– Gasolina e Diesel no Brasil custam de 15 a 24% mais do que no Mercado Internacional

Está na capa dos principais jornais desta 3a feira: enquanto que no Exterior o preço dos combustíveis está em queda, aqui no Brasil existe a tendência de alta. Seja em aumentos oficiais, no realimento de preços devido à nova formulação ou ainda para recuperar as perdas da Petrobrás, a sede de aumento não cessa. Até na volta do imposto “da CIDE” se fala.

Nos últimos 12 meses, no Golfo do México houve queda de 32% do preço. Em comparação aos estrangeiros, a média é de 20% dos preços mais alto!

Pois é, e se os bilhões desviados da Petrobrás não tivessem ocorrido?

Revoltante…

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– Faculdade com clima de Escolinha Infantil? Funciona!

Olha que bacana: na Folha de São Paulo do último sábado (29/11/14, pg 8, Cotidiano), Fábio Takahashi entrevistou o renomado Professor Richard Miller, que atesta: sala de aula deve ter clima de pré-escola!

Abaixo:

ALUNOS PRECISAM INTERAGIR SEMPRE

Para que os estudantes consigam aproveitar da melhor forma suas aulas, o clima da classe deve ser de pré-escola. Mesmo num curso de engenharia, afirma o professor Richard Miller, 55.

É o que ele tenta aplicar como presidente do Olin College, considerada uma das faculdades mais inovadoras dos Estados Unidos.

Aberta em 2002, a escola já é considerada a terceira melhor de engenharia nos EUA entre as que não possuem pós-graduação, segundo o US News (o principal ranking americano).

A experiência fez com que o Insper, uma das melhores faculdades de administração no Brasil, contratasse o Olin para ajudar a desenhar sua escola de engenharia, que será aberta em fevereiro.

A base do Olin, localizado próximo a Boston, é formar seus 350 estudantes a partir do trabalho em projetos.

A comparação com a pré-escola feita por Miller se dá porque nas aulas os estudantes interagem o tempo todo, trabalhando em equipe -e com muito falatório.

Miller esteve na semana passada no Brasil em seminário da Confederação Nacional das Indústrias, que discutiu mudanças nos currículos das engenharias.

A seguir, trechos da entrevista dada à Folha por Miller, que é pós-graduado no MIT e na Caltech, duas das melhores faculdades do mundo.

Folha – Quais as principais características do Olin College?

Richard Miller – Há insatisfação na forma como os engenheiros têm sido preparados.

O currículo comum no mundo tem muito de ciências naturais e matemática.

Entretanto, quando você vê o que o mercado precisa, é mais do que ciências naturais. O que se precisa é de um engenheiro com habilidades em relacionamento pessoal, que saiba formar equipes com pessoas de diferentes origens. E que também pense de forma empreendedora, pense sobre custos, retornos.

Para termos certeza que não seríamos como as outras escolas, para que não caíssemos nas mesmas armadilhas, o Olin tem uma estrutura diferente. Não há departamentos, como de matemática, de história, de filosofia. Somos organizados de forma totalmente interdisciplinar.

Quais são os resultados?

90% dos nossos alunos se formam em quatro anos. Dos que se graduam, 40% seguem para a pós-graduação; 25% destes vão para Harvard, Stanford ou MIT.

Para os que não vão para a pós-graduação, os empregadores dizem que é como se tivessem muitos anos de experiência logo que chegam. Isso é por causa do tipo de educação que damos. Em Olin, cada estudante formado completou de 10 a 20 projetos durante o curso.

O sr. acha que o modelo pode ser replicado em larga escala?

Sim. Estudantes querem ser criativos, trabalhar em grupo. Nossa forma de estruturar a educação é que tem sido muito confinada, limitando a criatividade, forçando uma baixa cooperação.

Por exemplo, a ênfase em testes faz com que os alunos fiquem desestimulados a cooperar. [Numa prova] isso é considerado trapaça [cola].

Em nosso ambiente, as classes são muito diferentes.

Elas se parecem mais com uma pré-escola, com muitas cores, e não é quieto, as pessoas estão falando o tempo todo.

O que estamos fazendo é tentar fazer as pessoas terem ideias originais.

Qual sua impressão sobre as universidades brasileiras?

Acabei de chegar de uma visita ao ITA [Instituto Tecnológico de Aeronáutica], a qualidade dos alunos é de nível mundial. Eles teriam sucesso em Stanford, MIT ou Caltech.

O ITA faz excelente trabalho em ensinar ciências básicas para engenharia, mas agora está com interesse em inovação, empreendedorismo. Tenho contato também com pessoas da Unicamp, da UFMG. Estou impressionado com a seriedade dos cursos.

O que me preocupa é que os cursos são oferecidos apenas em português. É muito limitante.

Se eu tivesse um varinha mágica, abriria o país para recrutar gente das melhores universidades do mundo. Estamos falando em ter a melhor educação possível.

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– Percebeu a Manifestação Divina?

Extraído de William P. Young, escritor do best seller “A Cabana”: Texto ecumênico que independe se você é judeu, cristão, muçulmano…

Acho que todos nós já tivemos uma experiência sobrenatural, que está escondido no dia-a-dia. Um pôr-do-sol, um arco-íris ou o choro de um recém-nascido podem ser experiências sobrenaturais. (…) Deus fala comigo por meio da minha família, dos meus amigos ou até mesmo de inimigos. Não há motivo pra separar as experiências sobrenaturais dos pequenos encontros com Deus que ocorrem em nossa vida cotidiana. Deus está presente em todos os momentos. Acreditar no sobrenatural é fácil demais. O mais difícil é encontrar a espiritualidade é na vida real. É preciso trabalhar duro.”

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– Marcelo de Lima Henrique zarpando para novos desafios.

E o árbitro carioca Marcelo de Lima Henrique, que perdeu injustamente o escudo FIFA, está de partida: apitará no Campeonato Pernambuco, onde será mais um dos árbitros que trocam o estado natal contratados como atração.

E ele está certo! Sou do tempo que o bom árbitro encerrava a carreira com 45 anos (a idade limite) apitando uma das decisões nacionais, despedindo-se do escudo FIFA. Sempre foi uma questão de respeito! Hoje, isso mudou. Se o árbitro não tem idade para duas Copas do Mundo, fica de escanteio, desprezado…

E é justamente incoerente! Quando o árbitro está experiente, respeitado pelos jogadores e com o nome consagrado, é alijado da FIFA e algum jovem assume sua vaga, sem ter feito por merecer.

Para ser FIFA, tem que ter apitado Majestoso, Fla-Flu, Grenal ou algo que o valha. Hoje, o cara vai para a FIFA sem ter pisado no Maracanã ou no Morumbi!

Boa sorte, Marcelo! Sucesso no novo desafio.

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– Richarlyson vai encerrar a carreira por causa do juiz?

Pensei que era simples reclamação pós-jogo… mas não. Eis que Richarlyson declara que encerrará a carreira por culpa dos árbitros!

Intempestividade de Ricky ou perseguição verdadeira?

Veja a declaração do jogador à Sportv logo após a derrota contra o Flamengo:

Eu particularmente encerro minha carreira aqui. A gente veio para brigar e ver o que o senhor Elmo fez hoje… Não venho representar uma equipe como o Vitória para ver o que o Elmo fez hoje. A convicção que marcou o gol do Flamengo valeu. Foi um ponto positivo, ok. Mas convicção para não marcar o pênalti a nosso favor foi impressionante. Não vim a passeio, não vim brincar de passear. Não tenho culpa de eles não serem profissionais. Não estou generalizando, tem árbitros bons. Mas o que eles fizeram aqui… Era o jogo da nossa vida, o que esse cara fez hoje aqui, que Deus abençoe a vida dele. Que o Vitória siga seus passos. O que o Sr. Elmo fez aqui não vale nada.  A torcida não merece isso. Somos homens, mas o que ele fez… (…) Estávamos jogando a partida da nossa vida. Mas não passo mais por isso. O futebol foi muito grato por onde passei. Não vou deixar que árbitros como esse façam isso com minha carreira. Não vou mais passar por isso. Encerro contra o Santos. Passar a vergonha que passei hoje, sem poder fazer nada porque o poder está nas mãos dele. Minha última partida vai ser no Barradão.

Eu acho que Richarlyson não está encerrando a carreira por culpa do seu relacionamento com os árbitros. E você?

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– Boleiros e comportamentos distintos no final de semana

É lamentável que os jogadores de futebol tenham comportamentos tão distintos e até de certa forma, condenáveis em alguns casos e louváveis em outros.

No sábado, Lúcio arranjou confusão dentro de campo e após o apito final “quase foi para cima” do jornalista da Sportv. No Internacional/RS ele era um bom zagueiro, mas nada de taxá-lo como craque. No Bayern, se destacou pela força física ao dar suas disparadas da defesa ao ataque, chegando assim à Seleção Brasileira. Na Itália, “fez água”… No São Paulo, ficou marcado pelo péssimo comportamento extra-campo e no difícil trato. No último final de semana, pelo Palmeiras, deu mostra de temperamento exacerbado.

Me parece contraditório o atleta ser um dos líderes do pacífico movimento de Atletas de Cristo (e nada contra a prática religiosa) e ter um comportamento incoerente. “Cristão” é ser um “novo Cristo” e imitar os gestos de Jesus. Lúcio parece não o fazê-lo tão dignamente… e dessas atitudes surge a inevitável comparação com Marcelinho Carioca, que pregava algo e praticava coisa diferente.

Na outra ponta, vemos Rogério Ceni em uma brilhante entrevista fazendo um mea culpa do episódio em que se envolveu em uma relação extraconjugal e dela nasceu um filho. O goleiro falou abertamente que se arrepende e condena o ato em si (a traição ao seu casamento), assumindo toda a responsabilidade da paternidade da criança – e, principalmente, em exercê-la como já o faz com suas outras duas filhas (já havíamos falado da coragem do são-paulino em: http://wp.me/p4RTuC-c2Q).

Comportamentos distintos e que nos trazem à reflexão: jogadores de futebol têm um bom suporte psicológico, assistencial ou orientação adequada para as dificuldades extra-campo?

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– Trabalhadores e suas Expertises

Intelectual aluga o Cérebro, Trabalhador Braçal aluga os músculos, Prostituta aluga a fantasia

Ruth Escobar

Cada um faz o que pode na oferta de trabalho. Concorda ou discorda desta lógica?

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– Análise da Arbitragem de Fluminense 5 x 2 Corinthians

Quem ouviu a entrevista pós-jogo do treinador Mano Menezes dizendo que a arbitragem “estava com vontade de marcar algumas coisas” e deixando nas entrelinhas que o árbitro Wilton Pereira Sampaio prejudicou de caso pensado o Corinthians, pode achar que a atuação do juiz foi do mesmo naipe que a de Carlos Amarilla no inesquecível Corinthians x Boca Juniors. Calma lá! Não foi bem assim…

“A lá” Felipão, insinuando que o Campeonato Brasileiro era de “cartas marcadas”, me parece que o treinador corinthiano quis desviar os erros de finalização da sua equipe escondendo-se atrás da arbitragem. Vamos falar sobre os lances polêmicos?

LANCE 1 (1o tp) – aos 10 minutos, Fred e Gil vão disputar a bola e Fred descaradamente se joga simulando pênalti. Wilton Sampaio não dá uma de Nishimura e manda o jogo seguir (o lance foi idêntico ao da Copa do Mundo). Acertou tecnicamente. O erro do árbitro foi não aplicar o cartão amarelo ao atacante.

LANCE 2 (1o tp) – aos 35 minutos, Fred marca de cabeça após o cruzamento de Conca e a arbitragem marca impedimento. Correto.

LANCE 3 (1o tp) – aos 46 minutos, Malcom cobra o escanteio, a bola chega à grande área e volta para ele sozinho, no canto do campo. Impedimento mal marcado, já que a bola voltou de uma cabeçada do jogador do Fluminense e, portanto, não há impedimento. Errou o árbitro em um lance não tão relevante.

LANCE 4 (2o tp) – aos 17 minutos, Conca entra na área e Gil vai tentar roubar a bola. Na disputa, Conca cai e o árbitro muito bem posicionado marca pênalti. A priori, o lance parecia ter sido de disputa de bola leal, onde Gil não atinge o pé de Conca. Observando atentamente, se verifica que a infração não foi ali, mas sim no momento em que o corinthiano obstrui o adversário com a perna esquerda travando a sua passagem. Faltinha boba, infantil. Sendo dentro da área, pênalti. Acertou o árbitro.

LANCE 5 (2O tp) – Fábio Santos comete infração em Kennedy. Falta ou pênalti? Entenda: a falta aconteceu fora da área e o jogador caiu dentro. Portanto é tiro livre direto fora da área, pois as infrações devem ser marcadas onde elas “terminam de acontecer”, e não onde o jogador cai. Só para ilustrar: se Fábio Santos hipoteticamente tivesse começado a agarrar Kennedy fora da área e continuasse o segurando até ele entrar na grande área e ali se desequilibrasse, pênalti pois ali se consumiu o lance. Não foi o caso do ocorrido. Errou o árbitro.

LANCE 6 (2o tp) – aos 37 minutos, após a cobrança de escanteio para o Corinthians, a bola vem pelo alto, Petros não sobe e firma o corpo no chão. O jogador Edson do Fluminense está em disputa de bola e tromba com ele, numa quase “cama-de-gato”. Falta para o Fluminense e o árbitro inverte, marcando pênalti para o Corinthians. Errou o árbitro.

Dos 6 lances polêmicos, 5 eram capitais (o lance 3 do escanteio de Malcom foi de pouca importância); destes, a arbitragem acertou 3, errou um pênalti contra o Corinthians e errou outro contra o Fluminense.

Segundo Mano Menezes, esses erros determinaram a derrota por 5 x 2. Foram mesmo?

Nos minutos 1, 3, 4 e 5 do 2o tempo, tivemos 4 importantes lances de ataque do Corinthians em erros de finalização que poderiam ter matado o jogo. Como não soube matar…

Me preocupa muito que os dois ex-treinadores da Seleção Brasileira imputam sobre as costas da CBF a responsabilidade das suas falhas, insinuando que seus jogos são decididos por má intenção premeditada do mesmo ex-empregador deles.

É muita choradeira nessa reta final de Brasileirão.

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– Dia de Folga Digital?

Domingo, teoricamente dia de descanso. Deixei programada essa mensagem apenas para dizer: hoje folga de celular, emails e redes sociais. De eletrônicos em geral!

Faça o mesmo!

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– Catequese do Sacramento da Confirmação: a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

Dando continuidade aos nossos encontros semanais da catequese do sacramento do Crisma, falaremos hoje com nossos crismandos sobre a Paixão de Cristo:

PAIXÃO E RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Durante a vida pública de Jesus, muitos poderosos queriam prendê-lo, condená-lo e matá-lo. Muitos nem queriam que Jesus nascesse com medo dele ser um rei. Os poderosos da época achavam que Cristo era um líder político, usando da religião para tirar proveito e não reconheciam seus milagres. Toda a bondade de Jesus levou-o a conseguir rancor das autoridades romanas, que não acreditavam em Deus e tinham prazer em dominar o povo.

Em Mateus 21, 1-11, vemos Jesus chegando a Jerusalém montado em um jumentinho. O povo que via as obras de Cristo o aclamava, cantando “Hosana” (que significa “Louvores, Glória”) e balançavam palmas, que representava uma homenagem. Este gesto é lembrado por nós no Domingo de Ramos.

Durante sua estada em Jerusalém, Jesus contou inúmeras vezes sobre o julgamento final. Muitas pessoas contam diversas impressões sobre o final dos tempos. Jesus contou-nos como isso acontecerá em Mateus 25, 31-46.

Reflexão 1: como e de que jeito você imagina que será o fim do mundo?

Em Marcos 14, 1-2 vemos os primeiros planos de se prender Jesus como um marginal. Porém, a principal colaboração para o se tramar a prisão de Cristo vem com Judas: veja em Mateus 26, 14-35.

Reflexão 2: você já passou por alguma situação em que vai se prejudicar, mas aceita passar por ela para ajudar um amigo? E se essa pessoa não é tão amiga?

Veremos agora o exemplo que Cristo nos dá de servir ao próximo. Ele diz que veio ao mundo para servir, e lava os pés dos discípulos como exemplo para que eles também sirvam ao próximo – João 13, 1-20. Celebramos na Quinta-Feira Santa a chamada Missa de Lava-pés.

Reflexão 3: o que vocês acham de luxúrias e ostentações? E de pessoas que se orgulham por ter autoridade, poder, e que gostam de ser servidas?

Passemos à Santa Ceia. Jesus, reunido com os apóstolos, faz a última refeição, e pede que nos lembremos de celebrar a Partilha do Pão e do Vinho freqüentemente, pois Ele próprio (Cristo) estará presente fazendo do Pão o seu Corpo e do Vinho seu Sangue, como sinal de uma Nova Aliança entre Deus e os homens. É a instituição do Sacramento da Eucaristia, onde temos o relato em Mateus 26, 17-29.

Cristo tinha natureza humana e divina. Era Deus que se fez homem. Por isso, temos o relato que Jesus também ficou agoniado com toda a dor a qual saberia que teria que enfrentar pela salvação dos homens. Então Ele se retirou e foi orar no Monte das Oliveiras – Lucas 22, 39-46.

Reflexão 4: Quando você está agoniado, o que você costuma fazer?

Toda a prisão de Jesus, seu injusto julgamento e crucificação estão relatados em Marcos 14, 43-65 e Capítulo 15, onde é possível observar os comentários sobre a injusta condenação do Salvador.

Em João 20, 1-18 vemos Maria Madalena indo de encontro a Cristo ressuscitado. É o início das aparições de Cristo que permanece conosco por quarenta dias.

Reflexão 5: A cruz de Cristo simboliza o peso dos pecados do mundo sobre as costas de quem era Santo. E hoje: você vê pessoas que tem “cruzes pesadas para carregar”? Fale sobre isso:

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– Quando pode ou não pode treinador/jogador receber informação externa em um jogo de futebol?

Muita confusão sobre uma possível irregularidade do São Paulo FC antes das cobranças de pênalti na semifinal da Copa Sulamericana. Supostamente, o comentarista de arbitragem da Rede Globo dissera que Rogério Ceni não poderia ver as imagens do histórico de cobranças de tiros penais do adversário em um laptop antes do início das mesmas. Como não assisti a transmissão da emissora, não posso confirmar o dito. 

Mas afinal: PODE ou NÃO PODE VER IMAGENS?

Vamos lá: durante uma partida de futebol, é vetado o uso de comunicação eletrônica (vide a evolução desta proibição e suas curiosidades no link: http://t.co/Wqg9UWLXrg). Lembrando que precisamos definir o que é esse “durante a partida”: ou seja, durante os dois tempos de 45 minutos. Não confunda isso com a autoridade do árbitro, que começa a partir do momento em que ele adentra ao campo e se estende até a sua saída, depois do apito final.

Portanto, não se pode usar comunicação eletrônica enquanto o jogo está correndo. Mas:

– Antes do apito inicial e durante o intervalo do 1o ao 2o tempo, não há problemas.

– No intervalo entre o fim do tempo normal e o início da prorrogação ou de cobrança de pênaltis (quando isso ocorre), idem.

Precisamos entender que durante a bola rolando, não pode. Entenda “a bola rolando” os dois tempos de 45 minutos ininterruptamente.

Claro que:

– quando uma bola sair para a linha de fundo e existir aquele tempo de jogo parado para o reinício da partida com o tiro de meta não pode;

– também não pode durante a parada para a hidratação quando ela existir, já que aquela pausa é exclusiva para tomar água e os treinadores NÃO PODEM sequer dar orientações técnicas;

– e por fim quando acabar o 1o tempo da prorrogação não pode, já que não há intervalo e o 2o tempo deve ser reiniciado assim que as equipes trocarem de lado.

Seria incoerente não poder usar as imagens depois que o jogo se encerrar e existir o tempo de intervalo até o sorteio da prorrogação e/ou definição de quem baterá os pênaltis. Se quando acaba o 1o tempo de um jogo, os jogadores vão ao vestiário, recebem orientações, assistem rapidamente a replays de lances polêmicos e dos próprios erros, qual o impedimento ao final dos 90 minutos? Feriria até mesmo o Espírito da Regra! Ou vai querer que um 4o árbitro acompanhe a equipe dentro do seu vestiário a fim de proibir o uso de comunicação eletrônica?

A partir do momento em que uma etapa é encerrada e os atletas podem sair de campo e receber orientação, não há nada de irregular. Resumidamente, o problema é:

– durante a bola rolando nos 90 minutos de um tempo normal,

– dos 30 minutos da prorrogação ou

– durante a cobrança dos tiros penais.

Sendo assim, que a comunidade são-paulina não se preocupe em punição da Conmebol, pois não houve irregularidades.

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– Labirintite e Menisco…

Detesto lamentar, mas hoje a crise de labirintite e os joelhos em recuperação estão me tirando do sério.

Enfezado… Contando até 10, 20, 30 e por aí vai.

Paciência e muita calma nessa hora.
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– Mala Preta e Mala Branca

Chegamos às rodadas finais do Brasileirão, e o assunto volta à tona todo ano: a Mala Preta e a Mala Branca no futebol.
A Mala Preta é crime. Subornar um trabalhador para prejudicar sua empresa (no caso, derrota proposital ao time que trabalha) é condenável. Mas e para ganhar?
A Mala Branca (dinheiro para vencer) é o custo da incompetência do Clube. Quem dá, assume que não teve condição técnica e precisa dar premiação a um clube co-irmão para tentar a vitória. Já quem recebe, demonstra a hipocrisia de quem poderia e deveria vencer em condições normais, mas só o faz por grana extra.
Como é que fica o jogador que vê a premiação que teoricamente seria sua indo a um outro time?
Seria ilegal o incentivo à vitória? Não sei, juridicamente falando. Mas é imoral?
Algumas teses sobre isso pipocam por aí: uma delas, talvez a mais polêmica, é a de que quem pega grana para ganhar estaria suscetível a aceitar dinheiro para perder.
O que você pensa sobre isso?

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– Messi renovou ou não? Quanto ganhará? E se Pelé ainda jogasse?

Lionel Messi está em vias de acertar o seu futuro. Na negociação de renovação com o Barcelona (que está em andamento), há a preocupação com as ofertas dos “novos ricos bancados por mecenas”: Manchester City, Chelsea e PSG, que estariam interessados no craque. Agora, surgiu um suposto interesse no arquirrival Real Madrid.

Boato ou não?

E os valores?

Especula-se que as cifras do novo contrato do argentino com o time catalão seriam de € 20 milhões por ano; ou, se facilitar para entender quão grande é esse montante, daria 1.6 milhões de euros por mês. Se preferir, saiba que isso dá € 59.523,00 por dia de serviço.

Agora, transforme isso em reais e perceba: enquanto você leu esse texto (mais ou menos 1 minuto de leitura), Messi embolsaria R$ 160,00 (o que dá quase € 2.500 por hora – e não é “hora trabalhada”, é simplesmente por hora mesmo).

O futebol perdeu a noção do dinheiro, sem dúvida alguma. Nessa lógica, no auge da carreira, quanto ganharia Pelé nos dias atuais?

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– Empreiteiras com Medo e os usos e costumes?

Agora foi a vez da Mendes Júnior se antecipar e, antes de aparecer como mais uma das construtoras corruptas no escândalo do Petrolão, dizer que deu dinheiro ao doleiro Youssef “por medo de perder contratos com o Governo”.

Esse escândalo enoja o país. Pena que tudo o que foi revelado nos últimos dias não aconteceu há 1 mês. Até a presidente da Petrobrás Graça Foster admitiu saber de corrupção e nada fez!

Dilma repetirá o mesmo que Lula disse como um mantra durante 8 anos, de que “não sabia de nada”?

Fernando Baiano, o articulador entre estatais e empreiteiras, alegou que “em qualquer cidade pequena do interior, mesmo que existam 4 fiscais, já existe corrupção”. Quiçá nas grandes obras desse país!

Será inevitável relacionar os partidos políticos em sua maioria como grandes lavanderias de dinheiro, já que essa grana não pode aparecer nos balanços com a verdadeira origem: propina.

É duro ver que a honestidade está passando longe da classe política, e que o roubo se institucionalizou. Calcula-se que tenha sido gastos 30 bilhões de reais só na Petrobras em contratações sem licitação.

Já imaginou se todos fossem HONESTOS, quanta verba para a construção de escolas, hospitais e obras de infraestrutura teríamos a disposição?

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– Dunga, o “Cavalheiro” das Entrevistas!

E o Dunga?

Como treinador, tem padrão tático, bons resultados, é trabalhador, mas…

Um tremendo estúpido nas entrevistas! Perguntado sobre Neymar (enquanto titular) sendo capitão da Seleção, quem seria o detentor da braçadeira caso ele não jogasse, respondeu porcamente (e de maneira vazia) que “era tudo planejamento, que estava na cabeça dele, que a imprensa não precisaria saber, que dependeria do momento segundo os seus cálculos”, blábláblá.

Perguntado a Neymar sobre o gesto de Thiago Silva, disse que “foi por instinto.

Alguém está mentindo, ou agora se planeja o instinto?

Aliás, Dunga precisa responder com raiva uma simples pergunta como essa? Jornalistas também precisam ser respeitados, afinal, estão lá não pela simpatia do treinador da Seleção, mas a trabalho.

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– E se a idéia de Fergunson vingasse no Morumbi?

Tivemos nesta última 4a feira uma emocionante decisão na semifinal entre São Paulo x Nacional pela Copa Sulamericana.

Apesar de ter jogado bem, o Tricolor ganhou só de 1 x 0 e teve que decidir nos pênaltis o seu futuro, já que perdeu na Colômbia pelo mesmo placar. Durante as cobranças, houve escorregão, falha, emoção e, para os são-paulinos, decepção por conta da vitória do adversário.

– E se a idéia do ex-treinador do Manchester United e hoje consultor da UEFA, Sir Alex Fergunson, tivesse sido aplicada aqui?

Explico: A UEFA estuda a proposta de Fergunson para que as cobranças de pênaltis, em jogos decisivos, sejam realizadas ANTES das partidas. Tal medida diminuiria o nervosismo dos cobradores, não se criaria um “vilão” da última cobrança e as equipes poderiam entrar em campo sabedoras de quem seria a vencedora do jogo eliminatório caso o resultado da partida levasse às cobranças dos tiros penais – já disputados.

Em um imaginário cenário em que o jogo começasse com o Nacional já tendo vencido as cobranças, será que a escalação de Muricy Ramalho seria diferente?

Sobre a discussão na UEFA, o link está em: http://wp.me/p55Mu0-kw

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– Roto falando do Esfarrapado?

A não-eliminação do famoso ponto de tráfico a céu aberto chamado de Cracolândia, em SP, é uma vergonha ao cidadão.

Pessoas drogadas misturadas a bandidos, zumbis em meio a meliantes, e tudo feito sem constrangimento.

Pura indignidade humana!

Leio que o prefeito paulistano Fernando Haddad criticou o policiamento na região. Sim, realmente deve ser criticado, bem como o próprio Haddad, mentor do bolsa crack, cujo propósito era dar dinheiro ao viciado para que ele o empregasse em outra coisa que não fosse a droga.

Conclusão: com mais grana no bolso, o viciado passou a consumir mais, o preço do crack aumentou e a violência se manteve absurdamente alta.

Durma-se com um barulho desse…

Ninguém fala em recuperar o logradouro e promover um mega programa de desintoxicação dos viciados?

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– Real Madrid: quando o dinheiro fala mais alto que a fé e a tradição!

Futebol cada vez mais é business. Prova disso é que as tradições dos clubes passam a ser suplantadas por excepcionais acordos mercadológicos.

Um atual exemplo é o espanhol Real Madrid. O poderoso clube acaba de vender por R$ 1,2 bilhão o naming rights do seu estádio à petrolífera Ipic, dos Emirados Árabes. O atual nome Santiago Bernabéu Yeste (ex-soldado franquista condecorado, ex-jogador de futebol que defendeu o clube e considerado o maior presidente da história do time madrilenho) perdeu a vez para o dinheiro árabe.

Ontem, outra prova de força monetária frente a tradição: o Real Madrid mudou o seu escudo, em troca da parceria com o Banco Nacional de Abu Dhabi, que lhe financiará 2,5 bilhões para a construção de um resort em uma ilha, o Parque Temático “Real Madrid Resort Island”, além do lançamento de cartões de créditos globais. A exigência é de que a cruz sobre a coroa real fosse retirada já que os patrocinadores muçulmanos não estariam felizes por bancar alguém que carregasse um símbolo cristão.

E aí, o que lhe parece tudo isso?

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– Aumento dos Combustíveis pela CIDE?

Está na capa da Folha de São Paulo: a presidente Dilma Rousseff planeja a volta da CIDE, aquele nefasto “imposto dos combustíveis”. Segundo o jornal, o Ministro da Fazenda Guido Mantega calcula que com ele as contas públicas possam se reequilibrar.

Sabem quanto centavos impactava nos combustíveis a CIDE?

Na Gasolina, R$ 0,28! No Diesel, R$ 0,07.

Caracoles! Quer dizer que eles assaltam a Petrobrás, quebram a empresa com tamanha corrupção e a gente é que paga a conta?

Que os corruptos devolvam a grana!!!

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– A Segurança Hídrica de Jundiaí destacada na Revista Época

Olha que bacana: nossa Jundiaí é destaque na Revista Época pela segurança hídrica, onde se relata o “segredo” por não faltar água.

Em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2014/11/por-que-bnao-falta-agua-em-jundiaib.html

Por que não falta água em Jundiaí

Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)Represa no rio Jundiaí-mirim e a cidade de Jundiaí ao fundo. Cidade é uma das poucas que não sofrem com a seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)

Muitos moradores da cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, trabalham na capital do Estado. Eles saem todo dia de manhã de casa e vão trabalhar na metrópole. Ele vivem duas realidades. No lugar onde passam o dia, sentem os efeitos da grave crise de água paulista. Notam uma piora na qualidade da água que bebem e escutam relatos de vários amigos que enfrentam cortes semanais de água em suas casas. Em Jundiaí, a situação é completamente oposta. Os 350 mil habitantes de Jundiaí estão em uma ilha de abastecimento, enquanto as cidades ao redor sofrem com a seca. A represa da cidade, por exemplo, está com 70% de sua capacidade de armazenamento, enquanto o sistema Cantareira, que abastece São Paulo, está com apenas com 10%. Cidades próximas, como Itu ou Campinas, estão em situação desesperadora, enquanto o abastecimento em Jundiaí é classificado como “satisfatório” pela Agência Nacional das Águas (ANA). Certamente não choveu mais em Jundiaí do que nas cidades vizinhas. Como explicar?

>> 10 medidas para evitar que a crise da água piore no ano que vem

A tranquilidade que Jundiaí passa na crise não é fruto de um prefeito ou uma administração, mas de uma série de medidas que começaram no passado e continuaram em administrações seguintes. A primeira represa da cidade foi construída há mais de 60 anos. Segundo o diretor-presidente da DAE-Jundiaí, Jamil Yatim, a represa foi ampliada em vários momentos, como na década de 1970 e na de 1990, e mesmo agora, sem estar passando por racionamento, há a previsão de novas obras. “Nós não estamos com problemas, mas estamos planejando ampliar a represa. E se ocorrer outra seca grave como essa? Espero que não, mas se acontecer, temos que estar preparados”, diz Yatim.

A principal responsável pela situação confortável da cidade hoje foi uma decisão tomada há 20 anos. Em 1994, prevendo o crescimento da população, Jundiaí fez um pedido ao Comitê de Bacias Hidrográficas para aumentar a quantidade de água que capta do rio Atibaia. Na época, a cidade tinha autorização para captar 700 litros por segundos, e pedia para aumentar esse valor para 1.200 litros por segundo. O Comitê concordou com o pedido, mas fez quatro exigências: construir uma represa no rio Jundiaí-Mirim, uma estação de tratamento de esgoto, instalar novos equipamentos hidrométricos e reduzir as perdas de água no abastecimento. Diferentemente do que costuma acontecer no Brasil, essas medidas não ficaram apenas no papel ou perdidas na burocracia. Uma vez colocadas em prática, elas criaram a situação de segurança hídrica na cidade.

A represa funciona como uma poupança. Quando o consumo da cidade é menor do total que ela pode captar do rio Atibaia, a água é direcionada para a represa, que “guarda” esses litros a mais para uma situação de estiagem, como a que enfrentamos agora. Um sistema semelhante foi proposto pela Sabesp para o sistema Cantareira, o Banco das Águas. No entanto, no caso paulistano, o sistema não conseguiu armazenar a água em anos chuvosos, como 2011, e abriu as comportas, desperdiçando essa água.

Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)

O exemplo de Jundiaí mostra que o planejamento e obras feitas ao longo do tempo, mesmo em anos chuvosos, acabam se tornando a melhor forma de se preparar para a estiagem. Hoje, a cidade é a quinta melhor do país no ranking de saneamento e abastecimento do Instituto Trata Brasil, com baixos níveis de perda de água nos encanamentos. Mas os recursos hídricos no Brasil nunca foram realmente pensados a longo prazo. O resultado é que Jundiaí é uma exceção. Segundo Francisco Lahóz, presidente do Consórcio PCJ – uma união de prefeituras e empresas que consomem água dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí -, das 76 cidades da região, apenas Jundiaí e mais cinco podem dizer que não estão passando por crise. Ele cita Nova Odessa, Piracicaba, Santa Bárbara d’Oeste, Cabreúva e Indaiatuba.

Mesmo as poucas cidades que estão em situação confortável de abastecimento não fizeram obras por visão de futuro, mas por necessidades do momento. É o caso de Piracicaba e Nova Odessa. Piracicaba fez obras de abastecimento na época da construção do Sistema Cantareira, por medo de que o Cantareira secasse os rios que abastecem a cidade. Essas obras, como a captação de água do rio Corumbataí, permitem que a cidade tenha relativa tranquilidade no abastecimento. Nova Odessa é outro caso. A cidade estava muito distante do rio Jaguari ou Atibaia para captar água, e por isso optou por fazer um reservatório em um ribeirão local. “Muitas vezes, não é que a cidade teve um planejamento exemplar. É a que própria necessidade obrigou as prefeituras a fazer alguma coisa”, diz Lahóz. Santa Bárbara d’Oeste também tem sua própria represa, enquanto que Cabreúva e Indaiatuba se beneficiaram de uma mudança no status da qualidade da água de rios locais, aumentando a possibilidade de captação.

>> O que você precisa saber sobre a crise de água em São Paulo

Ter um reservatório ou uma outorga para captar água de várias fontes acaba sendo o fator em comum das poucas cidades da região da Cantareira que conseguem manter o abastecimento normalizado mesmo durante a pior crise de água de São Paulo. Porém, se vamos pensar no futuro, essas medidas não são suficientes. Os gestores precisam planejar melhor a situação dos recursos hídricos no país, reflorestar regiões da Mata Atlântica para proteger mananciais e incentivar a população a utilizar a água de forma consciente. Desta forma, na próxima estiagem, mais cidades, ou quem sabe todas elas, possam conseguir driblar a seca como fez Jundiaí.

– Dia Nacional do Doador de Sangue. Você costuma doar?

Hoje é Dia Nacional do Doador de Sangue. Já contei algumas vezes, sou doador voluntário apesar das minhas fobias com sangue e agulha. Porém, a satisfação em saber que ajudo alguém, sem nem conhecer quem receberá meu sangue, não tem preço.

Doe sangue, é algo que faz bem para o corpo e para a alma. Se eu que sou medroso costumo doar, por quê você não?

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– Loemy Marques e o exemplo do descuido!

Repercute muito a história de Loemy Marques, uma linda modelo que não tendo conseguido o sucesso que queria na carreira, experimentou crack uma 1a vez e nunca mais largou a droga.

Hoje, com 24 anos, é refém das drogas e representa toda indignidade que uma pessoa pode chegar. Triste. Vítima dessas porcarias que são oferecidas e que muitos, seja por qual motivo for, usam uma única vez e depois não param.

E há quem faça apologia das drogas…

VICIADA EM CRACK, EX MODELO VIVE NAS RUAS DE SP

por Eduardo Anizzelli, FSP, 24/11/2014

Loemy Marques, 24, não para quieta. A abstinência está no auge. Observa duas fotos suas na capa da revista “Veja São Paulo”. Na primeira, aparece linda, nos tempos de modelo. Na segunda, a imagem atual, após dois anos de vício em crack e morando na rua.

“Você precisa decidir qual das duas você quer ser”, diz um amigo, tentando impedi-la de voltar ao fluxo -nome dado à aglomeração de viciados que hoje fica na esquina da rua Helvétia com a alameda Cleveland, na cracolândia, região central de São Paulo.

“Estou confusa, quero fumar”, diz ela.

É tarde de sábado (22). Loemy senta-se e levanta-se várias vezes de uma cadeira de plástico na sede do Recomeço, projeto do governo estadual para tratar dependentes, enquanto é disputada por equipes de programas de TV.

A ex-modelo que virou craqueira ficou “famosa” a partir da divulgação de sua história, naquele mesmo dia.

Ela contou à revista que começou a fumar crack em 15 de setembro de 2012, quando teve dois celulares e R$ 800 roubados por dois bandidos.

Foi então que alguém colocou um cachimbo com a droga na boca dela, e veio uma sensação descrita como “uma tomada para carregar”.

Vítima de abusos do padrasto na infância, voltou a sofrer abuso na cracolândia. Para manter o vício, também chegou a se prostituir.

PROPOSTA

“Não viemos explorar a tragédia dela”, diz um produtor de TV. “O que estamos oferecendo é uma proposta de final feliz, ela vai para um hotel, para uma clínica. Mas queremos exclusividade.”

Enquanto isso, o funcionário de outra emissora se oferece para comprar um maço de cigarros para ela. Para irritação do primeiro, ela sai por alguns minutos com o homem. Quando volta, segura um Marlboro vermelho e um chocolate Diamante Negro.

Uma das equipes oferece que Loemy vá para um hotel.

“Não quero. Não consigo ficar sozinha lá”, diz. “Estou acordada há dois dias. Vou ficar acordada até apagar e depois me interno no Cratod [centro estadual de referência de álcool e outras drogas].”

Da última vez que a preparadora de modelos Debora Souza, 36, viu Loemy, já a encontrou na casa de um amigo em “estado deplorável”. “Mas não sabia que ela tinha ido parar na rua”, afirma.

Loemy passou por cursos na Skin Model, onde Debora trabalha. “Foi em meados de 2012. Ela estava crua ainda”, conta. “Mas tinha todo o potencial do mundo, uma beleza estilo anos 80.”

Debora conta que começou a receber queixas de indisciplina. “Ela ficava muito revoltada de não ser aprovada no casting [seleção] e tinha comportamentos súbitos de gritar com as pessoas”, diz. “Outra vez, gostaram dela, mas no meio da prova de roupa ela saiu para fumar e voltou com a roupa cheirando cigarro.”

Longe das passarelas, Loemy chegou a tentar se internar e voltar para o interior de Mato Grosso, onde vive a família. No fim, sempre acabava voltando à cracolândia.

No domingo (23), Loemy continua no fluxo.

Quando não está fumando crack, anda de um lado para o outro e, às vezes, abaixa-se para procurar algo no chão.

Poucos ali a conhecem, mas muitos se identificam com a história dela.

“Eu era engenheiro mecânico até um ano e meio atrás. Saí com uma prostituta, fumei uma pedra e hoje não consigo sair daqui”, diz um homem de 36 anos, ao ser questionado se a conhecia.

Apesar do 1,79 m de altura, Loemy passa despercebida no meio dos demais viciados.

Com o cachimbo na mão, não quer conversa. Enfia-se entre as dezenas de barracas onde os viciados fumam e desaparece de vista.

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– Mascotes das Olimpíadas já caem na Web ironizados

O COB apresentou os dois mascotes que representarão os Jogos Olímpicos e Paralímpicos em 2016: uma espécie de gato representando a fauna e um tipo de arbusto representando a flora.

Os nomes serão escolhidos em votação popular, mas as brincadeiras pipocam na Internet: GATUNO e MOITA, representando os bandidos do colarinho branco que se esconderão após desvios de verbas como suspeita-se que ocorreram na Copa do Mundo…

Criativo o brasileiro, não?

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– Felipão e suas acusações no Corinthians 1 x 0 Grêmio. Foi pênalti ou não?

Um lance aos 25 minutos do 2o tempo despertou a ira de Luís Felipe Scolari: o gremista Ramiro cruza a bola e dentro da grande área ela bate no braço do corinthiano Fábio Santos.

Bateu por acaso ou bateu por quê o jogador propositalmente quis?

Até o ano passado, sem a nova orientação da FIFA sobre movimento antinatural, a resposta era simples: lance legal, não houve intenção, a bola explodiu no braço do atleta e o jogo deveria seguir.

Após a nova orientação, além das questões comuns (intenção ou não, velocidade da bola que não permite um reflexo mais ligeiro, distância da jogada), questiona-se agora se o jogador não tinha uma intenção subjetiva de que a bola batesse na sua mão propositalmente. Ou seja: ele não foi imprudente (já que imprudência não é infração em “uso indevido da bola nas mãos”, somente intencionalidade), mas foi “malandro”, pois disfarçou uma mão intencionalmente para se beneficiar. E aqui a resposta é mais complexa: o lance é totalmente interpretativo.

AVALIE: o salto de Fábio Santos foi “antinatural”? A posição dos seus braços era “incomum” quando estava saltando? O movimento de evitar o contato foi de um “reflexo normal?”

Particularmente, confesso que precisei assistir várias vezes a jogada pela dificuldade do lance e a má posição das câmeras (portanto, não se crucifique o árbitro por qualquer atitude). Para mim, o chute foi forte, o salto e os braços estavam em posição normal e era inevitável que a bola batesse nos braços. Como fazer o braço desaparecer àquela velocidade e distância da bola? Claro, e o principal: sem intenção. Sendo assim, não foi pênalti.

O destaque negativo: de novo Felipão reclamando! E com o mesmo artifício quando da sua última passagem no Palmeiras: lembram-se quando ele disse que havia “uma bomba” que divulgaria e nunca foi dita? Agora, acusa a CBF, seu ex-empregador, de favorecer times para a Libertadores da América pois existiria um suposto critério de que não seria bom 2 mineiros ou 2 gaúchos.

Infelizmente, falou tanta bobagem que soou estranho: se houvesse tais interesses, por quê no ano passado tivemos 2 mineiros, 2 cariocas, o PRÓPRIO Grêmio e um paranaense (detalhe: sem nenhum paulista).

Puro chororô que não cola mais…

E aí, o que você achou do lance reclamado? Deixe seu comentário:

Em tempo: a FoxSports conseguiu uma imagem mais clara, mostrando que a bola bate no rosto do jogador.

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– Faroeste caboclo? Que ruinzinho…

Assisti por acaso um pedaço de “Faroeste Caboclo”: Ô filme ridículo… D-E-T-E-S-T-E-I.

Impossível ficar ligado até o fim. Pura ode à bandidagem, vagabundagem, violência e às drogas.

A letra do Legião Urbana já era de gosto dúbio, embora de ótima melodia. A música com grande tempo de execução era óbvia para um filme, mas não desse jeito.

Para mim, tremendo mau gosto. Mas respeito quem gostou.

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– Cruzeiro vencedor pelos méritos próprios e deméritos alheios

E o Cruzeiro/MG é bicampeão brasileiro de futebol. Nada a questionar, foi merecido. Liderou o torneio por quase todo o ano e jogou o feijão-com-arroz. Quando perdeu pontos, seus adversários também perderam.

Não sei dizer se é um time melhor do que o da temporada passada, mas certamente inferior do que aquele dirigido por Luxemburgo e capitaneado por Alex.

A questão é: o atual Campeão Nacional de 2014 é de antemão um dos favoritos à Libertadores da América 2015?

Na atual mediocridade do futebol sulamericano, talvez. Lembrando que o time campeão de 2013 fez água na Libertadores 2014…

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– Julien Blanc é o palestrante mais odiado pelas mulheres!

Já ouviu falar do “conselheiro amoroso” Julien Blanc?

Eu já! Quem não o conhece, pode pensar que ele é um tipo de Hitch, personagem de Will Smith nos cinemas que ajudava aos homens a perderem a timidez e conquistar as mulheres.

Nada disso. Ele, de fato, dá conselhos a homens. Mas para conquistar grosseiramente as mulheres, a lá homem das cavernas! Ele se denomina “artista da pegação”.

Seus métodos condenáveis estão levando a diversas ONGs a pedirem a proibição da sua entrada no Brasil, onde deseja realizar palestras.

Veja como ele orienta, abaixo, extraído da Revista Época, 17/11, pg 18-19:

COMO DESPERTAR O FOGO NAS MULHERES – DE RAIVA

Por Cristina Grillo

Em fotos e vídeos que circulam pela internet, ele até parece bonitinho, com certo charme, do tipo que tem chances de terminar uma noitada bem acompanhado. Mas o que o americano Julien Blanc (foto), de 28 anos, diz em suas “aulas” é grosseria pura. Ele pretende ensinar candidatos a machos alfa a “pegar” mulheres. Sim, é esse o termo que ele usa. Não se trata de “conquistar”.

Blanc merece terminar a noite bebendo cerveja quente ao lado de um bêbado chato. As reações raivosas a seu método ultrapassaram em muito o alcance de sua técnica ruim de conquista. Abaixo-­assinados se espalharam pelo mundo e fizeram com que ele fosse impedido de entrar na Austrália e no Reino Unido e fosse execrado no Canadá e no Japão. Em vídeo, Blanc afirmou que homens brancos poderiam abordar japonesas de qualquer forma que desejassem, sem temer as consequências. Ele planejava vir ao Brasil em janeiro, para dar aulas sobre seu “método”. Um abaixo-assinado no site Avaaz reunira, até a sexta-feira da semana passada, mais de 300 mil assinaturas pedindo ao Ministério das Relações Exteriores e à Polícia Federal que não concedessem visto de entrada ao fanfarrão. Na quinta-feira, o Itamaraty afirmava ter elementos suficientes para negar o ingresso de Blanc no país.

Blanc se define como um “pick up artist” – um artista da pegação, em tradução livre – e mostra em vídeos algumas de suas “técnicas”. Uma consiste em empurrar a cabeça da escolhida até que ela fique próxima de seu pênis. Não deixa de ser uma tática arriscada. Outra é apertar o pescoço da candidata, como se fosse sufocá-la, até conseguir um beijo. Descreve ainda um método que poderia ser chamado de “morde e assopra”. Ensina aos pupilos que eles devem ameaçar a futura conquista com palavras duras, depois aliviar a pressão. Diz que a técnica, de “curto-circuito emocional”, é infalível.

As táticas de Blanc falham. Uma troca de mensagens publicada na internet mostra uma tentativa sua de “pegar” a administradora de um grupo do aplicativo de encontros Tinder. Blanc, sem rodeios, convida a mulher a fazer sexo com ele e pede seu endereço. Ela responde: “Por que motivos eu daria meu endereço a alguém que acabo de conhecer no Tinder?”. Ele sugere, então, que se encontrem num lugar neutro. Ela, mais uma vez, nega. Autoconfiante, ele começa a executar a parte “morde” de sua técnica e xinga a “candidata” com os piores impropérios. Depois, passa à fase “assopra”. Pede desculpas, pergunta se há algo errado com sua aparência, implora por nova chance. Como resposta, recebe um link para uma imagem da bela cantora Adele – fazendo um gesto obsceno com o dedo médio.

A guerra contra Blanc começou na Austrália, onde ele planejava dar um de seus cursos, com ingresso em torno de R$ 2 mil. Um abaixo-assinado com 41 mil nomes, argumentando que ele incita à violência contra as mulheres, levou o governo australiano a negar-lhe o visto de entrada. Em uma semana, a história correu o mundo. Chegou ao Brasil na última terça-feira, com a abertura de um abaixo-assinado pedindo ao governo federal que não permita sua entrada no país.

“Em Tóquio, um homem branco pode fazer o que quiser”, diz Julien Blanc, autodenominado “artista da pegação”, numa lição em vídeo. As bobagens de Blanc passaram a ocupar gente em Brasília. A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República pediu providências ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Em nota, a secretaria se define como favorável à liberdade de expressão, em seguida afirma que “esse senhor” incentiva a violência contra as mulheres, “inclusive o estupro”. E acrescenta: o Anuário brasileiro de segurança pública estima que mais de 143 mil mulheres foram estupradas em 2013 no Brasil, com base nas 50.320 notificações. O Itamaraty passou a consultar outros órgãos do governo federal sobre o assunto.

O presidente da Comissão de Direito Internacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Eduardo Tess Filho, afirma que impedir a entrada de Blanc por causa de um abaixo-assinado pode levar a um “campo minado”. “Uma coisa é (barrar) um terrorista, um agitador, outra coisa é censura. Misturar movimento social feminista com censura é um perigo”, diz. O problema, para Tess, é definir se Blanc acarreta risco para as mulheres ou apenas para o bom gosto.

Um psiquiatra ouvido por ÉPOCA conta o caso de um paciente ainda em tratamento. O jovem afirma ter criado um método infalível para arrumar namoradas. “É só descobrir o que elas esperam de um homem e fazer tudo direitinho, sem questionar”, diz ele, segundo seu médico. O tratamento é para ensinar a ele como funcionam a conquista e a vida afetiva. Talvez, no lugar de protestos e de um abaixo-assinado para a Polícia Federal e o Itamaraty, Julien Blanc precise ser encaminhado para terapia.
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– Acabou futebol aos sábados à tarde? Não faça isso, JP…

Eu gosto muito de ouvir a programação esportiva da Rádio Jovem Pan, mas sábado à tarde sem futebol não dá…

Há tempos a emissora vem mudando. Claro, se adaptando a novas realidades. Antes, a outrora Panamericana de Esportes fazia a propaganda de que era “quem mais transmitia futebol”. De segunda a sexta, onde houvesse uma partida, logo após o “Pique na Pan” entrava a transmissão.

Se não havia ninguém jogando a série A, transmitia-se série B ou futebol internacional. Ontem, em pleno sábado, nada…

Que as rádios em geral estão demitindo, é sabido. Mas a crise chegou a que nível?

Tudo bem, sei que a conta no final do mês tem que fechar, mas… se as outras emissoras conseguem, por que a JP não?

A queixa não é só minha não… E nessas horas, salve a tecnologia! Pelo Tuneln, ouvi um pedaço do jogo do Barça e outro do jogo da Ponte Petra, enquanto trabalhava.

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– Inspiration…

Dentro do meu processo de recuperação dos joelhos, fui dar uma corridinha leve, no ritmo do “Balanga-Bunda”.

O tempo nublado não permitia uma linda paisagem como de costume; sem sol e só nuvens… Mas com a encantadora beleza da natureza, não se volta sem fotos. E não dá para não compartilhar a beleza dessa rosa branca, a qual fiquei admirando durante o alongamento final.

Gestos simples, coisas gratuitas e presentes do verde. Essa é do meu jardim, sem filtro algum.

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– Dia do Leigo e de Cristo Rei

O leigo é aquele voluntário, abnegado, servidor, que trabalha por amor a Deus e ao Próximo pela Igreja. E nesse domingo, que a liturgia celebra a Festa de Cristo Rei, é também o Dia do Leigo.

Veja a bela mensagem de Dom Frei Severino Clasen, 
Bispo de Caçador/SC, presidente da Comissão Episcopal para o Laicato:

MENSAGEM PARA O DIA NACIONAL DOS CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS

Saúdo todos os leigos e leigas do Brasil pelo seu dia na festa de Cristo Rei!

Viva Cristo Rei!

Todas as criaturas necessitam de um ambiente saudável para nascer, crescer e viver em paz. É preciso construir a casa para que se possa viver com dignidade como pessoa humana, desde o momento em que tem início a existência, pois, já carrega a imagem de Cristo.

Jesus Cristo é proclamado Rei do Universo no último domingo litúrgico do ano. Ele tem um Reino para nós. Pela graça do Batismo, somos filiados à Igreja.  Como mãe, a Igreja oferece as condições espirituais e humanas para que a vida seja de fato vista como dom e riqueza imensurável. Portanto, cada criatura humana carrega dentro de si o grande sinal de Deus Uno e Trino. A festa de Cristo Rei é para todos os batizados. Lembramos nesse dia especialmente os leigos e leigas.

A Comissão Episcopal de Pastoral para o Laicato, ao saudar os leigos e leigas, convoca-os para trabalhar na messe do Senhor e construir o Reino de paz e de justiça. O nosso espaço, o lugar onde vivemos, deve se tornar um sinal do Reino definitivo anunciado por Jesus Cristo. Por isso, são chamados para contribuir na evangelização. Saudamos e cumprimentamos os milhões de leigos e leigas que se dedicam à evangelização; são infinitamente a maioria absoluta que anunciam o Cristo Rei através da catequese, da liturgia, da coordenação de grupos, das pastorais, dos movimentos, associações, novas comunidades, CEBs, dos conselhos de leigos e da presença nos diferentes espaços da sociedade como na cultura, na economia, no mundo do trabalho,  nas artes, na família, na política, na vida profissional, na educação, nos meios de comunicação,  dentre outros.  Reconhecemos que a maioria dos agentes de evangelização são as mulheres.

O trabalho humilde, simples, cotidiano, constante, sereno, fecundo das mulheres é a beleza gigantesca no anúncio do Reino de Deus. Que os homens também se sintam participantes nessa tarefa divina e santa, pois temos tantos homens espalhados pelo mundo afora se dedicando no anúncio do Evangelho e sua justiça. Que na festa de Cristo Rei, dia do leigo, saibamos valorizar todos os que são partícipes da gloriosa vinda de Cristo e com Ele, possamos construir o Reino definitivo.

No ano de 2014, teremos muitas oportunidades para aprofundar a reflexão sobre a missão e o ministério dos leigos. Está na hora de somarmos forças para equilibrar as relações no mundo todo, que nenhum filho de Deus, passe fome, se perca no crime e seja recolhido em prisões, mas que tenha saúde, educação, espaço para o lazer, trabalho digno, moradia; esse é o Reino que ainda deve ser construído, e a força do Evangelho nos proporciona e nos condiciona para tanto. Como afirma do Documento de Aparecida os leigos e leigas são chamados a ser construtores do Reino.  É uma questão de decisão, de participação e de iniciativa criativa e inspirada pela força de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

Que a fé, aumentada e professada neste Ano da Fé, seja a força motora em cada cristão para ser instrumento de paz em toda parte.

Que o modelo de vida de família, testemunhada por Jesus, Maria e José, encoraje os leigos e leigas para serem discípulos missionários do Reino de Deus.

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– Corajoso Rogério Ceni e o Filho que Assumiu!

A vida pessoal de cada atleta não deve interessar aos torcedores em geral, embora sabemos que há alguns jogadores que a expõe de tal forma que inevitavelmente a imprensa não tem como não repercutir. Outros conseguem ser reservados.

Porém, ontem, um fato inesperado: Rogério Ceni, sempre discreto, assumiu um filho fora do casamento. E o fez de maneira delicada, singela e respeitosa.

Quantos artistas e boleiros se metem em confusão nos casos de reconhecimento de paternidade e relutam em encarar esse desafio. Rogério o fez sem estardalhaço.

Claro, haverá o constrangimento da sua esposa que, confesso, nunca a vi em fotos ou demais reportagens. Talvez o goleiro tenha que ter feito a maior defesa da sua vida no relacionamento conjugal – E ISSO SÓ INTERESSA AO CASAL.

Parabéns a ele por não fugir da responsabilidade. Veja a mensagem de Ceni:

NOTA OFICIAL DE ROGÉRIO CENI

“Há cerca de dois anos tive a terceira grande felicidade de minha vida, nascia Henrique, meu terceiro filho.

Desde o momento em que soube que seria pai, até o ultimo dia de minha vida, dei e darei a ele todo carinho e acima de tudo o amor que todo pai orgulhoso tem pelos seus filhos, o mesmo amor que sinto e dedico as minhas princesas Beatriz e Clara.

O que pode soar como surpresa para quase todos é uma realidade para mim e para as pessoas próximas envolvidas.

E é por todas elas e, em especial as crianças, que gostaria de pedir a compreensão e a sensibilidade de todos nesse momento.”

Que sirva de exemplo a boleiros que refugam no jogo da vida.

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– Desacordo entre Imigrantes e MST!

Coisas de um mundo globalizado: em São Paulo, há um grande número de africanos provindos de Benin, Uganda e Angola (além dos nossos irmãos latinos haitianos que entram através do Acre) tentando a sorte por aqui. Quem os incentivou eu não sei, mas eles entram tranquilamente já que as fronteiras do país estão escancaradas.

Sem perspectivas de trabalho, acabam dormindo em abrigos ou invadindo prédios abandonados na capital, e aí que está a maluquice: os apartamentos são controlados pelo MST, que cobram dos “inquilinos” cerca de 150,00 reais!

É ocupação socialista pelo menos favorecido ou invasão capitalista para fundos próprio?

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– Conquistas mundiais dos atuais craques

Gostei da observação irônica do jornalista Tiago Mendonça no tuíte do pessoal do site @PlantaoFutebol: Lionel Messi e Cristiano Ronaldo possuem juntos uma relação incrível de troféus e títulos. Na foto abaixo, somados, teremos…

– 6 bolas de ouro

– 6 chuteiras de ouro

– 850 gols

– 38 títulos

E nenhuma Copa do Mundo!

Como é que pode?

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– Dias Vexatórios do Futebol dos Grandes: dos Clubes aos Árbitros!

O que falar sobre a rodada de véspera e feriado?

No Rio de Janeiro, os torcedores sofreram com a goleada imposta pelo Galo Mineiro contra o Flamengo e a derrota vergonhosa do Fogão que apostava suas fichas, acreditem, em Jobson! Sem contar os 4×1 nas costas do Fluminense diante do Chapecoense.

Em São Paulo, os 4 times mais importantes do estado foram testemunhas, partícipes direta ou indiretamente de vexames.

Vamos lá:

  1. Em Medellin, o São Paulo começou bem o jogo, mas parece ter se desestabilizado após o goleiro Armani atingir Alan Kardec e não ter um pênalti claro a seu favor. Pela minha experiência como árbitro, suscitou-me a mesma dúvida que tive quando vi o árbitro Ubaldo Aquino assaltar o Palmeiras eliminando o Verdão da Libertadores ou de Carlos Amarilla – e me desculpe a franqueza – roubando o Corinthians em pleno Pacaembú. O juizão uruguaio Daniel Fedorczuk errou tão escandalosamente que a grande gafe pareceu um erro intencional. Equívoco mesmo ou não deu por que não quis? Sinceramente, fiquei com a pulga atrás da orelha, especialmente quando o lateral que originou o gol do time colombiano, que era do Tricolor, foi invertido…
  2. Em Curitiba, o fraco futebol do Santos ficou em segundo plano. Claudinei Oliveira, atual técnico do Furacão e que era sondado pelo próprio Peixe (pois foi lá que surgiu como treinador), renovou seu contrato com o time paranaense alegando estar feliz e ter melhores condições de trabalho do que pudesse aparecer. Isso foi uma cutucada indireta com mágoa ou foi uma direta mesmo?
  3. No Allianz Parque, o Palmeiras inaugurou com o pé esquerdo seu novo estádio. Perdeu do Sport e o gol que entrou para a história foi de Ananias, ex-palmeirense que em 21 partidas pelo Porco nunca fez gol! Falamos por diversas vezes que o ideal seria inaugurar a Arena em um jogo festivo, sem a obrigação de ganhar e contra um gigante – e ganhando dinheiro ( o texto está em: http://wp.me/p4RTuC-c0M ). Deu no que deu… Agora, voltou à beira da zona do rebaixamento, sendo que jogará contra o ameaçado Coritiba e o Inter, lutando pela Libertadores, ambos fora de casa. Ah, e a súmula eletrônica não conseguiu ser transmitida para os servidores da CBF pois a internet não funcionava no vestiário dos árbitros. Que fase!
  4. E em Belém? Corinthians ganhou, nada a reclamar, jogou para o gasto. Mas o ponto negativo foi o aceite de inversão de mando. Ora, o Goiás jogando no Pará é mandante no Mangueirão? É nada! Dos 25.000 pagantes, qual o percentual de torcedores do time paulista e do time esmeraldino? Aliás: no Serra Dourada o Timão não teria mais dificuldade?

Enfim, estamos chegando à reta final dos Campeonatos de 2014. Felizes, talvez só a torcida mineira.

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