– E as embalagens encolheram…

Não se deve fazer isso! Reduzir o tamanho das embalagens e não reduzir proporcionalmente o preço, é uma das formas mais sacanas que se pode utilizar para ludibriar o consumidor.

Neste quadro da Revista Isto É (link em: https://istoe.com.br/as-embalagens-encolheram/), dá para se ter uma noção prefeita dessa atitude:

– Sabe quem são os inimigos da Produtividade no cotidiano corporativo?

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?

7 ideias para melhorar a produtividade da empresa rapidamente 💡💡💡

Imagem extraída de: https://pluga.co/blog/ideias-melhorar-produtividade-empresa/

– Chefes relaxados são melhores?

O Valor Econômico trouxe uma matéria curiosa: o equilíbrio entre vida pessoal e profissional pode se dar por conta do se “desligar” pós-serviço.

Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2023/06/11/chefes-que-se-desconectam-lideram-melhor-aponta-estudo.ghtml

CHEFES QUE SE DESCONECTAM LIDERAM MELHOR, DIZ ESTUDO

Levantamento feito nos Estados Unidos sugere que gestores que priorizam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional são mais eficazes

– As dores de um líder!

Administrar e gerir pessoas é uma epopéia cotidiana!

Gostei dessa publicação:

– Como conseguir apoio dos funcionários?

ADM E RH – Curto e grosso: como conseguir funcionários empenhados nas empresas, na imagem abaixo:

Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/marcos-cavalcanti-fernandes-lima-1a2b5a178

– O trabalho que dá prazer.

Quando estou em sala de aula, amo ver os olhos brilhando dos meus alunos. É essa a recompensa que eu tenho.

Trabalhar no que se gosta é ótimo. Idem quando estou nas transmissões esportivas comentando os jogos em que eu estou envolvido.

Labutar repartindo conhecimento, mais ainda! E aqui, uma mensagem auto-explicativa:

– O Encaixe de Caixinha e a Harmonia de um Projeto.

Há alguns dias, após golear o Tacuary e se classificar como primeiro colocado na sua chave na Copa Sulamericana, o treinador do Red Bull Bragantino, Pedro Caixinha, falou sobre o que fez na pausa do Brasileirão (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-NJV).

Eu tenho gostado das entrevistas do Caixinha, e em especial, quando falou sobre “cuidar do seu time e não se dispersar com a arbitragem”, já que era “bobagem tentar controlar algo que não está a seu controle” (aqui: https://wp.me/p4RTuC-MeV). Mas dessa vez, quero retirar uma observação pontual da coletiva daquela oportunidade, que está refletindo agora em campo:

Pausa é treino”.

Pausa nos jogos não é para descansar, é para trabalhar forte, ajustar o time e acertar o esquema tático. E os seus jogadores ouviram isso e entenderam. Das vitórias contra o Flamengo até o Corinthians, foram 4 jogos com 100% de aproveitamento dos pontos, com 14 gols marcados e 1 sofrido.

Aqui, faça-se justiça à estrutura que foi lhe oferecida. Já abordamos algumas ações louváveis da gestão empresarial do Red Bull Bragantino (aqui, 10 itens: https://wp.me/p4RTuC-NAu). Também do forte apelo com a interação com as crianças (um exemplo aqui: https://wp.me/p4RTuC-NJr). Agora um outro ponto: a integração atletas-comunidade.

Entenda:

Todos nós devemos nos preocupar com a saúde laboral. Trabalhar em condições de trabalho ofensivas ao equilíbrio emocional é um problema (e sabemos que a pressão do mundo do futebol não permite muita escolha, vide o que está acontecendo com alguns atletas de clubes com risco de rebaixamento). Mas veja esse exemplo: os atletas do Red Bull Bragantino vivem em Bragança Paulista, convivem com os moradores, frequentam shopping e restaurantes, desfrutam dos belos parques e acabam tendo uma melhor qualidade de vida. Vide Sasha (contratado por Thiago Scuro por ser um jogador que entregaria 15 gols no ano, e que já fez 11): no Atlético Mineiro, era reserva, e quando o time perdia, não podia sair de casa… Ele chegou para encorpar o time, já que eram atletas muito jovens predominantemente.

Na antevéspera do jogo contra o Corinthians, Sasha e outros atletas foram com suas esposas e filhos ao… circo! Sim, o Circo di Napoli está na cidade e se instalou à beira do Lago do Taboão. Com suas crianças, tirou foto com as pessoas ali presentes, foi solícito e sentou-se no meio do público. Quando ele faria isso, estando em outro clube? Não poderia ser uma “pessoa comum”…

Tudo está dando certo. Veja os resultados no último final de semana, das diversas equipes:

Sub 15 – RBB 2×0 Barbarense

Sub 17 – RBB 3×1 Novorizontino

Sub 20 – RBB 1×0 Lemense

Copa Paulista – RBB 5×2 Juventus

Profissional – RBB 1×0 Corinthians

Feminino – RBB 3×0 Fluminense

Até fora do futebol houve sucesso: na F1 no GP da Áustria, Verstapenn, da RBR, venceu.

Aqui, fica a observação: dinheiro, estrutura e competência para gerenciar, se bem combinados, resultam em bons frutos.

Red Bull Bragantino lança a campanha #ForçaInterior

Imagem: Arte extraída do site da empresa.

– A Propaganda de IA da VW com Elis Regina e Maria Rita!

Faz mais de 40 anos que a Elis Regina faleceu. E a Volkswagen recriou sua imagem e voz numa propaganda com sua filha Maria Rita. 

Incrível. E ao mesmo tempo, assustador.

Em: https://revistaoeste.com/economia/volta-elis-regina-novo-comercial-da-volkswagen/

A VOLTA DE ELIS REGINA NO NOVO COMERCIAL DA VW.

A campanha dos 70 anos da Volkswagen no Brasil começou a ser veiculada na madrugada desta terça-feira, 4. A propaganda mostra a cantora Elis Regina no volante de um modelo antigo do automóvel da marca. 

A artista, falecida há 41 anos, aparece cantando a música Como Nossos Pais, de Belchior, em um dueto com a sua filha, a também cantora, Maria Rita.

O comercial foi criado com inteligência artificial (IA), em uma tecnologia deep fake que usa uma grande base de dados para “recriar” a artista.

A produção começa com Maria Rita dirigindo uma ID.Buzz, novo modelo da antiga Kombi desenvolvido pela marca. A artista canta a canção e, em seguida, aparecem algumas imagens de carros da empresa que marcaram gerações, como o Fusca e a Brasilia.

Na sequência, surge uma Kombi antiga, conduzida por Elis Regina, que encosta ao lado do veículo conduzido por Maria Rita. Elas compõem o dueto.

De acordo com a Volkswagen, a tecnologia conhecida como deep fake foi empregada para trazer Elis Regina para a campanha. A técnica, que faz uso de inteligência artificial, permite criar adulterações realistas com o rosto de pessoas.

Também foi necessário usar uma atriz-dublê para se passar pela cantora ao dirigir o veículo. O rosto da cantora foi inserido em seguida, por cima da face da dublê, por meio de uma tecnologia de reconhecimento facial.

Primeiro, são fornecidas várias amostras de fotos e vídeos da cantora. Dessa forma, a IA é treinada para identificar os principais aspectos do rosto de Elis — como a forma como a boca dela se move ao cantar e os seus traços, para que, depois, a ferramenta consiga recriá-lo.

Imagem: Reprodução VW.

– Paciência, Persistência e Paixão aos Empreendedores.

Os 3P’s do Empreendedorismo em um resumo bem claro, abaixo:

– A Felicidade Bruta do Butão ensinando o Gerenciamento Organizacional no Brasil.

Devido ao constante crescimento do número de pessoas que se demitem em busca de uma melhor saúde mental, executivos viajaram para o Butão – país que institucionalizou a política de FIB (Felicidade interna Bruta) – a fim de conhecer e  implantar melhores políticas de liderança nas empresas.

Vale a pena a leitura, no texto extraído de: https://epocanegocios.globo.com/futuro-do-trabalho/noticia/2023/07/o-que-o-butao-pais-da-felicidade-bruta-tem-a-ensinar-as-liderancas-segundo-o-ceo-da-gerdau.ghtml

O QUE O BUTÃO, PAÍS DA FELICIDADE BRUTA, TEM A ENSINAR ÀS LIDERANÇAS, SEGUNDO O CEO DA GERDAU

Por Louise Bragado.

Em junho, Gustavo Werneck esteve no país com um grupo de executivos para investigar o sistema de felicidade bruta e como isso pode ser traduzido nas empresas: “Quando você cria essa cultura de felicidade e pertencimento, você cria também um ambiente adequado para a inovação florescer”

Nos últimos três anos, mudanças significativas no mercado de trabalho — insatisfação crescente, pessoas se demitindo em busca de propósito, o movimento “quiet quitting” — acenderam o alerta para as corporações: estamos oferecendo um ambiente de trabalho saudável e humanizado? A saúde mental dos colaboradores parece ter ficado durante algum tempo relegada ao RH, e agora passa a fazer parte dos assuntos fundamentais discutidos pelas lideranças. O desafio está em transformar isso em ação.

“Conceitos tradicionais de liderança do tipo comando e controle, que estimulam a criação de centros de poder e egos elevados, não fazem mais sentido”, defende o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck. “Esse conceito de liderança está fracassado”, afirma o executivo, que, em junho, esteve no Butão para conhecer o país onde bem-estar não é uma ideia abstrata. Ainda na década de 1970, o Butão instituiu como política pública o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), medida por indicadores como bem-estar psicológico, uso do tempo e saúde.

Além de Gustavo, integraram o grupo que viajou ao país Renata Afonso, chair person do UNICEF Brasil, Pedro Lins, professor da Fundação Dom Cabral, Marion Klimmek, membro do conselho de administração do Grupo Condor, e Rodrigo Klas, da Klas Viagens, companhia de turismo especializada em viagens de incentivo e experiências. De lá, Gustavo trouxe insights sobre cultura organizacional e o papel das lideranças na promoção da saúde mental dos colaboradores. Confira a seguir o relato do executivo.

“Não conhecia o Butão, mas já tinha esse desejo porque morei na Índia, que faz fronteira com o país, durante dois anos. Essa vontade reacendeu em 2019, quando, em um dos fóruns da Fundação Dom Cabral, trouxemos, de forma online, o ex-primeiro ministro do Butão Tshering Togbay, que é um grande embaixador do tema da felicidade bruta. A viagem foi uma oportunidade única de investigar um pouco mais o sistema de felicidade bruta, que já está na origem do Butão, associado ao budismo e, em 1972, se tornou, de fato, uma política de Estado. Desde então, é um conceito que não só vem sendo desenvolvido pelo Butão, mas implantado por outros países e se tornou também um indicador acompanhado pela ONU. O Butão é um país que entendeu, logo cedo, que tão ou mais importante quanto o crescimento econômico é gerar satisfação para as pessoas que vivem lá.

Nessa transformação de mundo que estamos acompanhando nos últimos anos, tem ficado difícil para as empresas se diferenciarem umas das outras. O acesso a capital ficou mais fácil, um empreendedor pode ir ao mercado, pegar dinheiro barato, comprar tecnologia e começar um processo produtivo. Tenho sentido nos últimos anos que as coisas estão muito copiáveis. O grande diferenciador estratégico das organizações, que não é copiável, é a cultura empresarial, porque ela é desenvolvida ao longo dos anos.

O potencial criativo do ser humano ainda é muito mal utilizado nas empresas, muitas vezes porque a cultura não possibilita isso. Em uma cultura corporativa de medo, onde as pessoas se sentem julgadas, imagine o que se perde porque as pessoas não se sentem confortáveis em criar? A Gerdau é uma empresa de 122 anos e queremos, cada vez mais, nos diferenciar, para vivermos mais 100 anos. Não é à toa que meu papel hoje na companhia está fortemente relacionado à cultura. Como CEO, me considero um facilitador dessa transformação.

Então, como podemos tentar traduzir de maneira mais detalhada esses conceitos de felicidade bruta para dentro de uma empresa? A ideia da viagem foi debater um pouco isso: estratégias para aumentar o índice de satisfação dos funcionários. Pensando no nosso caso, somos uma empresa com 35 mil colaboradores. Como fazer para que todas essas 35 mil pessoas, de fato, se sintam psicologicamente seguras e satisfeitas no ambiente de trabalho?

Isso pode ser aplicado de forma muito intensa, com treinamentos, capacitações, pesquisas de clima organizacional, mas muito além disso. É preciso fazer uma análise profunda do ser humano em todas as suas dimensões. Aquela pessoa está dormindo bem? As emoções dela são mais negativas ou mais positivas? Há um contínuo crescimento dos problemas de saúde mental nas organizações, a gente vem medindo esse indicador de forma intensa, especialmente após a pandemia. Cada vez mais, as empresas precisam reforçar o cuidado com a saúde mental dos colaboradores, em um nível holístico, entendo emoções e espiritualidade, de forma estruturada, e não pontual. Meu desejo, com a viagem, era entender de forma mais pragmática e focada se os modelos de felicidade bruta são aplicáveis ou não nas empresas, e estou convencido que sim.

Para isso, o papel das lideranças é fundamental. Conceitos tradicionais do tipo comando e controle, que estimulam a criação de centros de poder e egos elevados, não fazem mais sentido. Esse conceito de liderança está fracassado. Eu entendo que grandes corporações, ao longo do tempo, acabam ficando mais burocráticas, mais hierárquicas, mas é preciso olhar para os aspectos da cultura que precisam mudar. Na Gerdau, estamos nos tornando uma empresa cada vez mais horizontal, delegando autonomia para os times. Busco contratar ou colocar no meu time pessoas que são melhores do que eu, para que eu possa ter acesso a tempo, hoje a variável mais importante do mundo, para fazer escolhas adequadas.

Os gestores se tornam líderes quando passam a ter tempo para fazer as grandes escolhas transformacionais das quais a empresa precisa. Se as lideranças não dedicarem tempo legítimo e de fato promoverem uma cultura mais humanizada, vão ficar para trás. O bacana desta viagem é que o grupo foi formado por pessoas que já vivenciam esses novos conceitos de liderança. Não estávamos fazendo turismo e, mesmo em momentos de caminhadas e passeios, o que vivenciamos foram debates e conversas sobre o assunto. O nível de perguntas e de aprofundamento que tivemos nos ajudou a elevar a troca de conhecimento.

Tive também um insight relacionado à inovação. No dia a dia, nós temos que fazer a empresa ser absolutamente simples. As organizações acabam perdendo a simplicidade, com situações de controle extremamente burocráticas, a necessidade de reportar as ações para todo o mundo, reuniões intermináveis. A simplicidade ainda funciona. É preciso dar autonomia para as pessoas entenderem as inovações, criarem novas soluções. Foi algo que consegui ver lá: as coisas andam porque são muito simples.

Às vezes, claro, você erra. Mas se você não cria uma cultura que tolera o erro, a inovação não prospera. Quando você cria essa cultura de felicidade e pertencimento, você cria também um ambiente adequado para a inovação florescer“.

Rodrigo Klas, da Klas Viagens, especializada em turismo de experiência, ressalta que a experimentação e a vivência de conceitos à primeira vista abstratos — como a felicidade — trazem benefícios tanto para as lideranças quanto para as empresas que comandam.

“Muitas corporações já começaram a falar de felicidade. Há cerca de 400 empresas no mundo que já estruturaram departamentos de felicidade em sua operação. A viagem ao Butão teve o propósito de fazer com que as lideranças brasileiras vivenciassem o conceito na prática, porque aí fica muito mais fácil de aplicar e reproduzir isso na empresa, e de forma perene, com resultados para o negócio”, observa.

O executivo ainda destaca o aspecto da espiritualidade, também relacionado à sensação de bem-estar. “A espiritualidade traz um equilíbrio e uma calma que ajudam na gestão. Um líder se torna um líder quando estimula comportamentos que ele mesmo replica. Trata-se de uma liderança iluminada, isto é, presente e consciente das mudanças que pretende implementar.”

Grupo de lideranças que viajou ao Butão — Foto: Arquivo pessoal

Grupo de lideranças que viajou ao Butão — Foto: Arquivo pessoal

– Produtos de beleza masculina da… Brahma?

Veja só que curioso: o Boticário e a Ambev lançarão para o Dia dos Pais uma linha de produtos de beleza inspirada na Cerveja Brahma!

Eu acho que foi uma sacada inteligente

Mais informações e produtos, em: https://gkpb-com-br.cdn.ampproject.org/c/s/gkpb.com.br/126095/men-brahma/?amp=1

– Nosso círculo vicioso de compulsão e a busca sofrida por Dopamina.

Cada vez mais a nossa sociedade tem que lidar com novas dores e desafios. Porém, “lidar e lutar com o sofrimento” tem sido um problema, no qual uma carga ainda maior de drogas e tratamentos surgem.

Nas angústias sociais e profissionais, para buscar o prazer e o bem-estar, contraditoriamente, podemos estar encontrando mais dores!

Um artigo interessante, abaixo, extraído de: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/a-caca-de-dopamina-quando-a-busca-pelo-prazer-gera-sofrimento/

À CAÇA DE DOPAMINA: QUANDO A BUSCA PELO PRAZER GERA SOFRIMENTO

por Diogo Sponchiato.

Dopamina. Esse é o nome do principal neurotransmissor do prazer, um mensageiro químico que perambula nas conexões entre os neurônios, ativando a sensação de realização plena. Ocorre que os mesmos circuitos nervososresponsáveis pela sensação de deleite se ocupam do sofrimento.

No fundo, é como uma gangorra. Só que, se ficarmos a todo momento pesando para o lado prazeroso, o brinquedo pode quebrar e a gente cair no lado sofredor. É com comparações assim que a psiquiatra americana Anna Lembkenos explica como o cérebro humano, ávido por recompensas, não raro entra num círculo vicioso de compulsão.

É um drama individual mas também coletivo, como deixa claro o título de seu livro publicado pela Vestígio: Nação Dopamina (clique aqui para ver e comprar).

Aprendemos a caçar prazer e desaprendemos a lidar com as dores do corpo e da mente, em um contexto de fácil acesso a um extenso cardápio de drogas, incluindo as digitais. O reflexo disso é o astronômico número de pessoas dependentes de substâncias lícitas e ilícitas, pornografia e redes sociais.

Na obra, Anna, que é professora da Universidade Stanford (EUA), utiliza seu próprio vício por “romances baratos” e histórias de seus pacientes para esmiuçar o desajuste entre nossa “fome” por dopamina e o ambiente ao redor. E, com base nos aprendizados que vieram com anos tratando casos de dependência, esboça um roteiro para enfrentarmos nossas compulsões.

capa do livro
Capa: Vestígio/Divulgação

Nação Dopamina
Autora: Anna Lembke
Editora: Vestígio
Páginas: 256

+ LEIA TAMBÉM: A nova anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los? 

Entrevista com a autora

VEJA SAÚDE: Em que medida a pandemia mexeu com o conceito de “nação dopamina”? Ela reconfigurou nossa busca por felicidade e prazer?

Anna Lembke: A pandemia abriu tanto um caminho de melhora quanto de piora para nossa crise atual com a dopamina, dependendo de quem você é. Para muitos, aumentou o consumo de substâncias e comportamentos viciantes, especialmente as drogas digitais. A quantidade de tempo que as pessoas estão passando online jogando games, surfando nas redes sociais e assistindo pornografia decolou pelo mundo.

O consumo de álcool e maconha e as mortes por overdose de drogas também têm crescido em vários países. Ao mesmo tempo, a pandemia também tem sido um momento para se cuidar. Algumas pessoas começaram a reavaliar seu consumo e a pensar mais profundamente em como querem gastar seu tempo.

Nossa dependência pelo digital disparou. Tem solução para isso?

Está claro para mim que as mídias sociais e outros tipos de conteúdo digitalfuncionam como drogas. Quanto mais se consome, mais você quer. Nosso desejo por elas é infinito e a satisfação nunca é atingida. É um problema individual e coletivo, e assim requer soluções individuais e coletivas.

No livro, falo bastante sobre o que nós como indivíduos podemos fazer, assumindo que os governos, as corporações e as escolas se mobilizarão um pouco no curto prazo. Mas isso não deve eximir o papel das organizações.

Ao contrário, precisamos de leis, regulamentações e incentivos financeiros para ajudar a conter nosso consumo coletivo excessivo. Isso inclui inovações tecnológicas que ajudem a visualizar a natureza viciante dos produtos online, ferramentas para monitorar o consumo, desincentivo financeiro quando o consumo viola os limites saudáveis, proibição de anúncios de drogas digitais para menores e espaços livres de telas nas escolas.

A humanidade desaprendeu a lidar com o sofrimento? O aumento nas taxas de suicídio entre jovens seria um sintoma disso?

Nós redefinimos nossos níveis individuais e coletivos de dopamina nos isolando da dor e nos inundando de fontes de prazer. Eu acredito que estamos mais infelizes porque estamos mudando o ponto de ajuste hedônico do nosso cérebro.

Precisamos de pouca dor para experimentar o sofrimento e prazeres cada vez mais potentes para experimentar uma quantia módica de felicidade. Nossa antiga rede de fiação neurológica é lamentavelmente incompatível com o moderno ecossistema de superabundância.

Estamos nos medicando mais para tentar minimizar esse desajuste?

Estamos prescrevendo antidepressivos demais. Eles são ferramentas úteis em casos extremos, mas têm suas compensações e podem deixar de ser efetivos no longo prazo.

Há alguma compulsão que mais a preocupa atualmente?

Ando muito preocupada com o crescimento da compulsão por sexo e pornografia. Pessoas com essas condições se escondem por causa dos estigmas e mal-entendidos ligados a esses comportamentos. São compulsões que podem ser devastadoras e ameaçar a vida de indivíduos vulneráveis, sobretudo homens. A internet explodiu esse problema no mundo inteiro.

foto de representação de um arco-íris saindo da cabeça de uma mulher chorando

Pandemia resultou na piora ou no desenvolvimento de compulsões. Foto: Paula Daniëlse/Getty Images

Leia mais em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/a-caca-de-dopamina-quando-a-busca-pelo-prazer-gera-sofrimento/

– Ted Lasso e as lições de liderança para as organizações.

A série de TV consagrada da Apple TV+ não fala de futebol apenas, mas principalmente de relacionamentos nas organizações.

Vale a pena a leitura desse artigo, extraído de: https://gq.globo.com/google/amp/cultura/tv-streaming/noticia/2023/05/ted-lasso-licoes-lideranca.ghtml

AS LIÇÕES DE LIDERANÇA DE TED LASSO

O treinador da TV é dono de uma bondade desconcertante. Para o especialista em inovação Marcelo Nakagawa, há muito que aprender com ele.

Por Marcelo Nakagawa

“Para mim, o sucesso não é sobre as vitórias e derrotas. Trata-se de ajudar esses jovens a ser as melhores versões de si mesmos, dentro e fora do campo.” Essa é a mensagem que, na minha opinião, resume Ted Lasso, a premiadíssima série (em 2022, foram 20 indicações e quatro Emmys) do treinador de futebol americano que passa a liderar um time de futebol na Inglaterra. Disponível na Apple TV+, sua terceira e última temporada estreou em março, e o episódio final vai ao ar em 31 de maio.

Mesmo fictícia, Ted Lasso representa um novo tipo de liderança, cada vez mais necessário nas organizações. Para compreender o personagem vivido por Jason Sudeikis, sem dar spoilers, é importante destacar que ele virou exemplo porque demonstra diversas qualidades altamente valorizadas em líderes eficazes.

A seguir, cito algumas delas. Empatia. Ele não busca apenas vencer jogos. Preocupa-se com a equipe e procura entender suas perspectivas e necessidades. Positividade. Otimista, acredita no time e o incentiva a acreditar em si mesmo. Honestidade. Não tem medo de admitir quando comete um erro e trabalha para corrigi-lo. É honesto sobre suas habilidades e expectativas, o que ajuda a criar um clima de confiança. Comunicação. Ouvinte atento, mostra-se claro e direto e evita conflitos desnecessários. Foco nas pessoas. Trabalha para criar um ambiente no qual todos se sintam valorizados e respeitados.

Ao ler essa descrição, muitos poderiam dizer: “Uau! Quero um líder assim!”. Mas quantos diriam: “Uau! Tenho um líder assim!” ou “Sou um líder reconhecidamente assim!”? Desenvolvimento de lideranças sempre foi uma prioridade, já que são elas que conduzirão as organizações para o futuro.

De certa forma, durante o século XX, um padrão no contexto de comando e controle acabou sendo consolidado por lógicas militares e burocráticas. E deu muito certo. A partir de seu instituto de liderança Crotonville, a General Electric (GE), por exemplo, formou líderes que a levaram ao posto de companhia mais valiosa do planeta na virada do século passado.

O mesmo ocorreu com o Centro de Liderança de West Point, referência na formação de líderes corporativos, mesmo pertencendo ao Exército norte-americano. Ambas se tornaram exemplo da era de comando e controle. Líder manda, liderado obedece. Missão dada é missão cumprida.

Mas o século XXI trouxe novas complexidades. A própria GE fracassou sucessivamente, a ponto de acabar desmantelada como conglomerado em 2021. Em uma entrevista dada em 2016 à revista HSM, Vicente Falconi, talvez o consultor mais conhecido do Brasil, definia o que era ser líder naquele momento.

Para ele, liderar era “bater meta, com o time, fazendo a coisa certa”. A definição continua válida e praticada por boa parte do mundo corporativo. Mas a novidade consiste em outra liderança, utilizando a ordem inversa: liderar é fazer a coisa certa, com o time, batendo metas.

Fazer a coisa certa não é simplesmente não fazer a coisa errada. É mais do que isso. É contribuir para um mundo melhor de forma consciente, integrada e sustentável. Fazer com o time, agora, também implica desenvolver uma cultura organizacional mais inclusiva, diversa, colaborativa, inovadora, digital e, particularmente, um ambiente de trabalho mais saudável, feliz e altruísta.

Na questão de metas, o desafio é que objetivos, meritocracia e bonificações, que surgiram como incentivadores de alto desempenho, começaram a causar efeitos graves — na financeirização dos negócios, na precarização do atendimento aos clientes, na saúde mental dos colaboradores e no aumento da toxicidade das culturas organizacionais. Bater metas, muitas vezes, prevaleceu sobre fazer com o time e fazer a coisa certa.

Ted Lasso desembarcou na Inglaterra entendendo pouco de futebol, mas foi justamente o desconhecimento que o tornou inovador. Pode parecer ingênuo ou mesmo ousado trazer alguém que não conhece nada do setor, mas isso já aconteceu diversas vezes, como a chegada de Louis Gerstner à liderança da IBM na década de 1990, vindo do setor alimentício. Mais recentemente, boa parte das principais lideranças empreendedoras ao redor do planeta não possuía experiência prévia, de Elon Musk aos fundadores do QuintoAndar, Vittude e Gympass, no Brasil.

Por coragem, ingenuidade ou sabedoria, Lasso faz o certo, fala a verdade e age com tranquilidade, bom humor e simpatia, seja com a diretoria do time, seja com os jogadores ou os torcedores.

Isso leva à construção de uma relação empática. Em um dos momentos icônicos da série, mesmo o mais ácido dos repórteres o critica apoiando-o. É aqui que entra uma das diversas frases emblemáticas de Lasso: “Fazer a coisa certa nunca é a coisa errada”.

A respeito das lições de “com o time”, a produção traz reflexões sobre se a equipe se limita apenas aos jogadores, sobre relação de equidade com o profissional de nível hierárquico mais baixo ou mais elevado da organização, sobre como lidar com funcionários com desempenhos diferentes. Para engajar seu jogador mais egocêntrico, Lasso faz um drible da vaca sem bola: “Acho que você pode ter tanta certeza de que é um em um milhão que, às vezes, esquece que, lá fora, você é apenas um dos onze”.

Por fim, um grande líder precisa entregar resultados. O time de Lasso alcança o sucesso? Você precisará assistir à série para saber. Só destaco que tarefas tradicionais tendem a se tornar cada vez mais automatizadas. A explicação dos motivos de Ted Lasso se mostrar um exemplo da nova liderança apresentada no início deste artigo foi escrita pelo ChatGPT, o assistente virtual baseado em inteligência artificial.

Boa parte do trabalho dos líderes antigos que apenas lidam com comando e controle, cedo ou tarde, acabará substituída por soluções digitais. Assim, caberá às novas lideranças a mais nobre das atividades: ajudar as pessoas de sua equipe a ser as melhores versões de si mesmas, dentro e fora da organização.

Marcelo Nakagawa, com trinta anos de experiência nomercado, é especialista em empreendedorismo e inovação, professor de instituições como Insper e consultor.

Lições de Ted Lasso podem ser aplicadas na vida real. Foto: Divulgação

– LinkedIn é o canal preferido das Grandes Empresas, segundo a FSP

No Caderno “Mercado” de um domingo atrás (pg B2, por Maria Cristina Frias), a Folha de São Paulo retratou como as grandes empresas têm contratado seus executivos.

O tal do QI – não o Quociente de Inteligência mas sim o “Quem Indicou – continua sendo importante. Mas a coleta de informações via a rede social LinkedIn se tornou o principal meio dos recrutadores de grandes organizações.

Confesso que eu tinha o meu perfil na rede um pouco desatualizado. Talvez o “tanto” de redes sociais existentes nos obriguem a fugir do computador em algumas horas, para que a vida real não se furte à virtual. Mas, recentemente, comecei usar o LinkedIn para minhas publicações e confesso que a qualidade dos artigos de lá são ótimas. Acho muita coisa boa que me agrada nela.

E você, têm atualizado seu perfil lá?

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Imagem extraída da Web.

– Percentuais de produtos Chineses no Mundo!

Puxa, consegui anotar os números mas não a referência bibliográfica. Assim mesmo, compartilho uma interessante matéria sobre o quanto a China produz: (obviamente, antes da pandemia)

25% dos cigarros do mundo;

40% das camisas do planeta;

50% de macarrão instantâneo;

55% dos computadores;

65% dos pares de calçados;

80% das câmeras digitais;

85% das bicicletas.

Muito significante, não? A força econômica desse país, com mão-de-obra baratíssima, assusta!

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Imagem extraída da Web.

– O Processo contínuo dos rebaixamentos do Paulista FC e a necessidade de se reinventar.

O Galo da Japi, depois da queda para a 5ª divisão, precisa de um choque de gestão, de reconstrução. Afinal, a sequência de rebaixamentos não é de hoje, mas pós-Copa do Brasil.

Depois da tristeza de sábado, racionalmente, uma discussão para “refundação simbólica” do Paulista, em: https://youtu.be/uVK7xfS6pJA.

– Afinal, o que é ter uma carreira profissional bem-sucedida?

Remuneração alta? Poder? Mordomias? Benefícios amplos?

Como definir o que é ter uma carreira de sucesso no trabalho?

Seria fazer o que gosta?

Olha que discussão muito bacana, compartilhada de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/09/02/bem-sucedido-carreira-emprego.htm

NÃO É PRECISO SER CHEFE E GANHAR MUITO PARA TER CARREIRA BEM-SUCEDIDA

Está satisfeito com seu emprego, mas não se considera um profissional bem-sucedido? Alguns sinais podem demonstrar que você tem sim uma carreira de sucesso.

Segundo o professor da FGV Management e especialista em gestão de negócios Luciano Salamacha, ser bem-sucedido não significa necessariamente que o profissional precisa ser chefe em uma grande empresa e ganhar um salário alto.

“Há muitas propostas sobre o que é ser bem-sucedido que levam a um estereótipo. Mas, o ponto-chave hoje é que é possível personalizar o que é sucesso para cada um. Sucesso é um estado de conforto. É o atingimento de um objetivo”, diz Salamacha.

O consultor de carreiras Emerson Weslei Dias concorda. “O sucesso é a realização progressiva de objetivos que valem a pena. Tenho que sempre realizar novos objetivos, mas o ‘vale a pena’ cada um tem o seu.”

Confira sinais de que você é bem-sucedido, mas pode não perceber:

1) Está alcançando objetivos como planejava

O primeiro passo é analisar como está sua carreira. “O profissional pode fazer uma análise crítica do grau de evolução dentro de uma linha no tempo. Onde eu estava há um, três ou cinco anos? Como foi a minha evolução nesse período?”, diz Salamacha.

Se planejava virar analista em três anos, por exemplo, e chegou ao cargo nesse período, ele pode se considerar bem-sucedido. “Quanto mais o profissional tem certeza do que quer, mais vai conseguir mensurar se está bem-sucedido. Se cinco anos atrás eu sabia onde queria estar, hoje eu posso verificar se tive sucesso naquilo que eu planejava.”

2) Talentos e habilidades são usados

Outra forma de analisar se está em um momento de sucesso na carreira é analisando se seus talentos e habilidades estão sendo usados no seu emprego. “Às vezes, uma pessoa se acha talentosa, mas não tem oportunidade de usar o que sabe”, diz o consultor.

Uma pessoa que trabalha na área administrativa da empresa e fez design, por exemplo, não está usando suas habilidades. Já quem tem a chance de utilizar o que sabe e gosta pode ter nisso um sinal de que está indo bem na carreira.

3) Necessidades são atingidas

Para Dias, outro ponto para analisar é se as motivações e necessidades estão sendo atendidas. “Se ganho R$ 10 mil e consigo viver com R$ 5.000, minhas necessidades estão sendo atendidas. Se minha necessidade é de R$ 10 mil e ganho R$ 5.000, então, não está atendendo”, afirma.

4) Valores da empresa são os mesmos que os meus

O consultor afirma que, para o profissional se considerar bem-sucedido, ele também deve analisar se os valores da empresa são os mesmos que ele possui. “Os valores que tenho são compatíveis com a organização em que estou trabalhando?

Até que ponto vale a pena estar em uma empresa em que ganho bem, mas na qual não consigo trabalhar de determinada forma ou preciso enganar clientes?” Se está em uma empresa em que acredita, é um sinal de sucesso.

5) Sou procurado como referência

Para Salamacha, um sinal de que o profissional está em um momento bem-sucedido é quando ele é visto como uma referência na empresa. “Se minha opinião é desejada, não por processo protocolar, mas por assertividade nas minhas opiniões, isso pode ser um bom sinal.”

6) Tenho autonomia e independência na empresa

Outra forma de analisar se está indo bem na carreira é quando o chefe passa a confiar e dar autonomia para as decisões. “Quando o gestor demonstra de maneira formal que está confiando no funcionário, ele ganha autonomia e independência dentro da empresa”, diz Salamacha. Isso acontece quando um chefe não precisa revisar um material de uma reunião feito por você, por exemplo, pois acredita que o conteúdo estará correto.

7) Clientes preferem meu atendimento

Quando há a preferência de clientes para o seu atendimento também pode ser um sinal de ser bem-sucedido. “Se chega um cliente e você fala que está ocupado, mas que há um outro funcionário livre, e o cliente diz que quer esperar você é quando se está conquistando relevância”, diz o professor.

Problema pode não estar na carreira

Dias afirma que, se o profissional alcançou todos esses passos, mas ainda assim não se sente bem-sucedido, o problema pode não estar na carreira. “Se está bem, se está conseguindo ter desafios, nutrir motivações e usar seus talentos, a soma disso tudo, independentemente da sua posição, é motivo de sobra para ser bem-sucedido. Se não se sente assim, o problema pode estar em outras áreas, como a vida pessoal.”

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– Deixar as preocupações de lado: você consegue?

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.

Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.

Abaixo:

DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…

1) …NO TRABALHO

Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero

– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair;

– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre;

– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada;

– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito.

2) …NO LAZER

A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre

– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo de experiência quer ter;

– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa;

– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho;

– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso.

3) …EM CASA

Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão

– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual;

– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir;

– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir;

– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.

A matéria, segue:

DESOCUPE-SE

Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.

Por Natália Spinacé

Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.

Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.

Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.

No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”

Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.

A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”

Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.

“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.

Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.

Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.

Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Deu tudo certo ao Massa Bruta / Toro Loko: Red Bull Bragantino 4×0 Flamengo e as ações paralelas (10 ítens).

Dias de paz ao Red Bull Bragantino, após uma convincente vitória contra o Flamengo.

Havíamos comentado dias atrás a maré ruim física que o time estava passando: o capitão Léo Ortiz ainda lesionado, a operação de Luan Cândido, as contusões de outros titulares como Natan, Helinho, Raul e do destaque Bruninho, além da infelicidade de Lucas Cunha e Nacho Laquintana (portanto, mais de meio time titular machucado).

Acrescente: a suspensão automática do goleiro Cleiton, além da indisponibilidade de Hurtado e Léo Realpe (jogaram pelo Equador) e a volta de Thiago Borbas (Uruguai).

E não é que, ainda assim, venceu por 4 gols, com 36 chutes ao gol?

A “maré de azar”, por sorte e por competência, virou. Veja em 10 pontos que últimos afortunados dias e algumas ações:

1- O time feminino venceu por 5×2 a UDA e garantiu às “bragantinas” (como as jogadoras são chamadas) o acesso ao Brasileirão da Série A.

2- O CT no entroncamento das rodovias Fernão Dias e Dom Pedro está ganhando corpo, tendo muitas fotos divulgadas pela imprensa local nessa semana– e deve ser um dos maiores da América do Sul (vide o projeto aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/06/28/o-projeto-do-ct-do-red-bull-bragantino/).

3- A divulgacão do “Estádio Reserva”: com R$ 28 milhões, o clube transformará a praça esportiva Cícero de Souza, reformando-a em “mini-arena” para disputar os torneios profissionais, enquanto reformará o seu estádio. Quando não precisar mais dele, devolverá ao município com todas as benfeitorias.

4- O amadurecimento do projeto da Nova Arena Nabi Abi Chedid, com estacionamento subterrâneo e outras benesses: https://www.lance.com.br/galerias/voce-vai-ficar-doido-com-a-arena-que-a-red-bull-vai-fazer-para-o-bragantino-veja-fotos/#foto=18

5- A inauguração do lounge “Casa Red Bull”, um evento que parou a cidade na última 3ª feira, vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/06/21/casa-red-bull-bragantino/

6- A bem pensada transição de Thiago Scuro para Diego Cerri: o CEO, ao ter a proposta do Mônaco e acertar sua saída, se comprometeu em fazer o processo de contratação de um substituto pelos critérios da matriz Red Bull, passar o bastão e fazer a integração com a Áustria, onde ambos estiveram nessa semana.

7- O acerto do aluguel da Neoquímica Arena para os jogos da Copa Sulamericana (por conta da exigência do regulamento), caso se confirme o primeiro lugar em seu grupo (já que dificilmente o segundo colocado, o Estudiantes de La Plata, conseguirá tirar a diferença de pontos e de gols).

8 – A solidificação da campanha publicitária na TV chamada de “Força Interior”, onde exalta a identidade local do clube com a comunidade de Bragança Paulista, e ao mesmo tempo, buscando a identificação do Interior. Ela mescla outras campanhas na cidade, onde mostra o clube como agente também global, com as equipes co-irmãs Leipzig, Nova Iorque e Salzburg.

9 – A busca do público “esquecido” pelos grandes clubes: as ações mercadológicas que buscam crianças, mulheres e famílias em geral nos estádios. É notório o número de jovens nos jogos (especialmente o de garotas) e de crianças (principalmente pelas fan-fests infantis). Fica a sugestão aos institutos competentes à pesquisa: “em percentual, quem leva mais torcedoras e jovens em seus jogos?” Os planos de sócio-torcedor ajudam muito (em especial: o de R$ 24,90 que permite a assistir QUALQUER jogo em Bragança Paulista por esse valor – coloque no papel quanto custaria por mês se você adquirir um jogo avulso…).

10 – A mentalidade de que “não queremos times com rixas”. A busca é acabar com a mentalidade de “clube de futebol” e de transformar em “empresa de entretenimento esportivo”: acabou o tempo de ter “rivais”, mas sim de adversários, pelo simples motivo da disputa. Em tese, quer ter seu torcedor e outros admiradores (que serão possíveis consumidores da marca). Isso tem funcionado bem, em especial na divulgação da marca na América do Sul.

Informação: Mário Gomez, o ex-jogador da seleção alemã, esteve no estádio acompanhando o jogo (ele tem um importante cargo diretivo na Red Bull) juntamente com Diego Cerri, o novo CEO.

Por fim: parabéns ao treinador Pedro Caixinha, que consegue extrair o máximo de cada jogador e entende muito bem as características de cada um (mesmo com tantos desfalques). Me recordo dos últimos dias, onde duas coisas marcantes surgiram em entrevista: a de que seria importante o jogador brasileiro conhecer melhor a “tática de jogo” (coisa que os argentinos entendem melhor, mesmo sem terem a mesma técnica daqui, segundo ele) e a da “necessidade em não se reclamar da arbitragem e focar no jogo” (aqui: https://wp.me/p4RTuC-MeV).

Em tempo: O árbitro Anderson Daronco, mesmo com tantas substituições e gols, encerrou a partida aos 45 minutos. Os acréscimos são OBRIGATÓRIOS

Atualizando: Quando perguntado sobre o primeiro gol ser de jogada ensaiada ou não, Pedro Caixinha disse: “meu assistente Pedro Malta, assistindo aos jogos do Flamengo, percebeu que eles tinham dificuldade ‘nas jogadas quando iam para a segunda trave’, e entendemos que precisávamos de um ‘jogador inesperado fazendo a rotação’ para chegar sozinho ali”.

– Ser insociável no dia-a-dia pode ser salutar ao ambiente de trabalho?

Uma pesquisa curiosa: quanto menor a sociabilidade da pessoa ou quanto mais retirada for a moradia dela, maior é o indicativo de inteligência no trabalho!

Extraído de Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 27

NÃO QUERO SER SOCIÁVEL

PARA ALGUÉM DE Q.I. ALTO, INTERAÇÃO COM OS OUTROS É PERDA DE TEMPO 

O inferno são os outros, decretou Jean-Paul Sartre em “Entre Quatro Paredes”, peça teatral de 1944. Mais de 70 anos depois, estudo de pesquisadores da London School of Economics e da Singapore Management University, publicado no British Journal of Psychology, parece reforçar a tese do pensador: embora tradicionalmente a socialização de grupos humanos tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie, os autores descobriram que, quanto mais densa a área habitada, menor é o grau de satisfação das pessoas – uma das causas óbvias, por exemplo, seriam as longas

distâncias entre a casa e o trabalho, percorridas em ruas congestionadas ou no transporte público lotado. Esta conclusão confirma estudos anteriores que detectaram o fenômeno do “gradiente de felicidade urbano-rural”: residentes em áreas rurais isoladas são mais felizes que habitantes de pequenas cidades, que por sua vez são mais felizes que os de cidades médias…

Entrevistando 15 mil pessoas entre 18 e 28 anos, a pesquisa revelou um dado interessante: QUANTO MAIOR O NÍVEL DE INTELIGÊNCIA DO ENTREVISTADO, MENOR É SEU GRAU DE INTERAÇÃO SOCIAL. Para essas pessoas, interações com os outros são perda de tempo que apenas as desviam de objetivos maiores, projetos ambiciosos ou estudos profundos, aumentando seu grau de insatisfação. Além disso, os mais inteligentes estariam mais habilitados a enfrentar os desafios impostos pelos novos tempos sociedade humana, como rápidas mudanças no mercado de trabalho ou na tecnologia da informação, dispensando a ajuda de outros.

Mas cuidado com o truque da insociabilidade forçada. Subordinados menos brilhantes muitas vezes se tornam mais frios e calculistas para parecer mais inteligentes do que são. Isso prejudica o ambiente no trabalho.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Vestir-se Bem garante Emprego e Dinheiro

Você gosta de se vestir bem?

Cientistas comportamentais comprovam: quem usa roupas de grife em entrevistas de emprego consegue melhores ofertas de trabalho!

(original em: http://is.gd/Br79U4)

TODO MUNDO DE OLHO EM VOCÊ

Só pessoas superficiais não julgam pela aparência. Em busca de fundamentos científicos para essa provocação do escritor irlandês Oscar Wilde, dois pesquisadores saíram a campo e (como pouca pretensão é bobagem) concluíram que o poeta irlandês estava no caminho, mas poderia ter sido mais preciso. Na verdade, eles disseram, faltou ao autor de O Retrato de Dorian Gray dizer que o julgamento humano é muito marcado pelos símbolos de status carregados pelas pessoas.

O que poderia ser um desperdício de palavras para Wilde virou o ponto de partida dos cientistas comportamentais Rob M.A. Nelissen e Marijn H.C. Meijers, da Universidade de Tilburg, na Holanda. Para ir mais fundo nessa tese, eles organizaram uma série de experimentos para verificar em que medida a presença de um logotipo à mostra na roupa poderia influenciar as reações das pessoas. Os testes utilizaram modelos vestindo peças que ora ostentavam marcas de luxo, como Lacoste ou Ralph Lauren, ora traziam grifes menos prestigiadas e, por fim, não tinham nenhuma marca à vista.

Em um dos experimentos, voluntários assistiram a vídeos com várias versões da mesma entrevista de emprego. Embora a qualificação do candidato fosse a mesma, aquele que tinha a grife das roupas à mostra foi considerado o mais indicado para a vaga. Em seguida, os cientistas verificaram se essa tendência se mantinha no contato corpo a corpo. Colocaram então pessoas pedindo doações para a Fundação do Coração. “Alguns modelos vestiam uma camiseta polo Lacoste e outros uma camiseta polo sem logotipo. No final da tarde, os de Lacoste arrecadaram quase o dobro em relação aos seus colegas ‘sem marca’”, disse Meijers.

Segundo a hipótese dos cientistas holandeses, as raízes deste comportamento humano vêm de longe. São produto da competição natural, que leva os indivíduos a procurar elementos de diferenciação com o fim de impressionar os potenciais cônjuges.

O exemplo clássico utilizado pela biologia evolucionista para explicar esse mecanismo é a grandiosidade da cauda do pavão. Toda aquela exuberância existiria apenas para informar às fêmeas que o proprietário é, sim, muito saudável, tanto que pode despender tantos recursos em um apêndice sem função prática aparente. Para esses biólogos, a Humanidade usou a mesma estratégia ao longo do processo de seleção natural.

O curioso, dizem os pesquisadores, é que agora os seres humanos estariam aplicando em diversas situações essa técnica de aferição, que foi eficiente no passado para medir a saúde e a qualidade dos genes. Alguns estudiosos acreditam que esse “desvio” explicaria não só a preferência pelas grifes, mas também outros comportamentos baseados na troca de mensagens subliminares.

Oscar WildeEscritor irlandês (1854-1900), autor de clássicos como O Retrato de Dorian Gray, foi um dos expoentes da literatura do período vitoriano, no final do século 19. Por ser homossexual, foi preso e humilhado perante a sociedade

Imagem extraída do link acima

– Saúde Mental nas Organizações.

Das empresas que mudaram seus protocolos devido a pandemia, segundo a consultoria Diversidade Brasil, 25% delas investiram em Saúde Mental!

Isso é ótimo, pois todos nós podemos perceber o quão difícil tem sido essa fase. Imaginem as nossas crianças e adolescentes, o quão estão desestruturadas emocionalmente…

Que todos possam ter tal oportunidade de se re-equilibrar.

Sobre esse dados, em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2021/01/empresas-que-mudaram-protocolos-na-pandemia-investiram-em-saude-mental.shtml

Biofeedback: um aliado na promoção de saúde mental nas empresas - IT'SSEG | PORTAL RH

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Novos e Antigos conceitos corporativos.

Gostei desta comparação das prioridades na gestão das empresas e compartilho:

– O que você, líder, tem feito para não perder talentos no seu trabalho?

Por quê as pessoas se demitem de um emprego?

Por quê empresas perdem ótimos funcionários?

Por quê, enfim, não se sabe (ou se atenta) para não se perder talentos?

Abaixo, extraído de: https://setcesp.org.br/noticias/cuidado-para-nao-perder-as-melhores-pessoas-de-sua-empresa/

CUIDADO PARA NÃO PERDER AS MELHORES PESSOAS DE SUA EMPRESA

Por Luiz Marins

Muitos líderes cometem um grande erro. Eles sobrecarregam as pessoas boas, competentes e comprometidas da empresa com muitas tarefas e atividades.
Todos nós temos liderados comprometidos e competentes e outros nem sempre competentes e comprometidos.
Sabemos que as pessoas boas e comprometidas farão, com qualidade, as tarefas atribuídas a elas com esmero e atenção aos detalhes.
Sabemos também que há pessoas com as quais não podemos contar totalmente. Elas não são comprometidas, são desengajadas e as tarefas dadas a elas são sempre feitas com descaso e muitos erros.
O erro que cometemos é entulhar, sobrecarregar, encher as pessoas boas de muitas tarefas e atividades, o que as fará entrarem em um processo de desmotivação e, muitas vezes, estafa e depressão.
Pessoas comprometidas e competentes geralmente são perfeccionistas no bom sentido, isto é, gostam de fazer as coisas com perfeição e atenção aos detalhes. Essas pessoas não gostam de dizer “não” a seus líderes e aceitam cada vez mais tarefas, até porque sentem orgulho da confiança demonstrada por seus líderes. Elas são muito exigentes com elas próprias e se sentem mal quando cometem algum erro.
Quando sobrecarregamos as pessoas boas com excesso de tarefas e atividades, elas, entulhadas de coisas para fazer, não conseguem a qualidade que estão acostumadas a entregar. Elas começam a cometer erros. Seus chefes começam a estranhar que aquela pessoa que sempre fez tudo com extrema perfeição está perdendo qualidade. A própria pessoa percebe sua incapacidade de cumprir com tantas tarefas e começa a ter um sentimento de baixa autoestima.
Esse sentimento de baixa autoestima faz com que ela possa entrar em um processo de extrema desmotivação e até depressivo e de um possível burnout.
Muitos líderes me dizem que essas pessoas excelentes não só aceitam todas as tarefas dadas a elas como também solicitam fazer mais.
Isso é verdade, mas cabe ao líder saber dosar e entender que há um enorme perigo no entulhamento e na sobrecarga de tarefas a uma pessoa excelente. Como essas pessoas são muito exigentes consigo mesmas, conheço muitos casos em que elas acabaram pedindo demissão da empresa alegando motivos pessoais. Assim, a empresa acaba perdendo seus melhores talentos.
Veja se as melhores pessoas de sua empresa não estão com excesso de carga, de tarefas, de atividades. Analise se, além da injustiça de exigir demais de uns e pouco de outros, você não está correndo o risco de perder os bons e ficar com os ruins.
Pense nisso. Sucesso!

Foto extraída de: https://setcesp.org.br/noticias/cuidado-para-nao-perder-as-melhores-pessoas-de-sua-empresa/

– Verdades na vida e no cotidiano:

Como discordar dessa imagem sobre “pessoas de sucesso”?

Veja:

Imagem extraída de: https://www.facebook.com/textosmotivacionaise/

– A Pyrex, assim como a Tupperware, em crise.

Dias atrás falamos sobre a tradicionalíssima Tupperware, que estava em crise (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-LTl). Outra empresa tão mítica quanto ela, a Pyrex, passa pelos meus problemas.

Quem nunca levou algum “restinho de comida” num potinho da Tupperware ou num Pyrex pequeno?

Extraído de: https://dol.com.br/noticias/mundo-noticias/814147/fabricante-de-utensilios-de-cozinha-pyrex-pede-falencia?d=1

FABRICANTE DE UTENSÍLIOS DE COZINHA PYREX PEDE FALÊNCIA

A empresa alega ter dívidas demais para suportar o aumento das taxas de juros

de falência nos Estados Unidos na última segunda-feira (12), alegando ter muitas dívidas para suportar o aumento das taxas de juros e as condições de crédito mais rígidas do governo.

A empresa norte-americana sucumbiu aos ventos financeiros contrários agravados pela diminuição de gastos dos consumidores que tiveram de lidar com a inflação no país.

Controlada pela empresa de private equity Cornell Capital LLC, a Instant Brands e 14 afiliadas entraram com um pedido de proteção contra credores ao tribunal federal de falências no sul do Texas. A companhia tem até 1 bilhão de dólares para quitar as contas e fechar as atividades no país.

As vendas líquidas da Instant Brands caíram 21,9% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, o sétimo trimestre consecutivo de queda nas vendas ano a ano, de acordo com a S&P Global ao rebaixar de classificação a Instant Brands na semana passada.

Apesar disso, a Instant Brands disse que planeja continuar a operar enquanto se reestrutura e, para isso, alinhou 132,5 milhões de dólares para financiamento.

“O aperto dos termos de crédito e as taxas de juros mais altas afetaram nossos níveis de liquidez e tornaram nossa estrutura de capital insustentável”, disse o presidente-executivo Ben Gadbois em comunicado.

Imagem ilustrativa da notícia Fabricante de utensílios de cozinha Pyrex pede falência

A Instant Brands, fabricante dos utensílios de cozinha Pyrex, entrou com pedido de falência nos Estados Unidos | Divulgação

– A Gestão Compartilhada está em alta!

Quando se fala em democratização no gerenciamento organizacional, você encontrará termos como “administração participativa”, “gestão horizontal” e “organizações de hierarquia mínima”. Não importa, falamos da mesma coisa: o compartilhamento de ideias, decisões, soluções e criações.

As grandes empresas globais adotam isso, que são os modelos baseados no que fazem  “Google” ou da “Netflix”, mostrando como chefes e subordinados se relacionam beirando a informalidade e dividem a cumplicidade de ações.

Pois bem: na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Julho/2018), em matéria de Lara Silbiger, o assunto é tratado bem didático.

Por exemplo: “administrar compartilhando” seria ideal para a empresa que…:

  1. Confia nos funcionários. Para abrir mão do controle tradicional, o empreendedor precisa ver os empregados como pessoas responsáveis, criativas e capazes de tomar decisões.
  2. Estão dispostas a apostar na distribuição das atividades de gestão entre equipes habilitadas e definir prioridades a planejar e a tomar decisões.
  3. Investem no engajamento e na formação de pessoas, uma vez que a adesão à gestão descentralizadas pressupõe uma chuva de aprendizagem.
  4. Adotam avaliações de desempenho e reuniões de Feedback para fazer uma leitura mais precisa de quanto cada pessoa colabora para os resultados.
  5. Estão dispostas a discutir se a remuneração dos funcionários reflete, na mesma proporção, o valor que eles agregam aos resultados do negócio.
  6. Têm como alicerce uma gestão baseada em princípios de governança, como ética, responsabilidade, compliance e respeito à sustentabilidade.

Além disso, os modelos de gestão compartilhada poderiam ser com (seus prós e contras): Sociocracia, Holacracia, e Management 3.0 – mas aqui ficará para uma outra postagem.

Claro, para que isso funcione, são necessárias algumas atitudes descentralizadas, como:

  1. Envolva nas discussões todas as pessoas que serão impactos pela decisão ou que serão relevantes para a evolução da iniciativa.
  2. Valorize a diversidade de experiências e de competências das pessoas que formam o grupo.
  3. Descubra o que elas têm em comum e que pode alavancar a participação colaborativa, como metas, aspirações e valores.
  4. Evite crítica precoces e abra mão de defender só os seus pontos de vista. Escute cada proposta com foco nas contribuições que pode trazer para o negócio.
  5. Não tema as possíveis tensões. Elas são parte essencial do processo de geração de novas ideias.
  6. Identifique as semelhanças entre as pessoas. isso aumenta a confiança umas nas outras e ainda minimiza antagonismos.
  7. Crie um ambiente que estimule o convívio coletivo. Os espaços de trabalho devem favorecer a comunicação sem barreiras físicas.

De fato, a distância hierárquica das organizações está cada vez menor e não cabe mais tanto distanciamento entre os níveis de pessoal.

Imagem extraída de: https://mundocarreira.com.br/lideranca-e-gestao-de-pessoas/entenda-o-que-e-gestao-compartilhada-e-como-pode-funcionar/

– Medindo o Sucesso no Trabalho.

O sucesso profissional, principalmente nos dias atuais, não reflete necessariamente na questão financeira, mas em outras nuances do seu cotidiano.

Aliás: o que é “ter sucesso” pra você?

Gostei dessa imagem abaixo:

– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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– Recomeçar a carreira: nada é mais difícil para os profissionais no mercado de trabalho.

Vez ou outra vejo e leio reportagens sobre pessoas que largaram tudo para recomeçar a carreira. Sonho, ilusão ou necessidade?

As dificuldades de um recomeço são sempre impactantes (positiva ou negativamente), não tenhamos dúvida. Abandonar velhos hábitos, por mais que eles sejam maçantes, é algo complicado. E se torna traumático dependendo do sucesso ou não do propósito da própria mudança. Entenda:

– Se a pessoa até então era um profissional vitorioso, com boa remuneração mas cansado da rotina, os novos desafios levarão em conta a importância (ou irrelevância) da questão financeira: valeu ou não a pena mudar? Se o dinheiro não for um problema, ótimo! Caso contrário…

– Muitos procuram qualidade de vida profissional e pessoal. E quem consegue tão fácil esse propósito?

– Sem dinheiro e com crise econômica, nada é mais difícil do que portas abertas em organizações e/ou incentivo ao empreendedorismo. Há de se pensar antes de mudar…

– Acima de todas as questões, a principal torna-se: a SAÚDE! É uma tecla que insisto: a saúde do corpo, da alma e da mente. Vale a pena estar no mesmo emprego com as condições atuais, levando em conta esse aspecto? Até onde a saúde aguenta, todos suportam. Mas quando você percebe disfunções… é hora de reinventar-se!

Deve-se pensar nisso. Os novos desafios surgem pelas oportunidades ou, muitas vezes, pelas carências.

Imagem extraída de: https://blog.pi.senac.br/cinco-dicas-para-turbinar-a-sua-carreira-profissional/

– Vasco 1×4 Flamengo: competência financeira nem sempre significa competência administrativa…

Pelo Campeonato Brasileiro, o Flamengo abriu 4×0 contra o Vasco ainda no 1º tempo. Lógico, tirou o pé e o jogo acabou Vasco 1×4 Flamengo.

Torcedores depredaram a sede do time cruzmaltino. Não pode! Deve cobrar civilizadamente, sem violência (com veemência, pode), sem destruir bens ou agredir pessoas.

Aqui, a prova de que ter dinheiro e virar uma SAF não significa ser competente. A 777 trouxe recursos financeiros ao Vasco (mas não como se sonhava, ou como se comparou ter igual ao Flamengo). E a gestão do time liderado dentro de campo por Barbieri é ruim. O Gênova e o Herta Berlim, equipes geridas pelo parceiro vascaíno, foram rebaixados em seus países. Portanto… abra o olho, Vascão!

Vasco e Flamengo se enfrentam pelo Brasileirão, com transmissão no Premiere no Globoplay — Foto: Reprodução/Globoplay
Imagem extraída de Globoplay

– Desafios de nossos tempos!

Os diferentes tipos de “gestão” em nosso cotidiano nos trazem grandes desafios!

Vejam só a sábia figura:

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Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Semana de apenas 3 dias?

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou em 2014 que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, consequentemente mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai de encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do Ócio Criativo (descansado, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic… Aqui no Brasil, lembrando, se estuda a semana de 4 dias (como na França se experimenta).

 Carlos Slim: empresas de bilionário dominam 80% do mercado de telefonia no México (Edgard Garrido/Reuters)

Imagem extraída de: Carlos Slim: empresas de bilionário dominam 80% do mercado de telefonia no México (Edgard Garrido/Reuters), em: https://exame.com/negocios/para-carlos-slim-jornada-de-trabalho-deveria-ser-de-3-dias/

– Planos dentais para MEIs: por que contratar?

Metade das empresas ativas no Brasil são MEIs: Quais são os benefícios de contratar um plano dental?

Continua no link em: Planos dentais para MEIs: por que contratar?

– As 7 coisas para não contar ao seu chefe:

A que ponto sua intimidade com o seu superior lhe permite certas “coisas pessoais a serem reveladas”?

Compartilho uma interessante matéria sobre situações a serem evitadas na relação entre subordinado e chefes.

Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/05/29/briga-em-casa-falta-de-dinheiro-7-coisas-que-nao-deve-contar-ao-seu-chefe.htm?cmpid=tw-uolnot

BRIGA EM CASA, FALTA DE DINHEIRO: 7 COISAS QUE NÃO DEVE CONTAR AO SEU CHEFE

Brigou com alguém da família, quer sair da empresa ou está com as contas atrasadas? Pode parecer comum conversar sobre isso com os amigos, mas é melhor não compartilhar essas informações com seu chefe.

UOL conversou com a diretora de Marketing e RH do ManpowerGroup, Márcia Almström, e a professora da pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) Izabela Miotto para listar sete temas que seu patrão não precisa saber sobre você. Confira:

1) Problemas de relacionamento

Ter uma briga ou uma discussão com marido, mulher, namorado, filhos ou pais é comum, mas seu chefe não precisa saber o que aconteceu. “Se está com dificuldades com a família, quanto mais se preservar no ambiente corporativo, melhor é para você. Pode não ser adequado contar para o chefe. Recomendo mais cautela e discrição”, diz a especialista do ManpowerGroup.

2) Se ficou até tarde na balada

Ao ir a uma festa ou comemoração, não chegue no trabalho contando o que fez. “Existe uma etiqueta corporativa que deve ser respeitada. Ela varia de empresa para a empresa, mas falar que chegou às 4h da manhã e tomou todas não é adequado”, diz Miotto.

3) Situação financeira ruim

Se está com alguma conta atrasada e passando por problemas financeiros é melhor deixar seu chefe fora disso. “O RH da empresa é a área em que o funcionário pode verificar a possibilidade de um empréstimo. Há empresas que têm a política de emprestar dinheiro em alguns casos. Compartilhar por compartilhar com o chefe, eu não recomendo. Isso desgasta a imagem do funcionário”, diz Almström.

4) Planos de sair da empresa

Se você está pensando em sair da empresa, não vale a pena contar para o chefe sem antes ter uma decisão concreta. “Fica a impressão de que estou aqui recebendo meu salário e pensando em outro lugar. É uma decisão sua e que compete a você, não ao seu chefe. Ele tem expectativas em relação ao funcionário e sua contribuição para a companhia”, diz Almström.

5) Fofocas sobre o chefe e colegas

A recomendação é não levar fofocas para o chefe sobre ele ou sobre colegas. A pessoa pode achar que está fazendo algo positivo em contar críticas feitas nos corredores, mas na verdade não há benefício para ninguém, afirma Almström.

6) Queixas do dia a dia

Nem sempre o funcionário concorda com o que acontece na empresa. Mas ficar reclamando de tudo não ajuda na imagem profissional. “Essa postura de reclamar o tempo inteiro e de dizer que nada está bom faz com que as pessoas não se aproximem. Não é bom fazer isso com o chefe nem com ninguém”, diz Almström.

Ela afirma que o profissional precisa mostrar capacidade de lidar com as situações do dia a dia. “É preciso apresentar soluções em vez de ressaltar os problemas.”

7) Reclamações constantes dos colegas

Nem sempre é fácil lidar com os colegas de trabalho. Mas levar queixa sem relevância ao patrão pode ser prejudicial ao profissional. “As dificuldades dentro das organizações são reais. É preciso buscar maturidade para lidar com os problemas. O chefe não espera que de cinco em cinco minutos chegue uma queixa. Não é que não possa falar, mas tem de saber o momento correto para isso”, diz Almström.

Relacionamento com chefe pode ser construído

Para Miotto, o chefe e o funcionário podem ter uma relação, mas há limites. “Uma relação de confiança cria um ambiente de trabalho seguro. Mas há um limite. Eu posso chegar para o chefe e dizer que não estou bem, que tenho um problema pessoal, e ele abrir espaço para eu falar”, diz.

Porém, é necessário fazer uma análise da empresa para entender esses limites. “É preciso observar o ambiente antes de sair contando tudo para ele. Um relacionamento com o chefe se constrói no dia a dia. Aí o funcionário vai ter clareza de até aonde ele pode ir”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.