E para o confronto entre oFogão e o Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann – SC Árbitro Assistente 1: Thiaggo Americano Labes – SC Árbitro Assistente 2: Henrique Neu Ribeiro – SC Quarto Árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes – GO Assessor de Arbitragem: José Mocelin – RS VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira – MG AVAR1: Leone Carvalho Rocha – GO AVAR2: Adriano Milczvski – PR Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Nesta rodada do Brasileirão, metade dos jogos terá árbitros que estreiam ou estrearam na série A em 2024. Especificamente no jogo do Massa Bruta, veremos Gustavo Bauermann, que tem somente 28 anos e é de Francisco Beltrão / PR (embora apite por SC). Ele apitou a série C e D em 2022. No ano passado, apitou dois jogos da série B. E, sem muita experiência,estreou na série A em Bahia 1×0 Red Bull Bragantino.
Depois desse jogo, Gustavo apitou Fluminense 1×2 Atlético Goianiense e São Paulo 0x1 Cuiabá, sem maiores problemas. Dos novatos, sem dúvida, tem sido o melhor árbitro até agora.
Crescer, compartilhar, agregar e ajudar o mundo a ser mais equitativo, inteligente e humano. Dividir conhecimento e ajudar seu semelhante é o conjunto tão simples de coisa que nos torna mais felizes!
Essa simples imagem mostra isso:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Para quem pode participar da Santa Missa nesse domingo, viu o belíssimo Evangelho da confiança, onde os discípulos estavam com medo e Jesus acalma a tempestade.
Aos 36 minutos do segundo tempo, o lance polêmico e capital no Maracanã: Bruno Henrique (FLA) é lançado e disputa a bola com Calegari (FLU). O defensor cai nesse embate e o atacante se enrosca e em seguida cai também. Pênalti ou não?
Assistindo o lance, me pareceu que Bruno Henrique disputa o espaço com Calegari legalmente. Não consigo ver o braço do flamenguista empurrando com força suficiente para derrubar o jogador tricolor. Ele, de fato, abre o braço, e a pergunta que se deve fazer é: ele roubou a bola com tranco legal, ou só conseguiu fazer isso com a ajuda desse braço, de maneira infracional?
Na sequência, não consigo ver pênalti por ação temerária, tampouco por imprudência. Aparentemente, Bruno Henrique tropeça no adversário e cai (isso é casualidade, não entra na categoria “sem querer também é infração”,pois ela se refere a lances de ação imprudente).
Enfim: não foi falta de Bruno Henrique, nem pênalti de Calegari. Assim, domingo o Flamengo teve um pênalti contra ele, e hoje, um pênalti a seu favor (ambos inexistentes).
Acréscimo: circula nas Redes Sociais que Calegari houvera dado uma tesoura intencional quando estava no chão. Eu não assisti essa imagem (não a encontrei na Web). Se ocorreu, então o árbitro Rafael Rodrigo Klein acertou.
IMPORTANTE: vi há pouco essa imagem do pênalti: https://x.com/maurocezar/status/1805045912462324048 e me convenci de que o zagueiro joga os pés para trás, uma espécie de “movimento antinatural das pernas”. Foi pênalti
Uma nova emoção em Divertida Mente 2 : a “emburradinha”! Olhe só a cara da minha filha Maria Estela, abaixo:
Sobre o filme (assistimos há pouco): achei complexo demais para crianças, mas no ponto ideal para adolescentes. É uma produção “papo cabeça”da Disney.
Sinceramente, achei um pouco “forte” para quem teve experiência com crises emocionais. No demais, um ótimo filme com temática super-mega-blaster atual: a ansiedade!
Eu sou contra qualquer manifestação de ódio, rancor, vingança ou coisa semelhante. Quando percebo, por exemplo, que o sentimento da raiva pode aflorar em mim, tento controlá-lo e o “espantar”.
Lógico: compaixão, raiva, tristeza, alegria, medo… são todos sentimentos humanos e inevitáveis. Precisamos saber administrá-los, minimizando-os ou os potenciando!
RAIVA, O RETRATO MAIS FIEL DO PIOR QUE PODEMOS SER
por José Renato Sátiro Santiago
Raiva, algo muito forte, não?
Segundo alguns dicionários, um sentimento contra alguém ou situação.
Para muitos, algo que aparece quando nos sentimos feridos, ameaçados ou agredidos naquilo que pode ser mais relevante até mesmo que uma agressão física, talvez por atingir o ego.
Pois bem, seja o que for, a raiva é sempre algo que não deve ser propagado, tão pouco estimulado.
Não há como negar que o significado é algo difícil de ser definido claramente, talvez apenas menos complicado que o próprio controle dela.
Uma coisa, no entanto é clara, a raiva é algo tão forte que tem a capacidade de expor o que há de pior em uma pessoa.
Aliás, o pior apenas não, os piores… e são muitos: o descontrole, o desequilíbrio, a culpa, o mal, a revanche e tantas outras…
Por outro lado, nos permite algo engrandecedor também, quando a controlamos.
O controle da raiva nos protege, nos faz evoluir e principalmente, nos fortalece perante qualquer situação sobre o qual ficamos submetidos.
Em nossa vida pessoal ela surge, normalmente, por motivos fúteis e simples, reforçado pelo convívio constante com nossos entes e amigos.
Sim, a intimidade, potencializa sentimentos extremos, de amor e ódio, no caso raiva.
Outras vezes, em situações que envolvem relacionamentos amorosos, possui estreita relação com a nossa estima, ou mais exatamente a baixa estima provocada por decisões contrárias aos nossos desejos.
É quando a raiva mais se aproxima de sua maior antítese, o amor.
Já nas relações profissionais, o próprio ambiente corporativo nos faz definir certos controles mínimos, que existem apenas para, “manter nossos empregos”, porque não pega bem.
É verdade, as regras no ambiente de trabalho nos dão alguns limites quanto a “controlar a nossa raiva”.
Exatamente diante este tipo de situação, que muitos, equivocadamente, sinalizam, que explicitá-la é uma forma de descarregar energia negativa e não se “corroer” internamente.
Aliás, tudo é justifcativa e todas devem ser respeitadas, mas a verdade mesmo é que devemos evitar fazer qualquer coisa que nos seja prejudicial, em quaisquer ambientes em que fazemos parte.
Afinal, uma afirmação pode ser feita: Ter Raiva dá Ruga…. e pronto.
Que legal! O Papa Francisco recebeu e abençoou o “Homem-Aranha”. Ou melhor: um jovem italiano que se veste de “Amigão da Vizinha”, como o herói é conhecido, e que visita crianças doentes em hospitais.
Extraído do Instagram de “Santa Igreja Católica”. Veja:
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Acabou a primeira fase do Paulistão da 5ª divisão. E, assim, temos o último colocado da última divisão da FPF. E o pior time paulista do ano foi o…
Foi o Barcelona Esportivo, da Capela do Socorro (Barcelona Esportivo Capela Ltda). Em 8 jogos, perdeu todas as partidas, com ZERO gols marcados e 26 gols sofridos.
Conhece uma campanha tão negativa assimBrasil afora?
E para o confronto entre o Massa Bruta e o Leão da Barra, a CBF escalou:
Árbitro: Jonathan Benkenstein Pinheiro – RS Árbitro Assistente 1: Jorge Eduardo Bernardi – RS Árbitro Assistente 2: Tiago Augusto Kappes Diel – RS Quarto Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho – PA Assessor de Arbitragem: Ubirajara Ferraz Jota – PE Delegado Local: Débora Raiane Nunes – SP VAR: Rafael Traci – SC AVAR1:Marcus Vinicius Gomes – MG AVAR2: Antonio Magno Lima Cordeiro – CE Observador de VAR: Marcos Andre Gomes da Penha – ES
Jonathan é de Novo Hamburgo, tem 38 anos e está no quadro nacional desde 2016. Conta apenas com 3 jogos na série A na sua carreira (em 2022, Coritiba 0x2 Corinthians; em 2023, Athletico 4×0 Cuiabá e Athletico 3×1 Criciúma).
Nos jogos que apitou de maior destaque, não foi “testado para valer”, afinal, o Coritiba já estava rebaixado e as vitórias na Arena da Baixada foram jogos fáceis. Parece-me, pelo pouco que vi, um árbitro que quer cumprir a regra e se atenta aos detalhes.
Fica a dica: em um jogo como o de domingo, por querer mais oportunidades, vai apitar “com o livrinho de regras embaixo do braço”. Portanto, evite-se reclamações para não tomar cartão amarelo à toa.
Em tempo: o programa de milhagem da CBF deve estar “bombando”! Pra quê um quarto-árbitro paraense para ajudar o árbitro gaúcho? Não tinha ninguém mais de perto?
Pesquisa da Universidade de Wisconsin comprova: trabalhar fora do escritório torna o serviço mais produtivo.
E é essa mesma pesquisa que traz um grande rebuliço: até então, era uma questão quase consensual de que confinado no escritório, há mais produtividade.
Abaixo, extraído do Caderno Inteligência da Época Negócios: citação em http://is.gd/vZ3FE3
E você, o que pensa sobre o assunto? Dentro ou Fora do escritório?
JÁ SAIU DO ESCRITÓRIO HOJE?
Funcionários que passam mais tempo fora do que dentro das empresas são mais satisfeitos com o que fazem, revela estudo
Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho
Com o avanço do trabalho remoto nas empresas, as faculdades de negócios mundo afora produziram uma enxurrada de estudos reafirmando a importância do contato pessoal entre os membros de uma equipe. Totalmente na contramão, a Universidade de Wisconsin-Milwaukee publicou recentemente uma pesquisa comprovando que profissionais que passam a maior parte da semana gastando a sola de sapato fora da companhia estão mais satisfeitos com o trabalho do que aqueles confinados no escritório.
O maior benefício apontado por quem trabalha remotamente pelo menos três vezes na semana é a queda do estresse causado por conflitos comuns no convívio diário. Segundo a pesquisa, a distância os poupou de situações típicas do mundo corporativo, como a politicagem, as interrupções das tarefas e as reuniões que não chegam a lugar nenhum.
A redução do contato com os colegas – prejuízo sempre citado como um dos maiores inimigos do trabalho a distância –, foi relatada como irrelevante pelos participantes. De fato, os adeptos de passar a maior parte do tempo circulando têm menos tempo para reuniões internas e para o papo na hora do cafezinho. No entanto, isso não parece ser um problema: os dois grupos reportaram ter obtido acesso às informações relevantes para o trabalho, de acordo com a pesquisa feita por Kathryn Fonner e Michael Roloff. “Nossas conclusões enfatizam a vantagem do trabalho fora do escritório e também chamam a atenção para a necessidade de as empresas corrigirem os problemas do trabalho em um ambiente coletivo”, diz Kathryn. “Com menos estresse e distrações, os funcionários podem evitar que o trabalho se infiltre nas suas vidas pessoais.”
Outra pesquisa sugere uma visão complementar sobre o assunto. Craig Knight e Alexander Haslam, da Universidade de Exeter, Reino Unido, concluíram que os funcionários autorizados a moldar suas áreas de trabalho a seu gosto não só são mais satisfeitos e felizes, mas também 32% mais produtivos que os profissionais que seguem o leiaute empurrado goela abaixo pela chefia. Dos 2 mil funcionários consultados, os que apresentavam um sentimento mais positivo em relação às suas atividades eram os que tinham controle do seu ambiente de trabalho.
De acordo com Haslam e Knight, muitos escritórios modernos primam pela funcionalidade, mas falham por não permitir que os seus usuários façam adaptações. “Nossos estudos sugerem que essa prática precisa mudar”, conclui a dupla.
Quando as pessoas se sentem desconfortáveis em seus ambientes, são menos engajadas não apenas no espaço, mas também no que fazem ali. “Se puderem ter algum controle, tudo muda e elas passam a se sentir mais felizes no trabalho, a ter maior identificação com o empregador e se tornam mais eficientes.”
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
Imagem extraída de: https://twitter.com/NSBuscar/status/954388633397661697