A liturgia católica de hoje nos convida a salmodiar:
“Ó Deus, tende piedade de mim”
Não deveríamos falar ou clamar essa necessidade a todo instante. Deus é tão bom conosco, e nós pisamos tanto na bola…
A liturgia católica de hoje nos convida a salmodiar:
“Ó Deus, tende piedade de mim”
Não deveríamos falar ou clamar essa necessidade a todo instante. Deus é tão bom conosco, e nós pisamos tanto na bola…
Segundo o Meio & Mensagem, na matéria de Sérgio Damasceno, a Fox Sports comprou a BandSport. Antes, ela iniciaria suas transmissões esportivas no lugar do canal Speed, que é do grupo.
No meu pacote Sky, o Speed é aberto e o BandNews fechado. Onde assistirei o Fox Sports?
Aguardaremos (lembrando que a Fox tirou a Libertadores da América da Sportv).
Extraído de: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/01/20/Fox-Sports-compra-canal-BandSports.html
FOX SPORTS COMPRA CANAL BANDSPORTS
Novo canal ocupará o espaço da emissora esportiva do Grupo Bandeirantes, que está disponível no cardápio de praticamente todas as programadoras
As barreiras para a entrada do canal Fox Sports na TV por assinatura do Brasil parecem ter sido definitivamente derrubadas. O novo canal esportivo fechou a compra do BandSports e irá ocupar o espaço com a sua programação, que entra oficialmente no ar no próximo dia 5 de fevereiro. A negociação deverá ser oficializada na coletiva de imprensa que a Fox Sports promoverá em São Paulo na próxima segunda-feira, 23.
A emissora esportiva do Grupo Bandeirantes já havia sido sondada há algum tempo pela Fox, mas somente nos últimos dias a proposta foi reavaliada e concretizada. Pelo acordo, a marca BandSports, que possui direitos de transmissão de eventos como as Olímpíadas de Londres e a Fórmula Indy (veja lista completa no final desse texto) deve deixar de existir.
A real entrada do canal esportivo da Fox no Brasil ainda era incerta, uma vez que as negociações com a Net, a programadora com maior número de assinantes, e com a Sky pareciam não fluir muito bem. Embora tenha montado uma grande estrutura no Rio de Janeiro, com um grande leque de profissionais experientes no cenário esportivo e com a promessa de transmissões em HD, a Fox, que exibirá com exclusividade a Copa Santander Libertadores na TV paga, poderia ter problemas para encontrar uma ‘janela’ para a inserção de seu canal.
Até o momento, o que foi divulgado oficialmente é que o sinal da Fox Sports ocupará o lugar do Speed, um canal de aventuras que também faz parte do universo da Fox. De acordo com algumas informações que circulavam na imprensa, as programadoras não estavam concordando em trocar o sinal de um canal por outro, alegando que isso infringiria os acordos de serviços prestados aos assinantes.
Oficialmente, a assessoria de imprensa do canal BandSports nega a venda. A Fox Sports também não confirma a informação e apenas diz que existiram conversas sobre o possível fornecimento de conteúdo do canal da Band para a Fox Sports. O BandSports está disponível no cardápio das operadoras Net, TVA, Via Embratel, GVT, Oi TV, Sky, Telefonica, CTBC TV e também via parabólica.
Veja a lista completa dos direitos de transmissão da BandSports:
Olimpíada – Londres 2012
Automobilismo: Fórmula Indy, DTTM (campeonato alemão de carros de turismo), FIA GT1, Fórmula Renault, V8 Supercars, F-3 Europeia
Motociclismo: Mundial de Superbike, Mundial de Motocross, Mundial de Supermoto
Futebol: Campeonato Alemão, Campeonato Português, Pré-Olímpico Asiático de Futebol, Copa São Paulo de Futebol Júnior
Lutas: M1 Global (MMA), It’s Show Time Kickboxing, Mundial e Europeus de Karatê, WGP Kickboxing (Circuito Brasileiro), Grand Prix de Judô
Basquete: Liga ACB, NCAA Basketball
Atletismo: Diamond League
Tenis: ATP 250 Tênis, WTA Tênis
Iatismo: Volvo Ocean Race
Rugby: Rugby Sevens World Series
Handebol: Campeonato Europeu de Handebol
Vôlei: Champions League de Vôlei
Hipismo: Global Champions Tour
Natação: Grand Prix de Natação (Circuito Americano e Europeu – Mare Nostrum)
Perceberam quantos presidentes de escola de samba têm sido presos?
Hoje, Ribamar de Barros, presidente da Camisa Verde e Branco foi preso. Ele era procurado por tráfico de drogas, roubo e formação de quadrilhas!
Tempos atrás o problema era “apenas” o jogo do bicho no meio…
Para quem não leu a entrevista de Robert Downey Jr, o ator de Homem de Ferro e Sherlock Holmes, perdeu uma boa leitura. Há 10 anos, estava falido e consumido pelas drogas. Ao tentar uma vida saudável, recuperou tudo o que perdeu! E aconselha Mel Gibson, vítima de alcoolismo, a fazer o mesmo.
Uma frase me chamou a atenção:
“Como é bom estar limpo”.
Ótimo, não?
Definiu-se as equipes de arbitragem dos primeiros jogos do Paulistão-2012. São eles:
Corinthians x Mirassol – Márcio Henrique de Gois
Portuguesa x Paulista – Rodrigo Bragheto
Ituano x Guaratinguetá – Júnior César Lossavaro
XV Piracicaba x Santos – Thiago Duarte Peixoto
Guarani x Oeste – Marcelo Aparecido R. de Souza
Comercial x Linense – Vinicius G. Dias Araújo
Bragantino x Palmeiras – Leandro Bizio Marinho
São Paulo x Botafogo – Robério Pereira Pires
São Caetano x Ponte Preta – Cássio Luiz Zancopé
Catanduvense x Mogi Mirim – Flávio Rodrigues Guerra
Fico feliz por ver vários amigos escalados. Em especial, vejo o Junior Cesar Lossavaro estreando em seu primeiro jogo na série A1. Parabéns a todos e boa sorte.
Entretanto…
Tenho sido crítico de muitas ações da condução da arbitragem. Em especial, vejo árbitros categoria “Prata” que lutam uma vida inteira e não tem oportunidades; debato sobre a incompatibilidade de cargos nas relações entre as instituições patronais e de defesa dos árbitros; defendo a meritocracia e critico o modelo atual de ranking. Porém, quando é para se elogiar, sejamos justos e elogiemos: houve coragem para lançar novos árbitros e novos bandeiras. Parabéns! Mas, alguns questionamentos também são necessários:
– Serão trios fixos? Mas por que não se aproveitou todo o tempo de pré-temporada para entrosar os trios?
– Irão até o fim com árbitros estreantes? Ouro tem que ser Ouro. Se está na A1, tem que ir ao globinho no dia da final. A Comissão de Árbitros irá levar os nomes até o fim da competição?
– Terão respaldo? Se outros árbitros não escalados forem reclamar, poderão usar as instituições, como Sindicato e Cooperativa? Estarão isentos e descomprometidos?
– Por fim: onde está a relação do Ranking 2012, que deveria ser divulgado em dezembro e ainda não foi?
Vamos torcer para um ótimo Campeonato, sem contratempos e com boas atuações. E, quem sabe, com manifesto de árbitros buscando a profissionalização, pois, afinal, desde Outubro estão gastando muito dinheiro com treinos, viagens e reuniões, que sai do próprio bolso do apitador.
Hoje, sem dúvida, se apita por prazer, não por dinheiro. Quem for pobre, estará fora da elite da arbitragem.
Torçamos para que a renovação dos árbitros ocorra, pois os nomes dos novos árbitros são bons. Pena que não ocorra com os dirigentes. Esses, nem em âmbito estadual ou nacional… Triste!
Vida é isso: curtir as pessoas amadas e se contentar com um simples sorriso:

Dias atrás falamos sobre um sério problema nas escolas: o Bullying (ato de ironizar alguém e constrangê-la com apelidos pejorativos, por exemplo). Falamos também sobre alguns tratamentos para esse problema e sobre o fato de muitas famílias ignorá-lo. Se quiser ler o texto, clique acima do link: BULLYING NAS ESCOLAS
Agora, o tema é outro: o bullying no trabalho.
BULLYING NO TRABALHO É COMUM, MAS VÍTIMA NEM PERCEBE
por Michelle Achkar
Pedir projetos ou relatórios em prazos impossíveis, remarcar reuniões em cima da hora e não avisar funcionário com papel fundamental nela, pedir tarefas triviais para pessoas que ocupam cargos de responsabilidade, deixar de pedir tarefas, espalhar fofocas, excluir pessoas do grupo, não dividir informações, pedir trabalhos que obriguem funcionário a aumentar em muitas horas sua jornada de trabalho, fazer críticas constantes, não reconhecer esforços e desmerecer resultados.
Situações comuns em muitas empresas atribuídas ao mercado de trabalho competitivo, ao estresse da vida cotidiana e a questões de personalidade ou problemas psicológicos, como distúrbio bipolar, caracterizam na verdade cenas do nebuloso terreno do assédio moral no trabalho, também chamado de bullying ou mobbing.
Nebuloso, pois as próprias vítimas muitas vezes não reconhecem a agressão e encaram as cenas como desafios a serem superados na busca da manutenção de sua empregabilidade no mercado e das metas de produtividade das empresas.
O tema começou a ganhar mais espaço com os estudos da psiquiatra francesa Marie-France Hirigoyen, uma das primeiras a se preocupar com o assédio moral no trabalho, assunto de livros como Mal-Estar no Trabalho, de 2002. Mas ainda está longe de ser reconhecido como problema pelas empresas e as discussões não encontram melhores cenários em todo o mundo.
A filial do Japão da grife italiana Prada, por exemplo, foi acusada recentemente de demitir 15 funcionários por serem “gordos”, “feios” e “velhos”. Rina Bovrisse, funcionária da grife, deu entrada ao processo há duas semanas. Segundo ela, as ordens foram para remover para outlets ou lojas não tão bem localizadas cerca de 30 pessoas, a maioria mulheres na faixa dos 40 anos. Ela ainda conta que o gerente de RH da marca pediu que ela emagrecesse e mudasse a cor do cabelo. Em comunicado, a empresa afirmou que “o tribunal competente japonês rejeitou todas as acusações do empregado e determinou que a rescisão de seu contrato de trabalho era perfeitamente legítimo”.
Nas Filipinas, uma ex-comissária de bordo, que foi demitida por estar acima do peso, perdeu uma ação que durou duas décadas de processos numa sentença que considerou que o peso dos funcionários era questão de segurança aérea.
Produção
Idade é o primeiro fator de discriminação que leva ao bullying, segundo a ginecologista e médica do trabalho, Margarida Barreto, uma das coordenadoras do site assediomoral.org.br e pesquisadora do tema há 15 anos. Entre seus trabalhos está a dissertação de mestrado “Uma Jornada de Humilhações”, feita a partir de 2.072 entrevistas de homens e mulheres de 97 empresas industriais paulistas, e a tese de doutorado Assédio Moral no Trabalho. A violência sutil, baseada em mais de 10 mil questionários respondidos por trabalhadores de todo Brasil. “Está inserido nas relações de trabalho, na forma da organização e na cultura que banaliza certos comportamentos. E 90% das empresas não encaram o problema e fazem de conta que é algo banal. Normalmente só tomam atitude quando há prejuízo na produção”, disse.
As mulheres são as principais vítimas com estatísticas em todo o mundo apontando para 70% dos casos. E a maioria deles envolve a questão da gravidez. “Para maior parte das empresas ainda isso é problema”, afirmou Margarida. O repertório de frases de humilhação relatado por vítimas é extenso, como “Teu filho vai colocar comida em sua casa? Não pode sair! Escolha: ou trabalho ou toma conta do filho!” (veja mais exemplos de agressões no link acima).
ASSÉDIO sexual
Doze por cento dos casos derivam de situações de assédio sexual. Como foi o caso de Elisabeth Pittman, 51, costureira que viveu sob ameaças de uma chefe durante dois anos. Depois de assediá-la sexualmente, passou a humilhá-la desfazendo todo o trabalho de um dia, obrigando-a a longuíssimas jornadas de trabalho para refazer costuras de mochilas. Ela então procurou entidade de apoio a vítimas de assédio moral e o caso chegou ao Ministério Público do Trabalho.
Mas a trajetória não foi fácil. Elisabeth ficou seis anos afastada e encarou um quadro de depressão profunda e duas tentativas de suicídio, uma delas que a deixou internada durante 20 dias numa unidade de tratamento intensivo (UTI). Reintegrada à empresa, foi acompanhada por um diretor e conseguiu mudar o status de vítima de assédio à presidente da CIPA e líder respeitada. A ex-chefe foi demitida.
Segundo Margarida, casos como o de Elisabeth ainda são exceção e a dificuldade começa pelo próprio empregado reconhecer que foi vítima de abuso. O principal desafio na opinião da estudiosa ainda é a visibilidade. “É preciso ter a convicção de que não pode ser banalizado, não está previsto no contrato de trabalho que se pode ser humilhado de nenhum jeito”, afirmou. “Se foi um aborrecimento pontual, falo que aquilo me incomodou e espero que a pessoa reconheça, se desculpe e procure não repetir o ato. Mas se é repetido ao longo da jornada é porque não foi causado por um destempero”, disse.
SARCASMO
“A maior dificuldade é saber quando acontece de fato e quando não é algo que decorre do trabalho. É a sutileza que torna o assédio moral ainda mais perverso. Pois o trabalhador não é assediado de forma clara, na frente de outros, mas muitas vezes na forma de brincadeiras cheias de sarcasmo”, afirmou Paulo Eduardo Vieira De Oliveira, juiz do trabalho em São Paulo e professor da Universidade de São Paulo.
Margarida afirma que a principal queixa dos funcionários não é a pressão em si, mas como ela é feita, “de maneira a desqualificar, humilhar, com atos que parecem sutis, mas não são como brincadeiras e fofocas.”
Segundo Oliveira, do ponto de vista jurídico, o tema é novo e chegou aos tribunais de forma recente. “Há cinco anos não existiam casos e hoje já há alguns nos quais se pleiteiam indenizações. Mas não existem grandes cases no direito brasileiro”, disse. Entre os casos estudados pelo juiz está o de vendedores que, obrigados a bater metas, solicitam empréstimos bancários para comprar os produtos que vendem.
“Há várias decisões em primeira instância, algumas com somas bastante altas”, afirmou, lembrando do caso da funcionária de uma farmácia que era obrigada a arrumar diversas vezes as prateleiras de produtos, após seu gerente jogar tudo no chão, o que resultou numa indenização alta.
A imprensa internacional noticiou recentemente que a advogada inglesa Gillian Switalski, 53, aceitou acordo de indenização fora dos tribunais da empresa que ela processava com acusações de perseguição por ser mulher, intimidação e discriminação durante 18 meses, o que a deixou mentalmente abalada e incapaz para o trabalho.
Entre os fatos alegados por Gillian está que à colega de trabalho que tinha filho deficiente foi permitido a trabalhar de casa, enquanto ela cujo um dos filhos também sofre de paralisia cerebral precisava se justificar sobre ausências e tinha seus horários de trabalho controlados.
Em 2006, quando sua mãe morreu, a empresa chegou a exigir receber uma cópia do atestado de óbito para aceitar que não ela cancelasse uma viagem a trabalho. Segundo Oliveira, a prova usada nesses casos é sempre a testemunhal.
DEMISSÃO
O objetivo do agressor é forçar o funcionário a desistir do emprego, coro que a pessoa logo encontra na família, parceiro e amigos caso decida contar pelo que vem passando durante a jornada de trabalho. Mas o conselho de deixar o trabalho, além de não ser motivado pelas condições gerais do mercado, ainda encontra uma barreira mais resistente, a psicológica. “A pessoa fica o tempo todo querendo provar que ela não é aquilo que falam ou pensam dela”, disse Margarida.
Quem vai ganhar do Barcelona?
Ontem, pela enésima vez, o time catalão venceu os merengues do Real Madrid. Podem jogar na Catalunha ou no Santiago Bernabeu. O Barça vence em qualquer lugar. Impressionante. José Mourinho deve estar sem dormir.
Mas para quem assistiu o jogo ontem… o zagueiro luso-brasileiro Pepe desceu o sarrafo, sentou o reio, deu enxadadas, agrediu, bateu, esbofeteou e pisou em Messi. E não é que o argentino se deu melhor?
Sou contra anti-jogo. E o Real Madrid jogou como time pequeno, recuado, acovardado. Tudo para parar o Barcelona. Além, claro, da criminosa atuação de Pepe. Não gosto de jogador que bate. Se ele quebra aperna de alguém, como fica?
Compartilho esse belíssimo texto sobre a má administração das qualidades pessoais. Deus nos dá tantos talentos, é tão bom conosco e… muitas vezes transformamos os dons que ele nos dá em inspiração para o mau uso. Uma pena.
Mas que tal refletir sobre isso? Veja que belo texto:
A QUEM MUITO FOI DADO, MUITO SERÁ PEDIDO
A má administração das qualidades gera os defeitos
por Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho, extraído de CançãoNova.com
Nem sempre se reflete bastante sobre a advertência de Jesus: “A quem muito foi dado, muito será pedido” (Lc 12,48). O ser humano vive inundado nos dons divinos: a existência, a família, os amigos, as qualidades físicas, intelectuais e morais, os bens materiais, a conservação da vida, as numerosíssimas graças espirituais, o perdão diuturno, enfim, um oceano de dádivas. Não se deve desperdiçar impunemente tudo que se recebe do Criador. O notável psicólogo francês René Le Senne, com muita razão, afirmou que todos possuem qualidades inestimáveis.
A má administração dessas qualidades gera os defeitos por não se procurar o equilíbrio psicossomático. Célebre o dito de Sócrates, filósofo grego: “Conhece-te a ti mesmo”. Cada um tem um perfil caracterológico bem determinado e precisa colocar seus dotes a serviço próprio e dos outros. Um dos mais lamentáveis erros é o da baixa autoestima, fruto da depreciação das próprias habilidades, o que concebe a inveja. Disso resulta, outrossim, a ingratidão para com Deus, não Lhe agradecendo os bens recebidos. Lembra São Tiago: “Toda dádiva perfeita vem do alto, descendo do Pai das luzes” (Tg 1,16). Eis por que diz o Livro do Eclesiastes: “Que alguém coma e beba e goze do seu trabalho é dom de Deus” […] E quem recebeu de Deus riquezas e bens e a possibilidade de gozar deles, desfrutar-lhes a sua parte e alegrar-se entre os seus cuidados, também isso é dom de Deus! (Ec 3,13. 5,18).
O Espírito Santo comunica carismas especiais aos seguidores de Cristo, como São Paulo enumera em suas várias cartas. O dom da profecia, que é a capacidade peculiar de denunciar os erros, o dom do serviço, do ensinamento, da coragem, da generosidade, da misericórdia, do discernimento dos espíritos. As diversas pastorais oferecem oportunidade para o exercício e desenvolvimento dessas capacidades colocadas para o bem do próximo. Cada um, além disso, tem uma vocação específica e nas diversas profissões pode e deve trabalhar para si e para os outros. Como diz o ditado, é preciso sempre “o homem certo no lugar certo”.
As capacidades humanas, porém, se desenvolvem como Deus previu para cada um, quando se confia inteiramente n’Ele, pedindo-Lhe força para bem executar as tarefas cotidianas. Cumpre fazer bem, com todo o empenho, a ocupação de cada instante e, aliás, sábia a diretriz “Age quod agis”, do poeta grego Xenofanes. Não se mede nem se avalia uma existência pelo número de anos, nem pelo período histórico, mas, sim, pela vivência plena e intensa, repleta de ações que perenemente repercutirão. Bem afirmou Vieira:
“Nem todos os anos que passam se vivem: uma coisa é contar os anos, outra é vivê-los”.
As ações são, em verdade, os dias e é por elas que têm valor os anos, sempre cada um se lembrando de que “a quem muito foi dado, muito será pedido”. O viver em plenitude cada instante é o segredo da verdadeira vida. O importante é viver bem, cultivando os dons recebidos de Deus. Eis porque Horácio, poeta latino, lançou esta sentença:
“Carpe diem, quam minimum credula postero” – aproveita o dia presente e não queiras confiar no de amanhã.
Escrivá dá este conselho:
“Que a tua vida não seja estéril. Sê útil. Deixa rasto”.
Goethe dá o motivo: “Cada momento, cada segundo é de um valor infinito, pois ele é o representante de uma eternidade inteira”. Ideia já expressa por Apuleio: “tempus aevi imaginem” – o tempo é a imagem da eternidade.
Virgílio advertiu que não se pode dissipar o tempo: “Fugit irreparabile tempus” – foge o irreparável tempo. Razão teve Riminaldo ao escrever: “Há quatro coisas que não voltam atrás: a pedra, depois de solta mão; a palavra, depois de proferida; a ocasião, depois de perdida; e o tempo, depois de passado”. Tudo isso merece uma reflexão profunda, pois cada um de nós dará um dia contas a Deus do tempo e das dádivas d’Ele recebidos e Jesus alertou “a quem muito foi dado, muito será pedido”.
Nos EUA, maior democracia do mundo (como gostam de dizer), existe o sistema de colégios eleitorais proporcionais, onde os estados tem peso diferente.
Mitt Romney havia vencido numa das primeiras prévias do PR. Porém, o mesmo Partido Republicano anuncia, 2 semanas depois, que Rick Santorum, e não Mitt Romney, venceu em Iowa.
Que bagunça!
Prato cheio para quem não quer voto distrital no Brasil…
Em ótima matéria de Teresa Orrú no Jornal de Jundiaí dessa quinta-feira, uma constatação medonha: a prostituição em Jundiaí nas ruas continua alarmante. Mas um fato incrível: a prostituição feminina na cidade perde espaço para os travestis! Hoje, quem manda na zona central são os homens travestidos de mulher!
Novos tempos…
Não deveríamos ter nem de mulher, nem de homem. Passe as 21:00h em alguma esquina do Centro com seu filho(a) e sinta o constrangimento!
A Nike quer ser patrocinadora de pelo menos uma equipe em cada cidade-sede da Copa do Mundo do Brasil (fico pensando como fará no Mato Grosso e no Amazonas…) E também já anunciou que lançará 3as camisas de cores diferentes para Coritiba, Internacional e Bahia, seus novos patrocinados.
Santos, seu novo time, terá o Azul Turquesa. Lá na Argentina, o Boca Jrs jogará com uma preto-e-branca listrada!
E aí, o que você acha das 3as camisas dos clubes? Devem manter o predomínio das cores tradicionais, ou radicalizarem? Deixe seu comentário:
(Goste ou não, elas vendem muito bem…)
Boa notícia: Barack Obama, num dos parques da Disney, disse que a partir de 2013 aumentará em até 80% o visto de entrada a chineses e brasileiros para trabalho, além de diminuir a burocracia para turistas, em especial àqueles, por exemplo, que vão para a Disneylândia.
Só me falta dinheiro para passear por lá agora… Cinderella, um dia aí estarei! Ei Pateta, te visitarei também.
Lembra do João Alves, aquele deputado que na cara-lavada disse que não havia enriquecido por corrupção, mas pela coincidência de ter acertado ‘trocentas vezes a Loteria Esportiva? Pois é: o Comandante italiano do Cruzeiro que afundou na Itália agiu igual. Disse que não abandonou o barco, tampouco fugiu para se salvar. Mas que por uma incrível coincidência escorregou e caiu dentro do bote salva-vidas que o levou até a praia, num lugar seguro.
Você acreditou?
Virou febre na Internet a propaganda paraibana de um Conjunto Residencial. Nela, um colunista social da região faz a divulgação do imóvel e apresenta a família, que ficou empolgada com o apartamento. Mas, quando ele mostra todos, lembra que a sua filha Luiza está no Canadá.
Para quem não viu: http://www.youtube.com/watch?v=BVxcWbh9HWE
Bobinho. E talvez de tão bobo tenha se tornado engraçado e virado sucesso na redes sociais. Muitos começaram a perguntar sobre a Luiza, e respondiam que estava no Canadá. Mais bobo ainda, e mais pegajoso e ainda mais engraçado… Loucura, né?
Tão louco que a Claro, Magazine Luiza, e outras tantas empresas aproveitaram o bordão. No Twitter, celebridades brincavam sobre a Luiza. E até o Willian Bonner aproveitou para brincar com ela!
E, de tanta fama instantânea, Luiza resolveu voltar ao Brasil… e justo na Globo! Não é que a mocinha voltou do Canadá e caiu direto no Projac?
Suspeito, não?
Mas, mesmo assim, a garota conseguiu ser a estrela de um comercial. Olha aqui a história da Luiza virando mais um capítulo: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/luiza-que-estava-no-canada-estreia-comercial-hoje
A sede do “Socorro Médico”, o SAMU de Jundiaí, é no bairro da Ponte São João. Se você estiver em qualquer ponto da cidade e ligar para o Serviço, sairá uma viatura de lá, próximo do Multi Modas Center.
A boa notícia é que teremos SAMU no Bairro Medeiros. A “filial” será próximo ao batalhão da PM, na Avenida Reynaldo Porcari, 2597.
Enfim uma boa notícia aos moradores do Medeiros, Sarapiranga, Jardim Carolina, Ermida, Eloy Chaves…
Há situações que lamentavelmente não veremos em breve no Brasil.
Na Inglaterra, há 15 dias, Howard Webb, árbitro da final da última Copa do Mundo e o número 1 da Inglaterra, apitou o confronto entre Sunderland 1 X 1 Everton. O gol do Everton nasceu num lance curioso: O atacante Osman chuta o ar e cai sozinho, dentro da área. O experiente árbitro (mal posicionado no lance) erra e marca o absurdo tiro penal.
Veja no link a seguir que no primeiro ângulo, existe certa dúvida. No segundo ângulo, a dúvida diminui. Mas no terceiro ângulo (imagem detrás do gol), chega a ser cômica a queda do atleta, que sequer é tocado e cai espalhafatosamente. O link pode ser acessado em: http://is.gd/eRWAXl
Onde está o fato curioso?
Martin O’Neil, técnico do Sunderland, equipe prejudicada, perdoou o árbitro pelo grave erro. Disse ao site do clube que:
“Erros acontecem. Ele é ótimo árbitro e não vejo porque repercutir. Nós erramos mais do que ele em campo”.
(extraído do blog oficial no site do Sunderland: http://sunderlandforum.co.uk/)
O treinador sugeriu ainda que a Premier League punisse Osman, pelo fato de induzir o árbitro ao erro.
E aí, o que achou da declaração? Se o lance fosse aqui, treinadores como Felipão ou Luxemburgo agiriam da mesma forma que Mr O’Neil? Deixe seu comentário:
O Fluminense contratou o jogador Thiago Neves por R$ 730.000,00, pouco menos do que Fred e Deco que ganham R$ 750.000,00 cada.
Esqueça se é patrocinador ou clube quem paga os salários. O importante é: inflacionaram absurdamente os salários, num futebol ainda deficitário no país.
Honestamente, como se pagam esses valores? E as dívidas do INSS e outras trabalhistas que nunca são pagas?
É um desrespeito qualquer clube de futebol pagar salários desse valor a tantos atletas do elenco.
E você, o que acha desses salários estratosféricos? É um custo necessário para se formar equipes campeãs ou má gerência do departamento de futebol?
Cada vez mais as empresas costumam fazer perguntas desconfortantes, delicadas e constrangedoras aos seus futuros funcionários. A justificativa é: não saber sobre assuntos pessoais detalhados, mas sim a reação do candidato à vaga numa zona de conforto.
Já passou por uma situação de ser questionado sobre divórcio, drogas e crimes?
Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/entrevista-de-emprego-como-responder-perguntas-muito-pessoais
ENTREVISTAS DE EMPREGO: COMO RESPONDER PERGUNTAS (MUITOS) PESSOAIS
Não agir de forma explosiva ou desconfiada é a melhor maneira de agir nessa situação
por Camila Lan
Você já infringiu alguma lei? Utilizou drogas ilícitas? Por mais que as perguntas possam ser consideradas invasivas pelo candidato, em algumas empresas, principalmente nas multinacionais, esse tipo de questão é considerada essencial em um processo de seleção.
Alexandre Fantozzi, sócio da empresa de recrutamento e seleção Fantozzi & Associates, explica que alguns clientes não dispensam esse tipo de pergunta, pois determinadas colocações exigem habilidades específicas. Nesse caso, a reação do candidato e a maneira que lidará com a questão são os aspectos relevantes para os recrutadores.
“Não iremos julgar se o candidato fez ou não aquilo, não há uma resposta correta. Analisamos como ele reage em uma situação de desconforto”, afirma Fábio Saaad, gerente sênior das divisões de F&A e FSG da Robert Half.
A principal recomendação dos especialistas é responder honestamente. “No caso do tema das drogas, por exemplo, o que é preocupante é a instabilidade do candidato. Precisamos avaliar se ele tem capacidade do controle emocional e de lidar com problemas”, explica Fantozzi.
As perguntas muito pessoais podem não ter sentido para os candidatos, mas profissionais que tendem a burlar regras para proteger colegas de trabalho ou já praticaram ações antiéticas precisam ser identificados na fase da entrevista pelos recrutadores.
Para Saad, se o candidato tem alguma informação obscura e que não foi bem explicada, será possível notar durante o desenvolvimento da resposta. Ou seja, reagir de forma explosiva ou intempestiva, é um indício de que o profissional está escondendo algo.
“Quanto mais maduro e objetivo, melhor”, diz Fantozzi. “Caso a pergunta entre em um assunto delicado, como divórcio, a morte de um familiar ou um abuso, o candidato deve deixar claro que este é um ponto delicado e que o incomoda. O recrutador irá entender”.
Coisas inimagináveis: Só agora a população urbana da China ultrapassa a do campo. Com todo o poderio que vemos da indústria chinesa, até agora ele era um país agrícola!
Há 30 anos, a população chinesa na zona rural correspondia a 80% do país, contra 20% dos moradores nas cidades. Hoje, zona rural = 49%, zona urbana = 51%.
Imaginaram quando esses números se distanciarem? E aí fica a questão: com 1,5 bi de pessoas, com os agricultores indo para as indústrias, quem alimentará a China? Só aumentar a produtividade da área plantada dará certo?
Há situações que lamentavelmente não veremos em breve no Brasil.
Na Inglaterra, há 15 dias, Howard Webb, árbitro da final da última Copa do Mundo e o número 1 da Inglaterra, apitou o confronto entre Sunderland 1 X 1 Everton. O gol do Everton nasceu num lance curioso: O atacante Osman chuta o ar e cai sozinho, dentro da área. O experiente árbitro (mal posicionado no lance) erra e marca o absurdo tiro penal.
Veja no link a seguir que no primeiro ângulo, existe certa dúvida. No segundo ângulo, a dúvida diminui. Mas no terceiro ângulo (imagem detrás do gol), chega a ser cômica a queda do atleta, que sequer é tocado e cai espalhafatosamente. O link pode ser acessado em: http://is.gd/eRWAXl
Onde está o fato curioso?
Martin O’Neil, técnico do Sunderland, equipe prejudicada, perdoou o árbitro pelo grave erro. Disse ao site do clube que:
“Erros acontecem. Ele é ótimo árbitro e não vejo porque repercutir. Nós erramos mais do que ele em campo”.
(extraído do blog oficial no site do Sunderland: http://sunderlandforum.co.uk/)
O treinador sugeriu ainda que a Premier League punisse Osman, pelo fato de induzir o árbitro ao erro.
E aí, o que achou da declaração? Se o lance fosse aqui, treinadores como Felipão ou Luxemburgo agiriam da mesma forma que Mr O’Neil? Deixe seu comentário:
E o Ahmadinejad, presidente iraniano, que falou sobre a bomba atômica de maneira irônica e pseudo-romântica::
“Se o Irã tivesse uma bomba, seu combustível seria o amor.”
Inspirado o chefe do Irã, não? E disse isso na Venezuela a Hugo Chávez. Tudo certo então…
A primeira quinzena de Janeiro foi marcada por inúmeras denúncias contra Federações nas Comissões de Arbitragem no Brasil. Problemas na Comissão Nacional, após revelações do árbitro Gutemberg de Paula. Também sobre benesses a amigos, na Comissão Paulista. No Distrito Federal, revolta dos árbitros.
Estamos vivendo um ineditismo ímpar. Será que o “efeito Gutemberg” contagiou os árbitros?
Tomara. O fim da administração por cabresto se faz necessária. “Democratizar pra valer” as instituições que lidam com a figura do árbitro de futebol, sendo patrões como Comissões de Arbitragem ou de defesa como Sindicatos e Cooperativas se faz necessário. E isso depende se as denúncias se concretizam ou não.
Desvincular os dirigentes das instituições com a dependência das Federações é necessário. Ser voz ativa em defesa do associado, idem. E nesse novo momento, vejo questionamentos dos árbitros frente posições equivocadas de instituições como a ANAF, que ao invés de apoiar o árbitro e procurar a investigação se outros árbitros sofrem ou não assédio moral, resolveu apoiar incondicionalmente o acusado pelo seu associado. É a ‘mortadela fatiando a máquina’, ou o mesmo que dizer que a ‘linguiça tenta jantar o cão’. Inversão total de valores!
No mundo organizacional, termos como “Reinvenção ou Reengenharia” estiveram na moda dos anos 90. Ele se referia a repensar as instituições, começando do zero, fazendo tudo de novo. Depois, nos anos 2000, tivemos o conceito de “Choque de Gestão”, onde as empresas deveriam parar tudo e mudar radicalmente o patamar administrativo, em processos e pessoas. Agora, na década de 10, utilizamos o termo “Destruição Criativa”, abandonando velhas práticas e recomeçando.
Reengenharia, Choque de Gestão, Destruição Criativa… não importa o nome. Importa que os conceitos dessas ferramentas da Administração de Empresas deveriam com urgência serem aplicadas no futebol brasileiro, incluindo não só a Arbitragem mas a estrutura do futebol como um todo.
Estamos perdendo tempo em se passar o futebol a limpo, ou esse novo momento será, de fato, um marco?
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O que dizer de um aluno pobre, carente, que lê desde os 2 anos e que entrou em 1º lugar na Universidade Federal do Paraná, no Curso de Química?
Veja que interessante a história deste jovenzinho que é bancado por uma empresa de pneus, além da discussão sobre a viabilidade da aceleração do ensino:
Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,jovem-de-13-anos-passa-em-1-na-ufpr,308154,0.htm
JOVEM DE 13 ANOS PASSA EM 1º NA UFPR
O garoto Guilherme Cardoso de Souza, de 13 anos, é o mais novo aluno do curso de Química da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ele foi o primeiro colocado no vestibular. Mas cursar a universidade é apenas uma das etapas de seu projeto: escrever um livro didático de química para ser utilizado no ensino médio e virar professor. Preciso estar graduado para editar meu livro, diz. O estudante, que mora na periferia de Curitiba, fez parte do projeto Bom Aluno, da empresa BS Colway, que garante estudos para crianças carentes.
O jovem entrou para o programa após sua mãe, Edina Lopes Cardoso, mandar uma carta para a empresa. Ele lê e escreve sozinho desde os 2 anos. Tentei colocá-lo em uma escola particular, mas não tínhamos dinheiro, conta. Souza terminou o ensino médio em 2008 e será o mais jovem aluno a ingressar na UFPR. Na rede paulista de ensino, isso não seria possível. Em São Paulo, embora a legislação brasileira admita, não é permitido aos alunos com altas habilidades pular séries.
Existem alguns especialistas que discordam dessa aceleração do ensino, pois acreditam que esse aluno deve ter uma convivência com pessoas de sua faixa etária, explica Maria Elizabete da Costa, coordenadora do Centro de Apoio Pedagógico Especializado (Cape), da Secretaria de Estado da Educação, que realiza um trabalho de treinamento de professores da rede para identificar alunos com essa característica e promover atividades extracurriculares que atendam às necessidades.
Para Martinha Dutra, da Secretaria de Educação Especial do MEC, a aceleração é possível nos casos em que o aluno demonstra um bom rendimento em todas as disciplinas. ?Me parece que esse é o caso do menino do Paraná, pois ele passou em primeiro lugar no vestibular.? Ela ressalta a importância de um acompanhamento psicológico com o estudante e sua família em situações como essa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Detesto programas como Big Brother Brasil, mas respeito quem goste. E leio na mídia que um participante, embriagado, foi expulso por manter uma relação sexual com uma moça mais embriagada que ele, e, por ela estar desacordada (de tanto beber), caracterizou-se como estupro (já que a relação não foi consentida, autorizada por ela).
A Polícia Civil entrou no caso, a Secretária Especial da Defesa da Mulher também, e tudo mais. Mas uma coisa não é destacada: a Globo não faz as festas justamente para as pessoas se embriagarem, aprontarem pelo efeito do excesso de álcool e ter Ibope? Ela não seria co-responsável por incentivo a bebida?
Que tal se as festas do BBB fossem regadas a água e sucos naturais de fruta? Aí não daria audiência, né…
Dizem que o Pedro Bial, constrangido, justificou que o participante foi expulso por conduta indevida. E a moça saiu do ar por horas alegando dentista. Ora, não é mais fácil dizer a verdade sobre a expulsão e que a moça estava dando depoimento à PM?
Futilidade total…
Para se acabar com fraudes em pontos da CNH, o governo decidiu: para transferir os pontos das multas de trânsito, caso o motorista não seja o proprietário do veículo, terá que transferir em cartório, com firma reconhecida.
Hoje, o grande golpe é: motoristas que tem os pontos à beira de estourar o limite, transferem para quem já estourou e negociam um valor.
E olha que curioso: dois casos- um em Pindamonhangaba, onde o motorista levou 85.000 pontos na carteira (deve ser multado de minuto em minuto nos pontos mais distantes do Brasil); outro em Jundiaí, onde um motorista falecido em 2009 continua recebendo infrações até hoje (motorista fantasma).
E você, o que acha disso? O Governo está certo ou errado em fazer tais exigências?
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Hoje, a Rádio Cidade AM entrevistou um engenheiro-chefe da Autoban, que garantiu: em 2013, o trecho Jundiaí – São Paulo da Rodovia dos Bandeirantes será o primeiro a ter 5 faixas numa autoestrada no Brasil.
Ótimo, mas e a Anhanguera, como fica? Nos horários de pico, a rodovia (que corre paralela à Bandeirantes) vira uma Avenida no trecho entre Campinas e Jundiaí!
Em tempo: em São Paulo, a Marginal Pinheiros possui, salvo engano, 6 faixas no trecho da Cidade Universitária.
A Revista Veja SP trouxe na sua última edição a febre dos iates no litoral paulista. E tal prazer custa caro!
Olha só quanto sai ter um iate:
Mensalidade em Marinas- R$ 8.500,00 / mês
Funcionários- 1 comandante R$ 7.000,00 e 3 funcionários R$ 2.500,00/cada = R$ 14.500,00 / mês
Combustível para a dia e volta: R$ 8.000,00 / viagem
Tinta para Pintura de equipamentos náuticos: R$ 27.000,00 / ano.
Claro que passear numa embarcação dessas é muito bom. Mas haja grana para mantê-la!
Esse é um sonho pessoal que ficará somente na minha imaginação… claro, pois no bolso não há como colocar.
A ociosidade sempre foi um problema na sociedade. Nesses tempos de intensa atividade profissional, globalização e necessidade de atualização, ficar parado é perder tempo na corrida contra o retrocesso social.
Digo isso pois sempre fui crítico das atividades (ou falta delas) em uma concentração de futebol. Jogadores passam horas no videogame, navegam até tarde na Internet e não têm coragem de pegar um livro?
Assim, compartilho matéria interessante da IstoÉ, Ed 2163, pg 65-66, sobre a onda de interação tecnológica entre os jogadores de futebol nas concentrações:
CONCENTRAÇÃO HI-TECH
O que perdem e o que ganham os craques do futebol com o uso de tablets, laptops, games e smartphones nos hotéis onde se reúnem antes dos jogos
POR Luciani Gomes e Rodrigo Cardoso, na IstoÉ
Nos tempos de Pelé, Garrincha e tantos outros ídolos do passado que fizeram o futebol brasileiro ser respeitado no mundo inteiro, o que se fazia nas horas ou nos dias de concentração nem de longe lembra os passatempos de hoje. O craque Tostão escreveu que o rei Pelé gostava de se recolher no quarto para se concentrar. Ficava lá, sozinho com “seus botões”, descansando, pensando, dormindo. Sobre Garrincha, há várias anedotas a respeito de suas brincadeiras e tentativas de escapar para encontrar alguma garota que rendesse sexo. Os atletas não levavam apetrechos para os momentos em que ficariam confinados antes das partidas de futebol. No máximo, um rádio. Se o local tivesse uma mesa de bilhar, ela também seria bastante frequentada. E só. Hoje, não há pré-jogo sem smatphones, tablets, videogames, aparelhos de MP3, laptops, DVDs… A tecnologia chegou às cercanias dos gramados trazendo vantagens e desvantagens.
Meio-campista do São Paulo, o carioca Rodrigo Souto, 28 anos, leva duas malas para a concentração: uma com equipamentos esportivos e roupas e, outra, com seu “kit concentração”, formado por laptop, smartphone, dois tablets, um miniprojetor de vídeo e um óculos virtual com saída de áudio e vídeo. “Esses óculos projetam uma tela de 60 polegadas. Dá para ver um filme, é bacana”, conta o atleta, que tem mais de 750 títulos armazenados em um HD e outros 200 em seu iPod. Se, anos atrás, a única maneira de fugir da rotina imposta pelo clube era pulando o muro, agora dá para escapar sem sair do quarto. Eles conversam, através de redes sociais, com amigos, parentes e namoradas, ou mesmo relatam, em blogs ou nos telegráficos 140 caracteres do Twitter, o que está acontecendo no isolamento. E aí é que está o perigo.
Ronaldo Fenômeno é um exemplo da má exposição pública por meio da tecnologia. Em janeiro, quando ainda defendia o Corinthians, ele criticou uma emissora e apresentadores de tevê e bateu boca pela Twitcam com eles. No ano passado, foram os jogadores do Santos que perderam a linha no microblog. Eles xingaram torcedores, falaram palavrões, apareceram sem camisa, tudo de dentro do hotel onde estavam concentrados. Acabaram repreendidos pelo clube e tiveram de se desculpar em público. Mas, ainda bem, essas são exceções, e não regras. Pelo menos até agora. “De posse desse aparato tecnológico, os jogadores se comunicam com o mundo, não sentem esse conceito de presídio”, defende o sociólogo Maurício Murad, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). O jovem Guilherme Pereira, 18 anos, atacante do Flamengo conhecido como Negueba, concorda. Ele é fã de pagode, mas, na impossibilidade de apreciar um grupo ao vivo, ouve seus cantores prediletos no iPad, seu mais novo xodó.
Negueba só larga o tablet antes de entrar no vestiário. Acompanha notícias de esporte, acessa jogos online, assiste a filmes, navega na internet. “Ajuda relaxar antes e depois de um jogo”, diz. O atacante também carrega um iPod Touch e um PlayStation 3 para as concentrações. O arsenal antitédio será expandido em breve com a compra de um iPhone e de um Macbook (laptop também da Apple). A brincadeira também pode ser compartilhada entre os jogadores. Na concentração da Seleção Brasileira Sub-21, o meio-campista do São Paulo Lucas Rodrigues da Silva, 18 anos, e Neymar, 19, jogador do Santos, trocavam mensagens pelo Twitter mesmo estando um ao lado do outro, cada um em sua cama. “Virou rotina. Quando chego no quarto, depois do treino, vejo tevê e posto algo interessante que ocorreu comigo no Twitter”, diz Lucas, que tem mais de 100 mil seguidores.
Nos times menores a rotina de uma concentração não é diferente. No carioca Olaria, os jogadores Danilo de Freitas, 20 anos, e Felipe Oliveira, 22, costumam jogar pelo menos duas horas de games no dia que antecede o jogo. “Alivia a ansiedade”, afirma Oliveira, que anda sempre acompanhado de um Blackberry, um iPhone e um iPod. O argentino Nicolas Villafañe, 22 anos, se junta aos colegas para descontrair e, quando não está no videogame, fala com a família através do Skype. Freitas ilustrou bem a dependência que a maioria dos jogadores desenvolveu das engenhocas eletrônicas. Segundo ele, o clima ficou tenso em um dia de concentração quando caiu a conexão no hotel onde os jogadores estavam hospedados. “Bateu um desespero!”, confessa.
Para o técnico de futebol René Weber, 49 anos, recém-chegado dos Emirados Árabes, é necessário estabelecer regras. “Acho saudável eles se divertirem, manterem o contato com amigos e familiares. Mas tem de ter orientação e fiscalização.” Weber diz que nos times que comanda passou a determinar meia-noite como o horário máximo. “Já tive casos de jogadores que foram até as duas horas da madrugada teclando em véspera de jogo. Não dá.” Nessas situações, cabe o bom e velho “usar com moderação”.
“Sempre ajudo, mas empacotar toda a compra do mês é f…”
A atriz Nívea Stelmann, via Twitter, reclamou que é um desrespeito ao consumidor os supermercados não fornecerem empacotadores. E eu concordo em partes!
Particularmente, evito mercados que não tenham empacotadores. Dou preferência aos que tem, e, em muitos mercados, vejo de jovens aprendizes até trabalhadores da 3ª idade.
Cá entre nós: normalmente, quem fornece empacotadores são médios mercados. As grandes redes nunca têm. E, pior: as caixas passam as compras pela leitora e muitas vezes ficam paradas, com a fila no aguardo, olhando o cliente empacotar. Meras espectadoras… Em outras redes, as caixas ajudam.
Sinceramente, se eu puder evitar Carrefour, WalMart, Pão de Açúcar, Extra… com prazer!
Em Jundiaí, as redes Coopercica, Boa e Russi costumam fornecer empacotadores, e esse é o diferencial que levo em conta na tomada de decisão na hora de escolher um mercado.
Estou com uma ruptura no Menisco há 50 dias. Por gostar de segundas-opiniões, fui a dois renomados especialistas. Um NÃO QUER que eu opere, outro EXIGE que eu opere.
Uma terceira opinião? Já fui (e custou muito caro, como médico particular cobra alto). Para ele, no meu caso, há 2 possibilidades… entende? Durma-se com um barulho desse…
Sabe o que mais? NINGUÉM quer atender pela Unimed. Incrível. Um danado de um médico só atende 1 dia por mês, cinco consultas pelo Plano de Saúde. Se é assim, por que é credenciado?

Copa SP de Futebol sub 18: Santos 4 X 0 Guarani, em Limeira. Balanço final: um ônibus depredado e várias pessoas ensangüentadas pela briga das torcidas organizadas.
Até na Copinha? São bandidos esses idiotas!
Pois é: Natal, Fim de Ano, Reveillón, Férias, Viagens… Os acidentes aumentaram, vitimando mais pessoas… e os doadores de sangue cada vez mais indisponíveis.
Sabia que na região de Campinas, os bancos de sangue tiveram uma redução de 60% dos estoques?
Se você é um doador voluntário, o momento é agora!
Você se preocupa com a dignidade do seu Corpo e da sua Alma?
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: “Irmãos, o corpo não é para a imoralidade, mas para o Senhor, e o Senhor é para o corpo; e Deus, que ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará também a nós, pelo seu poder. Porventura ignorais que vossos corpos são membros de Cristo? Quem adere ao Senhor torna-se com ele um só espírito. Fugi da imoralidade. Em geral, qualquer pecado que uma pessoa venha a cometer fica fora do seu corpo. Mas o fornicador peca contra seu próprio corpo. Ou ignorais que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que mora em vós e que vos é dado por Deus? E, portanto, ignorais também que vós não pertenceis a vós mesmos? De fato, fostes comprados, e por preço muito alto. Então, glorificai a Deus com o vosso corpo.”
Você tem consciência da importância em distinguir o que é errado e correto no âmbito físico, mental e espiritual?
Impressionante o naufrágio do navio cruzeiro Costa Concórdia, na Toscana. O barco, próximo da praia, rasgou o casco em um rochedo e virou.
As imagens (fotos e vídeos), entrevistas e outros relatos mostram o pavor on-line compartilhado. Santa tecnologia do século XXI… Imaginem se o Titanic afundasse hoje?
Duas hipóteses: falta de energia elétrica, fazendo que o navio navegasse às escuras, sem equipamentos adequados, ou erro do comandante.
Independente disso, dá para falar que:
– a ação de resgate, embora existam mortos e desaparecido, teve sucesso (e se fosse no meio do oceano?),
– a dificuldade de tripulação ‘globalizada’ (as queixas dos resgatados era entender o que os funcionários falavam, devido a origem de muitos países e línguas, principalmente filipinos),
– muitos turistas ficaram receosos em fazer cruzeiro, depois das imagens impressionantes,
– o nítido despreparo das equipes de emergência do navio. Relatos mostram que o despreparo para acidentes era total.
Um caso isolado não pode ser generalizado, mas as lições dele devem ser bem observadas e assimiladas para que outros não ocorram.
Última consideração: O relato de um sobrevivente do acidente, brasileiro, na TV Globo:
“Era cada um por si; homens deixavam mulheres para trás e crianças ficavam aos berros assustadas”.
Pavoroso…