🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Segundo UOL e GloboEsporte, o São Paulo pedirá a anulação do jogo do último domingo, no Maracanã. Sobre o Erro de Direito, explicamos na repostagem abaixo:
Importante: antigamente, você tinha até 48 horas para tentar impugnar uma partida. Acontece que a CBF não divulgou o áudio do VAR, para se entender o que o árbitro de vídeo conversou com o árbitro central. Tendo feito somente na sexta-feira à tarde, creio que são 48 horas a partir dessa divulgação (lembrando que sábado e domingo não são dos úteis).
ERRO DE DIREITO
Já falamos à exaustão sobre o lance irregular no Maracanã (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xa). Em resumo: Calleri faz falta em Thiago Santos e o bandeira agita o seu instrumento avisando o árbitro. Calleri se afasta e reclama, e o árbitro Paulo Zanovelli (de costa para o lance) sinaliza vantagem. Porém, o atleta para a bola com as mãos(como se tivesse ouvido um apito, que não existiu) e cobra a falta.Desse lance sai o primeiro gol do Fluminense.
Questionamos a não divulgação até essa sexta-feira (aqui: https://wp.me/p4RTuC-10nH): alguns áudios saem logo após o final da partida. Esse, estava levando quase uma semana a troco de quê?
Pois bem: enfim, ele foi divulgado. O VAR questiona o árbitro sobre o lance polêmico, e ele diz que não marcou a falta, mas deu vantagem. Avisado que houve a mão na bola(e isso implicaria em anular o gol do Fluminense), Zanovelli refuta qualquer irregularidade e pede para ver no monitor. Ao ver a mão na bola, justifica dizendo que “há a falta clara (…) eu ía dar a vantagem, o jogador para e bate a falta, ok.” E o VAR repete, reforçando que parou a bola com a mão e bateu a falta. E Zanovelli se perde, dizendo ao árbitro de vídeo Igor José Benevenuto: “eu dei a vantagem e deixei seguir, é gol legal, Igor”.
Tudo errado! O VAR deveria insistir: “você não pode validar o gol, não é essa a regra”, e não disse. Mas o árbitro, lógico, é o maior culpado por descumprir a regra.
Erro de fato: quando você vê uma falta e fica em dúvida se atingiu ou não um adversário, é questão interpretativa e não se anula um jogo.
Erro de direito: quando você desconhece a regra ou a descumpre (o que aconteceu nesse jogo), levando uma partida a ser anulada.
Com o áudio divulgado, configurou-se um INDISCUTÍVEL erro de direito. O São Paulo pode pedir a anulação da partida, pois o árbitro, em sua fala, confessa que viu a mão (“ele para a e bate a falta”), mesmo dizendo na sequência que “não a marcou pois deu vantagem”, equivocadamente confirmando o gol.
Vamos preparar algumas boas aulas com amor e carinho (e com muito conteúdo, claro) aos nossos alunos da Faditu, do Sebrae e das Penitenciárias que atenderei nessa semana?
Ao ler muita gente aplaudindo a contratação do atacante Memphis Depay pelo Corinthians, penso: seria uma “burra empolgação”? Ou, longe de julgamentos, uma empolgação pueril e inocente?
O Corinthians tem uma dívida aproximada de 1 bilhão de reais, é sabido. Ainda não pagou Raniele ao Cuiabá e o Flamengo teve que reclamar oficialmente o não pagamento de Matheuzinho. Agora, se comprometerá a um contrato de 28 meses ao valor de quase 3 milhões por mês?
Ninguém questiona: “de onde vem o dinheiro”? Ou: “não é importante pagar os calotes?” Ou ainda: “qual será o custo-benefício?”
O torcedor mais apaixonado, obviamente, fica iludido. Mas a imprensa não pode cair no ôba-ôbae deve fazer os questionamentos devidos.
Por outro lado, qual a motivação de Depay, ao ser convidado para jogar num clube na zona de rebaixamento com tamanhas pendengas, aqui na América do Sul? Se eu sou ele, peço garantias bancárias, para não ter dor de cabeça para ficar cobrando lá na frente. Ou ele já tem essas garantias?
Fala-se à boca pequena que a empresa “Esportes da Sorte”, patrocinadora do Timão, bancaria a contratação.Mas seu proprietário, Darwim Henrique da Silva Filho, foi preso dias atrás, na mesma operação que deteve influencers, sob a acusação de lavagem de dinheiro. Além disso, pesa sobre a instituição a acusação de estar associada ao “Jogo do Bicho”, conforme reportagem da Infomoney (em: https://www.infomoney.com.br/consumo/jogo-do-bicho-era-usado-para-lavagem-de-dinheiro-pela-esportes-da-sorte-diz-policia/).
Seria mais um episódio como a Taunsa, a empresa que contratou Paulinho por uma fortuna e que nunca pagou um centavo de salário, sobrando a conta para o Coringão?
Tudo isso é muito estranho (ou amador demais). O certo é: algo não fecha nessa conta.
Dos males, o menor: Depay é acusado de pagar a fiança de Daniel Alves devido a prisão por estupro na Espanha, e a assessoria dele sempre negou veementemente. Que não tenha feito essa imoralidade mesmo…
Eu penso que Depay não ficará até Dezembro de 2026 no Corinthians, por motivos financeiros. E você?
Como o domingo já raiou e não temos um céu colorido (ao contrário, bem feio por conta da poluição e falta de chuva), eis um amanhecer bem vivo em Jundiaí, de dias atrás:
De Eduardo Jacó, via Linkedin – escrito durante a Pandemia, mas vale para hoje:
BEM ESTAR DIGITAL
Produtividade e bem-estar, utopia?
Recentemente a consultoria Grant Thornton e a Fundação Dom Cabral fizeram uma pesquisa, onde demonstram que a produtividade aumentou, vejam alguns dados:
· 35,6% dos entrevistados disseram que o trabalho remoto é mais produtivo na comparação com o presencial, contra 31,7% de 2020 · 23,2% afirmaram que o home office é “significativamente mais produtivo”, ante 12,4% em 2020
Em contrapartida, o bem-estar diminuiu: · 30% disseram estar mais cansados e irritados em relação a 2020 · 24% perceberam um volume maior de horas trabalhadas · 19% conseguem balancear trabalho com outras atividades contra 31% de 2020 · 16% tiveram dificuldade de relacionamento e de comunicação · 14% relataram problemas de equilíbrio do trabalho com as atividades pessoais · 10% indicaram problema de foco e atenção
O que nos faz pensar que, sem os ajustes nas organizações, nas equipes e PRIORIZAR os indivíduos, os patamares de produtividade dificilmente se sustentarão. Venho discutindo com algumas empresas, ações para o atravessamento da pandemia, envolvendo programas de desenvolvimento, de retenção e até de contenção, de maneira mais equilibrada, humanizada e menos polarizada, mitigando o discurso e a distância do “nós e eles”.