– Pulgar, Allan e… o time do Padre!

Ontem à tarde escrevemos sobre as expulsões ridículas que o Campeonato Brasileiro vem mostrando: tapas, gestos obscenos, xingamentos, acompanhados de simulações e unfair-play não punidos. Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2026/04/02/as-burras-expulsoes-no-brasileirao-nao-e-so-allan/

Allan passou do limite da educação; Abel e Zubeldía já perderam a noção do limite. E por aí vai.

À noite Pulgar, descontroladamente, agrediu seu adversário no Red Bull Bragantino 3×0 Flamengo. Merecidamente expulso

Diferente do que temos observado (jogadores nervosos, pilhados e “reclamões”), testemunhei uma situação atípica na semana passada. Trabalhamos pela Rádio Difusora Jundiaiense em Catanduva x Paulista FC, pela A3. E eis que o time local não reclamava da arbitragem, não brigava, não dava pontapé (mas jogava bola, não era um time apático) e se comportou como todo torcedor quer.

Após o jogo, entrevistamos o presidente do time que era… o padre da Igreja Matriz da cidade! E ele explicou que quando um jogador vai acertar com o time seu contrato, precisa concordar com as normas de comportamento dentro de campo, pois o “futebol deve servir de exemplo de disciplina, respeito e modelo para as crianças”.

Pensei: é utopia imaginar que veríamos um comportamento assim na Série A do Brasileirão.

Pensei de novo: Allan ou Pulgar têm consciência de que são personagens que podem influenciar o público (e as crianças)?

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