A Flor do Limoeiro serve para fazer esta perfeita analogia: até os (as) mais azedos (as) têm sua beleza…
O limão não é doce, seu suco pode manchar a pele e o preço não vale quase nada. Entretanto, as limonadas são gostosas e o que aparenta ser desagradável, vez ou outra floresce singela e delicadamente. Vide o clique do limoeiro da minha casa (abaixo).
Quantas pessoas amarguradas que conhecemos são azedas na simpatia, enrugadas no relacionamento e amargas no comportamento. Mas como podemos julgar o íntimo delas?
Dessas, vale esperar um florescer eventual, uma demonstração de boa vontade ou, se nada disso existir, o respeito às causas internas dela ter se tornado uma pessoa murcha ou infrutífera.
O que não se pode nunca é: julgar! Nem taxar, rotular ou discriminar. A beleza pode ser imperceptível por razões nas quais nem imaginamos…
Ops: mas que papo é esse que usou o limão para questionar? Poderia ser o jiló, o coentro e outras tantos exemplos duvidosos da Mãe-Terra! rsrs
Brincadeiras à parte, fica a reflexão: olhemos com mais doçura para as pessoas, procurando minorar o azedume existente.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
CAVALEIRO SOLITÁRIO ERA CHAMADO DE ZORRO NO BRASIL
O Cavaleiro Solitário (Lone Ranger, em inglês), de George W. Trendle, ficou conhecido entre os brasileiros, durante algumas décadas, como Zorro.
A confusão entre os heróis aconteceu devido aos problemas de tradução da palavra “ranger” para o português. A popularidade que Don Diego, criado por Johnston McCulley em 1919, desfrutava no Brasil também ajudou nessa escolha.
Famoso em novelas de rádio, no cinema e em séries de TV, John Reid, identidade secreta do Cavaleiro Solitário, tem poucas semelhanças com o aristocrata californiano de capa e espada do século 19.
Na produção da década de 1940, “As Aventuras do Zorro – O Cavaleiro Solitário” pode se ver o mascarado ao lado do cavalo e do índio em uma versão mais comportada do que a nova adaptação com John Depp.
Zorro usa espada, algumas vezes um chicote, e é solitário. Reid prefere o revólver e sempre está acompanhado de seu fiel escudeiro Tonto –que, curiosamente, não teve o nome alterado mesmo com a conotação negativa da palavra. Sua montaria, Silver, tem pelo branco. O cavalo de Zorro é representado com pelagem escura, normalmente negra.
Também criado por Trendle, o Besouro Verde (Green Hornet) guarda mais similaridades com o Cavaleiro Solitário. Além da máscara e do chapéu, ambos têm um parceiro não europeu –o asiático Kato é o escudeiro do Bezouro– e são da mesma família: Britt Reid é a identidade secreta do herói.
“NUNCA, JAMAIS DESANIMEIS, EMBORA VENHAM VENTOS CONTRÁRIOS.”
Esse é um dos ensinamentos de Santa Paulina (cuja memória será celebrada no domingo).
Como é difícil colocar em prática isso… principalmente nos vendavais e tempestades da vida. Porém, lembremo-nos que os santos eram homens e mulheres como nós, mas que confiaram em Deus (mesmo com o forte vento tornando-se um furacão).
Que Ele também nos ajudea nos mantermos animados.
ANIMA = VIDA/ DES-ANIMA = MORTE
Hoje: 7º dia da Novena de Santa Paulina (Clique da Sé Catedral Nossa Senhora da Conceição, Bragança Paulista / SP).
Essa foto tem dois títulos: “ria das coisas que não deram certo na vida”, ou, se preferir, “é melhor rir para não chorar”!
Uma experiência de “auto-novo penteado” da Marina, minha filha mais velha, não foi das melhores. Porém, o bom humor dela mostra que, rir de si mesmo, é sempre positivo.
O Evangelho de hoje (Mt 9,9-13) nos faz refletir: o que respondemos quando Jesus nos chama?
Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10Enquanto Jesus estava à mesa, na casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.
11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Que possamos deixar tudo pelo Cristo que nos motiva.
Para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, apitará Raphael Claus.
Claus é renomado árbitro FIFA. Seu trabalho foi apenas razoável na Copa do Mundo, se acertou no Paulistão e, por não ter expulsado Abel Ferreira na intimidação à Calleri pelo Brasileirão, ficou duas rodadas na “geladeira”. Não deve ter problemas no jogo em Bragança Paulista.
Foi um grande surpresa ver tal escala. Era esperado que ele estivesse no segundo jogo entre Palmeiras x São Paulo pela Copa do Brasil, e, portanto, estaria preservado nessa rodada (quem atuará no meio de semana, estará poupado do Brasileirão e treinará nos próximos dias no RJ).
Fica a dúvida: pela lógica das escalas, para o meio de semana entre Palmeiras x São Paulo teremos Wilton Sampaio (vetado pelo Verdão) ou Edina Batista?
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
A polinização é o processo que garante a produção de frutos e sementes e a reprodução de diversas plantas, sendo um dos principais mecanismos de manutenção e promoção da biodiversidade na Terra. Para que ela ocorra, entram em ação os polinizadores, que são animais como abelhas, vespas, borboletas, pássaros, pequenos mamíferos e morcegos responsáveis pela transferência do pólen entre as flores masculinas e femininas. Em alguns casos, também o vento e a chuva cumprem este processo.
É certo, entretanto, que são as abelhas os agentes mais adaptados, mais eficientes e, portanto, os mais importantes no processo de polinização, havendo grande interdependência entre espécies de plantas e seus respectivos polinizadores, que podem ser únicos.
Um exemplo são as mamangabas e o maracujá. Esta abelha tem características que a fazem única no processo de polinização da flor do maracujá: seu tamanho acentuado e o movimento de vibração que só ela produz, faz com que o pólen seja derrubado, podendo ser transportado até a parte feminina da flor, fecundando-a. Sem a mamangaba, portanto, a reprodução do maracujá ficaria seriamente comprometida.
Desta íntima relação compreende-se a necessidade de proteção a todos os diversos tipos de polinizadores existentes na natureza.
AS ABELHAS E A POLINIZAÇÃO
As abelhas formam um grupo diverso e numeroso, compreendendo mais de 20 mil espécies no mundo. No Brasil, estima-se a existência de mais de 3.000 espécies diferentes de abelhas, mas apenas pouco mais de 400 estão catalogadas. As espécies nativas são os meliponíneos, ou abelhas nativas sem ferrão, que compõem a grande maioria das espécies de abelhas de nosso país.
Mas também existem as Apis Mellifera, conhecidas como as abelhas do mel ou africanizadas. Estas são abelhas exóticas, híbridos do cruzamento de abelhas trazidas da Europa e da África, e as mais utilizadas na apicultura: são abelhas com ferrão.
Existem também o grupo das abelhas solitárias e ainda as abelhas do gênero Bombus, popularmente conhecidas como mamangabas.
Ao contrário de outros grupos de insetos, tanto as abelhas adultas, quanto suas larvas e pupas, alimentam-se exclusivamente de recursos florais. Por isso, para suprir sua necessidade alimentar, as abelhas visitam uma grande variedade de flores, colhendo o pólen (fonte de proteína) e o néctar (para a produção do mel). A atividade de polinização é, portanto, uma ação involuntária dos polinizadores, mas essencial à vida das plantas, que se utilizam de cheiros, cores e sabores para atraí-los.
A IMPORTÂNCIA DA POLINIZAÇÃO
Das espécies conhecidas de plantas com flores, cerca de 88% dependem, em algum momento, de animais polinizadores. Mais de 3/4 das espécies utilizadas pelo homem na produção de alimentos dependem da polinização para uma produção de qualidade e quantidade.
Ops: o clique original da foto acima, cuja abelha está em destaque, é essa abaixo:
Fernando Diniz será por 1 ano (que é um período de tempo significativo no futebol brasileiro, os treinadores penam para chegar a tanto tempo em seus cargos)o treinador “tampão” da Seleção Brasileira, à espera da chegada de Carlo Ancelotti.
Penso:
Ser treinador do Fluminense e concomitantemente da Seleção requer tempo. Terá tanto tempo para não prejudicar sua equipe?
Ancelotti está apalavrado, não assinado. E se… entenderam? Diniz ficará como treinador efetivo, a contragosto do Fluminense?
Se Diniz fizer um magnífico trabalhocom a Seleção, Ancelotti virá assim mesmo?
Se forem jogar Fluminense x Palmeiras na volta de uma data-FIFA, já imaginaram se (como nessa última pausa) o Palmeiras ter que jogar desfalcado?Nem mesmo num jogo de confronto direto, mas se ambos estiverem disputando posição na tabela…
Eu preferia, sendo “tampão”, um treinador desempregado. Ou um assistente de Ancelotti. Mas nessas condições, acho complicado.
Parece “reclamação de boteco”: a bola bate acidentalmente em movimento natural do braço de um são-paulino após bater em sua cabeça.Segue o jogo. Mas… o perfil oficial do Palmeiras no Twitter pediu pênalti! Aí não dá…
Lance de Vitor Roque em Pulgar (que posteriormente resultou em gol): disputa de bola com contato físico faltoso. Repare que primeiro ele vai no corpo do flamenguista, com carga. Impossível dizer que aquilo é tranco legal(pois tranco é ombro a ombro com força permitida). Errou o árbitro Flávio Rodrigues de Souza.
Pênalti no Arrascaeta: atleticano “furou a bola” e chutou o flamenguista. Isso é a famosa falta por “imprudência”, onde você não quer fazer a falta, mas faz. Nesse tipo de lance, é infração sem cartão amarelo (ops: a “mão na bola” reclamada não foi).
Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:
ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.
Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.
Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.
Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.
Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.
Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.
E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.
Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria. Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.
Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.
Foto do interior da Capela do Santíssimo Sacramento da Basílica Nossa Senhora do Carmo (Campinas/ SP). Autoria Pessoal.