– A coragem de mulheres que tiram as Mamas por prevenção!

Conheço algumas poucas mulheres que corajosamente, sabendo da possibilidade genética de ter um câncer de mama, as retiram por prevenção. E as aplaudo!

Compartilho uma interessante matéria sobre isso, em: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2021/06/28/aos-30-anos-e-saudavel-tirei-as-mamas-e-reduzi-70-o-risco-de-ter-cancer.htm

AOS 30 ANOS E SAUDÁVEL, RETIREI AS MAMAS E REDUZI EM 70% O RISCO DE CÂNCER.

“Dentro de mim, sempre existiu a certeza de que eu iria enfrentar um câncer. Parecia ser algo inevitável: uma das minhas primeiras memórias é a de estar no estacionamento do hospital, com 5 anos, olhando para cima e dando tchau para minha mãe, que estava na janela do quarto, internada para tratar do primeiro câncer que descobriu, o de mama. Ela se curou deste, mas com o passar dos anos teve a doença nos ovários, rins, sangue e na coluna cervical. Ajudei nos seus cuidados até meus 26 anos, quando ela faleceu.

Na nossa família, esse assunto era muito comum. Minha mãe tinha seis tias: cinco delas morreram por câncer de mama e uma teve a doença, mas sobreviveu. Meu pai também teve um câncer de pele, mas fez o tratamento e hoje está bem. Por causa disso, sei melhor do que ninguém os impactos da radio e da quimioterapia. Claro que não gostaria de passar por isso, mas a sensação que eu tinha era de que a genética já havia determinado meu destino — e que, mais cedo ou mais tarde, isso iria acontecer.

A primeira vez que ouvi falar em BRCA, uma mutação genética que aumenta o risco de desenvolvimento da doença (nas mulheres, eleva as chances de câncer nos ovários e nas mamas), foi em 2013, quando a Angelina Jolie descobriu ser portadora desse gene.

Depois de perder a mãe, a avó e a tia por causa de tumores nos seios, ela realizou uma mastectomia preventiva: ou seja, retirou as mamas e colocou próteses de silicone no lugar, para reduzir as chances de sofrer com o mesmo problema. Dois anos depois, retirou também os ovários.

O assunto tomou conta da internet e dos programas de TV. Muitos até criticaram a atriz pela sua decisão. Eu, é claro, fiquei bastante interessada, mas não pude dar atenção ao tema na época. Estava sobrecarregada, ajudando minha mãe a encarar uma das fases mais delicadas para a sua saúde.

Pouco tempo depois, aos 57 anos, minha mãe faleceu. A vida seguiu, eu me casei e mudei de São Paulo para Curitiba (PR). Fazia os exames preventivos, conversava com médicos, mas o risco de ter um câncer continuava nos meus ombros. Até que um dia, no ano passado, me lembrei da possibilidade do teste genético. Marquei uma consulta com uma ginecologista, que me encaminhou para um geneticista.

“Paguei quase R$ 4 mil para fazer o exame”

Tenho plano de saúde, mas para realizar o exame de sangue que detecta mutações genéticas, era necessário o encaminhamento de um geneticista e a comprovação de que minha mãe havia tido câncer de mama ou ovário antes dos 50 anos. Como ela fez o tratamento todo pelo SUS, liguei no hospital pedindo um laudo médico do seu caso, mas eles não tinham mais a documentação. Por causa disso, realizei o exame particular e paguei R$ 3800.

Quando recebi o resultado, descobri que tenho a mutação BRCA 2. Segundo o geneticista que acompanhou meu caso, eu tinha 87% de chances de ter um câncer de mama ou de ovário antes dos 50 anos. Por isso, a indicação era de que, mesmo estando saudável, eu fizesse a retirada desses órgãos, para que não tivesse problemas no futuro.

Receber essa notícia tem um impacto psicológico muito profundo. Chorei e cheguei a me arrepender de ter mexido com esse assunto. Mas logo em seguida comecei a fazer os exames preparatórios para a minha primeira cirurgia: uma mastectomia preventiva bilateral. Ou seja, a retirada de ambos os seios saudáveis. Por causa da pandemia, o procedimento precisou ser adiado e a espera foi bastante angustiante. Redobrei o número de exames preventivos e qualquer pequeno sinal no meu corpo já era motivo para uma grande preocupação.

“Fiz a cirurgia há 31 dias e a sensação é de que nasci de novo”

Depois de muita espera, consegui fazer a retirada dos seios há 31 dias. Durante a operação, tudo o que pertence a essa região é retirado: desde a gordura, até os dutos mamários. A médica manteve apenas uma parte do músculo, para ajudar na aderência dos 750 ml de prótese de silicone que coloquei. A cirurgiã responsável pelo procedimento conseguiu manter os meus mamilos, mas sei que, em alguns casos, isso não é possível.

Quem acha que a mastectomia preventiva é parecida com o processo de colocar um implante de silicone por motivos estéticos está muito enganado: a diferença começa no psicológico. Eu jamais pensei em fazer esse tipo de intervenção, porque adorava essa parte do meu corpo e ainda tenho dificuldade em aceitar a imagem que vejo atualmente no espelho.

Além disso, como não se trata apenas de implantar os silicones, mas sim de substituir os seios todos por eles, a cirurgia é mais invasiva e a recuperação mais dolorida.

No pós-operatório, os movimentos ficam muito comprometidos. Faz pouco tempo que consegui pegar pela primeira vez um objeto do chão. Meu marido é quem me ajuda nas tarefas mais básicas do dia a dia, como lavar e pentear o cabelo.

Apesar destas dificuldades, assim que saí da mesa de cirurgia, soube que passar por tudo isso valeu a pena e que, se fosse necessário, faria tudo de novo. Sei que não estou livre de ter câncer, mas hoje tenho 70% menos chances de a doença nas mamas aparecer.

Eu e meu marido nunca tivemos o desejo de ter filhos — e, sinceramente, não tenho o desejo trazer uma criança ao mundo sabendo que ela corre o risco de ter a mesma mutação que eu. Por isso, pretendo fazer uma histerectomia total (retirada de ovários, útero e trompas) quando completar 35 anos. Tenho receio da menopausa precoce, mas sei que os procedimentos me ajudarão na prevenção da doença, assim como manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos.

Não me considero uma pessoa muito espiritualizada, mas ainda assim, me sinto totalmente em paz com a minha decisão. A sensação é como se tivesse nascido de novo — só que, desta vez, sem o medo de morrer que me atormentou durante tanto tempo.” Rafaela Metrovine tem 30 anos, é advogada e mora em Curitiba (PR).

Rafaela tinha 87% de chances de desenvolver um câncer de mama ou ovário antes dos 50 anos. Imagem: Acervo pessoal

– O golpe em nome do Nubank. Cuidado!

Cuidado com o golpe em nome do Nubank!

Veja que ousadia: https://youtu.be/Pf25Ua90N2c?si=2PiffpMqvztW0s-l

– Sue que faz bem.

E esse foi nosso 2º treino de hoje!

Sue que faz bem.

🏃🏼 #running

– O Manifesto do Botafogo FR:

O Botafogo divulgou um manifesto contra a CBF e ameaça ir à Justiça Comum pelos erros dos árbitros contra sua equipe.

A pergunta é: quando tem equívocos a favor, ninguém fala em melhorar a arbitragem?

Abaixo:

“O Botafogo enviou, nesta quarta-feira (6), um ofício ao Presidente do STJD, José Perdiz, e ao Procurador-Geral do STJD, Ronaldo Piacente, solicitando que sejam tomadas providências com base em relatórios independentes emitidos por uma respeitada empresa de análise orientada para a tecnologia que prepara rotineiramente avaliações de árbitros e manipulação de jogos, relatórios para órgãos do futebol e como testemunha especializada em questões perante os tribunais. O ofício é apoiado por uma análise completa da conduta dos árbitros e participantes das partidas em vários jogos impactantes da Série A de 2023.

O Botafogo também sugeriu a intervenção do Tribunal para a elaboração de propostas e a adoção de medidas efetivas voltadas à melhoria e ao desenvolvimento da arbitragem e do futebol nacional:

Regulamentação da profissão de árbitro de futebol profissional;
Independência institucional entre a entidade que regula a arbitragem de futebol profissional e a entidade organizadora da respectiva competição;
O acompanhamento técnico-científico dos lances e indicadores das partidas de futebol profissional masculino, com a contratação de empresas de auditoria independente, especializadas na análise de dados desportivos;
Criação de ranking de árbitros baseados nos erros cometidos ao longo do campeonato e, com base neste ranking, a adoção de critérios de promoção e rebaixamento para árbitros;
Transparência na escalação de árbitros para partidas de futebol profissional; além de outras medidas que venham a ser indicadas.

O Botafogo reforça que envidará os maiores esforços no sentido de apurar os fatos narrados e contribuir para a evolução do futebol brasileiro, inclusive acionando a Justiça Comum, após esgotadas as instâncias da Justiça Desportiva”.

John Textor fala em roubo e corrupção após derrota do Botafogo para o Palmeiras

Foto: Vitor Silva, Botafogo.

– Evite a Cacofonia!

E quando as palavras se juntam com outras e formam sons “estranhos”?

É simples e evitável. Abaixo:

 

– Lindo horizonte caipira.

Olhe aí como o Interior Paulista é bonito!

Existe melhor combinação do que o verde e o azul?

Estamos na Rodovia Romildo Prado, em Louveira.

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– Dia de Adorar o Santíssimo Sacramento.

Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:

ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.

Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.

Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.

Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.

E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.

Capela do Santíssimo Sacramento do Santuário Nacional, em Aparecida-SP. Foto: Arquivo Pessoal.

IN ENGLISH – Thursday is the day reserved by the Catholic Church for Adoration of the Most Holy Sacrament. Therefore, let us pray:

PRAYER TO THE MOST HOLY SACRAMENT by Saint Alphonsus Liguori

My Lord Jesus Christ, who, out of love for mankind, remain day and night in this Sacrament, full of compassion and love, waiting, calling, and welcoming all who come to visit You; I believe that You are present in the Most Holy Sacrament of the altar.

I adore You from the abyss of my nothingness and I thank You for all the benefits You have bestowed upon me; especially for giving Yourself to me in this sacrament; for granting me Your Most Holy Mother as my advocate, and for calling me to visit You in this church.

I greet You, for today, Your most loving Heart, and my intention is to do so for three reasons: first, in thanksgiving for this great gift; second, to compensate You for all the injuries You have received in this Sacrament from all Your enemies; third, with the intention of adoring You, in this visit, in all places on earth where Your sacramental presence is less revered and more abandoned.

My Jesus, I love You with all my heart; I grieve for having, in the past, so often offended Your divine goodness.

I propose, with the help of Your grace, never to offend You again in the future. And, at present, miserable as I am, I consecrate myself entirely to You and renounce all self-will.

I commend to You the souls in purgatory, especially those most devoted to the Most Holy Sacrament and to the Blessed Virgin Mary. I also commend to You all poor sinners. Finally, I desire to unite, my dear Savior, all my affections with those of Your most loving Heart; and, thus united, I offer them to Your Eternal Father and ask Him in Your name that for Your love He may be pleased to accept and answer them. Amen.

– Dandelion.

No meio do gramado, um solitário dente-de-leão nasceu e mostrou toda a sua singeleza.

Que também nós possamos mostrar nossa presença, beleza e importância cotidianamente.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O Santos caiu para a Segunda Divisão.

Ninguém cai de divisão de uma hora para outra. É um processo! E o Santos FC se esforçou…

Rueda, o presidente, “caprichou” nas contratações equivocadas. Os atletas também “fizeram a sua parte”, com atitudes insolentes dentro de campo e anti-profissionais fora dele (vide as informações sobre Jean Lucas e Marcos Leonardo – em: https://wp.me/p4RTuC-S87).

Até a torcida organizada foi responsável, por atos de violência e perda de mando de campo. Aliás, que culpa tem os ônibus e carros incendiados, pós-rebaixamento? Certamente, o Alvinegro Praiano começará a Segundona com a Vila Belmiro interditada.

Impressionante a “mística Pelé”: enquanto jogador profissional, o Corinthians nunca venceu o Peixe. E quando Pelé morre, o Santos cai de divisão, no Campeonato Brasileiro que leva o seu nome.

Reconstrua-se, Santos!

Em tempo: como as bombas arremessadas em campo entraram para as arquibancadas? A PM não faz revista?

(Rossi ironiza Soteldo, pela “gracinha” feita em Santos x Vasco – relembre o fato em: https://wp.me/p4RTuC-Q9Y).

– O brilho do sol que é certeiro…

A Natureza não erra nos seus cálculos, né?

O certeiro brilho do sol nas plantas:

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– “Sonhar” não deve ter idade!

E vale dar atenção a essa mensagem:

– Clareou bonito!

Assim estava a manhã de quinta-feira!

Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds #Jundiaí

– #tbt 3: Ser Rei no Paraíso.

Como é bom ter uma família!

Me sinto um rei estando entre a princesa-filha e o príncipe-sobrinho. Sem contar a rainha e a herdeira do trono lá em casa!

Que seja eterno…

– #tbt 2: Minha CTPS!

Há algum tempo…

Me recordo como hoje: eu ansiava ter minha Carteira de Trabalho.

Desde cedo, eu e meus primos trabalhávamos com horário e salário regrados e definidos. Aguardávamos fazer 12 anos para tirar a Carteira de Trabalho e Previdência Social!

Eis aqui meu orgulhoso documento, de 08/08/1988:

– #tbt 1: Sorriso que me encanta!

Há algum tempo…

Como definir esse sorriso da minha caçulinha?

Obrigado, Deus!

– Liturgia Diária de 07/12/2023.

S. AMBRÓSIO, Bispo, Confessor e Doutor Festa de 3ª Classe- Missa “In medio” com alguns próprios e comemoração da Féria Por indicação divina, eleito …

Continua em: Liturgia Diária- 07/12/2023

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 5ª feira (4 de 4).

🌅 05h25 – Desperte, Jundiaí, bem azul.

Que a quinta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 5ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: orquídeas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 5ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão desesperançosos, desanimados ou desiludidos. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Socorra-se a Deus.

Uma mensagem:

– Valorize-se!

O

– Entardecer.

Esse foi o entardecer de hoje, com esse brilho tão bonito.

Como não se inspirar com a natureza?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Os árbitros do Mundial de Clubes 2023.

E o melhor árbitro da Copa do Catar, o polonês Szymon Marciniak, estará na Arábia Saudita representando a UEFA no Mundial de Clubes. Do nosso continente, irá (surpreendentemente) representar a Conmebol o venezuelano Jesus Valenzuela.

Que ambos NÃO estejam na final do torneio, pois nesse tipo de competição, a FIFA tem como costume, desde os últimos anos, escalado juízes de continentes neutros (o que significaria uma final entre Manchester City x Fluminense).

Abaixo, a relação completa:

– Minha coluna no JJ de hoje: quem disse que as SAFs são a solução?

Para quem ler minha coluna em OPINIÃO, página 2 (Jornal de Jundiaí) nesta 4a feira, verá: falamos sobre as SAFs serem ou não uma boa solução aos clubes de futebol.

O link está em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2803445/opinioes/2023/12/as-safs-sao-solucoes-para-os-clubes-brasileiros-

– A Inserção de Veteranos no Mercado de Trabalho: um dilema!

Cada vez mais escuto pessoas se lamentando que “a empresa me acha velho”, ou comentam que foram demitidos e substituídos por jovens “a custo mais barato”.

Um desafio hoje é: como inserir esses profissionais às organizações nos tempos atuais?

Compartilho, extraído da Revista Exame, em: https://exame.abril.com.br/negocios/veteranos-a-nova-fronteira-da-diversidade/

VETERANOS: A NOVA FRONTEIRA DA DIVERSIDADE

Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados?

Por Valeria Gladsztein

Com ou sem reforma da previdência, uma coisa é possível prever: vamos trabalhar mais anos. Graças ao aumento da longevidade, melhor qualidade de vida, e um setor de serviços mais pulsante na geração de empregos, um profissional com mais de 60 anos reúne não apenas uma experiência valiosa, mas também energia de sobra para exercer em plenitude suas atividades profissionais.

Esse novo momento impõe novos desafios para as empresas. Como seguir desenvolvendo e atualizando esses talentos por mais tempo? Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados – a chamada geração Y?

Não é difícil, atualmente, encontrar pufes, paredes coloridas, mesa de bilhar, e jovens gestores, em escritórios com poucos ou nenhum profissional mais velho. Quem perde com isso? Todos. Os mais jovens que não aprendem com os veteranos. Os veteranos rejeitados pelo mercado. E claro, as empresas que não entenderam ainda que diversidade é um conceito chave para o seu crescimento. Para ter melhores resultados é preciso ter visões abrangentes, competências múltiplas e contribuições de talentos de todas as idades, gêneros e nacionalidades.

As empresas têm de encarar rapidamente um fato: o mundo está envelhecendo. De acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o ano de 2025, o número de pessoas a partir dos 60 anos deverá aumentar em 15 vezes, enquanto a população total, em apenas cinco. Nesse cenário, terão sucesso as empresas que souberem aproveitar ao máximo o potencial e conhecimento que os veteranos trazem às empresas.

Abrir as portas para profissionais mais velhos e mantê-los no quadro de funcionários traz dois desafios para as empresas. O primeiro é desenvolver novas habilidades como a digitalização, nos “não nativos digitais”. O segundo é cultural: transformar conflitos geracionais em encontros.

Aqui na Henkel buscamos endereçar as duas questões com o programa “Mentoria Reversa”, no qual são formadas duplas em que um profissional mais jovem ensina digitalização para outro mais experiente. O projeto implementado em 17 países, incluindo o Brasil, mata dois coelhos numa cajadada só. Primeiro é desenvolvimento de competências e digitalização. Em segundo lugar, criamos pontes onde haviam muros culturais. Hierarquias são flexibilizadas e todos aprendem que sempre há o que aprender, não importa se você é o estagiário ou o CEO da companhia.

Uma empresa familiar com 140 anos sabe muito bem que conhecimento e valores são passados de geração para geração. Agora, estamos aprendendo que o saber é transversal e o importante é aprender sempre e com todos.

*Este artigo é de autoria de Valeria Gladsztein, Diretora de Recursos Humanos da Henkel para América do Sul, e não representa necessariamente a opinião da revista

Imagem extraída de: http://sindilurb.com.br/rh-que-aprende-jul-2018-multiplas-geracoes-no-ambiente-de-trabalho/

– E o profissionalismo às vésperas de um jogo decisivo?

Segundo Fábio Sormani, depois divulgado pelo UOL, os jogadores santistas Marcos Leonardo e Jean Lucas se apresentaram para o último jogo do Santos contra o Athletico visivelmente bêbados!

O que fazer, às vésperas de uma partida tão importante, sendo atletas tão decisivos, lutando contra o rebaixamento?

Imagem extraída de: https://portalleodias.com/esportes/indisciplina-de-atletas-abala-o-santos-na-vespera-de-jogo-mais-importante-do-ano

– O direito de ter opinião.

É obvio que todos nós temos direito à liberdade de expressão. Igualmente temos que levar em conta a educação e o respeito no que escrevemos para não ofender alguém com injustiças ou calúnias.

Leio esse artigo, abaixo, e observo algo interessante: a necessidade da RESPONSABILIDADE do que se fala! E isso é importantíssimo para uma sociedade mais cidadã!

Criar fake news, promover movimentos controversos e que podem prejudicar alguém, ou ainda, levantar bandeiras sem embasamento e/ou de comprovada cientificidade adversa, não seria usar o direito de expressão de maneira perniciosa?

Compartilho, extraído de: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/daniel-martins-de-souza/o-direito-de-ter-opiniao

O DIREITO DE TER OPINIÃO

Por Daniel Martins de Souza

É possível afirmar que uma das maiores conquistas da humanidade é o direto de expressar suas opiniões. Direito este que é parte da tão apreciada liberdade de expressão, garantida por lei, a todos os cidadãos brasileiros. Expressar nossa opinião tem sido ainda mais frequente na era das redes sociais, onde encontramos canais totalmente abertos às mais diversas opiniões, sem nenhuma barreira ou limite.

Algumas décadas atrás, os fóruns para expressão de opiniões que atingissem uma quantidade significativa de pessoas eram muito restritos. Alguns poucos membros da sociedade opinavam: aqueles muitíssimo poucos indivíduos que podiam escrever uma coluna de jornal ou comentar num telejornal. A grande maioria das opiniões das pessoas eram emitidas a um número muito limitado de ouvintes, numa conversa de bar, ou na mesa de jantar. Talvez num jornal local.

Em meados da década de 1990, os grandes meios de comunicação passaram a tornar a participação popular mais presente em suas programações (no caso das rádios e TVs) ou publicações (no caso dos jornais e revistas). Esta popularização passou a possibilitar que a quantidade de opiniões nos grandes meios de comunicação se ampliasse cada vez mais.

E as redes sociais, já no século XXI, vieram para coroar o direto que cada individuo tem de expressar sua opinião a milhares, milhões de pessoas potencialmente, assim como o apresentador de um grande telejornal diariamente. Este é um feito maravilhoso para a humanidade. Cada indivíduo da sociedade teria direto e é livre para expressar o que pensa (teria, pois, infelizmente, ainda não há uma inclusão digital que propicie isso de verdade à grande parte da população brasileira).

À medida que a humanidade conquista um feito, reflexos deste aparecem e temos de ir sintonizando finamente como a conquista deve ser usufruída. Creio estarmos justamente neste momento de necessidade de ajuste, pois ao passo que temos direito de ter e expressar nossa opinião, temos também de exercer maior responsabilidade sobre ela. E hoje em dia, a responsabilidade sobre o que se fala e escreve, praticamente não existe.

O que temos visto e vivenciado diariamente é um aumento no número de canais que garantem o direito da expressão de opiniões, mas muito pouca, ou nenhuma cobrança de responsabilidade sobre elas. Cada um fala e escreve o que quer e bem entende, da forma que acha mais adequado. E quando isso acontece por trás de uma tela, de um teclado, de uma webcam ou até por trás de um microfone, parece que inclusive a simpatia e cordialidade se perdem.

Algumas pessoas defendem que podem dizer e escrever o que bem entender, mesmo sem assumir qualquer responsabilidade, pois aquela é a opinião pessoal dela. Opinião esta que é parte do direito garantido pela constituição da liberdade de se expressar. Assim, ninguém tem o direto de questionar o que é dito por outrem.

Mas está justamente aí um enorme equívoco. Ao passo que temos o direito de opinar, temos o dever de nos responsabilizar pelo que dizemos. É justamente da liberdade de expressar sem responsabilidade que nascem as famigeradas “fake news”: conceitos, fatos ou notícias expressas, sem nenhuma responsabilidade com a verdade, mas fortemente tendenciosas à opinião ou intenção do interlocutor. E a partir daí, especialmente dado o infinito alcance que os meios de comunicação e redes sociais têm, temos visto enxurradas de opiniões deletérias que desmontam, com muito poder e do dia para a noite, o trabalho conceitual de séculos da ciência e da justiça social.

Tanto esta afirmação é verdadeira que hoje temos visto questões superadas pela ciência há décadas (eventualmente há séculos!) voltarem como forma de explicação para conceitos da natureza. A crença de que a terra é plana é uma das maiores evidências deste argumento. E é bem aí que está o que me fez escrever este texto: conceitos comprovados cientificamente baseiam-se em dados. Não em opinião.

Se alguém diz “na minha opinião, a terra é plana”, esta não é uma opinião aceitável. Porque a terra é comprovadamente redonda. Temos aqui então um dilema, pois, numa sociedade democrática, todos têm direito a sua própria opinião. Mas tenho eu direito a uma opinião que é comprovadamente não verdadeira? Ou ainda tenho eu direito a uma opinião não aceitável socialmente? É justamente sob a luz de exercer o direito à opinião que as pessoas praticam atitudes homofóbicas, racistas e até neofascistas nas redes sociais diariamente.

Uma opinião sólida e com poder agregador perante a sociedade e não tendenciosa à formação de uma notícia falsa é aquela baseada em dados. Dados verdadeiros, sólidos e apropriadamente interpretados. Para ilustrar este ponto, temos diversos exemplos atualmente: a última eleição presidencial nos EUA tem sido posta em xeque por alguns quanto à sua validade; o uso de urnas eletrônicas na eleição para prefeitos aqui no Brasil foi também questionado por alguns. Mas quais são os dados que comprovam – ou ao menos indicam – que as eleições nos EUA foram fraudadas ou que as urnas eletrônicas não funcionam no Brasil? Até agora, nenhum. As alegações são somente opiniões pessoais, sem base em dados. As alegações baseiam-se em sentimentos de um apoio popular não quantificado. Assim, são opiniões que tendem a gerar notícias falsas, que se espalham com grande força e rapidez, ainda mais dependendo do interlocutor que as traz.

Durante a pandemia, é acalorado o debate sobre o tratamento da COVID-19. Uma das perguntas que permeiam a discussão cotidiana é: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? É comum ler e ouvir respostas como “na opinião do Doutor Fulano, o medicamento XYZ funciona”. Mas a questão aqui é que em termos de tratamento de uma doença, não existe opinião: ou o medicamento funciona ou não funciona, baseado em dados científicos. De maneira muito genérica, para o tratamento efetivo de uma doença, existe a necessidade de estudar em diversas fases e em diferentes modelos biológicos (células, animais até chegar em humanos) os efeitos de um composto químico (um medicamento) sobre a doença. Os dados destas investigações, conduzidas com rigor e apropriada cadência científica, é que vão definir se um tratamento é efetivo ou não. Assim, a opinião do “Doutor Fulano” só é válida se houver dados que comprovem sua afirmação. Do contrário, não importa a opinião dele. A opinião sobre um remédio só é válida se houver comprovação científica. Voltando a pergunta então: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? A resposta é “não”, pois até hoje, não há estudo científico que comprove a eficácia de um medicamento sobre a COVID-19. E isso independe da opinião de qualquer pessoa.

Você pode ler este parágrafo acima e se contrapor, dizendo que teve COVID-19 e que se curou, por exemplo, tomando 3 copos de água a cada 1 hora. Ao passo que, na sua opinião, este seja o caminho da cura da COVID-19, esta é uma observação isolada, baseada na sua experiência, única e individual. Logo, não é uma opinião que vale como verdade. Provavelmente nem seja uma opinião segura e responsável. Para comprovarmos se 3 copos de água a cada 1 hora tem a capacidade de curar a COVID-19, um estudo sistemático e com rigor e design científico deve ser conduzido em centenas de milhares de pessoas. As observações clínicas e sintomatológicas serão coletadas por cientistas capacitados para interpretá-los e somente a partir destes resultados poderíamos afirmar se esta seria uma maneira de curar a COVID-19. Assim, será que alguém tem direito de ter a opinião que 3 copos de água a cada hora curam a COVID-19? Frente a responsabilidade envolvida neste caso, talvez esta não seja uma opinião que tenhamos direito de ter. É uma situação na qual a responsabilidade pela opinião impacta o seu direito constitucionalmente garantido de expô-la.

Nós vivemos em uma era na qual nunca tanta informação esteve tão disponível. Todas as enciclopédias do mundo e as experiências pessoais da humanidade estão nas palmas de nossas mãos. Na era da informação, a maneira com a qual se usa o conhecimento determina se é bom ou ruim ter tanta informação disponível. Dentre os tópicos mais discutidos da humanidade nas últimas semanas estão as vacinas para preveção da COVID-19. E o assunto vacina nos traz novamente para a discussão sobre como o obscurantismo pode ser cultivado, mesmo em tempos de tanta luz. Há uma crença, posta justamente por pessoas que expõe opiniões de forma irresponsável, de que vacinas fazem mal às pessoas. Este é um argumento insustentável cientificamente. Assim, não deve ser uma opinião válida. Grande parte da “opinião” sobre o eventual mal que as vacinas fazem vem de crenças pessoais ou do fato de dados científicos serem interpretados equivocadamente.

Certa vez li um blog anti-vacina que explicava o porquê uma vacina faz mal. Ao ler o texto, pude perceber que o autor, apoiado num texto científico legítimo, interpretou-o de maneira escandalosamente equivocada. E assim espalhou pela web sua interpretação: estudo científico mostra que vacinas causam doenças. O autor do texto era um advogado. Em posse de dados que esta pessoa não tem preparo técnico para interpretar – afinal, o estudo científico havia sido conduzido por imunologistas, cuja formação é muito distinta – gerou um entendimento incorreto e perigosíssimo, pois sua interpretação apoiava-se justamente em um texto científico. E tudo que clamo aqui é “confie na ciência”. E quando alguém usa a ciência pra justamente sustentar um argumento errado? Especialmente para defendê-lo a outras pessoas que também não tem as melhores condições para interpretá-lo? Este é um exemplo de como o acesso a muita informação pode ser deletério. É importantíssimo, portanto, que usemos filtros adequados no acesso a informação. Eu como bioquímico, por exemplo, não tenho a menor condição de ler um texto jurídico e interpretá-lo. Assim, devo procurar um canal, certificado e conduzido por especialistas no assunto, que o façam. Do contrário, as pessoas podem até se apoiar em dados científicos, mas para conclusões equivocadas. E pior, difundindo estes equívocos nas redes sociais, por exemplo, gerando uma falsa sensação de confiança em quem lê.

Abro um parênteses: o que discuto aqui versa sobre o conceito de vacina. Isso não tem a ver com a preocupação sobre a segurança e eficácia das vacinas que estão sendo produzidas para COVID-19. Sem sombra de dúvidas, as vacinas que estão sendo aceleradamente produzidas precisam ter sua eficácia comprovada, com estudos científicos robustos e rigorosos, seguindo o ritmo da ciência. Preocupar-se e cobrar das autoridades a eficácia e segurança das vacinas para COVID-19 é importantíssimo e até um ato de cidadania de cada um de nós. Com isso, a ciência é capaz de nos ajudar. E tem nos ajudado. Veja o quanto descobrimos sobre esta doença todos os dias.

Depois de argumentar que a falta de formação para a compreensão de determinada pauta é a causa pela qual conceitos errados se espalham, é necessário lembrar que o ser humano, inteligente como é, pode manipular a informação em prol de seu próprio benefício. É comum ver indivíduos cientificamente letrados defendendo causas que não têm embasamento científico, usando justamente suas credenciais como cientista para dar força a seus argumentos. Lembrem-se sempre que o uso da informação para promover desinformação nem sempre é ignorância, mas uma estratégia, ainda mais em tempos de acirradas e polarizadas discussões de cunho político.

Voltando a atenção ao direto à opinião e o incrível alcance das redes sociais, é observável como conceitos incrustados na sociedade brasileira como o racismo e o preconceito contra as classes menos favorecidas emergem em tempos de crise. Quando tudo vai bem – especialmente em termos econômicos – há menor polarização de opiniões e maior paz social. Quando a economia sucumbe ou situações como a atual pandemia emergem, há sempre a busca por culpados para aquelas situações. E é neste momento que invariavelmente estes conceitos reaparecem com muita força. O grande alcance das redes sociais une as opiniões, aumentando o eco significativamente. O eco é tamanho que a sinceridade daquele individuo que exprime uma opinião – que deveria ser socialmente inaceitável – é taxada como autêntica e não desprezível, como se esperaria ser. E esta bizarra espécie de selo de autenticidade é que mostra as entranhas preconceituosas do povo, eclodidas violentamente nas redes sociais. Quando a economia brasileira vai mal, as políticas governamentais integrativas – chamadas sarcasticamente de populistas – são culpadas. E por conseguinte, as classes desfavorecidas são culpadas pelo fracasso econômico daquele momento. Isso demonstra não só preconceito, mas a falta de conceitos das pessoas ao ignorar que promover maior igualdade de classes é necessário para a saúde da sociedade em todos os aspectos. Quando a diferença social é grande, não há paz e equilíbrio econômico. Para diminuir a desigualdade social, é natural que deva haver políticas promotoras desta noção. Momentos de crise, somadas a uma sociedade preconceituosa com ferramentas de alcance em massa pode realmente polarizar opiniões de forma deletéria.

Mas como resolver isso tudo? Como eliminar o obscurantismo, representados recentemente por conceitos como os de terra plana e movimento antivacinas? Como levar aos cidadãos o conceito do opinar responsável, baseado em dados e não em crenças? Como mostrar aos cidadãos que a ciência é confiável, dado seu rigor e imparcialidade? A resposta é sempre a mesma: educação. A educação é a resposta para todos os nossos problemas, inclusive os tantos outros que transcendem esta discussão. Além de uma educação que preze por dados e comprovações sólidas, é necessária uma educação que cultive o respeito à opinião do próximo e à diversidade de ideias. Com educação de qualidade e pautadas à luz da ciência e de conhecimento sólido, a população terá discernimento sobre manobras de desinformação.

Temos o direito a uma opinião? Claro! O ideal é que cada um de nós expresse sua opinião para um indivíduo, a um grupo ou ao mundo, usando a potência de alcance das redes sociais. Mas a responsabilidade de uma opinião, munida de dados confiáveis, é algo central para um mundo justo. O direito à opinião é um legado que deve ser perpetuado na humanidade. Mas com sempre com respeito e responsabilidade.

Cuidado com opiniões e relatos de caso - Ortodontia Descomplicada

Imagem extraída de: http://ortodontiadescomplicada.com.br/cuidado-com-opinioes-e-relatos-de-caso/

– Alvorada caipira.

O bonito amanhecer caipira em Jundiaí!

Que a quarta-feira seja favorável a todos nós.

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– Liturgia Diária de 06/12/2023.

S. NICOLAU, Bispo e Confessor Festa de 3ª Classe- Missa própria e comemoração da Féria Um dos maiores Bispos do IV. século; foi muito venerado por …

Continua em: Liturgia Diária- 06/12/2023

– Os 92 participantes da Copa do Brasil 2024:

Extraído de Futebol Shitposting
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🏆🇧🇷 Já estão DEFINIDOS todos os 92 participantes da COPA DO BRASIL 2024:
Formas de classificação:
▪️01: Estar entre os 04 melhores times no Campeonato estadual, isso nos principais estaduais. Em alguns são três vagas e em outros só duas.
▪️02: Ganhar a Copa Estadual.
▪️03: Ganhando títulos: Copa do Brasil, Série B, Copa do Nordeste, Copa Sul-americana, Copa Verde e Libertadores.
▪️04: Estar entre os oito melhores colocados do Brasileirão.
▪️05: Se duas vagas forem preenchidas pelo mesmo time, outro se classifica, por exemplo, Corinthians e São Bernardo se classificaram graças ao Palmeiras e ao RB Bragantino, que já tinham vaga garantida pela campanha no estadual, porém, como terminaram entre os oito primeiros colocados no Brasileirão, abriram duas vagas para para o 5° e 6° do estadual, que foram São Bernardo e Corinthians.

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 4ª feira (4 de 4).

🌅 04h25 – Desperte, Jundiaí.

Que a quarta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 4ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: ixorias.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento