Em Janeiro de 2014, eu ostentava orgulhosamente essa mesma camisa e estava com esse mesmo tênis (novo à época). Era o início da A1 daquela temporada (a última do Galo na primeira divisão) contra o Audax.
Hoje, mesmo na 4a divisão, vamos com igual entusiasmo torcendo para o Paulista FC subir à A3, alcançando nesse sábado a 7ª vitória consecutiva, sem tomar gols no campeonato. Assim, acompanhe conosco Paulista x Barbarense pela Rádio Difusora.
Hoje se recorda o dia dedicado à causa do câncer infantojuvenil, e corroboro um artigo de Francisco Neves, um dos homens mais engajados na divulgação de ações voltadas para esse mote, que viveu na pele essa situação.
A CONSCIENTIZAÇÃO DA PREVENÇÃO E LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL
No Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, especialista revive sua história para abordar os desafios do câncer em crianças e adolescentes
Por Francisco Neves
O câncer mata cerca de 9,6 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a enfermidade é a principal causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos.
Todos os anos, o dia 15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, data destinada a incentivar a reflexão e a conscientização sobre a doença em crianças e adolescentes. Um dos dados estimados pela Organização Mundial da Saúde revela que, em 2030, o número de casos de câncer infantojuvenil chegará a 600 mil em todo o planeta.
Somente Brasil, a cada ano surgem 12 500 novos acometidos pela doença, segundo publicação do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse total, 6 200 crianças são tratadas em hospitais públicos e cerca de 4 mil morrem sem ao menos receber o diagnóstico ou ter o tratamento para a doença.
Este ano, um dos números que a OMS destaca é o despreparo de países em desenvolvimento para combater a patologia: 70% das mortes por câncer no mundo ocorrem nestes locais, considerados mal equipados para lidar com os desafios que a doença impõe. O Brasil é um desses exemplos: em média, as chances de cura do câncer infantojuvenil são de 64%, muito aquém de Estados Unidos e Europa, por exemplo, onde chegam a 85%.
Vivemos num país desigual e a cura do câncer também é afetada por isto.
Como superintendente do Instituto Ronald McDonald, organização sem fins lucrativos que tem por missão promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer e seus familiares, ando muito pelo Brasil. Seja em reuniões com gestores públicos e tomadores de decisões, seja em contato com a sociedade civil que nos auxilia a mobilizar as comunidades por mudanças, liderando projetos aos quais oferecemos suporte tecnológico, planejamento para busca de soluções e aporte financeiro.
A conclusão a que chego é que existem muitos Brasis no nosso Brasil: verdade que a doença não escolhe credo, cor ou classe social para se manifestar. Mas o desfecho dela depende diretamente de cada uma dessas características.
Há cerca de 30 anos me dedico à causa do câncer infantojuvenil. Quando comecei, lá na década de 1980, lutava com meu filho contra a doença. As chances de cura giravam em torno de 35% no Brasil. Marquinhos havia sido diagnosticado com leucemia, o tipo mais comum de câncer em crianças e adolescentes. No entanto, esgotamos as possibilidades de tratamento.
Meu filho estava desenganado e, como pai, fui buscar outras alternativas de tratamento fora do Brasil depois de realizar uma campanha para conseguir os recursos. Infelizmente meu filho não resistiu, mas decidi me dedicar com o apoio de família e amigos para que outras crianças pudessem ser salvas.
Naquela época, o câncer era uma sentença de morte. Ainda hoje, mesmo com todos os avanços da medicina, ele segue como um tabu, principalmente para aqueles que são alijados do acesso à saúde e do acesso a informações. O conhecimento também ajuda a curar! Devemos enfrentar o câncer com consciência: seja dos profissionais de saúde, seja de pais e responsáveis, que podem estar atentos a sinais e sintomas para buscar rapidamente ajuda especializada.
Há muitos desafios para que o câncer em crianças e adolescentes deixe ser a principal causa de morte de jovens no país: é preciso identificar a doença, encaminhar adequadamente e nos estágios iniciais, fazer um diagnóstico preciso e garantir um tratamento adequado.
Estamos caminhando para que cada um desses passos seja alcançado nos quatro cantos do Brasil. É importante dizer que, sim, há cura. E principalmente, que cada um de nós pode ser um agente no combate à doença.
*Francisco Neves é engenheiro civil por formação. Engajou-se na causa do combate ao câncer infantojuvenil após vivenciar, em 1990, junto com sua mulher, Sônia Neves, e seu filho mais velho, Carlos Neves, a perda de Marcus, o filho caçula. Desde então, se converteu em uma das principais lideranças no Brasil no que diz respeito à causa do câncer em crianças e adolescentes. É um dos fundadores do Instituto Ronald McDonald e assumiu profissionalmente a gestão estratégica da organização, da qual é o atual Superintendente.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
A azia não ocorre somente por consumo inadequado de alimentos. Mas também por pessoas intragáveis, por gente egoísta, por políticos demagogos e por cidadãos sem empatia.
Para esses outros casos, não adianta antiácido ou sal de fruta.
Perguntar não ofende: pra que tanta frescura da FPF na divulgação das escalas? Agora, 21h, e não se sabe quem apitará Palmeiras x São Paulo. Deverá ser Flávio Rodrigues de Souza ou Matheus Candançan (já que Abel esperneou contra Claus no jogo do Corinthians). Mas a demora…
Árbitro: Jeferson Silvestrini Árbitro Assistente 1: Douglas Marcel Borges Árbitro Assistente 2: Leonardo Franzoni Guarnieri Quarto Árbitro: João Batista do Nascimento Avelino Analista de Vídeo: Hélio Mauro Viana Martins
Jeferson tem 39 anos e há 13 temporadas atua na FPF. Chegou a trabalhar na A2, mas perdeu espaço.Ultimamente, tem apitado categorias amadoras, A3 e A4 (como árbitro e como 4º árbitro).
Experiência ele tem, mas poucos jogos testados em partidas difíceis. Como o Paulista vem jogando bem (exceto na questão do excesso de cartões recebidos, isso me preocupa), creio que teremos um jogo tranquilo.
Acompanhe Paulista de Jundiaí x União Barbarense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (15/02), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão”. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: “Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não pára de falar”.
Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:
“A solidão é como eu recarrego minha bateria”
Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…
E você, o que pensa sobre isso?O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?
Eu tive a cautela de esperar algum tempo para entender e escrever sobre a nova Comissão de Arbitragem da CBF. E, ao meu ver, parece ser mais uma grande “jabuticaba”. Ou seja:um modelo que só existe aqui.
Assim como a regra do chute na bandeira ou dos pênaltis de queimada, uma nova forma surgiu: há um Comitê, que supostamente é uma Comissão, onde um gestor orienta o trabalho de seus comandados. Paralelamente,nomes importantes da arbitragem palpitam sobre as decisões em forma de Consultoriaao Comitê, que acata ou não os aconselhamentos.
Em tese: Rodrigo Martins Cintra, ex-árbitro que se aposentou jovem,organiza os trabalhos da Comissão de Arbitragem com uma equipe com ex-bandeiras e ex-árbitros (Marcelo Van Gassen, Fabrício Vilarinho, Luiz Câmara Bezerra, Eveliny Almeida e tendo o nome mais conhecido o de Luiz Flávio de Oliveira, que ainda apita por São Paulo e deve parar). Na retaguarda, atualizando e palpitando estáo ex-árbitro italiano Nicola Rizolli (apitou a final da Copa de 2014), o ex-árbitro argentino Nestor Pitana (apitou a final da Copa de 2018) e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci.
Na prática: Cintra, que tem um estilo bem centralizador, será o chefe da Comissão de Árbitros.E da mesma forma que peitava jogadores, peitará cartolas (será inevitável).Luiz Flávio, que não tem o estilo de liderança, será apenas um contraponto pelo seu estilo low profile. Os consultores renomados, enfim, foram árbitros de destaque mas quenão são cartolas com bagagem suficiente(Pitana ficou pouco dias como chefe da Comissão do Equador). Eles palpitarão e Cintra, se quiser, mudará ou não sua opinião.
Aliás, vide que a CBF copia a FPF, que trouxe o argentino Patrício Loustau (nesse caso, como chefe da Comissão). À boca pequena,fala-se que quem trouxe e tirou Seneme foi Reinaldo Carneiro Bastos, o verdadeiro chefe da CBF. Aliás, a mudança da CA da CBF aconteceu igualzinho ao que acontece na FPF: um ou dois meses antes do torneio principal acontecer, com a entidade ainda em compasso de espera.
A ironia: por muito tempo, Cintra, aspirante à FIFA,quase herdou o escudo internacional de Wilson Luís Seneme. E hoje, ele herda a cadeira do próprio Seneme.
Por fim: antes de Seneme assumir o cargo, tentou-se o portuguêsVictor Pereira(homônimo do treinador). Os clubes não gostaram da ideia. Eles, no fundo,preferem brasileiros(pela obvia facilidade de fazer pressão). Justo os clubes que contratam treinadores estrangeiros aos montes…
Torço para que dê certo,mas não acredito que o modelo funcionará. Conheço, trabalhei e me relacionei bastante com Cintra, Luiz Flávio, Eveleny e outros.São / foram honestos e competentes dentro das quatro linhas. Mas todos serão marinheiros de primeira viagem.
Me chamou a atenção a frase de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF: ele quer “um futebol mais alegre, disciplinado e purificado”. O que seriaalegria, disciplina e purificação da arbitragem?