– Eneagrama e os 9 Perfis de Personalidades.

Muito bacana: compartilho uma matéria sobre os 9 tipos de personalidades estudados através de um eneagrama (sobre como as pessoas enxergam o mundo).

Ótimo para a vida pessoal e profissional.

Abaixo, extraído do Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, 31/07/2016, Pg 4, por lalves@jj.com.br

ENEAGRAMA: DESCUBRA-SE EM UM DOS 9 PERFIS DE PERSONALIDADE

Cada pessoa enxerga e reage de forma diferente às situações do dia a dia. Segundo o Eneagrama, um sistema milenar de autoconhecimento, essas diferenças de pontos de vista se dão através de nove personalidades padrão. “É como se cada pessoa recebesse óculos para ver o mundo. O formato da lente destaca ou isola certos aspectos e gera atitudes diversas, mesmo diante da mesma circunstância”, explica Denise dos Ouros, professora de Eneagrama e coach.

Para Denise, a maior parte dos desentendimentos e conflitos é caComportusada pelo fato de não conhecermos e respeitarmos o ponto de vista alheio. “Por exemplo, uma simples goteira pode dar origem a diversas reações. Como exemplo, cito o compositor Chopin, o qual teve um relacionamento amoroso com a escritora George Sand. Conta a lenda que durante um período de chuvas, gotejava no bangalô onde estavam hospedados, na Espanha. Ao ouvir o barulho da água pingando, Chopin sentou-se ao piano, reproduziu o som e compôs ‘A Gota D´água’. Ao passo que George procurou pela caixa de ferramentas, arrastou uma mesa, subiu sobre ela e começou a consertar o local por onde a água entrava”, compara.

Denise comenta os perfis de Chopin e George segundo o Eneagrama. “Arriscaria dizer que Chopin era um tipo 4 e a George Sand era um tipo 8. Eu poderia dissertar sobre a inteligência que vem do coração, a qual capta a melodia natural de uma goteira e transforma-a em melodia instrumental. Ou explicar mais sobre a inteligência que vem do corpo, entra em movimento e parte para a imediata solução do problema”, detalha a coach.

A explicação a partir da observação de um fato demonstra como o Eneagrama pode ser aplicado no dia a dia. “A ferramenta ajuda a superar barreiras, reforçar pontos fortes e concretizar anseios mais profundos. Propicia o exercício da empatia, melhorando substancialmente relacionamentos pessoais e familiares. No campo profissional, sua aplicabilidade está ligada ao desenvolvimento de lideranças e de equipes com alta performance, prevenção e redução de conflitos e  na melhoria na comunicação”, exemplifica a professora.

Segundo Denise, a conscientização da pessoa quanto ao seu tipo no Eneagrama não pode ser imposta, mas reconhecida e aceita para que o desenvolvimento pessoal aconteça. “Descobrindo a motivação pela qual agimos podemos sair do piloto automático, encontrando outras maneiras de resolver dilemas, criar oportunidades e melhorar nossos relacionamentos”, explica.

QUEM É QUEM NO ENEAGRAMA?

Tipo 1 | Perfeccionista

Enxerga o mundo por lentes meio quadradas, procura corrigir a si e aos outros através de normas, métodos, relógios e disciplinas. O seu crítico interior muitas vezes não permite que ele relaxe ou se divirta.

Tipo 2 | Doador

Ao vestir esses óculos, o doador parece ter sempre uma maçã nas mãos, pronta para oferecer ao outro, costuma estar mais preparado para ajudar do que para lidar com as próprias necessidades.

Tipo 3 | Realizador

Fazendo, realizando, competindo e conquistando, o realizador vive em busca de uma estrelinha. Quando olha muito para o céu, acaba esquecendo seus próprios sentimentos.

Tipo 4 | Romântico

Sob emoções muito profundas, em tons quase dramáticos, o romântico através dos seus óculos, olha o mundo e observa o que está faltando. Essa falta o remete para o passado ou para o futuro.

Tipo 5 | Observador

Com esses óculos o mundo que é observado parece não ter nada a oferecer. Daí o observador volta para sua caverna e armazena o que tem para si.

Tipo 6 | Cético

O cético enxerga o mundo como um lugar ameaçador, por isso busca constantemente proteção e segurança. Tem uma percepção desconfiada dos fatos que o leva a atacar em alguns casos e o paralisa em outros.

Tipo 7 | Sonhador

O sonhador vê a sua frente um mundo de múltiplas possibilidades e gosta de experimentar um pouco de cada coisa, vivendo mais na superfície. Ele geralmente não gosta de olhar para a dor e o sofrimento.

Tipo 8 | Protetor

O protetor ao colocar seus óculos se acha grande e poderoso, pronto para quebrar regras e lutar contra injustiças. Esse exagero protege suas fraquezas e vulnerabilidades.

Tipo 9 | Mediador

O mediador se desconecta de si mesmo e enxerga um mundo de paz e amor, sem conflitos (como aquele sonhado nos anos 60), esquecendo-se de suas vontades próprias.

HISTÓRIA DO ENEAGRAMA

O estudo sobre as origens do Eneagrama aponta que seu símbolo pode ter pelo menos 2.500 anos e que mestres, líderes espirituais e filósofos como Pitágoras e Platão já utilizavam sua forma geométrica para representar vários sistemas dentro das escolas de sabedoria.

A palavra Eneagrama tem origem grega: Ennea (nove) e Gramma (pontos), sendo traduzida como “figura de nove pontas”. Esses sistemas e ensinamentos ligados à figura do Eneagrama percorreram um longo e misterioso caminho nas areias do tempo até chegarem ao século XX.

Outro marco da presença do Eneagrama nas antigas tradições aparece no séc. IV d.C., quando os padres do deserto colocaram na estrela de nove pontas as virtudes e as paixões humanas.

No início do século XX, o Eneagrama foi trazido para o Ocidente (França e EUA) pelo filósofo greco-armênio George I. Gurdjieff, que havia viajado aos pontos mais remotos do mundo antigo em busca da ciência que possibilitava a transformação da psique humana.

Quem desenvolveu a tipologia psicológica do Eneagrama, descobrindo a relação entre o símbolo e os tipos de personalidade foi o também filósofo boliviano Oscar Ichazo, por volta de 1950.

Na década de 70 o Dr. Claudio Naranjo, chileno, psiquiatra do Instituto Esalen, em Big Sur, California (EUA) participou de treinamentos com Ichazo, na Escola chilena de Arica, aprendeu o método e ampliou seu uso e aplicabilidade na psicologia moderna.

Hoje o Eneagrama conta com validação científica e acadêmica, incluindo diversas teses de mestrado e doutorado nos EUA e na Europa. No mundo dos negócios, o Eneagrama está sendo aplicado por alguns cursos de MBA de instituições como Stanford e Loyola nos EUA, FGV e USP no Brasil.

Sobre a Oito Ouros – Denise dos Ouros Vicentin,  coach especializada em eneagrama, atua na área de desenvolvimento humano e coaching pessoal, profissional e empresarial. A partir do sistema do eneagrama, a profissional auxilia as pessoas na descoberta de suas motivações. Denise possui experiência de mais de 30 anos em ambientes corporativos e há 5 anos fundou a Oito Ouros. É certificada pelo Enneagram Professional Training Program e possui formação em Psicologia Transpessoal, Biopsicologia, Trabalho Sistêmico, Constelação Organizacional e Abordagem Integral.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Paciência, Persistência e Paixão aos Empreendedores.

Os 3P’s do Empreendedorismo em um resumo bem claro, abaixo:

– Sabemos pedir a Deus?

Será que sabemos pedir as coisas corretas a Deus?

Ou será que Ele sabe o que é melhor para nós?

Uma frase para pensar:

– Pé na estrada!

Sem trânsito na Rodovia Dom Pedro!

Como é bom pegar esse trecho tão bonito… (aqui: Atibaia).

O azul inspira essa paisagem;

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– Sorrindo!

O sorriso encantador da minha Tetéia sempre me traz felicidade!

Como não me sentir amado?

❤️ #PaiDeMeninas #Felicidade #Amor

– A Felicidade Bruta do Butão ensinando o Gerenciamento Organizacional no Brasil.

Devido ao constante crescimento do número de pessoas que se demitem em busca de uma melhor saúde mental, executivos viajaram para o Butão – país que institucionalizou a política de FIB (Felicidade interna Bruta) – a fim de conhecer e  implantar melhores políticas de liderança nas empresas.

Vale a pena a leitura, no texto extraído de: https://epocanegocios.globo.com/futuro-do-trabalho/noticia/2023/07/o-que-o-butao-pais-da-felicidade-bruta-tem-a-ensinar-as-liderancas-segundo-o-ceo-da-gerdau.ghtml

O QUE O BUTÃO, PAÍS DA FELICIDADE BRUTA, TEM A ENSINAR ÀS LIDERANÇAS, SEGUNDO O CEO DA GERDAU

Por Louise Bragado.

Em junho, Gustavo Werneck esteve no país com um grupo de executivos para investigar o sistema de felicidade bruta e como isso pode ser traduzido nas empresas: “Quando você cria essa cultura de felicidade e pertencimento, você cria também um ambiente adequado para a inovação florescer”

Nos últimos três anos, mudanças significativas no mercado de trabalho — insatisfação crescente, pessoas se demitindo em busca de propósito, o movimento “quiet quitting” — acenderam o alerta para as corporações: estamos oferecendo um ambiente de trabalho saudável e humanizado? A saúde mental dos colaboradores parece ter ficado durante algum tempo relegada ao RH, e agora passa a fazer parte dos assuntos fundamentais discutidos pelas lideranças. O desafio está em transformar isso em ação.

“Conceitos tradicionais de liderança do tipo comando e controle, que estimulam a criação de centros de poder e egos elevados, não fazem mais sentido”, defende o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck. “Esse conceito de liderança está fracassado”, afirma o executivo, que, em junho, esteve no Butão para conhecer o país onde bem-estar não é uma ideia abstrata. Ainda na década de 1970, o Butão instituiu como política pública o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), medida por indicadores como bem-estar psicológico, uso do tempo e saúde.

Além de Gustavo, integraram o grupo que viajou ao país Renata Afonso, chair person do UNICEF Brasil, Pedro Lins, professor da Fundação Dom Cabral, Marion Klimmek, membro do conselho de administração do Grupo Condor, e Rodrigo Klas, da Klas Viagens, companhia de turismo especializada em viagens de incentivo e experiências. De lá, Gustavo trouxe insights sobre cultura organizacional e o papel das lideranças na promoção da saúde mental dos colaboradores. Confira a seguir o relato do executivo.

“Não conhecia o Butão, mas já tinha esse desejo porque morei na Índia, que faz fronteira com o país, durante dois anos. Essa vontade reacendeu em 2019, quando, em um dos fóruns da Fundação Dom Cabral, trouxemos, de forma online, o ex-primeiro ministro do Butão Tshering Togbay, que é um grande embaixador do tema da felicidade bruta. A viagem foi uma oportunidade única de investigar um pouco mais o sistema de felicidade bruta, que já está na origem do Butão, associado ao budismo e, em 1972, se tornou, de fato, uma política de Estado. Desde então, é um conceito que não só vem sendo desenvolvido pelo Butão, mas implantado por outros países e se tornou também um indicador acompanhado pela ONU. O Butão é um país que entendeu, logo cedo, que tão ou mais importante quanto o crescimento econômico é gerar satisfação para as pessoas que vivem lá.

Nessa transformação de mundo que estamos acompanhando nos últimos anos, tem ficado difícil para as empresas se diferenciarem umas das outras. O acesso a capital ficou mais fácil, um empreendedor pode ir ao mercado, pegar dinheiro barato, comprar tecnologia e começar um processo produtivo. Tenho sentido nos últimos anos que as coisas estão muito copiáveis. O grande diferenciador estratégico das organizações, que não é copiável, é a cultura empresarial, porque ela é desenvolvida ao longo dos anos.

O potencial criativo do ser humano ainda é muito mal utilizado nas empresas, muitas vezes porque a cultura não possibilita isso. Em uma cultura corporativa de medo, onde as pessoas se sentem julgadas, imagine o que se perde porque as pessoas não se sentem confortáveis em criar? A Gerdau é uma empresa de 122 anos e queremos, cada vez mais, nos diferenciar, para vivermos mais 100 anos. Não é à toa que meu papel hoje na companhia está fortemente relacionado à cultura. Como CEO, me considero um facilitador dessa transformação.

Então, como podemos tentar traduzir de maneira mais detalhada esses conceitos de felicidade bruta para dentro de uma empresa? A ideia da viagem foi debater um pouco isso: estratégias para aumentar o índice de satisfação dos funcionários. Pensando no nosso caso, somos uma empresa com 35 mil colaboradores. Como fazer para que todas essas 35 mil pessoas, de fato, se sintam psicologicamente seguras e satisfeitas no ambiente de trabalho?

Isso pode ser aplicado de forma muito intensa, com treinamentos, capacitações, pesquisas de clima organizacional, mas muito além disso. É preciso fazer uma análise profunda do ser humano em todas as suas dimensões. Aquela pessoa está dormindo bem? As emoções dela são mais negativas ou mais positivas? Há um contínuo crescimento dos problemas de saúde mental nas organizações, a gente vem medindo esse indicador de forma intensa, especialmente após a pandemia. Cada vez mais, as empresas precisam reforçar o cuidado com a saúde mental dos colaboradores, em um nível holístico, entendo emoções e espiritualidade, de forma estruturada, e não pontual. Meu desejo, com a viagem, era entender de forma mais pragmática e focada se os modelos de felicidade bruta são aplicáveis ou não nas empresas, e estou convencido que sim.

Para isso, o papel das lideranças é fundamental. Conceitos tradicionais do tipo comando e controle, que estimulam a criação de centros de poder e egos elevados, não fazem mais sentido. Esse conceito de liderança está fracassado. Eu entendo que grandes corporações, ao longo do tempo, acabam ficando mais burocráticas, mais hierárquicas, mas é preciso olhar para os aspectos da cultura que precisam mudar. Na Gerdau, estamos nos tornando uma empresa cada vez mais horizontal, delegando autonomia para os times. Busco contratar ou colocar no meu time pessoas que são melhores do que eu, para que eu possa ter acesso a tempo, hoje a variável mais importante do mundo, para fazer escolhas adequadas.

Os gestores se tornam líderes quando passam a ter tempo para fazer as grandes escolhas transformacionais das quais a empresa precisa. Se as lideranças não dedicarem tempo legítimo e de fato promoverem uma cultura mais humanizada, vão ficar para trás. O bacana desta viagem é que o grupo foi formado por pessoas que já vivenciam esses novos conceitos de liderança. Não estávamos fazendo turismo e, mesmo em momentos de caminhadas e passeios, o que vivenciamos foram debates e conversas sobre o assunto. O nível de perguntas e de aprofundamento que tivemos nos ajudou a elevar a troca de conhecimento.

Tive também um insight relacionado à inovação. No dia a dia, nós temos que fazer a empresa ser absolutamente simples. As organizações acabam perdendo a simplicidade, com situações de controle extremamente burocráticas, a necessidade de reportar as ações para todo o mundo, reuniões intermináveis. A simplicidade ainda funciona. É preciso dar autonomia para as pessoas entenderem as inovações, criarem novas soluções. Foi algo que consegui ver lá: as coisas andam porque são muito simples.

Às vezes, claro, você erra. Mas se você não cria uma cultura que tolera o erro, a inovação não prospera. Quando você cria essa cultura de felicidade e pertencimento, você cria também um ambiente adequado para a inovação florescer“.

Rodrigo Klas, da Klas Viagens, especializada em turismo de experiência, ressalta que a experimentação e a vivência de conceitos à primeira vista abstratos — como a felicidade — trazem benefícios tanto para as lideranças quanto para as empresas que comandam.

“Muitas corporações já começaram a falar de felicidade. Há cerca de 400 empresas no mundo que já estruturaram departamentos de felicidade em sua operação. A viagem ao Butão teve o propósito de fazer com que as lideranças brasileiras vivenciassem o conceito na prática, porque aí fica muito mais fácil de aplicar e reproduzir isso na empresa, e de forma perene, com resultados para o negócio”, observa.

O executivo ainda destaca o aspecto da espiritualidade, também relacionado à sensação de bem-estar. “A espiritualidade traz um equilíbrio e uma calma que ajudam na gestão. Um líder se torna um líder quando estimula comportamentos que ele mesmo replica. Trata-se de uma liderança iluminada, isto é, presente e consciente das mudanças que pretende implementar.”

Grupo de lideranças que viajou ao Butão — Foto: Arquivo pessoal

Grupo de lideranças que viajou ao Butão — Foto: Arquivo pessoal

– O belo lago.

O bonito sol raiando no Lago do Taboão, nessa 3ª feira.

Viva a natureza e os seus cenários.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Palmeiras: como está o Bráulio?

Bráulio da Silva Machado, Professor de Educação Física, catarinense de 44 anos e morador em Tubarão / SC, apitará o jogo das Quartas-de-Final da Copa do Brasil entre São Paulo x Palmeiras no Morumbi.

Bráulio tem aplicado muitos cartões em seus jogos, especialmente amarelos por motivos diversos (indisciplina, reclamações e outros). Mas tem apitado menos faltas do que de costume, tentando fazer o jogo correr mais, seguindo a orientação da FIFA. Das várias partidas que assisti dele, vejo algumas oscilações, sendo que muitas vezes há graves erros técnicos. Por exemplo: qualquer chute que batia no braço, involuntário ou não, ele tendia a marcar pênalti. Melhorou nesse quesito…

Alguns equívocos:

Por justiça, há de se lembrar: ele foi muito bem em Corinthians x Flamengo, pelo jogo de ida da final da Copa do Brasil do ano passado, especialmente no lance de Léo Pereira. Relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/10/13/penalti-de-leo-pereira-no-corinthians-0x0-flamengo/

O ano de 2023 não começou bem para Bráulio, que pela mesma Copa do Brasil apitou Sergipe x Botafogo e foi agredido. Falamos sobre esse episódio aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/03/sobre-as-queixas-contra-a-arbitragem-de-sergipe-1×1-botafogo/

Logo após o pedido de Tolerância Zero, vi Bráulio apitando Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro, onde o árbitro ficou mais preocupado com os bancos e seus treinadores, do que com o próprio jogo! E olhe que o Caixinha não fala de arbitragem e, por enquanto, não recebeu um cartão sequer no Brasileirão. Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/30/o-mau-momento-dos-arbitros-da-fifa-no-brasil/

Recentemente, Bráulio esteve no Morumbi e deu o ridículo pênalti de queimada a favor do São Paulo contra o Internacional, na vitória do Tricolor por 2×0. Foi mal mesmo… E 3 dias depois, apitou Palmeiras x Grêmio, com vitória do Verdão por 4×1.

Porém, há poucos dias, Bráulio apitou Atlético Mineiro 1×1 Palmeiras e anulou o gol de bicicleta de Rony, quando o palmeirense deu uma declaração confusa, de que o “árbitro admitiu que errou pois o erro veio lá de cima“. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/28/o-gol-de-bicicleta-anulado-de-rony-em-atletico-mineiro-1×1-palmeiras-e-o-suposto-penalti-de-marcos-rocha/

Enfim: quando os jogos da Copa do Brasil foram sorteados, escrevemos que a lógica seria Claus apitar um dos jogos (de preferência, o segundo) e a primeira opção seria de Bráulio (texto de 07 de junho de 2023, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/06/07/seneme-desde-ja-cocando-a-cabeca-para-a-escala-da-copa-do-brasil-entre-palmeiras-x-sao-paulo/), já que Wilton Sampaio é vetado.

Curiosidade: Bráulio é um dos árbitros que mais foi escalado em jogos do Palmeiras e do São Paulo nos últimos anos. Vide como ele “vai bem” em jogos de ambos:

2021:
Palmeiras 3×2 Santos
SPFC 2×1 Grêmio
SPFC 0x0 América
Palmeiras 1×0 Internacional
SPFC 3×1 Juventude

2022:
Goiás 1×1 Palmeiras
Palmeiras 0x2 Athletico
América 2×2 SPFC
Fluminense 1×1 Palmeiras
Palmeiras 4×0 Coritiba
São Paulo 3×1 Coritiba
Athletico 1×3 Palmeiras
SPFC 2×2 Atlético
Cuiabá 1×1 Palmeiras

2023:
Palmeiras 4×1 Grêmio
São Paulo 2×0 Internacional.

Que tenhamos uma arbitragem sem polêmicas!

Imagem extraída de TechTudo.com.br

– Recordar é viver!

Não é dia de #tbt, mas ao recordar essa foto da minha Marininha (há 8 anos), penso: como os filhos crescem rápido!

– Te amo, Filhota, do jeito que você é e da forma como Deus te permitiu.

🩵💛💜 #Paternidade #Família #Amor

– Analfabetismo Funcional: um Sério Problema do Brasil.

Se você também se revolta com dados sobre analfabetismo no Brasil, que não levam em conta os analfabetos funcionais, o artigo abaixo é de muita valia.

Vivemos numa sociedade onde, infelizmente, credita-se o valor de alfabetizado àquele que sabe assinar o próprio nome. Mas não temos um sem-número de pessoas que não conseguem interpretar textos?

PARA ROMPER COM O ANALFABETISMO FUNCIONAL

por Priscila Cruz* (Estadão, 25/06/2017, pg 2)

A recente divulgação dos dados da oitava edição do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, com apoio do Ibope, oferece um painel extenso e consistente dos níveis de alfabetismo de jovens e adultos brasileiros nos últimos dez anos.
Diferentemente das estatísticas fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que se baseiam em dados autodeclarados, o Inaf é realizado por meio de uma entrevista e um teste, avaliando efetivamente as habilidades de leitura, escrita e Matemática de brasileiros entre 15 e 64 anos de idade, classificando-os em quatro níveis de alfabetização: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar – estes dois considerados como analfabetos funcionais -, alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno – considerados juntos como alfabetizados funcionalmente. É este último nível, o pleno, que precisamos universalizar, pois é a condição necessária para a inserção digna e autônoma na atual sociedade, crescentemente complexa.
Os dados revelam que o Brasil parece ainda não se ter dado conta da urgência e da gravidade dos problemas que enfrenta no campo da educação.
Ainda que se tenha reduzido a proporção de analfabetos funcionais e aumentado os que estão no nível básico, é preciso mais, bem mais. Nossas atenções devem estar voltadas para o nível pleno de alfabetismo – e aqui houve retrocessos preocupantes. Entre 2001 e 2011, o domínio pleno da leitura caiu de 22% para 15% entre os que concluíram o Ensino Fundamental II, e de 49% para 35% entre os que fizeram o ensino médio. Com ensino superior, 38% não chegam ao nível pleno.
Como referência, no nível pleno estão as pessoas que conseguem ler e compreender um artigo de jornal, comparar suas informações com as de outros textos e fazer uma síntese dele. Em Matemática, as que resolvem problemas envolvendo porcentuais e proporção, além de fazerem a interpretação de tabelas e gráficos simples.
Não conseguimos avançar do básico para o pleno, nível estagnado há dez anos. Mesmo que o Inaf não seja um indicador escolar, pesquisando até mesmo pessoas que nunca tiveram acesso à escola, podemos atribuir parte desses resultados, justamente, à falta de acesso e à insuficiente aprendizagem dos alunos ao longo da educação básica. Ainda hoje não conseguimos garantir que todas as crianças e todos os jovens estejam na escola e adquiram as habilidades esperadas em cada série em disciplinas básicas como Português e Matemática.
Tal situação evidencia a urgência de um investimento eficiente, consistente e focado nos anos iniciais. É neles que todo o problema começa, mas também é neles que a solução deve nascer.
Portanto, como sociedade, precisamos exigir que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas até os 8 anos de idade. Sem se perder em discussões ideológicas estéreis, sem concessões de espécie alguma. É um direito de nossas crianças, que precisa ser assegurado.
Esse é o primeiro passo, e ainda estamos muito longe de considerá-lo um patamar vencido. A Prova ABC – a primeira avaliação externa da alfabetização das crianças de 8 anos realizada em 2011 pelo movimento Todos Pela Educação, pelo Instituto Paulo Montenegro/Ibope, pela Fundação Cesgranrio e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – mostrou que pouco mais de metade das crianças avaliadas apresentara aprendizado adequado em leitura e escrita no final do terceiro ano do ensino fundamental, e essa proporção cai para pouco mais de 40% em Matemática. As que não conseguem alfabetizar-se nessa etapa passam a acumular lacunas cada vez maiores, o que dificulta ou até mesmo impossibilita a sua aprendizagem nas etapas posteriores.
Dessa maneira, os dados revelados pelo Inaf 2012, somados aos indicadores produzidos pela Prova ABC, expõem o grande desafio educacional deste início do século 21: garantir a todos a alfabetização plena, pré-requisito para a garantia do aprendizado ao longo de toda a vida escolar de crianças e jovens.
Para mudar esse cenário é fundamental avançarmos rapidamente na agenda que deveria ter sido cumprida no século passado e romper com o descaso histórico com a qualidade da educação, direcionando muito mais esforços para assegurar que todos os alunos atinjam a competência em leitura, escrita e Matemática. E para isso é necessário começar pela base, desde a Educação Infantil.
O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) – a avaliação bianual realizada pelo Inep para monitorar a aprendizagem no final de cada ciclo – comprova essa tese. A pontuação média em Língua Portuguesa dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental que não cursaram a Educação Infantil é de 169, enquanto a dos que a cursaram é de 187. Se a Educação Infantil tivesse uma qualidade muito boa no Brasil, esse impacto seria ainda maior.
Todas as evidências científicas apontam para a qualidade dos professores como fator determinante. Um bom professor é um ótimo começo. Assim, é preciso atrair os melhores professores para essa etapa do ensino, os mais experientes e mais bem preparados para trabalhar com as crianças que cursam os anos iniciais. As faculdades de Educação precisam ser reformuladas, colocando o foco na aprendizagem dos futuros alunos de seus alunos.
É vergonhoso que o país que tem o sexto produto interno bruto (PIB) do mundo esteja entre os piores em educação. Não obstante o Brasil conseguir acumular riquezas, não consegue distribuí-las de forma justa, e a má distribuição de renda é reflexo da educação de baixa qualidade.
Mais do que garantir escola para todos, é preciso universalizar a aprendizagem.
* DIRETORA EXECUTIVA DO MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO

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– Have a safe and happy 4th of July (Independência dos EUA).

Happy Independence Day! Enjoy your day safely but for sure enjoy it!

continua em Have a safe and happy 4th of July

– Saudade de entrar no mar…

Na “terça-fria” que temos, bateu uma vontade de estar na praia… (por que será, não?)

Aqui: Morro Branco / CE, há muiiiito tempo…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#beach #praia #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #oceano #Ceará

– Liturgia Diária de 04/07/2023.

MISSA DA FÉRIA 4ª Classe – Missa Própria Eis como eles se amam, foi dito em louvor dos primeiros Cristãos. E não podia ser de outra forma, pois se …

Continua em: Liturgia Diária – 04/07/2023

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 3ª feira (4 de 4).

🌅 “5h e pouco” – Desperte, Bragança Paulista, ainda mais fria.

Que a terça-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, 3ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: beijinhos.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #puma

– Início da Trezena de Nossa Senhora do Carmo.

Para quem é devoto da poderosíssima invocação de Nossa Senhora do Carmo, hoje é um dia especial: começa nessa 4a feira a Trezena por essa devoção à Virgem Mãe. Serão 13 dias de felizes orações, culminando no dia 16 (data da Festividade).

  • Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós.

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– Gelatinas deliciosas!

Hora da gelatina!

Hum… saborosas e fazem bem à saúde.

Acabamos de colocar na geladeira.

Os benefícios são: https://professorrafaelporcari.com/2022/03/20/coma-gelatina-2/

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– Rádio Manchete?

Ôpa! Ao ver a notícia abaixo, bateu um saudosismo dos anos 80…

Eu me lembro da TV Manchete do Grupo Bloch, e das Revistas Manchete e Manchete Saúde.

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– Quais suas habilidades profissionais?

Muito legal! Participei de um Red Bull Wingfinder, uma especie de teste de capacitação e habilidade profissional.
Para quem queira fazer, o link aqui: https://www.redbull.com/br-pt/wingfinder
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– A diferença da Tristeza e do Cansaço? Da Depressão e do Stress? Do Burnout e do Pânico?

São coisas diversas, mas caminham próximas: a tristeza, a depressão, a ansiedade e… o Pânico e o Burnout!

Sabe o que é tudo isso?

Vamos por partes: quem “cansa”, muitas vezes se entristece, mas pode enervar-se também ou ainda se desesperar! O sujeito “cansado pela vida” – no trabalho ou em casa – dificilmente estará feliz!

Digo isso pois fui instigado por mim mesmo a responder à questão da relação entre Depressão e Stress, Síndrome do Pânico e Síndrome de Burnout. Claro que não consegui “me responder”…

Para entender tudo isso, vale assistir esse vídeo que minha esposa me indicou e é extremamente pertinente: a jornalista Izabella Camargo e o Padre Fábio de Melo, de maneira leve e didática, debatem e respondem toda essa relação e os males disso nas questões física e espiritual.

Independente da religião ou da atividade profissional, o conteúdo é excepcional para todas as situações, crenças e descrença, ânimos e desânimos.

Destaco uma menção importante nesse vídeo:

“Depressão é o excesso de passado, estresse é o excesso de presente, ansiedade é o excesso de futuro ”. (Ana Beatriz Barbosa, psiquiatra).

O vídeo está disponível em: https://youtu.be/F_mzwRbuVGg

Reprodução: Web

– Destruindo o sofá.

Alguém destruiu o sofá e foi flagrada…

A Pepita nunca deu trabalho, mas caprichou dessa vez! Que carinha de “não fui eu”!

🐶 #cão #pet #dog #animal

– Treinador receberá Cartão por conta do mau comportamento dos seus substitutos, se não identificados.

A partir de 1º de julho, começaram a valer as mudanças da Regra do Futebol 2023/2024. No Campeonato Brasileiro de 2023, elas já valem desde a Rodada 1, por conta do nosso calendário diferente.

Sobre elas, já escrevemos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/02/as-mudancas-das-regras-para-a-temporada-2023-2024/

A novidade é: um ponto “esquecido”, que já estava escondido na Regra e que é muito importante, não foi debatido:

  • Jogadores substitutos e membros da comissão técnica que reclamarem ou cometerem atos de indisciplina, se não identificados, terão a sua punição revertida ao TREINADOR!

Ou seja: se um reserva fazer arruaça e o árbitro não conseguir identificá-lo, o Cartão Amarelo irá ao seu treinador.

Quem será o primeiro a ser vítima dessa regra (já existente na Regra 12 e que agora se faz notória)?

Imagem extraída da Web:

– Momento bonito do dia:

Tarde fria, mas bonita e com céu azul.

Fotografar relaxa a mente e desestressa a alma…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #lago #lake #BragançaPaulista

– Em favor da Educação…

… livros!

Uma imagem significativa, abaixo:

– Olhar do Gato.

🇺🇸 Mimi the cat and her suspicious look… what could this animal have been up to? 🇧🇷 O gato Mimi e o seu olhar desconfiado… o que será que esse bicho aprontou?

– Produtos de beleza masculina da… Brahma?

Veja só que curioso: o Boticário e a Ambev lançarão para o Dia dos Pais uma linha de produtos de beleza inspirada na Cerveja Brahma!

Eu acho que foi uma sacada inteligente…

Mais informações e produtos, em: https://gkpb-com-br.cdn.ampproject.org/c/s/gkpb.com.br/126095/men-brahma/?amp=1

– Fé, esperança e caridade.

A fé nunca pode falhar!

Como estou na espera de um Ultrassom (e aqui é um hospital-escola de confissão franciscana), a cada pouco as virtudes teologias são lembradas: Fé, Esperança e Caridade!

Não seria incrível se tivéssemos um mundo realmente de paz?

– A Escrita à Mão sobreviverá?

Adoro rabiscar em papéis. Ando sempre com várias canetas e boas lapiseiras. Caprichar na caligrafia (quando posso) é muito bom! Claro que meus textos costumeiramente (como a maior parte da população hoje) são digitados em equipamentos eletrônicos. Mas se puder encher a minha agenda de lembretes escritos ao invés dos marcadores eletrônicos, melhor!

Leio um bacana texto do Marcelo Tas, em seu blog no Terra. Ele aborda justamente isso: escrever a mão deixará de existir?

Sabe qual a motivação dele para escrever o artigo? O fato de que na Inglaterra, uma pesquisa acusou que as pessoas (em média) ficam 45 dias sem pegar uma caneta!

Uau. Em: http://blogdotas.terra.com.br/2012/07/17/escrever-a-mao/

ESCREVER À MÃO: PRÁTICA EM EXTINÇÃO?

Qual a última vez que você escreveu usando um lápis ou caneta? Estudo recente, realizado a pedido da Docmail– empresa que imprime e envia correspondência via web da Inglaterra- diz que as pessoas tem pego na caneta uma vez a cada 45 dias!

Das duas mil pessoas que participaram da pesquisa, dois terços declararam que pegam na caneta quando precisa fazer anotações em papelzinhos colantes. Mais da metade confessam que sua caligrafia tem piorado de forma acelerada. Uma em cada sete pessoas sente vergonha dos erros de ortografia. E 40% sistematicamente abreviam as palavras na hora de escrever ou preferem a comunicação falada.

Recentemente tive a alegria de recuperar mais de uma dezena de caderninhos onde anoto e desenho coisas desde quando iniciei minha vida profissional. Estou chocado com a quantidade de coisas que já escrevi à mão e usei nos trabalhos que realizei por aí. Tenho me esforçado para manter esse caderninho como companhia. Mas percebo, com uma certa preocupação, que a minha produção de escrita à mão tem diminuido de forma acelerada, como sugere a pesquisa.

Segundo uma outra pesquisa, que eu mesmo faço no Google, há dezenas de cursos de caligrafia prometendo o milagre de fazer a escrita melhorar em 15 dias.

A escrita à mão está com os dias contados? Vai nos fazer falta?

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Inspirando!

Uma flor para colorir o dia: essa, uma delicada roseira desabrochando.

Bonita ou não?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Eita…

Segunda-feira “braba”…

Mesmo madrugando, hoje faltará tempo: dores no canal inguinal me fizeram parar aqui no HUSF… Dipirona e Profenid na veia!

Sinal que estou “véio” rsrs! Faz parte.

Tirando a dorzinha bem chata, tudo controlado. E vida que segue.

💉 #soro #hospital

– A declaração de João Martins, a escola de Abel e a acusação de Felipão.

João Martins, auxiliar de Abel (que estava suspenso), disse:

“Entendemos que o futebol brasileiro passa uma imagem de que é o mais competitivo do mundo porque ganham vários. Mas ganham vários porque não deixam os melhores ganhar. Foi mais uma vez o que se passou hoje. É ruim pro sistema o Palmeiras ganhar dois anos seguidos”.

Isso é grave. E leviano também… Vamos lá:

É sabido que Abel Ferreira e João Martins fazem revezamento de reclamações (vide a alternância de cartões recebidos). É sabido também que são da escola de reclamações de Mourinho e Felipão, pois criam um clima de “eles contra nós”.

A gravidade da queixa deveria ser apurada com mais rigor; afinal, ele está colocando a lisura do campeonato em dúvida. E se for apenas “jogar para a torcida”, ou ainda, “fazendo pressão pré-jogo para a próxima rodada”, é uma irresponsabilidade. Que a arbitragem é ruim, não precisa dizer. Mas direcionada, não. Afinal, não seria capaz “de fazer o serviço”…

Neste domingo, o Palmeiras foi prejudicado pela não expulsão de Zé Ivaldo logo no começo do primeiro tempo (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-NQ3). Mas se assim fosse, como justificar o erro a favor na expulsão do zagueiro Halter do Goiás (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-MqN) ou do pênalti fantasma em Roni contra o Fortaleza (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-MH7)? A Teoria da Conspiração funciona quando o erro é contrário, mas ela não existe quando é a favor?

Primeiro, se reclama da arbitragem, o elo mais fraco. Se as arbitragens forem perfeitas, irá se reclamar do calendário. Se o calendário for ajustado, se reclamará da tabela. Se a tabela for equitativa, a queixa será dos gramados. E por aí vai.

Lembremo-nos: o São Paulo FC era brigado com a CBF quando conquistou seu tricampeonato com Muricy Ramalho no comando… E em tempo: na opinião de João Martins, o Palmeiras é o melhor, por isso não vencerá? Não é auto-suficiência se rotular como melhor, mesmo estando há 10 pontos do Botafogo?

Aliás, Felipão, professor dessa trupe, de maneira arrogante recebeu Amarelo e desdenhou do árbitro. Foi expulso. E depois disse: “Hulk recebe cartão por ordem de alguém lá de dentro, a gente sabe”.

É o mesmo velho filme, onde todos nós já sabemos como funciona o enredo. E isso cansa e não cola mais.

Print de tela de João Martins, quando “protestou” rodadas atrás.

– Cores da Alvorada.

Registrar as bonitas paisagens sempre será um prazer.

E a nossa alvorada caipira?

Veja só que beleza:

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress