Ronald Reagan foi ator de Hollywood, e se tornou presidente dos EUA nos anos 80.
Ele cunhou essa frase, na imagem, sobre os programas sociais. Ela é quase perfeita! Eu apenas trocaria o comparativo de “quantas pessoas entram” por “quantas pessoas permanecem”.
Digo: o sucesso é mudar a vida das pessoas. Que entre muita gente, e que esse pessoal tenha sucesso. Permanecer no programa significa não mudar o status quo.
Para voar devemos primeiro compreender cada etapa das provas que a vida nos impõe. E nós, começamos compreender isso ainda muito verdinhos, ou seja, criança.
Começamos ralando os joelhos, pouco a pouco o primeiro passo. Depois calculamos até aonde podemos ir sem medo. Claro, precisamos nos resguardar, uma queda é algo sempre muito desagradável. Todavia, a vida começa assim, passo por passo, degrau por degrau e, esses ritos vão se repetindo a vida toda.
Na fase adulta, já se abre as asas, tem-se a capacidade acolher idéias novas, ou seja, nessa fase, surge as inspirações ( o que faz bem aos nossos sentimentos), depois os possíveis benefícios deles e, no finalzinho, se prepara para encarar aquilo nos faz crescer, os erros. Quem não erra? Todos nós. Eu erro muito comigo mesma. E você erra também ou devido a confiança que você tem em si mesmo, isso acontece rara vezes? Errar é humano, como diz o ditado popular. Mas ter condições de superar os erros, faz de nós pessoas marcantes.
É comum as pessoas enganar, assim como, também, às vezes por conta de posicionamentos, extremistas conosco, a gente se engane. Claro, todo mundo erra. Em geralmente, o ser humano errar mais consigo, do que com os outros. Principalmente, porque imagina coisas que são inconsistentes, e que o leva a um estado de frustração.
Quando a pessoa erra com ela própria, o estado emocional fica debilitado. Parece estranho dizer, mas o estresse é uma resposta imediata. Na verdade, isso é uma expressão genuína do nosso estado de espírito. Todavia, se erramos com outras pessoas tentando tirar algum proveito disso, enganamos a nós mesmo, porque nesse caso, se comete o autoengano. Tem pessoas que têm consciência do próprio ato, mas perseguem os seus objetivos assim mesmo.
Muitas pessoas ao fazerem outras sofrerem, elas também sofrem, outras não. Há pessoas que simplesmente não apresentam essa característica que é a empatia, que nada mais significa do que trocar de papel, é ‘ficar no lugar do outro’, sofrer e assim conseguir reconhecer a sua parcela de culpa. Há pessoas que mesmo diante dos seus próprios abismos, não demonstram qualquer manifestação nesse sentido. Por outro lado, há essa riqueza que se manifesta de forma genuína, e reconhece tudo aquilo que faz. Gente que chega e diz ” perdoe-me “. Acredito que essas manifestações curativas deveriam ser aplicadas com mais frequência, porque além de serem agradáveis, faz com se estabeleça um fator importante na relação entre as pessoas, que é a confiança.
Confiar numa pessoa é bom, mas o caminho que leva a isto, advém de um elo. Se o erro é meu, e tenho estrutura para reconhecer esse defeito, chego e demonstro uma postura de que corrigir aquilo é importante pra mim, ótimo. Pois expressa uma característica de valor. É um gesto ligado ao meu caráter, portanto superar tal falha me fará bem, dentre outras coisas, fará com que eu possa acabar me sentindo melhor como pessoa.
O bonito entre essas duas atitudes (erro e acerto), é que saber interpretá-los da maneira correta, transforma a nossa imagem em símbolo de pessoa digna. Isso é muito bom. Diria que nesse caso, até é permitido o vôo livre…porque se percebe que estamos diante de um ser humano preparado.
Isso é importante a cada um de nós, porque o aprendizado fica. E não significa que não se possa errar novamente. Vamos certamente. Todavia a caracteristica que salta os olhos nesse caso é: ter a humildade de reconhecer aquilo que nos faz fracos, falhos como pessoas. Acredite, nunca deixaremos de errar, só quando partimos dessa para um plano superior, mas aí nesse caso,…vira-se anjos! O aprendizado básico é só aqui embaixo.
Bem, o que deixo pra você: os degraus sempre lhes serão difíceis até que você consiga depois de muitas quedas, correr, rir de suas próprias dores, escalar…e finalmente, voar! O segredo é abrir bem as asas, corrigir o que for possível, ter paciência, segurança, inventar um riso…
…quando perceber estará …voando. Os erros servem para isso, para nos impulsar rumo ao melhor.
Marii Freire Pereira
Imagem: Google
Santarém, Pá 14 de maio de 2020
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
A França tentou, quase conseguiu mas felizmente fracassou: o Governo queria que o Segredo das Confissões, algo inegociável da Igreja Católica junto aos seus fiéis, fosse proibido.
Apesar da tentativa, houve o bom senso para que os católicos possam realizar o Sacramento Penitencial sem temer ter os seus pecados expostos…
Parece que vivemos dias em que não se respeita nem a fé dos cristãos, não?
Nas Copas do Mundo, sempre se vê uma arbitragem diferente do que estamos acostumados no Brasil. E isso inclui a atuação dos próprios árbitros brasileiros.
Há mais respeito.
Há menos simulações.
Há mais concordância nas marcações.
Há maisFair Play.
Não poderia ser sempre assim?Aqui no Brasileirão, boa parte das conversas pós-jogo se dá a respeito da arbitragem e do comportamento das pessoas envolvidas (técnicos e jogadores). Não se aborda mais tática ou técnica.
Árbitro deve ser coadjuvante. E, evidentemente, sem o rótulo de vilão.
DOBRADINHA – Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram última dobradinha entre eles há 30 anos, no Canadá
Piloto da McLaren dominou desde o começo, deixou-se passar por Gerhard Berger, que estava punido por queima de largada, e liderou compatriota, que fez corridaça para chegar em segundo
Dia 10 de junho de 1990, trinta anos atrás: Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram a oitava e última dobradinha envolvendo os dois numa corrida de Fórmula 1. Foi no GP do Canadá, em Montreal. Numa pista que começou molhada e terminou seca, Ayrton fez uma corrida de categoria largando da pole position e não teve a vitória ameaçada, enquanto Nelson subiu de quinto para segundo com uma prova de inteligência e garra, sobretudo na linda ultrapassagem sobre Alain Prost. Era um tempo no qual tínhamos dois dos melhores pilotos da história na pista.
Pole position, Senna viu o companheiro de equipe Gerhard Berger queimar acintosamente a largada, mas ainda assim contornou a primeira curva na liderança. Em seguida, vinham Alessandro Nannini (Benetton), Jean Alesi (Tyrrell), Piquet e Prost.
Desde as primeiras voltas, Senna e Berger se destacaram em relação aos demais, enquanto Nannini e Alesi travavam boa briga pelo terceiro lugar. Mais atrás, Thierry Boutsen (Williams) passou por Prost e subiu para sexto – pista molhada não era mesmo a praia do francês.
Na oitava volta foi divulgada a informação de que Berger seria punido ao fim da prova com o acréscimo de um minuto ao seu tempo de prova pela queima de largada. Numa época na qual ainda não havia sensores para detectar os apressadinhos na partida, as imagens de TV eram usadas como prova. E, nesse caso, foi uma queima de largada até risível. Com Berger teoricamente fora da disputa pela vitória, Senna ficou mais tranquilo na prova, sabendo que não precisava forçar o ritmo. A essa altura, como já não chovia desde a largada, a pista já estava secando, e uma troca para pneus slicks era iminente.
O primeiro a entrar nos boxes, na nona de 70 voltas, foi justamente Berger, no que foi seguido por Senna e Piquet duas passagens depois. Alesi, Boutsen e Prost fizeram a troca na volta 12. No mesmo giro, avisado pelo rádio que Berger estava punido, Senna abriu passagem ao austríaco, e ambos ultrapassaram Nannini, que era o líder por ainda não ter feito o pit stop. Com todos tendo efetuado a troca de pneus, a ordem na pista era Berger, Senna, Prost, Boutsen e Piquet, sendo que o austríaco na prática estava fora dessa briga devido à punição. Nigel Mansell, que teve um começo apagado, já era o sexto com a Ferrari, enquanto Alesi teve um toque com o retardatário Andrea de Cesaris (sempre ele envolvido nas confusões!) e caiu para 11º.
Com um trilho seco no asfalto molhado, qualquer erro seria fatal, e vieram os acidentes. O primeiro a bater foi Boutsen, que, ao tentar passar Prost, saiu do trilho, escorregou na parte molhada do asfalto e acertou o retardatário Nicola Larini (Ligier). Logo depois, Nannini, que tentava reagir de um mau pit stop, derrapou ao tentar passar Satoru Nakajima (Tyrrell) e bateu com violência nos pneus. Por fim, Alesi escapou no mesmo lugar, e o carro atingiu o de Nannini, que estava parado. Por sorte, ele não se machucou. A essa altura, perto da metade da prova, Berger andava em ritmo alucinante para tentar compensar o tempo que seria dispendido na punição, enquanto Senna fazia corrida sossegada, até porque tinha quase 30 segundos de vantagem sobre Prost. Mais atrás, Piquet vinha com excelente ritmo e se aproximava do francês, trazendo Mansell com ele.
A 21 voltas do fim, Piquet estava sendo apertado por Mansell, mas decidiu partir para o ataque em cima de Prost e mergulhou na freada do grampo. A linda ultrapassagem fez Nelson assumir o terceiro lugar, que na verdade era o segundo pela punição a Berger. Na volta seguinte, Mansell também passou por Prost, que depois se enrolou com o retardatário Gregor Foitek (esse também era complicado…). A essa altura, Senna tinha mais de 30 segundos de vantagem para Piquet, que, com categoria para driblar os retardatários, manteve uma distância suficiente para não ser atacado por Mansell. Já Prost, com problemas de freios, não tinha mais forças para chegar nos dois. Mais atrás, com um ritmo alucinante, Berger vinha virtualmente encostando no trio. Com a melhor volta, o austríaco ainda terminou em quarto no tempo corrigido, à frente de Prost.
Nas últimas dez voltas, Senna tirou o pé, e a diferença para Piquet baixou de 30 para 10 segundos, com Mansell terminando 2s9 atrás do piloto da Benetton. Já Berger, com todo o esforço, ficou apenas 14s854 atrás de Ayrton no tempo corrigido. Mesmo com Senna tendo reduzido bastante na parte final porque não precisava acelerar, o ritmo do austríaco foi espetacular. Será que ele poderia ter vencido em condições normais? Difícil saber, porque Senna teria tido outro comportamento em pista também.
– No início eu mantinha o ritmo de Berger, mas depois baixei o trem de pouso – disse Senna, que fez um discreto elogio ao desafeto Piquet:
– A Benetton contratou um piloto que entende de carros de corrida, mas a minha preocupação é vencer.
Já Piquet comemorava a volta ao pódio depois de um ano e meio, desde o terceiro lugar no GP da Austrália de 1988. Como de costume, fez piada ao falar sobre o fato de ter ficado entre os dois pilotos da Ferrari boa parte da corrida:
– Fiz valer a minha experiência de 13 anos de Fórmula 1. Sabia que a entrada do hairpin era o único ponto possível para ultrapassar. O problema foi o Prost, que segurou um pouco. Eu me senti um presunto num sanduíche, um Piquet à la pate.
Naquele mesmo domingo, a Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de futebol na Itália, e Cleber Machado fez a sua estreia nas transmissões de F1 da Globo substituindo Galvão Bueno. O Brasil ganhou da Suécia por 2 a 1, mas seria eliminado pela Argentina nas oitavas de final, numa campanha que não deixou saudade.
Já Senna e Piquet continuam deixando saudade no torcedor brasileiro. Afinal, como escrevi no começo do texto, tínhamos dois dos melhores pilotos do mundo na pista. Definitivamente, áureos tempos…
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– Fazei-me conhecer vossa estrada, vossa verdade me oriente e me conduza!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
-Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17 “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18 Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra. 19 Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus”.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão solitários, sem alguém para que possam se relacionar afetiva ou espiritualmente. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Slavko Vincic,46 anos, da Eslovênia, que há 16 anos ostenta o escudo de árbitro internacional FIFA, apitará Brasil x Marrocos. É excelente nome para a estreia da Seleção Brasileira.
Ele apitou a final da Liga Europa 2022, a final da UEFA Champions League 2024, além de Bayern 4×3 Real Madrid e Chelsea 0x3 PSG na UCL 2026. Esteve nas últimas Copa do Mundo de Seleções Catar 2022 e Copa do Mundo de Clubes 2025.
Dentro de campo, tem excelente preparo físico e, nas partidas que já assisti dele, algo que me satisfaz: demonstra segurança na condução do jogo. Ele tem uma comunicação gestual perfeita, todos entendem o que ele está fazendo (ou seja: não é aquele “juiz malandro” que marca um “perigo de gol”, dá as costas e já recomeça a partida, para ninguém entender).
Por fim: é o tipo do árbitro que bate no peito, assume a responsabilidade e não se faz refém do VAR. Gosto disso.
Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).
Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.
Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.
Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.
Do mesmo endereço eletrônico, as justificativas das escolhas:
WHO ARE THE BEST CLUB SIDE OF ALL TIME? BARCELONA? MAN UTD? LIVERPOOL?
English football has been dominated by two fantastic club sides over the past few seasons – Manchester City and Liverpool.
Both sides fell just short of historic seasons though. With a week to go Liverpool were chasing an unprecedented quadruple but, after their 1-0 Champions League defeat by Real Madrid, they end with just the Carabao Cup and FA Cup.
That got us thinking about the game’s greatest club sides of all time. We have profiled 10 legendary teams – with only one great side from each club – and you can vote for the best at the bottom. If you select ‘other’, let us know which side you would have picked in the comments.
Torino 1947-48
Torino’s peak came before the European Cup was created so they never had a chance to test themselves against the continent’s best
Torino may be known these days as Juventus’ less illustrious neighbours, but in the 1940s they were the kings of Italian football, known as Il Grande Torino.
On 4 May 1949 they were on the verge of a fifth consecutive Italian title – either side of World War II and unbeaten at home in more than six years – until everything changed forever.
It is hard to pick the season they were at their best – they won the Double in 1942-43 – but in 1947-48 they won Serie A with 125 goals and a goal difference of +92.
Real Madrid 1959-60
Real Madrid hit seven goals in the 1960 European Cup final win in Glasgow, which remains a record
Real Madrid did not just dominate the European Cup in the early years, they basically were the European Cup.
They won the first five tournaments from 1955-56 to 1959-60. Even today only AC Milan, Liverpool and Bayern Munich have won more than five European Cups or Champions Leagues.
Real also won 12 Spanish league titles between 1954 and 1969 – but it was a season they did not win La Liga that was considered one of their best.
In 1959-60 they scored 92 goals in 30 La Liga games to finish level on points with Barcelona, but lost on goal difference.
That was the year Alfredo di Stefano and Ferenc Puskas scored seven goals between them in the European Cup final as they beat Eintracht Frankfurt 7-3.
Santos 1962
Pele’s Santos beat Eusebio’s Benfica to be de facto world champions in 1962
Pele’s Santos dominated Brazilian football in the 1960s, winning six national titles and two South American crowns in the Copa de Campeones de America – now known as the Copa Libertadores.
In 1962 they won four trophies – the Brazilian title, South American title, state championship and Intercontinental Cup, scoring 157 goals in 46 games.
In 1963 they again won the national, continental and world competitions.
Santos also went on a run of 54 games unbeaten between November 1960 and October 1963, a world record at the time.
Only one European side has ever won the version of the quadruple that, up until the final minutes of the Premier League season, Liverpool were hoping to achieve – Celtic in 1966-67.
They won the Scottish league, Scottish Cup, Scottish League Cup and the European Cup (plus the Glasgow Cup to make it technically a quintuple) – scoring 196 goals.
Manager Jock Stein said: “Winning was important, but it was the way that we won that has filled me with satisfaction. We did it by playing football; pure, beautiful, inventive football. There was not a negative thought in our heads.”
Famously all 11 players came from within 30 miles of Celtic Park, a feat unimaginable in today’s game.
This season was during a run of nine consecutive league titles.
Ajax 1971-72
Johan Cruyff was the star of the Ajax team
Ajax won three European Cups in a row at the start of the 1970s at the height of their Total Football phase.
Their 1971-72 campaign will go down as one of the greats, winning the clean sweep of Dutch league, Cup and European Cup – including a record run of 26 wins in a row.
They won every home game in every competition, including a 12-1 thrashing of Vitesse on the final day, and beat Inter Milan 2-0 in the European Cup final.
Liverpool won four European Cups in eight years – and then had to wait 35 years for their next two
The current Liverpool team has a long way to go to match the dominance of their 1970s and 1980s sides.
It was hard to hone down which was their best season in a time they won 10 league titles in 15 seasons from 1975-76 to 1989-90.
The Reds also won four European Cups in eight years, ending in their 1983-84 treble of the European Cup, beating Roma on penalties in the final, First Division title and League Cup.
That was Joe Fagan’s first season in charge having worked under the legendary Bill Shankly and Bob Paisley.
Ian Rush was their top scorer with 47 goals in all competitions. There was a big Scottish presence through the spine of their team with Alan Hansen, Graeme Souness and Kenny Dalglish all crucial players.
AC Milan 1988-89
Silvio Berlusconi celebrated the 1989 European Cup final win with his AC Milan team
The AC Milan side built with the money of former Italian prime minister Silvio Berlusconi in the late 1980s would go on to become known as ‘The Immortals’ after collecting 10 major honours in nine years, including three European Cups.
Their team was filled with legends like Paolo Maldini, Franco Baresi, Frank Rijkaard, Ruud Gullit, Roberto Donadoni, Carlo Ancelotti and Marco van Basten.
They beat Steaua Bucharest 4-0 in the final – and defended the European Cup the following year.
In 1993-94 they went one better, winning the European Cup and Serie A – conceding only 15 goals in 34 games – but their team at the turn of the decade is considered their peak.
But the pinnacle of that time was the Treble of Premier League, FA Cup and Champions League in 1998-99.
With a memorable midfield four of Ryan Giggs, Paul Scholes, Roy Keane and David Beckham and a front partnership of Andrew Cole and Dwight Yorke, United became the first English team to win the big three trophies in one season – even if their most iconic XI only played together twice.
All their trophies were close-run things. They won the Premier League title on the final day by one point and scored two goals in injury time to beat Bayern Munich in the Champions League final.
The dream almost ended a few weeks earlier when they were down to 10 men and faced a penalty at 1-1 in injury time in the FA Cup semi-final replay – but Peter Schmeichel saved from Arsenal’s Dennis Bergkamp and Giggs went on to score one of the great FA Cup goals to send them to the final, where they beat Newcastle.
Ryan Giggs v Arsenal: Is this the greatest FA Cup moment ever?
Barcelona 2010-11
Barcelona won four of their five European Cups/Champions Leagues between 2006 and 2015
Barcelona were Europe’s dominant force for about a decade in the 2000s and 2010s, but they reached another level during Pep Guardiola’s four years in charge.
They won the Treble in 2008-09, but the 2010-11 team was arguably even better. Manchester United boss Ferguson said the 2011 vintage was “the best team I have faced” – with Barca beating his side in the Champions League final both times.
In the Bundesliga, Bayern are said to have broken or equalled 30 records that season, including most points, best goal difference, most wins, fewest losses and biggest margin of victory. They topped the table for all 34 weeks.
Thomas Muller was their top scorer in all competitions with 23, and Franck Ribery finished third in the 2013 Ballon d’Or.
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Invariavelmente, na surdina, se costuma trocar o comando da arbitragem. E não foi diferente dessa vez.
Sem resultados aparentes com a profissionalização, desgastado há algum tempo, eis que Cintra foi demitido e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci assume a Comissão de Arbitragem da CBF.