Já havíamos falado anteriormente: os estaduais enganam e o cargo de Tite, treinador do Cruzeiro, estava “à prêmio” (em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/13/e-o-cruzeiro-3/).
A campanha do time mineiro, de fato, é vexatória (como a do Internacional-RS). A demissão era prevista. E o problema passa a ser: a falta de critério nas contratações de um treinador com filosofia alinhada aos interesses do clube. De Fernando Diniz, Seabra, Leonardo Jardim até Tite, os estilos são bem diferentes…
Ops: Filipe Luís? Esquece. Ele deve ir à Europa e só voltará no ano que vem, com o passe valorizado (o que faz bem).

