– Obsolescência Programada e a Cultura dos Descartáveis.

Foi há 5 anos, mas é atual…

Já reparou que muitos equipamentos possuem vida útil sugerida pelos fabricantes e não duram mais do que isso?

Computadores, de fato, são exemplos reais. Celulares e TVs também. É a cultura do descartável, pois se o produto durar muito tempo, a indústria não vende outro. Claro que aqui se implica a questão da atualização, renovação, nova tecnologia, etc.

No entanto, na França, o Governo local está de olho em quem força o produto para que ele seja obsoleto antes de um tempo razoável.

Abaixo, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/41212/franca+vai+multar+em+ate+r$+1+mi+empresas+que+fizerem+produtos+programados+para+quebrar.shtml

FRANÇA VAI MULTAR EM ATÉ R$ 1 MI EMPRESAS QUE FIZEREM PRODUTOS ‘PROGRAMADOS PARA QUEBRAR’

Não é teoria da conspiração: a “obsolescência programada”, técnica que limita a vida útil de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, é um recurso real muito usado pelo setor industrial para forçar consumidores a comprar novos produtos. É o caso das máquinas de lavar de três anos que quebram, enquanto as de 30 anos continuam funcionando normalmente.

Para lutar contra esta prática, a França aprovou recentemente uma lei que pune a obsolescência programada com multas de até € 300 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) para as empresas e penas de até dois anos de prisão para os responsáveis.

A medida faz parte do projeto de lei da transição energética, que tem como objetivo diminuir as taxas de poluição no país. Segundo o documento, estão comprometidas “todas as técnicas pelas quais uma empresa visa, através da concepção do produto, diminuir “propositalmente” a duração da vida útil ou da utilização potencial de tal produto para aumentar sua taxa de substituição. Estas técnicas podem incluir a introdução voluntária de um defeito, fragilidade, paralisação programada ou prematura, limitação técnica, impossibilidade de reparação ou não compatibilidade”.

PUBLICIDADE

A iniciativa, até então inédita na Europa, foi uma vitória para ativistas franceses que lutavam pelo reconhecimento da lei desde 2013. Para a associação France Nature Environnement (FNE), é “um forte sinal político enviado aos fabricantes, aos distribuidores e aos cidadãos”, segundo disse à imprensa local Agnès Banaszuk, representante da FNE.

O problema agora é conseguir provar quando um produto foi intencionalmente modificado para quebrar depois de alguns meses ou anos de uso. A palavra “propositalmente” inscrita no texto gerou críticas por ser aberta a interpretações e também porque pressupõe que o consumidor forneça provas da intenção do fabricante.

Ainda não está claro como será feita a avaliação dos aparelhos, já que a lei foi recentemente aprovada e ainda não houve nenhum caso formalmente aberto.

Saiba como descartar corretamente TV de tubo - Organics News Brasil

Imagem extraída de: https://organicsnewsbrasil.com.br/meio-ambiente/educacao-reciclagem/saiba-como-descartar-corretamente-tv-de-tubo/ (foto: Nelson Coelho/ Diário SP)

– Como um Entrevistador deve se Portar.

Não é erro de digitação. Normalmente, nós vemos aconselhamentos sobre como um entrevistado deve se portar na entrevista de emprego. Agora, um artigo bacana do caderno Inteligência da “Época Negócios” traz dicas para quem está do outro lado. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo,

Extraído de Revista Época Negócios, edição 28, pg 73

A PERGUNTA QUE VALE UM EMPREGO

Por Álvaro Oppermann

Há muitas dicas para um candidato se dar bem na entrevista. Mas o que dizer do entrevistador?

A cada ano, uma profusão de livros e artigos é publicada sobre a arte da entrevista de emprego: o que dizer, como se portar, o que vestir etc. O foco destas obras costuma ser o entrevistado. Pouca atenção é dedicada ao entrevistador. Isso está mudando. “A habilidade de recrutar é um dos maiores desafios atuais do gerente. Um bom entrevistador é fundamental”, escreveu Rhymer Rigby, jornalista inglês especializado em gestão. Compilamos as principais dicas sobre o tema, de autoria de craques da área, como Paul Falcone, diretor de Recursos Humanos da Time Warner Cable. Boa leitura.
Preparação_Faça o “dever de casa”: estude bem o currículo dos candidatos. “Cuidado com o currículo ‘funcional’, pouco específico, sem detalhamento de funções”, escreveu o professor indiano Mamin Ullah, em artigo recente do International Journal of Business and Management. “Também estabeleça cinco a sete critérios para julgar os candidatos, e não abandone estes critérios”, afirma Moira Benigson, sócia da firma de recrutamento MBS Group.
Recepção do candidato_Muitos entrevistadores têm o prazer quase sádico de “torturar” o entrevistado. É um erro, diz Paul Falcone no livro 96 Great Interview Questions to Ask Before You Hire (“96 ótimas perguntas de entrevista para fazer antes de contratar”). “A filosofia destes entrevistadores é: ‘o candidato precisa suar frio antes de ter a vaga’. Errado”, diz o diretor da Time Warner. Uma das formas sutis da “tortura” é a excessiva formalidade. “Tente criar um ambiente descontraído na entrevista”, completa Falcone.
Estrutura_A entrevista é estruturada em torno das competências e do comportamento do candidato. Porém, existem questões que devem ser evitadas. Por exemplo, não se devem fazer perguntas que induzam a resposta. Jane Clark, sócia da firma de consultoria Nicholson McBride, de Londres, esclarece: “Em vez de formular a questão ‘Você acha que integridade é importante?’, diga, ‘Dê-me exemplos de situações de integridade’”. “Controle o fluxo da entrevista. Quando o entrevistado se estende demais, interrompa-o polidamente”, diz Mamin Ullah.
Combate à incerteza_E o que fazer quando você ainda tem dúvida sobre o candidato? É a hora da pergunta de tom mais pessoal. Ela dá uma chance de ouro ao bom entrevistado. “Eu costumo perguntar ao final da entrevista: ‘O que você faz para brilhar?’”, diz Falcone. “Certa vez, uma recepcionista me disse que ela tivera uma ideia de como poupar US$ 1 para cada fax enviado do escritório. É o tipo de resposta que é bom de ouvir.”
Julgamento_Nunca julgue o candidato antecipadamente. Dê chance para ele se sobressair, diz Mamin Ullah. Um entrevistado pode começar a entrevista com nervosismo, e terminar autoconfiante. Ou o contrário. “Desenvolva a memória, observando o candidato no pré e no pós-entrevista. Isso diz muito sobre ele”, conclui o professor indiano.

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://alghad.com/, por Ahmad.abushreaa

– Atenção Administradores: cuidado com a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout)

Cansaço ou estresse, indisposição e desmotivação no ambiente de trabalho. Se estiver percebendo os sintomas descritos nessa matéria, atenção: repense seus hábitos profissionais!

Extraído de: http://vilamulher.terra.com.br/dinheiro/materia/carreira/276-sindrome-do-esgotamento-profissional.html

SÍNDROME DO ESGOTAMENTO PROFISSIONAL

por Juliana Lopes

Estafa profissional, muita gente já passou por isso no ambiente de trabalho. Geralmente tudo indica que a pessoa está com estresse ou depressão ocupacional por não dar conta de tantas tarefas.

Mas não confunda. Muitas vezes, a falta de vontade de ir ao trabalho, o cansaço ou até o mau humor podem ser indícios de outro mal, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Como o próprio nome diz, a palavra inglesa é a união de burn (queima) e out (exterior), identificada principalmente pelo comportamento agressivo.

Estresse pode acometer um indivíduo em qualquer lugar, no seu meio familiar, social e profissional, mas o burnout é um estresse que advém do próprio trabalho. É uma doença tipicamente laboral. A pessoa não consegue mais suportar trabalhar num determinado lugar, com determinadas pessoas, ou porque teve uma discussão com um chefe ou colega de trabalho ou por ter que cumprir metas muito altas em curto espaço de tempo ou por trabalhar em lugares perigosos ou insalubres”, explica a psicóloga Maria Fernanda Marcondes, que ministra palestras sobre o assunto em empresas.

O Isma-Br (International Stress Management Association) calcula que no Brasil 30% dos trabalhadores são portadores da síndrome. No consultório de Maria Fernanda há vários colaboradores de empresas que muitas vezes chegam por lá bastante estressados e muito próximos de estarem com a doença. “Quando o indivíduo não consegue mais ir ao trabalho, quando está exausto emocionalmente e se sente um fracassado profissionalmente, é sim necessária a terapia e a medicação”, alerta.

Para se ter uma idéia, em países como os Estados Unidos, a síndrome já é considerada como caso de saúde pública. Mas como muitos brasileiros a desconhecem, o afastamento do trabalho geralmente é justificado por outros motivos, como depressão, ansiedade e, principalmente, Síndrome do Pânico. “Esta muito comum vir o Burnout”, acrescenta.

Conforme a psicóloga, em muitos casos o próprio funcionário acaba pedindo demissão por não aguentar as pressões da rotina de trabalho. Para evitar situações como essa, ela afirma que o mais correto seria ter um psicólogo que monitorasse os colaboradores dentro das empresas.

Como isso ainda não acontece, o jeito é se prevenir. Quando possível evitar o excesso de trabalho e sempre ter hábitos saudáveis. E também controlá-la, caso a doença se instale”, completa.

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://lifecheck.com.br/author/lifecheckadm/page/6/

– Passos para o Surgimento de Empresas e Pessoas Empreendedoras.

Olha que interessante: como as empresas podem, em 5 passos fáceis, inovar! Ainda: 5 passos simples do empreendedor (com inovação, claro, pois é uma condição sine qua non).

São conselhos do especialista em empreendedorismo Michael O’Neil Bedward, extraído de: Época negócios, Ed 44, pg 30:

5 PASSOS PARA AS EMPRESAS INOVAREM

  • 1.  tempo para o funcionário inovar. Crie ambientes propícios para novas ideias;
  • 2. Reduza os níveis hierárquicos na tomada de decisões. Isso confere agilidade;
  • 3. Aprove as inovações. Não restrinja a criatividade ao discurso formal;
  • 4. Estruture um departamento para gerir a inovação;
  • 5. Compre ideias criativas ou pequenas empresas com protótipos ou projetos inovadores.

5 PASSOS PARA OS EMPREENDEDORES SURGIREM

  • 1. Atue por um tempo numa companhia criativa, para ganhar experiência e autoconfiança;
  • 2. Monte um pequeno negócio (bedroom business) e comece a trabalhar em casa;
  • 3. Construa uma rede de relacionamento no mundo real e na internet;
  • 4. Faça um portfólio e convença um empresário que admira a ser seu mentor;
  • 5. Encontre um sócio que entenda de finanças e marketing e que se apaixone por sua idéia.

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://jellywebsites.com/subscription-websites/advantages-and-disadvantages-of-building-your-own-website-website-design-corona-ca/

– Demitir um amigo: fácil ou não?

situações delicadas no mundo organizacional, e uma delas é: o momento de demitir um companheiro de trabalho que você tenha amizade.

Sobre isso, em vídeo, compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=MgURr58hXqw

– E a holding do Facebook, a Meta?

Uma estratégia para mudar o foco das críticas feitas na última semana, somando-se os fatores de oportunidade: o Facebook (juntamente com suas outras redes sociais) passará a ser administrado pela Meta, a empresa criada para melhor gerenciá-lo.

Junto à nova organização, mais investimentos em Realidade Virtual e Realidade Aumentada, a fim de começar uma “Nova Internet” – por isso a alusão ao nome “Metaverso”.

O que virá de tão moderno, não? Se você assistiu ao filme “Jogador número 1”, é aquela impressão que se dá! Ou um “Second Life” melhorado (lembram dele)?

Meta Quest é o novo nome do óculos de realidade virtual do Facebook

Foto extraída de: mundoconectado.com.br. Créditos: Reprodução / Willian Ferreira

– 9 anos sem o JT…

Já faz 9 anos que acabou o JT!

Que saudade do Jornal da Tarde… Criativo, prático e direto! Nenhum conseguiu o substituir…

Foto: Valor Econômico, em: https://valor.globo.com/eu-e/noticia/2020/04/24/jornal-da-tarde-deixou-marca-de-ousadia-na-imprensa.ghtml. Crédito: Arquivo Estadão, Capa do JT.

– O sucesso da Amazon Logistic é a inspiração para o Magazine Luiza?

De 0,2% a 20% de tudo o que se entrega nos Estados Unidos: essa é a fatia de mercado obtida pela empresa de logística da Amazon, em 7 anos.

A ideia é: ao invés de terceirizar a entrega, a gigante optou por uma própria distribuidora, priorizando os produtos que vende e reduzindo custos. Em tese, é justamente isso que a Magalu quer fazer ao demonstrar interesse na aquisição dos Correios, caso a instituição seja privatizada.

Abaixo, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2021/10/amazon-ultrapassa-fedex-e-e-o-terceiro-maior-servico-de-entregas-nos-eua.html

AMAZON ULTRAPASSA FEDEX E É O TERCEIRO MAIOR SERVIÇO DE ENTREGAS DOS EUA

Com sua divisão de entregas, a gigante do e-commerce fica apenas atrás do UPS e do Serviço Postal dos Estados Unidos

Em 2014, a Amazon realizou uma média de 0,2% de todas as entregas nos Estados Unidos. Hoje, a empresa é responsável por um quinto do mercado e ocupa a terceira colocação no ranking de serviços de correio, ultrapassando o FedEx e ficando atrás apenas do UPS e do Serviço Postal dos Estados Unidos. Os dados são da empresa de logística Pitney Bowes.

Em seus primeiros anos de operação, a Amazon costumava depender de outras companhias, como a própria FedEx e a UPS, para a entrega de remessas. Isso mudou em 2013, quando gigante de Jeff Bezos passou por uma temporada natalina desastrosa, com atrasos generalizados causados pela sobrecarga dos serviços postais americanos.

Naquele ano, a empresa decidiu investir em um centro próprio de distribuição e infraestrutura para entrega. Desde então, vem substituindo cada vez mais a operação terceirizada por uma logística própria.

Atualmente, a divisão de entrega da Amazon (Amazon Logistics) atende dois terços da demanda de seu e-commerce. E o investimento não para, com a compra de aviões de carga, inauguração de instalações de manuseio e contratação de novos motoristas e funcionários em depósitos.

O foco tem sido a entrega de pacotes vendidos pela própria Amazon, mas seu crescimento explosivo indica uma possível entrada no mercado de courier. Segundo o site Quartz, especialistas do Morgan Stanley acreditam que ela lançará nos próximos meses um serviço próprio nos Estados Unidos, pressionando o segmento a adotar entregas rápidas, assim como fez a companhia criada por Jeff Bezos.

Assim, a gigante do comércio poderá oferecer seu serviço para outras empresas, o que deve alavancar bilhões de dólares em investimentos internos em logística.

Em termos de receita, a Amazon Logistics ainda não conseguiu alcançar seus rivais. Ela coleta cerca de US$ 4,28 para cada pacote que entrega, em comparação ao valor de US$ 12,19 do UPS e US$ 17,95 do FedEx, de acordo com a análise do Quartz.

Essa realidade, no entanto, pode mudar, já que a divisão é subsidiada pela própria Amazon, permitindo que os preços sejam mais baixos para si própria e mais altos para clientes externos, o que gera mais lucros.

– E quando as funcionárias são convidadas informalmente a não engravidarem?

Um tema difícil: empresas que, disfarçadamente, não querem que suas funcionárias engravidem.

É obvio que ninguém vai falar abertamente sobre isso, mas quantos casos não existem por aí onde chefes demovem suas funcionárias da possibilidade de terem filhos?

O custo das licenças-maternidades, a “exclusividade para com as preocupações do trabalho” (contra as da casa) e o lembrete de “pensar sobre a carreira” são alguns motivos para que isso infelizmente ocorra.

Diante de tudo isso, uma constatação: quantas empresas praticam isso, e fazem campanhas “solidárias”, ironicamente, até por crianças?

Pura demagogia…

– As Instituições que mais Inovam no Brasil.

O INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) afirmou: as três instituições que mais criam (entenda CRIAR como PRODUZIR INVENÇÕES CIENTÍFICAS FUNCIONAIS) são: Petrobras, Unicamp e USP.

Será que continuarão nesse ritmo, nesse mundo pós-pandemia?

Abaixo, matéria onde há uma interessante entrevista do pesquisador do Instituto de Química da Unicamp, Nelson Durán, a respeito de nanotecnologia, inovações e investimento em pesquisas (citação em: http://is.gd/6b2rQt).

OS MAIORES INVENTORES DO BRASIL

Quem são as pessoas e quais são as organizações que mais inovam no país, segundo um ranking divulgado com exclusividade por ÉPOCA

O Brasil conseguirá algum dia se colocar entre os países mais inovadores do mundo? Note a sutileza: não se trata de sermos apenas uma sociedade de pessoas imaginativas, capazes de ter ideias originais (o que já é muito bom). Também não se trata de sermos apenas uma sociedade de pessoas e organizações criativas, capazes de ter as tais ideias originais e transformá-las em realidade (o que é melhor ainda). Trata-se de dar ainda outro passo – ter as ideias originais, transformá-las em realidade e fazer isso com regularidade e visão de mercado. O resultado pode vir na forma de um forno capaz de cozinhar alimentos no vapor, de novas formas de administrar medicamentos contra tuberculose ou de um sistema que permite o plantio enquanto protege o solo da erosão e do esgotamento de fertilidade. Esses avanços, reais, resultaram em patentes de brasileiros nos últimos anos e são alguns do exemplos do que se produz de criativo e potencialmente lucrativo no país. Um dos indicadores fundamentais para medir esse avanço é o número de patentes registradas por brasileiros. Ele cresceu 32% ao longo da primeira década do século XXI, segundo um levantamento feito pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e apresentado com exclusividade por ÉPOCA.

É um avanço relevante, porém insuficiente para que o país seja levado a sério como força inovadora global. Petrobras e Unicamp lideram a lista das 50 organizações e pessoas que mais inventaram. O levantamento não inclui os pedidos de patentes feitos por estrangeiros, que correspondem a 60% do total. Ele avalia as patentes registradas até 2008 (o anterior parava em 2003) e dados parciais de 2009 a 2011. O atraso ocorre porque os pedidos de patentes demoram de 18 a 30 meses em análise. O estudo mostra algumas tendências no Brasil inovador:

• o número de patentes pedidas pelas empresas cresce mais lentamente que o de universidades e instituições de pesquisa, que ganham importância. Entre os dez maiores patenteadores, há quatro universidades (Unicamp, USP, UFMG e UFRJ) e uma autarquia federal que também faz pesquisa (a CNEN, Comissão Nacional de Energia Nuclear). No levantamento anterior, eram apenas duas entidades desse tipo;

• ganham destaque os inventores pequenos empresários. Há 11 deles entre os 50 maiores patenteadores;

• o agronegócio mostra sua face criativa. Há três empresas do setor entre as dez companhias que mais registram patentes: Semeato, Jacto e Embrapa.

A Lei de Inovação, de 2004, deu um empurrão para que as universidades organizassem e protegessem suas invenções. Elas foram obrigadas a criar institutos para incentivar cada pesquisador a pedir patentes e a criar projetos mais afinados com as necessidades do mercado. A Unicamp, mais bem colocada entre as instituições de ensino e pesquisa, já havia iniciado essa empreitada antes da lei de 2004 – a primeira patente da universidade é de 1989. Mas cresceu nos últimos anos o grau de sucesso das parcerias entre a universidade e empresas.

Depois da criação da agência Inova, em 2003, responsável por cuidar da propriedade intelectual da Unicamp, foram feitos em média cinco licenciamentos de patentes por ano, para que empresas levem as invenções ao mercado. Ainda é apenas 10% do número de patentes que a instituição costuma pedir por ano, mas representa um avanço claro diante dos resultados quase nulos anteriores a 2004. O pesquisador Nélson Durán, do Instituto de Química da universidade, diz que uma das frentes de pesquisa que têm gerado patentes é a colocação de princípios ativos de medicamentos em formatos só possíveis com nanotecnologia para que atinjam alvos específicos no organismo humano. Essas partículas extremamente pequenas podem carregar remédios de combate a males como câncer, leishmaniose e tuberculose. Um terço das patentes da Unicamp vem da área de química, que fez 217 pedidos até 2010.

Após o pioneirismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade de São Paulo (USP) mostrou um movimento impressionante: saiu do 9º lugar para o 3º, em cinco anos, graças à criação de sua Agência de Inovação, em 2005. O empenho de ao menos parte dos 3 mil pesquisadores da USP em bolar inovações patenteáveis está atraindo interessados no mercado. “Nos dois últimos anos, notamos um forte aumento na procura da universidade pelas empresas”, afirma Maria Aparecida de Souza, diretora técnica de propriedade intelectual da agência. Na USP, a unidade que mais cria patentes é a Escola Politécnica.

Outra comunidade com papel importante no Brasil inventivo é dos pequenos e médios empresários. Entre eles, destaca-se Matheus Rodrigues, fundador da empresa Máquinas Man. Ele é a pessoa física que mais fez pedidos no período completo do levantamento do Inpi, de 1999 a 2008. Foram 74. Ele é também a única pessoa física que apresentou pedidos em todos os anos ao longo do período. Rodrigues tem 70 anos. Há 35, cria e adapta máquinas para fabricar itens de cerâmica e tijolos, depois de ter largado um emprego na indústria automobilística. Um de seus orgulhos, devidamente protegido por patente, é o aperfeiçoamento do processo de produção de um tijolo que se solidifica sem necessidade de ir ao forno. No momento, ele se dedica à automação da linha de produção de cerâmicas de sua empresa. Rodrigues optou por registrar as patentes em seu nome porque participa de cada criação com uma equipe. A empresa tem 280 funcionários e fica em Marília, São Paulo. “Não importa se é tijolo ou automóvel. Quem gosta de criar aprende qualquer coisa”, diz.

O terceiro motor de arrancada das invenções no Brasil é o agronegócio, que desafia o estigma de setor pouco sofisticado. Petrobras e Vale, outras produtoras de mercadorias primárias, respondem por um número importante de patentes (são a 1ª e a 9ª colocadas no ranking, respectivamente). Mas elas são as duas maiores empresas do país e se veem empurradas pela concorrência global em busca de matéria-prima. No agronegócio, a inovação ocorre em companhias menores, que conseguem participação desproporcionalmente grande na lista de patentes. As fabricantes de máquinas agrícolas Semeato e Jacto e a empresa estatal de pesquisa Embrapa registraram juntas, num período de quatro anos, 221 patentes – em conjunto, só perdem para Petrobras, Unicamp e USP. “Foi o setor em que o Brasil escolheu investir, anos atrás. Agora, estamos colhendo os frutos dessa aposta”, diz Alfonso Abrami, especialista em inovação na consultoria Pieraccini. A Semeato, mais bem colocada, ficou em 7º lugar na lista. Ela foi fundada há 45 anos, no Rio Grande do Sul. Hoje, tem 1.800 funcionários em cinco fábricas e registros de patentes válidos em 21 países. “Nosso mercado é muito competitivo no Brasil. Precisamos criar sempre, e as patentes são consequência disso”, afirma Roberto Rossato, presidente da empresa.

A reação das universidades e o dinamismo dos pequenos inventores e do agronegócio, porém, não contam toda a história da inovação no Brasil. O fato é que as grandes empresas brasileiras ainda inovam pouco e protegem menos ainda o pouco que inovam. “Comparando as empresas de grande porte brasileiras com as de outros países, percebemos que o volume de patentes aqui ainda é muito baixo”, afirma Jorge Ávila, presidente do Inpi. Os motivos são variados: temor da burocracia, falta de organização das empresas, incapacidade de companhias e universidades de atuar em parceria e simples desconhecimento do assunto. Por isso, perto das potências da inventividade global, nossos avanços empalidecem: entre 2000 e 2008, o número de patentes no Brasil cresceu um terço. No mesmo período, ele avançou 54% nos Estados Unidos, 60% na Coreia do Sul e 458% na China. Talvez seja hora de mudar o jeito de discutir o assunto por aqui.

Em termos comparativos com um grupo maior de países relevantes, não se pode mais dizer que o país patenteie pouco. Nações desenvolvidas como França, Itália, Espanha e Canadá avançam em ritmo parecido com o nosso ou inferior. E o próprio uso de patentes como indicador de dinamismo econômico vem sendo questionado – seus críticos lembram que elas são intensamente usadas para impedir o fluxo de conhecimento. Mesmo assim, o esforço para elevar o número de patentes no Brasil não pode ser deixado de lado. Elas continuam sendo um indicador simples e confiável do nível de desenvolvimento, riqueza, democracia e respeito à propriedade encontrados num país.

O que é e o que não é inovação? - UOL EdTech

Imagem extraída de: https://uoledtech.com.br/blog/o-que-e-e-o-que-nao-e-inovacao?hsLang=pt-br

– Brasil aumentou a importação de Gasolina em quase 1000%.

Será que faltará combustíveis em breve?

Os alertas já foram dados pelo mercado e até pelo Governo sobre a possibilidade. E um dado interessante: o aumento da importação (em quase, impressione-se, 1000% de Gasolina).

Abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/petrobras-importacao-de-gasolina-subiu-950-no-3o-trimestre-do-diesel-5481/

PETROBRÁS: IMPORTAÇÃO DE GASOLINA AUMENTA 950% NO 3º TRIMESTRE. DIESEL, 548,1%

A importação da Petrobras de gasolina e óleo diesel estourou no segundo trimestre deste ano. A da gasolina disparou 950% em relação a igual período do ano passado, e a do diesel, 548,1%. A explicação está no crescimento do mercado doméstico, diz a Petrobras. O crescimento das importações está no centro do embate da Petrobras com distribuidoras.

No início deste mês, a petrolífera estatal avisou às suas clientes que não vai fornecer uma parcela dos pedidos para novembro. Para fazer frente à toda demanda nos postos, as distribuidoras vão ter que importar por conta própria. Algumas delas não gostaram da notícia e foram reclamar à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Esse aumento de importação aconteceu ao mesmo tempo em que a Petrobras ampliou a produção nas suas refinarias. O fator de utilização da capacidade, no terceiro trimestre ficou em 85%, mesmo porcentual de igual período de 2020 e 10 pontos porcentuais acima do trimestre anterior.

Em outubro, o fator de utilização já chegou em 90%. Com esse crescimento expressivo da importação de gasolina e diesel, a exportação líquida da empresa caiu 49,7% na comparação com o terceiro trimestre de 2020. As exportações totais foram de 813 mil barris por dia (queda de 17,3%) e as importações, de 415 mil bpd (alta de 116%). A maior parcela importada foi de diesel (175 mil bpd) e a exportada foi de petróleo (604 mil bpd).

– E se o PIF (Fundo Saudita de quase 3 trilhões de reais) quisesse comprar seu clube, você aceitaria numa boa?

O príncipe saudita Mohammed bin Salman comprou o Newcastle, e transformou o clube no mais rico do mundo. O novo proprietário é 8 vezes mais rico que o sheik Mansour Bin Zayed Al Nahyan, dono do Manchester City, e 2 vezes mais afortunado que o emir Nasser Al-Khelaifi, que possui o Paris Saint-Germain.

Houve muitos questionamentos entre os clubes da Premier League, já que bin Salman, assim como os outros endinheirados, são “donos” do seu país (a Arábia Saudita é um reino da sua família; Bin Zayed, idem em relação ao emirado de Abu Dhabi; Al-Hkelaifi é a mesma situação com o Catar). No fundo, são os países que se tornaram proprietários dessas equipes.

Muitos sugerem que o príncipe estaria praticando Sportswashing, um nome pomposo para “lavagem de dinheiro” (algo comum no futebol inglês). Porém, surge a perspectiva de que o clube será usado para mudar a imagem do país, com campanhas contra a homofobia, propósitos sociais e democráticos e demais campanhas de solidariedade e inclusão (temas aos quais a Arábia Saudita é criticada, ferindo os direitos humanos). O próprio príncipe é acusado de mandar assassinar um jornalista opositor. Falamos disso tudo em: https://wp.me/p4RTuC-y6n.

É sabido que alguns clubes passam por dificuldades no mundo por conta das empresas que os administram (vide outros casos também, como o Barcelona, que é uma associação). Por exemplo, o chinês Suning Group, que fechou sua equipe na China, é dono da Internazionale de Milão, que apesar de ter conquistado o Scudetto, a holding chinesa passa por uma crise financeira (ela administra um grupo varejista nos moldes da antiga Via-Varejo, de Ponto Frio e Casas Bahia). Mohammed bin Salman (ou melhor, o governo árabe) estaria de olho na aquisição desse clube italiano também! Outro time sondado foi o Olympique de Marseille, de Frank McCourt, o mega investidor americano do Los Angeles Dodgers (da Liga Profissional de Beisebol), que não gostou da experiência futebolística na França. Por fim, no seu ciclo de contratações, surgiu a especulação de que o príncipe quer um clube do Brasil (aproveitando o surgimento da SAF)!

Ora, imediatamente surgiram boatos de que o Cruzeiro estaria sendo observado (por conta da sua situação financeira). Ninguém sabe a verdade sobre isso. 

Aí vem a questão: se o dinheiro da Árabia Saudita (sabidamente de origem duvidosa) fosse oferecido para comprar seu clube do coração, como você reagiria? Ficaria feliz pela grana ou triste pelo histórico do novo dono?

Lembre-se: a fortuna pessoal de bin Salman é de aproximadamente 100 bilhões de dólares, e o comprador (a pessoa jurídica) seria o Fundo Real de Investimentos Públicos da Arábia Saudita (PIF), dono da maior reserva de petróleo do mundo e da estatal Aramco Saudi, além de diversos empreendimentos, cujo valor em 2020 era de 515 bilhões de dólares (ou R$ 2,88 trilhões).

Abaixo, a imagem oficial do PIF:

Saudi Arabia's PIF to Establish Saudi Recycling Company | Al Bawaba

– A UNiAzul e o conceito de Universidade Corporativa.

No Exterior, existem grandes empresas que montam universidades aos seus funcionários. Aqui no Brasil, a Azul criou cursos exclusivos aos seus colaboradores e tem chamado a atenção. Por serem voltados a um segmento específico e particular, ganham liberdade e até diversão!

Compartilho, abaixo, extraído de: https://exame.com/negocios/universidade-mais-divertida-exclusiva-do-brasil/

CONHEÇA  UNIVERSIDADE MAIS DIVERTIDA (E EXCLUSIVA) DO BRASIL

Criar situações indesejáveis é a especialidade da UniAzul, que tem simuladores até 15 milhões de dólares e 400 cursos diferentes

Por Gabriel Aguiar

Quem chega às pressas ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), talvez nem imagine que, logo ali bem ao lado, está a universidade mais divertida do Brasil. Não existe nenhuma prova ou vestibular para participar dos cursos oferecidos: somente funcionários da Azul são permitidos. E o que existe dentro da UniAzul? Simuladores tão reais quanto aviões de verdade – e capazes de imitar qualquer situação.

Ainda que a possibilidade de pilotar modelos como Embraer E190 e Airbus A320 seja tentadora (mesmo para quem não tem habilitação necessária), esses equipamentos vão muito além de um flight simulator e servem para manter os treinamentos dos pilotos da companhia em situações extremas, como falha de motores ou turbulência. Com tanto realismo, as simulações são consideradas como horas de voos.

Claro que as cabines futuristas – que “flutuam” sobre um conjunto de amortecedores para reproduzir os movimentos – não são nada acessíveis: os preços variam de 10 a 15 milhões de dólares e cada unidade é homologada pelo fabricante da aeronave simulada. É tanto realismo que ninguém precisa usar óculos de imersão para acreditar nas simulações das telas de 180° que recriam aeroportos e cidades do país.

Para quem planeja mudar de aeronave, o que é praticamente uma promoção neste universo da aviação, são necessárias até nove sessões de 4h com outro equipamento bem mais semelhante a um videogame. Esse pré-treino tem uma função essencial, que é familiarizar os pilotos com os comandos específicos de cada modelo e faz parte de um longo processo de até cinco meses até realmente chegarem a voar.

Também existem outras réplicas que servem para diferentes treinamentos – em situações que nenhum passageiro gostaria de viver gostaria de experimentar –, como pouso na água e incêndio. Durante essas simulações, é possível abrir saídas de emergência, vestir máscaras de oxigênio e saltar no escorregador inflável. Para tornar tudo mais realista, há telas com imagens nas janelas e até máquina de fumaça.

Esses são apenas alguns dos exemplos de cursos, já que a UniAzul oferece mais de 400 opções, inclusive para manutenção de aeronaves e gerenciamento de cargas (que exigem uma boa dose de prática), mas também para sustentabilidade e imersão na cultura da companhia. Fato é que a universidade foi criada em 2012 e, apenas no ano passado, foram formados 13.843 funcionários em 72.041 treinamentos.

– O Safesp jaz?

O Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo é uma caixa-preta desde há muito tempo. No período da gestão José Assis Aragão, se falava muita coisa mas nunca se provou nada. Depois, com Sérgio Correa da Silva, houve uma ruptura interna e a criação da COAFESP (a Cooperativa), que depois morreu. Com Arthur Alves Jr, uma horrível e duradoura gestão. E, com a mudança para Aurélio Sant’Anna Martins, uma “falta de administração”.

Não apoio ninguém, não me meto com comprometimento político algum, mas imaginava que Aurélio não seria a decepção que está sendo – afinal, todos são unânimes em dizer que o Sindicato está sem dinheiro e fechado.

Enfim, o que houve? Não se culpe a pandemia – a mãe de todas as desculpas atualmente.

Uma pena. Esperava muito mais da nova gestão (e de alguns dela, eu nem esperava nada). E o lembrete: e as auditorias de contas, tão prometidas? O que aconteceu com elas?

– Próspera: uma cidade privada!

E se existisse uma “cidade-privada”, como seria?

Um exemplo real: Próspera! Veja abaixo, extraído de: https://exame.com/mundo/conheca-prospera-cidade-liberal-honduras/?fbclid=IwAR3UkyFnV8MvNPvZi0dRaP4DvT70iWMnUh_6MaHviuqcOQq–2jF6aO-K_Y

PRÓSPERA, A CIDADE-ESTADO LIBERAL EM HONDURAS GOVERNADA POR UMA EMPRESA PRIVADA.

Impostos baixos, polícia e justiça privatizadas, estado mínimo e voto na base das propriedades: conheça a cidade-estado liberal de Honduras que está catalizando a atenção do mundo

Por Carlo Cauti

Imagine uma cidade futurista, hiperconectada e baseada no “estado mínimo” liberal.

Uma cidade-inteligente em uma das mais belas ilhas de Honduras, administrada por uma empresa privada com suas próprias leis, juízes e polícia particulares.

Esse projeto futurista está sendo construída, e se chama Próspera. Uma cidade ideal, que já ganhou o apelido de “Hong Kong do Caribe”.

Próspera surgiu da visão futurista de dois “libertários tecnológicos”: venezuelano Erick Brimen e o guatemalteco Gabriel Delgado.

Ambos descendentes de famílias abastadas que, depois de terminados os estudos nos Estados Unidos e ganharam experiência trabalhando em start-ups, compraram um terreno na ilha de Roatán, em frente ao litoral de Honduras, para criar uma cidade única.

No papel parece quase uma utopia.

Mas ela está sendo construída pela empresa norte-americana Honduras Próspera Inc., é uma das quatro Zonas de Emprego e Dsenvolvimento Econômico de Honduras (ZEDE), desejada pelo governo conservador do presidente Juan Orlando Hernández para atrair investimentos privados, especialmente do exterior.

Muitos fundos de investimento, como o Pronomos Capital, administrado por Patri Friedman, neto do economista prêmio Nobel Milton Friedman, e financiado, entre outros, por Peter Thiel, cofundador do PayPal, estão entre os financiadores do Próspera.

A cidade passará de uma vila de 23,5 hectares a um centro urbano com milhares de habitantes em uma década, e poderá se estender até a costa atlântica de Honduras.

Próspera será uma cidade inteligente localizada em frente a um dos mares mais bonitos do mundo. Superconectada e hipermoderna, com edifícios futuristas desenhados pelo estúdio de arquitetura Zaha Hadid.

A cidade terá uma peculiaridade: apesar de estar em território hondurenho, será considerada como uma cidade-estado independente, sendo administrada pela iniciativa privada.

Ou seja, Próspera será governada por investidores privados, que podem escrever suas próprias leis e regulamentos, projetar seus próprios sistemas judiciários e gerenciar suas próprias forças policiais.

A ambição é se expandir através de Roatán em mais locais de Honduras e, em seguida, em toda a América.

De acordo com o jornal local “La Tribuna“, Próspera oferece uma nova abordagem visionária à governança, com uma estrutura legal e regulatória pró-negócios construída sobre as melhores práticas de outras zonas econômicas especiais de sucesso em todo o mundo.

“O objetivo da cidade-estado liberal é atrair investimentos estrangeiros diretos, garantindo, o ao mesmo tempo, direitos humanos e sustentabilidade ambiental.”, escreveu o jornal.

Entretanto, de acordo com seus detratores, Próspera seria “um estado dentro do estado”, com suas próprias leis e administração não democrática.

Para obter a residência, é preciso pagar uma cota anual de US$ 260 por ano para os hondurenhos e US$ 1.300 para os estrangeiros.

Mas apenas pagar não é suficiente. É também necessário assinar um “pacto de coabitação”, uma espécie da constituição liberal da cidade.

Todos os serviços públicos serão fornecidos por uma empresa privada, centralizados e automatizados por meio do eProspera, um portal on-line baseado no sistema e-Estônia desenvolvido pelo país europeu.

Do conforto de suas casas, constantemente online, os “Prosperanos” poderão pagar impostos, abrir empresas, fazer negócios e comprar imóveis. Até votar digitalmente.

Os moradores, porém, poderão eleger apenas cinco dos nove membros do conselho de administração da cidade, dois dos quais são eleitos diretamente pelos proprietários dos imóveis, com poder de voto proporcional à área possuída.

Em suma, quem comprar mais terrenos vai ter mais votos.

Os restantes quatro conselheiros serão escolhidos pelos fundadores da Próspera.

Até o sistema jurídico será privatizado e autônomo em relação ao resto de Honduras, administrado por um Tribunal Arbitral de Resolução de Conflitos, com juízes norte-americanos aposentados.

Uma parcela dos hondurenhos, entretanto, não está demonstrando tanto entusiasmo com a ideia.

Várias manifestações foram realizadas ao longo deste ano nas principais cidades do país, na base do slogans “Honduras no se vende, Honduras se defende”.

Os manifestantes querem o cancelamento do “Lei Orgânica das Zonas de Emprego e Desenvolvimento Econômico”, e interromper a construção das chamadas “Cidades Modelo” como Próspera. Mas o governo, aparentemente, não vai mudar o rumo desse projeto.

Próspera: a cidade-estado liberal governada por uma empresa privada (Próspera Economic Development Platform/Internet)

– Na Sociedade, o Mundo é para os Extrovertidos?

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão”. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: “Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não para de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

A solidão é como eu recarrego minha bateria

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

– Empresas que obrigam seus funcionários para estarem magros!

A Folha de São Paulo (http://classificados.folha.com.br/empregos/962671-perda-de-peso-e-novo-alvo-de-empresas.shtml) traz uma importante matéria sobre o mundo corporativo e algumas exigências aos empregados.

A moda agora é: fazer com que os funcionários emagreçam!

Hum… assunto delicado, tratado abaixo:

PERDA DE PESO É ALVO DAS EMPRESAS

Por Marcos Vasconcellos

Companhias estão levando ao pé da letra a expressão “cortar gordura”. O termo, que define redução de gastos no mundo corporativo, agora também refere-se a programas de emagrecimento.

O Vigilantes do Peso Empresarial registrou alta de 185% da clientela no último ano. Hoje atende a 37 empresas do país que têm de 100 a 110 mil funcionários. No mesmo período de 2010, eram 13. O Leve na Boa, programa de orientação nutricional da Omint, companhia de saúde corporativa, teve adesão de seis empresas no primeiro semestre de 2011 -durante todo o ano de 2010, foram oito.

O aumento da obesidade no trabalho segue o ritmo observado no país. Segundo o Ministério da Saúde, em 2010, 48,1% dos brasileiros eram obesos ou tinham sobrepeso. Em 2006, o índice era 42,7%.

A analista de recursos humanos Danielle Shibayama, 30, pediu para participar do programa oferecido pela empresa de software em que trabalha, Totvs. Estava “insatisfeita” com os 63 kg em 1,58 m e com a “autoestima baixa”. Em dois meses e meio, perdeu 6,2 kg. Recuperou a confiança e diz estar mais disposta. O programa, avalia, é melhor do que dietas que fez sozinha, pois, na empresa, ela “compartilha experiências”.

– E como procurar um novo emprego?

Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção ao mercado de trabalho. Como fazê-la?

Abaixo:

AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO

Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.

Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.

O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.

Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.

Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.

Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.

Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.

– E se o Amor fosse a Conta-Gotas, comprado em Farmácia?

Olha que interessante: a “droga do amor” já é vendida nos EUA, em boa parte das farmácias. Pode ser em gotas ou em spray.

O que ela faz e como age? Simples, relato abaixo (extraído de Revista Superinteressante, Ed Novembro/ pg 68-70):

AMOR DE FARMÁCIA

Já existe um remédio que promete melhorar a vida a dois. E ele não é azul. Veja como a ciência está metendo o bedelho no amor.

Por Carol Castro e Felipe Van Deursen

Amor não é uma vontade incontrolável de ficar com seu amante o tempo todo. O nome disso é serotonina.

Amor não relaxa o corpo, cria laços e deixa os apaixonados felizes. O nome disso é ocitocina. É dopamina!

Biologicamente, paixão é só um jato de hormônios e neurotransmissores disparados pelo cérebro. E que viciam quase como droga – as áreas de prazer e recompensa ativadas são as mesmas. Mas uma hora cansa. Quando a festa hormonal no cérebro acaba, o amor chega ao fim.

Com isso em mente, os neurocientistas Julian Savulescu e Andres Sandberg, da universidade de Oxford, iniciaram a busca pela ciência do amor eterno (…) A ideia deles é incentivar a produção de remédios que supram a escassez dessas substâncias. Para isso, estudam o papel delas no amor, a fim de descobrir como sua falta atrapalha os relacionamentos e como seria benéfico aumentar de novo suas doses no corpo. Porém, enquanto eles cuidam da parte teórica, outro grupo já pôs as ideias em prática. O remédio do amor vem em um recipiente de 7,5 ml, com conta-gotas, ou sob a forma de spray nasal. A ocitocina está no ar! (…)

Em 2010, o psiquiatra americano Bryan Post decidiu sintetizar e engarrafar o hormônio. Diz ele: “não é tóxica, não faz mal e não vira um vício, já que não desperta uma vontade contínua de uso” (…) Ele já pode ser comprado em farmácias nos EUA e custa cerca de R$ 120,00.

O remédio não restaura a paixão. Nem chega perto disso. Mas proporciona uma forte sessão de relaxamento. E isso pode ajudar nos momentos mais tensos da relação. Com duas borrifadas no nariz ou seis gotas debaixo da língua, o hormônio corre pleo sistema sanguíneo e aos poucos entra no sistema nervoso central, reduzindo o nível de cortisol (hormônio do estresse) no sangue. Aí, é só calmaria.

DIAS DE OCITOCINA

Experimentamos a droga do amor. Veja como foi!

Ela tem sabor de menta. Para fazer efeito, você precisa pingar 6 gotas embaixo da língua ou apertar o spray uma vez em cada narina. Após dez minutos, a droga começa a surtir efeito, que dura até quatro horas. Em pouco tempo, o braço amolece e o coração desacelera. Piadas bobas ficam engraçadas. A vontade de defender qualquer assunto beira a zero. Estender uma briga fica muito difícil. De fato, uma discussão acalorada de namorados foi dissolvida no ar quando o spray fez efeito. Por um tempo, tudo é lindo. Sorrisos e abraços ficam fáceis. É bom. Mas basear a tranquilidade do dia-a-dia ou, pior, sustentar um relacionamento nessas gotas soa um tanto assustador.

– A necessidade da Estabilidade das Emoções para os jovens.

Li uma entrevista muito bacana do psicoterapeuta, filósofo e educador australiano Richard Robbins na Revista Época. Ele fala bastante coisa sobre Equilíbrio Emocional, como, por exemplo, da relação dos jovens e seus problemas cotidianos.

Para o professor, os jovens, quando incomodados por dificuldades no cotidiano, precisam de estabilidade emocional para produzirem. E defende que se crie nas universidades uma disciplina voltada para o “Ensino de Emoções” a fim de maiores ganhos econômicos e produtividade na sociedade.

É dele a frase:

Jovens são esponjas que assimilam rapidamente atitudes que se mostram eficazes para eles.”

Interessante. Mas… será que isso vale somente aos jovens?

Certamente, aos jovens de espírito também!

– Como você encara seus problemas?

Essa representação é perfeita: Problemas sempre existirão, mas… o que você faz com eles?

Veja a figura abaixo:

– Os problemas, indiretamente, podem nos estimular?

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

– Um meme válido sobre Terceirização:

A Internet não tem limites de criatividade.

Olhe só que meme pertinente, envolvendo o Coiote e o Papa-Léguas: o objetivo do vilão foi alcançado graças à ajuda de um especialista (o Sonic):

– Quanto Vale o Carisma?

Amigo, compartilho mais um valiosíssimo artigo de Jack Welch, agora a respeito de CARISMA na Administração de Empresas.

Extraido de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/gestao/quanto-vale-carisma-492984.html

QUANTO VALE O CARISMA

Meu chefe disse recentemente que sou muito competente e transmito uma visão clara para minha equipe, mas que, para ser promovido, preciso mostrar que tenho uma personalidade forte. Como sou uma pessoa naturalmente introvertida, o que devo fazer?
(Anônimo, Atlanta)

Em primeiro lugar, gostaríamos de lhe agradecer por nos ter enviado uma pergunta que sempre tivemos vontade de responder, dando a nós (e a nossos leitores) uma trégua nas reflexões sobre as recentes turbulências econômicas. Ufa!

Bem, vamos ao que interessa. Gostaríamos que você respondesse à seguinte pergunta: como se sentiria se tivesse de fazer uma cara alegre, voz grossa, e com um “ho, ho, ho” aqui e outro ali tentasse conquistar o coração de sua equipe? Você ficaria em pânico? Deprimido? Um pouco das duas coisas?

Ou ficaria preocupado, sabendo o quanto as pessoas de modo geral odeiam impostores? Se for isso, você tem todo o nosso apoio. De fato, autenticidade é algo importante — e é compreensível que você se sinta intimidado numa situação em que precisa parecer o que não é. Por isso, se acatar o recente conselho de seu chefe, terá obrigatoriamente de abrir mão dessa autenticidade.

No entanto, o que parece aqui é que você não tem escolha. Seu chefe está tentando ajudá-lo — e ele está certo. Com o tempo, muitos introvertidos acabam estagnando nas grandes empresas. Eles podem até trabalhar muito, corresponder ao que se espera deles ou mais do que isso até, mas raramente parecem ter o retorno que merecem. Observe que estamos falando de grandes companhias. Praticamente qualquer pessoa com uma boa ideia vai longe em uma empresa iniciante. As pequenas empresas costumam dar mais margem de manobra às pessoas, deixam que sejam elas mesmas, contanto que mostrem resultados. Já nas grandes corporações as condições atmosféricas reinantes dão aos extrovertidos uma vantagem evidente.

São várias as razões para isso. As grandes empresas acham normal que uma pessoa migre de uma divisão para outra e transite pelo mundo afora, e os extrovertidos, queiramos ou não, parecem mais preparados para isso. Com seu carisma e habilidades verbais acima da média, passam uma imagem de ousadia, são ótimos comunicadores e sabem motivar seu pessoal, sobretudo em épocas de crise. Os extrovertidos também têm mais facilidade para se relacionar — outra enorme vantagem em contextos menos amigáveis. E, por fim, os extrovertidos tendem a brilhar mais do que os tímidos em grandes companhias porque, desde o início, sua forte personalidade lhes garante a oportunidade de expor questões relacionadas ao trabalho diante de gente do alto escalão, o que é sempre uma boa maneira de acelerar o processo pelo qual um indivíduo se destaca dos demais.

As grandes companhias estão de tal forma voltadas para os extrovertidos que os introvertidos muitas vezes experimentam uma dinâmica parecida com a vivenciada por muitas mulheres e minorias em ambientes corporativos: a necessidade de produzir muito mais do que os outros se quiserem ficar pelo menos no mesmo nível deles. É claro que há exceções. Não faltam histórias de pessoas reservadas, antissociais ou tímidas que subiram na hierarquia da empresa até chegar a um cargo muito importante. Mas em todos esses casos o introvertido tinha algo de especial — uma mente brilhante capaz de antecipar as tendências da tecnologia, por exemplo, uma compreensão fora do comum dos mercados emerg entes ou ainda uma habilidade crítica excepcional diante de certos acordos. Esses sábios se tornam de tal maneira indispensáveis ao sucesso das empresas que acabam galgando os postos superiores. É por isso que muitos introvertidos em posição de comando são quase sempre o cérebro da organização, enquanto outros cuidam da parte operacional.

Pode ser que você seja um desses introvertidos cuja competência especial vai sempre prevalecer — e que dispensa de mudar seu jeito de ser. Entretanto, se não for esse o caso, voltamos ao ponto de partida. Se você quiser, de fato, assumir o controle de sua carreira na empresa onde trabalha atualmente, é melhor começar a fazer alguma coisa já. Vá à luta, misture-se ao pessoal, converse mais com sua equipe, relacione-se mais frequentemente com seu grupo e com outras pessoas da companhia, empregando ao mesmo tempo toda a energia e os traços positivos de sua personalidade.

Será que o pessoal vai perceber a novidade e se colocar na defensiva? Possivelmente. Lembre-se de que eles estão sempre atentos a qualquer mudança de postura. Por isso, sugerimos que você se adiante e explique a eles seu comportamento. Diga a eles que você está apenas tentando colocar mais de você mesmo no ambiente de trabalho, de forma que todos possam trabalhar de modo mais eficaz. Você pode até pedir que o ajudem e que lhe deem um feedback da mudança. A verdade é que quanto mais sincero você for em sua transformação pública, tanto mais sairá ganhando.

* Este texto foi escrito em novembro de 2008.
Jack Welch está afastado do trabalho por questões de saúde

– Boss or Leader?

Esta imagem diz tudo: diferenciando chefes dos líderes!

Abaixo:

– Como os funcionários enxergam as avaliações de desempenho?

Nem todos os funcionários gostam de ser avaliados (embora isso seja necessário) quanto à produtividade. Porém, como é passada a eles essa foram de mensuração?

Compartilho um interessante material sobre isso, abaixo, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/as-avaliações-de-desempenho-sob-o-ponto-de-vista-dos-colaboradores-ccccf694db4a

AS AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO SOB O PONTO DE VISTA DOS COLABORADORES

por José Renato Sátiro Santiago

PUBLICADO ORIGINALMENTE NA REVISTA HARVARD BUSINESS REVIEW EM OUTUBRO DE 2016

Pesquisa indica que as empresas precisam alinhar o discurso com a prática.

A existência de iniciativas relacionadas à análise da performance de equipes e colaboradores é tema constante nas organizações e costuma esbarrar em certas questões de difícil solução. Uma delas, talvez a mais crítica, é a identificação de eventuais diferenças entre analisar a performance dos colaboradores e avaliar os resultados obtidos pelas atividades por eles realizadas. Há inúmeros fatores que podem influenciar o sucesso ou o fracasso em alcançar metas preestabelecidas. A ação dos colaboradores, por meio de sua dedicação e de competências, é “apenas” um deles. Vale lembrar que nem sempre equipes motivadas e de excelente desempenho atingem as metas estabelecidas pela empresa. O principal objetivo do estudo apresentado neste artigo é identificar as práticas do mercado brasileiro adotadas por algumas empresas para avaliar seu desempenho e processos, bem como o desempenho e atividades de seus colaboradores pela percepção deles próprios da efetividade dessas práticas no seu dia a dia.

O mercado globalizado tem contribuído para o significativo aumento da competitividade entre as empresas, o que pode ser considerado um dos motivos das frequentes reduções de margem em boa parte dos produtos e serviços oferecidos no mercado de forma geral. O motivo deste cenário decorre do princípio básico da lei da oferta e da procura. Quanto maior a oferta, o que costuma ser provocado pelo aumento de players, maior a queda dos preços. Por isso a gestão das margens em patamares aceitáveis se faz presente, principalmente no que diz respeito à produtividade. Ela foi o tema central de uma pesquisa realizada junto a organizações atuantes no Brasil de diversos setores.

A primeira questão buscou identificar a percepção dos funcionários da relevância dada pela alta administração à avaliação de desempenho. Para evitar eventuais distorções e/ou direcionamentos, não houve com os respondentes nenhum alinhamento prévio de conceitos, práticas e/ou iniciativas relacionadas ao tema. Também não se levou em conta nenhuma distinção referente às formas de contratação.

Mais de 65% dos respondentes indicaram que a alta administração explicita preocupação na adoção de ações voltadas para a avaliação de desempenho (ver quadro 2). Durante as discussões, constatou-se que parte significativa desse entendimento se deveu à necessidade, segundo o que divulgaram os dirigentes das empresas, de contar com equipes de trabalho mais enxutas que não somente atinjam melhores índices de produtividade, mas principalmente que estejam alinhadas e comprometidas com as metas e objetivos estabelecidos. Constatou-se também uma estreita ligação entre avaliação de desempenho e aumento de produtividade. Por mais paradoxal que possa parecer, não há nenhuma comprovação científica, acadêmica ou prática que permita garantir que a simples adoção da prática da avaliação de desempenho resulte em mudança nos índices de produtividade. Do ponto de vista meramente analítico, não deixa de ser surpreendente que quase 30% dos respondentes não se deram conta de que a alta administração explicita preocupação pelo tema. Dessa forma, é possível especular que existem instrumentos de avaliação de desempenho que os colaboradores não percebem como valorizados pela alta administração. Se verdadeira esta hipótese, as empresas podem estar perdendo tempo e energia em programas aparentemente sem grande valia.

Verificou-se que, para a análise de desempenho, quase 80% das organizações costumam utilizar questionários e reuniões. Dentro deste espectro, tal resultado, especificamente, permite concluir que pouco se inovou nos meios, instrumentos e formatos adotados. É improvável que os ares inovadores que constituem importante combustível para a evolução do atual mundo corporativo não tenham propiciado a geração de novos modelos e propostas que possam cumprir a meta de avaliar colaboradores e simultaneamente substituir os já manjados formulários com perguntas e as pouco produtivas reuniões. Talvez isso explique também as respostas relativas à periodicidade das avaliações. Em 76% das empresas pesquisadas, as avaliações são semestrais ou anuais (ver quadro 3). Este índice constitui um grande paradoxo, pois onde o tempo é uma questão cada vez mais crítica, os ciclos evolutivos mais curtos e a cobrança por resultado algo tão presente, seria natural contar com menores intervalos entre as análises de desempenho.

As respostas suscitaram a seguinte pergunta: que outros objetivos uma empresa pretende alcançar ao desenvolver iniciativas voltadas para avaliação de suas equipes e processos? O entendimento de que ela servirá “apenas” para atender à necessidade de aumento da produtividade organizacional não obteve a mesma ressonância quando se perguntou se essas iniciativas são consideradas como critério de evolução profissional: 42% do universo pesquisado indicou que não (ver quadro 4). A disparidade conceitual entre avaliação de desempenho, aumento produtividade e evolução profissional existe na prática e costuma ser citada pelas empresas quando se discute o tema meritocracia. Durantes as discussões com os respondentes, a sinalização de haver outros critérios utilizados como referências para o crescimento profissional serviu para firmar o desalinhamento entre o discurso da adoção da meritocracia e a prática vigente nas empresas pesquisadas. Com relação à meritocracia, nota-se que há reais diferenças entre o discurso propagado pelas empresas e a prática, uma vez que os próprios funcionários, nas últimas questões, indicaram haver outros critérios que subsidiam a evolução profissional (ver quadro 5).

Outra percepção foi de que as empresas em geral não utilizam de forma significativa a potencialidade dos eventuais bons frutos, tais como planos de capacitação e outras iniciativas voltadas para melhorias de processo, que podem ser colhidos graças à adoção de práticas de avaliação. Segundo 50% dos respondentes, isso ocorre porque essas práticas nem sequer são vistas como critério para promover o crescimento profissional, muito menos para propiciar outros tipos de benefício. Mas o pior deste cenário é o empate técnico entre os que entendem que as iniciativas de avaliação são utilizadas para planejar o crescimento profissional e os que nem souberam reconhecer essa possibilidade: respectivamente 29,5% e 28,6%. É possível que os critérios adotados pelas organizações para definir as políticas de remuneração e premiação dos colaboradores expliquem o alto índice de rejeição às avaliações. Isso explica também, como apontado anteriormente, o efetivo distanciamento dos conceitos que fundamentam a prática da meritocracia. Para 18% dos respondentes, não há nenhum critério objetivo para tal. Esse índice, se somado ao dos que não souberam informar quais são os critérios, chega ao patamar de quase 30%, isto é, de cada três empresas, uma não expõe de forma clara os critérios adotados para avaliar o desempenho dos colaboradores. Mais desolador ainda é verificarmos que 38% dos entrevistados sinalizaram que a afinidade com a chefia imediata é a grande chave para o crescimento profissional na empresa. Apenas 30% aproximadamente indicaram o desempenho, individual ou em grupo, como critério para definir políticas de ascensão profissional dos funcionários.
Outra questão também muito discutida durante a pesquisa diz respeito às iniciativas propostas pelas organizações para promover a discussão ou troca de ideias entre as equipes de colaboradores com o intuito de avaliar os desempenhos. Notou-se que mais de metade das empresas costuma promover o feedback entre as áreas e 20% apenas estimulam encontros informais entre os colaboradores. Estas indicações sinalizam que boa parte das organizações, 73%, costuma realizar ações que potencializam a integração entre as equipes como forma de buscar a melhoria de desempenho, o que, sem dúvida alguma, é promissor.

A surpresa: apenas 16% dos respondentes percebem que a área de recursos humanos participa de forma direta, através de reuniões, das iniciativas voltadas à discussão do desempenho dos colaboradores. Embora não estivesse presente de forma explícita em nenhuma das questões apresentadas, foi interessante notar a percepção do afastamento do RH na promoção dessas discussões, o que difere muito do que acontecia em outros tempos, quando havia uma imediata associação do tema com práticas geridas pelos profissionais dessa área.

Historicamente, nas empresas, sempre se entendeu que quaisquer atividades relacionadas às pessoas, como carreira, capacitação e benefícios, estariam mandatoriamente acompanhadas, quando não geridas, por profissionais de recursos humanos. Embora o arcabouço dessas atividades, compreendidas dentro desses limites, tenha aumentado de forma relevante ao longo dos anos, o que fez crescer, e muito, a relevância e o papel da área de recursos humanos nas organizações, acabou por provocar a redução de sua presença em temas muito importantes, como avaliação de desempenho.

Uma análise prévia, fundamentada durante as discussões, permite sugerir que houve realmente mudança desse ponto de vista e que a avaliação de desempenho passou a ser compreendida como algo que não precisa ser gerido e/ou acompanhado necessariamente pela área de recursos humanos. Essa percepção pode, por mais estranho que pareça, ser considerada uma boa notícia para os profissionais desse setor, por indicar que cabe à área de recursos humanos um papel mais amplo, uma visão sistêmica sobre a gestão das pessoas nas empresas.

É, portanto, salutar promover um ambiente interno efetivamente competitivo que clame, com maior frequência, por melhores resultados e metas ainda mais audaciosas. Isso só será possível quando todas as áreas da organização passarem a adotar iniciativas e critérios objetivos para avaliar o desempenho de suas equipes. Dentro deste espectro, eventualmente poderá caber a uma área específica, quem sabe até mesmo recursos humanos, o papel de facilitador das atividades de avaliação, com base na formação de uma visão sistêmica e alinhada às premissas e intentos operacionais e estratégicos definidos pela alta administração. Desta forma, caberia às diversas áreas de uma empresa definir e realizar as avalições de seus profissionais a partir de diretrizes e orientações das equipes de recursos humanos — o contrário do que historicamente se fazia, quando era atribuição apenas da área de RH controlar e operacionalizar tais ações.

Por outro lado, cabe considerar o aumento do risco de haver certa falta de alinhamento entre os critérios a serem adotados por cada uma das áreas da empresa, uma vez que, segundo esta proposta, não caberá mais a uma área específica a responsabilidade pela análise de desempenho. Sendo assim, pode-se imaginar o surgimento de dúvidas quanto à metodologia mais adequada, aos instrumentos mais pertinentes, à periodicidade a ser estabelecida e, por fim, quanto ao modo como as análises de desempenho deverão estar estreitamente alinhadas
a uma política de reconhecimento e evolução profissional do colaborador. Esses processos e instrumentos estão sendo atualmente reavaliados por muitas empresas que não empregam mais apenas as avaliações de desempenho anuais.

Não há respostas definitivas para tais dúvidas, mas sim apenas a certeza de haver um caminho ainda a ser percorrido que passa necessariamente pela disseminação conceitual, que deve começar prioritariamente pela alta administração, e passa também pela estruturação de um processo que permeie todas as áreas da organização.

Fonte http://hbrbr.com.br/as-avaliacoes-de-desempenho-sob-o-ponto-de-vista-dos-colaboradores/

– Personalidade acima da Competência no Mercado de Trabalho?

Amigos, cada vez mais o mercado de trabalho cobra exigências pertinentes aos profissionais. E numa pesquisa global, resultados curiosos: o Brasil é o país que mais exige “flexibilidade”, não se importando tanto com o “entusiasmo”. O trabalho mostrou também que cada vez mais se exige bom senso dos jovens.

Abaixo, outros resultados da pesquisa que coloca a PERSONALIDADE como atributo à frente da COMPETÊNCIA.

Extraído de: Revista Época, Ed 17/01/2011, Seção Negócios & Carreira, pg 56, por Marcos Coronato

TEM DE TER ATITUDE

Competência e conhecimento são bons. Mas o que as empresas querem mesmo dos recém-formados é “personalidade”, diz uma pesquisa global

Quem começou a trabalhar no século passado ouviu falar muito da necessidade de dominar um terceiro idioma, fazer pós-graduação ou comprovar experiência. Quem chega ao mercado de trabalho agora depara com exigências adicionais bem mais abstratas. Os jovens precisam ter a “atitude correta”, seja lá o que signifique isso. Para complicar, enfrentam uma impressão difundida pelo mercado de trabalho, justa ou injustamente, de que têm ambição demais e paciência de menos. Uma pesquisa feita pela consultoria alemã Trendence em 20 países (publicada com exclusividade por ÉPOCA) oferece um panorama mais detalhado do que as companhias querem do jovem.

Na maioria dos países, o fator “personalidade” é considerado mais importante que “competências” (saber prático) e “conhecimento” (teórico). O Brasil é o terceiro da lista que mais valoriza a personalidade. Três economias gigantes e dinâmicas, Estados Unidos, China e Índia, destoam das demais. Dão prioridade mesmo é para a boa e velha competência.

As grandes empresas brasileiras, de acordo com o estudo, buscam jovens flexíveis (para assumir diferentes papéis numa organização, não necessariamente ao mesmo tempo), capazes de liderar e decidir (dentro de seu raio de atuação), com facilidade para atuar em equipe, hábeis em análise (para entender cenários amplos), empreendedores (para criar e abraçar projetos) e com “integridade pessoal e ética forte”. Essas foram as mais mencionadas entre 19 características que poderiam contribuir para o sucesso de um recém-formado numa companhia.

O clamor por ética se destacou também entre companhias da África do Sul, do México e da Turquia, mas ela foi quase ignorada em nações com maior tradição de respeito à lei como Alemanha, Bélgica e Holanda. “Em alguns países, a ética é assumida como padrão, nem se precisa falar a respeito. Em outros, como o Brasil, existe o medo da malandragem”, diz o consultor Carlos Eduardo Dias, diretor da Asap, especializada em organização de processos de estágio. Os recrutadores brasileiros consideraram menos relevantes entusiasmo, pensamento positivo, independência, bom-senso e atenção aos detalhes.

É fácil entender a busca das companhias por profissionais flexíveis. Elas enfrentam em sequência desafios pouco compreendidos, como vender para o consumidor recém-elevado à classe C, construir uma imagem de respeitadora do meio ambiente ou negociar com fornecedores chineses. “Nenhuma companhia, hoje, tem gente sobrando, esperando trabalho. Precisamos atender rapidamente às mudanças”, afirma Maurício Rossi, diretor de recursos humanos da Roche Diagnósticos. Mostrar versatilidade foi fundamental para que Silvia Hioka, estudante de engenharia na FEI, fosse contratada pela empresa. “Mostrei conhecimento de equipamentos, operações, tecnologia e também que gosto da área financeira”, diz.

Parece muita coisa para uma jovem de 24 anos, mas Silvia provavelmente não teria sido selecionada se mostrasse só qualificação técnica. A pesquisa confirmou a preocupação das empresas de encontrar a tal “atitude correta”, que envolveria uma combinação rara, principalmente entre jovens, de ambição e garra, mas também disposição para aprender e esperar. Entre 20 características que eles precisariam melhorar, destacou-se “habilidade social”. “Os graduandos têm habilidades sociais. A questão é se eles têm as habilidades sociais certas. Muitos recrutadores acham que não”, diz Caroline Dépierre, diretora de pesquisa da Trendence.

Para quadro clique em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI202466-15259,00.html

personalidade.jpg

– Sua imagem no papel é mais importante do que a das Redes Sociais?

Uma reportagem muito interessante que compartilho: o poder da nossa imagem no mundo da Internet é algo, hoje, tão poderoso (ou mais ainda) do que nosso conjunto de ações registradas em um papel.

O seu legado está impresso para uma empresa ou divulgado on-line para o mundo?

Extraído de: http://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2017/09/14/sua-imagem-digital-pode-ser-mais-importante-que-o-seu-curriculo.html

SUA IMAGEM DIGITAL PODE SER MAIS IMPORTANTE QUE O SEU CURRÍCULO

Por Mauro Segura

Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de mero espectador, precisa mudar rapidamente.

E aí? Caprichou no currículo? Agora imprime ele, coloca numa moldura e pendura na parede. E pode escrever assim: “vai deixar saudades”.

Vejo muitas pessoas excessivamente preocupadas com o currículo. Gastam um tempo enorme com o formato e com palavras bonitas. O currículo ainda cumpre um papel na atividade da busca de emprego, mas o fato é que ele vem perdendo relevância para quem deseja mostrar as suas competências e experiências para um futuro empregador. Acredito que, em breve, as empresas talvez nem olhem mais para o currículo das pessoas.

Pense em você como consumidor. O que você faz se deseja conhecer e pesquisar sobre determinado produto ou serviço? Você acredita puramente na propaganda ou você pesquisa arduamente na web e nas redes sociais para saber mais a respeito do que as pessoas falam sobre aquilo?

Num ponto de vista extremo, o currículo nada mais é do que uma peça de propaganda sobre você mesmo. O seu “ser real”, porém, é formado pelas experiências, pelas realizações e pelas redes de relacionamento que você constrói ao longo do caminho. Isso vale para o mundo físico e o mundo online, especialmente das redes sociais.

Cada vez mais o mundo online registra o nosso comportamento, desejos, conhecimento, interesses, preferências, estilos, sonhos e aspirações. Cada frase, texto, foto, vídeo e voz que publicamos na web, transformam-se em nossos rastros digitais, acumulando pequenos e sucessivos registros da nossa personalidade. São pequenos fragmentos que, juntos, montam um arcabouço riquíssimo sobre determinada pessoa, denunciando os seus valores, crenças, atitudes e habilidades. É um acúmulo sem precedentes de informação individual. Isso diz respeito direto à sua reputação e reconhecimento público, como pessoa e profissional.

Através do mundo online é possível saber sobre suas conexões, se você tem relacionamentos saudáveis e se contribui positivamente para essas relações. Também é possível saber se você é um indivíduo aberto e expansivo, se é bom cidadão, se compartilha conhecimento e tem pontos de vistas e opiniões relevantes sobre temas da sociedade. Por outro, pode denunciar se você é uma pessoa mais fechada e contemplativa, mais reativa e rancorosa. Além disso, permite colecionar evidências se você é uma pessoa apaixonada pela sua profissão, se é positiva, se tem interesse por outro tipo de trabalho e como se relaciona com colegas dos empregos anteriores.

Você pode até não apreciar essa realidade, mas o mundo digital captura os nossos rastros digitais ininterruptamente. Portanto, é muito mais crível saber sobre você analisando os seus rastros na web do que olhando unicamente o seu currículo contido num pedaço de papel.

Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de ser mero espectador do que rola no mundo online, então encare esse meu conselho com serenidade: “desculpe, mas acho que você precisa mudar rapidamente o seu comportamento, porque você está ausente de uma grande transformação em curso. Tem algo grande acontecendo e você está fora”. O mundo de hoje já é digital. Não dá mais para sermos cidadãos sem estarmos conectados. Como consumidor, você terá novas experiências, benefícios e serviços se estiver online. As novas tecnologias permitem mais interações e compartilhamentos com sua família, amigos e colegas de profissão. E, como profissional, as empresas procuram indivíduos atualizados que possam contribuir com novos conhecimentos, relacionamentos e que ajudem na transformação digital das organizações. Ou seja, nos dias de hoje, ser digital é condição para um novo ser humano cidadão, consumidor, trabalhador e empreendedor.

Estar fora do mundo online e das redes sociais não é uma boa mensagem para as empresas. Pode dar a entender que existe uma certa negligência ou resistência de sua parte ao que é “novo”. O que você acha que uma empresa vai escolher ao se deparar com dois candidatos muito semelhantes em termos de formação e experiência: um candidato com um currículo impresso num papel ou um candidato que tem um monte de bom conteúdo e conexões registradas no mundo online? Os seus rastros digitais podem endossar ou jogar por terra tudo que você tentou “vender” eu seu currículo. A conclusão é: o que está registrado no mundo online a respeito de você é a real percepção que o recrutador de uma empresa vai ter de você, no aspecto pessoal e profissional. O comportamento que você denuncia nas redes sociais será naturalmente transferido à imaginação de sua personalidade no lado profissional.

Você pode alavancar a sua carreira se criar um blog para escrever algo sobre o que gosta. Se publicar conteúdo sobre a sua área profissional poderá ser melhor ainda. Seja positivo e escreva conteúdos de valor nas mídias sociais. Entre no LinkedIn, escreva um resumo de sua experiência profissional, se conecte com pessoas legais e até participe de comunidades de sua área de interesse. Seja ativo. Se você participa de atividades de responsabilidade social, então deixe algumas coisas publicadas nas redes, mesmo que sejam de posts curtos no Facebook ou Twitter. Publique fotos legais no Instagram. Enfim, comece a montar um legado positivo a seu respeito no mundo online e nas redes sociais. O seu próximo emprego pode depender disso e você nem sabe.

– Como demitir um Amigo!

Pense na seguinte situação constrangedora: Você é o chefe e tem que demitir um amigo!

O que fazer?

Uma matéria bacana sobre sugestões do assunto, no link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-demitir-um-amigo

COMO DEMITIR UM AMIGO

Objetividade e concisão são palavras de ordem para este momento delicado

Por Talita Abrantes

Já se foi o tempo em que mercado de trabalho era sinônimo de hierarquias rígidas e comportamentos para lá de sisudos. A chegada da Geração Y às empresas, entre outros fatores, determinou relações menos formais, mais amigáveis e, de certa forma, mais leves.

“A visão de chefe e empregado já é obsoleta. O que existe mais é uma relação de parceria”, afirma Cintia Cursino, diretora da BPI do Brasil. Com este tom, os vínculos de amizade entre chefia e funcionários se tornaram mais comuns.

Se por um lado, essa tendência contribui para rotinas de trabalho mais estimulantes, por outro pode tornar mais dolorosa uma das situações mais delicadas da rotina corporativa: a hora da demissão.

Mais dia menos dia, independente da geração a que pertence, todo chefe terá que demitir alguém. Mas como agir se o funcionário também for seu amigo? Especialistas ensinam:

1. Coloque os limites. Antes

A fórmula básica para minimizar os efeitos devastadores da demissão sobre a sua amizade? Desde sempre estabelecer limites e respeitá-los. Embora a máxima “amigos, amigos; negócios à parte” denote uma pitada de frieza, ela deve ser, sim, a base deste tipo de relacionamento corporativo.

“É preciso saber ser chefe, se colocar como profissional”, afirma Cintia. “Se você diferenciar a relação de amizade com a profissional será mais fácil”.

Separar as duas relações, contudo, não é tudo. “Se a pessoa for um bom chefe, provavelmente, já alinha as expectativas, dá feedback, investe na formação”, diz Vera Martins, professora da Fundação Vanzoline e autora do livro “Seja assertivo!”.

Em outros termos, ao longo de toda experiência profissional compartilhada com o amigo, o chefe deve se portar de modo que a demissão não será uma surpresa para o funcionário.

2. Seja direto, objetivo e conciso

Esse tom profissional deve ser a base do anúncio da demissão. Vocês até podem ser amigos, mas, lembre-se, neste momento, você é o chefe com a missão de informar que a relação profissional terá um ponto final.

A melhor forma de fazer isso? “Você tem que pegar a emoção e deixar de lado. Se você deixar que seu sistema límbico tome conta, você não será firme, nem empático. Ao contrário. Pode até ser agressivo para poder se defender”, explica Vera.

A dica básica para conseguir este feito é transmitir uma mensagem objetiva, concisa e direta. “Tenha, no máximo, quinze minutos de conversa. Deixe os motivos claros, mostre que é uma decisão da empresa”, diz Cintia.

Se você estiver muito inseguro para fazer isso, comunique a demissão junto com alguém do RH da empresa ou com uma consultoria especializada. Com isso, anuncie a demissão e deixe o profissional, que também é seu amigo, com pessoas mais neutras no assunto.

3. Não se desculpe, nem acuse

Pedidos de desculpas e muitas justificativas da sua parte não cabem para a ocasião. “No momento da demissão, você deve assumir a postura de representante da empresa”, diz Cintia.

Evidentemente, seu amigo ficará chateado com a notícia. Mas todo processo será contaminado se você abrir espaço para que ele exponha todas as suas emoções. “Esta não é a hora para você amparar, para ser o ombro amigo”, diz a especialista.

Depois do expediente, você até pode assumir este papel de amigo. Mas, durante a conversa, você é o chefe, o representante da empresa com a missão de anunciar uma decisão corporativa. Ponto.

No extremo oposto, também não vale apontar o dedo para o colega recém demitido. “Jamais fale ‘se você tivesse feito o que eu falei, agora, não seria demitido’, por exemplo”, diz Vera. “Até na hora da demissão precisamos ser generosos e mostrar empatia”.

Dependendo do caso, se for necessário, negocie com a empresa algum benefício para o funcionário demitido de modo a aliviar os efeitos deste período de transição. Vale desde oferecer um serviço de outplacement até manter o plano de saúde dele por um tempo. Mas, atenção: não vale fazer isso apenas porque o funcionário em questão também é seu amigo.

“A demissão é uma situação de frustração e exclusão. O amigo está num clima ruim de sair por baixo. A melhor coisa a fazer? Ser verdadeiro e reforçar o que ele tem de bom”, afirma Vera.

4. Sim, você vai sofrer

Agora, não se iluda ao pensar que estes passos são a fórmula perfeita para limar a culpa e o sofrimento que a situação pode trazer para você. No mínimo, eles podem tornar a situação menos delicada, mas, as especialistas afirmam, não irão eliminar o desconforto que a demissão de um amigo traz.

A fórmula para sobreviver ao contexto? “Seja maduro e conte com a maturidade das pessoas”, diz Cintia.

Analise o contexto e as reações antes de retomar o contato com seu, agora, apenas amigo. “É uma coisa de respeito. Dê um tempo para ele deglutir o fato”, aconselha Vera.

– Como bancar a confraternização dos funcionários da empresa (se for permitido)?

Repost de 5 anos: considere tudo o que está escrito abaixo (passávamos por crise econômica) e acrescente algo da nossa época: a pandemia! Como a indústria de eventos (chácaras e buffets, por exemplo) pode sobreviver?

Moro em uma região de chácaras de eventos, e nessa época, costumeiramente, as grandes empresas alugam os espaços para as costumeiras confraternizações de final de ano.

Imagine que você é o Executivo de uma multinacional e é pressionado pela Matriz por números melhores. A sua administração é calcada no bom ambiente organizacional mas precisa reduzir custos. Desligamento de colaboradores, infelizmente, é um dos recursos. Como demitir e depois realizar uma festa?

Claro, isso parece lógico para quem é gestor: evitar qualquer sintoma que dê discussão no corpo efetivo, afinal existiram pessoas insatisfeitas com a atitude antipática de se demitir. Mas há aqueles que entendem que a “simbologia” de um evento com os familiares seja importante mesmo assim.

Sinuca de bico? Tem verba para festejos mas despede empregados?

Pense também na cadeia da indústria do entretenimento: com a crise econômica, imagine quantos espaços de eventos corporativos perderam de dinheiro e de clientes, além do fator “agenda vazia” ter ocasionado até o fechamento das mesmas!

No ano passado vi muitos vizinhos, donos dessas chácaras, chorarem copiosamente. Veremos isso neste ano de novo?

Insisto: acrescente, hoje, o “efeito pandemia”, onde as chácaras de festas acabaram sofrendo na carne…

– Você sabe quais são os grandes desafios dentro das corporações?

Compartilho ótimo artigo do professor José Renato S. Santiago, de grande valia para Administradores de Empresas, a respeito de desafios nas organizações!

Abaixo, enviado pelo próprio Professor e Consultor, sobre o propósito do tema:

————————–

Ao ato de medirmos forças diante algum obstáculo, chamamos de desafio. Estando envolvido em tantos projetos e iniciativas em organizações de diversos tamanhos e presentes em diferentes segmentos de atuação, venho compartilhar meu artigo mais recente.

Baseada em pesquisa elaborada junto a quase centenas de colegas e parceiros de trabalho, elenco aqueles que foram indicados com sendo os maiores desafios corporativos. O resultado desse trabalho também gerou a palestra e o livro que serão lançados dentro das próximas semanas.

www.jrsantiago.com.br

OS MAIORES DESAFIOS CORPORATIVOS

Algo sem dúvida alguma de caráter transitório, ainda mais nos dias atuais, ao ato de medir força diante determinado obstáculo se dá o nome de ‘desafiar’. A cada momento estamos sempre diante de um novo e mesmo que algum mais antigo ainda esteja vigente, o constante anseio por caminhar, em qualquer das estradas que tenhamos escolhido, nos faz ter a convicção que sempre os teremos. Ah, os desafios!!! Esta compulsoriedade é, justamente, o que nos mantém ‘no jogo’, ativos para que possamos olhar o que vem pela frente não como algo impeditivo, mas sim como aquilo que uma vez vencido irá nos impulsionar para próximos objetivos.

Somos maiores que os nossos sonhos e por isso mesmo capazes de alcançá-los com a intensidade que quisermos. No entanto, o dinamismo com o qual as coisas acontecem fazem com que as mudanças nos abrace de tal forma, que nossas vontades se transformam em desafios e, às vezes, eles em coisas tão efêmeras que chegamos a nos chocar em acreditar que alguma vez tenhamos apostado tantas fichas em alcançá-los.

A árdua, e ao mesmo tempo, prazerosa rotina que tenho desenvolvido ao longo dos últimos anos em organizações de diversos tamanhos atuantes em distintos segmentos e áreas de atuação me permitiu desenvolver uma interessante pesquisa junto a profissionais de vários níveis hierárquicos e possuidores de diferentes competências e conhecimentos, quer sejam eles, tácitos ou explicitos. A análise dos dados obtidos me possibilitou identificar aqueles que são considerados os maiores desafios corporativos:

1.COMPORTAMENTO CORPORATIVO

Conviver em um ambiente onde as pessoas parecem valer mais pelo que mostram ser do que realmente pelo que se predispõem a fazer, isto é, serem elementos de transformação que geram valor a qualquer atividade;

2.ESTRATÉGIA

Estabelecer a melhor forma, de acordo com os recursos que nos são oferecidos,  para caminhar ao longo da trajetória escolhida tendo sempre em vista alcançar os objetivos almejados e atender às expectativas vigentes durante cada momento;

3.GESTÃO DE PESSOAS

Desenvolver métodos e/ou modos de agir que potencializem alcançar o que de  melhor podemos esperar das relações com as pessoas, quer seja do ponto de vista da formação humana bem como das interações sociais e do trabalho;

4.GESTÃO DE PROJETOS

Adotar um modelo mental que permita gerirmos quaisquer de nossas atividades como uma sequência de ações a serem desenvolvidas por certo período de tempo tendo como objetivo atender metas e objetivos pré estabelecidos;

5.GESTÃO DO CONHECIMENTO

Gerir um processo de transformação de dados obtidos em informações, que uma vez contextualizadas permitam construir conhecimentos a serem disseminados, compartilhados e utilizados como combustível de crescimento e perpetuação;

6.INOVAÇÃO

Inserir o ‘tornar novo’ em nosso dia a dia, não simplesmente por conta de seu ineditismo, mas como forma de garantirmos nossa fortaleza diante qualquer cenário corporativo que venhamos a nos deparar no momento atual e futuro;

7.INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Compreender a melhor forma de investirmos em nossas emoções de forma a utilizá-las sempre de maneira propositiva, construindo o melhor que podemos ser para cada momento, sem que, no entanto, estejamos perdendo o que somos;

8.LIÇÕES APRENDIDAS

Considerar e/ou adotar todo o arcabouço de conhecimentos obtidos por conta de experiências vividas, como forma de potencializar a perpetuação das melhores práticas já desenvolvidas, bem como a prevenção da repetição de infortúnios;

9.NETWORKING

Desenvolver ações e regras tácitas que garantam a existência de uma rede perene de relacionamentos fundamentada na construção de objetivos comuns distantes daqueles baesados em necessidades pontuais de mão única;

  1. RESILIÊNCIA CORPORATIVA

Criar uma estrutura, em outras palavras uma ‘casca’, que nos permita, ainda que submetidos a situações de exceção e de intensidade extrema, mantermos firmes em nossos mais enraizados propósitos, valores e crenças.

Por conta da forma tão dinâmica, com frequentes mudanças, como o mundo corporativo tende a ser portar, a indicação de quaisquer desafios como sendo ‘os maiores’ tem como objetivo único tão somente provocar em cada um de nós uma incomoda cisma de que sempre haverá outro ainda maior que jamais estará presente em qualquer lista. Como bem sabemos o maior obstáculo a ser enfrentado, sempre será o próximo, uma vez que é nele que teremos sempre que manter o foco. A regra tácita que nos diz ser tão importante manter ‘um passo de cada vez’ não é simplesmente uma questão de estratégia mas sim de uma dura e sempre desafiadora realidade onde vivemos.

– A Bic e seu Folclore

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

– Fazendo o Home Office não ser cansativo e render mais!

Depois de algum tempo, quem não trabalhou em casa e o fez pela 1a vez, teve a sensação de que a coisa “perde a graça” e se torna uma rotina maçante.

E como mudar isso?

Sendo focado e praticando alguns hábitos.

Compartilho 10 conselhos, extraídos de: https://tatipressuti.wordpress.com/2020/10/06/dicas-realistas-para-um-trabalho-remoto-melhor/

DICAS REALISTAS PARA UM TRABALHO REMOTO MELHOR

1. Arrume-se. Você pode escolher uma roupa confortável, mas não trabalhe de pijama.

2. Reveja o seu calendário e faça uma lista simples de tarefas estabelecendo prioridades.

3. Tente ser disciplinado e organizado, mas esteja preparado para uma rotina flexível.

4. Faça pausas, alongue-se e não descuide da sua alimentação.

5. É importante caminhar pela casa. Dirija-se a uma área diferente enquanto fala ao telefone.

6. Evite desperdício de tempo navegando nas redes sociais. Ao surgir qualquer barulho externo, coloque músicas relaxantes de fundo.

7. Não permita ser acometido pela solidão, use chamadas de vídeo para interagir com seus colegas. Estipule algum dia da semana para trabalhar em outros lugares.

8. Crie um espaço que te inspire, talvez com plantas e animais. Você deve lembrar-se que precisará de um local privado para as reuniões, sem animais.

9. Considere investir em móveis ergonômicos que te trarão conforto e equipamentos que serão úteis para a realização de reuniões.

10. Ao final do dia, recompense a si próprio. Faça uma automassagem e respire fundo por algumas vezes.

– E acontece muito no Comércio…

Sabe aquela situação na qual o comerciante frequentemente “chora” quando o consumidor consome um produto e na hora de passar o cartão, não dá certo?

Alguma vezes pode ser saldo; outras, problema da maquininha do estabelecimento; ainda, a situação de algum imprevisto eletrônico ou de senha.

Mas essa “tirada humorística” do José Simão em seu Twitter é gozada. Sob o título “o Brasileiro é cordial”, ele mostra quando ocorre o fato de alguns comerciantes que não podem reter o produto comprado (no caso, um cliente de restaurante), costumam, digamos, “alertar” os cuidados.

Abaixo:

– Record e YouTube no Paulistão. Mas quem disse que é prejuízo para a Globo?

É sabido que o futebol não tem atraído muita audiência, em especial os torneios regionais. O apelo tem sido para os jogos mais importantes do Brasileirão, Libertadores da América e a fase final do Paulistão.

Aliás, os Estaduais andam em baixa faz tempo. A própria Rede Globo já havia deixado de transmitir alguns jogos no meio de semana por conta da má audiência. Assim, ela deixar de se interessar e não brigar com altos valores por alguns produtos é estratégia e posição de mercado (assim como foi com a Fórmula 1).

Compare a audiência dos produtos: o que tem dado mais audiência: a Libertadores no SBT ou a novela / programas da Globo no mesmo horário?

Compare, parte 2: a audiência de quando a Libertadores estava na Globo, e a atual.

Tudo isso para dizer: a FPF anunciou ontem que a Record na TV aberta e o YouTube na Internet transmitirão o Campeonato Paulista 2022 (16 jogos para cada um), substituindo a Globo nessas plataformas. Ótimo, maior diversidade de canais e competição financeira. Mas…

Eu amo o futebol, acho sensacional mais players no mercado e outras frentes de emprego a todos. Quanto mais gente e emissoras, melhor. Mas não caia no engôdo de que (como “bomba” nas Redes Sociais”) a Globo está falindo. É simplesmente questão de custo-benefício.

Talvez os mais “afoitos” estão lotando a Web de memes contra a Venus Platinada por questões políticas? Lembrando que os Lulistas, no alto do Petrolão, cunharam o termo pejorativo de “Globolixo” contra as denúncias de esquemas petistas. Hoje, os Bolsonaristas fazem igual às matérias sobre má gestão na pandemia…

Boa sorte a todas as emissoras, honestas e competentes, que se dedicam à transmissão esportiva. SBT, Record, Band e Globo estão felizes pelo que transmitirão e pelo que abriram mão. Tudo normal, tudo negócio.