– Dinheiro Barato a Juros Baixo: também quero!

Rafael Correa, Presidente do Equador, há 3 anos ameaçou dar calote na construtora brasileira Odebrecht e no próprio BNDES brasileiro, financiador de obras naquele país.

Agora, o BNDES voltará a emprestar dinheiro ao vizinho equatoriano, a juros baixíssimos!

Ué, a entidade não é um Banco voltado ao Desenvolvimento Nacional?

Aqui, os microempresários imploram por recursos. Mas para muitos, as verbas sobram!

– Google “parasita” no Safari?

Olha só que situação absurda, mas entendível nos dias atuais (se referindo a ações ousadas e discutíveis comercialmente): o Google é acusado de ter rastreado os sites e comportamentos dos usuários do navegador Safari, instalado nos iPhones e iMacs da Apple.

A ideia é: conhecendo as preferências dos usuários, oferecer produtos e serviços dos quais existam afinidade.

Cá entre nós: alguma novidade? Os sites de venda já fazem isso há um bom tempo…

– Se Renê é Bom, por que outros em mesma condição não podem ser?

Há certas ilusões no mundo profissional. Mitos e conceitos a serem rediscutidos.

Vanderley Luxemburgo como atleta foi um simples jogador. Como treinador, no auge, um dos melhores que vi.

Pelé, o maior atleta de todos os tempos, nunca se arriscou a ser treinador de fato. Diego Maradona, o segundo maior, o fez e foi criticado.

Quem disse que no futebol para ser bom em uma atividade, necessariamente deve-se ser vitorioso em outra?

Renê Simões é professor literalmente. Boa pessoa, didático, ótimo papo. Nunca ganhou títulos de relevância, mas tem experiência profissional ímpar (ou vamos nos esquecer da Jamaica ou do Feminino Nacional?). Um estudioso do futebol. Será coordenador das categorias de base do São Paulo Futebol Clube.

Vai dar certo. O futebol precisa disso: pessoas estudiosas, abertas à inovação e ao aprendizado.

Tomara que mais um mito do futebol caia: o de que pessoas inteligentes e que dominam a teoria não tem competência para certas atividades, seja de campo ou de análise.

– Carnaval Enfadonho!

Assisti a um pedaço do desfile das Escolas de Samba de SP durante a madrugada, quando já estava em plena atividade. Cara, que negócio cansativo!

Tudo bem, não sou carnavalesco. E respeito todos os que curtem a festa! Mas não tenho paciência de ver escola de samba cantando quase uma hora a mesma canção… Os jornalistas se viram para não ficar sem assunto!

Fico imaginando um caipira como eu na arquibancada do Sambódromo…

E a livre expressão poética da Hungria + Roberto Justus e o Menino Rei? Com todo respeito, mas a Escola de Samba (nem sei o nome da agremiação por ser ignorante no assunto) homenageou gratuitamente uma personalidade? E virou o “samba do crioulo doido!”

Na época de mercantilização da sociedade, se a homenagem fosse encomendada, não duvidaria…

Boa sorte e boas festas pra quem gosta!

– Dois Conceitos sobre o Barcelona

A Revista ESPN (ed Jan/2012, pg 14 e 15), traz uma interessante matéria sobre o Barcelona, e duas opiniões bem distintas de treinadores da antiga e da atualidade.

Pela visão do conservador Antonio Lopes, o “delegado”, jogar como o Barça é simples:

Pega o Bonsucesso e põe 10 jogadores que não erram passes. Vai fazer a mesma coisa que o Barcelona”.

Mas o inovador e observador Guardiola, atual técnico dos catalães, diz que:

Tentamos tocar a bola o mais rápido possível. É o que o Brasil sempre fez, segundo me contavam meus pais e avós”.

Duas simples definições sobre o Barcelona… escolha a sua! A do Lopes ou a do Guardiola?

– E Ninguém se preocupa com o dinheiro do Contribuinte…

Quinta-feira-16/02 a tarde em Brasília: dos quase 600 congressistas, encontram-se trabalhando apenas… 5!

Ah bom… estavam nas suas bases em atividade. Ok. Nada de descanso antecipado ou de matar o dia por culpa do Carnaval, né?

– Sorteios e Mais Sorteios: a Corrupção era o alvo, mas…

Cada vez mais começo a repensar sobre a importância do sorteio de árbitros.

Quando a imposição começou, perdi 13 rodadas seguidas, e depois venci 6. Poderia reclamar da sorte, da oportunidade, disso, daquilo…

Mas, quando criado, a ideia do legislador é de que o sorteio evitasse esquemas de corrupção, pois, escalado pela sorte, não existiria possibilidade de que o árbitro fosse previamente “vendido”.

Crendo-se que 100% dos árbitros de futebol sejam honestos, tal sorteio é uma rotulação desnecessária de preocupação com corrupção. E, enfim, o sorteio limitaria a capacidade de desenvolvimento das carreiras de jovens árbitros.

Duas observações:

1) De nada impedirá um dirigente corrupto em escalar árbitros passíveis de pressão. Ou as formas e modalidades de sorteio espalhadas pelo Brasil afora não permitem isso? A criatividade para elaborar o sorteio é assustadora!

2) Dirigente ADORA SORTEIO! É uma forma de justificar a má escala. Se o árbitro vai mal: “Pois é, é culpa do sorteio” Já viu treinador de futebol dizer: “Perdemos por minha culpa porque montei errado o time?” Não, é claro. Tampouco cartola do apito dizer: “Escalei mal ou elaborei mal o sorteio da rodada”.

A não-normatização padrão de sorteios permite tudo isso. Se a CBF, a FPF, a FERJ e outras tantas são entidades de direito privado, não deveriam dar satisfação de como escolhem seus árbitros. Mas ao mesmo tempo em que elas recebem tantos benefícios governamentais, geram tantos recursos financeiros e estão envolvidas até em Loterias, deixam de ter tanta liberdade.

A frouxidão do sistema permite que o árbitro seja passivo e aceite tudo isso. Ele não é empregado das Federações, é um prestador autônomo de serviço. Quanto mais escala, melhor para ele!

Um amigo (que não importa o nome) comentou sabiamente sobre os escândalos de arbitragem mundo afora, onde propinas milionárias são gastas (mais ou menos com essas palavras):

Aqui, a gente não vê isso; quem sabe no Brasil a corrupção é mais barata, pois ao invés de dinheiro se contentem com mais jogos nas escalas”.

Não acredito em corrupção (até, claro, se prove o contrário). Mas acontece que também não acredito em categoria 100% idônea. Certa vez, ouvi do excepcional Cláudio Carsughi:

Se Deus não poupou nem a própria Igreja, por que houvera de poupar justamente a categoria dos árbitros de futebol [e seus dirigentes]”.

Enfim: com ou sem sorteio, se o dirigente quiser, pelas inúmeras metodologias, escala quem quer e dentro da lei! O problema é: se tivéssemos bem definidos e gabaritados igualmente árbitros de 1ª, 2ª, 3as divisões, e por aí em diante, nada disso aconteceria.

Qual o problema em se sortear, se teoricamente Ouro é Ouro, 1 é 1, A é A?

Ou não é bem assim?

Se não existe árbitro de nível suficiente para atender as divisões de elite, aí é outro problema… ou isso também não é problema?

É muito cômodo atacar sorteio do que defender a meritocracia em rankings que, ao invés de serem objetivos, são subjetivos e com fórmulas confusas.

Na Administração de Empresas, utilizamos o termo “Destruição Criativa” para repensarmos novos métodos. Entretanto, de nada adianta novas práticas gerenciais se os que atuam não abandonam costumes/hábitos anteriores.

Aliás… tal assunto é tão cansativo que se torna repetitivo, não? O futebol, infelizmente, está tão mal dirigido; os clubes em nível técnico tão baixo; a alegria das arquibancadas tão ameaçada pela violência e intolerância, que, falar de futebol, cansa. E de dirigente, mais ainda!

– É dessa (e pra essa) pureza que vale viver!

Carnaval com inocência é das criancinhas. Isso sim vale a pena!

Como é bom curtir tais sorrisos…

– Mais um Árbitro Banido por Corrupção

Há pouco tempo, o árbitro equatoriano Byron Moreno foi preso por porte de drogas nos EUA. Ele houvera sido banido do quadro da FIFA e da Federação Equatoriana por corrupção. Moreno se notabilizou por “desastrosas” arbitragens na Copa de 2002.

Agora, Lu Jun, maior nome da arbitragem chinesa e que também apitou em 2002 (eleito 2 vezes “o Melhor da Ásia”), foi preso por “fabricar resultados”.

Curiosidade: ele alega que o Shanghai Shenhua (time que contratou recentemente Anelka e que supostamente fez proposta por Kaká) já gastou quase 1 milhão de dólares com subornos no futebol chinês.

Na Grécia e na Turquia, também se questiona sobre esquemas de manipulação de resultados. Mas… será que só nesses lugares há problemas?

Extraído de: “O GLOBO” (http://oglobo.globo.com/blogs/planetaquerola/posts/2012/02/16/juiz-que-apitou-na-copa-de-2002-condenado-432032.asp)

JUIZ QUE APITOU A COPA DE 2002 É PRESO

Por Marcelo Alves

Primeiro chinês a apitar um jogo de Copa do Mundo, o árbitro Lu Jun foi condenado a cinco anos e meio de prisão por aceitar suborno e manipulação de jogos. O juiz é uma das nove pessoas acusadas de corrupção no futebol do país.

Apelidado de apito de ouro, Lu Jun apitou na Copa de 2002 e foi duas vezes eleito o árbitro do ano da Confederação Asiática de Futebol. Ele foi preso acusado de ter aceitado US$ 128 mil (cerca de R$ 220 mil) para manipular sete partidas da liga em 2003.

Entre os clubes beneficiados está o Shanghai Shenhua. Em depoimento no tribunal de Dandong, no nordeste chinês, Lu Jun disse que o clube de Xangai gastou quase US$ 1 milhão subornando dirigentes e juízes.

Outros três árbitros e cinco dirigentes da Associação de Futebol do país receberam multas e sentenças de até sete anos de prisão.

– Carnaval é Feriado?

Quem decretou feriado no Carnaval?

Carnaval, por incrível que possa parecer, é dia útil de trabalho. Conceder folga ou não depende do patrão.

E aí? Vai peitar os foliões?

Não dá… é Custo-Brasil!

– O Erro do Árbitro em Táchira X Corinthians

Ontem, um gol anulado na partida do Corinthians na Libertadores da América contra o Táchira levou a discussão: acertou ou errou o árbitro ao anular o gol venezuelano aos 19 minutos?

A resposta é: Errou.

 

No momento em que a bola é lançada à direita, há um jogador em posição de impedimento (que naquele momento NÃO TOCA NA BOLA, NÃO INTERFERE NA JOGADA e nem GANHA VANTAGEM DA SUA POSIÇÃO – portanto, está em impedimento passivo). A bola vai ao seu companheiro, em posição legal, junto a linha lateral. Ambos correm, e o atleta que domina a bola cruza para o atleta que anteriormente estava em posição de impedimento, mas que agora se encontra em mesma linha. Na sequência, sai o gol que é anulado.

 

No primeiro lance, o atleta está em posição de impedimento (lembre-se: POSIÇÃO DE IMPEDIMENTO NÃO É INFRAÇÃO). No segundo lance, de acordo com essa câmera (vide: http://www.youtube.com/watch?v=C39RN9aKnrM ) , o atleta está em mesma linha.

 

Portanto, o gol não poderia ser anulado pelo segundo lance, pois mesma linha não é impedimento. Tampouco pelo primeiro lance, pois, segundo a Regra do Jogo, deve-se avaliar se o atleta em posição de impedimento está:

 

 

1- Interferindo no jogo (tocar a bola de fato),

2- Interferindo num adversário (atrapalhar ou obstruir),

3- Ganhando vantagem por estar naquela posição, que significa “jogar a bola que rebate em um poste, no travessão ou em um adversário, depois de haver estado em uma posição de impedimento”.

 

Portanto, no primeiro lance, em impedimento passivo, ele não realiza nenhuma das ações acima.

 

Uma corrente defende que ele ganhou vantagem da posição. GANHAR VANTAGEM DA POSIÇÃO é sempre em referência a lances imediatos. Sempre que houver um segundo lance, uma segunda jogada e o atleta sair da posição de impedimento, deixa de existir esse conceito.

 

Veja o gráfico da situação 13 do Livro de Regras da própria FIFA: um atleta outrora em posição de impedimento, mas que na sequência da jogada sai dessa condição, deve ser considerado LEGAL NO JOGO.

 

 

Portanto, o árbitro errou ao anular o gol. Mas, ali, o lance é difícil para o árbitro, pois nitidamente o responsável é o bandeira.

 

Veja no link oficial das Reghras do Jogo 2011/2012, pg 79-81, as situações referentes a “Ganhar Vantagem da Posição”, nas ilustrações 10,11,12 e 13.

 

Em: http://www.cbf.com.br/media/58890/regras%20de%20futebol%202012-internet-ok.pdf

– O que é Ganhar Vantagem quando em Posição de Impedimento?

Ontem, um gol anulado na partida do Corinthians na Libertadores da América contra o Táchira levou a discussão: acertou ou errou o árbitro ao anular o gol venezuelano aos 19 minutos?

A resposta é: Errou.

No momento em que a bola é lançada à direita, há um jogador em posição de impedimento (que naquele momento NÃO TOCA NA BOLA, NÃO INTERFERE NA JOGADA e nem GANHA VANTAGEM DA SUA POSIÇÃO – portanto, está em impedimento passivo). A bola vai ao seu companheiro, em posição legal, junto a linha lateral. Ambos correm, e o atleta que domina a bola cruza para o atleta que anteriormente estava em posição de impedimento, mas que agora se encontra em mesma linha. Na sequência, sai o gol que é anulado.

No primeiro lance, o atleta está em posição de impedimento (lembre-se: POSIÇÃO DE IMPEDIMENTO NÃO É INFRAÇÃO). No segundo lance, de acordo com essa câmera (vide: http://www.youtube.com/watch?v=C39RN9aKnrM ) , o atleta está em mesma linha.

Portanto, o gol não poderia ser anulado pelo segundo lance, pois mesma linha não é impedimento. Tampouco pelo primeiro lance, pois, segundo a Regra do Jogo, deve-se avaliar se o atleta em posição de impedimento está:

1- Interferindo no jogo (tocar a bola de fato),

2- Interferindo num adversário (atrapalhar ou obstruir),

3- Ganhando vantagem por estar naquela posição, que significa “jogar a bola que rebate em um poste, no travessão ou em um adversário, depois de haver estado em uma posição de impedimento”.

Portanto, no primeiro lance, em impedimento passivo, ele não realiza nenhuma das ações acima.

Uma corrente defende que ele ganhou vantagem da posição. GANHAR VANTAGEM DA POSIÇÃO é sempre em referência a lances imediatos. Sempre que houver um segundo lance, uma segunda jogada e o atleta sair da posição de impedimento, deixa de existir esse conceito.

Veja o gráfico da situação 13 do Livro de Regras da própria FIFA: um atleta outrora em posição de impedimento, mas que na sequência da jogada sai dessa condição, deve ser considerado LEGAL NO JOGO.

Portanto, o árbitro errou ao anular o gol. Mas, ali, o lance é difícil para o árbitro, pois nitidamente o responsável é o bandeira.

Veja no link oficial das Reghras do Jogo 2011/2012, pg 79-81, as situações referentes a “Ganhar Vantagem da Posição”, nas ilustrações 10,11,12 e 13.

Em: http://www.cbf.com.br/media/58890/regras%20de%20futebol%202012-internet-ok.pdf

– Para não esquecer a frase de Ricardo Teixeira

Dizem que Ricardo Teixeira cairá. Será?

Temos, como cidadãos, que lembrar constantemente o que Ricardo Teixeira, presidente da CBF, disse à Revista Piauí de Julho/2011:

Em 2014, posso fazer a maldade que for. A maldade mais elástica, mais impensável, mais maquiavélica. Não dar credencial, proibir acesso, mudar horário de jogo. E sabe o que vai acontecer? Nada. Porque eu saio da presidência da CBF em 2015. E aí, acabou.

Por que um cara desses permanece no poder e ninguém toma providências? É o mesmo que disse, em relação as denúncias de corrupção:

Estou cagando de medo”.

 Triste, não? O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Chove Chuva…

Cada vez que chove aqui perto do meu Comércio, é um pandemônio!

Minha região cai muitos raios, e nem adianta pararraios, pois a quantidade é absurda e os equipamentos de um posto de combustível são delicados. Se não desligar tudo (parar de trabalhar mesmo!), queima boa parte. E, ontem, tivemos baixa de computador, roteador, modem…

Fevereiro já tem menos dias; e com esses prejuízos…

Choveu? Desligue tudo. Melhor coisa a fazer. Perca algumas vendas mas não perca todos os equipamentos…

– Libertadores com Transmissão Limitada

Hoje temos a estréia do Santos (atual campeão da competição) e do Corinthians (atual campeão brasileiro) na Libertadores da América. Ótimo. Mas para assistir os dois, só com Fox Sports.

E quem tem Sky como eu… fica a ver navios!

Ô briga boba entre as operadoras. Com a Sportv, conseguia-se encaixar todas as partidas, até as “inassistíveis”, no Sportv 1 e 2. Agora, vários jogos já deixaram de ser transmitidos por falta de canal!

Não poderiam repartir jogos no FX ou no Speed, ambos canais da Fox na Sky e na Net?

– Afagos de Kassab em momento inoportuno

E o prefeito de SP, Gilberto Kassab?

Ele, que visando acordos para colocar um candidato a vice de seu partido na chapa petista de Fernando Haddad, resolveu doar dois terrenos públicos para a construção do “Instituto Lula”.

Nada contra. Mas neste momento?

Suspeitíssimo.

– Quase ¼ é de fora!

Vejam só: dos produtos industrializados consumidos no Brasil, cerca de 23% são importados. Motivos: valor do real frente ao dólar, competitividade estrangeira, acomodação de alguns setores da indústria nacional…

Mas um detalhe: destes, mais da metade é Made in China.

Vou ser sincero: produto chinês… hum… faço vista grossa mesmo.

– Frente de Defesa da Área de Proteção Ambiental promove abaixo assinado em defesa da Serra do Japi

Por Reinaldo Oliveira

A Frente de Defesa da Área de Proteção Ambiental, movimento da sociedade civil que tem a participação de voluntários de ONGs e organizações de defesa e preservação do meio ambiente em Jundiaí, inicia nesta sexta-feira, dia 17, a coleta de assinaturas em um abaixo assinado em defesa da Serra do Japi. Criada em setembro de 2011 e realizando reuniões semanais, os voluntários da Frente têm acompanhado e participado de todas as reuniões e Audiências Públicas para a revisão da Lei 417/04, que regulamenta o território da Serra do Japi. A Frente acredita que é possível mudar positivamente o cenário de Jundiaí preservando o meio ambiente da região. Ela defende a proposta de aumentar o índice de preservação de 50% para 80% e proibir a instalação de condomínios na Zona de Conservação. Para maior visibilidade e conhecimento da população de Jundiaí e Região, no dia 29 de janeiro, na página 3 do Jornal de Jundiaí, foi veiculada a matéria “Lei atual permite hotel e condomínios na Serra”, onde voluntários da Frente externam sua preocupação com relação a ocupação em terras da Serra do Japi. Ainda neste sentido e com maior abrangência, no dia 5 de fevereiro, o jornal O Estado de São Paulo, no caderno Cidades – página C4 veiculou a matéria “Jundiaí estuda liberar hotéis na Serra do Japi” e na página C5, outra matéria: “Avanço de condomínios afeta animais”, onde descreve a situação atual das terras da Serra do Japi, e a preocupação da Frente com a sua preservação. A partir destes acontecimentos a prefeitura de Jundiaí veio a público e através do PLC 936/2012, já enviado à Câmara Municipal de Jundiaí, congela por cinco anos, qualquer empreendimento a ser realizado na Serra do Japi. Porém, a Frente entende que o assunto deve ser mais debatido e ter a participação da sociedade. A coleta de assinaturas será feita a partir da 10h até às 15h, no calçadão da Rua Barão de Jundiaí e, de acordo com informações dos voluntários da Frente, nos próximos  fins de semana, eles estarão em outros locais da cidade coletando as assinaturas. Também será distribuído ao público um folder com informações sobre estas atividades. Colabore, participe, mobilize! Todos em defesa da Serra do Japi.

– Futebol de Primeiro Mundo onde 1/3 dos árbitros já foram agredidos!

O que dizer sobre tal número: 35% dos árbitros da Federação Paulista já foram agredidos, sendo que neste universo, 1% de premiados árbitros já passou essa experiência por mais de 10 vezes!

É o que a Folha de São Paulo traz na matéria de Lucas Reis (aliás, como assinante da Folha, parabenizo pelas oportunas matérias em seu caderno de esportes que recentemente tem sido publicadas, fugindo da discussão comum dos jogos).

Na matéria, apenas uma curiosidade: clubes e dirigentes estariam sendo responsáveis pela diminuição da violência, bem como as punições mais severas. Ok. Mas e o trabalho concreto dos sindicatos e das cooperativas de árbitros nesta história, onde é que fica?

Não vale dizer que encaminha a queixa ao Tribunal, pois isso é obrigação…

Extraído de: Folha de São Paulo, 14/02/2012, pg E5-6.

AGRESSÕES ATINGEM 1/3 DOS JUÍZES

Pesquisa de psicólogo da federação diz que 35% dos árbitros do Estado foram vítimas de violência

Pedro Santilli, técnico do Comercial em 2009, via seu time ser rebaixado à terceira divisão do Paulista, deu um encontrão em um jogador do Catanduvense e foi expulso. Entrou no gramado e deu um soco no queixo do árbitro Flávio Rodrigues de Souza.

Nenhuma ocupação no futebol parece ser tão insalubre quanto a de juiz: 35% dos árbitros e assistentes de todas as divisões do Campeonato Paulista já foram agredidos.

É o que revela pesquisa com mais de 500 profissionais feita em 2010 pelo psicólogo Gustavo Korte, que trabalha para a FPF (Federação Paulista de Futebol).

O total representa quase 180 juízes e/ou bandeirinhas que sofreram algum tipo de agressão em estádios ou suas imediações. Segundo a pesquisa, 2,5% já foram agredidos de três a cinco vezes, e 0,98%, acima de dez vezes.

“Deixei ele chegar muito perto de mim, e aconteceu. Foi a única vez na minha carreira. Agora, com mais experiência, não deixo ninguém chegar tão próximo”, contou Flávio Rodrigues, o árbitro agredido em Ribeirão Preto. O técnico Santilli acabou suspenso por seis meses.

Agressões e ameaças são mais comuns em campeonatos de divisões inferiores, afirmam árbitros e ex-árbitros ouvidos pela Folha.

De acordo com o sindicato paulista, punições mais rigorosas e o reforço da segurança diminuíram as queixas.

“As condições nos estádios estão melhores. Também houve uma evolução dos clubes e dos dirigentes. Até bem pouco tempo [atrás], era difícil até para entrar no estádio”, disse Arthur Alves Júnior, presidente do sindicato. “É aquela antiga máxima: se você nunca saiu de camburão do estádio, não é árbitro.”

Segundo a Anaf (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol), casos de agressão ainda são comuns pelo país. As ausências de televisionamento e imprensa aumentam a violência, disse o sindicato.

“Isso infelizmente ainda existe, principalmente em jogos de clubes menores e que não têm mídia, campeonatos de categorias de base, amadores”, disse José Pessi, vice-presidente da associação.

Na última quarta-feira, um árbitro foi agredido em Manaus, em partida pelo Estadual do Amazonas.

Jogadores do Fast Club se irritaram com Djalma Silva de Souza reclamando de pênalti não marcado em jogo contra o Nacional. O goleiro Naílson o empurrou, Djalma foi ao chão e acabou cercado pelos jogadores, que tiveram de ser contidos por policiais.

Não são apenas agressões que ameaçam os árbitros. A maioria deles, 84,2%, declarou que já teve ao menos uma lesão considerava grave em toda a sua carreira, segundo a pesquisa feita com os árbitros de São Paulo.

Korte levantou esses dados para utilizá-los na preparação dos árbitros do Estado.

“O trabalho envolve controle emocional, concentração, controle de distrações e melhoria na comunicação verbal. São várias as habilidades psicológicas”, disse.

– Preconceito Social sobre Obesos?

Organizações podem colocar cláusulas contra algumas situações em defesa da própria causa?

Funcionários da GM poderiam ser obrigados a não compraram veículos de outra marca? Promotores da Ambev estariam proibidos de tomar Coca-cola?

Pois bem: a ONG “Vigilantes do Peso”, que cuida do problema da obesidade, demitiu uma funcionária por ter engordado 20 kg. Em seu contrato de trabalho, ela tinha uma cláusula que proibia o aumento de peso.

A empresa tem direito de demitir por justa causa ou tal detalhe é preconceituoso?

Extraído de: http://www.agora.uol.com.br/trabalho/ult10106u1048355.shtml

DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA DE GORDINHA VAI PARAR NA JUSTIÇA

Por Thâmara Kaoru, Maria Aparecida Silva e Cristiane Gercina

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) deverá julgar, nesta semana, se a demissão por justa causa de uma mulher que engordou 20 kg é válida.

A trabalhadora Lourabil Cepera Groke foi funcionária do Vigilantes do Peso entre os anos de 1992 e 2006, período em que seu peso subiu de 74 kg para 93,8 kg.

O caso começou a ser julgado na semana passada.

O relator do processo, ministro Guilherme Caputo Bastos, foi favorável à empresa.

Segundo ele, a mulher descumpriu as cláusulas contratuais.

Já o ministro José Roberto Freire Pimenta foi a favor da ex-funcionária, dizendo que a cláusula é abusiva, pois fere os direitos da pessoa.

– Fluminense X Arbitragem: todos estão corretos!

E o mundo do futebol pega fogo no Rio de Janeiro! De um lado, Peter Siemsen presidente do Fluminense. Do outro, Jorge Rabello, pela Comissão de Árbitros.

O pivô de tudo isso foi a péssima atuação do árbitro Antônio Schneider na partida Fluminense 1 X 2 Vasco da Gama. Nela, a equipe tricolor carioca reclama de 2 pênaltis não marcados (um claríssimo, outro duvidoso).

Em qualquer clássico, qualquer erro de arbitragem tem proporções maiores. E se eles forem claros, mais ainda. Se numerosos, será o assunto da semana! O Fluminense reclamou da arbitragem veementemente, e, o presidente da Comissão de Árbitros Jorge Rabello respondeu as críticas dizendo:

Eles reclamam de arbitragem porque é melhor falar sobre isso. Por que não explicam que o Fluminense não vem jogando nada? Por que com uma folha salarial de R$ 7 milhões empata com o Duque de Caxias, que tem uma folha de R$ 100 mil? Por que o Fluminense é sempre dominado no segundo tempo? Foi assim contra Duque de Caxias, Boavista, Vasco. Por que o centroavante (Fred) cai mais do que chuta? Mas isso não vale a pena eles questionarem. Como o time não vem jogando nada desde o começo do campeonato, rezam para ter erro de arbitragem e terem o que falar

Imediatamente, a fala de Rabello apareceu em todos os sites. Pelo comportamento ousado na resposta (cá entre nós, não é costume ouvirmos dirigentes da arbitragem retrucando com tal ímpeto), o Fluminense divulgou uma carta pedindo exoneração imediata de Jorge Rabello, ameaçando ir à Justiça Desportiva, e caso necessário, à Justiça Comum.

Uma reflexão: claro que as palavras de Rabello foram impróprias, pois o erro da arbitragem foi nítido e grave. Poderia defender seu subordinado de maneira mais polida, sem comprar briga com um clube, afinal, a cada próxima escala de arbitragem nos jogos do Fluminense, o árbitro estará extremamente pressionado: se errar contra, dirão que foi perseguição; se errar a favor, o adversário alegará que a pressão do tricolor surtiu efeito.

Mas, no fundo, lá no fundo…

Jorge Rabello não tem razão?

Claro que o dirigente dos árbitros não poderia dizer isso, mas o torcedor comum, certamente, comunga dessa opinião: é cômodo desviar a péssima produtividade de um time milionário a erros de arbitragem.

A conta é simples: a equipe de arbitragem recebe, ao todo, por volta de R$ 8.000,00 e não marca um pênalti que poderia ou não se converter em gol. Mas Thiago Neves, Fred ou Deco, que recebem mais de R$ 700.000,00 podem perder um gol na cara do gol, que poderia ou não decidir a mesma partida.

E aí, o que acha dessa questão: o erro é da equipe que muito investiu e pouco produziu, ou ela é vítima exclusiva das más atuações da arbitragem? Deixe seu comentário:

– São Valentim: Dia dos Namorados no Mundo; Dia do Amor no Brasil

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Entretanto, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DO AMOR.

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia)

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

– Nozes contra o Câncer de Mama

Olha que boa notícia: a vitamina E com ômega 3, encontradas nas nozes, podem reduzir a chance de desenvolver câncer de mama!

Viva a natureza por tanta generosidade:

Extraído de: http://saude.abril.com.br/edicoes/0345/nutricao/nozes-cancer-mama-655385.shtml

NOZES CONTRA O CÂNCER DE MAMA

Pesquisa revela que elas são capazes de prevenir e combater tumores, até mesmo em estágio mais avançado

por Caroline Randmer

Comum em receitas natalinas, esse fruto oleaginoso tem potencial para marcar presença o ano inteiro nas mesas brasileiras. Seus nutrientes — gorduras boas, caso do ômega- 3, aminoácidos e algumas vitaminas, como a E — são responsáveis por benefícios como o controle da pressão arterial, a redução da taxa do colesterol ruim, o LDL, e até a cicatrização. Agora, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Marshall, nos Estados Unidos, comprovaram que uma nova benesse deve ser acrescentada a essa lista: a prevenção do câncer de mama, tipo mais frequente entre as mulheres.
O trabalho foi realizado com dois grupos de roedores. Um deles recebeu o que, para nós, equivaleria a 56 gramas — inclusive durante a gestação, através da alimentação da mãe — e o outro nem uma lasca sequer de nozes. Para os que tiveram os pratos salpicados com o alimento, o risco de desenvolver a doença caiu pela metade. E mais: os especialistas verificaram que, entre os que apresentaram esse câncer, o número e o tamanho dos tumores eram menores. Até mesmo a inclusão da oleaginosa na dieta após o diagnóstico da doença se mostrou uma estratégia bem-sucedida: as nozes brecaram a velocidade do crescimento do aglomerado de células malignas.

É possível que a vitamina E atue junto com o ômega-3 de sua composição, dificultando o desenvolvimento do problema”, sugere Elaine Hardman, a bioquímica que assina a pesquisa. “Já a suplementação do ácido graxo, sozinho, não proporcionou o mesmo efeito”, ela vai logo esclarecendo. Isso talvez porque só quando combinadas essas substâncias auxiliem pra valer a manter as células saudáveis.
Mas há um porém. A quantidade sugerida no estudo — 14 unidades diárias — está acima da que geralmente é recomendada pelos nutricionistas — de seis a dez nozes apenas por dia. Ora, a noz pesa na balança no quesito calorias e, em excesso, suas gorduras poli-insaturadas podem chegar até a diminuir as taxas do colesterol bom, o HDL. Apesar disso, a autora afirma que estudos realizados com a mesma quantidade não adicionaram quilos a mais à silhueta ou outras complicações. Será?

Para driblar essa questão de peso, existe uma tática: “As porções de nozes devem ser bem distribuídas ao longo do dia”, aconselha Gilberto Simeone Henriques, coordenador do curso de nutrição da Universidade Federal de Minas Gerais. Simeone, aliás, acredita que outras oleaginosas, como amêndoas ou avelãs, possam se comportar de maneira semelhante à das nozes na prevenção de tumores de mama. Ele, no entanto, aconselha evitar qualquer uma delas à noite: “As gorduras, por exigirem mais trabalho para serem absorvidas, deixam o sistema digestivo muito lento”. Daí, para quem logo se deita, uma indigestão pode dar as caras. Portanto, mulheres, caprichem nas nozes antes do anoitecer e protejam suas mamas. 

– Personalidade acima da Competência no Mercado de Trabalho

Amigos, cada vez mais o mercado de trabalho cobra exigências pertinentes aos profissionais. E numa pesquisa global, resultados curiosos: o Brasil é o país que mais exige “flexibilidade”, não se importando tanto com o “entusiasmo”. O trabalho mostrou também que cada vez mais se exige bom senso dos jovens.

Abaixo, outros resultados da pesquisa que coloca a PERSONALIDADE como atributo à frente da COMPETÊNCIA.

Extraído de: Revista Época, Ed 17/01/2011, Seção Negócios & Carreira, pg 56, por Marcos Coronato

TEM DE TER ATITUDE

Competência e conhecimento são bons. Mas o que as empresas querem mesmo dos recém-formados é “personalidade”, diz uma pesquisa global

Quem começou a trabalhar no século passado ouviu falar muito da necessidade de dominar um terceiro idioma, fazer pós-graduação ou comprovar experiência. Quem chega ao mercado de trabalho agora depara com exigências adicionais bem mais abstratas. Os jovens precisam ter a “atitude correta”, seja lá o que signifique isso. Para complicar, enfrentam uma impressão difundida pelo mercado de trabalho, justa ou injustamente, de que têm ambição demais e paciência de menos. Uma pesquisa feita pela consultoria alemã Trendence em 20 países (publicada com exclusividade por ÉPOCA) oferece um panorama mais detalhado do que as companhias querem do jovem.

Na maioria dos países, o fator “personalidade” é considerado mais importante que “competências” (saber prático) e “conhecimento” (teórico). O Brasil é o terceiro da lista que mais valoriza a personalidade. Três economias gigantes e dinâmicas, Estados Unidos, China e Índia, destoam das demais. Dão prioridade mesmo é para a boa e velha competência.

As grandes empresas brasileiras, de acordo com o estudo, buscam jovens flexíveis (para assumir diferentes papéis numa organização, não necessariamente ao mesmo tempo), capazes de liderar e decidir (dentro de seu raio de atuação), com facilidade para atuar em equipe, hábeis em análise (para entender cenários amplos), empreendedores (para criar e abraçar projetos) e com “integridade pessoal e ética forte”. Essas foram as mais mencionadas entre 19 características que poderiam contribuir para o sucesso de um recém-formado numa companhia.

O clamor por ética se destacou também entre companhias da África do Sul, do México e da Turquia, mas ela foi quase ignorada em nações com maior tradição de respeito à lei como Alemanha, Bélgica e Holanda. “Em alguns países, a ética é assumida como padrão, nem se precisa falar a respeito. Em outros, como o Brasil, existe o medo da malandragem”, diz o consultor Carlos Eduardo Dias, diretor da Asap, especializada em organização de processos de estágio. Os recrutadores brasileiros consideraram menos relevantes entusiasmo, pensamento positivo, independência, bom-senso e atenção aos detalhes.

É fácil entender a busca das companhias por profissionais flexíveis. Elas enfrentam em sequência desafios pouco compreendidos, como vender para o consumidor recém-elevado à classe C, construir uma imagem de respeitadora do meio ambiente ou negociar com fornecedores chineses. “Nenhuma companhia, hoje, tem gente sobrando, esperando trabalho. Precisamos atender rapidamente às mudanças”, afirma Maurício Rossi, diretor de recursos humanos da Roche Diagnósticos. Mostrar versatilidade foi fundamental para que Silvia Hioka, estudante de engenharia na FEI, fosse contratada pela empresa. “Mostrei conhecimento de equipamentos, operações, tecnologia e também que gosto da área financeira”, diz.

Parece muita coisa para uma jovem de 24 anos, mas Silvia provavelmente não teria sido selecionada se mostrasse só qualificação técnica. A pesquisa confirmou a preocupação das empresas de encontrar a tal “atitude correta”, que envolveria uma combinação rara, principalmente entre jovens, de ambição e garra, mas também disposição para aprender e esperar. Entre 20 características que eles precisariam melhorar, destacou-se “habilidade social”. “Os graduandos têm habilidades sociais. A questão é se eles têm as habilidades sociais certas. Muitos recrutadores acham que não”, diz Caroline Dépierre, diretora de pesquisa da Trendence.

Para quadro clique em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI202466-15259,00.html

– FIFA e Brasil, por Frei Betto

Por Frei Betto

A COPA DO MUNDO NÃO SERÁ NOSSA!

Para bem funcionar, um país precisa de regras. Se carece de leis e de quem zele por elas, vale a anarquia. O Brasil possui mais leis que população. Em princípio, nenhuma delas pode contrariar a lei maior – a Constituição. Só em princípio. Na prática, e na Copa, a teoria é outra.

Diante do megaevento da bola, tudo se enrola. A legislação corre o risco de ser escanteada e, se acontecer, empresas associadas à Fifa ficarão isentas de pagar impostos.

A lei da responsabilidade fiscal, que limita o endividamento, será flexibilizada para facilitar as obras destinadas à Copa e às Olimpíadas. Como enfatiza o professor Carlos Vainer, especialista em planejamento urbano, um município poderá se endividar para construir um estádio. Não para efetuar obras de saneamento…

A Fifa é um cassino. Num cassino, muitos jogam, poucos ganham. Quem jamais perde é o dono do cassino. Assim funciona a Fifa, que se interessa mais por lucro que por esporte. Por isso desembarcou no Brasil com a sua tropa de choque para obrigar o governo a esquecer leis e costumes.

A Fifa quer proibir, durante a Copa, a comercialização de qualquer produto num raio de 2 km em torno dos estádios. Excetos mercadorias vendidas pelas empresas associadas a ela. Fica entendido: comércio local, portas fechadas. Camelôs e ambulantes, polícia neles!

Abram alas á Fifa! Cerca de 170 mil pessoas serão removidas de suas moradias para que se construam os estádios. E quem garante que serão devidamente indenizadas?

A Fifa quer o povão longe da Copa. Ele que se contente em acompanhá-la pela TV. Entrar nos estádios será privilégio da elite, dos estrangeiros e dos que tiverem cacife para comprar ingressos em mãos de cambistas. Aliás, boa parte dos ingressos será vendida antecipadamente na Europa.

A Fifa quer impedir o direito à meia-entrada. Estudantes e idosos, fora! E nada de entrar nos estádios com as empadas da vovó ou a merenda dietética recomendada por seu médico. Até água será proibido.

Todos serão revistados na entrada. Só uma empresa de fast food poderá vender seus produtos nos estádios. E a proibição de bebidas alcoólicas nos estádios, que vigora hoje no Brasil, será quebrada em prol da marca de uma cerveja made in usa.

Comenta o prestigioso jornal Le Monde Diplomatique: “A recepção de um megaevento esportivo como esse autoriza também megaviolação de direitos, megaendividamento público e megairregularidades.”

A Fifa quer, simplesmente, suspender, durante a Copa, a vigência do Estatuto do Torcedor, do Estatuto do Idoso e do Código de Defesa do Consumidor. Todas essas propostas ilegais estão contidas no Projeto de lei 2.330/2011, que se encontra no Congresso. Caso não seja aprovado, o Planalto poderá efetivá-las via medidas provisórias. 

Se você fizer uma camiseta com os dizeres “Copa 2014”, cuidado. A Fifa já solicitou ao Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) o registro de mais de mil itens, entre os quais o numeral “2014”.

(Não) durmam com um barulho deste: a Fifa quer instituir tribunais de exceção durante a Copa. Sanções relacionadas à venda de produtos, uso de ingressos e publicidade. No projeto de lei acima citado, o artigo 37 permite criar juizados especiais, varas, turmas e câmaras especializadas para causas vinculadas aos eventos. Uma Justiça paralela!

Na África do Sul, foram criados 56 Tribunais Especiais da Copa. O furto de uma máquina fotográfica mereceu 15 anos de prisão! E mais: se houver danos ou prejuízo à Fifa, a culpa e o ônus são da União. Ou seja, o Estado brasileiro passa a ser o fiador da FIFA em seus negócios particulares.

É hora de as torcidas organizadas e os movimentos sociais porem a bola no chão e chutar em gol. Pressionar o Congresso e impedir a aprovação da lei que deixa a legislação brasileira no banco de reservas. Caso contrário, o torcedor brasileiro vai ter que se resignar a torcer pela TV.

(Frei Betto é escritor, autor de “A arte de semear estrelas”. Visite a http://www.freibetto.org/>)

– O Auto Ajuda às Avessas do Empreendedorismo

Veja que interessante: um livro que mostra grandes fracassos empresariais, mostrando que o insucesso na Administração das Organizações se dá não pela questão de competência, mas por erros pessoais.

Nele, uma frase de efeito:

empreender pressupõe um desequilíbrio total entre a vida pessoal e a profissional.”

E aí, um empreendedor tem que abrir mão da qualidade de vida para o trabalho? Concorda ou discorda? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2088/artigo156192-1.htm

O LIVRO NEGRO DO EMPREENDEDOR

Quem frequenta livrarias certamente já passou perto de algum título sobre empreendedorismo. Não por acaso, eles estão entre os mais vendidos no Brasil. Mas, de modo geral, batem na mesma tecla: mostram o que um vencedor fez para chegar lá e incentivam a abertura de novas empresas. O consultor espanhol Fernando Trías de Bes acaba de lançar uma obra que vai na contramão: em “O Livro Negro do Empreendedor” (BestSeller), diz que todos esses manuais são uma enrolação, porque não mostram os fracassos – e que se aprende mesmo é com a derrota alheia. “Estamos diante de uma analogia imperfeita: sabendo por que outros tiveram êxito você evitará seu fracasso. Mentira.

Para evitar que um empreendedor fracasse, é necessário saber por que aqueles que fracassaram se deram mal”, escreve o professor associado do Departamento de Marketing da ESADE Business School, em Barcelona, e fundador da Salvetti & Llombart, uma das maiores consultorias de marketing da Espanha. “Um negócio de sucesso é uma oportunidade já aproveitada por outra pessoa.

Meu livro é como uma máquina da verdade para falsos empreendedores”, disse à ISTOÉ, por e-mail. Segundo o autor, boa parte dos novos empreendimentos não consegue ultrapassar os dois primeiros anos de vida e 90% dos empreendedores fracassam antes de completar os quatro iniciais. No Brasil, pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 78% passam dos dois anos, mas só 64% chegam aos quatro.

Por que não dão certo? Por motivos banais, que normalmente passam despercebidos nos manuais e biografias de empresários bemsucedidos. “Os negócios não costumam fracassar por falta de competência técnica de quem os empreende”, frisa Trías de Bes. Normalmente, definham por questões pessoais – brigas entre familiares ou sócios, por exemplo – ou falta de aptidão.

As picuinhas entre os sócios são um dos “fatores-chave de fracasso” (FCF), como diz o autor. Ao todo, são 14, de um perfil não empreendedor à falta de apoio familiar. Quando a empresa está para ser aberta os sócios costumam estar unidos e otimistas. Se o negócio vai bem, um deles pode começar a achar que trabalha mais – e merece mais. Se vai mal, todos se culpam mutuamente. Por isso, o estudioso espanhol aconselha: só se associe em último caso.

Tampouco espere ter uma vida mais equilibrada: “empreender pressupõe um desequilíbrio total entre a vida pessoal e a profissional.” De fato, a vontade de se tornar o próprio chefe (e poder controlar o próprio horário e se dar folgas) é o principal motivo pelo qual os brasileiros abrem uma empresa, segundo o levantamento do Sebrae. Mas, como o negócio é próprio, as preocupações não terminam no fim da jornada diária e nem nos fins de semana.

Como é o próprio dinheiro que está em jogo, a pessoa vai querer é trabalhar mais para que as coisas prosperem. “Incentivar pessoas que não estão preparadas para empreender não é fomentar o espírito empreendedor – é um exercício de irresponsabilidade”, argumenta o autor. Seu livro é um manual ao contrário com uma moral da história simples: veja o que deu errado para que o seu negócio dê certo.

– Paulistão de Competentes Pontuais ou de Excessivos Incompetentes?

O time do Red Bull, na A2, tem 100% de aproveitamento até agora: 6 jogos e 18 pontos.

Na A3, o Capivariano também faz bonito: 5 jogos e 15 pontos.

Na A1, o Corinthians invicto dá-se o luxo de vencer clássicos com Alex, Emerson Sheik e Liedson sem jogar, com folga programada.

Esses times estão acima da média, não há dúvida. Mas por exclusiva competência ou devido a incompetência dos adversários?

Talvez as duas coisas. Mas o que não gera dúvidas é o público do campeonato: um fiasco total! Ingresso caro, burocracia na entrada, jogos não-atrativos. Uma pena.

– Tom Jobim recebe Grammy. Mas há repercussão?

Leio que a cantora Adele ganhou a maior parte dos prêmios do Grammy, o “Oscar da Música”. Vejo também que inúmeras homenagens a Whitney Houston ocorreram. Mas pouco (ou quase nada) se falou sobre o vencedor do prêmio “conjunto da obra”: o brasileiro Tom Jobim!

Ao menos notinhas ufanistas da critica especializada, poxa…

Outro momento bacana: depois de décadas, os Beach Boys se reuniram e cantaram “Good Vibrations”. Taí música de boa qualidade!

– Uma árvore que cai faz mais barulho que uma floresta que cresce!

Compartilho um belíssimo texto do amigo e jornalista Reinaldo Oliveira, enviado há algum tempo, que vale como reflexão. Para quem gosta de boa leitura, aqui vale a pena:

UMA ÁRVORE QUE CAI FAZ MAIS BARULHO QUE UMA FLORESTA QUE CRESCE

Segue carta do padre salesiano uruguaio Martín Lasarte, que trabalha em Angola, de 06 de abril e endereçada ao jornal norte-americano The New York Times. Nela expressa seus sentimentos diante da onda midiática despertada pelos abusos sexuais de alguns sacerdotes enquanto surpreende o desinteresse que o trabalho de milhares religiosos suscita nos meios de comunicação.

Eis a carta:

Querido irmão e irmã jornalista: sou um simples sacerdote católico. Sinto-me orgulhoso e feliz com a minha vocação. Há vinte anos vivo em Angola como missionário. Sinto grande dor pelo profundo mal que pessoas, que deveriam ser sinais do amor de Deus, sejam um punhal na vida de inocentes. Não há palavras que justifiquem estes atos. Não há dúvida de que a Igreja só pode estar do lado dos mais frágeis, dos mais indefesos. Portanto, todas as medidas que sejam tomadas para a proteção e prevenção da dignidade das crianças será sempre uma prioridade absoluta. Vejo em muitos meios de informação, sobretudo em vosso jornal, a ampliação do tema de forma excitante, investigando detalhadamente a vida de algum sacerdote pedófilo. Assim aparece um de uma cidade dos Estados Unidos, da década de 70, outro na Austrália dos anos 80 e assim por diante, outros casos mais recentes… Certamente, tudo condenável! Algumas matérias jornalísticas são ponderadas e equilibradas, outras exageradas, cheias de preconceitos e até ódio. É curiosa a pouca notícia e desinteresse por milhares de sacerdotes que consomem a sua vida no serviço de milhões de crianças, de adolescentes e dos mais desfavorecidos pelos quatro cantos do mundo! Penso que ao vosso meio de informação não interessa que eu precisei transportar, por caminhos minados, em 2002, muitas crianças desnutridas de Cangumbe a Lwena (Angola), pois nem o governo se dispunha a isso e as ONGs não estavam autorizadas; que tive que enterrar dezenas de pequenos mortos entre os deslocados de guerra e os que retornaram; que tenhamos salvo a vida de milhares de pessoas no Moxico com apenas um único posto médico em 90.000 km2, assim como com a distribuição de alimentos e sementes; que tenhamos dado a oportunidade de educação nestes 10 anos e escolas para mais de 110.000 crianças… Não é do interesse que, com outros sacerdotes, tivemos que socorrer a crise humanitária de cerca de 15.000 pessoas nos aquartelamentos da guerrilha, depois de sua rendição, porque os alimentos do Governo e da ONU não estavam chegando ao seu destino. Não é notícia que um sacerdote de 75 anos, o padre Roberto, percorra, à noite, a cidade de Luanda curando os meninos de rua, levando-os a uma casa de acolhida, para que se desintoxiquem da gasolina, que alfabetize centenas de presos; que outros sacerdotes, como o padre Stefano, tenham casas de passagem para os menores que sofrem maus tratos e até violências e que procuram um refúgio. Tampouco que Frei Maiato com seus 80 anos, passe casa por casa confortando os doentes e desesperados. Não é notícia que mais de 60.000 dos 400.000 sacerdotes e religiosos tenham deixado sua terra natal e sua família para servir os seus irmãos em um leprosário, em hospitais, campos de refugiados, orfanatos para crianças acusadas de feiticeiros ou órfãos de pais que morreram de Aids, em escolas para os mais pobres, em centros de formação profissional, em centros de atenção a soropositivos… ou, sobretudo, em paróquias e missões dando motivações às pessoas para viver e amar.
Não é notícia que meu amigo, o padre Marcos Aurelio, por salvar jovens durante a guerra de Angola, os tenha transportado de Kalulo a Dondo, e ao voltar à sua missão tenha sido metralhado no caminho; que o irmão Francisco, com cinco senhoras catequistas, tenham morrido em um acidente na estrada quando iam prestar ajuda nas áreas rurais mais recônditas; que dezenas de missionários em Angola tenham morrido de uma simples malária por falta de atendimento médico; que outros tenham saltado pelos ares por causa de uma mina, ao visitarem o seu pessoal. No cemitério de Kalulo estão os túmulos dos primeiros sacerdotes que chegaram à região… Nenhum passa dos 40 anos. Não é notícia acompanhar a vida de um Sacerdote “normal” em seu dia a dia, em suas dificuldades e alegrias consumindo sem barulho a sua vida a favor da comunidade que serve. A verdade é que não procuramos ser notícia, mas simplesmente levar a Boa-Notícia, essa notícia que sem estardalhaço começou na noite da Páscoa. Uma árvore que cai faz mais barulho do que uma floresta que cresce. Não pretendo fazer uma apologia da Igreja e dos sacerdotes. O sacerdote não é nem um herói nem um neurótico. É um homem simples, que com sua humanidade busca seguir Jesus e servir os seus irmãos. Há misérias, pobrezas e fragilidades como em cada ser humano; e também beleza e bondade como em cada criatura…
Insistir de forma obsessiva e perseguidora em um tema perdendo a visão de conjunto cria verdadeiramente caricaturas ofensivas do sacerdócio católico na qual me sinto ofendido. Só lhe peço, amigo jornalista, que busque a Verdade, o Bem e a Beleza. Isso o fará nobre em sua profissão.  

Em Cristo.

Padre Martin Lasarte, SDB

– Domingo 21:00 e…

… ainda temos futebol rolando nos gramados!

Não me importa se na Espanha há jogos no Domingo à noite. O costume brasileiro é futebol aos domingos à tarde. Uma partida na noite dominical que comece as 19:30h precisa ser muito boa para atrair público. Nem na TV a audiência deve ser satisfatória…

– Análise da Arbitragem de Corinthians X São Paulo, Paulistão 2012

Ótima atuação do árbitro Raphael Claus no Majestoso desta tarde. Em um jogo que começou com os atletas se excedendo em número de faltas, sendo todas as mais fortes marcadas com aplicação correta de cartão amarelo, o árbitro conseguiu conter os ânimos e conduzir com correção a partida. Esteve bem posicionado, correu bastante mesmo com o campo pesado devido as chuvas, e, sua principal virtude hoje: vibrou com a partida. Acertou em todos os cartões e na penalidade ao São Paulo.

A grande dificuldade do jogo é o cuidado redobrado em Jorge Henrique. O atleta costuma exagerar nas faltas recebidas (que são muitas), fazendo caras e bocas de dor desproporcional às infrações. Em outros lances, simula faltas e agressões. Nesta tarde, em lances específicos de Jorge Henrique, o São Paulo recebeu diversos amarelos, além do cartão vermelho. Sobre este, correto, pois foi um nítido pontapé após o jogador ter tocado a bola. Não se entende tal lance como “Jogo Brusco Grave”, pois se classifica nas Regras do Jogo como “Conduta Violenta, punível com Expulsão”(quando não tem como o atleta se defender em lance sem bola).

Parabéns ao árbitro Raphael Claus. No ano passado, fez a melhor arbitragem do campeonato de 2011, na semifinal do Paulistão entre São Paulo x Santos no Morumbi. Agora em 2012, até a rodada atual, pegou um jogo difícil e fez a melhor arbitragem desse início de campeonato.

Curioso: por que ele não foi aproveitado pela CBF no último ano? Enquanto que algumas péssimas arbitragens até credenciaram árbitro para a FIFA, Claus ficou a ver navios. O que será que aconteceu? Desculpas de que nunca apitou grandes jogos, certamente, não pode ser.

Para quem quiser, aqui vai a análise em tempo real via Twitter durante a partida. Confira:

LANCE A LANCE VIA WWW.TWITTER.COM/RAFAELPORCARI

Começa o jogo! Boa sorte ao sexteto de arbitragem.

Aos 5m, cartão bem aplicado ao Wellington. Mas no lance da falta, não deveria ter dado vantagem, pois o jogo estava pegado e nem sempre ter posse de bola é vantagem. Atenção, é no Jorge Henrique… lembram-se quantos cartões Jorge Henrique conseguiu para os adversários no último Palmeiras X Corinthians?

7m: o árbitro Raphael Claus ignora falta de Cortês sobre Alessandro, sendo avisado pelo bandeira Vicente Romano Neto.

8m: na cobrança de falta pró-Corinthians, o AAA Leandro Bizzio Marinho mostrou boa participação: atento, chamava a atenção preventivamente do agarra-agarra na área.

9m: Cícero temerariamente dá um carrinho em… JH de novo! Cartão Amarelo bem aplicado. E a chuva aumenta!

14m: Paulinho faz falta em Willian José. Claus acertadamente pára o jogo. Jogadores extremamente imprudentes.

16m: falta de ataque do Corinthians bem marcada.

19m: carrinho imprudente do jogador do Corinthians. Torcida sãopaulina pede cartão, mas não é para tanto.

21m: Gol do Corinthians, de Danilo. Tudo limpo.

23m: 1º carrinho de Casemiro legal, e o 2º foi falta. Claus está muitíssimo seguro na partida neste momento.

26m: marcada falta do atleta corinthiano por mão na bola. Errou, foi involuntário.

28m: depois dos ânimos exaltados, parece que os atletas colocaram a cabeça no lugar.

29m: na marcação de uma falta boba, jogadores se estranham e o árbitro se impõe.

30m: falta da Fábio Santos, bem marcada.

31m: falta de Alessandro em cima do Lucas. Obstrução com contato físico. Tranqüilo, sem cartão.

34m: Willian José reclama de cama-de-gato. Não foi. Na sequência, Corinthians arma o contraataque e Paulo Miranda faz falta.

38m: falta bem marcada para o SPFC. O sexteto de arbitragem domina o jogo. Muito bom!

40m: atacante corinthiano escorrega no campo molhado e pede falta. Nada, acertou juizão.

A TV mostra uma imagem recuperada de Paulo Miranda segurando “braço-a-braço” o adversário. Ou falta dupla ou nada. Foi nada, acertou.

42m: Fabio Santos faz falta sobre Lucas que estava no ataque, agarrando. Falta bem marcada com aplicação de Amarelo.

43m: Pênalti bem marcado de Alessandro em Cortês. Bem posicionado e convicto marcou o árbitro.

45m: Casemiro domina a bola com a mão. Bem marcado pelo árbitro, não necessitava de cartão Amarelo. Acertou.

46m: Fim de 1º tempo: MELHOR EM CAMPO: ÁRBITRO RAPHAEL CLAUS. Foi senhor da partida até agora. Parabéns.

Começa o segundo tempo. Vamos juntos!

45m07s : Casemiro caiu e Claus entrou. Não foi falta. Mas Claus está com crédito.

46m: falta de ataque em Júlio César . Correto.

47m: Elton se enrola com Paulo Miranda. Também não foi nada. Cavou Paulo Miranda – 2 minutos, duas falta sinexistentes cavadas por sãopaulinos.

48m: Cícero tenta cavar a 3ª, não consegue e árbitro manda seguir. Acertou.

49m: falta em Willian José. 4 faltas pró-SPFC em 4 minutos. Treinador inteligente orientou a busca de faltas, evidente.

53m: apesar da imagem pressionar, Rodolpho pratica carrinho legal. A queda é conseqüência da jogada. Tudo tranqüilo.

55m: Jorge Henrique cai sozinho, simula que recebe falta mas ele é quem faz a falta agarrando Paulo Miranda. Marcação correta do árbitro.

58m: João Felipe atinge com um pontapé por trás Jorge Henrique, depois do atleta ter tocado a boal para seu adversário. Expulsão correta…

… Não se classifica tal expulsão como “jogo brusco grave”, pois tal lance é com disputa de bola. A bola já não estava em disputa. Portanto, é agressão.

O problema é um só: JH é odiado por adversários. E, qdo podem, descem o sarrafo nele. Motivo: em faltas bobas, ele simula demais!

Lembrem-se que tuitamos no começo do jogo: será que JH conseguirá cartões para o adversário em grande número como em PAL X COR no ano passado?

65m: Leão reclama do gandula, é contido pelo 4º árbitro Robério Pereira Pires. Treinador tem razão, gandula da casa tem que acabar. Tão caro que é o futebol, e deixar o mandante responsável por gandulas é bobagem. Sou a favor de que estagiários da Escola de Árbitros sejam gandulas. É importante para sentirem grandes jogos e na sua formação.

68m: Corinthiano avança no ataque e a bola corre pela linha lateral. SPFC pede saída de bola. Tem que sair inteira. Ali está o FIFA Emerson Augusto. O que ele der, eu acompanho.

72m: outra falta em jogador do Corinthians. Em quem? SIMMM… Jorge Henrique. Foi falta, mas a cara é de atropelamento. Quem é árbitro sabe o que quero dizer.

77m: no contra ataque do Ralph, uma imagem desapercebida me chamou a atenção: Raphael Claus, na imagem aberta, é quem mais corre no lance. Está bem.

79m: Chicão faz falta em Cortês. Clássico cartão amarelo.

84m: Osvaldo fez uma falta imprudente no adversário, que reclama, mas Claus acerta na vantagem.

85m: Alessandro pede falta. Nada, segue o jogo.

89m: Falta de ataque de Elton em Cortê,s marcada pelo bandeira Emerson. Acertou. Na sequencia, falta de Lucas: acertou de novo.

91m: falta de Gilsinho no ataque, acertou o árbitro, que marca tudo no finalzinho. Correto.

92m: Cortês disputa bola com Jorge Henrique que cai. Não foi nada, mas JH conseguiu cvar e o árbitro marcou. Depois não quer que peguemos no pé dele…

Fim de jogo! Daqui a pouco preparo e coloco o relatório da arbitragem. Parabéns ao sexteto.

– Análise da Arbitragem de Corinthians X São Paulo, Paulistão 2012

Ótima atuação do árbitro Raphael Claus no Majestoso desta tarde. Em um jogo que começou com os atletas se excedendo em número de faltas, sendo todas as mais fortes marcadas com aplicação correta de cartão amarelo, o árbitro conseguiu conter os ânimos e conduzir com correção a partida. Esteve bem posicionado, correu bastante mesmo com o campo pesado devido as chuvas, e, sua principal virtude hoje: vibrou com a partida. Acertou em todos os cartões e na penalidade ao São Paulo.

A grande dificuldade do jogo é o cuidado redobrado em Jorge Henrique. O atleta costuma exagerar nas faltas recebidas (que são muitas), fazendo caras e bocas de dor desproporcional às infrações. Em outros lances, simula faltas e agressões. Nesta tarde, em lances específicos de Jorge Henrique, o São Paulo recebeu diversos amarelos, além do cartão vermelho. Sobre este, correto, pois foi um nítido pontapé após o jogador ter tocado a bola. Não se entende tal lance como “Jogo Brusco Grave”, pois se classifica nas Regras do Jogo como “Conduta Violenta, punível com Expulsão” (quando não tem como o atleta se defender em lance sem bola).

Parabéns ao árbitro Raphael Claus. No ano passado, fez a melhor arbitragem do campeonato de 2011, na semifinal do Paulistão entre São Paulo x Santos no Morumbi. Agora em 2012, até a rodada atual, pegou um jogo difícil e fez a melhor arbitragem desse início de campeonato.

Curioso: por que ele não foi aproveitado pela CBF no último ano? Enquanto que algumas péssimas arbitragens até credenciaram árbitro para a FIFA, Claus ficou a ver navios. O que será que aconteceu? Desculpas de que nunca apitou grandes jogos, certamente, não pode ser.

Para quem quiser, aqui vai a análise em tempo real via Twitter durante a partida. Confira:

LANCE A LANCE VIA WWW.TWITTER.COM/RAFAELPORCARI

Começa o jogo! Boa sorte ao sexteto de arbitragem.

Aos 5m, cartão bem aplicado ao Wellington. Mas no lance da falta, não deveria ter dado vantagem, pois o jogo estava pegado e nem sempre ter posse de bola é vantagem. Atenção, é no Jorge Henrique… lembram-se quantos cartões Jorge Henrique conseguiu para os adversários no último Palmeiras X Corinthians?

7m: o árbitro Raphael Claus ignora falta de Cortês sobre Alessandro, sendo avisado pelo bandeira Vicente Romano Neto.

8m: na cobrança de falta pró-Corinthians, o AAA Leandro Bizzio Marinho mostrou boa participação: atento, chamava a atenção preventivamente do agarra-agarra na área.

9m: Cícero temerariamente dá um carrinho em… JH de novo! Cartão Amarelo bem aplicado. E a chuva aumenta!

14m: Paulinho faz falta em Willian José. Claus acertadamente pára o jogo. Jogadores extremamente imprudentes.

16m: falta de ataque do Corinthians bem marcada.

19m: carrinho imprudente do jogador do Corinthians. Torcida sãopaulina pede cartão, mas não é para tanto.

21m: Gol do Corinthians, de Danilo. Tudo limpo.

23m: 1º carrinho de Casemiro legal, e o 2º foi falta. Claus está muitíssimo seguro na partida neste momento.

26m: marcada falta do atleta corinthiano por mão na bola. Errou, foi involuntário.

28m: depois dos ânimos exaltados, parece que os atletas colocaram a cabeça no lugar.

29m: na marcação de uma falta boba, jogadores se estranham e o árbitro se impõe.

30m: falta da Fábio Santos, bem marcada.

31m: falta de Alessandro em cima do Lucas. Obstrução com contato físico. Tranqüilo, sem cartão.

34m: Willian José reclama de cama-de-gato. Não foi. Na sequência, Corinthians arma o contraataque e Paulo Miranda faz falta.

38m: falta bem marcada para o SPFC. O sexteto de arbitragem domina o jogo. Muito bom!

40m: atacante corinthiano escorrega no campo molhado e pede falta. Nada, acertou juizão.

A TV mostra uma imagem recuperada de Paulo Miranda segurando “braço-a-braço” o adversário. Ou falta dupla ou nada. Foi nada, acertou.

42m: Fabio Santos faz falta sobre Lucas que estava no ataque, agarrando. Falta bem marcada com aplicação de Amarelo.

43m: Pênalti bem marcado de Alessandro em Cortês. Bem posicionado e convicto marcou o árbitro.

45m: Casemiro domina a bola com a mão. Bem marcado pelo árbitro, não necessitava de cartão Amarelo. Acertou.

46m: Fim de 1º tempo: MELHOR EM CAMPO: ÁRBITRO RAPHAEL CLAUS. Foi senhor da partida até agora. Parabéns.

Começa o segundo tempo. Vamos juntos!

45m07s : Casemiro caiu e Claus entrou. Não foi falta. Mas Claus está com crédito.

46m: falta de ataque em Júlio César . Correto.

47m: Elton se enrola com Paulo Miranda. Também não foi nada. Cavou Paulo Miranda – 2 minutos, duas falta sinexistentes cavadas por sãopaulinos.

48m: Cícero tenta cavar a 3ª, não consegue e árbitro manda seguir. Acertou.

49m: falta em Willian José. 4 faltas pró-SPFC em 4 minutos. Treinador inteligente orientou a busca de faltas, evidente.

53m: apesar da imagem pressionar, Rodolpho pratica carrinho legal. A queda é conseqüência da jogada. Tudo tranqüilo.

55m: Jorge Henrique cai sozinho, simula que recebe falta mas ele é quem faz a falta agarrando Paulo Miranda. Marcação correta do árbitro.

58m: João Felipe atinge com um pontapé por trás Jorge Henrique, depois do atleta ter tocado a boal para seu adversário. Expulsão correta…

… Não se classifica tal expulsão como “jogo brusco grave”, pois tal lance é com disputa de bola. A bola já não estava em disputa. Portanto, é agressão.

O problema é um só: JH é odiado por adversários. E, qdo podem, descem o sarrafo nele. Motivo: em faltas bobas, ele simula demais!

Lembrem-se que tuitamos no começo do jogo: será que JH conseguirá cartões para o adversário em grande número como em PAL X COR no ano passado?

65m: Leão reclama do gandula, é contido pelo 4º árbitro Robério Pereira Pires. Treinador tem razão, gandula da casa tem que acabar. Tão caro que é o futebol, e deixar o mandante responsável por gandulas é bobagem. Sou a favor de que estagiários da Escola de Árbitros sejam gandulas. É importante para sentirem grandes jogos e na sua formação.

68m: Corinthiano avança no ataque e a bola corre pela linha lateral. SPFC pede saída de bola. Tem que sair inteira. Ali está o FIFA Emerson Augusto. O que ele der, eu acompanho.

72m: outra falta em jogador do Corinthians. Em quem? SIMMM… Jorge Henrique. Foi falta, mas a cara é de atropelamento. Quem é árbitro sabe o que quero dizer.

77m: no contra ataque do Ralph, uma imagem desapercebida me chamou a atenção: Raphael Claus, na imagem aberta, é quem mais corre no lance. Está bem.

79m: Chicão faz falta em Cortês. Clássico cartão amarelo.

84m: Osvaldo fez uma falta imprudente no adversário, que reclama, mas Claus acerta na vantagem.

85m: Alessandro pede falta. Nada, segue o jogo.

89m: Falta de ataque de Elton em Cortê,s marcada pelo bandeira Emerson. Acertou. Na sequencia, falta de Lucas: acertou de novo.

91m: falta de Gilsinho no ataque, acertou o árbitro, que marca tudo no finalzinho. Correto.

92m: Cortês disputa bola com Jorge Henrique que cai. Não foi nada, mas JH conseguiu cvar e o árbitro marcou. Depois não quer que peguemos no pé dele…

Fim de jogo! Daqui a pouco preparo e coloco o relatório da arbitragem. Parabéns ao sexteto.

– Inovar é Preciso. Mas e o Aceite da Inovação e a Paciência para Testá-la?

Na última sexta-feira, nosso companheiro de Bom Dia / Diário de SP, Jorge Nicola, reproduziu uma conversa com o Cel Marcos Marinho, presidente da CEAF-SP (FPF), onde ele diz que pediu à FIFA o fim da experiência com os árbitros adicionais (AAA), pois ela, segundo o dirigente, não deu certo.

Dias atrás, emiti minhas sugestões sobre o uso dos AAA (leia o texto em: http://is.gd/v6EcMu). Em suma, me referi a necessidade de que estes sejam árbitros mais experientes, que já estouraram a idade-limite para apitar e que poderiam contribuir muito com o árbitro central, não só com o know-how de uma carreira inteira, mas também com decisões seguras e corretas.

Me surpreende tal opinião da CEAF-SP. Há quanto tempo os AAA estão sendo testados por aqui? Sou a favor do uso da tecnologia no futebol, seja ela eletrônica, áudio-visual ou humana. E, claro, para que elas dêem certo, devem ser usadas, testadas e criticadas após os resultados ao longo de um certo período. Aqui no Paulistão, temos apenas 3 meses de teste do ano passado (duração do Campeonato) + as rodadas de 2012. Não seria precipitado?

No Rio de Janeiro, a CEAF-RJ foi pioneira no uso dos adicionais com a adoção dos mesmos na gestão de Jorge Rabello, há um tempo maior do que SP, num mesmo período aproximado da UEFA com o trabalho da Liga Europa. E no Cariocão, vemos que não está se utilizando os AAA na fase 2 do teste, onde muda-se o lado deles atrás da meta (agora, mais próximo dos gols).

Tal persistência não mostraria que algum resultado positivo esteja ocorrendo?

Me recordo que assisti algumas partidas da experiência com os árbitros adicionais na fase 1 envolvendo equipes europeias. E por lá, os resultados foram excepcionais! Por que aqui não são satisfatórios, em particular, para a Federação Paulista?

Talvez não seja a fórmula dos AAA, mas sim a qualidade dos AAA escalados, ou ainda o treinamento deles! E aqui um assunto importante: não temos árbitros que foram adicionais que treinem adicionais nas comissões de árbitros. Como a função é nova, são professores ex-árbitros e bandeiras que dividem seus conhecimentos. Também para eles isso é novidade!

Para você lecionar arbitragem, tem que ter passado pela experiência dela. Diferente de um comentarista de futebol, que aprende e conhece do esporte sem nunca ter jogado profissionalmente (e ainda assim pode se arriscar nos gramados como treinador, por exemplo), na arbitragem você precisa que os especialistas que estão ensinando e regrando os árbitros tenham estado lá dentro do campo de jogo. Você pode comentar a atuação de um árbitro, sem ter estado lá; mas formar árbitros é diferente. Precisa-se de especialistas! Se já é difícil treinar os AAA tendo sido árbitros, imagine não sendo…

Mas já que ao assunto é inovação, e a figura do AAA é uma delas, por que tanta resistência em inovar no futebol?

Perto dos seus 150 anos de idade, o futebol do século XXI é muito diferente do final do século XIX, dos uniformes, passando pelos esquemas táticos às Regras do Jogo. É uma tolice afirmar que o futebol não mudou ao longo da história! É claro que mudou, e muito! Mas parece existir um conservadorismo ímpar atualmente. Não tínhamos nem árbitro em campo, por muitos e muitos anos de profissionalismo. E hoje, com tantos recursos disponíveis, por que não usá-los?

Parabéns aos que têm coragem de inovar, que aceitam e têm disposição em experimentar ou tentar possíveis benefícios aos futebol.

Um adentro: apesar de todos os defeitos, Eduardo José Farah, ex-presidente da FPF, foi o que mais ousou em inovar: dois árbitros em campo, tempo técnico, spray para a marcação das faltas, cartão azul e limite de faltas em campeonato de aspirantes…

Custa tentar?

– A Sedução das Drogas leva Whitney Houston

Uma pena. O elenco e repertório de artistas que estão em outro plano, vitimados por drogas, aumentou. Depois de tantos outros cantores nacionais e internacionais, Whitney Houston se soma a esta lista.

Na década de 90, a trilha sonora de “O Guarda Costa”, com Kevin Costern, foi um sucesso absoluto. Mas a maldita sedução das drogas é traiçoeira, e parece que a classe das celebridades, por motivos peculiares, é cada vez mais vitimada. Whitney é apenas mais uma.

Com tudo isso, ainda há idiotas que fazem alusão ao uso de entorpecentes. Triste e imbecil, não?

– Liturgia de quem quer Recomeçar!

A Liturgia de hoje traz belíssimas mensagens cristãs, que falam sobre reinserção das pessoas!

Na Primeira Leitura, se mostra a dificuldade daqueles que estão à margem, usando da imagem dos hansenianos. Os portadores de lepra eram considerados pessoas amaldiçoadas, até pela dificuldade de tratar de tal doença há mais de 2000 anos. E se afastavam do convívio social. No livro do Levítico, mostra-se a figura do leproso procurando o sacerdote em busca da sua volta, como um pecador que procura o sacramento da confissão para estar de volta à Igreja.

Na sequência, o Salmo mostra como é bom a volta, a reconciliação / reinserção. Canta o salmista: “Sois, Senhor, para mim: alegria e refúgio! Eu confessei meu pecado e minha falta conheceis, e me perdoaste. Regozijai-vos, ó justos, em Deus!”

Na Segunda Leitura, São Paulo lembra que tudo o que fazemos, temos que fazê-lo de maneira cristã, para a glória de Deus: “Quer comais, quer bebais, quer qualquer coisa façais, fazei tudo para a glória do Senhor” (Lembra o pedido de São José Maria Escrivá: sermos operários de Deus, e tudo no que trabalharmos, que seja à luz do Evangelho. Se advogado, que sejamos advogados de Cristo; se comerciante, idem. E por aí vai).

Por fim, no Evangelho é o próprio Cristo que atende o apelo do leproso: Se queres, cura-me Senhor”, que prontamente diz: “Eu quero”, e cura o enfermo, que se alegra e segue a sua vida.

Assim, vemos que toda a liturgia está centrada em: procurarmos a cura do corpo e da alma, voltarmos à uma vida correta, em Cristo, e que tudo seja pelos princípios do Evangelho?

Fica a reflexão: como o leproso, devemos pedir sempre a Deus. Mas o que temos pedido? Paz, saúde, disposição, ardor missionário; ou futilidades e bens materiais?

Obs: ao falarmos do leproso do Antigo Testamento, em contextos maiores nas demais leituras, vemos que o doente era condenado e excluído. Cristo, com o Novo Testamento, traz de volta à vida. Assim, devemos tomar cuidado numa leitura bíblica fundamentalista, ou seja, ao pé da letra, sem entendermos costumes sociais da comunidade judaica. A Bíblia é referência ao Cristo, que aperfeiçoa e atualiza a lei de Moisés com sua Mensagem Evangelística.