– Tecnologia Eletrônica Finalmente Chega ao Futebol. Como se dará?

Três novas medidas adotadas pela FIFA hoje (em fase avançada de experiência):

1) Permissão de que atletas femininas islâmicas usem o véu nas partidas de futebol (ainda a regular como será o padrão da veste, em teste e aperfeiçoamento até 2014)

2) Escolha oficial da tecnologia para confirmar gols (dentre as muitas que foram oferecidas). A FIFA não escolheu uma, mas autorizou as duas que mais foram testadas até então: a do Hawk Eye (a de sistemas de câmeras, semelhante ao usado no tênis) e a do Goalref (a do Chip na Bola).

3) Aceite dos árbitros assistentes adicionais (AAA)

Claro que a medida radical é o aceite da Tecnologia de Ponta. Será utilizada em 3 competições FIFA nos próximos anos: em 2012 na Copa do Mundo de Clubes, 2013 na Copa das Confederações e 2014 na Copa do Mundo.

Diferente das 17 regras, que são obrigatórias, as medidas autorizadas hoje são OPCIONAIS. Assim, países pobres poderiam evitar custos altos da implantação, e torneios de ponta poderiam usar o que há de melhor.

Vale ressaltar que os estádios e clubes interessados em usá-las terão que ter a licença da FIFA (processo semelhante ao da aprovação de gramados sintéticos: a FIFA recebe o pedido, avalia e certifica as instalações).

Por fim, os AAA foram aceitos oficialmente, após as experiências reguladas. Entretanto, não foi dito como eles atuarão (se do lado direito ou esquerdo dos gols, testados no primeiro e segundo ano).

E você: gostou das novidades? Deixe seu comentário:

 

– Os Brasileiros do Burger King: Bons Números

O Burger King cresce forte no Brasil. Mas os brasileiros do 3G (os proprietários da rede americana) conseguiram ótimos números mundo afora: o prejuízo de 2 anos atrás (primeiro trimestre) era de 6,8 milhões de dólares. Nesse ano, reverteu-se para US$ 25 milhões de lucro.

O valor de mercado é de 6 bilhões de dólares. São 12.512 restaurantes. Porém, além da boa gestão, medidas impopulares foram tomadas: por exemplo, demissões em toda rede.

– Rivalidade Histórica e Comemorações

torcedores e torcedores…

Vejo amigos alegres e sorridentes comemorando o título do Corinthians. Que bacana, curtem, brincam e não prejudicam ninguém.

E os idiotas que quebraram agências bancárias na Avenida Paulista em São Paulo? São torcedores ou bandidos?

Todo fanatismo é perigoso e burro. Uma pena.

– Parceiras Retomam o Negócio: a Associação Semp e Toshiba

A brasileira Semp (da família Hennel) historicamente esteve associada com a japonesa Toshiba. Cresceram no país juntas, e depois de um certo tempo romperam. Tanto Semp quanto Toshiba perderam espaço para LG, Samsung e outras.

Assim, ambas voltam ao mercado juntas, e agora para um novo mercado: notebooks!

Será que perderam muito tempo separadas ou ainda há tempo para voltar ao sucesso dos anos 90?

– Análise do Árbitro: Corinthians X Boca Jrs, Finalíssima da Libertadores

O Corinthians é campeão da Libertadores da América, e a êxtase do título faz com que a arbitragem nem seja discutida e passe desapercebida, com seus erros e acertos. Mas, na neutralidade que exige tal análise, vamos falar da atuação de Wilmar Roldán.

A partida foi de muita paciência, inteligência e malandragem por parte das equipes. O árbitro, com muita rodagem na Libertadores (10 jogos na temporada), apesar da juventude (apenas 32 anos, porém, como seu compatriota colombiano Oscar Ruiz, também surgiu cedo na arbitragem internacional), teve muito trabalho no jogo que se mostrou nervoso.

Veja o cenário inicial e diga se a atenção não deveria ser máxima:

– 16 segundos e primeira falta em Jorge Henrique. Cobrada aos 47s.

– 01 minuto e 05 segundos, falta de Emerson em Sosa, cobrada aos 01m34s.

– 02 minutos e 50 segundos, nova falta, agora para o Corinthians. Cobrada aos 03m10s.

Com 3 minutos, já tínhamos 3 faltas e pouca bola rolando. E esse seria o panorama do jogo: muita pegada, catimba e cera.

Aos 3m22s, falta de Mouche em Chicão. Chicão revida e Mouche cai. Amarelo para ambos. Perfeito, certou o árbitro.

Chega de contabilizar faltas e bola parada no minuto-a-minuto, já ficou claro que tivemos pouquíssimo jogo efetivo. E Wilmar Roldán não se fez de rogado: segurou o jogo mesmo, sentindo o clima unfair-play da partida. Talvez a melhor opção a ser adotada, pois se não tomasse cuidado, muitas expulsões poderiam acontecer.

E como o jogo era tenso, fatos não-corriqueiros aconteceram: aos 32 minutos, o goleiro Oreon se machuca. Sua saída é lenta, com sorriso amarelo, sem graça… E muita demora. Os 5 minutos de acréscimos ao término da etapa foram poucos, se somado com toda a cera da partida.

Aliás, onde é que estava o quarto árbitro Buitrago, que não viu que as cores do goleiro reserva Sosa Silva eram parecidas com a do Corinthians? Ridícula a demora para o reinício do jogo, trocando o shorts à beira do gramado. Deveria ter visto isso bem antes…

No segundo tempo, o árbitro continuava a apitar tudo; para times que gostam de amarrar o jogo, o Pacaembu é ótimo para tal estratégia. Mais faltas, e mais cera. Vide falta em Riquelme aos 40 segundos, cobrada somente a 1m36s. Ou o primeiro escanteio, que demorou quase 1 minuto para ser cobrado. Cera pura!

Porém, no segundo escanteio: novamente cera e Santiago Silva agride Jorge Henrique sem bola. Errou o árbitro, deveria ter expulsado El tanque, que socou o adversário.

06m: Schiavi atinge Danilo com um pontapé, amarelo bem aplicado.

09m: Caruzzo acerta Emerson, cartão amarelo bem aplicado.

12m: Jorge Henrique atinge Riquelme no contra-ataque, Cartão Amarelo.

Como vale tudo em final (para alguns), após o gol, é a vez do Corinthians fazer cera: expulsão do gandula que retia a bola. Aí é fácil: tomar providência contra cera de gandula, mas não tomar providência contra cera de atleta.

Outro erro do árbitro no segundo tempo: aos 32m, Schiavi atinge Danilo com forte pontapé, deveria receber 2º amarelo e ser expulso. É o segundo não-expulso do Boca Jrs.

Dos 35m aos 38m, Emerson Sheik e Caruzzo se ameaçam de todas as formas, sendo que o corinthiano toma a iniciativa. No auge das provocações (feitas sem a percepção do árbitro no começo, mas à sua vista no final) deveriam receber a advertência. O fim das provocações se deu com Emerson mordendo a mão de Caruzzo! Deveria ser expulso, mas a arbitragem não viu. Será que a Conmebol procederá como a UEFA (que utiliza o recurso eletrônico para tais lances), usará as imagens e punirá severamente Sheik pela selvageria?

Nos acréscimos, não houve jogo. Só foram minutos protocolares.

Enfim, a arbitragem não influenciou no resultado da partida, acertou nos lances técnicos com estratégia de arbitragem conservadora (que não vai de encontro com seu costumeiro estilo), razoável tecnicamente em jogo difícil e fraco disciplinarmente, sendo conivente com a cera. Na várzea, se costuma dizer que “o juizão não quis se complicar”, já que com pouca bola rolando, menor as chances de lances polêmicos surgirem.

Parabéns ao Corinthians. Para nós, brasileiros, é muito mais prazeroso assistir a um possível Corinthians X Chelsea no Mundial Interclubes do que ver o Boca em seu lugar. Desde que não apareça um Mazembe no meio do caminho…

– Análise do Árbitro: Corinthians X Boca Jrs, Finalíssima da Libertadores. Como foi o árbitro?

O Corinthians é campeão da Libertadores da América, e a êxtase do título faz com que a arbitragem nem seja discutida e passe desapercebida, com seus erros e acertos. Mas, na neutralidade que exige tal análise, vamos falar da atuação de Wilmar Roldán.

 

A partida foi de muita paciência, inteligência e malandragem por parte das equipes. O árbitro, com muita rodagem na Libertadores (10 jogos na temporada), apesar da juventude (apenas 32 anos, porém, como seu compatriota colombiano Oscar Ruiz, também surgiu cedo na arbitragem internacional), teve muito trabalho no jogo que se mostrou nervoso.

 

Veja o cenário inicial e diga se a atenção não deveria ser máxima:

 

– 16 segundos e primeira falta em Jorge Henrique. Cobrada aos 47s.

– 01 minuto e 05 segundos, falta de Emerson em Sosa, cobrada aos 01m34s.

– 02 minutos e 50 segundos, nova falta, agora para o Corinthians. Cobrada aos 03m10s.

 

Com 3 minutos, já tínhamos 3 faltas e pouca bola rolando. E esse seria o panorama do jogo: muita pegada, catimba e cera.

 

Aos 3m22s, falta de Mouche em Chicão. Chicão revida e Mouche cai. Amarelo para ambos. Perfeito, certou o árbitro.

 

Chega de contabilizar faltas e bola parada no minuto-a-minuto, já ficou claro que tivemos pouquíssimo jogo efetivo. E Wilmar Roldán não se fez de rogado: segurou o jogo mesmo, sentindo o clima unfair-play da partida. Talvez a melhor opção a ser adotada, pois se não tomasse cuidado, muitas expulsões poderiam acontecer.

 

E como o jogo era tenso, fatos não-corriqueiros aconteceram: aos 32 minutos, o goleiro Oreon se machuca. Sua saída é lenta, com sorriso amarelo, sem graça… E muita demora. Os 5 minutos de acréscimos ao término da etapa foram poucos, se somado com toda a cera da partida.

 

Aliás, onde é que estava o quarto árbitro Buitrago, que não viu que as cores do goleiro reserva Sosa Silva eram parecidas com a do Corinthians? Ridícula a demora para o reinício do jogo, trocando o shorts à beira do gramado. Deveria ter visto isso bem antes…

 

No segundo tempo, o árbitro continuava a apitar tudo; para times que gostam de amarrar o jogo, o Pacaembu é ótimo para tal estratégia. Mais faltas, e mais cera. Vide falta em Riquelme aos 40 segundos, cobrada somente a 1m36s. Ou o primeiro escanteio, que demorou quase 1 minuto para ser cobrado. Cera pura!

 

Porém, no segundo escanteio: novamente cera e Santiago Silva agride Jorge Henrique sem bola. Errou o árbitro, deveria ter expulsado El tanque, que socou o adversário.

 

06m: Schiavi atinge Danilo com um pontapé, amarelo bem aplicado.

09m: Caruzzo acerta Emerson, cartão amarelo bem aplicado.

12m: Jorge Henrique atinge Riquelme no contra-ataque, Cartão Amarelo.

 

Como vale tudo em final (para alguns), após o gol, é a vez do Corinthians fazer cera: expulsão do gandula que retia a bola. Aí é fácil: tomar providência contra cera de gandula, mas não tomar providência contra cera de atleta.

 

Outro erro do árbitro no segundo tempo: aos 32m, Schiavi atinge Danilo com forte pontapé, deveria receber 2º amarelo e ser expulso. É o segundo não-expulso do Boca Jrs.

 

Dos 35m aos 38m, Emerson Sheik e Caruzzo se ameaçam de todas as formas, sendo que o corinthiano toma a iniciativa. No auge das provocações (feitas sem a percepção do árbitro no começo, mas à sua vista no final) deveriam receber a advertência. O fim das provocações se deu com Emerson mordendo a mão de Caruzzo! Deveria ser expulso, mas a arbitragem não viu. Será que a Conmebol procederá como a UEFA (que utiliza o recurso eletrônico para tais lances), usará as imagens e punirá severamente Sheik pela selvageria?

 

Nos acréscimos, não houve jogo. Só foram minutos protocolares.

 

Enfim, a arbitragem não influenciou no resultado da partida, acertou nos lances técnicos com estratégia de arbitragem conservadora (que não vai de encontro com seu costumeiro estilo), razoável tecnicamente em jogo difícil e fraco disciplinarmente, sendo conivente com a cera. Na várzea, se costuma dizer que “o juizão não quis se complicar”, já que com pouca bola rolando, menor as chances de lances polêmicos surgirem.

 

Parabéns ao Corinthians. Para nós, brasileiros, é muito mais prazeroso assistir a um possível Corinthians X Chelsea no Mundial Interclubes do que ver o Boca em seu lugar. Desde que não apareça um Mazembe no meio do caminho…

– Hoje é dia de Hangout no Google Plus!

Amigos, como é dia de finalíssima para os corinthianos, véspera de decisão para palmeirenses, e semana para “secar adversários”, segundo santistas e sãopaulinos, um convite bacana: vamos discutir esses jogos num bate-papo interativo, com som e imagem, num Hangout do G+ !

A rede social Google Plus possui uma ótima ferramenta interativa, chamada Hangout, que permite conversar em grupo do seu computador, vendo e ouvindo seus participantes. E, em particular, nesta quarta-feira às 19h, estaremos em um evento legal: um Hangout sobre futebol com o jornalista Fernando Sampaio (Rádio Jovem Pan e UOL); com o internacional Marcelo de Lima Henrique (árbitro FIFA – inclusive atuou no último sábado pelo Brasileirão no jogo Cruzeiro X São Paulo, e na última quinzena no jogo Santos X Corinthians, pela Libertadores); com o ex-árbitro e hoje comentarista da TV Bahia (afiliada Rede Globo), Rodrigo Martins Cintra (que atua como executivo FIFA junto ao COL da Copa do Mundo). Além, de mim, esse pobre colega que dará o ar da graça junto a essas feras.

Você pode participar, enviando perguntas, tirando dúvidas, matando a curiosidade e discutindo sobre os jogos conosco, cara-a-cara (ou melhor, “tela-a-tela”). Se preferir, pode apenas assistir também.

Para participar, basta ter uma conta no Google Plus (G+) e procurar por Hangout. Se perferir, haverá transmissão pelo YouTube.

Aguardo vocês!

Abraços,

Rafael Porcari

https://www.youtube.com/watch?v=hC5OJkVdSNQ&feature=player_embedded

– Pré-Análise da Arbitragem de Palmeiras X Coritiba, Final da Copa do Brasil

 Wilton Pereira Sampaio será o árbitro do primeiro jogo da final da Copa do Brasil. O árbitro que hoje é aspirante da FIFA por Goiás (mas que chegou a tal status pelo Distrito Federal) tem sido um dos mais regulares na competição. Porém, na última partida na competição, trabalhou na semifinal no jogo Coritiba 2 X 0 São Paulo, com atuação ruim.

 

Discreto, Sampaio não costuma deixar o jogo correr. Seu estilo é de marcar muitas infrações e opta por “preservar o atleta”, marcando demasiadas faltas de contato físico. Normalmente, sua linha de arbitragem é conservadora, sendo que não temos muito tempo de bola rolando em suas partidas.

 

Por tal critério, muitas vezes ele é contestado, embora, lances polêmicos não têm acontecido em seus jogos.

 

Seus assistentes serão: Alessandro Rocha de Mattos (FIFA-BA), considerado o “bandeira olho biônico”, por errar muito pouco os lances de impedimentos, e Fabrício Vilarinho (FIFA-GO), que foi escalado seguidamente nas duas semifinais e hoje volta a atuar.

 

A escala tem uma curiosidade: o árbitro reserva (4º árb) será também goiano, Elmo Resende, que apitou São Paulo X Atlético Mineiro e expulsou Luís Fabiano (denunciado para 12 jogos de suspensão e que levou apenas 2).

 

O bandeira reserva do jogo (5º árb) será de SP, João Boungauber. Apesar de ser competente, já que o restante da equipe de arbitragem é não-paulista, poderia ter seguido o mesmo critério e escalar alguém de outro estado.

 

Aqui vai uma crítica à CBF. A entidade escalou para complementar a equipe de arbitragem 2 DELEGADOS PARA OBSERVAREM OS ÁRBITROS E 1 PSICÓLOGA!

 

Por quê 2 avaliadores? Aristeu Tavares e Márcio Verri serão os delegados/observadores da partida (ou “assessores de arbitragem”, como costumam ser chamados). Excesso de zelo? É a primeira vez que isso acontece em jogos no Brasil (nem na final da Libertadores ou do Mundial de Clubes vemos isso). Além deles, temos a Dra Marta Sousa para auxiliar com os serviços de psicologia. Nada contra, mas ao invés de ser escalada para o estádio, tal profissional não deveria fazer um trabalho contínuo fora do gramado? Não vejo necessidade de se colocar uma psicóloga dentro do vestiário; mas sim, num treinamento planejado, a longo prazo, intermitente.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

 

Obs: Wilton Sampaio não é a cara do ex-jogador Denilson? Veja a foto:

– Pré-Análise da Arbitragem de Palmeiras X Coritiba, Final da Copa do Brasil

 Wilton Pereira Sampaio será o árbitro do primeiro jogo da final da Copa do Brasil. O árbitro que hoje é aspirante da FIFA por Goiás (mas que chegou a tal status pelo Distrito Federal) tem sido um dos mais regulares na competição. Porém, na última partida na competição, trabalhou na semifinal no jogo Coritiba 2 X 0 São Paulo, com atuação ruim.

Discreto, Sampaio não costuma deixar o jogo correr. Seu estilo é de marcar muitas infrações e opta por “preservar o atleta”, marcando demasiadas faltas de contato físico. Normalmente, seu estilo de arbitragem é conservador, sendo que não temos muito tempo de bola rolando em suas partidas.

Por tal critério, muitas vezes ele é contestado, embora, lances polêmicos não têm acontecido em seus jogos.

Seus assistentes serão: Alessandro Rocha de Mattos (FIFA-BA), considerado o “bandeira olho biônico”, por errar muito pouco os lances de impedimentos, e Fabrício Vilarinho (FIFA-GO), que foi escalado seguidamente nas duas semifinais e hoje volta a atuar.

A escala tem uma curiosidade: o árbitro reserva (4º árb) será também goiano, Elmo Resende, que apitou São Paulo X Atlético Mineiro e expulsou Luís Fabiano (denunciado para 12 jogos de suspensão e que levou apenas 2).

O bandeira reserva do jogo (5º árb) será de SP, João Boungauber. Apesar de ser competente, já que o restante da equipe de arbitragem é não-paulista, poderia ter seguido o mesmo critério e escalar alguém de outro estado.

Aqui vai uma crítica à CBF. A entidade escalou para complementar a equipe de arbitragem 2 DELEGADOS PARA OBSERVAREM OS ÁRBITROS E 1 PSICÓLOGA!

Por quê 2 avaliadores? Aristeu Tavares e Márcio Verri serão os delegados/observadores da partida (ou “assessores de arbitragem”, como costumam ser chamados). Excesso de zelo? É a primeira vez que isso acontece em jogos no Brasil (nem na final da Libertadores ou do Mundial de Clubes vemos isso). Além deles, temos a Dra Marta Sousa para auxiliar com os serviços de psicologia. Nada contra, mas ao invés de ser escalada para o estádio, tal profissional não deveria fazer um trabalho contínuo fora do gramado? Não vejo necessidade de se colocar uma psicóloga dentro do vestiário; mas sim, num treinamento planejado, a longo prazo, intermitente.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Obs: Wilton Sampaio não é a cara do ex-jogador Denilson? Veja a foto:

– Síria e Irã: os calcanhares de Aquiles dos EUA

A Síria tem feito barbaridades com a população local em meio a guerra civil. O Irã, costumeiro em se militarizar.

Nos EUA, a campanha eleitoral corre solta, e há muita pressão dos adversários de Obama para que ele tome providências. Porém, nada pode ser feito contra a Síria, pois a Rússia veta qualquer medida na ONU (A Síria é um dos países com grande número de russos em seu território, devido a cooperações do tempo da URSS), e o Irã ameaça bloquear um estreito pérsico que dá acesso ao transporte de petróleo.

O que fazer?

Tomara que a solução não seja a guerra.

– Schincariol poderá Mudar a Matriz para o Nordeste?

Segundo a Revista Exame (Ed 1019), os japoneses da Kirin, controladores da Schincariol, estudam deixar Itu e mudar a matriz para o Nordeste. Os motivos seriam vários:

– O Crescimento da Itaipava em praças como Bahia e Pernambuco, locais onde a Schin lidera.

Incentivos fiscais, já que o estado de São Paulo não beneficia com isenções /reduções de impostos.

Uma grande perda de prestígio ao Governo Paulista, sem dúvida, caso ocorra tal mudança.

– Alavancando Partidos – As eleições vem aí!

por Reinaldo Oliveira

Junho é tempo das quermesses e de decisões político-partidárias, algumas impensáveis, anos atrás. Estamos no período do ano eleitoral no qual os partidos realizam as convenções para escolha dos candidatos ou candidatas a prefeito, vice-prefeito, vereadores e vereadoras e decidem, também, se vão fazer coligações, com e quais partidos. Até dia 05 de julho, os nomes daqueles que vão concorrer às eleições deverão ser entregues nos cartórios eleitorais. Talvez você tenha sido convidado a se candidatar. Você pensou, conversou com a família, com o padre e se decidiu: sim, acredito que sendo candidato poderei ajudar a melhorar a situação do município. É verdade, os partidos precisam contar com a presença de cristãos e cristãs, que entendem a atuação dos políticos como serviço à coletividade. É o vereador que, pela elaboração de leis significativas, possíveis de serem cumpridas, organiza a vida da cidade, as relações entre seus habitantes e entre os que disputam o espaço da cidade, para seus negócios. É também o vereador que decidirá sobre o uso do dinheiro dos impostos, devendo zelar pela sua aplicação em favor do bem daqueles que mais necessitam, fiscalizar a atuação do prefeito e verificar, em nome dos munícipes se ele ou ela, prefeito, ou prefeita, está governando a favor de todos. Mas, pense bem! E se você for apenas um candidato “alavanca”? Candidato “alavanca”? Sim, isso mesmo. O candidato mobiliza família, amigos, comunidade, conhecidos e desconhecidos, faz campanha, vai às ruas a caça de votos.  Mas, de repente, percebe que não tem espaço nos encontros partidários, que não é chamado a falar quando convidam o candidato a prefeito, que não recebe ajuda do partido para financiar a campanha. Verifica, também, que existem no partido, ou na coligação da qual o partido faz parte, candidatos que talvez já sejam vereadores e estejam se candidatando novamente. E observa que recebem apoio partidário e tem o nome estreitamente vinculado ao candidato a prefeito. E agora? Qual era o interesse do partido ou coligação nesta candidatura? Atenção, possíveis candidatos e amigos e amigas eleitores, que nos ouvem. A resposta está nas regras do jogo eleitoral. As vagas na Câmara Municipal são distribuídas entre os partidos ou coligação de partidos que conseguem maior número de votos válidos. Assim, nem todos os partidos tem assegurada vagas na Câmara e um candidato com muitos votos pode não ser eleito, se o partido pelo qual ele se candidatou não tiver votos suficientes para garantir pelo menos uma vaga de vereador.  E agora, amigo eleitor ou candidato, qual o resultado de todo esforço que fez para conseguir algumas dezenas de votos? Você, simplesmente, alavancou outros candidatos, isto é, deu fôlego para que seu partido ou coligação ocupasse um número maior de vagas na Câmara Municipal. Tudo bem! Não há problema nenhum em alavancar uma disputa eleitoral! Mas, vamos ser alavancas com muita consciência. Para isso, considere três alertas amarelos, três sinais de atenção:

1o.)  Tenha consciência de que, ao se candidatar ou votar num candidato alavanca, você poderá estar apenas prestando um serviço ao partido ou coligação, ajudando a eleger candidatos mais conhecidos.

2o.) Tão importante quanto o primeiro alerta, é ter consciência da seriedade do programa do partido e dos partidos que integram a coligação, de suas histórias de luta em favor do povo.

3o.) E da mesma importância que os alertas anteriores, conheça muito bem quais serão os candidatos mais fortes do partido ou coligação e tenha certeza absoluta que não estará trabalhando para algum picareta.

Que são Tomás Morus padroeiro dos políticos, ilumine a população brasileira para que cheia do Espírito Santo e seguindo o exemplo de João Batista, vote consciente e eleja candidatos que legislem com  visão plena de vida para todos e todas.

(Caci Amaral – Coordenadora da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo)

– Cigarro Continental, a Preferência Nacional… dos Boleiros?

Coisas raras e hoje equivocadas: vejo uma antiga edição da Revista Placar, de 1982, falando sobre a Seleção de Zico, Falcão, Sócrates… e , ao lado, a propaganda do “Cigarro Continental, a Preferência Nacional”, um dos patrocinadores do escrete canarinho.

Hoje, nem pensar em cigarro patrocinar futebol. Aliás, o Continental era o famoso “Arrebenta Pulmão”. Chega a ser bizarro pensar na associação esporte X fumo.

Porém, leio no blog do jornalista Lelé Arantes (citação abaixo) um texto pertinente sobre o assunto: condenamos o cigarro + esporte, mas aceitamos cerveja + futebol?

Extraído de: http://bdnovo.lecom.com.br/blog/detalhe/966/Sobre+cigarros+e+cervejas

SOBRE CIGARROS E CERVEJAS

Na Copa de 1970 eu estava completando dez anos. Duas horas antes do primeiro jogo do Brasil, contra a Tchecoslováquia, do temível goleiro Viktor, eu queimei o pé direito numa montanha de casca de arroz que havia pegado fogo nos fundos da máquina do Hermínio Féboli. Mas na hora do jogo, com o pé empastado de pomada, lá estava eu sentado no chão da loja do Edgard Matiel com os olhos grudados no aparelho de tevê.

Naquela copa aprendi que fumar Continental king size filtro era uma preferência nacional para quem quisesse torcer pela vitória do Brasil, animado pela musiquinha de Miguel Gustavo dos “90 milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração”.

Vinha a música e com ela o maço azul de cigarros. O tempo correu, o Brasil foi tri, tetra, penta e hoje aprendemos que bom mesmo é ser brameiro porque todos os nossos heróis do futebol são tomadores de cerveja Brahma. E mais, tomar cerveja é sinônimo de vencedor, de batalhador, de sucesso conquistado a duras penas.

Não sou moralista, longe de mim. Eu gosto de uma cervejinha estupidamente gelada e de um bom chope, seja ele Brahma, Antárctica, Sol, Heineken, Germânia ou da Riopretana, que é tão bom quanto o Batuta, de Manaus. Agora, vincular os jogadores da seleção brasileira ao consumo de cerveja é nocivo para as nossas crianças e nossos jovens. E depois não adianta a imprensa criticar os jogadores baladeiros!

Além do mais, é uma tremenda mentira que beber cerveja significa sucesso e todos nós sabemos disso.

Eu fumei por longos 17 anos e confesso que sofri influência da propaganda que vinculava o cigarro Continental à conquista do tricampeonato. Tanto que meu primeiro maço foi um Continental. Mais tarde eu mudei para Albany, Shelton, Chanceller, Galaxy até jogar fora meu último Free quando passei a fumar 40 cigarros por dia.

Os mais liberais dirão que a propaganda não influencia. A verdade é: se não influenciasse as empresas não gastariam milhões de reais para patrocinar o futebol, as festas de rodeio e todos os eventos que arrastam multidões. Passou da hora de o Congresso Nacional banir a propaganda de bebidas alcoólicas. Por mais que a indústria cervejeira se esforce para dizer o contrário, a cerveja é bebida alcoólica e vicia. Ponto final. Portanto, ela é tão nociva à sociedade quando o crack, a maconha, a cocaína, o cigarro e outras drogas.

A propaganda de cigarro foi banida e hoje é proibido fumar em lugares públicos. O tabaco virou o vilão social. Mas eu pergunto: você já viu alguém provocar acidente ou matar alguém porque fumou demais? Há algo de muito errado em tudo isso. Cigarro não embriaga nem faz a pessoa perder a noção das coisas.

Do outro lado, a bebida alcoólica está ligada direta e indiretamente à maioria dos crimes contra vida dentro e fora dos lares. Mas a bebida não está banida, ao contrário, ela é apresentada como sinônimo de sucesso, de gente que se dá bem. Beba isso e ganhe essa morenaça ou saia com essa loiraça…! Beber cerveja é chique, é delicioso, é a senha para ser aceito no grupo.

Estou com saudade do velho cigarro Continental. Com certeza era menos maléfico e não tão vergonhoso quanto os “brameiros” da nossa seleção. Convenhamos, é bastante sugestivo aquele gesto do goleiro Julio Cesar e o grito de guerra dos jogadores no vestiário; só faltou cada um beber uma lata de Brahma antes de entrar em campo.

Gerson ficou estigmatizado por causa do cigarro Vila Rica. Dunga e seus jogadores ficarão estigmatizados como bêbados? Ave, acho que estou ficando velho!

Lelé Arantes, jornalista e escritor,   escreve aos domingos / e-mail  lele@prp.org.br

– Como Evitar o Abastecimento de Combustível Adulterado?

Cada vez mais os consumidores sofrem com comerciantes mal intencionados que lesam inocentes clientes. Dessa forma, vale a pena conhecer bem o posto de combustível que você abastece: confiar no frentista, conversar com o gerente e sair satisfeito.

A Revista Isto É publicou na edição desta semana algumas dicas para evitar prejuízos com combustíveis adulterados. Vale a pena conhecê-las:

DICAS PARA SE PREVENIR CONTRA O COMBUSTÍVEL ADULTERADO

por Adriana Nicácio e Fabíola Perez

– Discurso de Demóstenes Inconvincente aos 5 Abnegados do Senado. E o Raul Filho?

Demóstenes Torres discursou para apenas 5 senadores ontem (quanta gente trabalhando no Senado na 2a feira, hein?). Pedindo desculpas pelo seu nome estar envolvido com Carlinhos Cachoeira, e dizendo ser vitima de armação, alegando que a Polícia Federal foi usada contra ele.

Digamos que seja verdade.

Mesmo se fosse, não foi comprovado que é ficha suja? Se com esquema de interesses políticos ou não, o certo é que houve corrupção explícita!

Tão cara-de-pau quanto tudo isso, foi a declaração do prefeito de Palmas, Raul Filho (PT/TO), que confirmou que recebeu R$ 150 mil de Carlinhos Cachoeira para um showmício dele com Amado Batista! Curiosamente, a Delta ganhou 4 contratos emergenciais com a Prefeitura de lá.

É aí que mora o perigo: contrato emergencial. Já imaginaram que as obras da Copa do Mundo 2014 podem atrasar, e tudo ser resolvido na base do contrato emergencial, que não exige licitação e cobra-se quanto quer?

– China: a Maior Vendedora de Bíblia do Brasil

Assustou com o título deste post? Pois é, o Estadão de hoje traz uma matéria impressionante. A maior parte das Bíblias comercializadas no Brasil são impressas em gráficas na China, a custo muito mais barato.

Tenho o pé atrás com a China. Não gosto de ditaduras. Hoje, projeções indicam que ela será a maior nação do mundo em 2022. Tenho medo de ser dominado por chineses, com pseudo-democracia e práticas abomináveis comercialmente.

Você sabia que só hoje, após pagar 60 milhões de dólares a um gaiato, que a Apple pode chamar seu tablet de iPad na China? A marca já estava registrada…

PAÍS IMPORTA ATÉ BÍBLIA DA CHINA

Por Marcelo Rehder

Índia e Chile também fornecem o livro a preço inferior; gráfica já demitiu e ameaça mais 40

Depois do livro didático, as gráficas brasileiras enfrentam agora forte concorrência das importações de bíblias. A Palavra de Deus está sendo impressa em português em gráficas na China, na Índia e no Chile, entre outros países, a custos considerados imbatíveis pela indústria.

Para driblar o chamado “custo Brasil” e ainda obter alguma vantagem com o câmbio, editoras de publicações católicas e evangélicas aceleraram as encomendas no exterior. A vantagem comparativa em relação ao impresso nacional chega a superar 50%.

“É um negócio estranho”, queixa-se Jair Franco, vice-presidente da Gráfica Imprensa da Fé, uma das grandes do setor, que trabalha com livros religiosos e didáticos. “Para fazer a Bíblia aqui, temos de comprar o papel de fora, a capa especial de fora e a cola de fora, e tudo isso vem com imposto. Aí, o editor vai lá e faz a Bíblia completa e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?”, questiona o executivo. De acordo com a Constituição Federal, as importações de livros, jornais, revistas e outras publicações são imunes e não pagam imposto.

O avanço das importações de bíblias e livros didáticos não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posições aduaneiras específicas para as publicações. Mas os efeitos são sentidos.

Só a Imprensa da Fé chegou a imprimir 3 milhões de bíblias por ano, há cerca de dois anos. Hoje, não passa de 1 milhão. A consequência foi que a gráfica demitiu 40 trabalhadores nos últimos seis meses e atualmente emprega 280 pessoas. Mas os cortes não devem parar por aí: “Vamos ter de dispensar mais 40”, admite Franco.

A situação da Imprensa da Fé não é diferente da vivida pelas demais empresas do mercado gráfico editorial. Tanto que as principais empresas do setor, com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, encabeçam um movimento em defesa da indústria nacional. Amanhã, eles vão se encontrar em Brasília com a senadora Ana Amélia (PT/RS), autora de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estende a imunidade de livros, jornais e periódicos para outros insumos.

A PEC 28/2012 está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania desde 14 de junho, aguardando designação de relator. Nossa bandeira é desonerar o produto brasileiro”, diz Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

– A Indenização de Palocci

Quando um Ministro de Estado ou outro servidor público de área estratégica deixa o seu cargo, ele passa por um período de “quarentena política”. Embora quarentena se refira a 40 dias, na prática é de 4 meses.

A justificativa é que se ele retomar o trabalho antes do final dessa quarentena em qualquer outra empresa, poderia levar informações privilegiadas do Governo à nova organização na qual trabalhará.

Antonio Palocci saiu do Governo por denúncia de corrupção. E não é que ele vai receber R$ 106 mil reais dos cofres públicos, sobre a alegação que estava em quarentena e não podia trabalhar?

Ué, sai por corrupção e ainda recebe?

Coisas de um país que dá de ombros para a ética…

– Desnecessária Incitação às Críticas Pesadas…

Veja que coisa de doido: o Conselho Islâmico-Americano conseguiu mudar um treinamento dos fuzileiros norte-americanos.

Sabe qual era?

Os militares praticavam treinamento de tiro com o alvo sendo um manequim de mulher islâmica!

Pra quê isso? Não era mais fácil colocar um boneco assexuado e sem motivos religiosos?

Falta absurda de bom senso… parece que procuravam motivos para serem criticados. Ninguém achou inapropriada essa caracterização antes?

– E a “Voz do Brasil”, segundo o Deputado?

Ora ora… E o deputado petista Jilmar Tato, defendendo a “Voz do Brasil”. Segundo ele, há muita reclamação injusta sobre o Programa, que é uma triste lembrança da ditadura. Para os que são contrários à Voz do Brasil, ele deu um recado:

Quem não gostar que ouça um CD. Pobre gosta de ouvir”.

Diga isso ao motorista que está parado no trânsito, sem alternativas e o único socorro é o rádio… Aliás, quem disse ao nobre parlamentar que pobre gosta da Voz do Brasil?

– Contusões que Emperram uma Carreira

No futebol, existem muitos jogadores que, nitidamente, dão azar.

Digo isso pelo drama vivido pelo Fabrício, volante do São Paulo. Ele não consegue jogar! Fica meses parado, tenta retornar, e machuca de novo… Coitado.

Quer outro? Fábio Aurélio. O lateral que um dia foi do próprio São Paulo passou praticamente uma carreira inteira lesionado. Que pena, se machucou gravemente agora no Grêmio.

Eles me trazem à lembrança de Pedrinho, ex-Vasco e ex-Palmeiras. Ótimo caráter, mas o joelho nuca colaborou.

Tomara que eu esteja enganado, mas o Ganso não está indo para o mesmo caminho?

– Pré-Análise da Arbitragem de Wilmar Roldán para a final da Libertadores

Para o jogo final da Libertadores entre Corinthians X Boca Jrs teremos um quarteto colombiano, comandado por Wilmar Roldán. Este árbitro é considerado o novo “Oscar Ruiz” da Conmebol, já que tem atuado em grandes jogos pelas competições da América do Sul, como rotineiramente fazia seu compatriota. Trabalhou em 10 partidas pela Libertadores, é o árbitro com o 4º maior número de cartões aplicados por jogo, e se destaca pelo rigor disciplinar e grande capacidade técnica. No começo da carreira, foi chamado de “Castrilli da Colômbia”, pela semelhança física. Na última semana, Roldán declarou ao diário esportivo Olé (Argentina) que seu grande ídolo da arbitragem, de fato, foi Javier Castrilli (árbitro FIFA da Argentina que se envolveu em polêmica partida no Campeonato Paulista – Portuguesa X Corinthians).

Roldán, assim como Osses (o árbitro chileno da semana passada) deixa o jogo fluir e não apita faltas bobas. Rigoroso disciplinarmente e bem fisicamente. Bom nome para a final. Mas vale o recado aos clubes: cuidado com a indisciplina, pois senão o árbitro não deixará os times acabarem com 11 em campo.

Curiosidades:

1) Armando Marques será o representante da Conmebol para conduzir os trabalhos no Pacaembu (será o “assessor da arbitragem”). Figura polêmica, será homenageado pela Sulamericana  em breve, pelos bons serviços prestados ao futebol, juntamente com o uruguaio Recoba e o argentino Burrochaga.

2) Roldán foi o polêmico árbitro da partida Libertad X São Paulo, pela Copa Sulamericana, partida na qual Richarlysson tentou agredir o árbitro e onde o lateral esquerdo Juan o acusou de racismo.

3) O quarto-árbitro da finalíssima será José Buitrago, o mesmo que apitou Emelec X Corinthians e Boca X Fluminense, ambas arbitragens criticadas pelos brasileiros que o taxaram de “caseiro”. A propósito, foi na partida Emelec X Corinthians em que o presidente Mário Gobbi, revoltado, chegou a dizer destemperadamente que a Libertadores era uma várzea, e que o Paulistão valia mais. Já no Boca X Fluminense, o prejuízo foi grande para os brasileiros, com péssima atuação do árbitro.

Se o 4º árbitro, como árbitro principal é caseiro, como será nesta outra função?

Mero palpite: a partida será decidida na cobrança de tiros penais. A propósito, quando há esse tipo de decisão por pênaltis, as cobranças não fazem parte oficialmente do jogo, mas sim do meio de decidir uma disputa eliminatória. Isso quer dizer que se o Boca Jrs vencer uma hipotética disputa nos penais, o Corinthians, oficialmente será vice-campeão invicto (perder nos pênaltis não é derrota no jogo pela regra).

– Pré-Análise da Arbitragem de Wilmar Roldán para a final da Libertadores. Como se comportará o árbitro?

Para o jogo final da Libertadores entre Corinthians X Boca Jrs teremos um quarteto colombiano, comandado por Wilmar Roldán. Este árbitro é considerado o novo “Oscar Ruiz” da Conmebol, já que tem atuado em grandes jogos pelas competições da América do Sul, como rotineiramente fazia seu compatriota. Trabalhou em 10 partidas pela Libertadores, é o árbitro com o 4º maior número de cartões aplicados por jogo, e se destaca pelo rigor disciplinar e grande capacidade técnica. No começo da carreira, foi chamado de “Castrilli da Colômbia”, pela semelhança física. Na última semana, Roldán declarou ao diário esportivo Olé (Argentina) que seu grande ídolo da arbitragem, de fato, foi Javier Castrilli (árbitro FIFA da Argentina que se envolveu em polêmica partida no Campeonato Paulista – Portuguesa X Corinthians).

 

Roldán, assim como Osses (o árbitro chileno da semana passada) deixa o jogo fluir e não apita faltas bobas. Rigoroso disciplinarmente e bem fisicamente. Bom nome para a final. Mas vale o recado aos clubes: cuidado com a indisciplina, pois senão o árbitro não deixará os times acabarem com 11 em campo.

 

Curiosidades:

 

1) Armando Marques será o representante da Conmebol para conduzir os trabalhos no Pacaembu (será o “assessor da arbitragem”). Figura polêmica, será homenageado pela Sulamericana  em breve, pelos bons serviços prestados ao futebol, juntamente com o uruguaio Recoba e o argentino Burrochaga.

 

2) Roldán foi o polêmico árbitro da partida Libertad X São Paulo, pela Copa Sulamericana, partida na qual Richarlysson tentou agredir o árbitro e onde o lateral esquerdo Juan o acusou de racismo.

 

3) O quarto-árbitro da finalíssima será José Buitrago, o mesmo que apitou Emelec X Corinthians e Boca X Fluminense, ambas arbitragens criticadas pelos brasileiros que o taxaram de “caseiro”. A propósito, foi na partida Emelec X Corinthians em que o presidente Mário Gobbi, revoltado, chegou a dizer destemperadamente que a Libertadores era uma várzea, e que o Paulistão valia mais. Já no Boca X Fluminense, o prejuízo foi grande para os brasileiros, com péssima atuação do árbitro.

Se o 4º árbitro, como árbitro principal é caseiro, como será nesta outra função?

 

Mero palpite: a partida será decidida na cobrança de tiros penais. A propósito, quando há esse tipo de decisão por pênaltis, as cobranças não fazem parte oficialmente do jogo, mas sim do meio de decidir uma disputa eliminatória. Isso quer dizer que se o Boca Jrs vencer uma hipotética disputa nos penais, o Corinthians, oficialmente será vice-campeão invicto (perder nos pênaltis não é derrota no jogo pela regra).

– Dafiti e Netshoes: qual o Segredo?

A revista Veja desta semana traz uma matéria interessante sobre os dois maiores vendedores de calçados do Brasil: Netshoes e Dafiti.

Ambos são destaques absolutos no comércio eletrônico. Agressivos na publicidade, com preços idênticos aos concorrentes das Lojas Físicas (já perceberam que tênis de corrida, por exemplo, têm os preços idênticos? Procure por Mizuno Creation, Asics Nimbus…).

As desvantagens deste negócio: não dá para prová-los, nem tateá-los…

As vantagens: comodidade (não precisa sair de casa, enfrentar fila, estacionamento) e fugir dos vendedores chatos!

Na última vez que eu fui a uma loja de calçados, um vendedor novo, sem experiência, grudou literalmente em mim. Por 3 vezes disse “só estou dando uma olhada”, pois ele insistia em me oferecer modelos. Na 4ª: “não vou comprar nada”. Na 5ª vez, fui embora.

Comprador ou vendedor chato?

– Uma Mão na Bola por Reflexo é Falta? E a Punição?

Ontem, na partida Palmeiras X Figueirense, dois lances comparativos para estudo.

 

Um atacante do time catarinense se joga na grande área, tentando cavar pênalti. O árbitro corretamente marca infração por simulação, tiro livre indireto ao time paulista e cartão amarelo. Correto. Tentou enganar o árbitro.

 

Na sequência, atacante palmeirense recebe a bola, e quando tenta dominá-la, usa a mão. O árbitro marca falta e tiro livre direto para o time catarinense. E aí: Cartão Amarelo ou não?

 

Curiosidade: tentar enganar o árbitro é infração em que deve ser aplicado o cartão amarelo.  Porém, o uso indevido das mãos na bola nem sempre é punível com cartão amarelo. Ontem, o atleta do Palmeiras, com a bola chegando a ele, por reflexo usou as mãos para o domínio. E O “REFLEXO É UMA INTENÇÃO”, pois devemos lembrar que só se pode marcar a mão na bola por intenção, nunca por imprudência. Como o atleta saiu sem reclamar, mostrou que aceitou a marcação e demonstrou não tentar enganar o árbitro, apesar de usar as mãos, não deve receber o cartão.

 

Se o uso das mãos fosse nítido para ludibriar o árbitro, aí sim deve aplicar a advertência com cartão amarelo.

 

Portanto, acertou o árbitro!

– Uma Mão na Bola por Reflexo é Falta? E a Punição?

Ontem, na partida Palmeiras X Figueirense, dois lances comparativos para estudo.

Um atacante do time catarinense se joga na grande área, tentando cavar pênalti. O árbitro corretamente marca infração por simulação, tiro livre indireto ao time paulista e cartão amarelo. Correto. Tentou enganar o árbitro.

Na sequência, atacante palmeirense recebe a bola, e quando tenta dominá-la, usa a mão. O árbitro marca falta e tiro livre direto para o time catarinense. E aí: Cartão Amarelo ou não?

Curiosidade: tentar enganar o árbitro é infração em que deve ser aplicado o cartão amarelo.  Porém, o uso indevido das mãos na bola nem sempre é punível com cartão amarelo. Ontem, o atleta do Palmeiras, com a bola chegando a ele, por reflexo usou as mãos para o domínio. E O “REFLEXO É UMA INTENÇÃO”, pois devemos lembrar que só se pode marcar a mão na bola por intenção, nunca por imprudência. Como o atleta saiu sem reclamar, mostrou que aceitou a marcação e demonstrou não tentar enganar o árbitro, apesar de usar as mãos, não deve receber o cartão.

Se o uso das mãos fosse nítido para ludibriar o árbitro, aí sim deve aplicar a advertência com cartão amarelo.

Portanto, acertou o árbitro!

– Seedorf no Botafogo. E aí?

Seedorf é boa gente, mantém fundações assistenciais mundo afora, jogou um bolão, se mantém bem fisicamente, é profissional, carismático, casado com brasileira, fala bem a língua portuguesa, mas…

Dizem que o esforço financeiro do Botafogo, clube que o contratou, é impressionante.

Será que vale a pena?

Pergunto: para ambos?

Será que Seedorf conseguirá mostrar futebol competitivo no Brasil, receberá em dia e se adaptará?

Será que o Botafogo terá retorno de marketing, financeiro e técnico-esportivo adequado?

Aguardemos!

– Judiciário e a Saia Justa do Mensalão

Dentro em breve teremos o julgamento dos réus do Mensalão, envolvendo Marcos Valério e membros do PT.

Quando adolescente, já politizado, me recordo de um juiz que pediu para não votar, alegando “impedimento”. Era Marco Aurélio de Melo, primo de Fernando Collor, presidente que sofreu impeachment pelo escândalo com PC Farias.

Agora, José Antonio Dias Tófoli, membro do Supremo Tribunal de Justiça, votará no caso do mensalão.

Detalhe: até pouco tempo, ele era subordinado de José Dirceu (um dos réus) e advogado do próprio PT no caso…

Está demorando para se declarar impedido ou não?

– Estatísticas da Religião dizem muito, ou quase nada.

Recentemente se divulgou dados da pesquisa do Censo 2010 no Brasil. Nela, percebeu-se decréscimo do Catolicismo e crescimento do Protestantismo.

Nos EUA, devido a imigração, o panorama se inverte.

Pelo gigantismo populacional, poderemos ter um país que será o maior católico do mundo, maior protestante do mundo, maior espírita do mundo… e onde judeus e árabes convivem pacificamente.

Agora, independente da crença, fica a seguinte contestação: de nada adianta a religião, se os princípios de cada uma delas (dos católicos, evangélicos, budistas, umbandistas, outras crenças e até ateus), que se resumem a PAZ, não sejam praticados na radicalidade.

Se fossem praticados, teríamos mendigos? Famintos? Desabrigados?

Vale refletir: a violência no Brasil caminha a índices absurdos de convivência. Deve-se a fé?

Claro que não. Mas se formos bons cristãos, judeus, muçulmanos ou simplesmente cidadãos melhores, reverteríamos isso, não?

Toda religião que se prega a paz é boa. O problema é que bandido, muitas vezes, não tem fé ou se esconde atrás dela. E as vezes nos dizemos religiosos apenas em censo.

– Balotelli e sua Origem

O jogador italiano Balotelli, filho de ganeses, protagonistas de inúmeras histórias folclóricas, ajudou e muito a Seleção da Itália para chegar a final da Eurocopa. Tudo bem que ele nada fez na goleada sofrida contra a Espanha, mas o assunto é outro.

A Folha de São Paulo trouxe uma matéria bacana de uma freira brasileira que conviveu com a família dele. Veja que curioso, abaixo:

– Triste Mundo: Os Enforcamentos Iranianos

Coisas assustadoras: a Folha de São Paulo traz na capa de hoje guindastes que içam os enforcados do Irã. Veja:

Deprimente… é esse mundo que se diz civilizado? Como prover a paz? Com o ódio e a guerra?

– Juvenal Juvêncio na Preleção e Punição ao Luís Fabiano?

Sou contra certas interferências de trabalho, desde que os profissionais estejam agindo com correção. Mas, nesta semana, surgiu uma brincadeira sugerindo o presidente tricolor Juvenal Juvêncio para treinador do São Paulo Futebol Clube, devido a uma folclórica entrevista.

No primeiro jogo após a demissão de Leão, o time comandado pelo treinador interino, Milton Cruz, venceu o Cruzeiro em Belo Horizonte. Nada a questionar sobre a competência e mérito do ótimo Milton Cruz, mas algo a pontuar sobre uma situação inusitada: Juvenal Juvêncio esteve dando preleção antes do jogo, visitou os atletas no intervalo e se juntou a todos no final da partida.

Algum problema?

Talvez não. O presidente de qualquer empresa quer (e deve) estar a par de tudo que acontece com seus subordinados. Como comandante, é bom estar próximo. Gosto muito do ditado de que “os bois engordam aos olhos do fazendeiro”.

Sendo assim, Juvenal está cumprindo a parte dele. Mas recordo que ele não agiu da mesma forma quando o SPFC estava sob o comando de Emerson Leão. Comportamentos distintos?

Um detalhe: Luís Fabiano foi punido pela altíssima média de cartões amarelos no Brasileirão. Ontem, reincidiu. Será novamente advertido?

Sobre o cartão: ontem, o atacante sãopaulino acabou recebendo outro bobo cartão amarelo. Merecido, bem aplicado por Marcelo de Lima Henrique, que apitou tranquilamente a partida.

Qual será a desculpa de Luís Fabiano? Que desforrou no gramado por perder um pênalti (após involuntariamente arrancar um tapete de grama, o mesmo o arremessou para fora de campo depois do cruzeirense Tinga tentar arrumá-lo)?

O que ele “tem de craque”, tem na mesma proporção de impaciência…

– Combatendo o Bom Combate!

Hoje, a liturgia da Igreja lembra de São Pedro e São Paulo, cuja festa foi no último dia 29. Sobre Paulo, uma encorajadora mensagem da sua carta a Timóteo:

Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé (…). O Senhor me salvará de todo mal e me preservará (…)”.

Não é de extrema beleza e significância às pessoas de boa vontade?

– Situação Triste da UniSant’Anna

Soube com pesar que os queridos colegas professores Pitaluga, Anivaldo, Vagner e Caputi foram demitidos pela UniSant’anna/Salto.

Uma pena. Docentes dedicados que, acima do compromisso educacional, lecionavam pelo carinho aos alunos. Sou prova e testemunha disso.

A atual situação da faculdade, somada com tal medida, mostra que infelizmente os rumos tomados não são os mais apropriados. Desde antes a mudança do prédio a instituição vivia com salários atrasados, bem como recolhimento do INSS e FGTS não depositados. Da boa vontade e competência da querida coordenadora profa Juliany e do estimado diretor prof Antonio Ferrari a faculdade caminhava.

Agora, sem explicações, os professores que ali permaneceram foram surpreendidos. Lastimável.

Aos docentes amigos, boa sorte nas novas jornadas, pois certamente oportunidades em outras faculdades não faltarão. Quanto a recisão, eu próprio, que de lá me demiti, levei 5 árduos meses de luta e descaso para receber algo. Paciência.

– Desabafo e Estrelismo de Joel Santana

O treinador flamenguista Joel Santana corre risco de ser demitido, pela campanha ruim. Outrora chamado de “Rei do Rio”, hoje enfrenta rejeição.

Claro que o número de campeonatos cariocas vencidos impressiona. Mas, como o futebol é pragmático e exige resultados, a situação está ruim para ele. E Joel deu uma declaração curiosa:

Era para eu ter um busto na Gávea. Tenho currículo, tenho nome… Eu não posso ser analisado por uma ou duas partidas, tenho que ser analisado por tudo que já fiz aqui. Eu sou notícia. Quem é que vende notícia? Eu sou estrela. Estrela é assim”.

Ter uma bela história num clube é louvável e digno de homenagens. Mas não dá para poupá-lo eternamente de crítica, encobrindo-se a má campanha atual com o subterfúgio do passado. No futebol, se não ocorrer vitórias, sobra para o técnico mesmo.

– Gastos com Educação: Dinheiro Bem ou Mal Gasto?

Ouvi uma entrevista do ex-Ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, falando sobre investimentos em Educação. Quem mais gasta (em percentual do PIB) é a Islândia (7%).

O Brasil, por incrível que pareça, é um dos que mais investe no mundo (em números percentuais). Nosso gasto com Educação é maior que o dos Estados Unidos, do Japão, da Coréia do Sul e da China!

O problema é lógico: gastamos mal. A gestão do dinheiro é ruim (sem contar com os prováveis desvios de verba).

Já imaginaram se os recursos fossem melhores destinados, e chegassem integralmente para quem realmente é da área educacional?

O país seria outro…