Acho muita “falta de sentido”a história de que a torcida do Corinthians quer que o Timão ganhe do Grêmio para rebaixá-lo, vingando o ano que o Grêmio ganhou e rebaixou o Corinthians.
Ora, naquela oportunidade, não era um “jogo eliminatório”. O Corinthians teve 38 jogos e foi o 4o último da tabela. Aliás, Mano Menezes era o treinador do Grêmio e no ano seguinte foi para o Corinthians jogar a Segunda Divisão. Era para o Grêmio entregar o jogo, então?
Não é curioso que a torcida do Internacional esteja “irmanada” com a do Timão contra o Tricolor Gaúcho? Justo o Colorado que, sabemos, teve problemas no jogo envolvendo Tinga e Márcio Rezende de Freitas, envio de DVD, e outras coisas…
Faz tempo que eu não pratico esse costume:ir ao velário e oferecer uma vela por alguma causa. A chama é comoa oração que sobe aos céus, deve ser comoCristo a iluminar nossa vida, deve-seconsumir como nós devemos no altar!
Sempre que tiver tempo:faça uma prece, pois Deus está nos ouvindo.
Como explicar: 4 jogos do Brasileirão no domingo e 6 partidas na segunda-feira?
Não sei se é culpa da televisão, de quem faz a tabela, dos clubes… mas que em dia útil de serviço ter futebol (a maior parte da rodada) e justo numa Segundona, não é “diferente”?
A impressão é que o futebol está sendo promovido para ser assistido na TV, não para se ir ao estádio.
Em tempo: haverá Chapecoense x Sport, ambos já rebaixados e cumprindo tabela… Qual seria o ânimo das equipes?
🇺🇸 Lilies always enchant us! The beauty of these flowers is the true proof that nature is inspired… / 🇧🇷 Lírios sempre nos encantam! A beleza dessas flores é a verdadeira mostra de que a natureza é inspirada…
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Sim, uma postagem bem amena e alegre para terminar o sábado, finalizando a semana sem stress e curtindo jardinagem, e, em especial, o debute da roseira lilás (não é de hoje esse clique, ok?)! O primeiro de muitos botões, clicada sem filtros.
Inspira a mente ou não?
Fotografia, Jardinagem e Esportes: hobbies mais do que bacanas…
O jogador Felipe Melo não continuará no Palmeiras e encerrará seu ciclo. Cá entre nós: talvez o custo-benefício estava fora da realidade.
Eu confesso: sempre o achei um jogador comum, que confunde “raça” com “pancada”. Teatral demais, tentou sacanear o Cuca (lembram disso?). Sem contar, claro, o “dar tapa com responsabilidade” contra o Peñarol…
Se confirmado que o Internacional-RS propôs 2 anos de contrato (uma eternidade, por conta de suas condições físicas) e R$ 700 mil / mês (uma loucura financeira, visto a situação dos clubes), deve aceitar imediatamente.
Por quê ninguém oferece um contrato mais curto e por produtividade?Seria mais racional aos clubes tal comportamento, independente do jogador, já que todos estão quebrados…
Hoje faz 10 anos que o “Doutor Sócrates” morreu. Foi triste seu final de vida, pelas questões de saúde, mas é inegável que sua carreira foi marcada por luta pelos direitos do cidadão e do esporte.
Abaixo, uma reportagem para os mais jovens que não o conheceram, saberem mais desse mítico atleta,
SÓCRATES, O CRAQUE MAIS POLITIZADO QUE O BRASIL JÁ TEVE
Capitão da seleção na década de 80 manteve voz ativa contra a ditadura e a favor das causas sociais. O Doutor sempre tinha algo a dizer, inclusive a PLACAR
Por Guilherme Azevedo, Atualizado em 23 set 2021, 14h34 – Publicado em 10 jun 2021, 09h31
Sócrates, jogador do Corinthians, usando camisa com os dizeres “Dia 15 vote” – J. B. Scalco/Social QI
Em tempos de polarização extrema, em que quase todas as figuras públicas querem ser despolitizadas, até mesmo alguns governantes, o futebol virou um ponto cada vez mais neutro, inerte e alienado, sobretudo no Brasil. O recente manifesto “apolítico” da seleção brasileira em relação à Copa América em plena pandemia — termo, aliás, ignorado no texto — reacendeu o debate sobre o papel dos ídolos do esporte. Não que décadas atrás fosse tão comum ver um jogador lutando por causas sociais, mas havia exceções, mesmo durante a ditadura, como Reinaldo, Casagrande e o protagonista do #TBT desta quinta-feira, 10: Sócrates Brasileiro, o doutor.
Sócrates (1954-2011) foi o craque mais politizado do nosso futebol. Era quem imprimia em campo, com seus surpreendentes passes de calcanhar, e fora, com sua personalidade, a fuga dos padrões. Intelectualizado, formado em Medicina pela USP, o meia-atacante batizado em homenagem ao filósofo grego foi um grande pensador seja nos consultórios, nos estádios ou nos palanques. Sócrates foi capa de PLACAR diversas vezes e sempre tinha algo a dizer.
Em 1982, época de eleição para governador do Estado de São Paulo, PLACAR pediu para Magrão escrever seu plano perfeito de governo (veja no print abaixo).
Reprodução/Placar
Naquela época, Sócrates já denunciava a apatia da maioria dos atletas. “Acontece que, preso em sua própria incapacidade, o jogador é um medroso para se expressar e se sente acuado. Não o deixam crescer e atendem todas as suas exigências”, disse a PLACAR, em 1986. Sem ‘dar bola’ a um corporativismo que poderia colocar freios nas palavras, continuou: “Ele (jogador de futebol) gosta de ser tratado como um filhão, que não tem de batalhar nada. O sistema é viciante, com uma relação de idolatria ou severa punição. O jogador é uma eterna criança e gosta de ser, pois adorou o vício.”.
Inegavelmente, sua descontração e língua afiada era pura política, apesar de os boleiros de hoje morrerem de medo do termo. Nascido em Belém (PA) e criado em Ribeirão Preto (SP), Sócrates surgiu como atleta durante a ditadura militar, período antidemocrático do Brasil que durou entre 1964 e 1985. Chegou ao Corinthians, foi contestado no início e acabou virando ídolo.
Capa da revista Placar de 27 de abril de 1984 – Reprodução/Placar
Em um contexto sociopolítico em que a liberdade individual era negada, direitos civis caçados e opositores mortos e torturados, Sócrates encabeçou a Democracia Corinthiana, movimento que deu voz aos atletas nas decisões técnicas e políticas do clube. Mas até ele cansou. E não de correr com suas longas pernas pelos campos, mas da situação que o Brasil se encontrava.
Tanto que, em 1984, quando sua ida para a Fiorentina era assunto nos jornais, o ex-jogador foi capa de PLACAR. Vestido de Dom Pedro I, fez referência ao grito de independência e bradou: “Se o Brasil mudar eu fico”. O país demorou mais um pouco para se democratizar, e Sócrates não ficou. Sem ele, o movimento corinthiano foi perdendo forças, mas seu legado é eterno. Na mesma época, Sócrates participou ativamente do movimento Diretas Já, engajando-se com protagonismo na luta pelo poder do povo e na edição 727, na qual foi capa como figura política, ao ser perguntando pelo editor Juca Kfouri sobre quando as eleições, disse “Diretas já, diretas ontem”. Um ato político praticamente inimaginável para os dias atuais.
Sócrates, com os dedos enfaixados, fumando – J. B. Scalco/Placar
Além do posicionamento claro sobre a situação do país, ele não escondia o gosto pela cerveja e pelo cigarro; vícios que acabaram abreviando sua vida. Em outra dessas aparições, entrevistado em 1986, Sócrates afirmou: “Bebo, fumo e penso. Este é o país em que mais cachaça se bebe no mundo e parece que eu bebo tudo sozinho”.
Sua passagem pela Fiorentina não foi de sucesso. Já com 30 anos, o peso de não levar vida de atleta pode ter tirado boas atuações do meio-campista. Por outro lado, em entrevista a PLACAR em 1986, o próprio Sócrates diz que a passagem decepcionante no berço do Renascimento teve motivações políticas. “O futebol italiano é dominado pela Democracia-Cristã e eu era do lado do Partido Comunista Italiano. Os democratas-cristãos me aniquilaram.”. A política, de fato, não saía de sua cabeça— talvez de forma até exagerada em alguns momentos.
O Doutor jogou duas Copas do Mundo. Em 1982, sua primeira, brilhou dentro dos campos, junto à seleção brasileira que enchia os olhos do torcedor. Na seguinte, fora do auge, apesar de ter perdido um pênalti na eliminação para a França, Sócrates usou faixas na testa, manifestando-se contra a violência estatal praticada no México, sede da competição.
Sócrates, Casagrande e Careca, do Brasil antes do jogo contra a Espanha, na Copa do Mundo de Futebol em 1986, no Estadio Jalisco, México Pedro Martinelli/Dedoc
Magrão viveu diversas vidas em 57 anos. Nunca recusou impulsos, jamais se acovardou e deixou um legado de craque, com e sem chuteira. Aposentado, tornou-se escritor e manteve atuação política fervorosa. Queria morrer com o Corinthians campeão, e assim foi. Por complicações causadas por um quadro de problemas com álcool, Sócrates morreu no dia 4 de dezembro de 2011. No mesmo dia, após empate com o arquirrival Palmeiras, o Corinthians se tornou Campeão Brasileiro daquele ano, e atletas e torcedores o homenagearam com seu tradicional gesto, o punho erguido para cima. Pedido atendido.
Jogadores do Corínthians durante homenagem ao ex-jogador Sócrates, em 2011 Renatto Pizzutto/Placar
🇺🇸 Pitanga! What a delight these fruits… tasty, sweet and full of vitamin C and iron. Who doesn’t like them?/ 🇧🇷 Pitanga! Que delícia essas frutas… saborosas, doces e cheias de vitamina C e ferro. Quem não gosta delas?
Dietrich Mateschitz, empresário com espírito empreendedor extremamente aguçado, um dia quis lançar uma bebida diferente. Nos anos 80, a consultoria americana NDP fez um estudo sobre seu produto e afirmou:
“Nunca um produto esteve tão fadado ao fracasso quanto esse”.
Hoje, Mateschitz é um bilionário austríaco. O produto é o energético Red Bull. E o fracasso não se confirmou, tornando um sucesso de vendas que gira em 4,2 bilhões de latinhas ao ano.
Motociclista, Aviador, Adepto de esportes radicais. Reza a lenda que ele toma 10 latinhas de Red Bull por dia (eu duvido, é muita coisa). Ah: mesmo com quase 80 anos, não repete namoradas em eventos sociais (todas na casa dos 20 anos).
🇧🇷 Há 6 anos… Que foto sensacional da minha filha Marina! Sempre linda e sorridente, ela é meu orgulho! / 🇺🇸 What a sensational photo from my daughter Marina! Always beautiful and smiling, she is my pride!
Sempre tive o seguinte pensamento como uma verdade: Neymar e Rubinho nasceram em épocas erradas!E explico: eles concorreram em suas profissões com “extraterrenos”, como Messi e Schumacher.
Tivemos, repare:
Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho(campeões mundiais e bolas-de-ouro). Aí Neymar tem que ser campeão mundial e bola de ouro (com a concorrência de seleções espanhola, alemã e francesa muito boas, além de outros concorrentes individuais ao segundo prêmio como Messi e Cristiano Ronaldo).
Fittipaldi, Piquet e Senna(campeões mundiais e ídolos). Aí vem Rubinho que foi cobrado para fazer o mesmo caminho de conquistas…
Ambos não ganharam títulos mundiais, sofreram pressão para substituírem esses gênios e contaram com a má vontade da torcida.
Para entrar na história, precisa-se ganhar uma Copa do Mundo ou um Mundial de Fórmula 1? Talvez, no Brasil, sim.
Não importa o talento que eles tenham, serão contestados. Entretanto, sejamos ponderados: aí, você coloca outros dois exemplos desses esportes, também geniais: Massa e Zico, que igualmente não ganharam nenhum desses títulos mas que, sabidamente, têm mais simpatia do público. A questão, então, seria carisma?
Sei lá. Só sei que cobramos de competentíssimo atletas sempre o “10”, e quando vem um “9,5” ou “9”, dizemos muitas vezes que ele “não serve”…
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“– Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada como Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós que recorremos a vós – hoje, pedindo especialmente pelos adolescentes. Amém.“
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Hoje encerramos uma semana de atividades no Fundo Social de Solidariedade de Itupeva, levando o Curso Descomplique / Bolsa-Empreendedor (iniciativa do Governo do Estado de SP, Sebrae, IBS e Prefeitura de Itupeva), cumprindo todos os protocolos sanitários e capacitando pequenos comerciantes.
Além de estarem preparados para os desafios em suas MEIs, esses empreendedores recebem uma necessária ajuda financeira para investirem em seus negócios. Tais iniciativas são ótimas para um Brasil que quer (e precisa) crescer.
Leio interessante matéria da Revista Runner’s (edição 15, Janeiro/2010, pg 76), sobre os excessivos alimentos que alguns atletas comem.
Na verdade, há um quadro retratando o quanto se deve correr para poder comer algumas guloseimas a mais. Se você quiser tomar 1 garrafa de cerveja, corra mais 16 minutos, por exemplo.
Abaixo, a matéria e as Quantidades/Km:
MELHOR SOMAR MAIS 1 KM
Você precisa de uma dieta balanceada e dos nutrientes e calorias (energia) dos alimentos para render nos treinos de corrida e se recuperar. Mas, ao ingerir mais calorias do que gasta, você pode ganhar peso. Para ter uma ideia de quanto precisa correr para queimar as calorias de certos alimentos, confira a tabela abaixo. Todos os cálculos se baseiam em uma pessoa de 70 kg que corra em ritmo de 7 minutos por quilômetro.
1 banana -> 13 minutos
1/2 xícara de cereal + 1 copo de iogurte desnatado -> 15 minutos
São Francisco Xavier nasceu no castelo de Xavier na Espanha em 1506. Em 1534, no dia da Assunção, Francisco Xavier, juntamente com Inácio de Loyola, que conheceu na Universidade de Paris onde estudou, e outros cinco companheiros se consagraram a Deus, fazendo voto de pobreza e colocando-se à disposição do Papa.
Foi ordenado presbítero na Igreja Montmartre em Veneza e foi um dos sete primeiros religiosos com os quais Santo Ignácio fundou a Companhia de Jesus ou Comunidade de Padres Jesuítas.
Foi nomeado pelo Papa Pio X Patrono de todos os missionários porque foi, sem dúvida, um dos maiores missionários que existiram, sendo chamado “gigante da história das missões”.
Aos 35 anos iniciou sua vida missionária nas colônias portuguesas nas Índias. Neste momento, teve início seu grande feito: São Francisco Xavier teve uma intensa atividade missionária que abrangeu uma área tão vasta que seria excepcional mesmo nos dias de hoje. Percorreu a Índia e diversas ilhas durante 4 anos. Após este período, embarcou para o Japão, mas seu grande desejo era poder ser missionário na China.
Como estava proibida a entrada aos brancos da Europa, foi para Singapura e depois conseguiu que o capitão de um navio o levasse para a ilha deserta de San Chao a 100 quilômetros de Hong-Kong, onde ficou gravemente enfermo e morreu em 3 de dezembro de 1552, aos 46 anos de idade. Em 11 anos de missionário, administrou o batismo a mais de trinta mil convertidos.
Anos mais tarde, seus companheiros da congregação quiseram levar seus restos a Goa, que foi o centro de onde sua atividade missionária se irradiou e encontraram seu corpo incorrupto, conservando-se assim até nossos dias. São Francisco Xavier foi declarado santo pelo Sumo Pontífice em 1622 junto com a Santa Teresa, Santo Ignácio, São Felipe e São Isidro.