– Clientes Ocultos na Moda!

Cada vez mais as empresas adotam a prática de contratação de empresas especializadas para serem consumidores dos seus próprios produtos/ serviços. A idéia é de que anonimamente, os consumidores contratados dêem um retorno adequado e testem o atendimento e a compra efetuada.

Em muitos casos, a ação beira a espionagem. Compartilho a boa reportagem de uma edição antiga da Revista Veja (Ed 07/12/2012, pg 110-111) sobre esse tema. Abaixo:

CLIENTES OU ESPIÕES

por Renata Betti

Em: http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Veja_montagem.jpg

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– Lego, a Fênix dos Negócios

Como explicar?

Em 2003, a dinamarquesa de brinquedos Lego estava quase falida. Sem dinheiro, nem inspiração, amargava ½ bilhão de dólares de prejuízo/ano. Em 2015, ganhou um prêmio como “Marca Mais Poderosa do Planeta”.

Segundo a Revista Época Negócios, em matéria de Raquel Grisotto (Abril 2015), foram 6 medidas-chave para a empresa ressurgir:

1- Ajustes de Contas: demitiu 30% dos funcionários e vendeu 70% das participações em outros negócios fora da empresa.

2- Pegada Global: deixou o Leste Europeu e migrou para países em desenvolvimento.

3- Agilidade em Dobro: um novo brinquedo levava 2 anos para ser desenvolvido. Hoje, somente 1 ano para chegar da fábrica às prateleiras.

4- Portfólio mais Enxuto: os produtos são tijolinhos de plásticos e seus bonequinhos. E só!

5- Ajuda dos Famosos: licenciamento de personagens de filmes e desenhos famosos como atração.

6- Vínculo com Clientes: de cada 10 profissionais contratados, 2 são fãs assumidos de Lego.

De fato, é inegável o sucesso da Lego nos dias de hoje, embora, eu, ainda sou do tempo do Playmobil…
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– A inevitável demissão em massa das organizações

Noticia-se que a Mercedes Benz está demitindo seus funcionários por telegrama (após promover um programa de demissões voluntárias) e que a produção de ônibus e caminhões está suspensa por tempo indeterminado.

Tal fato é um preocupante indicador: ônibus transportam trabalhadores e caminhões a produção. Se esses veículos não vendem, é sintoma que o Brasil está em crise.

Neste círculo vicioso, os desempregados deixam de consumir. Os mercados vendem menos, o comércio precisa cortar gastos e surgem novas demissões.

É o cenário do país. O que fazer nesse momento?

Sugestões? Encaminhe-as ao Palácio do Planalto.

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– A Superpotência Brasil?

Jim O’Neill, presidente do Goldman Sachs e que criou o termo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) para se referir aos gigantes emergentes da economia, disse que chegaremos ao desenvolvimento pleno:

O Brasil não é mais um país emergente. Será uma das 5 maiores economias em 2050.

Respeito-o e não acredito nessa felicidade próxima. Com nossos indicadores sociais, estamos longe de ser primeiro mundo…

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– A Vez dos Office “Velhos” nas Empresas

Vejam que bacana: ao invés de office-boys, em São Paulo surge uma nova categoria: os office-velhos. Remuneração razoável, carteira registrada e alguns benefícios que os agradam são os atrativos. Abaixo:

Extraído de: http://is.gd/3lOj0w

FILA ESPECIAL E ÔNIBUS GRÁTIS SÃO ATRATIVOS PARA O AVANÇO DOS “OFFICE-VELHOS”

por Mariana Sallowicz

Apesar de estar aposentado há cinco anos, o auxiliar administrativo Nilson Lúcio, 64, não pensa em parar. Ele trabalha como “office-velho” -como vem sendo chamado o profissional da terceira idade que atua como contínuo. Ele vai a bancos no centro do Rio ao menos duas vezes por dia para pagar contas, fazer transferências e depósitos da empresa em que trabalha. Também faz outros serviços administrativos. A categoria vem crescendo na medida em que os idosos têm prolongado a permanência no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, 40% dos homens com 60 anos ou mais estavam ocupados em 2011. Já as mulheres somavam 17%. Para as empresas, além da vantagem de ter um profissional mais experiente e responsável, os “office-velhos” representam economia de tempo e dinheiro já que, dependendo da idade, têm acesso à fila especial nos bancos e gratuidade no transporte público -válida a partir dos 65 anos em São Paulo e Rio. Em São Paulo, o benefício no ônibus começa aos 60 anos. “O número de empresas que contratam idosos para fazer serviços bancários tem aumentado. O problema é que muitas não empregam formalmente”, afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. Não foi o caso de Lúcio. Ele foi registrado após ter ficado quase um ano desempregado. “Quando aposentei, não consegui me acostumar, fazia bicos. Até que me chamaram para fazer esse serviço.” Segundo ele, um dos pontos que contaram a seu favor foi a experiência. Quando vai ao banco, usa a fila especial. Um dia, conta, um rapaz ficou gritando quando ele entrou na fila de idosos. “Ele achou que eu não tinha 60 anos. Algumas pessoas não respeitam quem está na fila especial, olham feio, mas não me importo.” Inocentini confirma que há reclamações. “Já estamos discutindo a possibilidade de criação de outra fila, para idosos que trabalham.”

SAÚDE

A economista do IBGE Cristiane Soares diz que os profissionais têm prolongado a permanência no mercado devido ao envelhecimento com mais saúde. “A expectativa de vida vem aumentando com avanços na área de saúde.”

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– A Política não transmite seriedade… E alguns Negócios do mundo empresarial, idem.

A gigante EMS acusa Delcídio Amaral de extorsão. Mas por quê só agora?

Extraído de: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2016/07/30/maior-fabricante-de-medicamentos-do-pais-acusa-delcidio-de-extorsao/

MAIOR FABRICANTE DE REMÉDIOS DO PAÍS DENUNCIA CORRUPÇÃO

Maior fabricante de medicamentos do país, o laboratório EMS acusa o ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) de extorsão. Citada na delação de Delcídio, a empresa apresentou na semana passada sua defesa, detalhando a ameaça do senador para que fosse efetuado uma dívida de campanha de R$ 1 milhão, segundo informações da Folha de S.Paulo deste sábado (30).

Aos investigadores da Lava Jato, Delcídio disse que tinha uma dívida deixada por sua campanha ao governo do Mato Grosso do Sul, em 2014 e que, por orientação de Edinho Silva, tesoureiro da campanha da presidente Dilma Rousseff, o orientou a pedir às empresas credoras para apresentarem notas fiscais em que aparecesse como tomadora de serviço a EMS, que faria o pagamento. As credoras eram as agências de comunicação FSB e Black Ninja. Com o nome da EMS no noticiário da Lava Jato, as agências recuaram e cancelaram as notas, arcando com o prejuízo.

Na versão da EMS, um assessor de Delcídio procurou um de seus diretores no final de 2014 e pediu à empresa para quitar a dívida. Diante da resposta negativa, o assessor teria tentado intimidar o diretor: “Você sabia que Delcídio é senador e amigo pessoal da presidente da República?”, registrou a defesa do laboratório em documento enviado à 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, onde tramita uma apuração preliminar contra Edinho baseada na delação de Delcídio.

Dias após a conversa, o diretor do laboratório recebeu as notas por e-mail. A EMS sustenta que não pagou, o que teria levado ao cancelamento das notas.

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– Verizon compra o Yahoo por quase US$ 5 bi

Coisa de gente grande: após ser criticado pela falta de capacidade de se inovar, o Yahoo começou uma fase decadente. Agora, por 4,8 bilhões de dólares, foi comprado pela gigante das telecomunicações americana Verizon, que quer entrar na briga da Internet com Facebook e Google.

Conseguirá?

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– 5 populares marcas de Massa/ Extrato de Tomate com pelos de rato!

Esta veio da PROTESTE: Pomarola, Aro, Amorita, Predilecta e Elefante são as 5 marcas de extrato de tomate que estão “acima do limite de pelos de roedor”, e vários lotes serão retirados dos supermercados.

Ora, cá entre nós: existe limite? Não deveria ter pelo nenhum, segundo a lógica.

Extraído de: https://is.gd/hCkL1V

LOTES DE CINCO MARCAS DE EXTRATO E MOLHO DE TOMATE TÊM VENDAS SUSPENSAS

Lotes de cinco marcas de molho e extrato de tomate foram proibidas de comercialização pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por apresentar pelo de roedor acima do permitido.

Publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28), a medida reforça a existência de um problema reiterado detectado em vários testes feitos pela PROTESTE Associação de Consumidores ao longo dos últimos anos.

Estão proibidas as vendas de lotes de molho e extrato de tomate das seguintes marcas, que devem se recolhidas do mercado:

  1. Extrato de tomate marca Amorita, lote L076 M2P, com validade até 01/04/2017, fabricado por Stella D’Oro Ltda (CNPJ: 05.117.323/0001-83);
  2. Extrato de tomate fabricado por CPNJ: 62.546.387/0001-33, lote 213 23IE, com validade até 03/2017;
  3. Extrato de tomate Aro, lote 002 M2P, com validade até 05/2017, fabricado por Cargill Agrícola S/A, CNPJ: 60.498.706/0370-77;
  4. Extrato de tomate Elefante, lote 032502, com validade até 18/08/2017;
  5. Molho de tomate tradicional Pomarola, lote 030903, com validade até 31/08/2017.

Nos testes feitos com 30 molhos de tomate, em 2006, a PROTESTE eliminou sete, por estarem impróprios para o consumo e outros 15 apresentaram resultados ruins.

Já o teste de ketchup censurado em 2005 e liberado cinco anos depois, envolveu 16 marcas de ketchup em que se constatou que cinco eram impróprias para consumo. Foi realizado um segundo exame com amostras diferentes para que se certificasse de que a contaminação não foi acidental. Os problemas persistiram.

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– A Reinvenção de Gigantes como Microsoft, Dell e HP

Quando os números não são satisfatórios – lucro pequeno, monotonia financeira ou prejuízo grandes corporações devem repensar suas estratégias. É o que essa interessante matéria fala sobre algumas potências da tecnologia:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/277827_OS+GIGANTES+SE+REINVENTAM

OS GIGANTES SE REINVENTAM

Para frear resultados financeiros negativos, empresas como Microsoft, Dell e HP mudam foco de negócios e comprovam que sem inovação não é possível sobreviver às rápidas transformações do setor tecnológico

por Mariana Queiroz Barboza

Nas últimas quatro décadas, poucas empresas foram tão inovadoras, poderosas e rentáveis quanto a americana Microsoft. Criada em 1975 por Bill Gates e Paul Allen, ela levou menos de dez anos para se tornar uma das maiores corporações do mundo graças principalmente ao Windows, o sistema operacional que mudaria para sempre a história dos computadores, e fez de Gates um mito empresarial. Mas tudo isso faz parte do passado. Hoje, a Microsoft é uma sombra do que foi até pouco tempo atrás. A gigante cresceu produzindo softwares para computadores, mas os computadores não são mais os campeões de preferência da nova geração. No ano passado, as vendas de laptops caíram 3,4%, enquanto a de tablets dispararam 78%. Se as pessoas compram cada vez menos computadores, como a Microsoft vai vender seus softwares? Isso explica por que a empresa amargou, no ano fiscal de 2012, um recuo de 35% nos lucros. O que fazer para frear esse declínio? Para a própria Microsoft, é preciso se reinventar. No fim do ano passado, a empresa lançou o tablet Surface e decidiu se aventurar no universo dos hardwares. “Talvez devêssemos ter feito isso antes”, reconheceu o presidente Steve Ballmer, em encontro com investidores. Na semana passada, em mais um sinal de que está acompanhando os concorrentes em vez de lançar tendências (como fazia antigamente), a companhia substituiu o Hotmail, seu fracassado serviço de e-mails, pelo Outlook, numa tentativa de tentar recuperar os usuários que perdeu para o Gmail, do Google.

Não são raros os casos de empresas que, fustigadas pelo tempo, deixaram de ser relevantes. Na área tecnológica, em que a velocidade das transformações torna o que é bom hoje ruim amanhã, esse processo é mais doloroso. “Agilidade é fundamental no mercado de tecnologia, porque o fluxo de mudanças é mais acelerado do que em outras indústrias”, afirma Camila Pereira Santos, analista de mercado da IDC Brasil. “Pelo menos uma vez por ano, há uma transição de tecnologia.” A Dell nasceu como fabricante de computadores de mesa e foi, como a Microsoft, superada pelos rivais mais sintonizados com o mundo de hoje. Na semana passada, a companhia anunciou uma queda de 31% no lucro em 2012, semelhante à sua desvalorização na bolsa de valores no mesmo período. Diante da crise, a saída encontrada pelo presidente e fundador, Michael Dell, foi fechar o capital da empresa para poder reestruturá-la longe das análises públicas. A proposta de US$ 24,4 bilhões, se aceita pelos acionistas, deve transformar a Dell numa empresa de capital fechado até julho. Michael Dell também está mudando o foco de negócios da companhia. Em vez dos computadores, sua prioridade são os serviços tecnológicos, como centros de armazenamento de dados.

Mais do que em outros setores, a marca – e as qualidades associadas a ela – é requisito fundamental para os consumidores de tecnologia. Por isso, o presidente da BlackBerry (BB) se incomodou tanto com um artigo publicado no jornal “The New York Times” em outubro. O texto dizia que os donos de BlackBerrys, antes ligados a executivos de elite, agora se envergonham de usar o aparelho em público por estar “fora de moda”. Cita até que Marissa Mayer trocou os aparelhos de seus funcionários por iPhones e Androids assim que assumiu a presidência do Yahoo, numa tentativa de mudar a imagem “enfadonha” de sua empresa. Para Thorsten Heins, presidente da BB, faltou equilíbrio à reportagem. A resposta veio, então, com o lançamento do BlackBerry 10, quatro meses depois, recebido com entusiasmo pelos especialistas. A sedução de uma marca, contudo, também tem prazo de validade. Pesquisas recentes de consultorias de marketing mostram que, ao menos nos Estados Unidos, o apelo da Apple, até então a queridinha da América, tem caído entre os adolescentes. Segundo elas, a empresa vem cedendo cada vez mais espaço para a Samsung e até, quem diria, para a Microsoft na preferência dos mais jovens. Um novo ciclo pode ter acabado de começar.

A ideia de que a contínua renovação do modelo de negócios das companhias é inevitável não vem de agora. Em 1942, no livro “Capitalismo, Socialismo e Democracia”, o economista austríaco Joseph Schumpeter cunhou o termo “destruição criadora” para explicar que a mudança é a única constante no capitalismo, num processo de evolução do sistema. “Assim como Karl Marx, Schumpeter prevê que o capitalismo irá se esgotar, mas pelos seus sucessos e não pela revolução do proletariado”, afirma Rodrigo Zeidan, professor da Fundação Dom Cabral. “Sendo assim, o processo de destruição criadora acabaria, pois seria difícil manter a grande entrada de empresas inovadoras.” Enquanto o capitalismo continuar, porém, a única saída possível para as gigantes de tecnologia é a inovação permanente. A Microsoft espera não ter descoberto essa máxima tarde demais.

– Feijoada e Arroz-Feijão asiático no prato do brasileiro!

Nos últimos dias, o preço do feijão disparou no Brasil. A queda do seu valor ainda está demorando para acontecer nos patamares anteriores.

O que assusta é: 44% do que comemos, vem da China (feijão preto) e Argentina (feijão carioca).

Dá para acreditar que o Brasil, com tanta terra de boa qualidade, importa feijão? O arroz já estava vindo do Vietnã, pois Goiás e Santa Catarina estão produzindo menos.

Coisas como essa eu nunca entenderei. E há quem diga que somos “celeiro do mundo e se plantando tudo dá”!

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– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– Sobrecarga no Trabalho, em Casa e no Lazer? DESOCUPE-SE:

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.

Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.

Abaixo:

DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…

1) …NO TRABALHO

Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero

– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair

– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre

– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada

– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito

2) …NO LAZER

A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre

– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo

de experiência quer ter

– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa

– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho

– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso

3) …EM CASA

Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão

– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual

– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir

– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir

– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.

A matéria, segue:

DESOCUPE-SE

Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.

Por Natália Spinacé

Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.

Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.

Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.

No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”

Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.

A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”

Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.

“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.

Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.

Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.

Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

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– Batatas Emoji!

Olha que curioso: o Outback fará a farra da criançada com batatas sorrisos “versão carinhas”!

Extraído de: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/06/30/rede-de-restaurantes-outback-vai-vender-batata-frita-em-forma-de-emoji.htm?cmpid=tw-uolnot

REDE DE RESTAURANTES OUTBACK VAI VENDER BATATA FRITA EM FORMA DE EMOJI

Comuns nas mensagens via aplicativo de celular, os emojis –ou simplesmente figuras– ganharam uma versão comestível. A partir desta quinta-feira (30) já está disponível no cardápio da rede de restaurantes Outback batatas fritas em formato de coração, sorriso, rosto apaixonado, polegar para cima (curtir), entre outros.

Ao todo, são 12 figuras feitas de batata. Os clientes poderão pedir as batatas emoji como acompanhamento de seus pratos ou em porções separadas, com dez unidades, ao preço de R$ 22.

O lançamento é uma parceria da rede de restaurantes com a fabricante de batatas congeladas McCain. Segundo o Outback, as batatas emoji serão vendidas com exclusividade nos 79 restaurantes da rede no Brasil até o final de agosto.

A partir de setembro, as batatas em forma de emoji poderão ser encontradas também em supermercados e em outros restaurantes.

O Outback não é a primeira rede a vender batata frita em novos formatos. No ano passado, o McDonald’s lançou a batata em forma de Minions, os famosos personagens amarelos de “Meu Malvado Favorito” que ganharam um filme próprio.

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– Wendy’s está chegando no Brasil. Será um sucesso?

E a rede de Hambúrgueres Wendy’s, a do hambúrguer quadrado e que concorre ferozmente com o McDonald’s, está chegando ao país.

Extraído de: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,wendys-chega-a-sao-paulo-com-duas-unidades,20000000085,0.htm

WENDY’S CHEGA A SÃO PAULO COM DUAS UNIDADES

Já tem data marcada a inauguração no Brasil da rede de lanchonetes Wendy’s, famosa pelo hambúrguer no formato quadrado e também pela concorrência frente ao McDonald’s no segmento de fastfood. A marca americana anunciou ontem que vai inaugurar dois restaurantes em São Paulo, em meados de julho.

Quem está por trás da operação brasileira é a própria Wendy’s, que vai operar por aqui em joint venture com a Infinity Services e a Starboard, esta última uma das principais franquias da rede nos Estados Unidos.

Nos últimos anos, a Wendy’s ao lado da Sonic têm se firmado como um concorrente importante no segmento de foodservice americano, chegando a incomodar o McDonald’s. Com hambúrguer com carne de Angus servido no prato e porções de batata frita em copos de alumínio, a marca tem hoje aproximadamente 6.500 franquias e restaurantes próprios nos Estados Unidos e em 28 países.

No Brasil, a empresa ainda não divulgou se vai trabalhar no formato de franquias aberta ou se deve fazer como o McDonald’s e até pouco tempo atrás o Burguer King, que operam basicamente com um master franqueado.

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– Tipos de Boa Ajuda Corporativa

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”. Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.

O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

 

– A Mudança e a Modernização do sexagenário “Dadinho”

Ele resiste ao tempo e já passou por várias gerações: o doce de amendoim Dadinho é exemplo de empreendedorismo.

Abaixo, suas novidades,

extraído de: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/06/28/dadinho-doce-de-62-anos-muda-faz-sucesso-e-abre-vagas-em-plena-crise.htm?cmpid=tw-uolnot#fotoNav=2

DADINHO, DOCE DE 62 ANOS, MUDA, VENDE O DOBRO E ABRE VAGAS EM PLENA CRISE

O Dadinho, tradicional doce de amendoim, já passou dos 60 anos (foi lançado em 1954), mas ainda tem cara de criança e quer parecer mais adulto. Uma pesquisa encomendada pela empresa mostrou que as pessoas têm uma boa memória dele, dos tempos de infância, mas, por serem adultas, não o compram mais.

Para tentar se modernizar e ampliar as vendas, a empresa lançou uma linha com quatro outros produtos em março deste ano. E teve uma surpresa: as vendas atingiram 2 milhões de unidades logo no primeiro mês, mais do que o dobro do previsto (800 mil). Entre os novos produtos, o Bombom!

A distribuição, que estava restrita a São Paulo, foi ampliada para outros Estados, e a fábrica vai até criar um novo turno e contratar mais funcionários para dar conta da produção, bem no meio da crise econômica brasileira.

Segundo Paschoal Del Matto, presidente da Doce Sabor, dona da marca, o resultado foi acima do esperado. “Tínhamos uma previsão de crescer 30% em relação ao ano passado com a chegada dos novos produtos. Aumentamos essa expectativa para 50%, graças ao bom resultado”, declara.

WAFER E CREME DE AMENDOIM EM POTE

Os novos integrantes da família são o Wafer Dadinho Cremoso, Lanchinho Dadinho Cremoso, Bombom Wafer Dadinho e Dadinho Creme, versão cremosa do doce original, vendida em pote.

Os novos produtos usam o mesmo recheio original, de creme de amendoim. “Agora temos opções para todos os gostos“, afirma Del Matto.

A empresa familiar passou por uma profissionalização da gestão, que começou em 2014, com a contratação de uma consultoria. “Foi identificado que tínhamos uma marca muito valiosa, mas que estava escondida e poderia ser mais bem explorada“, diz Del Matto.

A etapa seguinte foi realizar uma pesquisa com os consumidores do Dadinho em São Paulo, região onde o doce tem maior tradição. De acordo com o presidente da empresa, o resultado trouxe informações valiosas.

Descobrimos que nossa marca tem apelo emocional muito forte, lembra as pessoas de sua infância“, diz. Mas, segundo ele, a maioria dos entrevistados dizia ter deixado de consumir o confeito porque o consideram um produto infantil.

EMPRESA CRESCE E VAI NA CONTRAMÃO DA CRISE

Inicialmente, a nova linha de produtos foi distribuída apenas no Estado de São Paulo. Três meses depois, passou a expandir para Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro, em parte, graças à demanda dos consumidores.

Tivemos um grande retorno nas redes sociais, com as pessoas pedindo nossos produtos. Isso tem gerado uma demanda contínua dos fornecedores, novos e antigos“, afirma.

Com o aquecimento nas vendas, a Doce Sabor está investindo na compra de maquinários, vai criar um novo turno e contratar mais 40 funcionários para sua fábrica, em  Ribeirão Preto (SP). Isso significa um aumento de 13% em relação aos 300 funcionários que trabalham hoje.

(Reportagem: Michelle Aisenberg; edição: Armando Pereira Filho)

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– Você conhece a TSū, a Rede Social que remunera seus membros?

Uma rede social que remunera os seus participantes. Muito parecida com o Facebook, com uma timeline próxima do Twitter, mas com um jeitão de Google Plus. Essa é a TSū (se pronuncia “SÚE”), uma network nova e que está crescendo por um motivo especial: ela paga pelas boas postagens curtidas!

Pois é: a cada post, se alguém curtir, compartilhar ou ter público para tal, a pessoa ganha décimos de centavos de dólar.

Achei interessante. Quem quiser participar (só é possível por “links convites”) pode clicar no meu perfil lá no TSū, em: https://www.tsu.co/rafaelporcari

Extraído de: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/tsu-nova-rede-social-paga-por-conteudo-gerado-e-tempo-gasto-pelo-usuario.html

TSU, NOVA REDE SOCIAL PAGA POR CONTEÚDO GERADO E TEMPO GASTO PELO USUÁRIO

Atualmente, Facebook, Twitter, Tumblr e outras redes sociais movem bilhões de dólares com anúncios por ano e influenciam o mercado de forma assustadora. O Twitter, por exemplo, gera mais de 500 milhões de tuítes por dia e o Facebook já ultrapassou a marca de 700 milhões de usuários que criam, repassam, comentam e trocam informações. Já pensou se você pudesse receber pelo conteúdo que cria nesses sites? Foi com esta proposta que a rede social TSU (pronuncia-se Sue) surgiu.

O site, criado por Sebastian Sobczak, foi inaugurado no dia 21 de outubro e, ao contrário da rede social Ello, sem anúncios, tem como objetivo ganhar dinheiro sim, mas pagar o usuário pelo conteúdo gerado. No TSU, 90% do valor arrecadado por publicidade é dos usuários, os outros 10% ficam com a rede social. O fundador Sebastian Sobczak, define a rede como uma plataforma de monetização social.

“As redes sociais estabelecidas construíram modelos de negócios surpreendentes. São prósperos na monetização total de conteúdo gerado pelo usuário de forma gratuita. Por que alguém deveria se beneficiar comercialmente a partir da imagem, curtidas e trabalhos sem dar retorno financeiro ao proprietário? Os mercados em que participamos são enormes e podem compensar o usuário – estamos simplesmente e unicamente recompensando os usuários que estão fazendo todo esse trabalho. Esta é a forma como o mundo deve funcionar “, acredita Sobczak.

Aparentemente, a rede social funciona como o Facebook: você cria sua página, publica seu conteúdo, agrega seus amigos, curte, comenta e repassa conteúdo. A diferença está no fato de que cada perfil possui uma “conta bancária”. Com um sistema de analytics voltado para o gerenciamento da conta, você pode conferir quanto ganhou, o que gerou mais retorno, débitos, créditos, gráficos e outras informações bem interessantes.

Dentro da rede, o que gera lucro são os views, ou visualizações do conteúdo original, gerado pelo usuário. Mas não é só isso, um sistema de convites cria uma espécie de “árvore” de contatos, em que os convidados que entram para a rede dão lucro para quem os convidou – sistema que lembra o modelo de negócios da pirâmide. Os valores podem ser resgatados após atingirem US$ 100,00.

Porém, para evitar internautas maliciosos, a rede social alerta que publicar um material que não seja de autoria própria renderá penalizações. Portanto, se você pretende ganhar dinheiro com a nova rede social não poderá postar músicas de outros artistas, vídeos, fotografias ou qualquer outro tipo de material protegido por lei. O site segue as especificações da Digital Millennium Copyright Act (DMCA); fique atento com violações de direitos.

Para ingressar na rede é preciso ter o “shortcode”, isto é, um link exclusivo de algum usuário da rede social. A partir dele, você terá acesso a todos os recursos do serviço, que conta com app para Android e iOS (Universal). Dentro do site é possível postar fotos, escrever posts, incluir hashtags, adicionar títulos nas postagens, definir sua privacidade, distribuir seu conteúdo entre outras redes sociais como Facebook e Twitter, além de comentar, curtir, convidar amigos.

Se você ainda não se convenceu de que vale a pena ingressar na nova rede social, saiba que o TSU recebeu um investimento de US$ 7 milhões da Sancus Capital Prive e apoio de artistas como 50 Cent e Luol Deng do Miami Heat, entre outros. Nada mal para quem está começando, não é? Faça um teste.

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– A quase falência da Oi

Imagine uma dívida de 65 bilhões de reais! É o que a operadora de Telefonia Oi deve…

Pediu concordata na 2a feira. Ou melhor: recuperação judicial.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/a-polemica-novela-da-oi-da-sua-criacao-a-divida-de-r-65-bi

A POLÊMICA NOVELA DA OI, DA SUA CRIAÇÃO À DÍVIDA DE R$ 65 BI

Como uma das maiores operadoras do mundo, a quarta maior do país, com um faturamento bilionário e milhões de clientes consegue acumular R$ 65,4 bilhões em dívidas e entrar em recuperação judicial por não conseguir quitá-las?

Essa é a pergunta que ecoa no mercado de telefonia hoje – e na cabeça de clientes da Oi que nem sabem se terão seus celulares funcionando nos próximos meses ou não.

A situação da companhia se agravou bastante nos últimos meses, mas o impasse sobre seu futuro já era notícia há anos. A polêmica é personagem assídua de sua história. Relembre os principais capítulos desta novela.

Capítulo I: lei alterada

A origem da Oi começa com a privatização da Telebras, em 1998, a maior da década, quando foi arrecadado R$ 22 bilhões com a venda de ações da holding que reunia as telecom estatais.

Esse negócio resultou, entre outras companhias, na futura Oi, na época Telemar Norte; e na BrasilTelecom, criada com a compra da Tele Centro Sul do governo por R$ 2 bilhões por meio da Invitel, uma parceria entre o Citigroup, o banco de investimento Opportunity Brasil e fundos de pensão.

Dez anos depois, a Oi comprou a BrT por R$ 5,8 bilhões, considerado um dos maiores negócios do setor – não só pelo valor envolvido, mas pela dimensão das empresas.

O acordo tinha de passar por uma série de limitações práticas, já que a legislação brasileira impedia que duas concessionárias de telefonia fixa tivessem o mesmo controlador.

Para mudar a lei era preciso um decreto presidencial – que aconteceu com a mudança no Plano Geral de Outorgas. A promessa do governo federal era da criação de uma supertele.

Capítulo 2: a promessa

A fusão entre Oi e BrT criou uma operadora de receita bruta anual de R$ 41 bilhões, 22 milhões de telefones fixos e quase 30 milhões de celulares.

E também uma das empresas de maior polêmica no país, pelo investimento público envolvido no negócio, que tinha como sócios majoritários grandes sócios privados.

No total, os bancos entraram com um financiamento de R$ 6,8 bilhões, em um negócio estimado em R$ 12,5 bilhões. Do montante, R$ 2,5 bilhões veio do BNDES e outros R$ 4,3 bilhões do Banco do Brasil, além de outros R$ 3 bilhões provenientes de fundos de pensão.

Ainda assim, a maior parte das ações ficou com Andrade Gutierrez, de Sérgio Andrade, e a La Fonte, de Carlos Jereissati.

O processo de anuência prévia da BrOi, como foi apelidado o negócio na época, foi o mais rápido da história da Anatel, com duração de 27 dias.

Depois de dois anos, a compra foi plenamente aprovada pelo Cade, com restrições às ofertas de produtos e investimentos de infraestrutura de expansão de rede.

Capítulo 3: benção luso-brasileira

Em 2010 foi a vez da Portugal Telecom entrar na novela com participação especial de acionistas e governos. A operadora portuguesa queria vender a participação que detinha na Vivo para a Telefonica, no intuito de comprar 23% da Oi.

Depois de muitas trocas de farpas e ameaças, a companhia espanhola estava perto de fechar o negócio por 7,15 bilhões de euros, quando Portugal interveio com uma golden share, seu poder de veto na negociação.

Depois da União Europeia considerar injustificável o uso do impedimento pelo governo português e das partes fecharem as negociações, a Portugal Telecom comprou 23,6% da Oi por cerca de R$ 9 bilhões, em julho de 2010. Um aumento de participação foi deito tempos depois.

Vale lembrar que, por consequência, a Telefonica comprou 50% da Brasilcel – correspondente à participação da PT – e obteve o controle da Vivo por R$ 18,2 bilhões, no mesmo ano.

Capítulo 4: telefone sem fio

Em 2013, a Oi começa um novo imbróglio com a Portugal Telecom: a fusão das duas empresas.

Ambas precisavam levantar caixa, quando a operadora portuguesa comprou 897 milhões de euros em papéis de dívida do Banco Espírito Santo, o maior banco privado de Portugal.

Em troca, a promessa de que receberia a maior parte do montante (847 milhões de euros) em julho de 2014, porém com um pequeno – e imenso – detalhe: a PT fechou o acordo sem avisar os sócios da parte brasileira, o que desagradou a todos.

Assim que souberam do repasse, acionistas minoritários da Oi imediatamente questionaram o empréstimo gigantesco feito pela sócia.

A operadora brasileira precisava, com urgência, de um aporte financeiro, ignorado pelos executivos portugueses que disseram não saber da crise da empresa irmã.

A má fé da sócia começou, então, a ser questionada – e o telefone sem fio pesou na relação.

Depois de muito negociar, o calote da sócia da sócia aconteceu. Além de esvaziar os cofres da Oi, causou uma enorme crise de confiança para o Banco Espírito Santo.

Capítulo 5: quase divórcio

O desentendimento entre os acionistas das duas companhias tornou insustentável a relação entre as partes e a Oi passou a negociar a venda da PT.

Em novembro, o grupo Altice, do milionário franco-israelense Patrick Drahi, ofertou 7,4 bilhões de euros, valor pouco maior que a proposta dos fundos de investimento Apax e Bain Capital, de 7,1 bilhões de euros.

Por sua vez, a angolana Isabel dos Santos, a mulher mais rica da África, por meio de sua sociedade Terra Peregrin, ofertou 1,2 bilhão de euros – preço classificado como inoportuno e inaceitável pela Oi.

No fim das contas, negócio nenhum foi fechado.

Capítulo 6: noivo russo

Em outubro, uma nova esperança voltou a bater à porta da operadora, desta vez vinda do outro lado do mundo.

A companhia receberia 4 bilhões de dólares do grupo de investidores LetterOne, do bilionário russo Mikhail Fridman.

A condição para o negócio seria a união da Oi com a rival TIM, união quer criaria outra nova gigante do setor.

Porém, o casório não aconteceu. O fundo desistiu de apoiar uma possível fusão, por conta da resistência da TIM às condições do negócio.

Outro bilionário, o empresário egípcio Naguib Sawiris, dono da Global Telecom,  é outro que mostrou interesse pela operadora – mas ainda nada de efetivo aconteceu.

Capítulo 7: xeque mate

Bom, o último capítulo é o que estamos vendo hoje. A companhia protagoniza o pedido de recuperação judicial com a maior dívida da história do país, R$ 65,4 bilhões.

A Anatel preparou uma medida cautelar para afirmar que não intervirá no processo, como receava o mercado, porque acredita que a companhia conseguirá voltar a ter equilíbrio econômico-financeiro.

Se os credores aceitarão as propostas da companhia e se de fato ela conseguirá voltar a ser uma supertele, já é outra história.

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– Por US$ 26,2 bilhões, Microsoft comprou o LinkedIn

Repercutiu menos do que deveria: na semana passada, por mais de 26 bilhões de dólares, a Microsoft de Bill Gates comprou o LinkedIn, a rede social de profissionais e empregos.

Agora, a gigante se torna ainda mais forte, já que recentemente comprou a Nokia, o Skype e a Mojang (criadora do Minecraft).

Com muito dinheiro, se faz ainda mais dinheiro…

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– Gol Linhas Aéreas e a Crise Financeira

Aproximadamente 4,5 bilhões de reais: esse é o prejuízo da Gol em 2015 segundo a Revista Época Negócios (ed Maio/16). Desde 2010, o acumulado chega a quase R$ 9 bi.

Na iminência de uma recuperação judicial, não há muito o que fazer…

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– Calamidade Pública no RJ em decorrência dos Jogos Olímpicos

É isso que dá evento mal planejado: na demagoga escolha para o Rio de Janeiro ser escolhido para ser sede da Olimpíada de 2016, “esqueceram” dos atrasos, “superfaturamentos” e previsões reais de gastos. Sendo assim, as vésperas da data-limite, o governador Francisco Dornelles decretou estado de calamidade pública.

E isso significa o quê?

Que todo o dinheiro das secretarias de governo pode ser redirecionado para o evento, pois segundo as autoridades, ele tem visibilidade e importância mundial. Dessa forma, como divulgado nesta tarde, o dinheiro é para evitar:

Total colapso na segurança pública, na saúde, na educação, na mobilidade e na gestão ambiental“.

Ninguém pensou em tal situação? Em tempos de crise, gastar com os Jogos Olímpicos é um total desrespeito ao cidadão.

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– Crise interrompe obras da Havan e da Covabra em Jundiaí!

A situação é realmente triste no cenário econômico. Havan (na 14 de Dezembro) e Covabra (no Eloy Chaves) suspendem suas obras.

Abaixo, extraído do Jornal da Região, em: https://www.facebook.com/jornaldaregiao1/?fref=nf

HAVAN INTERROMPE OBRAS EM JUNDIAÍ

A maior loja de departamentos do Brasil, a Havan, anunciou ao “Jornal da Região” que está interrompendo as obras de construção de sua unidade na avenida 14 de Dezembro, na Vila Rami, em Jundiaí.

A empresa tinha a intenção de iniciar as atividades ainda neste ano e chegou a anunciar pelo “Jornal da Região” a contratação de cerca de 200 pessoas.

De acordo com o diretor de expansão da rede, Nilton Hang, foi necessário reduzir os investimentos neste momento de recessão. “O recuo ocorreu devido a situação econômica do Brasil. Assim que o problema for resolvido, o plano será retomado.”

No mês passado o “JR” também anunciou a desistência do grupo Iguatemi do terreno entre a Marginal Sul da Via Anhanguera e a Estrada da Malota, onde seria construído um shopping da rede em conjunto com o Grupo Oliva.

A Covabra, rede de supermercados, também suspendeu a construção de sua unidade no Parque Eloy Chaves, devido à situação econômica do País.

VENDAS EM QUEDA

As vendas no comércio estão em queda geral, devido às demissões principalmente nas indústrias. Os lojistas registraram queda de 9,5% só no Dia dos Namorados, uma época boa para as lojas.

Nesta quarta-feira, em Itu, presidentes de sindicatos dos lojistas de todo o Estado vão se reunir para criar a Carta de Itu, com pedidos aos governantes para reverter essa situação.

Segundo a Federação do Comércio e Serviços, atualmente o País conta com cerca de 2 milhões de pessoas endividadas. Desse total, 53,8% recebe menos de 10 salários mínimos de rendimento familiar.

Entre as famílias inadimplentes, 49,6% delas afirmaram ter débitos vencidos há mais de 90 dias; 23,3% têm compromissos atrasados entre 30 e 90 dias; e 24,7% estão com dívidas vencidas por até 30 dias. De acordo com a FecomercioSP, a elevação na proporção de famílias com contas em atraso demonstra o quanto a crise econômica atual e o quadro de incerteza ainda vigente está afetando diretamente a capacidade das famílias paulistanas de manter as contas em dia.

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– A Ipiranga comprou a AleSat

O grupo Ultrapar (Ultragaz, Ipiranga, Conectcar) parece desconhecer a crise. Comprou a bandeira Ale por mais de R$ 2 bi!

O CADE aprovará?

Extraído de: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/ultrapar-dispara-na-bolsa-com-aquisicao-bilionaria

ULTRAPAR DISPARA NA BOLSA APÓS AQUISIÇÃO BILIONÁRIA

As ações ordinárias da Ultrapar registravam ganhos de 5% na abertura do pregão desta segunda-feira (13).

Com isso, as ações eram negociadas a cerca de R$ 70 reais. No ano, os papéis da companhia acumulam ganhos de quase 16%.

A companhia anunciou que sua subsidiária, a Ipiranga assinou contrato de compra e venda para a aquisição de 100% da Alesat Combustíveis e dos ativos que integram a sua operação (Ale). O valor da aquisição foi de 2,168 bilhões de reais.

Em fato relevante, a empresa informou que o valor a ser pago aos vendedores terá a dedução da dívida líquida da ALE em 31 de dezembro de 2015 e será sujeito a ajustes de capital de giro e endividamento líquido na data do fechamento da transação.

“As partes acordaram ainda a manutenção de conta garantia para pagamento de eventuais passivos ou contingências cujo fato gerador seja anterior ao fechamento da operação”, diz o documento.

O negócio está sujeito à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), além da aprovação pela assembleia-geral de acionistas da Ultrapar. 

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– O Paulista e a McMillan: tempo para pensar, desistência ou golpe?

Uma brincadeira que parecia virar realidade e se tornou um grande engodo. É essa a impressão que eu tenho sobre a história da parceria que se sonhou há pouco tempo e, de repente… PUF!

Sumiu.

No dia 1o de abril, fiz uma inocente postagem alusiva a data do “Dia da Mentira”, sobre um endinheirado sheik que viria do Oriente Médio e bancaria o Tricolor Jundiaiense, salvando desde as categorias de base, passando pelo profissional e administrando até o estádio Jayme Cintra. Citei que desejaria que tudo isso fosse verdade.

De repente… um susto! Surgiram as primeiras informações de que o sonho utópico poderia se concretizar. Dizem (e de gente confiável) que as negociações com Elton, que um dia foi jogador do Sub17 do Paulista, começaram há muito tempo. Acredito nas pessoas que iniciaram as conversas. Acredito também nas que fizeram os últimos contatos.

Seria um grupo formado por árabes e investidores da Grã Bretanha em um fundo internacional, sediado em Londres, chamado McMillan. Aplicariam o dinheiro em imóveis, na indústria, em prestação de serviço e agora no futebol. O próprio Elton (que diz morar em na capital inglesa), se dizia formado pela respeitável F.A. em gestão esportiva, e ele seria o administrador por 10 anos representando o parceiro.

Depois do golpe que o Galo sofreu ao aceitar como parceiro o grupo de Mônaco que teria como treinador o português Paulo Fernandes (e que era uma tremenda picaretagem comprovada, um conto do vigário aplicado em diversos clubes mundo afora), tal novo parceiro sempre me pareceu suspeito.

Sabe o ditado de que “quando a esmola é muita o santo desconfia”? Ou outro dito: “cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça?”. Pois é. Era bom demais para ser verdade…

Já tivemos a Lousano que ajudou o Paulista. Também vimos a Parmalat turbinar o time como Etti Jundiaí. Teríamos outro endinheirado gastando a vontade? E a grande pergunta: por que gastar tanto dinheiro em um time da Terceirona Estadual, sem calendário nacional, e com a deficitária Copa Paulista em vias de começar?

Elton sumiu. Não atende as chamadas telefônicas dos cartolas, nem dos dirigentes, nem da imprensa. E confesso algo que sempre me perturba: não gosto de quem não atende telefonema, não responde e-mail ou foge do contato. Neste mundo contemporâneo de inúmeras redes sociais e formas de comunicação instantâneas proporcionadas pela tecnologia, só há duas respostas para tal ato: ou está com problemas sérios e não quer ser importunado, ou foge da raia para não ser achado e resolver pendências.

Qual seria, então, o motivo do sumiço de Elton?

Se o problema era o Paulista FC, qual o trauma dele externar? Diga que os dirigentes do clube não chegaram a um acordo. Se a culpa foi da desistência do negócio por parte do fundo, que diga sem remorso de que a tentativa frustrou. Mas por que o desaparecimento sem notícia? Fica a impressão de um ôba-ôba de Elton, iludindo a todos.

O pessoal do marketing, que tanto se esforçou nos últimos meses, não está mais para responder sobre o futuro do clube. Dr Franklin e Pitico, do Novo Paulista, foram até onde conseguiram ir. O Dr Marco Antonio, que estava trabalhando como abnegado, saiu. O presidente Djair Bocanella renunciou. Pepe Verdugo, ex-presidente dos anos 90 (além do Dr Levada, de Milton Demarchi e demais apaixonados) terão a árdua missão de decidir o rumo do mais que centenário Paulista Futebol Clube.

Não adianta crer que a comunidade jundiaiense colabore. Os pedidos de ajuda foram feitos nos últimos dois anos, e a verdade é: o empresariado não pode colaborar mais do que já fez (o país está em crise), o futebol deixou de ser um produto atrativo no Brasil, há outras opções de lazeres que roubam o público, a Prefeitura tem (e deve ter mesmo) outras prioridades com a sociedade e a torcida é aquela que sempre vemos: os presentes torcedores organizados, somados aos tradicionais torcedores que faça chuva ou faça sol sempre vão, os proprietários de cativa que aceitam limpar suas cadeiras sujas pelos excrementos de pombo e outros anônimos que somam os 800 a 1300 pagantes, variando para mais ou para menos, dependendo da campanha.

Sejamos realistas: o Galo está falido. Só não fechou a porta pois essas pessoas que citei ainda resistem em coro nas redes sociais, na esperança de dias melhores e na lembrança das glórias conquistadas.

A saída a curto prazo é arrendar o clube para algum empresário. Sabemos, logicamente, que não é a melhor solução. O verdadeiro (e difícil) remédio é alguém profissionalizar o Paulista e colocar dinheiro em um time da 3a divisão regional (sem divisão nacional), convivendo com os oficiais de justiça, com penhoras judiciais e cobranças diversas.

Que não estejamos vendo a morte de um tradicional clube de futebol. Embora, cá entre nós, esteja há tempos na UTI.

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– Fred no Atlético Mineiro?

Há muito tempo o atacante Fred está nivelado por baixo. Mal na Copa de 2014, ruim de ambiente no Fluminense (onde mandava e desmandava), chega com alto salário ao Atlético Mineiro.

Dias atrás, surgiu a informação de que o Galo de MG possui dívidas astronômicas. Já com o compromisso de R$ 800.000,00 / mês a Robinho, fica a pergunta: como pagar as contas?

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– Como a Monsanto resistirá aos 62 bilhões de dólares da Bayer?

Briga de gente grande: a alemã Bayer quer comprar a americana Monsanto. Ambas gigantes e poderosas, a tentativa de aquisição pode ser um demorado e valioso negócio…

Abaixo, extraído de: http://economia.uol.com.br/noticias/afp/2016/05/24/monsanto-rejeita-oferta-de-compra-da-bayer-mas-segue-aberta-a-negociar.htm

MONSANTO REJEITA OFERTA DE COMPRA DA BAYER, MAS SEGUE ABERTA A NEGOCIAR

O gigante da agricultura Monsanto, especializado em organismos geneticamente modificados (OGM) e em pesticidas, rejeitou na terça-feira uma oferta de compra por 62 bilhões de dólares feita pela empresa farmacêutica Bayer AG, considerando-a insuficiente, mas se declarou aberta a negociar.

O conselho de administração da Monsanto “considerou por unanimidade que a oferta da Bayer AG é incompleta e financeiramente inapropriada”, disse a empresa em um comunicado assinado pelo presidente, Hugh Grant.

A Monsanto acrescentou, porém, que “continua aberta a manter discussões construtivas para determinar se uma transação (..) é possível”.

Grant disse que a oferta da Bayer “subestima significativamente” a companhia e não dá garantias suficientes de como a empresa alemã financiaria a transação ou de como lidaria com os possíveis questionamentos das autoridades regulatórias do mercado.

A Bayer apresentou na segunda-feira à Monsanto a maior proposta de aquisição já feita por um grupo alemão, ao oferecer pagar 122 dólares por ação da empresa, o que significaria um total de cerca de 62 bilhões de dólares.

A proposta provocou uma subida nas ações da Monsanto, mas só até a marca de 106 dólares, devido à expectativa de que a oferta seria rejeitada e de que a Bayer deveria melhorá-la. Por outro lado, as ações da Bayer caíram.

No final da tarde desta terça-feira, a Bayer emitiu um comunicado afirmando que “espera empreender no futuro um diálogo construtivo com a Monsanto”, mas não se afastou de sua oferta inicial.

Para aproveitar “a oportunidade da sua vida”, a Bayer deve aumentar o valor oferecido, avaliou Jeffrey Holford, da consultoria Jefferies.

A Monsanto tem outras cartas na manga, entre elas uma fusão com a alemã BASF que, segundo analistas, não pode ficar como mera observadora dos atuais movimentos no mercado mundial de agroquímicos.

O grupo chinês ChemChina comprou há pouco a suíça Syngenta, enquanto as americanas Chemical e DuPont estão acertando os detalhes de sua fusão.

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– Administradores de Dupla Responsabilidade

A onda na Administração de Empresas agora é essa: executivos com Dupla Responsabilidade no Gerenciamento.

Ser hábil em uma área e “dar conta de outra” é cada vez mais necessário…

Sobre os “Executivos Dois-em-Um”, abaixo,

extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/05/1455826-companhias-agora-buscam-por-executivos-dois-em-um.shtml

COMPANHIAS AGORA BUSCAM POR EXECUTIVOS ‘DOIS-EM-UM’

Empresas reduzem salários e benefícios para pessoal do alto escalão, além de preferir profissionais que liderem mais de uma área.

por Joana Cunha

O desaquecimento do mercado de trabalho e o fraco desempenho da economia brasileira se refletem agora no alto escalão das empresas, que estão reduzindo remunerações e benefícios de executivos e preferindo profissionais que abracem mais de uma área.

É o “dois em um” na busca por “sinergias” e “habilidades para cada momento econômico”, segundo Carla Rebelo, diretora da empresa de recrutamento Hays.

No nível diretivo, dos salários que superam R$ 30 mil, já se verifica queda de até 10% no volume de contratações no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2013, segundo a empresa de recrutamento PageGroup.

“A expressão é reestruturar e deixar a operação mais enxuta para reduzir custo e aumentar a produtividade, ganhar rentabilidade. É um retrato do momento econômico”, afirma Sócrates Melo, diretor de operações da recrutadora Robert Half.

“Estão substituindo profissionais que não estavam ajustados por outros de perfil mais completo. Em algumas áreas de suporte, substituem dois por um”, diz Carla.

A unificação de áreas é mais difícil de ser implementada em companhias de grande porte devido à complexidade dos processos. Mas as pequenas e médias já começaram a subordinar departamentos de recursos humanos e tecnologia a um diretor administrativo-financeiro.

Telma de Mônaco, do laboratório SalomãoZoppi, foi contratada há pouco mais de um ano para tocar apenas o departamento de marketing, mas acabou assumindo neste ano a área de produtos. “A empresa certamente fará mais movimentos como este nos próximos meses.”

Na incorporadora Maxhaus, Luana Rizzi responde pelas áreas de marketing, relacionamento com clientes e recursos humanos.

“Esse movimento de acúmulo de responsabilidades busca perfis mais empreendedores do que técnicos. É uma visão sistêmica e a questão econômica acaba forçando mais esse modelo.”

O pacote de remuneração fixa e variável dos diretores contratados caiu em média 35% desde o período de maior aquecimento dos salários inflacionados, segundo a Michael Page. A maior parte da queda está nos bônus.

“Notamos que uma parcela importante das contratações agora é consequência da necessidade de substituição por performance, ou seja, as empresas estão se cobrando mais por eficiência devido à redução dos fatores de crescimento da economia”, afirma Marcelo de Lucca, diretor-geral da Michael Page no Brasil.

Existem três pilares que motivam trocas de diretores e costumam ser um retrato do momento econômico: criação de novos projetos, mudanças societárias e substituição por performance.

Neste ano, o principal motor de trocas de diretores é a busca por melhor performance, que cresceu de 55% para 65% das contratações realizadas, segundo Lucca. Juntos, os recrutamentos de diretores devido a mudanças societárias ou para investimento em novos projetos somam agora 35%.

Quando se abrangem os cargos de diretoria e gerência há registros de queda de 25% no recrutamento nos últimos três anos. “O volume de oportunidades era muito maior entre 2010 e 2011. Era um período de expansão maior do PIB, em contraponto ao PIB tímido de hoje”, diz Lucca.

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– A Budweiser virará América nos EUA por Marketing Patriótico?

E se a Brahma se chamasse Brasil durante as próximas eleições e enchesse sua embalagem com a bandeira brasileira e outros e símbolos nacionais?

A Budweiser fará isso nos Estados Unidos. Será em meio a uma disputa Hillary versus Trumph?

Abaixo, extraído de: https://t.co/cP6GQuszoT

BUDWEISER SE CHAMARÁ ‘AMERICA’ DURANTE AS ELEIÇÕES NOS EUA

A cerveja mais vendida nos Estados Unidos, a Budweiser apelará ao patriotismo de seus clientes adotando o nome “America” durante o período eleitoral do país.

Em suas garrafas e latas será possível ler “America” junto a símbolos nacionais “para inspirar os bebedores a celebrar os valores da liberdade e da autenticidade compartilhados pelos Estados Unidos e pela Budweiser”, anunciou a fabricante, propriedade da cervejaria belga e brasileira AB InBev.

Até agora nenhuma outra fabricante de cerveja havia usado um símbolo nacional americano.

“A potente nova imagem da Budweiser serve como ponto central de sua campanha de verão – ‘America is in Your Hands’ – que estimula as pessoas a se identificarem, em todo o país, com o otimismo sobre o qual se construiu o país”, afirmou a companhia.

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– Tênis Original x Falsificado

Você já parou para comparar um tênis falso de outro original?

Os malefícios podem ser muitos: desgasteslesõescalor excessivo, entre outros.

Veja que interessante os testes da fundação Pró-Testes com os modelos mais falsificados de corrida. Abaixo:

(Extraído de: http://boaforma.uol.com.br/noticias/redacao/2012/07/31/tenis-de-corrida-falsificado-pode-colocar-a-saude-em-risco-mostra-analise.htm)

TÊNIS DE MARCA FALSIFICADO PODE PROVOCAR RISCO À SAÚDE

Economizar na hora da compra de um bom produto às vezes pode trazer dor de cabeça no futuro, mas não foi o que a Proteste – Associação de Consumidores constatou no teste com seis marcas de tênis de corrida. A análise apontou que desde que não compre um produto falsificado, dá para gastar pouco e adquirir um excelente tênis.

A associação analisou um modelo falsificado, para verificar quais os danos que o uso desse tipo de produto pode causar à saúde do consumidor e constatou que, além de desconfortável, o modelo lesiona os pés e não é nada resistente. O modelo falsificado pesava 423g, mais de 80g acima do peso máximo recomendado para calçados voltados para a prática de esportes, que é de 360g.

Além de leves, os tênis devem ser confortáveis e permitir entrada e saída de ar, o que aconteceu com o falsificado.  No final do exercício, o produto ficou 5,6°C mais quente que no início da corrida.  A variação máxima da temperatura não deve atingir os 5,5°C.

RUPTURAS NA SOLA

o teste de durabilidade feito pela Proteste, o modelo da Reebok teve desempenho ruim.  Foram observadas rupturas nas solas na análise de flexão, provando que não é resistente em esportes de movimentos repetitivos como a corrida. Pelos problemas  apresentados, ele  não foi indicado para compra e ficou como último colocado do teste , com apenas 36 pontos no ranking final.

O Reebok foi o único modelo reprovado no teste de índice de pronação, que é a rotação interna da parte posterior do pé (calcanhar), e cujo excesso pode resultar em lesões nas articulações do joelho. Mas em segunda análise, feita com novas amostras, o tênis foi considerado aceitável. Procurada, a marca não se manifestou sobre o assunto.

ECONOMIA

Todos os modelos originais testados foram eficientes ao amortecer a pisada e nenhum machucou os pés. O melhor tênis do teste foi o Asics Gel Nimbus 13, com 86 pontos e que pode custar até R$ 636, mas pode ser encontrado por R$ 390.

O segundo melhor foi o Puma Exsis 2, que varia de R$ 129 a R$ 250, e ficou apenas um ponto abaixo do modelo do Asics. Optando pelo modelo da Puma o consumidor adquire um bom produto e ainda economiza cerca de R$ 360.

Foram testados os modelos: Asics Gel-Nimbus 13, Puma Exsis 2 , Mizuno Creation 13, Adidas AdiStar Ride 3 M, Nike Zoom Vomero 6 e Reebok Focus Dmx Power.

Os testes envolveram conforto, qualidade e durabilidade dos produtos. Para verificar a temperatura interna foi medido o calor após andar por 30 minutos na esteira e para avaliar o índice de amortecimento foi simulada uma caminhada sobre uma pista com sensores que identificam o grau de impacto sofrido. E, após os testes, foi verificada a adaptação do tênis ao pé do usuário, observando marcas e lesões.

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– Propaganda do Banco Itaú é bonita, mas o serviço…

Ultimamente, trabalhar com o Banco Itau tem sido um inferno!

Tarifas caras, desconta-se tudo e nunca se leva uma vantagem sequer.

Há 1 ano tenho uma pendenga com o Consórcio Itau, onde fui ‘afanado” e não consigo reaver meu prejuízo.

O que irrita é que as propagandas são maravilhosas. Quem não conhece, acha que o banco é seu amigo íntimo e lhe ajuda de graça.

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– Inteligência Emocional ou Fria?

Leio interessante artigo do psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, em entrevista à Cilene Pereira na Revista IstoÉ, Ed 2173, pg7-9. Ele fala sobre a importância de ser inteligente num mundo corporativo onde administrar as relações humanas é cada vez mais fundamental.

E, na preocupação em administrar sentimentos, vem uma colocação interessante:

Inteligência sem emoção não funciona”.

Taí. Essa afirmação serve como reflexão para muitos gestores espertalhões que têm o coração duro. Administrar sentimentos pode ser tão importante quanto números em empresas.
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– Mitsubishi manipulando testes de combustíveis?

Tetsuro Aikawa, presidente da Mitsubishi Motors, teve que se curvar e pedir desculpas aos clientes proprietários de carros da Mitsubishi e da Nissan, sua parceira. Motivo: assim como a Volkswagen, a companhia fraudou os testes de emissão de gases poluentes.

Abaixo, extraído de: https://t.co/uGJhdoC429

MITSUBISHI ADMITE MANIPULAÇÕES EM TESTES DE CONSUMO DE COMBUSTÍVEL

A montadora japonesa Mitsubishi Motors admitiu nesta quarta-feira (20) ter “manipulado testes de emissões para apresentar rendimentos de energia melhores”, uma fraude que envolve pelo menos a 625 mil veículos de pequeno porte, alguns construídos pela também nipônica Nissan.

O anúncio foi feito no momento em que a indústria automobilística passa por controles mais rígidos, depois que a alemã Volkswagen admitiu ter instalado um software para manipular os resultados de emissões em milhões de veículos.

A ação da Mitsubishi Motors despencou 15% nesta quarta-feira na Bolsa de Tóquio. O título perdeu 15,16% no fechamento, a 733 ienes.

“Pedimos desculpas a todos os nosso clientes e às demais partes afetadas”, afirmou o presidente do grupo, Tetsuro Aikawa, durante uma entrevista coletiva no ministério dos Transportes.

“Nosso cliente Nissan descobriu divergências entre os números divulgados e os constatados, e solicitou uma revisão”, anunciou a empresa em um comunicado.

Decidimos interromper a produção e as vendas dos modelos envolvidos”, explicou a empresa. A Nissan adotou a mesma medida.

A Mitsubishi Motors, conhecida pelos modelos 4×4 Outlander e Pajero, vende quase um milhão de carros por ano.

Para o ano fiscal encerrado em março de 2016, o grupo espera um volume de negócios equivalente a 18 bilhões de euros (US$ 20,3 bilhões). Os resultados serão divulgados em 27 de abril.

O caso recorda o escândalo da Volkswagen, revelado há alguns meses. O grupo alemão, proprietário de 12 marcas e com quase 200 bilhões de euros de volume de negócios, admitiu em setembro que manipulou os motores a diesel de 11 milhões de veículos em todo o mundo para que parecessem menos poluentes do que eram na realidade.

O grupo Volkswagen registrará em 2015 perdas de bilhões de euros, provocadas pelas provisões que a empresa deve constituir para enfrentar os custos e indenizações, ainda não determinados, vinculados ao “desengate”.

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– Os Consumistas são pessoas Esperançosas?

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

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– Vanoil dando a volta por cima com a Passarela? Parece que sim.

Vanoil da Rocha Pereira é um destacado empreendedor em nossa Jundiaí. E seu grupo, a Passarela Calçados, passou por dificuldades recentes.

Segundo esta matéria do Estadão de 2a feira (abaixo), o grupo vai se recuperando dos efeitos da crise econômica.

Extraído de: http://m.economia.estadao.com.br/noticias/geral,agora-voltei-a-dormir,1854151

‘AGORA VOLTEI A DORMIR’

por Fernando Scheller

As últimas semanas do empresário Vanoil Pereira, dono da Passarela – rede de calçados com 40 unidades no interior de São Paulo e forte presença no e-commerce – foram tensas. Ele diz que só voltou a dormir quando conseguiu concluir a negociação das dívidas de curto prazo com três do cinco bancos que são credores da companhia. 

Apesar dos juros mais altos do que os praticados há alguns anos atrás, Vanoil diz que ganhar tempo, em tempos de crise, é importante. Agora, boa parte dos débitos que venceriam em 2016 foram alongados em cinco anos. A Passarela, que chegou a atingir R$ 500 milhões de faturamento em seu auge, viu suas vendas caírem 10% no ano passado.

Neste ano, após janeiro e fevereiro mais razoáveis – em que a retração nas vendas ficou abaixo de 10% –, março trouxe um desastre: com a indefinição política, diz ele, a queda do movimento no site da Passarela superou a marca de 20%.

Há mais de um ano, Vanoil vem tentando achar um sócio para a Passarela. Apesar de ter um contrato fechado com o Bradesco BBI, a crise adiou os planos indefinidamente.

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– Sorvete japonês tem reajuste de preços após… 25 anos!!!

A empresa Akagi Nyugyo pediu desculpas por ter que reajustar seus preços em 10 ienes (um picolé passará de R$ 2,02 para R$ 2,35). Motivo: a crise econômica mundial.

Detalhe: há 25 anos não havia aumento do preço do sorvete!

Abaixo, o vídeo de desculpas extraído do Youtube, em: https://www.youtube.com/watch?v=3rfU3zaoRz8

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/04/1758868-empresa-japonesa-pede-desculpas-por-elevar-precos-depois-de-25-anos.shtml

EMPRESA JAPONESA PEDE DESCULPAS POR ELEVAR PREÇO DE PICOLÉ APÓS 25 ANOS

Imagine que, a cada aumento de preços, os executivos de empresas viessem a público pedir desculpas. Irreal demais? Não para os japoneses.

Uma tradicional empresa de picolés no Japão, chamada Akagi Nyugyo, publicou um vídeo com funcionários e executivos pedindo desculpas pelo aumento no preço do produto.

Detalhe: é a primeiro alta em 25 anos, segundo o jornal britânico “Financial Times”. O preço passou de 60 ienes para 70 ienes (de R$ 2,02 para R$ 2,35, aproximadamente).

A companhia justificou o aumento, que passou a vigorar no último dia 1º, ao afirmar que a alta visava adequar os preços com mudanças globais do setor, além de recuperar os altos custos com logística e matérias-primas.

Além dos sorvetes causadores das desculpas, a empresa também produz sobremesas congeladas.

O vídeo mostra os japoneses, todos com semblante sérios, se curvando em sinal de respeito logo após o anúncio da alta de cerca de R$ 0,33 centavos. O clipe já alcançou mais de um milhão de visualizações no Youtube.

O Japão enfrenta problemas em relação aos preços. Contudo, o problema nipônico é a deflação (queda nos preços), ao contrário do Brasil, por exemplo, que sofre com a alta dos preços.

Para combater a dificuldade econômica, o país adotou taxa de juros negativa, já que desde a década de 1990 desencoraja os consumidores a fazerem grandes compras porque esperam que os preços caiam mais.

A deflação é considerada a raiz de duas décadas de mal-estar econômico. Antes, o país mantinha a taxa de juros próxima a zero.

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