– Empresas Familiares e a Sucessão: A Preparação na Escola!

Sucessão nas empresas familiares: Herdeiro se faz na escola!

Extraído de: Revista Istoé Dinheiro, pg 62-65, edição 675, 15/09/2010

DIPLOMA DE SUCESSOR

Num ambiente corporativo ainda dominado por empresas familiares, há uma oferta crescente de cursos para formação de herdeiros – e companhias de todos os portes estão aderindo a essa tendência. – Por Letícia Moreli

Em tempos de globalização econômica, competição acirrada e megafusões, o ditado “nascido em berço de ouro” já não garante a ascensão do herdeiro de uma grande empresa ao trono da presidência.

É preciso polir e lapidar bem esse berço até que, após muito ser embalado, o rebento ande com suas próprias pernas. O conhecimento passado a esses herdeiros tem sido cada vez mais valorizado para que ocorra uma transferência de poder tranquila e sadia dentro das empresas.

E o que não falta no mundo corporativo são negócios com essa característica familiar de comando. Nos Estados Unidos, 40% das 500 maiores companhias são controladas por famílias. No mundo, a média chega a 80%. Uma realidade da qual o Brasil não se distancia. Em estudo realizado em 2005, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontou que 90% das empresas registradas no País são tradicionalmente familiares.

Assim, formar corretamente os futuros presidentes e diretores, mesmo que herdeiros naturais do negócio, matriculando-os em cursos específicos ou contratando consultores que funcionem como treinadores/tutores desses futuros executivos, pode ser decisivo para determinar a longevidade de uma empresa. Poucas vezes, as empresas brasileiras se depararam com esse tipo de desafio de forma tão dramática. 

Isso porque grandes grupos estão assumindo um papel global, justamente no momento de passar o bastão de uma geração para outra.  Ao longo da última década, pipocaram escritórios e escolas para sucessores no mundo – com cursos que variam de R$ 3 mil a US$ 35 mil. 

Em países como Suíça, França, Estados Unidos e Itália, especialistas trabalham na formação dos herdeiros e  renomadas escolas de economia e administração abrem suas portas para cursos de gestão de empresas familiares (observe quadro abaixo). 

Um dos principais nomes desta tendência é John Davis, professor de Harvard que virou referência para altos executivos brasileiros de empresas familiares e abriu, no Brasil, o primeiro escritório da Cambridge Business Advisors fora dos EUA, em maio. 

Davis participou do plano de sucessão de Jorge Gerdau Johannpeter, na presidência do grupo Gerdau, e orientou a mudança do comando no Pão de Açúcar, em 2003. 

O trabalho de escritórios como o de Davis é fazer com que as empresas se deparem com uma questão básica: “temos alguém na família preparado para assumir o comando?” Uma questão que muitos não sabem como responder . 

“Atendemos famílias que não sabem como estabelecer um acordo de acionistas e definir o futuro. Se os filhos vão atuar ou não e como prepará-los”, diz Claudinei Santos, consultor de empresas há 37 anos e diretor da área de projetos de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing, de São Paulo. 

Foi com o auxílio de uma dessas instituições brasileiras, a Fundação Dom Cabral – notória na formação de todo tipo de executivos, herdeiros ou não –, que o grupo mineiro Asamar concretizou a sucessão da segunda para a terceira geração, preparou os sucessores e desenvolveu o processo de abertura para participação de acionistas não familiares. 

O principal negócio da família se resumia à fábrica Cimentos Montes Claros. “Com o aquecimento da economia e a globalização percebemos que não conseguiríamos construir negócios grandes só com os recursos da família e optamos pela parceria com investidores”, explica Sérgio Cavalieri, 57 anos, do conselho administrativo e um dos seis herdeiros da empresa. Ele fez o curso da fundação. 

“Além do curso em si, a consultoria feita pela Dom Cabral no estabelecimento das regras do processo de transição nos ensinou muito. Agora, outro aprendizado vem com o dia a dia da empresa, já que, com o alinhamento entre acionistas e gestores, temos metas para entregar resultados”, garante Cavalieri. 

Hoje, o grupo Asamar desenvolve negócios nas áreas de distribuição de combustíveis líquidos – entre eles a marca Ale –, incorporação e construção imobiliária, operação de imóveis e hotelaria, produtos e serviços financeiros, construção em aço, reflorestamento e produtos florestais, biocombustíveis e tecnologia da informação. A receita total da holding é de R$ 8,5 bilhões.

A importância dos consultores também ganhou holofotes na sucessão familiar. A Riccó, fabricante de móveis domésticos e para escritório, é um exemplo de como esse tipo de profissional, fora da esfera familiar, pode ajudar. 

Fábio José Riccó, 31 anos, diretor-executivo da empresa há quatro anos, representa a quinta geração de um negócio que começou como uma marcenaria em 1857 e que vem crescendo 40% por ano. Antes de assumir a empresa, Fábio resolveu montar um outro negócio, fora do da família. 

“Foi importante ter sucesso sozinho, para sentir que funcionaria na empresa da família e que herdar o comando não era algo dado de graça”, diz o empresário, filho de Fábio Paulo Riccó, ex-presidente da Riccó. Para segurar os embates, ele e o pai contaram com a ajuda de um empresário amigo da família, que até hoje atua como um consultor informal. “Tive que aprender a me controlar,  falar menos e escutar mais”, admite Fábio. 

Mas qual o segredo para dar continuidade aos negócios geração após geração? Para os especialistas, a palavra-chave é competência. Ocorre que nem sempre é possível encontrar pessoas capazes de herdar o talento e o espírito empreendedor dos fundadores. “Por vezes, a solução é afastar os integrantes da família, colocando-os no conselho administrativo e substituindo-os por profissionais experientes”, diz Santos. 

Nas escolas de sucessores, os cursos servem para corroborar ou não se o DNA do herdeiro tem consistência empresarial. Se o boletim vier cheio de notas vermelhas, o pretenso sucessor familiar é reprovado. “Em geral, a empresa familiar resiste em abrir mão do controle. 

Mas o mercado é impiedoso e é preciso sabedoria para reconhecer quando é hora de mudar”, orienta Teresa Roscoe, gerente coordenadora da parceria para desenvolvimento de acionistas da Fundação Dom Cabral.

– Endorfina Pura!

Se repouso demais, meu joelho com o menisco rompido dói. Parece que a perna fica atrofiada.

Se corro, aí eu judio mais ainda dele.

Se dou um trotezinho leve, assim que eu estou bem aquecido, a danada da Endorfina está a flor da pele e fica na orelha: “já sarou, acelera, tá bom demais”…

Doce ilusão. Como é bom correr, mas com lesão no Menisco, apesar do tratamento americano RICE (tradução do acróstico original em inglês para: repouso, elevação, compressão, fortalecimento), não dá. Estou quase desistindo disso e partindo para a cirurgia…

Haja paciência!

– Dia de Nossa Senhora de Lourdes

Para os que veneram Maria sob o poderosíssimo título de Nossa Senhora de Lourdes, hoje é dia de festa: comemora-se o dia da sua memória.

Já pediu a Mãe de Deus por saúde, pela família e por paz, junto ao Cristo Jesus?

ORAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES

Nossa Senhora de Lourdes, quando aparecestes à menina Bernardette, disseste-lhe: “Eu sou a imaculada Conceição”. Fostes concebida no ventre de Vossa Mãe, a Senhora de Sant’Ana, isenta da mancha do pecado original.

Rogo-vos, pois, sede a minha advogada perante o Vosso Amado Filho. Protegei-me com o vosso manto puríssimo, mais alvo do que neve. Dá-nos que possamos viver em paz e que a concórdia reine entre todos os povos.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós. Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós nós que recorremos a Vós. Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a Vós.

– Deu Mário Gobbi, o Novo Presidente do Corinthians

Os Sábios sabem disso: em qualquer eleição, quem está no poder pode facilmente fazer seu sucessor. Só não consegue se fizer uma gestão muito ruim… E o motivo é claro: o uso da máquina administrativa!

Mário Gobbi não ganhou pelo seu carisma, virtudes ou esperanças demonstradas. Mas sim pelo apoio de Andrés Sanches e sua máquina. Não há dúvida.

O que será que aconteceria se Paulo Garcia vencesse? Hum… será que muitas coisas ruins apareceriam?

Sinceramente? Não sinto firmeza no delegado Mario Gobbi. Digo isso pela visão como administrador, pois, afinal, nem torço para time grande ou sou sócio do clube…

Que os eleitores se sintam felizes!

– Sudão do Sul vai ganhar… Escrita!

Coisas que parecem não existir no século XXI: no paupérrimo Sudão do Sul, país recém-criado, fala-se o dinka.

Você conhece alguém que fala dinka?

Pode até encontrar um falante de dinka, mas certamente não encontrará alguém que saiba escrever tal idioma, simplesmente porque ele não tem escrita!

Após muitos estudos, vão colocar o dinka no papel! Impressionante: um povo sofrido pela pobreza que nem língua para escrever possui!

Extraído de: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/01/registro-escrito-forca-a-identidade

REGISTRO ESCRITO, FORÇA À IDENTIDADE

Língua falada por 2 milhões de pessoas no novo Sudão do Sul, país que se separou do resto do Sudão em julho de 2011, vai ganhar escrita. Estudos brasileiros mostram que o ensino da língua materna tende a despertar o interesse pela própria cultura.

Por Margareth Marmori

Uma língua africana falada por mais de 2 milhões de pessoas no Sudão do Sul vai em breve ganhar registro escrito. Torben Andersen, doutor em línguas nilóticas ocidentais e professor da Universidade de Aalborg, na Dinamarca, está na fase final do trabalho de documentação do dialeto Agar, um dos quatro do idioma dinka que, ao final do projeto, vai ganhar alfabeto, gramática e dicionário próprios.

O dinka pertence à família das línguas nilóticas ocidentais, que é uma subdivisão do filo nilo-saariano, e é falada pelo povo homônimo, o maior grupo étnico do Sudão do Sul. Os outros dialetos da língua são o Padang, o Rek e o Bor.

Assim como o vietnamês, o dinka é uma língua monossilábica. No entanto, diferentemente do que ocorre com outras línguas desse tipo, o dinka tem uma morfologia complexa, na qual a flexão das palavras acontece por meio de variações no tom, timbre ou duração da pronúncia das vogais.

No dinka, as vogais têm dois timbres (também chamados qualidades vocálicas) e três tons (alto, baixo e decrescente), mas o que a faz peculiar é a existência de três durações vocálicas (curta, meio longa e longa). Segundo Andersen, entre os linguistas supõe-se que, de modo geral, as línguas têm, no máximo, duas durações vocálicas, como é o caso do dinamarquês.

A grande variação vocálica do dinka a torna uma língua difícil de aprender para os que não a têm como língua materna. “Tive inicialmente muita dificuldade para aprender o dinka porque não sabia a que nuances de som eu deveria prestar atenção ao ouvir a língua”, conta Andersen.

Em 20 anos de contato com a língua, o pesquisador reuniu 3.600 páginas de anotações escritas à mão e outras milhares de páginas de resumos, dados e análises que lhe dão agora a base para a documentação escrita da língua.

Banida pelo governo árabe sedia

do em Cartum durante a guerra civil no Sudão, o dinka escrito será usado na construção do sistema educacional do Sudão do Sul, país que se separou oficialmente do resto do Sudão em julho do ano passado. Andersen acredita que o ensino da língua escrita nas escolas contribuirá para fortalecer a identidade cultural sudanesa.

– Tipos de Ajuda Corporativa

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”. Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores. O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

– Dia do Enfermo!

Hoje é um dia de simbolismo forte: dia do enfermo, de se preocupar com os doentes, do corpo, da alma e da mente. Nele, somos convidados a refletir como amparamos os mais necessitados.

Se nós já temos alguma dificuldade em conseguir serviço médico de boa qualidade, mesmo pagando, devemos nos solidarizar com aqueles que não tem assistência médica nem recursos, os que vagam pelos leitos e sofrem com a falta de serviço médico público.

Visitar e auxiliar os doentes, não nos esqueçamos, é um ato de caridade!

– “Polão” é a Meca do Futebol?

Talvez seja porque o morador de Presidente Prudente seja o mais fanático torcedor de futebol do país. Ou porque o estádio Eduardo José Farah reúna as melhores condições de São Paulo. Ou ainda porque o retorno financeiro dos clubes compensem o desgaste técnico dos atletas.

Outra explicação no Paulistão não há: o recorde do número de jogos na aprazível Prudente surpreende! Tudo bem que a cidade é bela e rica, mas… Palmeiras X XV de Piracicaba se joga no Pacaembú, Corinthians X Linense idem. E quando o torcedor paulistano tem a oportunidade de assistir a um clássico… o clássico é remarcado para Presidente Prudente!

Ora, São Paulo não tem estádio? O Farahzão não recebeu tantos jogos importantes nem na época da gestão do próprio Farah. Mas agora…

Gozado – todos os clássicos, exceto quando o mandante é o São Paulo FC – vão para lá. Coincidência?

– O Sincero Romário

Espero que na minha próxima vinda a Brasília tenha alguma porra pra fazer

Romário, deputado federal, desabafando sobre seu trabalho no Congresso Nacional.

– Salário de PM X Salário de Deputado

Estamos vendo a triste realidade da PM na Bahia. Imaginaram um país com a Polícia em Greve?

Anarquia total

Muitas pessoas estão criticando o fato de policial entrar em greve. Mas, cá entre nós, reflita o seguinte cenário:

Um Policial Militar, que trabalha de sol a sol (às vezes, noite a noite), trocando tiros com bandidos, mal equipado, com receio de represálias à família, aguentando vagabundo e problemas diversos, ganha perto de R$ 2.000,00.

Já um Deputado Federal, que trabalha 3 dias da semana, goza de vários períodos de férias, aposentadoria especial e outras coisas, ganha:

·          Salário Mensal: R$ 16.512,09 (2010). {Para 2011, R$ 26.700,00}.

·          13º,+ 14º e 15º Salários;

·          Auxílio Moradia: R$ 3.000,00;

·          Cota Telefônica: R$ 4.000,00;

·          Passagens: R$ 9.000,00;

·          Assinaturas Mensais de Revistas: R$ 1.000,00;

·          Assistência Médica: R$ 8.000,00;

·          Verba Indenizatória: R$ 15.000,00;

·          Verba de Gabinete: R$ 60.000,00. 

Qual custo benefício vale mais ao nosso país?

São esses senhores engravatados que discutem e regulam aumentos (nas esferas estaduais ou federal) para aqueles que verdadeiramente trabalham?

Falamos sobre PMs. E se fosse para professor, médico público…

Está tudo errado. O político, que deveria ser servidor do povo, é quem desfalca o bolso do contribuinte. E o coitado do Policial, na situação que se encontra, ainda é alvo de críticas…

– Temporal de Verão: só nos preparamos quando o sentimos?

Muita chuva nessa tarde aqui em Jundiaí. No Bairro Medeiros, infindáveis trovões e raios assustavam os moradores.

Veja o carro na Avenida Francisco Nobre, no meio da chuva: onde ele está?

No final do dia, parte da Avenida Reynaldo Porcari ficou sem energia elétrica, e outra parte com energia piscando.

Sem dúvida, a força da natureza é incontrolável. Por mais que você se previna, problemas de diversas ordens acontecem.

– Unicamp e a Não-Inscrição de Quase Metade dos Aprovados!

Um número que impressiona: quase metade dos estudantes aprovados na Unicamp não se matricula!

Cerca de 45% das vagas ficaram abertas para a segunda chamada. Como explicar tal fato?

Alguns alegam que é pela concorrência de outras instituições; outros, pelo fato da Universidade de Campinas não ser a primeira opção em determinados cursos. Ainda, o fato de treineiros estarem inscritos.

Bobagem. Para quem conhece a Unicamp, sabe da sua excelência. Mas fica a dúvida: como interpretar tal número?

Extraído de: http://is.gd/UXfhUs

UNICAMP CONVOCA PARA QUASE METADE DAS VAGAS NA SEGUNDA CHAMADA

A segunda chamada do vestibular da Unicamp tem 1565 candidatos convocados, 45% das 3.444 vagas disponíveis para o primeiro semestre de 2012. A lista de estudantes que conquista a vaga porque os primeiros chamados não foram realizar matrícula está disponível no saguão do Ciclo Básico II da universidade e na página www.comvest.unicamp.br. Nesta quarta-feira, dia 8, também foram divulgadas as notas de todos os concorrentes.

– Minha despedida da Sant’Anna

Amigos, com a sensação do dever cumprido ao longo do período letivo, já saudoso do Campus Abadia e agora do Externato Sagrada Família, venho agradecer aos meus colegas professores que tanto me ajudaram, aos coordenadores aos quais mantive relacionamento (e em especial ao Prof Antonio Oirmes Ferrari), aos funcionários sempre simpáticos e prestativos, além dos queridos alunos que conheci ao longo dessa caminhada.

Por motivos particulares e decisão própria, já não estou mais no qualificado quadro da estimada Faculdade Sant’Anna.

Sentirei saudade do clima acadêmico, das nossas aulas e dos bate-papos. Mas é vida que segue! Nenhuma mágoa deixada, tampouco qualquer conflito.

Aos meus amigos professores, boa sorte!

Aos meus caros ex-alunos, sucesso!

Continuaremos conversando por aí, por aqui, por lá…

Obrigado a todos pela oportunidade de conviver com gente de bem, esperançosa, determinada, inteligente e de bom coração. É isso que vale em qualquer atividade profissional.

Att,

Professor Rafael Porcari

– Como o Árbitro de Futebol é Visto

– A Ilusão do Regulamento Paulista da Arbitragem de Futebol divulgado nesta semana!

A FPF divulgou nesta semana o Regulamento da Arbitragem 2012. E, novamente, desagrada.

Quando você quer complicar algo, você normatiza em excesso, engessa, burocratiza e cria inúmeros artigos e parágrafos cheios de detalhes e escapes. Claro, feitos para que qualquer tipo de ação seja justificada por algum ponto ali citado no emaranhado de detalhes. E esse novo regulamento (como gostam de alterar regulamentos!) justamente parece isso: um composto de pontos de discussão que não leva ao árbitro mais otimista a ter crédito no cumprimento dele.

Desde que surgiu o Ranking da Arbitragem, com categoria Ouro, Prata e Bronze, a descrença sobre o ideal funcionamento dele foi ano a ano aumentando, até se tornar motivo de chacota entre os próprios árbitros. Agora, surgem as novas subcategorias: Especial, 1,2,3,4 e 5. E todas com subjetividade: a Especial terá de “10 a 20 árbitros”. Ué, por quê não determinar a quantidade exata? Assim, virará coração de mãe: sempre vai dar para encaixar mais um na lista quando precisar…

A categoria 1 será a de árbitros da primeira divisão, mas que não apitará clássicos e jogos de maior apelo (estes, só para os Especiais). São os árbitros de times pequenos?

Como ex-árbitro e apreciador do assunto, não tenho dúvidas em emitir a minha opinião democrática e respeitosa: não gostei do novo regulamento, e entendo que mais uma vez toda a patavina dita pelos dirigentes dos árbitros é demagógica, pois, no fundo, nem os próprios árbitros acreditam na subjetividade travestida de objetividade do conjunto de normas. E, se tudo fosse claro, porquê não divulgar a pontuação semanal dos árbitros no ranking, já que esses pontos existem e nunca ninguém sabe e ninguém viu?

Se transparente fosse, teríamos as categorias e posicionamento do ranking divulgados antes do início do Paulistão. Ora, estamos em fevereiro, o regulamento foi divulgado dia 06 e POR MAIS INCRÍVEL QUE POSSA SER, não tem ranking 2012, apenas regulamento com validade retroativa!

Bagunça total…

Para o sorteio de logo mais a tarde, para o clássico entre São Paulo X Corinthians, escolha-se um dos 10 ou 20 árbitros especiais cujos nomes não foram divulgados (quer mais subjetivo que isso? Quantos árbitros estão habilitados, hoje, como especiais? Oficialmente, de 10 a 20, não revelados). O problema é que os árbitros categoria 1, da A1, não poderão ir para o sorteio. Então, como antes se dizia que “nem todo Ouro é Ouro”, nem todo “categoria 1 é categoria 1…”

Onde está Sindicato ou Cooperativa dos Árbitros para defendê-los? Só falta manifestarem-se a favor de tal regulamento!

– A Ilusão dos Donos de Carros a Álcool Brasileiros

Terra de Oportunidades? Cinturão da Economia Verde? Fonte Inesgotável de Bioenergia e de Combustíveis Alternativos?

Tudo isso é verdade quando referido ao nosso país em relação à produção de Combustíveis ecologicamente corretos, e, em especial, a do Álcool Etílico Hidratado (etanol). Mas uma outra verdade não dita: não conseguiremos atender nem o Consumo Interno de Etanol, nem as exportações do produto! Motivo? Produtividade!

Extraído de Época Negócios, fevereiro/2012, pg 30.

TEM, MAS ACABOU

Justo agora que os EUA finalmente se abriram ao Etanol Brasileiro, a produção não dá conta nem do mercado doméstico. Aguenta aí, tio Sam!

No fim de 2011, os Estados Unidos acabaram com o incentivo à produção de etanol. Por 30 anos, o subsídio e a sobretaxa impediram o acesso dos usineiros brasileiros ao mercado americano. Mas justamente quando o caminho ficou mais fácil, falta produto – até para o mercado interno. Pela primeira vez em uma década, a safra brasileira de cana-de-açúcar terá uma quebra de 10%, por causa dos escassos investimentos, da baixa produtividade dos canaviais e de problemas climáticos. Na colheita de 2011/12, a produção de etanol chegará a 21 bilhões de litros (o potencial de mercado é de 35 bilhões). As usinas vão deixar de faturar mais de R$ 15 bilhões.

Sem excedentes, o Brasil deve permanecer um exportador apenas pontual. Os próprios Estados Unidos exportam mais que nós, hoje (gráfico ao lado). “A demanda potencial no Brasil será, nos próximos três a cinco anos, maior que a oferta real”, diz José Carlos Grubisich, presidente da ETH Bioenergia, do grupo Odebrecht. Segundo um levantamento do setor, o Brasil precisará investir US$ 67 bilhões para construir 172 usinas que moam 516 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. É como dobrar a capacidade atual. Para complicar, um canavial leva cinco anos para estar no ponto de corte.

As empresas não estão paradas. O etanolduto, com investimentos de R$ 6,5 bilhões para reduzir os custos de transporte do combustível do Centro-Oeste para São Paulo, deve ficar pronto em 2015. Um terminal no porto de Itaqui (MA), da Raízen, deve ficar pronto em 2018, ao custo de R$ 600 milhões, diz Luiz Eduardo Osorio, vice-presidente da empresa. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), 114 usinas, de 40 grupos, estão certificadas pela agência ambiental dos Estados Unidos. “Mais que o subsídio, a boa notícia é que o etanol brasileiro foi considerado pelos americanos um combustível limpo”, diz Antonio de Pádua Rodrigues, diretor da Unica. “A questão ambiental ainda pesa.”

– O que os Estudantes preferem e quais seus Hábitos

Uma interessante matéria na Veja SP (citação abaixo), traz uma combinação de pesquisas realizadas pela Abril Mídia, IBGE e Ibope com estudantes entre 12 e 17 anos das redes público e privada de ensino, sobre comportamento dos estudantes. E nela, resultados interessantes: mais da metade dos alunos nunca seria professor; a minoria gosta de Química; quase 10% já usaram drogas ilícitas e 9% se apaixonaram por seus mestres.

Outros números sobre a realidade de ensino nessa faixa etária, abaixo:

Extraído de Revista Veja SP, Ed 0/02/2011, pg 31

AS PREFERÊNCIAS E HÁBITOS EM NÚMEROS

54% dos alunos não seriam professores;

23% experimentaram cigarro;

9% experimentaram drogas;

85% já colaram em provas;

18% consomem bebida alcoólica regularmente;

42% possuem smartphones;

9% se apaixonam pelos professores;

22% perderam a virgindade antes dos 15 anos;

55% praticam esportes;

29% foram vítimas de assalto;

40% sofreram com bullying;

21% causaram bullying;

9% preferem química, 12% português, 13% história; 16% idiomas, 17% matemática e 33% outras disciplinas;

38% seguirão carreira em Humanas, 18% exatas, 10% biológicas, 17% outras e 17% não sabem.

– A Ilusão dos Estaduais que nada valem como parâmetro aos grandes

O Vasco da Gama tem 100% de aproveitamento no Campeonato Carioca. Mas na primeira partida da Libertadores da América, perdeu em casa para o Nacional do Uruguai.

Os grandes paulistas São Paulo, Palmeiras e Corinthians se revezam na ponta do Estadual, definitiva ou provisoriamente. Doce ilusão?

Cada vez mais, vemos que os regionais não servem para parâmetro. A cada ano, o Brasileirão fica mais empolgante e os Campeonatos Estaduais servem apenas para os times pequenos. É inegável que a fórmula de disputa de 3 meses é ruim para clubes de grande torcida, que poderiam se dedicar a excursões ou campeonatos continentais, e péssima para os clubes menores, pois, para alguns, o ano só tem a disputa do Regional.

Profissionalismo?

A quem interessa realizar uma partida profissional as 17h em plena quinta-feira? Paulista X São Caetano jogarão hoje no Jayme Cintra nesse inusitado horário e dia, a R$ 30,00 o ingresso mais barato, num estádio de difícil acesso para quem conhece o trânsito da cidade de Jundiaí no horário de pico. Chegar ao Jardim Pacaembu nesse horário é uma aventura!

Por quê insistirmos em método deficitário de campeonato?

– Travestis cobrando Caloteiros do Fisco!

Sabemos que a sonegação fiscal é um problema mundial. Mas uma resolução inusitada veio do Paquistão. Lá, as autoridades resolveram provocar constrangimento aos devedores colocando travestis para cobrá-los!

Como se sabe, eles são islâmicos e o homossexualismo é algo que refutam muito. Veja o que aconteceu abaixo…

Extraído de: http://super.abril.com.br/cotidiano/travestis-combatem-sonegacao-impostos-598669.shtml

TRAVESTIS COMBATEM A SONEGAÇÃO DE IMPOSTOS

Paquistão pede ajuda de transexuais para elevar a arrecadação

por Juliana Cunha

Algumas usam jeans e camiseta, outras preferem vestido e lencinho na cabeça. Todas bem arrumadas, com maquiagem e cabelos impecáveis, elas saem prontas para arrasar… a evasão fiscal. O Paquistão, um dos países campeões mundiais em sonegação de impostos (apenas 2% da população declara imposto de renda), decidiu tomar uma medida inédita. A prefeitura de Karachi, maior cidade do país, recrutou grupos de travestis que saem às ruas para coletar impostos atrasados. Os transexuais vão até lojas e residências, de porta em porta, batendo palmas e gritando – a proposta é chamar bastante a atenção e, aproveitando o machismo do país, constranger os devedores a pagar suas dívidas.

A inspiração veio de uma iniciativa parecida: em 2006, a Índia empregou eunucos para cobrar impostos atrasados (que ficavam cantando na porta dos inadimplentes até que eles se convencessem a pagar). E não agrada a todos. “Os impostos são o calcanhar de aquiles da política paquistanesa”, diz o parlamentar Jahangir Tareen. “Enquanto o governo não tomar providências sérias para acabar com a sonegação, haverá esse tipo de medida desesperada e inócua.” Apesar das críticas, os defensores da ação alegam que ela também é uma forma de incluir os transe-xuais na sociedade. Para a maioria deles, o trabalho de arrecadar impostos é o primeiro emprego fixo e registrado. Os “travestis do governo”, como são chamados pela população, já estão trabalhando há 9 meses e arrecadaram US$ 100 mil em tributos atrasados. Mas a cidade de Karachi ainda tem cerca de US$ 5 milhões em impostos a receber. Ainda será preciso brilhar muito mais.

– Frete na China, Frete no Brasil

Ouvi depoimento de Sérgio Habib, o homem que um dia presidiu a Citroen no Brasil e hoje é o importador da JAC Motors. Foi na Rádio Bandeirantes e o tema era “Custo Brasil”.

Você sabia que:

O m2 de um galpão industrial no Brasil custa R$ 400,00. Na China, 120,00.

O frete de São Paulo a Salvador custa R$ 1.600,00. O equivalente na China, Pequim a Xangai, R$ 160,00.

É difícil ou não concorrer com eles? Deixe seu comentário:

– Por que o árbitro tem que ser Mudo?

Aqui em São Paulo, nos dois últimos jogos envolvendo o Corinthians, dois lances polêmicos, onde os árbitros foram espancados moralmente num primeiro momento à exaustão e tiveram que se calar por força das autoridades da arbitragem! Mas os árbitros estavam corretos, e ainda assim são impedidos de falar.

A CBF e as Federações Estaduais orientam por suas comissões que seus árbitros não falem sobre lances técnicos. Marcelo Rogério apitou Corinthians X Linense, anulando um gol do visitante em lance preciso e detalhado, quase invisível aos olhos da TV mas certeiro à vista do árbitro (em: http://is.gd/qP2lWd). Leonardo Ferreira Lima apitou Corinthians X Bragantino, com o assistente Fábio Luiz Freire, e confirmaram um gol da equipe visitante de dificílima mas correta interpretação de impedimento passivo (em: http://is.gd/pS8h7J ).

Ambos acertaram seus lances.

Ambos lances eram de difícil interpretação das regras pelo torcedor comum e por alguns jornalistas.

Ambos foram taxados de desonestos.

Ambos tiveram que se calar.

Não deveríamos ter a permissão para que o árbitro, CASO QUEIRA, vir a público explicar a sua marcação? O silêncio imposto aos árbitros leva ao mais desavisado a crer que o apitador seja arrogante e antipático. E nada disso é verdade! O coitado do árbitro, até quando está certo e prima pela virtude de cumprir a obrigação em lance difícil, ao invés do elogio, acaba sendo crucificado. Tudo por culpa do medo das Comissões de Árbitros de que os homens de preto falem coisas que elas não queiram.

está na hora de mudarmos esse conceito. De pensarmos numa mini-coletiva, ou pronunciamento para explicações técnicas pós-jogos, caso o árbitro tenha desejo de fazê-lo. Isso se chama Transparência e Direito de Resposta, valores imprescindíveis à democracia.

Pena que os dirigentes do apito não comunguem de tal idéia. Mas os árbitros estão se manifestando a favor dela?

Vale a reflexão!

– Greve da PM na Bahia retrata a triste realidade de um Povo Desonesto

Em alguns casos, tenho a impressão de que as pessoas de bem são minoria no mundo. Com a greve da Polícia Militar na Bahia, fico com mais certeza disso. Vejam só: com os policiais parados, a onda de saques, roubos, furtos e de toda espécie de crime aumentou absurdamente. Comerciantes fecham as portas, escolas não abrem… Tudo porque os bandidos estão aproveitando a ausência da PM nas ruas.

Quer dizer que se não há trabalho da Polícia, há a permissão para roubar?

Ser honesto é obrigação do cidadão. Se as pessoas tivessem boa índole, num utópico mundo não necessitaríamos de esquadrões policiais. Gente de mau caráter, que não costuma roubar, se aproveita do saqueamento e pratica crimes também! Tem cabimento? O que não é seu, não deve ser mexido. É educação, honestidade, valores morais, respeito.

Triste realidade…

E aqui acrescento: um policial ganhar R$ 2.000,00 para trocar tiros com bandidos também é covardia. O governador petista Jacques Wagner deveria tomar providências urgentes!

– Leilão dos Aeroportos foi Sucesso Total!

E o leilão dos aeroportos? Até 673% de ágio na oferta pública!

O de Brasília, arrematado por R$ 4,50 bi. O de Viracopos, R$ 3,821 bi. E o de Cumbica, R$ 16,2 bilhões!

Mas, para a Copa do Mundo e Olimpíadas, foi tarde demais. Há muita coisa pra fazer e o tempo é curto, deveriam ter feito antes.

Agora, ficou pensando… por 20 anos, tal alto valor ofertado, é sinônimo de que os lucros que virão deverão ser altamente compensadores. Ou alguém pensa que tal cifra será gasta para não ter uma compensação financeira significativa?

– Ótima Área para Condomínio

Que tal 20.000 m2 no bairro Medeiros (Jundiaí/SP), em frente ao Posto de Saúde, do lado da Igreja, com saída próxima à rodovia, perto de uma base da PM? Empreendedores que procuram loteamentos / área residencial de boa qualidade na região do Jardim Carolina, Sarapiranga ou Medeiros, não percam a oportunidade. Interessados: contato pelo email: rsporc@zaz.com.br com  Rafael.

 

– Recorde no Lucro do Itau Unibanco

Nos últimos 3 meses, o Itau Unibanco teve lucro líquido (lembre-se: lucro líquido é o lucro de verdade, limpinho, descontado tudo!) de… R$ 3,68 bilhões de reais!

Sabe qual foi o lucro líquido no último ano?

Quase R$ 15 bilhões! O maior lucro da história dos bancos no Brasil!

Seu principal concorrente, o Bradesco, lucrou R$ 11 bilhões.

Uma coisa é certa: parte desse lucro vem dos juros altíssimos de seus empréstimos realizados. Banco paga 0,65% de juros na poupança, e cobra quase 10% de cheque especial.

– Ser Gentil Vale a Pena!

Estudos mostram que gentileza traz felicidade a quem a pratica. Projetos se dedicam a multiplicar esta virtude

Custa muito ter boa educação? Realizar favores é bom para o coração e para a alma?

Olha que legal esse tema: a Gentileza ! (citação clicando no título):

POR QUE SER GENTIL VALE A PENA?

Quem tem tempo hoje em dia para segurar uma porta aberta para alguém, dar passagem a outros carros num trânsito cada vez mais maluco, ou cumprimentar as dezenas de pessoas que se chega a encontrar num dia? É difícil ser gentil, mas mais difícil ainda é conviver com a falta de gentileza dos outros. Principalmente ao dar com uma porta fechada na cara, ter a lataria do carro amassada por um apressadinho ou passar pela sensação de ser invisível. A ideia de que ser gentil vale a pena e traz benefícios tem sido comprovada por diversos estudos.

Além disso, vários projetos têm se dedicado a multiplicar essa virtude.

Esses pequenos atos fazem parte da rotina do empresário Ricardo Christe, 36 anos. Quando chega a um restaurante ou precisa ser atendido em um balcão, a primeira coisa que faz é procurar o nome do atendente num crachá, para cumprimentá-lo. “Eu acredito em melhorar como ser humano”, diz. “A forma mais difícil de se transformar é no cotidiano.” Para ele, que olha com desconfiança a sociedade cada vez mais ensimesmada, ouvir mais e se interessar por quem está ao seu redor é o componente básico da gentileza. “As pessoas estão tão ilhadas nos próprios problemas que não conseguem olhar em volta. Todo o resto fica irrelevante”, afirma Christe.

O professor de psicologia da Universidade do Estado da Califórnia Robert Levine fez uma experiência que comprovou que o cotidiano das grangrandes cidades não faz nada bem à cortesia. Levine observou a relação entre pressa e gentileza em 36 cidades americanas, avaliando a frequência de gestos como devolver uma caneta que caiu “acidentalmente”, ajudar uma pessoa cega a atravessar a rua ou colocar na caixa de correio uma carta “perdida”. Nova York, terceira cidade mais rápida no estudo, foi considerada a menos gentil. RoRochester, no mesmo Estado, com um ritmo de vida bem mais lento, foi a mais prestativa. A experiência está relatada no livro “A Geografia do Tempo”, de Levine.

Mas, afinal, vale a pena ser gentil? Para a ciência, a resposta é sim. Em um estudo da Universidade da Califórnia, a psicóloga Sonja Lyubomirsky pediu aos participantes que praticassem ações gentis durante dez semanas. Todos registraram aumento na felicidade durante o estudo. Os que praticaram ações variadas, como se oferecer para ajudar a lavar a louça, fazer elogios ou segurar a porta aberta para um estranho passar, registraram níveis mais altos e prolongados de felicidade, em comparação com quem repetiu sempre a mesma atitude com diferentes pessoas. “Gentileza e boa vontade estão relacionadas à felicidade e as pessoas que tentam ser mais gentis no dia a dia tendem a experimentar mais emoções positivas e se tornaram mais alegres”, afirma Sonja. O mecanismo que explica essa relação foi mais esclarecido por um estudo da Universidade Hebraica, em Israel, de 2005. A gentileza está ligada ao gene que libera a dopamina, neurotransmissor que proporciona bem-estar.

Para algumas pessoas, ser gentil não é uma escolha, mas um ofício. É o caso de Carlos de Sá Barbosa, 35 anos, funcionário da Pel Consultoria, responsável pela segurança do Hospital Copa d’Or, no Rio de Janeiro. “Trabalhamos com um público estressado. Ninguém vai a um hospital a passeio”, diz. Na rotina do supervisor de segurança, sorrisos e ouvidos dispostos a escutar são fundamentais. “Você está aqui para resolver o conflito, e não aumentá-lo”, diz. Existem técnicas para não estressar mais a pessoa, como nunca abordar um cliente nervoso pedindo calma, sempre olhar nos olhos do interlocutor e dar uma atenção especial a quem está mais exaltado. “Eu trabalho na área da supervisão – lido com 55 funcionários sob minha responsabilidade, além do público externo. Se não gostar de pessoas, não dá certo”, afirma Barbosa. Marcos Simões, da RH Fácil, empresa que treinou a equipe do Copa d’Or, dá esse tipo de treinamento há 20 anos. “As técnicas existem, mas é importante ter um interesse real no cliente e saber ouvir com atenção”, afirma. A gentileza profissional pode ter um roteiro, mas sem envolvimento sincero não convence.

O professor de filosofia da Universidade Presbiteriana Mackenzie Jorge Luiz Rodriguez Gutierrez prefere pensar na gentileza não como um comportamento, mas como uma virtude. “Não só a gentileza parece menos cultivada, mas em geral hoje não se fala muito das virtudes. Parecem esquecidas”, diz Gutierrez. Ele ressalta que ela só tem valor positivo quando associada a conceitos como generosidade ou misericórdia. “Em filmes, geralmente os nazistas que dirigem campos de concentração são gentis. Por si só, a gentileza é neutra”, diz.

Para que essa virtude faça diferença, na escola Projeto Vida, em São Paulo, ela é ensinada junto com valores éticos e faz parte das atividades do dia a dia.

Cecília Fonseca, 5 anos, está aprendendo a compartilhar e a ser gentil.

“Quero que a Cecília saiba ouvir, que possa falar, que saiba respeitar e conviver com os amigos”, diz Edilene Fonseca, 41 anos, mãe da menina. Todo dia, os pequenos podem levar frutas de casa para oferecer aos colegas, em uma bandeja comunitária.

“As crianças pequenas são muito egocentradas, é uma característica da faixa etária. O grande desafio é fazê-las enxergar o outro”, explica Mônica Padroni, coordenadora da escola. “Damos um sentido maior à gentileza. A polidez é ligada à convenção social, não ao respeito, à generosidade e à justiça, virtudes que valorizamos.”

Pesquisas sobre o valor da gentileza, das boas maneiras e da educação na sociedade contemporânea e a promoção desses valores é o principal objetivo da Iniciativa pela Gentileza, da Universidade Johns Hopkins. “Podemos escolher a gentileza porque temos livre-arbítrio. O problema é que você pode ter sido educado em condições que não conduzem a isso”, diz Pier Massimo Forni, coordenador do projeto. “Por isso, a orientação e o exemplo dos pais são tão importantes.” O segundo livro do autor sobre o assunto, “The Civility Solution: What to Do When People Are Rude” (A solução da gentileza: o que fazer quando as pessoas são rudes, em tradução livre), está em processo de tradução para o português. Para Forni, a gentileza é lançar um olhar benevolente aos outros.

Nos anos 80, José Datrino, de túnica branca e longa barba e conhecido como Profeta Gentileza, espalhava pelo Rio de Janeiro inscrições como “Não usem problemas, não usem pobreza. Usem amorrr e gentileza” (sic).

O pesquisador em filosofia e arte Leonardo Guelman é autor de “Univvverrsso Gentileza”, no qual analisa as inscrições e conta a história de Gentileza. “Ele foi alguém que apontou uma crise atual nas relações humanas, e propôs como alternativa a gentileza”, afirma Guelman. A mensagem está virando um projeto voltado para jovens, em escolas públicas. “Criamos um material pedagógico para ser trabalhado nos colégios, para gerar uma cultura da gentileza, sobre a obra dele. A cidade tem que se humanizar”, afirma Guelman. Como dizia o Profeta, em sua frase mais famosa, “gentileza gera gentileza”.

– A Reforma da Mesquita de Jamkaram: Fanatismo ou Demagogia?

O presidente iraniano Ahmadinejad é corajoso, não há dúvida. Dizem que a coragem dele é movida à loucura, e isso justificaria a briga contra os EUA no campo diplomático, o desejo manifesto de extermínio ao estado de Israel e o frenético desejo de construir bombas atômicas.

Uma de suas novas ações é a reforma de uma importante mesquita do Irã, o templo de Jamkaram, na cidade de Qom. Ele diz que tem o poder de conversar com o sumido 12º Imã (imã é uma entidade religiosa; o 12º desapareceu no século 9, mas Ahmadinejad diz que dialoga sempre com ele…). O presidente dá crédito à uma vertente xiita, braço muçulmano que crê na volta desse imã, acompanhado de Jesus Cristo por ordem de Maomé, em desejo de Alá!

Para tanto, a reforma se deu para a ampliação do espaço, a fim da volta de Cristo mais o imã, governando com conforto dentro da Mesquita. Tudo isso após uma guerra mundial e caos cósmico.

Estaria ensaiando uma desculpa para provocar uma guerra?

E você, o que pensa sobre esse fanatismo? ou demagogia para justificar algo? Deixe seu comentário:

Importante: a comunidade árabe jundiaiense, tenho certeza, desaprova esse espírtio de guerrilha desencadeado por Ahmadinejad. Felizmente vivemos numa cidade onde as crenças se respeitam e convivem ecumênica e harmoniosamente.

– Entendendo o Polêmico Impedimento Passivo de Corinthians X Bragantino

Leonardo Ferreira Lima teve trabalho no jogo do Pacaembú nesta tarde. Difícil arbitragem com excepcional participação do assistente Fábio Luís Freire no gol do Bragantino.

Um lance típico de Escola de Arbitragem: Romarinho cobra falta para o Massa Bruta, André Astorga tenta interceptá-la e não consegue; tenta utilizar a mão e não tem sucesso; e ainda por cima está em posição de impedimento! Na sequência, o goleiro do Timão faz a defesa e no rebote o Bragantino faz o seu gol.

A equipe de arbitragem errou ou acertou?

Entendam como funciona a avaliação de tal lance:

A mais difícil das Regras do Jogo para o torcedor é a Regra 11- o Impedimento. Muitos a conhecem superficialmente, mas poucos conhecem os detalhes (e muitas vezes, o próprio árbitro se inclui aqui). Ela se resume em:

“O jogador estará impedido se estiver mais próximo da linha da meta adversária exceto se tiver 2 ou mais atletas entre eles ou em mesma linha- não valendo impedimento para lances de escanteio, arremesso lateral, tiro de meta ou quando o jogador é lançado de seu próprio campo.”

Ele estará em impedimento ativo quando:

1-    Interferir ativamente no lance (tocando na bola);

2-    Interferir contra um adversário (obstruindo um goleiro ou um zagueiro);

3-    Interferir por tirar proveito da sua posição (aproveitando um rebote, por exemplo).”

Em qualquer outra situação, ele estará em posição de impedimento passivo, ou seja, quando não interfere no jogo ativo, e a partida não deve ser paralisada.

Neste domingo, André Astorga estava em impedimento passivo, pois não toca a bola (situação 1), mesmo correndo em direção a ela; não interfere contra ninguém (situação 2), pois não atrapalha nem zagueiro, nem goleiro do Corinthians; além de não tirar proveito da sua posição (situação 3), já que seu posicionamento é irrelevante na conclusão do gol. Acertou a arbitragem.

Importante- Sobre os dois pênaltis reclamados pelo Corinthians:

No primeiro tempo, Castán invade a área, a bola é dividida e por força da jogada há contato físico, desequilibrando. Em seguida, há o toque, e nesse momento o atleta reclama pênalti. Não foi, acertou o árbitro, pois ele já estava em queda, apesar de ser calçado.

No segundo tempo, Paulinho faz bela jogada e ao bater para o gol, o atleta do Bragantino Guilherme leva a mão à bola. Jogada rápida, mão deliberada e pênalti. Errou o árbitro.

Nota:

Parabéns aos jogadores do Vasco da Gama, líder do Campeonato Carioca mesmo com os salários atrasados.

Parabéns à diretoria, comissão técnica e jogadores do Paulista de Jundiaí, líder do Campeonato Paulista mesmo com recursos minguados e de disparates valores se comparados com os grandes clubes da capital, os quais teoricamente tem mais recursos técnicos e financeiros.

– Entendendo o Polêmico Impedimento Passivo de Corinthians X Bragantino

Leonardo Ferreira Lima teve trabalho no jogo do Pacaembú nesta tarde. Difícil arbitragem com excepcional participação do assistente Fábio Luís Freire no gol do Bragantino.

 

Um lance típico de Escola de Arbitragem: Romarinho cobra falta para o Massa Bruta, André Astorga tenta interceptá-la e não consegue; tenta utilizar a mão e não tem sucesso; e ainda por cima está em posição de impedimento! Na sequência, o goleiro do Timão faz a defesa e no rebote o Bragantino faz o seu gol.

 

A equipe de arbitragem errou ou acertou?

 

Entendam como funciona a avaliação de tal lance:

 

A mais difícil das Regras do Jogo para o torcedor é a Regra 11- o Impedimento. Muitos a conhecem superficialmente, mas poucos conhecem os detalhes (e muitas vezes, o próprio árbitro se inclui aqui). Ela se resume em:

 

“O jogador estará impedido se estiver mais próximo da linha da meta adversária exceto se tiver 2 ou mais atletas entre eles ou em mesma linha- não valendo impedimento para lances de escanteio, arremesso lateral, tiro de meta ou quando o jogador é lançado de seu próprio campo.”

Ele estará em impedimento ativo quando:

1-    Interferir ativamente no lance (tocando na bola);

2-    Interferir contra um adversário (obstruindo um goleiro ou um zagueiro);

3-    Interferir por tirar proveito da sua posição (aproveitando um rebote, por exemplo).”

Em qualquer outra situação, ele estará em posição de impedimento passivo, ou seja, quando não interfere no jogo ativo, e a partida não deve ser paralisada.

 

Neste domingo, André Astorga estava em impedimento passivo, pois não toca a bola (situação 1), mesmo correndo em direção a ela; não interfere contra ninguém (situação 2), pois não atrapalha nem zagueiro, nem goleiro do Corinthians; além de não tirar proveito da sua posição (situação 3), já que seu posicionamento é irrelevante na conclusão do gol. Acertou a arbitragem.

 

Importante- Sobre os dois pênaltis reclamados pelo Corinthians:

No primeiro tempo, Castán invade a área, a bola é dividida e por força da jogada há contato físico, desequilibrando. Em seguida, há o toque, e nesse momento o atleta reclama pênalti. Não foi, acertou o árbitro, pois ele já estava em queda, apesar de ser calçado.

No segundo tempo, Paulinho faz bela jogada e ao bater para o gol, o atleta do Bragantino Guilherme leva a mão à bola. Jogada rápida, mão deliberada e pênalti. Errou o árbitro.

 

Nota:

Parabéns aos jogadores do Vasco da Gama, líder do Campeonato Carioca mesmo com os salários atrasados.

Parabéns à diretoria, comissão técnica e jogadores do Paulista de Jundiaí, líder do Campeonato Paulista mesmo com recursos minguados e de disparates valores se comparados com os grandes clubes da capital, os quais teoricamente tem mais recursos técnicos e financeiros.

– Quanto você dá de Lucro ao Facebook: 88,75 dólares

As Revistas Veja e Época trazem o mesmo assunto, a mesma capa, a mesma foto e as mesmas cores: Mark Zuckerberg, o dono do Facebook, sobre a abertura de capital da empresa.

O Facebook deve fazer uma oferta de IPO (oferta pública de ações). Ou seja, estará na Bolsa de Valores e estima-se que captará 5 bilhões de dólares no seu lançamento. É nesse momento que se calcula o valor da empresa, que deverá valer entre 75 a 100 bilhões de dólares!

Sendo assim, com 845 milhões de usuários, estima-se que cada um de nós vale, para Zuckerberg, US$ 88.75.

Estamos dando um lucro gigantesco para o Facebook, não? E sem gastar nada, a não ser o tempo de conexão com a Internet (além, claro, do tempo de trabalho, da família, das horas de sono…)

– Indústria que Vende Direto ao Consumidor…

… por força do costume local, é um problema sério para o revendedor!

Leio na revista América Economia, edição de janeiro / 2011, pg 16 (Matéria: ‘Além das Fronteiras’, por Daniel Cardoso) uma interessante reportagem sobre as empresas brasileiras que crescem nos países vizinhos e sofrem com a adaptação.

Gostaria de destacar a Tigre (tubos e conexões). Na Bolívia, ela só começou a ter sucesso depois que começou a vender direto aos consumidores. E o lógico problema, claro, é o comerciante que fica emburrado com tal situação.

Aqui nós temos o fenômeno dos Outlets, lojas ‘direto das fábricas’ que costumam vender produtos com pequenas avarias ou fora de linha. Lá na Bolívia não! É o produto final em boas condições.

Se já não bastasse o Evo Morales para os comerciantes de lá… Santa Cruz de la Sierra que o diga!

– O Triste Jó que não Desiste!

Para quem foi à Missa hoje, um sábio lembrete na Primeira Leitura que retrata com perfeição uma situação cotidiana da nossa sociedade: Jó, triste, desanimado, deprimido e se sentindo abandonado, resiste às tentações que o levaria a fazer bobagens. E, na dor, ainda assim louva ao Pai!

Quantas vezes estamos cabisbaixos, pra baixo… e acabamos fazendo coisas que não devemos justificando o momento de má sorte!

Nessas horas, se faz necessário respirar fundo e pedir forças ao Céu!

– Senador quer Exclusividade em Termos Referenciais à Seleção Brasileira

O senador Valdir Raupp (PMDB) deve achar que não temos problemas no país. Ele quer propor uma lei de exclusividade para a CBF no uso dos termos “Seleção Canarinho”, “Seleção”, entre outras!

Assim, só a CBF de Ricardo Teixeira poderia usá-los sem custo. Até nisso querem ganhar dinheiro… Vergonhoso. Em Brasília, não há o que fazer?

A quem interessa tal Lei?

– Os Clubes de Carnaval em Jundiaí com a Lei Seca

A maioria dos clubes sociais de Jundiaí estão tendo que tomar medidas radicais em decorrência da Lei Seca e do Carnaval.

Boa parte vai proibir a entrada de menores de 18 anos. Aí fico pensando: nas noites, qual o percentual de jovens entre 16 e 18 anos num baile de Carnaval? É significativo.

Outros clubes colocarão em vigor a Lei Seca: nada de bebida alcoólica.

De fato, é difícil encontrar um mecanismo que controle adequadamente a venda de bebida aos jovens. Mas fico pensando: pra mim, esse controle deveria ser feito para os pais. O cara que tem 16 anos pode votar para presidente, mas não pode beber?

Difícil. A opção de cerveja sem álcool praticamente é descartada por todos.

– Sacolinhas da Discórdia. Mas e onde a lei era mais antiga?

Os supermercadistas terão que fornecer sacolinhas tradicionais (como era antes) por mais 60 dias. E, em geral, terão que fornecer embalagens alternativas gratuitas (caixas de papelão, etc).

E aí fico pensando: e aqui em Jundiaí, com a lei há mais de 1 ano vigorando? Teremos 2 meses com sacolinhas das antigas?

Uma coisa é boa: a obrigatoriedade dos mercados daqui também em fornecer embalagens. Nos supermercados tradicionais da cidade, sempre há caixas (Russi, Boa e Coopercica). Mas minha experiência pessoal em fazer comprar mostra que nunca consegui caixas a contento no Carrefour! Lá, sempre tive que pagar as sacolinhas compostáveis de R$ 0,19.