Um problema muito comum à muitos: a ansiedade que o término do final de semana causa, trazendo à tona as preocupações (e ansiedade) para retorno ao trabalho.
5 DICAS DE GESTÃO DE TEMPO PARA EVITAR A ANSIEDADE PRÉ-2ª FEIRA
Por Tracy Bower
Quando cai a tarde de domingo, ela se aproxima. A ansiedade pré segunda-feira é um sentimento comum quando se está enfrentando problemas no trabalho ou dificuldades para cumprir a agenda da semana, entre deveres profissionais, parentais e domésticos. Se você está experimentando um mal-estar crescente quando o fim de semana termina, vale a pena tentar entender o que está acontecendo em sua relação com o trabalho e rever o que é importante de fato. Enquanto isso, veja algumas dicas para lidar melhor com a segunda-feira:
1. Transforme o jeito que encara as tarefas
Uma das primeiras dicas é encarar as responsabilidades de forma diferente. O ditado é verdadeiro: “Mude seu pensamento, mude sua vida”. Ao olhar para suas tarefas, lembre-se do quadro geral e conecte-as a metas significativas.
Você precisa fazer o almoço para as crianças, o que é mundano, mas faz parte do objetivo de promover o bem-estar de sua família. Ou você precisa desenvolver a planilha (chata) para o início de um projeto no trabalho, mas é um elemento importante para chegar onde você quer profissionalmente.
Você também pode conectar suas tarefas com sua identidade. Você está arrumando tempo para ir à academia porque valoriza a saúde. Ou está concluindo o relatório porque quer ser um profissional consistente. Pensar nas demandas como parte de quem você é e do que você valoriza é mais empoderador do que apenas adicioná-las à sua lista de tarefas.
Além disso, abrace seus limites. Em vez de acreditar que você pode fazer qualquer coisa, perceba que você é apenas humano e não pode fazer tudo. Ao fazê-lo, você se libera para fazer escolhas melhores sobre como gasta seu tempo e sentirá menos ansiedade em relação ao tempo. Se você não está tentando fazer tudo, pode ser mais seletivo ao fazer qualquer coisa. Repense se quer participar do comitê de seleção do novo diretor da escola. Decida se vai se voluntariar para um nova iniciativa no trabalho ou fazer um curso no final de final de semana. Mas nunca faça as duas coisas. Quando você se disciplina para escolher, se concentra no que é mais importante e pode estar totalmente presente em cada situação.
2 . Crie e automatize rotinas
Uma dica de gerenciamento de tempo pouco conhecida é criar rotinas para o maior número possível de tarefas. Quando as coisas se repetem com frequência ao longo do tempo, elas se movem da sua consciência, liberando seu cérebro para se concentrar nas partes mais desafiadoras do seu dia e reduzindo o estresse geral. Por exemplo, se você sempre coloca as chaves no mesmo lugar, não vai procurá-las enquanto tenta sair pela porta. Ou se você sempre lava e corta lanches saudáveis nas noites de domingo, não terá que encontrar tempo para essa tarefa em dias de semana aleatórios. Ou se você atualizar o relatório de trabalho toda sexta-feira de manhã, não precisará planejar a tarefa toda semana.
Outra ótima maneira de se sentir mais no controle de sua vida e do dilúvio de demandas em seu tempo é fazer um plano para cada semana. Todo fim de semana, descubra o que está por vir e quem está fazendo o quê. Capture-o em um formato simples e coloque-o na porta da geladeira para que todos possam vê-lo. Determine quem vai deixar as crianças, quem vai levar o cachorro para a consulta com o veterinário e onde vai se encaixar o seu jantar com os amigos. Claro, as coisas podem mudar durante a semana, mas ter um ponto de partida e um entendimento compartilhado de quem está fazendo o quê e quando, ajuda a melhorar a cada semana.
3. Delegue e compartilhe responsabilidades
Outra maneira de gerenciar seu tempo é atrair os outros para as tarefas. Peça ao seu parceiro para marcar a consulta de sua filha e designe as crianças (com idade suficiente) para fazer o jantar uma noite por semana. Confie no seu amigo para inscrever vocês dois na maratona e pegar os ingressos do show.
Compartilhar responsabilidades tende a criar laços porque você está reforçando objetivos comuns. Também aumenta a autoestima porque oferece a oportunidade para que todos contribuam e façam a diferença uns para os outros.
4. Faça mais a cada dia
Uma das dicas de gerenciamento de tempo mais surpreendentes é adicionar eventos à sua agenda. De acordo com pesquisas, quando você dedica seu tempo aos outros e investe em esforços que importam para você, você realmente percebe que tem mais tempo. Seja voluntário na cozinha de um abrigo ou participe de uma campanha para arrecadar fundos para quem não tem. Isso aumenta seu bem-estar e energia – coisas muito boas quando você enfrenta muitas outras demandas.
5. Encorpore a Cachinhos Dourados
Talvez o elemento mais importante do gerenciamento do tempo seja fazer a quantidade certa – como na história de Cachinhos Dourados. Reflita sobre o que é mais importante para você e priorize essas atividades. Faça suas coisas mais importantes muito bem e faça outras coisas ‘bem o suficiente’, resistindo ao perfeccionismo.
Talvez levar as crianças para a escola seja onde você realmente sente que pode se conectar e dar a elas um bom começo de dia, mas não sinta a necessidade de experimentar um prato novo a cada semana. Dedique-se então a transportá-los pela manhã e fique à vontade para fazer jantares mais simples e testados ao longo do mês.
Ou talvez você valorize mentorar alguém no trabalho, mas pode abrir mão do tempo que gasta no comitê para organizar os eventos do departamento. Escolha as coisas que mais importam para você e invista sua energia nessas atividades.
Resumindo
Lembre-se que estar ocupado nem sempre é ruim. As exigências da vida são o que significa fazer parte de uma comunidade e fazer um trabalho que importa. Sinta-se bem com as capacidades que lhe permitem fazer grandes coisas.
Você tem a sorte de ser pai ou mãe e poder ajudar seu filho com a prática de violino – e deleitar-se com seu desenvolvimento. Você é brilhante em brainstorming, então é convidado para outra reunião em que vai ajudar a solucionar um problema no trabalho. Ou você é especialmente bom em cuidar e assume o papel de fazer uma visita semanal à sua tia idosa.
Mais do que tarefas tediosas, pense nelas como maneiras de construir relacionamentos e experimentar a plenitude da vida – passando da escassez de tempo para uma sensação de abundância de tempo. Você tem um papel vital e importante a desempenhar com a família, amigos, colegas de trabalho e comunidade — e não gostaria que fosse de outra forma.
Imagem extraída do link acima, crédito de: Aleli Dezmen/Getty Images
Amigos, compartilho um interessante artigo do Prof José Renato Santiago, a respeito da definição e das conseqüências de algo, infelizmente, corriqueiro em algumas organizações: o assédio moral!
Algo que nos envolve, que nos pressiona, que nos sufoca…
A verdade é que muitas vezes o assédio moral, por ser formado por uma série de pequenas ações, torna-se algo difícil de explicar.
No entanto, a maneira como ele nos atinge é algo claramente notado.
De repente pequenos pedidos e solicitações começam a nos aborrecer.
Não sabendo ao certo o motivo de se haver a necessidade de desenvolver algumas atividades, passamos a questioná-las.
Primeiro internamente, sendo que logo a seguir, aparecerem outras demandas que não possuem qualquer relação com as anteriores.
A confusão começa a fazer parte de nossa mente, e passamos a duvidar cada vez mais de nossa capacidade de entendimento.
Nossa capacidade de discernimento do ponto de vista profissional começa a fraquejar.
Quando enfim decidimos expor as razões de nossas dúvidas junto aqueles que, a princípio, são nossos líderes, nada mais é acrescentado.
Neste momento é quando mais notamos uma certa carência, e o pior, nos culpamos por isso.
E o fluxo parece sempre ser o mesmo, não há diretrizes, tão pouco objetivos claros a serem atendidos, apenas a manutenção de uma falida relação de chefia / subordinado.
Como se o subordinado não tivesse qualquer espaço para desenvolver seu raciocínio e utilizar de suas competências da forma mais adequada.
Aí vem o desanimo, a falta de vontade que é um trampolim para o comodismo.
Muitas vezes, infelizmente, muito embora estejamos dentro de um lema corporativo de defender e valorizar as pessoas, com certa frequência muitos profissionais adotam atitudes que, de firme mesmo, tem apenas o interesse de usar as competências de seus colaboradores de maneira míope sem qualquer preocupação em valorizá-los.
“Pode deixar que penso por você…” ou “Sei bem o que estou fazendo”….passam a ser mais do que simplesmente frases, mas sim diretrizes que limitam a usar de forma pejorativa o que existe de melhor das pessoas.
Cabe a cada um de nós, funcionários, colegas de trabalho e até mesmo “chefes” nos atermos a forma pelo qual estamos construindo nossas relações junto as atividades que desenvolvemos.
Somos pessoas que possuímos nossos valores, temos nossas competências e sendo assim, temos que ser incluídos, ou ao menos informados, das decisões sobre as quais estamos envolvidos de alguma forma… ainda mais que as relações atuais de trabalho não podem se limitar a serem uma evolução das antigas relações existentes ente os senhores e seus escravos.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
IN ENGLISH –
Friends, I’d like to share an interesting article by Professor José Renato Santiago regarding the definition and consequences of something, unfortunately, common in some organizations: moral harassment!
Something that envelops us, pressures us, suffocates us…
The truth is that often, because moral harassment is made up of a series of small actions, it becomes difficult to explain.
However, the way it affects us is clearly noticeable.
Suddenly, small requests and demands begin to annoy us.
Not knowing exactly why certain activities need to be done, we start to question them.
First internally, and then, soon after, other demands appear that have no relation to the previous ones.
Confusion begins to take over our minds, and we start to doubt our capacity for understanding more and more.
Our ability to discern from a professional point of view begins to falter.
When we finally decide to expose the reasons for our doubts to those who, in principle, are our leaders, nothing more is added.
At this moment, we notice a certain lack most clearly, and even worse, we blame ourselves for it.
And the flow always seems to be the same: there are no guidelines, much less clear objectives to be met, just the maintenance of a failed boss/subordinate relationship.
As if the subordinate had no space to develop their reasoning and use their competencies in the most appropriate way.
Then comes discouragement, a lack of will that is a springboard for complacency.
Unfortunately, often, even though we adhere to a corporate motto of defending and valuing people, many professionals frequently adopt attitudes that, in their firmness, only aim to myopically use their collaborators’ skills without any concern for valuing them.
“Leave it to me, I’ll think for you…” or “I know exactly what I’m doing”… become more than just phrases, but rather guidelines that pejoratively limit the best in people.
It is up to each one of us—employees, co-workers, and even “bosses”—to pay attention to the way we are building our relationships within the activities we develop.
We are people who possess our values, we have our competencies, and as such, we must be included, or at least informed, of the decisions in which we are involved in some way… especially since current labor relations cannot be limited to being an evolution of the old relationships between masters and their slaves.
Hoje é dia da 1a Santa a ser canonizada na América do Sul: a peruana Santa Rosa de Lima, cultuada por ser a padroeira e protetora dos negros, dos índios e dos humildes, além de sacrificar-se pelos necessitados.
Ah se o mundo seguisse tais exemplos de vida… Veja que bela reflexão que essa santa nos deixa:
– Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja; e os poderes do reino das trevas jamais poderão contra ela!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
– Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 13 Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e aí perguntou a seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” 14 Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15 Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16 Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18 Por isso, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19 Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. 20 Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Na última semana, José Mourinho, o “novo-velho” treinador do Real Madrid, foi questionando sobre o relacionamento com Vinícius Jr, agora seu comandado, mas que há poucos meses foi vítima de racismo por parte de Prestianni, jogador do Benfica e que era treinado pelo próprio Mourinho no Benfica.
Para que não se esqueça: Mourinho minimizou o fato à época, e deu de ombros para as acusações, defendendo o racista. Um episódio lamentável.
Experiente como é, o treinador alegou que:
“A resposta é simples, pois Prestianni era meu jogador. Se o Prestianni é meu jogador, pode vir 0 que vier que eu fico com o Prestianni. Ponto final, não há mais discussão. Agora o Vini sabe de que lado estou (Entrevista ao programa espanhol ‘El Chiringuito’).”
Na prática: se é meu atleta, faça o que fizer, eu o defenderei, mesmo que tenha que velar um ato racista.
E isso é correto?
Para vencer, vale tudo. Para outros é um ato de cidadania.
Tentando minimizar isso, José Mourinho tentou mostrar o seu lado mais humano, defendendo Vini Jr (mas não pelo ator racista, mas sim pelas faltas e pênaltis que ele recebe), dizendo:
“No outro dia, quando não marcaram um pênalti para ele, eu estava no meio-campo lutando por ele. As pessoas precisam aprender a tratá-lo, e estou falando dos árbitros. Não dá para marcar pênalti em um jogador e não no Vinicius, proteger um jogador e não o Vinicius. Eles não o respeitam”.
O treineiro literalmente confundiu alhos com bugalhos.
O São Paulo, o Santos e o Mirassol estão flertando com o rebaixamento. O Corinthians está no meio da tabela. E os dois melhores são o Palmeiras (líder) e o Red Bull Bragantino (7º, mas com um jogo a menos).
Qual a grande decepção e/ou grande surpresa positiva, dos paulistas?