– Argentina convida a Petrobrás para investir. Vale a pena?

Depois da expropriação promovida pela presidente Cristina Kirchner, retirando a petrolífera YPF das mãos de seus donos (os espanhóis da Repsol), muitas empresas estão com medo de investir por lá.

Agora, o Ministro da Economia local pediu um favor ao Brasil: que a Petrobrás dobre os investimentos por lá!

É claro que não farão isso (expropriar) com a petrolífera brasileira. Mas qualquer grande empresa ficaria com o pé atrás. Afinal, o golpe foi digno das ações demagógicas de Chávez, Castro ou Moralles.

– Itupeva e Região Oeste de Jundiaí ilhada e abandonada!

Devido a uma carreta tombada na Rod Hermenegildo Tonolli (estrada que liga Jundiaí a Itupeva), os carros que ali transitam tiveram que sair da estrada e desviar pelo Bairro Medeiros. Conclusão: a Avenida Francisco Nobre ficou parada até perto da Padaria Morada do Barão e Av Reynaldo Porcari parada em frente ao Salão das Testemunhas de Jeová.

Motivo: congestionou a saída do bairro para a Rod Dom Gabriel (Jundiaí-Itu)!

Cadê nossas autoridades agora? Nem um Amarelinho para controlar o cruzamento? Querem construir, lotear, povoar… sem infraestrutura!

Outra coisa: se o acidente aconteceu ao meio-dia, como é que até o final a noite ninguém retirou o veículo?

Para ajudar, no Eloy Chaves, caiu um avião no Colégio Agrícola. É dia de ficar em casa…

E fica a observação: os itupevenses estão presos em seu município pelas péssimas condições da Hermenegildo Tonolli. As obras são tipicamente “engana-manés”, ou seja, demagógicas, pois não resolvem o problema do excesso de veículos, tampouco da segurança a mesma. Bairro Medeiros, Eloy Chaves, Fazenda Grande e outros, logo-logo sofrerão do mesmo mal.

– Novos Membros da Cúpula da Arbitragem

José Maria Marin escolheu duas ótimas pessoas para trabalharem em conjunto com Sérgio Correa da Silva: Aristeu Tavares e Dr Edson Rezende. Mas uma tendência fica: a do militarismo na arbitragem. Assim como a FPF, os envolvidos na condução da arbitragem da CBF provém da Polícia ou do Exército.

Não temos civis competentes; o ofício de árbitro exige tais supervisores ou apenas uma coincidência?

Extraído de: http://www.vozdoapito.com.br/os_novos_chefes_do_apito_brasileiro.php

MUDANÇAS NA ARBITRAGEM NACIONAL

Edson Rezende de Oliveira (Corregedor) e Aristeu Leonardo Tavares (Ouvidor) serão os chefes do apito brasileiro, afirmou José Maria Marin

Por Pedro Paulo de Jesus

Na tarde desta sexta (20), em entrevista coletiva, o Presidente da Cbf José Maria Marin, apresentou os dois novos profissionais que mandarão efetivamente na arbitragem brasileira. Figuras conhecidas na arbitragem nacional, Edson Rezende de Oliveira foi árbitro aspirante Fifa por Brasília e Aristeu Leonardo Tavares foi árbitro assistente internacional, indicado pelo Brasil para representar seus companheiros de apito na Copa do Mundo de 2006.

Edson Rezende de Oliveira já foi Presidente da Comissão de Árbitros de Brasília e também chefe do apito brasileiro no departamento de árbitros da Cbf. Em 2007 Rezende pediu desligamento da Conaf por problemas de saúde. Cinco anos depois, o homem forte da arbitragem nacional volta à Cbf e assume um dos cargos mais importantes dentro da entidade: Corregedor. Delegado aposentado da Polícia Federal, Dr. Edson será o responsável por investigar os árbitros de um modo geral.

Aristeu Leonardo Tavares foi comandante de Polícia no Rio de Janeiro e árbitro assistente Fifa. Participou de diversas decisões no futebol nacional e internacional. Figura respeitada na arbitragem brasileira, Leonardo é um dos instrutores mais badalados do país, desempenhando um papel fundamental na arbitragem brasileira. Agora como dirigente da Cbf, o militar do apito desempenhará o papel de ouvidor de arbitragem.

O nome do ex-árbitro da Fifa José Roberto Wright, havia sido ventilado dias atrás para o cargo de corregedor, porém como não houve sucesso nas conversas, Edson Rezende assumiu em seu lugar.

– Se a Índia pode, por que a Coréia do Norte não pode?

A Índia lançou com sucesso um míssil de longo alcance. Mas a Coréia do Norte não pode.

No conceito, ambos não testam armamentos? Por que um pode e outro não?

Claro que é uma provocação. É evidente que sei que um país tem vocação pacífica e outro à guerra. Mas, filosófica e utopicamente falando, ambos não deveriam ser impedidos de proliferar novas armas?

Claro que quem controla são os EUA. Aí, vale a lei da amizade…

– Bahrein compra a Alienação da F1

Coisas que o dinheiro compra: a insegurança, a alienação política, o apoio à ditadura e a fantasia dos sheiks. Ao menos, é que o Bahrein faz com a F1.

Com a população querendo reviver a Primavera Árabe tunisiana e egípcia, por que os pilotos e equipes aceitam correr em favor do ditador?

Isso me enoja.

– Minha Craquinha!

É assim que minha princesa se define: CRAQUINHA, pois ela diz que não é “pernetinha”.

 

Coisa de criança inteligente… kkk

– CPI do Cachoeira com Investigador Collor?

Aí parece gozação… a CPI do contraventor Carlinhos Cachoeira contará com Fernando Collor, Romero Jucá e outros fichas sujas!

Assim não dá… Esse país não é sério!

– Quando existe a Qualidade, eu dou preferência!

Já passei da fase de me aventurar com marcas duvidosas. Como consumidor, prefiro qualidade do que preço. Por que vou comprar algo que quebrará logo, se existe concorrente de melhor qualidade? Avalio a diferença do custo benefício e, principalmente, o quesito Durabilidade!

Tinha um rádio-relógio marcas “barbante”. Descartei. Agora, troquei por um Yamaha (na verdade, misto de aparelho de som/ rádio relógio/ e outras coisas). Carro chinês nem pensar. Tênis fajuto passo longe!

Quanto mais maduro, mais você se torna exigente e passa a ser fã de marcas de boa qualidade e que não enganam o cliente: Apple, Asics, Sony, etc.

Às vezes, vale mais se esforçar em comprar algo um pouco mais caro e não ter dor de cabeça do que se aventurar a porcarias.

– Geração Y e a Realidade Profissional

Muito se tem falado sobre os profissionais mais jovens, conectados e familiarizados às novas tecnologias. Mas qual é a verdadeira realidade profissional deles hoje?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Primeiro-Plano/noticia/2012/04/eles-cairam-na-real.html

Eles caíram na real

Acostumados a mimos e salários atraentes, os jovens ajustaram suas expectativas diante da crise financeira global

LUCIANA VICÁRIA (TEXTO), MARCO VERGOTTI, RODRIGO FORTES, GERSON MORA E ALEXANDRE LUCAS (GRÁFICO)

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  A geração do milênio, formada por quem nasceu a partir da década de 1980, começou a carreira de forma atípica. Eles tiveram boa educação e deram a sorte de entrar no mercado num momento favorável, com empresas dispostas a pagar benefícios raros a iniciantes e salários bem acima da média, incluindo bônus, premiações e horários flexíveis de trabalho. “Era a única forma de reter essa turma tão disputada”, afirma João Lins, da consultoria PricewaterhouseCoopers (PWC). Não mais. Com os desdobramentos da crise financeira global, o mercado cortou os excessos. A oferta de vagas diminuiu, e a nova geração teve de fazer concessões, mostra uma pesquisa iné-dita da PWC. Ela compara dados de 2011 com os de 2008, antes da crise. O levantamento foi feito em 75 países, entre eles o Brasil. Trabalhadores americanos e europeus foram os que mais perderam benefícios. Boa parte dos jovens (32%) diz que aceita ganhar me-nos do que supõe merecer e 15% topam trabalhar em empresas distantes de sua residência, algo pouco comum há cerca de três anos.

PWC e Organização Internacional do trabalho)As marcas de uma geração antenada (Foto: Fontes: PWC e Organização Internacional do trabalho)

– Restrições Irrestritas ou Irrisórias?

A Federação Paulista de Futebol divulgou os árbitros sorteados para as Quartas-de-Final do Paulistão 2012. E uma escala certamente fará a alegria dos trollers e dos adeptos da Teoria da Conspiração: Rodrigo Braguetto apitará Corinthians X Ponte Preta.

Em Fevereiro, o jornalista Daniel Lian trouxe a público que Braguetto prestou serviços ao Corinthians através de sua empresa de eventos e arbitragem. Na oportunidade, discutiu-se a questão ética e implicações da relação comercial entre árbitros e clubes (para relembrar o caso, acesse o link: http://is.gd/profissionalpoderia).

Durante o restante do Paulistão, Rodrigo Braguetto não foi sorteado para jogos importantes do Corinthians, tendo trabalhado apenas no jogo contra o time da Catanduvense, no Pacaembu.

Agora, na fase eliminatória do Campeonato Paulista, os árbitros da Categoria Especial foram sorteados, excluindo Paulo César de Oliveira (por restrição ‘judicial’, já que processa o treinador palmeirense Luís Felipe Scolari) e Antonio Rogério Batista do Prado (por restrição ‘natalícia’, já que é campineiro e quer evitar Guarani e Ponte Preta). Braguetto não deveria ser excluído por restrição ‘comercial’?

Confio no ótimo trabalho de Rodrigo Braguetto, mas não podemos nos esquecer que, na última rodada, no Estádio Moisés Lucarelli (após o jogo que encerrou a primeira fase, coincidentemente Ponte Preta X Corinthians), o treinador pontepretano Gilson Kleina alardeou que a Ponte Preta, segundo ele, estaria sendo perseguida pela arbitragem e o Corinthians favorecido. Após indagação do jornalista Renato Otranto sobre possível má fé dos árbitros, o treinador policiou-se e disse que não “acreditava em ‘esquema’, mas equívocos, e que os torcedores deveriam ficar atentos”.

Claro que o Corinthians é favorito pelo futebol apresentado até agora (afinal, com o time reserva já ganhou da Ponte Preta em Campinas). Mas se tivermos erros involuntários no próximo confronto, imaginaram o fuzuê que será criado pelos mais críticos?

Boa sorte ao árbitro Rodrigo Braguetto e seus companheiros de arbitragem.

Sobre o tema discutido na oportunidade, está em:

http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2012/02/03/o-caso-braguetto-corinthians-arbitro-pode-ou-nao-ter-relacao-comercial-com-clube/

O CASO BRAGUETTO & CORINTHIANS: ÁRBITRO PODE OU NÃO TER RELAÇÃO COMERCIAL COM CLUBE? (03/02/2012)

Ontem, na matéria de Daniel Lian, o árbitro da FPF e da CBF Rodrigo Braguetto declarou que sua empresa de arbitragem prestou serviços ao Corinthians no último final de semana. Sua entrevista está disponível no link http://is.gd/arbitro.

A questão discutida ficou sendo: o árbitro de futebol pode ter relação comercial com um clube, cujo time pode estar envolvido nas competições que apita? É legal? É moral? Há alguma consideração contrária?

Vamos lá: no exercício da arbitragem de futebol, o indivíduo se torna um verdadeiro sacerdote na função- tem regramentos exclusivos, necessidade de se policiar e cuidados extremados que talvez nenhum outro elemento envolvido no futebol tenha que ter.

O árbitro não deve apenas ser honesto; deve parecer ser honesto! Como ficarão as explicações para os demais envolvidos no futebol sobre a relação comercial entre árbitro e clube (aqui, independe se é Braguetto e Corinthians, mas poderia ser qualquer outro árbitro e qualquer outro clube)? Torcedor enfurecido não quer saber se a ação comercial foi profissional e independente, ele mistura a coisa. E não adianta fazer vistas grossas, pois a repercussão sempre é grande. Sendo assim, para quê o desgaste?

Imaginem 2 jogos envolvendo Corinthians X Palmeiras:

1) na semifinal do último campeonato paulista, Paulo César de Oliveira foi criticado por sua atuação, mesmo fazendo uma grande arbitragem em jogo difícil. A expulsão de Scolari é lembrada até hoje. E se o árbitro fosse Braguetto? Infelizmente, alegariam que o vínculo da sua empresa de arbitragem teria influência na sua atuação.

2) no último jogo entre ambos, pelo Campeonato Brasileiro: Seneme expulsou Valdívia em lance sobre Jorge Henrique. E se tivesse sido Braguetto?

Diante de tudo isso, não há como negar que é um desgaste impreciso. Concordo que o árbitro é um prestador de serviços autônomo, que não tem sua atividade reconhecida profissionalmente, que não é considerado funcionário da Federação Paulista de Futebol, e, por isso, todo trabalho honesto realizado fora dos campeonatos oficiais não deva ser contestado. Mas dentro da sua atividade, moral e eticamente, muitos cuidados devem ser tomados. E se manter longe de vínculos mais próximos com os clubes se faz necessário.

Lembro fato semelhante ocorrido anos anteriores, já na gestão da atual Comissão de Árbitros: o árbitro Anselmo da Costa foi contratado pelo Instituto Wanderley Luxemburgo para lecionar aulas de arbitragem em seus cursos. O Cel Marinho, presidente da CEAF-SP, não escalou mais o árbitro em partidas nas quais o treinador estivesse envolvido, como que se rotulasse Anselmo a um subordinado de Luxemburgo, mesmo como árbitro.

E agora, nesse episódio?

Se escalar Braguetto em jogos do Corinthians, terá sido uma decisão contraditória à tomada no episódio Anselmo.

Se não escalar, acaba aceitando o argumento que o árbitro está envolvido com o clube e impedido de atuar em jogos da equipe.

Um problema a mais para a Comissão de Árbitros. Nessa próxima rodada, na qual alguns árbitros TOPs enfim estrearão (terá sido pelo excesso de reclamações das primeiras rodadas?), mais um assunto para ser discutido…

Um detalhe: Braguetto afirmou na entrevista que se isso for um problema, se aposentará.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Visite esse post e outros no Blog do Portal Bom Dia / Diário de São Paulo, em:

http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109/Rafael+Porcari

 

– As Empresas mais Éticas do Mundo estão em…

A ONG Transparência Internacional manda avisar: em pesquisa que envolveu 28 nações sobre HONESTIDADE EMPRESARIAL, medalhas de Ouro, Prata e Bronze para: Holanda, Suíça e Bélgica. Lá, as empresas se preocupam acima da média em serem éticas e honestas.

O Brasil? Ficou no meio da tabela: posição número 14, e o péssimo exemplo para ser evitado ficou com a Rússia (última posição).

– O Cartel do Cimento: Alguma Novidade?

Quem trabalha no ramo de Material de Construção, sabe bem disso: boa parte das marcas brasileiras de cimento estão nas mãos de duas ou três empresas, onde não existe concorrência saudável mas combinação de preços e estratégias para a maximização do lucro, feito às vistas do governo, que nada faz.

Agora, Lorenna Rodrigies, da Folha de São Paulo (citação abaixo), traz a informação: o Ministério da Justiça quer a condenação da Votorantim e da Camargo Corrêa por formação de cartel na venda de cimento no Brasil.

Alguém acredita que a punição acontecerá e o panorama mudará?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1004584-governo-pede-condenacao-de-votorantim-e-camargo-correa-por-cartel.shtml

GOVERNO PEDE CONDENAÇÃO DE VOTORANTIM E CAMARGO CORRÊA POR CARTEL

A SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, publicou hoje parecer pedindo a condenação de seis empresas e três associações por formação de cartel no setor de cimentos. As empresas acusadas são Votorantim, Camargo Corrêa, Cimpor, Holcim, Itabira e Companhia de Cimento Itambé.

A expectativa é que, se condenadas, as empresas tenham que pagar multa bilionária que pode chegar a 30% do faturamento. O parecer segue para o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso, ainda sem data prevista.

Juntas, essas empresas têm mais de 90% do mercado de cimento e concreto no país. Segundo a secretaria, o cartel pode ter causado prejuízos de mais de R$ 1 bilhão por ano à economia brasileira, já que o preço dos insumos foi aumentado em pelo menos 10%.

Foi pedida a condenação também da Abesc (Associação Brasileira das Empresas de Serviço de Concretagem), ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) e do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), além de seis diretores das empresas.

A investigação começou em 2006, após denúncia de um ex-funcionário da Votorantim. No ano seguinte, a SDE fez uma operação de busca nas empresas e associações e apreendeu documentos e 820 mil arquivos eletrônicos que mostram como funcionava o esquema.

Segundo a secretaria, as empresas combinavam os preços, dividiam os mercados em que cada uma atuaria e combinava até a compra de concorrentes para evitar que novas empresas entrassem no mercado.

– Marco Polo aconselha Rubens Lopes

Pela correria dos últimos dias, quase passou batido: e os aconselhamentos de Marco Polo Del Nero a Rubens Lopes?

Numa boa entrevista feita por Benjamim Bach (Lance, pg 26 e 27, 19/04/2012), o jornalista questionou o presidente da FPF sobre o que ele diria ao seu colega carioca, caso o encontrasse num elevador. E a resposta foi um conselho:

Rubinho, calma. Trabalhe direitinho, respeite as equipes, faça um bom trabalho na arbitragem e na administração que sua vez vai chegar. É até capaz que a gente se abrace.”

A dica é ótima. O futebol do Rio de Janeiro precisa de uma gestão assim. Tanto quanto São Paulo. Mas já que Marco Polo mostrou o caminho, quando é que ele próprio poderá praticar o que sugere por aqui?

– O Gasto de Ligações Telefônicas dos Deputados

A Revista Época traz uma matéria interessante, na coluna Primeiro Plano, pg 42 (por Alberto Cairo, Marco Vergotti e Ricardo Mendonça), sobre os gastos dos parlamentares com Telefonia!

Você sabia que nos primeiros 8 meses de 2011, nossos parlamentares já gastaram R$ 13.902.425,16 com ligações telefônicas? Se fossem locais, dava para falar por 298 anos!

Uau. O campeão? Deputado Odair Cunha, do PT-MG. Gasta mensalmente R$ 12.463,13 com conta de telefone.

Deve sobrar dinheiro em Brasília mesmo.

– Chelsea Retranqueiro ou Inteligente?

Vi algumas manchetes: “Chelsea surpreende Barcelona”.

Ué, com o timaço que o Chelsea tem hoje, jogando em casa, é surpresa vencer o Barça? Nada disso. O Barcelona era favorito, mas não era zebra a derrota.

Um dado curioso: em alguns momentos, o Chelsea teve 11 atletas (isso mesmo: onze) dentro da sua grande área. Esquema “retranca de Milton Buzzeto”. Mas funcionou…

Há várias formas de vencer um torneio. O Brasil de 1970 foi puro futebol-arte. A Itália de 2006 foi pura raça. A Grécia da Eurocopa 2000 foi pura retranca. E por aí vai.

Para muitos, o que vale é o título. Mas confesso: será chato se não tivermos em Munique a decisão ente Real Madrid X Barcelona.

– Qual Rede Varejista está sob Suspeita?

Uma rede varejista do mercado esportivo, que está em Jundiaí e em São Paulo, é investigada por sonegação.

Xiii… quem será? Está no Jornal Bom Dia de hoje!

Não faço a menor ideia, com tais e poucas informações.

– Londres 2012 sem superfaturamento e em dia. E o RJ?

Londres está praticamente pronta para os Jogos Olímpicos de 2012. Faltando 99 dias, os eventos testes já foram realizados.

Fico pensando: e aqui no Rio de Janeiro, em 2016? Estaremos com antecedência entregando as obras? Elas custarão o que foi orçado? Não haverá contratos emergenciais? Nenhum ‘elefante branco’ sobrará?

Doce ilusão… Se bobear, a Rússia se apronta para a Copa de 2018 antes do Brasil em 2014…

– Palmeiras e Flamengo em má Consideração

Laura Capanema, jornalista da Revista Placar, foi a Istambul entrevistar o meia Alex, do Fenerbahce. E o atleta escancarou sobre dois grandes clubes brasileiros em que jogou:

Hoje a gente conversa entre os jogadores e a maioria não quer ir para o Palmeiras, todos sabem que lá é complicado de jogar e difícil de trabalhar (…) No Flamengo eu me arrependi de ter ido pra lá logo no primeiro dia em que cheguei. Era uma bagunça. Era horrível, o campo de treinamento, o ritmo de trabalho, o vestiário, o grupo dos jogadores. A concentração era marcada às 18h, meu companheiro de quarto chegava meia-noite. E ninguém falava nada… Era tudo empurrado com a barriga.”

E aí: esse é um retrato fiel destes clubes, ou o atleta exagerou nas suas palavras?

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– E a Culpa é da Sívia Regina???

Sílvia Regina de Oliveira, ícone da arbitragem feminina sulamericana, excepcional caráter, foi retirada de suas funções da Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, entidade de formação dos novos árbitros da Federação Paulista de Futebol. Para o seu lugar, entrará o ex-assistente FIFA, Cel Nilson de Souza Monção, também de ótima índole e conhecimento profundo do futebol.

– Vamos a algumas considerações?

Monção foi um dos melhores com que trabalhei. Salvo engano, o último jogo em que tive a oportunidade de trabalhar com ele foi Guarani X São Bernardo, onde ele bandeirou para mim na A2. Mas isso não importa. Importa sim o fato dele assumir um cargo de tamanha responsabilidade, no qual grandes nomes como Gustavo Caetano Rogério, Antonio Cláudio Ventura, Roberto Perassi e Sílvia Regina atuaram nos últimos 20 anos.

Formar árbitros é difícil. Moldar a universalização dos critérios mais ainda. Segurar a empolgação do jovem apitador, então… Quem entra na Escola de Árbitros para se formar é seguramente um entusiasmado estudante. O jovem se orgulha em dizer que está na FPF! E aí é o momento delicado: respeitar a individualidade do futuro árbitro (suas características pessoais que estarão presentes no seu desempenho), mostrar a necessidade de respeitar critérios de arbitragem e não deixá-lo querer ser maior que o próprio espetáculo.

Por isso, desejo boa sorte ao Nilson Monção. E é impossível não questionar: por que a Sílvia Regina saiu?

Até agora, não há uma nota sequer oficial no site da FPF sobre a saída.

Sílvia é instrutora FIFA e assessora de árbitros da Conmebol. Claro, tal acúmulo de atividades poderia ser dificultoso a ela na EAFI-FPF. Perde a escola uma ótima professora, já que a didática dela (além de conhecimento e simpatia) é muito boa. Aqui, faz-se um adentro: ser um docente do ensino de arbitragem, não necessariamente, tem a ver com suas qualidades enquanto profissional dentro de campo, ou seja, a competência dela como professora não está atrelada a atuação que teve como árbitra (Roberto Perassi, Gustavo Caetano ou Ventura foram árbitros extremamente excepcionais? Claro que não, mas conheciam bem o meio). Se assim fosse, os comentaristas de futebol virariam treinadores e os treinadores virariam jornalistas. Portanto, cada um na sua.

O problema é: dirigentes do apito creditam a sua saída à mudanças profundas na arbitragem paulista! Disse o presidente Marco Polo Del Nero, sobre o fato de ter demitido a Sílvia:

A decisão é minha. Precisava ser feito algo. O treinamento precisa ser contínuo. Não estou feliz e os clubes também não

Balela. Pura bobagem. O presidente da FPF quer imputar a má atuação dos árbitros no Paulistão a ela? Demiti-la seria uma satisfação demagógica às reclamações dos clubes?

Ora, não é Sílvia quem escala os árbitros. Não é ela quem promoveu a absurda e forçada renovação de 70% do quadro de bandeiras da 1ª divisão! Na Escola de Árbitros, ela ensina regras àqueles que entravam no curso. Administrar o quadro, orientá-los dentro de campo é de responsabilidade da Comissão de Árbitros, não da Escola! A função deve ser exercida pelos administradores do departamento, Cel Marcos Marinho e seu assessor, Arthur Alves Júnior. Na hora do sorteio dos árbitros e das orientações, são eles que tem a função. Na hora de punir os árbitros, são eles que determinam as penas. Quando é para dar entrevistas, eles aparecem em público. E a culpa é da Sílvia, segundo Marco Polo?

Se você considera ótimo o trabalho dos árbitros no Paulistão, elogie a eles da Comissão. Se você considera ruim, se reporte aos próprios. Mas Sílvia é a menos culpada de tudo isso.

Na ânsia em dizer que o trabalho é bom, galgam jovens inexperientes à Categoria A1. E como fica toda a história do Ranking, de que o árbitro deveria passar por diversas etapas até chegar a elite? “Foi pro saco”, junto com as denominações Ouro, Prata e Bronze, substituídas por Especial/1,2,3,4 e estagiários?

Faço uma analogia com clube de futebol: é como se a campanha ruim do Flamengo não fosse culpa dos dirigentes ou dos jogadores, mas do treinador da categoria de base…

Atitude demagógica, no mínimo.

E o que dizer da punição ao árbitro José Cláudio da Rocha Filho e do bandeira João Boulgauber? A Comissão de Árbitros os suspenderam, devido a atuação no jogo Palmeiras X Comercial. A quem eles recorrerão? Ao Sindicato, cujo presidente Arthur Alves Júnior faz parte da Comissão que os puniu? Ou à Cooperativa, cujo tesoureiro (ele próprio) faz parte da mesma Comissão e o presidente Silas Santana trabalha na Ouvidoria da FPF?

Os árbitros estão desamparados ao extremo. E depois não querem que diga que há incompatibilidade de cargos nas entidades de defesa dos árbitros…

Uma pena.

E você, o que pensa sobre a medida do Marco Polo Del Nero? Demitir a Sílvia Regina resolve os problemas da arbitragem?

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– O que Muda na Arbitragem da FPF com a saída da Sílvia Regina?

Sílvia Regina de Oliveira, ícone da arbitragem feminina sulamericana, excepcional caráter, foi retirada de suas funções da Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, entidade de formação dos novos árbitros da Federação Paulista de Futebol. Para o seu lugar, entrará o ex-assistente FIFA, Cel Nilson de Souza Monção, também de ótima índole e conhecimento profundo do futebol.

– Vamos a algumas considerações?

Monção foi um dos melhores com que trabalhei. Salvo engano, o último jogo em que tive a oportunidade de trabalhar com ele foi Guarani X São Bernardo, onde ele bandeirou para mim na A2. Mas isso não importa. Importa sim o fato dele assumir um cargo de tamanha responsabilidade, no qual grandes nomes como Gustavo Caetano Rogério, Antonio Cláudio Ventura, Roberto Perassi e Sílvia Regina atuaram nos últimos 20 anos.

Formar árbitros é difícil. Moldar a universalização dos critérios mais ainda. Segurar a empolgação do jovem apitador, então… Quem entra na Escola de Árbitros para se formar é seguramente um entusiasmado estudante. O jovem se orgulha em dizer que está na FPF! E aí é o momento delicado: respeitar a individualidade do futuro árbitro (suas características pessoais que estarão presentes no seu desempenho), mostrar a necessidade de respeitar critérios de arbitragem e não deixá-lo querer ser maior que o próprio espetáculo.

Por isso, desejo boa sorte ao Nilson Monção. E é impossível não questionar: por que a Sílvia Regina saiu?

Até agora, não há uma nota sequer oficial no site da FPF sobre a saída.

Sílvia é instrutora FIFA e assessora de árbitros da Conmebol. Claro, tal acúmulo de atividades poderia ser dificultoso a ela na EAFI-FPF. Perde a escola uma ótima professora, já que a didática dela (além de conhecimento e simpatia) é muito boa. Aqui, faz-se um adentro: ser um docente do ensino de arbitragem, não necessariamente, tem a ver com suas qualidades enquanto profissional dentro de campo, ou seja, a competência dela como professora não está atrelada a atuação que teve como árbitra (Roberto Perassi, Gustavo Caetano ou Ventura foram árbitros extremamente excepcionais? Claro que não, mas conheciam bem o meio). Se assim fosse, os comentaristas de futebol virariam treinadores e os treinadores virariam jornalistas. Portanto, cada um na sua.

O problema é: dirigentes do apito creditam a sua saída à mudanças profundas na arbitragem paulista! Disse o presidente Marco Polo Del Nero, sobre o fato de ter demitido a Sílvia:

A decisão é minha. Precisava ser feito algo. O treinamento precisa ser contínuo. Não estou feliz e os clubes também não

Balela. Pura bobagem. O presidente da FPF quer imputar a má atuação dos árbitros no Paulistão a ela? Demiti-la seria uma satisfação demagógica às reclamações dos clubes?

Ora, não é Sílvia quem escala os árbitros. Não é ela quem promoveu a absurda e forçada renovação de 70% do quadro de bandeiras da 1ª divisão! Na Escola de Árbitros, ela ensina regras àqueles que entravam no curso. Administrar o quadro, orientá-los dentro de campo é de responsabilidade da Comissão de Árbitros, não da Escola! A função deve ser exercida pelos administradores do departamento, Cel Marcos Marinho e seu assessor, Arthur Alves Júnior. Na hora do sorteio dos árbitros e das orientações, são eles que tem a função. Na hora de punir os árbitros, são eles que determinam as penas. Quando é para dar entrevistas, eles aparecem em público. E a culpa é da Sílvia, segundo Marco Polo?

Se você considera ótimo o trabalho dos árbitros no Paulistão, elogie a eles da Comissão. Se você considera ruim, se reporte aos próprios. Mas Sílvia é a menos culpada de tudo isso.

Na ânsia em dizer que o trabalho é bom, galgam jovens inexperientes à Categoria A1. E como fica toda a história do Ranking, de que o árbitro deveria passar por diversas etapas até chegar a elite? “Foi pro saco”, junto com as denominações Ouro, Prata e Bronze, substituídas por Especial/1,2,3,4 e estagiários?

Faço uma analogia com clube de futebol: é como se a campanha ruim do Flamengo não fosse culpa dos dirigentes ou dos jogadores, mas do treinador da categoria de base…

Atitude demagógica, no mínimo.

E o que dizer da punição ao árbitro José Cláudio da Rocha Filho e do bandeira João Boulgauber? A Comissão de Árbitros os suspenderam, devido a atuação no jogo Palmeiras X Comercial. A quem eles recorrerão? Ao Sindicato, cujo presidente Arthur Alves Júnior faz parte da Comissão que os puniu? Ou à Cooperativa, cujo tesoureiro (ele próprio) faz parte da mesma Comissão e o presidente Silas Santana trabalha na Ouvidoria da FPF?

Os árbitros estão desamparados ao extremo. E depois não querem que diga que há incompatibilidade de cargos nas entidades de defesa dos árbitros…

Uma pena.

E você, o que pensa sobre a medida do Marco Polo Del Nero? Demitir a Sílvia Regina resolve os problemas da arbitragem?

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– Vetor Oeste de Jundiaí: crescer de que jeito?

Parece piada: ontem, nas discussões legislativas sobre o zoneamento da cidade de Jundiaí, “descobriram” que o vetor Oeste tem mais espaço para crescer. Ou seja: Fazenda Grande, Medeiros, Ermida… Ok, nada de novo. Mas alguém já experimentou sair do Medeiros no horário de pico?

Pela Dom Gabriel, você fica parado já aqui no Eloy Chaves. E olha que as torres que estão sendo construídas pela Atmosfera no Jardim Ermida ainda não estão prontas. Imagine quando elas estiverem!

Agora, se o mesmo morador tentar sair pela Rod Hermenegildo Tonoli, fica parado também, represado no trânsito que vem de Itupeva.

Senhores… há espaço no Medeiros. Mas não há infraestrutura suficiente não só no bairro, nem nas vias de acesso.

Fica o convite para tentar sair do bairro às 18h e ir para o Centro. Missão impossível!

– Vargas Llosa e o Elogio a Dilma

O peruano Álvaro Vargas Llosa, um dos maiores estudiosos em liberalismo latinoamericano (filho de Mário Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura), fez uma declaração pertinente e propícia:

Enquanto a América Latina está cada vez mais refém de líderes com ações ditatoriais, o Brasil se consolida como a democracia a ser seguida

Ele tem razão. Apesar de todos os nossos problemas (principalmente a corrupção), não temos a caça a imprensa como na Argentina, nem as loucuras de Chávez ou Moralles.

Nessa, dona Dilma merece aplausos. Desvencilhando-se cada vez mais de Lula, ela também acerta na política internacional, corrigida pelos equívocos anteriores. Vargas Llosa também dissertou sobre isso, dizendo que:

Lula mantinha uma infantil política internacional com Irã e Venezuela”.

Matou a pau. Penso como ele.

– Psicologia sem Psicólogo: a Inovação Palmeirense

Leio no “Marca”, em matéria de Daniel Carmona (18/04, pg12), que o Palmeiras vai de “psicologia do bate-papo” para se superar, onde o psicólogo improvisado será o treinador Scolari. Mas olha que interessante: o clube não tem psicólogo, e a justificativa do gerente César Sampaio foi a seguinte:

Quando você traz alguém que o grupo não quer, o ambiente pode até piorar. O jogador de futebol tem um jeito diferente de ver as cosias. Vai pensar: ‘quem é esse cara que não entra em campo para dizer o que eu vou fazer’? Não é uma rejeição, mas ele tem uma avaliação negativa num primeiro momento de alguém que vem de fora”.

E o que o Palmeiras está fazendo para tentar um “segundo momento”, o do aceite? Parece que nada… É o Profissionalismo do Improviso!

– Crianças, Bichos e Jardins

Minha filha Marina adora estar no jardim. Desde cedo brincávamos na grama, observávamos os bichinhos e sentíamos o perfume das flores. Hoje, ela foge de casa para brincar no meio do mato.

Pesquisa mostra: As crianças querem e precisam da Natureza! E faz muito bem. E elas só não podem fazer muito isso devido aos… próprios pais!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI181493-15228,00-ELAS+QUEREM+ESTAR+NA+NATUREZA.html

ELAS QUEREM ESTAR NA NATUREZA

por Kátia Melo

Pesquisa mostra que as crianças desejam ter mais contato com os bichos e as plantas – mas a falta de tempo e a insegurança dos adultos as impedem 

Pegar uma minhoca com as mãos pode ser nojento para alguns, mas não para a empresária paulista Tarsila de Souza Aranha, de 34 anos, e seus dois filhos – Theo, de 3, e Helena, de 6. Os três cuidam da horta caseira de onde saem, direto para a cozinha, maços de manjericão, alecrim e hortelã. Dentro de casa, Helena e Theo ajudaram a mãe a montar na sala “o cantinho da estação”, que muda a cada temporada. Nesta primavera, a decoração do cantinho consiste num tronco de árvore, três bonequinhas com flores, dois passarinhos de madeira e uma menina com uma borboleta.

Para Tarsila e seu marido, Lucas Weier Vargas, é muito importante que seus filhos estejam em constante contato com a natureza. A casa de veraneio da família fica em uma praia de Ubatuba, Litoral Norte de São Paulo. Para chegar lá é preciso pegar um barco e depois fazer uma pequena caminhada. Nem o pequeno Theo escapa dela. “Na natureza, vale o que você é. As crianças aprendem a respeitar ao outro e a si mesmas”, diz Tarsila. Um estudo dos pesquisadores americanos Dorothy e Jeromy Singer, da Universidade Yale, sugere que Tarsila e seus filhos configuram quase uma exceção entre as famílias.

A pesquisa Criança e Natureza – realizada com 2.233 entrevistados, entre mães e filhos de 8 a 12 anos, em 11 países, incluindo o Brasil – concluiu que, apesar de haver uma grande expectativa de contato com a natureza na infância, ele raramente se realiza. Quarenta e cinco por cento das crianças disseram que aprendem mais sobre a natureza no vídeo, nos filmes e na televisão do que vivenciando. Tanto os pais como os filhos reconhecem a importância e os benefícios de atividades fora de casa: 99% dos adultos apontam isso, e 97% das crianças têm a mesma opinião. Brincar fora de casa, porém, é uma realidade cada vez mais distante da vida familiar em todo o planeta. Hoje, 50% da população mundial vive em cidades, segundo dados das Nações Unidas. A previsão é que esse número salte para 65% em 2030.

A rotina longe dos quintais, das praças, dos parques e das áreas rurais pode trazer consequências sérias na vida de uma criança. A mais fácil de entender é o sedentarismo, que leva à obesidade. No Brasil, a obesidade infantil atinge 15% das crianças, segundo índice divulgado no mês passado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metodologia. A deficiência de vitamina D em crianças que não se expõem ao sol também é relatada pelos estudiosos. “Seria bom se os pais desligassem a televisão e incentivassem seus filhos a brincar fora de casa. Apenas 15 ou 20 minutos por dia já seriam suficientes”, diz a médica Juhi Kumar, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, de Nova York, que fez uma pesquisa sobre o assunto. Problemas visuais também podem afetar meninos e meninas s que passam a maior parte do tempo em ambientes fechados. Um levantamento feito entre 2003 e 2005 em 51 escolas da Austrália relata que as crianças com menos contato com a luz natural têm maior probabilidade de apresentar miopia. E não são apenas os aspectos físicos que preocupam. Pesquisadores da Universidade Cornell, em Nova York, chegaram à conclusão de que crianças em contato com a natureza sofrem menos ansiedade, menos depressão e têm mais autoestima. As que observam animais e plantas também têm chances menores de apresentar déficit de atenção e hiperatividade.

Os pesquisadores de Yale acham que a falta de interação com as árvores e os animais pode levar as crianças a ter uma percepção distorcida da realidade. “Há programas de televisão que exageram as forças da natureza”, diz Dorothy Singer. “Provocam medo nas crianças ao falar de tempestades, vulcões e terremotos que acontecem com menos frequência do que são mostrados.” Nunca ter visto animais da zona rural, como vacas e galinhas, está se tornando comum entre as novas gerações, afirmam os pesquisadores. Ana Paula de Assis, de 34 anos, pedagoga paulista, diz que sua filha Catherine, de 2, nunca viu uma galinha ou um cavalo. Catherine, assim como muitas crianças da pesquisa de Yale, conhece os bichos apenas pelos livros ou pela TV. Ana Paula diz que, apesar de a família morar em frente a um parque, eles raramente o frequentam. Ana Paula está amamentando uma bebê de 7 meses e diz que não sobra tempo para atividades fora de casa. A pesquisa de Yale constatou que a falta de tempo, a ausência de áreas abertas ou parques nas cidades e a preocupação com a segurança são as principais explicações dos pais para a falta de contato dos pequenos com a natureza.

É natural que os pais tenham medo. Crianças brincando longe dos adultos, em lugares ermos, estão sujeitas a riscos maiores do que correriam na sala de casa. Segundo Stephan R. Kellert, professor em Yale e autor de um livro sobre a conexão humana com a natureza, é bom que as crianças corram riscos – uma pesquisa britânica mostrou que 51% das crianças não tinham permissão dos pais para subir em árvores sem a presença dos adultos. Mas subir em árvores, correr, levar tombos e se machucar são experiências essenciais para aprender a se relacionar com o mundo. “A natureza nos ensina a resolver problemas”, diz Kellert. Como resolver, então, a escassez do contato com o mundo natural? Dorothy Singer aconselha os pais a estabelecer um conjunto de regras:

separar um tempo do dia para estar ao ar livre com as crianças, controlar mais rigidamente o uso de videogames e televisores;

participar com os filhos de passeios, acampamentos e caminhadas;

escolher programas de TV que sejam educativos com respeito à natureza e vê-los com as crianças;

os pais deveriam preparar excursões em que os aspectos da natureza mostrados na TV pudessem ser vistos de perto. “Talvez seja mais fácil para os pais deixar as crianças dentro de casa e acreditar que elas preferem ver TV a brincar na rua”, diz a psicóloga de Yale.

O pesquisador americano Richard Louv, presidente da ONG Children and Nature e autor do best-seller Last child in the woods (A última criança nas florestas), disse a ÉPOCA que é impossível cuidar do meio ambiente sem conhecê-lo. “Como podemos proteger algo que não sabemos identificar, que não aprendemos a amar?”, diz ele. Louv afirma que não é o caso de sermos nostálgicos e evocarmos os tempos em que as crianças sumiam de casa pela manhã e só chegavam no início da noite, sujas e exauridas. Ele fala que é preciso acharmos soluções práticas para a situação moderna.

Em países como Canadá, Inglaterra, Estados Unidos e Austrália, os pais se revezam para levar as crianças aos espaços abertos. Algumas atitudes simples como deitar no chão e contar nuvens podem levar as crianças ao mundo essencial do imaginário. “O importante é que as crianças tenham tempo para fantasiar. Na natureza, elas podem fazer isso”, diz Louv.

– Bom Fotógrafo em Momento Emblemático

Os ônibus espaciais foram aposentados. Mas parece que os americanos irão ao espaço através de inventos da iniciativa privada. E ontem, uma foto impressionou pela boa qualidade: a foto do Discovery sendo transportado pelo Boeing da Nasa, onde ele está exatamente sobre o marco de Washington!

 

Simbolismo total!

– YPF estatizada por Cristina Kirchner. E aí?

Ditadores do século XXI: a Argentina estatiza a petrolífera YPF.

Os espanhóis da Repsol, donos da empresa, devem estar contente…

Com tal atitude, você investiria nos nossos hermanos?

Dona Cristina está dando um tiro no pé

– Facebook já é o Site de Maior Audiência no Brasil

No último sábado, o Facebook se tornou o site mais acessado do país. Segundo uma pesquisa divulgada hoje (perdoem-me a falta de citação), a rede social Facebook foi visitada por 10,86% dos internautas, contra 10,85% do site buscador Google.

Enquanto isso, o Orkut definha e o Google+ engatinha. Sou usuário também do Google+, e é nítido que estão trabalhando ferozmente na ferramenta social. Mas, para popularizá-lo, levará muito tempo ainda…

– Sem Radares, Menos Acidentes!

Como explicar esse número: sem os radares eletrônicos desde a última semana, o número de acidentes em Campinas reduziu em 50%!

Na nossa vizinha cidade, o contrato da empresa que cuidava dos radares expirou, e para surpresa geral, há menos problemas no trânsito…

O que dizer?

– Berlusconi e Bunga Bunga com as moças vestindo máscaras de Ronaldinho?

Coisas inacreditáveis de Sílvio Berlusconi: uma cafetina interrogada sobre o caso de assédio sexual e festas com prostitutas, disse que o dirigente italiano gosta de fetiches sexuais com moças brasileiras. E, em especial, por uma ocasião, solicitou uma profissional do sexo vestida com a camisa do Flamengo e com máscara de Ronaldinho Gaúcho!

Aí não dá… eu não acredito, mas está no processo.

Durma-se com tal barulho. O que se sabia publicamente é que o ex-primeiro ministro promovia orgias sexuais, incluindo menores de idade, nas chamadas “festas bunga-bunga”. Mas com fantasia de R10, esquece!

– País Desenvolvido com 1/4 de Analfabetismo em Alguns Lugares?

Um número me assustou: em Alagoas, terra da família Collor há muito tempo, ¼ da população é analfabeta, segundo o IBGE. No Maranhão, terra dos Sarneys, pouco mais de 1/5 da população não sabe ler e escrever.

Todos são eternamente senadores, governadores, e quase proprietários dessa gente. O que fizeram por eles? Triste, não?

Como podemos admitir que um país seja considerado desenvolvido com um de seus estados da União com quase 25% (e outros do Nordeste beirando esse número)?

Aqui, o analfabeto é exclusivamente aquele que não sabe ler nem escrever. Se saber escrever o seu nome, já sai dessa conta. Na prática é analfabeto, mas na teoria é semi-alfabetizado.

Se a média do estado de Alagoas é de 24,3%, imagine a cidade com índice mais alto?

Será que as autoridades estão realmente preocupadas em resolver o assunto? Deixe seu comentário:

– Meu Colírio!

O que posso dizer da minha princesa Marina?

– A Triste Sina de quem não se classificou no Paulistão.

Saldo do Paulistão: equipes inativas por um longo período, devido ao formato das competições da FPF; clubes ioiô (subiram da A2 e caem da A1 no ano seguinte), falta de atletas revelados na competição, baixas rendas e desestruturação de equipes.

Desestruturação por quê? Veja só: em dezembro, a Portuguesa era chamada de “Barcelusa” (em alusão ao Barcelona). Ao término do Paulistão, a Lusa (que havia subido da B para a A do Nacional) foi rebaixada para a A2 do Estadual. Melhor que não tivesse existido Paulistão a ela.

Curiosamente, o Guarani, que não subiu no Brasileirão, se classificou para as oitavas. Vá entender…

E um fator positivo: nenhuma equipe usou o fator “salário” no regulamento. Quem atrasasse salários perderia pontos no torneio. Os 20 clubes devem estar em dia…

Boa sorte ao torneio, que para mim, começa de verdade agora. Digo isso com infelicidade, pois, vide a derradeira rodada para o meu glorioso Galo da Terra da Uva… Não classificou-se para a série D e vai ter que esperar a Copa Paulista.

– USP promoverá a “Semana do Baseado”

Triste, mas real: alunos da FFLCH (faculdade de filosofia, letras e ciências humanas) da USP promoverão um evento em louvor às drogas, onde fumarão orégano em alusão à maconha. Se chamará “Semana do baseado”, onde se discutirá a liberação de entorpecentes.

Com tanta coisa mais importante a se fazer, com tanto doente viciado em drogas e com tanta família desestruturada por elas, a troco de quê esses maconheiros se acham acima do bem e do mal?

Lamentável.

– Sarney quase infartou. Mas se tratou em…

Coisas que os políticos não dizem: Sarney vive em Brasília, tem seu curral eleitoral no Maranhão e já se elegeu pelo Amapá. Mas quando fica doente, vem se tratar no Sírio Libanês, em São Paulo.

Ora, com tanto tempo na Política e a frente de pastas executivas, por que não construiu hospitais de excelência nessas localidades?

Neste final de semana, o senador sofreu um mal estar e veio se tratar aqui. Não existe hospital de boa qualidade na capital do país?

Com todo respeito, mas são incoerências revoltantes!

– ECAD divulga: Quais são os Artistas mais Ouvidos no Brasil?

Vejam só: o ECAD divulgou os números de recebimentos dos direitos autorais das canções internacionais executadas. E sabe quem lidera a lista aqui no nosso país?

The Beatles!

Pois é. Depois de tanto tempo, eles ainda são o número 1, seguidos por Lady Gaga, Michael Jackson, Justin Bieber e U2.