– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

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