– E lá vem o sábado…

👊🏻 Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir #endorfina?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDeLourdes, rogai por nós. #Amém.”
⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #Lourdes #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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Imagem extraída da Web

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅 Desperte, Jundiaí.
Que a jornada possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

Ótimo sábado para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Por quê amamos tanto?

Nossos afilhados são como filhos. Mesmo quando distantes, queremos perto. Nos preocupamos! Amamos…

Na intimidade e no coração, estão ao nosso lado. Rezamos diariamente com todo fervor por eles. E, o que queremos, é ver esses sorrisos entre as crianças… (abaixo):

Viva a doçura da vida. Família é o grande presente do Criador para nós.

– Ainda sobre Schwartsman

OPINIÃO – Sobre o desdobramento do artigo de Hélio Schwartsman (referindo-se ao desejo da morte do presidente Bolsonaro por Covid-19), que repercutiu demais durante a semana e algumas considerações,

Em: https://youtu.be/3hN4SKtKEvE

– Camarão com… coronavírus?

Tá difícil imaginar uma volta tranquila da normalidade. Leio que, na China, encontraram desembarcando um contêiner refrigerado de camarão branco, importado do Equador, contaminado pelo Novo Coronavírus!

Que praga é essa que está em todo lugar e em todas as coisas?

Extraído de: https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2020/07/10/interna_internacional,1165311/chineses-detectam-coronavirus-em-pacotes-de-camarao-do-equador.shtml

CHINESES DETECTAM CORONAVÍRUS EM PACOTES DE CAMARÃO NO EQUADOR

A China anunciou nesta sexta-feira (10) que descobriu vestígios de coronavírus em embalagens de camarão do Equador, em um contexto de preocupação com as importações de produtos congelados.

Nos portos chineses de Dalian (nordeste) e Xiamen (leste), a Administração Aduaneira testou amostras de um contêiner e de pacotes de camarão branco do Pacífico que deram positivo para o novo coronavírus.

Já as amostras coletadas no interior das embalagens e nos camarões foram negativas, disse à imprensa um porta-voz da Alfândega, Bi Kexin. A China está preocupada com a segurança alimentar desde que foi descoberto um foco, no mês passado, em um gigantesco mercado atacadista no sul de Pequim.

Traços do vírus foram isolados em uma placa de corte de salmão importada. Bi Kexin disse que a Alfândega já testou mais de 220.000 amostras de produtos alimentícios e suas embalagens, mas nenhum outro produto foi positivo.

A presença do vírus nas embalagens de camarão não significa, necessariamente, que esse alimento seja contagioso, ressaltou. Pequim já bloqueou as importações de vários produtores estrangeiros afetados pelo novo coronavírus, incluindo a avícola americana Tyson Foods e os matadouros alemães Tönnies.

O Equador é um dos países mais afetados pela pandemia na América Latina, com mais de 62.000 casos de covid-19, com 5.000 óbitos. As autoridades também relatam outras 3.000 mortes, provavelmente causadas pelo novo coronavírus, mas não confirmadas devido à falta de provas.

– Simplicidade…

A alegria por dominar a nobre arte da Bolinha de Sabão!

É tão fácil (e tão gostoso) conseguir sorrisos sinceros…

#PaiDeMenina #BolinhaDeSabão #Diversão #Sorriso #Carinho

– Laje do Muriaé e seu político sincero demais! Vai “roubar” pouco?

Em Laje do Muriaé, no estado do Rio de Janeiro, um candidato a vereador chamado Liédio Luiz da Silva foi muito sincero: gravou um vídeo dizendo que sabe dos problemas de corrupção envolvendo o seu partido, o PT, e se eleito vai… roubar pouco!

Pode?

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=pW3Ukf8cHfc

– Mortos de Covid-19 no Japão versus Brasil!

Compare o Brasil e o Japão na luta contra o Covid e surpreenda-se:

  • A População de Brasil é de 210 milhões de habitantes.
    A do Japão é de 123,5 milhões.
  • Mortos por Coronavírus no Brasil: Quase 70.000 pessoas.
    Mortos no Japão: Menos de 1.000 pessoas (até ontem, 09/07).

Considere que, CONTRA o Japão, ainda existe a absurda densidade demográfica: 336,8 habitantes para cada quilômetro quadrado, contra 23,8 do Brasil (São Paulo tem 177).

Perceberam que morre mais gente num ÚNICO dia no Brasil do que no Japão durante a pandemia inteira, até agora?

A diferença deve ser: disciplina do povo e responsabilidade dos governantes. Ou não?

– Esforçar-se para quem?

Li e gostei: os seus esforços, stress e preocupações são direcionados para quem ou para o quê?

Você demanda a mesma energia para as suas causas próprias? Se não o faz, você está se auto-injustiçando!

Reflita na imagem:

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– Os últimos 3 pitacos do FlaFlu na Taça Rio

Depois de tudo o que já foi falado sobre Direitos de Transmissão e Confusão no Fluminense x Flamengo, vale ressaltar 3 coisas:

1- Jorge Jesus: se não falou até agora que vai ficar como treinador do Mengão e que não tem nada com o Benfica, é porque realmente considerou a possível negociação. Se sairá ou não, é outra história; mas firmeza que vai ficar, não mostrou. Teremos uma novela?

2- Aliás, se trabalha mal o time numa contenda e perde, o respeitado (e bom) treinador menospreza o adversário. O ar de arrogância é péssimo, como demonstrado na 4a feira.

3- Jogadores do Flu com máscara comemorando? Eu sei que emoção e respeito ao protocolo não combinam, mas… não foi curioso ver jogadores com máscaras pulando sobre os companheiros suados e desprotegidos depois do último pênalti?

Enfim, uma pergunta: nos dois próximos FLAFLUs, nenhuma emissora aberta ou fechada vai oferecer dinheiro para transmiti-los?

– Vamos saborear uma pizza?

A data é invenção tipicamente brasileira: Caio de Carvalho, na época Secretário de Turismo de SP, queria promover uma das paixões gastronômicas de São Paulo – a PIZZA – e criou em 10 de julho de 1985 um concurso para saber qual a melhor pizza de mozarela e margherita da Capital. Não deu outra, a data ficou marcada como Dia da Pizza, tamanho o sucesso.

Cá entre nós: a gostosura é indispensável na maior parte das famílias. E já viram quantas pizzarias e disk-pizzas existem por aí?

É bem verdade que existem muitas massas emborrachadas tentando se passar por pizza (afinal, nem todas são feitas com bons ingredientes), mas as boas, infelizmente, custam caro – afinal, os bons produtos são para poucos restaurantes.

A minha favorita é margherita! Mas se tiver atum, calabresa, palmito, à moda… tudo bem! Desde que tenha bastante azeite de oliva extra-virgem (indispensável).

– 6a feira chegou. Com frio e tudo mais!

👊🏻 Bom dia!
Madrugando para fazer o dia render.
Sem enrolar, vamos correr?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

 

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #SantoAnjo da #Guarda, velai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Anjo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #roseiras.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #flores #alongamento

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🌅 Desperte, Jundiaí.
Que a jornada possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

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Ótima #SextaFeira a todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Nunca julgue o próximo!

REFLEXÃO – A crônica da “flor do limoeiro”, sobre pessoas “azedas”, aparências duvidosas mas conteúdo surpreendente, vale a pena ser discutida.

Em: https://youtu.be/lszIdmcGVLo

– Os candidatos ao cargo de Ministro da Educação:

Repost de 1o de julho: dos 8 candidatos à chefia do MEC, apenas Feder já foi destacado. Avalie:

Como é difícil escolher um nome que não seja polêmico para a pasta da Educação no Governo Bolsonaro, não?

diversos professores sendo ventilados para o cargo, e me assusto quando vejo matérias mostrando outras características dos candidatos que não sejam suas realizações, dispensando o curriculum dos mesmos e destacando outras coisas. Por exemplo: o jornal Globo lembrou que Anderson Ribeiro Correia, do respeitadíssimo ITA, é sugestão da bancada evangélica. Outrora o Estadão lembrou que o presidente da Capes (cotado na saída de Weintraub) Benedito Guimarães Aguiar Neto, que trabalhou no Mackenzie, era presbiteriano e defensor do Design Inteligente. O UOL aponta, hoje, que Gilberto Gonçalves Garcia (outro grande acadêmico) é frei franciscano e foi reitor da Universidade São Francisco. Já a Revista Veja aponta o educador Carlos Nadalim (que tem uma vasta obra) como alguém que levou um padre para consagrar o MEC à Nossa Senhora de Fátima.

Não está faltando discussão sobre o projeto educacional do país, ao invés da preocupação com a religião do novo Ministro da Educação? Há nomes competentes, outros não. A crença (ou descrença, caso seja ateu) é uma particularidade da pessoa que deve ser respeitada.

Abaixo, os candidatos citados pelo “Gazeta do Povo” com suas realizações (enfim, sem se preocupar com a fé dos mesmos).

Extraído de: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/bolsonaro-analisa-curriculos-para-escolher-novo-ministro-da-educacao-veja-os-cotados/

BOLSONARO ANALISA CURRÍCULOS PARA ESCOLHER O NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

1- Anderson Ribeiro Correia

Correia é reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e já foi presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ele também ocupou os cargos de superintendente de Infraestrutura Aeroportuária da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e de presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo.

É graduado em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre em Engenharia de Infraestrutura Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Ele também fez doutorado em Engenharia de Transportes na University of Calgary, no Canadá.

2 – Gilberto Gonçalves Garcia

Garcia atualmente é reitor da Universidade São Francisco (USF) e professor adjunto do Programa Stricto Sensu em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Ele é doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ (2007). Na mesma instituição, fez mestrado e graduação. De acordo com o currículo Lattes, também foi reitor da FAE Centro Universitário (1998-2007), da Universidade São Francisco (2002-2009) e da Universidade Católica de Brasília (2014-2018).

Ele também exerceu as funções de presidente da Associação Brasileira de Universidades Comunitárias ABRUC (2007-2009), presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras CRUB (2008-2009), e conselheiro da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (2010 a 2018). Ocupou a presidência da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 2012 a 2014, e foi presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 2014 a 2016.

3 – Ilona Becskeházy

Consultora em educação, Ilona Becskeházy atualmente é secretária de Educação Básica do MEC. Ela é mestre e doutora em política educacional, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), respectivamente, e já trabalhou na Fundação Lemann.

No início do governo de Jair Bolsonaro, ela chegou a ser cotada para o cargo de chefia da pasta. No ano passado, participou do grupo de especialistas da 1ª Conferência Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências (Conabe), do MEC, por sua experiência e estudos sobre o modelo de ensino de Sobral (CE).

4 – Sergio Sant’ana

Sergio Henrique Cabral Sant’ana é advogado e foi assessor especial do ex-titular da pasta, Abraham Weintraub, no MEC. Ele teria sido indicado por Eduardo Bolsonaro, filho do presidente.

5 – Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues

Rodrigues é ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ele presidiu o instituto entre 22 de janeiro e 26 de março de 2019.

É doutor em Engenharia da Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especialista (MBA) em Formação de Executivos pela Universidade dos Correios, e bacharel em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Segundo informações de seu currículo, ele também atuou como executivo, consultor organizacional, palestrante e professor em cursos de MBA, mestrado e doutorado. Além disso, escreveu 11 livros sobre gestão e análise organizacional, qualidade e produtividade.

6 – Stravos Xanthopoylos

Xanthopoylos é ex-diretor da área de cursos on-line da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e atualmente trabalha como consultor na área de educação a distância. Formado em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo e doutor em Administração de Empresas pela FGV-Eaesp, Xanthopoylos participou da equipe de transição do presidente Jair Bolsonaro, no fim de 2018.

Antes da escolha de Abraham Weintraub, ele chegou a ser cotado para o cargo. Na época, mencionou-se que poderia existir conflito de interesses entre a sua atuação no mercado de educação particular e a adoção de políticas públicas, o que ele negou.

Xanthopoylos também já se posicionou contra cotas, a favor do homeschooling e contra o ensino de “ideologia” nas escolas.

7 – Carlos Nadalim

O secretário de Alfabetização do MEC, Carlos Nadalim, é seguidor do filósofo Olavo de Carvalho, entusiasta do ensino domiciliar – hoomeschooling -, e esteve à frente da formulação da nova Política Nacional de Alfabetização (PNA). O secretário já recebeu, da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o prêmio Darcy Ribeiro.

Ele é formado em Direito e é mestre em Educação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Também tem especializações em História e Teorias da Arte e em Filosofia Moderna e Contemporânea. Já lecionou no ensino básico e no superior e foi coordenador-pedagógico em Londrina.

O projeto mais ambicioso de Nadalim no MEC é o “Programa de Alfabetização Escolar”, cujo objetivo é dar aos professores a formação necessária e adequada para que ensinem as crianças a ler e a escrever por meio de ações mais eficazes – o Brasil tem hoje 11,3 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever. A adesão dos municípios é voluntária. O programa, criado no ano passado e anunciado no fim de janeiro, é calcado em evidências científicas e recebeu a contribuição de pesquisadores em neurociência em outubro do ano passado, com a 1.ª Conferência Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências (Conabe), organizada pelo MEC.

8 – Renato Feder

Feder é secretário de Estado da Educação do Paraná. Tem carreira no setor privado e define-se como empreendedor e liberal. É administrador de empresas e mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP).

Ele tem experiência como docente na Educação de Jovens e Adultos, e passou pela direção de uma escola em São Paulo. Também assessorou a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Ele e Alexandre Ostrowiecki são sócios da empresa de tecnologia Multilaser, que atingiu faturamento acima de R$ 2 bilhões em 2017. Confira o perfil completo de Feder.

– Mas o Botafogo-RP e a Ponte Preta não têm uma certa razão?

O Botafogo de Ribeirão Preto e a Ponte Preta de Campinas reclamaram na última reunião da FPF de que, a volta do Paulistão 2020, é algo muito precoce. E o motivo é justo: suas cidades estão na Zona Vermelha em meio ao pico do vírus no Interior do Estado.

Alguns dizem que as queixas surgiram pelo fato de jogarem fora dos seus domicílios e estarem lutando contra o rebaixamento. Pode até ser, mas avalie:

  • O Paulistão parou no começo da Pandemia, quando a Capital estava sofrendo o início do fechamento do Comércio e o número de casos se avolumava. No Interior, a situação era muito diferente, sem ocorrências em boa parte dos municípios. Assim, os times do Interior pararam pela impossibilidade dos times da Capital poderem jogar.
  • A volta do campeonato está sendo proposta no auge da Pandemia no Interior, enquanto a Capital começa a se abrir. Agora, pela lógica, é a vez dos times da Capital esperarem as boas condições para a volta dos clubes do Interior. Ou não?

Alguém teria coragem de peitar a FPF na Justiça? Afinal, a volta não esteja sendo de maneira unânime.

O que você acha disso? Deixe seu comentário:

Paulistão 2020: confira os confrontos da 6ª rodada | RCIA Araraquara

– Hélio Schwartsman, a opinião polêmica da “morte do presidente” e o desdobramento

Repercutiu bastante o artigo escrito na Folha de São Paulo pelo colunista Hélio Schwartsman, entitulado: “Por que torço para que Bolsonaro morra”, com a chamada de que “o presidente prestaria na morte o serviço que foi incapaz de ofertar em vida”.

É inegável que as duras palavras e a insensibilidade do título e do destaque trazem desconforto. Mas há de se ler o texto (mesmo a contragosto) e entender algo que é coerente ao autor: ele defende a plena e irrestrita liberdade de expressão. Me lembro de colunas onde ele fala da permissão de se falar de tudo, inclusive da defesa do racismo e do antissemitismo (sendo ele judeu).

Eu discordo de que a Liberdade de Expressão seja confundida com a apologia às coisas criminosas. Porém, defender a morte do presidente pela doença entraria, talvez, numa outra categoria: a da desumanidade!

Não sei se é algo para a Justiça dos homens julgar. Antes da doença confirmada, falei da questão de “nunca torcer pela morte de ninguém” (e me referi ao câncer de Lula e, no momento, da suposta contaminação por Covid-19 de Bolsonaro, em: https://wp.me/p4RTuC-quZ), mas sei que a minha opinião é “somente a minha opinião”. Todos têm permissão de agir conforme sua crença ou desejo, desde que não seja socialmente condenável (e se for, aí é outra história).

Leio que a própria Folha de São Paulo, em Editorial, foi numa linha diferente de Hélio Schwartsman, desejando boa recuperação. E leio também que o Ministro André Mendonça pediu para a Polícia Federal investigar o colunista.

Seria para tanto? Se for, quantas pessoas escreveram a mesma coisa que ele nas Redes Sociais e quantas outras fizeram o mesmo por Lula na época do seu tratamento?

Insisto: defendo a vida, e se A, B ou C, sendo presidente ou um simples cidadão anônimo transgredir, que se resolva durante os “90 minutos do jogo da vida”.

– Afinal, quais as cores do Corinthians?

Texto de 3 anos, mas bem atual quanto a questão: o Corinthians não é tricolor? Compare esse artigo com a questão da polêmica do logo Laranja do BMG, patrocinador do Timão, discutido nesta semana.

A Itália tem a bandeira de cores verde, branca e vermelha, mas joga de azul em homenagem a cor predominante da Casa Real de Savóia. Os clubes que se chamam “Internacional” jogam normalmente de vermelho, pela origem socialista-proletária, exceto a Internazionale de Milão, que veste azul e preto em homenagem a região de Santo Ambrósio. Assim também o América Mineiro é exceção em não utilizar a cor do sangue rubro dos seus co-irmãos Brasil afora.

E por quê o Corinthians não é tricolor, já que tem a bandeira do Estado de São Paulo em seu distintivo, além de remo e timão nas cores vermelhas?

O time do Parque São Jorge adotou o preto e branco como cores oficiais, mas mantém o Vermelho em seu escudo; afinal, se chama Corinthians Paulista.

Qual a vergonha, repulsa ou medo em usar a cor tão discriminada? De o chamarem de tricolor como seu arquirrival São Paulo Futebol Clube e ser ironizado?

Pura bobagem. Se o alvinegro do Parque São Jorge quiser assumir outra identidade – a de 3 cores, deveria fazer. O Atlético Mineiro, o Botafogo ou o Santos são puros alvinegros. O Corinthians, pelo emblema, de fato não é. Ou deveria pintar os adornos em preto e branco também?

Seria utopia o Mosqueteiro usar uma camisa vermelha? Talvez. Certamente não o veríamos de verde. Lembrando que o time já usou roxo (em alusão do torcedor ser “corinthiano roxo”), usou vinho (em homenagem a São Jorge e ao… Torino !?), usou amarelo (pela honraria da Seleção Brasileira) e até o laranja, lembrando do famoso Terrão de Itaquera.

Gostou dessas cores de camisa? E o que você pensa sobre a identidade tricolor do Corinthians? 

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– Brasil possui 11 famílias com sangue Bombaim e exportou “vida”!

Aconteceu há dois anos, mas é muito curioso: eu nunca tinha ouvido falar de Sangue O Negativo Bombaim! Raríssimo, uma vida na Colômbia foi salva por brasileiro que enviou o sangue do nosso país para lá (não havia nenhum colombiano com tal sangue, apenas a pessoa que recebeu a doação).

Extraído de: http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,sangue-de-cearense-salva-bebe-colombiana,70001889706

SANGUE DE CEARENSE SALVA BEBÊ COLOMBIANA

Criança precisou de doador estrangeiro por ter tipo raro; Brasil exportou material pela 1ª vez

O sangue de tipo raríssimo de um jovem cearense salvou a vida de um bebê de 15 meses na Colômbia nesta semana. Desde a criação do Cadastro Nacional de Sangue Raro, essa foi a primeira vez que o País exportou material para outra nação, segundo o Ministério da Saúde brasileiro.

A transfusão foi feita na quarta-feira, 12, em Medellín. As autoridades locais não haviam conseguido encontrar um colombiano com o mesmo tipo de sangue da criança, conhecido como fenótipo Bombaim e fizeram um alerta à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Essa história começou na terça-feira da semana passada, quando a menina chegou ao hospital com vômitos e falta de ar. A equipe médica descobriu que ela tinha baixo peso, anemia e hemorragia no trato digestivo superior. A transfusão era urgente.

Os testes iniciais concluíram que o tipo de sangue necessário era O negativo, mas nenhuma amostra era compatível. Os exames especializados concluíram que a criança não tinha sangue A ou B, ou AB, mas o fenótipo Bombaim. No Brasil, só há 11 famílias com esse tipo de sangue.

O corpo da menina não reconhecia nenhum dos tipos de sangue mais tradicionais e transfusão com o tipo errado poderia causar danos nos rins e até mesmo a morte, explica María Isabel Bermúdez, coordenadora da Rede Nacional de Bancos de Sangue da Colômbia.

Mas, diz ela, o fenótipo Bombaim não foi a causa da doença. “As pessoas com este tipo de sangue são geralmente saudáveis e, portanto, não necessariamente são identificadas.” O governo colombiano não informou quem era a família ou deu detalhes sobre o caso, como prevê a legislação local. O Estado apurou que a mãe da menina é pobre e bastante jovem.

Após o alerta, a rede de bancos de sangue no Brasil foi a única a identificar doador. Era um morador de Fortaleza, de 23 anos, que não teve o nome divulgado. No último sábado, ele doou 370 mililitros de seu sangue – quase o equivalente a uma lata de refrigerante.

Isso só foi possível pelo método refinado de análise de sangue do centro hematológico de onde veio a doação, que pesquisa anticorpos irregulares. “Há quase quatro anos, o Hemoce (Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará) adotou novo método na busca de doadores raros que permite detectar diferentes tipos sanguíneos, até raríssimos”, explica Denise Brunetta, coordenadora do laboratório de Imuno-hematologia do Hemoce.

Percurso longo. Depois do desafio de encontrar o doador, as autoridades ainda batalharam para obter licenças de autoridades competentes – como o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – para exportar o sangue e garantir que chegasse em bom estado ao destino.

“Saí para trabalhar na segunda-feira achando que seria um dia normal e no entanto acabei o dia embarcando com uma maleta de sangue para a Colômbia”, conta Natalícia Azevedo Silva, enfermeira do Hemoce, que protegeu o saco de sangue durante as mais de 20 horas de voo – contando o tempo de espera em aeroportos.

Para transportá-lo, foram seguidas as recomendações de transporte das legislações brasileiras e internacionais, explica Natalícia, que há 18 anos trabalha com o Hemoce.

“Colocamos a bolsa em recipiente rígido, envolta em material absorvente, com substância para refrigerar e controle de temperatura. A caixa foi lacrada e identificada como material biológico de risco mínimo. Não se pode passar a caixa no raio X nem transportar no compartimento de mala de bordo, pelo risco de danificar o conteúdo da bolsa”, descreve ela.

O trajeto do sangue não foi fácil: saiu de Fortaleza, passou por São Paulo, Panamá, Bogotá e Medellín, superando 4 mil quilômetros. Confirmada a compatibilidade, o material biológico foi fragmentado: 80 centímetros cúbicos foram destinados para transfusão do bebê, e o restante foi conservado caso haja nova necessidade.

“Esta história, sem precedentes para os dois países, confirma que a rede de colaboração que foi criada pelas autoridades de saúde na região está funcionando de maneira permanente, eficaz e solidária”, disse ao Estado o ministro da Saúde da Colômbia, Alejandro Gaviria. “É emocionante saber que os brasileiros tomaram como sua própria causa a vida da menina de Medellín”, acrescentou o ministro.

Histórico. A Coordenação-Geral de Sangue Hemoderivado (CGSH) oferece consulta ao Cadastro Nacional de Sangue Raro. Essa atividade é feita pelo Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que centraliza as informações dos doadores de sangue considerados raros de todo o País.

Entre 2015 e este mês, a CGSH recebeu 25 solicitações de consulta ao cadastro. Em 2017, até agora, foram nove pedidos, com 100% de atendimento.

EM APENAS 0,1% DA POPULAÇÃO

Descrito pela primeira vez em Mumbai, na Índia, o sangue do fenótipo Bombaim – o nome se refere à cidade indiana – está presente em apenas 0,1% da população. Ele é caracterizado pela ausência do antígeno H, presente em 99,9% das pessoas. Os indivíduos com sangue do fenótipo Bombay tem um gene raro que dá a eles um anticorpo contra esse antígeno. Se receberem um sangue que não seja Bombay, podem ter grave reação e até morrer.

No Brasil, já foram encontradas pessoas com esse subtipo no Ceará, em São Paulo e em Estados da Região Sul. Em 2014, o Ministério da Saúde criou o Cadastro Nacional de Sangue Raro. Depois disso, 25 solicitações de consulta já foram atendidas em território nacional.

– Uma 5a em 5 cliques!

Bom dia, queridos internautas e amigos!

Chegou a 5a feira. Muita gente acordou cedo e foi correr, assim como eu. Se você não foi, que tal começar a praticar um bom cooper diário?

Motivando no clique  1: 

Durante o treino, rezando o Santo Terço – pedindo pelas famílias, pelo mundo e, especialmente, por saúde e paz!

Meditando no clique 2:

Depois de suar (com esse frio), alongar no jardim com nossas flores e com os primeiros raios de sol.

Contemplando no clique 3:

Para a mente espairecer totalmente, vale curtir a beleza das cores da natureza. E como está chovendo neste momento, eis nosso amanhecer de ontem:

Admirando no clique 4:

Por fim, como é 5a feira, vale sempre curtir a brincadeira de #tbt. O meu? Um dia gourmet no Festival do Camarão do Ceagesp.

Relembrando no clique 5:

Ótima quinta-feira a todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

 

 

– #tbt: Recordar é Viver!

Mexendo no baú de antiguidades nas férias, eis que acho meus cadernos do ensino primário!

Letrinha de mão com 10 anos e lembranças de uma ótima infância. Tempos que não voltam mais…

– Você faz jus aos talentos que possui?

RELIGIÃO, GRAÇA E DONS – Uma boa reflexão que deveria ser constante em nosso dia-a-dia: como agimos com os dons / talentos / qualidades que Deus nos dá gratuitamente?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=P3o4xOI4Avg

– Coisas maravilhosas das artes em Sampa.

Há pouco encontrei esse senhorzinho sentado num lounge paulistano (foto abaixo). Jeitão de maluco, cara de louco, um pouco teimoso. Mas parece ser gente boa. Apelido de “Bertinho”.

Acho que tem alguma coisa acima da média nele… Talvez o QI?

#AlbertEinsteinestátua do Hospital Israelita Albert Einstein, no bloco A, no Morumbi.

– Brincadeira tão pura…

Fiz um pequeno parquinho de areia para a minha filha Estelinha brincar, embaixo das árvores e na tranquilidade do jardim.

Conclusão: ela não entra mais em casa, só quer ficar lá… kk

Obrigado, vida!

Imagem

#carinho #amor #família #vida #paidemeninas #criança #filha

– O apaixonado por Simpsons!

Nos EUA, um cidadão (e provavelmente bem afortunado) aficcionado pelo desenho “The Simpsons” reproduziu sua casa exatamente como a da família de Springfield!

Cá entre nós: ficou perfeita. Só faltou o carro cor-de-rosa (ou estaria dentro da garagem?).

Cada um com sua mania…

– Os 3 times de 11 na final da Taça Rio

11 jogadores do Fluminense

11 jogadores do Flamengo

11 membros da Arbitragem.

Oficialmente, temos 3 times para o Campeonato Carioca.

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– E se nossa cabeça de hoje estivesse no corpo de ontem? Ter uma mente jovial e sadia!

Calma, não é nenhuma analogia a experimento ou metamorfose qualquer que abordarei. Falarei sobre ter a experiência de vida e a sabedoria sensata que se tem quando mais maduro, somada com a disposição, ânimo e vigor da juventude. Para muitos, “cabeça de 40 num corpo de 20”!

Fico pensando: eu não fiz nada grave ou de muito errado na minha fase jovem (embora eu ainda seja jovial de alma). Sempre procurei ser ponderado, mesmo com os impulsos normais da mocidade. Mas com 44 anos, a gente está mais calejado e reflete muitas coisas ao ver jovens radicais, que não viveram ainda nada na vida, debatendo política, por exemplo, como se fossem “senhores da razão”.

Aí eu me auto-questiono: se eu vejo os erros do excesso da imprudência e falta de vivências dos moços, me cobro para ter ouvidos sempre abertos aos mais velhos que já viveram coisas que eu não vivi.

Isso não significa ser antiquado ou retrógrado, mas sábio e prudente. E lembrando: claro que os jovens tem boas ideias, criatividade e visões inspiradoras – e isso deve ser valorizado sempre! Mas conciliar a experiência com a jovialidade é o ideal!

Assim, repito: a maturidade ajuda a otimizar as “visões de mundo” que temos, e a juventude nos dá fôlego / hormônios / ímpeto para colocar as coisas em prática.

É por isso que devemos ter um espírito jovem, hoje e sempre, para nunca nos acomodarmos em nosso conhecimento contínuo e nos propósitos da vida.

– O Ouriço quer nova morada

E não é que o ouriço resolveu dar uma volta por aqui?

Eita nós… Porco-Espinho perdido, procurando seu lugar na natureza… Se as pessoas invadem o habitat dele, é impossível que ele não procure uma casa nova.

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– Renomeando os cargos no LinkedIn

Muitas vezes usamos um linguajar “mais sofisticado para impressionar” os outros. E é exatamente isso que acontece no dia-a-dia de quem procura recolocação profissional

Veja como os cargos mudam na rede social LinkedIn:

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– Realidade Alternativa EUA X Brasil?

Leio que Fernanda Lima, modelo e atriz da Rede Globo, levou tempos atrás os seus filhos para passearem nos EUA. Ao contrário do que possa ser uma viagem de lazer familiar, o motivo era outro, segundo a moça:

Eu queria mostrar para as crianças uma realidade sem medo, para que elas vissem que existem lugares onde há regras e as pessoas se respeitam”.

Não podemos criticá-la. Afinal, por mais que sejamos patriotas, é inegável que a violência é alta (lembrando que estamos falando de assaltos e outros crimes).

– 6 anos do 7×1. E o que mudou?

Hoje faz exatamente 6 anos que a Seleção Brasileira foi humilhada e perdeu para a Alemanha por 7×1 na semifinal da Copa do Mundo.

Que os alemães eram melhores, tudo bem. Mas levar 7 em casa, e do jeito que foi, aí não tem desculpa.

Tenho certeza que tal vexame nos fez esquecer a perda da Copa de 50. Superamos um trauma com outro pior!

E o que mais assusta é o fato dos cartolas serem os mesmos, a estrutura idem e, por incrível que possa parecer, Neymar, que era a referência única, praticamente continua solitariamente tendo o mesmo fator de protagonismo…

Será que o 7×1 foi pouco para que existam mudanças de fato?

Talvez ficar fora de uma Copa do Mundo, não se classificando pelas Eliminatórias, seja o nosso ápice de incompetência e o start para as mudanças começarem de verdade. Mas ficará para 2022 essa situação, pois Tite superou tudo isso em 2018, levando o time para a Rússia. Conseguirá fazer o mesmo para o Catar?

– A Frustração dos Profissionais com 30 anos de idade!

Está desiludido com sua carreira profissional?

Se você está na casa dos 30 anos, sua resposta provavelmente poderá ser SIM!

Veja que estudo interessante, divulgado pelo Estadão: mais da metade das pessoas dessa idade estão FRUSTRADAS com seu emprego.

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/blogs/radar-do-emprego/2016/07/16/frustracao-profissional-ronda-os-trintoes/

FRUSTRAÇÃO PROFISSIONAL RONDA OS TRINTÕES

Grabreile Garcia, fundadora da ONG Think Twice Brasil
Grabreile Garcia, fundadora da ONG Think Twice Brasil
Pesquisa indica que 52% dos jovens brasileiros com 30 anos estão frustrados com a carreira, trabalham para sobreviver e não fazem o que gostam. O estudo ‘Projeto 30’, feito pela Giacometti Comunicação, ouviu 1.200 pessoas dessa faixa etária. 
“A baixa ‘criticidade’ de pensamento na fase escolar, somada a escolhas vocacionais equivocadas, resultam em trintões insatisfeitos com a vida profissional”, diz o coordenador do estudo, Dennis Giacometti.
Pelo levantamento, apenas 16% dos jovens das classes A e B e 15% da classe C estão realizados com o trabalho, enquanto 9% dos entrevistados de alta renda e 10% da classe C aceitariam ganhar menos para ter mais qualidade de vida. 26% dos entrevistados das classes A e B gostariam de ter uma profissão que proporcionasse mais realização. Esse sentimento é compartilhado por 28% dos pertencentes à classe C.
Giacometti diz que esses jovens podem estar conectados a tudo, menos a eles mesmos. “A ausência de autoconhecimento faz com que se deixem levar por influência de terceiros. Por não serem autores das próprias vidas, as escolhas, na maioria das vezes, são enganos.”
Dennis Giacometti, coordenador da pesquisa Projeto 30
Dennis Giacometti, coordenador da pesquisa Projeto 30
CEO da consultoria de recolocação profissional Produtive, Rafael Souto diz que as pessoas planejam pouco a carreira. “Elas vão indo muito pelo que aparece e olham mais a questão financeira – e a pesquisa mostra que 86% buscam isso –, mas essa não é uma estratégia sustentável de carreira. Tanto que 52% estão frustrados. Esse dado reflete o que verifico no dia a dia.”

Souto afirma que essa é uma dinâmica perversa. “As pessoas se preocupam com a estabilidade financeira e deixam de analisar o quanto aquele projeto vai impactar no nível de felicidade, satisfação e realização.”

Segundo ele, não adianta fazer gestão de carreira priorizando o dinheiro. O dinheiro é um componente importante, mas precisa vir acompanhado de identificação com a empresa, com o trabalho e com a área de atuação para que o trinômio empresa, atividade e dinheiro funcione. Se estiver desequilibrado, haverá insatisfação.”

Rafael Souto, CEO da Produtive
Rafael Souto, CEO da Produtive
O caso de Gabriele Costa Garcia ilustra o que foi constatado pelo estudo da Giacometti. Depois de trabalhar dez anos em um grande escritório de advocacia de São Paulo, a advogada trocou a carreira por um trabalho voltado à transformação social.

A jovem de 30 anos afirma que hoje está mais feliz e completa. “Tinha salário bacana, estabilidade e possibilidade de ascensão, mas estava infeliz. Acho importante realizar um trabalho que tenha significado para nós e para o mundo.”

Ela conta que no escritório participava do conselho de responsabilidade social e cuidava de casos gratuitos oferecidos às organizações sem fins lucrativos. Percebi que queria migrar para esse campo”, diz.

Quando isso ocorreu, Gabriele fazia pós-graduação em direito societário na FGV. “Fiz meu TCC avaliando como a responsabilidade social das empresas eleva a marca e faz com que ela seja mais reconhecida”, conta.

Em abril de 2014, ela e o marido, Felipe Brescansini, que abandonou o posto de diretor de marketing em uma empresa, fundaram a Think Twice Brasil, instituição sem fins lucrativos que usa a empatia para discutir equidade de gênero, igualdade social, responsabilidade das empresas e consumo consciente.

Antes de desenvolverem os programas que hoje são aplicados em empresas, escolas e universidades, eles viajaram durante 400 dias por 40 países que têm os menores Índices de Desenvolvimento Humano. “Tínhamos de compreender e viver na prática os principais problemas sociais que queremos solucionar.

Gabriele Garcia e Felipe Brescansini, fundadores da ONG Think Twice Brasil, com crianças no Zimbábue
Gabriele Garcia e Felipe Brescansini, fundadores da ONG Think Twice Brasil, com crianças no Zimbábue

Fizemos pesquisa extensa sobre desigualdade social e de gênero. Nossos relatos, fotos e vídeos estão disponíveis em nosso site wwwthinktwicebrasil.org.” No momento, Gabriele está negociando a aplicação de um dos programas na Fundação Casa.Outro jovem de 30 anos que fez de tudo para fugir da frustração profissional é Igor Morais. “Quando prestei vestibular, passei em engenharia da computação e em engenharia de produção, em universidades públicas do Pará”, conta.

Ele começou a cursar as duas. No meio do ano largou uma e no final do ano, a outra. Em seguida, começou a fazer publicidade. No terceiro ano, conseguiu transferência para a USP.

Igor Morais, deixou engenharia e publicidade para ser ator
Igor Morais, deixou engenharia e publicidade para ser ator
“Mas as grades eram muito diferentes. Só aproveitei quatro disciplinas e comecei novamente o curso.” Depois de um intercâmbio em Madrid, Igor deixou publicidade quando faltava pouco para concluir e foi cursar atuação na SP Escola de Teatro. “Tinha mergulhado em um limbo tentando me encontrar, até me identificar com a carreira de ator. Hoje, pertenço ao grupo teatral Àtropical e encenamos nossa segunda peça, também tenho atuado em comerciais e estou realizado.”
Autoconhecimento é saída para evitar erro
Uma das dicas da consultora em desenvolvimento de pessoas e carreira, Maria do Carmo Marini, para fugir da frustração profissional é investir no autoconhecimento. “Saber mais sobre você e suas características intrínsecas abre possibilidades impensadas. Outra coisa, trabalhe em uma empresa cuja cultura e valores estejam de acordo com o que acredita e valoriza.”

Ela diz que trabalhar em projetos desafiadores, que tragam novos aprendizados proporciona satisfação. “Participe de grupos de estudos, pesquisas e compartilhamento de experiências, especialmente com colegas e líderes. Além disso, procure ter um mentor experiente e bem relacionado para ajudá-lo a fazer escolhas inteligentes.”

Por outro lado, ela diz que as empresas podem adotar medidas para manter a equipe feliz. “Pague bem, crie oportunidades para que eles passem por processo de autoconhecimento, orientação de carreira, coaching e mentoria. Dê feedbacks construtivos e seja um líder ético, amigável e aberto a ouvir sugestões”, recomenda.

Fundo do poço. Graduado em gestão pública, Marcos Silveira trabalhou seis anos em uma consultoria. Com o tempo, notou que o trabalho realizado nos gabinetes estava distante da população e do que ocorria em escolas e postos de saúde.

“Tive uma grande crise pessoal e de identidade. Recolhi os cacos para montar minha própria empresa, a Datapedia que está em operação há um ano.”

O jovem de 30 anos explica que sua empresa organiza todos os dados de fontes públicas oficiais. “Unificamos e organizamos as informações de forma didática, para que possam ser usadas para pautar planos de governo e de empresas.”

A Datapedia presta consultoria a um instituto e já ajudou empreendedores a montarem plano de negócio a partir da análise de dados. “Fechamos contrato com um candidato à prefeitura de Timon, quarta maior cidade do Maranhão. Fornecemos relatório técnico contendo dados da cidade como a situação de renda da população, número de mães adolescentes etc.”

Marcos Silveira criou a Datapedia
Marcos Silveira criou a Datapedia
Silveira afirma que hoje está recuperado e afirma ter sido muito bom desconstruir uma imagem de perfeição ou de felicidade plena que costuma ser vendida aos mais jovens.

“A vida não é feita só de sucesso. Pelo contrário, é a partir de altos e baixos que nos construímos como seres humanos. Identificar nossas principais indignações nos ajuda a construir um propósito. Hoje, entendo que o erro é natural e é preciso dar a cara a bater.”

Quando a frustração começou a rondar a vida do urbanista Marcelo Rebelo, ele viu que era hora de deixar a estabilidade do emprego público e encarar o desafio de implementar um plano que tentara oferecer à prefeitura de São Paulo.

“O trabalho não me motivava o suficiente pra eu desejar ficar o resto da vida. Saí para criar a empresa Praças. Hoje, trabalho no setor 2,5 que está entre o privado e o terceiro setor (ONG), no qual estão enquadrados os negócios sociais.”

Segundo ele, sua empresa promove revitalizações coletivas de praças por meio do site http://www.pracas.com.br. “Usamos a plataforma para entender a demanda da população e desenvolver um processo de cocriação do projeto de revitalização. É muito mais prático e abrangente do que promover audiência pública.”

Rebelo, por meio da Praças, é responsável por articular a aprovação do projeto junto à prefeitura e ir atrás de financiadores para realizar a melhoria.”

Mesmo ganhando menos, o jovem de 30 anos está feliz. “Estou tocando um projeto que faz sentido e no qual eu acredito. É gratificante ver minha ideia sendo implantada. Já recuperei o investimento inicial e a empresa já se sustenta. Temos mais de 80 praças que estão demandando nossa atuação”, conta.

– O Webinar da CBF: Linha de Atuação da Arbitragem Brasileira

Hoje, haverá um Webinar da CBF muito interessante sobre a Arbitragem de Futebol. Pilares técnicos, VAR, Mudanças das Regras do Jogo, Protocolos de Retorno em tempos de Pandemia e outras considerações num evento de 4 horas de duração.

Gostei muito e participarei. Temas propícios num momento adequado (já se falando também numa hipotética volta do Brasileirão, programada para 09 de Agosto). E, claro, por ser à distância e com toda a segurança, dá maior tranquilidade.

Webinar CBF Social: Linha de Atuação da Arbitragem Brasileira

Confira a programação completa do evento:

 

– “Fique esperta” com a Covid, Jundiaí!

Caramba! Aqui em Jundiaí, chegamos a 221 falecimentos pelo Novo Coronavírus, e a situação se agravou nos últimos dias. Mesmo com o Hospital de Campanha montado no 12º GAC do Exército, segundo o Jornal de Jundiaí:

“Na rede pública, a taxa de ocupação dos leitos de UTI voltados exclusivamente para pacientes com covid-19 é de 86%. Na rede privada, por sua vez, a ocupação geral dos leitos de UTI é de 74%.”

Na contramão, vejo o prefeito pedindo pata reabrir o Comércio. Será que é devido com tais números e a prudência não seria algo mais adequado?

Sei que é muito difícil conciliar e equilibrar o debate entre “Economia versus Vida”, devido a pilhagem política que o país vive. Mas os números assustam!

Vale sempre ressaltar: a prevenção é sempre fundamental em momentos como os que vivemos.

– A Virgem do Carmelo: está participando da Trezena ou Novena?

No próximo dia 16 se celebrará o Dia de Nossa Senhora do Carmo, a belíssima invocação da Santíssima Virgem Maria, na qual clamo as bençãos da mãe de Jesus.

Como devoto, estou participando dos preparativos espirituais, sendo hoje o 4o dia da Trezena (ou, se preferir, o 2o da Novena).

Compartilho a reflexão, da Ordem do Carmo de Portugal, sobre este dia, cujo tema é “Ser profetas de misericórdia e de reconciliação”.

Extraído de: https://www.ordem-do-carmo.pt/index.php/16-portal/portal/802-segundo-dia-da-novena-de-nossa-senhora-do-carmo

SEGUNDO DIA DA NOVENA DO CARMO (08/07/2020)

Ontem vimos que o rosto de Deus, o seu outro nome, é a misericórdia. Deus é amor misericordioso, perdão incondicional, acolhimento sem reservas, sempre renovado. Se da parte de Deus a misericórdia está assegurada em Jesus Cristo, seu Filho, da parte do homem é preciso recebê-la. Para isso há que sentir neces­sidade dela, pedi-la e aceitá-la na nossa existência como norma do nosso agir.

O problema, porém, para o homem de hoje, consiste em aceitar a misericórdia, como diz S. João Paulo II: “A mentalidade contemporânea parece opor-se ao Deus de misericórdia, tendendo a separar da vida e a tirar do coração humano a própria ideia da miseri­córdia. A palavra e o conceito de misericórdia parecem causar mal-estar ao homem, que não deixa espaço para ela” (DM 2). Esta mentalidade vem de Nietzsche (†1900, contempo­râneo de S. Teresinha do Menino Jesus) que rejeita Deus e principalmente Cristo, em cujos conceitos fun­damentais – o amor, a compaixão, a humildade, a abnegação, o espírito de sacri­fício, a cruz, a consciência de pecado – vê uma pura moral de es­cravos, repleta de ódio à vida, que há que erradicar por completo, para enfatizar a vontade de domínio dos homens superiores, para os quais nada é verdade, tudo se permitindo, sendo eles mesmos a criar os valores que mais lhes convêm.. Uma visão que já levou a duas guerras mundiais e teima em persistir.

É precisamente nesta autonomia unilateralmente interpretada como pura afirmação individual da própria subjetividade, elevada a valor absoluto, que consiste o pecado. Por isso o homem contemporâneo tem tanta dificuldade em o reconhecer, considerando-o um atentado à própria dignidade e liberdade, maturidade e independência. Ora, como nota S. Maria Madalena de’ Pazzi, é precisamente o não reconhecimento do pecado que impede de receber a miseri­córdia de Deus. Diz ela: “Vi a Santíssima Trindade repleta de misericórdia, que infundia no Verbo humanado, o qual, através das suas cinco chagas, a derramava sobre todas as criaturas, de tal modo que todas por ela eram cobertas, tanto os justos, como os pecadores. Essa misericórdia cobria todos os seus pecados, exceto os de malícia e obstinação, mas não cobria os daqueles em que não tinham conhecimento e arrependimento do pecado. Mas àquelas que o tinha, essa divina misericórdia cobria-os e consumia-os em si, tal como uma pequena gota de água no oceano, de modo que já não se via o pecado, mas apenas misericórdia” (II,95).

Por isso a Palavra de Deus convida-nos hoje a reconhecer o pecado. Antes de mais o próprio pecado: “Converte-te ao Senhor, porque foram os teus pecados que te fizeram cair. Vinde com palavras de súplica” (Os 14,2-3), dizendo como David: “Compadecei-vos de mim, ó Deus, pelo vosso amor (hesed), segundo a multidão das tuas misericórdias (rahemim) apaga os meus pecados. Lava-me de toda a iniquidade e purifica-me do meu pecado” (Sl 51,3-4). Mas também do pecado que reina no mundo, sob a forma de “ódio e inveja, de maldade e malícia” (I, 228), como Jesus diz: “Envio-vos como ovelhas para o meio de lobos. Sede, pois prudentes como as serpentes e simples como as pombas” (Mt 10,16). Como? Tapando os ouvidos como as serpentes, para não responder a mal com o mal, a injúria com injúria, a ofensa com ofensa; sendo humildes, olhando apenas para o Senhor (Sl 58,5; Sir 21,2; Mq 7,17); mantendo-se livres de toda malícia, perseverando uni­das e vigilantes em oração no seio da Igreja, depondo todo o pecado e divisão, intercedendo pelos outros, levando-lhes na boca o Evan­gelho da paz (cf. Gn 8,9.11; Lv 5,7, etc;. Jr 31,28; Ct 2,14; 6,9; Os 7,11; Na 2,8).

A quem o faz Deus promete uma vida nova, que dá por meio do seu Espírito. Como pede David no Salmo: “Criai em mim, ó Deus, um coração puro, e fazei nascer dentro de mim um espírito firme. Não me afasteis do vosso rosto e não retireis de mim o vosso Espírito Santo” (Sl 51,12s). É esta a primeira das quatro passagens em que no Antigo Testamento aparece o nome da terceira pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo (cf. Is 63,11.12; Sb 9,17). Ele é a remissão dos pecados, o princípio da vida nova, da nova criação (Ex 18,31; 36,26-27; 37,13), da salvação, reconciliação e paz (Is 11,2-9; 61,1-11). Foi que o Senhor no dia de Páscoa infundiu nos seus discípulos para continuarem a sua missão de reconciliação e de paz, levando a todos a salvação: “A paz esteja convosco! Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.” (Jo 20,21-23). É Ele, o Espírito, que de nós fará profetas da misericórdia e da reconciliação, à imagem do profeta Elias (Sir 48,18), pois “a primei­ra missão da Igreja é introduzir todos no grande mistério da misericórdia de Deus contemplando o rosto de Cristo” (MV 25).

A misericórdia e o perdão, porém, só podem ser acolhidos por aqueles que, depondo todo o ódio e inveja, espírito de discórdia e divisão e falta de perdão, se reconciliam com o Pai e os irmãos: “Se ao trazeres a tua oferta ao altar, te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão” (Mt 5,23-24). Foi o que Maria fez junto à cruz. Tal como o seu Filho que disse: “Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que fazem” (Lc 23,24), também Maria, a mulher do coração novo, com um espírito firme (Sl 51,12), perdoou, associando-se assim à obra redentora do Seu Filho, sendo por Ele constituída Mãe da Igreja e da humanidade. E desde então todos a ela acorrem, invocando-o em todas as suas necessidades, em especial quando se sentem oprimidos pelo pecado, pois sabem que, como diz S. Maria Madalena de’ Pazzi, “nela não há nenhum reparo de justiça, mas apenas misericórdia, porque é Mãe toda de misericórdia” (I,199s). Como ela, animados pelo Espírito Santo e deixando-o falar na nossa vida, atitudes, gestos e palavras, sejamos profetas de misericórdia e de reconciliação.

– Fluminense x Flamengo: o torcedor do Fla vai assistir na Tv do Flu?

Nesta briga entre os direitos de transmissão dos jogos do Campeonato Carioca, motivada pelo Flamengo, um novo capítulo: pelo desinteresse da Rede Globo no FlaFlu desta 4a feira, com o mando do Fluminense e o anúncio de que o jogo vai passar pela Flu TV, o torcedor do Flamengo (que inicialmente vibrou com a transmissão da Fla TV no “primeiro jogo independente do Mengão via Web”) terá que torcer para o seu time no canal do rival?

Aliás, ficaremos apenas no imaginário: como medir a quantidade de torcedores do Tricolor Carioca e do Mengão, para saber quem deu mais audiência?

Certamente, se a exibição do jogo quebrar algum recorde de acessos na Internet, alguém dirá que isso aconteceu por conta da torcida adversária. Seria possível, na prática?

Na prática, óbvio. Aguardemos se não surge uma TV aberta de última hora.

 

 

– A Banana Nanica vai acabar?

Todo dia, invariavelmente, eu como uma banana nanica (que é rica em potássio). E novamente leio uma notícia triste para essa deliciosa fruta: a sua possível extinção!

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/google/amp/bemestar/coronavirus/noticia/2020/07/03/a-pandemia-que-ameaca-destruir-a-fruta-mais-popular-do-mundo.ghtml

A PANDEMIA QUE AMEAÇA DESTRUIR A FRUTA MAIS POPULAR DO PLANETA

Assim como a Covid-19, doença que acomete bananas está se espalhando para novos países, forçando a indústria a mudar a forma como a fruta mais consumida do mundo é cultivada e até mesmo seu sabor

Uma doença letal aparece do nada. Sua transmissão é silenciosa, espalhando-se antes que os sintomas apareçam. Uma vez contraída, já é tarde demais para detê-la — não há cura. A vida nunca mais será a mesma. Soa familiar?

Não se trata da Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A Tropical Race 4 (TR4) afeta bananas. Também conhecida como mal-do-Panamá, é causada pelo fungo Fusarium oxysporum, que vem destruindo as fazendas de banana nos últimos 30 anos.

Seria apenas mais uma doença a afetar plantas se não fosse o fato de que, na última década, a epidemia se acelerou repentinamente, espalhando-se da Ásia para Austrália, Oriente Médio, África e, mais recentemente, América Latina, de onde vem a maioria das bananas enviadas para supermercados no Hemisfério Norte.

Atualmente, o mal-do-Panamá está presente em mais de 20 países, provocando temores de uma “pandemia da banana” e uma escassez da fruta mais consumida do mundo.

Cientistas de todo o mundo estão trabalhando contra o relógio para tentar encontrar uma solução, incluindo a criação de bananas geneticamente modificadas (GM) e uma vacina.

‘Novo normal’?

Mas, assim como a Covid-19, a questão não é apenas se podemos encontrar uma cura, mas também como viveremos com um “novo normal” que mudará as bananas para sempre?

O primeiro lugar para procurar pistas é na origem da banana moderna que todos conhecemos. Sua história mostra exatamente o que acontece se essa doença for ignorada.

Não é a primeira vez que as bananas enfrentam uma ameaça, explica Fernando García-Bastidas, pesquisador em saúde vegetal que estudou TR4 na Universidade de Wageningen, na Holanda, antes de trabalhar em uma empresa holandesa de genética vegetal que tenta combater a doença.

Na década de 1950, a indústria foi dizimada pelo que ele descreve como “uma das piores epidemias botânicas da história”, quando o mal-do-Panamá ocorreu pela primeira vez.

Origem

A doença fúngica surgiu na Ásia, onde evoluiu com as bananas, antes de se espalhar para as vastas plantações da América Central.

A razão pela qual foi tão devastadora, diz García-Bastidas, é o fato de que as bananas eram todas de apenas uma variedade, a Gros Michel ou ‘Big Mike’.

Essa espécie havia sido escolhida para cultivo pelos produtores porque produz frutos grandes e saborosos que podem ser cortados da árvore ainda verdes, possibilitando o transporte de alimentos exóticos altamente perecíveis por longas distâncias, enquanto continuam amadurecendo.

Cada planta era um clone de aproximadamente mesmo tamanho e formato, produzido a partir de rebentos laterais que se desenvolvem a partir do caule das raízes, facilitando a produção em massa.

Isso significa que cada bananeira é geneticamente quase idêntica, produzindo frutas consistentemente, sem imprevistos. Do ponto de vista comercial era excelente, mas, do ponto de vista epidemiológico, era um surto à espera de acontecer.

O sistema de produção de bananas se baseou fragilmente na diversidade genética limitada de uma variedade, tornando-as suscetíveis a doenças, diz García-Bastidas.

Lição aprendida?

Mas engana-se quem pensa que a indústria aprendeu a lição.

Foi iniciada, então, a busca por uma variedade para substituir a Gros Michel que poderia ser resistente ao mal-do-Panamá. Na década de 1960, uma espécie, a Cavendish, chamada no Brasil de banana nanica, mostrava sinais de resistência que poderiam salvar a indústria da banana.

Batizada em homenagem ao 7º duque de Devonshire, William Cavendish, por ele ter cultivado a planta em sua estufa em sua residência oficial, a Chatsworth House, a banana também poderia ser transportada verde — embora tivesse um sabor mais suave do que a Gros Michel.

Dentro de algumas décadas, ela tornou-se a nova referência para a indústria da banana e continua sendo até hoje. Mas para os cientistas que observavam com nervosismo as vastas plantações em expansão, era apenas uma questão de tempo até que houvesse outro surto.

Na década de 1990 uma nova cepa do mal-do-Panamá, conhecida como TR4, surgiu, novamente na Ásia, que era letal para as bananas Cavendish.

Desta vez, com uma economia globalizada em que pesquisadores, agricultores e outros visitantes das plantações de banana circulam livremente pelo mundo, ela se espalhou ainda mais rapidamente.

García-Bastidas, que completou seu doutorado em TR4 na Universidade de Wageningen, descreve a doença da banana moderna, que ataca o sistema vascular das plantas fazendo-as murchar e morrer, como uma “pandemia”.

“As bananas estão inegavelmente entre as frutas mais importantes do mundo e são um alimento básico importante para milhões de pessoas”, diz ele. “Não podemos subestimar o impacto que a atual pandemia do TR4 pode causar na segurança alimentar.”

García-Bastidas foi quem viu pela primeira vez o TR4 fora da Ásia, na Jordânia, em 2013.

Desde então ele tem “cruzado os dedos” para que a doença não afete os países em desenvolvimento, onde as bananas são um alimento básico.

Mas registros da doença já foram observados na África, particularmente em Moçambique.

A razão pela qual o TR4 é tão mortal é porque, assim como a Covid-19, ela se espalha por “transmissão furtiva”, embora em diferentes escalas de tempo.

Uma planta doente ficará saudável por até um ano antes de mostrar os sintomas da doença: manchas amarelas e folhas murchas. Em outras palavras, quando a TR4 é identificada, já é tarde demais e ela terá se espalhado por esporos no solo em botas, plantas, máquinas ou animais.

García-Bastidas, que é natural da Colômbia, sabia que o TR4 chegaria ao centro da produção de banana na América do Sul.

Mal-do-Panamá, é causada pelo fungo Fusarium oxysporum — Foto: Getty Images/BBC

‘Pior pesadelo’

Em 2019, seu pior pesadelo se tornou realidade — o telefonema veio de uma fazenda na Colômbia. As bananeiras tinham folhas amarelas e murchas. E o produtor queria lhe enviar amostras.

“Foi como um pesadelo”, diz ele. “Num minuto estou na fazenda, no próximo no laboratório, no outro explicando para o ministro do governo colombiano que o pior já aconteceu. Durante muito tempo, não consegui dormir bem. Foi de partir o coração”, lembra.

Como todos os outros países com TR4, a Colômbia está agora tentando retardar o surto enquanto o mundo observa com ansiedade os sinais da doença no restante da América Latina e no Caribe.

Como não há cura, tudo o que pode ser feito é colocar as fazendas infectadas em quarentena e aplicar medidas de biossegurança, como desinfetar botas e impedir o movimento de plantas entre fazendas. Em outras palavras, fazer o equivalente a lavar as mãos e manter o distanciamento social.

Paralelamente, a corrida para encontrar uma solução está a pleno vapor.

Na Austrália, cientistas desenvolveram uma banana Cavendish geneticamente modificada (GM) que é resistente ao TR4. A fundação Bill e Melinda Gates também está financiando pesquisas na área.

No entanto, apesar das fortes evidências científicas de que os alimentos geneticamente modificados são seguros, é improvável que a banana esteja na prateleira de um supermercado perto de você enquanto os órgãos reguladores e o público permanecerem desconfiados.

Para García-Bastidas, que agora trabalha na empresa de pesquisa KeyGene em colaboração com a Universidade de Wagegingen, na Holanda, a banana transgênica é uma “solução fácil” que pode resolver o dilema da indústria por cinco a dez anos, mas não solucioná-lo por completo.

Ao fim e ao cabo, diz ele, o maior obstáculo é ter uma indústria inteira baseada em uma única variedade clonada de outras plantas.

Os testes estão sendo desenvolvidos apenas para rastrear o TR4, já que as bananas têm sofrido por receber menos recursos com pesquisa do que outras culturas básicas.

Mais diversidade

Em vez disso, García-Bastidas quer introduzir mais diversidade na cultura da banana, para que ela seja mais resistente a surtos de doenças como o TR4. Ele ressalta que existem centenas de bananas com potencial para cultivo em todo o mundo. Por que não usá-las?

Já em países como Índia, Indonésia e Filipinas, as pessoas comem dezenas de variedades diferentes de bananas, com sabores, cheiros e tamanhos diferentes. Mas elas são difíceis de cultivar e exportar na escala da Cavendish, que foi criada para suportar o transporte através dos oceanos.

Em seu laboratório na Holanda, García-Bastidas e seus colegas estão usando as mais recentes técnicas de sequenciamento de DNA para identificar genes resistentes ao TR4 e produzir bananas que podem suportar a doença e ser comercialmente viáveis.

“Temos centenas de variedades de maçãs”, ressalta. “Por que não começar a oferecer diferentes variedades de bananas?”

A melhor esperança é que uma banana resistente à exportação surja nos próximos cinco a 10 anos. Mas essa não é uma bala de prata. Depois de enfrentar não uma, mas duas pandemias no século passado, dessa vez a indústria da banana terá que buscar mais do que apenas introduzir outro clone no mercado.

Dan Bebber, professor associado de ecologia da Universidade de Exeter, no Reino Unido, passou os últimos três anos estudando os desafios ao sistema para manter o suprimento de bananas como parte de um projeto financiado pelo governo britânico, o BananEx.

Segundo ele, a melhor maneira para a indústria de banana sobreviver ao TR4 é mudar a forma como essa fruta é cultivada.

No momento, as bananas Cavendish são cultivadas em uma vasta monocultura, o que significa que não apenas o TR4, mas todas as doenças se espalham rapidamente. Durante o período de crescimento, as bananas podem ser pulverizadas com fungicidas de 40 a 80 vezes.

“Isso pode ter grandes impactos na microbiota do solo”, diz Bebber. “Para cuidar das bananas, é preciso cuidar do solo.”

Bebber aponta para relatos das Filipinas de que as fazendas orgânicas se saíram melhor contra o TR4 porque a microbiota no solo é capaz de combater a infecção.

Ele diz que as fazendas de bananas devem procurar adicionar matéria orgânica e talvez implantar um sistema de rotação de culturas para aumentar a proteção e a fertilidade, usando micróbios e insetos em vez de produtos químicos como “defensivos agrícolas”, além de deixar mais espaços livres no terreno para incentivar a vida selvagem.

Isso pode significar um aumento no preço das bananas, mas a longo prazo elas seriam mais sustentáveis.

Segundo Bebber, as bananas são muito baratas hoje. Não apenas porque o custo ambiental de uma monocultura com produtos químicos pesados não foi levado em consideração, mas principalmente o custo social de empregar pessoas com salários muito baixos.

A ONG Banana Link, que faz campanhas sobre o assunto, culpa os supermercados por forçar preços cada vez mais baixos, comprometendo o meio ambiente, a saúde dos trabalhadores e, por fim, a vitalidade da safra de banana.

As bananas produzidas para o comércio popular garantem de alguma maneira que os agricultores recebam um preço justo por elas, mas Bebber diz que trabalhadores de todo o setor estão começando a exigir melhores salários.

Mais uma vez, ele diz que isso alimenta o TR4, já que eles precisam ser pagos de maneira justa para garantir que as fazendas sejam mais bem gerenciadas para a prevenção de doenças.

“Durante anos, falhamos em levar em consideração o custo social e ambiental das bananas”, diz ele. “É hora de começar a pagar um preço justo, não apenas pelos trabalhadores e pelo meio ambiente, mas pela saúde das próprias bananas.”

Pandemia da banana pode ter resultados positivos se nos forçar a cultivar bananas de maneira mais ecológica e a comer uma variedade maior de frutas, diz cineasta — Foto: Marco Aurélio/Prefeitura de Uberaba

‘Bananageddon’

Jackie Turner, uma cineasta americana que questiona como as bananas são cultivadas desde que trabalhou em uma plantação como estudante, concorda que a solução está na justiça e na diversidade.

Em seu filme Bananageddon (uma combinação das palavras banana e armageddon), ela conversa com cientistas que tentam impedir a disseminação do TR4, especialistas em segurança alimentar que alertam sobre a escassez e trabalhadores nas plantações preocupados com seus meios de subsistência.

“O TR4 é muito parecido com a Covid-19, pois não tem tratamento”, diz ela. “É um cenário de ‘dia do juízo final’ para as bananas”, afirmou.

Depois de viajar pelo mundo por dois anos para observar o impacto que o TR4 já está causando, Turner está convencida de que as bananas precisam ser cultivadas de uma maneira diferente, o que significa introduzir novas variedades.

Ela diz que isso não só será melhor para o meio ambiente e para a proteção contra doenças, mas também para o consumidor.

Para tentar incentivar o público a apoiar pequenos agricultores que cultivam variedades diferentes, ela criou a The Banana List (A Lista das Bananas, em tradução livre).

A compilação reúne as lojas que vendem diferentes variedades de bananas, para que consumidores possam experimentá-las e uma nova demanda surgir.

Por exemplo, a nanica vermelha, que tem um sabor que lembra framboesas, a dedo de moça, menor e mais doce que a Cavendish, ou a Blue Java, com gosto de sorvete de baunilha. As bananas não são apenas deliciosas, mas ajudarão a criar um tipo diversificado de agricultura, mais resistente a doenças.

Para Turner, a pandemia da banana pode ter resultados positivos se nos forçar a cultivar bananas de maneira mais ecológica e a comer uma variedade maior de frutas.

“Talvez a gente coma menos bananas e pague mais por elas”, admite. “Mas sabemos que serão bananas melhores.”

Esta reportagem faz parte do Follow the Food, uma série que investiga como a agricultura está respondendo aos desafios ambientais. Follow the Food traça as respostas emergentes para esses problemas — de alta e baixa tecnologia, local e global — de agricultores, produtores e pesquisadores dos seis continentes.