Edina Alves Batista foi a primeira árbitra a apitar uma final de campeonato masculino de futebol profissional. Palmas à ela!
Vou escrever de maneira bem respeitosa: quando começou a aparecer, mostrou-se acima da média do que seus colegas homens. Porém, super-exposta, sofreu ciúmes e teve problemas particulares, errando bastante nas partidas (o Primavera de Indaiatuba que o diga, pois foi uma das suas piores atuações na arbitragem do simpático time do Interior contra a Portuguesa).
Na sua volta, depois de um tempo sumida, voltou a apitar direitinho num primeiro momento, mas depois cometendo vários erros técnicos e disciplinares que os marmanjos também cometem. E, algumas vezes, variando de bons a ruins jogos.
HOJE, ela está acima da média das outras colegas árbitras e com justiça vai à Copa do Mundo Feminina 2023. Mas no geral (incluindo árbitros), Edina é simplesmente como qualquer outro juiz mediano do Brasileirão (e isso não é pejorativo).
Sabemos que o futebol feminino no Brasil está em desenvolvimento ainda, e por tudo isso, Edina já é uma vencedora. Mas ainda falta qualidade para alcançar o mesmo nível de arbitragem de Wilton Sampaio ou Raphael Claus.
O jogo citado (vale a leitura) em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/03/28/cuidem-da-edina-para-que-outros-nao-sejam-prejudicados-como-o-primavera-de-indaiatuba/
Sobre ontem, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/04/02/erros-de-todos-no-agua-santa-x-palmeiras-em-10-minutos/

Foto: Julia Rodrigues/UOL

































