Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).
Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.
Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.
Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.
O Autismoé uma condição que, para quem não a conhece, torna-se desprezada. E no mundo do futebol, onde algumas alienações são perceptíveis, esse é um problema a resolver.
Leio que o Estádio do Morumbi tem uma sala sensorialpara receber os portadores de autismo. Excelente! Alguns clubes e/ou torcidas também fazem campanhas (Corinthians, Red Bull Bragantino, Vasco da Gama, Santos, Flamengo, entre outros, promoveram ou ainda promovem algumas ações). Veja a imagem:
Mas sabemos que há alguma hipocrisia. Colocar uma faixa (por exemplo) somente para fazer menção de que faz alguma coisa, a esmo, sem iniciativas concretas de inclusão, não adianta. Questione: como o autista é tratado? Como reduzir o barulho? E o acolhimento? Só a faixa, para “posar de preocupado” e nada de esforço (como as salas sensoriais, como citadas acima), torna-se vazio.
Há outros poréns: os fogos de artifícios! Não só o incômodo e prejuízo aos autistas, mas aos bichos de estimação. Os animais surtam e os tímpanos não aguentam.
Dias atrás, questionei em uma partida a saraivada de fogos na entrada do time da casa, e alguém alertou: “Não estão ocorrendo dentro do estádio, a bateria de rojões foi colocada na parte externa – e nem é iniciativa do clube, mas da torcida”.
O que muda tal fato?Nada! O barulho é o mesmo. E, pasmem, isso acontece em municípios que elaboraram leis de proibição de fogos com estouros.
Não adianta falar que é bobagem ou que isso é frescura. Eu sei que há defensores ferrenhos dessa farra, mas estamos no século XXI, a sociedade evoluiu e, ter compaixão do próximo,vale a pena (embora, a empatia é algo carente ainda…).
Em tempo: não estou me referindo às luzes, papel picado ou qualquer outra coisa que se possa fazer para festejar, mas ao barulho, simplesmente.
Os autistas(e os familiares deles, que acompanham o sofrimento e a angústia imediata) agradecem.
Acrescento algo pouco discutido no futebol: e os atletas autistas? Será que não subestimamos o rendimento de alguns jogadores, pois muitos deles escondem tal condição? Mais do que isso: se revelando, o clube ajudaria ou o dispensaria?
Por fim: teríamos também árbitros autistas? Aí que não se revelarão mesmo…
Autism is a condition that, for those who don’t know it, becomes disregarded. And in the world of football, where some disconnects are noticeable, this is a problem to solve.
I read that the Morumbi Stadium has a sensory room to accommodate people with autism. Excellent! Some clubs and/or fans also hold campaigns (Corinthians, Red Bull Bragantino, Vasco da Gama, Santos, Flamengo, among others, have promoted or still promote some actions). See the image:
But we know there is some hypocrisy. Just putting up a banner (for example) to mention that you’re doing something, aimlessly, without concrete inclusion initiatives, is pointless. Ask yourself: how are autistic people treated? How do you reduce the noise? And what about the welcome? Just the banner, to “pose as concerned” and no effort (like the sensory rooms, as mentioned above), becomes empty.
There are other issues: fireworks! Not just the discomfort and harm to autistic people, but to pets as well. The animals go crazy and their eardrums can’t handle it.
A few days ago, at a match, I questioned the barrage of fireworks at the home team’s entrance, and someone pointed out: “They’re not going off inside the stadium; the cluster of rockets was placed outside—and it’s not even a club initiative, but the fans’.” What does that change? Nothing! The noise is the same. And, believe it or not, this happens in municipalities that have drafted laws prohibiting loud fireworks.
There’s no point in saying it’s foolish or that this is oversensitivity. I know there are fierce defenders of this party, but we are in the 21st century, society has evolved and, having compassion for others, is worthwhile (although, empathy is still something lacking…).
Also: I’m not referring to the lights, confetti, or anything else that can be done to celebrate, but simply to the noise.
Autistic people (and their family members, who witness the immediate suffering and anguish) are thankful.
Also, something rarely discussed in football: what about autistic athletes? Could it be that we underestimate the performance of some players, as many of them hide this condition? More than that: if they were to reveal it, would the club help them or dismiss them?
Finally: would we also have autistic referees? In that case, they definitely wouldn’t reveal themselves…
Marlon Freitas cometeu infração e “colocou a mão na bola”? Anderson Daronco errou em não dar pênalti ao Vasco contra o Botafogo?
Viveros deu um “passe de mão” em quanto caía, para Dudu marcar o gol do Athletico contra o Corinthians? Acertou Wilton ao invalidar o tento paranaense?
Nesse breve vídeo, explico: em ambos os casos não houve intenção nem movimento antinatural. O jogo deveria seguir. Explico os detalhes da regra nesses lances específicos em: https://youtu.be/r7R8XXovfGE?si=OqaYqqwgksoCO_HG
Os números sempre nos dão indicadores, mas devem serbem interpretados. Quer exemplos?
O Red Bull Bragantino, por exemplo, chegou a ter incríveis 77% de aproveitamento no Campeonato Brasileiro, alcançando avice-liderança do torneio. E, curiosamente, antes da vitória do Fluminense na última rodada,vinha de 0% (ZERO) de pontos conquistados de 24 possíveis (8 rodadas).
Isso significa queFernando Seabra é ótimo ou péssimo treinador?
Significa que, sem o contexto, não se deve falar nada. Quais os motivos para a ascensão e quais circunstâncias que levaram para a queda abrupta? Só a matemática, obviamente,nada explica.
E oCrespono São Paulo FC?
Aqui, há uma sutil diferença:o treinador era outro, Zubeldía, e Crespo assumiu com uma derrota, um empate e a excelente sequência de vitórias (tendo como seu antecessor, inúmeras lesões no plantel).
Valese atentar às estatísticas no futebol, mas sabê-las interpretá-las com outros dados.
IN ENGLISH –
Numbers always give us indicators, but they must be interpreted well. Want some examples?
Red Bull Bragantino, for instance, reached an incredible 77% performance rate in the Brazilian Championship, reaching second place in the tournament. And, curiously, before the victory against Fluminense in the last round, they were coming from 0% (ZERO) of points gained out of a possible 24 (8 rounds).
Does this mean that Fernando Seabra is a great or terrible coach?
It means that, without context, nothing should be said. What were the reasons for the rise and what circumstances led to the abrupt fall? Obviously, math alone explains nothing.
And what about Crespo at São Paulo FC?
Here, there’s a subtle difference: the coach was another, Zubeldía, and Crespo took over with one loss, one draw, and an excellent winning streak (while his predecessor had numerous injuries in the squad).
It’s worth paying attention to football statistics, but you must know how to interpret them with other data.
Frei Gilson quebrou o recorde de maior número de pessoas no Boiódromo de Barretos (mais de 60.000 pessoas). Na “Meca dos “Sertanejos”, ninguém cantou para mais gente até agora.
O religioso já entoou suas canções para mais de 200 mil pessoas, como em Fortaleza ou na Canção Nova – mas para um público católico em festival de fé. Em meio a uma festividade secular, nunca.
Mas um padre na Festa do Peão? Faz sentido?
Sim. Sem cachê, topou cantar para evangelizar. E fez com maestria, iluminado pelo Espírito Santo.
Hoje o Red Bull Bragantino comemora 35 anos da conquista do Campeonato Paulista 1990, contra o Grêmio Novorizontino. Lembrando: o Red Bull Bragantino é a continuidade do Clube Atlético Bragantino (que disputava à época) e o Grêmio Novorizontino não é o mesmo clube de hoje (o de 1990, encerrou as atividades).
Fiquei pensando: a Red Bull destacou na postagem, abaixo, ser “a sua maior conquista”. Mas seria?
Eu valorizo os vices-campeonatos. Nelson Piquet quem inventou a história de que “o segundo colocado é o primeiro perdedor”. Mas… conquistar um vice-campeonato não tem o seu valor?
Sem criar polêmica, mas pelo exercício da valoração: qual a maior conquista do Massa Bruta: campeão estadual de 90 ou vice-campeão nacional de 91?
Em tempo: nessa terça-feira, Red Bull Bragantino e Palmeiras decidirão o título do Brasileirão 2025 na categoria Sub 20. A coincidência de datas dará sorte?
– A palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
– Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus: 23 “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo. 24Guias cegos! Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo. 25 Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. 26 Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo”.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
O ex-árbitro Leonardo Gaciba foi contratado pelo Cruzeiro, para ser Assessor da Presidência.
Segundo ele:
– É um trabalho bem amplo. É importante levar um pouco dessa experiência que a gente teve dentro da arbitragem, como a parte de regras do jogo, o modo de funcionamento do árbitro de vídeo, os diferentes perfis. Poder representar o Cruzeiro dentro das reuniões com a própria arbitragem. Fazer algumas análises dos jogos, dessa parte disciplinar, cartões, enfim, ter esse controle total para poder dar cada vez melhores condições para que o professor Jardim consiga tocar a sua função da melhor forma possível.
Anos atrás, o ex-árbitro Wagner “Pinguim” Tardelli foi contratado pelo Atlético Mineiro para orientar os jogadores sobre a arbitragem. Foi naquela oportunidade em que, sabendo que não existia impedimento em cobrança de lateral, Ronaldinho Gaúcho foi à linha de fundo “fingir que beberia água” e recebeu a bola em condição de fazer o gol. Eliminou o SPFC e, no mesmo ano, venceu a Libertadores.
Eu defendo algo parecido: um ex-árbitro em cada clube de futebol, ensinando as regras do jogo, otimizando jogadas possíveis, ajudando a evitar cartões, orientando as categorias de base e possibilitando essa vantagem competitiva – a de conhecer a regra – para jogadores e treinadores. Aliás, se algum clube desejar meu trabalho, é só enviar um email a rafaelporcari@gmail.com e conversamos.
Com tantos gastos milionários que os clubes têm em atletas que muitas vezes não rendem, um ex-árbitro seria um investimento de baixo valor, mas muita valia.