Não dápara marcar o pênalti reclamado da imagem abaixo: repare que a bola bate no goleiro Matheus Cunha, e rebate (só por essa situação – REBATE– já se percebe a casualidade) no braço do companheiro.
Considere:
Não há intenção;
O jogador está em movimento natural;
Está de costas;
Está em queda;
Está a uma distância próxima demais;
A bola vem rápida.
Não há absolutamente nada de infração prevista na regra do jogo no lance; ao contrário, tudo para livrar o jogador de punição. O problema é: de tanto ver erro cabeludo, as pessoas ficam mal acostumadas…
Por enquanto, apesar das mudanças nas plataformas, todo mundo continua se referindo ao “Novo Twitter” como Twitter, além de ninguém falar “postei no X” ao invés de “tuitei”.
Meu amigo Zé Boca de Bagreme ligou, fulo da vida por conta do cartão amarelo recebido por Raphael Veiga, contra o Cruzeiro, pela comemoração do gol:
Disse a mim: “Ô Porcari, tem que ser uma regra só pra chutar a bandeira. Na Libertadores o Veiga não tomou, no Brasileirão tomou. Desde que fizeram uma reunião na CBF para punir com Amarelo, virou essa bagunça”.
Surpreso, perguntei: “Mas a regra fala em comemoração exagerada, debochada, que possa incitar violência. Na Europa, chutar a bandeira é normal. Por quê ninguém soube dessa reunião?”.
E a resposta, óbvia: “Ué, se estivesse na Regra, não precisava fazer reunião, era só cumprir a Regra. Você não queria que chamassem a imprensa e falassem que temos uma Regra só nossa, né Energúmeno?”.
Apesar do mau humor do Zé, a informação é:
⁃ A Comissão de Árbitros não quer ver mais comemoração com “chute na bandeira”. Entende que é excessiva e pediu aos árbitros para punirem. Irá, além disso, solicitar na próxima reunião da International Board a inclusão explícita desse item.
Fico pensando: aqui nós temos uma espécie de “Cisma”, como se fosse uma dissidência. Existe a Regra Oficial do Futebole a Regra Paralela do Brasil: chutou a bandeira é Amarelo, bateu na mão vira pênalti, entre outras.
Nesta semana, a Justiça interditou oEstádio Sao Januário, a grosso modo, por ser uma região de violência urbana e de tiroteios no entorno.
Sendo assim,devemos pensar em interdição de locomoção em alguns bairros Brasil afora, da orla do Guarujá devido a violência por lá, e, por que não, de outras praças esportivas.
Me assusta como em nosso país tudo é enviesado: aoinvés da Justiça combater a criminalidade, prender os bandidos e ser pontual nos casos, resolve impedir a locomoção das pessoas, deixando o erro continuar.
É igual aomarido traído que quer acabar com a infidelidade da mulher: prefere simplesmente“tirar o sofá da sala”…
Imagem extraída de: CNN.com.br, no crédito de: Marcelo Paulo/Facebook Vasco da Gama
2ª Classe – Missa própria l, Como Moisés aplacou outrora a ira de Deus contra o seu povo (Ofertório) assim e muito mais ainda, faz o novo Moisés — Jesus…
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Que evento bacana: a 3ª FENS, organizada pela Prefeitura de Jundiaí, é uma oportunidade para os pequenos empreendedores se mostrarem, além de ser um espaço que agrada a família inteira (no Parque da Uva).
Muitos criticam Neymar pelo contrato com o Al-Hilal. É uma escolha pessoal, afinal, ganhará 36 milhões de reais por mês, em um contrato de 2 anos na Arábia Saudita. Só em salários, receberá mais de R$ 850 milhões de reais. Com premiações, diversos compromissos e outras regalias, passará de 1 bilhão.
Lembremos: ele já ganhou isso no contrato com o PSG.
Claro, as decisões financeiras, esportivas e de vida, variam de pessoa para pessoa, que encarará as oportunidades de acordo com o seu interesse. Mas ouvi o seguinte comentário de um amigo.
“Que pena, ele deixará de ganhar o prêmio Bola de Ouro”.
Fiquei com essa frase na cabeça. Se fosse para ganhar esse prêmio, Neymar já teria ganho. Com a idade e as contusões, não levará mais. Mas aí vem a curiosidade:
A premiação do Bola de Ouro no futebol pela Revista France Football(que equivale ao prêmio de melhor jogador do mundo) não entrega uma bola de ouro maciço, mas uma de latão, com detalhes mínimos de ouro. Numa pesquisa rápida, você descobre que o fabricante cobra 13.000 euros para produzi-la.
Se Neymar desejar, com o que ganhará, ele poderá encomendar 11.076 bolas como essa (foto abaixo) ao fabricante! Mas se ele for excêntrico, e quiser investir o salário em ouro de verdade (que dificilmente perde lastro), saiba: o quilo estava cotado em R$ 302.230,00 na 6ª feira. De tal forma, se ao invés de lingotes de 1kg, Neymar desejar fazer bolas de ouro com esse peso, POR DIA, ele ganhará 4 bolas de ouro maciço!
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
Eu sei que nunca um treinador de futebol convocará uma Seleção Brasileira e haverá unanimidade. Normal, existem as preferências, os jogadores de confiança, as cismas / “feeling do treinador” e as paixões.
Fernando Diniz tem a oportunidade que nunca teve: escolher os melhores para trabalhar. Mas confesso que alguns pontos me decepcionaram.
Exemplos?
1- A lateral-esquerda: se me perguntassem dois nomes para essa posição que jogam no Brasil, eu não teria dúvida: Ayrton Lucas e Juninho Capixaba! O primeiro, encaixou como uma luva no Flamengo (e não consigo entender como algumas vezes Sampaoli o deixa no banco). O segundo, está fazendo um excepcional campeonato pelo Red Bull Bragantino, muitas vezes atuando em outras funções e sendo premiado como melhor em campo (o Massa Bruta nem quis ouvir a proposta do Porto-POR por ele). Mas Diniz preferiu chamar Renan Lodi, que não se firmou no Atlético de Madrid, foi emprestado e devolvido pelo Nottingham Forest e agora está no Olympique. Para mim, os dois citados jogam mais do que ele.
2- Richarlisone Mateus Cunha: O Pombo não está em boa fase no Tottenham, não se firmou por lá, mas teve um início bom na Seleção. Depois, cá entre nós, não jogou mais nada. Já Cunha joga no Wolverhampton, depois de não se firmar no Atlético de Madrid. Será que não temos nenhuma atacante em nosso campeonato melhor do que ele? Lógico, não existem mais Evair, Careca ou outros goleadores desse calibre no nosso futebol, que regrediu nesse quesito. Mas acho “tão pobre” em nível de qualidade essa dupla de ataque…
Que os garotos como Vitor Roquee Endrick amadureçam rápido – e “vinguem”, evidentemente – para vermos uma nova Seleção.
Não podemos criticar o trabalho de Fernando Diniz com apenas uma convocação, mas discutir alguns nomes é algo normal no futebol (desde que com respeito).
S. JOÃO EUDES, Confessor – Festa de 3ª Classe- Missa “Os Justi” (1), com Coleta própria Da Congregação dos Oratorianos, era grande devoto dos Sagrados …