Será que os cartolas contratam aos seus clubes os treinadores estrangeiros por convicção do trabalho ou filosofia de jogo? Ou seria… modismo?
Um dia, o São Paulo contratou Juan Carlos Osorio, ofensivo ao extremo, para ser seu treinador. Posteriormente, empregou Edgardo Bauza, exatamente o contrário em conceitos.
Está “na moda” trazer treinador de Portugal, mesmo que muitos não o conheçam. E às vezes, nem o clube contratante.
Digo isso pelos extremos dos últimos dias. Mas antes, um histórico:
O Red Bull Bragantino queria um substituto para Maurício Barbieri, e procurou nomes para entrevistas, a fim de que um se encaixasse em sua filosofia. Consta que vários nomes foram levados em pauta, e entre eles, Pedro “Pepa” e Pedro Caixinha. O primeiro “não passou” na entrevista, e o segundo foi contratado.
Diante disso, tivemos:
Na 5ª feira: O time de Pedro Caixinha venceu o Flamengo por 4×0, com 36 chutes a gol. Fez 1 gol e buscou outros.
No Sábado: O time de Pedro Pepa venceu o São Paulo por 1×0, com NENHUM chute a gol. Ganhou 1 gol-contra e se fechou.
A pergunta é: quando os clubes contratam seus treinadores, estão cientes do que eles farão em campo?

