Os uniformes da Seleção Brasileira, no princípio, eram Branco (1) e Azul (2). A Camisa Amarela surgiu depois da derrota contra o Uruguai, no “Maracanazzo” (a copa que perdemos em 1950), quando a Branca foi aposentada por ser considerada “azarada”.
Na decisão da Copa de 58, contra a Suécia em sua casa, no sorteio dos uniformes (tanto Brasil quanto Suécia usam Camisa Amarela), os suecos ganharam o direito de jogar de Amarelo. Assim, muitos estavam preocupados em jogar de Azul (outra bobagem), pois já tinham começado a “perder no sorteio do uniforme”.
Eis que o Dr Paulo Machado de Carvalho, o “Marechal da Vitória”, teve a espetacular sacada: avisou aos jogadores que tudo conspirava para a conquista do Mundial e que eles deveriam estar confiantes, pois o desejo era esse mesmo: jogar de Azul, a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. E deu no que deu… veio o primeiro Mundial e conhecemos um tal de Pelé!
Em 2006, a Nike, patrocinadora de Seleção Brasileira, inovou com uma campanha fantástica chamada “Joga Bonito”: cores verde-amarela, propagandas com jogadas sensacionais e música de Sérgio Mendes.
Eis que em 2025, surgiu a história de que o Brasil jogaria com uma camisa vermelha! Houve muita repercussão, e a questão política entrou no meio: Bolsonaristas usavam a Amarela e Lulistas usariam a Vermelha. O certo é: a camisa não saiu (e hoje, sabe-se que realmente ela seria produzida no modelo abaixo, com uma possível Campanha “Joga Infernal” ou algo do tipo, para dizer que a Seleção Brasileira assustava os adversários).
O Azul foi mantido, com o desenho do modelo Vermelho, e a propaganda passou a se chamar “Joga Sinistro”.
Ao ser divulgada, ganhou repercussão: afinal, que figura é essa estampada?
Muitos alegam que seria o Encardido… (Príncipe do Inferno). Será?
Não sei. Pela lógica, o mote dos publicitários era esse mesmo. Independente disso, a achei feia. Vide o modelo retrô da Azul: não é mais bonito?
