes, um estudo recente da Kellogg School of Management traz uma notícia no mínimo preocupante. Por meio de entrevistas com executivos de companhias americanas com atuação em diversas áreas, os professores Ithai Stern e James West¬phal constataram que a subida ao alto escalão corporativo raramente se dá apenas por competência. Em grande parte dos casos, as promoções envolvem uma boa dose de politicagem, diplomacia e bajulação. “Os executivos geralmente ganham o ingresso para as posições mais disputadas usando formas sutis e sofisticadas de adulação”, afirmam os autores do estudo.

Os maiores puxa-sacos, segundo eles, são os advogados, os políticos e os vendedores – não necessariamente nesta ordem. Já no que diz respeito à faixa social, os profissionais oriundos das classes média e média-alta têm se mostrado mais hábeis, quando comparados às pessoas das classes mais baixas. Mas, quando se trata de puxa-saquismo, nem tudo é preestabelecido. Embora alguns grupos tenham maior “talento” para a bajulação, existem táticas que, de acordo com os professores, aumentam significativamente as chances de qualquer profissional saltar aos olhos do chefe.

Stern e Westphal identificaram técnicas de insinuação que, sem soar como abjetas, podem ajudar os interessados a subir os degraus da escada corporativa. Soa cínico, e provavelmente é. Mas vamos a elas:

Disfarçar a adulação como pedido de conselho_É o meio de elogiar os patrões sem deixar que o elogio soe como “rasgação de seda” ou cause constrangimento às duas partes. “Esta é uma tática certeira”, dizem os professores.

Discordar antes de concordar_Em vez de concordar na mesma hora, o bajulador tarimbado negaceia: “De início eu discordei de você, mas seus argumentos acabaram me convencendo”.

Fazer o elogio chegar às pessoas certas_A loa muitas vezes é mais eficaz quando feita indiretamente. Em outras palavras, é melhor falar bem do chefe aos seus amigos, cuidando para que suas palavras cheguem aos ouvidos certos, do que babar o tempo todo na sua gravata.

Fazer o elogio desculpando-se, para não constranger o chefe_Para se precaver, o bajulador ensaia desculpas antes de iniciar o paparico: “Eu não quero que você pense que elogio à toa, mas a sua apresentação foi sensacional!”.

Expressar a mesma opinião que os superiores_Não adianta concordar com eles. É preciso fazê-lo em voz alta. “Eu sou da mesma opinião” e “Acho que todos nós concordamos com você” são algumas das frases usadas.

Descobrir a opinião dos chefes_Se o bajulador não sabe o que pensam os seus superiores, ele sonda. E depois adequa seu argumento ao da chefia.

– Renascer dia-a-dia, Reinventar-se, Repensar-se

Disse Jesus a Nicodemus:

Necessário vos é nascer de novo”. Jo 3, 7b.

Essa passagem bíblica é oportuna para vários pontos de discussão: religiosa, social e profissional.

RELIGIOSA, pois mostra que a conversão é necessária para mudanças de condutas e práticas antes condenáveis ou indevidas;

SOCIAL, pois nos permite repensar em determinados comportamentos frente amigos, sociedade e até intimamente;

PROFISSIONAL, pois, cá entre nós, administradores de empresas: práticas como learning organizacions, destruição criativa e dentre outras tantas, não há esse princípio cristão de renascer (ou tecnicamente, ‘reinventar-se’)?

– De Morador de Rua a Empreendedor de Sucesso

Um sobrevivente de R$ 4,00 / dia é dono de 340 microfranquias. O Empreendedor ituano que dormia no chão de uma garagem ganhou o mundo. Conheça a interessante história: de ex-morador de rua à empresário de sucesso.

Extraído da Folha de São Paulo, em: http://is.gd/FlRXwx

EX-MORADOR DE RUA VIRA EMPRESÁRIO E FATURA R$ 100 MIL POR MÊS

Por Patrícia Basílio

A primeira empresa de Marcelo Ostia,31, faliu. Vindo do interior de São Paulo para a capital, ele sobreviveu com R$ 4 por dia. Alugou vaga de estacionamento, mesmo sem ter carro, para fugir da violência das ruas. No inverno, tomou banho em um tanque de lavar roupas de uma indústria e, por isso, era vítima de gripes frequentes. Conseguiu se reerguer: hoje é empresário com loja própria e 340 microfranquias.

Confira abaixo o depoimento do empresário concedido à Folha:

“Descobri que havia nascido para trabalhar com confecção aos sete anos, quando ganhei uma camiseta do Batman e fiquei curioso para saber como ela havia sido feita.

Aos 18 anos, confirmei a teoria ao abrir uma empresa de estamparia de roupas em Itu [a 101 km de São Paulo], cidade onde moro hoje. Ganhei muito dinheiro [com o negócio], mas como era “filho de papai”, não soube aproveitar a oportunidade.

O empreendimento chegou ao fim quando tomei calote de R$ 4.500 de um dos clientes e fiquei no vermelho. Para microempresas, qualquer perda é um grande prejuízo.

Falido e desempregado, fui para São Paulo com R$ 50 para vender peças personalizadas e reerguer minha vida financeira. Durante um mês, sobrevivi com R$ 4 por dia.

Para não dormir na rua, aluguei um estacionamento no Brás (centro de São Paulo). Não tinha carro, mas usava a vaga para descansar. Era uma forma de me proteger da violência nas ruas. Dormia sobre um cobertor velho e usava camisetas com defeito como travesseiro.

Durante o inverno, tomava banho no tanque de uma fábrica sem xampu nem sabonete. Sentia frio e pegava gripe com muita facilidade.

No começo da noite, vagava pelas ruas para evitar o barulho do entra e sai de carros no estacionamento”.

TAPA NA CARA

A minha vida mudou quando tomei um “tapa na cara” do destino: recebi uma blusa usada de representantes da prefeitura em uma campanha que dá roupas a pessoas carentes. Eu, que vendia peças novas, aceitei uma antiga.

Era com essa camiseta que me cobria enquanto dormia no estacionamento. Três meses depois de chegar a São Paulo, a mãe de um colega me chamou para morar com ela e deixar as ruas.

Era uma muçulmana de quem até hoje só consegui ver os olhos [por causa da vestimenta]. Fico triste por saber que, se encontrá-la, não a reconhecerei para agradecer o que ela fez por mim e pela minha carreira.

Os planos na capital foram interrompidos quando soube que minha namorada, em Itu, estava grávida. Voltei ao interior disposto a ser empregado para criar o bebê.

Fiquei três meses distribuindo currículo e consegui emprego como auxiliar administrativo em uma fábrica. Mas a alegria não durou muito. Um salário mínimo não foi suficiente para sustentar a minha filha.

RECOMEÇO

Para complementar a renda, voltei a vender camisetas personalizadas em um portal de compras. Foi um recomeço em 2004.

Meu interesse de infância em empreender foi atiçado, apesar de ter falhado na primeira tentativa. Juntei R$ 300 e montei um site para mostrar e vender as peças. A ideia deu frutos e, depois de um ano, transformou-se no site Camisetas da Hora. Deixei de ser empregado.

Hoje vendo cerca de 8.000 camisetas por mês e tenho faturamento mensal de R$ 100 mil, loja própria em um shopping na cidade de Itu e 340 microfranquias distribuídas pelo Brasil.

A minha meta como empreendedor é chegar a mil microfranquias no país, exportar as peças e ser reconhecido como o maior empresário de camisetas do mundo.

Minha história fez toda a diferença para o sucesso como empreendedor.

As dificuldades me fizeram ser uma pessoa melhor e mais humilde, compreensiva e paciente. A camiseta usada que ganhei na campanha está hoje emoldurada e pendurada em uma das paredes da empresa.

– Foxconn compara seus trabalhadores a Animais!

Terry Gou é o presidente da FoxConn, empresa que monta eletrônicos, e, em especial, os da Apple. A empresa é conhecida pelo gigantismo dos seus números, e, claro, torna-se empregador de milhares de pessoas.

Quanto aos seus funcionários, Terry deu uma infeliz declaração no último dia 20:

A Foxconn tem uma força de trabalho de mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo. Seres humanos também são animais, e gerenciar 1 milhão de animais me dá dores de cabeça

Posteriormente, a empresa fez um pedido de desculpa a seus funcionários. Mas… Não fica uma pontinha de ressentimento? Será que, no fundo, não é esse o pensamento da empresa?

Extraído de: http://is.gd/slUpSf

FOXCONN SE DESCULPA POR TRATAR TRABALHADORES COMO ANIMAIS

A Foxconn, gigante da indústria de componentes eletrônicos, pediu desculpas pelas recentes declarações de seu presidente, Terry Gou, que comparou os trabalhadores da empresa a animais.

A declaração do presidente teria acontecido na última sexta-feira (20) durante um encontro entre os executivos da empresa, de acordo com o Want China Times, site de notícias de Taiwan.

“A Foxconn tem uma força de trabalho de mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo. Seres humanos também são animais, e gerenciar 1 milhão de animais me dá dores de cabeça”, afirmou Gou durante o evento.

Ainda de acordo com o portal de notícias, o presidente teria dito que queria aprender com o responsável pelo Zoológico de Taipei como “animais deveriam ser tratados”. As declarações de Gou geraram uma enxurrada de críticas por meio de redes sociais, principalmente.

A empresa emitiu um comunicado no qual pediu desculpas a “quem se sente ofendido”. No entanto, a Foxconn alegou que as declarações do presidente foram retiradas de contexto pela imprensa.

Terry Gou foi considerado uma das pessoas mais influentes do mundo pelos leitores da revista norte-americana Time. O executivo planeja deslocar parte de suas operações para o Brasil, mas não especificou uma data para a nova empreitada.

SUICÍDIO

As polêmicas que envolvem a Foxconn não se limitam apenas às declarações. No último dia 3 de novembro, cerca de 300 chineses que trabalham na empresa ameaçaram cometer suicídio coletivo caso não tivessem os salários elevados.

De acordo com o jornal britânico The Sun, a empresa teria sugerido que os profissionais insatisfeitos pedissem demissão para receber o salário do mês. O acordo, entretanto, não foi cumprido e revoltou os funcionários.

– Nova compra de Universidades: Cruzeiro do Sul assume Unicid

Depois da Anhanguera levar a Uniban e a Kroton a Unopar, agora é a vez da Universidade Cruzeiro do Sul assumir a Unicid

A tendência parece ser essa: a de grandes faculdades absorverem outras. E ficará a questão: sobrarão pequenas instituições?

Extraído do Brasil Econômico: http://is.gd/x4ycsH

ACTIS ENTRA NA CRUZEIRO DO SUL, QUE COMPRA UNICID

Por Francisco Marcellino

Actis LLP acertou a compra de uma participação minoritária da Cruzeiro do Sul Educacional, administradora de universidades, por R$ 180 milhões, segundo informou a assessoria de imprensa da Actis.

Como parte do acordo com a Actis, a Cruzeiro do Sul acertou a compra da rival Unicid, porém, detalhes da operação não foram revelados.

A Actis, com sede em Londres, é um fundo de private equity que administra US$ 4,6 bilhões.

– Sorrisos Amarelos no Ambiente de Trabalho

Até onde a simpatia não-sincera vale a pena? Uma pesquisa da Universidade de Michigan alega: falsidade com sorrisos forçados é prejudicial ao trabalho, em especial ao ambiente entre os colegas e às vendas.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 63

QUANDO SORRIR FAZ MAL

Sabe aquele risinho amarelo, forçado, que serve apenas para tentar agradar à freguesia? Livre-se dele ou você poderá prejudicar a saúde e os negócios

Funcionários que lidam diretamente com o público e passam o dia sorrindo contribuem para um bom e produtivo ambiente de trabalho, certo? Depende do sorriso. Aquele amarelo, tão falso quanto uma nota de R$ 3, pode ser contraproducente e acabar minando os negócios. Pelo menos é este o resultado de um estudo feito por professores da Universidade de Michigan. Segundo os pesquisadores, a energia aparentemente positiva de um funcionário “farsante” não só piora o seu humor como dificulta o cumprimento das tarefas cotidianas. Por outro lado, quando o riso é genuíno e tem origem em pensamentos positivos ocorre uma efetiva melhora no ânimo.

Durante duas semanas, os pesquisadores acompanharam a rotina de motoristas de ônibus. Cabe lembrar que, nos Estados Unidos, os motoristas também atuam como cobradores, o que lhes obriga a interagir frequentemente com o público. Nas ocasiões em que estes profissionais declararam ter tentado disfarçar pensamentos negativos com sorrisos forçados, as respostas aos questionários revelaram uma nítida piora no humor. Não por acaso, os períodos de alteração no estado de espírito revelados pela pesquisa coincidiram com um aumento de ausência no trabalho. Por outro lado, quando os motoristas disseram que cultivaram pensamentos positivos – como lembranças das férias –, as faltas no trabalho caíram e o humor manifestado nas respostas da pesquisa melhorou.

“Empresários podem pensar que ter funcionários sorridentes é algo bom para a organização, mas não é bem assim”, disse Brent Scott, professor de administração responsável pelo estudo. “Sorrir por sorrir pode levar à exaustão emocional e fazer o funcionário se ausentar do trabalho.” O efeito foi ainda mais forte entre as mulheres, que apresentaram, além de uma queda mais acentuada no humor, maior propensão que os homens a faltar no trabalho após uma longa série de sorrisos amarelos. Da mesma forma, o pensamento positivo teve um efeito mais benéfico sobre elas, tanto no que diz respeito ao humor quanto à disposição para trabalhar.

O estudo, publicado em fevereiro no Academy of Management Journal, não investigou as causas do fenômeno nem a razão da diferença entre gêneros. No entanto, segundo Scott, pesquisas anteriores indicam que as mulheres demonstram mais suas emoções do que os homens. Quando forjam um sorriso enquanto sentem emoções negativas, elas entram em um intenso conflito interno, que pode afetar mais fortemente os sentimentos. De qualquer forma, ensina o professor, mulheres e homens devem utilizar a técnica da semeadura de bons pensamentos com moderação. Ela parece de fato melhorar o humor no curto prazo, mas pode causar sequelas depois de certo tempo. “Se você ficar tentando cultivar boas emoções a todo momento, corre o risco de começar a se sentir falso”, afirmou Scott.

– Speedy? Internet Explorer? Argh!!!

Veja que combinação explosiva: hoje, o Itaú ficou com problemas em seu site durante boa parte do dia. De diversos computadores e em diversos horários o site fechava antes de entrar com os dados da conta corrente. Se você é correntista do Itaú Unibanco, saiba que o problema era com o navegador Internet Explorer! Pelo Chrome, entrou bem.

Já o Speedy…

Sabe o prejuízo que dá para um comércio sem ficar a Internet? Aqui, fiquei sem o Speedy por 2 horas, sendo que 45 minutos pendurado no 0800 deles. Só de cadastro, CPF, pedir para fazer teste, blablablá quase meia hora!

E qual a alternativa? A Net começou a funcionar na minha rua, comprei um pacote há 15 dias e a empresa bateu asas e voou! Pra fechar negócio, uma beleza. Para funcionar…

– Fox Sports compra BandSports

Segundo o Meio & Mensagem, na matéria de Sérgio Damasceno, a Fox Sports comprou a BandSport. Antes, ela iniciaria suas transmissões esportivas no lugar do canal Speed, que é do grupo.

No meu pacote Sky, o Speed é aberto e o BandNews fechado. Onde assistirei o Fox Sports?

Aguardaremos (lembrando que a Fox tirou a Libertadores da América da Sportv).

Extraído de: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/01/20/Fox-Sports-compra-canal-BandSports.html

FOX SPORTS COMPRA CANAL BANDSPORTS

Novo canal ocupará o espaço da emissora esportiva do Grupo Bandeirantes, que está disponível no cardápio de praticamente todas as programadoras

As barreiras para a entrada do canal Fox Sports na TV por assinatura do Brasil parecem ter sido definitivamente derrubadas. O novo canal esportivo fechou a compra do BandSports e irá ocupar o espaço com a sua programação, que entra oficialmente no ar no próximo dia 5 de fevereiro. A negociação deverá ser oficializada na coletiva de imprensa que a Fox Sports promoverá em São Paulo na próxima segunda-feira, 23.

A emissora esportiva do Grupo Bandeirantes já havia sido sondada há algum tempo pela Fox, mas somente nos últimos dias a proposta foi reavaliada e concretizada. Pelo acordo, a marca BandSports, que possui direitos de transmissão de eventos como as Olímpíadas de Londres e a Fórmula Indy (veja lista completa no final desse texto) deve deixar de existir.

A real entrada do canal esportivo da Fox no Brasil ainda era incerta, uma vez que as negociações com a Net, a programadora com maior número de assinantes, e com a Sky pareciam não fluir muito bem. Embora tenha montado uma grande estrutura no Rio de Janeiro, com um grande leque de profissionais experientes no cenário esportivo e com a promessa de transmissões em HD, a Fox, que exibirá com exclusividade a Copa Santander Libertadores na TV paga, poderia ter problemas para encontrar uma ‘janela’ para a inserção de seu canal.

Até o momento, o que foi divulgado oficialmente é que o sinal da Fox Sports ocupará o lugar do Speed, um canal de aventuras que também faz parte do universo da Fox. De acordo com algumas informações que circulavam na imprensa, as programadoras não estavam concordando em trocar o sinal de um canal por outro, alegando que isso infringiria os acordos de serviços prestados aos assinantes. 

Oficialmente, a assessoria de imprensa do canal BandSports nega a venda. A Fox Sports também não confirma a informação e apenas diz que existiram conversas sobre o possível fornecimento de conteúdo do canal da Band para a Fox Sports. O BandSports está disponível no cardápio das operadoras Net, TVA, Via Embratel, GVT, Oi TV, Sky, Telefonica, CTBC TV e também via parabólica. 

Veja a lista completa dos direitos de transmissão da BandSports:

Olimpíada – Londres 2012
Automobilismo: Fórmula Indy, DTTM (campeonato alemão de carros de turismo), FIA GT1, Fórmula Renault, V8 Supercars, F-3 Europeia
Motociclismo: Mundial de Superbike, Mundial de Motocross, Mundial de Supermoto
Futebol: Campeonato Alemão, Campeonato Português, Pré-Olímpico Asiático de Futebol, Copa São Paulo de Futebol Júnior
Lutas: M1 Global (MMA), It’s Show Time Kickboxing, Mundial e Europeus de Karatê, WGP Kickboxing (Circuito Brasileiro), Grand Prix de Judô
Basquete: Liga ACB, NCAA Basketball
Atletismo: Diamond League
Tenis: ATP 250 Tênis, WTA Tênis
Iatismo: Volvo Ocean Race
Rugby: Rugby Sevens World Series
Handebol: Campeonato Europeu de Handebol
Vôlei: Champions League de Vôlei
Hipismo: Global Champions Tour
Natação: Grand Prix de Natação (Circuito Americano e Europeu – Mare Nostrum)

– Bullying no Trabalho: A Atenção Devida é Dada?

Dias atrás falamos sobre um sério problema nas escolas: o Bullying (ato de ironizar alguém e constrangê-la com apelidos pejorativos, por exemplo). Falamos também sobre alguns tratamentos para esse problema e sobre o fato de muitas famílias ignorá-lo. Se quiser ler o texto, clique acima do link: BULLYING NAS ESCOLAS

Agora, o tema é outro: o bullying no trabalho.

Extraído de: http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI4329630-EI1377,00-Bullying+no+trabalho+e+comum+mas+vitima+nem+sempre%20+percebe.html

BULLYING NO TRABALHO É COMUM, MAS VÍTIMA NEM PERCEBE

por Michelle Achkar

Pedir projetos ou relatórios em prazos impossíveis, remarcar reuniões em cima da hora e não avisar funcionário com papel fundamental nela, pedir tarefas triviais para pessoas que ocupam cargos de responsabilidade, deixar de pedir tarefas, espalhar fofocas, excluir pessoas do grupo, não dividir informações, pedir trabalhos que obriguem funcionário a aumentar em muitas horas sua jornada de trabalho, fazer críticas constantes, não reconhecer esforços e desmerecer resultados.

Situações comuns em muitas empresas atribuídas ao mercado de trabalho competitivo, ao estresse da vida cotidiana e a questões de personalidade ou problemas psicológicos, como distúrbio bipolar, caracterizam na verdade cenas do nebuloso terreno do assédio moral no trabalho, também chamado de bullying ou mobbing. 

Nebuloso, pois as próprias vítimas muitas vezes não reconhecem a agressão e encaram as cenas como desafios a serem superados na busca da manutenção de sua empregabilidade no mercado e das metas de produtividade das empresas.

O tema começou a ganhar mais espaço com os estudos da psiquiatra francesa Marie-France Hirigoyen, uma das primeiras a se preocupar com o assédio moral no trabalho, assunto de livros como Mal-Estar no Trabalho, de 2002. Mas ainda está longe de ser reconhecido como problema pelas empresas e as discussões não encontram melhores cenários em todo o mundo. 

A filial do Japão da grife italiana Prada, por exemplo, foi acusada recentemente de demitir 15 funcionários por serem “gordos”, “feios” e “velhos”. Rina Bovrisse, funcionária da grife, deu entrada ao processo há duas semanas. Segundo ela, as ordens foram para remover para outlets ou lojas não tão bem localizadas cerca de 30 pessoas, a maioria mulheres na faixa dos 40 anos. Ela ainda conta que o gerente de RH da marca pediu que ela emagrecesse e mudasse a cor do cabelo. Em comunicado, a empresa afirmou que “o tribunal competente japonês rejeitou todas as acusações do empregado e determinou que a rescisão de seu contrato de trabalho era perfeitamente legítimo”. 

Nas Filipinas, uma ex-comissária de bordo, que foi demitida por estar acima do peso, perdeu uma ação que durou duas décadas de processos numa sentença que considerou que o peso dos funcionários era questão de segurança aérea. 

Produção
Idade é o primeiro fator de discriminação que leva ao bullying, segundo a ginecologista e médica do trabalho, Margarida Barreto, uma das coordenadoras do site assediomoral.org.br e pesquisadora do tema há 15 anos. Entre seus trabalhos está a dissertação de mestrado “Uma Jornada de Humilhações”, feita a partir de 2.072 entrevistas de homens e mulheres de 97 empresas industriais paulistas, e a tese de doutorado Assédio Moral no Trabalho. A violência sutil, baseada em mais de 10 mil questionários respondidos por trabalhadores de todo Brasil. “Está inserido nas relações de trabalho, na forma da organização e na cultura que banaliza certos comportamentos. E 90% das empresas não encaram o problema e fazem de conta que é algo banal. Normalmente só tomam atitude quando há prejuízo na produção”, disse. 

As mulheres são as principais vítimas com estatísticas em todo o mundo apontando para 70% dos casos. E a maioria deles envolve a questão da gravidez. “Para maior parte das empresas ainda isso é problema”, afirmou Margarida. O repertório de frases de humilhação relatado por vítimas é extenso, como “Teu filho vai colocar comida em sua casa? Não pode sair! Escolha: ou trabalho ou toma conta do filho!” (veja mais exemplos de agressões no link acima). 

ASSÉDIO sexual
Doze por cento dos casos derivam de situações de assédio sexual. Como foi o caso de Elisabeth Pittman, 51, costureira que viveu sob ameaças de uma chefe durante dois anos. Depois de assediá-la sexualmente, passou a humilhá-la desfazendo todo o trabalho de um dia, obrigando-a a longuíssimas jornadas de trabalho para refazer costuras de mochilas. Ela então procurou entidade de apoio a vítimas de assédio moral e o caso chegou ao Ministério Público do Trabalho. 

Mas a trajetória não foi fácil. Elisabeth ficou seis anos afastada e encarou um quadro de depressão profunda e duas tentativas de suicídio, uma delas que a deixou internada durante 20 dias numa unidade de tratamento intensivo (UTI). Reintegrada à empresa, foi acompanhada por um diretor e conseguiu mudar o status de vítima de assédio à presidente da CIPA e líder respeitada. A ex-chefe foi demitida. 

Segundo Margarida, casos como o de Elisabeth ainda são exceção e a dificuldade começa pelo próprio empregado reconhecer que foi vítima de abuso. O principal desafio na opinião da estudiosa ainda é a visibilidade. “É preciso ter a convicção de que não pode ser banalizado, não está previsto no contrato de trabalho que se pode ser humilhado de nenhum jeito”, afirmou. “Se foi um aborrecimento pontual, falo que aquilo me incomodou e espero que a pessoa reconheça, se desculpe e procure não repetir o ato. Mas se é repetido ao longo da jornada é porque não foi causado por um destempero”, disse. 

SARCASMO
“A maior dificuldade é saber quando acontece de fato e quando não é algo que decorre do trabalho. É a sutileza que torna o assédio moral ainda mais perverso. Pois o trabalhador não é assediado de forma clara, na frente de outros, mas muitas vezes na forma de brincadeiras cheias de sarcasmo”, afirmou Paulo Eduardo Vieira De Oliveira, juiz do trabalho em São Paulo e professor da Universidade de São Paulo. 

Margarida afirma que a principal queixa dos funcionários não é a pressão em si, mas como ela é feita, “de maneira a desqualificar, humilhar, com atos que parecem sutis, mas não são como brincadeiras e fofocas.” 

Segundo Oliveira, do ponto de vista jurídico, o tema é novo e chegou aos tribunais de forma recente. “Há cinco anos não existiam casos e hoje já há alguns nos quais se pleiteiam indenizações. Mas não existem grandes cases no direito brasileiro”, disse. Entre os casos estudados pelo juiz está o de vendedores que, obrigados a bater metas, solicitam empréstimos bancários para comprar os produtos que vendem. 

“Há várias decisões em primeira instância, algumas com somas bastante altas”, afirmou, lembrando do caso da funcionária de uma farmácia que era obrigada a arrumar diversas vezes as prateleiras de produtos, após seu gerente jogar tudo no chão, o que resultou numa indenização alta.

A imprensa internacional noticiou recentemente que a advogada inglesa Gillian Switalski, 53, aceitou acordo de indenização fora dos tribunais da empresa que ela processava com acusações de perseguição por ser mulher, intimidação e discriminação durante 18 meses, o que a deixou mentalmente abalada e incapaz para o trabalho. 

Entre os fatos alegados por Gillian está que à colega de trabalho que tinha filho deficiente foi permitido a trabalhar de casa, enquanto ela cujo um dos filhos também sofre de paralisia cerebral precisava se justificar sobre ausências e tinha seus horários de trabalho controlados. 

Em 2006, quando sua mãe morreu, a empresa chegou a exigir receber uma cópia do atestado de óbito para aceitar que não ela cancelasse uma viagem a trabalho. Segundo Oliveira, a prova usada nesses casos é sempre a testemunhal. 

DEMISSÃO
O objetivo do agressor é forçar o funcionário a desistir do emprego, coro que a pessoa logo encontra na família, parceiro e amigos caso decida contar pelo que vem passando durante a jornada de trabalho. Mas o conselho de deixar o trabalho, além de não ser motivado pelas condições gerais do mercado, ainda encontra uma barreira mais resistente, a psicológica. “A pessoa fica o tempo todo querendo provar que ela não é aquilo que falam ou pensam dela”, disse Margarida.

– As 3as Camisas da Nike: Santos de Azul e Boca Jrs de “Corinthians”

A Nike quer ser patrocinadora de pelo menos uma equipe em cada cidade-sede da Copa do Mundo do Brasil (fico pensando como fará no Mato Grosso e no Amazonas…) E também já anunciou que lançará 3as camisas de cores diferentes para Coritiba, Internacional e Bahia, seus novos patrocinados.

Santos, seu novo time, terá o Azul Turquesa. Lá na Argentina, o Boca Jrs jogará com uma preto-e-branca listrada!

E aí, o que você acha das 3as camisas dos clubes? Devem manter o predomínio das cores tradicionais, ou radicalizarem? Deixe seu comentário:

(Goste ou não, elas vendem muito bem…)

– Luiza no Canadá (e agora no Brasil…)

Virou febre na Internet a propaganda paraibana de um Conjunto Residencial. Nela, um colunista social da região faz a divulgação do imóvel e apresenta a família, que ficou empolgada com o apartamento. Mas, quando ele mostra todos, lembra que a sua filha Luiza está no Canadá.

Para quem não viu: http://www.youtube.com/watch?v=BVxcWbh9HWE

Bobinho. E talvez de tão bobo tenha se tornado engraçado e virado sucesso na redes sociais. Muitos começaram a perguntar sobre a Luiza, e respondiam que estava no Canadá. Mais bobo ainda, e mais pegajoso e ainda mais engraçado… Loucura, né?

Tão louco que a Claro, Magazine Luiza, e outras tantas empresas aproveitaram o bordão. No Twitter, celebridades brincavam sobre a Luiza. E até o Willian Bonner aproveitou para brincar com ela!

E, de tanta fama instantânea, Luiza resolveu voltar ao Brasil… e justo na Globo! Não é que a mocinha voltou do Canadá e caiu direto no Projac?

Suspeito, não?

Mas, mesmo assim, a garota conseguiu ser a estrela de um comercial. Olha aqui a história da Luiza virando mais um capítulo: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/luiza-que-estava-no-canada-estreia-comercial-hoje

– Entrevistas de Empregos com Perguntas Constrangedoras e/ou Delicadas

Cada vez mais as empresas costumam fazer perguntas desconfortantes, delicadas e constrangedoras aos seus futuros funcionários. A justificativa é: não saber sobre assuntos pessoais detalhados, mas sim a reação do candidato à vaga numa zona de conforto.

Já passou por uma situação de ser questionado sobre divórcio, drogas e crimes?

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/entrevista-de-emprego-como-responder-perguntas-muito-pessoais

ENTREVISTAS DE EMPREGO: COMO RESPONDER PERGUNTAS (MUITOS) PESSOAIS

Não agir de forma explosiva ou desconfiada é a melhor maneira de agir nessa situação

por Camila Lan

Você já infringiu alguma lei? Utilizou drogas ilícitas? Por mais que as perguntas possam ser consideradas invasivas pelo candidato, em algumas empresas, principalmente nas multinacionais, esse tipo de questão é considerada essencial em um processo de seleção.

Alexandre Fantozzi, sócio da empresa de recrutamento e seleção Fantozzi & Associates, explica que alguns clientes não dispensam esse tipo de pergunta, pois determinadas colocações exigem habilidades específicas. Nesse caso, a reação do candidato e a maneira que lidará com a questão são os aspectos relevantes para os recrutadores.

“Não iremos julgar se o candidato fez ou não aquilo, não há uma resposta correta. Analisamos como ele reage em uma situação de desconforto”, afirma Fábio Saaad, gerente sênior das divisões de F&A e FSG da Robert Half.

A principal recomendação dos especialistas é responder honestamente. “No caso do tema das drogas, por exemplo, o que é preocupante é a instabilidade do candidato. Precisamos avaliar se ele tem capacidade do controle emocional e de lidar com problemas”, explica Fantozzi.

As perguntas muito pessoais podem não ter sentido para os candidatos, mas profissionais que tendem a burlar regras para proteger colegas de trabalho ou já praticaram ações antiéticas precisam ser identificados na fase da entrevista pelos recrutadores.

Para Saad, se o candidato tem alguma informação obscura e que não foi bem explicada, será possível notar durante o desenvolvimento da resposta. Ou seja, reagir de forma explosiva ou intempestiva, é um indício de que o profissional está escondendo algo.

“Quanto mais maduro e objetivo, melhor”, diz Fantozzi. “Caso a pergunta entre em um assunto delicado, como divórcio, a morte de um familiar ou um abuso, o candidato deve deixar claro que este é um ponto delicado e que o incomoda. O recrutador irá entender”.

– A Atriz e o Empacotador

Sempre ajudo, mas empacotar toda a compra do mês é f…

A atriz Nívea Stelmann, via Twitter, reclamou que é um desrespeito ao consumidor os supermercados não fornecerem empacotadores. E eu concordo em partes!

Particularmente, evito mercados que não tenham empacotadores. Dou preferência aos que tem, e, em muitos mercados, vejo de jovens aprendizes até trabalhadores da 3ª idade.

Cá entre nós: normalmente, quem fornece empacotadores são médios mercados. As grandes redes nunca têm. E, pior: as caixas passam as compras pela leitora e muitas vezes ficam paradas, com a fila no aguardo, olhando o cliente empacotar. Meras espectadoras… Em outras redes, as caixas ajudam.

Sinceramente, se eu puder evitar Carrefour, WalMart, Pão de Açúcar, Extra… com prazer!

Em Jundiaí, as redes Coopercica, Boa e Russi costumam fornecer empacotadores, e esse é o diferencial que levo em conta na tomada de decisão na hora de escolher um mercado.

– Guerra faz Franquias de Alimentação acirrarem Concorrência

Você gosta de comer no Pizza Hut? Ou no Vivenda do Camarão?

A Revista Exame (citação abaixo) traz uma matéria bacana para empreendedores e administradores que desejam ter uma franquia: novos modelos e novas promoções, visando a conquista de mais consumidores e procurando dar mais opções aos franqueados.

Extraído de Exame.com (citação completa em: http://is.gd/MdKXze)

GUERRA DE FRANQUIAS AVANÇA NAS PRAÇAS DE ALIMENTAÇÃO

Domino’s, Pizza Hut, Parmê e Vivenda do Camarão investem na adaptação de seus produtos e dos pontos de venda para modelos que atendam as necessidades dos clientes

A disputa pelo consumidor na praça de alimentação tem sido o desafio encarado por franquias do setor que mantêm unidades em shopping centers. Empresas como Pizza Hut, Domino’s, Vivenda do Camarão, Spoleto e Parmê investem em ações específicas para o local e adaptam os mix de produtos e formatos dos pontos de venda para atender às demandas dos clientes.

A guerra entra as companhias é justificada pela expansão das franquias de alimentação. No Brasil, segundo um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), no período entre 2001 e 2010, houve um crescimento de 201% no número de lojas do setor. Ao entrar neste espaço, uma das primeiras medidas adotadas pelas empresas é conhecer o perfil do consumidor que frequenta as praças de alimentação para criar ofertas que sejam relevantes e façam o cliente retornar ao ponto de venda.

Recentemente, a Domino’s resolveu apostar no potencial das praças de alimentação. A companhia criou o formato Domino’s Express, que estreou no mês de dezembro de 2011, com a inauguração da loja no Shopping Interlagos, em São Paulo. Além de colaborar para a expansão da empresa no Brasil, aproveitando a capilaridade dos centros comerciais, a iniciativa pretende fortalecer a marca no país. A meta é chegar a 2016 com 150 unidades em território brasileiro.

PORÇÕES INDIVIDUAIS

O formato Domino’s Express foi desenvolvido a partir de pesquisas da empresa junto aos consumidores. “Após o recolhimento dos resultados, percebemos uma lacuna no mercado para a venda de pizzas em fatias e essa foi a oportunidade que vislumbramos para criar o modelo voltado para a praça de alimentação”, explica Adriana Copello, gerente de marketing da Domino’s no Brasil.

Além das pizzas em fatias, também é possível encontrar petiscos, como as Batatas Smiles e portões de calabresa acebolada. Outras novidades estão em desenvolvimento para serem comercializadas nas lojas Domino’s Express, como a sobremesa Petit Gateau e as Chicken Wings, asas de frango fritas que têm um bom desempenho nos mercados internacionais da marca.

Em um mês de funcionamento, o novo modelo já apresentou uma média de 250 clientes por dia. Para divulgar o ponto de venda, a empresa apostou em degustações durante a inauguração e este mês realiza uma promoção compre e ganhe que premia os consumidores com copos exclusivos da rede.

A Pizza Hut adota uma estratégia semelhante. Das 19 unidades da empresa no Brasil, 11 estão presentes em praças de alimentação. A companhia também criou porções menores de seus produtos, como uma fatia de pizza que equivale a 1/4 do prato na versão gigante. Além da opção de porções individuais, a empresa também criou produtos para serem consumidos em grupos, que são vendidos a preços promocionais entre quinta e sexta-feira.

DIFERENCIANDO DA CONCORRÊNCIA

Uma das maneiras encontradas pela Pizza Hut para se destacar ao lado de seus concorrentes foi a aquisição de espaços próprios nas praças de alimentação e atendimento nas mesas. “A Pizza Hut foi uma das primeiras empresas a adotar esta medida como diferencial, com a proposta de tornar o atendimento semelhante ao mesmo encontrado em restaurantes”, afirma Anna Carolina Salles, gerente de comunicação da Pizza Hut

Outra ação utilizada pela empresa para atrair os consumidores é a entrega dos cartões de fidelidade Club Pizza Hut, válidos por três meses e que concedem 12 descontos de 40% no consumo de produtos nos pontos de venda. A rede também já realizou promoções com foco em estudantes portadores da Carteira Mundial do Estudante da International Student Identity Card (ISIC), oferecendo produtos para este público pela metade do preço.

Já a forma encontrada pela rede de franquias carioca Parmê para as suas lojas nos shopping centers foi a realização de promoções a partir da internet. “Realizamos ações pontuais nos perfis da marca no Twitter e no Facebook enviando vouchers com descontos válidos paras os pontos de venda instalados nas praças de alimentação, como forma de trazer os consumidores para as nossas lojas. Além de oferecer os combos promocionais, os clientes têm ainda a possibilidade de customizá-los ao seu gosto”, diz Luiz Antônio Jaeger, gerente de operações do grupo Parmê.

– Coca-Cola da Democracia e da Ditadura

Numa exemplar ação de responsabilidade social e cidadania, na década de 1987, em protesto contra o regime racista da África do Sul (que separava do convívio social negros e brancos, o “Aparthaid”), a Coca-cola abandonou aquele país! Foi para a vizinha Suazilândia. Entretanto… agora, a empresa apóia politicamente o ditador Mswati, o Rei que fere a democracia nessa república africana.

Palmas e vaias para a empresa.

Extraído de: Isto É, Ed 2200, pg 28

A COCA-COLA DO ANTI-APARTHEID E DE AGORA

A Coca-Cola deu em 1987 uma importante contribuição ao movimento anti-apartheid na África do Sul boicotando o regime segregacionista: retirou-se do país para abalá-lo economicamente e moveu toda a sua estrutura produtiva para a vizinha Suazilândia.

A mudança que foi louvável, e seria temporária, acabou se tornando, no entanto, perene e condenável: organizações de direitos humanos estão acusando a multinacional de apoiar política e financeiramente o rei Mswati III, o último imperador absolutista do continente. A Coca-Cola nega as acusações.