– Não está chato discutir futebol fora das quatro linhas?

Nesta pausa do Brasileirão para as datas-FIFA, os assuntos são:

  • Leila Pereira reclamando de “campeonato a ser decidido fora de campo“.
  • Flamengo pedindo que não se jogue em gramado de plástico.
  • Os julgamentos de Bruno Henrique e Vitor Roque.
  • Arbitragem (pra variar).
  • Neymar (ô, assunto enfadonho).
  • E alguma coisa de Seleção Brasileira

Perceberam que, o que movimenta o Campeonato Brasileiro, o futebol dentro de campo, o jogo-jogado, real, com esquemas táticos e dribles, não se tem falado?

Eu me canso de tudo isso, confesso…

– CBF: A Utopia dos Critérios e O Árbitro “Empático”.

Há coisas para as quais você respira fundo e pensa: a pessoa fez mau uso das palavras, ou não sabe o que significa?

Entenda: na apresentação do Impedimento Semiautomático do Brasileirão 2026 nessa segunda-feira, Rodrigo Martins Cintra, o chefe dos árbitros da CBF, disse que é utopia ter uniformização de critérios no Brasil.

Utopia é algo muito, muito, mas muito difícil de acontecer,  que crê-se que seja impossível. Mas por que ela acontece na Alemanha, na França, na Inglaterra (menos na Espanha e muito menos ainda em Portugal), e aqui não pode ocorrer?

Cintra foi meu contemporâneo na Federação Paulista, mas formado em turma posterior. Talvez ele tenha se esquecido de um dos melhores anos da arbitragem paulista que vivemos (talvez, o melhor), quando Gustavo Caetano Rogério (o melhor instrutor que tivemos) criou uma cartilha do que podia, do que não podia, o que tinha que marcar ou não, e como proceder – em relação aos critérios). Era o be-a-bá da arbitragem, um guia para que não se destoa-se as diferenças de critérios, aceitando ainda assim as individualidades dos árbitros. E deu certo!

Pediu cartão, Amarelo. Simulou, idem. A forma como alguém disputava com o goleiro, era alvo de avaliação criteriosa. Carrinho (já com as orientações rigorosas da FIFA) vermelho indiscutível – e o que era ou não o carrinho em si). E tantos outros regulamentos específicos para que ninguém tivesse dúvida de como interpretar e o que fazer.

De tal forma: uniformizar a arbitragem é difícil, mas não algo utópico. Foi possível sem tanta tecnologia há 25 anos, não seria hoje?

Outro ponto me chamou a atenção: sobre o Árbitro Empático que a CBF oferece. Disse Cintra a respeito dos juízes:

“Eles hoje são instruídos a fazer trabalho empático de saber o que clube, o que o campeonato e CBF esperam deles. São referência lá fora e precisam mostrar serviço todos os dias. Porque nosso futebol é um dos maiores”.

A empatia é se colocar no lugar do outro e tentar “sofrer” o que seu próximo sente. Os árbitros fazem isso? Prefiro árbitros antipáticos, cumpridores das Regras do Jogo e tecnicamente melhores. Aliás, um dia já fomos referência, hoje não… Vide que nenhum VAR esteve em Mundial até hoje.

– Nosso primeiro matrimônio juntos!

Ontem, eu e a @vivianeartico estivemos no casamento dos queridos Nathalie e Jean. Curiosamente, foi a primeira vez que juntos participamos de um matrimônio…

Ops: oportunidade de “treinamento”?

Hum… quem sabe…  

❤️ Tenha sempre um grande amor!

– E o Neymar?

Neymar em campo: Flamengo 3×0 Santos. Ao ser substituído aos 40m do Segundo Tempo, reclamou bastante.

Depois de ser substituído… em 5 minutos, 2 gols do Peixe.

E aí? O treinador acertou e o Menino Ney deve pedir desculpas?

– O enterro do passarinho!

Minha filha Teteia cuida dos animais. E, ao descobriu um pardalzinho que morreu, resolveu fazer o funeral.

Descanse em paz, Bicudinho.

Em: https://youtube.com/shorts/GSbXGUnVyuc?si=XLIKf27mSmbsCWeB

🐦 #amor

– Suas companhias te transformam.

”Diga-me com quem tu andas que eu te direi quem tu és”!

E não é que o pensamento abaixo comunga com o ditado popular? Veja:

– Truth Quote By Suzy Kassem: “Stand up for…”

Yes, it’s me again! With a new quote! Is this a quote you need in your life?

Continua em: Truth Quote By Suzy Kassem: “Stand up for…”

– Eu e ela.

Minha filhotinha sapeca!

Hoje é dia de diversão com ela.

💕 #PaiDeMenina

– A verdade sobre o que o Dicastério falou sobre Maria “Corredentora e Medianeira”::

O Dicastério para a Doutrina da Fé, órgão do Vaticano para “explicar as dúvidas do Magistério da Igreja”, divulgou um documento sobre os títulos marianos que acabou trazendo uma interpretação equivocada por alguns sites (ou, pior, alguns que usaram de má fé). Para muitos, inventou-se uma mentira e desprezou-se a figura da Virgem Maria. Calma lá…

Não tem polêmica, basta ler o que foi dito no documento “Mater Populi Fidelis” (Mãe do Povo Fiel), a nota doutrinal sobre alguns títulos marianos referidos à cooperação de Maria na obra da Salvação”.

Nele, há a preocupação de que, quando chamamos Maria de “Corredentora”, estejamos equivocadamente dizendo que ela salvou o mundo com o mesmo sacrifício de Jesus. A publicação lembra que ela é participativa e importante, mas que a Salvação é única por Cristo, pois só Ele é o Redentor. Aqui, para quem tem uma fé madura, “choveu no molhado” (ou seja: nenhuma novidade). Parece-me uma preocupação correta para que não se confunda “Corredentora” com “Salvadora do Mundo”.

Outro ponto é o título de “Medianeira das nossas graças”. Aqui, lembra-se que ela não realiza as graças, e que prudentemente devemos nos recordar que ela intercede por essas graças a Jesus (evitando que o termo “medianeira” esqueça que o milagre vem de Deus). Assim, chamemos-a sempre de Medianeira junto a Cristo.

Abaixo, bem explicado, para que não exista confusão (do Vatican News):

Em: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2025-11/mater-populi-fidelis-dicasterio-doutrina-da-fe-fernandez-gronchi.html

MATER POPULI FIDELIS

por Eduardo Giribaldi

Reunir dúvidas e sugestões recebidas pela Santa Sé nas últimas décadas para esclarecer alguns aspectos da relação entre Maria e o povo de Deus. A devoção à Virgem é um “tesouro da Igreja”, capaz de ajudar os fiéis a venerá-la como “uma deles”, compartilhando seus sentimentos e “problemas”, e abrindo seus corações “à graça que só Deus pode criar e comunicar no mais íntimo de nossos corações”. Analisando esses aspectos, o novo documento do Dicastério para a Doutrina da Fé, intitulado Mater Populi Fidelis. Nota doutrinal sobre alguns títulos marianos referidos à cooperação de Maria na obra da Salvação, foi apresentado esta terça-feira, 4 de novembro, na Cúria Geral da Companhia de Jesus. Na apresentação intervieram o cardeal Víctor Manuel Fernández, prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, e o professor Maurizio Gronchi, docente da Pontifícia Universidade Urbaniana e consultor do Dicastério. O encontro foi moderado por monsenhor Armando Matteo, secretário da seção doutrinal do Dicastério.

Dúvidas e propostas dos fiéis

O documento tem um valor “especial” e “superior” em comparação com os publicados nos últimos dois anos, enfatizou o cardeal Fernández em suas observações, especificando que o mesmo, assinado pelo Papa, pertence ao Magistério ordinário da Igreja e “deve ser levado em consideração no estudo e aprofundamento dos temas mariológicos”. Um texto, acrescentou o purpurado argentino, que não caiu “do céu”, pois responde a dúvidas e propostas que chegaram à Santa Sé nos últimos trinta anos a respeito da devoção e dos títulos marianos. Já durante o tempo do então cardeal Joseph Ratzinger, o tema havia sido cuidadosamente abordado, dando origem a uma análise à qual São João Paulo II dedicou “particular atenção”. Isso, observou o purpurado, mostra como o documento está enraizado em décadas de reflexão.

“A relação de Maria conosco”

Em seguida, o cardeal ofereceu algumas chaves de leitura para a compreensão da Nota. A exortação apostólica Evangelii gaudium, explicou ele, trata da proclamação do Evangelho e não do tema mais amplo da evangelização. Da mesma forma, Mater Populi Fidelis aborda especificamente a “relação de Maria conosco”, ou seja, a autêntica “devoção mariana à luz da Palavra de Deus”. O tema subjacente do documento é, portanto, a “maternidade de Maria para com os fiéis”, um tema que “provoca a devoção dos fiéis” e abrange dois aspectos fundamentais: sua proximidade materna e sua intercessão. “Não é necessário inventar outros conceitos para enaltecer o papel de Maria na vida dos fiéis”, afirmou o cardeal. O documento aprofunda-se na devoção mariana na Bíblia, confirmando que ela não é “uma invenção da Igreja” nem um produto “meramente psicológico ou cultural”, mas “uma obra do Espírito Santo nos fiéis”.

Aprender a “confiança revigorante”

A devoção mariana é, portanto, apresentada como um “tesouro da Igreja”. “Não queremos julgar os cristãos comuns como crentes de segunda classe porque não fizeram cursos de teologia ou porque não participam de estruturas eclesiais”, enfatizou o cardeal. “Em vez disso, queremos aprender com eles a confiança revigorante, a capacidade de confiar sem hesitação, a ternura viva do seu amor espontâneo pelo Senhor e por Sua Mãe.” Muitos fiéis, observou ele, não duvidam da transcendência: “Eles não questionam se Deus existe ou não; sabem com certeza que precisam do mistério que os ultrapassa.” É uma fé que se expressa de modo próprio, não por meio de palavras ou teorias, mas como uma “expressão mistagógica e simbólica daquela atitude evangélica de confiança no Senhor que o Espírito Santo inspira livremente nos crentes.” Ao adornarem imagens marianas, os fiéis reconhecem e honram a “Maria histórica”, que é “uma deles”: uma mãe que carregou seu filho no ventre, o criou e enfrentou as dificuldades da maternidade. A Virgem é também aquela que “compreende o que significa ser migrante ou exilado” e sabe o que significa “ser desprezado por pertencer à família de um pobre carpinteiro”. O título do documento, explicou Fernández, mostra como a devoção mariana não é “uma questão individual”, mas se estende a toda a população de fiéis: um conceito que encontra expressão concreta em peregrinações, experiências comunitárias, mas também íntimas e pessoais.

Discernir para preservar

É neste contexto que surge a “preocupação” em esclarecer a legitimidade de alguns títulos marianos. De fato, existem grupos e publicações, inclusive online, que “frequentemente levantam dúvidas entre os fiéis mais simples”. O documento, portanto, distingue entre títulos que correspondem “a uma genuína devoção mariana inspirada pelo Evangelho” e outros que “não favorecem uma compreensão adequada da harmonia da mensagem cristã”. Não se trata, esclareceu, de “julgar as intenções dos fiéis que buscam novas formas de expressar a beleza de Maria”, mas de discernir para preservar a “fé genuína”. Um estudo que abordou o título de Maria “Corredentora”, mas não só isso, deparou-se com o que o cardeal chamou de “grande problema”: “Alguns não respeitaram o embargo e publicaram o que o nosso documento diz sobre o título Corredentora, mas esses parágrafos são incompreensíveis a menos que se leia o documento inteiro. E depois acrescentam nos seus comentários: ‘Mas não diz isso, mas não diz aquilo’, e esses aspetos são discutidos cinco, dez, vinte páginas depois.”

A Nota convida-nos a considerar os textos bíblicos que afirmam com veemência a unicidade de Cristo. “Não há salvação em nenhum outro”, afirmam os Atos dos Apóstolos, e “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus”, lemos na Primeira Carta a Timóteo. A partir destas passagens, a Igreja explicou o “lugar único de Cristo”, o que, contudo, não exclui que “em outros sentidos, o Filho envolva Maria numa mediação partilhada.”

A devoção mariana dos Papas

O purpurado acrescentou uma reflexão não presente no texto escrito da Nota, explicando que esta pretende “acompanhar e apoiar” o amor dos fiéis por Maria e a confiança na sua intercessão materna, evitando, porém, que esta devoção perca o seu “frescor” e a “fragrância do Evangelho”. Nesta perspectiva, o documento procura superar a dialética entre o “maximalismo e o minimalismo” mariano: entre o excesso que corre o risco de “divinizar” a Virgem e a redução que a esvazia, reduzindo-a a um mero símbolo. Entre estes dois extremos encontra-se a posição adotada pelos últimos três Pontífices, numa síntese de “avaliação positiva e cuidado vigilante”. Assim, em Bento XVI, reconheceu-se uma devoção mariana “sóbria, mas intensa”. No Papa Francisco, uma devoção mais “exuberante e popular”, exemplificada pelos seus gestos simples e constantes: a visita à Salus Populi Romani antes e depois de cada Viagem Apostólica, ou a oração diante da imagem de Nossa Senhora Desatadora dos Nós.

Falando de Francisco, o purpurado argentino também compartilhou uma lembrança pessoal: em conversas com seu compatriota, o Papa Francisco, sobre temas complexos, ele às vezes pedia uma pausa e meditava por um momento em oração diante daquela efígie mariana. “Na manhã de sua morte, quando fui chamado para me despedir dele, parei por um momento diante de sua mesa de cabeceira: havia várias imagens da Virgem Maria, a quem ele tanto amava. Senti profunda emoção e ternura.” O mesmo se aplica à fé mariana sólida e “intensa” do Papa Leão XIV, que, como membro do Dicastério para a Doutrina da Fé, participou da Feria IV e assinou a Mater Populis Fidelis como Pontífice. “Talvez este documento”, afirmou Fernández, “não agrade a todos, mas sua força reside em seu equilíbrio: ao superar a oposição estéril entre o maximalismo e o minimalismo marianos, demonstra um cuidado genuíno com a fé do povo de Deus, sem sobrecarregá-la com questões teológicas que não conseguem tocar o coração de sua experiência e amor por Maria.”

A “maternidade espiritual” de Maria

O texto retorna, assim, “ao centro”: à “maternidade espiritual” de Maria, manifestada em sua intercessão e em seus gestos maternos concretos que abrem o coração “à graça que só Deus pode criar e comunicar no mais íntimo de nossos corações”. A nota, concluiu o cardeal, apresenta-se, portanto, como um apoio e acompanhamento aos fiéis, sem complicar a doutrina “com questões que não dizem respeito às preocupações da grande maioria dos fiéis nem acrescentam nada de essencial ao seu amor por Maria”.

O título de “Corredentora”

O professor Gronchi retomou a palavra, lembrando que já no século X, Maria era por vezes chamada de “redentora”, título que mais tarde se transformou em “corredentora”. Embora este título tivesse a intenção de enfatizar a sua “maternidade divina”, a sua natureza teológica problemática foi destacada em vários aspetos. Alguns Pontífices usaram-no no passado, mas sem definir claramente o seu significado. Foi o então cardeal Ratzinger, em particular, quem respondeu ao pedido de uma definição dogmática da corredenção da Virgem, declarando: “O significado preciso dos títulos não é claro, e a doutrina neles contida também não é clara.” O professor destacou que, apesar de já o ter feito no passado, João Paulo II, após a Feria IV da então Congregação para a Doutrina da Fé, em fevereiro de 1996, não utilizou o título “Corredentora” para se referir a Maria na encíclica Redemptoris Mater, documento no qual o Pontífice “explica o papel” da Virgem “na obra da redenção”. O Papa Francisco, observou o teólogo, também se expressou de forma semelhante, afirmando que a Virgem “nunca quis tomar para si nada que pertencesse a seu Filho: nunca se apresentou como corredentora”, mas como “discípula”. “A conclusão da nota é clara e inequívoca”, disse Gronchi: “É sempre inoportuno o uso do título de Corredentora para definir a cooperação de Maria. Este título corre o risco de obscurecer a única mediação salvífica de Cristo e, portanto, pode gerar confusão e desequilíbrio na harmonia das verdades da fé cristã.”

O título de “Medianeira”

O docente passou em seguida a analisar o título “Medianeira”, usado pelos padres orientais já no século VI e tornando-se mais comum no Ocidente a partir do século XII. É “inevitável que se aplique a Maria no sentido subordinado”, sem a pretensão de acrescentar “alguma eficácia, ou potência, à única mediação de Jesus Cristo”. O Concílio Vaticano II, de fato, preferiu usar a definição de “cooperação materna”. No entanto, Gronchi esclareceu que é preciso lembrar que a unicidade da mediação de Cristo é inclusiva, uma vez que inspira várias formas de “cooperação participativa” nas criaturas, sempre proveniente de uma única fonte. No caso da Virgem, sua devoção não deriva de “méritos” pessoais, mas “daquilo que a graça da Trindade operou nela. Embora de maneira singular, ela está ao lado das criaturas, dos discípulos, dos fiéis, ao nosso lado. Quando nos esforçamos para atribuir a ela funções ativas paralelas às de Cristo, nos distanciamos daquela incomparável beleza que lhe é própria.”

O título de “Mãe dos fiéis”

A mediação de Maria, continuou Gronchi, se realiza “de forma maternal”, tornando-a um modelo para a Igreja: não apenas a mãe dos discípulos, mas “de toda a humanidade”. Desta perspectiva, é necessário nos distanciarmos claramente da ideia de que Maria vem se interpor entre Deus e a humanidade como uma espécie de “para-raios”, contrapondo-se à ideia de um “Deus irado, um juiz apaziguado pelo sacrifício de seu Filho”, e posicionando a Virgem como uma “alternativa necessária diante da insuficiente misericórdia de Deus”. Como lembrou o Papa Leão XIV em sua homilia na Missa do Jubileu da Santa Sé, “a fecundidade da Igreja é a mesma fecundidade de Maria” e se realiza nos fiéis na medida em que vivem, em pequena escala, o que a Mãe viveu: amar segundo o amor de Cristo.

O título de “Mãe da graça”

O documento presta especial atenção ao título de “Mãe da graça”. Embora reconheça o papel de Maria na vida da graça dos fiéis, Gronchi explicou que expressões que a descrevem como um “depósito de graça separado de Deus” ou como uma “fonte da qual emana toda graça” devem ser evitadas. Aqui também se aplica o juízo expresso pelo então cardeal Ratzinger, segundo o qual o título “Medianeira de todas as graças” “não se fundamentava claramente na Revelação divina”. A maternidade da Virgem na ordem da graça, esclareceu Gronchi, tem natureza dispositiva e intercessora: ajuda os fiéis a prepararem seus corações para a graça, “que só o Senhor pode infundir”. Portanto, atribuir a ela “mediação” na realização de uma obra exclusivamente divina não honra a Virgem. Por fim, a nota recorda uma importante advertência, também presente nas normas para o discernimento de supostos fenômenos sobrenaturais: mesmo quando a Igreja concede o nihil obstat, tais eventos “não se tornam objetos de fé” e os fiéis “não são obrigados a venerá-los”.

– Afinal, quais regras do futebol mudarão no ano que vem?

Por enquanto, nenhuma. Mas as discussões acontecem agora, se prolongarão em Janeiro e, mais tarde, no próximo Congresso da International Board, discutidas com maturidade para aprovação ou não.

O que se sabe é que a “opção menos invasiva ao VAR”, o VS, está agradando nas experiências e continuará sendo usado como teste (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/09/16/sai-o-var-entra-o-fvs-como-o-suporte-de-video-funcionara-na-fpf/).

Mas a novidade é: a preocupação para que não se perca o dinamismo das partidas. A regra de 8 segundos como tempo limite para o goleiro repor uma bola em jogo, quando a defende, está agradando tanto que está se pensando em outras situações: a FIFA sugeriu para que se utilize a contagem de 8 segundos nos arremessos laterais e tiros de meta! Boa ideia, na minha modesta opinião.

O outro ponto é: toda expulsão ser revisada pelo VAR, incluindo por segundo cartão amarelo. Hoje, sabemos, somente se pode fazer uma revisão se for por Vermelho Direto.

Eu gosto dessas sugestões. E fica a pergunta: qual outra você idealizaria?

Deixe seu comentário: 

(em tempo: quando aprovadas, serão válidas para a temporada 2026/2027 – podendo valer para a próxima Copa do Mundo)

– Tragédias climáticas no Paraná e o grito por um plano nacional.

O Brasil precisa agir antes que o próximo desastre chegue. Prevenir é proteger. 🌎 #Linkezine O post 🎯 Tragédias climáticas no Paraná e o grito por …

Continua em: 🎯 Tragédias climáticas no Paraná e o grito por um plano nacional 🌧️

– O que é perdoar?

Será que sabemos mesmo o que é perdoar?

Ao ler essa mensagem, vale pensar:

– As Orquídeas da Vovó Lalá.

Orquídeas da Vovó Lalá: que capricho!

Trate a Natureza com carinho, e ela retribuirá.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #orchids #orquídea

– Os analfabetos do século XXI.

Toffler sempre foi um intelectual chamado de futurista. E é dele essa percepção:

– Faça sempre a sua parte:

Se atente ao comportamento das pessoas contra você: de outras pessoas, ou de você mesmo, como pessoa, tentando se auto sabotar.

Seja bom e pratique o bem. Isso basta.

Uma mensagem, abaixo:

– Converse com Deus. É hora da Missa!

Hora de rezar!

“Domingo sem Missa, semana sem Graça”.
Converse com Deus. Ele nos ouve!

A Boa Nova, aqui:

Evangelho (Jo 2,13-22)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Esta casa eu escolhi e santifiquei, para nela estar meu nome para sempre.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

-Glória a vós, Senhor.

13 Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. 14 No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. 15 Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. 16 E disse aos que vendiam pombas: “Tirai isto daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!” 17 Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: “O zelo por tua casa me consumirá”. 18 Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos mostras para agir assim?” 19 Ele respondeu: “Destruí, este Templo, e em três dias o levantarei”. 20 Os judeus disseram: “Quarenta e seis anos foram precisos para a construção deste santuário e tu o levantarás em três dias?” 21 Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo. 22 Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra dele.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

⛪️ #Missa #Jesus #Catolicismo #SantaMissa #IgrejaCatólica #SantíssimoSacramento

– Os pênaltis brasileiros são de “Regra de Trânsito”? Sobre os sofridos pelo São Paulo contra Flamengo e Red Bull Bragantino:

Ao assistir os lances envolvendo Arrascatea vs Pablo Maia e Lucas Barbosa vs Enzo Díaz, ambos se notabilizam por uma mesma “malícia”: os jogadores que estavam atacando esperaram o contato físico dos defensores, retardando suas ações de ataque e “se deixaram atropelar”.

Repare: tanto na quarta-feira quanto no sábado (na Vila Belmiro), o São Paulo sofreu dois tiros penais que não seriam marcados na Europa (ou em arbitragens mais atentas). A Regra cobra que se marque uma infração por empurrão, agarrão ou de qualquer outro contato físico, se o atleta que sofre esse contato é impedido de continuar o lance. Não é “sentiu o toque, parou ou caiu”.

Arrascaeta estava no ataque e “desacelerou” para ser tocado por Pablo Maia. Não dava para o são-paulino frear e não tocá-lo (foi inteligência do atacante, não imprudência do defensor). Igualmente Lucas Barbosa: sentiu Enzo Dias tocá-lo e dobrou as pernas.

Árbitros da FIFA (como Reinaldo José Pereira e Bruno Arleu) não deveriam cair nesse êngodo. Faltou experiência, condição técnica e leitura de jogo para ambos. Aliás, está aí um grande problema: a formação do juiz de futebol! Antes, você apitava (e isso é real) nos campeonatos de presídios em São Paulo, depois na Várzea, aí na FPF, anos na CBF e, ufa, enfim na FIFA. Aprendia todas as malandragens dos jogadores e ganhava malícia. Hoje, se começa nos campeonatos Sub 11, com garotinhos; em dois ou três anos já está no profissional e pula para a CBF e FIFA, sem rodagem alguma! Isso explica demais a péssima fase da arbitragem brasileira.

Ah, e por que o VAR não chamou? Porque entendeu ser lance interpretativo e respeitou a decisão de campo (mesmo equivocada).

Futebol não é Regra de Trânsito, onde um carro desacelera e quem bate atrás é automaticamente culpado. Futebol é Regra de Jogo com contato físico e cheio de nuances.

– Financiamento verde: a nova fronteira entre propósito e capital sustentável.

Com transparência e propósito, o Brasil busca liderar a agenda do financiamento verde na COP 30. #Linkezine 🌍 O post 🌱 Financiamento verde: a nova …

Continua em: Financiamento verde: a nova fronteira entre propósito e capital sustentável

– As nuvens estão chegando…

Cadê o domingo bonito que tínhamos há pouco?

As nuvens estão chegando… mas que seja proveitoso, mesmo se chover.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Tudo requer tempo… e nos ajuda!

E no nosso processo de crescimento pessoal e profissional, passamos por muitas angústias e desafios. Tenhamos paciência!

Gostei demais dessa mensagem:

 

– Bom dia, Domingo.

Agora: 6h00. E o domingo amanhece com o céu bem bonito!

Há de ser um bom dia para todos nós.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Liturgia Diária de 09/11/2025.

DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DO SSMO. SALVADOR (LATRÃO) Festa de 2ª Classe – Missa “Terribilis” A Arquibasílica do SSmo. Salvador, hoje mais conhecida pelo …

Continua em: Liturgia Diária – 09/11/2025

– Ame sempre!

A Vivi do Rafa…

… e o Rafa da Vivi!

Tenha sempre um grande amor!

– Friendship Quote By Gregory David Roberts: “A man trusts…”

Good morning/afternoon/evening/night! Is this the right time for a new quote?

Continua em: Friendship Quote By Gregory David Roberts: “A man trusts…”

– O Papa e os empreendedores cristãos:

O Papa Leão tuitou dias atrás:

“O mundo precisa de empreendedores e comunicadores honestos e corajosos que cuidem do bem comum.

Às vezes ouvimos: ‘Negócios são negócios!’. Na realidade, não é bem assim. Ninguém é absorvido por uma organização a ponto de se tornar uma engrenagem ou uma mera função.

Tampouco existe verdadeiro humanismo sem um senso crítico, sem a coragem de questionar: para onde estamos indo? Para quem e para o quê estamos trabalhando? De que forma estamos tornando o mundo?”

Diante disso, como está a sua relação com o seu emprego? Você é ou permite que alguém seja uma engrenagem?

– “Domingou”

Pra hoje:

– A COP30 e a demagogia:

Não quero ser pessimista, mas “não boto fé” na COP 30.

Muitas narrativas, nada de sinceridade. Por exemplo: a questão da Ferrogrão e da exploração do petróleo do Amapá: dependendo de quem é a narrativa, pode ou não pode!

Não gosto de demagogia, de ideologia alguma…

– Oração da Noite:

Para um bom dia vivido, agradeçamos:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Deus amado e querido; Trindade Santa que sois Pai, Filho e Espírito Santo: obrigado por mais um dia vivido, de ter me permitido gozar todas as coisas temporais e atemporais. Agradeço, principalmente, por ter me acolhido e amado hoje, pois sou um servo fraco e pecador. 

Pai Todo Poderoso, louvado seja pelo dom da vida, pela nossa casa, pela nossa família e pela nossa saúde. Obrigado por, mesmo eu sendo indigno, me ter dado pessoas maravilhosas para conviver. Perdoe pelos meus erros e minhas falhas, especialmente pelas vezes que me esqueci que a Providência Divina é infinita. Se o Senhor ama até os passarinhos e outras criaturas da natureza, como abandonaria nós, seus filhos? Ama-nos tanto, que deu seu Filho Amado, Jesus Cristo, como Redentor do Mundo!

Cristo, Cordeiro de Deus, Deus Filho, Único, Fiel e Verdadeiro, louvado e bendito seja porque mesmo antes de eu nascer, aceitou a cruz pela remissão dos meus pecados. Tu és meu Senhor, meu Guia, meu Mestre e Salvador. Quero ser sempre seu discípulo, a fim de me tornar Sal da Terra e Luz do mundo. Não me deixe cair em tentação nos meus pensamentos desta noite, faz-me instrumento do seu amor. Perdoe-me pelas inúmeras vezes que me fiz surdo ao seu chamado e me fechei com um coração de pedra. O Senhor é a Água Viva que lava as minhas manchas, me cura e me salva. Está com o Pai e com Ele nos dá tantas bençãos e Graças enviando-nos o Paráclito Divino!

Ó Espírito Santo, força dos humildes! Iluminou-me na jornada que se encerrou, dando-me seus Dons para o serviço do Reino dos Céus já aqui nesta terra. Perdoa-me quando não usei meus talentos para o bem comum, ou quando me escondi do chamado da Evangelização. Capacita-me para que amanhã eu seja melhor do que hoje, para que minhas decisões, mesmo que incompreensíveis pela minha insignificância, sejam sábias pelo Auxílio Divino. Sabe o que é melhor para cada um de seus servos. Que eu seja dócil à sua ação em todos os lugares e momentos, e obrigado por já ter me permitido isso  nesse dia que terminou. Louvado, glorificado e adorado seja, ó Defensor dos Pobres, pois através do Senhor poderemos colher seus Frutos Celestiais. 

Enfim, Santíssima Trindade que é um só Deus em essência, trino em pessoas e infinito em misericórdia, abençoa minha família e amigos (cite-os nominalmente, se possível), ajude-me no meu trabalho, nos meus estudos e em todos os afazeres. Me faz desapegado do dinheiro e da vaidade, e socorre-me nas minhas contas e compromissos. Livra-me da violência urbana, física, mental e espiritual, dando-me a saúde da alma. Olhe pelos que sofrem hoje e usa-me como auxílio a estes necessitados. Pelos sem casa, sem terra, sem família e pelos abandonados, doentes e famintos, vele por eles por mais esta noite que se inicia. Obrigado por me ouvir e me abençoar desde cedo por tudo que vivi hoje. Que eu possa testemunhar pelos que não crêem ou perderam a esperança.

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossa ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre, por todos os séculos e séculos. Amém. 

Ó Maria, querida Mãe, Nossa Senhora e Co-redentora, cubra-me com seu manto de amor. A Senhora que é a Serva do Pai, a Mãe do Filho e a Esposa do Espírito Santo, me guardou no seu colo carinhoso e sempre intercedeu por minha família. Confio no seu contínuo socorro, pois é a Rainha da Paz. Ajude diariamente na minha conversão,  como já fez hoje, para que eu seja transformado por Jesus “de água para vinho” como pediu pelos noivos em Caná da Galiléia. Rogue por nós, ó Mãe amada, pois lhe venerando conseguirei com mais afinco a aprender servir o Cristo e adorá-lo!

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Santo Anjo da Guarda, obrigado porque acompanhou-me por mais um dia, ó amigo inigualável que nunca me abandonou (mesmo quando eu lhe esqueço). Obrigado por estar ao meu lado no combate espiritual. Hoje, como toda noite, peço-lhe que me livre das trevas do pecado e guie-me no caminho da Luz Divina. Ajude-me para que eu tenha uma santa noite e um bom descanso.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.

Boa noite.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Foto: domínio público na Internet

– Dica da Noite:

Afinal, o que é carinho?

Uma boa resposta, na imagem:

– Quem vai fazer, avisa? Sobre megaoperações:

Ao ler essa manchete, vem a pergunta inevitável: se avisa que vai fazer megaoperação, não está preparando o bandido para receber a polícia e/ou ele fugir?

Coisas que não entenderemos

Estamos falando de estratégia. Nesse caso, falha.

– Certas verdades incomodam…

Como é a sua relação com o relógio?

Eu sou refém dos horários. Portanto, acordo cedo para ter tempo de vencer as atividades. Tento, ao máximo, sempre ter “minutinhos de folga” entre as tarefas, para evitar atrasos.

Entretanto, falta tempo! Priorizo o essencial e não abro mão do convívio familiar, e para as labutas profissionais, muitas vezes abri mão dos lazeres.

Essa mensagem abaixo, sem dúvida, é real – e nos convida a refletir: como fazer o dia ter mais de 24h?

– Incentivemos as crianças a escreverem.

Minha pequena escritora!

Maria Estela Porcari, autora de um lindo livrinho, na sua noite de autógrafos,..

Incentivemos as crianças à prática da leitura.

– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Foto: autoria pessoal – Nossa Senhora Aparecida, clicada na Catedral Nossa Senhora do Desterro, Jundiaí – SP

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Red Bull Bragantino (Rodada 33 do Brasileirão série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo – RJ
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa – RJ
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Correa Farinha – RJ
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo – SP
Assessor: Marcelo Rogério – SP
Inspetora: Regildênia de Moura – SP
VAR: Márcio Henrique de Góis – SP
AVAR: Amanda Matias Masseira -SP
AVAR2: Adriano de Assis Miranda – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Junior – SP
Quality Manager: Bernardo Campos Martins – RJ

A CBF muda tudo de novo: desiste de árbitros locais nos confrontos de mesmo estado (não dá para escalar Claus toda rodada entre paulistas), e volta a escalar árbitros de outros estados. E acrescenta um novo membro na equipe de arbitragem: o inspetor (como se pode ver na escala acima).

Bruno Arleu tem altos e baixos nas suas atuações, já foi e voltou de uma geladeira, e continua bem irregular nas decisões técnicas (em especial, mãos na bola / bola nas mãos e pênaltis). Luta para permanecer no quadro da FIFA em 2026, tendo como aspirante ao seu escudo Alex Stefano Gomes.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre São Paulo x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 08/11, 21h00. Mas desde às 20h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Learning Quote By Richie Norton: “Procrastination is like…”

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Learning Quote By Richie Norton: “Procrastination is like…”