– A Piada do STJD no recurso gaúcho

Se o Grêmio tivesse vencido o Santos por ½ x 0, estaria vivo na Copa do Brasil e não seria punido pelo Racismo. Ao menos, é a mensagem que o STJD deixa a entender após o julgamento do recurso nessa 6a feira.

Petros havia sido suspenso por 180 dias e teve a pena reduzida para 3 jogos. O Grêmio, excluído da Copa do Brasil, teve a pena reduzida para a perda de 3 pontos. Como o resultado do jogo de ida foi derrota por 0x2, o time está com -3. Mas e se tivesse vencido o jogo de ida? Teríamos o jogo de volta!

Coisas dos togados do RJ!

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– Alongar Ajuda ou Atrapalha o Atleta?

Leio uma reportagem que fala sobre Alongamento de Atletas. Ora, alongar e aquecer são discussões antigas. Sobre aquecimento, todo mundo acha necessário. Mas sobre alongamento, se tem dúvidas.

Para alguns, é importante alongar antes e depois. Para outros, só antes ou só depois. Para outros ainda, alongar é dispensável.

Eu preciso alongar antes e depois, não abro mão. Mas muitos amigos não… É algo particular demais.

Vejo (vide abaixo) uma corrente de estudiosos que diz: alongar pode ser prejudicial aos atletas!

Só faltava essa…

Extraído de: Revista Veja, ed 10/04/2013, pg 90

NÃO AJUDA EM NADA

Todo mundo faz alongamento antes dos exercícios. Novos estudos mostram que isso reduz o desempenho dos esportistas

Por Fernanda Allegretti

Quem pratica atividades físicas costuma estar atento à importância dos alongamentos. Nas academias, invariavelmente, a orientação é fazer uma série deles antes do primeiro exercício. As posições devem ser mantidas por pelo menos vinte segundos a fim de reduzir o risco de lesões e deixar os músculos mais fortes e preparados para o impacto dos pesos, da corrida ou do jogo de futebol. Infelizmente, o resultado pode ser o oposto.
Dois estudos recentes concluíram que alongar-se antes dos exercícios reduz a potência e a força muscular, além de aumentar o risco de lesões.

O mais surpreendente desses estudos foi conduzido pela Universidade de Zagreb, na Croácia. Os cientistas reuniram 104 pesquisas que analisavam o desempenho de voluntários em modalidades como natação, corrida e musculação logo depois de realizar alongamentos estáticos. O cruzamento desses dados revelou que os exercícios de flexibilidade prejudicavam o desempenho ao reduzir a força dos músculos em 5,5%, a capacidade de produzir contrações em 2% e a aptidão para treinos de explosão em 2,8%.

Outro estudo divulgado neste mês pela publicação especiarl’zada americana The Journal of Strength and Conditioning Research mostrou que homens jovens que se exercitaram frequentemente levantam 8,3% menos peso quando fazem movimentos de flexibilidade antes da musculação. O motivo pelo qual o alongamento prejudica o desempenho ainda não é totalmente conhecido, mas autores de ambos os estudos sugerem que a atividade relaxa a musculatura e os tendões, deixando-os menos dispostos a estocar energia e à ação.Os alongamentos podem favorecer lesões porque relaxam e estressam a musculatura. O neurofisiologista Paulo Correia, coordenador do Laboratório de Neurofisiologia e Exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), endossa as pesquisas. Diz ele: “Os exercícios de flexibilidade são úteis para melhorar a performance, mas devem ser feitos em um dia reservado apenas para eles ou pelo menos duas horas após o treino de força ou resistência”. A melhor alternativa antes de qualquer exercício é fazer um aquecimento. “Sugiro aos meus pacientes começar com movimentos similares àqueles que serão realizados, mas sem carga ou impacto excessivo”, diz o ortopedista Moisés Cohen, da Unifesp. Polichinelo, elevação de pernas e rotação de braços são boas opções.
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– Os Anti Intelectuais

O antiintelectualismo é perigoso porque poderá facilmente se transformar num movimento contra a classe média, contra os ‘com-diploma’, começando com jornalistas e aqueles ‘que escrevem artigos em jornais’”

Refletiram a opinião acima? É do Consultor em Administração Stephen Kanitz, uma das mentes mais brilhantes do Brasil. Ele fala sobre o ódio de alguns sobre uma elite intelectual, a caça à classe média e a perseguição pelos órgãos de imprensa.

Quando ser inteligente torna-se repugnante (para alguns)…

A ONDA ANTIINTELECTUAL

por Stphen Kanitz

Por que o PT odeia tanto o PSDB, se ambos têm o mesmo ideário e adotam basicamente os mesmos programas?

Por que Lula rompeu com a ala intelectual de sociólogos, filósofos, antropólogos, historiadores e economistas de seu partido que lhe deram apoio total?

Quando Lula critica as elites, ele se refere à elite intelectual, não à elite empreendedora que ele admira. Quanto mais o PSDB batia na tecla de que Lula não tinha diploma, mais ele subia nas pesquisas eleitorais.

Tudo isso são sintomas de um perigoso antiintelectualismo que cresce na América Latina. A eleição de Hugo Chávez e Evo Morales mostra o mesmo fenômeno. O povo latino-americano se cansou do silêncio, da soberba e da incompetência de sua elite intelectual, que pouco cria e só copia teorias como Inflation Targeting, por exemplo.

Essa onda antiintelectual não é resultado do obscurantismo nem do populismo, como acham alguns. É resultado dos mirabolantes planos elaborados às pressas por professores de fala difícil que nunca pisaram num chão de fábrica (ao contrário de Lula), que nunca ouvem ninguém e tanto sofrimento e confusão trouxeram à nação. A classe média, normalmente responsável pelo crescimento de uma nação, foi alijada do poder por intelectuais de gabinete, e por isso ela vota maciçamente no PT.

Na China, os intelectuais foram ativamente perseguidos durante a famosa Revolução Cultural. As universidades permaneceram fechadas por praticamente dez anos, para o desespero deles. Hoje, o povo chinês acredita que foi justamente isso que colocou o país no eixo. “Os intelectuais foram obrigados a fazer algo que nunca fizeram, a trabalhar no campo como nós”, disse-me um porteiro de hotel em Beijing. “Os líderes de hoje são justamente aqueles que por dez anos não foram educados por intelectuais”, comentou nosso taxista em Xangai. A história do mundo está repleta de “revoltas das massas”, queimando livros e intelectuais.

Nos Estados Unidos, a intelligentsia é malvista, como gente que somente usa o intelecto e nada mais, que só critica e nada produz de prático ou pragmático.

Definir-se como “intelectual”, como muitos fazem, é visto como uma atitude elitista e arrogante. Afinal, todo ser humano, por mais humilde que seja, tem de usar o intelecto para desempenhar sua função, desde o porteiro do prédio até o motorista do ônibus escolar de seu filho.

Essa é a verdadeira questão por trás da atual crise do PSDB. Desde 2004, há uma divisão declarada no partido entre “os que trabalham e os que escrevem artigos de jornal”, como disse em público um de seus mais destacados membros do baixo clero.

Quais as conseqüências práticas de tudo isso?

Em primeiro lugar, a América Latina não está dando uma guinada para a esquerda, como acreditam alguns, mas uma perigosa guinada contra a intelligentsia nacional, ou seja, justamente o contrário. É o feitiço virando contra o feiticeiro, o que tantas vezes ocorre na história, a começar pela Revolução Francesa.

Em segundo, os investidores internacionais percebem que não correm perigo na América Latina, tanto que o risco Brasil nunca esteve tão baixo, justamente porque eles acreditam que Lula não fará loucuras em seu segundo mandato presidencial, se for reeleito. Eles têm certeza de que ele não usará teorias heterodoxas nunca antes testadas, e sim o bom senso, na medida do possível.

O antiintelectualismo é perigoso porque poderá facilmente se transformar num movimento contra a classe média, contra os “com-diploma”, começando com jornalistas e aqueles “que escrevem artigos em jornais”. Seria o fim da imprensa como a conhecemos.

Deixar de lado os intelectuais, como muitos países fazem, obviamente não é a solução. Exigir que sejam mais pragmáticos, mais realistas, menos dogmáticos é uma forma mais acertada de resgatar a verdadeira função deles.

Toda nação precisa de centenas de milhares de pessoas que analisem seus problemas corretamente e apresentem não dogmas do passado, mas soluções para o futuro. Mas, se essa onda sair do controle, quem irá defender nossos intelectuais contra um movimento que muitos deles ajudaram a iniciar?
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– Dia de São Cosme e Damião

Hoje, 26 de setembro, é dia de festa para a Comunidade Católica: Dia de festejar os santos irmãos gêmeos Cosme e Damião, considerados por muitos protetores das crianças.

Porém, como o Brasil é um país de imenso sincretismo religioso, algumas crenças africanas lembram desses dois santos como divindades de sua fé, celebrando no dia 27, amanhã.

Compartilho a história de vida e santidade deles, extraída de CancaoNova.com

SÃO COSME E SÃO DAMIÃO

Eram #irmãos #gêmeos#médicos de profissão e #santos na vocação da #vida. Viveram no Oriente e, desde #jovens, eram habilidosos médicos. Com a conversão passaram a ser também #missionários, ou seja, aproveitando a #ciência com a confiança no poder da #oração levavam a muitos a #saúde do #corpo e da #alma. Viveram na Ásia Menor, até que diante da perseguição de Diocleciano, no ano 300 da era cristã, foram presos pois eram considerados inimigos dos deuses e acusados de usar feitiçarias e meios diabólicos para disfarçar as curas. Tendo em vista esta acusação, a resposta deles era sempre:
“-Nós curamos as doenças, em nome de #Jesus#Cristo e pelo Seu poder!”
Diante da insistência, quanto à adoração aos deuses, responderam:
“-Teus deuses não têm poder algum, nós adoramos o #Criador do #Céu e da #terra!”
Jamais abandonaram a #fé e foram decapitados em 303. São considerados os padroeiros dos #farmacêuticos, #médicos e das faculdades de #medicina.
São #Cosme e São #Damião, rogai por nós!

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– Enfim a FIFA se manifesta nos absurdos casos de bola na mão no Brasil

Fim da polêmica: a Comissão de Árbitros de futebol brasileira, que insistentemente vem defendendo os absurdos pênaltis de mão na bola imputando a culpa na nova orientação da Regra, está ERRADA segundo o discurso da FIFA.

Em entrevista a Jamil Chade do Estadão, o chefe de árbitros da entidade criticou a orientação dada no Brasil. Segundo ele,

Um jogador precisa de sua mão e de seu braço para correr, se equilibrar e saltar. Não se pode jogar sem a mão. O árbitro precisa fazer a leitura correta do lance. Não se pode dar falta a qualquer toque na mão. Isso é um absurdo. O árbitro deve ver se a mão estava no local de forma natural ou não-natural. Tem que ser avaliado se o toque (da mão na bola) foi intencional ou não. Quando um jogador tenta fazer seu corpo maior usando a mão, isso deve ser punido. O juiz não pode só pensar como juiz e aplicar o que está escrito. Precisa se colocar no lugar do jogador para entender o movimento”.

Coitados dos clubes que tiveram prejuízos com essas marcações até então. Pobre futebol brasileiro… está difícil até aula de compreensão de texto.

Em tempo: há pouco, para a Folha de SP, Sérgio Correa declarou que ensinou o correto aos árbitros. O problema é que ELES entenderam errado…

Ah, tá… link em: 
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– Preocupar-se com o que vale a pena!

São tantas as vezes que não achamos tempo para distração.

Quer algo melhor do que curtir a família?

Aliás… Por quê as filhas se alegram tanto em fazer maluquices com os papais?

Minutos preciosos para serem curtidos ao máximo!

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– O Fim da Bola na Mão no Futebol é Oficializado pela CBF

Não tenho mais dúvidas: nesta quarta-feira dia 24 de setembro, oficialmente, a CBF acabou com a interpretação de “mão na bola no futebol” e facilitou a vida dos árbitros para a marcação de pênaltis.

Não por culpa da FIFA, que há tempos divulgou uma mudança na orientação da Regra (sobre ela, leia em: http://is.gd/SStoSM), mas sim pela interpretação particular da Comissão de Árbitros da CBF.

Na Folha de São Paulo de hoje, na entrevista dada ao jornalista Marcel Rizzo (pg D2 no Caderno de Esportes), Sérgio Correa da Silva, o chefe dos árbitros brasileiros, declarou:

“Não é a CBF que cria as regras, seguimos determinações. O que estão fazendo com a arbitragem [em relação às críticas] é sacanagem. Toda vez que o jogador tiver uma ação e impedir ou bloquear a bola, mesmo tendo naturalidade, a tendência é o árbitro marcar a infração”.

Ora, a CBF não cria regras e deve seguir realmente as determinações da FIFA. E a determinação é que o árbitro fique atento aos movimentos ANTI-NATURAIS, ou seja, que um atleta não disfarce a intenção de que a bola bata nele num movimento de corpo de maneira forçada, diferente do desvio por um reflexo natural. Exemplificando: se a bola vai bater em seu braço e há tempo do desvio, ao invés de desviar, deixa que a bola bata nele. Porém, me assusta o discurso tupiniquim que SE DEVA MARCAR A INFRAÇÃO MESMO QUE O MOVIMENTO TENHA NATURALIDADE, como citado por Sérgio Correa.

Assim, fica claro que a CBF entendeu que não existe mais a bola na mão, e sim somente mão na bola. Portanto, precisamos mandar nossos instrutores à Europa para corrigir os árbitros da Inglaterra, da Alemanha, da Itália, de Portugal, da Espanha e de todo o restante do mundo, já que eles entenderam tudo errado… é essa a nossa “revanche do 7×1”: interpretamos na vanguarda as mudanças que eles não entenderam.

Ironias a parte, lamento que tal discurso esteja sendo ainda vendido e não corrigido. Se eu fosse dirigente de clube de futebol, pediria que a FIFA realizasse uma intervenção no Brasil para esclarecimentos.

Que até surja o momento de um mea culpa da Comissão de Árbitros brasileira, os zagueiros pratiquem carrinhos com o braço colado, dividam as bolas com a mão para trás e, se puderem, enfaixem os braços junto ao corpo. Ser prudente não será exagero demais!

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– Na Campanha Eleitoral todos têm razão!

Ouço as críticas que Dilma Rousseff faz a Marina Silva e a Aécio Neves. Sou obrigado a concordar que elas têm certa razão de existirem.

Também ouço as críticas que Marina Silva tem feito a Dilma Roussef e Aécio Neves. São justas, concordo.

Por fim escuto as críticas de Aécio Neves a Dilma Roussef e a Marina Silva. Todas coerentes.

Portanto, quando ouço os candidatos se criticarem uns aos outros, concordo com todos eles. É por isso que está difícil escolher um bom candidato. Todos têm seus defeitos!

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– A Agonia AlviVerde!

O Palmeiras está agonizando em pleno ano do seu Centenário. Uma pena.

Time grande não pode cair para a 2a divisão. Se cair uma vez, tem que subir no ano seguinte como campeão. Se cair uma segunda vez, é vexame incomensurável. Cair uma 3a vez apequena qualquer gigante e vira “io-iô”.

E o que deu errado?

Tudo! A começar pela Presidência: na Era Mustafá, quando havia dinheiro da Parmalat, o time foi bem. Perdeu a grana e Mustafá levou o time para a Segundona. Já o seu sucessor, o respeitado economista e professor Luiz Gonzaga Beluzzo, ficou apenas no anseio de uma gestão profissional. Trouxe Valdívia e deixou essa herança indesejada. Arnaldo Tirone foi um verdadeiro mico, amargando um segundo rebaixamento.

Paulo Nobre?

Pois é… parecia-me a boa opção. Jovem, com dinheiro e cheio de vontade. Tentou cortar o vínculo umbilical com marginais organizados, trouxe José Carlos Brunoro como gestor (aqui, fico na dúvida se foi acerto ou erro), inovou em salários por produtividade, tentou mudar o parâmetro tático do time trazendo o emergente Gareca…. e tudo deu errado!

Será que o Allianz Park, ao invés de um pomposo amistoso Palmeiras x Seleção da Itália ou até mesmo em um jogo da Seleção Brasileira, será entregue em um jogo como Palmeiras x Luverdense (e digo isso com todo respeito que se deve)?

Parece que para dar certo no futebol o cara não pode deixar de ser malandro, infelizmente!

Em tempo: ouço que em meio a essa grave crise, o escolhido para a entrevista coletiva foi… Nathan, jovem de apenas 19 anos e que estreou recentemente no profissional.

Onde estão as pessoas que devem dar a cara para bater?

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– O Purgatório de ser cliente Terra

Os blogs do serviço “Terra Blog” deixarão de existir. Por isso, tenho feito a migração para esse bom serviço da base WordPress.

Entretanto, para baixar os arquivos via importação do de lá para cá, tem sido um martírio. Ninguém se entende por lá, o cliente sofre para resolver o problema e só se pede para enviar email.

Lamentável…

Aos poucos, vou atualizando o blog.
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– 9 anos da Máfia do Apito e os Bastidores que vivi!

Há exatos 9 anos temos à triste lembrança o episódio da Máfia do Apito que escandalizou não só os amantes do futebol, mas toda a sociedade. Na ocasião, muito foi comentado e especulado. As consequências aconteceram, como a anulação de alguns jogos, embora não se tenha observado erros de arbitragem e má intenção nas partidas.

Gostaria de aproveitar esse espaço para contar o que eu, como árbitro participante do grupo de 40 juízes em Pré-temporada no ano do ocorrido com os pivôs Edilson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon, viu, viveu e soube sobre todo o imbróglio. Publicamente nunca falei sobre esses bastidores e o faço pela 1a vez (sem nenhum componente explosivo ou polêmico, mas puramente para a curiosidade dos leitores), motivado pela data.

Na sexta-feira do dia 23 de setembro de 2005, dia da prisão do Edilson, eu fui escalado para ser o árbitro-reserva dele no domingo seguinte. Na manhã desse dia, nada se sabia publicamente. Trabalharíamos numa semifinal da série A3, entre Palmeirinha de Porto Ferreira x Santacruzense. Para minha surpresa, na tarde do mesmo dia, Edilson saiu da escala no site da FPF e em seu lugar apareceu Phillipe Lombard.

Quando foi à noite… Muitos se assustaram com a capa da Revista Veja na Internet, e o pouco que se sabia era impressionante.

E os dirigentes da CBF e da FPF?

– Sumiram de imediato!

E aqui havia alguns componentes: Edilson Pereira de Carvalho sabia apitar, mas fisicamente tinha graves problemas no joelho. Enrolava para treinar, preferia ficar no hotel fazendo fisioterapia na Pré-Temporada com a anuência dos cartolas. Sim, parecia ser protegido pela chamada “República do Vale do Paraíba”, nome dado informalmente pelos árbitros ao grupo de pessoas oriundas dessa região do estado e que administrava o Futebol, em especial o presidente da CEAF José Evaristo Manuel, Reinaldo Carneiro Bastos (vice da FPF) e Sérgio Correa da Silva, presidente do Sindicato. Edilson era amigo deles.

Porém, apesar dele ter amizade com eles e alguns privilégios (cobranças menores nos testes físicos, jogos importantes nas escalas e “pouca fiscalização sobre ele” – vide a história da sua documentação irregular para apitar), para mim foi nítido que Edilson traiu a todos os seus amigos! Foi literalmente uma bola nas costas.

E tudo começou com Paulo José Danelon, árbitro de Piracicaba, que nada mais era do que o inverso de Edilson em questões de relacionamento. Edilson era fechado, ruim de conversa, introvertido e mal humorado. Danelon era aberto, piadista, e gostava de ajudar a Comissão de Árbitros realizando palestras para juízes mais jovens e elaborando apresentações sobre Regra.

Ninguém – ninguém mesmo – imaginaria que dois árbitros tão opostos entre si e que nem se conversavam poderiam ter “negócios em comum”.

O problema foi o seguinte: Danelon resolveu arregimentar árbitros para favorecer um grupo de apostadores de jogatinas eletrônicas capitaneados por um tal de Gibão (Nagib Fayad). Combinava-se quem ganharia/perderia a partida e se faria o palpite na jogatina. Edilson topou. O árbitro Romildo Correa houvera sido sondado mas ele próprio alegou estranhar uma visita de sujeitos suspeitos e não entendeu que era uma tentativa de explorá-lo, sendo que nunca mais os viu. Paulo César de Oliveira, segundo as gravações da Polícia, foi descartado com a célebre e honrosa afirmação de Danelon: “Esse não dá, é honesto e se souber vai contar tudo”.

Logo após o ocorrido, na sede da FPF, houve uma reunião com os árbitros da Pré-Temporada daquele mesmo ano com o pessoal do Gaeco. O Dr José Reinaldo Carneiro (homônimo do dirigente da FPF), dissertou sobre as investigações. Me recordo quando alguém perguntou se ali estava algum árbitro que pudera ter sido grampeado, e o Dr Reinaldo não titubeou: “todos os senhores aqui presentes poderiam sim ter sido grampeados e investigados durantes o processo. Muitos foram.”.

A prisão de Edilson – e isso pra mim foi clara – só se deu pelo fato da Revista Veja “furar” a Polícia. A Editora Abril já tinha informações de investigações sobre o caso e plantou uma jornalista na vida de Edilson que se passou como “estudiosa das novas profissões”, desejando fazer uma matéria sobre esse assunto e que “ser árbitro de futebol” era uma das atividades profissionais do futuro. Ele acreditou… E Edilson vivia do dinheiro da arbitragem, era técnico de comunicações mas se passou como empresário, pedindo a um amigo para lhe “emprestar” uma fábrica de pelúcias a fim de dizer como conciliava o árduo trabalho e o futebol (na foto da revista, era uma bonequinha Hello Kitty exposta; dias depois, processou-se a empresa pois a dona dos direitos da marca descobriu que era uma firma que pirateava os brinquedos).

Com a iminente publicação, a Polícia teve que prendê-lo. Mas me pareceu que, naquele período em que as prisões de personalidades estavam acontecendo de maneira espetaculosa, aguardava-se uma escala do Edilson em um jogo como Fortaleza x Flamengo as 16h ao vivo pela Globo. Já pensaram em uma prisão com transmissão em tempo real?

Depois disso, Edilson escreveu um livro e cobrava para dar entrevistas depois do escândalo. Foi (e talvez ainda seja) gerente de bar em Jacareí. Danelon virou instrutor de auto-escola e não sei se continua trabalhando nisso.

Conheci e trabalhei com os dois. Particularmente, acho que Danelon deve estar arrependidíssimo. Edilson nem tanto. Mas pensem: perderam os amigos, foram escrachados (eles e seus familiares) e viveram um inferno. Entretanto, chamo a atenção para o seguinte: nenhum dos jogos envolvidos foram, de fato, manipulados. Assistam as partidas! Nenhum deveria ser anulado por ação ilícita dos árbitros, só que foram porque o Sveiter, presidente do STJD na época, estando acuado pelo jornalista Milton Neves em seu programa ao vivo, disse que os anularia pela questão moral.

Me pareceu, sinceramente, que os árbitros acabaram dando um golpe nos apostadores: repararam que nem todas as partidas tiveram os resultados combinados? Nos arquivos gravados, ouviam-se desculpas, como no jogo Juventude x Vasco: “Pô, o Edmundo jogou muito, não dava para fazer nada”. Aliás, nenhuma zebra nas partidas tampouco lances polêmicos. Há quem diga que o próprio Edilson vendia o serviço para um vencedor e apostava em outro, para se garantir com o dinheiro alheio.

Claro, não é defesa deles, mas constatação esportiva: os resultados deveriam ser mantidos pois aparentemente não foram manipulados. Mas isso é outra discussão.

Meu último contato com Paulo José Danelon foi em um jogo como 4o árbitro pela série A1: América x Ponte Preta em São José do Rio Preto, onde, embora já se estava no período “suspeito” e investigado pelas autoridades, tudo ocorreu muito bem. Com Edilson Pereira de Carvalho foi como colega de quarto na sua última pré-temporada. Ele foi um companheiro horrível, de difícil conversa. Me recordo que estávamos assistindo ao sorteio da abertura do Campeonato Paulista de 2005: deu Seneme como árbitro, Ana Paula de Oliveira e Aline Lambert como bandeiras e eu como 4o árbitro, na estréia da súmula eletrônica (Internacional x Palmeiras). Edilson se revoltou por ter sido sorteado para Marília x Corinthians na rodada 2 e se trancou no quarto, abandonando os trabalhos da pré-temporada daquela noite. Não pude compartilhar minha felicidade pela escala que recebi com ele, afinal, ele era “estrela”…

Passado algum tempo, é impossível não pensar e ao mesmo tempo ironizar: Edilson guardava uma imagem de Nossa Senhora Aparecida no bolso do Cartão Amarelo, e a beijava como num ritual de início do jogo. Muitos diziam que no verso havia um bilhete de loteria…

Mas como blindar o surgimento de novos Edilsons e Danelons, não só árbitros mas dirigentes e jogadores?

Marco Polo Del Nero encheu a Federação Paulista de Futebol de gente da Polícia em vários cargos: Comissão de Arbitragem, Corregedoria, Ouvidoria e em outros departamentos técnicos. Mas os cartolas amigos de Edilson, todos continuam militando no meio do futebol, pois, afinal, foram considerados honestos. Só que se as partidas foram anuladas por ética, mesmo tendo sido apitadas honestamente, incoerentemente as coisas caminharam com os dirigentes.

Por fim: encerro com um pensamento do excepcional e experiente jornalista Cláudio Carsughi, ítalo-brasileiro a quem tanto admiro por sua sapiência:

Se Deus, na sua tão grande magnitude não privou nem sua própria Igreja de corrupção, por que o faria a um determinado segmento como o futebol? E em especial aos árbitros?

Disse tudo. Mas confesso que se pudesse conversar novamente com eles (e já houve oportunidade mas não era uma prioridade) pediria a eles para deixar um testemunho do que hoje pensam e sentem sobre tudo o que aconteceu.

Lamento que tudo isso manchou esportivamente o Brasileirão daquele ano. Nada de dizer que foi premeditado ao Corinthians, mas por pura vaidade do STJD (muitos criticam que as decisões na Justiça Desportiva favoreceram o time paulista). A propósito, a fiscalização sobre os árbitros-operários continua feroz desde então, mas sobre os dirigentes, presidentes de sindicatos, membros de comissões e outros cartolas mais graduados é nula. Por isso é válido afirmar: o sistema é falho. Afinal, se o próprio Presidente da CBF José Maria Marin embolsou uma medalha de jogador Sub 20 como souvenir na surdina, ao invés de pedir, o que se pode esperar?

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– Migração

Amigos, o Blog do Professor Rafael Porcari, hospedado originalmente no Terra Blog, está migrando paulatinamente a esta nova plataforma do universo WordPress. Aos poucos, vou atualizando essa página.

Atenciosamente, Rafael Porcari.

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– A Espionagem de Patrões a Funcionários

Parece coisa de cinema: na semana passada, o banco HSBC foi condenado em definitivo após comprovadamente espionar os seus funcionários. Detetives de uma empresa foram contratados para verificar se os bancários com licença médica realmente estavam doentes. Até abordagem como carteiros foi feita para comprovar saúde frágil ou braço curto!

Extraído de: http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/02/hsbc-e-condenado-por-espionar-152-funcionarios-segundo-o-mpt-pr.html

(ops: o link é relativo à 1a decisão, o banco perdeu o recurso final).

HSBC É MULTADO EM R$ 67,5 MILHÕES POR ESPIONAR FUNCIONÁRIOS, DIZ MPT-PR

O banco HSBC foi condenado a pagar indenização de R$ 67.500.000,00, por danos morais e coletivos, por ter espionado 152 colaboradores entre os anos de 1999 e 2003. A decisão do juiz Felipe Calvet, da 8ª Vara do Trabalho de Curitiba, é de sexta-feira (7) e foi divulgada pelo Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR) nesta segunda-feira (10). A ação civil pública foi ajuizada pelo MPT-PR, que recebeu a denúncia da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Créditos do Estado do Paraná e do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Curitiba e Região, no dia 8 de agosto de 2012.

De acordo com o Ministério Público do Trabalho, documentos comprovam que a instituição financeira contratou uma empresa de inteligência empresarial para realizar investigações privadas devido ao alto número de trabalhadores afastados por motivos de saúde. A empresa investigou pessoas de vários estados brasileiros. Os funcionários do banco eram seguidos e abordados com disfarces, como de entregador de flores e de pesquisador, que mexiam nos lixos e entravam na casa filmando e fotografando.

Horários de saída e de volta à residência, local de destino, meio de transporte, trajes, hábitos de consumo, informações sobre a família, antecedentes criminais, ajuizamento de ações trabalhistas, participação em sociedade comercial e posse de bens constavam nos dossiês, ainda segundo o MPT-PR.

Doze  testemunhas confirmaram ao Ministério Público do Trabalho dados – sobre as respectivas rotinas – que foram expostos nos dossiês. Porém, conforme o MPT-PR, as testemunhas afirmaram não saber da existência da investigação.

O HSBC também foi condenado a não mais realizar investigações particulares ou qualquer outro ato que viole o lar, a intimidade ou a vida privada de seus empregados ou trabalhadores terceirizados sob pena de pagamento de multa no valor de R$1 milhão por empregado investigado. O Ministério Público do Trabalho informou que os colaboradores investigados podem entrar com ação na Justiça do Trabalho para indenização por dano moral individual.

Para o procurador do trabalho responsável pela ação, Humberto Mussi de Albuquerque, a decisão deste caso terá efeito pedagógico e servirá como parâmetro para a autuação de outros empregadores do país. Segundo o procurador, os investigados tiveram os direitos fundamentais à intimidade e à vida privada “brutalmente” violados.

Em nota, o HSBC informou que, como a decisão é de primeira instância e sujeita a recursos, o banco não comentará o caso.

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– Análise da Arbitragem de Corinthians 3 x 2 São Paulo

Arbitragem regular em um jogo polêmico e com lances difíceis. Vamos discutí-la?

A) GOLS DO SÃO PAULO: foram confirmados graças a ótima atuação do árbitro assistente no. 2 Rogério Pablo Zanardo. Esteve atento e preciso nas marcações ou não de impedimentos (em especial no 1o gol, onde há o cruzamento e a zaga faz uma linha de impedimento; em seguida, outro toque e outra linha; e ele acerta os dois!).

B) PÊNALTIS PARA O CORINTHIANS:

B1) no primeiro, a bola bate no braço de Antonio Carlos que tenta em um movimento natural evitar o toque. Nada deliberado, puro toque acidental. Mas eis que há a maldita interpretação de movimento anti-natural/ intenção subjetiva, explicada equivocadamente aos árbitros pela CBF. Segundo o repórter da Rede Globo Mauro Naves, o árbitro adicional 1 Antonio Rogério Batista do Prado foi responsável por informar ao árbitro a infração que ele não houvera visto.

B2) no segundo, Álvaro Pereira dá uma entrada certeira no atacante do Corinthians. Correta marcação.

C) EXPULSÕES:

C1) Álvaro Pereira foi bem expulso, por evitar uma situação manifesta de gol. Para mim, o Vermelho se deu pela posição do lance e não pela violência.

C2) Fábio Santos dá um carrinho com força excessiva e desnecessário na lateral do campo. É para Vermelho e sem comentários…

Enfim, em alguns momentos vi certa fragilidade de Luís Flávio, em especial às reclamações de Guerrero e Kaká ao longo da partida. Árbitro não pode ficar ouvindo tudo e dizendo passivamente “Chega, vai jogar”. Tem que saber usar bem a advertência verbal e fazer cara feia.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Análise da Arbitragem de Corinthians 3 x 2 São Paulo

Arbitragem regular em um jogo polêmico e com lances difíceis. Vamos discutí-la?

A) GOLS DO SÃO PAULO: foram confirmados graças a ótima atuação do árbitro assistente no. 2 Rogério Pablo Zanardo. Esteve atento e preciso nas marcações ou não de impedimentos (em especial no 1o gol, onde há o cruzamento e a zaga faz uma linha de impedimento; em seguida, outro toque e outra linha; e ele acerta os dois!).

B) PÊNALTIS PARA O CORINTHIANS:

B1) no primeiro, a bola bate no braço de Antonio Carlos que tenta em um movimento natural evitar o toque. Nada deliberado, puro toque acidental. Mas eis que há a maldita interpretação de movimento anti-natural/ intenção subjetiva, explicada equivocadamente aos árbitros pela CBF. Segundo o repórter da Rede Globo Mauro Naves, o árbitro adicional 1 Antonio Rogério Batista do Prado foi responsável por informar ao árbitro a infração que ele não houvera visto.

B2) no segundo, Álvaro Pereira dá uma entrada certeira no atacante do Corinthians. Correta marcação.

C) EXPULSÕES:

C1) Álvaro Pereira foi bem expulso, por evitar uma situação manifesta de gol. Para mim, o Vermelho se deu pela posição do lance e não pela violência.

C2) Fábio Santos dá um carrinho com força excessiva e desnecessário na lateral do campo. É para Vermelho e sem comentários…

Enfim, em alguns momentos vi certa fragilidade de Luís Flávio, em especial às reclamações de Guerrero e Kaká ao longo da partida. Árbitro não pode ficar ouvindo tudo e dizendo passivamente “Chega, vai jogar”. Tem que saber usar bem a advertência verbal e fazer cara feia.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Propaganda Política que Enerva

Assisti a poucos programas eleitorais na TV. Mas as inserções que vejo chegam a enojar! Gente despreparada querendo enganar, corruptos se fazendo de santos e palhaços buscando a reeleição.

Êta país que merece os políticos que tem. Com os inúmeros escândalos recentes, é incrível que a popularidade da Dona Dilma se mantenha estável.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x 3 Independente

Mais uma atuação ruim de um árbitro inexperiente no Jayme Cintra. Nos dois últimos jogos do Paulista FC, juízes prestes a aposentarem com pouquíssima experiência em partidas profissionais.

A troco de quê investir em tais árbitros? O cara tem quase 45 anos e está saindo ainda do Sub 17?

Hoje, Marcos Philomeno, no importante jogo decisivo entre Paulista x Independente (e que tinha sido erroneamente escalado simultaneamente numa partida sub 13) deu um número recorde de vantagens (8 em 35 minutos), sendo que muitas não necessárias.

Também 3 “pé-altos” foram ignorados. No segundo gol do Paulista, o juizão ficou rendido no meio de campo, em meio ao contra-ataque do Galo. E no segundo gol do Independente, o lance se originou de uma falta inexistente em Josimar.

Nem todos os clubes da Copa Paulista tiveram tantas arbitragens despreparadas e de pouca categoria. Será que a FPF desprezou o Tricolor de Jundiaí pelo ruim histórico de 2014?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x 3 Independente

Mais uma atuação ruim de um árbitro inexperiente no Jayme Cintra. Nos dois últimos jogos do Paulista FC, juízes prestes a aposentarem com pouquíssima experiência em partidas profissionais.

A troco de quê investir em tais árbitros? O cara tem quase 45 anos e está saindo ainda do Sub 17?

Hoje, Marcos Philomeno, no importante jogo decisivo entre Paulista x Independente (e que tinha sido erroneamente escalado simultaneamente numa partida sub 13) deu um número recorde de vantagens (8 em 35 minutos), sendo que muitas não necessárias.

Também 3 “pé-altos” foram ignorados. No segundo gol do Paulista, o juizão ficou rendido no meio de campo, em meio ao contra-ataque do Galo. E no segundo gol do Independente, o lance se originou de uma falta inexistente em Josimar.

Nem todos os clubes da Copa Paulista tiveram tantas arbitragens despreparadas e de pouca categoria. Será que a FPF desprezou o Tricolor de Jundiaí pelo ruim histórico de 2014?

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– Almoço Solidário

Hoje é dia de colaborar: que tal um almoço saboroso e ao mesmo tempo solidário?

Veja que cardápio maravilhoso do ALMOÇO MINEIRO (na Comunidade Nossa Senhora de Fátima, Bairro Medeiros (Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP):

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– Catequese do Crisma e a Bíblia

Dando continuidade aos nossos encontros da catequese do Crisma, hoje falaremos sobre a Bíblia. Abaixo, texto-base da nossa reunião deste sábado:

A BÍBLIA

A História da Fé Cristã e os pontos principais da nossa crença estão fundamentados (escritos, registrados, guardados) nas Sagradas Escrituras e no Magistério da Igreja (ou seja, relatados na Bíblia e no Catecismo da Igreja Católica).

Na Sagrada Escritura (Bíblia), a Palavra TESTAMENTO tem o mesmo sentido de ALIANÇA.

Para entendermos melhor a Bíblia, ela é dividida em Antigo Testamento e Novo Testamento. Ela começou a ser escrita por volta de 1.250 a.C., tempo em que viveu Moisés, e foi concluída por volta do ano 100d.C., por São João. Portanto, são aproximadamente 1.350 anos de escrita que nos conta a história do povo judeu (o povo que Deus escolheu para se revelar ao mundo); onde são contadas as guerras judaicas, seus costumes, sua religiosidade e o esforço para compreender e seguir um Deus único.

O povo judeu vivia em um mundo cheio de superstições, acreditavam em várias divindades (politeísta) e eram idólatras (criavam ídolos). Quando conhecem a Deus, através da revelação a Abraão, passam a ser monoteístas (acreditam num Deus único e onipotente).

1- E como se registrou todos os primeiros conhecimentos, a partir de Adão e Eva? E quem foi testemunha de tudo, se Adão e Eva tiveram Caim e Abel e um irmão matou o outro?

2- Mas como se sabe de tudo isso, se não havia os meios de comunicação, televisivo, radiofônico ou escrito naquele tempo?

As histórias em geral e todo o conhecimento da época eram passados de pai para filho (geração por geração) e não se deixava a realidade se perder. Então, o homem acaba descobrindo sua vocação de descobridor das coisas, e consegue guardar esses conhecimentos através da impressão em cerâmicas. Portanto, primeiramente, a Bíblia foi cozinhada em chapas de argila que saíam dos fornos com o retrato dos acontecimentos. Através da mistura do barro e da água, moldavam os fatos, as primeiras palavras, os símbolos que levavam-os a se comunicar.

Posteriormente, utilizou-se o papiro para servir como uma folha de papel primitiva. O papiro era retirado de plantas que se desenvolviam nas margens do rio Nilo. Depois, utilizou-se o couro de carneiro, e inventaram assim os pergaminhos, mais tradicionais e conhecidos para nós. Seu último passo foi a reunião em livros do Antigo Testamento (Antes da vinda de Jesus Cristo ao mundo) e do Novo Testamento (de Cristo em diante).

A Bíblia, portanto, é um conjunto de livros considerados sagrados, perfeitos em questões de fé, pois neles Deus participa ativamente do mundo, se revela, se comunica e age na vida dos judeus, e através deles proclama-se a toda humanidade. Mas atenção: a Bíblia é inexata em questões geográficas e históricas. Ela é um livro de fé.

A santidade da Bíblia é retratada no § 81 do Catecismo da Igreja Católica: <A sagrada escritura é a Palavra de Deus enquanto é redigida sob a moção do Espírito Santo.>

É vontade de Deus quando vemos muitas guerras na Bíblia? É o Espírito Santo quem pede o olho-por-olho e dente-por-dente? Há situações parecidas com as de hoje: somos portadores da Palavra de Deus, mas não donos da Palavra; portanto, passíveis de erros comportamentais.

São 73 livros (46 do AT e 27 do NT). Em algumas edições evangélicas, não constam 7 livros: Tobias, Sabedoria, Judite, Eclesiástico, Baruc, Macabeus I e II.

Vamos manusear um pouco a Bíblia? Procure alguns trechos interessantes abaixo (se puder, compare as edições):

  • Sabedoria 1, 1-8. (sobre bons pensamentos).
  • Efésios 6, 1-4. (sobre respeito a família).
  • João 8, 1-11 (sobre não julgar o próximo).
  • Cânticos 5, 10-16. (sobre casais enamorados).
  • Tiago 2, 14-19 (sobre Fé sem Obras).
  • Êxodo 20, 1-17 (sobre os Mandamentos).
  • Efésios 6, 10-18. (sobre a armadura do cristão contra o Mal).

Percebemos, ao longo da Bíblia, que a religião era um reflexo da situação política e cultural da época. Uma multidão de divindades eram temidas; temiam o sol, a lua, as estrelas, as tempestades, os mares, e neles acreditavam existir serpentes, monstros, demônios. Tudo isso era sintoma de uma desorganização política, um povo disperso e sem forças, ao qual Deus tem compaixão e se revela para ajudá-los a crer no que é verdade e no que não é.

Quando acontece essa revelação? Quando tudo começa?

Quando Deus se revela a Abraão, em Gênesis 12, 1-2 e 15, 1-8, e com ele firma uma Aliança. Aliança, na verdade, é sinônimo de compromisso. Veja o gesto dos noivos quando recebem o sacramento do matrimônio: eles trocam alianças, ou seja, firmam um compromisso de fidelidade.

Deus utiliza-se de várias pessoas (Noé, Abraão, Moisés, Jacó, Davi, os profetas…), confirmando seu compromisso de Amor para com a humanidade. A partir do povo judeu ele se revela ao mundo. Portanto, Ele se utiliza deste povo para se tornar conhecido universalmente.

Quando Deus age pelos profetas, o escritor, inspirado pelo Espírito Santo, escreve tudo o que é verdade e conhecimento sobre Deus e sua vontade. Algumas profecias se revelam ao longo do tempo, como Isaías 7, 14 (escrito 700 anos antes de se cumprirem) e o Salmo 21, 19, que se revela em João 19, 23-24 (depois de aproximados 1000 anos). Vemos, então, que 1000 dias para Deus podem ser 1, e vice-versa, pois Ele é o Senhor do tempo, das vontades, dos movimentos!

Reflexões:

A.      Antes desse encontro, o que você pensava sobre a Bíblia? E o que você pensa sobre ela agora?

B.      Como Deus se revela hoje para nós?

C.      Com que frequência você lê a Bíblia?

D.      A nossa fé está somente baseada na Sagrada Escritura (ou seja, na Bíblia)?

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– A chance do Grêmio se redimir foi por vaia abaixo!

Eu era contra o clube como instituição ser punido com severidade por culpa de alguns poucos idiotas racistas. Os verdadeiros criminosos eram uma minoria, pensava eu inocentemente.

Depois de ontem, mudei de opinião.

Ao ver que o Grêmio nada preparou de especial para o jogo de ontem contra o Santos e o reencontro do goleiro Aranha (discriminado racialmente e ofendido como pessoa), creio que o clube deve ser responsabilizado pelos atos de sua torcida sim!

Ao invés da diretoria preparar algo reconciliatório, uma forma de se desculpar e mostrar que é contra o Racismo, nada fez. Que tal somente permitir famílias no estádio? Promover uma campanha anti-racista entre as crianças? Aplaudir a entrada de Aranha? Levar negros históricos que por lá jogaram?

Nada. Nada e nada.

A torcida vaiou e xingou Aranha do aquecimento até o fim. Parecia que ele não era vítima, mas vilão! Nas redes sociais, torcedores mais fanáticos alegavam que ele era, pasmem, “culpado pela desmoralização de uma moça trabalhadora e pela eliminação do Tricolor Gaúcho fora das 4 linhas”.

Revoltante. Não são homens de verdade… Triste e sem comentários.

Alguns, mais idiotas do que os idiotas do jogo anterior, xingavam protegendo a boca para não serem flagrados na leitura labial. Aí não dá.

Que se puna ainda mais. Mas como, se nas observações do jogo na súmula da partida, está redigido: “nada houve de anormal”?

Que chance o Grêmio perdeu em dar a volta por cima…

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– Alibaba mostrou sua força

No mundo dos negócios virtuais, o site de vendas Alibaba vem assombrando. Ainda “nascendo” no Brasil, o gigante chinês (que curiosamente tem nome árabe) começou a vender ações ontem e se tornou o mais valorizado do mundo: a empresa foi avaliada em 167,8 bilhões de dólares!

Uau…

Jack Ma, o seu folclórico dono, deve estar rindo a toa. Em negócios, o Alibaba já movimenta mais que a Amazon e o eBay juntos. Só em 2013, foram US$ 250 bi.

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– Árbitro do Jogo do Paulista vai para Jundiaí ou Rio Preto?

Marcos Cesar Philomeno, 40 anos de idade e só 5 anos de carreira, apitará Paulista x Independente no importante e decisivo jogo para o Galo de Jundiaí na Copa Paulista. Mas para a FPF, talvez o jogo seja para cumprir tabela. Em jogos profissionais, o árbitro tem pouquíssima experiência, trabalhando nas categorias profissionais (4a divisão) como árbitro reserva.

Pior de tudo: não é que ele foi escalado para este jogo as 10h no domingo, e ao mesmo tempo, está escalado em São José do Rio Preto as 10h15 para apitar uma partida sub 13?

Uma verdadeira piada… desconsideração total!

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– Prevenção de Drogas não está no Debate Eleitoral?

Vejo muita gente falando sobre a liberação ou não da Maconha. Na campanha política, ela aprece timidamente. Mas o que me deixa profundamente triste é que não há um presidenciável sequer que alardeou para campanhas de prevenção contra o uso de drogas.

Falar para pessoa que usar drogas faz mal para saúde é perder voto? Existe interesse por trás disso ou é puro descuido e esquecimento do plano de governo?

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– O Processo de Emburrecimento da Regra

Está cansando falar sobre a Mão na Bola e Bola na Mão. E parece que a CBF se esforça em complicar tais lances e tentar nos convencer de que o mundo está errado e ela está certa.

Pois bem: nesta quarta feira, a entidade divulgou um vídeo da CBF TV com a diretora da Escola de Árbitros Ana Paula de Oliveira ilustrando e explicando as alterações da orientação da Regra 12.

Para mim, uma tremenda “forçação de barra”. Chega a ser constrangedor o processo de “emburrecimento” promovido aos árbitros!

Explico de maneira didática: em qualquer infração, se deve avaliar 3 itens: Imprudência, Intenção ou Força Excessiva, exceto no uso indevido das mãos na bola (e entenda “mão” como mão ou braço), pois tal infração só se deve avaliar a INTENÇÃO.

A International Board alterou o Texto da Regra onde se fala em observar a “intenção” pelo termo “Mão Deliberada” e acrescentou nas diretrizes a necessidade de se avaliar o movimento anti-natural dos braços para se marcar a infração.

Ora, dá na mesma avaliar intenção ou mão deliberada, é apenas uma questão redacional! Deliberada, na língua portuguesa, quer dizer “proposital, de maneira intencional”. Mas para a CBF a palavra deve ter outro sentido ainda não compreendido! É incrível como alguns árbitros estão justificando a marcação de lances com a desculpa de que “não se avalia mais a intenção, e sim a mão deliberada”.

Ora bolas, estamos querendo enganar a quem? Intenção e deliberação são sinônimos. “Acidentalmente” é antônimo, e mão acidental não é pênalti.

O problema é a diretriz da regra: quando se usou o termo “anti-natural”, nada mais era do que observar se os braços tomam uma ação incomum numa bola que se aproxima. Por exemplo, uma bola que é chutada onde o reflexo natural é o jogador tentar tirar o braço: se ela vier muito rápida, provavelmente existirá o risco do braço bater nela pela velocidade do chute. Mas se for possível que o jogador desvie o braço e não o fizer, é essa a ação antinatural; assim como também é saltar com os braços esticados para cima da cabeça ou pular numa dividida com as mãos abertas desejando que a bola bata no braço.

Em suma, a FIFA quer que se tenha uma atenção a intenções disfarçadas e aí nascerá uma subjetividade muito grande.

No vídeo da CBF TV, há a explicação de que se deve marcar o pênalti em lances onde o atleta corre o risco de bater o braço na bola, e tal fala nos leva a lembrar da marcação de faltas por imprudência. Se um jogador vai tentar roubar uma bola, não consegue e acaba fazendo a falta sem ter tido intenção, é lance imprudente e deve ser marcada a falta. Mas nas faltas de mão não se pode usar a interpretação da imprudência! É somente a intenção, ou se preferir, a mão deliberada. O pior de tudo é avaliar e exibir no seu site como correto o lance de Fluminense x Palmeiras no Maracanã, usando-o como exemplo de pênalti a ser marcado. Como um atleta irá dar um carrinho legal na bola com os braços grudados ao corpo? A própria regra nos lembra: a posição dos braços (se estão abertos ou grudados ao corpo) não deve ser determinante para avaliar se foi pênalti ou não.

Isso tudo me parece teimosia em defender uma tese equivocada. Só no Brasil essa confusão está acontecendo! Alguém viu pênalti como esses defendidos pela CBF serem anotados na Copa do Mundo (que é o supra sumo do futebol)? Assistam ao Campeonato Inglês, Italiano, Alemão, Espanhol ou Francês: na última rodada, nenhum pênalti como esse foi marcado. E por aqui, só no Maracanã, em 2 jogos, 2 pênaltis errados (FLU x SEP e FLA x COR).

Ô assunto chato… E o gozado é que Sérgio Correa elogia a arbitragem do Brasileirão e no mesmo instante José Maria Marin chuta o balde criticando os erros dos árbitros na coletiva da convocação da Seleção.
Quem está com a razão?

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– O Processo de Emburrecimento da Regra

Está cansando falar sobre a Mão na Bola e Bola na Mão. E parece que a CBF se esforça em complicar tais lances e tentar nos convencer de que o mundo está errado e ela está certa.

Pois bem: nesta quarta feira, a entidade divulgou um vídeo da CBF TV com a diretora da Escola de Árbitros Ana Paula de Oliveira ilustrando e explicando as alterações da orientação da Regra 12.

Para mim, uma tremenda “forçação de barra”. Chega a ser constrangedor o processo de “emburrecimento” promovido aos árbitros!

Explico de maneira didática: em qualquer infração, se deve avaliar 3 itens: Imprudência, Intenção ou Força Excessiva, exceto no uso indevido das mãos na bola (e entenda “mão” como mão ou braço), pois tal infração só se deve avaliar a INTENÇÃO.

A International Board alterou o Texto da Regra onde se fala em observar a “intenção” pelo termo “Mão Deliberada” e acrescentou nas diretrizes a necessidade de se avaliar o movimento anti-natural dos braços para se marcar a infração.

Ora, dá na mesma avaliar intenção ou mão deliberada, é apenas uma questão redacional! Deliberada, na língua portuguesa, quer dizer “proposital, de maneira intencional”. Mas para a CBF a palavra deve ter outro sentido ainda não compreendido! É incrível como alguns árbitros estão justificando a marcação de lances com a desculpa de que “não se avalia mais a intenção, e sim a mão deliberada”.

Ora bolas, estamos querendo enganar a quem? Intenção e deliberação são sinônimos. “Acidentalmente” é antônimo, e mão acidental não é pênalti.

O problema é a diretriz da regra: quando se usou o termo “anti-natural”, nada mais era do que observar se os braços tomam uma ação incomum numa bola que se aproxima. Por exemplo, uma bola que é chutada onde o reflexo natural é o jogador tentar tirar o braço: se ela vier muito rápida, provavelmente existirá o risco do braço bater nela pela velocidade do chute. Mas se for possível que o jogador desvie o braço e não o fizer, é essa a ação antinatural; assim como também é saltar com os braços esticados para cima da cabeça ou pular numa dividida com as mãos abertas desejando que a bola bata no braço.

Em suma, a FIFA quer que se tenha uma atenção a intenções disfarçadas e aí nascerá uma subjetividade muito grande.

No vídeo da CBF TV, há a explicação de que se deve marcar o pênalti em lances onde o atleta corre o risco de bater o braço na bola, e tal fala nos leva a lembrar da marcação de faltas por imprudência. Se um jogador vai tentar roubar uma bola, não consegue e acaba fazendo a falta sem ter tido intenção, é lance imprudente e deve ser marcada a falta. Mas nas faltas de mão não se pode usar a interpretação da imprudência! É somente a intenção, ou se preferir, a mão deliberada. O pior de tudo é avaliar e exibir no seu site como correto o lance de Fluminense x Palmeiras no Maracanã, usando-o como exemplo de pênalti a ser marcado. Como um atleta irá dar um carrinho legal na bola com os braços grudados ao corpo? A própria regra nos lembra: a posição dos braços (se estão abertos ou grudados ao corpo) não deve ser determinante para avaliar se foi pênalti ou não.

Isso tudo me parece teimosia em defender uma tese equivocada. Só no Brasil essa confusão está acontecendo! Alguém viu pênalti como esses defendidos pela CBF serem anotados na Copa do Mundo (que é o supra sumo do futebol)? Assistam ao Campeonato Inglês, Italiano, Alemão, Espanhol ou Francês: na última rodada, nenhum pênalti como esse foi marcado. E por aqui, só no Maracanã, em 2 jogos, 2 pênaltis errados (FLU x SEP e FLA x COR).

Ô assunto chato… E o gozado é que Sérgio Correa elogia a arbitragem do Brasileirão e no mesmo instante José Maria Marin chuta o balde criticando os erros dos árbitros na coletiva da convocação da Seleção.
Quem está com a razão?

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– A Wikipedia da Militância?

Depois de jornalistas que criticaram a política econômica do Governo Dilma terem os seus perfis alterados na Wikipedia comprovadamente por funcionários públicos do partido da situação, agora a vítima foi Paulo Roberto Costa. E a máquina: de dentro da Petrobrás!

Parece que o esquema funciona assim: falou mal, uma militância fanática ataca. E ponto final.

“Torcedores” de partidos políticos estão mais fanáticos do que os mais fanáticos dos torcedores de futebol ou religiosos não ecumênicos. Que triste!

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– Convocações sempre trarão discussão!

Assisti a um pedaço do jogo do Zenit em Portugal pela Champions League. O atacante brasileiro Hulk foi o melhor em campo, jogou muito bem e fez gols. No dia seguinte, quando saiu a convocação de Dunga… Hulk não estava. Será que Tardelli é melhor do que o artilheiro do time russo? Aliás, em 2018, a Copa será lá!

Mas estavam Dodô e Mário Fernandes, que segundo o bem informado “Blog do Paulinho”, jogadores ligados ao empresário Kia Joorabchian, o mesmo iraniano da MSI.

Isso não quer dizer nada. Ou quer dizer muito?

Talvez. Como no futebol as críticas e teorias conspiratórias surgem aos montes (algumas com razão, outras sem) não há dúvidas de que haverá alguma reclamação cruzeirense ou corinthiana pela não convocação de são paulinos e colorados, além, claro do desfalque de seus atletas por 3 rodadas.

Fico pensando: o clube gosta ou não que seu atleta seja convocado? O que deve pensar o Santos, ao ver seu jogador mais caro, Robinho, não trabalhando tanto tempo para ele que é seu empregador e enchendo os cofres da CBF?

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– Escócia fora do Reino Unido muda o quê?

A Escócia votará hoje se quer deixar de ser uma nação pertencente ao Reino Unido. Alguns ultranacionalistas defendem a saída, alegando que o país seria mais rico e melhor atendido socialmente. Outros chegam a dizer que deixariam de ser uma colônia da Inglaterra (o que na prática não é).

Na verdade, parece mais populismo dos políticos de lá. E isso acabará reabrindo outras discussões de regiões autônomas, como Flandres/Bélgica, Qebec/Canadá e Catalunha/Espanha.

Aqui no Brasil, sinceramente, não muda nada!

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– Vergonha de quem?

Emerson Sheik e Valdívia protagonizaram o debate futebolístico nesta quarta-feira a noite.

O botafoguense havia recebido Cartão Amarelo e depois deu uma “patada” no adversário, recebeu a 2a advertência e foi expulso. Ao sair, procurou uma câmera de TV e disse que “a CBF é uma vergonha”. Tem lá suas razões, mas a hora foi inapropriada. Vergonha não é levar cartão vermelho tão infantilmente, sendo ele um jogador que adora ser taxado de experiente e malandro?

o palmeirense que tanto se ausenta do campo por inúmeras lesões e confusões, pisou no seu adversário e levou Vermelho. Brunoro, dirigente do Palmeiras, creditou a expulsão como erro do árbitro. Ora, não é vergonhoso o Palmeiras ser tanto auto-prejudicado mantendo um jogador tão caro que se tornou motivo de gozação e de prejuízo ao clube? Aliás, tenho curiosidade: quanto custou cada minuto jogado por Valdívia em 2014 aos cofres alviverdes?

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– Brigas no Centro de SP

A reintegração de posse em meio aos violentos invasores transformou a capital paulista em cenário de guerra.

Como é que alguém pode invadir algo que não é seu?

Em época de eleição, isso assusta e muito. Parece que o país, o estado e a cidade estão sem comando. Que bagunça!

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– Pato será o Courtois brasileiro no domingo?

No próximo final de semana teremos o primeiro Majestoso no Itaquerão: Corinthians x São Paulo jogarão pelo Campeonato Brasileiro.

Eis que Alexandre Pato, cujos direitos federativos pertencem ao Corinthians mas que está emprestado ao São Paulo, está impedido de jogar por cláusula contratual. Exceto se o Tricolor Paulista pagar uma altíssima multa ao Timão.

Porém, no último domingo, após boa atuação contra o Cruzeiro, o atacante disse (assim como fez no primeiro turno), que tinha 90% de chances de jogar.

Será que o são-paulino terá a multa paga?

Uma segunda e possível hipótese, não tão alardeada: a recente determinação da UEFA (que poderia ser alegada por aqui, já que a FIFA não se manifestou contrária) de que jogadores emprestados sempre estariam livres para jogar quando enfrentassem a agremiação detentora dos seus direitos.

Está na memória o fato ocorrido em abril deste ano: Thibaut Courtois, goleiro belga pertencente ao Chelsea, foi emprestado ao Atlético de Madrid para a última temporada com a cláusula de que, caso as equipes se enfrentassem em qualquer competição, estaria proibido de ser escalado.

E não é que os Colchoneros enfrentaram os Blues na Liga dos Campeões da Europa nesse ano? Antes dos jogos, a UEFA invalidou tal cláusula e criou uma jurisprudência interessante. E não só Courtois jogou, como o Atlético eliminou o Chelsea e jogou a final da Champions contra o Real Madrid.

O pulo do gato seria esse, ou o São Paulo não ousaria arriscar?

Deixe seu comentário:

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– Resumo das Arbitragens dos 4 Clubes Paulistas nesse final de semana:

Amigos, aqui estão os links sobre as análises das arbitragens (erros e acertos) dos jogos dos times grandes do Estado de São Paulo nesse final de semana:

  1. Sab 18h30) FLUMINENSE 3 X 0 PALMEIRAS- http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/26731/fluminense-3×0-palmeiras-o-pnalti-da-discrdia
  2. Sab 21h00) SANTOS 2 X 1 CORITIBA- http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/26732/santos-2×1-coritiba-e-o-gol-bem-anulado
  3. Dom 16h00) FLAMENGO 1 X 0 CORINTHIANS- http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/26738/flamengo-1×0-corinthians-e-a-bobagem-de-luxemburgo
  4. Dom 16h00) SÃO PAULO 2 X 0 CRUZEIRO- http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/26739/so-paulo-2×0-cruzeiro-e-a-pipocada-de-vuaden

Lembrando: todas as opiniões em contrário são respeitadas!

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– Festa de Nossa Senhora das Dores

Hoje é um dia de muita alegria para a Comunidade Católica: recorda-se de Maria na veneração de #Nossa #Senhora das #Dores. Tal devoção possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de #Deus que encontramos as sete dores de #Maria:
1) o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o seu #Coração Imaculado;
2) a fuga para o #Egito;

3) a perda do #Menino #Jesus;
4) a Paixão do #Senhor;
5) crucifixão, 6) morte e 7) sepultura de #JesusCristo.

Nós, como #Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima#Virgem participou ativamente da Redenção de#Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do #Amor.
Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

(extraído de cancaonova.com)

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– São Paulo 2 x 0 Cruzeiro e a Pipocada de Vuaden

A arbitragem de Leandro Pedro Vuaden na tarde de domingo no Morumbi lembrou seu início de carreira em alguns momentos: deixava o jogo correr e não marcava “faltinhas bobas”. Em outros lances, voltava ao “caiu, marcou”.

Em geral, foi muito bem tecnicamente, mas um lance me chamou a atenção: a não aplicação do cartão amarelo ao zagueiro Dedé quando cometeu pênalti!

Nem todo lance de pênalti é para cartão amarelo. Mas naquela ocasião, o calço aplicado em Ganso é o clássico lance de advertência por ação temerária. Ele para deliberadamente a jogada, e isso é cartão amarelo seja na lateral do campo, no meio do gramado ou na grande área.

Não quero pensar que a aplicação da advertência (que seria a segunda de Dedé no jogo) e que resultaria no cartão vermelho teve como condicionais:

– as duas recentes reclamações formais do Cruzeiro à Comissão de Arbitragem chiando dos árbitros e publicamente divulgadas pela imprensa;

– o fato de ser ainda no 1o tempo;

– a acomodação pelo fato do jogador já estar amarelado e não querer “prejudicar” o time.

Em consequência disso, Kaká foi advertido com Amarelo por reclamação – e, para tristeza dos sãopaulinos, cartão correto pelo exagero dos protestos. Parecia até que o pênalti não houvera sido marcado!

Ficará na curiosidade do torcedor: e se o Cruzeiro jogasse o segundo tempo com 10 atletas? Teríamos mais gols ou a Raposa se fecharia e não levaria o segundo tento?

A resposta seria puro “achismo”…

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