– Quais as reais prioridades do Povo?

Sinceramente, vejo um certo exagero de sofrimento com coisas que não tem razão de serem choradas. Uma delas é o futebol.

Mas “qual tipo de futebol” estamos falando? O do Padrão FIFA ou o do padrão Brasil? Um ótimo texto sobre o assunto:

É PRECISO REVER AS PRIORIDADES

Por José Carlos Pascoal

Um povo que sofre por causa de derrota e eliminação da Copa do Mundo, não é um povo que define prioridades, ou pior, define o esporte como única prioridade. Parece que o país parou por causa da goleada sofrida pela seleção. Uns desafogam nas lágrimas; outros se valem das gozações e chacotas; outros ainda (o que é pior) destroem patrimônios públicos e privados.

Termina a Copa e o já estático Congresso continuará “trabalhando” a passos lentos, pois começa o período eleitoral. Como quase todos são candidatos à reeleição, precisam sair em busca dos eleitores. E as verdadeiras prioridades ficam para depois. É justa a reação do povo, dando sequência às manifestações de junho de 2013, mas as mesmas perdem o sentido por causa das infiltrações dos “black blocks”, que promovem danos à propriedades. Os governantes e órgãos de segurança estão criminalizando os movimentos sociais porque não sabem combater os “black blocks”, e penalizam os que fazem as manifestações por moradia, saúde, educação, trabalho, salário.

Voltando ao futebol, leio (Painel na Copa, D3, Folha de São Paulo, 11/07/14) que “as emissoras detentoras dos direitos de TV dos campeonatos nacionais defendem que os padrões da Copa do Mundo sejam adotados para os jogos locais”. Excelente ideia: cumprimento dos horários, fair play. Só que esquecem que foram eles que produziram algumas situações degradantes do futebol brasileiro.

Para elevar as audiências das novelas, a principal emissora do país obrigou os dirigentes do futebol brasileiro (e estes aceitaram, visando os lucros) a elaborarem estapafúrdias tabelas de jogos, com horários não condizentes para a presença de público. Com os estádios vazios, os “cartolas” passaram a financiar as “torcidas organizadas”, que acabaram se tornando grupos de baderneiros violentos, afastando ainda mais os sérios torcedores. Uma reforma do futebol brasileiro passa necessariamente pela não dependência das emissoras de TV. Se fala tanto em democracia e se aceita a imposição do capital sobre o lazer. O verdadeiro torcedor está desgastado e exige mudanças. O superfaturamento das construções dos estádios traz como consequência elevação do valor dos ingressos e, na sequência, a confirmação de espaços chamados de “elefantes brancos”. É PRECISO REVER AS PRIORIDADES. (É diácono permanente na cidade de Salto/SP)

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– Hublot no caminho da Rolex?

Algumas empresas conseguem aproveitar o esforço em marketing nos grandes eventos e costumam se destacar.

Desconhecida por muitos no Brasil, a Hublot tem feito ações publicitárias durante o Mundial da FIFA, tornando-se mais famosa.

A empresa suíça de Relógios de Luxo é bem mais nova do que sua principal concorrente, a Rolex (a Hublot tem apenas 24 anos), e conseguiu notoriedade por ser a marca oficial de cronometragem dos jogos da Copa. E vem investindo: contratou figuras importantes e celebridades para seus novos lançamentos, como o “Classic Fusion Pelé”, que custa R$ 57 mil!

A inovação tem sido chamada como principal arma, ao criar “um novo material”, chamado de “Magic Gold” – uma mistura de Ouro 18 quilates com uma cerâmica não divulgada.

Fará sucesso?

Talvez. Só o tempo dirá. Sem trocadilhos.

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– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– Itália crescerá economicamente com prostituição e drogas!

Que triste, querida Itália!

O Governo de lá anunciou que acrescentará no cálculo do PIB o dinheiro gerado na Economia do país com a Prestação de Serviços Sexuais e Venda de Entorpecentes!

Mesmo a prostituição e o comércio de drogas sendo ilegais, a medida será usada para alavancar o cálculo do Produto Interno Bruto, já que se gera renda no país.

Apelação…

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– Atraso de Apenas 14 anos?

Pois é: mais uma refinaria dando dor de cabeça ao Governo Federal. Depois do abandono da Venezuela na obra de Abreu e Lima (onde era parceira), deixando dívidas e obras paradas, agora é a Refinaria Premium I, no Maranhão (a futura 5a maior do mundo).

A obra, segundo Lauro Jardim (Veja.com) era para ser entregue em 2015. Porém, alguns atrasos adiaram a concretização da obra para… 2029!

Prazo lago e folgado, hein?

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– 18 bilhões de calote?

Uau! Ouvi uma entrevista do presidente do Itau Unibanco falando sobre os motivos dos juros demorarem a cair no Brasil. O problema seria, principalmente, calote em linhas de giro de capital.

Sabem quanto o banco espera perder? Cerca de 18 bilhões de reais!

Quanto é que se tem que lucrar para poder ter tal perda?

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– China: a Maior Vendedora de Bíblias do Brasil!

Assustou com o título deste post? Pois é, o Estadão de hoje traz uma matéria impressionante. A maior parte das Bíblias comercializadas no Brasil são impressas em gráficas na China, a custo muito mais barato.

Tenho o pé atrás com a China. Não gosto de ditaduras. Hoje, projeções indicam que ela será a maior nação do mundo em 2022. Tenho medo de ser dominado por chineses, com pseudo-democracia e práticas abomináveis comercialmente.

Você sabia que só hoje, após pagar 60 milhões de dólares a um gaiato, que a Apple pode chamar seu tablet de iPad na China? A marca já estava registrada…

PAÍS IMPORTA ATÉ BÍBLIA DA CHINA

Por Marcelo Rehder

Índia e Chile também fornecem o livro a preço inferior; gráfica já demitiu e ameaça mais 40

Depois do livro didático, as gráficas brasileiras enfrentam agora forte concorrência das importações de bíblias. A Palavra de Deus está sendo impressa em português em gráficas na China, na Índia e no Chile, entre outros países, a custos considerados imbatíveis pela indústria.

Para driblar o chamado “custo Brasil” e ainda obter alguma vantagem com o câmbio, editoras de publicações católicas e evangélicas aceleraram as encomendas no exterior. A vantagem comparativa em relação ao impresso nacional chega a superar 50%.

“É um negócio estranho”, queixa-se Jair Franco, vice-presidente da Gráfica Imprensa da Fé, uma das grandes do setor, que trabalha com livros religiosos e didáticos. “Para fazer a Bíblia aqui, temos de comprar o papel de fora, a capa especial de fora e a cola de fora, e tudo isso vem com imposto. Aí, o editor vai lá e faz a Bíblia completa e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?”, questiona o executivo. De acordo com a Constituição Federal, as importações de livros, jornais, revistas e outras publicações são imunes e não pagam imposto.

O avanço das importações de bíblias e livros didáticos não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posições aduaneiras específicas para as publicações. Mas os efeitos são sentidos.

Só a Imprensa da Fé chegou a imprimir 3 milhões de bíblias por ano, há cerca de dois anos. Hoje, não passa de 1 milhão. A consequência foi que a gráfica demitiu 40 trabalhadores nos últimos seis meses e atualmente emprega 280 pessoas. Mas os cortes não devem parar por aí: “Vamos ter de dispensar mais 40″, admite Franco.

A situação da Imprensa da Fé não é diferente da vivida pelas demais empresas do mercado gráfico editorial. Tanto que as principais empresas do setor, com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, encabeçam um movimento em defesa da indústria nacional. Amanhã, eles vão se encontrar em Brasília com a senadora Ana Amélia (PT/RS), autora de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estende a imunidade de livros, jornais e periódicos para outros insumos.

A PEC 28/2012 está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania desde 14 de junho, aguardando designação de relator. Nossa bandeira é desonerar o produto brasileiro”, diz Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

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– Uma Lavanderia de Dinheiro chamada Futebol: 11 anos de Abramovich no Chelsea

O bilionário russo Roman Abramovich comprou o Chelsea por 210 milhões de euros em 02 de Julho de 2003. Nos balanços oficiais, se vê que em 2004 ele gastou 420 milhões de euros. Em 2005 o prejuízo foi de 350 milhões. O único ano em que teve lucro foi 2012, com 1,6 milhão de euros.

O mais impressionante é: em 11 anos, o prejuízo acumulado é de 733 milhões de euros!

A pergunta inevitável a ser feita: há anos gastando dinheiro e ele não acaba? Em reais, o valor negativo chega a mais de 2,5 bilhões, e ainda assim fica contente? No “vermelho” e não se preocupa em fazer o negócio dar dinheiro? Ou é para não dar, propositalmente?

Abramovich é um dos muitos caras inteligentes que usam o futebol para lavar dinheiro nele. São das máfias do leste europeu, asiática ou ainda montantes de bilionários árabes, investindo em clubes como Manchester City, PSG e Monaco.

Imagine a engenharia financeiro-logística para esquentar a grana. Se toda essa inteligência fosse usada para o bem… ou melhor: se todo esses recursos financeiros , ao invés de serem gastos no futebol, fossem investidos em melhorias sociais…

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– Teremos uma Nova Fórmula para a Gasolina no Brasil?

Leio com preocupação: a ANP estuda a mudança na Adição do Álcool Anidro na Gasolina, que hoje é de 25%. Estão sendo realizados testes de rendimento e durabilidade nos motores de carros, com o aumento para 28, 30 e até 35%!

A idéia é ajudar indústria da cana e incentivar a produção. Aliás, vale o registro: o setor tem criticado bastante o Governo Federal. Alegam “abandono” na questão do Álcool.

O problema é: o Etanol, solução econômica e ecológica para o nosso país, vez ou outra tem suas grandes oscilações de preço.

Confesso ter medo dos petroleiros árabes e dos usineiros paulistas. Quem é mais feroz nas negociações?

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– Semana de apenas 3 dias?

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, teriam mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai de encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do “Ócio Criativo” (descansado, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic…

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– A Crise do Interior por Culpa do Etanol

prosperidade do Interior Paulista com o agronegócio parece ter sido freada. A região de Ribeirão Preto, chamada antes de “Califórnia brasileira” e atualmente de “Vale do Silício do Etanol” sofre com o baque econômico.

Veja abaixo, extraído de Revista Exame, pg 40-42, ed 1042

COLHEITA DE PREJUÍZOS

Por Alexa Salomão e Daniel Barros

Se você quiser ser dono de uma usina, pegue um talão de cheques e passe o dia em Sertãozinho. É com essa frase que os empresários do setor de açúcar e álcool gostam de explicar a importância desse município no interior paulista. Apesar de estar a 350 quilômetros da capital e ter pouco mais de 100 000 habitantes, Sertãozinho ficou conhecida como o Vale do Silício do etanol. Lá estão usinas, canaviais e, especialmente, as principais indústrias de equipamentos para a montagem e a manutenção do parque sucroalcooleiro nacional. Quando o setor vai bem, Sertãozinho vai ainda melhor. Mas, se vai mal, a cidade se torna um retrato bem definido dos problemas. E o que ocorre neste momento.

”Chegamos a crescer mais do que a China”, diz Nerio Costa, ex-prefeito que se candidatou à reeleição e perdeu, segundo sua própria avaliação, por causa da retração econômica que se abateu durante sua gestão. “Mal sentei na cadeira de prefeito e veio a crise – um a um, cada segmento da cadeia foi pisando no freio, até que todo o setor ficasse em compasso de espera.”

Poucos setores no país tiveram tanto glamour na década passada quanto o de etanol. O combustível verde (para alguns entusiastas, verde e amarelo) foi apontado como o substituto do petróleo. Dispostos a participar de sua produção no Brasil, investidores de todo o mundo compraram usinas aqui. A participação de estrangeiros subiu de 3%, em 2006, para 33%, hoje. A petroleira anglo-holandesa Shell, o grupo agrícola francês Louis Dreyfus e a produtora de açúcar indiana Shree Renuka são apenas algumas das empresas de outros países presentes na produção nacional.

Em 2008, no auge da euforia etílica, o setor recebeu 10 bilhões de dólares em investimentos. De lá para cá, 41 usinas fecharam as portas. Já foram para o ralo 45 000 postos de trabalho no setor – o equivalente a 5% dos empregos. Um estudo do banco Itaú BBA sinaliza que as perdas podem estar só no começo: 90 dos 147 grupos empresariais em operação no Centro-Sul do país têm dívidas elevadas e metade corre o risco de fechar as portas. São negócios que já foram referência, como o grupo João Lyra, do deputado de mesmo nome, que tem usinas em Alagoas e Minas Gerais em recuperação judicial. Alexandre Figliolino, diretor do Itaú BBA para etanol e cana-de-açúcar, tem uma analogia particular para explicar a situação: “Os usineiros são como antílopes fugindo de um leão”, diz Figliolino. “O leão pegou os antílopes mais frágeis. Agora, começa a alcançar os fortes, e isso coloca em risco a saúde do setor.”

É o que se vê em Sertãozinho. No campo, o panorama é de queda na produtividade. “As pessoas reclamam que o agricultor chora demais, mas a situação aqui é dramática”, diz Luiz Carlos Tasso Júnior, produtor em Sertãozinho. Tasso caminha pelo canavial queixando-se de que não tem dinheiro nem para tratar direito o solo, muito menos para investir na aquisição de veículos. Usa tratores emprestados de um amigo e o ajuda a pagar o financiamento. A colheita é feita pela usina que comprar a cana. Em 2007, seus 120 hectares produziram 92 toneladas de cana por hectare. Na última safra, o resultado caiu para 74 toneladas. “Fiz dívida para refinanciar dívidas”, diz Tasso. “Hoje, só quitaria todas se vendesse tudo que tenho, até a casa onde moro.” Dados globais da produção mostram que essa é a realidade de boa parte de médios e pequenos agricultores de cana.

Em 2008, o setor colhia 85 toneladas por hectare. Na safra passada, a média estava em 68 toneladas por hectare – uma queda de 20%. “O valor da cana caiu, mas o preço dos insumos aumentou e as usinas cobram mais pela colheita”, diz Manoel Ortolan, presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil. Os associados da entidade representam quase um terço da produção nacional. No ano passado, as margens passaram a ser negativas. O custo de produção fechou em 68 reais por tonelada de cana, mas o preço da cana ficou em 64 reais por tonelada.

O aperto na indústria sucroalcooleira começou recentemente. De 2008 a 2012,81 projetos de usinas foram postos de pé no país. Para dar conta da demanda, a indústria de Sertãozinho cresceu. O número de empresas passou de 500 para 700. A cidade absorveu mais de 3 000 profissionais e chegou a empregar 47 000 trabalhadores. Nos últimos dois anos. o número de postos retrocedeu aos níveis de 2008. Na região, que compreende sete cidades, o emprego acumula queda de 2% nos últimos 12 meses. Na indústria, o faturamento caiu até 70%.

A Smar, especializada na produção de sistemas de automação, perdeu 100 funcionários no último ano e não repôs nenhum. Nos meses mais críticos, paga os operários, mas pede aos executivos que esperem um pouco mais para receber os salários. Tem feito um esforço para manter os 120 engenheiros, responsáveis por criar novas tecnologias. Foram eles que garantiram nos Estados Unidos o registro de mais de 50 patentes, expostas como troféus em quadros nos escritórios da empresa. Entre seus orgulhos está um sistema de injeção que movimenta os motores do porta-aviões USS John F. Kennedy, da Marinha americana. Em 2009, a Smar trabalhava em três turnos, mas há meses opera com ociosidade de 30% da capacidade. “Cerca de 20% de meus clientes faliram”, diz o chileno Eduardo Munhoz, diretor comercial da divisão de açúcar e etanol da Smar. “Não dá para substituí-los da noite para o dia.”

Lucros no exterior

Para contornar as perdas, as empresas lutam por um espaço no concorrido e minguado mercado externo. É o caso da TGM. Especializada na fabricação de turbinas, neste momento tem 92% do faturamento garantido por exportações para Ásia, América Central e União Europeia. Waldemar Manfrin, sócio-diretor da TGM, tem orgulho em mostrar as estruturas gigantescas que produz para o mundo. “Em Brasília, dão incentivos para fogões, geladeiras e carros”, diz Manfrin. “Já o nosso setor foi esquecido. Se não exportássemos, estaríamos encrencados.” Em 2003, a TGM faturou 80 milhões de reais. No auge da euforia com o etanol, o resultado bateu quase em 700 milhões. Em 2012, ficou perto de 200 milhões graças às exportações.

Os efeitos negativos começaram a chegar ao comércio. Na Barão do Rio Branco, uma rua aprazível com árvores e canteiros de flores, que concentra o varejo de Sertãozinho, as lojas têm mais funcionários do que clientes. As vendas esfriaram desde a virada do ano. A Paulmem, loja tradicional de vestuário prestes a completar 40 anos, passou a década registrando aumentos de dois dígitos nas vendas, ano a ano. Em 2012, teve o primeiro Natal com alta de apenas um dígito: 6%.

Desde então, as vendas esfriaram mais. Para complicar, o novo empreendimento da família Ribeiro, dona da Paulmem, vai mal das pernas. O Shopping da Moda, inaugurado em outubro, ainda opera no vermelho. No fim de abril, a família desativou o estacionamento coberto para transformá-lo numa área de saldões. “O Dia das Mães foi bem fraquinho”, diz Erika Ribeiro, sócia do Shopping da Moda. “Agora, esperamos que os produtos mais baratos atraiam os clientes e melhorem as vendas.”

Como Sertãozinho depende da retomada do setor de etanol no resto do país, o comércio local pode ter de esperar. “Não há encomendas para a construção de usinas”, diz Antônio Eduardo Tonielo Filho, presidente da associação que reúne fabricantes de equipamentos para o setor de etanol. “São elas que impulsionam os elos da cadeia.” O mau humor que impera no setor espalhou-se pelo Brasil. O estado de Goiás, por exemplo, foi tomado pela euforia dos investidores a partir de meados dos anos 2000.

Inaugurou 11 usinas em 2008. Hoje, há mais de 40 projetos aprovados no estado, com incentivo fiscal garantido. Quinze deles contam até com licenciamento ambiental e podem iniciar o plantio da cana. Todos, porém, estão engavetados.
Já a cidade de Rolândia, vizinha a Londrina, no Paraná, entrou numa crise severa. A usina da cooperativa Corol foi um símbolo do progresso da cidade de 58 000 habitantes. Chegou a empregar 6% da força de trabalho local e a responder por 5% da receita da prefeitura. Em 2011, a usina foi à falência com uma dívida de 600 milhões de reais. Apenas 20% de seus empregados foram absorvidos em usinas da região. “No Paraná e em boa parte do Brasil, a indústria do etanol está localizada em pequenos municípios, que dependem fortemente da atividade”, diz Miguel Tranin, presidente da Associação de Produtores de Bioenergia do Paraná. “Quando a usina se vai, boa parte da riqueza local se perde.”

O governo piorou a crise

O inferno astral do setor de etanol tem muitas razões. A crise financeira internacional cortou o crédito das usinas no momento em que estavam endividadas e comprometidas com fusões e expansões. O preço do petróleo caiu e a promessa de aumento das exportações de etanol para substituir o combustível fóssil não vingou. Problemas climáticos comprometeram a produção de cana. O tempo, a mãe natureza e as leis de mercado cuidariam de resolver questões como essas. Mas o que realmente jogou o setor de joelhos foi a política. Ao assumir a Presidência, Dilma Rousseff decidiu segurar o preço da gasolina e, assim, combater a inflação. A estratégia corroeu os resultados da Petrobras e, de quebra, tirou a competitividade do etanol. Em 2008, metade da frota nacional rodava com etanol. Hoje, só 20% dos veículos são abastecidos com álcool.

No fim de abril, o governo anunciou um pacote de ajuda ao setor, com a redução de tributos e a criação de novas linhas de financiamento. A UNICA, entidade que congrega as usinas, emitiu uma nota agradecendo a iniciativa, mas reivindicou ações de longo prazo. Segundo um político ligado ao setor, o governo ameaçou suspender o pacote se não tivesse o apoio oficial da UNICA. Uma semana depois, a entidade soltou uma nova nota, apoiando o pacote – e sem nenhuma menção a eventuais problemas. Não há, porém, como aplacar o descontentamento de quem sofre com a nova realidade do etanol. “As medidas não fazem cócegas nas empresas”, afirma Carlos Liboni, secretário de Indústria e Comércio de Sertãozinho. “O que está em jogo é maior do que vender álcool no posto: precisamos de uma política clara e de longo prazo para dar segurança aos investidores.”

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– É mesmo Dia dos Namorados?

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japonês!!!!!

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– Sialkot estará em todos os jogos da Copa do Mundo no Brasil

Diversas publicações – das esportivas às de negócios – têm trazido reportagens sobre Sialkot e sua importância no Mundial.

Mas quem ou o quê é Sialkot?

Sialkot é uma cidade média do Paquistão onde é fabricada pela Adidas (através de terceiros) a Brazuca, a bola oficial da Copa. A mão de obra é baratíssima. As mulheres (que trabalham de burcas) recebem como salário delas apenas 100 dólares por mês. Aliás, e quanto custa a Brazuca nas lojas daqui (não a réplica oficial que também é fabricada lá, mas a “quente”, a própria do jogo)?

Exatamente R$ 399,99. Se você pagar em dinheiro vivo, acho que não receberá o troco.

Como tem gente no mundo inteiro ganhando dinheiro com a Copa. De maneira legal (moral ou imoralmente) e, sabemos também, ilegalmente (pela corrupção).

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– Silverdomme e a Decadência de uma Arena

Lembram do Silverdome, em Detroit? Há 20 anos o “estádio coberto” dos EUA foi um grande atrativo na partida Brasil x Suécia no Mundial de 1994.

Pois é… olha o que sobrou dele: se deteriorou! Acontecimentos esportivos, shows, encontros religiosos e outros atrativos não foram suficientes para capitalizá-lo. Virou um elefante branco em terra capitalista onde a promoção de eventos fala mais alto!

Se lá nos Estados Unidos aconteceu isso, imagine no pós-Copa brasileiro em Cuiabá, Manaus…

Olha ele:

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Extraído de: http://www.gazzetta.it/Sport-Vari/Football-Americano/09-06-2014/mondiali-triste-fine-silverdome-romario-abbandono-80879285295.shtml

MONDIALI, LA TRISTE FINE DEL SILVERDOME: DA ROMARIO ALL’ABBANDONO

L’impianto di Detroit ospitò 4 gare di Usa ’94 (le prime coperte), oltre all’Nfl, l’Nba, concerti e una Messa del Papa. Oggi, dopo la crisi che ha messo in ginocchio la città, il tetto crolla, il campo è abbandonato, sedie e tabelloni vanno all’asta.

Il tetto in teflon, che lo aveva reso il più grande impianto coperto degli Stati Uniti, è ormai in gran parte crollato. Il campo, su cui correvano i ricevitori dei Detroit Lions, è pieno di detriti. Gli spalti, da cui decine di migliaia di persone avevano ammirato Isiah Thomas, vanno a pezzi. I corridoi, da cui Romario e Bebeto entravano in campo durante i Mondiali di Usa 94, sono allagati. Il Silverdome, stadio di Detroit, è abbandonato e in fase di disfacimento.

DA ROMARIO AL PAPA — Non è un impianto qualunque: qui si giocò la prima partita al coperto di un Mondiale, quello americano: Usa-Svizzera, della fase a gruppi. In quel torneo il glorioso Silverdome, nato nel 1975 e praticamente un’astronave, per i tempi, ospitò altri tre match: Svizzera-Romania, Svezia-Russia e Brasile-Svezia. Ma non fu una singola estate di gloria: lì giocavano regolarmente le franchigie di Detroit di Nfl (fino al 2001) e di Nba (i Pistons, fino al 1988). Ospitava concerti, eventi di wrestling e motoristici, e persino una messa del Papa, Giovanni Paolo II, con 93mila persone presenti. E l’impianto di Pontiac (sobborgo di Detroit), non è morto di vecchiaia: rimodernato più volte, era tuttora se non all’avanguardia, quasi. Si è spento per “crisi”, la crisi economica che ha colpito la città di Detroit più che ogni altra, in America. La ex-capitale dei motori Usa ha dimezzato la sua popolazione negli ultimi 50 anni, con un picco nell’ultimo decennio, quando interi quartieri sono rimasti disabitati, dopo il crollo dell’industria dell’automobile e la crisi dei mutui americani. La stessa città, nel 2013, ha dichiarato bancarotta.

SVALUTATION — E la storia del Silverdome, e la sua svalutazione, sono indicati da molti, negli Usa, come un simbolo del decadimento della città. La costruzione dello stadio coperto costò nel 1975 circa 55 milioni di dollari: una somma che rivalutata secondo gli indici, porta a oltre 250 milioni attuali. Il 2001 è l’inizio della fine. I Lions si trasferiscono a Ford Field, il Superdome resta senza un “impiego fisso”, limitandosi per anni a “lavori saltuari”, kermesse, spettacoli. Nel 2009 il magnate canadese di orgine greca Andreas Apostolopoulos lo compra all’asta per meno di 600mila dollari: una svalutazione (da 250 milioni) che va di pari passo con quella di molte case di Detroit e sobborghi. C’è un piano di rilancio, ma non funziona: ospita per un anno la squadra di Detroit di frisbee (sic), il Milan nel 2010 è una delle ultime squadre di calcio a calcarne il terreno, in una amichevole col Panathinaikos. Dopo il nulla: nel 2013 il Silverdome è definitivamente abbandonato, e inizia il decadimento che lo porta alle condizioni attuali.

ALL’ASTA — Oggi, tutte el strutture interne, quelle ancora salvabili, sono messe all’asta: prezzo di partenza 5 dollari, dalle sedie degli spalti fino al tabellone dei punteggi e lo zamboni. memorabilia in vendita su internet, inizio dello smembramento definitivo. ma anche l’asta ha qualche intoppo, al momento è stata rinviata. Restano le immagini di un “tempio storico” distrutto dalla furia degli elementi. Immagini da tenere bene presente, in giorni in cui molti stadi, in Brasile, vengono inaugurati con poche certezze sull’utilizzo futuro.

– A Polêmica do McDonald’s Arroz e Feijão no Brasil

Há um mês, o Portal Bloomberg descobriu que há 4 anos o McDonald’s possui um “cardápio secreto” em 10% das suas lojas. Nele, há arroz e feijão e outros pratos executivos. Seus funcionários já sabiam e consumiam os produtos, mas nunca sugeriram aos fregueses.

O detalhe é que o cardápio não é divulgado propositalmente! Só é oferecido ao cliente se este solicitar, e fica escondido embaixo do balcão.

Loucura?

Não. Marketing!

Veja só, extraído de: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2014/05/repercussao-e-fantastica-diz-mcdonalds-sobre-arroz-e-feijao.html

O CARDÁPIO SECRETO DO MCDONALD’’S

O McDonald’s do Brasil avalia como “fantástica” a repercussão da “revelação” para o público de que é possível comer arroz e feijão nas lojas da rede e reafirmou que o “item secreto” do cardápio está disponível aos clientes desde 2010 “por uma questão de transparência”.

“A explosão da repercussão foi fantástica para mostrar que servimos comida de qualidade para nossos funcionários e para, mais uma vez, ver a força incrível que tem a marca McDonald’s”, afirmou ao G1 o diretor de comunicação da empresa, Hélio Muniz, em entrevista por e-mail.

O “item secreto” do cardápio foi confirmado pelo McDonald’s nesta semana após reportagem da “Bloomberg” revelar que a rede possui uma lista de pratos executivos com arroz e feijão que fica escondida embaixo do balcão somente para os clientes que a solicitarem.

Questionado pelo G1 se desde 2010 o prato tem, de fato, sido comercializado nas lojas e não apenas oferecido aos funcionários, uma vez que a empresa nunca divulgou que tem arroz e feijão no cardápio, a Arcos Dorados, controladora da rede no Brasil, reafirmou que a opção está disponível, sim, há 4 anos, mas que “não houve e nem haverá” campanha de marketing com esse tema.

“Começamos a servir essa refeição a nossos funcionários em 2010 e decidimos disponibilizá-la aos clientes por uma questão de transparência. Não pensamos em fazer promoções, campanhas de marketing ou qualquer tipo de ofertas envolvendo o prato. Ele realmente é dos nossos funcionários e os clientes têm todo o direito de conhecê-lo e prová-lo, claro”, disse Muniz.

Ele esclareceu, entretanto, que o prato com arroz e feijão está disponível somente nas lojas próprias das rede, que correspondem a 83 dos 816 restaurantes da marca no país. Segundo o diretor, os franqueados também podem vender o prato, mas não é algo obrigatório. “É uma decisão de cada franqueado”, explicou.

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– Empresas em dificuldade e férias coletivas no Brasil

Samsung, Semp Toshiba, Yamaha… e tantas outras grandes empresas do país estão dando férias coletivas a seus funcionários.

Já viram como estão os pátios das montadoras?

E os estoques por aí?

Pior de tudo é ter gente que não acredita que o país está em crise…

Legado da dona Dilma ou acaso econômico?

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– A Inflação está aí e é Inegável!

Vá ao mercado e anote os preços. No mês que vem, reveja-os. “Cumé” que a inflação é só de 0,5 ou 0,6%?

Frutas dispararam! Não vale dizer que é só pela sazionalidade. Em 3 mercados encontrei esses preços aproximados: ameixa era R$ 9,99 e passou para quase R$ 30,00; pêssego era R$ 12,99 e passou para quase R$ 30,00; kiwi era R$ 6,99 e passou para quase R$ 15,00.

A Economia está ou não degringolando?

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– Petrobrás é a empresa mais endividada do mundo?

Estamos vendo as grandes críticas realizadas à Petrobrás. Mas veja: há quase 1 ano, a empresa brasileira já era a mais endividada do mundo!

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,petrobras-e-a-empresa-com-mais-dividas-no-mundo,1087347,0.htm

PETROBRÁS É A EMPRESA COM MAIS DÍVIDAS NO MUNDO

Segundo relatório do BofA, a dívida da empresa cresceu muito por causa do programa para elevar a produção offshore

A Petrobrás é agora a empresa mais endividada do mundo, segundo relatório divulgado pelo Bank of America Merril Lynch. “A dívida da Petrobrás cresceu rapidamente com a empresa implementando um ambicioso programa de investimento de US$ 237 bilhões para o crescimento de sua produção offshore”, informa o documento.

Segundo o BofA, um importante fator para a Petrobrás reverter a tendência de alta da sua alavancagem seria impulsionar o seu Ebitda (geração de caixa), o que ocorreria com um aumento de produção.

“Sem uma produção maior, a alavancagem continuará a crescer a menos que ocorra um forte aumento nos preços da gasolina e uma forte redução no programa de capex (investimento)”, segundo o documento. Para a equipe de análise, a produção da estatal deveria crescer para 3,8 milhões de barris por dia para que a alavancagem da empresa comece a cair.

“Os próximos 6 a 18 meses serão, esperançosamente, o início de uma importante virada para a Petrobrás em termos de produção”, ainda de acordo com o documento.

Outro ponto relevante é o aumento dos preços. “De acordo com a diretoria, um aumento adicional de preços é possível no curto prazo”, afirma a analista que assina o documento, Anne Milne, que julga difícil “dada a fraqueza no crescimento da economia, pressão inflacionária, um real fraco e risco de protestos sociais”.

Outro ponto que poderia ajudar na redução do endividamento da petrolífera seria a redução do programa de investimentos. “A empresa identificou US$ 29,5 bilhões em projetos que estão com baixa valorização”, destaca a analista. Ela frisa que movimento de venda de ativos e de joint ventures pode ajudar a Petrobrás, além de um amplo programa de redução de custos.

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– Parte da China desiste de vender carros no Brasil?

A chinesa Chery ainda investe na construção de uma fábrica de automóveis em Jacareí. Mas as demais…

Quer índice pior do que os atuais? A JAC Motors fechou metade das suas revendas no Brasil, e para ajudar, de cada 7 veículos vendidos, 1 tem sérias reclamações reclamadas pelos órgãos de proteção ao consumidor.

E quem comprou um carro chinês, para revender…

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– Um país que está parando: agora, Professores Universitários!

E nesse momento em que as greves estão estourando em todos os locais, é a vez dos Professores e Servidores das Universidades Estaduais: Usp e Unicamp estão parando por tempo indeterminado.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2014/05/1458346-professores-da-unicamp-decidem-entrar-em-greve.shtml

PROFESSORES DA UNICAMP DECIDEM ENTRAR EM GREVE

Por Lucas Sampaio

Professores e servidores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) decidiram, nesta quinta-feira (22), entrar em greve por tempo indeterminado.

A decisão foi tomada em assembleias realizadas pela Adunicamp (associação de docentes) e pelo STU (sindicato dos trabalhadores) no início da tarde.

Os docentes da universidade pública de Campinas (a 93 km de SP) vão cruzar os braços na próxima terça (27), e os demais trabalhadores param suas atividades a partir de amanhã.

Ambos são contra a proposta dos reitores das três universidades estaduais paulistas -USP, Unesp e Unicamp- de não conceder reajuste salarial à categoria neste momento.

Ontem, funcionários e docentes da USP (Universidade de São Paulo) já haviam aprovado paralisar totalmente as atividades a partir de terça (27). Horas depois, um grupo de estudantes da universidade decidiu aderir à greve e fazer uma passeata.

Segundo o coordenador do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), João Raimundo Mendonça de Souza, 51, a assembleia do servidores aprovou a greve com poucas abstenções e nenhum voto contrário.

O objetivo da greve, disse Souza, é mostrar que “os reitores precisavam voltar à mesa de negociações e apresentar uma proposta que reponha as perdas salariais”.

Cerca de 500 funcionários e cem professores participaram das assembleias, segundo os respectivos sindicatos. Para o STU, a adesão à paralisação deve ser de 70% dos trabalhadores -com exceção da área de saúde da universidade.

A Unicamp possui atualmente 2.042 docentes (99% deles doutores) e 7.818 servidores, além de 34.533 alunos (18.338 na graduação e 16.195 na pós-graduação).

Segundo a universidade, os salários dos docentes vão de R$ 1.592 (professor doutor em turno parcial de 12 horas semanais) a R$ 13.653,62 (professor titular com regime de dedicação integral de 40 horas semanais). O vencimento dos servidores não foi informado.

ZERO DE REAJUSTE

O estopim da greve foi a decisão do Cruesp (entidade que representa os reitores de USP, Unesp e Unicamp) de prorrogar as discussões sobre o aumento salarial para setembro deste ano, embora a data-base das duas categorias seja maio.

No ano passado, o reajuste foi de 5,39%. Os dirigentes universitários, no entanto, dizem que o comprometimento do orçamento com folha de pagamento em 2014 já está acima do adequado.

Deveria estar próximo dos 85%, afirmam, mas os níveis de comprometimento em abril atingiram 95,42% na Unesp, 97,33% na Unicamp e 105,33% na USP.

Eles dizem que só poderão voltar a negociar a partir de setembro, após reavaliar os repasses que as universidades receberão do ICMS (principal imposto estadual, que financia a educação superior no Estado).

IMPASSE

Em nota, a reitoria da Unicamp informou que reitera as informações do Cruesp.

“No entanto, consciente da importância de manter o poder aquisitivo dos salários e, ao mesmo tempo, preservar o necessário equilíbrio financeiro das três Universidades, o Cruesp agendou reuniões mensais de acompanhamento da arrecadação do ICMS para avaliar a situação orçamentário-financeira”, afirmou a assessoria de imprensa da universidade.

A última greve dos professores, segundo a Adunicamp, ocorreu em 2009 –quando a PM entrou no campus da USP. A última paralisação devido aos salários foi em 2004, quando também houve proposta de reajuste zero.

Entre os servidores, a última paralisação foi em 2010, segundo o STU, quando os trabalhadores receberam metade do reajuste dado aos professores.

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– Ferrovia Norte-Sul faz 27 anos e remete às lorotas de Sarney!

Quando foi anunciada em 1987, a Ferrovia Norte-Sul foi pregada como a grande, definitiva e verdadeira obra de integração do Brasil, segundo o presidente José Sarney.

Eu era adolescente e acreditei. Mas 27 anos depois… apenas 45% da obra foi concluída, já custou R$ 6,7 bilhões de reais e trechos como o de Anápolis (GO) até Palmas (TO) terão que se refeitos pelo péssimo serviço executado, onde os trilhos estão, acredite, desbitolados!

Acredite: Dilma Rousseff, em evento sobre a ferrovia nesta 5a feira, elogiou o andar das obras e parabenizou Sarney pela iniciativa.

Caramba… não tem nenhum assessor para avisar a presidente que certas coisas não devem ser ditas?

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– Preconceito contra Obesos dentro do próprio Governo?

Triste caso de preconceito contra obesos: até o Governo está constrangendo quem está acima do peso? Professores barrados pelos quilos?

Uma vergonha… abaixo:

Extraído de: http://www.iberoamerica.net/brasil/prensa-generalista/folha.com.br/20140517/noticia.html?id=Jyuh02r

PERÍCIA BARRA DOCENTE OBESO EM CONCURSO

Por Mariana Bruno

A obesidade mórbida foi responsável pela rejeição de um quarto dos professores aprovados no último concurso do governo do Estado de São Paulo, no fim de 2013, para a educação básica.

De 11.858 docentes aprovados e que passaram pela avaliação de saúde, 155 foram considerados inaptos nas perícias, sendo 39 (25%) deles recusados por obesidade.

Segundo o DPME (Departamento de Perícias Médicas do Estado de São Paulo), órgão da Secretaria de Estado da Gestão Pública que forneceu os dados à Folha, os professores barrados no concurso ainda podem pedir reconsideração da avaliação.

Outras doenças também fazem com que professores aprovados fiquem pelo caminho. Entre elas estão nódulos em cordas vocais, neoplasia maligna (câncer), diabetes grave, hipertensão grave e hipoacusia (diminuição da capacidade auditiva).

A professora de química Ana Carolina Buzzo Marcondelli, 30, de Américo Brasiliense, na região de Ribeirão Preto, foi reprovada por ser obesa e disse que está sendo vítima de preconceito.

O diretor da Apeoesp (sindicato dos professores do Estado) em Ribeirão Preto, Mauro Inácio, questiona os critérios de avaliação, já que a maior parte dos professores reprovados já trabalha para o Estado sem ter feito concurso para se tornar efetivo.

Em nota, o sindicato se posiciona contra as reprovações e entende que a obesidade não poderia ser motivo para não aprovar professores.

HISTÓRICO

O caso é recorrente no Estado. No final de 2009 o Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar a negativa do governo do Estado em contratar obesos que passaram em concursos.

Em 2011, o governo paulista reavaliou a situação de professores aprovados em concurso público, mas que foram considerados inaptos pela perícia médica do Estado.

Para o professor do departamento de Educação, Informação e Comunicação da USP de Ribeirão Preto José Marcelino de Rezende Pinto, o governo deveria avaliar mais questões didáticas e específicas sobre as disciplinas e não critérios como o peso.

“O fato de muitos candidatos reprovados já trabalharem no Estado, mas sem serem concursados, já mostra uma contradição”, disse.

CONTINUIDADE

O DPME informou que a perícia é uma prerrogativa de quem organiza o concurso e visa garantir a “continuidade no serviço público”.

Segundo o órgão, dos 39 professores reprovados na perícia por serem obesos mórbidos, somente três são da área de educação física.

A Secretaria de Estado da Educação não quis se manifestar sobre as reprovações.

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– Os Executivos “Dois-em-Um”!

A onda na Administração de Empresas agora é essa: executivos com Dupla Responsabilidade no Gerenciamento.

Ser hábil em uma área e “dar conta de outra” é cada vez mais necessário…

Sobre os “Executivos Dois-em-Um”, abaixo,

extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/05/1455826-companhias-agora-buscam-por-executivos-dois-em-um.shtml

COMPANHIAS AGORA BUSCAM POR EXECUTIVOS ‘DOIS-EM-UM’

Empresas reduzem salários e benefícios para pessoal do alto escalão, além de preferir profissionais que liderem mais de uma área.

por Joana Cunha

O desaquecimento do mercado de trabalho e o fraco desempenho da economia brasileira se refletem agora no alto escalão das empresas, que estão reduzindo remunerações e benefícios de executivos e preferindo profissionais que abracem mais de uma área.

É o “dois em um” na busca por “sinergias” e “habilidades para cada momento econômico”, segundo Carla Rebelo, diretora da empresa de recrutamento Hays.

No nível diretivo, dos salários que superam R$ 30 mil, já se verifica queda de até 10% no volume de contratações no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2013, segundo a empresa de recrutamento PageGroup.

“A expressão é reestruturar e deixar a operação mais enxuta para reduzir custo e aumentar a produtividade, ganhar rentabilidade. É um retrato do momento econômico”, afirma Sócrates Melo, diretor de operações da recrutadora Robert Half.

“Estão substituindo profissionais que não estavam ajustados por outros de perfil mais completo. Em algumas áreas de suporte, substituem dois por um”, diz Carla.

A unificação de áreas é mais difícil de ser implementada em companhias de grande porte devido à complexidade dos processos. Mas as pequenas e médias já começaram a subordinar departamentos de recursos humanos e tecnologia a um diretor administrativo-financeiro.

Telma de Mônaco, do laboratório SalomãoZoppi, foi contratada há pouco mais de um ano para tocar apenas o departamento de marketing, mas acabou assumindo neste ano a área de produtos. “A empresa certamente fará mais movimentos como este nos próximos meses.”

Na incorporadora Maxhaus, Luana Rizzi responde pelas áreas de marketing, relacionamento com clientes e recursos humanos.

“Esse movimento de acúmulo de responsabilidades busca perfis mais empreendedores do que técnicos. É uma visão sistêmica e a questão econômica acaba forçando mais esse modelo.”

O pacote de remuneração fixa e variável dos diretores contratados caiu em média 35% desde o período de maior aquecimento dos salários inflacionados, segundo a Michael Page. A maior parte da queda está nos bônus.

“Notamos que uma parcela importante das contratações agora é consequência da necessidade de substituição por performance, ou seja, as empresas estão se cobrando mais por eficiência devido à redução dos fatores de crescimento da economia”, afirma Marcelo de Lucca, diretor-geral da Michael Page no Brasil.

Existem três pilares que motivam trocas de diretores e costumam ser um retrato do momento econômico: criação de novos projetos, mudanças societárias e substituição por performance.

Neste ano, o principal motor de trocas de diretores é a busca por melhor performance, que cresceu de 55% para 65% das contratações realizadas, segundo Lucca. Juntos, os recrutamentos de diretores devido a mudanças societárias ou para investimento em novos projetos somam agora 35%.

Quando se abrangem os cargos de diretoria e gerência há registros de queda de 25% no recrutamento nos últimos três anos. “O volume de oportunidades era muito maior entre 2010 e 2011. Era um período de expansão maior do PIB, em contraponto ao PIB tímido de hoje”, diz Lucca.

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– A Bipolaridade do Mundo Organizacional

Compartilho um artigo extremamente oportuno de um fenômeno atual: a “Mudança de ‘Humor Organizacional’ das Empresas”, retratado pelo Prof José Renato Sátiro Santiago.

Abaixo, extraído de:

http://jrsantiago.com.br/blog/texto/A_Bipolaridade_no_Mundo_Corporativo_e_seu_uso_indevido

A BIPOLARIDADE NO MUNDO CORPORATIVO E SEU USO INDEVIDO

Distúrbio caracterizado pela repentina mudança de humor de seu paciente, a bipolaridade tem invadido o dia a dia de todos nós.

Diferentemente do que acontecia em um passado remoto, hoje em dia não é tão raro conhecermos alguém que sofra deste mal.

A questão aqui, no entanto, não diz respeito ao efetivo crescimento, mas sim ao seu diagnóstico.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, há cerca de 340 milhões de pessoas que sofrem de transtornos desta natureza (1 a cada 20).

Sim, sofrer é o termo certo, pois se trata de uma doença com a qual se deve ter um enorme cuidado.

Conforme alguns estudos, o índice de suicídio entre as pessoas bipolares é cerca de 30 vezes maior se comparado com aquelas que não possuem tal distúrbio.

Assustador.

Ainda assim, há um mal maior sofrido por uma pessoa bipolar, o preconceito.

Muitos, talvez por pura ignorância no assunto, costumam associar as características deste mal como sendo “pura frescura” ou “falta de uma boa surra quando criança”.

Como se fosse possível controlar seus efeitos.

No mundo corporativo, por exemplo, não é incomum confundirem a bipolaridade com questões bem diferentes sem qualquer relação de causa e feito.

Isto é péssimo e é o pior que pode ser feito.

Quantos de nós, ao longo de nossa vida profissional, já testemunhamos colegas que mudam radicalmente de postura e comportamento de um momento para o outro.

Tal tipo de situação costuma ser marcada por frases de tal estirpe “…ele (ou ela) só pode ser bipolar…”.

A verdade absoluta é que isto está longe de ser bipolaridade.

O que seria apenas uma estratégia de sobrevivência, mesmo que vil, passa a ser entendido como algo que é feito sem que haja a devida previsibilidade.

A pessoa bipolar age de acordo com o seu humor, e este, o humor, muda de forma muito rápida e extremada.

Trata-se de algo que pode ser controlado com tratamento, inclusive com medicação apropriada.

A mudança de posicionamento repentino, conforme conveniência, não possui qualquer relação com este tipo de transtorno.

O assunto sobre o qual se refere é outro.

Além disso, e justamente por se tratar de uma doença, é uma irresponsabilidade o uso indevido de um assunto tão sério para qualificar alguém.

Uma atitude preconceituosa, pois tende a associar uma doença como sendo uma característica pessoal.

“Ah mais eu não sabia disso”.

Ainda assim, o desconhecimento sobre as características desta, ou de qualquer outra, doença não serve de atenuante ao seu uso indevido.

Aliás, isto deveria servir para tudo, não é mesmo?

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– E quem paga a conta, dona NET?

Ao ver as propagandas da NET, fico revoltado! Ontem, sexta-feira, dia de muito trabalho, boa parte do comércio de Jundiaí ficou sem acesso a Internet por culpa da prestadora.

Ora, Internet não é luxo, é necessidade nos dias atuais. E como fazer se no trabalho você precisa dela?

É irritante saber que as operadoras não têm equipamentos reservas para situações de emergência. Tive prejuízos significativos. E como fica? Nenhuma satisfação? Simplesmente caiu a internet da NET e o cliente que arque com as consequências?

Esses caras ganham muito dinheiro com serviço de péssima qualidade. E cadê as autoridades para fiscalizarem a contento?

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– Empreendedores Inusitados da Copa do Mundo

Tem gente que não perde tempo para os negócios de oportunidade esporádica.

O polêmico “empreendedor da noite” Oscar Maroni (jundiaiense do bairro da Ponte São João), de tantos casos e causos no seu folclórico e sedutor clube de relacionamentos “Bahamas” (situado na Avenida dos Bandeirantes, próximo ao Aeroporto de Congonhas), está aproveitando o Mundial de Futebol.

Olhem só a propaganda de seu negócio estampada em outdoors: a imagem diz tudo! A chuteira, a bola, a…

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– Consumo Responsável em Alta?

Olha que interessante essa matéria: empresas que sugerem o consumo moderado de seus produtos. O marketing pelo pseudo antimarketing?

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/359718_NAO+COMPRE+MEUS+PRODUTOS+

“NÃO COMPRE MEUS PRODUTOS”

A grife americana Patagonia faz sucesso recomendando a seus clientes que não consumam em excesso – inclusive artigos da própria marca

Por Luisa Purchio

Algumas empresas se tornam ícones de seu tempo graças ao estrondoso sucesso financeiro. Outras por criar marcas que ajudam a transformar o mundo. Há um terceiro e raro grupo que faz história porque realiza as duas coisas ao mesmo tempo. Nesta categoria está a grife de roupas californiana Patagonia (sem acento mesmo), identificada como uma das corporações mais inovadoras do mundo. A Patagonia faz sucesso sugerindo para seus clientes que comprem pouco – inclusive produtos da própria marca. Afinal, pregam seus executivos, o consumo excessivo faz mal ao planeta. Se faz mal ao planeta, é ruim para a companhia também. A Patagonia é o símbolo máximo do chamado “capitalismo consciente”, conceito baseado na ideia de que a contribuição das empresas para a sociedade deve ir além do lucro. Para reconhecer companhias que, a exemplo da Patagonia, buscam um mundo melhor, a ISTOÉ criou o prêmio “As Empresas Mais Conscientes do Brasil”

O jeito Patagonia de ser é obra de seu fundador, o alpinista, surfista, ambientalista e, por acaso, empresário, Yvon Chouinard. Adepto de esportes radicais, Yvon começou a praticar alpinismo em 1953, aos 14 anos. Em 1972, ao viajar com amigos para escalar, ele percebeu que os pitões (ferramenta pregada na montanha para dar suporte à escalada) da época eram de ferro e precisavam ser deixados na rocha, o que resultava numa agressão à natureza. A criação de um pitão de alumínio foi o ponto de partida para que desenvolvesse uma série de equipamentos amigos do meio ambiente e que deram origem à grife. Os produtos logo começaram a ser cobiçados por aventureiros e, mais tarde, por pessoas sem vocação esportiva, mas engajadas no respeito ao planeta. O discurso e a prática de Yvon o fizeram bilionário. Hoje uma empresa global, a Patagonia fatura R$ 1,5 bilhão por ano.

“O sucesso da Patagonia se dá pela coerência do processo”, diz Ismael Rocha, especialista em responsabilidade social da ESPM. “Não é só discurso.” Há dois anos, a empresa realizou uma ação ousada; em plena Black Friday – dia em que os americanos vão às compras de forma compulsiva –, colocou no “The New York Times” o anúncio “Don’t buy this jacket” (“não compre esta jaqueta”). Detalhe: a jaqueta era da marca Patagonia. O objetivo era convidar os americanos a refletir sobre o consumo desen­freado. Para aumentar a vida útil de seus produtos, a empresa repara os danos causados pelo cliente, sempre a preços camaradas. O modelo de negócios tem se mostrado tão eficiente que a Patagonia pretende investir em áreas distintas de sua vocação original, como a de alimentos. A empresa já produz salmão e agora pretende lançar uma linha de sopas. “Existe uma legião de pessoas com dinheiro para gastar e que se preo­cupa com os danos do seu consumo”, diz Luciana Stein, diretora da Trendwatching, uma das maiores empresas mundiais de pesquisa de tendências de consumo. São pessoas assim que a Patagonia fisgou – e que deverá continuar seduzindo por um longo tempo.

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– São Paulo ou Palmeiras erraram no caso Kardec?

Cada vez mais a pendenga entre os presidentes Paulo Nobre (SEP) e Carlos Miguel Aidar (SPFC) aumenta, devido a transação envolvendo o jogador Alan Kardec.

O Palmeiras se sente prejudicado por ainda ter contrato com o atleta e preferência nas negociações com o Benfica, dono dos direitos do atleta, e critica uma falta de ética do São Paulo ao fazer uma proposta ao jogador e ao clube português. Porém, o Tricolor alega que o pai do jogador já dizia que as negociações com o Verdão estavam encerradas e somente por essa oportunidade de mercado foi atrás dele.

Depois vieram as discussões entre os mandatários, mas aí fica apenas para o caráter folclórico da coisa. Nobre está magoado por perder o atleta e Aidar irritado pelas declarações. Ambos usaram termos fortes e, até certo ponto, jocosos contra o outro.

Futebol hoje é business. Se o atleta está disponível, paciência. Funciona assim mesmo. O São Paulo apenas foi esperto – e mais vantajoso financeiramente – do que o Palmeiras. Por sua vez, ao perder o jogador, Nobre precisa achar uma justificativa à sua torcida. Mas será que, dentro da coerência que tem sido adotada financeiramente no Palestra, não está certo o presidente em não fazer loucuras ou gastar além da sua capacidade financeira?

Sobre a questão ética, não dá para acusar. O mesmo Palmeiras não discutia a contratação de Marcelo Bielsa e divulgou-a publicamente, enquanto Gilson Kleina estava sob contrato aguardando uma posição de desligamento ou continuidade?

Reclamar faz parte do negócio quando frustrado. Mas cá entre nós: R$ 400 mil por mês ao Alan Kardec não é uma supervalorização?

Bom jogador não significa craque.

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– Os deuses do Olimpo devem estar assustados com o RJ

As aventuras brasileiras nas empreitadas para a Copa do Mundo em 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016 envergonham o cidadão sério. Ao menos, é o que parece, pois para aqueles que gostam de falcatruas, o cenário é perfeito.

Fato claro é a gastança e atraso nas obras, além do não cumprimento de muitas das promessas de legado.

Observe: das 27 grandes obras prometidas para a Olimpíada, 24 estão orçadas e custarão R$ 36,7 bilhões! Deste valor, 57% será de dinheiro público, de acordo com a Autoridade Pública Olímpica.

Pior: há 2 anos do seu início, somente 10% das instalações estão prontas. Na última edição em Londres, também com 2 anos de antecedência, 60% das instalações estavam terminadas.

A Baía da Guanabara teve um projeto de R$ 1 bilhão de reais para a sua despoluição, que iniciada em 2007, não alcançou nem metade da meta alcançada. Outro problema: o Complexo Esportivo de Deodoro, que deverá receber 11 modalidades (a um custo de R$ 900 milhões), ainda não iniciou as obras. Estará pronto até lá?

O Vice Presidente do Comitê Olímpico Internacional, John Coates, assustado com tudo o que está vendo, declarou que “sem dúvida é a pior preparação da história”.

Vale a pena concorrer a sede de tantos eventos gigantescos se não conseguimos otimizá-los a contento?

Fico em dúvida: a nossa capacidade em receber tantos acontecimentos importantes é prejudicada puramente pela incompetência, pela burocracia ou pelo desejo de atrasá-las propositalmente para que surjam os contratos emergenciais sem concorrência alguma (somente para beneficiar os corruptos)?

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– Etanol ou Gasolina no Tanque?

Faça as contas: a tabela mostra a relação de preço entre Gasolina e EtanolVeja o preço da gasolina na coluna da esquerda e até QUANTO o etanol deixa ou não de ser vantajoso (na coluna da direita). Por exemplo: se a Gasolina está R$ 2,75, o Etanol passa a ser desvantajoso a R$ 1,92:

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– Disparates Salariais entre Gêneros e outros Indicadores

Mulheres com mestrado ganham menos do que homens; negros representam apenas 2% da população que chega ao Doutorado. Outros números interessantes revelados por UOL Educação, extraído de:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/04/23/mulheres-com-mestrado-ganham-menos-do-que-homens-titulados.htm

MULHERES COM MESTRADO GANHAM MENOS DO QUE HOMENS TITULADOS

O número de mulheres com mestrado no Brasil é maior que o número de homens com a mesma titulação. Elas representam 53,5% dos mestres no país e eles, 46,5%. No entanto, em termos de remuneração, as mulheres ganham em média R$ 5.438,41, 28% a menos que os homens, que recebem R$ 7.557,31. Os dados foram divulgados nessa segunda-feira (22) pelo CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) no estudo “Mestres 2012: Estudos da Demografia da Base Técnico-Científica Brasileira”.

Segundo o estudo, que utiliza dados do final de 2009, as mulheres têm uma participação maior (71%) nas áreas de linguística, letras e artes. Na área de ciências sociais aplicadas, onde a remuneração é maior, as mulheres representam 43,2% dos empregados.

Na segunda área de maior remuneração, as engenharias, as mulheres têm a menor participação relativa entre os empregados, 27,9%.

Os números mostram que, dentro de uma mesma carreira, ocorre diferenciação. Nas engenharias, homens com mestrado ganham em média, R$ 8.430,18. As mulheres com a mesma formação e carreira, recebem em média, R$ 6.133,98. Em linguística, letras e artes, carreira em que são maioria, as mulheres recebem em média R$ 4.013,87 e os homens, R$ 4.659,60.

Um dos fatores para essa diferença salarial, explica a coordenadora técnica do projeto, Sofia Daher, assessora técnica do CGEE, é que existem “menos mulheres em cargos de confiança, nos quais os salários são maiores”.

DISTÂNCIA REGIONAL

A diferença aparece também entre as regiões. “Em 2010, a remuneração média mensal dos mestres que eram mulheres era 44% menor do que a dos homens nas regiões Sudeste e Sul. Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, a diferença era respectivamente 38% e 37% enquanto que na Região Norte era 18%”, diz o estudo.

“A diferença de remuneração por gênero é algo que temos que pensar e melhorar. A educação corrige uma parte, mas não corrige totalmente a distinção que está na sociedade”, diz o presidente do CGEE, Mariano Laplane. O mesmo, segundo ele, se aplica para a população negra.

Os brancos, que correspondem a 47% da população, representam 80% dos mestres e doutores. Os pardos, que são 42% da população, representam 16% dos mestres e 12% dos doutores. Os negros são 8% da população, 3% dos mestres e 2% dos doutores.

Em dados gerais, de 1996 a 2009, a formação de novos mestres cresceu 10,7% no país. O Distrito Federal é a unidade federativa com maior número de mestres por habitante, 5,4 mestres por mil habitantes entre 25 e 65 anos de idade. Cerca de 43% desses profissionais atua na área de educação. A titulação oferece um aumento de salário –  mestres recebem 83% a mais que graduados e doutores 35% a mais que mestres.

“O mestrado é um treinamento rápido, de dois anos, que atende a uma demanda maior que o doutorado. O mestrado atende a uma demanda do setor produtivo da nossa economia. Temos conseguido expandir a etapa de ensino para regiões mais carentes, para formar mão de obra qualificada”, diz Laplane.

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– E a China está falsificando Ovos de Galinha!

Você tem dúvida sobre a qualidade e procedência de alguns produtos chineses? Já viu similares pirateados de eletrônicos ou falsificações grosseiras?

Pasme: agora, os chineses estão fazendo cópias de… Ovos!

Cuidado, pois eles fazem mal à saúde.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/so-faltava-essa-fabricantes-piratas-inventam-ovo-artificial-e-mortifero-na-china/

OVO MADE IN CHINA

Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo.

Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira.

A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível.

Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Viviam Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos.

A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.

A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados.

Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando florclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.

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– Grandes Magazines investigados por Venda Casada

Famosos mas duvidosos!

Os respeitados Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Ponto Frio e Casas Bahia estão sendo cobrados pela prática ilegal da venda casada, que nada mais é que “o golpe de baratear um preço forçando a venda de outro”.

Nestas horas, a ética fica esquecida…

Abaixo: http://m.estadao.com.br/noticias/economia-geral,gigantes-do-varejo-sao-investigados-por-venda-casada,181602,0.htm

GIGANTES DO VAREJO SÃO INVESTIGADOS POR VENDA CASADA

Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor considera abusiva a oferta de garantia estendida e planos odontológicos na venda de eletrodomésticos

Por Murilo Rodrigues Alves

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão veiculado ao Ministério da Justiça, explicou que vai investigar as empresas Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Casas Bahia e Ponto Frio por tentar impor a venda “abusiva” de garantia estendida e outros serviços, incluindo planos odontológicos, no momento da comercialização de eletrodomésticos. 

A abertura de processo administrativo contra as varejistas foi publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União. As empresas têm 10 dias para apresentar a defesa. Se condenadas, podem ser multadas cada uma em até R$ 7,2 milhões.  

Segundo o Ministério da Justiça, as averiguações começaram em 2012, depois de denúncia do Procon de Ubá (MG) contra as Casas Bahia. Após consulta aos registros do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) e aos Procons, o órgão resolveu ampliar a investigação para outras empresas por conta do alto número de reclamações em todos os Estados. 

As Lojas Insinuante, com presença significativa no Nordeste, também foi notificada para prestar esclarecimentos sobre a prática, mas ainda não foi aberto processo administrativo sobre a empresa.

”É dever do fornecedor informar, esclarecer e orientar o consumidor sobre todos os produtos e serviços ofertados. Não podemos admitir que empresas se aproveitem da vulnerabilidade dos consumidores e imponham a compra de um eletrodoméstico a venda de seguros e serviços não solicitados”, afirma Amaury Oliva, diretor do DPDC. 

O seguro garantia estendida não pode substituir a garantia obrigatória prevista no Código de Defesa do Consumidor. Os fornecedores são obrigados a oferecê-la. 

De acordo com Oliva, no ano passado, 24.906 consumidores procuraram os Procons em todo o País para reclamar sobre seguros. O ministério produziu um levantamento sobre reclamações de consumidores em relação à garantia contra cada uma das quatro varejistas entre 2005 e 2012. No período, a Ricardo Eletro liderou o ranking de queixas, com 33.367 reclamações. Em seguida, aparecem Ponto Frio (14.031), Casas Bahia (13.057) e Magazine Luiza (9.068). 

Uma dessas empresas conseguiu vender em apenas um ano 9 milhões de apólices de seguro, de acordo com Oliva. Ele não quis identificar qual foi a varejista. Segundo ele, só o Magazine Luiza oferece 11 tipos diferentes de seguro.

O diretor apresentou alguns casos de consumidores que saíram das lojas sem saber que junto com os produtos também adquiriram outros serviços em vendas casadas. Uma consumidora comprou um jogo de cozinha, que custaria R$ 820, e saiu com seguro de vida, garantia estendida e compra de seguro. No total, teve que desembolsar R$ 1.019,00.

Uma aposentada comprou diversos produtos e quando foi conferir a nota fiscal percebeu que adquiriu também um seguro para trabalhadores sem comprovação de renda, serviço que não precisaria adquirir. Outra senhora, de 63 anos, comprou um eletrodoméstico e, sem notar, saiu da lojas com contrato de assistência odontológica para ela e a neta, de 10 anos. Quando utilizou a assistência, porém, teve que pagar pelos serviços. 

”Muitas vezes entra no parcelamento e o consumidor não percebe que está pagando por outros serviços caros”, explicou Oliva. Para ele, a culpa não é dos vendedores, que são obrigados a seguir a política das empresas. 

Ele afirmou que o DPDC trabalha em conjunto com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do governo que regulamenta e fiscaliza o setor. Esta semana, estão reunidos em Brasília representantes dos Procons, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas para discutir ações de fiscalização do mercado.

Oliva admite que o valor da possível multa para empresas desse porte é pequeno, mas, segundo ele, o principal prejuízo é manchar a imagem das companhias. Explicações- A Ricardo Eletro informou que ainda não foi notificada e que só se manifestará após tomar conhecimento da medida. A empresa afirma que tem realizado investimentos constantes para atender melhor o consumidor e que constatou uma redução “bastante significativa” no número de reclamações de clientes.

O Magazine Luiza alegou também que até o momento não foi notificado sobre sobre o processo administrativa. “A empresa informa que atua em conformidade com a legislação vigente e reitera o seu compro,misso maior de sempre prezar pela transparência e excelência no atendimento, visando à satisfação de seus clientes”, diz a nota enviada pela assessoria de imprensa da compnhia. 

A Via Varejo, holding das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, informou, por meio de nota, que responderá ao governo no prazo determinado. “A Via Varejo informa que pauta suas ações de acordo com a Lei e na excelência do atendimento ao consumidor em todos os seus negócios”, diz o comunicado.

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– 13 Conselhos para se Negociar com Chineses

A Revista Época Negócios (Ed de julho/2011, por Dárcio Oliveira) traz 13 interessantíssimos conselhos para quem quer negociar com chineses.

Por exemplo: não interrompa um pensamento de chinês, estude qual estado da China você vai, seja o mais formal possível, comemore antes (e nunca depois), e outros tantos conselhos.

Abaixo:

SILÊNCIO, CHINÊS PENSANDO!

Em seu último dia como presidente da Vale, Roger Agnelli soltou uma curiosa frase sobre a dificuldade de negociar com os clientes chineses, o ganha-pão da mineradora. A um grupo de jornalistas, disse: “Tive de comer muito escorpião para fechar todos aqueles contratos”. Soou como metáfora. Não é. Escorpiões são iguaria comum na culinária chinesa. Come-se de tudo que é jeito: frito, assado, empanado ou mergulhado em molho agridoce. E os chineses adoram convidar potenciais sócios para banquetes com carne de cobra ou lagarto e aperitivos como besouros ou escorpiões. Em geral, os empresários e executivos sentem nojo no princípio, mas depois do primeiro milhão de dólares começam a aceitar melhor as iguarias. Conforme o valor dos contratos aumenta, os pratos vão parecendo mais e mais saborosos.

Comer escorpiões é apenas uma das inúmeras esquisitices, para os costumes ocidentais, do mundo dos negócios chinês. Negociadores de primeira viagem podem sofrer com as diferenças culturais – e até perder negócios. Por isso, selecionamos 13 conselhos de gente experiente no assunto. Por que 13? Para os chineses, o número 1, na casa da dezena, significa “definitivo”. O 3 representa “vida”, “nascimento” ou “evolução”. A combinação dos dois, pronunciada como “shi-san”, significa, para eles, “crescimento garantido”. Ou bons negócios.

(OS 13 Conselhos estão na revista em: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI245857-16363,00-SILENCIO+CHINES+PENSANDO.html clique no link ao lado)

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– Os Truques dos Supermercados para você gastar mais!

Layout, prateleiras estratégicas e disposição de produtos de “emboscada”: veja como os supermercados conseguem fazer você gastar mais, com artimanhas de marketing bem sucedidas (e você nem percebe).

Está nesse vídeo bem animado e curto: http://is.gd/Espertos