– Compensações e a Multiplicação de Árbitros

Seria coincidência, competência ou conveniência?

Há certas coisas interessantes no futebol. Veja esses 3 casos e na sequência tire suas conclusões sobre o desfecho:

1- Na semana passada, muita discussão sobre o veto dos árbitros brasileiros em jogos domésticos do Atlético Mineiro na Libertadores, com aval da CBF. Por que a CBF não lutou pelos seus juízes? Não seria desprestígio para o seu quadro de árbitros?

2- No começo da semana, divulgou-se a Lista de árbitros para a Copa das Confederações, sem nenhum brasileiro nela. Por que a CBF não lutou contra a FIFA? Não seria outro desprestígio a sua própria Comissão de Árbitros?

3- Neste meio de semana, trágicas arbitragens na Libertadores da América, envolvendo Palmeiras e Corinthians. Em especial, na 4a, uma série de erros contra o time do ex-dirigente Andrés Sanches. Por que a CBF não lutou pelo seu filiado junto a Conmebol? Não seria ainda outro desprestígio?

DESFECHO: Saiu a escala de árbitros para os próximos jogos das Eliminatórias Sulamericanas da Copa do Mundo (em JUNHO). E para surpresa geral, QUASE TODO O QUADRO BRASILEIRO estará apitando (exceto Heber e Seneme)! Observe as próximas escalas dos quartetos do Brasil e como foram as anteriores:

07/06 – Paraguai x Chile: Vuaden (tendo como 4o árbitro Ricardo Marques), com bandeiras Emerson Carvalho e Márcio Santiago;

07/06 – Peru x Equador: Marcelo de Lima Henrique (4o árb Péricles Bassols), com bandeiras Fabrício Vilarinho e Rodrigo Correa;

14/06 – Colômbia x Peru: Sandro Meira Ricci (4o árb Wilton Sampaio), com bandeiras Alessandro Matos e Marcelo Van Gasse;

14/06 – Venezuela x Uruguai: Paulo César Oliveira (4o árb Francisco Nascimento), com bandeiras Altemir Hausmann e Kleber Gil.

e fora das quatro linhas:

07/06 – Bolívia x Venezuela: Hildo Nejar como Comissário da Conmebol;

14/06 – Chile x Bolívia: Antonio Pereira da Silva como Observador da Conmebol.

Puxa, que prestígio! Apenas em 2 jogos das rodadas de junho não teremos nenhum brasileiro apitando ou avaliando: Equador x Argentina e Argentina x Colômbia (Rodada 14 e 13, ambos dos hermanos).

Mais curioso ainda é o fato de que nas rodadas 1, 3, 5, 8, 10 e 11 não tivemos nenhum brasileiro escalado! É mole? Veio tudo de uma vez, repentinamente?

Há 15 dias, não tínhamos árbitros nem representatividade. A coisa virou de 8 a 80 rapidamente! José Maria Marin e Marco Polo Del Nero realmente estão influentes na Conmebol.

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– Maluquices e Demagogias dos Vereadores Paulistanos

DESPERDÍCIO DE TRABALHO 1

Quer dizer que 3 vereadores da cidade de São Paulo (Juscelino Gadelha, David Soares e Antonio Goulart) realizaram uma árdua força-tarefa no Legislativo Municipal e criaram o Dia da Independência Corintiana, incluindo-o ainda no Calendário de Festas Oficiais?

Caramba… esses senhores não têm nada mais importante a fazer?

Que demagogia! Não importa o time, mas gastar tempo e esforço para ganhar voto de torcedores fanáticos (e com dinheiro do povo) é ridículo!

A idéia surgiu para comemorar o título da Libertadores da América, em 04 de Julho, fazendo analogia ao dia da Independência dos EUA…

DESPERDÍCIO DE TRABALHO 2

Quer dizer que o vereador Paulo Batista dos Reis deseja presentear o presidente da FIFA Joseph Blatter com o título de cidadão paulistano, pelos ótimos serviços prestados?

O que ele fez de bom para o município? Que intimidade é essa? Desde quando isso tem importância para a Capital?

CONSTATAÇÃO…

São ações de nobres vereadores como esses que engrandecem o trabalho dos legislativos de cada cidade!

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– Análise da Arbitragem de Corinthians 1 x 1 Boca Juniors

Erros determinantes na decisiva partida da Libertadores da América no Pacaembu. Vamos a eles?

Foram 4 momentos importantes:

LANCE1– 09’: Emerson Sheik e Marin dentro da área, o corinthiano está prestes a dominar a bola e o zagueiro argentino dá um tapa deliberado nela. Pênalti! E aí não tenho dúvida sobre o motivo do árbitro errar: ele estava mal posicionado, fora da diagonal, num lado cego da jogada. Repare que ele vem da direita para o centro do ataque do Corinthians, enquanto deveria estar mais do lado esquerdo. Neste caso, se tivéssemos o árbitro assistente adicional (AAA) posicionado na linha de meta, poderia-se ajudar o árbitro paraguaio Carlos Amarilla. Não foi erro de interpretação, o juizão realmente não deve ter visto a mão. Primeiro erro da arbitragem.

Um erro sempre traz consequências negativas: o zagueiro 29 Marin já tinha recebido amarelo. Se fosse marcado pênalti, segundo amarelo e expulsão. Mas foi Sheik quem recebeu a Advertência por reclamação…

LANCE2– 23’: Emerson lança a Romarinho, que está a aproximadamente 1 metro do penúltimo adversário (portanto, posição legal). Ele ganha do argentino e fica de frente para o gol, chutando para as redes. Porém, o assistente no1 Rodinei Aquino marcou impedimento. Romarinho faz o gol com o goleiro já “desistindo” da defesa, devido ao bandeira ter levantado seu instrumento. Ora, isso é irrelevante, pois fatalmente o gol seria marcado, caso o lance não fosse paralisado, pela “situação clara de gol”. Segundo erro da arbitragem, em lance fácil.

LANCE3– 60’: Sheik cruza, Paolo Guerreiro tenta o gol de cabeça, o goleiro Orion espalma e no rebote Paulinho consegue fazer o gol. Lance anulado. Houve a dúvida se foi marcado impedimento ou falta. Verifique que o bandeira no2 Carlos Cáceres ergueu seu instrumento quando Paulinho vai disputá-la. Portanto, impedimento.Terceiro erro da arbitragem.

Confesso que não consegui ver se o árbitro reiniciou o lance com tiro livre indireto (assim, teria confirmado o impedimento do bandeira, com gesto de braço erguido) ou com tiro livre direto (alegando alguma falta, gesto do braço abaixado). Em particular, Paulinho e Caruzzo se aguarram diversas vezes. Um árbitro caseiro marcaria pênalti; um árbitro fraco marcaria falta de ataque; e um árbitro bom mandaria seguir o lance.

LANCE4– 81’: Sheik está na grande área e o adversário dá um empurrão. Em jogos mais calmos, o erro passaria batido. Mas, novamente faço a observação: se tivéssemos o AAA atrás do gol, novo pênalti seria marcado. Quarto erro do árbitro.

Aliás, que se registre: tanto na 3a feira quanto nesta 4a as arbitragens frustaram a expectativa: Juan Soto era talento em ascensão em Palmeiras x Tijuana, e Carlos Amarilla talento reconhecido em Corinthians x Boca Juniors. Ambos decepcionaram…

Lembrando que no prazo de uma semana, o “trio de ferro paulista” foi eliminado da Libertadores. Má fase dos clubes de São Paulo, somada à má fase da arbitragem.

Uma última observação: para quem gosta de teorias conspiratórias, vale o registro: Amarilla é quase um “brasiguiao”, o árbitro preferido da CBF nos amistosos da Seleção Brasileira na América do Sul. E como há una certa rinha política entre Marco Polo Del Nero e Andrés Sanches… (Ops: eu não creio nisso!).

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– Análise da Arbitragem de Corinthians 1 x 1 Boca Juniors

Erros determinantes na decisiva partida da Libertadores da América no Pacaembu. Vamos a eles?

Foram 4 momentos importantes:

LANCE1– 09’: Emerson Sheik e Marin dentro da área, o corinthiano está prestes a dominar a bola e o zagueiro argentino dá um tapa deliberado nela. Pênalti! E aí não tenho dúvida sobre o motivo do árbitro errar: ele estava mal posicionado, fora da diagonal, num lado cego da jogada. Repare que ele vem da direita para o centro do ataque do Corinthians, enquanto deveria estar mais do lado esquerdo. Neste caso, se tivéssemos o árbitro assistente adicional (AAA) posicionado na linha de meta, poderia-se ajudar o árbitro paraguaio Carlos Amarilla. Não foi erro de interpretação, o juizão realmente não deve ter visto a mão. Primeiro erro da arbitragem.

Um erro sempre traz consequências negativas: o zagueiro 29 Marin já tinha recebido amarelo. Se fosse marcado pênalti, segundo amarelo e expulsão. Mas foi Sheik quem recebeu a Advertência por reclamação…

LANCE2– 23’: Emerson lança a Romarinho, que está a aproximadamente 1 metro do penúltimo adversário (portanto, posição legal). Ele ganha do argentino e fica de frente para o gol, chutando para as redes. Porém, o assistente no1 Rodinei Aquino marcou impedimento. Romarinho faz o gol com o goleiro já “desistindo” da defesa, devido ao bandeira ter levantado seu instrumento. Ora, isso é irrelevante, pois fatalmente o gol seria marcado, caso o lance não fosse paralisado, pela “situação clara de gol”. Segundo erro da arbitragem, em lance fácil.

LANCE3– 60’: Sheik cruza, Paolo Guerreiro tenta o gol de cabeça, o goleiro Orion espalma e no rebote Paulinho consegue fazer o gol. Lance anulado. Houve a dúvida se foi marcado impedimento ou falta. Verifique que o bandeira no2 Carlos Cáceres ergueu seu instrumento quando Paulinho vai disputá-la. Portanto, impedimento. Terceiro erro da arbitragem.

Confesso que não consegui ver se o árbitro reiniciou o lance com tiro livre indireto (assim, teria confirmado o impedimento do bandeira, com gesto de braço erguido) ou com tiro livre direto (alegando alguma falta, gesto do braço abaixado). Em particular, Paulinho e Caruzzo se aguarram diversas vezes. Um árbitro caseiro marcaria pênalti; um árbitro fraco marcaria falta de ataque; e um árbitro bom mandaria seguir o lance.

LANCE4– 81’: Sheik está na grande área e o adversário dá um empurrão. Em jogos mais calmos, o erro passaria batido. Mas, novamente faço a observação: se tivéssemos o AAA atrás do gol, novo pênalti seria marcado. Quarto erro do árbitro.

Aliás, que se registre: tanto na 3a feira quanto nesta 4a as arbitragens frustaram a expectativa: Juan Soto era talento em ascensão em Palmeiras x Tijuana, e Carlos Amarilla talento reconhecido em Corinthians x Boca Juniors. Ambos decepcionaram…

Lembrando que no prazo de uma semana, o “trio de ferro paulista” foi eliminado da Libertadores. Má fase dos clubes de São Paulo, somada à má fase da arbitragem.

Uma última observação: para quem gosta de teorias conspiratórias, vale o registro: Amarilla é quase um “brasiguiao”, o árbitro preferido da CBF nos amistosos da Seleção Brasileira na América do Sul. E como há una certa rinha política entre Marco Polo Del Nero e Andrés Sanches… (Ops: eu não creio nisso!).

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– Análise da Arbitragem de Palmeiras 1 x 2 Tijuana

Sabe aquele aluno de escola ginasial de periferia que, em meio as dificuldades, sempre vai bem? Depois consegue ir para o ensino médio um pouco melhor, sente o baque mas se estabelece? Só que aí pega confiança demasiada, relaxa, e na hora do vestibular… acaba indo mal?

Esse foi o árbitro Juan Soto, no jogo de ontem entre Palmeiras x Tijuana. O venezuelano surgiu ainda jovem como bom nome para a arbitragem sulamericana, teve suas primeiras oportunidades em jogos mais fáceis e correspondeu positivamente; em 2012, fez uma temporada excepcional, ganhando experiência em jogos da Conmebol e se destacando. Em 2013, nas partidas da primeira fase da Libertadores, foi muito bem – e destaque para o jogo Libertad 2 x 0 Palmeiras, onde ocorreram reclamações infundadas do time brasileiro, especialmente numa confusão envolvendo Henrique.

(vide a partida citada em: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2013/03/01/libertad-2-x-0-palmeiras-reclamacoes-justas-ou-nao/)

Na partida do Pacaembu, em jogo decisivo, Soto sentiu a pressão. Equivocou-se em muitos lances! Mas calma: ele não foi determinante para a eliminação do Palmeiras no jogo de ontem (Talvez mais decisivo tenha sido o árbitro uruguaio Martin Vásquez no jogo de ida, onde deixou de marcar um pênalti claro sobre Wesley; ou ainda a falha do goleiro Bruno ou os chutes sem direção de Souza em cobranças de falta).

Soto levou trombada da bola e de jogadores por duas vezes (isso indica má posicionamento em campo); aplicou cartões amarelos sem um critério definido (indica dificuldade na leitura do jogo); atrapalhou-se expulsando um jogador por segundo cartão amarelo sem ter lhe dado o primeiro (indica desconcentração) e marcou um pênalti inexistente de bola na mão ao invés de mão na bola (indica falha técnica).

No somar dos erros relevantes: 1 lance a favor do Palmeiras (pênalti inexistente, pois a bola bate sem intenção no braço/mão do jogador mexicano) e 1 lance contra o Palmeiras (gol anulado por condição de impedimento, sendo que o centroavante estava em posição legal).

Entendamos os erros:

1- No caso do Pênalti a favor do Palmeiras, mão totalmente involuntária. A infração de uso indevido das mãos na bola (como é chamada a falta desse tipo) é avaliada única e exclusivamente por intenção, nunca por imprudência. Há quem entenda que, se um zagueiro saltar de maneira estabanada (imprudente), ele teria no seu íntimo o desejo de que a bola seja desviada de qualquer forma, inclusive pelas mãos, e tal lance deixasse de ser julgado como imprudente mas sim intencional. Pedro Proença, árbitro português no recente amistoso Inglaterra x Brasil em Wembley assim considerou um lance a favor da Seleção Brasileira. Teria Juan Soto agido da mesma forma?

2- Na anulação equivocada do gol do Palmeiras, o lance é bem mais difícil. Kleber (que é o cabeceador da bola) está na mesma linha do seu adversário. Porém, Henrique está um pouco mais adiantado quando a bola é lançada. Durante a trajetória, ambos ficam sozinhos à frente. Entendo que o gol não foi anulado pelo fato do Henrique estar à frente (nessa situação, o bandeira teria interpretado que o palmeirense teria passado de impedimento passivo para ativo, atrapalhando o goleiro), mas sim que o árbitro assistente entendeu que também Kleber estava a frente (afinal, no lance rápido, o bandeira vê dois atletas de verde à frente, e marca no “susto”). Na verdade, Henrique estava em impedimento passivo e Kleber em condição legal. Gol mal anulado.

Enfim, os erros deram empate num jogo de bom árbitro mal escalado. Reprovou no seu teste mais difícil.

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Foto: Ricardo Matsukawa (Terra)

– Análise da Arbitragem de Palmeiras 1 x 2 Tijuana

Sabe aquele aluno de escola ginasial de periferia que, em meio as dificuldades, sempre vai bem? Depois consegue ir para o ensino médio um pouco melhor, sente o baque mas se estabelece? Só que aí pega confiança demasiada, relaxa, e na hora do vestibular… acaba indo mal?

Esse foi o árbitro Juan Soto, no jogo de ontem entre Palmeiras x Tijuana. O venezuelano surgiu ainda jovem como bom nome para a arbitragem sulamericana, teve suas primeiras oportunidades em jogos mais fáceis e correspondeu positivamente; em 2012, fez uma temporada excepcional, ganhando experiência em jogos da Conmebol e se destacando. Em 2013, nas partidas da primeira fase da Libertadores, foi muito bem – e destaque para o jogo Libertad 2 x 0 Palmeiras, onde ocorreram reclamações infundadas do time brasileiro, especialmente numa confusão envolvendo Henrique.

(vide a partida citada em: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2013/03/01/libertad-2-x-0-palmeiras-reclamacoes-justas-ou-nao/)

Na partida do Pacaembu, em jogo decisivo, Soto sentiu a pressão. Equivocou-se em muitos lances! Mas calma: ele não foi determinante para a eliminação do Palmeiras no jogo de ontem (Talvez mais decisivo tenha sido o árbitro uruguaio Martin Vásquez no jogo de ida, onde deixou de marcar um pênalti claro sobre Wesley; ou ainda a falha do goleiro Bruno ou os chutes sem direção de Souza em cobranças de falta).

Soto levou trombada da bola e de jogadores por duas vezes (isso indica má posicionamento em campo); aplicou cartões amarelos sem um critério definido (indica dificuldade na leitura do jogo); atrapalhou-se expulsando um jogador por segundo cartão amarelo sem ter lhe dado o primeiro (indica desconcentração) e marcou um pênalti inexistente de bola na mão ao invés de mão na bola (indica falha técnica).

No somar dos erros relevantes: 1 lance a favor do Palmeiras (pênalti inexistente, pois a bola bate sem intenção no braço/mão do jogador mexicano) e 1 lance contra o Palmeiras (gol anulado por condição de impedimento, sendo que o centroavante estava em posição legal).

Entendamos os erros:

1- No caso do Pênalti a favor do Palmeiras, mão totalmente involuntária. A infração de uso indevido das mãos na bola (como é chamada a falta desse tipo) é avaliada única e exclusivamente por intenção, nunca por imprudência. Há quem entenda que, se um zagueiro saltar de maneira estabanada (imprudente), ele teria no seu íntimo o desejo de que a bola seja desviada de qualquer forma, inclusive pelas mãos, e tal lance deixasse de ser julgado como imprudente mas sim intencional. Pedro Proença, árbitro português no recente amistoso Inglaterra x Brasil em Wembley assim considerou um lance a favor da Seleção Brasileira. Teria Juan Soto agido da mesma forma?

2- Na anulação equivocada do gol do Palmeiras, o lance é bem mais difícil. Kleber (que é o cabeceador da bola) está na mesma linha do seu adversário. Porém, Henrique está um pouco mais adiantado quando a bola é lançada. Durante a trajetória, ambos ficam sozinhos à frente. Entendo que o gol não foi anulado pelo fato do Henrique estar à frente (nessa situação, o bandeira teria interpretado que o palmeirense teria passado de impedimento passivo para ativo, atrapalhando o goleiro), mas sim que o árbitro assistente entendeu que também Kleber estava a frente (afinal, no lance rápido, o bandeira vê dois atletas de verde à frente, e marca no “susto”). Na verdade, Henrique estava em impedimento passivo e Kleber em condição legal. Gol mal anulado.

Enfim, os erros deram empate num jogo de bom árbitro mal escalado. Reprovou no seu teste mais difícil.

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Foto: Ricardo Matsukawa (Terra)

– Por quê o Brasil não terá árbitros na Copa das Confederações?

Árbitros serão avaliados em torneio de 1a e 2a linha nos próximos dias. Brasil ficará fora da elite. Entenda:

Muita gente se surpreendeu quando a FIFA, na última segunda-feira, divulgou a relação dos 10 trios-de-arbitragem para a Copa das Confederações 2013 a ser realizada no Brasil. Na lista, nenhum árbitro brasileiro.

Ora, quais seriam os motivos para a ausência? Um árbitro local em competição internacional ajudaria a Comissão de Árbitros da FIFA: ele ambientaria os demais colegas de outros países, seria mais barato, ajudaria na logística, e, claro, faria a política da boa vizinhança.

A justificativa dos nomes escolhidos (você pode ler a relação dos árbitros e bandeiras no link: http://is.gd/FIFAconf ), segundo o ex-árbitro Mássimo Bussaca (que é o atual chefe da arbitragem da FIFA) é de que:

Nós nos preparamos como um time de futebol, como os jogadores. Damos especial atenção aos seguintes critérios: 1- uniformidade e regularidade, 2- desportividade, 3- proteção dos atletas e 4- abordagem tática.

Será que nenhum dos árbitros brasileiros que pertencem ao quadro da FIFA preenche tais requisitos?

Claro que sim, mas dificilmente estariam figurando na relação pelo seguinte histórico: o árbitro da Copa seria Wilson Seneme, com larga experiência internacional dirigindo Libertadores da América e Eliminatórias da Copa. Como reprovou nos testes físicos, a chance foi para Leandro Vuaden, que também falhou. De última hora, Sandro Ricci foi chamado. E é esse o detalhe: Ricci foi pouco aproveitado em competições internacionais. É como se a FIFA não o conhecesse ainda bem. Depois da indicação, passou a ser mais escalado em jogos da Libertadores da América.

Na Copa das Confederações, principal competição FIFA pré-Mundial, estará a elite, acrescida de alguns árbitros que compõe o quadro por questões políticas. Como a FIFA não escolhe os melhores do mundo (independente se serão 2 ou 3 ingleses, 2 ou 3 alemães), ela seleciona apenas 1 de cada nação. Destaque para Paulo Proença- POR (árbitro da final da Eurocopa 2012), Howard Webb – ING (árbitro da final da Copa do Mundo de 2010) e Nishimura – JAP (árbitro destaque desde 2010). A eles, some-se o ilustre salvadorenho Joel Aguilar e o desconhecido mundialmente Djamel Haimoudi, por exemplo.

Como prêmio de consolação, outros 23 árbitros que trabalharão em 2014 foram convocados para a Copa do Mundo Sub20 (veja a lista no link: http://is.gd/FIFAsub20 ), a ser realizada na Turquia entre Junho e Julho. Lá estarão o onipresente árbitro neozelandês em competições internacionais da FIFA Peter O’Leary, o bom húngaro Viktor Kassai, o regular italiano Nicola Rizzoli, o mediano espanhol Alberto Undiano, o fraco equatoriano (mas sempre prestigiado pela FIFA) Carlos Vera, e a surpresa brasileira Sandro Meira Ricci. E entenda como surpresa pois certamente a FIFA quer lhe dar rodagem internacional, fazê-lo sair do Brasil como têm feito ultimamente nas últimas competições que participou, a fim de que seja um bom representante local na Copa do Mundo.

Em suma: a Copa das Confederações será o evento da elite, e a Copa do Mundo Sub20 dos que são mais novos e precisam ganhar experiência, dos já experientes e respeitados para que treinem com tranquilidade, daqueles que farão na Copa do Mundo o seu torneio de despedida, e, é claro, daqueles que serão ilustres coadjuvantes em 2014, mas que compõe o fator político-geográfico (caso do iraniano Alirezza Faghani e do barenita Nawaf Shukralla).

Tudo isso nos faz observar duas coisas:

1.Na Copa do Mundo, não são os melhores que apitam, mas sim os elementos indicados  de cada federação (que nem sempre representa o melhor daquela nação). É burra a idéia de que apenas um árbitro de cada país deva participar.

2.O Brasil vem fazendo um péssimo trabalho com seus juízes. Temos o maior número de árbitros FIFA do mundo. No limite máximo de 10, somente há o Brasil, Alemanha, Itália e México. Com 9 oficiais na relação internacional: Inglaterra, Argentina e Espanha. Com 8: França, Japão e – pasmem – Uzbequistão). Mas repararam que temos quantidade, mas não qualidade? Vide o caso curioso do árbitro mineiro Ricardo Marques Ribeiro, do carioca Péricles Bassols, do folclórico “Chicão de Alagoas”, e até mesmo do paulista Paulo César de Oliveira: são da FIFA; mas como eles têm sido aproveitados? Quantos jogos para as Eliminatórias da Copa do Mundo eles já apitaram?

Em nome da política, vulgarizamos o status “árbitro FIFA” no Brasil. E estamos trabalhando pessimamente a renovação e a dignidade dos árbitros.

Por fim: como justificar à FIFA que nossos árbitros são bons, se na Conmebol a CBF referendou o desejo de que o confronto entre São Paulo x Atlético tivéssemos árbitros estrangeiros?

Falta mão de obra e falta cartola na arbitragem do Brasil.

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– Angelina Jolie e a Retirada Preventiva dos Seios

Leio que Angelina Jolie declarou que fez preventivamente a retirada de seus seios. A atriz realizou um exame de probabilidades de desenvolver câncer de mama por genética, e detectou ter cerca de 87% de chances da enfermidade.

Aos 37 anos, preocupava-se pelo fato da sua mãe ter falecido desse mal aos 50.  Assim, utilizou-se desse novo exame (ao custo de 3 mil dólares) para evitar a doença.

Um alerta: é cada vez maior os casos de homens que desenvolvem câncer de mama. Vale a pena deixar o bobo preconceito de lado… (tanto quanto o de próstata).

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– A Insegurança dos Carros Fabricados no Brasil é Verdadeira?

Xiiii… A agência Associated Press trouxe uma revelação: os carros brasileiros são mortais, e não atendem as mínimas normas internacionais de segurança.

Verdade ou exagero? Abaixo:

(Extraído de: http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/13/imprensa-internacional-descobre-que-carro-brasileiro-e-inseguro.htm)

MUNDO “DESCOBRE” QUE CARRO BRASILEIRO É INSEGURO; CUSTO NÃO É DESCULPA, DIZ NCAP

Por Eugênio Augusto Brito

Neste domingo (12), enquanto boa parte dos brasileiros celebrava o Dia das Mães e/ou acompanhava, na TV ou nos estádios, a decisão dos campeonatos estaduais de futebol, a imprensa internacional descobriu, reproduzindo texto da agência AP (Associated Press), que o carro feito e vendido no Brasil é inseguro.

Na reportagem, assinada por Bradley Brooks e intitulada “Carros fabricados no Brasil são mortais”, dados sobre vendas crescentes de carros de passeio no país (puxadas pela “nova classe média”, segundo o autor), números sobre acidentes de trânsito (com mortos e feridos) do Ministério da Saúde e da própria AP e resultados das três edições do Latin NCAP (a versão local do programa independente de segurança automotiva) são comparados para se chegar a um resultado já apontado por UOL Carros: carros feitos no Brasil não atendem minimamente a requisitos internacionais de segurança, ainda que suas versões fabricadas e vendidas no exterior (nos casos aplicáveis) se saiam bem.

Esta conclusão da reportagem da AP não traz novidade em si, ainda que apenas agora o mercado desenvolvido pareça ter acordado à realidade  dos mercados emergentes. Ela é, de fato, similar àquela apontada anteriormente, em novembro de 2012, pelo Latin NCAP. De acordo com os organizadores do programa de segurança para Brasil e América Latina, “os carros mais populares estão 20 anos atrasados em comparação aos dos países industrializados, e abaixo dos padrões globais” (releia aqui a reportagem).

Na ocasião, UOL Carros ressaltou a medíocre condição de segurança de modelos fabricados no Brasil com o exemplo do Renault Sandero: produzido no Paraná, o hatch obteve apenas uma estrela no teste de impacto, enquanto o modelo original, o Sandero feito pela romena Dacia, obteve em 2008 (ano de seu lançamento) três estrelas em segurança geral e quatro para crianças, no Euro NCAP.

Em carros mais instáveis e menos seguros, cresce o perigo para motoristas e ocupantes, lembra também o texto da AP: “Carros com estrutura mais fraca e coluna de direção frágil propiciam o choque do volante contra o peito e abdômen do motorista em colisões frontais, a forma mais comum e mortal de trauma, causando sérios danos aos órgãos vitais”. Além disso, a reportagem aponta que peças e pedaços de painéis mal construídos “flutuam” no interior da cabine após a colisão e podem se converter em projéteis perigosos, ferindo gravemente os ocupantes.

CLIMA DE GUERRA-
De acordo com os dados da reportagem, que aponta o Ministério da Saúde como fonte, 9.059 ocupantes de carros (motoristas e/ou passageiros) morreram em acidentes de trânsito no Brasil em 2010. Nos Estados Unidos, no mesmo período e nas mesmas condições, o total de mortes chegou a 12.435 — o texto faz ressalva de que a frota circulante norte-americana era cinco vezes maior que a brasileira no período.

“Na verdade, os dois países seguem em direções opostas no que diz respeito às taxas de morte — os Estados Unidos registraram 40% menos mortes em acidentes de carro em 2010, na comparação com a década anterior. No Brasil , o número de mortos subiu 72%, de acordo com os últimos dados disponíveis [do Ministério da Saúde]”, relata Brooks em sua reportagem.

Distribuído por uma agência jornalística internacional de renome, o texto de Brooks foi reproduzido por veículos americanos (como os jornais The New York Times, Detroit News (leia o texto em inglês aqui), Boston Herald e Seattle Times, e a rede de TV NBC), europeus (como o jornal Guardian, da Inglaterra) e até da Oceania. Brooks, que é responsável pela sucursal da agência AP no Brasil, afirma que a mistura de carros inseguros com condições perigosas de condução resulta em uma taxa de mortalidade em acidentes automotivos brasileiros quatro vezes maior que a média americana.

DE QUEM É A CULPA
Ainda de acordo com o relato de Brooks, que cita ter ouvido engenheiros e médicos, entre outros especialistas, os culpados pelo que chamou de “tragédia nacional” são os carros produzidos em território brasileiro com “soldas mais fracas, itens de segurança escassos e materiais de qualidade inferior, quando comparados com modelos similares fabricados para os consumidores americanos e europeus”.

Em fevereiro, UOL Carros publicou artigo do jornalista Pedro Kutney, editor do portal Automotive Business, que já comparava as quase 40 mil mortes anuais — cálculo que inclui também pedestres, motociclistas e outras vítimas externas aos veículos acidentados — a índices de uma “guerra não declarada”, cujas baixas poderiam ser evitadas com o uso maior de aparatos de segurança já a partir dos carros mais baratos (os mais vendidos).

“A começar por cintos de segurança mais eficientes — triviais, mas que se tornaram obrigatórios em todos os veículos vendidos no Brasil apenas em 1984. Mesmo assim, a maioria da frota atual do país sequer tem pré-tensionador, numa grave redução da proteção passiva para economizar nos custos de produção”, afirmava Kutney três meses atrás, no texto intitulado “No Brasil, itens de segurança no carro ainda são artigo de luxo” (que pode ser relido aqui).

Claro, carros não se produzem autonomamente. Assim, a responsabilidade por modelos de pior qualidade e segurança, ainda que caros, é das fabricantes, que no Brasil são estrangeiras em sua totalidade. Segundo a reportagem da AP, a justificativa é o corte de custos, ainda que as margens de lucros sejam maiores por aqui. “As fabricantes obtêm até 10% de lucro sobre os carros fabricados no Brasil, em comparação aos 3% [obtidos] nos EUA e à média global de 5%, segundo a IHS Automotive, uma empresa de consultoria do setor automotivo”, aponta Brooks.

Mesmo assim, e apesar das obrigações estabelecidas por lei, a questão do custo é sempre colocada como entrave para o deslanche de normas de segurança no Brasil. De acordo com o artigo de Kutney, publicado em fevereiro, apenas 23% dos carros novos vendidos no país em 2010 estavam equipados com ABS (freios antiblocantes), sendo que apenas 4% eram de modelos chamados “populares”, mais baratos. Em um mercado “sensível a preços”, segundo Kutney, o valor cobrado pelo kit de freios com ABS e airbags frontais — atualmente em torno de US$ 1 mil (R$ 2 mil), podendo baixar para US$ 500 (R$ 1 mil) nos próximos anos — ainda é um impedimento crucial.

NCAP: CUSTO NÃO É DESCULPA
Vale lembrar que estes valores estão muito acima dos preços pagos pelas montadoras de carros aos fornecedores (as fabricantes de autopeças). UOL Carros conversou há duas semanas com o uruguaio Alejandro Furas, diretor técnico dos programas globais do padrão NCAP (Euro NCAP e Latin NCAP, entre outros), que foi categórico: “Custo não é, nem deveria ser jamais, a justificativa, uma vez que o valor do módulo de airbag completo [para motorista e passageiro] e instalado é de US$ 70 [menos de R$ 150] para o fabricante”.

Além do Sandero, são citados Fiat Uno (“estrutura instável e apenas uma estrela”), Chevrolet Celta (“quinto colocado em vendas durante todo o ano passado, recebeu uma estrela após ter a porta deslocada e o teto vincado durante a teste de colisão”), Ford Ka (“o hatchback Ka vendido na Europa recebeu quatro estrelas, quando testado em 2008; sua versão latino-americana obteve apenas uma”) e Volkswagen Gol (“Gol e Polo têm estruturas estáveis… mas a Volkswagen não respondeu à pergunta sobre quantos de seus consumidores pedem airbags em seus carros”).

Na entrevista concedida à nossa reportagem, porém, Furas afirmou que a culpa nunca deve ser repassada ao comprador, na verdade vítima sob qualquer ponto de vista. “O consumidor brasileiro não está acostumado a comprar carro usando a segurança como critério, mas não se pode culpá-lo, uma vez que do modelo básico e pelado ao topo da gama, já equipado com itens de segurança, a diferença de valores pagos pode variar entre 25% e 30%”, diz o diretor do NCAP a UOL Carros.

Esta culpa deve recair sempre sobre a montadora, ainda que possa ser dividida com o governo e com órgãos de trânsito, que no Brasil se omitem da obrigação de fiscalizar as condições de segurança dos veículos produzidos — a ponto de sequer manterem um laboratório público de testes em território nacional, situação indicada pelo texto do AP e confirmada a UOL Carros por Furas. “Mesmo na Europa, onde os preços são mais justos, o consumidor não cobra segurança, obrigação que é do governo e das autoridades do sistema viário. No Brasil, como o Governo não cuida disso, as montadoras são negligentes e o consumidor fica sem ação”, conclui.

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– Analisando os árbitros dos jogos de Palmeiras e Corinthians na Libertadores

A Conmebol divulgou os nomes dos árbitros para os jogos entre Palmeiras x Tijuana e Corinthians x Boca Juniors: Juan Soto e Carlos Amarilla respectivamente. Vamos conhecer suas particularidades?

SEP x Tijuana – O venezuelano Juan Soto é um nome em ascensão na arbitragem sulamericana. Tem ótimo condicionamento e porte físico; costuma ser rigoroso disciplinarmente. Não conversa com atletas durante a partida. Tem apenas 35 anos e ótimo desempenho nos últimos jogos. Porém…

Soto apitou Libertad 2 x 0 Palmeiras. Após o jogo, o zagueiro palmeirense Henrique culpou o árbitro pelo resultado da partida, dizendo em entrevista à Sportv que o árbitro era “bandido” (reclamações infundadas, vide análise do lance reclamado por Henrique em: http://is.gd/75TY7T).

Na UEFA, se o árbitro não ouve tal declaração, mas ela se torna pública numa entrevista à TV, o jogador é punido por tal afirmação. Na Conmebol, nenhuma providência foi tomada.

SCCP x Boca – O paraguaio Carlos Amarilla já é quase um ‘brasiguaio”. Sempre apitando jogos importantes (e costumeiramente convidado para apitar as partidas amistosas da Seleção Brasileira), o árbitro é extremamente sério e duro no trato com os atletas. Não corre muito, mas se posiciona bem. Tem ótima condição técnica e seus jogos costumam transcorrer com bastante serenidade.

Amarilla era um dos principais nomes preparados para a Copa do Mundo de 2010. Porém, não foi ao Mundial pois a FIFA exigia na ocasião que o trio de arbitragem de cada país fosse aprovado nos testes físicos, e se um dos elementos não alcançasse a meta, os 3 voltavam para casa. Como o bandeira paraguaio Emigdio Ruiz reprovou, Amarilla (aprovado com folga), perdeu a chance de estar na África do Sul.

Em tese, ótimos nomes para as duas partidas. Torçamos que na prática realmente sejam.

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– Dia de Nossa Senhora de Fátima

Hoje é dia de Nossa Senhora de Fátima, invocação à mãe de Deus quanto às suas aparições em Fátima, Portugal.

Embora alguns confundam, vale ressaltar: todas as “Nossas Senhoras” que conhecemos são a mesma Maria, Virgem nascida em Nazaré, escolhida pelo Pai para gerar o Filho, pela graça do Espírito Santo. E a ela são atribuídos adjetivos: de Fátima, Aparecida, da Piedade, do Desterro, da Conceição, e aí por diante.

NOSSA SENHORA

Cubra-me com seu manto de amor
Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas e a dor me faz suportar
Que as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer, peço perdão

Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha Mãe, junto a Jesus

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim

Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração
Grande é a procissão a pedir
A misericórdia, o perdão
A cura do corpo e pra alma, a salvação
Pobres pecadores oh Mãe
Tão necessitados de Vós
Santa Mãe de Deus, tem piedade de nós
De joelhos aos Vossos pés
Estendei a nós Vossas mãos
Rogai por todos, nós Vossos filhos, meus irmãos

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim…

Para o Vídeo da canção, clique em: http://letras.terra.com.br/roberto-carlos/48639/

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– Análise da Arbitragem de Corinthians x Santos, Pacaembu, Final do Paulistão 2013.

Neste domingo, boa arbitragem de Wilson Luís Seneme e ótima participação dos seus bandeiras Emerson Carvalho e Anderson Coelho. Vamos aos detalhes?

Comecemos pelos assistentes: Perfeitos tecnicamente! Anderson, assistente no.2, mais exigido, foi à perfeição aos 36 minutos, num lance dificílimo onde jogadores do Santos voltavam de impedimento e outros dois buscavam a bola. É uma daquelas jogadas em que se deve estar muito atento e concentrado. Para “bandeira do campeonato”, meu voto seria a ele (não só pelo acerto, mas pelo campeonato inteiro). Como não resultou em gol, não teve tanta repercussão.

Vamos ao árbitro: Semene teve “um erro e meio”. Explico:

Uma falha disciplinar foi a não aplicação do cartão amarelo ao Romarinho por simulação, no primeiro tempo. O atacante se joga antes de dividir a bola com Edu Dracena. Seneme acertou ao não dar pênalti, mas bobeou em não dar a advertência.

Uma “possível falha técnica” foi no segundo tempo: Após troca de passes do ataque santista, na entrada da área, Alessandro vai dividir com Felipe Anderson no corpo. De longe, no sofá de casa, você vê o braço do corinthiano aberto, possivelmente empurrando o santista. No calor da partida, poder-se-ia dizer que foi tranco legal, levando em conta que o braço não foi relevante para a queda do atacante do Santos. Ainda assim não se pode ser taxativo na resposta. Lance duvidoso (portanto, se absolva o árbitro de erro crasso). Eu daria tiro penal e aplicação de cartão amarelo, mas respeito quem não marcasse!

Importante: árbitro que tem respeito é outra coisa. Perceberam como não teve conversa desnecessária e tentativa de “testar” o árbitro? Isso facilita a condução da partida.

Sobre o aspecto físico: pela experiência, Seneme se colocou muito bem em campo, não precisando correr desnecessariamente em muitos lances. Seu posicionamento e diagonal foram excelentes, mostrando que árbitro não precisa ser velocista, mas sim ter talento.

Se registre: novamente o Santos atrasou na entrada em campo. O time já era recordista de pagamento de multas por atraso durante o Paulistão, e agora mais alguns trocados para a conta do clube. Por que isso ocorre? Alguma ordem da Comissão Técnica? Relaxo dos atletas? Uma explicação seria boa.

Em tempo: Claus, Braguetto, Marcelo Ribeiro, Ceretta e Luís Flávio: um dos 5 apitará a finalíssima. Paulo César de Oliveira está fora por ter sido sorteado para o jogo Penapolense x Ponte Preta. Questiono: por que não se pode repetir bons nomes no globinho?

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– Análise da Arbitragem de Corinthians x Santos, Pacaembu, Final do Paulistão 2013. Como foi o árbitro?

Neste domingo, boa arbitragem de Wilson Luís Seneme e ótima participação dos seus bandeiras Emerson Carvalho e Anderson Coelho. Vamos aos detalhes?

Comecemos pelos assistentes: Perfeitos tecnicamente! Anderson, assistente no.2, mais exigido, foi à perfeição aos 36 minutos, num lance dificílimo onde jogadores do Santos voltavam de impedimento e outros dois buscavam a bola. É uma daquelas jogadas em que se deve estar muito atento e concentrado. Para “bandeira do campeonato”, meu voto seria a ele (não só pelo acerto, mas pelo campeonato inteiro). Como não resultou em gol, não teve tanta repercussão.

Vamos ao árbitro: Semene teve “um erro e meio”. Explico:

Uma falha disciplinar foi a não aplicação do cartão amarelo ao Romarinho por simulação, no primeiro tempo. O atacante se joga antes de dividir a bola com Edu Dracena. Seneme acertou ao não dar pênalti, mas bobeou em não dar a advertência.

Uma “possível falha técnica” foi no segundo tempo: Após troca de passes do ataque santista, na entrada da área, Alessandro vai dividir com Felipe Anderson no corpo. De longe, no sofá de casa, você vê o braço do corinthiano aberto, possivelmente empurrando o santista. No calor da partida, poder-se-ia dizer que foi tranco legal, levando em conta que o braço não foi relevante para a queda do atacante do Santos. Ainda assim não se pode ser taxativo na resposta. Lance duvidoso (portanto, se absolva o árbitro de erro crasso). Eu daria tiro penal e aplicação de cartão amarelo, mas respeito quem não marcasse!

Importante: árbitro que tem respeito é outra coisa. Perceberam como não teve conversa desnecessária e tentativa de “testar” o árbitro? Isso facilita a condução da partida.

Sobre o aspecto físico: pela experiência, Seneme se colocou muito bem em campo, não precisando correr desnecessariamente em muitos lances. Seu posicionamento e diagonal foram excelentes, mostrando que árbitro não precisa ser velocista, mas sim ter talento.

Se registre: novamente o Santos atrasou na entrada em campo. O time já era recordista de pagamento de multas por atraso durante o Paulistão, e agora mais alguns trocados para a conta do clube. Por que isso ocorre? Alguma ordem da Comissão Técnica? Relaxo dos atletas? Uma explicação seria boa.

Em tempo: Claus, Braguetto, Marcelo Ribeiro, Ceretta e Luís Flávio: um dos 5 apitará a finalíssima. Paulo César de Oliveira está fora por ter sido sorteado para o jogo Penapolense x Ponte Preta. Questiono: por que não se pode repetir bons nomes no globinho?

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– Feliz Dia das Mães!

Mãe… não dá para descrever, nem comentar. Apenas desejar FELICIDADES!

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Feliz dia das Mães!

– Dizer que o Árbitro estava Premeditado a Prejudicar sua Equipe pode?

Coisas da Justiça Brasileira: Lembram daquela semifinal do Paulistão, entre Corinthians x Palmeiras, jogo marcado pelo engraçado gesto do “fala muito” do treinador Tite ao seu adversário Luiz Felipe Scolari? A partida foi precedida pelo furo do Jornal da Tarde, que publicou em sua edição que Paulo César de Oliveira seria sorteado para o Derby. E foi!

No jogo, Felipão foi expulso por reclamações. Na ocasião, acabou sendo processado pelo árbitro por afirmar que ele “entrou em campo premeditado a prejudicar” sua equipe.

Nos tribunais, Scolari foi absolvido na semana passada. O juiz Edward Wickfield justificou que as críticas não eram propriamente ditas ao árbitro, mas sim à FPF. E disse mais:

o meio futebolístico é ambiente de forte rivalidade, emoções exaltadas e destemperos verbais. Todavia, desde que não se convertam em violência (física ou verbal) ou crime contra a honra, devem ser toleradas pelos diretamente envolvidos“.

Afirmar que um árbitro atuou premeditamente contra sua equipe não é uma forma de violência verbal e/ou moral?

Assim, PC que pedia R$ 30 mil, além de não receber, pagará R$ 3 mil pelos honorários do advogado de Scolari.

O curioso é: no STJD, a decisão foi outra: Felipão foi suspenso por 6 jogos e condenado a pagar R$ 40 mil de multa.

Afinal, quem está com a razão: a Justiça Comum ou a Justiça Desportiva?

———————————————-

Extraído de: http://uol.com/bwc2ms (Abaixo:)

PAULO CESAR DE OLIVEIRA PERDE AÇÃO CONTRA SCOLARI E AINDA TEM QUE PAGAR R$ 3.000

Por Vinícius Segalla, do UOL

O árbitro Paulo Cesar de Oliveira perdeu o processo por danos morais que movia na Justiça contra o técnico Luiz Felipe Scolari desde maio de 2011. Oliveira reclamava uma indenização de R$ 30 mil pelo fato do treinador ter dito que o juiz  estava “premeditado” a prejudicar o Palmeiras em partida da semifinal do Campeonato Paulista de 2011 contra o Corinthians, em maio daquele ano.

À época, Felipão era o técnico da equipe alviverde, que foi eliminada em disputa de pênaltis após um empate de 1 a 1. Depois da partida, o técnico declarou que Paulo Cesar estava “premeditado” a prejudicar o seu time, principalmente depois de o “Jornal da Tarde” revelar o nome do árbitro como escolhido para apitar a semifinal antes mesmo do sorteio feito pela Federação Paulista de Futebol.

Por causa das declarações de Scolari, Paulo Cesar de Oliveira resolveu processar o treinador, requerendo sua condenação a indenizá-lo em R$ 30 mil pelos danos morais sofridos e também solicitando uma retratação pública “em entrevista perante órgão de imprensa nacional”.

Na última sexta-feira, porém, o juiz Edward Wickfield publicou sentença negando as demandas de Oliveira, e ainda condenando o árbitro a pagar os honorários advocatícios do defensor de Scolari, estipulados em R$ 3.000 (10% do valor da causa). Cabe recurso.

De acordo com o juiz de direito, o meio futebolístico é “ambiente de forte rivalidade, emoções exaltadas e destemperos verbais. Todavia, desde que não se convertam em violência (física ou verbal) ou crime contra a honra, devem ser toleradas pelos diretamente envolvidos”.

Além disso, segundo a decisão judicial, a crítica feita por Felipão em relação à escolha de Oliveira como árbitro da partida “foi voltada à Federação Paulista de Futebol e de Árbitros e à forte influência que o Corinthians tem nessas entidades”.

Por fim, Edward Wickfield arremata sua sentença com um “puxão de orelha” em Paulo Cesar de Oliveira: “O autor, como experiente e conhecido árbitro de futebol, deve, no exercício de sua atividade, superar sem maiores desconfortos as naturais manifestações contrárias à sua atuação, posto que está em posição rotineira de desagrado de um dos lados, mormente os componentes do inconformado time perdedor e sua torcida”.

DECISÕES DIVERGENTES

Se, na Justiça comum, Scolari não recebeu qualquer punição por suas palavras, o mesmo não aconteceu na Justiça desportiva. Pouco mais de duas semanas após a partida, ocorrida no dia 1º de maio de 2011, o técnico foi punido com seis jogos de suspensão no torneio estadual de 2012 e mais uma multa de R$ 40 mil.

Felipão foi punido por infração aos artigos 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que fala em conduta contrária à disciplina ou à ética, e 243-F (ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto).

O mesmo jogo rendeu punição a outros dois atletas do Palmeiras. O goleiro Deola pegou gancho de duas partidas por usar sua conta no Twitter para disparar críticas ao árbitro. “Parabéns para a Federação Paulista pela honestidade e a imparcialidade demonstrada e representada, hoje, pela figura do senhor Paulo Cesar de Oliveira”, escreveu ironicamente o goleiro na ocasião.

Já o zagueiro Danilo pegou uma partida de suspensão por infração ao artigo 254. Na ocasião, ele cometeu uma falta considerada violenta no atacante Liedson.

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– Copa Pública ou Privada? Quem é o pai dos Estádios?

Na última semana, na propaganda oficial do Partido dos Trabalhadores, lembrou-se que o Governo Federal construiu 12 estádios para a Copa do Mundo.

E isso é bom?

Falta dinheiro para escolas, hospitais, infraestrutura… mas para Estádio tem! E o povo bate palmas?

No mesmo dia, anunciou-se que o Maracanã custou 40% a mais. Pode?

Fico “encafifado”: como é que o Governo construiu os Estádios, se o Beira-Rio é do Internacional, a Arena da Baixada é do Atlético Paranaense, o Maracanã e o Mineirão são Estaduais?

Aliás, não era para ser uma Copa do Mundo Privada? Ricardo Teixeira repetiu insistentemente isso quando o país foi escolhido como país-sede.

Eu não queria Copa do Mundo no país, e você?

Voltando a falar da propaganda política: Ninguém do PT pedirá desculpas pelos mensaleiros? No discurso, parece que tudo ocorreu às mil maravilhas…

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– A Guerra dos Cartões: Itaú pagará R$ 3 bilhões pela Credicard?

Nesta semana, muita agitação no mercado de Cartões de Crédito. Divulgou-se na 5a feira que o Itaú pagaria 3 bilhões de reais pela operadora Credicard, e pagos à vista! Na 6a, o banco negou.

Me recordo que quando os cartões de crédito surgiram, a briga era bipolarizada: Visanet (formada pelo Bradesco, Real e Banco do Brasil) contra Credicard (formada pelo Itaú, Unibanco e Citibank). Um banco não usava a bandeira da empresa comercializada pelo outro!

Hoje, o cenário mudou. Temos Elo, American Express e diversas outras. Mas uma coisa seja dita: as operadoras são verdadeiras minas de ouro. Veja só: quando você compra no Débito, o comerciante recebe no dia seguinte, menos 2% (em média) cobrado por elas. Se você compra a Crédito, piorou: o comerciante recebe daqui 30 dias, com taxas descontadas entre 3 a 5%!!!

Nessas negociações, nem sempre o cliente e o vendedor ganham… apenas o intermediário.

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– Paulo César Farias e o seu Algoz?

Quem matou o PC Farias? Será que nunca se saberá a verdade?

O tesoureiro de Collor fugiu, foi encontrado pela TV Globo na Tailândia e depois regresso ao Brasil, assassinado. Lembro que o país parou naqueles dias! Várias teorias conspiratórias: que o mandante foi o próprio Fernando Collor, que houvera sido seu irmão Augusto Farias (interessado nos “negócios) e até a própria namorada.

Mas, para julgamento, somente foram os seus seguranças… todos absolvidos!

Tá na cara que foi queima de arquivo. Não resta dúvida. O problema é: quem foi o mandante?

Isso me faz lembrar: o Collor sofreu um impeachmeant por causa de um Fiat Elba!!! De tudo que fez corruptamente, um detalhe o tirou do cargo. E pensar que temos tantos escândalos de mensaleiros… aliás: memória curta do eleitor, né? Collor é Senador da República!

Ô país sem memória.

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– Corinthians X Santos: Despedida do Árbitro Seneme?

Hoje teremos o primeiro jogo da decisão do Campeonato Paulista, entre Corinthians x Santos. Particularmente, penso que o jogo será excessivamente cauteloso, deixando a finalíssima para a Vila Belmiro. Se fosse apostar, iria no 0 x 0.

Mas é sobre outro tópico do clássico que quero destacar: a arbitragem. Dois tópicos sobre ela:

1- Li algumas coisas sobre o fato do bandeira ser Emerson Augusto de Carvalho, o mesmo do “famigerado impedimento triplo” do ano passado, num Santos x Corinthians pelo Brasileirão. Alguns chegaram a torcer o nariz sobre a sua escala. Bobagem. Emerson é o melhor bandeira do Brasil, irá a Copa do Mundo, e certamente naquela tarde foi um jogo a ser esquecido. Dois ou três dias depois do ocorrido, ele trabalhou pela Sulamericana, e teve relevante atuação, acertando lances de grau dificílimo.

Veja o acontecido em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2012/08/19/lances-traicoeiros-de-impedimento-na-partida-santos-x-corinthians/

2- Wilson Luís Seneme apitará a partida. De amigos em comum, ouvi que o excepcional árbitro poderá encerrar sua carreira hoje. Poderá não quer dizer deverá! O motivo são as contusões que ele sofreu e o absurdo rigor nos testes físicos cobrados pela FIFA.

Seneme vem há tempos com problemas no joelho, e indicado para a Copa do Mundo 2014, não obteve êxito nas avaliações físicas. Está perto de perder o seu escudo FIFA. Assim, se reprovar no teste para o Brasileirão, ficará mais um bom tempo parado. Dessa forma, ele consideraria que tal partida fosse a última da sua carreira.

Tenho grande respeito por Seneme. É ótimo árbitro e sua condição física é mostra fiel do verdadeiro retrato do futebol de hoje: árbitros ruins mas que correm bastante estão no quadro internacional, e talentos perdem espaço. E não que Seneme seja lento, mas sim pelo rigor das provas. A FIFA quer atletas, não árbitros. Eu prefiro o talento do que o velocista…

Espero um jogo sem polêmicas, e você?

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– Combate ao Câncer nos Testículos com Personagem Polêmico?

O Governo Federal criou uma importante campanha para a luta contra o câncer de testículos e próstata. Mas o personagem usado foi, digamos, polêmico: o Sr Testículo!

O problema é que o boneco tem sido criticado pelo seu formato e pela objetividade da criação. Ainda, pelo fato de estar sempre próximo as crianças.

Não estou entre aqueles que criticam. Aqui não é uma questão sexual, mas sim de saúde.

E você, o que pensa sobre isso?

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– Leite com Formol. De novo problemas no envasamento?

Depois do problema dos sucos Ades, agora várias marcas de leite tiveram contaminação por formol.

Não está ficando difícil confiar nas marcas? Lembram do caso Tyrol, de uns 5 anos atrás?

Dessa vez, os lotes de leite problemáticos são:

  • Italac Integral (Lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1)
  • Italac Semidesnatado (L12KM1),
  • Bom Gosto/Líder UHT Integral (lote TAP1MB),
  • Mumu UHT Integral (lote 3ARC),
  • Latvida UHT Desnatado (com fabricação em 16 de fevereiro de 2013 e validade até 16 de junho de 2013)

Talvez seja melhor bebermos leite direto da teta da vaca… Embora, temos que averiguar se ela comeu capim ou alguma ração problemática.

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– A Mãe Mais Homenageada no dia das Mamães! Futebol hoje?

Quem é o gênio que concilia uma data tão querida como o Dia das Mães com decisão de Campeonato Estadual?

Claro que estou apenas instigando o debate. Sei que não existem datas disponíveis, mas é insensível que o cara deixe de festejar com a família e vá ao estádio. Se fosse um domingo “comum”, teríamos maior repercussão nas decisões.

É jogo para assistir na TV! Depois do almoço no domingão, o torcedor dorme no sofá e acorda as 16h… isso se o papo entre os parentes e amigos não for melhor do que o jogo, e a partida decisiva ficar esquecida.

Brincadeiras a parte, uma mãe poderá ser lembrada a exaustão caso existam lances polêmicos. Precisa dizer de quem???

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Repare que ela ganhou um tapa-ouvidos… Presente bem adequado!

Mas recordo de algo diferente: em 2012, no clássico Sport x Santa Cruz pela final do Campeonato Pernambucano, uma imensa faixa foi estendida para homenagear a mãe do juiz. Veja:

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Simpática homenagem esquecida pela maioria. Quais as chances de alguém se lembrar de um gesto bacana como esse no Pacaembú?

– Pausa pela Labirintite

Socorro… Crise de Labirintite!

Voltamos em breve!

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– Doe Plaquetas; Doe Sangue!

Pratique SOLIDARIEDADE: doe plaquetas.

Não dói nada e ainda ajuda o próximo. Ah – Doe sangue também!

(Plaquetas mensalmente, Sangue bimestralmente – com limite anual de 4).

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– Os Números do Sincrestismo Religioso do Brasil

Interessante a matéria da Revista Galileu de Maio/2010, pg 22 e 23 de Bruna Fasano e Alexandre Fasano. Nela, há um Raio X das religiões no Brasil:

NÚMERO DE FIÉIS:

125,5 mi de católicos;

18 mi de pentecostais;

12,5 mi sem religião;

8,5 mi de protestantes;

5,4 mi de outras religiões.

GASTOS COM DÍZIMO (PERCENTUAL DA RENDA FAMILIAR):

0,54% é a contribuição mensal de um católico;

1,48% de evnagélicos tradicionais;

2,26% de evangélicos pentecostais.

Do montante, 44% de tudo que é repassado às diversas igrejas é por dízimos de pentecostais.

RENDA FAMILIAR (EM REIAS POR RELIGIÃO)

5.447,00 de religiões orientais;

4.422,00 de espiritualistas;

2.023,00 de católicos;

1.496,00 de evangélicos pentecostais.

CELIBATO CATÓLICO

41% afirmaram ter tido envolvimento afetivo (não necessariamente sexual) com mulheres,

50% afirmaram não manter o votop de castidade (relações sexuais com pessoas pagas ou em casos afetivos).

Extraído de Galileu.globo.com

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– O Gênio da Caxirola?

Quem foi a “brilhante mente” que inventou a tal da Caxirola?

Carlinhos Brown apresentou a Dilma o instrumento oficial de barulho durante os jogos da Copa do Mundo, representando a cultura do país.

Caramba… você já torceu ou conhece algum sujeito que torceu num estádio com CAXIROLA? Tenha dó… acham que somos bobos ou o quê?

Alguém disse e é verdade: o instrumento parece uma granada misturada com soco inglês! E é ótima para ser arremessada por imbecis fanáticos nos gramados.

Realmente, nessa se superaram!

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– O Bolsa-Crack vem aí. Uma boa ou não?

O Governo do Estado de São Paulo criou mais uma bolsa-assistencial: o bolsa-recomeço, chamado por muitos de bolsa-crack, visando ajudar os familiares que tem parentes internados em clínicas de recuperação do vício das drogas. O valor será de R$ 1.350,00.

Confesso não saber se é uma boa ou uma péssima iniciativa. Explico: ao mesmo tempo que gastamos dinheiro para tratar os usuários, vemos muitos políticos e artistas defendendo publicamente a liberação das drogas.

Ora, deixa o cara se viciar e depois o manda tratar? E paga com o meu, o seu, o nosso dinheiro dos impostos?

Eu preferiria que o Governo combatesse o uso de entorpecentes. E você, o que pensa sobre isso?

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– O Uso Indevido de Direito Autoral pelos Chavistas

O presidente Nicolás Maduro fez campanha eleitoral na Venezuela usando diversos artifícios, e um deles, foi uma adaptação da canção Detalhes (em espanhol) do brasileiro Roberto Carlos, usando-a em suas propagandas.

Porém…

O uso da música não foi autorizado. Agora, o cantor está processando Maduro, que retrucou:

Temos que ter cuidado com o que cantamos, pois estão me processando por cantar uma música neste mundo“.

Claro, resposta simplista e demagógica. Mas fica a reflexão: usar canções de artistas vivos e que ainda não caíram no domínio público, sem pedir autorização, é perigoso (falando-se na  política). E por ser na Venezuela, parece que vale tudo!

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– O Caso do Torcedor que entrou na Justiça contra o Erro de Arbitragem

Numa partida envolvendo Atlético/MG x Botafogo em 2007, o time carioca venceu o mineiro por 2 x 1, pela Copa do Brasil, e avançou na competição. Porém, o árbitro Carlos Eugênio Simon não marcou um pênalti durante o jogo a favor do Galo (reconhecido por ele próprio posteriormente a interpretação errada do lance).

Assim, o torcedor Custódio Pereira Neto entrou na Justiça pedindo indenização da CBF por danos morais. O STJ rejeitou o pedido, alegando que “falhas de árbitros não representam dano moral, pois fazem parte do jogo”.

O ministro Marco Aurélio Buzzi disse ainda:

Imagine as centenas de milhares de ações que surgiriam caso aceitássemos o pedido. O Judiciário não conseguiria atender a todos”.

Mais interessante foi a declaração do ministro Antonio Carlos Ferreira:

Uma arbitragem normal confere às partidas um tédio profundo” (parafraseando Nelson Rodrigues).

Já pensou se todo torcedor que achar que o seu time foi prejudicado entrasse na Justiça?

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– Afif é da Situação, da Oposição ou do Centro…

…ou de nada disso?

O vice-governador de São Paulo Guilherme Afif (portanto, substituto do governador Alckmin/PSDB) é do PSD de Kassab, e agora Ministro da Micro Empresa da presidente Dilma, que é do PT.

Ele disse que o importante é colaborar (o que eu concordo). Mas isso prova algo a mais: inexiste ideologia partidária no Brasil mesmo!

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– 7 Árbitros e Bola Cantada!

Não é que na última segunda-feira, em nossa coluna no Portal da Rede Bom Dia / Diário de São Paulo, adiantamos quem seriam os árbitros escalados para as finais do Campeonato Paulista 2013?

Pois é, após a análise da arbitragem de São Paulo x Corinthians, falamos sobre a dificuldade em ter bons nomes para jogos decisivos, e relatamos (veja no 8o parágrafo em: http://is.gd/ZHNlJx), uma relação de árbitros disponíveis para a final (todos de gestões anteriores a do Cel Marinho).

Bola dentro: nenhum árbitro formado pela atual administração da CEAF-SP, pelo 8o ano consecutivo, apitará a decisão do campeonato. Uma pena, pois isso demonstra claramente a dificuldade em se renovar o quadro de árbitros. Nitidamente um problema de competência, pois anualmente temos ao menos 100 árbitros na Escola de Árbitros da FPF. Portanto, (numa inocente conta) nenhum dos 800 que passaram nos bancos da EAFI nesse período chegou ao ápice.

Triste, mas verdadeiro.

Os árbitros escolhidos para sorteio? Paulo César, Seneme, Claus, Ceretta, Luís Flávio, Braguetto e Marcelo Ribeiro. Ótimos nomes.

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– Um Dia Iluminado Deve ter…

Para começar bem o dia, devemos pedir a Deus:

Paz, Mansidão, Benignidade, Justiça, Misericórdia, Saúde e Pureza.

Tudo isso pode ser retratado numa criança linda e despreocupada… como abaixo:

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Conseguimos isso no dia-a-dia? Tomara que sim!

Bom dia a todos!

– Viver Casado e Viver Solteiro

A vida a dois é muito boa. Por mais que os casais possam em certos momentos ter suas divergências, não vale a pena ser solteiro por opção (na minha modesta opinião). Ter seu cobertor de orelha lhe esperando, dividir o dia vivido, partilhar junto as conquistas e derrotas, é necessário. Penso que o indivíduo não nasce para viver isolado.

Mas há quem pense diferente. Ney Matogrosso, excêntrico cantor, por exemplo, deu uma entrevista dias atrás à Revista Época (Ed 728, pg 88), e disse, sobre casar:

Acho chatíssimo. Sabe aquela coisa quando você está em casa lendo um livro e a pessoa te chama e olha, chama pela segunda vez e na terceira você já para de ler? É a privacidade que se perde”.

Respeito, mas acho uma grande bobagem. Escrevo isso justamente após tentar ler a entrevista na revista citada, e minha filhinha me interromper, pular na minha barriga e pedir para contar para ela “uma história maluca da Dani”, sua amiga imaginária.

A leitura ficou para outro dia; a brincadeira rolou solta, junto com a esposa e a vovó que também estavam por lá. E aí questiono: Ney Matogrosso tem razão na sua queixa, pura bobagem ou o cara é muito ranzinza?

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– Análise de Detalhes da Arbitragem de São Paulo x Corinthians

No jogo da 3a fase do Paulistão entre São Paulo x Corinthians no Morumbi, tivemos uma arbitragem ruim do bom árbitro Antonio Rogério Batista do Prado. De fato, a temporada não tem sido boa para ele: após lesão durante a Copa São Paulo Jr, o árbitro trabalhou em 4 jogos, sendo seu jogo principal até então o clássico Corinthians x Palmeiras.

Tanto no Derby da 1a fase quanto no Majestoso de ontem, o árbitro cometeu um mesmo erro:contemporizou cartões! No mundo da arbitragem, tal estilo observado se diz pejorativamente que o juiz está “administrando o jogo”, ao invés de cumprir a Regra. Ou seja: mediando, poupando, segurando. Alguns árbitros fazem isso muitas vezes “para não estragar o jogo” (como se isso fosse de responsabilidade dele – evitar expulsões!). Não digo que é o caso de ontem, mas testemunho: em muitas das partidas em que atuei como quarto-árbitro, vi árbitros que, na hora da dúvida, não expulsavam jogadores para não serem vetados futuramente. Quanto menos cartões, avaliam ser melhor, pois evitam que dirigentes reclamem de atletas suspensos por cartões vermelhos.

Nada de má fé ou algo que possa condenar o árbitro, mas sim péssima leitura da partida. Emerson Sheik abusou da catimba, Rafael Tolói deixou de ser expulso (tudo se levarmos em conta o estilo adotado no começo da partida e posteriormente acomodado). E, principalmente, as reclamações de ambas equipes. Expulsões, mesmo, só depois do jogo: Maicon e Carleto receberam o Cartão Vermelho depois da decisão de tiros penais.

Não se pode colocar que o árbitro foi decisivo na última cobrança de pênalti ao mandá-la repetir (ali, Rogério Ceni realmente abusou), mas sim questionar condutas ruins: por qual motivo a partida se encerrou aos 45 minutos do 2o tempo, sem qualquer acréscimo? A propósito: em quantos jogos você não vê os acréscimos? Se deve sempre acrescer o tempo extra pelas substituições ocorridas, paralisações para retirada de atletas lesionados / atendimento médico e perdas diversas. Será que não houve nada disso, por isso nenhum minuto?

Há árbitros de meio-de-campeonato e árbitros de decisões. Já tivemos nos últimos anos Vinícius Furlan, Leandro Bizzio e outros juízes fazendo clássicos, num torneio onde fatalmente os 4 grandes se classificam entre os 8. Se eles vacilarem e forem mal, a equipe “dita prejudicada” tem tempo de se recuperar, já que o campeonato é longo. Na fase decisiva, onde são partidas eliminatórias, há de ser a nata da arbitragem. E que não se culpe o sorteio, pois da forma que se é feito, pode-se escalar com tranquilidade (aliás, um dia Marco Polo Del Nero não disse que ‘Ouro é Ouro e tem que apitar?’).

O problema é: rarearam-se os árbitros. Desde 2005 no cargo, qual árbitro foi revelado pela gestão da presidência da CEAF do Coronel Marcos Marinho, tendo como secretário Arthur Alves Júnior?

Ninguém!

Wilson Seneme e Paulo César de Oliveira (os árbitros paulistas da FIFA) eram frutos da gestão do Prof Gustavo Caetano Rogério (estão guardados paras as finais); Abade e Sálvio (que pararam), idem. Sobraram ainda para as decisões: Braguetto, Marcelo Ribeiro, Claus e Ceretta (frutos de outras gestões).

Enfim: como revelar árbitros, se os dirigentes que lá estão não produzem a contento? Há de se profissionalizar não só a arbitragem, mas a direção dela. Antonio Rogério não vive da arbitragem, assim como a maioria dos árbitros, que durante a semana exercem suas carreiras profissionais paralelas. Já os dirigentes do apito, ao invés de dedicação exclusiva na pasta que respondem, as dividem com outras: o Cel Marinho é presidente da CEAF, membro da Comissão Paz no Esporte e responde pelas questões de segurança dos Estádios. Ou faz uma coisa, ou outra! Arthur Alves Júnior é membro da CEAF, presidente do Sindicato dos Árbitros, tesoureiro da Cooperativa, entre tantas funções.

Nada se diga em relação à honestidade desses senhores, mas vale a reflexão: se se dedicassem a uma única atividade, não seria mais produtivo?

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Análise de Detalhes da Arbitragem de São Paulo x Corinthians

No jogo da 3a fase do Paulistão entre São Paulo x Corinthians no Morumbi, tivemos uma arbitragem ruim do bom árbitro Antonio Rogério Batista do Prado. De fato, a temporada não tem sido boa para ele: após lesão durante a Copa São Paulo Jr, o árbitro trabalhou em 4 jogos, sendo seu jogo principal até então o clássico Corinthians x Palmeiras.

Tanto no Derby da 1a fase quanto no Majestoso de ontem, o árbitro cometeu um mesmo erro: contemporizou cartões! No mundo da arbitragem, tal estilo observado se diz pejorativamente que o juiz está “administrando o jogo”, ao invés de cumprir a Regra. Ou seja: mediando, poupando, segurando. Alguns árbitros fazem isso muitas vezes “para não estragar o jogo” (como se isso fosse de responsabilidade dele – evitar expulsões!). Não digo que é o caso de ontem, mas testemunho: em muitas das partidas em que atuei como quarto-árbitro, vi árbitros que, na hora da dúvida, não expulsavam jogadores para não serem vetados futuramente. Quanto menos cartões, avaliam ser melhor, pois evitam que dirigentes reclamem de atletas suspensos por cartões vermelhos.

Nada de má fé ou algo que possa condenar o árbitro, mas sim péssima leitura da partida. Emerson Sheik abusou da catimba, Rafael Tolói deixou de ser expulso (tudo se levarmos em conta o estilo adotado no começo da partida e posteriormente acomodado). E, principalmente, as reclamações de ambas equipes. Expulsões, mesmo, só depois do jogo: Maicon e Carleto receberam o Cartão Vermelho depois da decisão de tiros penais.

Não se pode colocar que o árbitro foi decisivo na última cobrança de pênalti ao mandá-la repetir (ali, Rogério Ceni realmente abusou), mas sim questionar condutas ruins: por qual motivo a partida se encerrou aos 45 minutos do 2o tempo, sem qualquer acréscimo? A propósito: em quantos jogos você não vê os acréscimos? Se deve sempre acrescer o tempo extra pelas substituições ocorridas, paralisações para retirada de atletas lesionados / atendimento médico e perdas diversas. Será que não houve nada disso, por isso nenhum minuto?

Há árbitros de meio-de-campeonato e árbitros de decisões. Já tivemos nos últimos anos Vinícius Furlan, Leandro Bizzio e outros juízes fazendo clássicos, num torneio onde fatalmente os 4 grandes se classificam entre os 8. Se eles vacilarem e forem mal, a equipe “dita prejudicada” tem tempo de se recuperar, já que o campeonato é longo. Na fase decisiva, onde são partidas eliminatórias, há de ser a nata da arbitragem. E que não se culpe o sorteio, pois da forma que se é feito, pode-se escalar com tranquilidade (aliás, um dia Marco Polo Del Nero não disse que ‘Ouro é Ouro e tem que apitar?’).

O problema é: rarearam-se os árbitros. Desde 2005 no cargo, qual árbitro foi revelado pela gestão da presidência da CEAF do Coronel Marcos Marinho, tendo como secretário Arthur Alves Júnior?

Ninguém!

Wilson Seneme e Paulo César de Oliveira (os árbitros paulistas da FIFA) eram frutos da gestão do Prof Gustavo Caetano Rogério (estão guardados paras as finais); Abade e Sálvio (que pararam), idem. Sobraram ainda para as decisões: Braguetto, Marcelo Ribeiro, Claus e Ceretta (frutos de outras gestões).

Enfim: como revelar árbitros, se os dirigentes que lá estão não produzem a contento? Há de se profissionalizar não só a arbitragem, mas a direção dela. Antonio Rogério não vive da arbitragem, assim como a maioria dos árbitros, que durante a semana exercem suas carreiras profissionais paralelas. Já os dirigentes do apito, ao invés de dedicação exclusiva na pasta que respondem, as dividem com outras: o Cel Marinho é presidente da CEAF, membro da Comissão Paz no Esporte e responde pelas questões de segurança dos Estádios. Ou faz uma coisa, ou outra! Arthur Alves Júnior é membro da CEAF, presidente do Sindicato dos Árbitros, tesoureiro da Cooperativa, entre tantas funções.

Nada se diga em relação à honestidade desses senhores, mas vale a reflexão: se se dedicassem a uma única atividade, não seria mais produtivo?

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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