Na melhor apresentação do Galo Jundiaiense em 2026 (os 15 minutos iniciais foram irrepreensíveis), uma arbitragem “sem motivação em campo” de Salim Fendez Chaves.
Em muitos momentos, andou em campo. No primeiro tempo, sem lances polêmicos. No segundo, resolveu soltar vários cartões e não fazer uso da advertência verbal.
Na justa vitória do Paulista, um detalhe: o segundo gol do Galo nasceu de uma falta cometida ainda no campo de defesa. Se tivesse VAR, pelo protocolo, por não ter tido um “segundo momento” (entenda: o adversário não ter roubado a bola ou ela saído), o gol seria anulado (pois, o zagueiro do Paulista roubou no campo de defesa cometendo uma falta, na lateral direita, e o Galo foi tocando a bola até o gol). Se alguém conseguisse ser combativo com um desvio, por exemplo, o gol deveria ser validado. Matheus Arcanjo não tem nada a ver com isso e fez o gol.
Aos 85m, de cabeça quente pela eliminação, Rodrigo agrediu o jogador do Paulista antes da cobrança de um escanteio. Cartão Vermelho correto.
Parabéns ao Paulista pela classificação!

