– Análise da Arbitragem de Enrique Osses no jogo Brasil 2 x 1 Uruguai. Como foi o árbitro?

Enrique Osses correu bastante no jogo desta tarde no Mineirão. Posicionou-se muito bem e acertou os lances técnicos. Em jogadas de tranco, não marcou nenhuma faltinha, daquelas que estamos acostumados nos campeonatos regionais. Mas não foi tão bem na parte disciplinar. Vamos aos lances?

No começo do jogo, David Luiz infantilmente agarra Lugano na área. E é agarrão mesmo, que gira-e-derruba o adversário. Pênalti indiscutível. Aqui, sou levado a crer que David Luiz estava pilhado pelas declarações provocativas pré-jogo do uruguaio e não se controlou. Acertou o árbitro na marcação.

Porém, a defesa de Júlio César foi irregular. Explico: na cobrança de pênalti, o goleiro pode se mexer para os lados a qualquer momento; mas para frente, só após o adversário tocar na bola. Pela dificuldade em se manter sobre a linha na hora do impulso, permite-se o movimento natural de um pequeno passo para frente. É como se fosse uma “adiantada permitida”. O problema é que Júlio estava com os dois passos a mais ou menos meio metro na hora que Forlán cobra. Como a distância entre o goleiro e a bola foi menor que os 11 metros regulamentares, e ele defendeu,deveria mandar voltar a cobrança.

Quase no final do 1o tempo, Luís Gustavo deveria ser expulso por atingir Rodriguez, e só levou cartão Amarelo. Numa disputa de bola, o brasileiro ergueu o pé exageradamente e de maneira forte, atingido o uruguaio no peito. Repare que não foi um movimento de disputa de bola, afinal, depois que ela passa, Luís Gustavo continuou a erguer o pé. E como a regra diz textualmente, “força excessiva” é para cartão Vermelho.

Aos 45m, falta normal do mesmo Rodriguez em Neymar. Mas o atacante caiu como se fosse atropelado. É isso que irrita, pois houve a falta de jogo, sem necessidade de cartão. A simulação de que foi mais forte do que realmente ocorreu faz com que os adversários o critiquem – e com razão.

Logo no 1o minuto do segundo tempo, Max Pereira acertou Hulk próximo a lateral. E nem levou cartão! Aos 75m, Marcelo fez falta idêntica em Cavani, e acabou levando a advertência. Esse foi o problema do árbitro: não manter um critério uniforme de distribuição de cartões.

Uma observação: na etapa final, os trancos legais foram numerosos, sempre praticados pelos uruguaios e derrubando os brasileiros. Mas por quê os brasileiros também não fizeram uso de tal artimanha?

Aos 83m, mais uma situação desnecessária: Gonzales foi substituído, e fala algo aparentemente provocativo para Neymar, que está pronto para cobrar um escanteio; o brasileiro manda beijinho para o adversário, retribuindo a provocação. Profissionais não podem fazer isso.

No final do jogo, com ambas equipes abusando do unfair-play, Neymar disputa a bola com Gargano;o uruguaio abre os braços e Neymar simula ter levado uma cotovelada. O árbitro marca a simulação, vários jogadores discutem, Osses não consegue aplicar o cartão ao brasileiro e durante a confusão o Uruguai cobra rápido e com a bola rolando. Ainda bem que não resultou em nada…

Nos acréscimos, Neymar é substituído e demora, demora, demora para sair. O árbitro está ao pé do ouvido, com coceira para dar cartão amarelo, e o menino insiste. Sorte que o árbitro chileno resolveu contemporizar tudo nos instantes finais.

E você, o que achou da partida? Deixe seu comentário:

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– Análise da Arbitragem de Enrique Osses no jogo Brasil 2 x 1 Uruguai. Como foi o árbitro?

Enrique Osses correu bastante no jogo desta tarde no Mineirão. Posicionou-se muito bem e acertou os lances técnicos. Em jogadas de tranco, não marcou nenhuma faltinha, daquelas que estamos acostumados nos campeonatos regionais. Mas não foi tão bem na parte disciplinar. Vamos aos lances?

No começo do jogo, David Luiz infantilmente agarra Lugano na área. E é agarrão mesmo, que gira-e-derruba o adversário. Pênalti indiscutível. Aqui, sou levado a crer que David Luiz estava pilhado pelas declarações provocativas pré-jogo do uruguaio e não se controlou. Acertou o árbitro na marcação.

Porém, a defesa de Júlio César foi irregular. Explico: na cobrança de pênalti, o goleiro pode se mexer para os lados a qualquer momento; mas para frente, só após o adversário tocar na bola. Pela dificuldade em se manter sobre a linha na hora do impulso, permite-se o movimento natural de um pequeno passo para frente. É como se fosse uma “adiantada permitida”. O problema é que Júlio estava com os dois passos a mais ou menos meio metro na hora que Forlán cobra. Como a distância entre o goleiro e a bola foi menor que os 11 metros regulamentares, e ele defendeu, deveria mandar voltar a cobrança.

Quase no final do 1o tempo, Luís Gustavo deveria ser expulso por atingir Rodriguez, e só levou cartão Amarelo. Numa disputa de bola, o brasileiro ergueu o pé exageradamente e de maneira forte, atingido o uruguaio no peito. Repare que não foi um movimento de disputa de bola, afinal, depois que ela passa, Luís Gustavo continuou a erguer o pé. E como a regra diz textualmente, “força excessiva” é para cartão Vermelho.

Aos 45m, falta normal do mesmo Rodriguez em Neymar. Mas o atacante caiu como se fosse atropelado. É isso que irrita, pois houve a falta de jogo, sem necessidade de cartão. A simulação de que foi mais forte do que realmente ocorreu faz com que os adversários o critiquem – e com razão.

Logo no 1o minuto do segundo tempo, Max Pereira acertou Hulk próximo a lateral. E nem levou cartão! Aos 75m, Marcelo fez falta idêntica em Cavani, e acabou levando a advertência. Esse foi o problema do árbitro: não manter um critério uniforme de distribuição de cartões.

Uma observação: na etapa final, os trancos legais foram numerosos, sempre praticados pelos uruguaios e derrubando os brasileiros. Mas por quê os brasileiros também não fizeram uso de tal artimanha?

Aos 83m, mais uma situação desnecessária: Gonzales foi substituído, e fala algo aparentemente provocativo para Neymar, que está pronto para cobrar um escanteio; o brasileiro manda beijinho para o adversário, retribuindo a provocação. Profissionais não podem fazer isso.

No final do jogo, com ambas equipes abusando do unfair-play, Neymar disputa a bola com Gargano; o uruguaio abre os braços e Neymar simula ter levado uma cotovelada. O árbitro marca a simulação, vários jogadores discutem, Osses não consegue aplicar o cartão ao brasileiro e durante a confusão o Uruguai cobra rápido e com a bola rolando. Ainda bem que não resultou em nada…

Nos acréscimos, Neymar é substituído e demora, demora, demora para sair. O árbitro está ao pé do ouvido, com coceira para dar cartão amarelo, e o menino insiste. Sorte que o árbitro chileno resolveu contemporizar tudo nos instantes finais.

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– PEC 37 rejeitada pelo Medo dos Deputados

E nessa última noite, o Congresso rejeitou a PEC 37, proposta que, em outras palavras, dava a possibilidade dos deputados se auto-investigarem e se auto-julgarem pelos seus delitos.

Somente 9 deputados votaram a favor; entre eles, Valdemar da Costa Neto (ele mesmo, de tantas denúncias e que um dia renunciou para não ser cassado – e voltou ao Congresso.

Mas uma coisa é certa: os deputados não votaram contra a PEC para ajudar o país, mas nitidamente com medo das manifestações. Será que se os protestos Brasil afora não existissem, e o voto fosse secreto, o resultado seria o mesmo?

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– E nesta 4a temos Brasil x Uruguai. Como será a arbitragem?

Curto e grosso, responda: Brasil ou Uruguai, quem avança para a finalíssima da Copa das Confederações?

Aposto no Brasil, imaginando um jogo dificílimo.

Para a partida, apitará o chileno Enrique Osses.

Gostei e não gostei. Osses tem boa condição física e técnica, aplica bem os cartões, mas não tem um perfil adequado para o jogo de hoje por um motivo: costuma interpretar jogadas faltosas mais ríspidas como lances legais duros! Ou seja, deixa o jogo correr até demais.

Se fosse Uruguai x Argentina, diria que a escala foi perfeita, pelo estilo de jogo das equipes. Como é um time mais leve (Neymar, Oscar) contra um mais batedor (Lugano é o melhor exemplo), temo por equívocos – principalmente a não marcação de jogadas temerárias (com aplicação de cartão amarelo) com lances de imprudência (falta simples). Lembrando que Osses é disciplinador, enérgico, mas em lances de conduta antidesportiva. No “jogo jogado”, nem tanto.

A vantagem para o Brasil é que como o time de Felipão faz muitas faltas táticas (antijogo, faltinhas bobas para matar a jogada), não corremos riscos de levar cartões. A contrapartida será os lances de pancada não coibidos a contento.

Osses não costuma ser caseiro; assim, não correrá o risco de ser intimidado pelo Mineirão. No final do ano, era o melhor árbitro da Conmebol e foi escalado para a final da Sulamericana (São Paulo x Tigre, o jogo de um tempo só). Também apitou o 1o jogo da final da Libertadores, entre Boca Jrs x Corinthians.

A propósito, o continente está mal representado: Osses poderia estar na Copa das Confederações; o argentino Diego Abal, nunca. Há outros melhores para terem sido chamados à competição: o uruguaio Roberto Silveira (embora não poderia ser escalado neste jogo), o peruano Vitor Carrilho, o colombiano Wilmar Roldán…

Para Itália x Espanha, teremos o inglês Howard Webb. Para mim, ficou claro que Massimo Bussaca, o homem forte da FIFA, quis escalar árbitros que conhecem os estilos de jogo; e ao mesmo tempo, os jogadores conhecerão os limites do árbitro.

Eu inverteria a escala: Osses no clássico europeu e Webb no sulamericano. Ambas equipes respeitariam os árbitros mais do que a escala original.

Sendo assim, fica o palpite: seja qual for o jogo da final (aposto Espanha x Brasil) teremos o japonês Nishimura ou o holandês Bjorn. E como a FIFA gosta de fazer média, a final entre um europeu e um sulamericano será arbitrada por um asiático.

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– Joaquim Barbosa disse não!

Já imaginaram Joaquim Barbosa concorrendo à Presidência da República?

Em meio aos manifestantes, o presidente do STJ era o preferido das pessoas que protestavam, segundo pesquisa do Datafolha.

Indagado em entrevista ontem, ele disse que não tem intenção de entrar na Política.

Medo da missão ou medo da contaminação do meio?

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– Transporte Coletivo em Discussão

Que a qualidade do transporte coletivo de Jundiaí é ruim, não se discute. Mas não sabia e achei interessante: os terminais urbanos são administrados pelas concessionárias do serviço de ônibus em Jundiaí, e não pela Prefeitura!

Ué, não deveria ser responsabilidade do Município, até mesmo para fiscalizá-las? Aliás, me recordo: na virada dos anos 80/90, tínhamos trabalhando na cidade: Viação Caxambú, Reunidas, Três Irmãos, Leme e Viação Jundiaiense. Hoje, ao invés de mais empresas servindo a cidade, sobraram a Viação Leme e o grupo que é dono da Três Irmãos + Jundiaiense.

Involução?

Em São Paulo, parece que o prefeito Fernando Haddad começou a ter idéias radicais: jogou no ar a possibilidade de estatizar o transporte público. Seria a volta de um monstrengo chamado CMTC? Lembram dos cemitérios de ônibus?

Aí também não dá…

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– João, o Essênio. Viva São João Batista!

Paz e bem à todos. Hoje é dia de São João Batista, considerado “o precursor de Cristo”. Aquele que abriu os caminhos para a missão salvífica de Jesus (que era seu primo), sendo também o último profeta bíblico.

Na Liturgia das Horas, se reza da seguinte forma: 

Ó Deus, que suscitastes São João Batista, a fim de preparar para o Senhor um povo perfeito, concedei à vossa Igreja as alegrias espirituais e dirigi nossos passos no caminho da salvação e da paz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 

Abaixo, sua linda história, extraída de: http://jefferreira.blog.terra.com.br/2009/06/24/solenidade-do-nascimento-de-joao-batista/

SOLENIDADE DO NASCIMENTO DE SÃO JOÃO BATISTA

Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista que, ao lado da Virgem Maria, são os únicos em que a liturgia lembra o seu aniversário natalício. São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao pai Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho.

Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista que na beira do Rio Jordão ou Mar Morto viviam em profunda penitência e oração. Pode-se concluir isso a partir do texto de Mateus: “João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre”.

O que tornou este santo tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor através de suas pregações que chamavam à mudança de vida e batismo de penitência (por isto Batista). Como nos ensinam as Sagradas Escirturas: “Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo” (Mt 3,11). Os Evangelhos nos revelam a inauguração da Missão Salvífica de Jesus, a partir do Batismo recebido pelas mãos do precursor João e manifestação da Trindade Santa.

São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Cristo aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, e acabou decapitado devido o ódio de Herodíades, mas morreu na santidade e reconhecimento do próprio Cristo: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista” (Mt 11,11).

São João Batista, rogai por nós!

Natividade de São João Batista – IESE – Instituto Educacional Santo Elias

Imagem extraída de: https://colegiosantoelias.com.br/novo/natividade-de-sao-joao-batista/

– Quem passará para a final da Copa das Confederações?

Dois clássicos mundiais: um sulamericano e outro europeu decidirão os finalistas da Copa das Confederações.

E aí: o que pensar sobre Brasil x Uruguai e Itália x Espanha?

Meus “palpites percentuais”: Como o Brasil está evoluindo e joga em casa contra um Uruguai fraco (mas traiçoeiro), Brasil 70% x 30% Uruguai. E como a Espanha é indiscutivelmente um timaço, embora jogue contra a Itália, vou de Espanha 75% x 25% Itália.

Numa final entre brasileiros e espanhóis, chuto Brasil 45% x 55% Espanha!

Números quebrados, mas que podem retratar melhor o favoritismo. E a graça do futebol é essa: nem sempre o melhor ou favorito vence.

E quem apita esses jogos?

Puro palpiteco: na semi sulamericana, o chileno Ósses ou o argentino Alba. Na européia, o português Proença ou o inglês Webb. E para a final: o japonês Nishimura ou o holandês Bjorn.

Quer palpitar também? Deixe seu comentário:

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– E Viva São João Batista em seu dia!

Hoje é dia de São João Batista, primo de Jesus, o precursor do Messias. Aquele que abria caminhos e endireitava as veredas, à espera do Salvador. Herodes o matou e entregou a sua cabeça em uma bandeja à cunhada, sua amante, pelos motivos de que denunciava o pecado e lutava pela Justiça e Amor (não o confunda com São João, o Evangelista, Apóstolo de Cristo).

Viva São João Batista, que nos ensina a servidão ao Cristo e a lutar pela Paz, Pureza e Justiça.

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– Central do Futebol no Google

Amigos, neste período de festa do futebol, com a Copa das Confederações em nosso país, estamos debatendo sobre os jogos, escrevendo sobre arbitragem e postando muita coisa na Central do Futebol no Google”.

É uma ação de promoção de futebol do G+ (Google Plus), onde diversos especialistas escrevem sobre o evento.

Convido você a discutindo conosco. É só procurar pelas hastags #centraldofutebol e #juizporcari .

Participe, procure por esse selo em nossas páginas:

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– Quem disse que o problema é o Entorno de você?

Vale refletir…

– A teoria da Pipoca e o Respeito às diferenças!

Saibamos respeitar nossas diferenças e nossas particularidades.

Uma analogia muito simples, e ao mesmo tempo, propícia:

– Tudo muda muito rápido numa temporada.

Maurício Barbieri era disputado em Dezembro por Vasco e Santos. Hoje está desempregado.

Cuca, há uma ano e meio, era dado como substituto de Tite na Seleção Brasileira. Hoje, está fora do mercado.

Há poucas semanas, o Fluminense goleava o River Plate e era tido como o melhor futebol jogado no Brasil. Já não é mais.

Scolari estava aposentado. Desaposentou-se.

Rogério Ceni era considerado “homem forte” no SPFC e sua permanência não estava atrelada a pressão. Caiu.

Em Outubro, era inimaginável que Victor Pereira sairia do Corinthians para o Flamengo. Foi. E era igualmente inimaginável pensar que duraria tão pouco tempo no novo cargo.

Thiago Carpini deixava o Água Santa para estudar na Europa. Não foi, não demorou muito tempo e está no Juventude.

O fato que mais que me impressiona: Luís Castro era cornetado pela torcida do Botafogo por não ter ficado entre os 4 no Cariocão. Dois meses depois é líder com sobra no Brasileirão… 

Tudo muda muito rápido mesmo.

Homem de jogador de futebol sobre parede isolada, tendo dúvidas e com a expressão do rosto confuso

Imagem extraída de Freepik, em: https://br.freepik.com/fotos-premium/homem-de-jogador-de-futebol-sobre-parede-isolada-tendo-duvidas-e-com-a-expressao-do-rosto-confuso_6790604.htm

– Análise dos Gols de Brasil 4 x 2 Itália. Como foi a Arbitragem?

Num duelo entre potências como Brasil x Itália, você escalaria quem para apitar? O melhor árbitro da UEFA ou da Conmebol? Um inglês? Um argentino? Talvez. Mas a FIFA escalou Ravsham Irmatov, árbitro de 35 anos e há 10 no quadro internacional.

O detalhe curioso: Irmatov, apesar de ser de um país de pouca representatividade no futebol, o Uzbequistão (e que apitou diversos jogos com Luís Felipe Scolari, treinador da Seleção Brasileira que um dia se gabou de nunca ter sido expulso por lá), seu curriculum é invejável: trabalhou na Copa do Mundo de 2010 e em duas finais mundiais interclubes (incluindo Santos 0 x 4 Barcelona).

Porém, fora essas competições, quais jogos de expressão Irmatov apita durante a temporada?

Nenhum!

Assim, erros ocorreram na partida de hoje – sendo um deles ERRO DE DIREITO (que pode anular uma partida caso o clube que se sinta prejudicado reclame).

Vamos aos gols:

  1. Brasil 1 x 0 Itália: Dante 45’ (gol irregular, média dificuldade à arbitragem) – Neymar cruza a bola para Fred, que cabeceia para o gol. Buffon espalma e Dante pega o rebote, estando em condição de impedimento. O lance foi rápido, e Dante estava 23 cm a frente do penúltimo adversário quando Fred cabeceia (é esse o parâmetro para avaliar o impedimento: o último toque do próprio companheiro). Não importa se a bola veio de um rebote do goleiro, da trave ou resvalada por um zagueiro italiano; aquela situação é impedimento “por tirar vantagem de uma posição de outrora”. Mas veja a curiosidade: mesmo se Buffon tivesse dado o rebote e vários jogadores italianos tivessem se posicionado entre Dante e o goleiro, o lance deveria ser impugnado pois o que vale (a referência) é o toque de Fred. Entenda a cabeçada de Fred como “um passe a Dante, tabelando com o adversário”. E outra curiosidade: se o zagueiro da Itália tivesse se antecipado a Fred e cabeceado erroneamente para o próprio gol, após o rebote de Buffon, o jogador brasileiro Dante estaria em condição legal, já que a bola teoricamente veio da própria zaga. Portanto, erro do bandeira (do Quirguistão…).
  2. Brasil 1 x 1 Itália: Giaccherini 50’ (gol legal, sem dificuldade). Sem polêmica alguma, apenas a observação do belo lançamento de calcanhar de Balotelli ao seu companheiro, num contra-ataque.
  3. Brasil 2 x 1 Itália: Neymar 54’ (gol legal, de jogada duvidosa). Neymar disputa a bola com Maggio, que abre os braços e tenta buscar a bola. Tanto por baixo como por cima fica a dúvida: Maggio toca a bola legalmente ou desequilibra Neymar ilegalmente? O braço do italiano foi suficiente para obstruir o brasileiro? Talvez sim, talvez não. Mas a falta questionável foi marcada e Neymar marcou um belíssimo gol na cobrança.
  4. Brasil 3 x 1 Itália: Fred 65’ (gol legal, sem dificuldade). Fred disputa com Chiellini em velocidade; o adversário cai por disputa normal da bola e com um belo chute amplia.
  5. Brasil 3 x 2 Itália: Chiellini 69’ (gol irregular, pouca dificuldade à arbitragem). Um erro bisonho, de várzea e incomum. Balotelli sofre pênalti de Luís Gustavo. Irmatov estava muito bem posicionado, apita o pênalti e aponta a marca do tiro penal, mas alguns atletas não param ao som do apito e Chiellini toca para as redes. Não é gol, afinal, o jogo estava parado com o apito do árbitro. Para surpresa de todos, não é que o árbitro confirma o gol? Apesar das reclamações dos brasileiros, ele gesticula tentando justificar algo incompreensível: uma vantagem no pênalti! E fica o alerta: existe vantagem no pênalti, mas quase nenhum árbitro marca, já que na maior parte das vezes a vantagem é ter o tiro penal ao seu favor, ao invés da posse de bola. Sempre, claro, sem apitar a infração e abrindo os braços sinalizando a vantagem. Apitar o pênalti e depois desmarcá-lo porque a bola entrou não existe, já que os jogadores brasileiros podem alegar que desistiram da jogada ao ouvir o som do apito. Além disso, é erro de direito (o típico erro de não-cumprimento da regra, que rende anulação do jogo, caso a equipe prejudicada reclame).
  6. Brasil 4 x 2 Itália: Fred 87’ (gol regular, média dificuldade). Bernard toca para Marcelo, que chuta para o gol. Buffon defende e Fred (na mesma linha do penúltimo adversário) fica com o rebote, marcando seu segundo gol. Apesar da rapidez da jogada e do posicionamento difícil, acertou a arbitragem.

Irmatov correu muito na partida, mas tecnicamente não estava a altura de tal confronto. Errou quem o escalou.

Um detalhe importante: quantas faltas “técnicas” o Brasil faz! Típicas faltinhas “feliponescas”, para matar o jogo no meio campo. Neymar, por exemplo, que não sabe marcar (como a maioria dos atacantes, que além de não saberem, não gostam dessa função) tomou amarelo por isso.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Análise dos Gols de Brasil 4 x 2 Itália. Como foi a Arbitragem?

Num duelo entre potências como Brasil x Itália, você escalaria quem para apitar? O melhor árbitro da UEFA ou da Conmebol? Um inglês? Um argentino? Talvez. Mas a FIFA escalou Ravsham Irmatov, árbitro de 35 anos e há 10 no quadro internacional.

O detalhe curioso: Irmatov, apesar de ser de um país de pouca representatividade no futebol, o Uzbequistão (e que apitou diversos jogos com Luís Felipe Scolari, treinador da Seleção Brasileira que um dia se gabou de nunca ter sido expulso por lá), seu curriculum é invejável: trabalhou na Copa do Mundo de 2010 e em duas finais mundiais interclubes (incluindo Santos 0 x 4 Barcelona).

Porém, fora essas competições, quais jogos de expressão Irmatov apita durante a temporada?

Nenhum!

Assim, erros ocorreram na partida de hoje – sendo um deles ERRO DE DIREITO (que pode anular uma partida caso o clube que se sinta prejudicado reclame).

Vamos aos gols:

  1. Brasil 1 x 0 Itália: Dante 45’ (gol irregular, média dificuldade à arbitragem) – Neymar cruza a bola para Fred, que cabeceia para o gol. Buffon espalma e Dante pega o rebote, estando em condição de impedimento. O lance foi rápido, e Dante estava 23 cm a frente do penúltimo adversário quando Fred cabeceia (é esse o parâmetro para avaliar o impedimento: o último toque do próprio companheiro). Não importa se a bola veio de um rebote do goleiro, da trave ou resvalada por um zagueiro italiano; aquela situação é impedimento “por tirar vantagem de uma posição de outrora”. Mas veja a curiosidade: mesmo se Buffon tivesse dado o rebote e vários jogadores italianos tivessem se posicionado entre Dante e o goleiro, o lance deveria ser impugnado pois o que vale (a referência) é o toque de Fred. Entenda a cabeçada de Fred como “um passe a Dante, tabelando com o adversário”. E outra curiosidade: se o zagueiro da Itália tivesse se antecipado a Fred e cabeceado erroneamente para o próprio gol, após o rebote de Buffon, o jogador brasileiro Dante estaria em condição legal, já que a bola teoricamente veio da própria zaga. Portanto, erro do bandeira (do Quirguistão…).
  2. Brasil 1 x 1 Itália: Giaccherini 50’ (gol legal, sem dificuldade). Sem polêmica alguma, apenas a observação do belo lançamento de calcanhar de Balotelli ao seu companheiro, num contra-ataque.
  3. Brasil 2 x 1 Itália: Neymar 54’ (gol legal, de jogada duvidosa). Neymar disputa a bola com Maggio, que abre os braços e tenta buscar a bola. Tanto por baixo como por cima fica a dúvida: Maggio toca a bola legalmente ou desequilibra Neymar ilegalmente? O braço do italiano foi suficiente para obstruir o brasileiro? Talvez sim, talvez não. Mas a falta questionável foi marcada e Neymar marcou um belíssimo gol na cobrança.
  4. Brasil 3 x 1 Itália: Fred 65’ (gol legal, sem dificuldade). Fred disputa com Chiellini em velocidade; o adversário cai por disputa normal da bola e com um belo chute amplia.
  5. Brasil 3 x 2 Itália: Chiellini 69’ (gol irregular, pouca dificuldade à arbitragem). Um erro bisonho, de várzea e incomum. Balotelli sofre pênalti de Luís Gustavo. Irmatov estava muito bem posicionado, apita o pênalti e aponta a marca do tiro penal, mas alguns atletas não param ao som do apito e Chiellini toca para as redes. Não é gol, afinal, o jogo estava parado com o apito do árbitro. Para surpresa de todos, não é que o árbitro confirma o gol? Apesar das reclamações dos brasileiros, ele gesticula tentando justificar algo incompreensível: uma vantagem no pênalti! E fica o alerta: existe vantagem no pênalti, mas quase nenhum árbitro marca, já que na maior parte das vezes a vantagem é ter o tiro penal ao seu favor, ao invés da posse de bola. Sempre, claro, sem apitar a infração e abrindo os braços sinalizando a vantagem. Apitar o pênalti e depois desmarcá-lo porque a bola entrou não existe, já que os jogadores brasileiros podem alegar que desistiram da jogada ao ouvir o som do apito. Além disso, é erro de direito (o típico erro de não-cumprimento da regra, que rende anulação do jogo, caso a equipe prejudicada reclame).
  6. Brasil 4 x 2 Itália: Fred 87’ (gol regular, média dificuldade). Bernard toca para Marcelo, que chuta para o gol. Buffon defende e Fred (na mesma linha do penúltimo adversário) fica com o rebote, marcando seu segundo gol. Apesar da rapidez da jogada e do posicionamento difícil, acertou a arbitragem.

Irmatov correu muito na partida, mas tecnicamente não estava a altura de tal confronto. Errou quem o escalou.

Um detalhe importante: quantas faltas “técnicas” o Brasil faz! Típicas faltinhas “feliponescas”, para matar o jogo no meio campo. Neymar, por exemplo, que não sabe marcar (como a maioria dos atacantes, que além de não saberem, não gostam dessa função) tomou amarelo por isso.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Que tal crismar?

Amigos, muitos, infelizmente, não dão importância em confirmar o Batismo recebido pela vontade de seus pais. Fica o convite para participar dos encontros de catequese da Crisma! Abaixo:

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– E a Copa das Confederações chegou na Rodada 3!

Para findar a primeira fase da Copa das Confederações, teremos 4 jogos com placares a serem discutidos em casas de apostas. Vamos aos jogos?

Uruguai x Taiti: aqui, se questiona: os uruguaios vão ganhar de quanto? Se a Nigéria desceu do avião e sem treinar enfiou 6, se a Espanha com time reserva (e que time!) marcou 10, o que esperar do Uruguai que quer mostrar serviço e vai com sua força máxima? Eu arrisco 12 x 1, com pênalti mandrake para os taitianos.

– Japão x México: mesmo perdendo para a Itália após ótimo primeiro tempo, o Japão foi uma decepção para mim, já que seus jogadores eram melhores tecnicamente e mais experientes do que em outros momentos da história. Talvez, a melhor seleção japonesa já montada. Porém, o México se mostrou horrível até agora. O que fez o badalado Chicharito? Para mim, o primeiro OXO da competição.

– Espanha x Nigéria: Não dá para não jogar na Coluna 1. Mas em ritmo de treino de luxo, palpiteco de 3 x 0.

– Brasil x Itália: aí o chute deve ser mais cauteloso… Não me convenci em nenhum jogo de que o Brasil está bem; jogamos bem em alguns momentos apenas; e a Itália é sempre a Itália (que chavão novo, talvez desde o bicampeonato mundial de 34 e 38!). Aqui não arrisco muito: 1 x 1, torcendo para que os gols sejam de Neymar e Balotelli.

E aí, o que você espera dos jogos? Deixe seu palpite:

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– O Facebook e o Twitter mudaram o Brasil?

Sempre ouvimos falar que o brasileiro era um povo acomodado e não se mexia nem organizava protestos. Agora, o país está parando todas as tardes com manifestações.

Mas algo importante: com o mesmo cenário político-econômico, elas ocorreriam há 10 anos atrás?

Eu creio que não! As redes sociais ajudam e muito. Vide o Twitter com a hastag #vemprarua, verdadeiro convite objetivo dos manifestantes. Mas talvez a força maior venha do Facebook, com suas postagens e diversos fotos e frases de incentivo, além da organização de marchas e envio de convites.

Quer queiramos ou não, as redes sociais (e neste caso o Facebook) estão sendo determinantes para todo esse processo.

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– E se a Copa do Mundo não fosse mais no Brasil?

Se eu me tornasse presidente da FIFA, ficaria extremamente preocupado com a Copa do Mundo no Brasil. Afinal, a entidade se tornou uma vilã instantânea nos protestos.

Antes, qualquer boa partida de futebol e/ou amistoso da Seleção calava críticos, desde que em suas praças. Hoje, aqueles que antes estavam quietos, resolveram falar e o brasileiro parece mais resistente ao pão-e-circo.

Para a Copa da Colômbia em 1986, o presidente da época alegou dificuldades econômicas e a Copa foi para o México. Mas se isso acontecesse com o Brasil?

Os “elefantes-brancos” se tornariam mais deficitários; o prejuízo institucional, de imagem e turístico, seria monstruoso. E tudo o que foi gasto, dito como investimento em infraestrutura e legado, seria ainda mais desmascarado. Afinal, onde estão as obras deixadas em favor do povo, independente do futebol (como hospitais, mobilidade urbana, entre outras)?

Talvez para a FIFA mudar o país-sede não seja tão difícil do que parece: ou alguém duvida que a Inglaterra ou a Alemanha estejam prontas para uma mudança emergencial? Até os EUA estariam preparados.

No ritmo que vai, tal hipótese não poderia ser desprezada. Feliz ou infelizmente.

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– Argentina ou Itália?

Leio que Jairzinho, tricampeão mundial com a Seleção de 70, declarou que o maior rival do Brasil no futebol é a Itália, e não a Argentina.

Será mesmo?

Aqui no nosso pedaço sulamericano, a rivalidade com os hermanos é incontestável. Mas o “Furacão da Copa” lembrou bem: os jogos mais importantes da história da Seleção Brasileira sempre envolveram a Squadra Azurra!

E pra você: quem é o maior rival da Seleção Brasileira? Itália, Argentina., Alemanha, Uruguai…

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– O Decepcionante Discurso de Dilma

A Presidente da República Dilma Rousseff deu uma satisfação em cadeia nacional de rádio e tv nesta sexta-feira, em relação aos protestos. Seu discurso foi básico; nada além do esperado e, talvez por isso, decepcionou.

Aliás: a Logo do Governo Federal, há 10 anos colorido com forte destaque para o vermelho (com o nome BRASIL), agora virou verde-amarelo! A própria Dilma, que sempre aparece de vermelho (não posso deixar passar batido: ela deve ter mais roupa dessa cor do que o armário criado pelo Maurício de Sousa à Mônica), resolveu falar vestindo um amarelo-claro.

Seria pelo fato do movimento das ruas ser apartidário e ela não querer fazer menção ao PT? Evidentemente que sim.

Mas em sua fala, algumas coisas que incomodaram e o brasileiro mais ingênuo pode ter acreditado: entre elas, que o Estado não está gastando dinheiro com a Copa do Mundo, mas que empresta recursos que vai receber.

Ora, a transação é feita pelo BNDES a juros extremamente baixos. Ou vai construir estádio com os juros do Bradesco, Itau ou qualquer outro banco? É subsídio do Governo Federal sim, e, pior, a maior parte aos Governos Estaduais – e estes são principalmente os grandes construtores de arenas da Copa do Mundo, gastando sem limites. Veja o estádio de Brasília, que, segundo o Tribunal de Contas da União, chegou a incrível marca de 1,7 bilhão de reais.

Em tempo, insisto com algo que critico: tivemos quase 7 anos para protestar contra a Copa, e agora que tudo está pronto, vamos sair às ruas? Se fará o quê: destruirá as obras e jogar fora o dinheiro que já foi mal gasto? Aí o prejuízo é maior…

No discurso, Dilma disse que conversará com prefeitos e governadores sobre mobilidade urbana. Ué, mas há 10 anos de Governo do PT e isso não era uma das prioridades, junto com Reforma Agrária, Saúde, Educação?

O pior foi Dilma pedir para que os Governantes sejam transparentes na administração do dinheiro público. Mas não foi a própria presidente que, dias atrás, resolveu tornar sigilosos os gastos de viagens internacionais?

Parece que estamos perdendo o rumo – do Governo e também da Sociedade, pois afinal, os assustados políticos se defrontam a uma massa que outrora formada por manifestantes pacíficos se converteu em grupo de vândalos que destroem bens públicos e privados, querendo invadir prédios a todo custo, num clima de anarquismo total. E, logicamente, maculam e tiram espaço das pessoas de bens e que querem mudar o Brasil.

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Aliás, o sorriso desses dois seria do quê, há meses atrás?

– A Infelicidade de Ronaldo

Depois que parou de jogar, o fenômeno dos gramados Ronaldo se tornou um empresário de sucesso. Associou-se a políticos, realizou grandes empreendimentos e continuou a ganhar dinheiro.

Está na dele. Vida que segue. Mas, muitas vezes, fala coisas que não devia.

Recentemente, uma frase de dois anos foi relembrada. Na época, ele discutiu sobre a importância em construir estádios para a Copa do Mundo, contra argumentos contrários. Numa ato infeliz, disse:

“Com hospitais não se faz Copa do Mundo”.

Claro, se naquele contexto já trazia polêmica, imagine agora. Dias atrás, se desculpou da frase mas insistiu na importância do torneio. Lógico, ele é interessado… afinal, trabalha no COL, na Globo, para os patrocinadores, empresaria alguns jogadores…

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– A Crise do Interior por Culpa do Etanol

A prosperidade do Interior Paulista com o agronegócio parece ter sido freada. A região de Ribeirão Preto, chamada antes de “Califórnia brasileira” e atualmente de “Vale do Silício do Etanol” sofre com o baque econômico.

Veja abaixo, extraído de Revista Exame, pg 40-42, ed 1042

COLHEITA DE PREJUÍZOS

Por Alexa Salomão e Daniel Barros

Se você quiser ser dono de uma usina, pegue um talão de cheques e passe o dia em Sertãozinho. É com essa frase que os empresários do setor de açúcar e álcool gostam de explicar a importância desse município no interior paulista. Apesar de estar a 350 quilômetros da capital e ter pouco mais de 100 000 habitantes, Sertãozinho ficou conhecida como o Vale do Silício do etanol. Lá estão usinas, canaviais e, especialmente, as principais indústrias de equipamentos para a montagem e a manutenção do parque sucroalcooleiro nacional. Quando o setor vai bem, Sertãozinho vai ainda melhor. Mas, se vai mal, a cidade se torna um retrato bem definido dos problemas. E o que ocorre neste momento.

”Chegamos a crescer mais do que a China”, diz Nerio Costa, ex-prefeito que se candidatou à reeleição e perdeu, segundo sua própria avaliação, por causa da retração econômica que se abateu durante sua gestão. “Mal sentei na cadeira de prefeito e veio a crise – um a um, cada segmento da cadeia foi pisando no freio, até que todo o setor ficasse em compasso de espera.”

Poucos setores no país tiveram tanto glamour na década passada quanto o de etanol. O combustível verde (para alguns entusiastas, verde e amarelo) foi apontado como o substituto do petróleo. Dispostos a participar de sua produção no Brasil, investidores de todo o mundo compraram usinas aqui. A participação de estrangeiros subiu de 3%, em 2006, para 33%, hoje. A petroleira anglo-holandesa Shell, o grupo agrícola francês Louis Dreyfus e a produtora de açúcar indiana Shree Renuka são apenas algumas das empresas de outros países presentes na produção nacional.

Em 2008, no auge da euforia etílica, o setor recebeu 10 bilhões de dólares em investimentos. De lá para cá, 41 usinas fecharam as portas. Já foram para o ralo 45 000 postos de trabalho no setor – o equivalente a 5% dos empregos. Um estudo do banco Itaú BBA sinaliza que as perdas podem estar só no começo: 90 dos 147 grupos empresariais em operação no Centro-Sul do país têm dívidas elevadas e metade corre o risco de fechar as portas. São negócios que já foram referência, como o grupo João Lyra, do deputado de mesmo nome, que tem usinas em Alagoas e Minas Gerais em recuperação judicial. Alexandre Figliolino, diretor do Itaú BBA para etanol e cana-de-açúcar, tem uma analogia particular para explicar a situação: “Os usineiros são como antílopes fugindo de um leão”, diz Figliolino. “O leão pegou os antílopes mais frágeis. Agora, começa a alcançar os fortes, e isso coloca em risco a saúde do setor.”

É o que se vê em Sertãozinho. No campo, o panorama é de queda na produtividade. “As pessoas reclamam que o agricultor chora demais, mas a situação aqui é dramática”, diz Luiz Carlos Tasso Júnior, produtor em Sertãozinho. Tasso caminha pelo canavial queixando-se de que não tem dinheiro nem para tratar direito o solo, muito menos para investir na aquisição de veículos. Usa tratores emprestados de um amigo e o ajuda a pagar o financiamento. A colheita é feita pela usina que comprar a cana. Em 2007, seus 120 hectares produziram 92 toneladas de cana por hectare. Na última safra, o resultado caiu para 74 toneladas. “Fiz dívida para refinanciar dívidas”, diz Tasso. “Hoje, só quitaria todas se vendesse tudo que tenho, até a casa onde moro.” Dados globais da produção mostram que essa é a realidade de boa parte de médios e pequenos agricultores de cana.

Em 2008, o setor colhia 85 toneladas por hectare. Na safra passada, a média estava em 68 toneladas por hectare – uma queda de 20%. “O valor da cana caiu, mas o preço dos insumos aumentou e as usinas cobram mais pela colheita”, diz Manoel Ortolan, presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil. Os associados da entidade representam quase um terço da produção nacional. No ano passado, as margens passaram a ser negativas. O custo de produção fechou em 68 reais por tonelada de cana, mas o preço da cana ficou em 64 reais por tonelada.

O aperto na indústria sucroalcooleira começou recentemente. De 2008 a 2012,81 projetos de usinas foram postos de pé no país. Para dar conta da demanda, a indústria de Sertãozinho cresceu. O número de empresas passou de 500 para 700. A cidade absorveu mais de 3 000 profissionais e chegou a empregar 47 000 trabalhadores. Nos últimos dois anos. o número de postos retrocedeu aos níveis de 2008. Na região, que compreende sete cidades, o emprego acumula queda de 2% nos últimos 12 meses. Na indústria, o faturamento caiu até 70%.

A Smar, especializada na produção de sistemas de automação, perdeu 100 funcionários no último ano e não repôs nenhum. Nos meses mais críticos, paga os operários, mas pede aos executivos que esperem um pouco mais para receber os salários. Tem feito um esforço para manter os 120 engenheiros, responsáveis por criar novas tecnologias. Foram eles que garantiram nos Estados Unidos o registro de mais de 50 patentes, expostas como troféus em quadros nos escritórios da empresa. Entre seus orgulhos está um sistema de injeção que movimenta os motores do porta-aviões USS John F. Kennedy, da Marinha americana. Em 2009, a Smar trabalhava em três turnos, mas há meses opera com ociosidade de 30% da capacidade. “Cerca de 20% de meus clientes faliram”, diz o chileno Eduardo Munhoz, diretor comercial da divisão de açúcar e etanol da Smar. “Não dá para substituí-los da noite para o dia.”

Lucros no exterior

Para contornar as perdas, as empresas lutam por um espaço no concorrido e minguado mercado externo. É o caso da TGM. Especializada na fabricação de turbinas, neste momento tem 92% do faturamento garantido por exportações para Ásia, América Central e União Europeia. Waldemar Manfrin, sócio-diretor da TGM, tem orgulho em mostrar as estruturas gigantescas que produz para o mundo. “Em Brasília, dão incentivos para fogões, geladeiras e carros”, diz Manfrin. “Já o nosso setor foi esquecido. Se não exportássemos, estaríamos encrencados.” Em 2003, a TGM faturou 80 milhões de reais. No auge da euforia com o etanol, o resultado bateu quase em 700 milhões. Em 2012, ficou perto de 200 milhões graças às exportações.

Os efeitos negativos começaram a chegar ao comércio. Na Barão do Rio Branco, uma rua aprazível com árvores e canteiros de flores, que concentra o varejo de Sertãozinho, as lojas têm mais funcionários do que clientes. As vendas esfriaram desde a virada do ano. A Paulmem, loja tradicional de vestuário prestes a completar 40 anos, passou a década registrando aumentos de dois dígitos nas vendas, ano a ano. Em 2012, teve o primeiro Natal com alta de apenas um dígito: 6%.

Desde então, as vendas esfriaram mais. Para complicar, o novo empreendimento da família Ribeiro, dona da Paulmem, vai mal das pernas. O Shopping da Moda, inaugurado em outubro, ainda opera no vermelho. No fim de abril, a família desativou o estacionamento coberto para transformá-lo numa área de saldões. “O Dia das Mães foi bem fraquinho”, diz Erika Ribeiro, sócia do Shopping da Moda. “Agora, esperamos que os produtos mais baratos atraiam os clientes e melhorem as vendas.”

Como Sertãozinho depende da retomada do setor de etanol no resto do país, o comércio local pode ter de esperar. “Não há encomendas para a construção de usinas”, diz Antônio Eduardo Tonielo Filho, presidente da associação que reúne fabricantes de equipamentos para o setor de etanol. “São elas que impulsionam os elos da cadeia.” O mau humor que impera no setor espalhou-se pelo Brasil. O estado de Goiás, por exemplo, foi tomado pela euforia dos investidores a partir de meados dos anos 2000.

Inaugurou 11 usinas em 2008. Hoje, há mais de 40 projetos aprovados no estado, com incentivo fiscal garantido. Quinze deles contam até com licenciamento ambiental e podem iniciar o plantio da cana. Todos, porém, estão engavetados. Já a cidade de Rolândia, vizinha a Londrina, no Paraná, entr
ou numa crise severa. A usina da cooperativa Corol foi um símbolo do progresso da cidade de 58 000 habitantes. Chegou a empregar 6% da força de trabalho local e a responder por 5% da receita da prefeitura. Em 2011, a usina foi à falência com uma dívida de 600 milhões de reais. Apenas 20% de seus empregados foram absorvidos em usinas da região. “No Paraná e em boa parte do Brasil, a indústria do etanol está localizada em pequenos municípios, que dependem fortemente da atividade”, diz Miguel Tranin, presidente da Associação de Produtores de Bioenergia do Paraná. “Quando a usina se vai, boa parte da riqueza local se perde.”

O governo piorou a crise

O inferno astral do setor de etanol tem muitas razões. A crise financeira internacional cortou o crédito das usinas no momento em que estavam endividadas e comprometidas com fusões e expansões. O preço do petróleo caiu e a promessa de aumento das exportações de etanol para substituir o combustível fóssil não vingou. Problemas climáticos comprometeram a produção de cana. O tempo, a mãe natureza e as leis de mercado cuidariam de resolver questões como essas. Mas o que realmente jogou o setor de joelhos foi a política. Ao assumir a Presidência, Dilma Rousseff decidiu segurar o preço da gasolina e, assim, combater a inflação. A estratégia corroeu os resultados da Petrobras e, de quebra, tirou a competitividade do etanol. Em 2008, metade da frota nacional rodava com etanol. Hoje, só 20% dos veículos são abastecidos com álcool.

No fim de abril, o governo anunciou um pacote de ajuda ao setor, com a redução de tributos e a criação de novas linhas de financiamento. A UNICA, entidade que congrega as usinas, emitiu uma nota agradecendo a iniciativa, mas reivindicou ações de longo prazo. Segundo um político ligado ao setor, o governo ameaçou suspender o pacote se não tivesse o apoio oficial da UNICA. Uma semana depois, a entidade soltou uma nova nota, apoiando o pacote – e sem nenhuma menção a eventuais problemas. Não há, porém, como aplacar o descontentamento de quem sofre com a nova realidade do etanol. “As medidas não fazem cócegas nas empresas”, afirma Carlos Liboni, secretário de Indústria e Comércio de Sertãozinho. “O que está em jogo é maior do que vender álcool no posto: precisamos de uma política clara e de longo prazo para dar segurança aos investidores.”

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– Fred, Damião e Jô: acabaram os centroavantes?

A camisa 9 da Seleção Brasileira está em baixa. Sem marcar gols e com a sombra de Jô, Fred é contestado por muitos. Mas a posição de finalizador (nem sempre com a 9) está em fase ruim no Brasil. Trazendo à memória, tínhamos Reinaldo do Atlético-MG nos anos 70; depois Careca, Evair, Romário, Ronaldo e agora… Fred, Damião ou Jô?

Que os fãs deste jogadores me desculpem, mas o contraste é muito grande!

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– O Contraste de Gente de Bem com Bandidos nos Protestos em Jundiaí

Uma multidão foi às ruas protestar contra a corrupção em Jundiaí. Da Avenida Nove de Julho, passando pela Avenida Jundiaí e fechando a Rodovia Anhanguera, os manifestantes pediam um país menos corrupto, a atenção sobre a PEC 37, o fim da gastança desenfreada nos estádios da Copa e outras causas nobres.

Tudo muito justo, democrático, com gente de todas as idades (mesmo com muitos oportunistas de partidos políticos tentando tirar proveito e não conseguindo). Entretanto, quando se exalta e foge da razão, uma massa popular pode ser perigosa.

Quer um exemplo?

Como chegar aos hospitais de Jundiaí para atendimento emergencial, se irresponsavelmente a Anhanguera foi fechada? Quem se serve dessa via para chegar ao Centro, ficou isolado! Protestar é direito, DESDE QUE NÃO SE FIRA O DIREITO DO OUTRO. O excesso não pode ser ignorado.

É claro que no meio de gente cidadã, lutando por um Brasil melhor, há quem foi para o protesto como se vai para uma festa, sem ao menos saber a pauta. Isso também é ruim. Afinal, há gente exacerbando ideias confusas, oba-oba e princípios nada corretos, claramente CONFUNDINDO DEMOCRACIA COM ANARQUIA.

Eu tinha 9 anos e atentamente aprendi, na inocência de uma criança, que as pessoas tinham o direito de se manifestar com os atos da Eleição de Tancredo Neves e o fim da Ditadura Militar. É o primeiro grande momento histórico que tenho na lembrança.

Quando jovem, vivi intensamente os protestos contra Collor e a revolta dos eleitores. Jovens como eu, de cara-pintada, sabendo o que faziam.

Hoje, bem maduro, entristeço ao ver que em meio a esses belos movimentos democráticos esteja gente mascarada, com camisetas amarradas na cabeça ou rostos escondidos. A FIM DE QUÊ ESCONDEM SEUS ROSTOS? Para praticar atos marginais?

Lamentavelmente, destruíram a Avenida Jundiaí; subiram ao Centro e saquearam as lojas; confrontaram a Polícia infringindo leis básicas da boa convivência social.

Claro que é uma minoria quem fez isso; mas ela se aproveita das maiorias que muitas vezes se descuidam do combinado. A manifestação não era para ser de rosto descoberto, e até o Parque da Uva? Por que avançou a Anhanguera? Aliás, para quê?

Sou democrata, apartidário, contra a Copa, contra a PEC 37 e contra a Corrupção. Mas sei que a minha manifestação deve ter limites sociais. Senão, a bagunça generaliza.

Nas redes sociais, se vê a mistura do entusiasmo de gente pacífica com os rastros de destruição de vândalos. Aí vem outra questão, mais profunda: vai se protestar até quando? O recado já foi dado, as autoridades estão preocupadas e os políticos assustados.

Depois de tudo isso, parece que vai se perdendo o propósito. Protestar por protestar parece ilógico. Aí, vira farra e os aproveitadores de plantão aproveitam a ocasião.

O vandalismo, concretamente registrado pode ser observado nesses links:

Jornal de Jundiaí (Rafael Amaral): http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=205122

Bom Dia Jundiaí (Aline Pagnani, Fábio Pescarini, Michele Stela): http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalh/52480/Milhares+saem+as+ruas+em+nome+de+mudancas

Rádio Cidade (Rafael Santos):

http://www.facebook.com/media/set/?set=a.610507435634728.1073741855.100000264321484&type=3

Globo (Luana Eid):

http://m.g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2013/06/tropa-de-choque-usa-bomba-para-dispersar-manifestantes-em-jundiai.html

JORNAL DE JUNDIAÍ

Depois de uma manifestação pacífica, um pequeno grupo apelou para a violência e deixou a avenida Jundiaí parcialmente destruída – com orelhões quebrados, um caixa eletrônico totalmente depredado, a porta de uma loja afundada e diversos postes de luz derrubados no canteiro central. Durante os eventos ocorridos ontem, a maior parte dos manifestantes se concentrou na avenida 9 de Julho. 

Uma segunda e menor parte esteve na rodovia Anhanguera, impedindo a passagem de veículos. Os conflitos começaram ali, quando a Polícia Militar teve de utilizar força para que os manifestantes liberassem a rodovia. A retirada gerou revolta nos presentes, que passaram a lançar pedras contra a PM. A polícia, por suas vez, respondeu com bombas de gás, segundo informações de alguns manifestantes. 

Quarenta homens da Tropa de Choque se posicionaram na avenida, em frente ao Parque da Uva. Enquanto isso, rapazes chutavam orelhões e os arrastavam pela via. Os lixos foram jogados no meio da rua e incendiados. O professor César Santos, 39, participou da manifestação com seu filho de 13 anos e lamentou que um protesto iniciado pacificamente tenha sido prejudicado, ao fim, por um pequeno grupo.

”Quando fiquei sabendo que ocorriam conflitos, subi para a avenida Jundiaí para ajudar a pacificar a situação.” O tenente-coronel Aloysio Alberto de Queiroz, do 11º Batalhão, esteve no local e confirmou a necessidade de utilizar a força para retirar os manifestantes da Anhanguera. 

Ele também lamentou o desfecho de um protesto pacífico. Um garoto foi detido pela polícia, sob a suspeita de furto. No Centro, lojas foram saqueadas. Em uma delas, seu proprietário disse que levaram roupas e tênis e que a polícia tentava encontrar os responsáveis durante a madrugada. 

Comércio – Com medo dos manifestantes, lojas fecharam suas portas mais cedo no Centro e na região da 9 de Julho. O JundiaíShopping fechou às 17h e alegou que era por motivos ligados à mobilidade dos funcionários, pois muitos dependiam de ônibus. O Paineiras Shopping também fechou as portas mais cedo.

BOM DIA JUNDIAÍ

Vários grupos saíram de Jundiaí em direção à prefeitura ao longo da noite de ontem. Pedras chegaram a atingir o prédio e o secretário da Casa Civil, Zeca Pires, e o presidente da Câmara, Gerson Sartori, desceram para conversar com os manifestantes e marcaram uma nova reunião para discutir melhorias no transporte público, segundo apurou o BOM DIA.

Por volta de 22h a polícia teve que retornar lá, mas já havia uma confusão generelizada pela cidade, principalmente na avenida Jundiaí, transformada em praça de guerra.

Foram dezenas de bombas de efeito moral, uso de spray de pimenta e muita correria. Para dispersar a multidão que interditava a rodovia há pelo menos quatro horas, ao menos 20 homens do Batalhão de Choque da Polícia Militar fizeram uma barreira e seguiram até a altura  do Parque da Uva, disparando mais bombas de efeito moral.

A correria foi grande e os carros seguiam na contramão e de ré pela avidena para fugir, tanto dos manifestantes quanto dos policiais.

Com pedaços de paus e pedras, os manifestantes atingiram  lojas e empresas. As ruas transversaris serviram para muitos dos pacíficos se esconderem dos mais exaltados.

Na tentativa de atingir uma fachada, um jovem atirou uma pedra e acertou a cabeça de uma estudante. Ela chegou a cair mas não apresetou ferimentos.

O tumulto durou cerca de uma hora até que os manifestantes se dispersassem.

bloqueiro / A avenida Jundiaí – e suas ruas transversais-, Dona Manoela Lacerda de Vergueiro, e as ruas Elias Juvenal Melo, Barão de Teffé foram interditadas pelos manifestantes por pelo menos duas horas. Os motoristas que tentavam passar o bloqueio eram hostilizados.

Amigos dividem a conta para dar vida á velha panfletagem
Em plena era da internet, da comunicação em massa pelas redes sociais, Juliana Cavalcanti, 19 anos, uma vestibulanda que sonha em cursar medicina, e Débora Aparecida, já formada em comércio exterior (e empregada no ramo) aderiram à velha panfletagem para protestar contra os gastos com a Copa do Mundo.

As duas confeccionaram pequenos panfletos e contaram com a ajuda de amigos para rachar a conta da fotocopiadora no Centro. “Valeu a pena”, disse Juliana. As duas estavam paradas próximas ao Terminal Central e distribuiam os papéis enquanto a multidão passava por eles no fim da tarde de ontem.

MAIS- Congestionamento de quilômetros
Até às 22h de ontem a rodovia Anhanguera continuava com os dois sentidos de tráfego interditados. O congestionamento foi registrado do Km 56 ao Km 61, onde há acesso para outras estradas. 

Morador do bairro Retiro, o vigia Odair Pereira, 53 anos, ficou horas em um ponto de ônibus às margens da via esperando o ônibus que pega para ir ao trabalho, em Louveira. “Eu ouvi falar da manifestação, mas não sabia que seria tudo isso. Cheguei no ponto antes das 18h porque o ônibus normalmente passa 18h10, mas nem sinal dele hoje”.

Hinos de protesto 
Gritos de não violência, menos dinheiro para a Copa e mais investimento na saúde e na educação e até mesmo críticas ao jogador Neymar, afirmando que ele vale mais do que um professor que estudou para ensinar. Esses foram alguns dos hinos defendidos.

RÁDIO CIDADE

A manifestação realizada em Jundiaí levou às ruas cerca de 25 mil pessoas. Infelizmente uma minoria aproveitou para vandalizar e realizou estragos em diferentes pontos da cidade. Alguns estabelecimentos comerciais foram depredados. Duas lojas que comercializam pneus, agências bancárias e um terminal eletrônico foram os principais alvos. Muito lixo ficou espalhado pelas ruas. Lojas de carros, uma clínica médica, orelhões e postes de iluminação também foram danificadas. Registro de vândalismo também na Nove de Julho, Paço Municipal, TV TEM e uma loja de roupas no centro da cidade

GLOBO

A Tropa de Choque da Polícia Militar de Jundiaí (SP) foi acionada para dispersar os manifestantes que interditaram o km 56 da rodovia Anhanguera na noite desta quinta-feira (20). Eles jogaram bombas de efeito moral para que os protestantes saíssem do local. A rodovia, que ficou cerca de quatro horas interditada, foi liberada às 22h15, de acordo com a concessionária que administra o trecho.

Com a chegada da Tropa de Choque no local, parte dos manifestantes correu em direção a avenida Jundiaí. Houve confusão e gritaria. Mesmo assim, a outra parte do grupo permaneceu na rodovia Anhanguera e entrou em confronto com os policiais. Em resposta a ação da Tropa de Choque, protestantes mascarados jogaram bombas caseiras contra os policiais.

Enquanto que a minoria entrava em confronto com a polícia, os outros manifestantes gritavam: “Sem Violência!” Depois de alguns minutos de confusão, a Tropa de Choque conseguiu liberar totalmente as duas pistas da rodovia Anhanguera e os manifestantes seguiram em sentido a avenida Jundiaí. Durante a interdição, as duas pistas da rodovia Anhanguera ficaram com congestionamentos de cinco quilômetros, nas duas pistas, informou a concessionária.

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– Palpite para Espanha x Taiti?

O que esperar de Espanha x Taiti hoje a tarde?

Se levado a sério, com time titular, creio que o placar seria: Vira 7 e acaba 14,15,16… Coisa absurda mesmo, placar histórico. Afinal, são os campeões do mundo contra um time amador.

Fico imaginando o seguinte: Existe a tendência de uma torcida neutra sempre torcer para um time pequeno, mais fraco. Então, não seria loucura imaginar a Seleção da Espanha ser aplaudida no Maracanã, e curiosamente, os mesmos 80.000 torcedores gritarem “Taiti, Taiti” como incentivo à carismática seleção da Polinésia. Gozado!

Como a Espanha entrará com reservas, que tal 1o tempo 4 x 0 e mais 4 gols no 2o?

Anote aí: 8 x 0

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– Pitacos sobre Brasil 2 x 0 México

Sem querer ser chato, mas a Seleção Brasileira venceu mais ainda não convenceu. Momentos de bom futebol no começo e no final do jogo. Durante a partida, mostrou-se um time comum. Aliás, incomparável com a Seleção Espanhola (infelizmente).

Os pontos fortes são o entrosamento e a melhora de Neymar. O grupo está com cara de time, mesmo jogando bem ou mal. E Neymar parece estar mais a vontade.

Os pontos fracos: irregularidade durante os 90 minutos e inconstância na criatividade. Barcelona, Seleção da Espanha e o próprio Bayern aprenderam a jogar bola espelhando-se na Seleção Brasileira de tempos atrás. Aliás: Pepe, o mito santista, disse certa vez que quando treinou Guardiola no Mundo Árabe ele, nas horas vagas, falava incansavelmente da beleza de jogo do Escrete Canarinho.

Eles evoluíram, ganham jogando bonito e nós… desaprendemos? Ou a safra de atletas não é tão boa? Ou ainda: culpa dos esquemas táticos dos nossos treinadores?

Qual é a sua avaliação?

Em tempo: o reserva Jô está aproveitando bem as oportunidades. E o Hernanes começando sempre no banco, hein?

Ops: E o árbitro Howard Webb? Pra mim, contemporizou alguns cartões. Fiquei com a sensação de que ele está apitando mais com a fama do que com a técnica.

Deixe sua opinião:

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– Governantes cedem ao MPL

Geraldo Alckmin e Fernando Haddad, assustados e pressionados por uma quase revolução civil, cederam. Metrô e Ônibus terão as tarifa reduzidas a partir de 2a feira.

A revolta popular – democrática por parte de alguns, mas violenta e vândala por outros- venceu.

Fica a questão: tudo começou com os protestos do Movimento Passe Livre, e outras bandeiras acresceram as passeatas. E agora?

São Paulo continuará a ter manifestações? Se sim, o que reivindicam especificamente? Mais: o que será necessário para que cessem?

Protestar por simplesmente protestar não fará sentido. As vezes, as vozes ressoam abstratamente. Os propósitos deverão ser clarificados.

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– A Impotência em Querer Ajudar e não Conseguir!

Sabe aquelas pessoas que se relacionam com você diariamente, e um relacionamento profissional ou constante ou ainda comum se torna uma grande amizade? Sem interesse algum, respeitoso, saudável!

Pois é… e quando aquela pessoa querida passa por dificuldades e você quer, mas não pode ajudar por não ter como o fazer? Fica impossibilitado por não estar a seu alcance?

Ai a gente fica triste mesmo. Mas torcendo. Rezando. Orando.

Ô minha amiga… provavelmente você não vai ler essa mensagem, mas mesmo assim, conte conosco; ao menos, com nossas preces!

Força, fé, disposição e otimismo. Tudo passa, tudo passará! E boa sorte.

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– Volumosidade dos Protestos no Brasil: Maneiras e Propósitos

Parece que os Vândalos da Paulista perderam espaço para jovens realmente engajados.

Boa, gostei. São manifestantes legítimos e surpreendentes, pelo fato do povo ser costumeiramente acomodado. Mas o que, especificamente, se pede?

Era pelo ônibus? Depois contra a Copa? Contra 10 anos Petistas na República ou décadas do PSDB em São Paulo? Ou contra tudo e ao mesmo tempo subjetivamente contra nada em específico?

Contra a corrupção é valido, desde que não exista violência. Mas vimos bombas contra a ALERJ e incêndio de carros de cidadãos comuns no RJ; isto é bandidagem. E vandalismo tentando arrebentar portões do Palácio dos Bandeirantes? Sem contar a arruaça na Prefeitura, ontem. Idem sobre isso.

Por quê não se mostrou o processo democrático de protesto não votando em Tiriricas e Genoínos? Fizeram o mesmo contra o Mensalão?

Por quê não se protestou contra a Copa em 2007, quando o Brasil foi escolhido? Depois de pronto, vai demolir tudo? Aí é burrice, pois o prejuízo é maior.

Aliás, será que vivemos um país rachado? Dilma e Lula com popularidade estratosférica, contrapondo-se a manifestações gigantescas de rua. Como entender isso?

De fato, o país está confuso…

As manifestações pacificas e suas causas são justíssimas e faço coro. Nunca quis Copa do Mundo, pois, para mim, o dinheiro deveria ser revertido para a Saúde e para a Educação. Além de quê, detesto essa corja corrupta e demagógica que governa o Brasil. Mas temos que ser coerentes e decentes: quebradeira de bens públicos e críticas tardias de nada valem; ao contrário, maculam.

Vamos mudar o Brasil, pelo voto e com paz. Sem troca de bolsas-assistenciais mas com emprego especifico. Colocando o pão-e-circo do lado e de maneira racional. E, claro, com objetivos claros: sem promoção de grupos pessoais e/ou políticos.

A propósito: viram algumas radicais com bandeiras de partidos nanicos? Sim, elas apareceram com membros de extrema esquerda, misturando-se com jovens intelectuais liberais.

Há de tudo, há todos, há por tudo.

Há os que querem mudar o Brasil. Há os que querem farra. Há os que nem sabem o motivo de estarem lá.

Há, enfim, esperança. Mas que ela venha mansa e objetiva, sem demonstração raivosa ou fanática.

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– Os Vovolescentes da Internet

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

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– O Bairro Medeiros Clama por Ajuda!

O Bairro Medeiros, aqui em Jundiaí, está realmente abandonado pelas autoridades. A insegurança tomou conta dos moradores. O crescimento desordenado fez com que a bandidagem voltasse os olhos para cá, e os residentes dessa esquecida região não tem muito o que fazer.

Apesar de existir um batalhão da PM no bairro, o trabalho dos soldados é inglório, já que por mais esforçados que sejam, eles têm poucas viaturas a disposição e atendem a Eloy Chaves, Ermida, Jardim Tannus, Residencial Jundiaí, Parque Almerinda Chaves, Fazenda Grande, Parque Industrial e Grande Retiro!

Assim, na semana que vem, ocorrerá uma pacífica manifestação de moradores durante os trabalhos da Câmara Municipal. O evento está sendo organizado via Rede Social, e pode ser encontrado no Facebook na Comunidade “Bairro Medeiros e Região – Jundiaí”.

Aqui, o convite pela postagem do moderador da Comunidade, Glauco Arduíno. Participe!

MANIFESTO POR MAIS SEGURANÇA EM NOSSA REGIÃO

A manifestação pedindo mais segurança para nossa região, está com data marcada para: Terça-feira (25/06) às 18:30, na Câmara Municipal de Jundiaí.

Lembremos: Estaremos em uma “Casa de Leis”, portanto, a manifestação deve ocorrer de forma pacífica, respeitosa e consciente.

Como será realizada a manifestação?

Os manifestantes devem levar cartazes com pedidos de “PAZ, SEGURANÇA, POR MAIS POLICIAMENTO POR PARTE DA PM, POR RONDAS E UMA BASE DA GM (PROMETIDO EM CAMPANHA)”. Os cartazes serão expostos durante a sessão da Câmara Municipal de Jundiaí.

Em que momento serão expostos os cartazes?

Meu amigo Cleofas e eu (Glauco), levantaremos nossos cartazes e demais manifestantes devem levantar seguidamente, mantendo-se sentados e em silêncio, obedecendo a ORDEM DA CASA.

Observando que: A manifestação tem como objetivo trazer segurança para nossa região, portanto, não será permitido levantar bandeiras de cunho partidário!

Conto com a participação e colaboração de todos!

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– Tem Rodada hoje da Copa das Confederações?

Depois de tanta confusão e noticiário monopolizado dos protestos Brasil afora, quase me esqueci: hoje temos dois jogos pela Copa das Confederações!

Mas aqui uma polêmica: em Fortaleza, no jogo Brasil x México, teremos protestos da população. Além dele, há a possibilidade da Polícia do Ceará decretar greve em apoio!

Xiii…

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– Cura Gay e Reversão Hetero: a Polêmica em Brasília!

E passou por mais uma etapa um delicado projeto do contestado Pastor Feliciano, presidente da Comissão dos Direitos Humanos das Minorias. Ele, que é alvo dos grupos homossexuais por ser considerado homofóbico, conseguiu levar a frente um polêmico trabalho visando que pessoas com comportamento homossexual tenham ajuda gratuita para “reverterem o comportamento para heterossexualidade”.

Evidentemente, a medida desagradou os grupos gays, tanto que o projeto tem sido chamado ironicamente de “Cura Gay”.

Mas aqui uma consideração: se a pessoa outrora dita heterossexual tem direito a tratamento psicológico gratuito caso descubra sua homossexualidade e queria assumir (e até operação pelo SUS para mudança de sexo lhe é oferecida), por quê a situação contrária não é permitida? A pessoa pode ter ajuda do Governo para se assumir homossexual, mas o inverso não?

O pecado do projeto, ao meu ver, será se o homossexual for tratado como doente, o que é diferente da ajuda terapêutica. Caso contrário, tudo em ordem.

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– E o Protesto de Jundiaí na próxima 5a feira?

Leio que teremos manifestações populares em Jundiaí, contra a corrupção e em pró do cumprimento de promessas eleitoras do Prefeito de Jundiaí, Pedro Bigardi.

Se pacíficas, são democráticas. Gostei do que estou vendo: o pedido é para que as pessoas venham às ruas de branco, em paz, sem violência e sem radicalismo. Estarão proibidas bandeiras de partidos e rostos cobertos.

Ótimo. Sem vandalismo e de maneira ordeira.

O problema é… se o trânsito já é ruim na Nove de Julho e na Avenida Jundiaí em condições normais… imagine amanhã!

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