– Nota Fiscal Com Impostos Discriminados. Pra quê?

Dilma Roussef assinou a lei que obriga o comerciante a emitir a Nota Fiscal com os impostos discriminados, ou seja, relatados a parte.

A ideia é de que o consumidor saiba o quanto pagou do produto e o custo dos tributos.

Particularmente, acho a ideia uma grande bobagem demagógica. O correto deveria ser reduzir a carga tributária.

De que adianta o consumidor saber o custo pago ao Governo, se ele continua sendo onerado? Baixe os valores dos impostos, dona Dilma!

– A Importância de Atender Bem ao Consumidor

Muitos devem ter ouvido falar do vídeo “Não é uma Brastemp”. Afinal, foram quase meio milhão de visitas no YouTube, cujo vídeo mostra a insatisfação de um comprador de geladeira descontente com a qualidade da Brastemp. O nome vem a partir de uma ironia às tradicionais propagandas da marca.

Abaixo, uma interessante matéria sobre como as empresas devem cuidar da sua imagem e a repercussão veloz sobre desrespeitos ao cliente, graças às mídias sociais.

Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Março/2011, pg 139-140 (por Flávia Yuri, Débora Fortes e Viviane Maia)

O MARKETING BOM DE PAPO

O procurador público Oswaldo Luiz Borelli, 58 anos, não é exatamente um fã de tecnologia. Em pouco mais de um ano depois da criação da sua página no Twitter, tinha 16 seguidores e nenhum post. Isso não impediu que ele protagonizasse um dos episódios de maior repercussão na rede social em janeiro deste ano. Borelli fez um vídeo contando sua saga para trocar uma geladeira Brastemp. Depois de três meses de uso, ela estava com um vazamento de gás que as autorizadas não conseguiam consertar. Foram três meses de contato com o atendimento da Brastemp até conseguir um acordo. Ele deveria entregar a geladeira quebrada e pagar uma diferença por um modelo novo. Mas a empresa não entregou o produto na data combinada. “Depois de 90 dias sem geladeira, estourei”, afirma. Com o vídeo Não é uma Brastemp, Borelli angariou 3,2 mil seguidores no Twitter e teve mais de 470 mil visualizações. No dia 21 de janeiro, o vídeo colocou a marca Brastemp entre os quatro assuntos mais comentados no Twitter no mundo. Cinco dias depois de postá-lo no Twitter e no Facebook, o problema foi resolvido.

Há, no episódio vivido pelo procurador, pelo menos seis lições sobre a relação entre consumidores, marcas e empresas nos dias de hoje:

1) As companhias estão a um clique do consumidor;

2) As redes sociais amplificaram a voz do cliente;

3) Mesmo organizações detentoras de supermarcas não estão preparadas para responder na velocidade que a internet exige;

4) As empresas não conseguem mais se esconder atrás da velha e burocrática forma de atendimento ao consumidor;

5) As marcas precisam de monitoramento constante;

6) O novo consumidor, que alcança a empresa pelos novos canais da internet, não é só o jovem antenado. Cada vez mais, essas lições passam pelas redes sociais.

O que fazer para proteger uma marca de campanhas negativas que se espalham em nanossegundos? Assimilar os ensinamentos acima é dar o primeiro passo no que especialistas chamam de marketing do futuro ou novo marketing. Mas, mais do que isso, entender quais serão as estratégias capazes de alcançar o consumidor do futuro passa, necessariamente, por entender de que forma esse novo consumidor pesquisa, escolhe, compra e se relaciona com marcas e empresas.

EU OPINO, TU OPINAS, ELE COMPRA

O consumidor do futuro já existe. Ele quer opinar, escolher, criticar e sentir que é ouvido com interesse. “Os consumidores querem conversar com as marcas, e isso não é banal. Poucas empresas estão prontas para esse diálogo”, diz Pedro Porto, diretor de convergência da agência Fischer+Fala!.

Como se cria esse relacionamento? No futuro, a construção de uma marca será muito parecida com a construção de relações pessoais. “Você não pede abruptamente para que alguém seja seu melhor amigo ou se case com você. É preciso se comunicar sem ferir a privacidade, a inteligência e sem desrespeitar o tempo que ele tem para te ouvir”, diz a americana Charlene Li, fundadora do Altimeter Group e ex-pesquisadora da Forrester Research. “O objetivo é conquistar a confiança do consumidor.”

Para Charlene, a tônica do relacionamento entre marcas e consumidores no futuro será o compartilhamento. “A principal dificuldade das empresas nessa abordagem é que, ao compartilhar, ela perde o controle da mensagem. Não diz apenas o que quer e ponto”, afirma a pesquisadora. “A mensagem é construída e desconstruída na interação com o interlocutor. É um processo que requer muito mais habilidade.”

O vazamento de uma foto do novo Uno duas semanas antes de sua divulgação ilustra a diferença de abordagem de quem está disposto a aprender a conversar. “Em outros tempos, a empresa poderia negar, mas pegamos o caminho da transparência e ficamos acompanhando a discussão sobre o produto na rede”, diz João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat. “As redes sociais funcionam como uma grande festa. Você não pode querer furar a fila do banheiro ou trocar a música quando todos estão dançando na pista”, afirma Ciaco. “É preciso se enturmar e entender as regras de convivência.”

As redes de amigos assumem um papel cada vez mais importante nas escolhas de compra. No futuro, o poder da recomendação boca a boca será potencializado por ferramentas de busca em redes sociais, capazes de trazer instantaneamente a avaliação de amigos sobre produtos e serviços. Será comum o consumidor checar pelo smartphone ou pelo tablet o que seus amigos pensam de um determinado produto. Essa pesquisa instantânea em frente à gôndola será determinante na escolha de marcas e serviços. Em 2010, 86% dos usuários de internet no Brasil participavam de redes sociais e gastavam mais de cinco horas por mês nesses sites, de acordo com estudo da consultoria Nielsen. “Estima-se que em 2020 teremos 5 bilhões de usuários de internet em todo o mundo. Desse total, 70% estará em redes sociais, interagindo ainda mais com amigos, marcas e produtos”, afirma Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

– Economia em Pequenas Coisas faz com que Lucro das Empresas Aéreas se Maximize

Veja que conta interessante (antiga, mas atual): segundo a Revista Veja (Ed 28/07/2010, pg 98), 1 quilo a menos transportado por um avião faz com exista uma economia de 11.500 galões de combustíveis por ano, ou US$ 23,000.00. Numa empresa com 100 aviões, isso representa 2,3 milhões de dólares.

Conta rápida: um forno de avião pesa cerca de 100 quilos. Assim, apenas no equipamento de uma única aeronave, uma empresa economiza 2 milhões. Se tiver 100 aviões, deixa-se de gastar US$ 200,000,000.00.

Dá para entender por que não se serve mais comida quente mas lanche frio em avião?

– A Tupperware volta ao velho método: venda de porta em porta nas reuniões entre mulheres

A marca de potes de plástico Tupperware sempre foi muito conhecida. Mulheres revendiam às amigas em reuniões caseiras, no mais prático conceito de venda direta. Entretanto, ao abandonar tal prática, a empresa quase sumiu do país. Agora, a aposta é a retomada do velho método.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/38957_RECEITA+CASEIRA

RECEITA CASEIRA

Por Crislaine Coscarelli

A americana Tupperware deixou de investir nas famosas reuniões domésticas para venda de potinhos de plástico. Resultado: perdeu mercado. Ao resgatar a velha fórmula, seu faturamento voltou a crescer

A americana Tupper-ware, fabricante de embalagens plásticas e que obteve faturamento global de US$ 2,1 bilhões em 2009, conseguiu o que toda empresa almeja: fazer com que sua marca se torne sinônimo da categoria.

E isso foi construído graças ao seu estilo de negócio. As vendas são feitas durante reuniões na casa de clientes, envolvendo, às vezes, uma dezena de mulheres. A empresa cresceu muito com essa fórmula em seus 64 anos de vida.

Na década de 1990, contudo, ela tentou ingressar na onda da internet e passou a apostar em sua loja virtual, praticamente, deixando de fora o sistema de reuniões. Resultado. As vendas desabaram cerca de 50%, entre 1998 e 2008.

Inclusive no Brasil. “Nós erramos e pagamos um alto preço por isso”, diz à DINHEIRO Rick Goings, 65 anos, CEO mundial da Tupperware. Dono de um estilo showman típico dos americanos, ele esteve no Brasil na sexta-feira 22, onde comandou a convenção anual da companhia, realizada em um hotel na orla de Trancoso (BA).

O executivo aproveitou a estada para inspecionar a fábrica da empresa, localizada no Rio de Janeiro. A escolha do local se deveu à força que o País possui entre os 100 mercados nos quais a companhia atua. Enquanto as vendas globais cresceram 16% no ano passado, por aqui elas avançaram em 40%.

Para este ano, a aposta é ainda mais agressiva: ampliar a receita em 50%. Tamanho otimismo se deve a algumas peculiaridades do Brasil. É aqui que vive a maior distribuidora global da marca Tupperware, a paulista Andréa Reis.

Radicada em Belém (PA), ela abriu sua própria empresa, a Estratégia, para liderar outras revendedoras e acabou conquistando o título no ano passado. Hoje, a cada 1,8 segundo acontece uma reunião de demonstração dos produtos da companhia em algum canto do planeta.

“Deixei o trabalho no escritório da própria Tupperware para me dedicar à venda direta. Hoje sou empresária e o negócio, assim como minha renda, não para de crescer”, diz. Andréa integra um exército formado por 2,5 milhões de revendedoras espalhadas pelos cinco continentes.

“Sou o homem mais sortudo do mundo por trabalhar em meio a tantas mulheres”, brinca Goings. A Tupperware é, de fato, um caso de sucesso. Cada pote pode custar algo entre R$ 15 e R$ 60.

O modelo genérico sai por módicos R$ 10. Apesar do preço elevado, ela segue como uma referência no setor.  “A qualidade de nosso produto é superior. E o segredo é o sistema de vedação”, explica o executivo.

“A marca conseguiu conquistar a fidelidade do consumidor, graças a atributos como qualidade”, opina o consultor especializado em marcas Eduardo Tomiya, sócio-diretor da BrandAnalytics.

“As reuniões residenciais são essenciais para a Tupperware, pois a demonstração de uso é a única forma de fazer a consumidora perceber que o custo pode valer a pena”, completa Marcelo Pinheiro, consultor da DirectBiz Consultants.

Agora, a nova batalha comandada por Goings é voltar a se impor no mercado criado pela companhia em 1946. No Brasil, o segmento de venda direta, incluindo cosméticos e cuidados para o lar, movimentam aproximadamente R$ 21,8 bilhões. Desse total, os potes de plásticos, de grife ou não, respondem por uma fatia de cerca de 20%.

“Queremos estar presentes na casa de cada brasileiro”, afirma o principal executivo da Tupperware. Para chegar lá, além de fortalecer o foco nas reuniões, por meio de treinamento das revendedoras, ele aposta na ampliação da linha de produtos.

O principal item é o Eco Tupper, uma garrafa plástica com capacidade para armazenar um litro de água. A ideia é que a nova embalagem acompanhe as consumidoras à academia e ao trabalho. E, claro, ela será vendida apenas em reuniões.

– Sites não recomendados pelo Procon

Se você costuma comprar pela Internet, cuidado com alguns sites. O Procon recomendou que se evite mais de 200 sites de e-commerce que costumam dar prejuízos aos seus clientes.

A lista pode ser acessada no próprio site do Procon, em: http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_sitenaorecomendados.pdf
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– Educação Coreana X Educação Brasileira

Vejo uma edição antiga da Época Negócios (set/2011, pg 134-136), onde há uma interessante matéria de Débora Fortes, a respeito da Coréia do Sul. E me chama a atenção sobre a Educação por lá. Veja só:

– 84% dos alunos estão na faculdade.

– Nota 9 é uma nota ruim. A busca é pelo 10.

– Sábado não é dia de aula. Mas é dia de ir à faculdade por conta própria para estudar.

– Não pesquisam qualquer coisa, mas sim o que dá lucro!

– 20% das aulas são em inglês.

Outras curiosidades, abaixo:

O SEGREDO NÃO É OLHO PUXADO. É ENSINO PUXADO

O sofisticado sistema de educação montado pela Coreia foi também um elemento imprescindível para que o país ganhasse destaque na inovação. Currículos e livros didáticos mudam rapidamente, conforme a necessidade do mercado. “Se você não tiver uma educação capaz de fazer as pessoas mudarem depressa, não terá inovação. A cada quatro ou cinco anos, há um novo plano nacional de educação na Coreia, amplamente discutido”, diz Song Won Park, professor do Departamento de Engenharia Química da Poli/USP.

Mercado virou uma palavra fundamental dentro das faculdades. “A cooperação com as empresas é intensa. Qualquer companhia pode usar a infraestrutura e os cérebros da universidade”, diz o professor Youngil Kim, da SKKU (Universidade Sungkyunkwan). Com isso, entra mais capital privado para pesquisas. Também na lista das universidades mais importantes do país, a SKKU tem um de seus campi na cidade de Suwon, onde está o Q.G. de pesquisas da Samsung Electronics. Não foi por acaso. Na década de 60, a empresa comprou a universidade, que tinha base em Seul. Hoje, a Samsung é a dona da Fundação da SKKU, com um orçamento anual de cerca de US$ 76 milhões. Além de ter acesso aos cérebros da faculdade durante os cursos, contrata muitos deles logo que se formam.

Por olhar para o mercado, as universidades já não perseguem qualquer tipo de inovação. Querem as lucrativas. “A corrida por patentes não é tão rápida na Coreia quanto imaginávamos. Em muitos casos, eles preferem produzir primeiro e patentear depois. O mais importante é o tempo que uma invenção leva para chegar ao mercado”, diz o professor Guilherme Vaccaro, gerente de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), localizada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Ele esteve com outros quatro professores da Unisinos na Coreia, durante cinco meses, para estudar o modelo de educação e identificar o que o Brasil pode aproveitar. “Um divisor de águas para o Brasil seria termos um relacionamento universidade/empresa nos moldes do que existe na Coreia.”

Durante a missão, a Unisinos assinou seis acordos de cooperação com instituições coreanas, um deles com a SKKU. A universidade também atraiu investimento privado para o país. A Unisinos vai cooperar e receber investimentos da HT Micron, uma joint venture formada entre a coreana Hana Micron e a brasileira Altus. A empresa está investindo US$ 10 milhões na construção de uma fábrica em São Leopoldo. Outros US$ 25 milhões devem ser injetados no instituto de pesquisas e desenvolvimento da Unisinos na área de semicondutores. “Se a companhia tiver sucesso, vamos investir mais”, diz Hyouk Lee, diretor do Instituto de P&D da Hana Micron.

Com a mentalidade de gerar resultados já incorporada às universidades, a nova onda do ensino coreano é investir em currículos multidisciplinares. A fusão de disciplinas pode envolver, por exemplo, habilidades complementares como engenharia e administração. “Estamos fazendo uma grande mudança no sistema educacional. A ideia é produzir uma geração de trabalhadores mais criativa”, diz o professor Bong Joo Lee, da SNU.

Outra mudança é a preocupação de ter cursos mais globalizados. Na SNU, 20% dos cursos de graduação estão sendo dados em inglês. Há ainda um investimento mais forte em pesquisa de base, uma etapa que a Coreia havia pulado. Antes, só se pensava em pesquisa aplicada. “Habilidades originais serão fundamentais. Não adianta ficar só copiando e aplicando”, diz Joo Lee. Neste momento, algumas das áreas promissoras são biotecnologia, ciências naturais e nanotecnologia.

Além de dar aulas em inglês, as universidades têm importado professores. O plano é reforçar áreas que os coreanos consideram prioritárias, como o design. A professora Mary Kathryn Thompson veio do MIT para dar aulas no Kaist, em 2007. Todo aluno do primeiro ano, não importa a especialidade, tem de cursar Introdução ao Design e Comunicação. “Aqui, os estudantes têm praticamente as mesmas oportunidades dadas no MIT, incluindo pesquisas, estágios e atividades extracurriculares”, diz ela. Com os esforços feitos, a Coreia já conseguiu emplacar duas universidades no ranking das 100 melhores do mundo. A SNU e o Kaist estão no QS World University Rankings 2010-2011. Na lista, não há um único representante brasileiro.

– Gerentes no Trabalho: Importância Maior e em Menor Número

Dias atrás, Graziele Oliveira da Revista Época (ed 19/11/2012, pg 74-75) trouxe uma interessante matéria sobre a redução de gerentes no ambiente de trabalho.

Tal nível hierárquico conta com menos profissionais, que são mais cobrados e ganham consequentemente mais importância.

No texto, há até uma “receita” do bom gerente:

A RECEITA DO BOM GERENTE

O bom gestor atende aos anseios da equipe, mas segue também algumas ações fundamentais:

FORMAR – O bom chefe incentiva e facilita que o funcionário estude. No dia a dia, faz com que os integrantes da equipe ganhem experiência relevante

INFORMAR – Ele mantém cada um informado sobre seus objetivos e meios, a qualidade do trabalho feito e o que é preciso mudar.

DELEGAR – Permite que os integrantes da equipe assumam novas responsabilidades e desafios adequados.

DEFENDER – Assume responsabilidades e mostra-se parte da equipe frente à empresa e aos superiores, nos bons e maus momentos.

ANIMAR – Mantém o ambiente leve e animado. Age com educação e atenção real às necessidades de cada integrante da equipe.

– Ambev supera a Petrobras

Nessa semana, a Ambev se tornou a maior empresa do Brasil, conseguindo um feito inimaginável há algum tempo: passar a Petrobrás!

Sabem quanto a empresa está valendo? Quase R$ 250 bilhões!

Extraído de: http://is.gd/VaAuW3

AMBEV PASSA PETROBRAS E É A EMPRESA MAIS VALIOSA DO BRASIL

Com o fechamento do pregão desta quarta-feira, companhia de bebidas agora vale R$ 248,76 bilhões, enquanto petrolífera R$ 247,20 bilhões  de valor de mercado

A Ambev (AMBV4) se tornou a empresa mais valiosa do Brasil nesta quarta-feira (21), passando a Petrobras (PETR3; PETR4) nos últimos minutos do pregão na BM&FBovepa. Com a alta de 1,61% das ações PN e de 1,47% das ações ON (AMBV3), a distribuidora atinge valor de mercado de R$ 248,76 bilhões – contra R$ 247,20 bilhões da petrolífera.

A Petrobras valia R$ 358,7 bilhões no começo do governo de Dilma Rousseff, mas perdeu forças conforme a política de preços enfraqueceu o desempenho das ações e levou a companhia a registrar seu primeiro prejuízo em mais de uma década. No último trimestre, a estatal voltou a ter lucros, mas ainda enfrenta temores do mercado por conta de sua política de conteúdo nacional e a volumosa quantia de investimentos necessários para explorar o potencial do pré-sal.

Já a empresa comandada por Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, viu seu lucro subir mais de 50% na última divulgação de resultado, atingindo R$ 2,5 bilhões. Comparada as ações com maior liquidez de cada empresa – PETR4 e AMBV4 -, a estatal já recuou 11,21% no acumulado do ano até esta quarta-feira, enquanto a empresa de bebidas subiu 30,20% – fatores que colaboraram para que uma passasse a outra.

Previsibilidade e MSCI
A empresa de bebidas conta com a vantagem de ter resultados previsíveis, fator levado em conta principalmente em épocas de crise, contra uma empresa que responde basicamente aos mandos e desmandos do governo, que prejudica sua rentabilidade no momento em que usa a política de preços para conter a inflação.

Aliado a isso, vale ressaltar que na semana passada as ações ordinárias da Ambev foram impulsionadas pela notícia de que elas seriam incluídas no MSCI, o índice de ações feito pelo Morgan Stanley e que serve como importante balizador para investidores estrangeiros. Com o ingresso de AMBV3 nesse índice, muitos fundos passivos com rentabilidade atrelada ao benchmark deverão incluir esses papéis em seus portfólios, colaborando para uma forte pressão compradora no papel.

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– Corinthians & Caixa: hora de pagar os Favores Eleitorais?

O Corinthians acertou um milionário patrocínio com a Caixa Econômica Federal. Há tempos sem parceiro master na camisa, o banco estatal resolveu colocar sua marca no mais popular time de SP. Porém, o jornalista da Revista Veja, Lauro Jardim, disse em Outubro no seu twitter e escreveu na própria publicação:

Depois da eleição, Lula se incumbirá de uma nova tarefa. Comprometeu-se com diretores do Corinthians a procurar grandes empresários e resolver de uma vez por todas o patrocínio das camisas do clube. Este ano, o clube de maior torcida de São Paulo, campeão brasileiro, da Libertadores e candidato ao título mundial, não conseguiu se acertar com ninguém. Pediu 35 milhões de reais por um ano.

Na mesma linha, o jornalista Ricardo Perrone lembrou na sua coluna no UOL desta terça-feira:

Antes da Caixa, cartolas do clube sondaram o Banco do Brasil, de capital misto, mas  ligado ao Governo. E responsável por fazer a ponte entre o BNDES, outro banco governamental, e a Odebrecht para o financiamento das obras do estádio do Corinthians. Construção que conta com incentivos da prefeitura. Caixa e Banco do Brasil estão sob a batuta do Ministério da Fazenda, comandado por Guido Mantega, com quem dirigentes corintianos se reuniram recentemente. O encontro foi para tentar agilizar a liberação do financiamento do BNDES para o Itaquerão. O dinheiro ainda não saiu. Menos mal que foi fechado o contrato com a Caixa. Com tantas digitais governamentais, a oposição corintiana já não diz que a diretoria depende de Ronaldo. Passou a dependência para o governo, onde o ex-presidente Andrés Sanchez tem boas relações. O atual diretor de seleções da CBF fez campanha para Fernando Haddad e tem trânsito com Lula. Além disso, recebeu José Dirceu e o deputado petista Vicente Cândido no lançamento de seu livro.”

É hora da devolução dos favores ou não? O pior de tudo é que parece novamente descaso com o dinheiro público, metido em negociatas…

– Despertando a Criatividade por Conviver com Gente Diferente

Compartilho sensacional texto de Howard Schultz – o presidente da Starbucks– sobre Inovação e Criatividade. Ele defende que conversemos com pessoas que não tenha nada a ver com a gente para aprender com as diferenças e inovar. Concordo!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270128-16284,00-UM+GOLE+DO+DESCONHECIDO.html

UM GOLE DO DESCONHECIDO

Que tal explorar novos segmentos, mudar o hábito de leitura ou conversar com gente que nada tem a ver com você? Isso pode fazer um grande bem ao seu negócio

Inspiração e ideias novas podem vir dos lugares mais inesperados. O segredo está na curiosidade de explorar o desconhecido. Muita gente esquece disso. Prefere fincar o pé no que já conhece porque se sente mais segura. Acontece que esse apego ao que é mais cômodo costuma ser perigoso para os negócios, principalmente porque aquilo que hoje funciona pode, facilmente, não funcionar mais amanhã. Há sempre algo a aprender, sobretudo numa época em que o comportamento do consumidor muda com a velocidade da luz, estimulado, em parte, pelas tecnologias em constante desenvolvimento.

Exatamente por isso entrei recentemente para a diretoria do Groupon, o site de compras coletivas. Aos 58 anos, acho que posso absorver muita coisa de uma geração mais jovem de empreendedores de internet, principalmente no que diz respeito às mudanças avassaladoras nos hábitos do consumidor.

Não é fácil sair de um segmento que você domina. É preciso se expor e estar disposto a admitir que existem coisas que você não sabe. Há algumas maneiras bem tranquilas de fazer isso. Ler artigos sobre empresas – ou biografias – que não fazem a sua cabeça é um bom exercício. Num jantar ou reunião, sente-se perto de um desconhecido e comece a conversar. Procure ouvir mais do que falar. Preste atenção nas ruas por onde você passa todos os dias e, ao viajar, não fique dentro do hotel. Saia. Mas, principalmente, esteja aberto ao inesperado.

Sempre procuro fazer esse tipo de coisa. Hoje, quando visito alguma cidade do mundo, deixo livre parte da minha agenda para conhecer os estabelecimentos que servem café, mas também as lojas de segmentos completamente diferentes.

Faz alguns anos, visitei uma lojinha despretensiosa em uma das ruas mais badaladas de Milão. A Coltelleria G.Lorenzi tinha um estoque espetacular de facas, navalhas e talheres artesanais. Na hora em que entrei, percebi que não era uma loja qualquer. Lembrava um museu. Um mostruário solene com iluminação suave exibia tesouras de todos os tipos, grande parte delas feita de aço forjado.

Milhares de itens dispostos meticulosamente atrás de uma lâmina de vidro chamaram minha atenção. Seria impossível a alguém que entrasse ali não perceber a paixão do proprietário por aqueles itens e seu desejo de compartilhá-los. A loja havia transformado ferramentas práticas de corte em obras de arte. Visitá-la foi uma experiência emocional semelhante à que se tem no teatro.

Eu precisava conhecer o homem por trás daquela façanha sutil. Um amigo me informou que a loja pertencia ao senhor Aldo Lorenzi. Demorou um pouco para que eu conseguisse marcar um encontro. Por fim, o sr. Lorenzi concordou em me receber. Quando voltei à loja (acompanhado de um amigo italiano que me serviu de intérprete), um senhor alto e elegante, de terno e gravata impecáveis, nos cumprimentou e, silenciosamente, nos conduziu ao escritório do dono. Agradeci ao sr. Lorenzi aqueles momentos que ele havia me concedido do seu tempo. Ele nunca tinha ouvido falar da Starbucks, e não era minha intenção tocar no assunto. Estava ali para ouvir a sua história. Os minutos transformaram-se em horas à medida que o senhor Lorenzi contava, com toda a humildade, a história da sua família, da sua arte, do comércio que o pai havia fundado em 1929, e o que significava para ele ser comerciante. Eu anotava tudo numa caderneta.

No final da visita, ele me deu um livro de capa cinza em que narrava a história da loja e sua filosofia de trabalho. Comecei a lê-lo no voo de volta para os Estados Unidos e fiquei encantado. Não parecia um livro de negócios, mas o diário de um amigo.

Em quase todos os capítulos, assim como durante o tempo em que conversamos, havia algo a aprender: um pensamento inspirador, uma lição que me levava a reconsiderar meus pressupostos pessoais, ou até mesmo a repensar como a Starbucks poderia continuar a melhorar. O mais importante de tudo, porém, foi que a paixão de Aldo Lorenzi ajudou a reacender em mim a chama da empolgação pelo meu trabalho.

A parte principal dessa história não foi o que o senhor Lorenzi me ensinou. O mais importante foi que eu estava aberto para ouvir o que ele tinha a dizer. Mentores não deveriam ser apenas pessoas iguais a você – ou indivíduos a quem você deseja imitar. Pode-se aprender muita coisa com gente de outras áreas, bem como com pessoas de culturas e gerações diferentes. Antes, porém, você precisa convidá-las a fazer parte da sua vida.

Aldo Lorenzi é dono de uma loja. A Starbucks tem milhares de lojas. Ele se especializou em instrumentos cortantes. Eu entendo de café. Somos de épocas diferentes e não falamos o mesmo idioma. Contudo, ele tinha um monte de coisas a me ensinar. Sempre há algo a aprender, desde que estejamos dispostos a ouvir.

Howard Schultz é fundador, presidente e executivo-chefe da Starbucks. Ele é autor do livro Onward: How Starbucks Fought For Its Life Without Losing Its Soul (Na tradução brasileira, Dedique-se de Coração – Starbucks Coffee)

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– Russi: O Boato se Confirma

Há muito tempo se ouve que o sempre respeitoso e empreendedor grupo Russi estava mal das pernas. A rede supermercadista jundiaiense, que tanto cresceu, demonstrava visivelmente que estava com problemas, devido ao desabastecimento de suas lojas.

Agora, o que era boato se confirma: o grupo se associa ao antigo proprietário do atacadista Assaí, para revitalizar suas lojas.

Boa sorte ao Russi. Empresas da cidade devem ser sempre valorizadas. Mas custa entender: o quê aconteceu para que uma organização tão forte tenha decaído tanto?

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Lembrando: o atual proprietário do Assaí é o grupo Pão de Açúcar.

– O novo Biodiesel vem das Tilápias!

O que dizer da tecnologia de ponta aliada a sustentabilidade? O Governo Federal quer produzir pelo menos 210 milhões de litros de Biodiesel a partir das vísceras de Tilápia!

Abaixo, extraído de: http://is.gd/CM80UT

BIODIESEL DE PEIXE

Projeto da Petrobras e do Ministério da Pesca transforma restos de pescado em matéria-prima de combustível “limpo”

Maior produtor nacional de tilápia, o Ceará está prestes a fechar o ano produzindo 30 mil toneladas do peixe, um crescimento de 10% na comparação com 2011. Seria apenas motivo de comemoração, não fossem as cerca de três mil toneladas de vísceras descartadas no solo. Além de gerar mau cheiro, elas contaminam o lençol freático. Esse aspecto poluente da produção de tilápia logo terá fim. Um projeto tem como meta transformar o descarte em combustível limpo.

A Petrobras Biocombustível e o Ministério da Pesca firmaram uma parceria para intensificar os estudos para, a partir das vísceras, extrair o óleo de peixe. A ideia é que o subproduto do pescado passe a integrar o grupo de produtos que o País transforma em biodiesel (leia quadro). A tecnologia para transformar peixe em combustível já começou a ser testada. No Nordeste, a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec) – em parceria com a empresa Ekipar e o governo do Estado – finaliza a criação de uma máquina capaz de processar a matéria-prima residual do pescado e extrair o óleo. O equipamento será apresentado no próximo dia 19.

Os idealizadores do projeto esperam atingir três objetivos. “O primeiro, de caráter ambiental, é o fim da poluição dos açudes e rios gerada pelo descarte das vísceras dos peixes. O segundo é a geração de renda extra para as cooperativas de pescadores. E o terceiro é a fabricação de um combustível limpo”, enumera o presidente da Nutec, Lindberg Gonçalves. Matéria-prima para tocar o projeto não vai faltar. Se atingidas as metas estabelecidas no Plano Safra do Ministério da Pesca e Aquicultura, o País terá produzido dois milhões de toneladas de pescado por ano até o final de 2014. Com isso, 210 milhões de litros de biodiesel à base de óleo de peixe irão impulsionar caminhões todos os anos.

Depois de concluir o desenvolvimento logístico e científico do projeto, restará uma última tarefa aos idealizadores: mostrar aos pescadores e criadores que, ao jogar os restos do pescado por aí, estarão perdendo dinheiro, além de prejudicar o ambiente.

– Celulares Alternativos podem ser Bloqueados!

Essa é para quem comprou celular do camelô ou em sites “Xing-ling”: se o aparelho não for homologado pela Anatel, ele será bloqueado!

As operadoras e os fabricantes estão, em conjunto com o Governo, agilizando a novidade.

Extraído de: http://is.gd/ZPrLnr

OPERADORAS QUEREM BLOQUEAR CELULARES PIRATAS ATÉ O ANO QUE VEM

As operadoras de telefonia móvel e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estão investindo em um sistema que bloqueia o uso de celulares piratas e clonados. A partir do ano que vem, esses aparelhos serão monitorados e aqueles não tiverem certificação da Anatel não serão mais habilitados pelas prestadoras de telefonia.

O sistema está em fase de elaboração. Ele funcionará no momento em que o chip é inserido para habilitar o aparelho. Nesse momento, a operadora fará a leitura de um número de série do terminal, conhecido como IMEI. Se o aparelho não é homologado, não ocorre a habilitação imediata e o usuário é encaminhado para atendimento na prestadora.

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e do Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) espera que o controle traga benefícios como o desenvolvimento da indústria e uma redução nos problemas enfrentados pelos usuários, como dificuldades de fazer ligações e queda de chamadas, provenientes do mau funcionamento do aparelho terminal.

O cadastro possibilitará ainda ter o conhecimento do tamanho desse mercado, que já vem sendo combatido com medidas restritivas à importação de celulares não homologados, segundo o SindiTelebrasil.

– Como uma Corporação Pode Entrar na Era da Colaboração Criativa

Olha que interessante: como as empresas podem, em 5 passos fáceis, inovar! Ainda: 5 passos simples do empreendedorismo (com inovação, claro, pois é uma condição sine qua non).

São conselhos do especialista em empreendedorismo Michael O’Neil Bedward, extraído de: Época negócios, Ed 44, pg 30:

  • 5 PASSOS PARA AS EMPRESAS INOVAREM
  • 1. tempo para o funcionário inovar. Crie ambientes propícios para novas ideias;
  • 2. Reduza os níveis hierárquicos na tomada de decisões. Isso confere agilidade;
  • 3. Aprove as inovações. Não restrinja a criatividade ao discurso formal;
  • 4. Estruture um departamento para gerir a inovação;
  • 5. Compre ideias criativas ou pequenas empresas com protótipos ou projetos inovadores.

5 PASSOS PARA OS EMPREENDEDORES SURGIREM

1. Atue por um tempo numa companhia criativa, para ganhar experiência e autoconfiança;

2. Monte um pequeno negócio (bedroom business) e comece a trabalhar em casa;

3. Construa uma rede de relacionamento no mundo real e na internet;

4. Faça um portfólio e convença um empresário que admira a ser seu mentor;

5. Encontre um sócio que entenda de finanças e marketing e que se apaixone por sua idéia.

– Iphone 5 na Colômbia. Mas e aqui?

A Apple ganha muito dinheiro, isso é sabido. Mas por que uma economia pujante como a nossa ainda não recebeu o iPhone5, e nossos vizinhos já?

Extraído de: http://blogdoiphone.com/2012/11/iphone-5-chega-a-colombia-na-proxima-sexta-dia-9-de-novembro/

IPHONE 5 CHEGA À COLÔMBIA NA PRÓXIMA SEXTA, DIA 9 DE NOVEMBRO

Depois de Peru e Uruguai, mais um país sul-americano irá começar a vender o iPhone 5: a Colômbia. O lançamento oficial será nesta sexta, dia 9 de novembro.  No Brasil, ainda não há nenhuma pista evidente de quando o novo aparelho irá chegar. Mas é muito provável que o lançamento aconteça já nas próximas semanas.

– Kia e Hyundai pagam o Preço por Mentir!

Uma circunstância inusitada: nos EUA, as coreanas Kia e Hyundai admitiram que seus carros não eram tão econômico como elas próprias anunciavam.

O que aconteceu?

As ações despencaram!

Extraído de: http://invertia.terra.com.br/carros-motos/noticias/0,,OI6277872-EI19500,00-Hyundai+e+Kia+tombam+apos+exagero+em+economia+de+combustivel.html

HYUNDAI E KIA TOMBAM APÓS EXAGERO EM ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL

A admissão por Hyundai e Kia de que exageraram marcas de economia de combustível de alguns de seus carros afetou a reputação das montadoras e a fidelidade do consumidor às marcas será testada nos próximos meses, após uma década de sucesso ininterrupto nos Estados Unidos.

As ações das montadoras da Coreia do Sul, que promoveram em recentes campanhas de marketing eficiência superior no consumo de combustível, caíram 7% cada nesta segunda-feira, pressionadas por temores de investidores sobre o impacto da admissão sobre suas marcas e vendas nos EUA, principal mercado do grupo automotivo. Somente a Hyundai sozinha perdeu US$ 3,1 bilhões em valor de mercado.

As preocupações dos investidores envolvem temores sobre o custo de compensação de clientes de cerca de 1 milhão de veículos afetados, bem como potenciais processos coletivos nos EUA e reclamações semelhantes em outros países. Para alguns analistas, as notícias são terríveis. “Isso pode representar um fator de mudança na história de sucesso da Hyundai”, disse James Yoon, analista do BNP Paribas, em relatório. “Acreditamos que a potencial perda financeira é imaterial se comparada à possível perda para a reputação da marca.”

Mas outros analistas também citaram que, diferente de grandes recalls que afetaram as rivais Toyota e Ford, Hyundai e a afiliada Kia foram rápidas em admitir seus erros e em anunciar planos de compensação. “Aquelas eram questões mais sérias, relacionadas à segurança… Assim, o impacto sobre o valor da marca e nas vendas nos EUA pode ser menor do que o sofrido pelos concorrentes”, disse o analista Ethan Kim, do Citi, em relatório divulgado nesta segunda-feira.

Em comunicado, a Hyundai disse nesta segunda-feira que seus erros só afetaram veículos vendidos na América do Norte. “Todos os carros Hyundai vendidos em outras regiões do mundo foram propriamente certificados com notas corretas de economia de combustível por cada agência respectiva de certificação”, informou a montadora sul-coreana. A queda nas ações da Hyundai foi a maior em quase 14 meses. As ações da Kia tombaram 6,9%, enquanto o mercado em Seul teve perda de 0,5%.

EPA

A agência de proteção ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) descobriu que as montadoras exageraram a quilometragem de 13 veículos Kia e Hyundai de modelos entre 2011 e 2013. As montadoras afirmaram na sexta-feira que os erros ocorreram em função de diferenças em seus testes de quilometragem comparados com os métodos de avaliações da EPA. As montadoras vão reembolsar os proprietários dos veículos afetados por custos adicionais com combustível e publicaram anúncios de página inteira em jornais no domingo para se desculparem.

As etiquetas de consumo da maioria dos veículos serão agora reduzidas em uma ou duas milhas por galão, sendo que o maior ajuste será de seis milhas por galão na estrada para o Kia Soul, disse a EPA. Analistas disseram que a apuração da EPA pode levar a dezenas de milhões de dólares em compensações e acrescentaram que processos contra as empresas não podem ser descartados.

A avaliação da EPA foi disparada por queixas de consumidores, incluindo um processo coletivo que acusa a Hyundai de levar ao erro consumidores sensíveis a preços do combustível ao afirmar que o popular modelo Elantra 2011 e 2012 tinha consumo mais eficiente do que a realidade.

– Administração Pública Apartidária: Utopia?

Fernando Haddad declarou à Revista Época SP, sobre sua futura administração:

Meu governo será de coalizão, não será petista.

Assim fosse verdade… que os gestores públicos pensem em técnicos, especialistas, gente da área! Seria bom que não se barganhassem cargos por política.

 

– Diesel S50: em breve!

Informamos aos nossos clientes e amigos do Auto Posto Harmonia, que dentro em breve estaremos comercializando também o novo Diesel S50, a fim de atender a necessidade dos nossos clientes.

Agradecemos a preferência.

Rafael / Priscila

AUTO POSTO HARMONIA LTDA

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– Disney nas Estrelas!

Por mais de 4 bilhões de dólares, a Disney comprou na semana passada os estúdios de George Lucas e, por tabela, toda a franquia Star Wars.

Que conglomerado! Some-se a ESPN, ABC, Pixar, Marvel… E para 2013, a empresa já promete um novo Guerra nas Estrelas, Vingadores 2, Homem de Ferro 3 e outros filmes infantis em 3 D.

Será o ano de ganhar muito dinheiro. O faturamento com o Mickey Mouse e sua turma parece ser uma pequenina parcela.

– Governo Brasileiro preocupado com Desabastecimento de Combustíveis em Novembro e Dezembro

Notícia preocupante: a FSP de domingo traz importante matéria alertando para a possível falta de Gasolina e Diesel no país, chamando a atenção dos produtores de etanol para tentar suprir a demanda:

Extraído da Folha de São Paulo, 04/11/2012, pg B1

GOVERNO TEME FALTA DE GASOLINA NO PAÍS AINDA NESTE ANO

Algumas regiões do país estão sob ameaça de ficar sem combustível no fim deste ano.

Para evitar o desabastecimento, ou atenuá-lo, o governo federal já começou a traçar um plano de emergência, que envolve a ampliação da capacidade de transporte e de armazenamento.
As reuniões tiveram início em outubro, com técnicos do Ministério de Minas e Energia, Agência Nacional do Petróleo, Petrobras e representantes das distribuidoras e dos produtores de etanol.

“Há uma grande preocupação com o curto prazo. O governo já sabe que será preciso um forte ajuste entre Petrobras e distribuidoras para que não ocorram problemas no fim do ano”, diz Antônio de Pádua Rodrigues, presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), que participa das reuniões.

Segundo avaliação do grupo, as regiões mais ameaçadas são o Norte, o Nordeste e o Centro-Oeste, além de Minas e Rio Grande do Sul.

A perspectiva de colapso se deve a três fatores: 1) o consumo recorde de gasolina, que, em 2012, pela primeira vez passará de 30 bilhões de litros; 2) a falta de capacidade interna de produção; e 3) problemas de infraestrutura de armazenagem e distribuição.

No fim do ano esse problema se agrava porque, historicamente, o consumo nos meses de novembro e dezembro é cerca de 10% superior à média registrada nos bimestres anteriores.

Para acompanhar a alta da demanda interna, a Petrobras vem importando cada vez mais gasolina. Até setembro, foram 2,4 bilhões de litros, quase o triplo do registrado no mesmo período de 2011, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura.

A importação torna a distribuição mais complexa. O transporte da gasolina por navios, já sujeito a intempéries, sofre com a falta de infraestrutura dos portos, hoje sem espaço para atracação e armazenamentos.

PELO MAR

Pará, Amapá, Maranhão, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte são os Estados mais vulneráveis. Quase todo o combustível que abastece os consumidores desses locais chega pelo mar.

Em outubro, o Amapá ficou sem gasolina. O Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Pará relata que houve, também, problemas de abastecimento em Belém, além de cidades do Amazonas e do Piauí.

“A coisa está bem torta aqui”, diz Eurico Santos, presidente da entidade.

Para o sindicato, o número de caminhões-tanque não deu conta do aumento rápido do consumo. Além disso, os terminais que recebem combustível reduziram investimentos em ampliação porque estão com contratos provisórios, o que dificulta o acesso ao crédito.

PRODUÇÃO

A Petrobras se empenha para produzir mais gasolina e amenizar o problema. Na apresentação dos resultados do terceiro trimestre, afirmou que suas refinarias já atingiram 98% da capacidade.

Em algumas regiões, no entanto, já há um esgotamento da capacidade de produção.

É o caso da Regap, refinaria em Betim (MG). Para abastecer os postos de parte de Minas Gerais e do Centro-Oeste, ela passou a redistribuir combustível de outras unidades. Atrasos e a falta de caminhões podem levar a interrupções da distribuição.

O mesmo acontece no Rio Grande do Sul, outro Estado que teve crise de abastecimento no mês passado. A refinaria Refap, em Canoas, está com problemas de produção para atender à gasolina demandada. Com isso, passou a buscar combustível no Paraná e parte precisou ser importada, entrando no país via porto do Rio Grande.

O Sindicom (Sindicato dos Distribuidores de Combustíveis), que tem assento nas reuniões com o governo federal, informou que o plano de contingência deverá ampliar o número de caminhões e a capacidade dos tanques de armazenagem.

Os encontros entre governo e o setor serão permanentes até o fim do ano. “Estamos nos empenhando para evitar os problemas”, disse Alísio Vaz, presidente do Sindicom.

Procurada pela Folha, a Petrobras afirmou que não iria comentar a questão. O Ministério de Minas e Energia foi procurado no fim da tarde de quinta-feira e, até o fechamento desta edição, não havia dado resposta.

– Como Demitir um Amigo?

Pense na seguinte situação constrangedora: Você é o chefe e tem que demitir um amigo!

O que fazer?

Uma matéria bacana sobre sugestões do assunto, no link:

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-demitir-um-amigo

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– O Contragolpe da Tigre em terras da Amanco

Os mexicanos da Mexichem, donos da Amanco, tentaram roubar a liderança da brasileira Tigre, da família catarinense Hansen. Há décadas, a Tigre é líder em tubos e conexões de PVC.

A solução para frear o crescimento da Amanco foi a entrada da Tigre no mercado latino americano, devolvendo a tentativa de tomar a liderança nesse mercado. Veja que briga interessante:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/101069_O+BOTE+DA+TIGRE

O BOTE DA TIGRE

A marca catarinense de tubos e conexões estava ameaçada no Brasil pela Amanco. Para se defender, resolveu atacar o quintal da rival, multiplicando fábricas no Exterior.

Por Rodrigo CAETANO

A fabricante de tubos e conexões Tigre, controlada pela família catarinense Hansen, sempre teve uma posição confortável no mercado brasileiro. Líder do setor com cerca de 45% de participação e R$ 2,7 bilhões de faturamento, a companhia por muito tempo não encontrou um adversário de seu porte por aqui. Há cinco anos, no entanto, isso começou a mudar. Foi quando o grupo mexicano Mexichem comprou a Amanco, controlada pela Nueva, do empresário suíço Stephan Schmideheiny, por US$ 500 milhões, fortalecendo sua liderança na América Latina. Nos dois anos seguintes, os mexicanos mostraram a que vieram e investiram em mais três aquisições no Brasil, passando a deter uma fatia de 30%.

Pela primeira vez, alguém ameaçava a jogar pelo ralo a hegemonia da Tigre. A saída encontrada pela brasileira para não levar um bote de seu rival foi contra-atacar. E a estratégia escolhida pelos executivos da Tigre foi semelhante à dos mexicanos: adquirir empresas em mercados no Exterior, para rapidamente ficar entre os três principais fabricantes de tubos e conexões do país em que ela passava a atuar. Hoje, a Tigre já possui mais fábricas lá fora do que no Brasil. São 13 unidades industriais no Exterior, em países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. No Brasil, são apenas nove. Com a movimentação, a Tigre levou a briga pelo mercado brasileiro para a América Latina, região na qual a Amanco ainda mantém a liderança.

Essa disputa deve ganhar novos capítulos em breve. “Estamos comprando”, afirma Evaldo Dreher, presidente da Tigre. “Crescer no Exterior é mais barato do que no Brasil.” O alvo da companhia baseada em Joinville, no norte de Santa Catarina, são empresas familiares. Nos últimos dois anos, os investimentos da Tigre em aquisições e na abertura de fábricas superaram os R$ 200 milhões por ano. Em 2012, a previsão é investir cerca de R$ 150 milhões nessa estratégia, que será fundamental para que a Tigre fature R$ 5 bilhões daqui a dois anos, quase três vezes mais do que em 2010. Atualmente, as operações internacionais já representam 25% da receita. Esse resultado representa uma grande virada para a companhia.

No começo dos anos 2000, quando uma disputa de herdeiros ameaçava comprometer o futuro da fabricante, ela chegou a ser assediada por grupos estrangeiros. Entre eles a francesa Saint-Gobain, a belga Etex e a própria Amanco, na época ainda sob o controle do grupo suíço Nueva. Em maio deste ano, surgiram rumores de uma possível união com a Duratex, dona da Deca, de metais e louças sanitárias. A companhia é controlada pela Itaúsa. Segundo o CEO Dreher, não há nenhuma negociação em curso. Em sua estratégia de internacionalização, a Tigre, no entanto, não terá vida fácil. A Mexichem, por sua vez, promete intensificar a compra de empresas não só no Brasil, mas também em outros países da América Latina. Recursos para isso não faltarão.

Em outubro, por meio da emissão de novas ações na bolsa de valores mexicana, a empresa captou US$ 1,2 bilhão, dinheiro que será utilizado para aquisições. “Ainda há muito espaço para consolidação no mercado latino-americano”, afirma Maurício Harger, principal executivo da Mexichem no País. Só no Brasil, existem cerca de 50 pequenos fabricantes que são potenciais alvos da companhia. Essas empresas competem por 30% do mercado que não está nas mãos dos dois principais fabricantes. São competidores locais, com forte atuação na classe média emergente. Segundo a Abiplast, associação que representa as empresas da área, o mercado de material plástico para construção movimenta R$ 7 bilhões por ano no País e vem registrando crescimento de 20% nos dois últimos anos.

– Índice de Adulteração de Combustíveis no RJ é o maior do Brasil

Quer cenário mais criminoso do que este? No norte fluminense, 31% dos postos de combustíveis vendem produtos adulterados! A média – alta – no Rio de Janeiro é de 6,5% de postos que adulteram, contra a média-Brasil de 2,5%.

Extraído de: http://is.gd/BDzvc8

RIO DE JANEIRO TEM GASOLINA MAIS ADULTERADA DO PAÍS, DIZ ANP

O índice médio de não conformidade (adulteração) da gasolina comercializada nos postos do Estado do Rio de Janeiro é 6,5%, o maior do País. Em algumas cidades, ele é ainda maior, como é o caso do município de Campos dos Goytacazes e imediações, no norte fluminense, onde o índice de não conformidade chegou, no início do ano, a 31%. O ideal é que o índice de adulteração fique em torno de 2,5%.

“Este resultado em Campos (dos Goytacazes), principalmente na gasolina do tipo C, é absolutamente intolerável. Então fizemos um esforço grande de fiscalização, com o auxílio da polícia, e chegamos à conclusão de que o combustível era adulterado com a adição de óleo diesel e que essa adulteração era feita no transporte. O produto saia correto da distribuidora e já chegava ruim no posto de gasolina”, disse a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.

Segundo Magda, a partir de trabalho desenvolvido com a polícia, foi identificada uma máfia de adulteração de combustível na fase do transporte. “Hoje nós conseguimos reduzir de forma significativa o índice de não conformidade na região de Campos e imediações”.

A diretora-geral da ANP informou que a agência também identificou um índice de não conformidade além do tolerável na zona oeste do Rio de Janeiro, onde encontrou índice de adulteração de 8% a 10%. Ela informou que, no Brasil, o índice de adulteração encontra-se em torno de 2% a 2,5%, seguindo os padrões internacionais.

“No Brasil como um todo nós estamos bem, o que não significa que no Rio de Janeiro a situação esteja sob controle, uma vez que existem bairros, como a Barra da Tijuca e Jacarepaguá (todos na zona oeste) com 10%. No Estado o índice de não conformidade também é bem acima da média, em torno de 6,5% – bem superior à média nacional.

Magda informou que a ANP está investigando a comercialização de derivados na zona oeste para detectar a causa do elevado índice de não conformidade, mas que ainda não tem uma conclusão a respeito. Ela disse que a ANP tem em execução o Programa de Monitoramento de Combustíveis, que chega a coletar em torno de 20 mil amostras por mês de combustíveis em todo o território nacional.

Este ano, a ANP efetuou cerca de 160 autuações em todo o País por adulteração na gasolina comercializada nos postos, contra cerca de 200 efetuadas ao longo do ano passado. As declarações da diretora-geral da ANP foram dadas na sede do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), na zona norte do Rio, onde ela participou da assinatura de um acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para aprimorar a fiscalização em postos de combustíveis.

– Acabou o JT?

Quer dizer que o Jornal da Tarde, após 46 anos, deixou de ser publicado?

Que pena… gostava demais do JT.

– As dificuldades do Blackberry em se manter desejado!

Um dia, o Blackberry era o aparelho mais desejado dos executivos. Um computador de mão, que até fazia chamadas telefônicas. Na verdade, o acesso aos e-mails era um dos seus diferenciais. Só que veio um problema: a evolução e popularização dos smartphones!

Veja as dificuldades da canadense RIM, fabricante do aparelho:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/101179_O+BLACKBERRY+PERDEU+O+CHARME

O BLACKBERRY PERDEU O CHARME

Símbolo de status no passado, o smartphone da fabricante RIM deixa de seduzir os consumidores e fica para trás na disputa com os rivais.

Por Bruno GALO

Assim que o presidente americano Barack Obama foi eleito, a notícia de que ele não abriria mão do seu BlackBerry durante seu mandato correu o planeta. “Ele é o primeiro presidente BlackBerry”, declarou, na ocasião, o cantor Bono Vox, vocalista da banda irlandesa U2, após uma reunião com Obama. O ano era 2008 e o telefone inteligente da fabricante canadense Research in Motion (RIM) estava no auge, visto como um símbolo de modernidade pelos profissionais da política e dos negócios à época, o hoje onipresente smartphone da Apple, o iPhone, era um récem-nascido, lançado alguns meses antes. Já o primeiro aparelho com o sistema operacional do Google, o Android, seria lançado apenas em outubro daquele ano.

O futuro, portanto, parecia promissor e as oportunidades de crescimento infinitas para o BlackBerry. A palavra adequada é essa mesmo: parecia. Desde então o mercado de smartphones mudou radicalmente, e o BlackBerry passou a viver momentos difíceis. As ações da empresa, que atingiriam seu pico em junho de 2008, cotadas a US$ 144, caíram para US$ 6,3 em setembro deste ano. Em valor de mercado, a empresa chegou a ser avaliada em US$ 75 bilhões, muito acima dos atuais US$ 4 bilhões. A participação de mercado também minguou: se nos dias de glória ela superava os 50% nos EUA, hoje está em 5%. Tão ou mais delicada que os números ruins, no entanto, é a percepção que os consumidores passaram a ter do equipamento.

Uma reportagem publicada no The New York Times na semana passada dá uma boa dimensão desse fenômeno. O jornal nova-iorquino traz depoimentos de clientes nada elogiosos à reputação do aparelho. “Tenho vergonha dele”, disse Rachel Crosby, representante de vendas em Los Angeles. Rachel contou ainda que esconde o celular com medo de que seus clientes formem uma opinião negativa sobre ela. As principais reclamações dos donos do smartphone da RIM são a falta de aplicativos disponíveis em plataformas rivais, como iPhone e Android, a qualidade inferior das fotos tiradas e do seu navegador de internet.

Por conta disso, frequentemente os usuários se veem obrigados a pedir a amigos para buscar algum endereço ou fazer a reserva de um restaurante, entre outras atividades. “Sinto-me completamente inútil”, afirmou Victoria Gossage, que trabalha em um fundo de investimento americano. No campo financeiro, por sua vez, as notícias também são decepcionantes para a RIM. Em junho deste ano, a companhia anunciou seu primeiro prejuízo operacional em oito anos e informou que vai demitir cinco mil funcionários, quase um terço de sua força de trabalho. Para reverter esse quadro, a empresa aposta no BlackBerry 10, seu novo aparelho que deve ser lançado em março do ano que vem.

“Temos trabalhado duro e dormido pouco”, declarou no fim de setembro o CEO da RIM, Thorsten Heins, que assumiu o cargo em janeiro de 2012. “Temos o objetivo de ser o terceiro maior ecossistema móvel do mundo”, afirmou. Quando questionado do porquê de não ter como meta ser o líder do setor, ele respondeu: “Precisamos escalar a montanha um degrau por vez.” A boa notícia para a companhia é que, em meio a todo esse cenário, alguns usuários ilustres continuam fiéis ao aparelho. É o caso justamente de Barack Obama. Em campanha pela sua reeleição, o presidente foi flagrado recentemente pela imprensa americana se atrapalhando na hora de fazer uma ligação com um iPhone. “Olha, é que eu ainda tenho um BlackBerry”, disse o presidente americano.

– Quanto cabe de Combustível no Tanque do seu Carro?

Já aconteceu de você estar com o combustível do seu veículo acabando, e na sequência abastecer e perceber que a quantidade de litros no visor da bomba é maior do que a capacidade do tanque do seu veículo?

Se o posto for suspeito, pode ser golpe da galonagem (quando 1 litro tem menos de 1000 ml). Mas se o estabelecimento for idôneo, não se desespere: a capacidade informada no manual do veículo corresponde a cerca de 90% do volume máximo do tanque, e é atingida no momento do desarme da bomba.

Extraído de: Revista Combustível e Conveniência, ed Outubro 2012, pg 34-35, por Gabriela Serto

DIFERENÇA DE CAPACIDADE

O que fazer quando o consumidor reclama que a bomba marcou mais litros do que a capacidade do tanque indicada no manual do veículo? Saiba como orientar seu frentista e evitar suspeitas infundadas sobre seu estabelecimento.

O motorista para no posto e pede para o frentista encher o tanque. Finalizando o abastecimento, o cliente reclama que a bomba marca uma quantidade de litros superior à indicada como capacidade máxima no manual do veículo. Diferentemente do que se poderia imaginar, isso é possível de acontecer e, infelizmente, é uma prática que já está sendo observada pelos órgãos de defesa do consumidor, embora não tenha nada a ver com o fantasma da bomba baixa (quando a bomba marca uma quantidade de litros superior à de fato vendida).

Na verdade, essa situação tem sido registrada devido ao hábito de alguns frentistas, às vezes por má orientação, de forçar o abastecimento após ocorrido o desarme. Mas o que acontece de fato no tanque?

A capacidade do tanque de combustível informada pela montadora no manual do veículo corresponde a cerca de 90% da sua capacidade máxima. Esse volume, chamado de capacidade nominal é atingido no momento em que ocorre o “desarme” do bico da mangueira da bomba de combustíveis. Se o frentista for além nesse momento, haverá divergência entre o marcado na bomba e o informado no manual.

 

– Ser Líder ou Liderado?

É muito mais fácil seguir um líder do que liderar seguidores.”

(Anônimo)

 

 

– Quando Empresa e Cliente se entendem bem!

Há certas histórias que nós, mestres, adoramos contar em sala de aula aos nossos alunos, quando falamos de relacionamento entre empresas e consumidores. E uma delas foi proporcionada pelo Bradesco.

Um cliente, que houvera perdido seu cartão, resolveu solicitar ajuda ao banco Bradesco através do Facebook. Mas fez algo inusitado: pediu um novo cartão em forma de poema. Abaixo:

Banco Bradesco querido
Quisto por mim e os meus
Tens sua morada paulista
Bem na Cidade de Deus

Vejam que bela homenagem
O próprio Deus concebeu
Para a sua cidade
O vosso Banco escolheu

Eu até que me poria
Em alta colina à bradar
Peito banhado em verdade
Bradesco em primeiro lugar

Mas venho por outro motivo
O que findou meu sorrir
Para por fim ao martírio
Um favor vou lhes pedir

Plena falta de cuidado
Digna de um jabuti
Fazendo compras no mercado
O meu cartão eu perdi

Antes que eu passe fome
Faço a solicitação
Ao meu Banco preferido
PRECISO DE OUTRO CARTÃO!

O banco, de maneira inteligente e tão curiosa quanto o pedido do internauta, respondeu o apelo do seu cliente da mesma forma: por poema e pelo próprio Facebook!

Mauro querido cliente
Pra você ter outro cartão
à sua agência deve ir pessoalmente

Mas não será por motivos fúteis
Você irá cadastrar uma nova senha
E seu cartão chegará em até 7 dias úteis

Agradecemos a sua compreensão
E sempre que precisar
Pode contar com a nossa colaboração

Simpático, diferente e moderno. Muitos já clicaram no Curtir do Bradesco por causa de tão simples e curiosa resposta.

– O Imediatismo dos Jovens em Início de Carreira

Está na moda o termo “Empresa Y”. Resumidamente, é aquela que possui em seus quadros executivos jovens nascidos entre 1980 e 1994. E o que elas querem e o que esses jovens querem?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI113188-16642,00-A+EMPRESA+Y.html

A EMPRESA Y

As companhias já aprenderam a lidar com o imediatismo dos jovens em início de carreira? A julgar pela experiência das empresas Boehringer, Usiminas, IBM, Andrade Gutierrez, Leroy Merlin e Kimberly-Clark, a resposta é sim. A geração Y comemora e agradece

Por Karla Spotorno

Atlanta, outubro de 2009. Fernanda Barrocal, 28 anos, e Renata Herz, 27, gerentes da Kimberly-Clark no Brasil, tentavam esconder o nervosismo. Estavam ali, num centro de convenções, para apresentar os resultados de uma iniciativa baseada no livro A Estratégia do Oceano Azul e realizar toda uma argumentação em inglês. Publicado pelo especialista em gestão W. Chan Kim em 2005, Oceano Azul tornou-se um best-seller e inspirou empresas mundo afora. Fernanda e Renata conheciam muito bem o projeto da filial brasileira, mas a apreensão era justificada. Além de 30 executivos da multinacional americana, estava na plateia o próprio Chan Kim. Mas elas se saíram tão bem que começaram a ser requisitadas para dar mais informações sobre a iniciativa, inclusive por gestores da empresa em outros países.

Fernanda e Renata são típicas representantes da geração Y, formada por jovens entre 18 e 30 anos que entraram no mercado de trabalho nesta década. Eles cresceram conectados à internet, são menos pacientes, não se apegam a valores corporativos e querem crescer de forma rápida na carreira. Surpreendem os gestores tradicionais ao se dirigir ao chefe da mesma forma como falam com os amigos, o que mostra uma dificuldade para lidar com o ambiente formal de muitas empresas. São ainda multitarefas. Podem muito bem executar um trabalho enquanto ouvem música e navegam nas redes sociais. Querem liberdade para sugerir mudanças e esperam alguma recompensa imediata pelos bons resultados.

Por serem assim tão diferentes das gerações anteriores, esses jovens são frequentemente retratados de forma estereotipada. Um dos mitos propagados é o de que são desleais e acreditam que só vale a pena permanecer na empresa se ela for útil e proporcionar um rápido crescimento da carreira. Uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Hay Group mostra exatamente o contrário. O levantamento ouviu 5.568 jovens que atuam em grandes empresas e apontou que 65% pretendem ficar mais de cinco anos onde trabalham.

Além disso, 78% afirmam que há respeito à diversidade, especialmente quando se trata de diferenças entre gerações. “A culpa pela alta rotatividade é da própria empresa”, diz Ricardo Guerra, 24 anos, trainee na área de vendas para grandes clientes da Kimberly-Clark. Segundo ele, se as companhias não aprenderem a oferecer o que os jovens procuram, continuarão perdendo os talentos. Guerra rejeitou um convite para trocar de emprego porque vê perspectivas de crescer na Kimberly. Isso acontece também com suas colegas Renata e Fernanda, responsáveis pela apresentação da iniciativa baseada no Oceano Azul.

Renata se formou em publicidade, estudou inglês e espanhol. Quando entrou na Kimberly-Clark, em 2004, não imaginava que ficaria tanto tempo. “Apesar de estar há quase seis anos na empresa, não me sinto estagnada. Posso propor melhorias, dar minha opinião”, afirma. Formada em engenharia naval, Fernanda também não tem pressa. Ela trabalha há quase quatro anos na Kimberly e há dois, quando passou por um programa de job rotation, teve a oportunidade de conhecer a companhia de forma mais ampla. “Claro que não existe lugar perfeito. Mas, quando saio com meus amigos da faculdade, percebo como a vida pode ser dura em empresas que têm outras formas de trabalho”, afirma.

Assim como a Kimberly-Clark, muitas companhias já podem ganhar o selo informal de Empresa Y, por estarem aprendendo, na prática, como lidar com essa geração irrequieta. Ao dar a duas jovens promissoras a missão de representar a filial brasileira na reunião anual da diretoria da América Latina, em Atlanta, nos Estados Unidos, a Kimberly-Clark sinaliza que delegar projetos importantes para sua população Y foi a solução encontrada pela direção para atrair e reter esses talentos. Fabricante de produtos de higiene e limpeza, como as fraldas da Turma da Mônica, os absorventes Intimus Gel e a linha Scott, a companhia enfrentava uma estagnação no início da década. Para voltar a crescer, o único caminho era inovar e lançar produtos criativos. E nada melhor para isso do que dar espaço aos jovens, que formam hoje 43% de sua força de trabalho.

“Cerca de 10% do nosso faturamento deve vir de inovação. E se depender somente das minhas ideias, vamos viver pobres”, afirma João Damato, 59 anos, presidente da empresa. A estratégia parece ter dado certo. Depois de abrir espaço para o diálogo e a criatividade e oferecer mais oportunidades aos novatos, a empresa cresceu 250% em receita nos últimos sete anos.

A siderúrgica Usiminas e a indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim também perceberam que precisavam ir além do trivial para segurar seus jovens funcionários. Resolveram, então, mudar os programas de estágio, no ano passado. “Digamos que agora o sistema está menos Pinochet e mais Piaget”, afirma Helena Pessin, 52 anos, superintendente de desenvolvimento humano da Usiminas, dando a entender que o diálogo vai superar os desmandos hierárquicos.

Na Boehringer, a metodologia também foi renovada. Acabaram as palestras formais em auditório. Os estagiários da empresa participam agora de fóruns no formato do programa Altas Horas, da TV Globo, um clássico dessa geração. O entrevistado fica no centro de um círculo, apresenta suas ideias e responde a perguntas. Segundo o professor Anderson de Souza Sant’anna, 38 anos, da Fundação Dom Cabral, faz mesmo todo o sentido evitar o modelo de sala de aula, que prepara os estudantes para trabalhar em um sistema fabril, em que o empregado ouve o chefe, cumpre suas ordens e exerce sua atividade individualmente, sem questionar. “Ninguém é treinado para discutir, ouvir críticas e colaborar”, afirma Sant’anna. “A escola ainda não forma as pessoas para trabalhar em equipe.”

Mas mudar a cultura organizacional exige tempo, energia e disposição dos gestores. Em alguns casos, a resistência de funcionários mais antigos pode ser grande, como ocorreu na Boehringer Ingelheim. A empresa de origem alemã começou a implementar, em 2004, uma política de abertura para o diálogo e de menos formalidade entre gestores e subordinados. Quatro diretores não aceitaram a quebra das barreiras hierárquicas e deixaram a companhia. “O desligamento foi um caso extremo. Mas eles não se adequaram à nova cultura da empresa porque realmente não acreditavam nela”, afirma Adriana Tieppo, 44 anos, diretora de RH. O episódio mostra que uma companhia que pretende ser inovadora precisa reservar tempo para muita conversa entre as pessoas de sua equipe, coincidentemente uma reivindicação da geração Y.

Na siderúrgica Usiminas, para evitar problemas de relacionamento, a área de recursos humanos criou workshops para ensinar os gestores a dialogarem com os jovens. No quadro de funcionários da companhia, cerca de 20% pertencem à geração Y. Em 2014, esse número deverá estar em 45%. Apesar de privatizada em 1991, a companhia preserva algumas características de empresa estatal, como a lentidão para promoções e mobilidade entre as áreas. Uma das ações para transformar a cultura foi o treinamento dos gestores para que incorporem os novos valores corporativos instituídos em março de 2009 pela nova diretoria, que assumiu em 2008. “Queremos conferir mais voz, mais poder e também mais responsabilidade para as pessoas”, diz Marco Antônio Castello Branco, 49 anos, presidente da Usiminas.

A iniciativa parece ter convencido os jovens da empresa. A economista Mariana Paes, 26 anos, foi transferida da área financeira para a de gestão da inovação depois que sua chefe imediata percebeu sua preferência por funções que envolvem a colaboração. “Minha antiga gestora é superantenada. Ela começou a me envolver em projetos mais inovadores porque sabia que isso me motivaria”, diz Mariana, que não recebeu um aumento de salário mas mesmo assim gostou da mudança, por representar um reconhecimento e uma nova oportunidade para crescer.

Casos como o de Mariana Paes, da Usiminas, mostram a importância que os jovens dão ao desenvolvimento pessoal. Na pesquisa do Hay Group, 93% disseram que desenvolvimento é crucial para permanecer no emprego. Os jovens querem aprender novas funções e conhecer outras áreas para entender de forma mais ampla os negócios e perceber que estão evoluindo com a companhia. Outro fator que motiva a geração Y é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Depois de ver que os pais dedicaram mais tempo ao trabalho do que à família, sem grandes recompensas, eles entendem que precisam ter outra postura em relação ao trabalho. Para a maioria, pouco importa o sobrenome corporativo. O que vale é encontrar um sentido para suas tarefas. As empresas podem ajudar nessa busca ao lhes oferecer uma abertura maior para o diálogo, mais responsabilidade, feedbacks constantes, desenvolvimento pessoal e ascensão de forma mais rápida. Não são, no entanto, coisas fáceis de fazer, especialmente em razão do conflito entre as gerações, agora acentuado dentro das corporações.

Pela primeira vez na história do trabalho, coabitam quatro gerações nos escritórios. Além dos jovens da geração Y, estão no mercado os chamados tradicionais, pessoas que nasceram até 1945; os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1963; e a geração X, que forma o menor grupo em razão da taxa de natalidade mundial abaixo da média entre 1964 e 1979. Hoje, a diferença de idade entre o funcionário mais novo e o mais velho nas empresas ultrapassa meio século.

“A tendência é ainda de aumento nessa diferença, na próxima década, em razão do envelhecimento da população. Na Europa, as pessoas entre 65 e 90 anos somarão 21% dentro de dez anos. Em 2000, esse percentual era 11%”, afirmou a Época NEGÓCIOS Guido Stein, 46 anos, professor da Universidade de Navarra e especialista em gestão de pessoas e liderança.

Combinar em suas equipes a vitalidade dos jovens em início de carreira e a experiência dos funcionários mais velhos só traz benefícios, e as empresas sabem bem disso. Mas, segundo a psicóloga Elaine Saad, 46 anos, gerente-geral para a América Latina da consultoria Right Management, a responsabilidade maior está nas mãos dos gestores. “O líder tem a obrigação de respeitar as diferenças e aprender como se comunicar com cada indivíduo”, afirma Elaine. Para Rolando Pelliccia, 47 anos, diretor do Hay Group, a retenção dos talentos está mais associada às competências do gestor e ao clima de trabalho do que às ações da empresa. Na pesquisa da consultoria, o valor da relação com o gestor ficou nítido. Entre os jovens participantes, 75% dizem que são ouvidos pelos superiores. Eles afirmam ainda que o gestor tem algo a ensinar e que aceita sugestões e críticas.

Depois de fazer um esforço para entender o jovem da geração Y, os executivos da IBM no Brasil decidiram criar um comitê chamado “crossgenerational”, ligado à área de diversidade. A ideia é que o comitê proponha ações para melhor atender os jovens, que totalizam 35% dos 19 mil colaboradores da empresa. Além disso, a IBM decidiu inovar no seu programa de mentoring, que agora é reverso. No lugar de o funcionário mais antigo ser mentor do mais novo, o novato é que dá conselhos para o mais velho. Qualquer um pode participar do programa e indicar quem gostaria de ter como mentor. “O jovem chega com uma expertise em colaboração e em redes sociais muito valiosa para a empresa”, afirma Osvaldo Nascimento, 47 anos, diretor de RH da IBM Brasil. “A capacidade para trabalhar com diferentes grupos de pessoas e em vários lugares também é importante para a companhia.”

As discussões sobre a geração Y dentro das empresas têm mostrado que o desejo de crescer rapidamente na carreira não é bom nem para os jovens nem para as corporações. Afinal, em qualquer profissão experiência é insubstituível. Muitas companhias deram cargo e salário sem transferir responsabilidades, para atender à pressa típica dessa geração e segurar possíveis talentos, mas o resultado foi a frustração do jovem e um problema no organograma.

O engenheiro civil André Gerab, 24 anos, concorda que em muitas áreas o que vale mesmo é a experiência. “Quando saí da faculdade, eu era superarrogante. Achava que sabia tudo. Comecei a trabalhar e percebi que tenho muito ainda a aprender”, afirma. Ex-aluno da Universidade de São Paulo, Gerab trabalha na construtora Andrade Gutierrez e não tem muita pressa de crescer. Entende que para construir uma carreira sólida precisa passar por diferentes áreas dentro da empresa e aprender outras funções.

A opinião é compartilhada por Camila da Rocha Correa, 25 anos, relações-públicas da Andrade Gutierrez. Há menos de um ano na empresa, Camila diz que não quer ser promovida sem ter a maturidade e o conhecimento necessários para o cargo. “O que eu realmente desejo é ser reconhecida por fazer algo muito bem”, afirma.

Para ajudar profissionais como Camila e Gerab a crescerem de forma consistente, a Andrade Gutierrez criou um programa de desenvolvimento de competências chamado Geração AG. Já passaram pelo programa 230 jovens, como o engenheiro civil Rafael Perez, 28 anos, três de formado e há seis na Andrade Gutierrez. A meta de Perez é ser engenheiro chefe de obra. Para isso, já passou por várias funções. Atualmente é ele que coordena a produção, uma das quatro grandes áreas de uma obra. “Preciso aprender todas as funções”, diz Perez, que hoje trabalha na construção de uma estação de tratamento de esgoto na Baixada Santista.

Como a Andrade Gutierrez, a rede de varejo de material de construção e itens para casa Leroy Merlin também decidiu acelerar a carreira de profissionais da geração Y e investe em um programa de contratação e formação de jovens gerentes desde o ano passado. No processo de seleção dos candidatos, em São Paulo, o diretor regional Patrick Leffondre, 45 anos, decidiu levar em conta principalmente os valores pessoais e não a competência técnica, algo prioritário antes. “Quem vem trabalhar aqui precisa ter prazer em conhecer profundamente a empresa e as funções que irá exercer, e também gostar de desenvolver equipe e ter iniciativa”, diz Leffondre. Apesar de tentar atender às demandas dos jovens, a Leroy Merlin quer encontrar candidatos que realmente se identifiquem com o sistema de gestão descentralizado da multinacional francesa e que gostem do trabalho em loja. “Estamos preparando as pessoas e a empresa para acompanharem o crescimento da rede”, afirma Cynthia Cerotti, 39 anos, gerente da área de RH no Brasil. Em 2010, a varejista repetirá o investimento de R$ 130 milhões do ano passado, quando inaugurou três lojas, cada uma com 250 funcionários.

Apesar dos avanços, para atrair e reter os jovens talentosos e, consequentemente, ganhar em inovação e crescimento, as empresas ainda precisam dar vários passos. Para a economista americana Sylvia Ann-Hewlett, diretora do Center for Work-Life Policy, em Nova York, muitas das demandas dos jovens são realmente positivas para as companhias. “Um novo sistema de recompensas, por exemplo, é uma das questões que as companhias deveriam pensar em adotar”, afirmou Sylvia a Época NEGÓCIOS. Autora de diversos artigos e livros sobre diversidade, Sylvia diz que o que é bom para a geração Y também agradará ao baby boomer. “As duas gerações estão olhando para o emprego de maneira semelhante e devem conduzir grandes mudanças na forma de trabalhar”, diz. Entre essas mudanças, Sylvia destaca a necessidade de intervalos na carreira, como os sabáticos, em que o profissional volta após um período fora, e a flexibilidade de horário. Para Sylvia, essas são algumas demandas que as duas gerações deverão implementar juntas nos próximos anos. Até por questões de sobrevivência, nenhuma empresa vai querer ficar fora.

– Lucro dos bancos: tá bom ou quer mais?

Ontem, o Bradesco divulgou seu lucro no último trimestre: 2,86 milhões de reais!

Depois disso, perdi a fala. Ou melhor, a escrita…

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– Segundo Turno Encerrado, Combustível Aumentado!

A Petrobras quer de todas as formas aumentar os preços dos combustíveis. Historicamente, passado o período eleitoral, o preço sobe. Claro, se segura o aumento para não ter prejuízo político e depois… Pimba!

Porém, há tempos que se discute esse reajuste. E agora, a Petrobras quer nada mais do que 10% de aumento!

Extraído de: http://is.gd/3LSM0d

GOVERNO E PETROBRAS DISCORDAM SOBRE DATA PARA REAJUSTE

A estatal quer que o aumento venha após o segundo turno das eleições, mas Planalto discorda.

O governo federal tem duas possíveis datas para reajustar os preços da gasolina e do diesel. O aumento pode vir no final do mês, depois do segundo turno das eleições, ou em janeiro do ano que vem. O impasse quanto as datas ocorre devido ao embate entre governo – que não quer pressionar a inflação de 2012 – a Petrobras – que prometeu cortar investimentos bilionários caso não haja reajuste até o final do ano. Segundo a empresa, o equilíbrio financeiro chegou ao limite, não sendo possível arcar com prejuízos de comprar combustível no exterior e revender no Brasil a preços mais baixos.

O problema, segundo o governo, é que o aumento da gasolina ainda neste ano pode estourar o teto da inflação prevista para 2012, que é de 6,5%. Se o aumento de 10% projetado pelo mercado for aplicado, o impacto na inflação seria de pelo menos 0,3%. Por outro lado, os resultados da Petrobras tem ficado aquém do esperado, o que diminui o interesse de acionista pela empresa e compromete a capacidade da estatal de fazer investimentos.

– A Amil foi Vendida. E o que muda?

A UnitedHealt, empresa de saúde americana, comprou nessa semana a Amil por quase 10 bilhões de reais.

Ouvi uma autoridade da ANS dizendo que a empresa deverá dar todas as garantias de boa continuidade do plano, que o segurado da saúde deve exigir consultas marcadas em tempo rápido, que o preço deve ser justo…

Ué, alguém tem um plano de saúde tão bom? Ele não existe!

Seria bom que isso detalhado acima acontecesse de verdade…

– Governo quer que os Postos de Combustíveis divulguem Vantagens aos Consumidores

Um grupo de técnicos quer que a ANP obrigue os postos de combustíveis a divulgar na entrada dos estabelecimentos qual combustível é mais vantajoso: etanol ou gasolina. A idéia é: se naquele dia o etanol tiver o preço por quilômetro mais competitivo que a gasolina, deve ser informado aos clientes em placas ou faixas com letras grandes.

A intenção pode ser boa, mas na prática impraticável. Motivo? Nem todo carro consome a mesma quantidade dos dois produtos proporcionalmente em reais. Um exemplo: meu carro gasta R$ 0,174 por quilômetro rodado se eu abastecer o etanol e rodar apenas na estrada. Se o fizer com gasolina, gastará R$ 0,162 (portanto, vantagem para a Gasolina). Mas o carro da minha mulher gasta R$ 0,164 no etanol e R$ 0,168 na gasolina (aqui, vantagem para o Etanol).

Portanto, depende muito do carro… alguns defendem a famosa conta de que, se o etanol estiver com o preço cerca de 70% abaixo da gasolina, ele é a melhor opção. Não é bem assim! Depende muito do carro, do motorista, do percurso…

Assim, como fazer com o tal aviso defendido pelo Governo?

– 1/3 da População Gasta sem Planejar

Um número preocupante: 38% da população do Brasil gasta sem pensar! Seja por impulso, por falta de planejamento ou por qualquer outro motivo, os gastos descontrolados só fazem aumentar a dívida dos consumidores.

Extraído de: Folha de São Paulo, 08/10/12, pg B3, por Agnaldo Brito

MAIS DE 1/3 DA POPULAÇÃO GASTA SEM PENSAR

Endividamento do brasileiro chega a 44% da renda anual, com espaço para contratar novos empréstimos.

Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos.

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

Lidar com dinheiro vira matéria de escola Jovens e casais sem filhos investem mais em imóveis

Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

“O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de edução financeira.

“A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

– Iniciativas Ecologicamente Corretas

A Revista Veja trouxe há algum tempo um suplemento chamado “Sustentabilidade”, onde idéias e negócios verdes são apresentados.

Destaco uma matéria intitulada “Onda Verde” (pg 50, 22/12/2010), sobre exemplos de empresas que se deram bem com a iniciativa ecológica. Compartilho:

ONDA VERDE

Por trás dos investimentos em negócios sustentáveis existe a certeza de que os produtos com menor impacto ambiental promovem mais riqueza – para as empresas e para o planeta. Alguns exemplos:

CERVEJA – AmBev:

De 2004 a 2009, a fabricante de bebidas reduziu de 4,37 litros para 3,9 litros o volume de água necessário para a fabricação de 1 litro de cerveja. Além disso, vende praticamente tudo o que sobra do processo de fabricação.

O bagaço de malte é transformado em ração para o gado, a levedura seca é utilizada na produção de temperos e o vidro é reciclado para dar origem a novas garrafas. No ano passado, a venda desses subprodutos representou uma receita extra de 78,8 milhões de reais.

TALÃO DE CHEQUES VERDE – Real / Santander

Com uma composição de 75% de papel virgem e 25% de papel reciclado, o talão de cheques verde foi lançado em 2004 pelo Banco Real antes de ele ser absorvido pelo espanhol Santander.

Embora tenha um custo de fabricação igual ao do modelo tradicional, a versão de papel reciclado economiza 2,5 milhões de folhas de papel tamanho A4 por mês, o equivalente a 214 árvores.

O Santander vende as sobras dos cheques compensados, que, depois de guardados por 30 dias e microfilmados, numa espécie de registro digital do documento, são enviados à picotagem para a fabricação de papel-toalha e outros produtos.

Essa venda rende ao banco 2500 reais por m~es, quantia doada a uma instituição de caridade.

LÂMPADA LED – G.E.

No início do ano que vem, o gigante americano lançará no Brasil uma lâmpada de 9 watts com tecnologia LED. A lâmpada produz a mesma luminosidade das incandescentes de 40 watts, mas com uma economia de 77% de energia elétrica.

Sua vida útil é de 25.000 horas, ou dezessete anos, considerando quatro horas de uso diário.

A nova lâmpada foi anunciada como o lançamento mais recente da linha Ecomagination, com mais de noventa produtos verdes, criada em 2005.

Desde então, a GE faturou 70 bilhões de dólares somente com as vendas nesse segmento.

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