– Sugestão às Federações sobre os Árbitros Assistentes Adicionais (AAA)

Debatendo com amigos, consegui formar uma opinião sobre os árbitros adicionais. A boa experiência, testada a algum tempo na Europa e também no Brasil, deveria sempre se utilizar de árbitros mais experientes e calejados do que o árbitro principal.

Explico: percebam que nos jogos em que há mais participação dos árbitros assistentes adicionais (AAA), estes são geralmente do mesmo nível ou mais rodados que o árbitro central? E se fizermos uma discussão sobre o tema, levantamos as seguintes reais hipóteses:

um árbitro adicional jovem, em um lance duvidoso, se sentiria mais intimidado a dirimir uma dúvida de um árbitro experiente. E, por lógica, dificilmente um árbitro experiente, em dúvida, acataria uma opinião duvidosa de um novato.

em dúvida, o árbitro central experiente, entre a sua própria opinião e a do novato, ficará com a dele mesmo.

um AAA experiente poderia ser mais contundente, incisivo e preciso na hora de informar a um árbitro central do que um novato, e justamente a contundência adquirida pelos anos de carreira faz com que a decisão seja mais precisa e melhor tomada.

imaginaram o lance em que um AAA jovem informe o árbitro experiente e ele não tome a decisão baseada na informação? O time que se sentir prejudicado irá infernizar a atuação daquele AAA pelo resto da partida.

uma decisão do árbitro central tomada por ajuda do AAA experiente, claramente será acatada com maior aceite.

imaginaram a segurança de um árbitro novato em seu primeiro clássico, tendo como AAA os veteranos Seneme e Paulo César de Oliveira? Para uns, exagero na escala. Para o árbitro, respaldo para o seu debute. Para o jogo, segurança garantida.

Vou além. Penso na autorização da FIFA para árbitros que deixem o quadro por idade-limite de 45 anos, possam trabalhar por mais tempo na função de AAA. Já imaginaram um clássico nacional de grande apelo (Fla-Flu, por exemplo), com os AAA como Cléber Abade e Carlos Eugênio Simon?

Utopia para você? Talvez para mim também. Mas é inegável que esses árbitros, com experiência maior do que os demais, salvariam o árbitro central e o jogo de muitas situações de erro. A propósito, quando o árbitro tem maior experiência, já viveu de tudo no campo e sabe dos atalhos para não precisar correr tanto, tem que parar de apitar por culpa da idade… Não é curioso?

Quem sabe o tema não seja interessante para ser discutido pelas instituições que cuidam dos árbitros? Já que o uso dos AAA é em caráter experimental, as Federações, Sindicatos e Associações poderiam solicitar a permissão do uso de árbitros com até 50 anos de idade para essa função.

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Sugestão às Federações sobre os Árbitros Assistentes Adicionais (AAA)

Debatendo com amigos, consegui formar uma opinião sobre os árbitros adicionais. A boa experiência, testada a algum tempo na Europa e também no Brasil, deveria sempre se utilizar de árbitros mais experientes e calejados do que o árbitro principal.

Explico: percebam que nos jogos em que há mais participação dos árbitros assistentes adicionais (AAA), estes são geralmente do mesmo nível ou mais rodados que o árbitro central? E se fizermos uma discussão sobre o tema, levantamos as seguintes reais hipóteses:

um árbitro adicional jovem, em um lance duvidoso, se sentiria mais intimidado a dirimir uma dúvida de um árbitro experiente. E, por lógica, dificilmente um árbitro experiente, em dúvida, acataria uma opinião duvidosa de um novato.

em dúvida, o árbitro central experiente, entre a sua própria opinião e a do novato, ficará com a dele mesmo.

um AAA experiente poderia ser mais contundente, incisivo e preciso na hora de informar a um árbitro central do que um novato, e justamente a contundência adquirida pelos anos de carreira faz com que a decisão seja mais precisa e melhor tomada.

imaginaram o lance em que um AAA jovem informe o árbitro experiente e ele não tome a decisão baseada na informação? O time que se sentir prejudicado irá infernizar a atuação daquele AAA pelo resto da partida.

uma decisão do árbitro central tomada por ajuda do AAA experiente, claramente será acatada com maior aceite.

imaginaram a segurança de um árbitro novato em seu primeiro clássico, tendo como AAA os veteranos Seneme e Paulo César de Oliveira? Para uns, exagero na escala. Para o árbitro, respaldo para o seu debute. Para o jogo, segurança garantida.

Vou além. Penso na autorização da FIFA para árbitros que deixem o quadro por idade-limite de 45 anos, possam trabalhar por mais tempo na função de AAA. Já imaginaram um clássico nacional de grande apelo (Fla-Flu, por exemplo), com os AAA como Cléber Abade e Carlos Eugênio Simon?

Utopia para você? Talvez para mim também. Mas é inegável que esses árbitros, com experiência maior do que os demais, salvariam o árbitro central e o jogo de muitas situações de erro. A propósito, quando o árbitro tem maior experiência, já viveu de tudo no campo e sabe dos atalhos para não precisar correr tanto, tem que parar de apitar por culpa da idade… Não é curioso?

Quem sabe o tema não seja interessante para ser discutido pelas instituições que cuidam dos árbitros? Já que o uso dos AAA é em caráter experimental, as Federações, Sindicatos e Associações poderiam solicitar a permissão do uso de árbitros com até 50 anos de idade para essa função.

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Os Administradores que Apagam Incêndios Organizacionais

Muito boa a matéria da Revista IstóÉ Dinheiro intitulada “Bombeiros Corporativos”, ou seja, executivos que lutam para reorganizar confusões organizacionais e minimizar crises.

Vem de encontro a figura popular criada pelos administradores de empresas brasileiros: a do “apagador de incêndios“.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/bombeiros-corporativos-conheca-os-segredos-e-o-estilo-dos-especialistas-146072-1.htm

BOMBEIROS CORPORATIVOS

Conheça os segredos e o estilo dos especialistas na arte de apagar incêndios de crises financeiras, reestruturar empresas em dificuldades e viabilizar negócios aparentemente impossíveis

Assim como seres humanos, as empresas possuem ciclos de vida. Nascem, crescem e morrem. No meio disso tudo, também enfrentam crises e doenças. Nessa hora, homens e mulheres buscam ajuda de gente especializada, sejam médicos, sejam psicólogos ou pais de santo. No mundo corporativo, também existem profissionais que se dedicam exclusivamente a socorrer companhias que já não conseguem lidar com seus próprios problemas. Como bombeiros, apagam incêndios de crises financeiras, fecham negócios improváveis e desatam os nós mais intricados da gestão das empresas. São profissionais de perfil específico, diferentes dos executivos clássicos que tocam o dia a dia de uma organização. Quem observar o comportamento desses bombeiros perceberá características aparentemente contraditórias. São, ao mesmo tempo, duros nas decisões e carismáticos no trato com as pessoas. Não adotam um tom de conciliação, mas apresentam uma tremenda capacidade de negociação. Mas o que chama mais a atenção é a agilidade. “Esses processos normalmente exigem decisões baseadas em diagnósticos que têm que ser feitos rapidamente”, avalia Adriana Gomes, do núcleo de gestão de pessoas da ESPM, de São Paulo.

Em geral, os acionistas clamam por bombeiros de empresas quando sentem que os efeitos de suas decisões se tornaram inócuos. Muitas vezes, eles já não são capazes de tomar as medidas necessárias para debelar a crise, pois, para isso, teriam que romper laços sentimentais ou até familiares com a estrutura da empresa. Ou seja: falta coragem ou até força política para demitir o veterano colaborador ou o parente que ocupa uma diretoria. “Como se trata de um processo de ruptura, a reestruturação exige do gestor atitudes extremas”, afirma Alexandre Fialho, diretor do Hay Group. “Às vezes, até mesmo como demonstração de força de que as coisas mudarão radicalmente.”

A atividade explodiu na década de 80, quando a instabilidade econômica provocou rupturas violentas nas companhias brasileiras. Um dos pioneiros foi Cláudio Galeazzi, hoje presidente-executivo do Grupo Pão de Açúcar. Sua empresa, a Galeazzi Consultores, foi responsável pela recuperação de grandes companhias, como a Cecrisa, a Daslu e a Lojas Americanas. Outros seguiram o mesmo caminho e um exército de especialistas em reestruturação começou a se formar.

“Esse profissional é forjado dentro da própria consultoria, já que não existem cursos de especialização nessa área”, diz Adriana, da ESPM. “O treinamento é feito por pessoas experientes nesse segmento, que construíram carreiras a partir da experiência prática.” A atividade também requer boas doses de intuição, adverte o headhunter Simon Franco. “É muito importante identificar os talentos ocultos, os líderes informais, funcionários que influenciam os demais, mesmo sem ascendência hierárquica”, diz ele. “Essas pessoas podem tornar a reestruturação mais fácil.”

Os bombeiros adquirem grande força política dentro das organizações que assumem. Em suas mãos, estão o poder de contratar e de demitir, de comprar e de vender, de pagar ou blefar. Trata-se de um risco, que deve ser administrado permanentemente. “O profissional tem que respeitar alguns limites e não se colocar como se fosse dono da empresa”, alerta Adriana, da ESPM. Para entender melhor a atividade desses especialistas em reestruturação, DINHEIRO selecionou as histórias de alguns dos mais respeitados profissionais do mercado. A seguir, conheça as lições que podem ser colhidas da experiência desses especialistas:

(continua em: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/artigo146072-2.htm )

– Paulista X Santos: é vantagem ou desvantagem jogar contra Reservas?

Hoje teremos Paulista X Santos pela 3ª rodada do Paulistão. O Santos virá aqui para Jundiaí sem a sua força máxima. E isso é bom ou ruim?

Depende. Teoricamente é mais complicado jogar contra os atletas que venceram a Libertadores, como Neymar e Ganso. No papel, é melhor jogar contra a equipe reserva.

Mas…

Leve em conta: como os ‘medalhões’ ainda não tinham estreado, se jogassem em Jundiaí, ainda estariam sem ritmo, pensando em não se machucar devido a Libertadores…

Mais: os reservas de hoje a noite vão querer mostrar serviço. Muricy Ramalho está fazendo um “vestibular” para saber quem fica e quem sai.

Por fim: a renda poderia ser maior se o time titular viesse, não?

Depois dessas considerações, chego à conclusão: eu preferia o Santos Titular contra o Galo… mas o que valerá será a vitória! O Paulista vai conseguir mais 3 pontos, 100% de aproveitamento?

– Magazine Luiza revelando os Segredos

A Intuição e o Empreendedorismo: Estas são as palavras-chave de Luiza Trajano, a presidente do Magazine Luiza, em entrevista ao Blog “Por dentro das empresas”, de Cristiane Correa.

Numa matéria muito interessante, a executiva fala sobre o “luto” que ficou por não comprar o Ponto Frio, os planos A e B da empresa e muitas outras situações. Em vídeo, pela TV Exame. Clique em:  

http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20090813_listar_dia.shtml?permalink=188606

– 10 Coisas que um Árbitro de Futebol não deve fazer

Já publiquei anteriormente, em 2009, mas vale o resgate: compartilho vídeo engraçadíssimo do “Midiagol”, enviado pelo colega árbitro Daniel Destro do Carmo, sobre 10 coisas que devemos evitar em campo, quando árbitros:

1-Agir como Cheeleader;

2-Comemorar um Gol;

3-Se empolgar com a trave, achando que é “bastão de dança”;

4-Usar o apito como flauta;

5-Usar o gramado como horta;

6-Desejar aparar a grama durante a partida;

7-Andar no carrinho da maca;

8-Ajudar o goleiro a defender o gol;

9-Apitar sentado confortavelmente na sombra;

10-Chutar o atleta machucado caído no chão!

Veja um exemplo prático do árbitro fazendo tais coisas nesse vídeo. É de morrer de rir!

Em: http://www.youtube.com/watch?v=NGC-Kj3DlZo

– Fusca anos 60: a Propaganda na Rodovia Transamazônica

Todos sabem que o Fusca foi um dos maiores sucessos da indústria automobilística nacional (se não for o maior…).

Mas olha que legal: o jingle da campanha publicitária no meio da Floresta Amazônica, nos anos 60! Nela, mostra-se a construção da Rodovia Transamazônica, e curiosamente, em meio aos imensos tratores Caterpillar que construíam a estrada, o único veículo que poderia atravessá-la aparece: o FUSCA.

Sensacional, vale assistir, em: http://jovempan.uol.com.br/videos/fusca-na-transamazonica-41239,1,0

– Festa do Padroeiro Dom Bosco no Eloy Chaves

Começou a tradicional Festa de São João Bosco no Parque Eloy Chaves, aqui em Jundiaí.

Ambiente familiar, renda para as obras sociais e cardápio sem igual.

Por quê não prestigiar?

Aproveite o domingo de sol que hoje volta a aparecer e vá com a família e os amigos prestigiar!

Maiores informações no site: http://www.paroquiasjoaobosco.com

Vale a pena!

– Como é bom Madrugar…

Gosto de dormir cedo e acordar cedo. E hoje, levantei na madrugada para atualizar algumas coisas no computador, terminar meus planogramas de aula e correr (dentro dos meus atuais limites possíveis).

Como é bom ter tempo disponível! As 07h, depois de tudo isso feito, pude ir trabalhar tranquilamente, pronto para mais uma jornada, até as 13h. Depois desse horário, minha disposição será exclusiva para a família! Longe de computadores, trabalhos, compromissos, etc…

Programa bacana para logo mais: levar a filhinha assistir em São Paulo o grupo “Palavra Cantada” (quem puder comprar o DVD deles, com os clips do Discovery Kids, vai ficar satisfeito!); arriscar um cineminha ou brincar em casa deixando ela pular em cima de mim sem preocupação…

É isso que vale a pena. Com 18 anos, imaginaria que estar casado e ter filhos seria bom. Mas confesso que não imaginaria que seria tãããão bom!

– Vale Pênalti Cobrado com o Calcanhar?

Já respondi esta questão algumas vezes no Blog “Pergunte ao Árbitro” (http://is.gd/kZWxzb), mas novamente ela aparece. Claro, é inusitada e gera curiosidade. Vamos lá, repetindo a resposta anterior…

Sim!

Vale pênalti de calcanhar, de cabeça, de barriga, de joelho… e até de pé! Com qualquer parte do corpo que seja permitido jogar.

A regra diz que a bola tem que ser chutada para frente (aqui, o termo “chutada” se estende a “cobrada”, e cobrar é fazê-la se mexer, rolar). Também exige que o jogador que irá cobrar o tiro penal seja identificado.

Qual o problema então?

O problema é: haja coragem do cobrador… será achincalhado por todos!

Detalhe: chutar pra frente quer dizer que ela pode ser passada para um companheiro; ou seja, pênalti em dois lances! Me recordo que o jogador Euller, o “filho-do-vento”, no final de sua carreira, tocava a bola para um companheiro que vinha na corrida a fim de fazer o gol.

Bobagem, não?

– Os Boatos e Mitos sobre Produtos. O caso “Coca-Cola”

Empresas de grande porte, vira e mexe, são obrigadas a conviver com boatos sobre produtos de sucesso. McDonald’s, Microsoft, Google e outras são alvos potenciais.

Entretanto, uma delas, a Coca-Cola, fez algo diferente. Criou um espaço só para responder os emails, spams e outras correntes eletrônicas difamando produtos.

Um dos emails mais comum é de que a Coca Zero levaria ao câncer. Esse e outros boatos podem ser encontrados (com a resposta oficial da empresa) no endereço virtual: http://www.cocacolabrasil.com.br/boatos_mitos.asp?inicio=1

É o custo de ser grande…

– Tempestades da Vida?

Na Liturgia Católica de hoje, os discípulos de Cristo estão navegando em meio a uma tempestade, enquanto Jesus repousa. Com medo, mostram preocupação e acordam Jesus, que lhes questiona por temerem, já que estavam assustados. E, em seguida, faz cessar a tormenta.

A pergunta é inevitável: e nas tempestades de nossa vida, confiamos em Deus?

Vale a reflexão…

– Desrespeito que não Cessa

E a Tragédia dos Prédios do RJ? Não bastasse a dor dos familiares que perderam seus parentes, agora veio a tona que os pertences das pessoas, que estavam recolhidos em um depósito da Prefeitura do Rio, foram roubados!

Ou desviados?

Não respeitam nem vivos nem mortos…

– Boa Alckmin; boa Dilma…

Dilma Roussef demitiu o secretário do Ministro do Desenvolvimento, apadrinhado peemedebista que disse que a presidente não teria força para derrubá-lo.

Geraldo Alckmin demitiu o diretor do CDHU que disse:

“o grande problema da qualidade das casas populares é a cultura das pessoas que moram lá

Nítida afirmação preconceituosa de que pobre destruiria a construção…

Enfim nossos governantes estão mostrando que providências são tomadas. Ao menos, nesse episódio!

– Vender Carros no Brasil dá Lucro!

Tempos áureos na venda de carros no Brasil. As montadoras enviaram para suas matrizes no exterior quase 6 bilhões de dólares.

Será que é o lucro ou parte dele?

Em: http://is.gd/sBAr2F

MONTADORAS ENVIAM ÀS MATRIZES O RECHEIO DO BOLO

Por Luís Nassif, original de Pedro Kutney (UOL)

A julgar pelos lucros que receberam, as matrizes de diversas montadoras de automóveis não tiveram do que reclamar de suas subsidiárias brasileiras em 2011. Os dados estão fresquinhos, foram divulgados pelo Banco Central na última terça-feira (24): a indústria automotiva no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, à frente até de bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Não se trata de números frívolos: foram os próprios fabricantes de veículos que registraram junto ao BC remessas de lucros e dividendos no total de US$ 5,58 bilhões, o maior valor de todos os tempos, equivalente a 19% de todas as operações desse tipo no ano no Brasil e 36% superior aos US$ 4,1 bilhões de 2010.

Não por acaso, as remessas recordistas de lucros e dividendos das montadoras instaladas no país aumentaram justamente no momento em que as matrizes mais sofrem nos mercados maduros de Europa e América do Norte, e por isso precisam sustentar seus resultados financeiros com o caixa das subsidiárias em países emergentes. O BC não publica a lista de empresas remetentes de dinheiro nem os valores individuais, muito menos as empresas informam qualquer dado sobre o tema, alegando que só divulgam balanços no exterior — mas lá também não se encontram os lucros recebidos de cada subsidiária; e assim tudo fica por isso mesmo.

Nada contra o lucro, tudo contra esconder esses números como se fosse coisa ilegal. Não é. Contudo, é no mínimo desconfortável, tendo em vista que as montadoras, em maior ou menor grau, estão alinhadas ao discurso da falta de competitividade brasileira, que torna difícil a vida por aqui, e que por isso precisaria ser compensada com generosos incentivos fiscais e financiamento público de investimentos. Os dividendos remetidos mostram que a vida no Brasil pode ser complicada, mas também pode ser altamente lucrativa.

CONCEITO ALOPRADO

É fato que existem problemas de competitividade. Por isso mesmo é surpreendente que, em ambiente tão adverso como pintam as montadoras, as remessas de lucros e dividendos tenham aumentado tanto.

Vale destacar que esses resultados foram conseguidos, em sua maioria, com a venda de carros que têm graus de sofisticação e conforto bastante inferiores em comparação com os modelos fabricados nos países de origem das empresas instaladas aqui, porque no Brasil o poder aquisitivo dos consumidores também é menor — ainda que esteja em ascensão. Em tese, são produtos menos rentáveis, que — para piorar — no Brasil recebem uma das maiores cargas tributárias do mundo para competir com a margem de lucro.

Cabe ressaltar, também, que a produção das fábricas brasileiras de veículos avançou muito pouco em 2011, apenas 0,7% sobre 2010 — ou seja, produziu-se quase o mesmo e, ainda assim, foi possível remeter muito mais lucro: US$ 1,5 bilhão a mais do que no exercício anterior.

Portanto, temos no Brasil um caso inusitado, digno de estudos acadêmicos ainda a serem feitos: fabricantes de veículos dizem enfrentar aqui custos altos de toda natureza, fazem produtos considerados de baixa rentabilidade, com alta incidência de impostos, a produção não avança — e, ainda assim, remetem lucros bilionários às matrizes.

Além disso, ainda sobra algum para prometer investimentos combinados que já passam de US$ 26 bilhões nos próximos cinco anos, considerando somente os anúncios feitos até dezembro passado. Só lucros generosos — e financiamentos públicos idem — podem justificar a aplicação de tamanha fortuna para fazer no Brasil novos produtos e aumentar a capacidade de 18 fábricas de carros e nove de caminhões, além da construção de oito novas plantas de automóveis e seis de veículos comerciais pesados, elevando o número total de unidades de produção das atuais 24 para 38, com capacidade para fazer 6,5 milhões de unidades por ano a partir de 2015.

Por mais aloprado que o conceito pareça, é preciso reconhecer que “Custo Brasil” e “Lucro Brasil” são como irmãos siameses: andam grudados, um puxando o outro, mas sempre na mesma direção: para cima, no preço dos carros, relativamente altos em relação ao que oferecem.

BOM EXEMPLO

O Brasil tem, sim, problemas de competitividade a enfrentar, mas por certo o lucro não está entre eles. Portanto, não há nenhuma justificativa para aumentá-los por meio das medidas de incentivo ao setor automotivo nacional (ou seria transnacional?), que estão em gestação no governo e podem ser anunciadas em fevereiro.

Muito pelo contrário: assim como o país deveria reduzir impostos sobre veículos, as montadoras deveriam dar o bom exemplo de diminuir lucros e incluir mais qualidade tecnológica nos modelos produzidos aqui.

– R$ 4 milhões e Luxemburgo vai embora!

Ora essa: ouço que a multa rescisória de Vanderlei Luxemburgo é de 4 milhões de reais. O ambiente insuportável criado por ele e por Ronaldinho Gaúcho, segundo as informações da imprensa, é notório.

Aí fica a dúvida: ele está preocupado em permanecer no cargo ou não? Lucraria mais em atividade ou parado?

Se continuar vencendo no Cariocão, tudo bem. Mas se for eliminado da Libertadores pelo Potosí… aí sim é vergonhoso!

Você, no lugar da Patrícia Amorim, ciente dos valores rescisórios de Ronaldinho Gaúcho e Luxemburgo, analisando o custo-benefício, faria o quê? Mandaria os dois embora, ficaria com eles ou demitia um ou o outro?

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– Dia de São Tomás de Aquino

Hoje é dia de um grande santo e filósofo: São Tomás de Aquino.

É dele a idéia de que:

O homem é corpo e alma inteligente, incorpórea (ou imaterial), e se encontra, no universo, entre os anjos e os animais. Princípio vital, a alma é o ato do corpo organizado que tem a vida em potência.

Extraído do Uol Biografias

ORAÇÃO DE SÃO TOMÁS DE AQUINO

Criador inefável, 
Tu que és a fonte verdadeira da luz e da ciência, 
derrama sobre as trevas da minha inteligência um raio da tua claridade.

Dá-me inteligência para compreender, 
memória para reter, 
facilidade para aprender, 
subtileza para interpretar, 
e graça abundante para falar.

Meu Deus, 
semeia em mim a semente da tua bondade. 
Faz-me pobre sem ser miserável, 
humilde sem fingimento, 
alegre sem superficialidade, 
sincero sem hipocrisia; 
que faça o bem sem presunção, 
que corrija o próximo sem arrogância, 
que admita a sua correção sem soberba, 
que a minha palavra e a minha vida sejam coerentes.

Concede-me, Verdade das verdades, 
inteligência para conhecer-te, 
diligência para te procurar, 
sabedoria para te encontrar, 
uma boa conduta para te agradar, 
confiança para esperar em ti, 
constância para fazer a tua vontade.

Orienta, meu Deus, a minha vida, 
concede-me saber o que tu pedes 
e ajuda-me a realizá-lo, 
para o meu próprio bem 
e de todos os meus irmãos. 
Amém.

– Você acredita em Listas no Futebol?

Comparar é um desafio ímpar. Uma tarefa árdua, e ao mesmo tempo, tola.

Sim, tola, pois em alguns casos, há situações incomparáveis, pois as bases de comparação são mutáveis e diferentes no tempo.

Imagine o universo do futebol. Como alguém pode querer comparar Di Stéfano com Maradona? Jogaram com chuteiras de outras tecnologias, regras com algumas modificações, qualidade dos gramados, outros esquemas de jogo e companheiros diferentes (se levarmos em conta os 50 anos que distam suas atuações).

Quer outro problema? Poucos puderam ver Leônidas da Silva e Ronaldo, por exemplo. Quem seria melhor? O Diamante Negro, inventor do gol de bicicleta (que o fez ao receber a bola descalço – seu gol seria invalidado pelas regras hoje), ou o Fenômeno, recordista de gols em Copas do Mundo? Quantas pessoas assistiram os dois em campos? Não se esqueça: leve em conta os fatores acima (gramado, chuteira, esquemas).

A mídia também tinha outros recursos. Quantas pessoas assistiram em suas casas a transmissão “Ao Vivo” da Final da Copa do Mundo de 58 e quantas assistiram Barcelona X Santos no mês de dezembro?

Um grande viés: o evento contemporâneo encanta! Os jovens de hoje tem na retina Messi; os de 30 anos têm Ronaldo e Zidane; os quarentões têm Maradona; o pessoal de 50 anos lembra de Cruyff e Beckenbauer; os sexagenários têm Pelé.

Portanto, é bobagem querer comparar. Só dá para fazer qualquer tipo de análise aqueles que possuem mais de 80 anos. E com várias considerações!

Tudo isso foi dito pois a Sport Illustred, conhecida revista americana, fez um ranking mundial de todos os tempos e o maior jogador da história é… Messi (que ainda não terminou a carreira, mas é comparado). Pelé ficou em quarto lugar. Veja a lista:

1 – Lionel Messi (ARG)
2 – Diego Maradona (ARG)
3 – Johann Cruyff (HOL)
4 – Pelé (BRA)
5 – Franz Beckenbauer (ALE)
6 – Lev Yashin (URSS)
7 – Michel Platini (FRA)
8 – Bobby Moore (ING)
9 – Zinedine Zidane (FRA)
10 – Ferenc Puskas (HUN)
18 – Zico (BRA)
19 – Ronaldo (BRA)
22 – Roberto Carlos (BRA)
24 – Ronaldinho (BRA)
28 – Garrincha (BRA)
29 – Carlos Alberto(BRA)
34 – Falcão (BRA)
40 – Romário (BRA)
45 – Nilton Santos (BRA)
57 – Cafu (BRA)

Ainda sobre listas: o que dizer da IFFHS (Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol), que fez a eleição do melhor árbitro do Quarto de Século? Eis a lista:

1.º – Pierluigi Collina (Itália).

2.º – Markus Merk (Alemanha).

3.º – Kim Milton Nielsen (Dinamarca).

4.º – Peter Mikkelsen (Dinamarca).

5.º – Oscar Ruiz (Colômbia).

6.º – Sandor Puhl (Hungria).

7.º – Urs Meier (Suíça).

8.º – Anders Frisk (Suíça).

9.º – Pier-Luigi Pairetto (Itália).

10.º – Helmut Krug (Alemanha).

Para nossa tristeza, os árbitros brasileiros desse período foram classificados bem atrás:

45.º – Marcio Rezende de Freitas.

50.º – José Roberto Wright.

58.º – Romualdo Arppi Filho.

72.º – Arnaldo David César Coelho.

93.º – Carlos Eugenio Simon.

98.º – Sálvio Spínola Fagundes Filho

100º- Renato Marsiglia.

E você, gosta da ideia de listas? Deixe seu comentário:

– Os Árbitros Adicionais: Uma diferença observada entre o Paulistão e o Cariocão

Nada de bairrismo, mas sim uma observação importante: o comportamento dos árbitros adicionais atrás da linha de meta no RJ e em SP.

Nesses jogos iniciais, percebi que no Campeonato Paulista os árbitros adicionais não estão gesticulando, mas conversando via rádio com os árbitros principais. Se há um pênalti duvidoso, primeiro ocorre a discreta conversa, para, logicamente, não atrapalhar a decisão final do árbitro. Ou seja: o adicional é um auxiliar, que informa com cuidado, mas não toma decisão.

Em alguns poucos jogos que vi do Campeonato Carioca, vejo o inverso: árbitros adicionais gesticulando bastante e até entrando em campo! Confesso que não sei se é uma orientação diferente da FERJ em relação a FPF, mas a curiosidade me atiçou. Tal comportamento seria por orientação das Comissões de Árbitros de cada estado? A CEAF-SP trabalha diferente da CEAF-RJ?

Insisto nesta questão pelo simples fato de que essas federações estão podendo utilizar tais árbitros de acordo com a permissão da FIFA, na chamada FASE 2 da experiência com adicionais. A FASE 1 tinha abandonado a tradicional diagonal do árbitro com árbitros adicionais à direita dos goleiros. Agora, estão à esquerda das metas, mais próximos dos árbitros assistentes.

E aí fica a dúvida: quem está trabalhando de acordo com o ideário da FIFA?

Outra questão: o que é melhor para os árbitros?

Penso que toda marcação do árbitro deve ser bem sinalizada para que os envolvidos no jogo entendam o que foi marcado (isso evita os “perigos de gols” tão nefastos no futebol). Entretanto, não gosto da idéia da sinalização explícita do árbitro adicional, justamente pelo fato de que se ele entender que ocorreu um pênalti, entrar em campo e sinalizar que é tiro penal, mas o árbitro entender que não foi, os jogadores irão reclamar muito, muito mesmo!

Aqui, fico com a discreta comunicação dos adicionais de São Paulo, que, respeitosamente, entendo ser muito mais adequada do que a extravagância de forçar uma sinalização inadequada.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Saldo Assustador de Pinheirinho

Já escrevemos em outra oportunidade que a Reforma Agrária é uma causa justa a ser defendida. Entretanto, com os cuidados de sempre, respeitando a lei e de maneira democrática.

Dias atrás observamos em São José dos Campos (SP), a confusão numa reintegração de posse na região conhecida como Pinheirinho (em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2012/01/23/reintegracao-de-posse-em-pinheirinho-respeitamos-os-dois-lados/) .

Vejam só o que a PM apreendeu por lá:

– 32 pessoas presas por desordem;

– 3 foragidos da justiça capturados;

– 6 criminosos em flagrante delito;

– 1 carro roubado encontrado;

– 2 armas de fogo apreendidas;

– 1100 invólucros de Maconha;

– 388 pinos de Cocaína;

– 3 bombas caseiras.

Novamente considero: no meio de gente pobre, trabalhadora e honesta, há sempre bandidos travestidos de sem-terra…

– Barbies Censuradas?

Há coisas que nem o melhor administrador pode lidar… Talebans incediavam as bonecas Barbies que chegavam por contrabando ao Afeganistão, pois elas não usavam burcas.

Agora, o Irã, através da Polícia Moral, retira das prateleiras as Barbies porque “elas representam o espírito sujo americano”.

Democracia é isso aí.

– Enem derruba mais um!

Malvina Tuttman, presidente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais), foi demitida pelo novo Ministro da Educação, Aloísio Mercadante. Ela havia assumido o cargo há um ano devido as fraudes do Enem levantadas pelo Estadão. Entretanto, sua gestão foi criticada justamente pelo aumento de casos de vazamento das provas e outras situações vexatórias.

Nesse ano, além dos casos no Ceará onde supostamente alunos fizeram provas simuladas com questões do Enem, houve o absurdo caso de Campinas: a professora Mônica Nunes inscreveu-se na prova para conhecê-la melhor e passar a experiência aos alunos. Entregou-a em branco, e para a sua surpresa… havia pontuado quando recebeu a nota!

Após cobrança de explicações da professora, o Inpe nada soube falar…

Deveriam justificar: sua nota valeu pelo acerto do nome no campo: “Nome”…

– A Dura Passagem de uma Jornalista na Coréia do Norte

Compartilho a ótima coluna da jornalista Ana Paula Padrão na Revista IstoÉ, Ed 2202, pg 130, sobre sua experiência na Coréia do Norte.

Depois da abertura da embaixada brasileira naquele país, ela foi uma das 3 pessoas que conseguiu visto de entrada como jornalista (os 3 únicos até hoje). Mas vejam como foi a recepção por lá:

NO REINO DOS KIM

Confiscaram nossos passaportes e passagens aéreas além de nos orientar a nunca tentar conversar com nenhum cidadão

Nesses tempos politicamente corretos, pode ser que alguém queira me pendurar num poste pelo que vou escrever agora. Correrei o risco. Fiquei, sim, bem alegrinha com a notícia de que não dividimos mais o mesmo planeta com o baixinho norte-coreano Kim Jong-il. Quando vi aqueles pobres coreanos num festival de desespero e luto nas ruas de Pyongyang, lembrei-me do quanto estão todos treinados para o grande teatro coletivo da revolução. 

Estive na Coreia do Norte em 2005. Depois de intrincadas negociações, conseguimos da recém-inaugurada Embaixada da Coreia do Norte em Brasília autorização para que o cinegrafista Edilson Rizzo, a produtora Mônica Gugliano e eu visitássemos o país. Estamparam em nossos passaportes os vistos de números 1, 2 e 3 emitidos ali para jornalistas. Foram os primeiros e os únicos.

Fomos recebidos no aeroporto por quatro cães de guarda do governo. Todos se chamavam Kim. Como Kim Jong-il. Como o pai dele, Kim il-Sung, que não morreu em 1994. Sim, ele não morreu, corrigiu-me um dos Kim quando citei o fato, tentando me lembrar da data exata.

O pai da Nação, Salvador dos Oprimidos, Estrela da Coreia, estará sempre vivo em nossos corações!, bradou ele com cara de pouquíssimos amigos.

Isso foi logo depois de um dos troglo-Kim ter confiscado nossos passaportes e passagens aéreas, além de nos orientar a nunca, sob nenhuma hipótese, tentar conversar com nenhum cidadão.

Eles são muito tímidos e detestam ser incomodados, justificou outro dos Kim. Os Kim eram incansáveis nas tarefas de mentir e de estar sempre por perto. Bem perto. Durante toda a madrugada, revezavam-se de plantão na portaria do hotel para garantir que jamais saíssemos desacompanhados. Durante o dia, nosso roteiro, elaborado por eles, incluía todo tipo de monumento histórico da capital-cenário. Até um Arco do Triunfo local, cinco metros mais alto que o de Paris, ressaltou um dos mala-Kim.

De um lugar a outro não gastávamos mais de cinco minutos trafegando nas avenidas largas e vazias. Sempre passando ao lado de obras impecáveis do stalinismo arquitetônico. Conjuntos habitacionais austeros, praças gigantescas e, no alto dos prédios, apenas propaganda partidária: “O Líder Kim il-Sung está conosco!”, brilham frases em neon vermelho.

A maratona só cessava na hora sagrada do dia: a hora do almoço. Nunca tive coragem de perguntar que carne seria aquela que eles devoravam nos restaurantes também vazios. Inclusive porque nunca vi nenhum cachorro perambulando pelas ruas. Fiquei só no arroz. Eles se fartavam.Tinham a fome do racionamento. Aliás, outro assunto proibido.

Os coreanos vivem na fartura, sentenciou um terceiro Kim, encerrando o assunto. Mas e o racionamento de energia?, perguntei eu depois de vivenciar o apagão que se repetia todas as noites.

As pessoas dormem cedo, temos energia de sobra nas nossas hidrelétricas!, respondeu Pinóquio-Kim.
Quantas hidrelétricas? Incontáveis! Incontáveis!

E ponto-final. É patológico, pensei eu. Concluo agora que era medo mesmo. Veja o caso do funeral do esquisito-Kim. Leio agora que quem não se descabelou o suficiente vai para um campo de trabalhos forçados no interior do país. Eu, com certeza, seria a primeira da fila. Desconfio que as altas autoridades coreanas não tenham gostado muito da série de reportagens que produzimos por lá. 

E que não gostariam nem um pouco deste artigo.

– Barcelona 2 X 2 Real Madrid. Nada a ver com Paulistão…

Depois de assistir a Barcelona X Real Madrid pela Copa do Rei, ontem, dá desgosto assistir qualquer outra partida. Seja o jogo que for, vira pelada!

Partida gostosa de se ver, jogada, brigada, disputada e com altíssima qualidade.

O Real Madrid dominou o começo do jogo. Na verdade, abafou o adversário até 26m. Incrivelmente, o Barcelona levou um sufoco dos merengues que impressionou a qualquer um. Depois, o jogo se equilibrou e no primeiro ataque do Barça aos 42m, saiu o gol. Destaques para os golaços de Daniel Alves e Benzema.

Isso sim é jogo de futebol! Tudo ajuda. E como jogam bola Cristiano Ronaldo e Messi… Eles chamam a responsabilidade para eles. Pena que não façam o mesmo em suas seleções.

Quem não assistiu a esse jogo, perdeu uma partidaça. Vale o VT!

– A Tragédia dos Prédios Cariocas

Somente porque Deus é bom que a tragédia no RJ não foi maior. O que dizer de 34 andares somados indo ao chão?

Ocorreu no horário de pouca gente trabalhando. Menos mal. Mas isso traz a seguinte reflexão: já imaginaram quantas construções mambembes existem não só lá no Rio de Janeiro, mas no Brasil inteiro?

– O Lema de Andrés Sanches?

Toda a imprensa repercutiu a entrevista do ex-presidente corinthiano e atual diretor da CBF, Andrés Sanches, à Revista GQ que chega às bancas.. O mea culpa em perder dinheiro com o atacante Adriano foi colocado pra fora. Mas a grande imoralidade das suas palavras é por uma afirmação que, tomara, não seja regra (mas infelizmente parece ser) entre os dirigentes:

Você pode roubar, fazer tudo errado, só cagada, mas, se for campeão, vira herói

Gosta disso? Deixe seu comentário:

– A verdadeira Medida do Amor

A medida do amor é amar sem medida”.

Essa bela constatação é a principal frase do “Tratado do Amor de Deus”, escrito por São Francisco de Sales, que celebramos no último dia 24. Para corações conturbados e de desejo ardente de paz, vale a pena conhecer esse magnífico santo!

Olha que belíssima história (extraída de: http://br.geocities.com/montealverne/sfsales.html)

HISTÓRIA DE SÃO FRANCISCO DE SALES

Nasceu no castelo de Sales na Sabóia, em 21 de agosto de 1567. Aos 14 anos foi mandado para a grande Universidade de Paris que, na época, com 54 faculdades, era um dos grandes centros de estudos. Alí destacou-se em retórica, filosofia e teologia. Jovem ainda fez voto perpétuo de castidade e colocou-se debaixo da proteção da Virgem Santíssima. Aos 18 anos foi tentado terrivelmente por uma sensação de desespero e condenação ao inferno, o que só venceu com fervorosa oração aos pés de Nossa Senhora.

Aos 24 anos doutorou-se em Direito, em Pádua, Itália. Foi ordenado padre a 18 de dezembro de 1593. Em 1602 tornou-se bispo de Genebra, aos 32 anos. Escreveu várias obras. No famoso “Tratado do Amor de Deus”, escreveu: “A medida do amor é amar sem medida”.

Foi diretor espiritual de Santa Joana Francisca de Chantal, desde 1604 em Dijon, com quem fundou a Ordem da Visitação em 1610.

Sua obra mais famosa é a “Introdução à Vida Devota”.

Faleceu aos 56 anos, em 28/12/1622, em Lião. Sua beatificação foi em 1662, a primeira realizada na basílica de S. Pedro em Roma, onde foi canonizado três anos mais tarde. Sua festa é celebrada no dia 24 de janeiro.

Foi declarado Doutor da Igreja em 1877, e o Papa Pio XI o instituiu padroeiro dos jornalistas.

S. Francisco de Sales foi grande amigo de S. Vicente de Paulo, que vivia em Paris. S. Vicente dizia de S. Francisco : “Este servo de Deus conformou-se tão bem com o modelo divino que muitas vezes me pergunto com admiração como uma criatura – dada a fragilidade da natureza humana – pôde alcançar tão elevado grau de perfeição … Sou levado a ver nele o homem que, dentre todos, mais fielmente reproduziu o amor do Filho de Deus sobre a terra”.

Gostava o santo de dizer: “Se erro, prefiro que seja por excesso de bondade que por demasiado rigor “. A extraordinária mansidão que possuía foi fruto de muitos esforços e trabalhos.

São Francisco de Sales foi inspirador de D. Bosco quando da fundação da sua Congregação, que recebeu o nome do santo padroeiro, Salesianos.

O ESPÍRITO DE SÃO FRANCISCO DE SALES (extraído dos seus escritos)

Não espere as mudanças e eventualidades desta vida com medo; antes, encare-as com a firme esperança de que, ao surgirem, Deus, de quem você é filho, o livrará delas.

Só confia nEle e Ele continuará conduzindo você seguramente através de tudo. Onde não puder caminhar, Ele o carregará nos braços.

Não se preocupe com o que pode acontecer amanhã; o mesmo Pai eterno que cuida de você hoje, se encarrega de você amanhã e todos os dias. Ou Ele protegerá você do sofrimento, ou lhe dará a força infalível para suportá-lo.

Esteja em paz, pois, e afaste todos os pensamentos de angústia.

Anime-se e transforme os problemas em matéria para seu progresso e maturidade.

Pense muitas vezes em Nosso Senhor, pois Ele ajudará a suportar os problemas. Todos eles serão incapazes de abalar você, só lembrando-se de que você tem um tal amigo.

Faça tudo com calma e em paz. Realize quanto puder, tão bem quanto for capaz.

Procure ver Deus em todas as coisas sem exceção, e disponha-se a fazer a vontade dEle com alegria. Faça tudo para Deus, unindo-se com Ele por palavras e obras.

Avance muito simplesmente com a Cruz de Nosso e tenha paz consigo mesmo. Passará por cada tempestade com seguridade, enquanto a sua confiança se fixar em Deus.

Não perca a sua paz interior por nada, nem se todo o seu mundo parece vir abaixo. Se se dá conta que se afastou da proteção de Deus, conduza o seu coração de volta para Ele tranqüila e simplesmente.

Faça todas as coisas em nome de Deus e fará tudo bem. Se comer ou beber, trabalhar ou descansar, ganhará muito aos olhos de Deus, ao fazer todas essas coisas como Deus quer que se faça.

Aconteça o que acontecer, não desanime; segure-se firmemente em Deus, mantenha-se em paz, com confiança no seu amor eterno por você. 

– 10 Bizarrices Chinesas

Nos últimos anos, têm-se dado muita atenção à China devido aos indicadores econômicos e suas particularidades como nação de governo ditatorial. Mas ao mesmo tempo que se admira a pujança econômica, se estarrece devido a algumas características culturais, muitas das quais nos parecem ser bizarras. Abaixo, o ótimo texto sobre elas, extraído de: http://is.gd/YT7PWR

10 BIZARRICES SOBRE A CHINA

Não é que os chineses sejam esquisitos. Apenas migram coletivamente, vendem noivas fantasmas e, quando resolvem virar uma potência, deixam o mundo chocado com seu jeito de pensar. Leia outras 26 bizarrices made in China na edição que está nas bancas.

por Gilberto Scofield Jr.

1. A cada feriado do Ano-Novo chinês, mais de 300 milhões de pessoas viajam pela China para visitar a família é o maior movimento migratório do planeta. Como não conseguem ir ao banheiro nos trens superlotados, muitos viajantes usam fraldas para adultos.

2. Durante décadas vivendo sob regime comunista, os chineses dão muito valor ao que é público e pouco ao privado. Ignoram, por exemplo, o conceito de privacidade. Bisbilhotar ou tomar conta da vida alheia é quase obrigação. Não são raras cenas de pessoas prestando atenção em conversas alheias ao telefone e na tela do computador. E também no trabalho, xeretando o cartão de ponto dos colegas para contar ao chefe quem chegou atrasado.

3. O país tem cerca de 30 mil censores para controlar tudo o que os chineses comentam na internet.

4. Os chineses são muito supersticiosos. Em muitos prédios, não há os andares 4, 14 e 24, porque o ideograma do 4 si lembra sonoramente o ideograma da morte. Um número de celular terminado em 4 ou com muitos 4 é bem mais barato que o resto. (Quem é estrangeiro e não acredita nisso consegue números baratinhos.) Já os números com muitos algarismos 8 cujo ideograma lembra o som da prosperidade valem muito mais. Não é à toa que a Olimpíada vai começar em 8 de agosto de 2008.

5. Desde o ano passado, os lamas tibetanos estão proibidos de ressuscitar sem autorização do governo chinês.

6. No ano passado, a polícia chinesa prendeu 5 homens acusados de matar mulheres jovens para vendê-las como noivas fantasmas. Segundo a tradição de camponeses do norte do país, homens que morrem solteiros têm a linhagem comprometida na próxima vida. Para evitar o mau agouro na eternidade, os familiares dão um jeito: tentam arranjar para o morto um minghun, casamento após a morte, enterrando uma noiva fantasma ao lado do solteirão. Segundo a polícia, o preço dos corpos varia geralmente de acordo com a idade da noiva: as mais novas chegam a ultrapassar US$ 2 mil.

7. O território chinês poderia abranger pelo menos 4 fusos horários, mas… e daí? O governo impõe que a hora oficial de todo o território seja a de Pequim. Com a diferença de longitude, em regiões a leste de Pequim, como Xangai, o sol chega a nascer às 4 h da manhã. E, no oeste, às 9 h.

8. O número de chineses que falam ou estão aprendendo inglês é igual a toda a população dos EUA.

9. Entre os muito ricos, o banquete do Ano-Novo chinês inclui ovos podres cozidos, sopa de ninho de andorinha e, claro, arroz.

10. A especialidade do restaurante Guolizhuang, em Pequim, é pênis. Há pratos com o membro de 9 animais: touro, jumento, cão, cobra, cervo, carneiro, búfalo, foca e cavalo. Como o povo acha que o quitute é afrodisíaco, não faltam clientes.

– Pra quem você torce na África?

Está ocorrendo a Copa Africana de Nações. Mas justo em Janeiro/Fevereiro? Arrebenta com os clubes europeus, que são os maiores empregadores. E mais: cada joguinho… E os campos? Puxa, cada pasto…

Uma pena. A querida Mãe África está longe do ideal. Torço para a Líbia, por causa do treinador Marcos Paquetá. Acho que nem se classifica…

E você, tem simpatia por qual equipe na África?

– Sobre ONGs e Sucesso dos Voluntários e Pastorais da Igreja Católica

Muitas vezes o Governo se omite em questões sociais. E, nessa lacuna, as ONGs, Pastorais da Igreja Católica, Forças-tarefas de Evangélicos, Missões de qualquer outra denominação religiosa, além de voluntários independentes de profissão de fé, preenchem esse espaço.

Você sabia, por exemplo, que a drástica redução da mortalidade infantil no NE do Brasil se deu por força de mulheres, sem muita instrução mas com boa vontade, trabalhando gratuitamente pela Pastoral do Menor?

Agora, leio nas Páginas Amarelas da Revista Veja (edição antiga, de 22/06/2011, pg 25) que o combate à AIDS é sucesso em regiões remotas brasileiras por força dessas pessoas voluntárias. Abaixo, a palavra do ex-presidente Bill Clinton, que foi o entrevistado:

“(…) Quando o Brasil decidiu fazer exames e levar remédios contra a Aids aos recantos mais isolados da floresta tropical amazônica, a rede capilar de ONGs, em especial as ligadas à Igreja Católica, foi de extrema importância. (…) havia no mundo 200 mil pessoas que recebiam o tratamento. No Brasil, eram 135 mil.”

Esses altos números se devem a um único fator: Fé e Boa Vontade! Parabéns aos voluntários.

– Há Vida Fora da Arbitragem!

Conversei com um grande amigo e ótimo árbitro assistente (ou melhor, ex-árbitro assistente), Dante Mesquita Júnior.

Fiquei triste por saber que não está mais no quadro de árbitros da CBF, tampouco da FPF. Com excepcionais notas nas provas escritas, ótimo desempenho nos testes físicos e altas notas nas avaliações de jogos, com larga experiência na 1ª divisão, muito bem ranqueado no ranking da Federação Paulista de Futebol, aos 39 anos não está mais na ativa. Uma pena.

Fico pensando: Sálvio, Gutemberg, Dante, Davi, Marcos Joel, José Maria, Jeimes… conheçam, gostem ou não desses nomes, ambos tem algo em comum: foram descartados em um certo momento da carreira. Nada de incompetência, de relaxo ou relapso… Você pode até julgar ser abandono dos dirigentes, má condução dos presidentes de comissões de árbitros ou qualquer outra coisa (em alguns casos, isso é latente). Mas considere também outro fator: vontade divina! Para muitos, ser retirado ou tolhido de um meio impróprio pode redirecioná-los a coisas maiores, que independente da crença, levem à busca das coisas do Alto!

Após essa divagação, queria compartilhar alguns pensamentos que surgiram desse bate-papo produtivo: estar dentro ou estar fora da arbitragem.

Confidenciei que ainda sonho que estou em campo, vestindo o uniforme ou em viagem. Mas nunca sonho com as enfadonhas e burocráticas reuniões (aí seria pesadelo…). E isso passa na cabeça de muitos árbitros: quando e como parar; se preparar para parar ou ser parado!

Citei nomes acima de árbitros desde a FIFA até iniciantes no meio, só para mostrar que esse sentimento, um misto de temor e de repugnância, assombra a qualquer um. Será que o fim da carreira de árbitro é o fim do mundo? Paulo Roberto Falcão disse, certa vez, que “o atleta de futebol morre duas vezes: quando morre de verdade e antes, quando encerra a carreira de jogador”. O que difere isso do árbitro? Nada.

Mas estando de fora, a depressão, a tristeza ou a saudade importunam. Carece-se de apoio familiar, preparo e tudo mais. Nos EUA, é comum a existência de profissionais que preparam atletas para o encerramento paulatino das carreiras esportivas. Aqui, isso inexiste.

Uma constatação em nossa conversa, lembrada sabiamente por Dante:

Arbitragem é um vício, e a droga que a sustenta são as escalas (…) Quando seu nome não está na escala, na quarta ou quinta-feira, como você se sente? E quando, na semana seguinte, você vê que foi escalado, aquilo passa…

Perfeito! A analogia da arbitragem com vício resume plenamente uma dura realidade: vivemos de escalas de jogos, e morremos semanalmente quando não somos escalados! Administrar, ou melhor, lidar com isso, é um problema não só para o árbitro, mas para a família dele. E principalmente, para as Comissões de Árbitros!

– A Arte da Bajulação!

Olha que texto bacana, publicado na Época Negócios (citação abaixo), sobre “a arte de ser um puxa-sacos”. Como se promover bajulando os chefes!

A ARTE DA BAJULAÇÃO

As loas disfarçadas aos chefes podem dar aquele empurrãozinho que faltava para sair uma promoção. É o que revela uma pesquisa

Por Robson Viturino com Álvaro Oppermann

Bajulação e puxa-saquismo não são propriamente uma novidade no cotidiano das empresas. No entanto, para quem rejeita essas práticas sem pensar duas vezes, um estudo recente da Kellogg School of Management traz uma notícia no mínimo preocupante. Por meio de entrevistas com executivos de companhias americanas com atuação em diversas áreas, os professores Ithai Stern e James West¬phal constataram que a subida ao alto escalão corporativo raramente se dá apenas por competência. Em grande parte dos casos, as promoções envolvem uma boa dose de politicagem, diplomacia e bajulação. “Os executivos geralmente ganham o ingresso para as posições mais disputadas usando formas sutis e sofisticadas de adulação”, afirmam os autores do estudo.

Os maiores puxa-sacos, segundo eles, são os advogados, os políticos e os vendedores – não necessariamente nesta ordem. Já no que diz respeito à faixa social, os profissionais oriundos das classes média e média-alta têm se mostrado mais hábeis, quando comparados às pessoas das classes mais baixas. Mas, quando se trata de puxa-saquismo, nem tudo é preestabelecido. Embora alguns grupos tenham maior “talento” para a bajulação, existem táticas que, de acordo com os professores, aumentam significativamente as chances de qualquer profissional saltar aos olhos do chefe.

Stern e Westphal identificaram técnicas de insinuação que, sem soar como abjetas, podem ajudar os interessados a subir os degraus da escada corporativa. Soa cínico, e provavelmente é. Mas vamos a elas:

Disfarçar a adulação como pedido de conselho_É o meio de elogiar os patrões sem deixar que o elogio soe como “rasgação de seda” ou cause constrangimento às duas partes. “Esta é uma tática certeira”, dizem os professores.

Discordar antes de concordar_Em vez de concordar na mesma hora, o bajulador tarimbado negaceia: “De início eu discordei de você, mas seus argumentos acabaram me convencendo”.

Fazer o elogio chegar às pessoas certas_A loa muitas vezes é mais eficaz quando feita indiretamente. Em outras palavras, é melhor falar bem do chefe aos seus amigos, cuidando para que suas palavras cheguem aos ouvidos certos, do que babar o tempo todo na sua gravata.

Fazer o elogio desculpando-se, para não constranger o chefe_Para se precaver, o bajulador ensaia desculpas antes de iniciar o paparico: “Eu não quero que você pense que elogio à toa, mas a sua apresentação foi sensacional!”.

Expressar a mesma opinião que os superiores_Não adianta concordar com eles. É preciso fazê-lo em voz alta. “Eu sou da mesma opinião” e “Acho que todos nós concordamos com você” são algumas das frases usadas.

Descobrir a opinião dos chefes_Se o bajulador não sabe o que pensam os seus superiores, ele sonda. E depois adequa seu argumento ao da chefia.

– Índice de Universitários no Brasil e Mensalidades

Há 15 anos, minha última mensalidade na minha primeira faculdade foi de exatamente R$ 632,00. Quanto custa a sua faculdade hoje?

A concorrência aumentou, sobram vagas e sobram instituições, a qualidade do ensino diminuiu em muitas faculdades e a vantagem competitiva passou a ser meramente o preço.

Quer um índice interessante? O instituto Data Popular fez um levantamento dizendo que há 5,8 milhões de universitários. Ou seja, quase 3% da população está na faculdade. Não quer dizer que haverá 3% de formandos ao final dos cursos… Afinal, nem todos que começam um curso, terminam. E esses números são cumulativos (independem da série/ano).

Para um país que precisa investir em Educação, tais dados são péssimos!

Aqui em Jundiaí, vide o número de cursos de Administração de uma década atrás e quantos existem hoje. Tornamo-nos um polo educacional, e, de coração, espero que de alta qualidade.

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

CLASSES C E D COM AS MÃOS NO DIPLOMA

(extraído de isto É Dinheiro, Coluna Dinheiro na Semana, pg 16, Ed 247)

 Uma pesquisa realizada pelo instituto Data popular mostrou que os representantes das Classes C e D ganharam mais espaço no ensino superior brasileiro. No período de 2002 a 2009, o número de universitários subiu de 3,6 milhões para 5,8 milhões e as classes C e D passaram a representar 57,1% e 15,3%dos muniversitários, respectivamente. Confira mais dados:

Classe A – 7,3%

Classe B – 19%

Classe C – 57,1%

Classe D – 15,3%

Classe E – 1,2%

– Renascer dia-a-dia, Reinventar-se, Repensar-se

Disse Jesus a Nicodemus:

Necessário vos é nascer de novo”. Jo 3, 7b.

Essa passagem bíblica é oportuna para vários pontos de discussão: religiosa, social e profissional.

RELIGIOSA, pois mostra que a conversão é necessária para mudanças de condutas e práticas antes condenáveis ou indevidas;

SOCIAL, pois nos permite repensar em determinados comportamentos frente amigos, sociedade e até intimamente;

PROFISSIONAL, pois, cá entre nós, administradores de empresas: práticas como learning organizacions, destruição criativa e dentre outras tantas, não há esse princípio cristão de renascer (ou tecnicamente, ‘reinventar-se’)?

– Uma Novidade aos Paulistanos, conhecida por Jundiaienses

Começou a lei que proíbe a distribuição de sacolas de plásticos nos mercados para a cidade de São Paulo. E a grita é geral.

Aqui em Jundiaí, há pouco mais de um ano vivemos a experiência. Na verdade, nem lei é, mas sim um acordo com a Associação que congrega os Supermercados.

No início, a grita foi geral! Reclamações e mais reclamações, que diminuíram com a mudança de hábito (forçada em muitos casos). Surgiu um número de que 77% dos moradores de Jundiaí aprovaram o fim das sacolas de plásticos. Não é a impressão que eu tenho, mas respeito a pesquisa.

Basicamente, o cliente hoje leva sacolas de ráfia ou de outro material qualquer, aquelas do “tempo da vovó”. Outros se utilizam de caixas de papelão (em muitos casos, cedidas pelos próprios supermercadistas – mas não são todos). Outros ainda, fazem uso do mesmo expediente que eu: compram as sacolas compostáveis, biodegradáveis, vendidas no caixa por R$ 0,19.

Quem é a favor argumenta que pensa em Sustentabilidade. Quem é contra, usa de um maior número de argumentos: de que o benefício a natureza é ínfimo; de que os custos de sacolas foram repassados pelos supermercados aos clientes; de que há gente por trás disso ganhando dinheiro com a mudança de hábito.

Sinceramente? Tudo o que for para preservar o planeta deve ser avaliado e levado em conta, mas sem nunca esquecer de algo importante: o custo-benefício. Quem usava as sacolinhas antigas para usar nas lixeiras domésticas, agora terá que comprar saquinhos de lixo do mesmo material. O que mudou?

E você, o que acha das sacolinhas? Deixe seu comentário: