– Análise da Arbitragem de Portuguesa Santista 1 (8) vs (7) 0 Paulista.

Sem qualquer influência da arbitragem na eliminação do Paulista na A3. Aliás, curiosamente, na melhor apresentação do Galo da Japi, acabou perdendo para a Lusinha das Praias.

Logo no começo do jogo, João Vitor Gobi chamou a atenção para que se cobrasse rapidamente um tiro de meta ao Paulista. Estava preocupado (e mostrou isso) em ter tempo de bola rolando. E conseguiu parcialmente isso.

Aos 11m, Jota deu um “totózinho” em Christopher e matou um ataque do Galo. Deveria ter recebido cartão amarelo.

30m: Uma falta cometida por mão na bola que o árbitro não viu, mas corretamente ajudado pelo bandeira 2, marcou tardiamente.

Em lance na lateral, envolvendo Mauri, alguma reclamação, mas entendo que foi disputa de bola! Se o VAR tivesse entendido como jogo brusco grave (portanto, cartão vermelho) poderia ter chamado o árbitro. Mas ambos (VAR e árbitro) não entenderam assim.

Christopher, novamente, se excedeu e recebeu amarelo. É ótimo jogador, mas não pode tomar cartões tão tolos.

O lance mais reclamado da partida, aos 61m: um pênalti de Bryan Garcia em Gabriel Henrique. Não foi, o atacante sente o contato físico, se joga e o VAR revisa. Sem marcação.

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