Sabe o que é sentir-se bêbado, sem ter bebido?
Estar enojado, segurando a ânsia?
Rodando, rodando, rodando…
Pois é, a Labirintite voltou. Socorro!!!

Sabe o que é sentir-se bêbado, sem ter bebido?
Estar enojado, segurando a ânsia?
Rodando, rodando, rodando…
Pois é, a Labirintite voltou. Socorro!!!

Nesta quarta e quinta-feira, ganhou grande repercussão a informação de que o governo de Evo Morales expulsou a Coca-Cola da Bolívia. Junto disso, a rede venezuelana Telesur disse que o McDonald’s faliu no país vizinho!
Sabe o que mais impressionou? É que até a Revista Veja caiu nessas correntes falsas de Internet. E noticiou esses fatos.
Conclusão: há pouco, a Veja pediu desculpa aos seus leitores e explicou que tudo isso ocorreu por culpa de um Ministro da Bolívia.
Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/bolivia-expulsa-coca-cola-e-mcdonald-s-quebra-no-pais
ERRAMOS: A BOLÍVIA NÃO VAI EXPULSAR A COCA-COLA
Nesta quarta-feira, uma notícia ganhou destaque na imprensa brasileira e internacional: ela falava da iminente expulsão da Coca-Cola e da falência da rede de lanchonetes McDonald’s na Bolívia. O que dava respaldo à história eram frases do ministro de Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca, o que por si só já deveria ter ligado um sinal de alerta. O chanceler boliviano é célebre pelos discursos amalucados, como aquele em que disse que “as pedras têm sexo”. É sempre sábio analisar o contexto de suas declarações e descontar seus exageros poéticos, esotéricos, ideológicos. No episódio desta quarta-feira, na fala de Choquehuanca se misturavam a fábrica de refrigerantes, o fim do capitalismo e os mistérios do calendário maia. Mas esses não eram os únicos motivos para que a notícia fosse vista com uma altíssima dose de ceticismo. O McDonald’s deixou a Bolívia há 10 anos, e a menção à sua “falência”, como se fosse fato de agora, devia causar suspeita. A notícia, no entanto, se propagou à velocidade da internet, que muitas vezes leva a imprensa a atropelar uma das cláusulas mais sagradas de seu contrato com o leitor: nunca publicar aquilo que não foi exaustivamente checado. O site de VEJA também descuidou desse dever num artigo com o título “Bolívia expulsa a Coca-Cola, e McDonald’s quebra no país”. Daí a existência desta reportagem. Ela vem para reconhecer o erro, pedir desculpas ao leitor – e passar a limpo uma história que afinal de contas, é mesmo curiosa e merece ser contada.
As reportagens originais sobre Choquehuanca, a Coca-Cola e o McDonald’s foram publicadas na Venezuela, pelo site do canal de televisão Telesur e pela Agência Venezuelana de Notícias (AVN), ambos veículos controlados pelo governo esquerdista do coronel Hugo Chávez. As reportagens escamoteavam a data e a circunstância do discurso em que Choquehuanca, de fato, mencionou o refrigerante. Além disso, o chanceler nunca citou o McDonald’s. As elucubrações sobre a rede de lanchonetes vêm de outra fonte, o documentário ¿Por qué quebró McDonald’s en Bolivia?, lançado no ano passado pelo cineasta Fernando Martinez.
No último dia 13 de julho, Choquehuanca fez um discurso na Ilha de Sol, na cidade de Copacabana, uma região turística ao redor do lago Titicaca, para anunciar que a Bolívia será sede de um encontro entre indígenas e movimentos sociais para celebrar o fim do ciclo que marca o calendário maia. Além de esquerdista, Choquehuanca é um dos grandes porta-vozes do nacionalismo índigena entronizado na Constituição Boliviana de 2007, que estabelece que a Bolívia é um estado plurinacional constituído por “36 nações originais de camponeses indígenas”. À ocasião, o chanceler afirmou que o dia 21 de dezembro de 2012, último do calendário maia, marcaria o fim de uma era e citou como exemplo simbólico o fim da Coca-Cola no país. “O dia 21 de dezembro de 2012 tem que ser o fim da Coca-Cola. É o começo do mocochinchi [bebida tradicional da Bolívia]”, afirmou o ministro. Segundo ele, no final deste ano teriam fim “o egoísmo, o individualismo e a divisão do país”.
O discurso foi tirado de contexto pelos jornalistas de Hugo Chávez, que fizeram dele, nesta quarta-feira, um sinal de que a Bolívia se preparava oficialmente para expulsar a Coca-Cola de seu território no fim de 2012.
Reação – Diante da encrenca criada pelos vizinhos bolivarianos, o governo de Evo Morales precisou se pronunciar. Por meio da Agência Boliviana de Informação (ABI), lamentou que as falas do chanceler tenham sido retiradas de contexto. E deixou claro: em momento algum o governo de Evo Morales expulsou a Coca-Cola do país. Pelo contrário, a empresa americana continua trabalhando normalmente na Bolívia e é encontrada em qualquer esquina a preço baixo. “Choquehuanca, um estudioso da cosmologia andina e do calendário maia, falou ao povo boliviano sobre a chegada de um novo tempo, que contrastaria com este antigo, baseado no individualismo. Disse que um tempo comunitário, pacífico e fraterno estaria por vir. Nesse contexto, o chanceler fez uma metáfora, mal interpretada, de que, a partir de 21 de dezembro, os bolivianos substituiriam a Coca-Cola pelo mocochinchi – tradicional bebida boliviana, feita com pêssego e canela”, informou a agência ao site de VEJA.
McDonald’s – Quanto ao McDonald’s, ele não atua na Bolívia há 10 anos por razões comerciais. De acordo com nota da própria rede de fast food divulgada à época, o lucro de seus restaurantes no país era insignificante diante dos investimentos para manter as lojas. O documentário ¿Por qué quebró McDonald’s en Bolivia?, contudo, interpreta o fechamento como um triunfo ideológico do povo boliviano, que teria bravamente resistido às investidas do imperialismo gastronômico. Essa tese foi reproduzida na notícia divulgada hoje – sem que o nome do filme fosse mencionado, nem a data, já distante, do adeus do McDonald’s ao país andino.
A entrada da Venezuela no Mercosul (a contragosto do Paraguai) tem um simbolismo: fará o bloco econômico se tornar a 5ª economia do mundo, atrás dos EUA, China, Japão e Alemanha (caso fosse um país).
Claro que se o Brasil não fizesse parte do bloco, a posição despencaria. Porém, não dá para enxergar no Mercosul uma composição sólida como a da Comunidade Européia, pelos disparates econômicos e, principalmente, pela vaidade de seus líderes políticos.
Ou alguém acha fácil ser parceiro comercial de Hugo Chávez? Sentir-se irmanado com ele é complicado…
Guarde bem esses números: 77 deputados federais não voltaram à Brasília com o fim do recesso parlamentar (ou, se preferir, das férias!).
Motivo?
Disputarão a Prefeitura Municipal em suas bases.
E aí fica a questão: por que eles ainda irão receber os salários no período da Eleição, já que não trabalharão nesses meses?
A legislação garante o salário dos nobres parlamentares. Mas não é anti-ético, imoral e incoerente receber sem trabalhar? E, como todos nós sabemos, os valores são altos…
Certa feita, Luiz Felipe Scolari ofendeu o árbitro assistente Roberto Braatz, dizendo:
“Além de gaúcho, é safado”.
Na última semana, Braatz trabalhou pelo Campeonato Brasileiro na partida Cruzeiro X Palmeiras. Felipão reclamou muito da arbitragem.
Ontem, pela Sulamericana, Braatz (que processa Felipão pela ofensa citada acima) trabalhou no jogo Palmeiras X Botafogo. Em protesto, Felipão se recusou a trabalhar no banco de reservas.
Protesto do quê?
Braatz foi vítima de Scolari, não o inverso.
Já imaginou se os árbitros resolvessem boicotá-lo pelo excesso de insinuações, ou jornalistas pelas grosserias contra eles?
Infelizmente, o vencedor Scolari perdeu o respeito com os outros. Não pode ser mal educado como tem sido.
Houve um apagão no começo de semana na Índia. Cerca de 620 milhões de indianos ficaram sem energia elétrica. Ou seja: 10% do planeta!
Que mundo tão diferente: se sofremos aqui com explosão demográfica, imaginem eles, nas grandes cidades como Bombaim e Calcutá?
A solução encontrada pelo Governo de lá foi risível: punir quem gasta muito. Ora, não é mais correto melhorar a infraestrutura do que limitar o consumo?
Você conhece Karina Rodrigues, vereadora no interior paulista pelo PCdoB?
Provavelmente não. Mas se você tem entre 30 e 40 anos, se recordará da jogadora argentina Karina, que sempre esteve presente nas principais equipes de Basquetebol no Brasil.
Pois bem: Karina se tornou vereadora em Jaguariúna, e é investigada pela CGU (Controladoria Geral da União) por desvios de verbas públicas remetidas à sua ONG, chamada “Pra frente Brasil”.
Tomara que estejamos enganados, mas se confirmado, é triste saber que tão carismática atleta não usava o dinheiro para obras assistenciais e o embolsava.
Vejam só a declaração do presidente da Coréia do Sul, Lee Myung-bak, acusado de corrupção:
“Curvo a minha cabeça e peço desculpas por ter causado preocupações às pessoas por esses incidentes”.
Nada foi provado contra o presidente, mas ele se sentiu envergonhado da possibilidade de acharem que ele era corrupto!
Aqui, o político é acusado, comprovado e ainda insiste nunca ter feito nada de errado. E, se bobear, vira herói!
Você já parou para comparar um tênis falso de outro original?
Os malefícios podem ser muitos: desgastes, lesões, calor excessivo, entre outros.
Veja que interessante os testes da fundação Pró-Testes com os modelos mais falsificados de corrida. Abaixo:
(Extraído de: http://boaforma.uol.com.br/noticias/redacao/2012/07/31/tenis-de-corrida-falsificado-pode-colocar-a-saude-em-risco-mostra-analise.htm)
TÊNIS DE MARCA FALSIFICADO PODE PROVOCAR RISCO À SAÚDE
Economizar na hora da compra de um bom produto às vezes pode trazer dor de cabeça no futuro, mas não foi o que a Proteste – Associação de Consumidores constatou no teste com seis marcas de tênis de corrida. A análise apontou que desde que não compre um produto falsificado, dá para gastar pouco e adquirir um excelente tênis.
A associação analisou um modelo falsificado, para verificar quais os danos que o uso desse tipo de produto pode causar à saúde do consumidor e constatou que, além de desconfortável, o modelo lesiona os pés e não é nada resistente. O modelo falsificado pesava 423g, mais de 80g acima do peso máximo recomendado para calçados voltados para a prática de esportes, que é de 360g.
Além de leves, os tênis devem ser confortáveis e permitir entrada e saída de ar, o que aconteceu com o falsificado. No final do exercício, o produto ficou 5,6°C mais quente que no início da corrida. A variação máxima da temperatura não deve atingir os 5,5°C.
RUPTURAS NA SOLA
o teste de durabilidade feito pela Proteste, o modelo da Reebok teve desempenho ruim. Foram observadas rupturas nas solas na análise de flexão, provando que não é resistente em esportes de movimentos repetitivos como a corrida. Pelos problemas apresentados, ele não foi indicado para compra e ficou como último colocado do teste , com apenas 36 pontos no ranking final.
O Reebok foi o único modelo reprovado no teste de índice de pronação, que é a rotação interna da parte posterior do pé (calcanhar), e cujo excesso pode resultar em lesões nas articulações do joelho. Mas em segunda análise, feita com novas amostras, o tênis foi considerado aceitável. Procurada, a marca não se manifestou sobre o assunto.
ECONOMIA
Todos os modelos originais testados foram eficientes ao amortecer a pisada e nenhum machucou os pés. O melhor tênis do teste foi o Asics Gel Nimbus 13, com 86 pontos e que pode custar até R$ 636, mas pode ser encontrado por R$ 390.
O segundo melhor foi o Puma Exsis 2, que varia de R$ 129 a R$ 250, e ficou apenas um ponto abaixo do modelo do Asics. Optando pelo modelo da Puma o consumidor adquire um bom produto e ainda economiza cerca de R$ 360.
Foram testados os modelos: Asics Gel-Nimbus 13, Puma Exsis 2 , Mizuno Creation 13, Adidas AdiStar Ride 3 M, Nike Zoom Vomero 6 e Reebok Focus Dmx Power.
Os testes envolveram conforto, qualidade e durabilidade dos produtos. Para verificar a temperatura interna foi medido o calor após andar por 30 minutos na esteira e para avaliar o índice de amortecimento foi simulada uma caminhada sobre uma pista com sensores que identificam o grau de impacto sofrido. E, após os testes, foi verificada a adaptação do tênis ao pé do usuário, observando marcas e lesões.
Segundo Marcelo Duarte, do Guia dos Curiosos (@mdcuriso):
Medalha de ouro só tem 1,34% de ouro. O resto é prata (92,5%) e estanho (6,16%).
Medalha de prata tem prata (92,5%) e estanho (7,5%).
Medalha de bronze leva 97% de cobre, 2,5% de zinco e 0,5% de estanho.
Dia 1o é sempre corrido. Sem novidades hoje, voltamos na quinta-feira para novas interações.
Certas respostas de candidatos políticos são sempre prontas. E, por mais imbecis que sejam, beiram a gozação de tão estapafúrdias.
Mas uma atingiu o ridículo: a resposta da candidata à prefeitura do Rio de Janeiro, Aspásia Camargo, do PV. O programa humorístico CQC perguntou quais os projetos da candidata ao bairro de Maranducaia. Ela disse:
“Olha, Maranducaia, posso garantir a vocês que essa área pobre do Rio precisa de um projeto especial, porque estive em Maranducaia e falta tudo lá!”
Sabe qual a “bola fora”?
Maranducaia não existe. Foi um bairro fictício para enganar a candidata, que inclusive diz saber dos problemas existentes nesse lugarejo de mentirinha…
O Brasil é o segundo país que mais usa o Twitter no mundo.
E isso é positivo ou negativo?
Se pensarmos que o uso da ferramenta é para o trabalho, comunicação rápida e atividades lúdicas positivas, ótimo. Mas se levarmos em conta bobagens de correntes de adolescentes… aí não dá.
Extraído de: http://is.gd/lNWCsP
BRASIL É O SEGUNDO EM CONTAS; SÃO PAULO É A QUARTA QUE MAIS TUÍTA
O Brasil é o segundo país no mundo em contas no Twitter, ficando atrás somente nos Estados Unidos, e São Paulo é a quarta cidade que mais posta no microblog, de acordo com dados divulgados pela empresa francesa de análise Semiocast. Segundo o site TechCrunch, analistas da firma ainda apontam que em julho deste ano o Twitter ultrapassou a marca dos 500 milhões de usuários.
No ranking de cidades que mais tuitam, as três primeiras posições antes da capital paulista são Jacarta, na Indonésia, Tóquio, no Japão, e Londres, na Inglaterra. E na listas dos países, atrás dos EUA e Brasil, vem o Japão em terceiro lugar, a Inglaterra em quarto, e a Indonésia em quinto.
Para listar os países com mais usuários no Twitter, a Semiocast considerou contas abertas até 1º de julho deste ano. Já as cidades que mais postam foram ordenadas a partir de análise de atividades durante o mês de junho de 2012.
Já o ranking com os países com contas mais ativas no microblog, que levou em conta dados entre setembro e novembro de 2011, mostra o Brasil na 12ª posição, sendo que os cinco primeiros colocados são Holanda, Japão, Espanha, EUA e Indonésia.
Apesar de já somar mais de 500 milhões de contas cadastradas, o Twitter registra somente cerca de 170 milhões de usuários que se mantém ativos, segundo os números da Semiocast.
No último domingo, na partida entre São Paulo X Flamengo, um fato inusitado: o São Paulo, por algum tempo, jogou com 12!
Rodrigo Caio saiu de campo para receber atendimento médico. Neste interim, o treinador Ney Franco resolveu substituí-lo pelo atleta João Schmitt. Portanto, houve a concretização da substituição: o atleta saiu por completo do campo de jogo, e seu substituto entrou no gramado.
Curiosidade: a substituição só se dá quando o atleta sai do campo. Se ele permanecer em campo (por qualquer motivo – descuido, ato pensado, ou outro) e o substituto entrar, o substituto passa a ser o atleta irregular, e não o suposto substituído, pois o procedimento de substituição não foi concretizado.
Importante: como é que o sexteto de arbitragem (1 árbitro, 2 bandeiras, 2 AAAs e 1 quarto árbitro), aos olhos de um assessor de árbitros, nada viu? Desatenção pura dos árbitros! É deles a responsabilidade.
O grande erro foi: durante a substituição, é indicado ao árbitro pelo 4º árbitro o número do jogador que sai. Exatamente 32 segundos depois, sem saber que foi substituído, o jogador está na linha lateral pedindo para retornar ao campo. O árbitro Jaílson Macedo, nesse pequeno período de tempo, esqueceu que o atleta tinha sido substituído com sua autorização! E o quarto-árbitro, Rodrigo Guarizzo, que houvera informado, estava prestando atenção em quê? Deles, é a culpa maior do erro.
A) E o que o árbitro faz quando percebe que uma equipe joga com 12 atletas?
Naquele momento, Rodrigo Caio é um jogador substituído. Portanto, não pode mais participar do jogo. O procedimento do árbitro deverá ser:
– Paralisar a partida imediatamente, aplicar o cartão amarelo por CONDUTA INDEVIDA; o jogador se retira de campo e o jogo é reiniciado com tiro livre indireto à equipe adversária, no local onde a bola se encontrava no momento da paralisação. Porém, se o adversário estiver com a posse de bola, poderá continuar a partida, esperar a concretização da jogada ou que ocorra uma saída de bola (a vantagem é para não prejudicar a equipe que está com 11).
B) E se saísse um gol para o Flamengo?
– O gol deve ser confirmado, mesmo jogando contra 12.
C) E se saísse um gol para o São Paulo?
– O gol deve ser anulado.
D) E se sai um gol para o São Paulo, que está com 12 atletas, e o jogo é reiniciado?
– O gol é validado, pois não se pode voltar em uma decisão após a partida ter sido reiniciada.
E) E se Rodrigo Caio evita um gol flamenguista embaixo da trave, usando as mãos?
– Se marca um tiro livre indireto para o Flamengo, a ser cobrado em cima da linha da pequena área. Não se pode marcar um pênalti, pois o atleta não é mais um jogador da partida. Se expulsa o jogador por dupla advertência (entrar no campo de jogo e atrapalhar a partida). Embora não esteja autorizado a jogar a partida naquele momento, atletas substitutos e substituídos continuam sob jurisdição disciplinar do árbitro, podendo receber cartões. De certo, todos adversários pedirão pênalti… Pior: se um zagueiro atingisse Rodrigo Caio com um soco, o flamenguista levaria Vermelho e o sãopaulino Aamarelo.
F) E se João Schmitt tivesse entrado em campo sem o consentimento da arbitragem?
Na improvável situação de que o árbitro se equivocou e permitiu a entrada de João Schmitt crendo não ser uma substituição, mas o retorno do atleta Rodrigo Caio que segundos atrás pediu para ser atendido fora de campo, o cartão amarelo deve ser para João Schmitt, pois, teoricamente o árbitro não permitiu a substituição e João se torna “agente externo”.
G) Na mais improvável de todas as hipóteses: e se Rodrigo Caio se negasse a aceitar a substituição?
O procedimento da substituição de atletas, conforme a Regra 3, precisa do aceite do substituído. Se a substituição é informada ao árbitro, e o atleta está em campo e se recusa a sair, o jogo segue sem problemas para a arbitragem, que não autoriza a concretização da substituição. Fica a pergunta: Rodrigo Caio estava fora do campo; mas ele concordou em ser substituído? Se reclamasse (já que ele não foi informado que foi substituído), poderíamos ter um erro de direito?
Discussão fantástica, não?
Defesa de Carlinhos Cachoeira sem defensor?
Márcio Thomás pediu a conta?
Não defenderá mais Carlinhos Cachoeira?
Por quê só agora?
Nesse angu tem caroço…
Leio uma interessante matéria sobre a popularização dos cursos de Pós Graduação. E o que ela fala? Sobre o fato dos cursos não serem mais vantagem competitiva.
Isso nós já sabíamos: devido a competitividade do mercado, o administrador de empresas, por exemplo, tem obrigação em se especializar. Compartilho abaixo:
Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/115548_MUITO+CANUDO+POUCO+RESULTADO
MUITO CANUDO, POUCO RESULTADO
Popularização faz dobrar o número de alunos de pós-graduação em dez anos, e o curso deixa de ser um diferencial na formação
por Luciani Gomes
Até há pouco tempo, os cursos de pós-graduação (stricto ou lato sensu) eram a melhor maneira de o profissional se destacar no mercado de trabalho. Mestrado e doutorado não eram tão comuns, MBA ainda era uma novidade e quem tinha um ou outro era exceção. Nos últimos anos, no entanto, os cursos se popularizaram demais e deixaram de ser diferencial. De 1999 a 2009, o número de alunos de mestrado, doutorado e mestrado profissional dobrou – pulou de 80 mil inscritos para 160 mil em todo o País, segundo dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Os jovens já saem das faculdades com algum curso engatado e com planos de outro na sequência. “A pós-graduação virou requisito básico. Por isso, já não é um diferencial tão forte”, constata Edson Rodriguez, consultor em gestão de pessoas.
Dois exemplos dessa nova geração são o advogado Pedro Cabral de Vasconcellos e a fisioterapeuta Charlene Boif, ambos de 28 anos. Vasconcellos fez primeiro uma pós-graduação em direito e processo no trabalho e, ato contínuo, em direto do trabalho. “É uma maneira de permanecer atualizado”, justifica o advogado. Charlene já tem um mestrado na Espanha e está concluindo a segunda especialização em ciência da performance humana. Seus planos são fazer mais um mestrado em 2011 e depois emendar com um doutorado. “Para mim, tão importante quanto o aprendizado é a troca com profissionais que os cursos possibilitam”, diz ela.
Mas, para quem quer ir além das pós-graduações tradicionais, há algumas alternativas, segundo especialistas. A primeira é uma experiência no Exterior. Foi a opção de Fernanda Cabral, 23 anos, que se formou em marketing e partiu para um curso de extensão nos Estados Unidos. “Eu queria ver as coisas de outra perspectiva. E a experiência de viver a profissão fora do País fará a diferença quando eu voltar”, acredita. Fluência em mais de um idioma estrangeiro é outro item essencial para quem quer ter o currículo no topo da pilha, segundo a gestora de carreiras Waleska Farias. “O Brasil é a bola da vez. É necessário ir muito além do inglês, que virou requisito básico.” Porém, o fundamental para quem busca o aprimoramento é se certificar da qualidade do curso oferecido. Assim como faculdades privadas proliferaram e a qualidade ficou em segundo plano, também há cursos de especialização e de pós-graduação que deixam a desejar. “É sempre bom avaliar bem o projeto pedagógico, o corpo docente, as instalações e as referências”, alerta o educador Efrem Maranhão, membro da Academia Brasileira de Educação.
Vejam só: a Revista Época (citação abaixo), trouxe uma matéria curiosa sobre problemas intestinais e a vida sexual. Segundo pesquisa, 57% das mulheres evitam relações sexuais por culpa de males do intestino, que afetam a libido e o lazer. A causa seria o excesso da progesterona, hormônio feminino que poderia atrapalhar a função gastrointestinal.
Extraído de Época, pg 84-85, Ed 30/07/2012
NÃO É DOR DE CABEÇA. É DE BARRIGA
por Nathalia Ziemkiewicz
A dor de cabeça – desculpa universal das mulheres para dispensar o parceiro, virar para o lado e dormir – pode ser um eufemismo para outro tipo de desconforto, tão constrangedor que elas preferem nem nomeá-lo. E ainda abrem mão do prazer por ele. Um levantamento inédito sobre a saúde feminina revela que distúrbios intestinais, como a prisão de ventre, afetam a vida sexual de 57% das entrevistadas. Muitas dizem perder o apetite sexual (22%). Algumas deixam de ter relações sexuais (17%). Os dados são de um estudo com 3.500 mulheres, realizado em dez cidades pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) com a Danone Research, centro de pesquisa da empresa multinacional de produtos lácteos.
Os desconfortos causados pela prisão de ventre – dores, cansaço, inchaço – estendem a preguiça do intestino à libido. Elas ficam irritadas, sentem-se feias e ainda temem que algum efeito colateral do problema se manifeste justamente na hora H. “Tenho medo sim”, diz a dentista Renata Vasconcelos, de 31 anos. Ela diz que chega a “esquecer” o banheiro por uma semana. Nesses dias, sexo é impraticável. O receio de Renata é o mesmo de 24% das mulheres entrevistadas durante o estudo. A dona de casa Severina Ferreira, de 50 anos, também prefere fugir das investidas do marido. “Fico tão inchada e deprimida que fazer sexo nem passa pela minha cabeça”, diz. Ela avisa o marido de que está “naqueles dias”, e ele logo entende o recado: não se trata de tensão pré-menstrual. São poucas as mulheres que falam sobre o problema com os parceiros. A paisagista Kátia Teixeira, de 45 anos, prefere as desculpas convencionais, como dor de cabeça. “Por maior que seja a intimidade, acho que falar sobre o assunto quebra o encanto.”
O tabu só contribui para piorar o problema, a que as mulheres estão naturalmente mais propensas. Descargas de um dos hor-mônios femininos, a progesterona, diminuem os movimentos intestinais. Como o intestino é uma das áreas com mais enervações do corpo, é muito suscetível à ação de outros hormônios. “O tubo digestivo acaba sendo um catalisador das tensões. Elas podem se manifestar na forma de doenças”, diz o gastroenterologista José Galvão, presidente da FBG.
Como as mulheres têm vergonha de falar de assuntos intestinais, minimizam a importância do desconforto e não procuram ajuda. “A mulher está ligada à ideia de pureza, e a evacuação contrasta com essa imagem estereotipada”, afirma a psicóloga Pâmela Magalhães, especialista em clínica hospitalar. “No inconsciente feminino, ela deixará de ser desejada se fizer `essas coisas sujas`.” A vergonha explica por que 20% das entrevistadas afirmaram esperar que o problema passe sozinho, sem buscar orientação médica. “A mulher trata o intestino na terceira pessoa, como se não fizesse parte dela”, diz o bioquímico de alimentos Guilherme Rodrigues, pesquisador da Danone Research.
Seguindo a lógica da inibição, muitas mulheres adotam um comportamento que agrava a prisão de ventre: ignoram os chamados da natureza. “Elas costumam repelir a vontade de ir ao banheiro se estão no trabalho porque têm vergonha dos colegas”, diz Rodrigues. Se estão na rua, fazem o mesmo porque têm asco aos banheiros públicos. Quando estão viajando, a quebra na rotina e a companhia de outras pessoas são o suficiente para afastá-las do banheiro. A medida que elas desprezam os estímulos do intestino, eles vão se apagando. Quando finalmente se sentem confortáveis – sem ninguém por perto, em seu banheiro de estimação -, é o intestino que não quer trabalhar. A memória do organismo registrou que ele deve segurar os estímulos. O bloqueio cultural se transforma numa doença crônica.
Os impactos dessa retenção indesejada vão além da vida sexual. Pioram a qualidade do sono e afetam a produtividade no trabalho (leia o quadro abaixo). Mulheres que dizem com muita frequência “hoje não, querido” devem prestar atenção em seu intestino. A cabeça pode estar ok.
No último domingo, na partida entre São Paulo X Flamengo, um fato inusitado:
Rodrigo Caio saiu de campo para receber atendimento médico. Neste interim, o treinador Ney Franco resolveu substituí-lo pelo atleta João Schmitt. Portanto, houve a concretização da substituição: o atleta saiu por completo do campo de jogo, e seu substituto entrou no gramado.
Curiosidade: a substituição só se dá quando o atleta sai do campo. Se ele permanecer em campo (por qualquer motivo – descuido, ato pensado, ou outro) e o substituto entrar, o substituto passa a ser o atleta irregular, e não o suposto substituído, pois o procedimento de substituição não foi concretizado.
Importante: como é que o sexteto de arbitragem (1 árbitro, 2 bandeiras, 2 AAAs e 1 quarto árbitro), aos olhos de um assessor de árbitros, nada viu? Desatenção pura dos árbitros! É deles a responsabilidade.
O grande erro foi: durante a substituição, é indicado ao árbitro pelo 4º árbitro o número do jogador que sai. Exatamente 32 segundos depois, sem saber que foi substituído, o jogador está na linha lateral pedindo para retornar ao campo. O árbitro Jaílson Macedo, nesse pequeno período de tempo, esqueceu que o atleta tinha sido substituído com sua autorização! E o quarto-árbitro, Rodrigo Guarizzo, que houvera informado, estava prestando atenção em quê? Deles, é a culpa maior do erro.
A) E o que o árbitro faz quando percebe que uma equipe joga com 12 atletas?
Naquele momento, Rodrigo Caio é um jogador substituído. Portanto, não pode mais participar do jogo. O procedimento do árbitro deverá ser:
– Paralisar a partida imediatamente, aplicar o cartão amarelo por CONDUTA INDEVIDA; o jogador se retira de campo e o jogo é reiniciado com tiro livre indireto à equipe adversária, no local onde a bola se encontrava no momento da paralisação. Porém, se o adversário estiver com a posse de bola, poderá continuar a partida, esperar a concretização da jogada ou que ocorra uma saída de bola (a vantagem é para não prejudicar a equipe que está com 11).
B) E se saísse um gol para o Flamengo?
– O gol deve ser confirmado, mesmo jogando contra 12.
C) E se saísse um gol para o São Paulo?
– O gol deve ser anulado.
D) E se sai um gol para o São Paulo, que está com 12 atletas, e o jogo é reiniciado?
– O gol é validado, pois não se pode voltar em uma decisão após a partida ter sido reiniciada.
E) E se Rodrigo Caio evita um gol flamenguista embaixo da trave, usando as mãos?
– Se marca um tiro livre indireto para o Flamengo, a ser cobrado em cima da linha da pequena área. Não se pode marcar um pênalti, pois o atleta não é mais um jogador da partida. Se expulsa o jogador por dupla advertência (entrar no campo de jogo e atrapalhar a partida). Embora não esteja autorizado a jogar a partida naquele momento, atletas substitutos e substituídos continuam sob jurisdição disciplinar do árbitro, podendo receber cartões. De certo, todos adversários pedirão pênalti… Pior: se um zagueiro atingisse Rodrigo Caio com um soco, o flamenguista levaria Vermelho e o sãopaulino Aamarelo.
F) E se João Schmitt tivesse entrado em campo sem o consentimento da arbitragem?
Na improvável situação de que o árbitro se equivocou e permitiu a entrada de João Schmitt crendo não ser uma substituição, mas o retorno do atleta Rodrigo Caio que segundos atrás pediu para ser atendido fora de campo, o cartão amarelo deve ser para João Schmitt, pois, teoricamente o árbitro não permitiu a substituição e João se torna “agente externo”.
G) Na mais improvável de todas as hipóteses: e se Rodrigo Caio se negasse a aceitar a substituição?
O procedimento da substituição de atletas, conforme a Regra 3, precisa do aceite do substituído. Se a substituição é informada ao árbitro, e o atleta está em campo e se recusa a sair, o jogo segue sem problemas para a arbitragem, que não autoriza a concretização da substituição. Fica a pergunta: Rodrigo Caio estava fora do campo; mas ele concordou em ser substituído? Se reclamasse (já que ele não foi informado que foi substituído), poderíamos ter um erro de direito?
Discussão fantástica, não?
Briga de gigantes no período olímpico: McDonald’s patrocina a Olimpíada, mas Burger King usa Anderson Silva para promoção do evento (mesmo sem patrocínio). Haverá problemas?
EM AÇÃO ARRISCADA, BURGER KING USA ANDERSON SILVA PARA LUCRAR COM OLIMPÍADA
LUTADOR ANTECIPOU PELO TWITTER UMA PROMOÇÃO QUE SE CONFIGURA COMO MARKETING DE EMBOSCADA, SEGUNDO ADVOGADO, E PODE RENDER PUNIÇÃO À REDE DE FAST FOOD
Embora não seja patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres, o Burger King acaba de lançar uma campanha voltada para a competição. Em seu perfil no Twitter, o lutador Anderson Silva, garoto-propaganda da rede de fast food, antecipou que cada medalha do Brasil irá render batata frita em dobro nos restaurantes da companhia no dia seguinte. A promoção vale apenas para combos.
O perfil do atleta no microblog, com 2,3 milhões de seguidores, vem sendo usado não só pelo Burger King, mas por vários de seus patrocinadores oficiais, como a Nike e a Philips, para gerar comentários sobre ações e campanhas feitas pelas empresas. Na última terça-feira (24/07), por exemplo, Silva perguntou a seus fãs se era “dia de churrasco”, uma alusão ao lanche oferecido pela rede.
Marketing de emboscada?
Como o Burger King não é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres e, pior, é concorrente direto do McDonald’s, que comprou uma das cotas oferecidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a ação se caracteriza como marketing de emboscada, isto é, quando uma empresa se aproveita de um evento esportivo para divulgar sua marca ou seus produtos sem fechar um patrocínio oficial. Esta é a opinião de Eduardo Carlezzo, advogado desportivo.
“Esta é uma ação coordenada do Burger King, e não só uma frase no Twitter, então ela ganha outra envergadura. Se aplicarmos estritamente os conceitos de marketing de emboscada, essa ação é irregular”, afirma o advogado.
Pelas regras impostas pela organização dos Jogos, não é permitido, por exemplo, usar as palavras “ouro”, “prata” e “bronze”, todas elas citadas na página oficial da marca no Brasil.
A imagem criada pela companhia também fere as regras, pois ela representa uma óbvia alusão entre um produto do Burger King, a batata frita, e a tocha olímpica, símbolo pertencente à Olimpíada.
Agora, resta saber se haverá alguma ação jurídica para proibir ou punir a rede de fast food. De acordo com Carlezzo, há um vácuo jurídico nesse caso, pois não há no Brasil uma legislação específica para punir o marketing de emboscada no caso de Jogos Olímpicos.
“O marketing de emboscada foi colocado na legislação pela primeira vez na Lei Geral da Copa, mas ela é válida apenas para a Copa do Mundo de 2014. Há um Ato Olímpico, que foi assinado quando o Brasil se candidatou para receber os Jogos do Rio, mas ele também vale apenas para a edição de 2016. Normalmente, em uma discussão jurídica, a empresa que se sente lesada se apoia no código civil, basicamente, e em concorrência desleal, porque o concorrente tirou vantagem de um direito que não possui. Mas nesse caso existe um limbo jurídico”, afirma Carlezzo.
O Burger King tem como meta para o Brasil chegar às mil lojas até 2016, quando os Jogos Olímpicos serão realizados no Rio de Janeiro, para se aproximar das 1,4 mil unidades que o McDonald’s, seu principal concorrente, possui no país. Para se ter uma ideia, a companhia cresceu 30% em 2011, saltando de 190 para 230 pontos de venda, mas, para cumprir o objetivo, o ritmo terá de ser acelerado.
Você sabia que o Brasil já gastou mais de US$ 1.5 bilhão para o país não parar por falta de Gasolina?
A história do pré-sal, da autosuficiência, do etanol como combustível do futuro…?
E aí, como ficam esses bla-bla-blás?
Extraído de: http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/07/30/noticiaseconomia,2888498/importacao-de-gasolina-cresce-315.shtml
IMPORTAÇÃO DE GASOLINA CRESCE 315%
Para evitar um colapso no mercado doméstico, Brasil é obrigado a fazer compra recorde de combustível no exterior por US$ 1,4 bilhão
O Brasil está batendo recordes na importação de combustível. Sem etanol suficiente, produção de gasolina estagnada e consumo em alta, o País foi obrigado a elevar as compras externas para evitar um colapso no mercado doméstico. Só neste ano (até maio), o volume de gasolina importada cresceu 315%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
As operações custaram cerca de US$ 1,4 bilhão. O valor representa 83% dos gastos realizados em todo o ano de 2011, quando as importações já haviam crescido 332%. Por enquanto, não há expectativa de mudança no cenário.
O ritmo de importação deve continuar em alta, pelo menos, até o ano que vem. Depois, o crescimento deve se acomodar. A previsão de especialistas é de que as importações se estabilizem num nível elevado.
A solução do problema depende de uma série de fatores, como a entrada em operação das refinarias da Petrobras e a definição sobre o papel do etanol na matriz energética brasileira.
O setor, que passou os últimos anos trabalhando para liderar a exportação de etanol no mundo, teve de importar 1,45 bilhão de litros de etanol para atender o mercado. Enquanto isso, o consumo de combustíveis não parou de crescer, especialmente porque o governo deu subsídio para a compra do carro zero – de janeiro a junho deste ano, 1,6 milhão de carros novos entraram no mercado. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
Coisas incompreensíveis: um caminhão atropelou um garoto de bicicleta na Avenida Roberto Marinho, em São Paulo. Moradores, revoltados, queimaram um ônibus que passava por perto em protesto.
Que raio de manifestação é essa? O usuário do transporte coletivo e a empresa de ônibus, que nada têm a ver com isso, “pagam o pato”?
É claro que deve existir preocupação com esses tristes fatos. Mas proteste-se contra quem deva!
Internet, nesta segunda-feira, só pelas operadoras de celular, usando o iPhone como modem ou direto deles. Pois, se depender da Net e do Speedy…
No domingo, a Net (a uso para o trabalho) me deixou na mão pela manhã. Hoje, 2ª feira, dia corrido, foi a vez do Speedy.
Estamos a pé no quesito “infraestrutura tecnológica”, não? Pagamos caro pela Internet e ela frequentemente falha.
Neste domingo, lance infantil do atleta sãopaulino Luís Fabiano. Recebeu pela enésima vez um cartão amarelo evitável.
A Regra 4 fala sobre os “Uniformes/equipamentos dos atletas”. E desconfigurá-lo é uma infração passível de cartão amarelo.
As diretrizes sobre essa regra foram modificadas nos últimos anos. Antes, tirar a camisa não era infração. Por um certo período, se punia por “excesso de comemoração” ou “retardamento no reinício da partida”, como se a camisa fosse culpada por isso. Hoje, as coisas estão bem mais norteadas: o termo usado pelo árbitro é: “desconfigurar o uniforme”.
Vamos lá: se você jogar com o meião baixo ou com mangas arregaçadas, deve ser advertido verbalmente para que corrija o uniforme (pois as meias devem encobrir as caneleiras e as camisas devem ter mangas). Porém, se você erguer a camisa, nas diretrizes da Regra, a orientação é clara: deverá ser punido com cartão amarelo.
Nesse caso, as situações são as seguintes:
– tirar a camisa;
– erguer a camisa até a cabeça, sem tirá-la do corpo.
Na última modificação, de anos anteriores, se você erguia a camisa e tivesse outra camisa por baixo, não era infração (Rivaldo fazia tal comemoração com constância no Barcelona). Hoje, o atleta só não será punido se tiver uma camisa idêntica por baixo.
É claro que dirão que esta regra só existe para privilegiar patrocinadores que querem sua marca mostrada no momento mais importante: a comemoração do gol com a estampa da empresa à vista do público. Outros dirão que tirar a camisa não machuca ninguém e que tudo não passa de bobagem. Concordo com tudo isso, porém, assim é a Regra. Quer queira ou não, deve ser cumprida.
Admiro ver que atletas rodados, calejados e importantes, como Luís Fabiano, ainda recebam cartões amarelos infantis como o da partida São Paulo X Flamengo. Será que ele não sabia que tirar a camisa é para cartão amarelo?
Jogador não lê livro de Regra e desconhece as 17 leis do jogo. E quando sabe a Regra, muitas vezes não a cumpre e prejudica sua equipe.
Obs: não dá para passar batido: e o árbitro Jaílson Macedo apitando a partida no Morumbi, a quase 30º.C, com camisa térmica de mangas longas? Deve ter se desidratado dentro do uniforme.
Neste domingo, lance infantil do atleta sãopaulino Luís Fabiano. Recebeu pela enésima vez um cartão amarelo evitável.
A Regra 4 fala sobre os “Uniformes/equipamentos dos atletas”. E desconfigurá-lo é uma infração passível de cartão amarelo.
As diretrizes sobre essa regra foram modificadas nos últimos anos. Antes, tirar a camisa não era infração. Por um certo período, se punia por “excesso de comemoração” ou “retardamento no reinício da partida”, como se a camisa fosse culpada por isso. Hoje, as coisas estão bem mais norteadas: o termo usado pelo árbitro é: “desconfigurar o uniforme”.
Vamos lá: se você jogar com o meião baixo ou com mangas arregaçadas, deve ser advertido verbalmente para que corrija o uniforme (pois as meias devem encobrir as caneleiras e as camisas devem ter mangas). Porém, se você erguer a camisa, nas diretrizes da Regra, a orientação é clara: deverá ser punido com cartão amarelo.
Nesse caso, as situações são as seguintes:
– tirar a camisa;
– erguer a camisa até a cabeça, sem tirá-la do corpo.
Na última modificação, de anos anteriores, se você erguia a camisa e tivesse outra camisa por baixo, não era infração (Rivaldo fazia tal comemoração com constância no Barcelona). Hoje, o atleta só não será punido se tiver uma camisa idêntica por baixo.
É claro que dirão que esta regra só existe para privilegiar patrocinadores que querem sua marca mostrada no momento mais importante: a comemoração do gol com a estampa da empresa à vista do público. Outros dirão que tirar a camisa não machuca ninguém e que tudo não passa de bobagem. Concordo com tudo isso, porém, assim é a Regra. Quer queira ou não, deve ser cumprida.
Admiro ver que atletas rodados, calejados e importantes, como Luís Fabiano, ainda recebam cartões amarelos infantis como o da partida São Paulo X Flamengo. Será que ele não sabia que tirar a camisa é para cartão amarelo?
Jogador não lê livro de Regra e desconhece as 17 leis do jogo. E quando sabe a Regra, muitas vezes não a cumpre e prejudica sua equipe.
Obs: não dá para passar batido: e o árbitro Jaílson Macedo apitando a partida no Morumbi, a quase 30º.C, com camisa térmica de mangas longas? Deve ter se desidratado dentro do uniforme.
Quem é da área de Administração de Empresas ou de Tecnologia, a conhece: Marissa Mayer, a executiva do Google que se debandou para o Yahoo, se tornando a nova CEO da cia.
Veja esses números: as ações do Yahoo estão 85% menos valiosas do que no ano 2000; a empresa vive em crise de imagem e admite ser o pior momento da sua história.
É ou não um desafio? Principalmente para alguém que está… grávida!
De certo, não é fácil encara ruma gravidez em meio a uma tormenta empresarial como essa. Boa sorte à dona Marissa.
Extraído de: http://is.gd/7823f8
MARISSA DEIXOU O GOOGLE PARA GANHAR US$ 100 MIL NO YAHOO
A executiva Marissa Mayer, que deixou o Google após 13 anos para se tornar CEO do Yahoo!, pode ganhar até US$ 100 milhões em cinco anos à frente da nova companhia. O valor pode ser alcançado pela soma de salário, bônus e participação em ações, segundo documentos entregues pelo Yahoo! ao órgão regulador do mercado financeiro americano.
De acordo com o site da revista Fast Company, esse valor pode ser alcançado se forem somados o salário anual de US$ 1 milhão de Marissa, um bônus de US$ 2 milhões, além de outros US$ 12 milhões em aquisição de ações restritas em três anos. Além disso, ela deve receber um prêmio de até US$ 30 milhões e um adicional de ações de até US$ 30 milhões em cinco anos. Ela ainda deve receber compensações por receitas de seu antigo empregador, o Google.
Marissa Mayer foi a primeira engenheira do sexo feminino contratada pelo Google e era responsável por serviços locais, de mapeamento e de localização para a gigante da internet. Ela foi anunciada como nova CEO do Yahoo! – a terceira em um ano – na segunda-feira.
O ex-CEO Scott Thompson deixou a empresa em maio, depois de ser acusado de ter inflado seu currículo acadêmico. Ele substituíra Carol Bartz, demitida em setembro passado por não ter conseguido revitalizar o Yahoo!, uma das companhias pioneiras da internet.
A nomeação de Mayer é considerada um lance surpreendente do Yahoo!. Ela superou o atual presidente-executivo, Ross Levinsohn, que era tido como o favorito para a posição.
Números do percentual da venda de carros na China:
Volkswagen: 13,2%
Nissan: 6,5%
Toyota: 6,2%
Hyundai: 5,7%
Buick: 4,8%
Chevrolet: 4,6%
Honda: 4,5%
Chery: 4,2%
Chana: 4,1%
BYD: 3,4%
E por aqui, se tem medo de uma possível invasão automobilística chinesa?
Curiosidade: na China, há mais de 100 fabricantes de veículos!
No Brasil, os líderes chineses são:
Jac: 0,85%
Chery: 0,7%
Lifan: 0,09%
(Dados da Jato Dynamics do Brasil.)
Você compraria um carro chinês hoje?
Na última rodada do Brasileirão, novamente muitos erros. Se erra no lance difícil, aceitável; mas se erra no lance fácil, lamentável.
Foram diversas reclamações: Gol do Fredy; pênalti no Palmeiras; Lance da Ponte, entre outros… sem contar série B, C e D.
Quando os erros são de árbitros fracos (pela incompetência) ou por inexperientes (pelo noviciado), dá para entender. Mas até árbitros renomados estão errando acima da média!
Claro que poderíamos falar dos fatores habituais, que sempre são alardeados: amadorismo da carreira, dificuldade pelo excesso de câmeras, problemas financeiros e outras desculpas (algumas aceitas, outras não). Mas a verdade é que o grande problema hoje é: A FALTA DE COMANDO NA COMISSÃO DE ÁRBITROS.
Responda rápido:
– quais ações positivas você sabe dizer de bate-pronto realizadas?
– já viu treino de árbitro?
– os escalados, regularmente, são os melhores?
– os estados mais fortes futebolisticamente têm mais árbitros atuando na mesma proporção da força de seus regionais?
– os 10 FIFAs do Brasil são realmente os 10 melhores?
E o pior de tudo: ninguém faz nada para melhorar…
Os árbitros estão abandonados. Ou alguém acha que reuniões enfadonhas, testes físicos à exaustão ou circulares via Internet resolvem? Estamos formando velocistas e teóricos, mas árbitros, não. E estragando o que tínhamos de bom!
Na última rodada do Brasileirão, novamente muitos erros. Se erra no lance difícil, aceitável; mas se erra no lance fácil, lamentável.
Foram diversas reclamações: Gol do Fredy; pênalti no Palmeiras; Lance da Ponte, entre outros… sem contar série B, C e D.
Quando os erros são de árbitros fracos (pela incompetência) ou por inexperientes (pelo noviciado), dá para entender. Mas até árbitros renomados estão errando acima da média!
Claro que poderíamos falar dos fatores habituais, que sempre são alardeados: amadorismo da carreira, dificuldade pelo excesso de câmeras, problemas financeiros e outras desculpas (algumas aceitas, outras não). Mas a verdade é que o grande problema hoje é: A FALTA DE COMANDO NA COMISSÃO DE ÁRBITROS.
Responda rápido:
– quais ações positivas você sabe dizer de bate-pronto realizadas?
– já viu treino de árbitro?
– os escalados, regularmente, são os melhores?
– os estados mais fortes futebolisticamente têm mais árbitros atuando na mesma proporção da força de seus regionais?
– os 10 FIFAs do Brasil são realmente os 10 melhores?
E o pior de tudo: ninguém faz nada para melhorar…
Os árbitros estão abandonados. Ou alguém acha que reuniões enfadonhas, testes físicos à exaustão ou circulares via Internet resolvem? Estamos formando velocistas e teóricos, mas árbitros, não. E estragando o que tínhamos de bom!
A revista Época Negócios, da página 89-96 na edição de Julho 2012, trouxe na matéria de Robson Viturino um interessante artigo sobre o empresário Cláudio Bruehmueller e a criação da Ice Cola.
Nela, há algumas curiosidades:
– Na fábrica de Vargem Grande, os funcionários podem dormir em redes depois do almoço!
– A empresa é processada pela Coca-Cola por plágio do rótulo, devido as cores e logo da Ice Cola.
– Entre os parceiros, estão 15 empresas médias que a compõe, rendendo 2 bilhões de reais / ano.
– A Ice Cola tem 2% do mercado de colas, sendo que 88% é da Coca-Cola, 5,5% da Pepsi, 1% da Schin.
– No Brasil, 55% dos refrigerantes são cola; 22% guaranás, 11% laranja, 5% limão e 3% uva.
Para ser campeão, não precisa ter tamanho. Quer uma prova?
Joe de Pietro levou a Medalha de Ouro no Levantamento de Peso nas Olimpíadas de Londres de 1948. Ele levantou 307,5 kg. Detalhe: media 1,40 m…
Veja a foto:
Extraído de: http://www.esportefino.net/joe-de-pietro-um-improvavel-campeao-olimpico/
JOE DE PIETRO, UM IMPROVÁVEL CAMPEÃO
Daí você pensa em um campeão olímpico e imediatamente imagina um sujeito alto e musculoso ou magro e com físico bem cuidado ou então gordo e forte, como um judoca da categoria salve-se quem puder. Joe De Pietro não era nada disso. O americano foi campeão olímpico no levantamento de peso nos Jogos de Londres 1948. E tinha 1m40 de altura. Era um anão.
Na categoria até 56 quilos, De Pietro, campeão mundial em 1947, encerrou acompetição com 307,5 quilos, contra 297,5 quilos do britânico Julian Creus, medalhista de prata. O americano Richard Tom completou o pódio (295 quilos).
De Pietro morreu em 1999, aos 84 anos.
Numa Democracia, podemos manifestar nossa opinião sem censura. Claro, ela deve ser respeitosa, para que não existam consequências negativas.
Na última quinta-feira, assistimos a Palmeiras 0 X 2 Bahia. Na partida 3 lances contestados;
– a falta no goleiro com gol anulado pró-Palmeiras: acertou o árbitro carioca Schneider; ali, foi infração, pois o palmeirense vai no corpo do arqueiro, e não na bola;
– a suposta mão na bola do zagueiro do Bahia: nada marcou o árbitro, com correção, pois o lance não foi intencional (embora Thiago Leifer, do Globo Esporte, tenha dito que aquele tipo de mão, mesmo sem intenção, é pênalti – bobagem, pois a infração de “uso das mãos indevidamente na bola” só ocorre por intenção deliberada, e não por imprudência ou casualidade);
– o pênalti pró-Bahia: duvidoso. Eu não marcaria, pois entendi que houve disputa leal da bola. Mas entendo e respeito aqueles que entenderam ter sido infração, alegando ombro nas costas com ação imprudente. É o típico lance que gera discussão, onde não existe absurdo.
Luís Felipe Scolari, após a partida, criticou o árbitro, usando termos jocosos e muita ironia. Chegou a dizer que o árbitro estava “cheio de tesão” em marcar o pênalti; alegou que o viu “satisfeito” e que deve “ter gozado nas calças”, entre outros termos baixos e sarcásticos.
Para quem não viu, está em: http://globotv.globo.com/sportv/sportvnews/v/felipao-lamenta-derrota-do-palmeiras-para-o-bahia/2060648/
Sobre o tema, uma pergunta pertinente do amigo Denis Garcia: “pelas declarações pós-jogo, Felipão não deveria ser punido?“
Claro que sim. Não podemos e nem devemos sair por aí denegrindo ou ridicularizando as pessoas. Não vi o mesmo comportamento pós-jogo de Scolari nas duas partidas decisivas da Copa do Brasil, entre Palmeiras X Coritiba, com diversos erros da arbitragem, já debatidas em artigos específicos anteriores neste blog.
Por pior que seja a atuação de um árbitro, é necessário lembrar que ele tem família: pai, mãe, esposa, filho/a que deve acompanhar sua carreira e o que o envolve. Eles estão cientes do que podem ver ou ouvir, pelo risco da atividade de arbitragem. Mas certamente não suportam (e nem devem) a péssima educação e comentários baixos como os citados por Scolari.
Qual profissional gosta de que digam que ele “gozou nas calças” por um erro (se é que foi erro)?
Luís Felipe precisa se comportar melhor; ele é campeão mundial, vitorioso e deve dar exemplo positivo. Deveria ser punido rigorosamente (pois tal desrespeito aos envolvidos com o futebol – jornalistas e árbitros – vem de longa data) e convidado a se policiar mais.
Numa Democracia, podemos manifestar nossa opinião sem censura. Claro, ela deve ser respeitosa, para que não existam consequências negativas.
Na última quinta-feira, assistimos a Palmeiras 0 X 2 Bahia. Na partida 3 lances contestados;
– a falta no goleiro com gol anulado pró-Palmeiras: acertou o árbitro carioca Schneider; ali, foi infração, pois o palmeirense vai no corpo do arqueiro, e não na bola;
– a suposta mão na bola do zagueiro do Bahia: nada marcou o árbitro, com correção, pois o lance não foi intencional (embora Thiago Leifer, do Globo Esporte, tenha dito que aquele tipo de mão, mesmo sem intenção, é pênalti – bobagem, pois a infração de “uso das mãos indevidamente na bola” só ocorre por intenção deliberada, e não por imprudência ou casualidade);
– o pênalti pró-Bahia: duvidoso. Eu não marcaria, pois entendi que houve disputa leal da bola. Mas entendo e respeito aqueles que entenderam ter sido infração, alegando ombro nas costas com ação imprudente. É o típico lance que gera discussão, onde não existe absurdo.
Luís Felipe Scolari, após a partida, criticou o árbitro, usando termos jocosos e muita ironia. Chegou a dizer que o árbitro estava “cheio de tesão” em marcar o pênalti; alegou que o viu “satisfeito” e que deve “ter gozado nas calças”, entre outros termos baixos e sarcásticos.
Para quem não viu, está em: http://globotv.globo.com/sportv/sportvnews/v/felipao-lamenta-derrota-do-palmeiras-para-o-bahia/2060648/
Sobre o tema, uma pergunta pertinente do amigo Denis Garcia: “pelas declarações pós-jogo, Felipão não deveria ser punido?“
Claro que sim. Não podemos e nem devemos sair por aí denegrindo ou ridicularizando as pessoas. Não vi o mesmo comportamento pós-jogo de Scolari nas duas partidas decisivas da Copa do Brasil, entre Palmeiras X Coritiba, com diversos erros da arbitragem, já debatidas em artigos específicos anteriores neste blog.
Por pior que seja a atuação de um árbitro, é necessário lembrar que ele tem família: pai, mãe, esposa, filho/a que deve acompanhar sua carreira e o que o envolve. Eles estão cientes do que podem ver ou ouvir, pelo risco da atividade de arbitragem. Mas certamente não suportam (e nem devem) a péssima educação e comentários baixos como os citados por Scolari.
Qual profissional gosta de que digam que ele “gozou nas calças” por um erro (se é que foi erro)?
Luís Felipe precisa se comportar melhor; ele é campeão mundial, vitorioso e deve dar exemplo positivo. Deveria ser punido rigorosamente (pois tal desrespeito aos envolvidos com o futebol – jornalistas e árbitros – vem de longa data) e convidado a se policiar mais.
Ainda se a judoca Sarah Menezes tivesse recebido uma medalha de bronze, deveríamos aplaudi-la de pé.
A moça, lutadora que vem do Piauí, é um dos exemplos de superação no esporte. Como treinar em alto rendimento sem adversários renomados? E sem dinheiro ou apoio?
Em Londres-2012, ganhou a medalha de Ouro. Ela não tinha obrigação alguma. Tal conquista tem peso milhões de vezes maior do que um Ouro do Futebol Masculino, caso a seleção conquiste.
Parabéns à piauiense.
O naipe dos candidatos à cadeira de vereador é assustador. Vejo, por exemplo, aqui em Jundiaí, gente de todo o tipo. Tudo bem, vivemos numa democracia, mas…
Como tem gente procurando emprego! Querem nitidamente as benesses e mordomias do cargo. Poucos são os que querem servir à população.
Tenho vários amigos e conhecidos candidatos. Aliás, terei que repartir meu voto em diversos pretendentes… Dos que tenho relacionamento, a maior parte quer ajudar; gente de espírito solidário e com desejo de fazer a diferença.
Mas também conheço alguns picaretas, onde, confesso: rasgaria o meu título do que votar em algum deles.
E você: o que acha dos candidatos à vereador da sua cidade?
Kaká é craque, bom moço, chamado na Itália de “Il Bambino d’Oro”. Mas sua passagem pelo Real Madrid foi constrangedora. Não conseguiu jogar, se contundiu muitas vezes, não deu química…
Agora, o noticiário diz que o Real oferece a recisão contratual, pagando-lhe metade do restante de todo o contrato para ir embora.
Em questão de negócios, o Real rasga dinheiro para não perder mais. Já para o atleta, pode ser uma oportunidade de recomeço, desde que possa atuar como titular em outro time.
Dizem que o Milan o quer de volta. Boa ideia. Dizem também que o Red Bull New York fez uma proposta. Aí é para curtir a vida e jogar como passatempo.
Se quiser ter sobrevida e aspirar seleção 2014, tem que ser no Milan. Se desejar vida boa e pouca cobrança, Red Bull.
Se eu fosse ele, sinceramente, toparia a proposta dos EUA. Lá, seria um enriquecido atleta aproveitando a Big Apple com mais tranquilidade.
E você, o que escolheria? Voltar ao Milan e ser cobrado, ou viver sossegadamente, sem tanta cobrança, nos EUA?