– A Covarde Multa do Agente Jundiaiense

 

Há certas insensibilidades que me assustam.

 

Neste domingo, participei da Missa na Catedral Nossa Senhora do Desterro às 11:15h. Deixei meu carro num estacionamento das redondezas. Entretanto, ao sair da celebração, vários fiéis levaram um susto: seus carros foram multados impiedosamente!

 

Aos domingos, em virtude das celebrações religiosas, um espaço antes do ponto de táxi na praça de frente à Catedral é usado como estacionamento. Ali não se rouba nenhuma vaga de táxi, não atrapalha o movimento dos veículos na região central e muito menos traz prejuízo aos pedestres. Sempre foi assim. Tradicionalmente, há décadas, os motoristas ali usufruem desse espaço.

 

Ao término da Missa, além das multas, os motoristas se depararam com os flanelinhas ali esperando seus trocados. O AGENTE DE TRÂNSITO DE JUNDIAÍ PODE MULTAR, MAS NÃO EVITAR O ESTORNO PROMOVIDO PELOS FLANELINHAS?

 

A insensatez de se multar carros naquele local é absurda. Principalmente pela sede de multa dos mesmos e a omissão em outras situações. Quer um exemplo? No mesmo horário, havia uma multidão de carros na região do Parque da Uva, se preparando para o show da Ivete Sangalo! Veículos parados na Avenida Jundiaí, outros em cima do canteiro, fãs que chegaram cedo para procurar o melhor lugar, e… NENHUM AGENTE DE TRÂNSITO ALI!

 

Ué, as famílias que não causaram nenhum desconforto e que estavam na Missa foram multadas. Os carros de foliões e aficcionados da cantora bahiana que tanto atrapalharam o trânsito na entrada da cidade, não foram nem abordados! Tudo isso pode ser comprovado exatamente às 12:30 deste último domingo.

 

Alô autoridades locais, não existe prevenção e bom senso nessa cidade? A farra no Parque da Uva é permitida?

 

É desses descalabros que fazem a população ter tanta antipatia aos agentes municipais de trânsito…

 

E você, o que acha dessas ações no trânsito municipal? Deixe seu comentário:

– Bolsanaro está Rendendo…

 

Semana passada, o deputado conservador Bolsanaro e Preta Gil tomaram conta dos noticiários por suposta manifestação racista. O parlamentar houvera dito que não gostaria que seu filho fosse gay (primeiramente, houve uma certa confusão com a pergunta, que foi sobre negros e ele entendeu nitidamente errado. Tanto que Marcelo Tas, do CQC, programa que o abordou, percebeu isso de imediato).

 

Eu estou ouvindo as manifestações diversas, e os grupos homossexuais mais radicais estão detonando o deputado. Mas, embora eu não seja eleitor nem defensor de Bolsanaro, acho que ele está sendo vítima de uma grande injustiça: desde quando não-desejar que o filho seja homossexual, por exemplo, é ato discriminatório?

 

Há uma certa confusão em defesa dos direitos e apologia da causa. Respeito todas as manifestações religiosas, culturais, raciais, tribais ou sexuais. Entretanto, não quer dizer que eu deva promovê-las. Por exemplo: se sou católico, devo mesmo assim respeitar as pessoas que seguem o candomblé. Isso não quer dizer que eu pregue a prática religiosa dessa crença.

 

Qual o problema que há de um pai querer que seu filho seja heterossexual, se case com uma mulher e tenha filhos?

 

Claro que os homossexuais moderados estão entendendo perfeitamente meu ponto de vista. Respeitar não é fazer apologia. Se o cara é gay, tudo bem. Mas, dentro do conjunto de crenças pessoais e educacionais tal preferência sexual não seja a ideal para o indivíduo, qual o problema em dizer?

 

Se se pode dizer que é gay, não há pecado algum em dizer que não há. Assim, se se pode pregar valores homossexuais, por que não os heterossexuais?

 

Infelizmente, a hipocrisia e o excesso de regras politicamente corretas fazem com que crie-se antipatia por todos os lados. Tanto quanto o deputado Bolsanaro, desejo que meus filhos sejam heterossexuais e pregarei a eles os valores éticos e morais que aprendi; assim como tenho certeza que cada família prega o seu conjunto de valores aos seus filhos – até mesmo os de uma sociedade gay.

 

O que não podemos fazer é disseminar o radicalismo, a intolerância e a ridícula discriminação ao avesso. Do jeito que abordaram a coisa, parece que ser heterossexual é um crime contra a sociedade. Proselitismo e demagogia barata sobre o assunto não cabem mais.

 

E você, o que acha do assunto: de tanto defender o respeito à causa homossexual, pode se correr o risco de praticar a discriminação contra a causa heterossexual? Deixe seu comentário:

– A Pegadinha do Google

 

Usuários do Gmail (email do Google) tiveram uma surpresa na última sexta-feira. Alguns clientes desse serviço receberam o convite para experimentar a nova ferramenta de comunicação por gestos! Ao invés de teclados, movimentos corporais poderiam ser feitos para responder emails através de recursos sensoriais. E até um vídeo foi enviado explicando a nova modernidade.

 

Algo sensacional… se fosse verdade!

 

Após inúmeras pessoas “pagarem mico” na frente de seus computadores, havia a revelação de que era “Primeiro de Abril”! Era uma inocente brincadeirinha realizada pelo Google em homenagem ao Dia da Mentira.

 

Eu não tenho Gmail, mas… será que cairia na brincadeira? Talvez. E você que tem Gmail, recebeu o convite? Caiu na gozação? Deixe seu comentário:

– Romaria de Itupeva

 

por Reinaldo Oliveira

 

ROMARIA DE ITUPEVA À PIRAPORA, 56 ANOS DE TRADIÇÃO E FÉ

 

Nos dias 1, 2 e 3 de abril de 2011, os fiéis católicos do município realizaram a 56ª Romaria de Itupeva ao Santuário do Bom Jesus de Pirapora. Também do dia 18 ao dia 27 de março de 2011 a população de Itupeva comemorou o 46º aniversário de emancipação política da cidade. Logo, é visível que a Romaria já era realizada 10 anos antes do Distrito de Paz ser emancipado politicamente, fato ocorrido no ano de 1965, que se tornou a Itupeva atual. A longevidade da realização da Romaria deve-se à abnegação dos pioneiros que, através do exemplo de vida, passaram de geração a geração a Tradição e Fé cristã. Tal qual uma semente plantada e bem cuidada, ela cresceu, deu frutos e hoje milhares de fiéis católicos dão prosseguimento á esta demonstração de Perseverança e Fé. A compreensão para isso passa pelo comentário inicial da solene eucaristia presidida pelo bispo dom Vicente Costa e co-presidida pelo padre Adilson Amadi, no Santuário do Bom Jesus, completamente tomado pelos romeiros. No comentário foi dito que somos convidados a deixar atitudes de tristeza, desânimo e assumir a alegria e otimismo, pois Jesus cura as cegueiras e ilumina os caminhos por onde os romeiros passam em busca de vida e salvação. Importante saber que a Romaria congrega os mais elevados valores da Fé, a crença no Deus Todo Poderoso, no Bom Jesus flagelado e Senhor da Humanidade, na Santa Igreja, no perdão do pecado e na vida gloriosa e eterna. O fiel católico crente abraça, e tem como missão divulgar essas verdades, estimular o exemplo de cristandade, iluminar e espalhar a Palavra no exercício diário da Fé e celebração da eucaristia e da vida em sua plenitude. É bonito ver a cada ano aumentar o número de romeiros participando. Isto traz compromisso, dedicação e responsabilidade. Toda a parte material é planejada com prévia antecedência, bem como na parte espiritual, que de acordo com orientação do padre Adilson, que pede a todos os participantes o dever sagrado de, neste dias de Romaria, procurar atualizar os dois Sacramentos: o da Penitência e o da Comunhão Eucarística. Assim renovados na Perseverança e Fé, a cada ano a tradição deixada pelos pioneiros é revivida, fazendo o perfeito entendimento deste ato entre as gerações. Porque como diz o refrão de Romeiros e Romarias – composição de autoria do Alemão Gutt e Soninha:

“Porque romeiro eu sou;

romeiro vou ser até morrer”

– Neymar e Kleber provam que o Craque do Paulistão é… Lucas!

 

No clássico deste domingo, tivemos uma demonstração clara de que 2 atletas são sinônimos de unfair-play puro: Neymar e Kleber.

 

São ótimos jogadores? Sim.

São maliciosos em campo? Muito.

Decidem? Ambos o fazem. Entretanto, Kleber mostrou muito mais experiência do que Neymar. Logicamente, o tempo de profissionalismo ajudou a ganhar rodagem e saber disfarçar lances ilegais. Mas vamos lá:

 

Kléber usa muito os braços. Foi expulso diversas vezes por escancarar tapas e cotoveladas ao longo da carreira. Parou com tais lances? Não, apenas sabe usá-los com inteligência e maestria. O palmeirense apanha muito, e aí fica a dúvida: bate porque apanha (a autodefesa), ou apanha porque bate (a virilidade excessiva em campo)?

 

Neymar apanha tanto quanto Kléber. A diferença é que Neymar revida escancaradamente, não sabe bater e torna-se alvo dos adversários pelas inúmeras simulações e quedas em campo. Não me convenceu em nenhum jogo contra os grandes. Contra time fraco, faz chover. Em clássicos, a “magia” some.

 

Lucas mostrou o que o diferencia: a busca pela conclusão das jogadas. Ele abdica de cavar as faltas, mesmo tendo um grande batedor no time como Rogério Ceni, e segue nos lances. Prova disso foi o belo gol contra o Mirassol. Sofreu uma falta no meio de campo e permaneceu de pé; driblou, correu e foi deslocado. Buscou o equilíbrio mesmo após a segunda falta e continuou. Resultado: um golaço decisivo para seu time. E sem precisar simular agressões, desrespeitar adversários e/ou ser polêmico e agressivo. Eis o jogador que todo árbitro quer ter em seu jogo. Não dá trabalho em campo e troca a queda pela vantagem no lance. Aliás, a maior parte dos jogadores brasileiros não sabem aproveitar a lei da vantagem.

 

SANTOS x PALMEIRAS: análise da arbitragem

 

Primeiro lance polêmico: Elano dribla e Rivaldo passa lotado. Na sequência, Elano tropeça no corpo do palmeirense. Muito cuidado para esse lance: Rivaldo passa do lance, sem atingir certeiramente o santista. Entretanto, se o corpo dele caído no chão derruba Elano, isso é pênalti por imprudência. Porém, nesse caso, Elano tem como sair da trombada com o corpo caído mas não o faz (claramente busca bater em Rivaldo para cavar o pênalti). Acertou o árbitro.

 

Segundo lance polêmico: Danilo e a bola que bate nas mãos. Costumeiramente, buscamos diferenciar lances usando os termos “bola na mão e mão na bola”. Só que aqui, poderíamos até interpretar o lance com um detalhe da regra (inserido no espírito do jogo): o jogador pode sim usar as mãos contra a bola deliberadamente como proteção. O melhor exemplo é de um chute que vem forte contra o rosto do adversário ou contra as partes íntimas: você pode usar as mãos para proteger-se. Não é pênalti. Desviará a bola? Sem problemas, isso não é relevante para determinar uma infração deliberada. No lance de Danilo, se ele não quís proteger o corpo, ainda assim não teria tempo de fazer com que os braços sumissem do espaço. A proximidade do chute é outro fator para não se dar o pênalti.

 

Os Gols Anulados: na dúvida, pró-ataque. Entretanto, nos lances de extrema dificuldade (o primeiro mais difícil do que o segundo), observa-se que os bandeiras corretamente assinalaram impedimento. Mas se tivessem errado, não poderia culpá-los. Aliás, seria covardia julgá-los.

Importante: um jornalista (que respeito mas discordo de seus comentários) disse que no gol anulado santista, Deola houvera cometido pênalti. Esqueça, nada disso. A partir do momento em que o lance está parado, não vale mais nada; entretanto, vale a advertência pela entrada perigosa.

 

Árbitro: tecnicamente, a partida exigia muito. Não dá para condenar os erros do árbitro (que ocorreram na mesma proporção das inúmeras situações de jogo – o que é normal – e que foram muitos pelo fato de muitos lances). Mas neles, Vinícius Furlan foi muito bem. Não é fácil segurar Neymar e a patota santista reclamando a cada queda, nem as preventivas reclamações palmeirenses como contra-reclamações santistas.

O problema do árbitro, sinceramente, pareceu-me na condução disciplinar. Kleber acertou Neymar no começo e houve a advertência verbal. Neymar revidou e houve a advertência com cartão amarelo, aos 7 minutos. ERROU, era cartão vermelho! Neymar chutou por trás, não visou a bola em momento algum. É a chamada expulsão clássica. Depois desse lance, Neymar fez inúmeras faltas bobas que, acumuladas, renderiam o Amarelo por reincidência. Ou, se Caxias, o Amarelo pelo lance do tapa em Cicinho por ação temerária (e nada de  Vermelho Direto no lance do cicinho, que valorizou em demasia). Ficou de graça o Neymar terminar o primeiro tempo em campo.

A propósito, muita conversa em campo. Não se deve fazer respeitar em campo com xingamentos ou, ao contrário, se fazer todo-ouvidos aos atletas, mas sim com postura que transmita segurança em campo. Em muitos momentos os jogadores exerceram uma pressão absurda contra o árbitro, que, ao final das contas, conduziu bem o jogo.

 

Futebol tem dessas: o santista mais fanático reclamará de meia dúzia de pênaltis pró-Santos; o palmeirense fanático reclamará de que Neymar deveria ser expulso ao menos 3 vezes no mesmo jogo. Nada de radicalismos, pessoal.

 

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

– Os Contratados por Tiririca! R$ 8.000,00 por mês…

 

Pior que tá não fica, né?

 

O que dizer do Tiririca. Fama de palhaço, mas de bobo não tem nada. O nosso novo nobre deputado já contratou 2 humoristas da “Praça é Nossa” (José Américo e Ivan) como assessores parlamentares, com R$ 8.000,00 de salário mensais!

 

O primeiro criou o slogan “Pior que tá não fica”. O segundo o ajudou na campanha. Ético o tal de Tiririca…

– O Empreendedor Sérgio Habib e a “Aventura” da JAC

 

Sérgio Habib personifica a figura do empreendedor na sua essência. Ele, pioneiro na chegada dos carros da Citroen no Brasil, agora aposta suas fichas na chinesa JAC. Montou 50 agências concessionárias, contratou o apresentador Fausto Silva como garoto propaganda e resolveu dar 6 anos de garantia. Audaciosamente, comparou os 11 anos de venda da Toyota com suas 2 semanas de JAC no país. Entretanto, nos quesitos segurança da montadora chinesa…

 

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI222865-15259,00.html

 

A ARRANCADA DO CARRO CHINÊS

 

por Leopoldo Mateus

 

O empresário Sérgio Habib comemora o sucesso inicial de vendas da JAC. Agora vem a parte mais difícil: conquistar o respeito dos fãs de automóveis

 

A etiqueta “made in China” já provocou reações mais fortes no consumidor brasileiro. Ele franzia a testa e se perguntava quanto tempo o produto iria durar. Essa fase passou, principalmente por falta de alternativa – a China é a fábrica oficial do mundo, dos produtos eletrônicos mais sofisticados e confiáveis às bugigangas mais xexelentas. Quem compra, compra produtos feitos na China. Mas o brasileiro estará pronto para acelerar um carro chinês pelas estradas?

A julgar pelos resultados das duas primeiras semanas de vendas, a chinesa JAC Motors tem motivos para acreditar que a resposta seja sim. “A Toyota levou 11 anos para vender no Brasil 4 mil carros em um mês. Nós vendemos 2.400 em duas semanas”, diz Sérgio Habib, presidente do Grupo SHC, importador oficial da marca. Ah, sim: ele não está nem aí para a imagem geral da manufatura chinesa. “Eu não falo em nome de carro chinês nem de produto chinês. Falo pela JAC.” Não se sabe se o ritmo vai continuar, mas a empresa elevou a expectativa de vendas no ano de 35 mil carros para 45 mil.

Parte desse sucesso inicial tem de ser creditado ao esforço de marketing (o apresentador Fausto Silva é o caro garoto-propaganda) e à tentativa de adaptar os veículos ao gosto brasileiro. Foram gastos dois anos e R$ 30 milhões em testes para entender o consumidor local. Havia muito o que fazer. “Chinês gosta de carro com interior bege, brasileiro prefere escuro”, diz Habib. No final, foram 242 modificações, incluindo detalhes de painel, direção, limpador de para-brisas, borrachas das portas. Nada disso garantia, porém, que o carro enfrentaria bem o campo de provas das ruas brasileiras.

Na reta final, em agosto passado, cinco JACs com mais de 100.000 quilômetros rodados foram entregues a taxistas. A opinião deles encorajou Habib a oferecer seis anos de garantia. “No Brasil, as maiores garantias são da Kia e da Hyundai, de cinco anos. Na Europa e nos Estados Unidos, são comuns garantias de sete a dez anos”, diz o consultor especializado José Caporal, da Megadealer Auto Management. “Nesse ponto, eles mostram autoconfiança.”

Conquistar espaço no mercado e na cabeça dos apaixonados por carros a partir do zero é sempre um desafio, por uma questão de hábitos e por outras bem práticas. “Quem compra um carro de uma montadora nova não sabe se vai conseguir revender o carro por bom preço nem se as peças de reposição vão atender à demanda”, diz Caporal. Habib pode até não gostar da associação com a fama chinesa, mas a JAC espera superar os obstáculos iniciais cultivando a imagem de barata em comparação com a concorrência.

A vanguarda da chegada ao Brasil são dois modelos, o J3 (que pretende concorrer com Fox, Fiesta e Sandero) e o J3 Turin (que tentará tomar mercado do Fiesta Sedan e do Siena). Eles custam entre R$ 37 mil e R$ 40 mil. A montadora promete peças de reposição, revisões e seguro econômicos na faixa em que vão concorrer. O valor inicial cobrado pelas seguradoras seria a metade dos concorrentes na mesma faixa de preço. Até julho será lançado o J6, uma minivan do porte da Chevrolet Zafira. No fim do ano, chegará o J5, um sedã que pretende concorrer com o Toyota Corolla.

O baixo custo e a garantia ampla, entretanto, não tornarão fácil a sobrevivência da JAC no Brasil, caso os veículos não tenham qualidade compatível com o que já existe no mercado. Nesse ponto, a média da indústria chinesa precisa avançar. Em outubro de 2010, o carro chinês Geely CK foi reprovado em testes de segurança do instituto Latin-NCap. No teste de colisão, o modelo recebeu nota zero, numa escala até 5. Em março de 2009, já havia ocorrido fiasco semelhante: o chinês Brilliance BS4 recebeu a nota mais baixa nos testes de segurança feitos pelo instituto alemão Adac, que estuda carros vendidos na Europa. No teste específico de contenção de danos causados a pedestres em eventuais atropelamentos, o sedã também recebeu nota zero. A esse histórico ruim da produção chinesa Habib tem uma resposta pronta: os JACs são veículos globais, com design japonês e italiano e autopeças de fornecedores tradicionais, como Bosch e Delphi. Ele não é um principiante – a JAC é apenas o passo mais arriscado de um veterano no ramo.

Habib, um engenheiro eletrônico com pós-graduação em administração na Universidade Harvard, começou a importar os carros Citroën em 1991. Em 2000, tornou-se presidente da marca no Brasil e expandiu a rede de 30 para 130 concessionárias em oito anos. Hoje, tem 83 concessionárias de Citroën, Jaguar, Aston Martin e da JAC. Na empresa, cultiva a imagem de informal – não para na própria mesa e circula para conversar com os funcionários. Como bom empreendedor fascinado pelo que faz, saboreia os detalhes do negócio com certa obsessão. “Se você ligar para ele agora e perguntar quantos carros da JAC ou da Citroën foram vendidos no Recife no fim de semana, ele sabe”, diz um funcionário.

Mas ele obteve sucesso, até agora, apoiado em marcas tradicionais. Ao abrir a rede JAC com 50 concessionárias no Brasil, Habib inicia um tipo de empreendimento completamente diferente. A empresa está presente em mais de 100 países, mas os resultados não são significativos nem na China. Em 2010, vendeu lá 418 mil unidades e exportou 20 mil, números bem discretos (a China produziu 18 milhões de carros no ano passado). O mercado brasileiro já estreia como o segundo maior para a companhia, e a expansão local foi decisiva para que Habib decidisse trazer a JAC.

A previsão é que 3,5 milhões de novos automóveis cheguem às ruas em 2011. Habib aposta em conquistar principalmente os motoristas novatos, ainda sem conceitos e preferências tão arraigados e mais abertos a experimentar. “O brasileiro compra carro primeiro porque é bonito, segundo porque é completo e terceiro porque é barato”, diz Caporal. Por isso, ele acredita que a JAC terá sucesso – ao menos, enquanto durar a curiosidade dos brasileiros sobre o carro chinês.

– Dilma e a Sua Aprovação. Ilusão?

 

Dilma Roussef está com altíssimos índices de aprovação na 1ª pesquisa de popularidade.

 

Será que depois de 3 meses, dá para avaliá-la coerentemente?

 

Dilma acertou na Política Internacional, afinal, distanciou-se da amizade presidencial iraniana, cobrou ações de respeito aos direitos humanos e não afagou Kadhaffi, como Lula outrora fez. Entretanto, os preços dos combustíveis dispararam no Brasil e o efeito cascata é inevitável sobre os demais produtos. Ela se omitiu. No Mato Grosso, por exemplo, a Anael autorizou 13% de aumento para a energia elétrica. E o Governo? Cala-se.

 

Sabe um descalabro do novo Governo? A Secretaria dos Trens de Alta Velocidade! Criou-se mais um cabidão de empregos para cuidar dos TGVs, que não existem no Brasil! É mole?

 

E, falando de TGV, quem vai querer explorar o tão falado trem-bala, já que com os preços das passagens de ônibus e de avião não compensaria construir tal ferrovia RJ-SP? Aliás, projeto que era para a Copa, virou meta olímpica e quiçá vai sair em 2018…

– A Vantagem de ser Perdedor no Paulistão e o Esdrúxulo Regulamento

 

Amigos, alguém já se deu conta que para os times pequenos e médios do Paulistão, ser 9º  colocado pode ser mais vantajoso do que ser 8º e se classificar para a fase final?

 

O Regulamento da Competição diz que os 8 melhores se classificam, correto?

 

Pois bem: se a Portuguesa estiver classificada entre os 8 primeiros, e com os quatro grandes na ponteira da tabela (o professor de Geografia da FPF deve ser sensacional: Santos não disputa o troféu “Campeão do Interior” pois é do litoral e considerado grande; Portuguesa Santista ou Jabaquara disputariam… São Caetano, São Bernardo e Santo André, que são da Região Metropolitana, viram “caipiras” nesse Regulamento e disputam), teríamos 3 vagas para o interior. Se Ponte Preta e Bragantino (que estão já classificados para o Brasileirão série B) também entrarem, sobra 1 vaga em disputa. E aí, teríamos Mirassol, Paulista e Oeste brigando por ela, com o objetivo maior: classificar-se para a série D do Campeonato Brasileiro e não passar o resto do ano parado.

 

Cá entre nós: para os times pequenos, o verdadeiro mote do Paulistão é o título de ‘campeão paulista’ ou tentar conquistar uma ‘vaga para a 4ª divisão do Brasileirão’, já que no restante do ano esses clubes tendem a fechar seus departamentos de futebol profissional e disputarem a Copa Paulista com equipes juniores?

 

Mas a mágica é a seguinte: Se os classificados forem os citados acima (4 grandes + Lusa + Ponte Preta + Bragantino), o 9º colocado entrará para o Torneio do Interior. Como o 8º pode ser eliminado em jogo único nas quartas de final, o 9º colocado poderia prosseguir no campeonato do interior, pois, teoricamente, os times são de nível técnico menor. Como a pontuação final é a determinante para o representante da Série D (pontuação final é a soma de todas as fases e não apenas a da primeira fase), a nona colocada poderia ter mais pontos por, teoricamente, poder avançar mais no torneio (Lembrando ainda que no Paulistão, os times pequenos não jogariam mais em casa; e no Troféu do Interior, poderiam até fazer a final em seus domínios – até o regulamento é diferente, pois há cobrança de pênaltis em determinada etapa). E se tivéssemos uma “Zebraça” no Campeonato, com os 4 grandes eliminados nas quartas-de-final (e a Lusa não se classificando na Fase 1), poderíamos ter como representantes do interior o 10º, 11º, 12º e 13º colocados disputando o título Campeão do Interior, já que os classificados para a fase 3 não entram!

 

Quem bolou esse regulamento, de fato, é um iluminado! Perder, neste caso, pode ser uma grande vantagem. É claro que é um viés do campeonato, mas não deixa de ser irônico.

 

Não me surpreenderia se observasse time na beira da classificação não se esforçando na última rodada. Aqui, o que vale é a sobrevivência financeiro-desportiva, e não o espírito esportivo. E se olharmos a situação dos clubes, dá para condenar?

 

É complicado. Respire fundo e… diga: você que é torcedor de time pequeno / médio, o que acha: classifica-se em 8º ou em 9º? Qual risco é menor para não ficar parado no restante do ano? Deixe seu comentário:

– Terroristas da Al-Qaeda: Eles estão entre nós!

 

Se no post anterior falamos da interessante matéria da Revista Época sobre o Mensalão, a Revista Veja dessa semana também não fica atrás. Ela fala sobre o fato dos terroristas da Al-Qaeda viverem tranquilamente no Brasil, recrutando jovens!

 

Pior: a Interpol, FBI, CIA e PF não conseguem pegá-los; mas a revista fotografou 5 deles, inclusive o líder do grupo no Brasil.

 

Este país está pedindo para virar uma bagunça mesmo. Não bastassem nossos políticos corruptos, agora até terroristas seguidores de Bin Laden?

 

Só falta o guia deles não estar em nenhuma montanha do Afeganistão, mas a paisana em São Paulo…

– E o Lula ainda vai dizer que “Não Sabia”?

 

A capa da Revista Época dessa semana traz à tona algo que nós já sabíamos e que o ex-presidente Lula cansou de dizer que era mentira: o mensalão realmente era dinheiro público usado por Marcos Valério e que financiava o PT e seus amigos.

 

Não adianta dizer que é “intriga da oposição” (já que o Ministério Público achou até doações para a oposição também); afinal, as provas estão todas nesta edição semanal em cópias de documentos oficiais. Até segurança particular do Lula foi pago com esse dinheiro desviado!

 

“O Mensalão é uma farsa”

 

Lembram-se dessa fala? Foi do próprio ex-presidente, nosso último guia-mestre. E agora? Era mesmo?

– Sem Pagar Imposto? E não dá nada?

 

Tá certo que nosso país é o “País dos Impostos”, mas…

 

Leio no jornal esportivo Lance de que o Fluminense-RJ não pagou nenhum imposto em 2010. E isso pode? Dá o calote e não acontece nada?

 

As dívidas dos clubes de futebol são vergonhosas. Se estivéssemos em um país sério, as autoridades já teriam tomado alguma providência.

 

E você, o que acha disso: clube de futebol deve ter algum privilégio ou não? Deixe seu comentário (que, acredito, logicamente será NÃO). Pergunta boba… kkk

– Domingo de Confraternização?

 

Que tal um Churrasco para comemorar minhas festividades?

 

Será que algum dos meus cunhados providenciará?

 

Lógico, o “homenageado” sou eu e eles devem puxar bastante meu saco. kkk

– A Triste História dos Trigêmeos Brasileiros

 

Lembram-se de “A Escolha de Sofia”, história que contava o drama de uma mãe que deveria escolher um dos filhos para mandar ao campo de concentração?

 

Pois é: aqui no Brasil (em Curitiba), um casal fez tratamento para ter filhos. Nasceram 3 crianças prematuras. Duas mais saudáveis do que a terceira criança, escolhida para ser… abandonada!

 

Recentemente, as crianças saíram do hospital e os pais rejeitaram a criança doente. Alegavam dificuldades financeiras para criar 3 filhos e planejaram o abandono, denunciado por funcionários da maternidade.

 

Duas situações: pais desesperados pelo sustento do filho; ou pais insensíveis e monstruosos, que largam um recém-nascido doente.

 

Não quero julgar. Aliás, nem queria escrever esse post, tamanha a tristeza do assunto.

 

Que Deus ajude a todos, inclusive a criança doente, para que sare e não saiba ou se sinta rejeitada, por motivos justificáveis ou não.

– E a Lusa não se emenda…

 

Tô acompanhando o jogo da Portuguesa X Mirassol. E a Lusa, num campeonato de baixo nível técnico e com 8 vagas, vai caindo fora.

 

Lamentável! Deixou faz tempo de ser time grande, infelizmente.

– Cáritas Diocesana discute o 3º Setor

 

por Reinaldo Oliveira

 

FÓRUM DA CÁRITAS PARA O 3º SETOR FALOU DE PLANEJAMENTO

 

O quarto encontro do Fórum da Cáritas para o 3º Setor realizado no dia 31 de março que teve como tema “Reflexões sobre Comunicação” e “Marketing no 3º Setor”, falou sobre planejamento e organização. Na abertura do encontro, o presidente da Cáritas Diocesna, diácono Francisco Arantes, após dar as boas vindas aos participantes, defendendo a profissionalização da atividade no terceiro setor disse: “Percebo que as entidades trilham o caminho do entusiasmo com organização. Vejo que sobra entusiasmo e falta conhecimentos legais. De nada adianta ter boa vontade se não tiver conhecimentos”. Por conta disso, as palestras “Reflexões sobre Comunicação” ministradas pelo Dr. Danilo Brandini Tiesel, e “Marketing no 3º Setor”, pela Dra. Silvana Nader, falaram sobre organização e planejamento ao publico presente, que atuam nas entidades voltadas para o terceiro setor. Durante mais de uma hora, eles viram exemplos da necessidade de planejar a captação de recursos, com a aplicação de conhecimentos de marketing. O Fórum que teve outros três encontros em agosto, outubro e dezembro de 2010, realizou este quarto encontro e o próximo foi programado para o dia 25 de maio. Os encontros são realizados no anfiteatro da Cúria Diocesana, sempre das 8h30 às 12h. Como são assuntos de interesse geral das entidades, mesmo quem não tenha participado dos encontros anteriores está convidado a participar. A participação e gratuita e não há necessidade de inscrição com antecedência.

– Mais Primaveras de Vida!

 

Obrigado, obrigado, obrigado mesmo.

 

Pena que minhas primaveras não podem ser mais contadas no dedo.

 

Tá bom: hoje apenas 20 anos. Ou melhor: 30. Ok.. Trinta e tantos!

– O Rico Lixo Brasileiro

 

No mundo da Administração de Empresas, as crises devem ser encaradas como oportunidades. E, por mais que algumas fiquem latentes, às vezes são desprezadas.

 

A Revista Superinteressante, Ed Março/2011, pg 25, traz uma mostra disso: fala sobre o valor do lixo mundo afora.

 

Você sabia que 12% do lixo brasileiro não é recolhido, mas jogado nas ruas? Que povo porcalhão!

 

Que menos de 40% das cidades de médio porte brasileira tem coleta seletiva de lixo?

 

Que se produz 1,3 kg de lixo por dia?

 

Que 43% do lixo hospitalar é descartado irregularmente?

 

Que apenas 1% do lixo paulistano é reciclado?

 

Que 90% do alumínio, 45% do papel, 47% do vidro e 21% do plástico consumidos são reciclados?

 

Que 60% da comida brasileira vira lixo orgânico?

 

Diante de tantos índices importantes, não estaríamos de frente a uma grande oportunidade de negócios?

– A Única Profissional do Sexo Reconhecida Pela Justiça

 

Um jargão popular é de que a Prostituição é a Atividade Profissional mais antiga do mundo. Claro que, nas leis trabalhistas, não é reconhecida.

 

Mas leio que a travesti Lilith Prado teve, em última instância, seu direito de exercer a prostituição reconhecido! Mais: o de contribuir ao INSS como tal. Desde 2002, o Ministério do Trabalho deu a ela o direito de recolher os impostos junto à Previdência Social como “profissional do sexo”. Será a única pessoa entre os 6,1 milhões de contribuintes do Brasil a se enquadrar nesta categoria.

 

E você, o que acha disso: Prostituição deveria ser reconhecida como trabalho ou não? Deixe seus comentários: 

(A propósito, em Jundiaí, nos últimos dias, a prostituição no Centro está absurda. Sábado, fui com a família numa tradicional Cantina da Rua Zacarias de Góes, e às 19:30h, as esquinas próximas estavam infestadas de travestis semi-nus. Constrangedor…).

– Abandonando as Minhas Mídias Sociais

 

Amigos, por estar passando por um momento difícil, estarei abandonando as mídias sociais. Isso é fundamental para a minha sobrevivência. Infelizmente, descobri nesta última quinta-feira uma inesperada situação a qual esclareço, a fim de que não haja boatos:

 

1- Cansei de escrever temas polêmicos e ler xaropes que, ao invés de debaterem, ofendem. Xô radicais!

2- Estou sem tempo para nada. Assim, preciso remanejar minhas atividades.

3- Meus planos para me candidatar ao Sindicato dos Árbitros de Futebol e/ou Cooperativa, com o propósito de içar novos patamares sensíveis à categoria, acabam por ir “água abaixo” devido às críticas da atual situação, as quais me incomodam muito.

4- Estou estupefato de tanto trabalhar. A atividade docente chegou ao meu limite.

5- Por fim, hoje é o primeiro dia do quarto mês… Feliz dia da Mentira kkk Tudo o que você leu é exatamente ao contrário!

 

Apenas uma mentirinha engraçada. Bom dia a todos.

– Saudades

 

Uma antiga foto de uma antiga festa de aniversário com meu Vô Toninho.

 

Dias Nostálgicos e Saudosos… Êta italiano “mastiga-broddo”.