– Arcoballeno.

Eis que o arco-íris resolveu aparecer.

Mas a chuva vai voltar, certamente…

Por quê a gente tem fascínio por esse fenômeno da natureza?

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– Anderson Daronco em Uruguai 1×0 Peru: entrou ou não a bola?

Anderson Daronco apitou Uruguai 1×0 Peru pelas Eliminatórias. Os peruanos estão muito bravos com o árbitro brasileiro pois, aos 91m, não validou esse lance alegando que a bola não entrou.

Se tivéssemos chip na bola, não teríamos discussão. Veja o lance abaixo:

Vídeo em: https://youtu.be/5XAVQdYtNXE

– Hora de rezar!

Hora de rezar – de pedir e de agradecer.

Precisamos cuidar da alma, pois é ela que nos move para a Vida Eterna, junto ao Pai.

Vamos à Missa?

Lembrando da Carta de São Paulo aos Coríntios:

“Somos, pois, embaixadores de Cristo, e é Deus mesmo que exorta através de nós. Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus”.

Estamos prontos para cumprir essa mensagem do apóstolo?

(Altar de Nossa Senhora Aparecida na Catedral de Bragança Paulista – Matriz N Sra da Conceição. Foto do Arquivo Pessoal).

– Administradores Raivosos que Comprometem o Trabalho

Jack Welch, o famoso ex-CEO número 1 do mundo, abordou em sua coluna mundial e impressa pelo Brasil através da revista Exame (citação abaixo), o tema “sentir raiva no trabalho“, e principalmente tratou de falar sobre os efeitos negativos de tal sentimento em tempos de crise, as preocupações quanto ao rendimento profissional e as dificuldades lançadas quando se coloca a raiva como fator relevante na decisão pessoal. Cada vez mais, em um mundo competitivo, vemos profissionais buscando espaço de todas as formas. E “raiva”, “frustração”, “motivação” acabam fazendo parte do dicionário cotidiano.

ESQUEÇA A RAIVA E PENSE NO FUTURO

Você se lembra da posse do presidente dos Estados Unidos? Foi há pouco mais de dois meses. A economia estava em dificuldades, as pessoas estavam assustadas. Mas por um breve e brilhante momento – e talvez até um pouco mais – praticamente todo mundo pareceu acreditar que uma espécie de grande e necessária reinvenção iria acontecer. As pessoas sentiram esperança.

Hoje elas sentem raiva.

Quem sabe exatamente por que ocorreu essa terrível mudança? Ajudas econômicas sem fim, audiências rancorosas, demissões surpreendentes. Os sistemas de controle falharam quando não deveriam. Os líderes das empresas e os do governo cometeram erros. E muita gente decente está pagando o preço.

Mas sem dúvida a recente trapalhada sobre os bônus da AIG foi um ponto de virada. De repente, muitas pessoas deixaram de querer mudança e passaram a querer vingança.

Talvez isso seja compreensível. Mas o tumulto econômico e cultural mais profundo de nossa época não será solucionado se cedermos à raiva. A raiva só gera raiva: muitas vezes leva as pessoas a fazer coisas idiotas e míopes, que invariavelmente geram consequências imprevistas.

A raiva não é curativa. É polarizadora.

É por isso que todos precisamos lutar para manter a esperança viva e substituir nossa raiva por um enfoque maior e renovado nas coisas boas e absolutamente certas da vida – as “caça-raiva”, como podemos chamá-las.
Veja, por exemplo, o fato de que neste exato momento há centenas ou milhares de estudantes de engenharia brilhantes no MIT, em Stanford e outros campi ao redor do mundo que estão sentados em seus dormitórios, vivendo à base de pizza e sem se importar com o tempo lá fora enquanto se debruçam sobre uma nova ideia interessante. Esses garotos malucos e suas ideias incríveis são o futuro da economia – basta esperar para ver.

Você também pode ter certeza de que existem legiões de pessoas por aí que não estão assustadas com a crise econômica. Estamos falando dos empreendedores. Os desafios não fazem com que eles se rendam. Os desafios lhes dão mais energia.

Ou considere o fato de que neste momento, em empresas de todo tipo, grandes ou pequenas, novas ou velhas, equipes de funcionários estão reunidas dando duro para descobrir como salvar empregos.

Você pode ter certeza de que, enquanto lê este artigo, pesquisadores médicos e laboratórios de todo o mundo estão trabalhando 18 horas por dia para descobrir os segredos do genoma humano e tratamentos além da imaginação. Você pode ter certeza de que a maioria deles – ou talvez todos – é motivada por um desejo forte e profundo de salvar vidas. É bem possível que você ou alguém que o cerca venham a se aproveitar do resultado dessas pesquisas no futuro.

Você pode ter certeza (ou quase) de que em abril Tiger Woods fará algo sobre-humano no torneio de golfe Masters e o mundo ficará maravilhado, feliz com sua volta.
Você pode ter certeza de que não muito depois do Masters, em um dia quente de primavera, uma mãe e um pai vão tentar conter as lágrimas enquanto veem o primeiro membro de sua família se formar no colégio. Você pode ter certeza de que eles não serão os únicos.
Você pode ter certeza de que, para cada idiota com a ética comprometida que prejudica os negócios, há 98 ou 99 pessoas decentes e trabalhadoras decididas a fazer a coisa certa. Você pode ter certeza de que essas pessoas vão predominar.
Você pode ter certeza de que um herói apartidário surgirá da lama no Capitólio e que essa pessoa nos mostrará o que é o verdadeiro serviço público.
Você pode ter certeza de que haverá mais de um herói no final disso.
Você pode ter certeza de que na próxima estação haverá uma nova canção no rádio que é tão incrível e divertida que você não conseguirá tirá-la da cabeça. Você pode ter certeza de que a música nunca morrerá.
Você pode ter certeza de que um dia, em um futuro não muito distante, vamos rever este tempo difícil e dizer: “Foi duro, mas nos esforçamos e aprendemos tanto que realmente reduzimos as possibilidades de que volte a acontecer”.
Você pode ter completa e absoluta certeza de que o primeiro cachorro-quente que você comer enquanto assiste ao primeiro jogo de beisebol da temporada será maravilhoso – e o segundo também não será ruim. E, finalmente, você pode ter certeza de que nos lembramos de apenas alguns “caça-raiva” que deveriam estar nesta lista. Quais são os seus?

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Quem apitará os dois jogos das finais do Paulistão 2022?

Não é futurologia, nem previsão esotérica, mas apenas lógica: acompanhando as escalas e a obviedade de escolha (para jogo que “vale”, sem teste de novatos), Flavio Rodrigues de Souza e Raphael Claus apitarão as finais do Campeonato Paulista 2022.

Motivos?

Por tudo o que tem sido feito, nas partidas em que você precisa de árbitros mais rodados, a CEAF-SP tem escalado os nomes mais importantes. O próprio presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, quer renovação do quadro (como Candançan no Derby em que os dois já estavam classificados) mas não quer teste em decisão (a fim de evitar chiadeira das equipes).32

Assim, pela ordem, os 3 FIFAs masculinos são priorizados (lembrando que a FIFA feminina, Edina Alves, desde os erros de Santos 0x3 São Paulo tem sido deixada para jogos de menos holofote).

Temos 4 jogos derradeiros do campeonato (duas semi-finais neste final de semana e duas finais). Para preservar Raphael Claus e Flávio Souza (os dois FIFAs prováveis que farão a decisão), escolhe-se Luiz Flávio (o 3º FIFA) e Vinícius Gonçalves Dias (o melhor não-FIFA) para as semifinais.

A única modificação possível é Edina Alves estar numa das finais (ou o próprio Vinícius) caso o Red Bull Bragantino esteja na decisão, por conta do que aconteceu na última rodada da 1a fase em Bragança Paulista (onde Flávio Rodrigues de Souza foi infeliz e marcou um pênalti de “pisão na bola” de Rafael Navarro, surgindo o empate de forma contestável).

Curiosidade: dos 4 times semifinalistas, o único que teve o rigor da escala de 3 árbitros FIFA consecutivos foi o Massa Bruta / Toro Loko: domingo com Flávio R Souza, 4a feira com Raphael Claus e sábado com Luiz Flávio de Oliveira.

Em tempo: de um lado, dois times com dinheiro em caixa e que possuem treinadores a um bom tempo. Do outro, dois times com dívidas muito grandes a pagar. Isso implicará na final?

– Sol e chuva.

Agora, 17h45, com sol e chuva. Que entardecer bonito temos por aqui!

Olhe o reflexo de luz no asfalto molhado:

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– O mundo da colaboração, e não o da competição, é necessário.

Em tempos de pandemia e necessidade de ações solidárias e coletivas, deparei-me com essa consciente reflexão:

“As pessoas educam para a competição e esse é o princípio de qualquer guerra. Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia estaremos a educar para a paz”.

Maria Montessori, médica e educadora.

Pensemos: de que adianta, especialmente nos dias de hoje, a agressividade nas palavras e o discurso da necessidade de sucesso na carreira profissional neste mundo competitivo, onde o indivíduo faz de tudo para se dar bem, muitas vezes sobrepujando seu próximo?

Mais do que isso: o que é sucesso?

Vale pensar…

Colaborar e Cooperar para o crescimento da sua empresa - Parte ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Lá vem a chuva?

Acho que a chuva vem voltando… mas como sempre, se vier, que venha mansa!

Lavar o carro hoje? Nem pensar. É perder o serviço.

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– Violência contra a mulher: sofrimento silencioso.

Por Fabiana Schiavon – “Um show de horrores.” É assim que a influenciadora digital Shantal Verdelho, de 33 anos, descreve, em entrevista à TV, o vídeo …

Continua em Violência contra a mulher: sofrimento silencioso

– A dúvida do lanche de linguiça: alguma sugestão?

Para quem não conhece, aqui em Bragança Paulista existe a fama (justíssima) da cidade ser a “Terra da Linguiça” (assim como Itatiba é a “Terra do Caqui” e Jundiaí a “Terra da Uva de mesa”.

No Restaurante Rosário, que fica no Estádio Nabi Abi Chedid, com vista ao campo, há lanches em homenagem aos jogadores e pessoas ligadas ao Bragantino (agora, Red Bull Bragantino). Mas outros restaurantes e linguiçarias são igualmente boas.

Para hoje, a dúvida do meu lanche de linguiça bragantina é: qual “treinador vou escolher”?

Um X-Parreira, X-Marcelo Veiga ou X-Luxemburgo?

Correndo por fora, X-Biro Biro e X-Mauro Silva!

Olhe só o cardápio:

– Corra que faz bem:

O que importa é se mexer!

Treino muito bom, intenso, logo bem cedinho (a fim de ter ânimo para a labuta).

Controle o batimento cardíaco, não se esqueça disso:

Imagem

– Temos, simplesmente, que viver.

E o conselho dessa astronauta não é fundamental para os nossos propósitos?

Simplesmente, “vivamos nesse nosso lugar”, como ela mesmo diz. Abaixo:

– E o sol apareceu!

Até que enfim!

Depois da chuvinha da manhã / madrugada, o sol resolveu aparecer.

Mantenha-se por algum tempo, amigo Astro-Rei!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– O Autocuidado diário.

O autocuidado é uma responsabilidade particular. Nao da para pedir a alguém para ter autocuidado por você. As pessoas podem te auxiliar, lembrar, ser…

Continua em Autocuidado diário

– Gelatinas para diversão!

Hora das gelatinas! A criançada adora (e eu também).

Comer é muito bom, mas fazê-las igualmente. A bagunça na cozinha que o diga…

– Children learn what they live.

The subject of Child Development was one of my favourite parts of learning while studying Psychology, and to this day, I continue to seek out …

Continua em: Children learn what they live

– Girassol / Sunflowers🌻.

Como tudo está tão cinza e lusco-fusco neste sábado, um pouco de cores para embelezar nossa manhã.

Olhe aí o girassol, que beleza! Clicado nesta semana em Jarinu (aliás, há uma avenida com o canteiro inteiro com eles).

🌻📸🌧 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Disciplina, by Senna.

A vida de Ayrton Senna foi marcada por superação! E eis que leio esse louvor ao esforço e à disciplina.

Ter uma vida regrada faz bem, não?

O conselho do campeão, abaixo:

– 25º dia da Quaresma: Liturgia Diária – 26/03/2022

SÁBADO DA 3ª SEMANA DA QUARESMA Féria de 3ª Classe – Missa própria – Estação em S. Susana Deus é o protetor dos inocentes (Leitura), mas pelos …

Continua em: Liturgia Diária – 26/03/2022

– Bom dia, sábado (4 de 4).

🌅 06h00 – Desperte, Bragança Paulista, com garoa leve.

Que o sábado possa valer a pena!

E há de valer, creiamos nisso.

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, sábado (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas de cor coral.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento 

– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece ao Imaculado Coração:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós – hoje, especialmente pelos que estão sem esperança, para que sintam o seu colo de mãe. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade 

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora viver o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Nike 

– Ufa!

Dia 21 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Hoje “de ressaca” pelo cansaço acumulado. Tocando o tempo, que foi escasso. Amanhã será melhor? Não sei… Tenhamos esperança.

Até mais.

– Vai ter GP de Fórmula 1 na Arábia Saudita?

No mundo ideal, não teríamos corrida de F1 numa ditadura.

No mundo ideal, se cai um míssil ao lado da pista, cancela-se a prova para segurança de todos.

No mundo ideal, a moral e a ética falariam mais alto do que dinheiro.

Como não estamos no mundo ideal, infelizmente a grana fala mais alto e provavelmente teria corrida.

A imagem é do Instagram do comentarista Reginaldo Leme:

– Chegue logo, casa…

Arre! Quando se está em viagem e cansado, parece que o seu lar não chega nunca!

Já repararam que às vezes 1 km tem mais de 1000 metros? Ou que 1 minuto tem mais de 60 segundos?

Vamos rodar pois o cansaço bate e o tempo urge.

– Papai não é Mamãe!

O que seria ideal: homens e mulheres dividirem igualitariamente as tarefas de casa e os cuidados com os filhos pequenos?

Tal dilema desafia o convívio de papais e mamães, por melhores que eles sejam. Mudar a rotina, e a própria vida, é condição aparentemente necessária.

Compartilho ótimo material da Revista Veja, onde uma nota me chama a atenção: o alerta de que pais não substituem mães, e de que a mamãe não pode exigir tanto do papai. Claro, sou um papai…

Extraído de: http://veja.abril.com.br/091209/papai-nao-mamae-p-100.shtml

PAPAI NÃO É MAMÃE

O pensamento politicamente correto contaminou a paternidade e exige dos homens um desempenho equivalente ao das mulheres no cuidado com os filhos. Mas isso vai contra os fatos da biologia.

Todo homem que queira se manter competitivo no mercado das relações amorosas, atualmente, precisa demonstrar que reza pela cartilha do politicamente correto no quesito paternidade. Ou seja, ter disposição (ou pelo menos dizer que tem) para desempenhar toda e qualquer tarefa relacionada ao cuidado com os filhos. Dito assim, soa razoável. Em um mundo em que homens e mulheres trabalham e as famílias foram reduzidas ao núcleo formado por casal e filhos – com o resultado de que avós, tias e primas atuam cada vez menos como “segundas mães” –, é mesmo necessário ter uma participação maior do pai nos serviços domésticos. Já vai longe o tempo em que levantar as pernas para a mulher passar o aspirador era considerado uma grande ajuda. Esquentar a mamadeira, preparar a papinha, trocar a fralda e dar banho no bebê são atividades, entre muitas outras, que um pai pode perfeitamente desempenhar. Mas há excessos na concepção mais difundida de paternidade moderna. O principal deles é equiparar pai e mãe na capacidade de suprir as necessidades físicas e afetivas dos filhos. A influência que o pai pode ter sobre seus rebentos, especialmente quando eles ainda são bebês, é limitada por fatores biológicos. Forçá-lo a agir como se pudesse substituir a mãe pode ter efeitos devastadores. “Muitos homens se sentem emasculados nessa posição porque passam a acreditar que as formas tradicionais de masculinidade, com as quais eles se identificam no íntimo, são negativas”, disse a VEJA o psiquiatra inglês Adrian Lord. “A insatisfação nessa troca de papéis pode até afetar o desempenho sexual do casal.”

O excesso de expectativa – e ansiedade – em relação ao papel paterno pode ser verificado por meio dos resultados obtidos em uma enquete feita com 820 pais no site VEJA.com. Setenta e cinco por cento deles disseram que gostariam de passar mais tempo com os filhos, mas só 20% parecem achar possível realizar esse desejo num curto espaço de tempo (veja o quadro). É óbvio que cada casal tem o seu próprio equilíbrio na divisão das tarefas maternas e paternas. E é claro também que existem homens que se realizam como “pais totais”, sem que isso interfira na sua masculinidade (pelo menos, eles não sentem os efeitos mais adversos). Analisados em conjunto, entretanto, os homens estão sendo submetidos a duas forças opostas. De um lado, a pressão das mulheres para que exerçam a paternidade de uma maneira historicamente inédita, em que várias das tarefas maternas lhes são confiadas. De outro, a limitação de ordem natural, que faz com que eles não se sintam totalmente à vontade nas novas funções.

Ordem natural? O pensamento de extração feminista atribui o desconforto dos homens nos cuidados com os filhos a aspectos culturais originados do machismo patriarcal. Por esse argumento, os pais não conseguem ter a mesma delicadeza, afetuosidade e disponibilidade que as mães simplesmente porque não se despem dos valores que lhes foram inculcados e que continuam a ser reproduzidos nas diferentes esferas da vida social. Não foram educados para cuidar de crianças e não encontram respaldo no ambiente de trabalho para ser pais participativos. Tudo isso é, em parte, verdadeiro. Meninos são ensinados a manter-se longe de bonecas, e é mais fácil para uma mãe do que para um pai convencer o chefe de que precisa sair mais cedo para levar o filho ao médico. Pais como Paulo de Queiroz Silveira, do Rio de Janeiro, que trabalha em casa e pode passar boa parte do dia com as crianças, frequentemente ouvem a pergunta “Onde está a mãe deles?”, quando estão com os filhos no shopping ou vão sozinhos às reuniões na escola. Chegamos, então, à “ordem natural”. Por mais que as pessoas acreditem na versão politicamente correta da paternidade, o fato é que a maioria estranha quando os homens desempenham tarefas tradicionalmente maternas. Isso é errado? Não. “As regras sociais e culturais não surgem do nada. Elas têm uma origem biológica”, diz o psicólogo evolutivo americano David Barash, da Universidade de Washington.

Entre as características tipicamente masculinas que, em geral, são deixadas de lado quando se tenta cuidar de uma criança com a mesma dedicação de uma mãe, estão a autonomia, o gosto pela competição e a agressividade. A perda de virilidade experimentada pela maioria dos homens que se põem a realizar trabalhos associados a mulheres tem bases químicas. Experiências de laboratório mostram, por exemplo, que os níveis de testosterona no organismo caem quando o homem segura uma boneca nos braços. O efeito é o mesmo de quando o marmanjo embala um bebê de verdade. O hormônio masculino por excelência é aquele que, entre outras coisas, proporcionava aos machos humanos, nos tempos das cavernas, o ímpeto de caçar, acasalar-se – e dar uma bordoada na cabeça do inimigo.

Faz sentido, portanto, que a evolução tenha moldado o organismo do homem de forma tal a diminuir os níveis de testosterona na presença de crianças – não só as suas, como as de outros. Do contrário, eles representariam sempre um perigo para aqueles serzinhos adoráveis – e gritadores, e chorões, e… irritantes. Um estudo feito por antropólogos da Universidade Harvard indica que os níveis do hormônio em homens casados são, em média, mais baixos do que em solteiros. E, entre os casados que passavam todo o tempo livre com a mulher e os filhos, sem dar chance à cerveja com os amigos, a quantidade era ainda menor. A descoberta reforça a tese de que o natural para um homem é ser provedor e protetor – não um trocador de fraldas.

O psicólogo David Barash explica que o envolvimento do pai com os filhos é proporcional ao grau de certeza que o macho tem de que a prole carrega seus genes. É o contrário do que ocorre com as mulheres. A não ser nas novelas de televisão, elas jamais têm dúvida de que deram à luz aquele filho. “Em termos evolutivos, esse fato serviu para estreitar ainda mais a ligação entre mães e sua descendência”, diz Barash. “Prova disso é que não há uma única sociedade em que os homens se dedicam a cuidar mais das crianças do que as mulheres.” Tal especificidade também esclarece por que a natureza reservou às mulheres, e não aos homens, a capacidade de produzir leite. Se fosse o contrário, os homens poderiam ver-se na situação de amamentar os filhos dos outros (ou de recusar-se a fazê-lo caso descobrissem o engodo). Só o sexo que investiu nove meses na gestação e não questiona se o rebento é seu poderia ter uma função tão essencial quanto a de alimentá-lo nos primeiros anos de vida – garantindo, desse modo, a continuidade da espécie. O trato com as crianças, segundo a ordem natural, também diferenciou homens e mulheres quanto a outros aspectos. Centenas de milhares de anos acalentando e dando atenção a indivíduos que não se expressam verbalmente – os bebês – conferiram a elas capacidades cognitivas superiores às dos homens. Daí a vantagem feminina na compreensão da linguagem corporal. Já o homem, menos preso a laços afetivos familiares, se tornou mais apto para tecer alianças externas. Por esse motivo, os pais têm mais medo do que as mães de ver sua vida social reduzida com a chegada de um filho.

Evidentemente, não se trata de propor que os pais modernos voltem a se comportar como na idade da pedra. “O que não se pode é exigir que eles assumam o papel das mães”, diz o psicólogo americano Aaron Rochlen, da Universidade do Texas, autor de um estudo sobre homens que se tornaram donos de casa. Uma maneira de incorrer nesse erro é esperar que o pai tenha sobre a criança a mesma influência afetiva e psicológica que a mãe. A ideia de que ele pode ter esse papel costuma ser difundida de modo inconsequente desde os cursos de gestantes para casais. O austríaco Sigmund Freud, o pai da psicanálise, considerava que no início de sua vida a criança percebe a mãe como um ser todo-poderoso, numa relação que não dá espaço para mais ninguém. Apenas depois de alguns meses do nascimento, o bebê consegue identificar a existência de um terceiro indivíduo – o pai – que disputa sua atenção com a mãe.
No papel de “o outro”, é o pai quem estabelece o vínculo da criança com o mundo externo e lhe permite ganhar independência da mãe. O pai é essencial na formação sexual da
filha, por revelar a diferença, e do filho, por confirmá-la. Pais obrigados a agir como mães podem desequilibrar essa equação.

Os homens não são fisicamente adaptados para cuidar dos filhos com a mesma desenvoltura que as mulheres, mas estão sendo cobrados insistentemente para sê-lo, como se isso fosse… natural, volte-se a dizer (esta reportagem, aliás, deverá causar grande indignação entre as feministas). Como nem sempre conseguem atender à exigência, são criticados ou tratados com condescendência. O resultado é frustração: o homem ingressa na paternidade disposto a ser participativo, mas se sente um inútil quando não dá conta do recado. “Quando vai dar banho em nossa filha recém-nascida, meu marido a deixa escorregar. Por isso, eu fico sempre por perto, só vendo no que vai dar”, diz a professora mineira Cláudia Santos, de 36 anos, mulher do publicitário Rafael Castro. Pois é. “As mulheres lutaram para conquistar seu espaço no mercado de trabalho e agora batalham para que os homens dividam as tarefas domésticas e o dia a dia com os filhos. A contradição é que elas parecem querer a ajuda de um clone de si próprias, não de um marido que faz as coisas dentro de suas limitações”, diz a terapeuta de casais Magdalena Ramos, de São Paulo. “Não é de estranhar que eles se sintam falhos.”

As mulheres batalharam para ter liberdade e igualdade. Mas, quanto à fraternidade com os homens, convenhamos… Não exija tanto do paizão, mamãe.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Como eu amo essa menininha…

Momento fofurice!

Sim, pai coruja… com esse sorriso, pudera…

Tem coisa mais legal do que brincar de boneca?

👑 ❤️ #PaiDeMeninas

– Red Hibiscus.

Tarde florida: o que dizer desse maravilhoso hibisco e seu vermelho tão sedutor?

A natureza e suas cores tão vivas! Uma pintura para qualquer jardim…

🌺 📸 🎨 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#flowers #flor #garden #inspiração #pictureoftheday

– Azul.

Como me inspira o infinito céu azul… que imagem:

Imagem

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– E as pesquisas para presidente?

Pesquisa eleitoral para Política é sempre complicada quanto à “credibilidade dos interessados”. É sabido que as últimas erraram bastante, mas não é irônico que quando ela é favorável a A ou B, seus eleitores acabem se regozijando?

Coisas do Brasil: se o número é a favor, aplausos. Se é contra, vaias. Valida-se ou descredibiliza-se conforme o interessado.

Imagem extraída de: https://spedpraquemfaz.com.br/homem-duvida/

– Frutas saudáveis para tarde.

Hora gostosa das frutas!

Para divertir a criançada e dar saúde a elas, temos morango, uva, maçã, ameixa, pêra, goiaba, banana e pitaya!

Hum… que delícia. Quem quer?

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– Salsicha?

Comércio popular sempre nos mostra curiosidades…

A “Lanchonete do China” (não vale o nome real) está ofertando essa salsicha especial (com C)!

Alguém vai querer? 😄

– Neymar está doente por conta dos outros ou é vítima de si próprio…?

O tema saúde mental me preocupa demais. Por questões pessoais e profissionais envolvendo pessoas queridas, tal assunto me é caro e, sempre que possível, gosto de abordar questões do gênero (como depressão, pânico, s.p.a. e similares).

Rico ou Pobre, vítima de si mesmo ou por situação causada por outrém, tais desequilíbrios emocionais não escolhem cor ou raça. E tudo isso para falar de Neymar! Thierry Henry (ex-jogador da Seleção da França e ídolo do Arsenal, hoje comentarista) abordou dias atrás que Neymar demonstra estar precisando de ajuda pelos sinais que demonstra. E não tem certa razão?

Calma, antes de criticar o jogador (que faz por merecer inúmeras críticas) é preciso entender: ele não é igual à maioria de nós! Da pobreza à riqueza rápida, talentoso, com muita gente o colocando em um altar antes mesmo de qualquer ato que valesse tal reconhecimento. Excelente e habilidoso, cresceu mimado (René Simões alertou dos perigos de não segurar o salto do garoto que estava se tornando altíssimo, mas poucos levaram a sério). Mas o “cresceu” é relativo, pois não amadureceu.

Cobrado por protagonismo em todo jogo, assumiu responsabilidades que não era capaz: por exemplo, o de ser líder e exemplo de comportamento.

Líder de quê?

Neymar seria outro se alguém o alertasse sobre questões como respeito, responsabilidade e profissionalismo. Adolescente com holofotes, não pode ir ao shopping “tomar sorvete” ou jogar “video-game” como a maioria dos meninos da sua idade. E isso faz mal… (embora, a primeira consideração que se faça é: “ele ganhou e ganha milhões (quem sabe alcançou a marca de bilhão em faturamento acumulado), e isso é um ônus de quem é uma celebridade”.

Me parece que ele é um “Peter Pan dos dias atuais” (o menino da terra encantada do Reino do Nunca, que se recusa a crescer e que quer ser divertir, especialmente fazendo troça ao Capitão Gancho). O problema é: na vida real, ele não está num mundo imaginário nem há capitães ganchos.

Neymar: molecão, folgado, festeiro (que ontem cavou um cartão para estar suspenso na próxima rodada e não jogar em La Paz, podendo curtir as festividades do Brasil em folga – e qualquer árbitro já cansou de dar cartões como ele recebeu ontem, sabendo que é uma forma “leve” de ser advertido, sem machucar ninguém nem correr o risco de ser expulso). Mas esse rapaz, pessimamente orientado a respeito dos valores sociais e levado a crer que ele tem razão em tudo (no documentário da Netflix, confessou que não está preocupado com as críticas – e isso é péssimo para qualquer ser humano, pois elas nos ajudam a enxergar nossos erros, se bem digeridas) ou superestimado por outros (como seu agente Vágner Ribeiro, que insiste em dizer aos quatro cantos que Neymar é melhor do que Pelé), precisa se reinventar como pessoa e como profissional!

  • Como pessoa (quem sou eu para escrever isso sobre ele), a fim de ser mais humilde aos que verdadeiramente querem lhe dar um carinhoso puxão de orelha, e não estar apenas com quem lhe presta galanteios ou elogios. Precisa abandonar o mundo dos afagos e da bajulação.
  • Como profissional, saber lidar com as contusões que estão lhe prejudicando e com as regras formais e informais que um jogador de futebol deve se submeter, como uma rotina séria de privações e cuidados (eu sei, manter o condicionamento físico “em dia” requer abdicar de festas e farras, alcoólicas e sexuais, e que quem tem muito dinheiro e acesso à elas, não vai abrir mão pois tornaram-se o seu dia-a-dia).

Quando Neymar aparece no Carnaval se recuperando de contusão, estando de muleta num camarote, ele põe o “bumbum na janela” para ser criticado. Não tem ninguém para lhe dar um “toque”?

Parece que o Menino Ney corre o mesmo risco de Ronaldinho Gaúcho, que igualmente se tornou astro desde cedo e não viveu a infância e a juventude: cansar do mundo profissional do futebol.

Não me surpreenderia se Neymar não jogasse mais pela Seleção Brasileira. Tite não vai tirá-lo do time, nem deixá-lo de o escalar. Mas a irritabilidade de Neymar, as cobranças que vem sofrendo (a maioria justas, algumas injustas) e tudo o que está acontecendo com sua condição física, mostram que ele precisa tomar novos ares! E eles são sociais e futebolísticos.

Na Inglaterra, se especulou que o novo-rico Newcastle poderia na próxima janela tentar sua contratação. Ótimo se isso acontecer, pois será recomeçar do zero e um novo fator motivacional. O problema é que seu amigos migrarão de país com ele (eu não entendo como alguém pode ter ‘parças’ que orbitam sobre ele e que são remunerados… amizade paga?).

Com todo dinheiro que tem, se o seu pai ou seu staff forem realmente competentes, devem convencer Neymar a procurar ajuda psiquiátrica, juntamente com psicológica (se você torceu o nariz nesse parágrafo, não deve saber qual é o real trabalho desses dois profissionais).

Neymar está triste? Não digo isso. Me aparenta, realmente, doente – sem ele estar sabendo /percebendo.

Aqui, entra uma máxima popular: “você deve estar preparado para o sucesso, tanto para o bônus quanto para o ônus”. E o jogador brasileiro nunca esteve verdadeiramente bem preparado (é o que se percebe).

O jogador Douglas Souza abandonou a Seleção de Vôlei para tratar da saúde mental. Simone Biles, a mega campeã ginasta americana, o fez em meio a uma Olimpíada! Qual a vergonha de Neymar fazer o mesmo?

Pobre menino rico… vítima de si mesmo?

Neymar sofreu e converteu pênalti na goleada da seleção brasileira por 4 a 0 sobre o Chile - Lucas Figueiredo/CBF

Imagem: Lucas Figueiredo (CBF), extraído de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/03/25/neymar-diz-que-sente-prazer-na-selecao-e-entrega-coutinho-sobre-penalti.htm).

– Inspirador amanhecer.

Agora, 08h00 no Lago do Taboão. O sol refletindo na água, ao lado dos “pedalinhos de ganso”… é para inspirar ou não?

Essa tal de dona Natureza foi generosa em beleza por aqui!

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