– Cuidado com o “Golpe do Cheiro” do Uber e da 99.

Atenção: mais um (infelizmente) crime na praça: o de bandidos disfarçados de motoristas de aplicativos.

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/10/13/golpe-do-cheiro-da-uber-como-as-investigacoes-falharam-com-as-vitimas.htm

GOLPE DO CHEIRO EM UBER E 99: O QUE É E O QUE DIZEM AS VÍTIMAS

Há duas semanas, Fernanda* repetiu o mesmo ritual de todas as manhãs e pediu um Uber para levá-la de casa até a academia. Era uma segunda-feira de chuva em São Paulo, e o trajeto era curto, cerca de 2 km. Ela já tinha ouvido falar do tal “golpe do cheiro”, mas não pensou nisso, achou que nessa situação nada poderia acontecer. Porém, quando estava mais ou menos próxima do destino, entendeu que algo estava fora do normal na viagem.

“Comecei a sentir um cheiro forte, de arder o rosto, sabe? Então, senti meu corpo formigar, ficar dormente. Quando olhei para a janela do motorista, ela estava aberta, e a minha, fechada. Me liguei no que estava acontecendo. Como ela era elétrica, pedi a ele que abrisse a minha. Coloquei o rosto para fora, meu corpo totalmente dormente. Entrei em pânico, tentei abrir a porta e comecei a gritar: ‘Me tira daqui, me deixa descer, estou passando mal'”, contou, em entrevista a Universa.

De acordo com ela, o condutor não se mostrou surpreso e não ofereceu assistência, simplesmente parou o carro. Quando desceu do veículo, Fernanda caiu no chão. “Nessa hora, comecei a ter vários espasmos no meu corpo, na perna, no braço, na mão. Não estava tremendo de nervoso, eu estava com espasmos e não tinha nenhuma força para levantar.” Conseguiu pedir ajuda a uma pessoa na rua para anotar a placa do carro. Fez o protocolo sugerido pela Uber: reportou o caso no aplicativo. Além disso, por orientação de um advogado, registrou um boletim de ocorrência online. Mais tarde, percebeu que o motorista estava cadastrado havia um dia no app.

Segundo Fernanda, a Uber foi rápida e, assim que chegou em casa, entrou em contato com ela para se dizer ciente do ocorrido, que sentia muito e garantir que ela não pegaria mais corrida com aquele motorista. “Eu falei: ‘Pelo amor de Deus, o cara precisa sair da base de motoristas, vocês já sabem que isso está acontecendo, foi horrível! Se eu não tivesse me tocado a tempo, poderia estar desmaiada e vai saber o que pode ter acontecido lá'”, argumentou. Não adiantou: o atendente disse que não poder fazer mais nada.

Na sexta-feira da mesma semana, ainda traumatizada, decidiu pedir um Uber de novo. O percurso e o horário eram os mesmos. Para seu choque, o carro e o motorista também. “O nome do cara era outro, a foto diferente. Pensei ser só uma coincidência, mas era o mesmo cara, o mesmo carro, a mesma placa! Quando entrei, tive a certeza. A gente andou 50 metros, abri a porta do carro em movimento e saí.”

Casos se multiplicam

A história de Fernanda não é um caso isolado. Nos últimos meses, o chamado “golpe do cheiro” (também conhecido como “golpe do gás” ou “golpe do spray”) instaurou um clima de medo entre mulheres que usam de carros de aplicativo como Uber e 99.

São dezenas de relatos nas redes sociais e denúncias de que motoristas estariam tentando intoxicar passageiras. Segundo as vítimas, o padrão é bastante parecido: vidros da parte traseira dos carros fechados e, após um tempo de corrida, um odor invade o ambiente.

“Eu estava de máscara, mas, mesmo assim, passei a sentir um cheiro bem forte, como se fosse um solvente. Logo, começou uma dormência no meu rosto, que rapidamente passou para as pernas”, relata a musicista Irina Bertolucci, que também passou pelo golpe.

De acordo com a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa à Mulher do estado de São Paulo, de março a junho deste ano, foram mais de 60 boletins de ocorrência registrados no estado e todos os casos aconteceram em veículos da Uber. Segundo ela, até o momento, os inquéritos concluídos no estado de São Paulo não encontraram evidências de contaminação toxicológica nas vítimas ou nos automóveis que foram periciados.

“Isso significa que não houve o que elas estão falando? Não necessariamente. É muito difícil dizer: ‘O golpe não existe’, porque você está desacreditando aquela vítima, o que ela de fato sentiu”, diz a delegada. Ela continua: “E por que [a vítima] sentiu? Porque talvez jogaram nas redes sociais? E aí as pessoas ficaram de alguma forma em pânico e começaram a sentir algo que é muito mais psicológico do que efetivamente real. E isso não é a polícia quem vai responder. O que a polícia consegue responder é que em todos os casos em que foram instaurados inquéritos, a vítima não estava intoxicada”, finaliza.

O que a psicologia diz

Até o momento, nenhum exame deu positivo para “substâncias entorpecentes”. Mas as investigações deveriam tratar um assunto tão delicado e que envolve uma relação de poder, no caso entre motorista e passageira, de uma forma tão protocolar? Para Beatriz Brambilla, doutora em psicologia social, docente e supervisora da estágios do curso de psicologia da PUC-SP, o caso não está sendo tratado com a seriedade e as nuances que merece.

De acordo com ela, o modelo de investigação precisa assegurar uma dimensão que não seja apenas confirmar se a vítima foi intoxicada ou não, mas entender todo o contexto daquela viagem. “Quais foram os antecedentes do ponto de vista da violência psicológica que estava ocorrendo naquela situação em que as mulheres nararram esse ataque, essa violência no carro do aplicativo?”, questiona.

Ela continua: “Há uma relação de poder na medida que você pega um carro com um homem —pensando na questão do machismo, do sexismo e da cultura de estupro e de violência que a gente vive. Quando as mulheres entram no carro, elas já entram preocupadas com o que pode acontecer. […] O motorista tem controle da situação. Ele pode coagir a pessoa que está ali. Daí, a gente está falando de uma violência que ocorre, seja ela pelo olhar, seja por uma palavra, por algum gesto, seja pelo modo como esse motorista vai dirigir. Tudo isso vai produzindo medo, vai produzindo emoções. E isso é uma violência, não importa o que ocorra. Faz com que a gente sinta medo, faz com que a gente se sinta torturada de alguma forma.”

Segundo Silvia Cazenave, toxicologista, docente da PUC-Campinas, perita criminal e ex-Superintendente de Toxicologia da Anvisa, os sintomas narrados pelas vítimas seriam de intoxicações agudas, que deveriam ser acusadas nos exames toxicológicos. Apesar disso, ela concorda com Beatriz: “Acontece realmente de a pessoa perceber um cheiro distinto e ficar ansiosa, ficar com medo. Mulheres estão sujeitas a muitas investidas criminosas e isso cria tensão. Tudo isso pode afetar a percepção”.

Sobre a questão levantada pela delegada Jamila, de que poderia existir um pânico inflado pelos relatos nas redes sociais, Beatriz refuta: “É como no caso do homem que assediou mais de 70 psicólogas. Se uma não tivesse aparecido e falado sobre isso, muito provavelmente as outras não teriam se expressado”.

De acordo com ela, essas situações precisam ser legitimadas, do contrário, são ocultadas do cotidiano, e as pessoas vão sofrendo sozinhas.

Ser mulher é ter medo

Todos os pontos colocados pelas especialistas são ancorados por dados, já que as mulheres brasileiras são percebidas como o grupo mais vulnerável à violência durante o percurso de ida ou volta para casa.

81% delas já sofreram algum tipo de violência em seus deslocamentos pela cidade, segundo o relatório da pesquisa “Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade”, divulgado no ano passado pelos institutos Locomotiva e Patrícia Galvão.

Além disso, o Brasil registra um estupro a cada dez minutos e um feminicídio a cada sete horas, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022, relativos à violência letal e sexual de meninas e mulheres no Brasil.

“A discussão sobre mobilidade urbana e gênero é uma questão muito séria e, não por acaso, a gente tem uma lei de importunação sexual para falar sobre transporte público. O fato é que a violência contra as mulheres em transportes públicos acontece”, diz Beatriz.

Para ela, empresas como a Uber precisam ser responsabilizadas e criar políticas específicas para as mulheres que assegurem a segurança delas de uma forma geral e não somente nesse caso do golpe.

“Se as mulheres fossem doidas, você concorda que a gente não teria uma política de importunação sexual em transporte público? Que não teríamos em vários lugares do mundo vagões de trem e metrô especiais para as mulheres? Que a gente não teria a política de que o ônibus para em qualquer lugar para as mulheres poderem descer? Hoje, o transporte por aplicativo é tão utilizado quando o transporte público, principalmente nas grandes cidades”, justifica.

Monica de Melo, Defensora Pública do Estado de São Paulo, também acredita que é preciso cobrar as empresas de aplicativo – e não somente a polícia – e que elas são coniventes com o que está acontecendo: “A empresa tem todo o discurso de que o motorista não é empregado, mas dizer que a empresa tem zero responsabilidade? A empresa fez uma plataforma? Você só encontrou aquele motorista através dessa empresa, você não encontrou esse motorista ali na rua, do nada? E justamente por você não ter encontrado na rua, no nada, você pegou em uma empresa justamente porque você acha que pegando o motorista de uma empresa você estaria mais segura”.

Alice*, que também foi vítima do golpe, concorda: Eu não estou com raiva [do que aconteceu]. Eu estou com raiva da gente, mulher, ter que pensar nisso [nossa segurança] o tempo todo. Geralmente quando estou na rua com meu celular, estou insegura. Quando chega o meu Uber e eu entro, é quando eu falo, nossa, eu estou em casa, estou segura. E não, é um serviço que deveria oferecer segurança para você, mas tem oferecido mais medo do que segurança”.

Do lado da Uber, a empresa se diz preocupada e recentemente até criou uma mesa de discussão só para debater o assunto no 16º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O painel “Golpe do gás na Uber: o aumento da sensação de insegurança a partir da desinformação”, tinha o intuito de tentar tranquilizar a sociedade e reforçar que nada está acontecendo e nada foi provado.

Já a empresa 99, em nota, informou que ao receber os relatos realiza a apuração junto aos times internos “para garantir a segurança das usuárias da plataforma e colaborar com o poder público, se necessário”. A empresa, assim como a Uber, reforça que é imprescindível que as eventuais vítimas reportem o ocorrido nas centrais de ajuda dos apps.

*Nome trocado a pedido da entrevistada

– Que vergonha, Ônix.

No debate dos candidatos a Governador do RS, após Eduardo Leite estender a mão para cumprimentar Ônix Lorenzoni, o mesmo ficou no vácuo…

É Política ou é Guerra? A falta de Educação não é algo bom para a cidadania!

– Respire fundo na hora do aperto…

Todos nós temos dias bons e dias ruins. Dias de sol e dias de tempestade.

Quando somos nós os afetados, tentamos contornar. Quando são pessoas que amamos, sofremos mais e demais.

Sempre gosto de pensar: tudo é cíclico, tudo passa… mas manter a calma e ter paciência, cá entre nós, é complicado.

Um dia por vez, vencendo as dores, respirando fundo e buscando superar. Mas atenção: tendo muiiiiita resiliência.

E deixe a vida seguir. Não é fácil, mas Deus ajudará.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A beleza do Orfeu.

A beleza do Orfeu!

Uma foto panorâmica do Lago tão bonito do Jardim Europa (Bragança Paulista), nesta tarde de 6ª feira.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Conselhos Ecumênicos do Rabino.

Há 5 anos…

Nesses tempos em que as tradicionais religiões observam a formação de novas igrejas, seitas e fanáticos religiosos, cada vez mais é importante o diálogo inter-religioso e a necessidade de estar nas semelhanças em comunhão com Deus. Eis que assisti uma entrevista do sapientíssimo rabino David Weitman, que disse sobre o matrimônio:

“O Casamento é uma união triangular do homem, da mulher e de Deus”.

Gostei! Independente das outras religiões, não há como negar tal verdade.

Além dessa afirmação, o rabino traz uma mensagem de paz muito interessante. Aliás, me surpreendi com sua facilidade em explicar as características culturais e religiosas do povo judeu de uma maneira bem didática.

Claro, no Judaísmo há diferenças diferenças de entendimento sofre outros conceitos em relação ao Cristianismo e o Islamismo, como o Inferno (uma espécie de purgatório cristão, pois eles não creem num local de sofrimento onde foi lançado Lúcifer – por obviedade, já que eles não tem como Jesus um Deus ao qual o Diabo não quis aceitar) e outras características próprias como reencarnação em casos singulares.

Se você ficou curioso, vale assistir!

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– Hora gostosa!

Hum… deliciosas frutas para nossa saúde: hoje temos morango, pêssego, pêra, ameixa, uva e kiwi. Tudo fresquinho!

Quem vai querer?

Imagem

#fruits

– O Palmeiras é o melhor time do mundo, e o São Paulo o 12º?

Eles são incríveis! Os clubes brasileiros estão à frente de gigantes como Bayern de Munique e Real Madrid, ou de emergentes como o PSG de Neymar, Messi e Mbappé! Ao menos, para a IFFHS...

A “Federação de História e Estatística de Futebol Internacional” (uma entidade que não costuma ser levada à sério), divulgou seu ranking mundial de clubes. Nele, o Palmeiras (pelo 5º mês seguido) é eleito o melhor time de futebol do planeta, seguido pelo Flamengo, Real Madrid, Manchester City e Liverpool. O Athletico Paranaense é o 7º, o Atlético Mineiro o 9º, e o São Paulo, mesmo em 12º colocado na tabela do Brasileirão, é o 12º do mundo!

Quem festejou foi a FPF, que publicou com pompa o ranking. Abaixo, os 15 da lista:

– Você sabe quanto custa um pintinho?

Coisas do Interior: Pintinhos em Promoção!

A criançada se diverte… mas a sujeira que eles fazem…

🐣 #Natureza #VidaRural

– Morning!

Que dia bonito amanheceu!

Sol esplendoroso de naturezagrandeza indescritíveis.

Obrigado, dona Mãe Terra.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Não use uma oração pura para um propósito político!

Está circulando pelas Redes Sociais uma belíssima oração que a Princesa Isabel fez à Nossa Senhora, feita às vésperas da Família Real perder o Trono e o Império do Brasil cair, passando para República.

Nela, a princesa humildemente pede para a Padroeira que, independente de quem for o novo mandatário do país, que fosse do agrado dela e que ela, Maria, reinasse a nossa Pátria.

Porém, em alguns vídeos e montagens, estão deturpando a oração com acréscimos que envolvem as Eleições atuais! A oração original, abaixo, extraído numa busca refinada na Web:

– Como eu a amo…!

Como não ter um bom dia de vida?

Ao abrir minha tela no Facebook, eis que aparece minha querida filha Marina, bem novinha, num dia de passeio de bike.

Ok, sou pai-coruja. Mas fala sério: essa menina não é linda? E além de tudo, inteligente e carinhosa!

Ganhei meu dia com essa recordação… Aquela manhã foi divertidíssima.

#Família #Family

– O exagero e a “forçação de barra” para justificar um pênalti (que não houve) em Corinthians 0x0 Flamengo.

Falamos à exaustão sobre o lance de Léo Pereira em Corinthians x Flamengo. Houve acerto em não marcar pênalti (mesmo que por “linhas tortas”), e sobre isso abordamos em: https://wp.me/p4RTuC-H6X.

Porém, algo observado pelas Redes Sociais: o número impressionante de pessoas que, de profissionais a torcedores, divergem da decisão da arbitragem não pelos argumentos racionais, mas pela emoção!

Cartolas corintianos repudiando a não-marcação, pessoas da imprensa usando termos como “decisão manchada” ou outras expressões semelhantes, além de “caçadores de cliques profissionais” surgiram aos montes.

Interpretações diferentes devem ser respeitadas, mas forçar situações ou desmerecer o racional não é inteligente…

Coisas de um país apaixonado por futebol (e muitas vezes, por que não, desonesto). Há de se ter equilíbrio e responsabilidade nos comentários e pronunciamentos. Claro, também na dosagem certa para não se hiper-dimensionar uma situação.

CURIOSIDADE – A arrecadação dos bilhetes vendidos foi de R$ 4.665.153,00, mas o Corinthians ficou com R$ 3.007.999,34 devido às despesas. Algumas delas: taxa da FPF (R$ 233.257,65), Taxas de Arbitragem (R$ 53.354,45), Transporte dos Árbitros (R$ 64.036,25 – maior que o serviço em si), Impostos dos Árbitros (R$ 10.670,89). Confira todos os lançamentos em: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/424121b.pdf

Imagem extraída da Web.

– Flores para a sexta-feira.

Cá entre nós: a beleza da natureza sempre traz inspiração, não?

Que tal um pouco de flores?

Esta aqui, bem vermelha:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Michael J. Fox e Christopher Lloyd, 37 anos depois!

A trilogia “De Volta para o Futuro” é um dos grandes marcos da minha infância! Talvez eu adore tanto viajar nos cinemas devido a esses filmes incríveis de Michael J. Fox e Christopher Lloyd.

É sabido que Michael J. Fox (Marty McFly) está com Mal de Parkinson, e, agora, além do estado avançado da doença, está com Alzheimer!

Eles se reencontraram em um evento em NY nessa semana. Vejam como eles estão:

A foto foi extraída do link em: https://mag.sapo.pt/cinema/atualidade-cinema/artigos/regresso-ao-futuro-37-anos-depois-abraco-de-michael-j-fox-e-christopher-lloyd-emociona-fas, e nele você pode ler a matéria completa, além do vídeo de onde foi flagrado esse abraço.

– Brilhe, amigo sol.

Discretamente surgiu o sol no horizonte. Reluzente, quente, ardente.

Que nos ilumine para uma boa jornada!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Liturgia Diária de 14/10/2022.

S. CALISTO I, Papa e Mártir Festa de 3ª Classe – Missa “Si diligis me”, com orações próprias Governou a Igreja de 217 a 222. Misericordioso para com …

Continua em: Liturgia Diária – 14/10/2022

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 6ª feira (4 de 4).

🌅 05h – Desperte, Bragança Paulista, bem bonita.

Que a sexta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, 6ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: petúnias.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 6ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Puma #Adidas #Nike 

– Rezemos para uma boa jornada!

Por este novo dia, rezemos: https://youtu.be/1w5lETw9tuc

– Bateu ou não na barriga? Não muda nada!

Nós estamos vendo a confusão envolvendo o pênalti reclamado em Corinthians 0x0 Flamengo.

Antes de abordarmos o áudio divulgado pela CBF, entenda: a mão na bola, primeiramente, tem que ser avaliada pela intenção! Se não existir ela, avalia-se o movimento antinatural. Explicamos a Regra (que para muitos é incompreensível) aqui: https://wp.me/p4RTuC-gk6.

Pois bem: reclama-se que o VAR deveria pedir para o árbitro ir ao vídeo verificar. Não é necessário, só se deve fazer nas situações previstas pelo Protocolo do VAR e em caso excepcional, no erro crasso. Abordamos aqui o texto original da regra: https://wp.me/p4RTuC-EVi.

Sendo assim, em um lance involuntário de bola na mão, não faz sentido marcar-se pênalti. E aqui entramos no lance em específico, envolvendo Léo Pereira. Explico em: https://wp.me/p4RTuC-H5U.

Há pouco, a CBF divulgou o áudio envolvendo a arbitragem. A explicação inicial é perfeita. Se você não ouviu a conversa, está em: https://www.cbf.com.br/a-cbf/analise/do-var/analise-do-var-corinthians-x-flamengo-copa-intelbras-do-brasil-2022.

Repare que VAR e AVAR estão discutindo se foi pênalti ou não, e em determinado momento, eles estão preocupados em verificar se “bateu na barriga“. Aqui, algumas considerações:

  • De bate-pronto, pensei que eles estavam analisando se bateu na barriga do atleta corintiano, e não do flamenguista. E sabe o motivo? É que quando há um toque no adversário e bate na mão, obviamente não é pênalti (pois não há reflexo rápido o suficiente para evitar o desvio). E a conversa dava a entender que era isso. Porém, se fosse, a análise da equipe de vídeo terminaria nesse momento, pois confirmando-se que bateu na barriga, não daria para dizer que o toque foi infracional.
  • Como se estendeu a conversa, percebeu-se que a questão era sobre ter batido na mão ou na barriga do flamenguista. Observe que as câmeras são frontais, sem a lateralidade necessária para ver se bateu na barriga ou na mão. E, por fim, o VAR sugere que foi na barriga.

O que isso significa?

Duas coisas:

1- O vídeo (para mim) é inconclusivo. Deve-se manter a decisão de campo.

2- Mesmo com a bola batendo na mão, e não na barriga, não muda nada. CONTINUA sendo um lance involuntário, natural, e não antinatural (como já foi explicado nos links acima).

Não seria errado dizer que, por “linhas tortas”, acertou a arbitragem.

– 50 anos de Carpinejar: escritor lança livro infantojuvenil ‘A menina alta’ | Instituto Claro

Confira essa entrevista com Fabrício Carpinejar, que completa 50 anos, e fala sobre suas obras para o público infantojuvenil e sua infância

Continua em: 50 anos de Carpinejar: escritor lança livro infantojuvenil ‘A menina alta’ | Instituto Claro

– Hábitos que atrasam nossa vida!

E esse gráfico é muito bom : hábitos que deveríamos evitar!

Você já teve contratempos por conta de algum deles?

Abaixo:

– Para onde vamos? Ou onde estamos?

A imagem delicada da minha pequena Tetéia andando pela estrada florida me remete a muitas ideias:

  • Para quê tantas preocupações, se as coisas mais gostosas da vida são simples?
  • Aonde vamos? Onde estamos? Como ficamos?

Divagações, pensamentos, sentimentos… O que importa é a doçura da vida.

– É Radicalismo Político de Ponta-a-Ponta…

No ótimo Morning Show da Jovem Pan, assisti ao deputado eleito Nikolas Ferreira falando sobre Fake News com o jornalista Guga Noblat.

De um lado, radicalismo de Direita versus radicalismo de Esquerda! Aí não dá… mais sensatez, amigos.

Em especial, assista quando Nikolas é perguntado sobre produção de Fakes. Tá difícil aceitar isso como algo “normal”

Em: https://youtu.be/OsEyW71a2nY

– Querem inventar uma desculpa armamentista no Evangelho?

Católico de verdade imita Jesus Cristo, pois Ele é o “Príncipe da Paz”, a “Misericórdia Viva”, o Mestre que nos ensinou “Perdoar 70×7”, “Dar a outra face” e nos avisou que “acabou a lei do ‘Olho por Olho, Dente por Dente’.”

Ele se sentava com os marginalizados, comia com os discriminados e se dizia “médico para os doentes”.

No Monte das Oliveiras, mesmo injustamente preso, condenou o uso de armas quando se cortou a orelha de um soldado violento. Perdoou aqueles que o ofenderam e o crucificaram.

“Ser Cristão” significa “comportar-se como o Cristo”. E me assusto quando vejo católico praticante defendendo o aborto (como a Esquerda Radical faz – algo condenável, vide a palavra do Papa Francisco nesta semana, em: https://wp.me/p4RTuC-ybb) ou defendendo armamento (como a Direita Extremista faz – algo igualmente condenável, como disse Dom Orlando Brandes em Aparecida, em: https://wp.me/p4RTuC-y9n).

Católico não tem que se preocupar com ideologia política, mas sim na sua ação missionária em levar o Evangelho como Jesus nos pediu, no seu testemunho e no seu ato piedoso – sempre “amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Cultura do ódio; armamentismo; comunismo; corrupção; fofoca, boato ou fake news; intolerância; desamor; vitimismo… nada disso deve ser praticado por quem realmente quer ser um bom católico. Afinal, nada disso foi ensinado por Jesus Cristo e tudo se contradiz à sua Boa Nova.

Lamento ver pessoas deturpando frases de Papas na Internet (como tem sido feito constante com São João Paulo II, de trechos tirados do contexto e outros mentirosos – ambos igualmente sem fontes ou veracidade). Tudo isso para justificar paixões políticas.

E sobre o Papa João Paulo II, uma carta enviada em 1982, implorando para um mundo com menos armas e mais paz, na abertura da Assembleia da ONU daquele ano. Abaixo:

MENSAGEM DO PAPA JOÃO PAULO II
À II SESSÃO ESPECIAL DAS NAÇÕES UNIDAS
PARA O DESARMAMENTO

Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores representantes dos Estados membros

1. Em Junho de 1978, quando se reuniu a primeira Sessão extraordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre o desarmamento, o meu Predecessor o Papa Paulo VI enviou-lhe uma Mensagem pessoal, em que exprimia as suas esperanças nos resultados que a humanidade estava no direito de esperar de um tal esforço de boa vontade e de sabedoria política, por parte da comunidade internacional.

Quatro anos mais tarde, eis-vos de novo reunidos para vos perguntardes se estas expectativas foram — pelo menos parcialmente — realizadas.

A resposta a esta questão parece não ser nem muito tranquilizadora nem muito encorajante. Comparar a situação de há quatro anos com a de hoje, em matéria de desarmamento, faz aparecer muito poucos melhoramentos. Alguns pensam mesmo que houve deterioração, ao menos no sentido de que as esperanças nascidas nessa época poderiam agora apresentar-se como simples ilusões. Esta verificação poderia facilmente levar ao desânimo e impedir os responsáveis pela sorte do mundo a procurarem noutro lugar a solução dos problemas — particulares ou gerais — que não cessam de perturbar a vida dos povos.

Muitos apreendem assim a realidade actual. Os algarismos que provêm das fontes diversas indicam sério aumento das despesas militares, que se traduz por uma produção mais acentuada dos diferentes tipos de armamento, à qual, segundo institutos especializados, corresponde novo incitamento para o comércio das armas. Os meios de informação concentraram ultimamente grande parte da sua atenção na busca, e no uso a grande escala, das armas químicas. Por outro lado, apareceram novas armas nucleares.

Diante de uma Assembleia tão competente como a vossa, não é necessário dispor os algarismos que a vossa própria organização publicou a este respeito. Baste-me, a titulo de indicação, citar o estudo segundo o qual o conjunto das despesas militares do planeta corresponde a uma média de 110 dólares por pessoa e por ano, o que, para muitos habitantes deste mesmo planeta, representa o rendimento de que eles dispõem, durante o mesmo período.

Diante deste estado de coisas, é muito de boa vontade que exprimo a minha satisfação por as Nações Unidas se terem proposto de novo enfrentar o problema do desarmamento, e estou reconhecido com a possibilidade que me é gentilmente oferecida de vos dirigir a palavra nesta ocasião.

Ainda que não seja membro da vossa Organização, a Santa Sé tem junto dela, de há tempos, a sua própria Missão permanente da observação que lhe permite seguir dia após dia as actividades da mesma. Ninguém ignora quanto os meus Predecessores apreciavam os vossos trabalhos. Eu próprio tive ocasião, em particular quando da minha visita à sede da ONU, de tornar minhas as palavras de estima por eles pronunciadas a respeito da vossa Organização. Como os meus Predecessores compreendo eu as dificuldades dela e, ao mesmo tempo que exprimo o voto de que os seus esforços sejam recompensados com resultados mais importantes e melhores, reconheço o seu papel precioso e insubstituível para assegurar ao mundo um futuro mais sereno e mais pacifico.

É a voz de alguém que não tem interesse nem poderes políticos, e menos ainda força militar, aquela que a vossa cortesia me permite fazer de novo ressoar nesta Sala. Aqui, onde convergem praticamente todas as nações, grandes e pequenas, a minha palavra leva em si o eco da consciência moral da humanidade no estado puro, se me permitis a expressão. Ela não é acompanhada de preocupações ou interesses de outra natureza, que poderiam velar-lhe o testemunho e torná-lo menos crível.

Uma consciência esclarecida e guiada pela fé cristã, sem dúvida, mas que não é, por isso, menos profundamente humana, muito pelo contrário. É portanto uma consciência comum a todos os homens de boa e sincera vontade.

A minha voz torna-se o eco das angústias, das aspirações, das esperanças e dos temores de milhares de homens e de mulheres que, de todas as latitudes, olham para a vossa Assembleia perguntando se dela surgirá, como esperam, alguma luz tranquilizadora, ou então uma nova e preocupante decepção. Sem para isso ter recebido de todos o mandato, creio poder fazer-me o intérprete fiel junto de vós destes sentimentos que são os seus.

Não quero nem posso entrar nos aspectos políticos e técnicos do problema do desarmamento como ele se apresenta hoje, mas permitir-me-eí atrair a vossa atenção para alguns princípios éticos que estão na base de toda a discussão e de toda a decisão desejável neste campo.

2. O meu ponto de partida enraiza-se numa verificação unanimemente admitida não só pelos vossos povos, mas também pelos governos que vós presidis ou representais: o mundo deseja a paz, o mundo precisa da paz.

Nos nossos dias, recusar a paz não significa somente provocar os sofrimentos e as perdas que — hoje mais do que no passado — comporta uma guerra, mesmo limitada; isto poderia trazer igualmente a total destruição de regiões inteiras, com a ameaça possível ou provável de catástrofes de proporções mais vastas ainda, mesmo universais.

Os responsáveis pela vida dos povos parecem sobretudo empenhados numa busca febril dos caminhos políticos e das soluções técnicas que permitem “conter” os efeitos de possíveis conflitos. Devendo embora reconhecer os limites dos seus esforços neste sentido, persistem nestes caminhos, tão espalhada está a convicção de que a longo termo as guerras são inevitáveis, e tanto também, e sobretudo, o espectro de uma possível confrontação militar entre os grandes campos, que dividem o mundo hoje, continua a acompanhar o destino da humanidade.

Certamente, nenhuma potência, nenhum homem de Estado admitirá que deseja projectar uma guerra ou tomar a iniciativa dela. Todavia, a desconfiança mútua faz crer ou temer que outros alimentem desígnios ou uma vontade deste género, de maneira que pareça cada um não encarar outra solução possível, se não mesmo necessária, do que a de preparar uma força de defesa suficiente para responder a um eventual ataque.

3. Muitos julgam mesmo que tal preparação constitui um caminho para salvaguardar a paz, ou ao menos para impedir o mais possível, e da maneira mais eficaz, o desencadeamento dos conflitos, sobretudo dos grandes conflitos que chegariam a comportar o holocausto supremo da humanidade e a destruição da civilização que o homem conquistou laboriosamente no decorrer dos séculos.

Isto é ainda, como se vê, a “filosofia da paz” enunciada no velho princípio romano: “Se queres a paz, prepara a guerra”.

Traduzida em termos modernos, esta “filosofia” tomou o nome de “dissuasão”, e revestiu as formas de um “equilíbrio das forças” que, por vezes, foi chamado, não sem razão, “equilíbrio do terror”. Como fez notar o meu Predecessor Paulo VI: “A lógica imanente à busca dos equilíbrios de forças leva cada um dos adversários a tentar assegurar-se certa margem de superioridade, com medo de se encontrar em situação de desvantagem” (Mensagem à Assembleia Geral da ONU, 24 de Maio de 1978: Insegnamenti di Paolo VI, XVI, 1978, p. 452).

Assim, praticamente, a tentação é fácil — e o perigo sempre presente — de ver a busca de um equilíbrio transformar-se em busca de uma superioridade capaz de lançar de novo, de maneira ainda mais perigosa, a corrida aos armamentos.

Eis, na realidade, a tendência que parece continuar a prevalecer hoje, e talvez mesmo de maneira ainda mais acentuada que antes. E vós propusestes-vos, como fim especifico desta Assembleia, procurar como seria possível derrubar esta tendência.

Este fim pode parecer ainda, por assim dizer, “minimalista”, mas é de importância fundamental, porque só semelhante mudança completa pode fazer esperar que a humanidade se entranhe no caminho que leva ao fim tão desejado por todos, mesmo se muitos o consideram sempre como utopia: um desarmamento total, mútuo e rodeado das garantias de uma fiscalização efectiva, que elas dão a todos a confiança e a segurança necessárias.

Assim, esta Sessão extraordinária reflecte ainda outra verificação. Do mesmo modo que a paz, o mundo deseja também o desarmamento. O mundo precisa do desarmamento.

Por outro lado, todo o trabalho realizado dentro do Comité do desarmamento, em diferentes comissões ou subcomissões e dentro dos Governos, do mesmo modo que a atenção prestada pelo público, testemunha a importância que se dá nos nossos dias à difícil questão do desarmamento.

A convocação mesma desta reunião leva em si própria um julgamento: as nações do mundo estão já superarmadas e demasiado comprometidas nas políticas que reforçam esta tendência. Implicitamente tal juízo inclui a convicção de que esta tendência é errónea e de que as nações do mundo comprometidas neste caminho têm necessidade de retomar o seu lugar.

Mas a situação é complexa e numerosos valores — dos quais alguns do mais alto nível — entram em jogo. Pontos de vista divergentes podem ser expressos. É preciso portanto enfrentar os problemas com realismo e honestidade.

Por isso, primeiro peço a Deus que vos conceda a fortaleza do espírito e a boa vontade, que se requerem para desempenhardes a vossa tarefa e fazerdes avançar quanto é possível a causa da paz, fim último de todos os vossos esforços durante esta Sessão extraordinária. Assim portanto a minha palavra é palavra de encorajamento e de esperança. Encorajamento para não deixar que as vossas energias se enfraqueçam pela complexidade das questões ou pelos reveses do passado e do presente. Palavra de esperança porque sabemos que só os homens de esperança são capazes de avançar paciente e tenazmente para finalidades dignas dos melhores esforços e para o bem de todos.

4. Talvez nos nossos dias, nenhuma questão toque tantos aspectos da condição humana como a dos armamentos e do desarmamento. Comporta aspectos científicos e técnicos, aspectos sociais e económicos. Inclui também graves problemas de natureza política que atingem as relações entre Estados e entre povos. Os nossos sistemas mundiais de armamentos influenciam, além disso, em grande medida, os desenvolvimentos culturais. Coroando tudo, intervêm as questões espirituais que dizem respeito à identidade mesma do homem e das suas opções para o futuro e para as gerações que hão-de vir.

Oferecendo-vos as minhas reflexões, tenho presentes ao espírito todas estas dimensões técnicas, científicas, sociais, económicas e sobretudo éticas, culturais e espirituais.

5. Desde o fim da segunda guerra mundial e o principio da idade atómica, a Santa Sé e a Igreja católica tiveram uma atitude muito clara. A Igreja procurou continuamente contribuir para a paz e para construir um mundo que não tenha de recorrer à guerra para regulamentar as desavenças. Animou a que se mantenha um clima internacional de confiança mútua e de cooperação. Apoiou as estruturas susceptíveis de assegurar a paz. Recordou os efeitos desastrosos da guerra. A medida que aumentavam os meios de destruição mortífera, ela fez notar os perigos assim incorridos e, para além dos perigos imediatos, ela indicou os valores que se haviam de cultivar para desenvolver a cooperação, a confiança mútua, a fraternidade e a paz.

Já em 1946, o meu Predecessor o Papa Pio XII se referiu à “potência dos novos instrumentos de destruição” que reconduziam o problema do desarmamento ao centro das discussões internacionais com aspectos completamente novos” (Mensagem ao Colégio dos Cardeais, 24 de dezembro de1946).

Os Papas sucessivos e o Concílio Vaticano II continuaram a reflexão adaptando-a ao contexto dos novos armamentos e da fiscalização dos armamentos. Se os homens se debruçassem sobre esta tarefa com boa vontade e se tivessem no seu coração e nos seus planos a paz como objectivos, as medidas adequadas poderiam encontrar-se, as estruturas apropriadas elaborar-se para assegurar a legítima segurança de cada povo no respeito mútuo e na paz; então os arsenais do temor e da ameaça de morte tornar-se-iam supérfluos.

O ensinamento da Igreja católica é portanto claro e coerente. Deplora a corrida aos armamentos, pede pelo menos uma progressiva redução mútua e verdadeira assim como as maiores precauções contra os possíveis erros no uso das armas nucleares. Ao mesmo tempo, a Igreja reclama para cada nação o respeito da independência, da liberdade e da legítima segurança.

Desejo assegurar-vos da preocupação constante da Igreja católica e dos esforços que ela não deixará de realizar enquanto os armamentos não forem inteiramente dominados, a segurança de todas as nações garantida, e enquanto os corações de todos os homens não forem ganhos para as opções éticas que hão-de garantir uma paz duradoura.

6. Chego agora ao debate que vos ocupa, a propósito do qual é preciso reconhecer, em primeiro lugar, que nenhuma componente das questões internacionais pode ser considerada isolada e separadamente dos múltiplos interesses das nações. Todavia, uma coisa é reconhecer a interdependência das questões, e outra explorá-las para delas tirar proveito noutro plano. Os armamentos, as armas nucleares e o desarmamento são coisas demasiado importantes em si mesmas e para o mundo, de maneira que se tornem simplesmente parte de uma estratégia que lhes exploraria a importância intrínseca em favor de uma política ou doutros interesses.

7. É pois importante considerar devidamente, com a prudência e a objectividade que merecem, cada uma das proposições sérias que tendem a contribuir para o desarmamento real e para criar um clima melhor. Mesmo países pequenos têm valor que vai além do aspecto material e técnico dos mesmos. Qualquer que seja o domínio encarado, temos necessidade hoje de perspectivas novas e de disponibilidade de escuta respeitosa e de acolhimento atento às sugestões honestas de todos os que se ocupam com responsabilidade de negócios tão controversos.

A este propósito, surge o que eu chamaria o fenómeno da retórica. Um campo tão tenso e cheio de tantos perigos inevitáveis não pode deixar lugar a nenhuma espécie de discursos forçados ou de opiniões provocadoras. A complacência na retórica, no vocabulário inflamado e apaixonado, nas ameaças veladas e nas contra-ameaças e nas manobras desleais, não pode senão acerbar a acuidade de um problema que requer exame sóbrio e atento. Por outro lado, os Governos e os seus responsáveis não podem orientar as questões dos Estados independentemente dos votos dos seus povos. A história das civilizações oferece-nos exemplos temíveis do que se passa quando esta experiência é tentada. Ora, os temores e as preocupações de numerosos grupos em diferentes partes do mundo revelam que as pessoas estão cada vez mais apavoradas com o pensamento do que aconteceria se irresponsáveis desencadeassem uma guerra nuclear.

Assim, mais ou menos em toda a parte, desenvolveram-se movimentos em favor da paz. Em vários países, estes movimentos, tornados extremamente populares, são sustentados por uma parte crescente de cidadãos de camadas sociais diferentes, de todas as idades e de formações diversas, especialmente de jovens. Os fundamentos ideológicos destes movimentos são múltiplos. Os seus projectos, as suas proposições e as suas políticas variam grandemente e podem muitas vezes oferecer o flanco a instrumentalizações partidárias, mas, para além destas divergências de formas, há um desejo de paz profundo e sincero.

Assim não posso deixar de me associar ao vosso projecto de apelo à opinião para que nasça uma verdadeira consciência universal dos riscos terríveis da guerra, consciência que trará por sua vez um espírito de paz generalizado.

8. Nas condições actuais, uma dissuasão baseada no equilíbrio, não certamente como um fim em si mas como uma etapa no caminho de um desarmamento progressivo, pode ainda ser julgada como moralmente aceitável.

Contudo, para assegurar a paz é indispensável não nos contentarmos com o mínimo, sempre agravado por um real perigo de explosão.

Que fazer então? Na falta de uma autoridade supranacional, tal como foi desejada pelo Papa João XXIII na sua Encíclica Pacem in Terris e se espera encontrar na Organização das Nações Unidas, a única solução realista diante da ameaça de guerra continua a ser ainda a negociação. Aqui, gosto de vos recordar uma palavra de Santo Agostinho que citei outras vezes: “Matai a guerra pelas palavras das negociações, mas não mateis os homens pela espada”. Hoje ainda, reafirmo diante de vós a minha confiança na força das negociações leais para chegar a soluções justas e equitativas. Estas negociações exigem paciência e constância e devem em particular visar a uma redução dos armamentos equilibrada, simultânea e internacionalmente fiscalizada.

Mais precisamente ainda, a evolução em curso parece levar a uma interdependência crescente dos tipos de armamentos. Como nestas condições ter em vista uma redução equilibrada, se as negociações não atingem o conjunto das armas? A este propósito, a continuação do estudo do “programa global do desarmamento”, que a vossa Organização já empreendeu, poderia facilitar a necessária coordenação dos diferentes “forums” e trazer aos resultados mais verdade, equidade e eficácia.

9. De facto, as armas nucleares não são os meios únicos de guerra e destruição. A produção e a venda de armas convencionais através do mundo são fenómeno realmente alarmante e, parece, em pleno desenvolvimento. Negociações sobre o desarmamento não poderiam ser completas se ignorassem o facto de 80% das despesas no armamento ser consagrado às armas convencionais. Por outro lado, o tráfico delas parece desenvolver-se a um ritmo crescente e orientar-se de preferência para os países em vias de desenvolvimento. Cada passo dado e qualquer negociação empreendida para limitar esta produção e este tráfico e submetê-los a uma verificação cada vez mais efectiva é significativa contribuição para a causa da paz.

Recentes acontecimentos confirmaram o poder destrutivo das armas convencionais e as lastimosas condições a que se condenam os Estados tentados a recorrer a elas para solucionar as suas desavenças.

10. Mas a consideração dos aspectos quantitativos dos armamentos, tanto nucleares como convencionais, não é suficiente. Atenção especialíssima deve dedicar-se ao aperfeiçoamento deles, continuado graças a tecnologias novas, das mais avançadas, porque está precisamente nisto uma das dimensões essenciais da corrida aos armamentos. Ignorá-lo levaria a um engodamento e a não oferecer aos homens, desejosos de paz, senão uma aparência enganosa.

A busca e a tecnologia devem ser colocadas ao serviço do homem. Nos nossos dias, usa-se e abusa-se delas com demasiada frequência para outros fins. Dirigindo-me a 2 de Junho de 1980, aos homens de ciência e cultura, da Assembleia da UNESCO, eu tinha desenvolvido abundantemente este tema. Hoje, ainda, seja-me permitido sugerir pelo menos que uma percentagem não indiferente dos fundos atribuídos à tecnologia e à ciência dos armamentos seja reservada para o desenvolvimento de mecanismos e de dispositivos que assegurem a vida e o bem-estar dos homens.

11. No seu discurso à Organização das Nações Unidas, a 4 de Outubro de 1965, o Papa Paulo VI enunciou uma profunda verdade, quando declarou: “A Paz não se constrói somente por meio da política e do equilíbrio das forças e dos interesses. Constroem-se com o Espírito, as ideias e as obras da Paz”. Os produtos do Espírito, as ideias, os produtos da cultura e das forças criadoras dos povos, são destinados a ser repartidos. As estratégias de paz, que ficam no nível técnico e cientifico que determinam equilíbrios e verificam fiscalizações, não assegurarão uma verdadeira paz senão quando se forjarem e se reforçarem laços entre os povos. Estabelecei laços que unam os povos entre si. Dai-vos meios que levem os povos à repartição das suas culturas e dos seus valores. Abandonai todos os interesses mesquinhos que entregam uma nação à mercê de outra no plano económico, social ou politico.

Neste mesmo espírito, os trabalhos de peritos qualificados, elevando a relação entre desarmamento e desenvolvimento, merecem ser estudados e seguidos por acções. Não é novo encarar a transferência de recursos financeiros consagrados ao desenvolvimento das armas, para o desenvolvimento dos povos, mas a ideia não perde por isso a sua actualidade e a Santa Sé fê-la sua já de há muito. Toda a resolução da Assembleia geral neste sentido receberia em toda a parte a aprovação e o apoio dos homens e das mulheres de boa vontade.

O estabelecimento de laços entre os povos significa o redescobrimento e a reafirmação de todos os valores que reforçam a paz e unem os povos na harmonia. E significa igualmente a renovação do melhor existente no coração do homem, que anda à procura do bem dos outros na fraternidade e no amor.

12. Desejaria acrescentar um último considerando: a produção e a posse de armamentos são a consequência de uma crise ética que rói a sociedade em todas as suas dimensões — política, social e económica. A paz, repeti-o várias vezes, é o resultado do respeito dos princípios éticos. O verdadeiro desarmamento, o que há-de garantir a paz entre os povos, não se conseguirá senão com a resolução desta crise ética. De maneira que se os esforços de redução dos armamentos, depois de desarmamento total, não forem acompanhados paralelamente por um ajustamento ético, estão votados antecipadamente ao malogro.

Procurar tornar a pôr o nosso mundo no seu lugar, eliminar dele a confusão dos espíritos gerada pela busca pura dos interesses e dos privilégios ou pela defesa das pretensões ideológicas, tal é a tarefa absolutamente prioritária se queremos chegar a progredir na luta pelo desarmamento. Sem isso, ficar-se-á apenas em falsas aparências.

Porque a verdadeira causa da nossa insegurança encontra-se numa crise profunda da humanidade. Vale a pena, graças à sensibilização das consciências diante do absurdo que é a guerra, criar as condições materiais e espirituais que diminuirão as desigualdades clamorosas e restituirão a todos o mínimo de espaço para a liberdade do espírito.

A co-habitação dos bem assegurados na vida e dos desprovidos já não pode ser suportada no mundo em que a comunicação é tão rápida como generalizada, sem que nasça o ressentimento e o mundo regresse à violência. Por outro lado, o espírito tem também os seus direitos primordiais e inalienáveis; é a justo título que ele os reclama nos países em que o espaço lhe falta para viver serenamente segundo as próprias convicções. Convido todos os combatentes pela paz a comprometerem-se nesta luta para a eliminação das verdadeiras causas da insegurança dos homens, de que a terrível corrida aos armamentos é um dos efeitos.

13. Derrubar a tendência actual para a corrida aos armamentos compreende portanto uma luta paralela em duas frentes: por um lado, uma luta imediata e urgente dos governos para reduzir progressiva e equitativamente os armamentos; por outro lado, uma luta mais paciente, mas não menos necessária, no nível da consciência dos povos para atacar a causa ética da insegurança geradora de violência, quer dizer, as desigualdades materiais e espirituais do nosso mundo.

Sem preconceitos de qualquer espécie, unamos todas as nossas forças racionais e espirituais de homens de Estado, de cidadãos, de responsáveis religiosos, para matar a violência e o ódio, e procurar de novo os caminhos da paz.

A paz é o fim supremo da actividade das Nações Unidas. Ela deve ser o de todos os homens de boa vontade. Infelizmente, ainda nos nossos dias, tristes realidades ensombram o horizonte da vida internacional e causam tantos sofrimentos, destruições e preocupações que poderiam fazer perder à humanidade toda a esperança de ser capaz de dominar o seu próprio futuro na concórdia e na colaboração dos povos. Apesar da dor que invade a minha alma, sinto-me autorizado, mesmo obrigado, a reafirmar solenemente, diante de vós como diante do mundo, o que os meus predecessores e eu próprio repetimos diversas vezes em nome da consciência, em nome da moral, em nome da humanidade e em nome de Deus:

A paz não é utopia, nem ideal inacessível, nem sonho irrealizável.

A guerra não é calamidade inevitável.

A paz é possível.

E porque é possível, a paz é dever. Dever muito grave. Responsabilidade suprema.

A paz é difícil, sem dúvida, e exige boa vontade, muita sabedoria e tenacidade. Mas o homem pode e deve fazer prevalecer a força da razão às razões da força.

A minha última palavra é portanto ainda uma palavra de encorajamento e de exortação. E como a paz, confiada à responsabilidade, fica sendo, apesar de tudo, um dom de Deus, ela traduz-se também em oração Aquele que tem nas mãos os destinos dos povos.

Agradeço-vos a actividade que desenvolveis para fazer progredir a causa do desarmamento: desarmamento dos utensílios de morte e desarmamento dos espíritos.

Deus abençoe os vossos esforços.

E oxalá que esta Assembleia fique na história como um sinal de reconforto e de esperança.

Do Vaticano, 7 de Junho de 1982

JOÃO PAULO PP. II

– Meu sorriso!

Depois das frutas que preparei para ela… um sorriso de agradecimento da pequeninha!

Como eu amo essa menina…

❤️ #PaiDeMeninas

– Pênalti de Léo Pereira no Corinthians 0x0 Flamengo?

Bráulio Machado é um dos árbitros que mais adora dar cartões no Brasil e que tem “coceira” em marcar pênaltis duvidosos de bola que bate na mão. Falamos disso em: http://wp.me/p4RTuC-H2y.

O cartão amarelo de João Gomes foi prova disso. É uma situação onde alguns árbitros mais rigorosos aplicariam, outros não. Discutível.

Porém, o que não se pode discutir (e saiba que eu respeito sempre todas as opiniões interpretativas contrárias) é o suposto pênalti de Léo Pereira. Não há intenção alguma em tocar a mão na bola, que bate despropositalmente no braço do flamenguista. Repito: por mais que Bráulio seja um dos árbitros que costuma marcar os chamados “pênaltis de queimada”, aqui é totalmente um lance sem intenção. Reclamar dele é desconhecer a regra ou “forçar a barra”.

Em tempo: talvez as queixas estejam acontecendo pois na Sportv o comentarista de arbitragem disse que foi pênalti pois o “braço estava aberto”. Ora, isso (estar com o braço aberto) é IRRELEVANTE se está em posição natural. Só seria pênalti se o braço estivesse aberto em um movimento fisiologicamente diferente, anormal, num movimento ANTINATURAL do corpo. Não foi isso o que aconteceu. Me espanta tal queixa e parece-me mais pressão para o jogo seguinte (algo comum no Brasil).

Imagem extraída de GE.com

– Saúde nas frutas.

Frutas sempre nos fortalecem!

Vitaminas, fibras e potássio no morango, na goiaba, na ameixa e nas uvas. Coma “saúde”!

🍇 🍓 #Saúde #Fruits #Health

– Reflexos da Natureza!

Fotografia é um barato! Este clique é de um sítio na cidade de Mogi-Mirim, Interior Paulista, há 3 anos.

Espelhando a beleza das árvores e contemplando a inspiração da criação!

Abaixo:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Torresminho!

Por mais que eu tente ficar na salada verde, como resistir a esses torresmos?

Xô, tentação…

Um só não vai fazer mal. Ou vai?

🐽 #gula

– 5a feira de Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Hoje é quinta-feira, dia de adorar Jesus Eucarístico, como pede a Igreja Católica. 

Que tal uma prece ao Senhor, que está presente na Hóstia Sagrada?

ORAÇÃO AO CRISTO SACRAMENTADO

Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-­me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-­Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-­Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.

Suplico-­Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-­me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu. 

Capela do Santíssimo Sacramento da Capela São Paulo Apóstolo, no Bairro do Paiol Velho, em Jundiaí – SP. Arquivo pessoal.

– #tbt 5 : O Brasil dividido cansou, né?

De 2020. Mas poderia ser de hoje…

Eu estou assim, como a figura diz. E você?

Chega de #LulaLivre e #Mito. Tanto Bolsonaro quanto Lula já dividiram demais o Brasil. As Redes Sociais, por exemplo, estão infestadas de adoradores dos dois.

Esse país não pode se resumir a dois extremos!