No jogo cujo segundo tempo durou exatamente 1 hora, a respeito do pênalti de Soteldo,
por uma câmera, a impressão é que Soteldo se joga.
Por outra câmera, a impressão é que Bruno Mendes pisa e desequilibra Soteldo.
por outra ainda, a impressão é que Soteldo chuta o pé de Bruno Mendes.
Enfim: o lance é difícílimo para a arbitragem*. Tudo o que se marcasse, daria polêmica (pela queda do santista e pelo tempo de jogo).
O que não pode é: Anderson Daronco, com o porte físico e a insígnia da FIFA no peito, ficar no bololô dos jogadores dos dois times, tentando falar com o VAR e não conseguindo. Em um dado momento, ficou nítido que ele estava pedindo por favor para ouvir o seu colega de vídeo… Teria que esbravejar, se isolar, e conforme manda a regra, punir quem não o permitia dialogar com tranquilidade.
Pior: e a turma que o foi acompanhar até o monitor? Não pode ter apenas tamanho, árbitro tem que ter presença…
Logo no começo dos acréscimos do 1º tempo, o Furacão está no ataque e numa dividida a bola sobra para o goleiro tricolor Rafael. Ele segura a bola, se equilibra e a tem dominada. Quando vai repor, o árbitro paralisa o jogo e permite o atendimento médico de dois jogadores que estão caídos. O reinício se dá através da nova regra do “bola ao chão”, que permite a posse de bola de quem a dominava, com distância de 4m dos demais adversários.
O árbitro Rafael Rodrigo Klein faz o procedimento correto de bola ao chão para o goleiro Rafael (lembrando: ele tinha pleno domínio da bola).O arqueiro deixa a bola rolar no chão, a toca, mantém o domínio com os pés(e a partir daí, não pode mais voltar a pegá-la com as mãos, uma situação que ocorre desde o início dos anos 90). Ao ver a proximidade do atacante do Athletico, ele se agacha, e aí começa aquela situação comum dos anos 80: goleiro se aproxima para agarrá-la, fica ameaçando, enquanto o adversário ameaça dar o bote. E Rafael a agarra (o que não podia). Teria que ser marcado tiro livre indireto dentro da área para o Athletico Paranaense, por uso indevido das mãos do goleiro em momento que não lhe é possível.
Ninguém percebeu, reclamou ou falou. Claro, é um lance atípico e que por anos (se bobear, décadas) não víamos mais no futebol. Mas é a regra… Provavelmente, a paralisação por um bola ao chão fez com que se bobeasse; mas não há dúvida quanto ao domínio de bola antes da paralisação, a continuidade do domínio com os pés depois do reinício e o toque com as mãos irregular a posterior.
Todos nós vemos os diversos preconceitos existentes na sociedade. Mas nem todos sentimos os mais covardes atos que ocorrem.
Se eu, que sou branco e não costumo sofrer qualquer tipo de discriminação mais relevante (das poucas e leves que sofri), não aguento mais ver tanta hostilidade com o Vinícius Jr, imagine o próprio atleta? No sábado, em Barcelona, de novo manifestações de imitação de macaco.
Insisto: o atacante brasileiro teria vaga em qualquer equipe de futebol do mundo, e por que não sai do Real? Só consigo imaginar ele sofrendo tanta humilhação (sem punição exemplar das autoridades aos racistas), e não deixando a Espanha, a fim de realmente fincar a bandeira pela luta contra o preconceito racial. Mas o preço que ele está pagando é alto…
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
O patrocinador do Barcelona, o streaming de músicas Spotify, resolveu estampar a logo da banda Rolling Stones na camisa do clube, para o jogo contra o Real Madrid.
O lote total de camisas colocado à venda foi vendido pela Internet antes sequer de chegar às lojas físicas…
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!