– Segredos Industriais: Quando revelá-los?

Guardar segredo é bom?

Na Administração de Empresas, nem sempre esconder projetos é um bom negócio.

Veja, abaixo, casos interessantes onde boas idéias não deram certo por culpa do sigilo.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 66

ÀS VEZES, O SEGREDO NÃO COMPENSA

Recentemente, um programa semanal de rádio nos Estados Unidos causou alvoroço ao publicar o que seria a fórmula secreta da Coca-Cola. Afirmava que a informação vinha de um fac-símile da página de um caderno pertencente a um amigo de John Pemberton, o farmacêutico que criou a bebida em 1886. A empresa, é claro, negou a autenticidade da fórmula. E a história, depois de fugaz repercussão nos jornais e na internet, parou por aí mesmo. O que restou do episódio é um bom tema para reflexão. Será que basta ter a fórmula secreta ou uma boa ideia para concretizar um grande negócio?

Pode ser que as empresas de tecnologia reforcem essa crença ao manter seus lançamentos sob uma aura de segredo e mistério. Por muitos meses houve grande especulação sobre qual produto revolucionário a Segway estava preparando, até que o mercado deparou com o veículo elétrico de duas rodas que hoje conhecemos. A Apple faz do anúncio de novas categorias de produtos, como o iPad, um evento grandioso, esperado por milhões de consumidores, divulgado no mundo todo. O segredo é, então, fundamental para o sucesso?

Talvez sim, quando se tem a dimensão das empresas citadas acima. Mas a fórmula não vale para qualquer estreante. É o que garante Jason Freedman, empresário “reincidente”. Ele diz que o segredo matou sua primeira empresa, pois o fez perder boas oportunidades. Em uma nota em seu blog, http://www.humbledmba.com, que virou fenômeno de tráfego – mais de 200 mil visitas depois que o jornal The New York Times o destacou –, Freedman faz um mea-culpa e publica uma espécie de decálogo do iniciante.

O primeiro “mandamento” do empresário é direto: a execução de um projeto é muito mais importante do que imaginá-lo; isto é, executar é o que importa. A segunda lição pode ser meio chocante para o ego do novato que opera em “modo oculto”: alguém já teve a sua grande ideia. Se ela for boa, cinco outras pessoas a estão testando. Se for excelente, 15 outros concorrentes já estão no cenário. Uma das razões pelas quais você se imagina tão exclusivo é porque não fez uma boa pesquisa para perceber que já tem gente trabalhando na área. A terceira máxima é uma ducha de água fria nos criativos: descobertas totalmente inusitadas não funcionam. Para Freedman, “se você tem uma ideia 100% original, ou está à frente do mercado ou escolheu um nicho pequeno, que ninguém quer. Em qualquer um dos casos, você tem problemas”.

“Se você acha sua ideia exclusiva, é porque ainda
não fez boa pesquisa”, afirma Freedman


Mas o princípio que melhor sintetiza a experiência de Freedman é “você precisa desesperadamente de um retorno sincero”, que só quem está no mercado pode dar. Ao manter o negócio em segredo, o estreante estaria roubando de si mesmo valiosos ensinamentos. “A maioria das empresas não tem sucesso com o primeiro produto”, afirma Freedman. “As boas empresas aprendem rapidamente e tentam de novo.”

No blog, Freedman permeia seus princípios com seus próprios erros e acertos. Relata que sua primeira empresa, Openvote, especializada em serviços de pesquisa de opinião em campi universitários, teve um bom inicio, há quatro anos. Mas, como o projeto estava cercado de sigilo, o empresário deixou passar oportunidades de ouro. Não percebeu, por exemplo, as vantagens que o Facebook traria para a Openvote. Fechado que estava em seu projeto, também não deu a chance de ninguém alertá-lo sobre os ganhos de uma possível aliança com a empresa de Mark Zuckerberg. Como consequência, Freedman perdeu o momento de fazer o empreendimento deslanchar.

Lição aprendida, ele partiu para um novo negócio. Desta vez, colhendo opiniões de empresários e interlocutores que, até bem pouco tempo atrás, teria julgado como potenciais ladrões de ideias. Em 2009, o empresário lançou o FlightCaster, serviço que cruza informações de tráfego aéreo e previsão meteorológica para estimar atraso de voos. O sucesso desta segunda iniciativa foi medido em janeiro, quando a empresa acabou comprada pela Next Jump, um grupo que gerencia o programa de fidelidade de 90 mil companhias.

Como derradeiro mandamento, Freedman alerta: buscar opiniões é importante, mas não se deve crer em tudo o que se ouve. Ele conta que não foram poucos os comentários sobre a inviabilidade do serviço da FlightCaster. Deve ter sido estratégia dos potenciais ladrões de ideias.

– Atenção aos Preços dos Combustíveis

Às vésperas do feriado, o etanol começou a ter o preço reduzido. Mas há coisas preocupantes: a defasagem no preço do Diesel é de 22%, e da Gasolina, 25%, se considerarmos o valor vendido pela Petrobrás e os preços do mercado internacional.

Não é que a estatal está tendo prejuízo, é que ela deixou de faturar R$ 6,1 bilhões, devido a regra da paridade. Ou seja, apesar dos custos reduzidos, a conta sempre é pela comparação ao mercado externo.

Vale a pena estar atento e com o tanque cheio!

– Novo Marco Regulatório para Concessões de TV

O Governo quer redefinir algumas situações para a TV aberta. Já que são concessões públicas, estaria vedada a venda de espaços; e, em especial, às igrejas e empresas comerciais. A ideia é que as emissoras tenham programação e vida própria.

É notório que horários da Bandeirantes, RedeTV e Record são vendidos a preço de ouro para algumas entidades religiosas, contrariando o propósito de ter uma programação feita pela concessionária. Concordo com a medida; que as igrejas tenham sua própria TV.

A mais acertada das medidas se refere à proibição de novas concessões aos políticos. Aqui, boa iniciativa, pois microfone na boca de alguns nobres parlamentares pode virar arma!

Se as propostas vingarão, aí já é outra história…

– Ronaldinho Gaúcho: O erro foi de quem?

Dirigentes do Palmeiras e do Grêmio devem estar felizes por não terem conseguido contratar Ronaldinho Gaúcho. Custo-benefício inviável, problemas extra-campo e mau exemplo aos mais jovens.

Além de tudo isso, o Flamengo pecou na relação com a Traffic, tendo que arcar com o altíssimo salário.

A aposta sempre foi de risco. Ninguém percebia que Ronaldinho demonstrava ser um ex-atleta em atividade?

Uma pena. Para quem viu os momentos gloriosos do R10 no Barcelona, entristece-se ao vê-lo nesse fim de carreira. Tudo bem que continua ganhando dinheiro, mas dando mostra de falta de profissionalismo.

O pior é que o Mengão está teimando em cair no mesmo erro: Adriano está perto de ser contratado.

Infelizmente, parece que a irresponsabilidade financeira é marca de alguns clubes. Não dá para acreditar que queiram, honesta e conscientemente, perder tanto dinheiro!

– Irresponsabilidades Financeiras dos Clubes de Futebol: as Dívidas Brasileiras

Nesta semana, 3 times turcos foram proibidos de disputarem competições continentais pela UEFA, por dívidas não pagas. Entre eles, o Besikitas, que estava classificado para a Liga Europa.

Coincidentemente, a Universidade do Futebol (http://is.gd/DIVIDAS), através de Fernando Pinto Ferreira, divulgou um levantamento da PLURI Consultoria, com os dados oficiais extraídos dos balanços dos clubes de futebol brasileiros, mostrando seus débitos fiscais.

Se fizermos uma reflexão, considerando as receitas, custa a crer, por exemplo, que oBotafogo-RJ, maior endividado da lista, deve mais de 10 vezes o total das receitas! Isso significa que se ele acumular todas as receitas até 2021, sem gastar nenhum centavo (situação hipotética e impraticável), o clube conseguiria pagar as dívidas, desde que zerassem seus juros.

 

Insustentável. Como fazer futebol profissional desse jeito?

Se os clubes brasileiros estivessem subordinados à UEFA, estariam em maus lençóis.

– Brasil Exportador X Brasil Importador

Tarso Araujo, da Revista Galileu (maio/2012, pg 32-33), trouxe uma matéria bacana sobre as exportações e importações brasileiras. Você sabia que:

O maior comprador do Brasil, hoje, é a China, representando 17,3% das exportações. Na sequência, os EUA compram 10,1% e a Argentina 8,9%. O total das exportações corresponde a US$ 256 bilhões.

Nossos principais produtos vendidos: Minério de Ferro, Petróleo, Material de Transporte, Soja, Produtos Metalúrgicos, Açúcar/álcool, Produtos Químicos, Carnes e Café (entre outros).

O maior vendedor ao Brasil, hoje, são os EUA, representando 15% das importações. Na sequência, a China vende 14,5% e a Argentina 7,5%. O total das importações corresponde a US$ 226 bilhões.

Nossos principais produtos comprados: Combustíveis (isso mesmo, também importamos alguns combustíveis, apesar de exportarmos Petróleo), Máquinas Industriais, Automóveis, Fertilizantes, Plásticos, Farmacêuticos e Instrumentos de Ótica (entre outros).

Portanto, temos 30 bilhões de superávit.

Bom?

Não… apenas razoável. Sem impostos, faríamos muito mais!

– Fogo de Chão, Made in USA

A famosa rede de churrascaria “Fogo de Chão” foi vendida. O grupo brasileiro GP Investimentos vendeu a um fundo americano, por R$ 400 milhões.

Uma curiosidade: há 8 restaurantes no Brasil e 17 nos EUA, nas principais cidades.

Nesta semana, quantos negócios! Azul e Trip, Diageo e Ypioca, possível venda do Santander Brasil para o Bradesco, Cosan comprando Comgás… É negócio para todos os gostos e ramos.

– Dilma Preocupada Com os Lucros da Montadora: Com ou Sem Razão?

A presidente Dilma Roussef recentemente reduziu o IPI dos carros nacionais para fomentar as vendas. Agora, ela quer saber sobre as planilhas dos lucros das montadoras. Tudo isso visando baixar o preço.

Porém, por mais que se aplauda a redução do IPI e tal preocupação com os lucros excessivos, a carga absurda de impostos é a verdadeira vilã. Reduzir o IPI é muito pouco, se somarmos o sem-número do que são cobrados.

Aliás, se conseguíssemos acabar com o prejuízo à nação proporcionado pela corrupção, o país inteiro poderia pagar os impostos com menos incertezas sobre sua destinação…

– Azul compra Trip

A Trip namorou com a TAM, compartilha voos com ela, quase aceitou uma oferta da co-irmã, mas sucumbiu à boa oferta da Azul. A empresa, fundada pelo grupo Caprioli (o de ônibus, de Campinas), é forte em aviação regional, ligando as principais cidades de médio porte.

Uma curiosidade: apesar de ter quase 3 vezes mais participação no mercado aéreo, a Azul tem 55 aeronaves e a Trip 58.

A sinergia entre as empresas será excepcional pela filosofia de trabalhos entre as empresas.

– A Pinga Bilionária: Ypióca é vendida por quase 1 bilhão!

A Diageo (dona da Smirnoff, Johnie Walker, entre outras) comprou a Ypióca (atual líder em cachaças no Brasil) por 900 milhões de reais.

Grande negócio, mas com valor alto demais. A empresa faturou R$ 170 milhões no ano passado. Isso quer dizer que o investimento é a longo prazo.

Dias atrás se cogitou o negócio, mas a proposta não havia agradado aos antigos controladores brasileiros. Desde que desbancou a 51 (Muller), a Ypioca, vem crescendo cada vez mais.

– Sem Teto como Roteadores Humanos!

A Agência de Publicidade BBH, dos EUA, inovou! Contratou mendigos, pagando US$ 20.00 por dia, para circularem com equipamentos eletrônicos no corpo servindo como roteadores de Internet.

A empresa se diz satisfeita com o número de conexões que registrou. Mas aí vem a polêmica: para uns, ela pratica responsabilidade social de um jeito diferente. Para outros, explora mão-de-obra numa ação mercadológica insensível.

E para você? A ação é simpática ou não?

– Para que Comissionar a Apresentação de Ibson?

Coisas inexplicáveis e irresponsáveis do futebol: Ibson, ex-jogador do Flamengo e que estava no Santos, voltou à Gávea. E o seu empresário Eduardo Uram levou do Mengão uma Comissão de R$ 1,9 milhão!

Por que os clubes precisam de intermediários? Patrícia Amorim não poderia ter negociado diretamente com Luís Álvaro?

São situações como essa que levam a desconfiar na lisura das transações. Nada de acusar que houve corrupção, claro. Mas tudo para se criticar pela irresponsabilidade administrativa dos diretores que aceitaram tal negócio.

– General Mills compra a Yoki

Pois é… mais uma gigante brasileira que passará às mãos estrangeiras: a Yoki foi comprada pela General Mills, por R$ 1,75 bi. A empresa possuía dívidas e não relutou na venda.

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201205241341_RTR_SPE84N031

GIGANTE AMERICANA COMPRA YOKI

A General Mills anunciou nesta quinta-feira que acertou a compra da fabricante brasileira de alimentos Yoki por cerca de R$ 1,75 bilhão. A General Mills informou que também assumirá uma dívida de R$ 200 milhões e que a adição da Yoki a seu portfólio vai mais que dobrar suas vendas anuais na América Latina, para quase US$ 1 bilhão.

Uma das maiores empresas de alimentos dos EUA, atrás apenas de PepsiCo e Kraft Foods, a General Mills teve receitas de US$ 14,7 bilhões em 2011, segundo ranking da revista Fortune. A transação deve ser concluída na primeira metade do ano fiscal de 2013 da General Mills, que começa em 28 de maio de 2012.

“Nossa família está confiante que as capacidades globais da General Mills, combinadas aos excelentes funcionários e portfólio de marcas da Yoki, levarão a empresa a um crescimento acelerado no Brasil nos próximos anos”, afirmou em nota Mitsuo Matsunaga, CEO da Yoki. Fundada em 1960, a Yoki emprega mais de 5 mil pessoas no Brasil e comercializa cerca de 600 produtos de nove marcas.

“A Yoki acrescenta recursos chaves e escala geográfica que irão acelerar o nosso crescimento no Brasil”, afirmou o vice-presidente executivo da General Mills, Chris O’Leary, em comunicado. “Planejamos focar na construção de um forte portfólio de produtos Yoki e Kitano, expandir os negócios de Haagen-Daz e Nature Valley no Brasil, e introduzir novas marcas da General Mills nesse importante mercado.”

– Neymar supera Messi no Potencial de Marketing

Se alguns questionam se Neymar poderá superar Lionel Messi como melhor jogador do mundo, alguém já conseguiu provar que, em números, Neymar vale mais do que Messi: a Revista Britânica SportsPro.

No estudo, grandes atletas foram discutidos, e Neymar aparece na frente de futebolistas como Messi e Cristiano Ronaldo, do atual campeão da F1 Vettel e do tenista Djokovic.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/iT5erT

NEYMAR SUPERA MESSI COMO POTENCIAL DE MARKETING

O atacante Neymar, 20, astro do Santos e do futebol brasileiro atualmente, é o atleta com maior potencial de marketing, segundo avaliação da revista britânica “SportsPro” nesta sexta-feira.

A publicação apresenta uma lista com 50 atletas e o brasileiro superou o golfista norte-irlandês Rory McIlroy, 23, e o atacante argentino Lionel Messi, 24, do Barcelona, segundo e terceiro da relação respectivamente.

“Neymar uma verdadeira tempestade: jovem, talentoso e com uma Olimpíada e uma Copa do Mundo pela frente. Ele já é um astro no Brasil, país que tem uma das econômicas mais robustas do mundo. Neymar é o cartaz da década esportiva no Brasil”, afirma David Cushnan, editor da revista.

Os critérios utilizados pela publicação levam em conta valor de mercado, idade, mercado de origem, carisma, disposição e popularidade.

É a terceira vez que a revista faz a lista. A diferença neste ano é que a relação não analisou apenas atletas que podem estar nos Jogos Olímpicos de Londres (a partir de 27 de julho), mas considerou outros eventos, como os Jogos de Inverno e a Copa do Mundo (ambos em 2014).

Neymar tem hoje contrato de patrocínio com dez empresas (Nike, Volkswagen, Panasonic, Red Bull, Tenys Pé Baruel, Lupo, Ambev, Claro, Unilever e Santander) e contrato com o Santos até o final da Copa-2014. Há um pacto entre as partes para que o atleta seja poupado da carreira de garoto-propaganda antes das partidas.

O rendimento mensal do atacante se aproxima dos R$ 2,3 milhões, mas o Santos arca com aproximadamente R$ 350 mil.

  • CONFIRA OS DEZ PRIMEIROS DA LISTA:
    1. Neymar, atacante do Santos
    2. Rory McIlroy, golfista norte-irlandês
    3. Lionel Messi, atacante argentino do Barcelona
    4. Usain Bolt, velocista jamaicano
    5. Cristiano Ronaldo, atacante português do Real Madrid
    6. Blake Griffin, pivô dos Los Angeles Clippers
    7. Novak Djokovic, tenista sérvio
    8. Sebastian Vettel, piloto alemão da Red Bull
    9. Tim Tebow, quarterback do New Yotk Jets
    10. Yani Tseng, golfista taiwanesa

– Eike Batista cria o termo PPI

Sabem o que é PPI? “Projeto à Prova de Idiotas”, sigla criada por Eike Batista para chamar a atenção dos Administradores dentro de suas empresas.

O multibilionário empreendedor alega que todas as empresas, em algum momento, terão um idiota à frente. E que medidas preventivas podem evitar danos às organizações.

E você: concorda com Eike Batista? Teremos sempre um idiota na Administração de Empresas?

– Quanto Consome por KM um Carro 1000 cc?

A Folha de São Paulo e o Instituto Mauá realizaram um interessante teste entre os veículos populares: Partir de São Paulo e chegar até Brasília sem abastecer! (FSP, 30/05/2010, Veículos, por Felipe Nóbrega).

A ideia foi a seguinte: abasteceram um Novo Fiat Uno, Renault Clio, Chevrolet Celta, Ford Fiesta e VW Gol, todos com motor de 1.000 cc, com o propósito de comparar o desempenho entre os 5 carros populares mais vendidos. O teste começou a noite, onde o consumo é menor justamente pela temperatura mais amena.

Ao final, só o Gol venceu. O mais gastão foi o Celta.

Veja os desempenhos:

UNO- 48 LITROS DE TANQUE – RODOU 830 KM NA MÉDIA DE 17,3 KM/L

GOL- 55 LITROS DE TANQUE – RODOU 1.119 KM NA MÉDIA DE 20,3 KM/L

CLIO- 50 LITROS DE TANQUE – RODOU 832 KM NA MÉDIA DE 16,6 KM/L

FIESTA- 54 LITROS DE TANQUE – RODOU 945 KM NA MÉDIA DE 17,5 KM/L

CELTA- 54 LITROS DE TANQUE – RODOU 898 KM NA MÉDIA DE 16,2 KM/L

– Energia e Flexibilidade para Líderes

Vejam que interessante: Cristiane Correa, da revista Exame, entrevistou o diretor geral do Google Brasil, Alex Dias. O tema: Liderança e a exigência do dinamismo e da flexibilidade para os Administradores.

Está em Vídeo, muito bacana e proveitoso. Clique em: http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20090904_listar_dia.shtml?permalink=193792

– Causas de Demissões no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois em sua coluna no jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

– FOFOCAS NO TRABALHO;

– JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?

– Hotéis Cariocas Rindo a Toa…

É sabido que o Rio de Janeiro estará sediando diversos eventos em sequência. Porém, não há hotéis suficientes na Cidade Maravilhosa.

Para o aguardado evento RIO+20, a rede hoteleira abusou dos reajustes de preços (já que há poucos quartos). Alguns hotéis cobram até 12.000,00 para dois dias de hospedagem!

Abaixo, extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/205775_DIARIAS+GANANCIOSAS+

DIÁRIAS GANANCIOSAS

Por Tamara Menezes

A imagem acolhedora do Rio de Janeiro não está condizente com o tratamento dado pela rede hoteleira aos participantes da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece na cidade entre 13 e 22 de junho. Como a capital fluminense só tem 33 mil leitos e são esperados 50 mil participantes, os hotéis aproveitaram para faturar alto, elevando abusivamente as diárias. E mais: de forma oportunista, têm obrigado os hóspedes a comprar um pacote mínimo que eleva o valor da hospedagem em mais de 1.000% (leia quadro acima). Em função disso, uma comissão do Parlamento Europeu chegou a anunciar que não vem mais ao Brasil. A ganância do setor hoteleiro pode prejudicar o sucesso da conferência, para a qual ainda se espera a vinda de cerca de 100 chefes de Estado do mundo todo, e comprometer a credibilidade do País para receber os megaeventos agendados para os próximos anos.

As reservas são intermediadas pela agência de turismo Terramar, que venceu a licitação do Itamaraty para executar o serviço. “Não fomos procurados pelo Parlamento Europeu”, diz Rogério Frizz­i, diretor da empresa. “Inclusive, depois que a polêmica veio a público, oferecemos opções econômicas à comitiva, mas não tivemos resposta.”

Além de preços altos, os hotéis de três a cinco-estrelas somente garantem a reserva para quem compra pacotes mínimos de sete dias. Para o eurodeputado holandês Gerben-Jan Gerbrandy, o governo brasileiro deveria intervir. “A Rio+20 oficial tem apenas três dias. Alguns membros do Parlamento planejavam reservar apenas duas noites, mas teriam de pagar de sete a dez noites”, protestou o deputado, que calculou o custo da missão em 200 mil euros (cerca de R$ 500 mil). Com isso, há procura por estabelecimentos em cidades próximas, como Niterói e Petrópolis, e o prefeito Eduardo Paes conclamou os cariocas a alugar quartos para os visitantes.

Os altos preços das diárias também comprometem a participação de parlamentares brasileiros. A Câmara dos Deputados decidiu não custear a viagem dos deputados federais ao Rio. “Fiquei sabendo que o preço cobrado é algo em torno de R$ 1,6 mil a diária. Na minha avaliação, é um preço abusivo”, reclamou o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), que vai convocar o setor hoteleiro do Rio de Janeiro para explicar o porquê de tarifas tão elevadas. Segundo ele, 100 parlamentares iriam acompanhar o evento. O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, deputado Sarney Filho (PV-MA), disse que os aumentos demonstram a insensibilidade dos donos de hotéis. “Em vez de aproveitar para atrair, estão aproveitando para extorquir”, disse Sarney, assegurando sua presença na conferência. “Eu garanto que vou porque não fico em hotel, fico na casa de amigos.”

O presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino, disse que a visão imediatista dos empresários prejudica o desenvolvimento do turismo no País. Segundo ele, em outros lugares, os megaeventos não impactam tanto as tarifas. “A conferência não deve ser vista apenas como chance de realizar lucros, como se o mundo fosse acabar amanhã”, reclamou Dino. Com a Europa em crise, não são somente os parlamentares se assustaram com os preços. As delegações dos governos reduziram em 30% o número de representantes para cortar gastos, segundo o chefe da seção de cooperação da Delegação da União Europeia no Brasil, Jérôme Poussielgue. Uma pesquisa do site Hoteis.com, divulgada em março, chegou a apontar os hotéis cinco-estrelas do Rio como os mais caros do mundo, com diária média de R$ 1.178, preço 21% mais alto do que a segunda colocada, Nova York. Por conta da conferência, o que estava nas alturas atingiu a estratosfera. Procurada por ISTOÉ, a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH-RJ) não quis se pronunciar.

Depois de receber muitas queixas, o Ministério da Justiça resolveu entrar em campo e abriu uma investigação para apurar eventuais abusos econômicos. O Procon do Rio de Janeiro também está acompanhado a situação. Com vários megaeventos no calendário da cidade, como a Jornada Mundial da Juventude em 2013, a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016, se não agir logo, o Brasil corre o risco de ficar refém da rede hoteleira e espantar turistas, em vez de atraí-los.

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– Brasileiros Buscam o Quê no Trabalho?

O que os brasileiros realmente buscam nos seus empregos?

Em geral, é a boa remuneração, segundo pesquisa entre 10.000 pessoas (citação abaixo).

Os trabalhadores mais velhos buscam desafios; os da casa dos 40 anos procuram dinheiro; já os novatos querem reconhecimento no trabalho. Segue a matéria, extraída de “Época Negócios, Maio 2012/, pg 22”.

É O DINHEIRO, CHEFE

Qualidade do gestor? Estabilidade? Esqueça. O que o brasileiro busca em uma empresa é o contracheque gordo, recheado de benefícios.

Por Raquel Salgado

A consultoria LAB SSJ perguntou para 10 mil brasileiros de diferentes gerações o que eles mais valorizam numa empresa. Esqueça atributos como responsabilidade social, estabilidade e qualidade do gestor. O que conta mesmo, segundo os entrevistados, é a possibilidade de crescer na carreira, ganhar bem e ter bons benefícios. Por isso preferem empresas sólidas como Petrobras e Vale. “As pessoas estão mais preocupadas com seus desejos individuais do que com a estrutura das empresas”, diz Isadora Marques, gerente de pesquisa da consultoria. Não quer dizer que o ambiente e a qualidade do chefe não sejam importantes. São. Mas as pessoas só percebam isso quando já dentro da empresa.

ATRIBUTOS MENOS VALORIZADOS

1-Estabilidade no Trabalho,

2-Gestor confiável e respeitável,

3-Que a empresa seja reconhecida como um bom lugar para trabalhar,

4-Que o ambiente de trabalho seja divertido.

ATRIBUTOS MAIS VALORIZADOS

1-Boas Perspectivas na Carreira,

2-Reconhecimento e valorização,

3-Desenvolvimento de novas capacidades e participação em cursos e treinamentos,

4-Que a empresa ofereça ótimos benefícios.

POR GERAÇÕES

1-BABY BOOMERS, nascidos entre as décadas de 40 e 60, é a geração que mais prioriza trabalhos que ofereçam desafios. Também é a que mais quer trabalhar em uma empresa na qual possa confiar.

2-GERAÇÃO X, nascidos entre as décadas de 60 e 80, é a que mais se preocupa com a remuneração.

3-GERAÇÃO Y, nascidos entre meados da década de 70 e 90, é a turma que mais valoriza a perspectiva de crescimento na carreira e reconhecimento do trabalho.

EMPRESAS MAIS ADMIRADAS PELA GERAÇÃO Y

1-Petrobras 22%

2-Vale 21%

3-Google 10,9%

4-Coca-Cola 10%

5-Natura 7,5%

6-Unilever 7%

7-Globo 6,3%

8-Nestlé 5,4%

9-Itau 5,3%

10-Ambev 4,6%

– Lavagem de Dinheiro através de Postos de Combustíveis

O ramo de combustíveis é extremamente complicado. Aqui no Brasil, os velhos problemas de sempre: margens apertadas, adulteração e concorrência desleal. Agora, um novo problema: a lavagem de dinheiro através do crime organizado pelos postos.

A seguir, link com o material completo das ações dos bandidos, e o alerta: a combinação de postos com preço reduzido, aparência extremamente bonita e recebimento de combustíveis sem teste podem ser indicadores da ação destes estelionatários, pois não se preocupam com qualidade, custos, lucros ou prejuízos, pois querem apenas esquentar dinheiro!

A matéria está em:

http://www.fecombustiveis.org.br/revista/reportagem-de-capa/lavagem-de-dinheiro.html

Extraído da Revista Combustíveis e Conveniência, Ano 7, ed 64.

– Criando Talentos na Administração de Empresas! Como?

Compartilho interessante matéria da Época Negócios a respeito da criação de talentos!

Para o Presidente da FESA, Alfredo Assumpção, empresa de recrutamento de altos executivos e autor do livro: “TALENTO, a verdadeira riqueza das nações, a criação de talentos não aocntece nas universidades, mas sim nas empresas!

Em: http://epocanegocios.globo.com/Opiniao/noticia/2012/05/que-tal-criar-talentos.html

– Grandes X Pequenos na Administração de Empresas

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

– Clube que Financia Federação?

A Federação Paranaense teve o prédio leiloado por R$ 3 milhões para cobrir as dívidas com o INSS, segundo a Coluna “De Prima”, pg 02, por Marcelo Damato. Mas o que assusta é o seguinte: Ela tem R$ 70 milhões de contas a pagar, sendo que deve R$ 15 milhões ao Atlético Paranaense!

É a mortadela fatiando a máquina? Como pode um clube ser tão credor de uma entidade?

– Casas Bahia e Ponto Frio voltariam às mãos da Família Klein?

O inferno de Abílio Diniz não cessa.

Após tentar de todas as formas continuar no Conselho de Administração do Pão-de-Açúcar e não conseguir a permissão do Casino (o novo proprietário-mor), agora é Michel Klein quem quer tomar mais uma de suas empresas: a Via Varejo, dona do Ponto Frio e Casas Bahia.

Abílio comprou o Pão de Açúcar e parte das Casas Bahia, tornando-se acionista majoritário. Porém, apoiados pelo Bradesco e Citibank, os Kleins financiariam a recompra de ações.

Imaginaram perder o controle acionário de tudo isso em tão pouco prazo?

– Black Friday Paraguay

Recentemente, tivemos uma imitação do “Dia de descontos dos EUA”. Imitando os americanos, as grandes redes varejistas brasileiras escolheram um único dia para queimar seus produtos, a quase 70% de descontos.

Agora, nossos hermanos de Ciudad Del Este farão o mesmo, em 1000 lojas, começando hoje (sexta-feira dia 11) e terminando dia 13.

Sabem qual a preocupação?

A concorrência com Miami! Ir para os EUA e trazer bons produtos está mais barato, e isso fez com que aquele que viajava para o Paraguai pensasse duas vezes antes de se aventurar.

Se vale a pena, não sei. Mas sinceramente dou preferência a produtos de boa qualidade, e provindos de Ciudad Del Este, confesso, não acredito muito. E você?

– Possível Aumento do Combustível

Proprietários de automóveis (e, claro, não proprietários também), atenção: os combustíveis certamente terão seus preços majorados em breve.

A presidente Dilma Roussef já declarou que será difícil manter os preços. O motivo principal é o valor em alta do barril de petróleo no mercado internacional.

A Petrobrás vem segurando o aumento há tempos; porém, ela não subiu os preços a fim de segurar a inflação. E de maneira clara: ela não está perdendo dinheiro, está apenas deixando de ganhar muito!

Levemos em conta o pré-sal: por que precisamos aumentar os preços se somos “autosuficientes”, como anunciado pelo ex-presidente Lula, na gestão passada?

Simplesmente porque a política de preços é baseada no mercado externo. Não importa o custo de produção do país, a regra é: usar o valor dos negócios no estrangeiro.

Discordo de tudo isso, mas infelizmente é assim que funciona…

Sobre o índice: fala-se de 5 a 10%, e lembrando que aumentando o preço do petróleo, temos um efeito cascata, pois aumenta-se o frete, os alimentos, os custos de produção…

Vale a pena ficar atento!

– Geração, X, Y, Z… elas estão prontas para Mudanças Sociais?

Li numa das Revistas Semanais (e aqui ficarei sem citar por descuido pessoal na anotação) sobre os tipos de geração da sociedade. Eu sou da Geração X, da década de 70. A Geração Y entre os nascidos nos anos 80 e 2000, e a Z a mais jovem.

O que isso importa?

Importa os valores de cada geração. No início do século, tínhamos a “Geração Greatest”, disciplinadíssima e conservadora. Nos anos 30 veio a “Geração Silenciosa”, de gente desinteressada dos problemas mundiais. Depois, nos anos 50, os Baby Boomers, os contestadores! A X se mostrava competitiva, a Y tem se revelado Engajados e a Z tenderá a ser Multitarefas.

Tudo isso, claro, é variável de indivíduo para indivíduo. Entretanto, nos mostra o cenário que se reflete nos costumes e na administração de empresas. Claro que os profissionais de amanhã nascem convivendo com a interação do cyberespaço, diferente da minha, onde somente quando adulto conheceu o email, ou ainda mais diversa da do meu pai, avesso a uso de algumas tecnologias.

Assim, fica a percepção: cada vez mais o mundo mudará, com agilidade e radicalidade. Independente da Geração, estaremos prontos para vivenciá-las?

– Negros e Negras na Administração de Empresas

Uma coincidência interessante: Tanto a Folha de São Paulo quanto a Revista Veja trazem matérias que envolvem negros no trabalho.

No Brasil, apenas 5% dos cargos diretivos / chefia nas organizações têm um negro à frente! (FSP). Já na Veja, há a interessante entrevista de Úrsula Burns, a primeira mulher negra a ser presidente de uma corporação importante nos EUA (a Xerox), falando sobre o tema e de outro tão interessante quanto: a capacidade inovadora do povo americano.

Vale a pena dar uma lida.

– Consumo Esperado de Combustíveis nos Veículos Brasileiros

O INMETRO realizou um trabalho de pesquisa com inúmeros parceiros, referente ao consumo de combustíveis dos veículos brasileiros.

Após o vasto estudo, divulgou o gasto médio esperado dos automóveis. No link, a tabela de modelos e quanto eles devem fazer por litro. Abaixo, clique em:

TABELA CONSUMO MÉDIO DE VEÍCULOS

– Bancos pela Internet superam os Bancos Físicos

Na semana passada, a movimentação dos bancos pela internet superou as das agências. E aqui vale algumas considerações:

– Para o cliente, resolver seus problemas/operações de dentro de casa é muito mais cômodo do que ir a agência; evita-se filas, perda de tempo e busca de vagas para estacionamento;

– Para o banco, lógica economia. Menos caixa, menor número de agência, e menos dinheiro circulando, evitando que bandidos ataquem agências…

Porém…

Mais ataque a caixas eletrônicos e crimes virtuais. Ou isso não é a realidade?

Realizo muitas transações via bankline. Mas conheço muitas pessoas que, por medo de golpes, evitam usar a internet. E você? Usa o meio virtual sem medo?

– Globalização das “Transnacionais” da Alimentação do Brasil

Vejam só: as redes Fogo-de-Chão, Giraffas e Spoleto, junto a outras pioneiras, estão cada vez mais querendo ganhar o mundo e traçam suas estratégias de mercado. Após consistente crescimento tupiniquim, querrem EUA e Europa!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1084172-redes-brasileiras-exportam-churrasco-e-macarrao.shtml

REDES BRASILEIRAS EXPORTAM CHURRASCO E MACARRÃO

Por Marianna Aragão

Nos próximos três anos, a rede de churrascarias Fogo de Chão pretende abrir de 10 a 12 unidades nos Estados Unidos, em cidades como Boston e Nova York.

No Brasil, os planos são mais modestos: a previsão é inaugurar apenas três lojas nesse período.

A opção pelo mercado americano reflete uma estratégia particular do grupo, que busca cidades com mais de 2,5 milhões de pessoas para instalar suas churrascarias.

Mas não só. A exemplo da Fogo de Chão, grupos como Giraffas e Trigo, dono do Spoleto, estão acelerando seus planos de internacionalização, numa demonstração de apetite das redes por consumidores de outros países.

A queda nos preços do aluguel dos imóveis comerciais após a crise e a expectativa de vender para uma população com maior poder aquisitivo explicam a estratégia.

Fundada em 1979 por dois irmãos gaúchos -e vendida integralmente em 2011 para o fundo de investimentos GP–, a Fogo de Chão já tem 18 unidades nos Estados Unidos, ante sete no Brasil.

“Identificamos 52 cidades com potencial para receber um de nossos restaurantes; somente três no Brasil”, diz o paranaense Jandir Dalberto, um ex-passador de carne que hoje é presidente da rede.

Com 360 lojas no Brasil, a Giraffas abriu sua primeira loja internacional em Miami, na região nobre de Bal Harbour, em julho de 2011. Até o fim de 2013, serão 11 lojas.

O perfil das lojas teve de ser modificado para atender o consumidor americano.

Além de mais espaçosas, as lojas têm um modelo misto de atendimento, com pedidos no caixa, mas também garçons que servem à mesa. O cardápio também sofreu alterações -há ingredientes mais nobres em saladas e em massas, segundo a empresa.

O investimento em uma loja da rede nos Estados Unidos também é maior: de US$ 650 mil (R$ 1,24 milhão), ante US$ 355 mil (R$ 675 mil) em uma franquia no Brasil.

Segundo o presidente da subsidiária americana, João Barbosa, com um tíquete médio de US$ 12 a US$ 16 (de R$ 23 a R$ 30), a companhia não compete com redes como McDonald’s e Burger King.

A fim de abrir as primeiras 11 unidades, a companhia levantou R$ 35,5 milhões com investidores brasileiros, alguns deles donos de lojas da rede no Brasil.

Para especialistas, a expansão internacional deve vir acompanhada de planejamento e estudo dos hábitos locais. “A escolha dos parceiros, sejam fornecedores, seja o próprio franqueado, é outro ponto crítico”, diz Adir Ribeiro, da consultoria Praxis.

A rede Habib’s, uma das maiores do país, teve de desistir de seus planos no México, após problemas com franqueados. Em 2006, a empresa fechou sua última loja no país -chegou a ter oito unidades mexicanas.

– Evo Morales, amado e odiado

A comunidade dos cocaleiros, agricultores que vivem do plantio da folha de coca, ama o presidente boliviano Evo Morales.

A região mais desenvolvida da Bolívia, Santa Cruz de La Sierra, o odeia.

Agora, Evo anuncia a estatização da espanhola “Transporte de Eletricidade”, responsável pela distribuição de energia elétrica boliviana.

Alguns disseram que ele imitou a ação ditatorial de Christina Kirchen, que estatizou a petrolífera YPF. Errado: Evo fez o que sempre fazia, pois, não foi ele quem tomou algumas plantas petrolíferas da Petrobrás?

Aliás: e quem pagou pelos prejuízos da empresa brasileira que investiu por lá?

– Nicolas, Eterno! E por Vontade de Quem?

Nicolas Leoz, presidente da Conmebol, revelou que seu cargo é vitalício. O mandatário disse que em 1997, em Santa Cruz de La Sierra, os presidentes das Associações Nacionais sugeriram que ele permanecesse para sempre no poder, devido a boa administração.

Já imaginaram que voto de confiança? Fico pensando e não consigo encontrar a quem eu daria, caso tivesse poder para tal, possibilidade de permanência vitalícia a qualquer cargo administrativo, seja no esporte ou na política.

E você? A quem daria um cargo vitalício? Deixe seu comentário: 

 

– Febre das Amostras Grátis Chega ao Brasil

No Japão, lojas que dão amostras grátis de seus produtos se tornaram um modismo. E esse mesmo modismo está chegando no Brasil, com algumas redes abrindo suas filiais aqui.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/67674_PODE+VIR+QUE+E+DE+GRACA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

PODE VIR QUE É DE GRAÇA

por João Loes

Chegam ao Brasil as lojas de amostras grátis, de onde é possível levar, sem pagar, produtos de até R$ 100

Imagine entrar em uma loja com os últimos lançamentos de marcas consagradas de todos os setores, escolher o equivalente a R$ 500 em compras e sair sem pagar nada – nem ser preso por roubo. Isso será possível no mês que vem, com a inauguração da primeira loja de amostras grátis do País, na cidade de São Paulo. Nela, consumidores associados poderão escolher até cinco produtos para levar para casa, com a condição de que respondam a um questionário virtual de avaliação. E para se associar basta desembolsar uma anuidade simbólica que não passa dos R$ 15. Este modelo de negócios, batizado de tryvertising – uma fusão das palavras try (experimentar) e advertising (propaganda) –, desembarca no Brasil depois de quatro anos de sucesso no Japão, na Espanha e nos Estados Unidos. “Corri para me cadastrar”, conta a socióloga paulistana Cristiane Donini, 40 anos. “Como posso levar sem pagar, acho que vou me sentir mais livre para experimentar produtos que eu não levaria se tivesse que pagar.”

Dar diferentes opções de amostras grátis para o consumidor é a novidade dessas lojas. Embora sejam usadas pela indústria da propaganda, as amostras, de maneira geral, chegam ao comprador em potencial sem muito critério, como um sachê de xampu em uma revista, bebidas em um bar ou produtos em supermercados. O produto pode até acabar nas mãos de quem interessa, mas o risco de que a amostra seja esquecida ou descartada é enorme. No tryvertising um importante filtro entra em ação logo de início: o da escolha do comprador, pois ele quer o produto. “Com isso, a avaliação que recebemos é mais relevante”, explica João Pedro Borges Badue, publicitário e sócio da Sample Central!, uma rede internacional de lojas de amostras grátis que abre sua filial brasileira em junho, também em São Paulo. “Culturalmente, o brasileiro é curioso e aberto ao que é novo”, lembra Badue, que investiu R$ 4 milhões na empreitada com sócios como a agência Bullet e a empresa de pesquisas Ibope. No primeiro ano, eles esperam recuperar o investimento faturando R$ 7 milhões.

A pioneira no Brasil será o Clube Amostra Grátis, que abre as portas em 11 de maio num espaço de 400 m2. “Como não temos vínculos fortes com agências de publicidade, podemos aumentar a variedade de amostras grátis em nossas gôndolas”, diz Luis Gaetta, publicitário e fundador do clube. Ter uma carteira variada de clientes expondo é fundamental, pois parte do faturamento das lojas decorre da venda dos espaços nas gôndolas às empresas que querem exibir seus produtos. Somadas, as expectativas de cadastro de clientes no primeiro ano das duas lojas chega a 60 mil pessoas. Parece que dar opinião finalmente virou um negócio lucrativo para todos.