– Zelaya e o interesse brasileiro sobre Honduras.

Dá para explicar por que o Brasil resolveu entrar no coflito de Honduras? Não existe outra explicação a não ser a necessidade de mostrar a sua influência política na América Latina, deixando a Venezuela (que tentava esse posto) para um segundo plano. Porque se meter nisso? Financeiramente, nada de rentável.

Mas veja que interessante: o presidente deposto Zelaya está na Embaixada Brasileira (que está sem embaixador!), e deixou-se fotografar pela emblemática foto abaixo:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u627950.shtml

Presidente deposto, Manuel Zelaya, dorme dentro da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde se refugia

Sob toque de recolher, soldados mantêm cerco à Embaixada do Brasil em Honduras

Sob o anúncio de uma nova extensão do toque de recolher em Honduras, soldados e policiais antimotim cercaram nesta quarta-feira a Embaixada do Brasil na capital Tegucigalpa, onde o presidente deposto, Manuel Zelaya, está refugiado desde segunda-feira (21). O governo interino de Roberto Micheletti nega, contudo, intenção de invadir a embaixada –o que poderia agravar a crise do país.

Centenas de efetivos de segurança, alguns mascarados e outros portando armas automáticas, cercaram uma área ao redor do prédio da embaixada do Brasil onde Zelaya se refugiou com a família e um grupo de cerca de 40 partidários.

O Ministério de Relações Exteriores do Brasil confirmou que a eletricidade, a água e o telefone da embaixada foram cortados por várias horas, mas que estava permitida a entrada de alimentos.

De acordo com o 22º artigo da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, de 1961, os locais das Missões Diplomáticas (embaixadas e edifícios anexos) são invioláveis. Os agentes do estado acreditado (que recebe a embaixada) não podem penetrar neles sem o consentimento do chefe da missão.

O governo brasileiro disse que garantirá a proteção do presidente deposto dentro da embaixada e pediu ao Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) uma reunião de emergência para discutir a pior crise na América Central em décadas.

Um toque de recolher, que virtualmente parou a capital, foi ampliado até as 18h desta quarta-feira (21h no horário de Brasília) e provocou o fechamento de aeroportos, escolas e comércios.

Micheletti disse nesta terça-feira que Zelaya pode ficar na embaixada por “cinco ou dez anos, nós não temos nenhum inconveniente que ele viva ali”, sinalizando estar preparado para um conflito demorado.

Na terça-feira, policiais e militares dispersaram com bombas de gás lacrimogêneo, carros hidrantes e uma antena que emitia um som ensurdecedor os manifestantes que se aglomeravam diante da embaixada brasileira. Os manifestantes pró-Zelaya se defenderam jogando pedras, em um conflito que deixou ao menos 20 feridos, nenhum em estado grave, e cerca de 150 presos.

Os Estados Unidos, a União Europeia e a OEA (Organização dos Estados Americanos) pediram uma saída negociada para que Zelaya retorne ao poder.

O governo interino, contudo, se recusou a suavizar sua posição contra a volta de Zelaya ao poder –impasse que deu um fim às negociações mediadas pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias.

Na noite desta terça-feira, Micheletti disse estar disposto a conversar com Zelaya se ele reconhecer a legitimidade da próxima eleição presidencial marcada para 29 de novembro, mas esclareceu que não negociaria a volta do presidente deposto ao poder.

Zelaya afirmou que a oferta de diálogo é uma “manipulação” e o acusou de não ter vontade de resolver a crise que vive o país.

“Tudo isto é uma manipulação”, indicou Zelaya em declarações a Rádio Globo e ao Canal 36, acrescentando que “não há vontade de resolver a crise que tem o país”.

“Devem deixar de manipular a opinião pública, eu vim aqui para que o diálogo seja direto, para que não tenha comparsas, nem nenhum tipo de distúrbios”, ressaltou o presidente deposto.

Zelaya afirmou que não reconhecerá as eleições já que “não há igualdade para todos”. “Assim não há trato, se há eleições têm que haver condições de igualdade para todos, não perseguição contra uns e favor para outros.”

– Responsabilidade Ambiental

Amigos, compartilho interessante material enviado por Joelson Cabral, a respeito de ação de Responsabilidade Ambiental: provedor planta árvores a cada lote de pesquisas!

Extraído de: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/22/buscador-baseado-no-google-planta-arvores-de-acordo-com-numero-de-pesquisas/

Buscador ecológico planta árvores de acordo com número de pesquisas

Criadores do eco4planet plantarão uma muda a cada 50 mil buscas; tela preta do site promete redução de energia em relação ao Google.

A Tecnologia de Informação Verde chegou aos buscadores. Lançado em agosto, o eco4planet é um mecanismo de busca “ecológico”, baseado na Google Custom Search, a ferramenta do portal que permite a personalização da busca.
Os criadores do site prometem plantar uma árvore a cada 50 mil buscas realizadas por meio do eco4planet. A página inicial apresenta um contador das pesquisas, e o blog do buscador mostra fotos de cada muda plantada desde o início da campanha.
Por possuir fundo preto, o buscador também garante economia no gasto de energia e arrisca um cálculo: um monitor utiliza até 20% menos energia para exibir uma tela preta se comparado à branca.
Considerando as mais de 2,55 bilhões de buscas diárias realizadas no Google com tempo médio suposto em 10 segundos por pesquisa e a proporção de monitores por tecnologia utilizada, o buscador de fundo preto representaria uma  economia anual de mais de 7 milhões de Kilowatts por hora.
Uma iniciativa parecida foi lançada pelo Greenpeace em junho deste ano. Um software, chamado
Black Pixel, instala um quadrado preto no canto superior da tela do monitor a fim de reduzir ligeiramente o consumo de energia. A redução só ocorre em monitores de tubo. Telas de LDC não apresentam alterações no consumo em relação às cores apresentadas.
Por meio do perfil do eco4planet no Twitter é possível acompanhar as datas e locais de plantio das árvores.

– Pepsi e Coca-Cola proibidas de Vender suas Águas

Ministério Público alega propaganda enganosa. É água ou é refrigerante?

Extraído da Folha On Line

Ministério Público pede proibição da venda dos refrigerantes H2OH! e Aquarius Fresh

O Ministério Público Federal no Distrito Federal ajuizou na terça-feira (22) uma ação civil pública na 1ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal pedindo a proibição da comercialização dos refrigerantes H2OH! e Aquarius Fresh, produzidos, respectivamente, pela Pepsi Cola Indústria da Amazônia Ltda e pela Coca-Cola do Brasil.

De acordo com a ação, os dois produtos possuem nomes que remetem à água, mesmo sendo refrigerantes de baixa caloria, o que poderia confundir e até prejudicar a liberdade de escolha do consumidor, apesar de constar em seus rótulos que são refrigerantes.

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Sendo assim, a Procuradoria afirma que o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) não poderia autorizar o registro das marcas, pois ambas ferem a lei de propriedade industrial que proíbe sinal que induza a falsa indicação quanto à origem, procedência, natureza, qualidade ou utilidade do produto ou serviço a que a marca se destina.

“Tal situação demonstra desrespeito ao Código de Proteção e Defesa do Consumidor, principalmente, em relação aos princípios que estabelecem a transparência e harmonia nas relações de consumo, a boa-fé”, relata a ação. A ação pede ainda que os produtos passem por reformulação para que se adequem a legislação.

Outro lado

Procurada pela reportagem, a Coca-Cola afirmou que ainda averigua a informação e deve se pronunciar em breve. Assim que a empresa responder ao contato, a informação será acrescida ao texto.

Já a Pepsi e a AmBev (fabricante do produto) informaram, por meio de sua assessoria, que ainda não foram informadas oficialmente sobre a ação judicial.

Ainda segundo as empresas, o “Ministério Público Estadual de SP analisou e aprovou o rótulo de H2OH!; a Justiça Federal já avaliou, em outra ocasião, alegações a respeito da legalidade da marca H2OH! e autorizou, por meio de decisão judicial, a sua utilização no Brasil”.

As empresas informaram ainda que “o H2OH! segue rigorosamente a legislação aplicável, inclusive no tocante à rotulagem, em especial as normas de proteção e defesa do consumidor, que o produto está devidamente registrado perante o Ministério da Agricultura, […] e sua marca foi devidamente registrada perante o INPI”.

– Quem é que manda no país?

Sendo que o presidente Lula está no exterior, o vice-presidente José Alencar se internou novamente, quem é que está no comando desse país?

O atual presidente em exercício é o presidente do Senado, José Sarney ! Acredite., é verdade…

Êta país complicado…..

– Você já pensou em doar órgãos?

Há dias, falamos sobre a importância de doar sangue. Agora, uma ação de solidariedade infinitamente maior: a DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.

Tema de difícil trato e de coragem, vale a reflexão: já pensamos seriamente em tal ato de amor?

Nesses dias, nossa cidade está discutindo o assunto. Que tal a participação e incentivo?

Jundiaí sedia dois eventos de incentivo à doação de órgãos

por Reinaldo Oliveira

O município de Jundiaí sediou dois eventos, cujo objetivo é conscientizar e incentivar a população sobre a doação de órgãos. O primeiro evento – 1º Simpósio de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante aconteceu sábado passado, dia 19 de setembro, e foi promovido pelo Hospital São Vicente. Foram abertas 600 inscrições e os temas foram voltados para os profissionais que atuam na área da saúde. De acordo com informações do Dr. Izandro Régis de Brito Santos, responsável pelo setor de coleta de órgãos e transplante do Hospital São Vicente, este Simpósio foi direcionado aos profissionais de saúde, pois devido ao trabalho intenso nos hospitais, em alguns casos, ocorrem óbitos de pessoas que poderiam ser potenciais doadores e, estes profissionais envolvidos no trabalho diário, por falta de tempo não comunicam ou sequer sabem os procedimentos, contatos e informações com o setor de captação de órgãos. A demanda por pacientes que necessitam de doação é grande, e é importante incentivar a doação de órgãos fato que salvará mais vidas. O segundo evento acontece do dia 21 ao dia 24 de setembro, promovido pela 33ª Seção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em parceria com o Hospital São Vicente, no recinto da Câmara Municipal de Jundiaí. A exposição dos temas tem início às 19h, e é aberto à participação da população. Também neste, o objetivo é conscientizar a população – especialmente a sensibilidade ao tratar com os familiares que perdem o seu ente querido, sobre a importância da doação de órgãos para salvar vidas.

– O Gesto Obsceno de Bussaca 2

Que maluquice! Mal coloco o link do árbitro Massimo Bussaca sobre o fato dele fazer gesto obsceno na Suiça (aqui), vejo que o mesmo apronta novamente!

Convidado a apitar no Catar, durante a cobrança de escanteio, ele “arriou o calção” e começou a fazer xixi na Grande Área! Ao vivo, sem constragimento! E os atletas ali, esperando…

Alguém sabe o que está acontecendo com esse árbitro?

Clique e Veja o vídeo, nítido e claro:

http://www.jp.com.br/media/online/index.php?view=35321&categoria=4

– O Gesto Obsceno de Bussaca

Para quem milita no futebol, sabe quem é Mássimo Bussaca. O árbitro ítalo-suiço que apitou a final da última Champions League, nome forte para a próxima Copa do Mundo e um dos mais respeitados apitadores do mundo, cuja frieza e seriedade são marcantes.

Entretanto, nosso amigo esqueceu-se do equilíbrio emocional e “perdeu a linha”… Após ser ofendido por torcedores durante um jogo, virou-se para a torcida e fez, digamos, um gesto muito feio…

Creio que as vezes temos vontade de fazer isso para alguns torcedores chatos, mas não devemos… Estamos acima de provocações!

Veja só:  

Globoesporte.com

Globoesporte.com

Extraído de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1312155-9842,00-JUIZ+SUICO+PEGA+TRES+JOGOS+DE+SUSPENSAO+POR+GESTO+OBSCENO+PARA+A+TORCIDA.html

Juiz suíço pega três jogos de suspensão por gesto obsceno para a torcida

Massimo Busacca reconhece que ‘perdeu a linha’ ao reagir às provocações durante jogo da Copa da Suíça

Árbitro da final da última Liga dos Campeões, o suíço Massimo Busacca foi suspenso por três partidas por ter feito gestos obscenos para a torcida durante a partida entre Baden e Young Boys, sábado, pela Copa da Suíça.

A federação de futebol do país decidiu suspender Massimo por três jogos do campeonato local. O árbitro “perdeu a linha” depois que alguns torcedores do modesto Baden, da Terceira Divisão, invadiram o campo quando o time fez 1 a 0 sobre o Young Boys.

– Eu me deixei provocar pelos insultos verbais dos torcedores e fiz um gesto nada esportivo. Isso não deveria ter acontecido – disse o árbitro.

Massimo apitou a vitória do Barcelona sobre o Manchester United na final da Liga dos Campeões da última temporada. O suíço também participou da Copa do Mundo de 2006, quando trabalhou na partida entre Ucrânia e Espanha.

 

Que coisa feia…  Imaginou fazer um gesto desse no Maracanã lotado?

– Kaiser, Sol e Bavária derrubam FEMSA. Mas isso dá lucro… Como?

Há certas coisas que tornam a Administração de Empresas fantástica! Uma delas é a queda de participação de mercado das cervejas Kaiser, Sol e Bavária, todas da FEMSA. O mais interessante: a empresa se vangloria do lucro e do seu desejo de performance negativa!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/624/esta-gelado-vai-esquentar-a-femsa-perde-mercado-num-ritmo-152118-1.htm

Está gelado. Vai esquentar?

A Femsa perde mercado num ritmo inédito no Brasil. Mas garante que, graças a isso, ganha mais dinheiro que as concorrentes

por Adriana Matos

A trajetória da cervejaria mexicana Femsa nunca foi das mais fáceis no Brasil. Desde que adquiriu a Kaiser, em 2006, precisou se desdobrar para dar novo gás à marca. Até hoje, a marca cresce menos do que a concorrência. Considerada uma de suas maiores apostas do grupo por aqui, a Sol, outro de seus rótulos, nunca teve mais de 1% das vendas do setor no Brasil. No passado recente, a Femsa perdeu distribuidores e chegou até a entrar numa briga declarada com a AmBev nas tevês e na Justiça. Em momento algum seu desempenho por aqui animou os acionistas. Mas nada pode ser comparado ao baque sofrido na mais recente leitura da consultoria ACNielsen, divulgada na semana passada. Em agosto, as três marcas de cerveja da Femsa (Kaiser, Sol e Bavária) registraram a menor participação de mercado desde que a companhia desembarcou no País. Entre janeiro e agosto, a taxa desabou de 8,2% para 6,9%, uma perda equivalente a R$ 140 milhões em receitas. Esse resultado provocaria um terremoto em qualquer empresa. Mas não se tem notícia sobre demissão de diretores ou mudanças dramáticas na gestão do negócio. Isso porque a Femsa garante que já esperava por isso. Parece uma incoerência, mas, de certa forma, foi ela – e não os rivais – a maior responsável pela performance negativa.

Nesse ano, a companhia fez reajustes de preços que chegaram ao dobro da alta promovida por AmBev ou Schincariol. Enquanto as duas concorrentes subiram as tabelas em quase 5% na virada do ano, na Femsa a alta foi de 10,7% no primeiro trimestre. A Femsa fez uma opção clara: decidiu mexer no preço porque precisava proteger a margem de lucro, ainda que isso provocasse queda nas vendas. “Resolvemos garantir a rentabilidade. Esse é o nome do jogo. Reajustamos, perdemos share, mas a operação continua no azul”, diz Paulo Macedo, diretor de relações externas do grupo. A visão é compartilhada por gente de fora da empresa. “Uma companhia do porte da Femsa tem compromisso com acionista. Para o investidor, não interessa se ela perdeu mercado ou não. Por isso, ela protegeu o resultado”, diz Joaquim Ferreira Sobrinho, professor da Trevisan Escola de Negócios.

A origem do problema estava na escalada do dólar após o estouro da crise financeira. Cerca de 70% da matéria-prima usada na produção da bebida é dolarizada. A empresa não quis amargar as perdas geradas pela alta dos custos. As operações de proteção cambial (hedge) fechadas pelo grupo não consideravam uma disparada no dólar superior a R$ 2,20 (ele foi a R$ 2,51).

Nessa hora, não há muito o que fazer se a empresa não tem peso no tabuleiro de forças. A AmBev muitas vezes divide a conta com o varejista, que ou aceita a pressão ou fica sem o produto. Na Femsa, com poder de barganha bem menor e portfólio de marcas limitado, não funciona assim. No final do primeiro semestre, o que se viu foi preço mais salgado e volumes mais magros – alta de 1,9% na quantidade vendida no primeiro trimestre e 0,5% de abril a junho. No semestre todo, o setor cresceu 4%. Até agora, a quantidade de dinheiro que vai para o caixa da Femsa cresce numa velocidade maior do que o volume comercializado. Enquanto o valor do Ebitda subiu 72% entre 2003 e 2008, as vendas registraram alta de apenas 9%. Agora, se quiser aumentar os volumes de produção, a empresa terá que superar limitações na produção em algumas fábricas. A unidade de Manaus, que atende o Norte, está operando com 100% da capacidade instalada. É a região que ajuda a empresa a ganhar dinheiro, mas não há como produzir mais ali sem o desembolso de vultosos investimentos.

Também não existem planos para ampliar a unidade de refrigerantes de Minas Gerais, uma das mais eficientes do grupo, e que poderia passar a produzir cerveja.
Em novembro, José Antonio Fernández Carbajal, presidente do Conselho de Administração da Femsa, disse que poderia produzir a bebida em Minas Gerais dentro de quatro anos. “Isso ainda não está certo. Aquela unidade fabrica refrigerante e precisamos acertar essa ampliação com a Coca-Cola”, diz Macedo. Ele, porém, garante a satisfação da empresa com os resultados no Brasil. “Nós crescemos há três anos consecutivos e operamos no azul há quase dois anos.” Para ele, a Femsa está muito longe de entrar numa fria.

– Susto!

Amigos, obrigado pela força que me deram após o “susto” de ontem a noite. Infelizmente, a violência e as pessoas de má índole insitem em vencer a sociedade organizada…

Graças a Deus, nada grave e tudo sobre controle.

Obrigado de coração!

– Meu Primeiro Dentinho…

Nasceu o primeiro dentinho da nossa Marininha!

No domingo que vem, assistiremos São Paulo X Corinthians juntos, comendo pipoca e amendoim, torcendo pelo quarteto de arbitragem. Afinal, ela já é grandona… tem até dente!

– Puma e Adidas: os irmãos fazem trégua!

Historicamente, as empresas Puma e Adidas travam uma briga única: a hegemonia e simpatia pelo mercado alemão, desde a origem das duas corporações. Claro, os irmãos Dassler, fundadores da empresa que se subdividiu, sempre se degladiaram. Entretanto, após muito tempo, fazem uma interessante trégua: um evento promocional que une as 2 gigantes do material esportivo.

Extraído de: http://jogodenegocios.blog.terra.com.br/2009/09/18/depois-de-60-anos-chega-ao-fim-a-guerra-entre-puma-e-adidas/

DEPOIS DE 60 ANOS, CHEGA AO FIM A GUERRA ENTRE PUMA E ADIDAS

por Fábio Kadow

A maioria já conhece, mas não custa relembrar. Em 1924 os irmãos Adi e Rudi Dassler montaram a sapataria Gebrüder Dassler, que, quatro ano depois, já estava presente nos pés de diversos atletas que disputaram as Olimpiadas de 1928, em Amsterdam, na Holanda. Em 1936, nas Olimpiadas de Berlim, o norte-americano Jesse Owens ganhou quatro medalhas de ouro (e desafiou Hitler) devidamente calçado com produtos Gebrüder.

Como sociedade é algo que não costuma funcionar nem entre irmãos, em 1947, por causa de brigas que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial, houve a separação que deu origem a duas grandes marcas do mercado esportivo: Adidas e Puma.

Sessenta anos depois da cisão finalmente a guerra (que é muito forte até hoje no norte da Alemanha, onde um rival não usa a marca do outro) terá uma trégua justamente no dia 21 de setembro, o Dia Internacional da Paz criado peola ONU. O esporte, que é conhecido por ter proporcionado fatos incríveis na união entre inimigos políticos e religiosos, agora também vai selar a paz no mundo dos negócios.

Os atuais presidentes das empresas chegaram a um acordo histórico que vai envolver diversas ações promocionais. Para começar, nada melhor do que um jogo de futebol entre os funcionários das empresas, evento que foi batizado de Peace One Day. “Nós realmente acreditamos que o esporte pode juntar as pessoas. Isso foi demonstrado inúmeras vezes no passado e estamos comprometidos com os valores positivos que o esporte tem: paixão, performance, trabalho em equipe e jogo limpo.”, declarou Herbert Hainer, presidente da Adidas, no site da empresa.

A ação será divulgada e promovida também durante a rodada desse fim de semana do Campeonato Alemão, em alguns jogos que envolvem times de um dos dois fabricantes.

– Projeto Ficha Limpa

Amigos, vamos moralizar a política brasileira?

Após 1,3 milhão de assinaturas, vem amadurecendo o projeto que impede candidaturas a cargos públicos de pessoas condenadas por crimes.

Vamos apoiar e pressionar a aprovação?

Ah se já estivesse valendo…

(enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira)

Projeto Ficha Limpa

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) conseguiu adesão de mais de 1,3 milhão de assinaturas de eleitores de todo o Brasil em apoio ao projeto de lei de iniciativa popular que proíbe a candidatura de pessoas que tenham sido condenadas em processos judiciais em primeira instância ou que respondam a ações em tribunais de Justiça. O texto com o projeto, apelidado de Ficha Limpa, será encaminhado ao Congresso Nacional no próximo dia 29 de setembro, durante ato solene em comemoração aos 10 anos da Lei nº 9.840/99, a primeira de iniciativa popular na história do país e que combate a compra de votos durante o período eleitoral. Os organizadores da Campanha Ficha Limpa já iniciaram contatos com deputados federais e senadores na tentativa de garantir a aprovação da proposta o mais rápido possível. A reforma eleitoral votada na terça-feira no Senado até prevê que só poderão ser candidatas pessoas com “reputação ilibada”, o que foi considerado insuficiente pelo grupo. “O que foi aprovado é geral e abstrato. O que é uma conduta ilibada? Cada juiz é que vai interpretar esse artigo de acordo com sua convicção. O projeto da Ficha Limpa esclarece isso”, afirmou ontem o secretário-executivo-adjunto da Comissão Brasileira de Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Daniel Seidel. Qualquer alteração na legislação eleitoral precisa ser aprovada até 2 de outubro para que entre em vigor já em 2010 — prazo impossível de ser cumprido para a votação do projeto da Ficha Limpa. Mas para Daniel Seidel, esse não será um problema, pois o que a proposta faz é apenas regulamentar algo que já está previsto na Constituição Federal. O artigo 14 diz que lei complementar vai estabelecer os casos de inelegibilidade e os prazos para sua cessação, considerando, entre outros pontos, a vida pregressa do candidato. Ciente de que não será fácil convencer os parlamentares a aprovar um texto tão polêmico e que pode prejudicar vários deputados e senadores, Seidel afirmou que já iniciou contatos em Brasília, e conta com o clamor de mais de 1,3 milhão de brasileiros que aderiram à campanha iniciada em abril do ano passado. “Claro que vamos encontrar resistência no parlamento, até porque muitos parlamentares já estão com processos na Justiça. Mas faz parte do processo democrático ter candidatos livres de ações. Que eles respondam aos processos e depois voltem à vida pública.” Até a próxima semana, o grupo fará um mutirão para finalizar a contagem das assinaturas — que ainda podem ser coletadas nas igrejas em todo o país ou pelo site www.mcce.org.br (Texto original publicado no http://www.cnbb.org.br)

– Formação de Preço do Álcool Combustível

A concorrência tem feito o preço do álcool cair; entretanto, a existência de empresas “Barrigas de Aluguel” e a grande sonegação fiscal faz com que o álcool paulista seja o mais barato do Brasil.

Veja que interessante como funciona esse golpe (extraído da Folha de São Paulo, 18/09/2009, pg b10, por Fátima Fernandes)

PREÇO DO ÁLCOOL NA BOMBA ESTÁ ABAIXO DO CUSTO EM SP

O preço do litro do álcool hidratado nos postos em São Paulo está abaixo do custo, segundo o Sindicom, sindicato das distribuidoras de combustíveis, com base em levantamento feito pela ANP (Agência Nacional do Petróleo).O preço médio do litro do álcool em postos paulistas era de R$ 1,27 no período de 6 a 12 deste mês , segundo a ANP. Deveria ser de R$ 1,35, no mínimo, para remunerar distribuidoras e postos de combustíveis que recolhem impostos, segundo o Sindicom e o Sincopetro, sindicato de postos de São Paulo.

Quem vende o litro do álcool a menos de R$ 1,30 ou trabalha com prejuízo, o que não justifica estar no negócio, ou sonega impostos, segundo Alísio Vaz, vice-presidente do Sindicom.

O custo médio do álcool na usina, incluindo os impostos, é de R$ 1,07. Se o preço médio no posto é de R$ 1,27, significa, segundo Vaz, que sobra R$ 0,20 para dividir entre as distribuidoras e os postos. Alguns postos em São Paulo chegam a vender o litro a R$ 1,09, segundo levantamento da ANP.

‘Isso é impossível e revela claramente a sonegação de impostos nesse mercado’, diz. A margem razoável das distribuidoras é de R$ 0,05 a R$ 0,10 por litro e a dos postos, de R$ 0,20 a R$ 0,30 por litro, de acordo com os cálculos do Sindicom.

A venda de álcool a preço abaixo de custo está disseminada no Estado e preocupa as distribuidoras tradicionais, como BR, Shell, Ipiranga e Esso, assim como a expansão de vendas de novas distribuidoras.

De janeiro a junho deste ano, Petronova, Twister e Gold detinham, juntas, cerca de 11% do mercado de álcool vendido em São Paulo, que somou 4,72 bilhões de litros de janeiro a julho deste ano, segundo a ANP.

O volume vendido pelas três novas distribuidoras é quase o comercializado pela Shell, que fechou com participação de 13,5%, no período. Procurados pela Folha, representantes da Petronova, da Twister e da Gold não foram localizados.

A venda de álcool a preço abaixo de custo preocupa cada vez mais, segundo distribuidoras consultadas pela Folha, à medida que o álcool passa a substituir a gasolina. Em São Paulo, por exemplo, a venda de etanol já supera a da gasolina. De janeiro a junho deste ano, a venda de gasolina no Estado de São Paulo foi de 3,79 bilhões de litros, cerca de 1 bilhão de litros a menos do que a de álcool.

Em Marília (SP), postos chegam a vender o litro do álcool a R$ 0,95. O MPF (Ministério Público Federal) instaurou um procedimento para investigar a prática de preços, que revela indícios de sonegação fiscal.

Cerca de 60 postos devem entregar notas fiscais de compra de álcool em agosto e setembro ao MPF. ‘Vou verificar se há venda com prejuízo com intenção de eliminar a concorrência ou se há falta de recolhimento de tributos’, diz Jefferson Aparecido Dias, procurador do MPF em Marília e procurador regional dos direitos do cidadão em São Paulo.

Dias já oficiou a ANP para que envie a relação de distribuidoras e o volume de vendas em São Paulo, o que deverá ser feito em até 20 dias.

“Se houver indícios de sonegação, vou encaminhar as informações para a Fazenda paulista. O fato é que donos de postos que trabalham na legalidade não conseguem mais competir nesse mercado”, diz. A SDE (Secretaria de Direito Econômico) e a ANP poderão ser acionadas pelo procurador.

‘Barrigas de aluguel’

A expansão do consumo de álcool hidratado criou no mercado paulista, segundo distribuidoras, as empresas chamadas de ‘barrigas de aluguel’.

São distribuidoras que sobrevivem por pouco tempo e operam apenas com uma central de atendimento. Após o acúmulo de débitos fiscais, elas fecham ou trocam de nome. “Só que conseguem desregular todo o mercado”, diz Vaz.

 

O CUSTO DO ÁLCOOL (EM REAIS)

0,75 – Custo da usina      0,05 – Pis e Cofins         0,11 – ICMS

0,04 – Frete                     0,05 – ICMS                  0,07 – PIS e COFINS

0,10 – Margem da Distribuidora             0,30 – Margem Bruta do Posto

                                                                   CUSTO TOTAL = R$ 1,47.

– Boa Sorte, Charles

Já o fiz e reitero; desejo boa sorte ao amigo Charles Herbert, sujeito honesto, humilde e extremamente esforçado. Bom árbitro, mas que foi infeliz num lance capital na última rodada da série B: validou o gol de mão no jogo Ceará X Paraná.

Erro que ele tem consciência, e que lhe custará caro; mas certamente, pelas virtudes citadas, dará a volta por cima.

Futebol é ingrato: você pode apitar “n” partidas muito bem; mas 1 partida muito ruim arrebenta todo o trabalho anterior… É o risco que aceitamos passar!

– Melhores de 2009: A Ambev vence no quesito LIDERANÇA

Como é de costume, as revistas voltadas à Administração de Empresas, Carreira e Negócios elegem suas listas sobre as melhores empresas para se trabalhar.

Nesta semana, chega às bancas a RELAÇÃO MELHORES E MAIORES da Revista Exame, em parceria com a Revista Você S.A.

A novidade é que há um buscador aberto a qualquer internauta, onde você escreve o nome da empresa e já aparece a colocação, suas vantagens e desvantagens. O link para acessar e pesquisar sua empresa é: vocesa.com.br/melhoresempresas

Uma das matérias em destaque é a vitória da AMBEV, como organização com maior nota no quesito LIDERANÇA.

Compartilho a reportagem, extraída do mesmo link já citado acima:

AMBEV – LIDERANÇA E DESENVOLVIMENTO DE CARREIRA

Em 2009, a AmBev completa dez anos desde a sua criação, em julho de 1999, a partir da associação das cervejarias Brahma e Antarctica. Focada na busca da excelência operacional e na rentabilidade do negócio, a AmBev estimula suas equipes a agir como donas da operação e para isso oferece oportunidades de crescimento. Em 2008, 40% dos quase 25000 funcionários no Brasil foram promovidos – anualmente a média de promoção é de 35%. Há também forte incentivo financeiro, como reconhecimento ao bom desempenho e ao empreendedorismo. Os funcionários operacionais participam do Programa de Lucros e Resultados e, a partir do cargo de supervisor, contam com programa de remuneração variá­vel. A AmBev paga 14o salário a todos e mantém o programa de ações e stock options para os executivos. No dia a dia, as discussões de negócios são acaloradas e o nível geral de exigência é grande. Houve um tempo em que a cervejaria ganhou fama por ter um ambiente de trabalho excessivamente agressivo. Nos últimos quatro anos, a AmBev vem calibrando os ânimos internos (a ouvidoria apura denúncias), sem perder sua orientação para o crescimento. A empresa vem aumentando sua participação no mercado internacional de bebidas e refrigerantes. Isso tem gerado mais oportunidades de carreira no exterior para os talentos. Atualmente, há 86 funcionários em operações fora do Brasil – 25% deles ingressaram na companhia pelo programa de trainee.

José Eduardo Costa, de São Paulo (SP)

Maior vantagem

Há forte investimento na carreira dos colaboradores. Nos últimos cinco anos, a AmBev investiu cerca de 70 milhões de reais em treinamento.

Maior desvantagem

As queixas vêm da fabrica: a comunicação com a equipe de vendas precisa melhorar e o giro de gestores prejudica a relação chefe-subordinado.

Frase do RH

Estamos ampliando o investimento na capacitação da liderança. Nossa ênfase é formar gente mais analítica

Olivier Paul Marie Lambrecht, diretor de gente e gestão

Nota Final
Índice de Felicidade no Trabalho (IFT)
77.0
Presença no Guia

| 2008 | 2009 |
Sobre a empresa
Números de funcionários
24573
Número de executivos
3303
Idade média dos funcionários
32.0
Tempo médio de casa (anos)
8.0
Homens
90.0%
Mulheres
10.0%
Nota do funcionário
Índice de Qualidade do Ambiente de Trabalho (IQAT)
78.3%
O que os funcionários dizem
Se identificam com a empresa
84.5%
Estão satisfeitos e motivados
75.9%
Acreditam ter desenvolvimento
79.6%
Aprovam seus líderes
78.3%
Nota de empresa
Índice de Qualidade na Gestão de Pessoas (IQGP)
77.6%
O que a empresa oferece
Estratégia e gestão:
77.6
Liderança:
90.9
Cidadania Empresarial:
71.4
Políticas e práticas:
74.1
• Carreira Profissional:
66.6
• Desenvolvimento:
88.4
• Remuneração e Benefícios:
75.1
• Saúde:
66.3

– A Fidedignidade dos Rankings de Futebol

Qual foi a melhor equipe das Américas no século XX? Acredito que de pronto a maioria responderia: Santos FC, devido a Era Pelé. Também foi essa a escolha da FIFA, quando dos festejos do seu centenário.

Porém, a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (uma instituição sempre polêmcia e contestada pelos amantes do futebol), escolheu o time do século nas Américas. E deu Peñarol! Mas essa não é a surpresa. O melhor time brasileiro da lista é só o 7o. colocado: o Cruzeiro. Analisando a lista, o Olímpia do Paraguai, no século passado, foi melhor do que todos os outros brasileiros! Tem até o Sampaio Correia na lista e o CSA-AL…

Talvez, pela relação, um dos critérios teria sido a conquista da Libertadores da América e de torneios nacionais. Mas talvez esse seja “um critério”, não “o critério”. Que peso teria a conquista do Campeonato Paraguaio, disputado quase sempre por Cerro Porteño e Olímpia, frente ao Brasileirão, onde sempre temos inúmeros clubes buscando o título. O São Paulo ou o Flamengo ter 6 ou 5 títulos de campeão brasileiro deve ser mais representativo do que o Olímpia ter 20 títulos paraguaios!

O índice que complica os clubes brasileiros deve ainda ser o número de Libertadores da América. Em tempos em que os brasileiros não davam atenção para a competição (o Botafogo de Garrincha resolveu certa vez não disputá-la, por não dar valor!), nossos hermanos a levaram a sério e agora podem contabilizar. E não vale chororô: As primeiras Copas do Mundo de Seleções também não eram valorizadas (a Índia se recusou a disputar a Copa de 50 pela obrigação de jogar de chuteiras, contrariando seu costume de jogar descalço), e os títulos também tem mesmo peso até hoje, mega-contabilizados.

Olha a relação completa, extraído de JB On Line: (http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/09/18/e18096156.asp)

CRUZEIRO É O MELHOR BRASILEIRO DO SÉCULO XX NAS AMÉRICAS

O Cruzeiro foi eleito pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) o melhor time brasileiro do século XX. O levantamento divulgado nesta sexta-feira no site da entidade qualifica em ranking os clubes da América do Sul que disputaram competições internacionais no século passado. O mesmo procedimento já foi realizado com os clubes europeus.

Vencedor de sete competições sul-americanas no século passado, o Cruzeiro tem 295,5 pontos e ocupa o sétimo lugar na lista, liderada pelo Peñarol, com 531. O segundo melhor brasileiro é o São Paulo, oitavo colocado com 242 pontos somados. O Palmeiras tem 213 e fecha a relação dos dez primeiros.

O ranking considera o desempenho dos clubes nas partidas internacionais disputadas por clubes da América do Sul ao longo do Século XX. São oito pontos por vitória sobre time estrangeiro em jogos da Copa Libertadores e quatro por empate. Um triunfo na Supercopa da Libertadores e da Recopa Sul-Americana vale seis e um empate, quatro.

As extintas Copas Mercosul e Merconorte também foram consideradas, com cinco pontos por vitória e 2,5 por empate. Competições como Copa Ricardo Aldao, Copa do Atlântico, Copa Master da Libertadores, Copa Ouro, Copa Master da Conmebol e Copa Conmebol são quatro pontos por cada triunfo e dois por empate.

Por fim, entrou na relação a Copa dos Campeões de 1948, vencida pelo Vasco, que confere 6,5 pontos por vitória e 3,25 a cada empate.

No século passado, o Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores da América em 1976 e 1997, a Supercopa dos Campeões da Libertadores em 1991 e 1992, a Recopa Sul-Americana em 1998, além da Copa Ouro e da Copa Master da Supercopa, em 1995.

Para ver o ranking internacional completo acesse o site da IFFHS, através do link http://www.iffhs.de.

Confira a relação dos dez primeiros e os brasileiros

Times / Pontos

1 – Peñarol / 531,00

2 – Independiente / 426,50

3 – Nacional-URU / 414,00

4 – River Plate / 404,25

5 – Olimpia / 337,00

6 – Boca Juniors / 312,00

7 – Cruzeiro / 295,50

8 – São Paulo / 242,00

9 – América Cali / 220,00

10 – Palmeiras / 213,00

11 – Flamengo / 200,00

14 – Grêmio / 157,00

16 – Santos / 140,00

19 – Vasco / 109,50

22 – Atlético-MG / 95,50

31 – Corinthians / 60,00

Internacional / 60,00

37 – Botafogo / 44,00

52 – CSA-AL / 14,00

54 – Bahia / 12,00

56 – Sampaio Corrêa-MA / 10,00

São Raimundo-AM / 10,00

72 – Vitória-BA / 4,00

Paraná Clube / 4,00

Criciúma / 4,00

89 – Bragantino / 2,00

– Stand Up Jundiaiense. Prestigiem!

Como é bom ver talentos jundiaienses em alta.

Compartilho abaixo o sucesso do show estilo “Stand Up”, formada por gente daqui, que lotou o Glória Rocha e agora parte para o Polytheama:

SUCESSO TOTAL DA COMÉDIA STAND UP SHOW

por Reinaldo Oliveira

A apresentação de shows tipo Comédias Stand Ups está garantindo o riso contagiante do público e teatros lotados em São Paulo. Também cidades próximas da capital, bem como outras grandes cidades do interior estão recebendo várias trupes de comediantes, que levam o tema base do espetáculo e mesclam com assuntos locais, fato que leva o público a uma intimidade e cumplicidade com os comediantes.

Na semana passada, dia 10 de setembro, no palco da Sala Glória Rocha, os comediantes Rafael Marinho (Comédia na Cara), Robson Marcelo (Rádio Cidade), Evandro Bertazzi (imitação de vários personagens) e Rafael Oliver (Stand Up SP), levaram o público ao delírio, em mais de 1h30 de espetáculo.

Como afirmava a chamada de divulgação do show, “Riso garantido ou seu dinheiro na nossa conta”, no final o público aplaudiu, os comediantes por vários minutos, bem como muitos fizeram questão da foto e autógrafo. Mas o show não deve parar.

Por conta disso, a trupe – com novos comediantes faz nova apresentação – “Rodízio do Riso”, na próxima sexta-feira, dia 25, no Teatro Polytheama. Esqueça a tristeza, o mau humor e venha se descontrair com mais este show de bom humor.

– O Curioso Caso do Cardápio Militar

Circula pela Internet uma curiosa história a respeito de um comerciante indiciado por nomear seus produtos (lanches) com patentes militares.

Se verídica, uma sensacional jogada de marketing. Compartilho abaixo (texto enviado por Augusto C. F. Tavares)

DONO DE LANCHONETE É PRESO POR BATIZAR SANDUICHES COM PATENTES MILITARES

Para o dono de uma lanchonete de Penedo, a 170 km de Maceió (AL) tratava-se de uma estratégia de marketing. Para o comandante da Polícia Militar na cidade, era uma ofensa à Corporação. E assim, por batizar os sanduíches da casa com patentes militares, Alberto Lira, 38 de idade, dono da lanchonete Mister Burg, acabou detido por ordem do comandante da PM local. Afinal, entendeu o militar, não ficaria bem alguém chegar na lanchonete e pedir: “quero um coronel mal passado”. Ou sair de lá dizendo: “acabei de comer um sargento”.

Na delegacia foi lavrado boletim de ocorrência e, face ao tumulto havido, a casa comercial fechou durante algumas horas.

Como o delegado de plantão entendeu que não havia motivo para prisão, Lira foi liberado horas mais tarde. Os cardápios da lanchonete foram recolhidos para avaliação e a casa reaberta em seguida. Aproveitando-se da inesperada repercussão, a lanchonete quer manter o cardápio que desagrada a PM.

A casa oferece lanches como o “coronel” (que é o filé com presunto), o “comandante” (um prato com calabresa frita) e por aí vai.

A brincadeira foi demais para o parco humor dos militares, que dizem que os nomes dos pratos provocavam chacotas e insinuações contra os policiais entre os moradores da cidade de 60 mil habitantes.

Lira, o dono da lanchonete, diz que não teve nem tem nenhuma intenção de brincar ou ofender a Corporação. O cardápio – garante o dono da lanchonete – pretendia ser uma homenagem à hierarquia militar.

O prato mais caro era o “comandante”.

O comerciante contratou ontem (15) o advogado Francisco Guerra para entrar com uma denúncia por abuso de autoridade contra o comandante local da PM e uma ação reparatória por dano moral contra o Estado de Alagoas. Nela vai salientar que não existe nenhum texto legal que impeça um restaurante de incluir, no seu cardápio, “lula à milanesa”, “filé a cavalo” ou “coronel mal passado”, etc…
O advogado já pediu habeas corpus preventivo para evitar outra detenção de seu cliente. A peça sustenta que “se o argumento do comandante fosse válido, nenhuma festa de criança poderia ter brigadeiro”.

Como se sabe, brigadeiro – além de ser a mais alta patente da Aeronáutica – é também o nome do docinho obrigatório em aniversário de crianças.

“Em Penedo, comer brigadeiro, pode! Comer coronel, Não pode!” –
 ironizam os advogados da cidade.

Obs: Em Indaiatuba, no distrito de Itaici, existe o (ótimo) restaurante Colesterol, que possui em seu cardápio filés com os mesmos nomes: Coronel, Capitão (meu preferido – 4 carnes num corte, sendo 3 originais; catupiri, brócolis, arroz e feijão gordo, com o filé na pedra) e Tenente. Tais delícias seriam ofensivas?

– Celebrando o não-celebrável

Mais uma vez o presidente iraniano Ahmadinejad perdeu uma grande oportunidade de ficar quieto. Hoje, discursando na Universidade de Teerã, novamente disse que “o Holocausto não existiu, e que as supostas mortes de judeus foram forjadas para a construção do estado de Israel”.

Como é que alguém na posição dele incita universitários dessa forma? Pior: declarou que “é um ato de religião combater e destruir Israel”.

Sabe que dia é hoje em Israel? É o dia do “Ano-Novo judeu”.

E sabe que dia é no Irã? Feriado do “dia de Combate a Israel”.

Acha que leu errado? Não leu não… É inacreditável que o Irã tenha criado um dia de culto ao ódio e intolerância.

Tenho certeza que o povo iraniano não pensa da mesma maneira que seu comandante xenófobo.

– O Inconformismo dos Argentinos desforrando em Coadjuvantes

Nesta semana, um verdadeiro show de horrores no jogo entre Lanus X River Plate pela Copa Sulamericana. A todo instante, jogadores se empurravam e se socavam, às costas do árbitro Federico Beligoy. Mas o detalhe não foi esse: o Lanus se classificou, eliminado consequentemente o River Plate, e o goleiro classificado (Mauricio Caranta, do Lanus) creditou o fato da classificação a não-marcação de 2 pênaltys que ele cometera sobre o atacante Ortega, do River! E ainda fez o desserviço de recomendar que o adversário derrotado cobrasse o árbitro.

Conclusão: vestiário invadido, a polícia tendo muito trabalho para intervir contra os jogadores do River Plate, que ao ouvirem a entrevista saíram de seu reservado e foram (em equipe) tirar satisfação com o árbitro no seu próprio vestiário. Cenas de amadorismo, pela inconsequente declaração do adversário vencedor.

(Ops: infelizmente, para nossa categoria, os pênaltys existiram sim…)

Mas como o calvário argentino continua, também o Boca Jrs está fora da Sulamericana. E tanto River Plate como Boca Jrs, neste momento, estariam fora da zona de classificação para a Libertadores 2010.

Enquanto isso, don Diego Armando Maradona está lá na Itália, num Spa, onde pretendia “refrescar a cabeça e afinar a cintura”. Mas parece que a polícia italiana não deixou! Devido aos seus débitos fiscais com o fisco italiano, desde seus tempos de Nápoles, teve que penhorar os brincos e correntes que usava no hotel, a fim de não ser preso… A coisa está feia mesmo.

Extraído de:

http://www.ole.clarin.com/notas/2009/09/18/futbolinternacional/02001248.html

http://www.ole.clarin.com/notas/2009/09/18/futbollocal/02001338.html

Terra Esportes

http://www.futebolportenho.com.br/2009/09/17/lanus-river-sulamericana/

– Vale a Pena Sonhar: O Sorriso da nossa princesinha Marina!

É um sorriso como a da minha filhinha Marina que faz a gente ter vontade de viver…

Ela está com 6 1/2 meses, quase 7 kg, sapeca e esperta!

É para babar, se orgulhar, alegrar e agradecer a Deus por tal mimo!

– Mudanças na Regra, pela óptica do Árbitro de Futebol

Nesta semana, a UEFA determinou a inclusão de 2 novos oficiais em jogos da “nova Copa da UEFA”, a Liga Europa, a fim de testar a funcionalidade da experiência. Serão árbitros que estarão atrás de cada gol, avaliando lances polêmicos de pênaltys ou simulações de faltas, além das chamadas situações de “gol-não-gol”.

 

Ora, tais ações são obviamente tentativas de se evitar a entrada de novos meios tecnológicos para o uso do árbitro dentro de campo. E isso é bom ou ruim?

Avalie duas situações, mas de maneira técnica, à luz da experiência futebolística que você adquiriu, e se imagine um árbitro de futebol:

 

SITUAÇÃO 1: Numa partida envolvendo o inglês Arsenal, dias atrás, o atacante brasileiro (naturalizado croata) Eduardo da Silva invadiu a área, o goleiro tentou tirar a bola dos seus pés, e quase que imediatamente ele deixou-se cair, cavando magnificamente o pênalty (digo magnificamente pois me convenci após assistir o lance algumas vezes).

Como árbitro, percebi que o nosso colega que apitou o jogo estava correndo atrás do Eduardo, tentando alcançá-lo, como se fosse um zagueiro que houvera perdido a bola. Sua visão era das costas do Eduardo e frontal do goleiro. Pela sua colocação, impossível ter certeza do que marcou. Se estivesse a esquerda do lance (um lance muito rápido de jogo, diga-se de passagem), a uma distância razoável (o excesso de proximidade atrapalha o senso de profundidade da jogada – sabemos disso), teria percebido de imediato a simulação.

Mas se estivesse um outro árbitro atrás do gol, na linha de meta, observando a jogada? Se já valesse a experiência da UEFA, o que aconteceria? Provavelmente, a mesma marcação de pênalty. Sim, porque apenas se inverteria a frontalidade do atacante e a visão das costas do goleiro. Seria um elemento a mais para errar em campo.

Tal lance só seria resolvido pela lateralidade do posicionamento do árbitro, ou uma câmera bem posicionada. Se o recurso televisivo fosse permitido, tal erro capital poderia ser evitado.

SITUAÇÃO2: Copa de 1998, França, jogo Brasil X Noruega. O zagueiro Júnior Baiano divide pelo alto uma bola com o centroavante adversário, e para surpresa geral da nação tupiniquim… Pênalty. Mas como pênalty? Recordo-me que imprensa, torcedores e jogadores não conseguiam entender a marcação, as imagens eram claras e contundentes. O árbitro da partida, Esfandiar Baharsmast (EUA) estaria louco, mal intencionado ou despreparado?

Após o jogo, surge uma imagem reveladora: uma câmera despretensiosa de uma TV suiça flagrara a mão do zagueiro puxando a camisa do atacante. Foram 23 câmeras contra a visão do árbitro. Nessa, o recurso tecnológico errou.

 

Citei 2 lances extremados para fazer algumas considerações. A inclusão dos “árbitros assistentes 3 e 4”, ou “assistentes de meta 1 e 2”, não importa a nomenclatura, poderão ajudar ou atrapalhar o jogo. Isso é do futebol. Trabalhei em muitos jogos do Campeonato Paulista de Aspirantes, competição que servia de preparação e teste para a implantação de 2 árbitros em campo no Paulistão do ano seguinte, onde se percebia que quando tudo ocorria bem, as reclamações diminuiam em “regressão aritmética”. Quando ocorria alguma polêmica, cresciam em “progressão geométrica”.

Lá dentro de campo, quando um árbitro deixava o jogo correr e o outro parava mais a partida, já começavam as comparações. Quando uma bola era tocada ou resvalada na mão, mesmo não sendo lances idênticos, os atletas queriam mesmas decisões. Aí caiu-se no problema persistente até hoje: UNIFORMIZAÇÃO DE CRITÉRIOS. Mas justiça seja feita: no fiel da balança, foi extremamente válida a utilização de 2 árbitros. Corria-se menos, maior proximidade das jogadas, menos desgastes com reclamações; entretanto, quando o jogo era de um time muito superior contra um “fraquinho”, o árbitro do outro campo “esfriava-se” como um goleiro que se sente espectador. Coisas do futebol.

 

Não é pecado algum defender o uso da tecnologia. Argumentos prós e contras existirão aos milhares. Alguns dirão que a regra é universal, e que uma mudança, se acontecer, deve ser plena a todos os campeonatos, sejam ricos e pobres. E isso tem custo. Mas existe contra-argumento: no Campeonato Paulista Sub 20 da 2a. Divisão (que é uma competição amadora, mas oficial e regrada pelas Leis do Jogo), há árbitro e 2 bandeiras. É trio de arbitragem. Na Copa do Mundo, que é o torneio máximo do futebol, há quinteto: árbitro, 2 bandeiras, 4o. árbitro e 5o. árbitro. Ou seja, inclua-se ou faça-se valer o “poderão ser utilizados mais árbitros em torneios de maior importância, ou recursos tecnológicos para tais eventos de proporção maior”.

Que mal há?

A regra muda. E muito! Embora alguns não percebam, anualmente detalhes são alterados. É que a repercussão, evidentemente, só acontece nas grandes “revoluções da regra”. Alteração sempre há! Revolução, por exemplo, é a mudança das regras do impedimento (3 zagueiros, depois 2 zagueiros, depois mesma linha). Desde a criação da International Board, inúmeras revoluções aconteceram; antes silenciosas, hoje mais alardeadas.

 

Quer um exemplo de tecnologia que ajuda o árbitro? O uso de bandeiras eletrônicas!

Há quanto tempo não se vê lances em que o assistente fica lá, com o braço erguido, gritando para ser notado, e o juizão bobeando na confirmação do impedimento? Isso não acontece mais.

 

O que vier de tecnologia, só ajudará o árbitro e o esporte. Mas o grande desafio é: Como, quando e onde implantá-la?

O discurso de que os erros de arbitragem trazem polêmica, e consequentemente audiência e paixão ao esporte, é quase que um desejo e incentivo ao próprio erro; é um não-querer melhorar! Erros sempre existirão. Minimizá-los é o desafio… E, acima de tudo, lembrar que a verdadeira prática esportiva deve ocorrer com o espírito desportivo, constituído de Fair Play, e logicamente, senso de justiça. Desejar o erro é injusto, é contraditório, antidesportivo e burrice.

Por fim, numa consulta informal que se faça aos árbitros de futebol, a maioria é a favor do uso de tecnologia. Mas há de se respeitar opiniões e argumentos contrários.

 

Entretanto, aproveitando o espaço, enquanto se discute a qualidade técnica dos árbitros, um esquecimento importante: AS CONDIÇÕES DA CARREIRA E PREPARAÇÃO.

Recordo e chamo a atenção disso devido a seguinte notícia curiosa: os árbitros da NBA (a Liga Americana de Basquetebol) estão planejando greve! Reclamam das condições de trabalho, da remuneração e dos fundos de aposentadoria. Os dirigentes sindicais negociam com o departamento de árbitros as modificações e vencimentos da atividade.

 

Já imaginou “greve de árbitros no Brasil?” Claro, impossível, pela desunião da categoria.

 

Extraído de: http://www.nba.com/2009/news/09/10/refs.talks.ap/index.html?rss=true

 

NBA referees preparing to be locked out for start of season

NBA referees are prepared to be locked out for the start of the season after negotiations with the league on a new contract broke down this week when David Stern ended the latest bargaining session.

No further talks are scheduled — and when they do resume, it’ll be without the commissioner.

Referees spokesman Lamell McMorris accused Stern of acting childish and not negotiating in good faith, so Stern removed himself from the process.

Stern said Thursday he told McMorris that, “In fact if it was going to get personal — which apparently he’s decided to make it by calling news media and leveling a series of inaccurate allegations — that I would absent myself from the negotiations, which I have.”

“Hopefully we’ll make a deal with the referees, or we won’t, but it won’t be on the basis of personality, it’ll be on the basis of economics,” Stern added.

The league’s contract with its referees expired on Sept. 1, and McMorris said the sides have basically agreed on salary issues for a new two-year deal. He said the league wanted to freeze salaries for the first year with a 1 percent increase in year two.

The officials were willing to go along with that, McMorris said, because of the economic difficulties the league is facing, but the NBA was still asking for significant reductions in the referees’ budget.

“We’ve laid $2.5 million back on the table,” McMorris said. “Some things we have to be able to go back to our group and to say that we collectively bargained in good faith. Our goal is not to take all the hits, we can’t do that.”

ESPN.com first reported that talks ended after Stern abruptly halted Tuesday’s session at league headquarters. Stern said the officials reneged on something previously agreed upon, but McMorris was critical of the way the commissioner handled things.

Stern said the league would be well represented even without him, but didn’t leave much hope that a resolution would come soon.

“On the basis of the last series of proposals, it doesn’t appear that there’s any point at this time to further negotiations, but obviously it still remains our goal to start this season with our existing referees working,” Stern said.

The NBA released a statement later Thursday criticizing the referees union for its attacks through the media, and said the referees backed out of previously agreed upon proposals involving retirement benefits at Tuesday’s meeting.

“Then, after we offered additional economic movement in order to progress toward a deal, the NBRA refused to make any additional concessions,” NBA general counsel and lead negotiator Rick Buchanan said. “At this point, and after several months of negotiations, all the union has offered to us is minimal concessions that are neither consistent with economic reality nor with the information it is currently distributing to the media.”

Referees are due to open their training camp on Sept. 20, and the league’s first preseason game is scheduled for Oct. 1 at Utah. Without a deal soon, the NBA will begin the season with replacement officials for the first time since 1995.

The league is seeking cuts in areas such as the referees’ benefits, travel budget and their per diems, which Stern said would “bring their numbers in line with other league employees.”

McMorris feels there is more to it, with the league possibly trying to rid itself of older referees or perhaps send a strong message to the players, whose collective bargaining agreement with the NBA expires after the 2011 season.

He also said the NBA gave a combined $100,000 in raises, which Stern could not confirm, to the three men who were hired to oversee the referees operations department in the league office following the betting scandal involving former official Tim Donaghy.

Already, the referees will miss next week’s two-day seminar with league coaches, and McMorris said the officials will meet again sometime after that.

Officials from the NBA Development League could end up calling NBA games as the league scrambles for replacements. Stern denied McMorris’ charge that backup refs were being called even before Tuesday’s meeting ended, while McMorris said the league had even called a referee it fired three years ago to see if he would be available.

Even with Stern not involved, McMorris said his side won’t come to New York for further talks.

“If the league wants to start up talks again, our door is open, so we’d gladly look forward to meeting them in Washington D.C. for the next meeting,” McMorris said. “You can’t be disrespectful and childlike and ask us, when you’re already cutting our wages and expenses, to use our hard-earned money to come and you’re kicking us out of meetings.”

– De Pequena Empresa a Maior do Mundo

Em nossas aulas de “Gestão de Pequenas e Médias Empresas”, acabamos sempre fazendo uma brincadeira a respeito dos propósitos do fictício “Açougue do Zezinho”.

Pois bem: nesta quarta-feira, um real açougue do Zezinho ganhou, literalmente, o mundo: o Frigorífico JBS comprou a Friboi e seu parceiro americano, tornando-se líder mundial em carnes. O antigo “Açougue do Zé Mineiro” é hoje o número 1!

Extraído de: AGÊNCIA ESTADO (clique aqui para citação)

JBS começou com um açougue em Goiás

A empresa que se tornou ontem a maior companhia do mundo em proteína animal nasceu na década de 50, pelas mãos de José Batista Sobrinho, na cidade goiana de Anápolis. Seu Zé Mineiro, como era conhecido, deixou a terra natal para fundar a Casa de Carne Mineira, um açougue que se expandiu e passou a abastecer refeitórios de grandes empreiteiras na vizinha Brasília.

O negócio pegou carona no boom de crescimento da era JK e na construção da nova capital federal.

A segunda geração foi responsável por liderar o segundo ciclo da Friboi, que colocou-a como um dos maiores frigoríficos do País. Quando o primogênito dos seis filhos, José Batista Júnior, assumiu, a primeira providência foi trazer a empresa para São Paulo, na década de 80. Outra de suas estratégias acertadas foi não reduzir o negócio à simples venda de carnes, que tem margens pequenas. Ele aproveitou o subproduto do abate para criar a empresa de higiene e limpeza Flora, dona das marcas Minuano e Albany.

Júnior também iniciou um processo rápido de aquisições de unidades no País, que deu-lhe o porte de empresa nacional. Em seguida, veio o grande salto da companhia, com as exportações. Jeremiah OCallaghan, diretor de relações com investidores da companhia, disse recentemente ao Estado que uma das grandes visões da empresa, na época, foi vender no exterior os cortes que tinham baixa aceitação no mercado doméstico. Assim, agregava valor à produção e tornava-se mais competitiva em seu mercado de origem. As primeiras exportações de carne in natura vieram em 1997.

Mas foi a atuação dos dois filhos mais novos do fundador que colocou a Friboi na rota da internacionalização e, consequentemente, na liderança do mercado mundial de carne bovina. Após receberem o bastão do irmão Júnior, Joesley e Wesley estiveram por trás da abertura de capital e da aquisição da Swift Argentina, passo inicial da estratégia de aquisições no exterior, favorecida por um longo período de real valorizado.

Desde 2005, a Friboi, rebatizada de JBS (iniciais do fundador José Batista Sobrinho), comprou frigoríficos nos Estados Unidos, Austrália e Itália. A compra das unidades da Swift Foods Company na Austrália e EUA, seu país de origem, a colocaram como a maior empresa de carne brasileira em capacidade de abate. Com o fusão com o Bertin e a compra da Pilgrims Pride, a capacidade de abate chega a mais de 90 mil cabeças por dia. A receita combinada do novo grupo é de US$ 28,7 bilhões.

Com os dois irmãos mais novos à frente dos negócios, o primogênito Júnior ainda faz o papel de “ouvidor” dentro da companhia. Um ex-executivo da companhia diz que o trio da família Batista é dinâmico, simples e unido. “São muito agressivos quando enveredam por um projeto”, disse a fonte.

Para o diretor OCallaghan, outro aspecto da estratégia que colocou a companhia na liderança mundial é a preocupação com os detalhes. “Do boi que abatemos, aproveitamos hoje 100%. Pode ser que ainda exista algo a ser comercializado, talvez o berro”, brincou. Ele contou, por exemplo, que é possível ganhar US$ 1 por boi com a venda da tripa do animal, usada na produção de embutidos. Até o pelo do rabo e da orelha é vendido para fábricas de pincéis.

Virada

Guiada pelo aumento de eficiência e pelo ganho de produtividade, a operação do Friboi durante muito tempo se confundiu com a trajetória da pecuária de corte nacional. Segundo Marcus Vinicius Pratini de Moraes, que ocupou a pasta da Agricultura no governo Fernando Henrique Cardoso e presidiu a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), o avanço da carne brasileira ocorreu com investimento em tecnologia, aprimoramento das raças, avanços genéticos, cujo objetivo foi estimular a precocidade, a rusticidade e a produtividade do gado. “Abatíamos o boi com quatro anos e meio, depois reduzimos para três anos. Hoje, o prazo é menos de dois anos, ou 22 meses.”

Além dos ganhos de eficiência que abriram a possibilidade de ter carne de sobra, produção equilibrada o ano inteiro e a chance de vender o produto no mercado internacional, a ocorrência da doença da vaca louca na Europa ampliou o papel estratégico do Brasil no abastecimento mundial a partir desta década, observou OCallaghan. “Em 2001 começamos a exportar carne para a Rússia, que tradicionalmente era abastecida pela Europa.”

Mas a partir do momento que a companhia começou a se internacionalizar, comprando frigoríficos fora do Brasil, houve um descolamento entre a empresa e o setor. “Hoje barreira sanitária não é um problema para nós como é para a pecuária de uma forma geral. No estágio atual de globalização da empresa, a barreira é uma oportunidade”, afirmou o executivo.

Esse mecanismo é colocado em prática pela empresa a todo instante, driblando principalmente as barreiras não tarifárias e vendendo carne para os mercados onde a entrada da carne brasileira é vetada. Quando o Brasil ficou impedido de vender carne para a União Europeia por causa do foco de febre aftosa, a empresa não vacilou. Com o euro forte, começou a exportar carne da Austrália para a Europa. A Coreia, por sua vez, temendo falta de produto, fez um acordo para comprar carne dos Estados Unidos. Resultado: a empresa levou vantagem em dois mercados, na Austrália e nos EUA, e teve desvantagem no Brasil.

– Expoposto e Ferrari

Estive hoje visitando a Expoposto- Feira de Posto de Combustíveis e Lojas de Conveniência. Muitos contatos, poucos negócios fechados… Claro, falta dinheiro!

Mas, apesar dos pesares, olha aí abaixo a máquina que o Kimmi Raikkonen venceu o campeonato de Fórmula 1 de 2007. Próximo a ela, encontrei um tal de Montezzemolo e um tal de Michael, que me convidaram para correr no lugar de um tal de Felipe. Acho que não vou aceitar!

Vale sonhar de vez em quando, não?

– A Incrível Mágica dos Preços Baixos!

Como é que alguns postos de combustível conseguem oferecer preço de custo aos clientes, se as margens são mínimas?

Claro, a qualidade (ou a falta dela) é um fator, e a sonegação, outro.

Adulteração, cargas roubadas e sonegação… Compartilho um interessante material da FECOMBUSTÍVEIS a respeito desse último tópico.

Extraído de: http://www.fecombustiveis.org.br/revista/reportagem-de-capa/sonegacao-em-pauta.html

SONEGAÇÃO EM PAUTA

Por Rodrigo Squizato   

Se a qualidade dos combustíveis no Brasil é cada vez menos uma preocupação das autoridades, o mesmo não se pode dizer da sonegação fiscal, que vem ganhando força e impondo novos desafios aos órgãos fiscalizadores

Além de estar se consolidando como o principal combustível para os veículos leves, o etanol está se tornando a principal preocupação das autoridades fiscais do país. O derivado da cana-de-açúcar pode ser positivo sob muitos aspectos para o Brasil, mas tem se mostrado um problema sério para a economia formal.

Como é difícil fiscalizar as mais de 400 usinas que processam cana-de-açúcar no Brasil, infelizmente ainda são registrados muitos problemas com este combustível, apesar de diversas medidas preventivas terem sido tomadas em anos recentes. Como a adição de corante ao etanol anidro e a substituição tributária parcial do PIS (Programa de Integração Social) para o combustível. Essas medidas são apenas dois exemplos de um esforço grande que autoridades federais e estaduais de diversas áreas estão tomando nos últimos anos.

A preocupação inicial das autoridades eram os altos índices de não-conformidade do combustível, em que o caso clássico foi o do solvente. Mas com o aprimoramento do controle e o reforço do marco legal, os índices de não-conformidade oficiais caíram e se “descolaram” dos sinais indicativos de sonegação.

Definir qual é o tamanho da sonegação é uma tarefa muito difícil, porque o objetivo é quantificar algo que não se vê. Contudo, há indicadores que dão uma boa ideia do volume de impostos que está sendo sonegado.

Um deles é observar a participação de mercado das empresas do Sindicom. Este dado é relevante porque se pode comparar a participação no mercado dos derivados de petróleo com a do álcool. Teoricamente, as participações de mercado das distribuidoras do Sindicom nas vendas de gasolina e etanol hidratado deveriam ser muito próximas. Contudo, o que se vê hoje é uma diferença de 12 pontos porcentuais.

Obviamente, este não é o único indicador usado para verificar o nível de sonegação no mercado. Há dados muito mais precisos.

No Estado de São Paulo, o maior produtor de etanol do país, a Secretaria da Fazenda detectou que a arrecadação de impostos com o álcool caiu, em alguns casos, quase 50%. O dado é incongruente com a realidade de mercado, que mostra um aumento das vendas de etanol hidratado da ordem de 20% no primeiro semestre.

Segundo o diretor-adjunto da administração tributária da Secretaria da Fazenda de São Paulo (Sefaz-SP), Antonio Carlos de Moura Campos, os dados estão fazendo com que o órgão do governo do Estado intensifique as ações de fiscalização “como nunca foi feito antes”.

Para o diretor-técnico da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), Antonio de Pádua Rodrigues, é necessário que se usem os dados disponíveis para identificar os produtores, distribuidores e postos que estão sonegando impostos. “O mercado conhece quem são e a informação é enviada todo mês para a ANP e as secretarias da Fazenda”, afirma Pádua. Além disso, ele lembra que a competitividade no setor define margens de preços entre os produtores muito apertadas. Logo, quando se registra em qualquer elo da cadeia de distribuição uma variação muito grande de preço – que fuja àquela margem apertada –, deve-se desconfiar. “Nós também queremos concorrência leal entre produtores, entre distribuidores e entre revendedores”, conclui.

Outro indício dos problemas com o álcool foi identificado em Santa Catarina. Segundo Renato Prux, gerente de fiscalização da Secretaria da Fazenda de Santa Catarina, o Estado começou a desconfiar de uma série de operações suspeitas com o combustível ainda no ano passado. O sinal amarelo acendeu quando as autoridades compararam dados do Sintegra (Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços) com os números da própria Secretaria.

Ao final do ano, uma ação conjunta de diversos órgãos públicos conseguiu agir contra distribuidoras instaladas no Estado e três empresas tiveram suas inscrições cassadas.

O trabalho foi aprofundado este ano e outras três distribuidoras também já tiveram registro cassado em 2009. Segundo Prux, os meios mais usados pelas distribuidoras para colocarem no mercado o produto sonegado é o uso de empresas de fachada, liminares judiciais e armazenagem compartilhada. O resultado das ações foi a

notificação de R$ 180 milhões em multas aos contribuintes flagrados pela Secretaria.

O produto vendido sem pagamento de impostos em Santa Catarina é produzido no interior do Paraná e de São Paulo. “Hoje, o nome do problema é álcool”, afirma Prux. Segundo ele, cerca de 95% dos problemas relacionados à sonegação no setor de combustíveis em Santa Catarina referem-se ao etanol.

Prux explica que o Estado perde duas vezes, porque, além do sonegador comprar produto sem pagar imposto, muitas vezes este álcool acaba sendo misturado à gasolina em proporção superior aos 25% definidos pela legislação. Com isso, o governo deixa também de arrecadar com a parcela de gasolina que não foi vendida.

Para fechar o cerco sobre os sonegadores, o Estado de Santa Catarina divulgou em julho uma ampla lista com 17 medidas para combater a sonegação no setor. O pacote envolve desde novas leis para o Estado – que em parte se baseiam em legislação já em vigor em outras unidades da federação – até a proibição de instalação de novas bombas mecânicas, passando por aumento da fiscalização nos postos suspeitos, maior cooperação com as entidades de classe do setor e o estabelecimento de parcerias com os Estados produtores de etanol.

Os números da Secretaria da Fazenda de Santa Catarina dão uma pequena amostra do potencial de sonegação no setor. O Sindicom, por sua vez, estima que a sonegação, apenas com o mercado de etanol hidratado no Brasil, gire em torno de R$ 1 bilhão. Deste total, R$ 400 milhões seriam de PIS/Cofins e o restante, R$ 600 milhões, de ICMS.

Os dados do Sindicom são, até onde se tem notícia, o mais detalhado estudo sobre sonegação no setor no Brasil. Ele se baseia nos números da ANP, detalhes dos balanços das próprias distribuidoras associadas – por exemplo, quanto da comercialização é de vendas interestaduais –, em preços de mercado e em algumas estimativas, explica Dietmar Schupp, responsável pelo trabalho.

Como o sistema tributário brasileiro é muito complexo, vale a pena analisar o que significam essas cifras em volume. No estudo do Sindicom, nada menos do que 1,7 bilhão de litros, ou 13% das vendas de etanol hidratado realizadas no Brasil em todo o ano de 2008 estariam sendo negociadas sem o pagamento total ou parcial de impostos.

TAREFA INGRATA

Para um observador distante, a história do combate à sonegação e adulteração de combustíveis no Brasil pode parecer a ingrata tarefa de se enxugar gelo. Realmente, o problema é persistente. E sempre que se agrava, os principais prejudicados são os consumidores, por ficarem expostos a produto de má qualidade, ou misturados fora das proporções previstas; o governo, que perde na arrecadação; e o setor, que é prejudicado em diversas etapas da cadeia de distribuição pela concorrência desleal.

Foi assim na onda das liminares, foi assim na febre dos solventes e está sendo assim com o etanol. Contudo, muitos avanços foram feitos para reduzir os problemas nos últimos 20 anos. Mas a criatividade do fraudador brasileiro encontra o par perfeito no cipoal legislativo do setor.

Antonio Carlos de Moura Campos, da Sefaz-SP, dá uma amostra singular neste sentido, que está diretamente relacionada aos postos. Após o Estado de São Paulo tomar uma série de medidas, que incluem até a aprovação de leis pelo executivo para a cassação da inscrição dos postos flagrados com produto adulterado, muitas das ações práticas acabaram sendo frustradas por um recurso que seria cômico, se não fosse trágico. Alguns advogados de postos começaram a entrar com recurso que procura garantir ao posto o acompanhamento dos exames periciais no combustível apreendido. A prática ficou conhecida simplesmente como “o assistente do dono”.

A Justiça reconheceu o direito de ampla defesa dos revendedores e garante que eles acompanhem junto ao IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) a medição do teor de álcool na gasolina. Porém, os advogados foram além e queriam que um representante do posto acompanhasse o exame de cromatografia para identificação do marcador do solvente.

O IPT e o governo alegaram que isso não seria possível porque ameaçava o sigilo da formulação do marcador de solvente. Ou seja, um observador que acompanhasse o teste poderia buscar um meio de reproduzir ou neutralizar o marcador, garantindo imunidade em futuros exames.

“Estamos mostrando isso aos magistrados para que eles possam compreender a situação”, afirma Moura. O diretor-adjunto da Sefaz-SP espera que o conhecimento passado aos juízes seja suficiente para garantir que os postos que venderam combustível adulterado fiquem fora do mercado.

Este exemplo pode parecer um detalhe, mas entre a identificação da causa do problema até a sua solução, são meses de trabalho duro de diversos órgãos do governo e entidades do setor como Fecombustíveis, Sindicom, ANP, Secretarias da Fazenda, Polícias, Ministério Público, Receita Federal, Procons, entre outros. É conhecimento construído às duras penas que garante um mercado mais justo e equilibrado.

A parceria entre entidades públicas e privadas é talvez o ponto alto desta história de quase 20 anos de combate aos delitos do setor de combustíveis no Brasil. São diversos exemplos no Brasil. E, à medida que as parcerias avançam e os frutos são colhidos, novas ideias surgem.

Por exemplo, em setembro a Sefaz-SP deve assinar um convênio com a Secretaria de Estado da Justiça e o Sindicom para colocar em prática a lei do perdimento. Este é um ponto importante que define que o combustível fora das especificações é confiscado. Porém, a lei enfrentou um problema operacional: o que fazer com o combustível apreendido? O convênio procura resolver esta pendência.

A Sefaz-SP também pretende estabelecer um segundo convênio em setembro, com o Ministério Público, para fiscalização do setor, no qual as entidades vão compartilhar equipamentos para fiscalizar a qualidade do combustível. Em outro acordo, feito entre o Ministério Público e o Instituto Falcão Bauer, o Instituto vai disponibilizar uma unidade móvel para testar as amostras de combustível.

Outros Estados que seguem a mesma linha e conseguiram aprimorar em muito a fiscalização sobre o setor foram a Bahia e Pernambuco. Na Bahia, desde 2007 funciona o Fórum Mercado de Combustíveis com reuniões trimestrais onde agentes do setor discutem ações e meios para combater a sonegação. Na reunião mais recente, em julho, discutiu-se a tributação do etanol, operação conjunta realizada com as secretarias da Fazenda de Minas Gerais e Espírito Santo e projeto de fiscalização de postos de combustíveis.

Já em Pernambuco, as autoridades criaram o Passe de Compra Confirmado. O sistema funciona da seguinte forma: quando uma usina recebe um pedido de compra, ela deve entrar em um sistema on-line mantido pela Secretaria da Fazenda do Estado para pedir o passe para circulação. Assim que é concluída esta etapa, a usina comunica o cliente, que deve confirmar que aquela compra foi solicitada. Feito isto, a usina deve imprimir o passe, que deve acompanhar a nota fiscal e o recibo de pagamento do imposto. Caso o motorista do caminhão não apresente um desses documentos nas barreiras fiscais, a carga é apreendida.

Quando a carga – seja ela etanol anidro, hidratado, ou para outros fins – chega ao destinatário, ele deve entrar novamente no sistema on-line da secretaria da fazenda para acusar o recebimento da mercadoria. Caso isto não seja feito, as próximas remessas envolvendo este cliente e a tal usina podem ser interceptadas e retidas até que a situação em aberto seja averiguada e regularizada.

À medida que o arsenal de medidas de combate à sonegação aumenta, há dois efeitos. O primeiro é o aumento do número de casos identificados. No dia 23 de julho, a Sefaz-SP, com o auxílio do Ministério Público, realizou uma operação em 23 alvos suspeitos de envolvimento com lavagem de dinheiro por organizações criminosas. Foram fiscalizados 12 postos de combustíveis, nove escritórios de contabilidade e dois ex-sócios das empresas suspeitas. Embora o foco da operação tenha sido o recolhimento de provas de crimes do colarinho branco, a Fazenda também investigará eventuais fraudes fiscais e contábeis, além de adulteração de combustíveis.

Segundo Moura, da Fazenda paulista, o aumento no número de casos é um reflexo do desenvolvimento de instrumentos e de conhecimento para combater a sonegação. E ele revela que a reformulação da lei do perdimento, que está sendo conduzida pelo deputado estadual Fernando Capez (PSDB)  prevê alguns tipos de fraudes que ainda não foram detectadas pelas autoridades. Um exemplo são fraudes que usam novas tecnologias para burlar o fisco. 

– O Crescimento Desordenado…

… e as vezes, até mesmo, irresponsável de novos loteamentos e centros urbanos!

É o que acontece em muitos locais do Brasil, devido a especulação imobiliária. Em particular, na região de Jundiaí e Itupeva, qualquer pedaço de terra (seja ele do tamanho que for) vira loteamento. O zonemaneto urbano é mudado ao belprazer, a infraestrutura só vem depois, e o desmatamento impera.

Compartilho com os amigos um belo texto do jornalista Reinaldo Oliveira, reproduzido no Jornal de Itupeva, a respeito do assunto:

Extraído de: http://www.jornaldeitupeva.com.br/artigo.php?id=090911190506

ARARINHAS SEM TETO

Da varanda da minha casa, onde depois da caminhada matinal leio os jornais e revistas, ou à tarde quando fico vendo o pôr do sol, tenho observado um aumento na quantidade de ararinhas verdes e outros pássaros, próximos da minha casa. As ararinhas são fáceis de notar, porque elas fazem um tremendo barulho que é impossível não notá-las.

Quanto aos outros pássaros, principalmente as rolinhas, fizeram um grande ninhal num terreno bem atrás da minha casa. Em ambos os casos tem sido possível também, perceber alguns insensíveis já de olho gordo querendo aprisionar algumas destas espécies.

E o fato delas estarem procurando locais urbanos, me remete a lembrança de que até pouco tempo, quando estava morando na região oeste do Estado de São Paulo, região lá para os lados das barrancas do Rio Paranasão e (acredito que algumas pessoas daqui, gostariam que eu permanecesse mais tempo por àquelas bandas), ali também aconteceu algo parecido.

Lá num prazo muito curto de tempo a especulação imobiliária por terras para a plantação de cana, mudou drasticamente a paisagem da região, onde milhares de propriedades rurais mantidas por uma grande quantidade de famílias que cultivavam diversos tipos de culturas (arroz, feijão, milho, verduras e frutas, enormes áreas de pastagens para o gado e outros animais), foram pressionadas e venderam ou arrendaram estas propriedades para grandes usinas, que para o plantio da cana, acabou com a diversidade de culturas, sendo que muitas delas faziam parte da cadeia alimentar destas aves, bem como de outros animais, que na impossibilidade de conseguir alimentos migraram para a área urbana. Invadiram praças, casas e todo e qualquer espaço onde conseguissem alimentos.

Esclarecendo. Naquela região, ao contrário daqui, as casas têm quintais grandes, onde ainda são cultivadas muitas espécies de frutas.

Pois bem. Ligo ao fato delas também aqui, estarem em maior presença na região urbana, porque a especulação imobiliária tem tomado boa parte das terras rurais que eram destinadas ao cultivo de culturas que lhes serviam de alimento, sendo transformadas em áreas urbanas. Ultimamente em quase todas as sessões da Câmara Municipal tem projetos sendo enviado pelo Executivo para o Legislativo aprovar, transformando área rural em urbana.

Outro fato delas escolherem as proximidades da minha casa deve-se ao fato de que entre os três bairros – Vila Independência, Portal Santa Fé e Jardim Ana Luiza, existe uma área de APP – Área de Proteção Permanente, onde ainda há nascente de água e algumas espécies silvestres que lhes servem de alimento.

Porém, devido a sanha destruidora com que a população tem jogado muito lixo nesta área, o poder público com seus tratores tem aniquilado muitos metros de área verde, inclusive a ultima intervenção dele nesta área deixou algumas árvores ilhadas, que com certeza serão as próximas a serem dizimadas, bem como devido ser retirada a proteção natural que é o mato, por ser área de vale a enxurrada das chuvas dos últimos dias está provocando erosão no sentido do córrego existente, bem como o vazamento de esgoto – devido a falta de atenção da concessionária de água e esgoto da cidade tem contaminado a água da nascente e deixando um odor fétido no ar, e ainda também pelo tamponamento desnecessário que vem sendo feito no córrego, num futuro não muito distante, nem mais esta área as aves e animais terão mais para sua sobrevivência. E tudo isto acontecendo num momento em que o município está solicitando credenciamento para dois programas estaduais sobre meio ambiente. Que fase, heim? É isso!!

Reinaldo Oliveira – Jornalista
E-mail:
reioliveirao@hotmail.com

– Fair Play Financeiro

Uma medida talvez tardia, mas necessária: a UEFA, entidade máxima do futebol europeu, impõe novas regras para a saúde financeira dos clubes de futebol. Preocupada com os altos gastos no futebol do continente (vide Chelsea e Real Madrid), as orientações têm como objetivo maior: EVITAR QUE OS CLUBES GASTEM MAIS DO QUE ARRECADAM, e consequentemente atrasem salários de atletas. Quem ferir as normas, será proibido de disputar os campeonatos da UEFA.

Algo parecido aqui no Brasil? Creio que teríamos, infelizmente, muitos clubes impedidos de jogar, caso existisse lei semelhante.

Extraído do site da UEFA, da última segunda-feira: http://pt.uefa.com/uefa/keytopics/kind=64/newsid=886972.html

FAIR PLAY FINANCEIRO APROVADO

O Comité Executivo da UEFA aprovou o conceito de Fair Play Financeiro para o bem-estar do futebol europeu de clubes. O comité deu luz verde na sua reunião de Nyon, na sequência das recomendações feitas em Agosto pelo Conselho Estratégico para o Futebol Profissional (PFSC) e após ter recebido o apoio unânime do Comité das Competições de Clubes da UEFA e o aval da Associação Europeia de Clubes (ECA).

Melhorar a justiça financeira
O principal objectivo do conceito de Fair Play Financeiro é o melhoramento da justiça financeira nas competições europeias, assim como a estabilidade a longo prazo do futebol europeu de clubes. De forma a atingir esta meta, foi estabelecida uma série de medidas. Entre elas está a obrigação dos clubes cujos lucros sejam superiores a certo patamar, ao longo de um determinado período de tempo, de equilibrarem as respectivas contas ou atingirem o limite. Isto significa que os clubes não poderão gastar repetidamente mais do que as receitas geradas. Existirão directivas sobre os gastos em salários e transferências, indicadores da sustentabilidade dos níveis de dívida e os clubes serão obrigados a honrarem sempre os seus compromissos.

Estimular investimento a longo prazo
Estas medidas irão para além do actual sistema de licenciamento de clubes da UEFA e serão implementadas durante um período de três anos. Será estimulado o investimento a longo prazo (aposta na formação e no melhoramento das infra-estruturas desportivas), em oposição a gastos especulativos a curto prazo, sendo o cumprimento das regras avaliado pelo recém-formado Painel de Controlo Financeiro dos Clubes. O antigo primeiro-ministro da Bélgica, Jean-Luc Dehaene, foi nomeado presidente do painel, composto por especialistas de leis e financeiros, que levarão a cabo auditorias para garantir que o sistema de licenciamento de clubes da UEFA é aplicado correctamente.

Ajudar os clubes
O Presidente da UEFA, Michel Platini, afirmou: “A ideia não é prejudicar os clubes, é ajudá-los. A premissa de base é que os clubes não devem gastar mais do que ganham. Os proprietários dos clubes pediram a introdução de regras e isto será uma aventura para o futebol europeu e para a UEFA”. Michel Platini afirmou também que estas medidas eram essenciais para a saúde do futebol europeu a longo prazo.

Nomeação de Dehaene
O Painel de Controlo Financeiro dos Clubes será independente e o seu presidente constitui um símbolo de respeitabilidade e experiência. Jean-Luc Dehaene foi primeiro-ministro belga entre 1992 e 1999 e adjunto do primeiro-ministro nos quatro anos anteriores. Ocupou vários cargos ministeriais dentro do governo belga. Cumpriu ainda uma série de mandatos na Europa, incluindo a vice-presidência da Convenção Europeia, tendo sido membro da Convenção para a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia e feito parte do conselho de administração de várias empresas europeias de relevo. “Jean-Luc Dehaene é muito experiente em matérias financeiras, e é um grande adepto de futebol”, afirmou Michel Platini. “Ele é a pessoa ideal para liderar os destinos económicos do futebol europeu”.

Fazer história
“Estou, portanto, particularmente satisfeito por termos conseguido atrair para este projecto uma pessoa com a qualidade e o currículo de Jean-Luc Dehaene”, acrescentou o Presidente da UEFA. “Enquanto presidente do Painel de Controlo Financeiro dos Clubes, ele irá definir os padrões desta área e, como tal, irá fazer história. Era crucial a criação deste novo papel desempenhado por um homem da sua capacidade e estatura”.

Objectivo ambicioso
Sobre a sua nomeação, Dehaene afirmou: “O papel do ‘fair play’ financeiro é garantir a viabilidade dos clubes de forma saudável e a longo prazo. Ao impor este regulamento a todos os clubes, a UEFA enveredou pelo caminho que tanto a Comissão Europeia como Parlamento Europeu esperavam. Ao aceitar presidir ao Painel de Controlo Financeiro dos Clubes, espero alcançar este ambicioso objectivo, que é vital para o futuro do futebol europeu”.

Nova empresa
Noutro tema, o Comité Executivo da UEFA reviu a estrutura das operações de marketing e comerciais da UEFA, tendo aprovado a criação de uma nova empresa detida na totalidade pelo órgão governante do futebol europeu. Essa nova empresa será responsável pelas operações comerciais da UEFA. David Taylor foi nomeado presidente da nova entidade a partir de 1 de Outubro de 2009. Como tal, o secretário-geral adjunto da UEFA, Gianni Infantino, passará a ocupar o cargo de Secretário-Geral da UEFA a partir da mesma data.

– Trabalhos Acadêmicos da Última Terça-Feira

Nesta semana, realizamos diversos debates com as diversas turmas da Faculdade Sant’Anna de Salto. Mas gostaria de expor, em destaque, os do Segundo Semestre de Administração, disciplina “Gestão das Organizações”.

Os discentes trabalharam a questão: “Você, enquanto consumidor, muda sua opção de compra caso a empresa pratique Responsabilidade Social?”

A maioria dos alunos entende muito bem o que é Responsabilidade Social das Organizações; e com a aula, passaram também a conhecer o sentido das práticas da OBRIGAÇÃO, RESPONSABILIDADE e SENSIBILIDADE SOCIAL. Uma minoria desconhecia o tema, e alguns confessaram não ter a dimensão de tal assunto.

Pouquíssimos alunos levam em conta a prática de ações sociais na avaliação e decisão de compras de produtos; entretanto, grande parte avalia os ítens: qualidade, preço e custo/benefício. Claro, sinais das dificuldades financeiras atuais.

Dessa vez, os argumentos foram muito (muitíssimo) melhores do que as atividades anteriores. Observou-se um maior zelo na entrega das atividades e boa qualidade redacional. Alguns erros gramaticais ainda ocorrem, mas aos poucos eles também (creio eu) sumirão…

– Momento de Reflexão

Em alguns momentos de desânimo, de desesperança ou desconfiança, vale a pena refletir em tal inspirada canção:

A Barca (Pescador de Homens)

Padre Zezinho

Composição: Pe. Cesáreo Gabarain

Tu te abeiraste na praia
Não buscaste nem sábios, nem ricos
Somente queres que eu te siga….
Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu deixei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar
Tu sabes bem que em meu barco
Eu não tenho espadas nem ouro
Somente redes e o meu trabalho…
Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu deixei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar
Tu minhas mãos solicitas
Meu cansaço, que a outros descansem
Amor que almeja seguir amando..
Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu deixei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar
Tu, pescador de outros lagos
Ânsia eterna de almas que esperam
Bondoso amigo, assim me chamas…
Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu deixei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar
Junto a Ti, buscarei outro mar
Junto a Ti, buscarei outro mar
Junto a Ti, buscarei outro mar

– Crianças devem Brincar ou Malhar?

De pronto, responderia BRINCAR. Mas compartilho aos pais (que alegria pertencer a esse time) uma matéria interessante sobre brincadeiras e atividades físicas recomendadas a cada idade, publicada na ed 584, da Revista Época.

Uma das grandes preocupações é não só evitar o sedentarismo infantil, mas também a hiperatividade. Ócio é ruim, mas estresse infantil é tanto quanto prejudicial.

O link para o tema está em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI84282-15201,00-AS+MELHORES+ATIVIDADES+PARA+AS+CRIANCAS.html

– A Guerra Fria Latino-Americana

Foi só o presidente Lula (precipitadamente) anunciar a compra dos caças Rafale, que o hermano Chavez já deu o troco: comprará 300 mísseis russos com médio alcance, para defender o seu país.

Além do fato, algo engraçado, se não fôsse trágico: o discurso popular de Hugo Chávez ao anunciar a compra do armamento; parece que a Venezuela está fazendo algo heróico para seu povo, vencendo um inimigo que não existe!

Veja o vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=cMhFJhcktQc

– Um Mundo Sem Limites: o Comércio de Crianças Albinas na África

Assustador: a Folha de São Paulo publicou no seu Caderno Folhateen (reproduzido pelo Blog “de cara no mundo”) uma matéria a respeito do comércio de crianças albinas na África. É assustador! As mesmas são mortas, e os cadáveres chegam a custar US$ 4,000. É um “artigo” raro para muitos feitiços tribais.

Num mundo tão globalizado, infelizmente ainda há espaço para essas situações.

Extraído de: http://decaranomuro.blogspot.com/2009/07/bizarro-grotesco.html

Escola na África protege albinos de serem mortos e vendidos por até US$ 4.000

Nyiabe Hamisi, 14, diz que vive duplamente escondido na Tanzânia.
Primeiro, porque ele é albino e tem que afastar sua pele sem pigmentação do sol africano.
Segundo, porque mora no internato Mitindo, que é cercado por arame farpado e vigiado por dois guardas, dia e noite.
A segurança não é para impedir os alunos de gazetear aula, e sim para evitar que morram.
É que, no país, o cadáver de um albino vale até US$ 4.000 (cerca de R$ 7.600) -a renda média anual lá é de US$ 300.
Sangue, pés, mãos, cabelos e genitais de albinos são usados em poções mágicas que trazem sorte, reza uma crença antiga.
Para banir a tradição, o governo cassou a autorização de prática de todos os feiticeiros.
Mas a medida não foi eficaz: nos últimos dois anos, 60 albinos foram mortos, em números oficiais. Metade deles, teens.
Para protegê-los, a escola, construída em 1967 para 40 alunos cegos, virou um refúgio para albinos menores de idade.
Atualmente, são 101 albinos e mais 42 deficientes no casarão. A superlotação obriga que cada cama sirva a três alunos, diz Lacchius Solemon, professor da escola e intérprete na conversa entre Nyiabe e o Folhateen.
“Sinto-me caçado todo o tempo”, diz o garoto, que viu sua irmã, também albina, ser assassinada por bandidos em sua vila, antes de ir para o colégio.
“Para ajudar de longe, temos de assinar uma petição para pressionar o governo local”, diz Peter Ash, da ONG Under the Same Sun (Sob o Mesmo Sol), que luta pelo fim da prática vil. Para assinar, acesse: underthesamesun.com

– Financiamento Estudantil terá Abatimento e/ou Perdão?

Não sei até onde vai a informação e a aprovação ou não da medida. Mas sugiro que àqueles que têm dívidas junto ao FIES, que procurem informações nos órgão competentes, já que algumas outras notas dizem que “dívidas podem ser reduzidas ou abatidas“.

Extraído de: http://diarionet.terra.com.br/educacao.action.aspx?idPageItem=10231

COMISSÃO APROVA REDUÇÃO DE 50% DE DÍVIDA DO FIES

Por Carlos Rangel, DiárioNet, em 11/09/2009

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou proposta que permite a redução da dívida com o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) de mutuários formados em direito que prestarem serviços para a Defensoria Pública e formados em cursos de licenciatura que derem aulas na rede pública de educação básica; além de formados em ciências de saúde que exerçam sua profissão em municípios onde haja carência de profissionais e serviços básicos de saúde.

A proposta também estende os financiamentos do Fies aos alunos de nível médio de cursos profissionalizantes. Permite ainda a utilização do saldo de conta vinculada no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em nome do mutuário do Fies, para amortização ou liquidação do saldo devedor, informa a Agência Câmara.

O texto aprovado foi o substitutivo do deputado Jofran Frejat (PR-DF). A proposta tramita simultaneamente nas comissões e no plenário, por estar submetida ao regime de urgência constitucional, sendo uma das que trancam a pauta de votações.

Pela proposta, os graduados em direito poderão abater 1% ao mês do saldo devedor a cada mês trabalhado na Defensoria Pública da União, dos Estados e do Distrito Federal, mediante contratação ou prestação de serviços voluntários. Na área de educação, a proposta aprovada estabelece que o Fies abaterá 2,5% mensais do saldo devedor dos estudantes graduados em licenciatura que exercerem a profissão de professor em efetivo exercício na rede pública de educação básica, com jornada mínima de 20 horas semanais.

Na área de saúde, o Fies perdoará o saldo devedor de quem exerça sua profissão em municípios onde haja carência de profissionais e serviços básicos de saúde por, no mínimo, dois anos, com vínculo empregatício com instituição pública de saúde. A proposta estabelece as seguintes proporções: 50% de abatimento do saldo devedor para quem se estabelecer nas regiões Norte e Nordeste; 25% para quem se estabelecer na região Centro-Oeste; e 12,5% para quem se estabelecer nas regiões Sul e Sudeste.

– Escala da Próxima Rodada

Estaremos, na próxima quarta-feira, trabalhando em mais uma partida do Campeonato Paulista Sub20 da Primeira Divisão. Obrigado pela torcida, abaixo as escalas:

Rodada:10
Campeonato: Primeira Divisão Categoria: Sub 20


Jogo:163 – Olímpia X Oeste Paulista
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Maria Thereza Breda Cidade: OLIMPIA


Jogo:164 – Osvaldo Cruz X Penapolense
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Breno Ribeiro do Val Cidade: OSWALDO CRUZ
Arbitro Assist 1 : Wendel Almeida da Silva


Jogo:165 – Bandeirante Ec X Rio Preto
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Pedro Marin Berbel Cidade: BIRIGUI
Arbitro Assist 1 : Marcelo Zamian de Barros
Arbitro Assist 2 : Luciano Pereira de Souza
Quarto Arbitro : Danilo da Silva


Jogo:166 – Ferroviária X Xv Jaú
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Dr. Cândido de Barros Cidade: ARARAQUARA
Arbitro Assist 2 : Everaldo Jorge da Silva
Quarto Arbitro : Vinícius Pariz França


Jogo:167 – Oeste X Rio Claro
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Ildenor Picardi Semeghine Cidade: ITAPOLIS
Arbitro Assist 1 : Ricardo Garcia Genaro
Arbitro Assist 2 : Alan Bigotto
Quarto Arbitro : Julio Cesar de Oliveira


Jogo:168 – Taquaritinga X Botafogo
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Dr. Adail Nunes da Silva Cidade: TAQUARITINGA
Arbitro Assist 1 : Marcelo Moreno Santos
Arbitro Assist 2 : Antonio Prazeres de Barros
Quarto Arbitro : Allan da Silva Bonardi


Jogo:169 – Guarani X Mogi Mirim
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Wanderley José Vicentini Cidade: PEDREIRA
Arbitro : Rafael Porcari
Arbitro Assist 1 : Andreval de Jesus Monteiro
Arbitro Assist 2 : Eder Antonio da Carmo Nunes
Quarto Arbitro : Ilton Aguari


Jogo:170 – Inter Limeira X Ua Barbarense
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Major José Levy Sobrinho Cidade: LIMEIRA
Arbitro Assist 1 : Luiz Antonio Corrêa
Arbitro Assist 2 : Luciana da Silva Ramos
Quarto Arbitro : Mozart Pucci Vasconcelos


Jogo:171 – Itapirense X Corinthians
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Coronel Francisco Vieira Cidade: ITAPIRA
Arbitro Assist 1 : Itamar Donizete Antonelli
Arbitro Assist 2 : Thiago Rodrigues Schulze
Quarto Arbitro : Bruno Guimarães Barbosa


Jogo:172 – Juventus X Bragantino
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Conde Rodolfo Crespi Cidade: SAO PAULO
Arbitro Assist 1 : Fabio Rogerio Baesteiro
Arbitro Assist 2 : Marcio Jacob
Quarto Arbitro : Cesar Rodrigo Deolindo


Jogo:173 – Flamengo X Guaratinguetá
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Antônio Soares de Oliveira Cidade: GUARULHOS
Arbitro Assist 1 : Patricia Carla de Oliveira


Jogo:174 – União Futebol Clube X Palmeiras
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Pref. Francisco Ribeiro Nogueira Cidade: MOGI DAS CRUZES
Arbitro Assist 2 : Paulo José Ferreira


Jogo:175 – São Caetano X Campinas
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Nestor Donatelli Cidade: VALINHOS
Arbitro Assist 1 : Daniel Paulo Ziolli
Arbitro Assist 2 : Alexandre David
Quarto Arbitro : Daniel Carfora Sottile


Jogo:176 – Grêmio Barueri X São Bento
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Vila Porto Cidade: BARUERI
Arbitro Assist 1 : Orlando Massola Junior
Arbitro Assist 2 : Fabricio Porfirio de Moura


Jogo:177 – Força X São Paulo
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Carlos Ferracini Cidade: CAIEIRAS
Arbitro Assist 1 : Edson Rodrigues dos Santos
Arbitro Assist 2 : Paulo Roberto de Almeida
Quarto Arbitro : Saulo Samuel Muniz Felix


Jogo:178 – São Bernardo Fc X Paec
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Humberto de Alencar Castelo Branco (Baetão) Cidade: SAO BERNADO
Arbitro Assist 1 : Graziele Maria Crizol
Arbitro Assist 2 : Cassio Maia Almeida
Quarto Arbitro : Benilto José de Brito


Jogo:179 – Nacional X Santo André
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Nicolau Alayon Cidade: SAO PAULO
Arbitro Assist 1 : Jose Renato Cabral
Arbitro Assist 2 : Ivan Luiz Assumpção


Jogo:180 – Aa Portuguesa X Santos
Data: 16/09/2009 Horário: 15:00
Estádio: Ulrico Mursa Cidade: SANTOS
Arbitro Assist 1 : Ricardo Pavanelli Lanutto
Arbitro Assist 2 : Silvio Aurélio de Lira
Quarto Arbitro : Filipe Buglia Cordeiro

– Um Ministro Deslocado e Desloucado

É incrível o que o Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc é capaz! Ele foi ao show da banda “Tribo de Jah” e começou a fazer apologia ao Uso da Maconha, em seu discurso! O que é que esse cara faz solto nas ruas. Pior: por que ele ainda é ministro?

Como bem disse o articulista Reinaldo Azevedo, estamos “estatizando os viciados“…

Leia abaixo a incrível e delirante jornada de Minc. Será que ele estava são?

Em: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/minc-um-discurso-chapado-na-chapada-dos-veadeiros/

UM DISCURDO CHAPADO NA CHAPADA DOS VEADEIROS

Houvesse juízes no Brasil em número – e coragem – suficiente, o ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, seria condenado à pena de um a três anos de cadeia. Se iria em cana ou não, bem, aí dependeria de um conjunto de fatores: eu seria tentado a trocar a punição por trabalho. Isto: Minc seria obrigado à maldição bíblica. Teria de ganhar o pão com o suor do próprio rosto. So pra saber como é.

Cana por quê? Ele tem de ser enquadrado no parágrafo 2º do artigo 33 da Lei 11.343, que trata do combate às drogas. No domingo, no show de um grupo de reggae chamado Tribo de Jah, na cidade de Alto Paraíso, perto da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, o valente subiu ao palco para pregar a descriminação da maconha. Pregou só a descriminação? Ora, vejam o vídeo vocês mesmos. Minc fazendo um discurso daquele na Chapada dos Veadeiros vale por uma celebração metalíngüística.

Algumas pessoas ficam com a voz embargada de emoção. Minc é do tipo que fica com a voz pastosa. Engrolando aquela língua estranha, que rompe com a lógica e vai juntando alhos com bugalhos, o ministro subiu ao palco e deu vivas a Bob Marley, a Chico Mendes, à Paz, à resistência e conclamou: “Não vamos deixar queimar a Amazônia”. Parecia discurso de gente chapada.

E isto, gente! Nada de queimar a Amazônia!

Minc não queima a Amazônia!

De jeito nenhum! A Amazônia, Minc não queima!

E também falou em defesa do cerrado, da caatinga, da Mata Atlântica, pediu que todos fechassem os olhos e abraçassem a amiga, o amigo, beijassem a namorada, o namorado… A droga, que mata milhares de pessoas por ano no Brasil — ou por causa do narcotráfico ou em decorrência dos malefícios advindos do consumo — era tratada ali como o elixir da paz. E os presentes gritavam “Maconha! Maconha!”.

Então o homem resolveu pensar! Transcrevo um trecho. Importante dizer que, enquanto falava, Minc dançava. Metido num daqueles coletinhos eloqüentes, movia o barrigão e o “traseiro gordo” (by Fucker & Sucker) de modo um tanto constrangedor. Peço que atentem para a lógica severa da fala:

Vamos acabar com a impunidade. Daí a importância da música, a consciência da rapaziada. Vamo defender o cerrado, a caatinga, a Amazônia, a Mata Atlântica e o o reggae, o reaggae é a liberdade.

Um maluco gritava:
– A Maconhaaaa!!! E o pré-sal!!! O pré-sal!!!
Voltemos com Minc.

Outro recado. Ontem, a gente meteu três a um na Argentina. Só que tem um outro placar que a gente ta perdendo da Argentina. Os juízes da Argentina descriminalizaram o usuário. O usuário não é criminoso. E esse jogo, a gente está perdendo aqui. Nós vamos virar esse jogo. Nós vamos acabar com a hipocrisia. Consciência! (…) Viva a Tribo de Jah! Viva a consciência ecológica! Viva a natureza! Viva a liberdade!

Espertinho, Minc não pronuncia a palavra “maconha”. Deixa pra galera!

Já expus em outras ocasiões as razões por que as drogas não devem ser descriminadas  — e é preciso falar de todas as drogas, não só da maconha, como se faz habitualmente, num truque vagabundo. A questão, aqui, é outra. No conjunto da obra, a atuação de Minc vai muito além da defesa da descriminação.

Atenção!
Há quem, parece, acredita que a maconha deva ser descriminada porque o dano da liberação seria inferior ao da repressão. Até onde entendo, é a posição de FHC, por exemplo. Está errado! Erradíssimo! Deveria parar de falar no assunto. Pensou mal a questão. Ademais, foi presidente da República por oito anos. Por que não tomou, então, as medidas conseqüentes? Porque um país não faz isso sozinho. Sua opinião está virando coisa de diletante. E vai acabar se misturando com irresponsáveis como Minc.

Este ministro, como nota, não está tratando da descriminação como um mal menor. Nada disso! Ele acredita nos valores positivos da maconha; ele acredita, como se nota, que ela abra os umbrais de uma nova consciência. Qualquer um sabe o que significa um “viva” a Jah e sua tribo!

FHC diga o que quiser, não é problema meu. Se sou de um partido da oposição digno deste nome — e desde que não defenda, claro, a liberação da maconha — pego este vídeo do Coroa do Rio e levo ao ar no horário eleitoral. Os brasileiros precisam saber o que pensa o ministro do Meio Ambiente. Enquanto mães arrastam a sua tragédia nas favelas do Brasil, enterrando seus filhos, perdendo-os para o narcotráfico, Minc brinca de fechar os olhos no placo e dar “vivas” à liberdade. A gente sabe bem o que isso significa.

Política de redução de danos, por mais idiota que seja, é bem-intencionada. A de Minc implicaria um aumento brutal dos danos. Entre outras razões, as pessoas podem passar a discursar como Minc…

Ademais, o Brasil não deve nada à Argentina nesse quesito. A mesma lei que pune a apologia das drogas — e Minc fez apologia — já protege o usuário. Basta ler o Artigo 28. Aliás, ele tem até direito à assistência gratuita do Estado — sim, é uma obrigação pública tratar do drogado. Enquanto ele está dando vivas às drogas, não podemos importuná-lo com questões ou leis porque seria autoritário, reacionário. Quando o filho da mãe está todo estropiado, aí merece a assistência social por conta de um mal que adquiriu por vontade, por escolha, por opção.

A tara de certos brasileiros pelo estado é tal, que a gente estatizou até os viciados.

Ah, só para lembrar. Minc é o ministro que chamou os produtores rurais de “vigaristas”. Honesto é Minc.

SE QUISER ASSISTIR A PERFORMANCE DE MINC, CLIQUE EM: http://www.youtube.com/watch?v=HLWUk4H2BWI&eurl=http%3A%2F%2Fveja%2Eabril%2Ecom%2Ebr%2Fblog%2Freinaldo%2Fgeral%2Fminc%2Dum%2Ddiscurso%2Dchapado%2Dna%2Dchapada%2Ddos%2Dveadeiros%2F&feature=player_embedded