– Chocolate para as Massas

Abordamos em aula, há pouco tempo, a busca de nichos de mercado e segmentação pretendida por diversas empresas.

Agora, uma novidade: a Kopenhagen, tradicional marca de luxo no segmento de chocolates, quer se popularizar e vender bombons para a classe média! Veja suas ações para conquistar o novo público:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0935/marketing/chocolate-massas-416274.html

 

Chocolate para as massas

Especializada em vender bombons para consumidores de alta renda, a Kopenhagen criou uma marca de chocolates para a classe C. O desafio agora é fazer com que o novo negócio não canibalize o modelo original

Com oito décadas de tradição, a marca Kopenhagen é uma espécie de referência nacional em chocolates refinados – e caros. A empresa da Língua de Gato, da Nhá Benta e das balas de leite tem 250 lojas no país e faturou 154 milhões de reais no ano passado, um crescimento de 285% em relação aos números de uma década atrás. Apesar dos resultados exuberantes, a companhia enfrenta uma situação peculiar: ela está muito próxima de seu limite de crescimento. Estimativas de seus executivos apontam que, nos próximos cinco anos, o mercado brasileiro comportará a abertura de no máximo 90 novas lojas da marca, que é voltada basicamente para os consumidores da classe A – crescimento considerado limitado para as ambições da direção da empresa. Constatado o fato, a saída encontrada pelos controladores para garantir a expansão do faturamento foi lançar uma espécie de filhote da Kopenhagen, uma marca voltada para consumidores de baixa renda, batizada de Brasil Cacau. “O mercado da classe C é o que mais cresce no país e não pode ser desprezado”, diz Celso Moraes, dono do grupo controlador da Kopenhagen, o CRM. Até o início de fevereiro serão abertas 12 lojas da Brasil Cacau, todas em São Paulo. Ao final do ano, a expectativa da empresa é ultrapassar as 50 unidades e, até 2013, atingir 500 lojas.

É um cronograma ousado, mas factível. Em sua versão voltada para a baixa renda, a Kopenhagen se espelha no excepcional desempenho da Cacau Show, marca de chocolates criada pelo empresário Alexandre Costa. A Cacau Show abriu sua primeira loja em 2001 e hoje já conta com 600 unidades espalhadas pelo país. Com a Brasil Cacau, os donos da Kopenhagen pretendem concorrer diretamente com a Cacau Show sem ter, no entanto, de reposicionar a marca original. “A ideia é ampliar nossa base de clientes e ao mesmo tempo proteger a marca Kopenhagen, reforçando seu caráter de sofisticação e exclusividade”, diz Renata Moraes Vichi, vice-presidente da empresa e filha de Moraes. A nova marca, cujos produtos custarão cerca de um quinto do preço dos da Kopenhagen, exigiu do grupo até agora investimentos de 5 milhões de reais, desembolsados na compra de pontos comerciais para a montagem das primeiras lojas e na campanha publicitária que terá o ator Cauã Reymond como garoto-propaganda. Para reduzir o preço final dos produtos, a empresa fez algumas alterações em relação à marca-mãe. Entre elas, um processo de fabricação de chocolate 100% industrializado, embalagens menos sofisticadas e lojas com o modelo de autosserviço, em que o próprio cliente pega a mercadoria, sem assistência das vendedoras, e paga no caixa.

Duas versões de Kopenhagem

O lançamento da nova marca é consequência de um processo que já vem sendo amadurecido pela Kopenhagen há quase três anos. Em julho de 2006, a rede lançou uma linha de bombons batizada de Mania, com o objetivo de atrair consumidores mais jovens e de menor poder aquisitivo. A campanha publicitária ficou a cargo da agência Fala!, especializada em varejo popular, que contratou a cantora Ivete Sangalo como garota-propaganda. Ao todo, foram investidos cerca de 6 milhões de reais no lançamento, incluindo tanto as ações de marketing como as adaptações na fábrica para produzir os bombons. Apesar do alto investimento, o produto teve uma sobrevida de apenas três meses nas lojas. “Foi uma combinação estranha, a personalidade da Ivete Sangalo não casava com a tradição e o perfil da Kopenhagen”, diz Marcus Rizzo, consultor da área de franquias. “Os displays da cantora nas lojas, por exemplo, eram desproporcionais ao refinamento da decoração.” Para a Kopenhagen, a experiência deu o retorno esperado. “Era uma promoção por período limitado e vendemos 7 milhões de bombons da linha em três meses”, diz Renata. Bem-sucedida ou não, a iniciativa reforçou dentro da empresa a necessidade de o grupo ter marcas diferenciadas para a baixa renda. Há um ano, a empresa comprou a DanTop, cujo principal produto é um doce à base de marshmallow e cobertura de chocolate – versão popular da Nhá Benta que sai por um vigésimo do preço. Sob o controle da Kopenhagen, a DanTop passou por um processo de reformulação e foi relançada há quatro meses em um projeto piloto na região de Campinas.

Brasil Cacau e DanTop são o que os especialistas em varejo chamam de marcas de combate, uma tendência que ganha peso em empresas de diversos setores e está estritamente ligada à expansão do consumo de baixa renda no país. A Sadia, por exemplo, vende lasanhas e pizzas congeladas para os consumidores de classes C e D sob a marca Rezende, a um preço 15% inferior ao dos produtos comercializados sob a marca-mãe. “Muitas empresas querem vender para as camadas mais populares sem associar a imagem de sua marca principal a produtos muito baratos”, diz Daniela Giavina Bianchi, diretora de estratégia da consultoria Interbrand, especializada em gestão de marcas. “O problema é que nem todas têm elasticidade para suportar em seu portfólio marcas que podem concorrer entre si.” Foi o que aconteceu com a Gradiente há quase quatro anos, quando a empresa comprou a Philco. Pelos planos dos controladores da empresa, a família Staub, a Gradiente daria nome a produtos sofisticados, como TVs de plasma e LCD, enquanto a Philco ficaria como marca de combate. O resultado foi catastrófico. Afundada em dívidas e em meio a uma crise de gestão, a Gradiente jamais conseguiu obter resultados satisfatórios da sinergia entre as marcas e foi obrigada a vender a Philco um ano e meio depois pela metade do valor pago. A Kopenhagen, com os planos de expansão do grupo em direção à baixa renda, passa a enfrentar desafios inéditos. Resta saber se a tradição acumulada por 80 anos será suficiente para vencê-los.

– S.O.S. Banco de Leite

O Banco de Leite Municipal está em dificuldade. Hoje, em entrevista à Rádio Cidade, a coordenadora da entidade, Maristela Demarchi Benassi, disse que há apenas 15 doadoras de leite materno na cidade de Jundiaí, para 20 casos de urgência registrados. Ao todo, o mínimo para atender esses casos é de 40 doadoras.

Para doação, o telefone gratuito é 0800.178155. Detlahe: o Banco de Leite envia funcionários à casa da mamãe doadora, leva os instrumentos para recolher o leite materno e agenda o horário! Melhor, impossível. Resta apenas “achar” voluntárias…

– O que vale é a estreia

 

 

Olha que interessante: para os produtores de cinema, o que vale é a primeira semana de exibição dos seus filmes! Se eles vingarem, ótimo. A arrecadação vai ser boa. Se nos 3 dias iniciais não der bilheteria desejada… Veja o que acontece:(Extraído de: IstoÉ Dinheiro

 

 
 
A maldição das 72 horas
Como Hollywood usa a bilheteria do primeiro final de semana de exibição para determinar o futuro de um filme

por ROBERTA NAMOUR
O FILME WATCHMEN ACABA DE bater o recorde de bilheteria do ano em estreias no mercado americano. No primeiro final de semana, a versão cinematográfica da famosa história em quadrinhos arrecadou US$ 55,7 milhões. Pode não parecer muita coisa, já que 2009 está apenas começando. Porém, os primeiros dias de cartaz de um filme são tão cruciais para a indústria cinematográfica que os cineastas costumam chamá-los de a “maldição das 72 horas”. É esse período que determina o desempenho de arrecadação do filme ao longo de sua carreira e se o plano de negócios será mantido. Quando o filme é lançado na sexta-feira à noite nos EUA, no domingo o mercado já sabe como ele irá se comportar no resto do mundo. “Esses primeiros dias passam a ser fundamentais porque mostram se a trama foi ou não comprada pelo consumidor”, explica o cineasta Paulo Sérgio Almeida, diretor do site Filme B. A matemática é simples. Para saber a faixa de arrecadação total de um filme americano, Almeida explica que basta multiplicar o resultado da estreia por 5 ou 6 , e por 8 a 10 para filmes nacionais.Quase 90% da verba destinada à divulgação do filme é usada antes de sua estreia. Se o filme não tiver uma boa aceitação na primeira semana, no entanto, os gastos para mantê-lo em cartaz podem ser reduzidos. “Dependendo de sua performance, ele poderá ir para uma sala menor, ter suas cópias reduzidas ou mesmo sair do circuito”, afirma Valmir Fernandes, presidente da Cinemark Internacional. O filme pode até chegar às locadoras mais cedo, caso não emplaque nas telas, para fazer caixa. Já os títulos que conquistam recordes de bilheteria na estreia costumam ganhar uma preciosa fonte de receita a mais, com licenciamento de seus personagens. E, neste quesito, a “maldição das 72 horas” pode reservar surpresas. No filme Batman (o primeiro da série), as pesquisas com os espectadores na estreia revelaram que o personagem Coringa, interpretado por Jack Nicholson, provocou mais empatia com o público do que o próprio Homem- Morcego. Foi o que bastou para que o licenciamento de produtos inspirados no vilão fosse reforçado.
 

– Quero repetir, mas não posso…

Quero repetir e não posso…

Veja só: em São Paulo, uma garota quer repetir de ano na escola, pois ela própria acha difícil escrever direito e fazer contas. Consciente do seu péssimo rendimento, ela não se conforma pelo fato da escola insistir em sua aprovação!
Entenda o caso:
Extraído de: Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, Pg 2, 01/01/2009

Estudante de 14 anos diz não saber “quase nada”; secretaria municipal diz que unidade ofereceu reforço

“Eu queria muito repetir de ano, mas não deu”, diz a estudante Rafaela (nome fictício), 14. Ela não consegue escrever direito e não sabe resolver contas simples, mas foi aprovada no ano passado, quando cursou a oitava série na escola municipal Professor Primo Pascoli Melare (zona norte de SP).
A pedido dos pais da garota, a Defensoria Pública do Estado de SP mandou ofício para que a Secretaria Municipal da Educação mantenha a menina no ensino fundamental em 2009.
Rafaela diz concordar com os pais, que são analfabetos. Ela mostra as provas feitas, todas com as notas “NS” em vermelho -a sigla é de “não-satisfatório”, o pior resultado possível.
“Se eu for para o primeiro colegial [primeiro ano do ensino médio], vai ser muito difícil para mim. Eu até leio um pouco bem, mas não sei quase nada das matérias. Eu vou muito mal nas provas”, conta a menina, que diz querer ser veterinária.
O município adota a progressão continuada: os alunos são reprovados apenas nos quartos anos de cada ciclo. A oitava série é um deles. Segundo levantamento feito em setembro pela secretaria, um em cada dez alunos da quarta série da rede municipal é analfabeto.
Rafaela fez, a pedido da reportagem, um teste informal -a menina sabe ler e escrever, mas não consegue interpretar textos ou fazer cálculos.
A mãe de Rafaela, dona-de-casa, conta que a filha pedia reforço escolar, mas nem sempre era atendida. Rafaela tem doença rara que ataca o esqueleto (a síndrome de Larsen). A garota tem a coluna torta, braços e pernas fracos e dificuldade para andar, o que não afeta sua capacidade intelectual.
O coordenador do Núcleo Especializado de Infância e Juventude da Defensoria Pública, Flávio Américo Frasseto, diz que poderá entrar na Justiça para garantir que Rafaela continue no ensino fundamental.
A secretaria informou que Rafaela participou do projeto de recuperação paralela oferecido pela escola. “A aluna lê, escreve e interpreta textos propostos nas aulas”, diz a pasta.
O órgão também disse que, até a noite de sexta, não tinha recebido comunicado oficial da Defensoria para poder se manifestar. (JORGE SOUFEN JR.)

– A Importância do Despreendimento

Despreender-se das coisas materiais é difícil. Fazê-lo com as coisas do coração, mais ainda!

Dessa forma, compartilho uma bela mensagem sobre a importância de não nos tormarmos pessoas ressentidas, de nos deixarmos levar pela necessidade de perdoar e viver intensa e alegremente.

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

 

O ressentimento mata!

A palavra “ressentimento” quer dizer: sentir de novo aquilo que já havíamos sentido [re+sentir]. Se continuarmos guardando mágoas e ressentimentos, as veias do nosso coração ficarão todas fechadas. Não vai demorar para que ele esteja todo fechado.
Não temos o direito de ficar magoados com as pessoas que nos ofenderam e nos feriram… Não podemos ficar ressentidos e querer o mal delas, porque fizeram algo de errado. Se agirmos assim, estaremos nos matando. Quando você não perdoa, está se asfixiando. Não se trata de ter direito de não perdoar, porque foi a pessoa que errou. O direito que você tem é o de viver, não o de morrer. O ressentimento mata! Mata a alma e o corpo.
À medida que acumulamos ressentimento e decepção, vamos perdendo a alegria. No começo parece gostoso cultivar aquele sentimento de autopiedade, porque fomos ofendidos, mas, depois, vamos nos envenenando. Poderemos chegar à morte. Repito: chegar à morte da alma do corpo. E quantos morrem assim…

Precisamos estar com o coração totalmente aberto para que o perdão flua abundantemente. É preciso ter a coragem de vencer os ressentimentos, as mágoas, os rancores, a raiva. É necessário romper com todos esses sentimentos negativos. Eles geram doenças, geram morte. O Senhor quer lhe dar a salvação. É preciso que você se abra. Procure, pela inspiração do Espírito Santo, relembrar as pessoas ou as situações que você precisa perdoar e faça gestos concretos de perdão e amor.

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib 
 

 

– Isso sim é Futebol de Qualidade

 O Globoesporte.com está disponibilizando vídeos curtos e bacanas sobre os confrontos de Brasil X Itália no futebol.

Abaixo, um vídeo s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l da Copa de 70. Isso sim é futebol-arte. Ao assistí-lo, você desistirá de ver os perebas de hoje…

Clique em:

http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM959240-7824-CURIOSIDADES+DE+BRASIL+X+ITALIA+NA+COPA,00.html

– China: Liberdade nem Política, Muito Menos Comercial

Muito se alardeia e se propaga sobre os possíveis bons negócios a se realizar na China. Claro, quanto maior a população, maior a possibilidade de ganhar clientes.

Entretanto, as nações desenvolvidas que tanto reclamam dos regimes totalitários no Oriente Médio, a fim de negociar com os chineses, “esquecem-se” das violações aos direitos humanos naquele país e da forte interferência do governo na economia.

Pois bem: a Coca-Cola tentou comprar por US$ 2,4 bi a maior fabricante de sucos na China, a Huiyuan. O governo local barrou, dizendo que era ruim para a competitividade (mesmo a concentração de mercado não ocorrendo).

Isso é livre mercado? Ou protecionismo velado?

Abaixo, o Case da Coca-Cola e a Huiyuan:

Extraído de Exame (clique aqui para link)

 

China rejeita oferta de US$2,4 bi da Coca pela Huiyuan Juice

Por Michael Wei e Tony Munroe

PEQUIM/HONG KONG (Reuters) – A China rejeitou a proposta da Coca-Cola para aquisição da fabricante de sucos Huiyuan Juice por 2,4 bilhões de dólares, afirmando que a transação seria ruim para competitividade.

A aquisição pela Coca-Cola seria a maior compra de uma companhia chinesa por uma concorrente estrangeira, e a rejeição deverá ser considerada como outro sinal de protecionismo em meio à recessão global.

Observadores disseram que a decisão da China pode afetar os dois lados, já que companhias chinesas que têm feito aquisições de alto nível no exterior podem enfrentar problemas.

O Conselho de Revisão de Investimento Estrangeiro da Austrália está avaliando três grandes investimentos em seu setor de mineração propostos por companhias estatais chinesas.

Em particular, a oposição política à aliança de 19,5 bilhões de dólares da Rio Tinto com a estatal chinesa Chinalco tem se intensificado, e nesta quarta-feira o Senado australiano disse que abrirá seu próprio inquérito sobre o investimento estrangeiro.

“Isso indica que aquisições estrangeiras de companhias chinesas, particularmente aquelas com marcas proeminentes, não serão acatadas pelo Ministério do Comércio”, disse Lester Ross, sócio administrativo da WilmerHale, em Pequim.

“E isso, reciprocamente, indica que as companhias chinesas em busca de aquisições estrangeiras podem encontrar uma reação adversa nesses mercados, se as companhias estrangeiras forem essencialmente retiradas do mercado chinês em termos de expansão por meio de aquisições”, disse ele.

Ross acrescentou que é muito improvável que o ministério chinês tenha tomado a decisão sem alta clareza política e, se este for o caso, “é completamente natural prever que outros países vão considerar as aquisições por companhias chinesas de forma muito semelhante”.

COMPETIÇÃO

O Ministério de Comércio da China afirmou em um comunicado que a compra pela Coca-Cola seria ruim para a competição e que as alterações na operação propostas pela norte-americana foram insuficientes para tranquilizar as preocupações. Com isso, o ministério rejeitou a operação sob a lei de defesa da concorrência decretada no ano passado.

“Se a Coca adquirisse a Huiyuan, ela dominaria o mercado de refrigerantes da China, o que afeta não apenas os consumidores, mas também outros setores participantes”, explicou Selina Sia, analista da JP Morgan.

A Huiyuan controla mais de um décimo do mercado chinês de sucos, que cresceu 15 por cento no ano passado, para 2 bilhões de dólares. Já a Coca-Cola detêm uma fatia de 9,7 por cento do mercado e domina o segmento de sucos diluídos.

O presidente-executivo da Coca-Cola, Muhtar Kent, afirmou que a empresa não prosseguirá com a aquisição planejada e que está “decepcionada, mas que respeitará a decisão do ministério”.

Jeffery Lau, analista da Polaris Capital em Hong Kong, disse que a decisão confirma que a China permanece relutante em autorizar a aquisição de uma marca nacional.

“Mas isso não é exatamente uma enorme surpresa. O protecionismo tem aumentado em todo lugar neste ano”, afirmou ele.

A China é o quarto maior mercado da Coca-Cola e um importante campo de batalha da empresa contra a rival Pepsico.

– Marina com 2 semanas!

Nossa princesa está cada vez mais linda. É impressionate como um nenê cresce. Diariamente percebemos que ela cresce em tamanho, esperteza e beleza (ah… papai coruja!).

 

 

Olha só que linda nossa menininha está:

(Clique aqui para ver como ela está grandona)

(Clique aqui para ver como ela é obediente ao papai)

Que delícia essa fase da vida, não?

nossa linda filhinha

– Dia de São José

Hoje é dia de São José, patrono das famílias. Outra data comemorativa de São José é dia 01 de maio, no qual é venerado sob o título de “São José Operário”, patrono dos trabalhadores.

Abaixo, história de São José:

O nome “José” significa “Deus acrescenta um filho” ou “Deus cumula de bens”, em hebraico. É um nome muito conhecido. Existem muitos santos com o nome de José:José de Anchieta, José Benedito Cottolengo, José Cafasso, José de Calasanz, José de Copertino, José Marello, José Moscati, José Oriol e outros.

No dia 19 de março celebramos a festa daquele José que serviu de modelo para todos os outros: José de Nazaré, o carpinteiro, patrono da Igreja Católica.José recebeu de Deus uma missão sem igual: ele foi escolhido para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. (Mt 1,18-25)Por ter sido educador de Jesus quando menino, adolescente e jovem, José teve grande importância na história da salvação. São José é visto como o homem do silêncio, escondimento e humilde. É também o homem do trabalho para sustentar sua família; é o homem justo, isto é, reto, obediente, de fé profunda, totalmente disponível à vontade de Deus.
José tinha a profissão de carpinteiro. Era um artesão simples e modesto. E foi esta profissão que ele ensinou a Jesus.

Não sabemos quando José morreu. Provavelmente foi pouco antes de Jesus começar sua pregação pública.

O Papa Pio IX declarou São José como protetor de toda a Igreja Católica e o Papa Pio XII o propôs como modelo para os trabalhadores.

Muitos santos foram devotos de São José: São Francisco de Sales, Santa Terezinha do Menino Jesus, São Tomás de Aquino; São José Marello e muitos outros….

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Oração para São José

Ó glorioso São José, a quem foi dado o poder de tornar possível as coisas humanamente impossíveis, vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos.
Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.
Ó Pai muito amado, em vós depositamos toda a confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder.
São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que jamais houve, sede, nós vos pedimos, o pai e protetor da nossa, e impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria.
São José, rogai por nós que recorremos a vós.

– As 10 Maiores dores de cabeça de um Árbitro

Muitos amigos perguntam: qual a maior dificuldade em um jogo de futebol? Digo que cada jogo tem um conjunto de detalhes diferentes do que outro, embora possam ser comuns em determinados lances. Assim, dependendo da concentração, jogo fácil fica difícil e vice-versa. 

Uma pesquisa revelou: quais as 10 maiores dificuldades de um juiz? (Em: http://tribunadonorte.com.br/noticias/100257.html)

 

As dez maiores dores de cabeça de um árbitro
08/02/2009 – Tribuna do Norte , por Everaldo Lopes – Repórter e Pesquisador 
  

Quais as reclamações mais comuns entre torcedores, dirigentes e os próprios jogadores após os 90 minutos de uma partida? É evidente que as mais corriqueiras têm sido os impedimentos, os agarra-agarra na área, e a dúvida permanente sobre ser bola na mão ou mão na bola. (…). Ao todo, são 10 os maiores problemas para o trio atuando no gramado. Nessa enquete, o quarto árbitro não participou porque não interfere diretamente da movimentação no gramado.

A pesquisa também indagou dos árbitros o que eles temem mais durante seu trabalho no gramado mas, que, infelizmente, independem da sua atuação. Citaram as penalidades máximas duvidosas (de difícil interpretação), um gol assinalado mas que ficou a dúvida se a bola efetivamente transpôs a linha fatal, e a simulação. Esse tipo de lance aconteceu recentemente envolvendo o veterano Carlos Simon, quando deixou de dar penalidade máxima a favor do Flamengo, mas que uma câmera comprovou que o jogador rubro negro não foi tocado pelo adversário, tendo simulado justamente o contrário. A sorte de Carlos Simon foi justamente a câmera que flagrou o momento capital da jogada. E livrou o árbitro de críticas injustas.

1- A bola entrou?

Com base no que aconteceu na decisão do Mundial de 66, na Inglaterra, quando o “English Team” ficou com a taça graças, em parte, a um gol cuja bola não transpôs a linha fatal mas o árbitro suíço Gottfried Dienst validou. O jogo foi concluído com empate de 2×2, forçando uma prorrogação de 30 minutos. Mais tarde, com a “desgraça” já feita, as câmeras mostraram que a bola, efetivamente, não cruzou toda a linha abaixo do travessão, os ingleses fizeram ainda mais um gol na prorrogação, terminando 4×2. A gaffe valeu o título (único, até agora) dos ingleses. O lance gera pressões até hoje para que a Fifa para que admita a utilização da eletrônica para evitar erro igual em outra Copa.

2- Paradinha

O lance é relativamente novo, ao que consta, lançado por Pelé ao cobrar uma penalidade máxima, antes de chutar deu um rápida paradinha, na tentativa de enganar o goleiro. Deu certo e, até hoje muitos cobradores a adotam. Para muitos, é uma tremenda desigualdade no duelo cobrador x goleiro. Ao tentar a sorte saltando para a esquerda ou para a direita, o goleiro pode dar-se ao ridículo de cair para um lado e a bola ser dirigida para o outro. Apesar do árbitro não ter interferência, já que a Fifa nada vê de errado na paradinha, às vezes o cobrador exagera na freada, e o árbitro, rápido, manda repetir. Não deixa de ser um problema a mais.

3- O fim do jogo

É sempre complicado para o árbitro o jogo que tem muitas paralisações. Existem nos anais do futebol muitas partidas que tiveram gols “em cima da hora”, deixando o árbitro sob suspeita, pelo fato de ter deixado a bola rolar mais alguns segundos. O ideal, mesmo, evitar essas pequenas compensações, encaminhando-se sem mais delongas para o centro do gramado, pondo fim na expectativa do público e da imprensa.

4- Estava impedido?

Quem está pagando pela modernidade da televisão são os assistentes. Antigamente, havia no máximo duas ou quatro câmeras no estádio, sendo raros os impedimentos duvidosos que livravam a cara dos auxiliares do árbitro. Hoje, só a Globo coloca 18 a 20 câmeras no estádio, preferencialmente “de olho” nas pequena e grande áreas, locais comuns para flagrar o jogador impedido. Recentemente, jogo Flamengo x Volta Redonda foi anulado gol absolutamente correto da equipe interiorana, devido um erro monumental de um dos assistentes. Fosse anos atrás, ele podia ir dormir tranquilo pois nenhuma câmera havia flagrado nada.

5- O goleiro avançou

A posição de goleiro, por si só, já é ingrata e – segundo alguns, até amaldiçoada. E acrescentam que a maior prova é que nem grama nasce naquele lugar. O fato é que goleiro sofre, é o único que não pode falhar. Na hora da penalidade máxima, o único benefício que tem é poder se mexer para os lados. Pra frente, nada! Mas, apesar disso, há árbitro um tanto liberal que permite um pequeno avanço do pobre goleiro. De qualquer forma,. É mais um problema para o árbitro.

6- Os temíveis acréscimos

Nem mesmo os moderníssimos cronômetros resolvem o eterno problema dos acréscimos. Na maioria das partidas, o pessoal da imprensa fica de olho na sinalização do árbitro para o quarto árbitro, de quanto será o tempo a acrescentar. Numa partida dramática, 10 segundos podem decidir um jogo e/ou um título. Apesar disso, é um dos poucos instantes em que o árbitro só erra se quiser, já que o tempo de jogo está rigorosamente sob seu controle.

7- Houve mesmo impedimento?

Sem dúvida alguma, depois da penalidade máxima, nenhuma outra dor de ca- beça pode infernizar o trabalho de um árbitro do que a dúvida do impedimento. É bem verdade que a carga maior é do assistente que corre daquele lado. Se é um lance crítico, o árbitro tem de decidir em fração de segundo se confirma ou não o aceno do assistente. Às vezes, o árbitro acha que é impedimento, porém o assistente nada assinalou. E aí? Mais uma dor de cabeça.

8- A barreira andou

O problema da barreira andar foi parcialmente resolvido com o uso do spray, mas de tempos em tempos os jogadores descobrem algum macete para enganar o árbitro. É evidente que, dos problemas de uma arbitragem, é o mais “light” de todos. Muito mais cuidado exige o empurra empurra, principalmente se a bola parte das laterais. Não está no rol dos problemas insolúveis.

9- Simulação

Este é o entrave criado peloss jogadores considerados “bandidos”. Cada time tem seu “bandido”. Após um encontrão, uma falta um pouco mais forte, joga-se ao gramado, gritando e levando as duas mãos ao local “hipoteticamente atingido”. São perigosos porque jogam o árbitro contra o torcedor, chegando até a inibir a atuação do mediador. A simulação complica o brilhantismo de qualquer clássico, estimulando o cai cai, irritando o árbitro e o torcedor. O craque da simulação é nocivo à equipe, pois é capaz de tudo pra não perder.

10- Agarra agarra

O agarra agarra é uma das situações que evoluíram com o aprimoramento dos fundamentos. Claro, os treinadores que trabalham com as bases, logo cedo ensinam os macetes, a maneira de cruzar sobre a pequena área, como escapar da marcação homem a homem dos zagueiros, as melhores posições para aguardar a bola que vem pelo alto. Com isso, os zagueiros têm de apelar para os “abraços”, gerando lances que, mostrados no câmera lenta, chegam a ser cômicos. Os árbitros mais maceteados, preferem resolver o assunto apitando falta. Não precisa nem apontar de quem foi. É só apitar e correr para o centro de campo.

– A Lamentável Defesa da Maconha por FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, considerado por muitos como uma das cabeças mais brilhantes do Brasil, infelizmente acaba de cair no meu conceito. Ele idealizou o Plano Real, criando e antecipando-o com a URV; melhorou a imagem do país no exterior; cunhou o termo “desenvolvimento sustentável”, que tanto é defendido hoje (embora já tenha cometido grandes equívocos na eleição à prefeitura paulistana, em 85, numa infeliz entrevista). Pois bem: agora FHC defendeu a descriminalização do uso da Maconha.

Entendo o argumento de que o uso de drogas é problema de saúde pública; mas antecede-o o problema criminal!

Só sabe o que se passa pelo uso de drogas àqueles que convivem com pessoas que a usaram. Nisso tenho um posicionamento radical: TOTALMENTE CONTRA O USO DE QUALQUER TIPO DE ENTORPECENTE.

Abaixo, uma matéria interessante já publicada nesse espaço, a respeito dos males das drogas no esporte, através da respeitadíssima campanha “Jovem Pan pela Vida Contra Drogas”, com especiais sobre Casagrande e Maradona.

Clique aqui para ler o especial “Pela Vida, Contra Drogas”.

 

A seguir, link com a inoportuna defesa do ex-presidente FHC: (extraído de: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3509592-EI306,00-FHC+defende+descriminalizacao+do+uso+da+maconha.html)

 

FHC defende descriminalização do uso da maconha

Um documento apresentado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro apresenta opções para combater o tráfico de drogas na América Latina. O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, um dos representantes da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, defendeu durante a apresentação a descriminalização da posse de maconha para uso pessoal.

Para a comissão a proibição da produção e da distribuição não produziu os resultados esperados. “Nós achamos que esse enfoque exclusivamente repressivo tem que ser repensado”, disse o ex-presidente.

A comissão propõe que a repressão aumente ao crime organizado, que o consumo seja reduzido com informação e prevenção e que o problemas do uso das drogas seja tratado como uma questão de saúde pública.

– Briga na Área de Bebidas: A Itália contra Paris

Mas é contra a Paris Hilton! A badalada socialite encabeça uma propaganda inusitada de prosecco, mas voltada às massas. Os produtores italianos estão em “pé-de-guerra”. Segue abaixo com nota de referência:

A Itália contra Paris

A socialite Paris Hilton lançou um prosecco em lata na Áustria – e os produtores do tradicional espumante italiano decidiram declarar guerra aos copiadores

 

 

Por Carolina Meyer | 05.03.2009 | 18h37

Revista EXAME – http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0938/economia/italia-paris-425384.html

 

A modelo, atriz e socialite americana Paris Hilton, de 28 anos, já se meteu em problemas de natureza bastante diversa. Primeiro, um vídeo que mostrava Paris em chamegos íntimos com um ex-namorado caiu na internet e acabou virando filme pornô. Como se não bastasse, já foi presa por dirigir alterada e escolhida pelas animadíssimas Britney Spears e Lindsay Lohan como parceira de noitadas. Em sua última confusão, porém, Paris mexeu num vespeiro – profanou um dos símbolos nacionais da Itália, o vinho. A patricinha lançou, na Áustria, uma marca de prosecco, espumante que tem origem na região do Vêneto, no norte da Itália. O objetivo de Paris e da Rich, fabricante da bebida, não é ganhar prêmios de qualidade em concursos internacionais. Longe disso. O vinho, desenvolvido para cair no gosto da juventude austríaca e ser vendido em boates, vem numa latinha dourada e custa apenas 2 euros. Outdoors de Paris totalmente nua, com o corpo coberto por uma fina camada de tinta dourada, foram a maneira escolhida pelo fabricante para popularizar o prosecco. O produto foi lançado em 2007, mas só agora deve chegar ao mercado americano, maior do mundo depois da Itália. E os produtores do tradicional prosecco do Vêneto, feito há quase 200 anos, decidiram declarar guerra – à latinha de Paris e, de quebra, às garrafas de todos os produtores de prosecco fora da Itália.

O consórcio dos produtores entrou na Justiça para tentar impedir que espumantes produzidos em qualquer região que não o Vêneto possam se autodenominar “prosecco”. A decisão do tribunal italiano deve sair nos próximos meses. “Na Itália, o prosecco é uma instituição”, afirma Artur Azevedo, diretor executivo da Associação Brasileira de Sommeliers. “Qualquer medida que altere a tradição do espumante é encarada como sacrilégio.” O movimento não é, exatamente, original. Ao apelar para o governo italiano – e, em última instância, à Comissão Europeia -, os produtores pretendem se valer do mesmo expediente adotado pelos vinicultores húngaros da região do Tokaj, uma das mais tradicionais zonas viníferas do mundo. Há cerca de dois anos, eles conquistaram na corte europeia o direito de exclusividade sobre a utilização do rótulo Tokaj para os vinhos produzidos naquele local, obrigando alguns produtores italianos que empregavam a mesma nomenclatura a substituí-la pelo termo “friuliano”. Os produtores das regiões de Champagne, na França, e do Porto, em Portugal, obtiveram vitórias semelhantes.

Embaixo de toda essa espuma, esconde-se uma feroz disputa comercial. Os italianos pretendem fazer do prosecco o espumante mais vendido do mundo até 2020, à frente do champanhe, seu rival mais tradicional e caro. Para isso, pretendem aproveitar a atual crise econômica como forma de catapultar as vendas de prosecco, apresentando-o como uma alternativa mais barata aos concorrentes franceses. Na Europa e nos Estados Unidos, uma garrafa de prosecco chega a custar até um quinto do valor cobrado por um champanhe original. O problema é que, com tamanha popularidade, tornou-se inevitável que surgissem milhares de produtores em outros países querendo pegar carona no sucesso do prosecco italiano – que é produzido de acordo com regras rígidas estabelecidas pelo governo local. Hoje, a região do Vêneto, que concentra cerca de 150 vinícolas, produz apenas 60 milhões dos 150 milhões de garrafas de prosecco vendidas anualmente no mundo. O temor dos produtores é que a onda de proseccos à Paris Hilton prejudique a marca – confundindo o que é bom e o que não presta e causando desvalorização nos preços.

Alguns fatores, porém, tornam improvável o sucesso dos vinicultores italianos. Seu principal objetivo, afinal, não é proteger uma localização geográfica que produz um tipo único de vinho, com clima próprio e solo peculiar – o chamado terroir -, a exemplo do que ocorre em regiões como a de Champagne ou do Porto. “Prosecco” é o nome da variedade da uva da qual se faz o espumante e, como tal, dificilmente terá seu uso limitado pela corte italiana. “Não existe precedente para uma ação desse tipo”, afirma Azevedo, da ABS. “É como querer proibir a utilização dos nomes de outras uvas, como chardonnay e cabernet sauvignon.” Ainda que os produtores italianos saiam vitoriosos em sua campanha, porém, é quase impossível que isso cause algum efeito fora da Europa. Isso porque, para ter valor legal, tal medida deve ser ratificada por todos os países que hoje cultivam a uva, incluindo o Brasil, quinto maior mercado do mundo – o que, evidentemente, obrigaria os produtores locais a adotar outro nome para o popular espumante. “Se for preciso, entraremos com uma ação no Tribunal Internacional para garantir o direito de utilizar o termo prosecco”, afirma Antônio Agostinho Salton, presidente da Salton, líder nacional na produção de espumantes. A guerra das borbulhas promete.

 

– Escala na TV – Próximo Domingo

No próximo domingo, estarei na cidade de Tupã apitando o jogo de ida da final do Campeonato Estadual de Ligas, envolvendo os selecionados de Tupã e Presidente Prudente.

A partida terá transmissão pela Rede Vida, e conto com sua torcida!

 

1° Campeonato Paulista de Seleções de Ligas 2008 (Torneio oficial da FPF)

Seleção Tupaense X Seleção Prudentina – Jogo FINAL

domingo – 22/03/2009, 10:00h – transmissão Rede Vida

árbitro: Rafael Porcari – Jundiaí/SP

árbitro assistente 1: Michel Ferreira da Silva – São Paulo/SP

árbitro assistente 2: Humberto Lellis Talarico Leite – São Paulo/SP

árbitro reserva: Carlos Eduardo Passarin – Mirassol/SP

– Trabalhos Acadêmicos da Última Semana

A seguir, comentários dos trabalhos realizados nesta última semana pelos alunos da UniSant’Anna-Salto:

2o. Semestre: Trabalhamos com o tema “Responsabilidade Social das Empresas”. Entre os debates realizados, questionou-se: “até onde uma ação de Responsabilidade Social influencia na sua decisão de compra?

As respostas foram, na sua maioria, favoráveis à compra de produtos de empresas socialmente responsáveis. Alguns poucos não se disseram influenciáveis, e alegaram que tal ação não beneficia amplamente o propósito de ajuda às organizações ou causas necessárias.

Todos têm razão. A Responsabilidade Social propriamente dita beneficia as empresas com a boa imagem e aumento de vendas, e ajuda em alguma ação na sociedade. Mas isso só vale para empresas realmente sérias.

Obs: o texto dos alunos melhorou sensivelmente.

7o.Semestre: Trabalhamos com a sucessão empresarial da MSP, grupo capitaneado por Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica. Nele, questionou-se: “durante a sucessão empresarial, até onde o gênio inventivo/criativo é necessário para uma empresa, se o sucessor for um bom administrador?

Boas respostas. A maioria citou, até mesmo pelo negócio da MSP, que é indissociável o gênio criativo do bom administrador. E que necessariamente a criatividade (que é o maior patrimônio do grupo) se fará presente.

8o.Semestre: Trabalhamos com questões referentes ao “legado” deixado por organizações, ou seja, que história marca uma empresa e serve de exemplo posterior. Trouxemos a questão para o plano pessoal, e anonimamente as respostas foram ótimas.

Uma palavra presente foi: honestidade! E esta é a grande expressão desses formandos: a demosntração da ética e de bom princípio moral para o exercício da Administração.

– A Omissão como Consequência da Insegurança

Estamos em tempo quaresmal, e nesse período, a Igreja Católica promove a “Campanha da Fraternidade”. E a atual campanha fala sobre “Fraternidade e a Segurança“.

Em tempos em que sentimos tanta insegurança, e percebemos cada vez mais (infelizmente) a proximidade da violência, compartilho um texto interessante sobre Omissão diante da Violência. Vale como ótima reflexão.

Extraído de:

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11362

 

Escondidos atrás do silêncio

A omissão contribui para o crescimento da violência contra os inocentes

Infelizmente, hoje, muitos inocentes são obrigados a se esconder atrás do silêncio, a sofrer calados a dor de serem agredidos ora pela violência doméstica ora pela pedofilia, crimes que precisam ser denunciados; enquanto os responsáveis devem ser punidos e recuperados para o convívio social.

 Constantemente, a mídia estampa cenas a que nenhum cidadão do bem gostaria de assistir. Trata-se das imagens de crianças agredidas com hematomas físicos e psicológicos. São inocentes violentados pelo medo, pelo desequilíbrio de adultos que talvez, também um dia quando crianças, foram vítimas dos mesmos problemas.

Sabe-se que os ferimentos e as marcas externas desaparecem com o tempo, mas os psicológicos são muito mais difíceis de ser superados.

 Para muitos telespectadores a revolta é inevitável, pois, trata-se de vidas. Pior é quando os menores, além de agredidos, são abusados sexualmente, o que caracteriza a prática da pedofilia. Porém, mais cruel ainda é que muitos inocentes são exterminados, sequer sem o direito de gritar: “SOCORRO!”

 De onde vem tanta violência para com as crianças?

 Nunca se viu tantas notícias trágicas envolvendo crianças. Por um lado, isso retrata a covardia do homem, que não tem coragem de assumir seus distúrbios, porque se acha autosuficiente, é egoísta, pensa exclusivamente em satisfazer os seus prazeres, ainda que seja à custa de inocentes. Por outro, revela como a humanidade está se deixando dominar pelo mal, vivendo o descontrole emocional, a ponto de conseguir agredir uma criança na maioria das vezes indefesa, incapaz de gritar, porque ainda nem fala ou porque já fala, mas não com a boca, por isso não é entendida e não consegue sair da escravidão de ser usada simplesmente.

 Atitudes de agressão e abuso infantis estampam ainda a soma de fatores que contribuem para o descontrole emocional: desemprego, fome, vícios, sofrimento, ignorância, traumas, distúrbios psicológicos, influência negativa da TV através de programas que incentivam a violência.

 Certamente, muitos questionamentos nos incomodam e nos impulsionam à reflexão de alternativas para inibir os crimes praticados contra os nossos pequenos. Como sociedade, precisamos nos unir: família, escola, Igreja e governo na promoção de campanhas de conscientização acerca desses problemas. É preciso que ocorram mais denúncias, especialmente porque a nossa omissão contribui para o crescimento do problema; nós pais precisamos nos precaver contra os riscos que a internet oferece e também estar mais atentos aos nossos filhos menores, saber de fato a quem estamos confiando à vida deles; talvez o perigo esteja mais próximo de nós do que imaginemos.

 Temos visto casos de agressão e mesmo de abuso praticados por pessoas muito próximas das famílias vítimas desses problemas. E muito mais que tudo isso, precisamos testemunhar o grande e maior mandamento que Jesus nos ensinou: o AMOR, que cuida, perdoa, protege, investe tempo, ouve, observa comportamentos, ajuda e intercede. O Amor é a fórmula mágica que o mundo está aguardando para ter acesso à felicidade. O grande engano é que o procuram nas coisas, nos prazeres, enquanto ele se encontra no sorriso inocente de uma criança, na flor que desabrocha em mais um dia que amanhece, em mais uma batida do coração que nos avisa que ainda há tempo para mudar, para construirmos um mundo melhor a partir das nossas crianças, que têm o direito de viver, de ser felizes e respeitadas.

 Irani Florêncio Balduino da Silva
iraniflorencio@bol.com.br – Com. Canção Nova

– Fórmula 1 muda a regra para o Campeão. E se fôsse o Futebol?

A FIA – Federação Internacional de Automobilismo – resolveu radicalizar! Agora, o vencedor será decidido entre aqueles que conseguirem o maior número de vitórias.

Na prática, imagine: se 1 piloto alcançar nas 18 provas, 6 vitórias e nenhuma colocação como segundo ou terceiro, tendo o seu adversário alcançado 4 vitórias, 5 segundos-lugares e 3 terceiros-lugares, o piloto que “apenas” venceu será o campeão, mesmo com pontuação menor no campeonato.

Confuso, não?

A idéia foi supervalorizar a vitória. Ou seja, o dito de Nelson Piquet na década de 80, de quê o “segundo colocado era o primeiro perdedor” ganha ainda mais força.

E isso é legal para a categoria?

Pelos especialistas em automobilismo, foi uma mudança abominável. Pilotos regulares, que mesmo pontuando bem mas que não vençam as provas, estarão fora da disputa. É mais ou menos como no quadro de medalhas em uma Olimpíada: não vale contar o quadro geral de medalhas, mas o números de medalhas de Ouro. As outras só servem para caso de desempate. Na contagem, um país com 1 única medalha de ouro está na frente daquele que possui 6 de prata, por exemplo.

Posso (e estou) remando contra a maré… mas gostei da mudança! Toda corrida será decisão  de campeonato. Por esse regulamento, ao término do campeonato de Fórmula 1 passado, Massa e Hamilton decidiriam o título com uma vitória no GP do Brasil, não com uma combinação de lugares.(embora, novamente se ressalte a questão da pontuação). Para resolver o constrangimento de um campeão com menos pontos do que o segundo e terceiro colocados, aumente-se substancialmente os pontos de uma vitória.

O grande problema é que a mudança ocorreu a 11 dias da primeira prova do ano. Pouco tempo. Talvez, se a FIA decidisse que tal alteração deveria ser promovida em 2010, não haveria tanta polêmica.

E se tudo isso fôsse no futebol?

A grande mudança substancial do futebol foi quando uma vitória passou a valer 3 pontos. Mas não deveria se valorizar ainda mais a vitória? Sempre pensei que uma conquista devesse valer muito mais do que 3 pontos, já que um empate em 0x0 vale 1 ponto! Aí, o radical sou eu: vitória acima de 3 gols de diferença, 4 pontos! Empate em 0x0, ninguém leva ponto algum. E assim vai…

Certamente, na Fórmula 1, comparando-a com o futebol novamente, poderá se usar um bordão batido: acabou a retranca nas corridas de automóveis… O 6º lugar que valeu o título à Louis Hamilton que o diga…

– O Nascimento de Uma Nova Gigante Alimentícia?

Depois da tentativa da Sadia comprar a Perdigão, e esta resistir e pelo fato da resistência se supervalorizar, a crise econômica agora pode possibilitar uma nova gigante: a fusão Sadia+Perdigão!

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/financas/acoes-sadia-perdigao-sobem-possibilidade-fusao-428386.html

 

Ações de Sadia e Perdigão sobem com possibilidade de fusão

Empresas teriam voltado a negociar união, passados mais de dois anos desde as últimas conversas

 As ações das gigantes de alimentos Sadia e Perdigão voltaram ao centro das atenções dos investidores após a revista Veja publicar na seção Radar, de Lauro Jardim, a informação de que as companhias voltaram a negociar uma união de forças. As conversas ainda seriam embrionárias, mas a notícia foi suficiente para provocar uma disparada de 4,30% nos papéis preferenciais da Sadia (SDIA4), que às 11h42, eram cotados a 2,91 reais. As ações ordinárias (SDIA3 – com direito a voto) apresentavam valorização levemente superior – 4,33% -, negociadas a 5,06 reais. Em caso de fusão, os minoritários detentores de ações ordinárias poderiam vender seus papéis e usufruir do tag along, direto de receber, no mínimo, 80% do valor pago aos acionistas controladores.

De acordo com o jornal Valor Econômico, o governo vai liberar financiamentos para capital de giro a pelo menos 18 frigoríficos em situação financeira delicada. Por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco do Brasil, seria disponibilizado 1,2 bilhão de reais a empresas com problemas de crédito para exportar ou que tiveram prejuízo devido à variação cambial. Os juros dos empréstimos seriam subsidiados pelo Tesouro Nacional.

As companhias receberiam, ainda, até 20 milhões de reais cada para estocar a produção e teriam acesso a uma outra linha de crédito, de 2,5 bilhões de reais, que prevê o repasse, com o compromisso de recompra, de parte das carteiras de recebíveis das empresas.

Segundo o Valor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou a ministros e dirigentes de bancos que ajudassem o setor para evitar o agravamento das dificuldades na cadeia produtiva, que poderia colocar em risco pequenos produtores em todo o país e ameaçar o desempenho de um dos principais geradores de superávits na balança comercial. A crise dos frigoríficos seria complexa porque não haveria uma disputa pelo eventual espólio das empresas, já que com a crise financeira os frigoríficos prefeririam não gastar com a compra de empresas.

No dia 2 de março, o frigorífico Independência entrou na Justiça com pedido de recuperação judicial. A companhia já havia recebido do governo 250 milhões de reais, mas os recursos não foram suficientes para equilibrar as contas. O governo estaria preparando um novo aporte, dessa vez de 200 milhões de reais, que teria sido suspenso com o pedido de recuperação judicial. A lei, entretanto, permite novos empréstimos durante a recuperação judicial e, segundo o Valor, o BNDES não descartou um novo socorro à empresa.

– As Boas Oportunidades de Emprego no Brasil

Compartilho interessante material da Revista Você S. A, a respeito das vagas de emprego no Brasil. Muitas oportunidades estão à disposição, e vão desde os mais jovens até os mais experientes. Abaixo, extraído de: Você S.A.

 

Onde estão os empregos agora

Mapeamos 115 931 oportunidades para você em todo o Brasil, 7 279 delas para gestores. O varejo é o campeão de vagas, mas a maior empregadora é do setor de serviços

Por RENATA AVEDIANI

 

Na quinta edição do Especial de Emprego, o número de vagas é recorde. São 115 931 oportunidades em 36 empresas de todo o Brasil, uma média de 3 220 por companhia. No ano passado,  o especial trouxe um número maior de organizações privadas (53) que anunciaram 59 853 oportunidades, uma média de 1 129 vagas por empregador. Os números espantam se considerarmos a crise que está assombrando empresas e profissionais, com redução de custos e pessoal. Na verdade, os dados de 2009 refletem o paradoxo atual entre os setores da economia: enquanto parte da indústria demite, o varejo, principalmente aquele de produtos de consumo essencial e de baixo custo, como os supermercados, contrata mais do que no levantamento de 2008. Dados do governo federal reforçam o paradoxo. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), processado pelo Ministério do Trabalho, no primeiro mês do ano 1 318 298 postos de trabalho foram fechados — o pior mês de janeiro desde que a metodologia do Caged foi mudada, em 1999. No entanto, no mesmo mês foram admitidos 1 216 550 profissionais – o segundo melhor resultado para o mês. “As contratações devem continuar, porque o Brasil tem setores em expansão apesar da crise. Não nos damos conta disso porque não estamos psicologicamente acostumados com esse crescimento”, diz Fernando Mantovani, diretor da empresa de recrutamento de executivos Robert Half.

Clique aqui e veja onde estão as vagas!

 

– Metáfora do Futebol, da Vida e da Guerra

Minha admiração àqueles que escrevem bem! Idealizar um texto, torná-lo compreensível e fazê-lo inteligente é um desafio à arte da compreensão. Compartilho o ótimo artigo de Ferreira Gullar, escrito domingo 15/03/2009, na Folha de São Paulo, pg E12, Caderno Ilustrada, a respeito da figura do árbitro de futebol, fazendo uma analogia do futebol, da vida e da guerra. E dos erros e da justiça dos mesmos! Vale a pena tão boa escrita!

 

Gol com a mão não vale

 

por Ferreira Gullar

 

O futebol poderia ser definido assim: “A vida como ela não é”.

 

Explico-me. Já se disse que as partidas de futebol são como batalhas em que os contendores não têm por objetivo liquidar fisicamente uns aos outros mas apenas vencer a disputa. Essa comparação com a batalha pode nos ajudar a expor nosso ponto de vista: numa batalha, todo recurso é válido, desde truques e dissimulações até a violência mais cruel e homicida. Quanto mais inimigos mortos, melhor, já que com isso se reduz a capacidade ofensiva do adversário.

 

Na batalha, portanto, não há regras, não se pode imaginar, em meio à luta, um árbitro de apito na boca a invalidar determinada ação de um exército ou de outro. Piuiiii! Apitaria o árbitro da batalha. “Parem a guerra, que esse golpe não vale!” E aí os soldados deteriam o próximo tiro de bazuca para reclamar do árbitro, erguendo os dois braços para demonstrar que não fizeram nada errado, como os jogadores de futebol. Para os guerreiros mais afoitos, o cartão vermelho, que os poria fora de combate.

 

Nada disso acontece nas batalhas de verdade. Acontece no futebol, que não é a vida mesma e, sim, uma idealização da vida. Melhor dizendo, um modo de lutar e derrotar o adversário, sem liquidá-lo fisicamente e dentro de normas pré-estabelecidas. Pode alguém achar que a vida deveria ser assim, ou seja, quando alguém violasse a norma (pisasse na bola), o juiz anularia a jogada. Por exemplo, se você é casado e começa a flertar com a colega de trabalho, poderia no começo levar uma advertência, digamos, um cartão amarelo, e, se insistisse a ponto de levá-la a um motel, seria caso de expulsão de campo, ou de cama.

 

De todos os modos, essa marcação homem a homem, na vida, é impraticável, já que não se passa numa área delimitada, às vistas da torcida e transmitido pela televisão. Além do mais, na vida a desigualdade é maior, uma vez que, além de o juiz estar ausente, quem pode mais manda mais e até mesmo anula as normas do convívio social. Sim, porque a vida também tem regras, tem leis, só que mais difíceis de aplicar do que numa disputa esportiva.

 

Em suma, o futebol nos permite viver numa disputa justa, uma vez que o número de contendores é o mesmo de cada lado e as regras valem para todos. Se um time é melhor que outro, isso se deve às qualidades dos jogadores e do treinador.

 

Aqui também, como na vida, quem pode mais manda mais, isto é, contrata mais e melhor, o que nos levará, fatalmente, a concluir que a igualdade total, que não existe na vida, tampouco no futebol se consegue alcançar. Mas, nele, se chega muito mais perto e, às vezes mesmo, se alcança, pois há partidas entre times igualmente bons, cujo resultado é impossível prever.

 

Todo este precário filosofar veio a propósito dos frequentes erros que os juízes cometem, às vezes tão graves que comprometem o resultado da partida e até a conquista de um título de campeão. E isso não é tão raro assim.

 

Os comentaristas esportivos são unânimes em reconhecer que é praticamente impossível o árbitro não errar, uma vez que ele não tem a capacidade de perceber certos detalhes de um lance decisivo. Já a câmera da TV mostra se foi pênalti ou se não foi.

 

E a pergunta que se impõe é sempre esta: por que não dotar a arbitragem de recursos tecnológicos que evitariam os erros? Mas a gente ouve sempre, como resposta, que o uso desses recursos faria o futebol “perder a graça”. Quer dizer, então, que a graça do futebol estaria no erro do juiz, na vitória injusta, na derrota injusta, na revolta do torcedor que se sente garfado? A graça do futebol não está no drible habilidoso, na jogada inteligente, no gol de letra, enfim, na beleza e mestria do próprio futebol? Pelo contrário, além de alterarem lamentavelmente o resultado da partida, os erros irritam os torcedores e criam condições para que os mais violentos imponham sua vontade, levando a agressões e às vezes à morte.

 

A resistência dos responsáveis em adotar os recursos da tecnologia como meio auxiliar da arbitragem é resultado de uma visão, que contraria a essência mesma do esporte.

 

O jogo não é igual à vida precisamente porque possibilita uma disputa justa, em que todos estão submetidos às mesmas exigências. Vence o melhor. A obediência às regras é a essência do jogo, porque são elas que permitem a disputa de igual para igual. O árbitro existe para impedir a violação das regras. Ampliar sua capacidade de seguir os lances e apitar sem erros é preservar a essência mesma do jogo. Vitória injusta – por roubo ou erro – é que não tem graça.

– Novo Layout

Gostaria que opinassem: o que acharam do novo layout? Embora a mudança tenha sido forçosa, espero facilitar a leitura dos blogonautas que aqui visitam!

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– Há 10 anos…

Há 10 anos (17 de março de 1999), tive a grata oportunidade de iniciar minhas atividades na carreira docente. Foi o primeiro dia de trabalho na Uninove (Centro Universitário Nove de Julho, campus da Vila Maria). Para um mestrando de 22 anos, uma experiência ímpar. Entretanto, sabia das dificuldades em ganhar a confiança da sala de aula que assumira, já que era mais jovem do que muitos alunos. E, graças a Deus, descobria ali uma das minhas vocações.

Também devo agradecer à professora dra. Raquel Pereira, que confiou em um inexperiente novo professor e o ajudou na carreira de sucesso.

É muito bom ser professor. Apesar dos pesares, a realização pessoal e a satisfação de poder ajudar aos discentes a adquirir mais conhecimento é fantástica!

– Meu Novo Endereço

Amigos, devido a migração dos Blogs do Provedor Terra, o “Blog do Professor Rafael Porcari” passa a ter como endereço: ProfessorRafaelPorcari.blog.terra.com.br , ao invés do anterior.

Para post antigos, visite: rafaelporcari.blog.terra.com.br

Abraços,

Rafael Porcari

– O Homem mais rico do Brasil

Bill Gates, da Microsoft, continua sendo o cidadão mais rico do mundo. No Brasil, segundo a Forbes, algumas novidades: Antonio Ermírio de Moraes caiu de posição: sua fortuna de 10 Bilhões de Dólares encolheu para “apenas” 2,8 bi.  

Agora, o homem mais rico do Brasil é o mega-industrial Eike Batista (aquele mesmo que deu uma coleira de ouro para sua namorada Luma de Oliveira).

Abaixo, veja o novo ranking dos administradores e afortunados do mundo (não vi nem o meu e nem o seu nome nela… o que aconteceu? É a crise?)

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/eike-batista-homem-mais-rico-brasil-427487.html

 A lista no original da Forbes em: http://www.forbes.com/lists/2009/10/billionaires-2009-richest-people_The-Worlds-Billionaires_Rank.html

 

Eike Batista é o homem mais rico do Brasil

Empresário ocupa o 61º lugar da lista dos maiores bilionários do mundo da revista Forbes

O empresário Eike Batista, dono do Grupo EBX, controlador das empresas OGX, LLX e MMX, entre outras, é o brasileiro melhor colocado na lista dos mais ricos da revista Forbes de 2009, ocupando o 61º lugar. Como adiantou a revista Exame no início de 2008, o executivo estreou no ranking da Forbes naquele ano ficando atrás de Antônio Ermírio de Moraes e da família Joseph Safra. Na lista divulgada nesta quarta-feira (11/02), Eike ficou à frente dos 13 brasileiros mais ricos ao ter sua fortuna avaliada em 7,5 bilhões de dólares. Apesar da crise global, Eike Batista fez seu patrimônio crescer 14% no último ano, já que em 2008 sua fortuna foi avaliada em 6,6 bilhões de dólares.

Já Antônio Ermírio de Moraes, dono do Grupo Votorantim, que em 2008 era o mais rico entre os brasileiros, viu sua conta encolher. A fortuna de 10 bilhões de dólares que lhe garantiu a 77ª posição no ranking do ano passado foi reduzida a 2,8 bilhões de dólares, rendendo-lhe o sexto lugar entres os brasileiros mais ricos e o 224º posto no ranking mundial. O banqueiro Joseph Safra, por sua vez, permaneceu em segundo lugar entre os brasileiros, com 7 bilhões de dólares no bolso, número inferior aos 8,8 bilhões contabilizados no ano passado.

Quem ficou com a medalha de bronze foi o acionista da Anheuser-Busch Inbev, Jorge Paulo Lemann, que apesar de ter subido duas posições em relação ao ano anterior, obteve um decréscimo em sua fortuna de 5,8 bilhões de dólares para 5,3 bilhões de dólares, ocupando o 92º lugar da lista completa.

É possível observar os reflexos da crise econômica no ranking de 2009. Cinco brasileiros listados em 2008 não figuram mais entre os tops deste ano. São eles: Eliezer Steinbruch e família (6º lugar); Elie Horn (11º lugar); Liu Ming Chung (13º lugar); Jayme Garfinkel (15º lugar) e Rubens Ometto Silveira Mello (18º lugar).

Além disso, entre os 13 brasileiros mais ricos do mundo, 10 deles tiveram uma queda em sua fortuna. Somente Eike Batista aumentou sua riqueza, os outros dois, Guilherme Peirão (1,2 bilhão de dólares) e Antônio Luiz Seabra (1,2 bilhão de dólares) mantiveram a mesma quantia.

Lista brasileiros:

-1º Eike Batista – US$ 7,5 bilhões (posição 61º no ranking geral)

-2º Joseph Safra – US$ 7 bilhões (posição 62º no ranking geral)

-3º Jorge Paulo Lemann – US$ 5,3 bilhões (posição 92º no ranking geral)

-4º Aloysio de Andrade Faria – US$ 3,1 bilhões (posição 196º no ranking geral)

-5º Dorothea Steinbrunch – US$ 3 bilhões (posição 205º no ranking geral)

-6º Antônio Ermírio de Moraes – US$ 2,8 bilhões (posição 224º no ranking geral)

-7º Marcel Herrmann Telles – US$ 2,4 bilhões (posição 285º no ranking geral)

-8º Moise Safra – US$ 2,1 bilhões (posição 318º no ranking geral)

-9º Carlos Alberto Sicupira – US$ 2,1 bilhões (posição 318º no ranking geral)

-10º Abílio dos Santos Diniz – US$ 1,5 bilhão (posição 468º no ranking geral)

-11º Guilherme Peirão Leal – US$ 1,2 bilhão (posição 601º no ranking geral)

-12º Antônio Luiz Seabra – US$ 1,2 bilhão (posição 601º no ranking geral)

-13º Júlio Bozano – US$ 1,1 bilhão (posição 647º no ranking geral)

 

 

Mais ricos do mundo ficam menos ricos; Gates volta ao topo

Por Claudia Parsons

NOVA YORK (Reuters) – O fundador da Microsoft, Bill Gates, é novamente a pessoa mais rica do mundo, superando o investidor Warren Buffet, segundo lista divulgada na quarta-feira pela revista Forbes. O levantamento mostra que a crise global eliminou 2 trilhões de dólares das maiores fortunas do planeta.

O número de bilionários no mundo caiu em um terço no ano passado, ficando em 793. A maior debandada foi de russos, indianos e turcos.

Gates, que no ano passado tinha a terceira maior fortuna do mundo (58 bilhões de dólares), voltou a ser o mais rico, mesmo tendo visto seu patrimônio encolher para 40 bilhões.

Buffet, cuja fortuna diminuiu de 62 para 37 bilhões de dólares, ficou em segundo lugar, à frente do magnata mexicano das telecomunicações Carlos Slim, que decaiu de 60 para 35 bilhões.

Juntos, os três maiores bilionários amargaram perdas de 68 bilhões de dólares durante o período de um ano até 13 de fevereiro, quando a Forbes fechou sua lista anual.

O executivo-chefe da revista, Steve Forbes, disse que, embora poucos lamentem o “drama” desses bilionários, os problemas dos empreendedores são ruins para toda a economia.

“Os bilionários não têm de se preocupar com a sua próxima refeição, mas se sua riqueza está declinando e você não está criando numerosos novos bilionários, significa que o resto do mundo não está indo muito bem”, disse ele a jornalistas. “O bilionário típico perdeu pelo menos um terço do seu valor líquido.”

O número de bilionários do mundo caiu de 1.125 na lista de 2008 para 793, e seu patrimônio conjunto foi reduzido quase à metade –de 4,4 para 2,4 trilhões de dólares.

“É a primeira vez desde 2003 que perdemos bilionários, mas nunca antes tínhamos perdido nada próximo desse número”, disse Luisa Kroll, editora-sênior da Forbes.

“É realmente difícil encontrar algo para celebrar a não ser que você tenha algum prazer perverso em perceber que algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo… não conseguem entender esta crise econômica global melhor do que o resto de nós.”

Nova York substituiu Moscou como a cidade com mais bilionários, 55. A Rússia, que registrara uma explosão no número de superricos nos últimos anos, teve agora a maior redução no número de bilionários: de 87 para 32.

 

– As ilhas de emprego brasileiras

 Em tempos de crise, ainda há terra de oportunidade para empregos no Brasil. Veja onde ainda se contrata:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0936/economia/onde-vai-emprego-419465.html

Para onde vai o emprego

O mercado de trabalho brasileiro sofreu um baque nos últimos meses – mas, apesar da crise global, as estimativas mostram que a economia do país ainda vai gerar centenas de milhares de empregos formais em 2009

Em menos de dois meses, o clima entre os 2 000 funcionários da subsidiária brasileira da MWM International – uma das maiores fabricantes de motores de carros, ônibus e tratores do mundo – mudou radicalmente. Eles, que vinham trabalhando em ritmo frenético quase até o final de 2008, e por isso fizeram jus às mais altas bonificações pagas em razão dos resultados da empresa, iniciaram o ano novo sob a angustiante dúvida de permanecer empregados ou não. “Em 31 de outubro, finalizamos o melhor ano fiscal de nossa história e, até meados de novembro, não sentimos nenhum reflexo da crise”, afirma Waldey Sanchez, presidente da MWM no Brasil. No fim de novembro, porém, as programações de produção das montadoras que compram os motores da MWM começaram a sofrer cortes. Em dezembro, as revisões de pedidos dos clientes – que enviam nessa época o planejamento de encomendas do ano todo – passaram a indicar que, em 2009, a empresa venderia quase 30% menos motores que no ano passado. A MWM replicava, assim, o movimento quase generalizado de redução brusca nos negócios no país. A economia brasileira, que chegou a setembro crescendo a um ritmo anualizado de 7%, passou por uma reviravolta em outubro, a ponto de os economistas estimarem que houve recuo do produto interno bruto no último trimestre de 2008.

O capítulo mais recente da história vivida pela MWM ocorreu em 29 de janeiro, quando os funcionários reunidos em assembleia na fábrica, em São Paulo, aprovaram acordo para reduzir, a partir de fevereiro, 20% da jornada mensal de trabalho e 17,5% de seus salários. Contrariamente ao que ocorreu em outras empresas, os funcionários da MWM aprovaram o acordo sem protestos. Talvez essa aceitação só tenha sido possível graças à postura do presidente da companhia. Sanchez não enviou um advogado para tratar com os sindicalistas. Foi pessoalmente expor a situação da empresa na sede do sindicato dos metalúrgicos, no bairro da Liberdade, no Centro de São Paulo. Em troca da concessão feita, os funcionários da MWM conseguiram a garantia de manter os empregos por mais alguns meses. A esperança dos trabalhadores e da cúpula da empresa é que a redução dos salários permita a travessia do período mais agudo da crise para o momento em que as encomendas voltem a crescer, um cenário vislumbrado para abril. “O objetivo é manter todos os funcionários, pois, como disse Henry Ford, um desempregado é uma pessoa a menos para consumir e uma a mais para alimentar a crise”, diz Sanchez. Ele próprio também receberá o holerite de fevereiro mais magro.
O efeito mais concreto da crise econômica mundial finalmente chegou ao Brasil neste começo de ano com a divulgação do balanço de demissões ocorridas em dezembro – o corte foi de 655 000 postos, quando o esperado seria de no máximo 400 000 – e com novos anúncios de demissões em janeiro. A rapidez do agravamento da situação assustou, com razão, trabalhadores e empresários no país inteiro. Como o encolhimento do mercado é hoje um drama mundial, também se disseminou a dúvida sobre o que acontecerá com o emprego ao longo de 2009. Na tentativa de jogar luz sobre esse cenário ainda nebuloso, EXAME consultou dezenas de economistas, especialistas em trabalho e empresários. Teve acesso exclusivo também a um estudo realizado pela LCA, uma das consultorias econômicas com mais tradição em projeções na área de emprego. A opinião geral é que, sim, o desemprego aumentará em 2009. Porém, o impacto sobre o mercado de trabalho ficará longe das piores crises sofridas pelo país no passado.
O estudo da LCA projeta dois cenários para 2009. O que a consultoria considera mais provável é que a taxa média de desemprego suba para 8,5%, ante os 7,9% registrados em 2008, quando o país teve a menor taxa de desocupados desde que o acompanhamento passou a ser feito. Esse cenário toma como premissa um crescimento do PIB de 2,8%. Isso permitiria que, neste ano, o Brasil obtivesse um saldo positivo – resultante da diferença entre admissões e demissões – de 875 000 postos de trabalho com carteira assinada. No outro cenário, mais adverso por se basear nas previsões predominantes no mercado de que a economia crescerá apenas 1,8%, o número de vagas criadas cairia para 578 000, o que elevaria a taxa de desemprego para 9%. “Os resultados são bastante inferiores aos do ano passado, quando o saldo entre pessoas admitidas e demitidas foi positivo em 1,5 milhão de empregos”, afirma o economista Fábio Romão, autor do estudo. “Mas, com as informações que temos hoje, mesmo a projeção mais conservadora não deve provocar uma situação muito pior que a de 2002, quando muitas empresas demitiram em razão das turbulências provocadas durante a pré-eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.” Não se trata de uma boa notícia – longe disso. Estima-se que o Brasil precise criar mais de 1 milhão de novos postos formais a cada ano para dar conta da chegada de jovens ao mercado. Gerar menos vagas, como tudo indica que vá acontecer em 2009, significa deixar mais gente de fora. Mas o ponto é que o Brasil abrirá centenas de milhares de novos empregos neste ano – mesmo em meio a um dos piores anos da economia internacional. Em dezembro, portanto, haverá mais brasileiros no mercado de trabalho formal do que há hoje.
Não se pode esquecer que a crise atual ainda está em andamento – e possivelmente apenas no início. Seus desdobramentos dependem não só de novos acontecimentos mas, sobretudo, da reação de empresários e consumidores a cada novo capítulo. Essas reações, por sua vez, dependem fundamentalmente da fidelidade das informações a que as pessoas têm acesso. É particularmente importante entender o grau de contaminação da economia. “Apesar da multiplicação das notícias de demissões, vale observar que, pelo menos por enquanto, não há uma onda generalizada de cortes”, afirma José Márcio Camargo, doutor em economia do trabalho e sócio da Opus Gestão de Recursos. Até agora, as demissões estão mais localizadas em três grupos de empresas: nas exportadoras, em razão da desaceleração da demanda internacional, na construção civil e nas indústrias de bens duráveis de preço alto, como os automóveis, cujas vendas no mercado interno dependem da oferta de crédito e da confiança do consumidor. A redução do crédito fez com que as montadoras de veículos fossem rapidamente atingidas e apelassem para a demissão de empregados temporários e para acordos de redução de jornada e salário.
No caso da construção civil, a queda do emprego já foi forte. “De outubro a dezembro, tivemos uma perda líquida de 40 000 postos de trabalho”, afirma Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil. Trata-se de uma mudança drástica, considerando que o setor havia criado 300 000 novos empregos de janeiro a setembro. Ainda assim, Simão acredita que haverá uma boa recuperação no segundo semestre, especialmente se forem confirmadas novas medidas do governo de apoio ao setor. Entre as medidas aguardadas pelas construtoras e pelas incorporadoras como parte de um pacote em gestação na Casa Civil e no Ministério da Fazenda há planos para estimular a construção de casas populares e para ampliar os financiamentos à classe média (até o fechamento desta edição, em 2 de fevereiro, nada havia sido anunciado). Também há estudos de novas concessões de estradas. “Este ano será uma ducha fria se comparado com 2008, quando estávamos superaquecidos”, diz Simão. “Mas não deve ser um dos períodos mais difíceis que enfrentamos caso o governo faça o que tem dito que irá fazer.” Apesar do relativo otimismo, Simão sabe que, caso o crédito permaneça restrito por muito mais tempo, não há governo que consiga evitar uma mortandade de postos de trabalho no setor. “Antes levantávamos dinheiro nos bancos em apenas 15 dias. Agora, os processos se arrastam e, consequentemente, as incorporadoras não lançam mais nada”, diz ele. Por enquanto, as empresas do setor vão se virando como podem para tentar manter as vendas. A paulista Goldfarb, uma das maiores incorporadoras e construtoras de residências para classe média baixa no país, manteve de novembro até o final de janeiro uma promoção para tirar o receio de quem anda preocupado em assumir financiamentos diante da crise econômica. “Em vez de nos retrair, optamos por uma estratégia de investir em marketing. Anunciamos que garantiríamos a recompra dos imóveis, com devolução integral do valor pago, aos clientes que perdessem o emprego durante a construção do imóvel”, diz José Antonio Grabowsky, presidente da PDG Realty, empresa de investimentos que é sócia da Goldfarb.

O mapa do emprego

O impacto sobre o emprego irá variar entre os setores produtivos e as várias regiões do país. O epicentro da crise, pelo menos por ora, são as áreas mais ricas e industrializadas. O investimento das empresas, que vinha funcionando como um motor do crescimento, deve recuar, passando de uma expansão de 17% no ano passado para apenas 4% em 2009, de acordo com previsão da consultoria econômica MCM. Essa queda afeta não apenas as fabricantes de máquinas e equipamentos como também a siderurgia. São indústrias concentradas principalmente no Sudeste. Também a Zona Franca de Manaus está no grupo das mais afetadas, devido à concentração de montadoras de motocicletas e de produtos eletroeletrônicos. Na outra ponta estão as regiões Nordeste e Norte. Por terem economias menos sofisticadas e mais dependentes de transferências do governo, devem sentir menos os efeitos da crise. “Boa parte da população nordestina vive de benefícios da Previdência e do Bolsa Família, e esses recursos são garantidos, com crise ou sem crise”, diz o consultor Camargo. Sul e Centro-Oeste, com grande presença do agronegócio, estão numa posição intermediária – a maior preocupação é com o desempenho de suas exportações.
Em meio a um cenário difícil, há verdadeiros oásis de tranquilidade. “Estamos na contramão do noticiário, pois nosso problema hoje é contratar, não demitir”, afirma Angelo Bellelis, presidente do Estaleiro Atlântico Sul, instalado junto ao porto de Suape, no litoral pernambucano. Neste ano, a empresa passará dos atuais 1 500 funcionários para pelo menos o dobro para atender às encomendas de 15 navios petroleiros, da Transpetro, empresa que gerencia a frota de navios da Petrobras, e de um casco de plataforma de petróleo. Até agora, não houve sinais de adiamento de nenhum pedido. Pelo contrário: o primeiro navio a ser entregue teve o prazo antecipado de agosto para abril de 2010. A cada dois meses e meio entram 300 novos funcionários no estaleiro. Antes do início do trabalho, eles recebem seis meses de cursos de qualificação, dada a dificuldade de encontrar mão-de-obra treinada depois que a indústria naval foi ressuscitada. “É um privilégio não só empregar essas pessoas mas principalmente qualificá-las”, diz Bellelis.
Os navios petroleiros estão na mesma categoria de grande parte das obras de infraestrutura, que levam anos até ficar prontas. É o caso da construção de usinas de geração de energia, da prospecção e exploração de petróleo, dos reparos em estradas já concedidas ao setor privado e de outras obras. A maioria desses projetos tem recursos garantidos, e sua interrupção causaria mais prejuízo do que sua continuidade. Em janeiro, quando a onda de desemprego já batia no Brasil, a construtora OAS admitiu 1 000 funcionários com carteira assinada. Todos vão trabalhar nas obras da hidrelétrica de Estreito, um empreendimento de 3,3 bilhões de reais, do grupo franco-belga Suez. A usina, localizada no Maranhão, é uma sociedade entre Suez, Vale, Alcoa e Camargo Corrêa. A obra, iniciada em 2007, será concluída em 2010 e terá capacidade de gerar energia para abastecer uma cidade de 1,5 milhão de habitantes. Apenas na construção de Estreito trabalham hoje 6 000 pessoas. Além de Estreito, a Suez está construindo a hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia, que vai consumir 9 bilhões de reais de investimento e gerar 28 000 empregos diretos e indiretos até 2012. Por enquanto, o canteiro emprega 600 pessoas, mas o plano é chegar em dezembro a 6 500 funcionários e a 10 000 em 2010. “Não vamos diminuir ou interromper nenhum projeto”, diz Mauricio Bähr, presidente do conselho de administração do grupo Suez no Brasil. “Os recursos estão garantidos e a energia que será gerada ali já foi vendida.”
A aposta dos especialistas é que o mercado doméstico também funcione como um amortecedor da crise sobre o país e ajude a preservar empregos, especialmente nos setores de produtos básicos. O varejo de alimentos e de medicamentos, por exemplo, sofrerá menos impacto que os demais, sobretudo porque alimentação e remédios são necessidades básicas da população e têm prioridade em caso de algum aperto financeiro. Até agora, a crise não se refletiu no resultado das vendas da rede francesa Carrefour, que não só manteve seu quadro de funcionários como prevê contratações. A empresa confirma a abertura de 70 lojas neste ano, incluindo todas as suas bandeiras – Carrefour, Carrefour Bairro, Atacadão e Dia %. A expansão criará 4 000 novos postos de trabalho. Até o final de 2010, o grupo realizará investimentos de 2 bilhões de reais. “O Brasil continua a ser um dos países prioritários para os investimentos do grupo”, afirma Jean-Marc Pueyo, presidente da rede no país.
Há razões para a confiança de multinacionais, como o Carrefour, no país. Se é verdade que o Brasil está sendo duramente afetado pela crise, também é certo que poucos países estão mais preparados para enfrentá-la. Afinal, temos um mercado doméstico forte e uma economia suficientemente diversificada – e isso pode fazer a diferença em 2009. Vamos gerar menos emprego do que no ano passado? Certamente. Mas, diante da magnitude dos problemas em escala global, não deixa de ser uma boa notícia o fato de o Brasil ainda conseguir ampliar sua força de trabalho.

A Arte da Convivência Familiar

Em tempos nos quais a família às vezes é relegada a segundo plano, e no qual particularmente passo por um momento importante do nascimento da minha filha, compartilho com os amigos um belíssimo artigo sobre a “arte de conviver em família”. Com carinho, envio em especial aos amigos Flávio e Lilian que celebrarão o Santo Matrimônio no próximo dia 06, e que tenho certeza, constituirão uma família maravilhosa!

Extraído de:
http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11317

A arte da convivência familiar!

Alguém único e irrepetível foi confiado a mim

Inspirado em algumas leituras e meditações feitas no dia a dia pastoral, passando por diversas comunidades, resolvi colocar em síntese algumas ideias, que vejo como importantes como reflexão para o enriquecimento da vida conjugal e familiar. Em primeiro lugar, é importante ter consciência de que o casamento é o encontro de duas pessoas que são diferentes, que se amam porque diferentes, e que permanecerão diferentes. Um se abre ao outro com suas diferenças, para enriquecer a vida e a história do outro.
Tem gente que passa a vida inteira querendo que o seu cônjuge seja como ele (a). Na convivência existem alguns pormenores que fazem a diferença. Existe um sinal inconfundível entre os que se amam de verdade: a dedicação de um ao outro. Alguém único e irrepetível foi confiado a mim. A esta pessoa devo dedicar minha vida, meus esforços, meu ser. Partilharemos um destino em comum, formaremos uma família, um tem de produzir vida no outro para que a plenitude da vida aconteça em seu lar. Existem atitudes que se tornam como que combustíveis do amor, alimentam-no e o fazem crescer. Estas se traduzem nas palavras, nos afetos e nas delicadezas. Um carinho a mais, uma atenção maior em determinados momentos, um gesto de delicadeza.
Tudo isso conta e muito! Já o inimigo principal do amor é o egoísmo. Uma pessoa centrada em si, individualista, que só pensa nos seus afazeres e satisfações, impossibilita a felicidade dos outros e, por tabela, se torna infeliz. Nossa vida é um chamado à comunhão e não ao isolamento. Fazer aos outros felizes é dever de todos.
Outras duas palavras que não poderão faltar na arte de amar são paciência e perdão!
A convivência humana exige isso.
Nós somos mistério para nós mesmos, como conhecer o outro sem restrições?
Surpreendemo-nos com nossos pensamentos e ações. Todos estamos em busca de um equilíbrio perfeito. Mas, isso não quer dizer que as imperfeições estejam superadas. A paciência é sinal de força e poder. Esperar diante de toda desesperança é sinal de sabedoria. Além disso, ser misericordioso é carregar em si o distintivo do discípulo de Cristo. Não perdoar é, como dizem por aí, “beber veneno achando que o outro é que vai morrer”! Como bem diz uma canção: “O lar é um lugar de se viver e dialogar”.
Não tenho dúvida de que o casal é o lugar do Amor no mundo, e se é o lugar do Amor, é o lugar de Deus!
Precisamos honrar isso na prática de nossa vida, para a transformação de nossa história. Queridos casais, queridas famílias, estas palavras nascem do meu coração de pastor.
Desejo muito que o amor seja visto em cada lar de nossas paróquias.
Que Maria, Mãe do Divino Amor, interceda por nós!

Pe. Reinaldo R. Rezende é assessor diocesano da Pastoral Familiar e da Comissão Diocesana em Defesa da Vida.

Xenofobia Crescente. Quais os motivos?

Cada vez mais estamos vivendo uma época xenofóbica. Em tempos de globalização, que consequentemente traria uma maior tolerância às diversidades culturais e respeito às raças (detesto este termo, mas é por falta de opção: só existe uma raça, a raça humana), contraditoriamente vemos uma discriminação ainda maior, principalmente por parte dos europeus aos latinos e africanos.

É claro que um dos motivos se deve à crise mundial. Trabalhadores da Europa vão perdendo seus empregos, e criticam os imigrantes que ali se encontram e acabam se tornando mão-de-obra barata. Nesta semana, um emblemático protesto em Londres pedia “trabalho na Inglaterra para trabalhadores ingleses” (veja a foto)

Nos EUA, este problema já não é tão latente, visto que os latinos, aos poucos, estão integrados à comunidade americana e seu expressivo número aos poucos torna os EUA um país bilingue.

Outro fator negativo são as péssimas ações relacionadas a estrangeiros em território europeu. Um dos exemplos foi o recente caso da advogada brasileira, supostamente vítima de neonazista e aqui já tratado. A polícia suíça crê que a brasileira se autoflagelou, buscando notoriedade.

Diante de tais ações apologistas à xenofobia (aversão à estrangeiros ), compartilho ótimo texto da Profa. Flávia Piovesan, extraído do OESP, que busca discutir e compreender tal fenômeno. Artigo de ótima qualidade, compartilho abaixo:

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,insanos-estigmas,324172,0.htm

 

Insanos estigmas
Os cortes na pele da brasileira Paula Oliveira lembram racismo, xenofobia, aversão ao outro?

– Violentada por um grupo de skinheads ou suspeita de autoflagelação, a advogada brasileira Paula Oliveira despiu-se parcialmente diante do fotógrafo da polícia suíça para exibir uma coleção arrepiante de cortes superficiais sobre o corpo. A cena se passou num distrito próximo de Zurique, na noite de segunda-feira. Numa das imagens, viam-se iniciais do partido de ultradireita SVP, Partido do Povo Suíço, “gravadas” nas pernas da jovem, como se fossem, a um só tempo, insígnia e estigma. O SVP, como se sabe, é um notório defensor de políticas anti-imigratórias.

Paula teria sido mesmo atacada por três jovens neonazistas, como se divulgou? Estaria ou não grávida no momento da agressão? Teria sido a própria a autora das ranhuras na pele, num desses rituais de autoflagelação que fazem a cabeça de jovens sem cabeça pela Europa afora? Essas perguntas foram aparecendo no processo investigatório, num clima de desconforto diplomático entre Brasil e Suíça. Mas não apagam a imagem macabra dos arranhões (espalhados até com alguma simetria) pelo corpo de Paula, certamente obra de um estilete a cargo de uma mente doentia. Por que se faz isso?, é a pergunta que apavora nossas mentes.

Há muito o que pensar e muito que fazer contra esse tipo de coisa. Na casa-museu de Anne Frank, em Amsterdã, a vítima cujo diário faz perpetuar as atrocidades do nazismo, ergue-se a advertência histórica: “O nacionalismo extremo é a pior forma de racismo”. As mais graves violações a direitos humanos radicam-se na dicotomia do “eu” versus o “outro” – em que o “outro”, em virtude de sua diferença, é tomado como um ser inferior e menor em dignidade e direitos. Ou, em situações limites, um ser esvaziado de qualquer dignidade. Um ser descartável, um ser supérfluo, objeto de compra e venda (como na escravidão) ou de campos de extermínio (como no nazismo). A diversidade é captada como elemento para aniquilar direitos. A compartilhar essa lógica, destacam-se as violações da escravidão, do nazismo, do sexismo, do racismo, da homofobia, da xenofobia e de outras práticas de intolerância. Como afirma Amartya Sen, “a identidade pode ser fonte de riqueza e aconchego, como também de violência e terror”.

Ao enfocar a experiência totalitária do nazismo, realça Hannah Arendt que os campos de concentração não eram campos de criminosos de guerra, mas o estado de inocência era fundamental para sua manutenção. A indagação não era “o que fizeram aquelas pessoas”, mas “quem eram aquelas pessoas” – descartáveis, supérfluas e sem lugar no mundo. A equação nazista condicionava a titularidade de direitos à pertença a uma raça específica, a raça pura ariana.

O crescente fenômeno da xenofobia e do nacionalismo assombra o continente europeu, merecendo destaque, entre tantos casos, as políticas propostas por Berlusconi na Itália (por exemplo, demandar dos profissionais de saúde que denunciem os imigrantes ilegais e propor a segregação na educação, com escolas para italianos e para estrangeiros). Ou as práticas discriminatórias em face de estrangeiros na Espanha (basta ressaltar os casos de hostilidades contra brasileiros nos aeroportos do país). Ou ainda na Inglaterra, em que em recente manifestação trabalhadores ingleses clamavam por british work for british workers. Ataques xenófobos ganham ainda maior intensidade em um contexto de profunda recessão econômica.

Em junho de 2004, 732 parlamentares foram eleitos para o Parlamento Europeu, dos quais 25 são de partidos neonazistas e de extrema direita. Para o relator especial da ONU sobre o tema do racismo, o crescimento da discriminação racial e da xenofobia é confirmado por dois fatores interligados: sua “normalização política” e sua “legitimação intelectual”. Plataformas racistas e xenófobas têm penetrado na agenda política de partidos a pretexto de combater o terrorismo, defender a identidade nacional e combater a imigração ilegal. Isso tem fomentado uma aceitação generalizada dessas práticas, inspiradas na defesa, proteção e conservação da identidade nacional e na ameaça apresentada pelo multiculturalismo, com a violação de direitos dos não nacionais e das minorias étnicas, culturais e religiosas. Gradativamente, o sistema jurídico, a ordem pública, a educação e o mercado de trabalho passam a ser impregnados pela ideologia racista e xenófoba, culminando no fortalecimento de grupos neonazistas.

Sobre o princípio da igualdade e da não-discriminação, destaca-se o General Comment no. 15 (1986) do Comitê de Direitos Humanos, ao afirmar que não pode haver discriminação entre estrangeiros e nacionais no que se refere ao exercício dos direitos humanos. Também merece menção a Recomendação Geral nº 30 (2004) do Comitê sobre a Eliminação da Discriminação Racial, ao prever recomendações específicas aos Estados-partes no sentido de eliminar a discriminação de não nacionais.

A Convenção Internacional sobre a “proteção dos direitos de todos os trabalhadores migrantes e dos membros de suas famílias”, adotada pela ONU em 1990, contava em março de 2008 somente com 37 Estados-partes. Nenhum dos países da América do Norte e da Europa até o momento a ratificou. A maior inovação da convenção é enfocar a problemática da imigração sob a perspectiva dos direitos humanos, fixando parâmetros protetivos mínimos a serem aplicados pelos Estados-partes aos trabalhadores e suas famílias, independentemente de seu status migratório, considerando a situação de vulnerabilidade em que se encontram.

Por sua vez, em 2008, a Convenção Internacional “sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial”contava com 173 Estados-partes, entre eles a Suíça, que a ratificou em 29 de novembro de 1994. Esse tratado requer dos Estados a adoção de medidas repressivas-punitivas voltadas ao combate, à proibição e à punição da discriminação, bem como de medidas voltadas à promoção da igualdade e à valorização da diversidade.

É nesse contexto que o caso de Paula Oliveira exige urgência e firmeza na investigação. Eventual impunidade servirá de convite à repetição da barbárie, sendo que a indiferença ou omissão daquele país podem implicar sua cumplicidade e conivência com a prática criminosa, em afronta aos parâmetros protetivos internacionais os quais se comprometeu a cumprir.

*Flávia Piovesan, professora de Direito da PUC/SP, da PUC/PR e da Universidade Pablo de Olavide (Sevilha), é também procuradora do Estado de São Paulo e membro do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana

Microsoft recompensa denunciantes

Ora essa. Já não bastasse a crise mundial, agora as empresas devem investigar por conta própria ações criminosas contra seus produtos e serviços. É o caso da Microsoft, que oferece US$ 250,000 a quem descobrir o autor do vírus Conficker.

Extraído de: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=126051

 

Microsoft recompensa quem identificar autor do vírus do Windows

A Microsoft está a oferecer 250 mil dólares, cerca de 194 mil euros, para quem identificar o autor do vírus Conficker, que infectou milhões de PCs com Windows

O objectivo é receber informações sobre a pessoa responsável pelo vírus para a entregar às autoridades.
A Microsoft pretende assim que o responsável pela infecção de milhões de computadores baseados no seu sistema operativo em poucos dias seja chamado à justiça, para pagar pelos prejuízos.
Na luta contra o Conficker a multinacional já pediu ajuda a diversas organizações, desde fabricantes de antivírus à própria Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), a entidade responsável pela gestão dos domínios Web.

Esperança, o combustível da vida.

Compartilho belíssimo artigo intitulado “Esperança, o Combustível da Vida”. Sem ela, nossa vida parece perder o sentido.

Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?e=11310

Esperança, o combustível da vida

Uma vida sem sabor é uma vida sem perspectivas

A esperança corresponde à aspiração de felicidade existente no coração de cada pessoa. Interessante observar que quem perde a esperança mais profunda perde o sentido de sua vida, e viver sem esperança não tem sentido. O próprio antônimo dessa palavra é DESESPERO, ou melhor, a perda quase que em estado definitivo da esperança. O desespero é capaz de corroer o coração.
A esperança é a vacina contra o desânimo, contra a possibilidade de invasão do egoísmo porque, apoiados nela, nos dedicamos à construção de um mundo melhor. A perda da esperança endurece nossos sentimentos, enfraquece nossos relacionamentos, deixa a vida cinza, faz a vida perder parte do seu sabor. No entanto, todos os dias, somos atingidos por inúmeras situações que podem nos desesperar.
A esperança é o combustível da vida, a forma de mantê-la viva é não prender os olhos nas tragédias; a cada desgraça que contemplamos corremos o risco de perder combustível. Existe na mitologia grega uma figura interessante chamada Fênix, que quando morria entrava em autocombustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Essa ave, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava.
A impressão causada em outros animais – por sua beleza e tristeza – chegava a provocar a morte deles. Nossa vida passa por esse processo várias vezes num único dia, ou seja, sair das tragédias para contemplar a beleza que não morreu, a vida que existe ainda, como fazia essa ave mitológica. Alguns historiadores dizem que o que traria a Fênix de volta à vida seria somente o seu desejo de continuar viva, depois de completar quinhentos anos elas perdiam o desejo de viver e aí, se morressem, não mais reviviam. O desejo de continuar a viver era sua paixão pela beleza que é a vida.
Vida sem sabor é uma vida sem perspectivas; quem cansou de tentar, cansou de lutar, desistiu de tudo, uma vida que apenas espera o seu fim por pensar que nada que se faça pode mudar coisa alguma. Quem perdeu a capacidade de sonhar, o desejo de felicidade confundiu-se com a utopia. Felizmente não existe motivo para desanimar, lembrando as palavras de São Paulo: “A esperança não decepciona” (Rm 5,5). Não falamos aqui de qualquer esperança, mas da autêntica esperança, que não se apoia em ilusões, em falsas promessas, que não segue uma ilusão popular em que tudo se explica.
A esperança verdadeira, vinda de Deus, é uma atitude muito realista, que não tem medo de dar às situações seu verdadeiro nome e tem sempre Deus como fator principal. Não tem medo de rever as próprias posições e mudar o que deve ser mudado. À medida que perdemos ilusões e incompreensões temos o espaço real, no qual pode crescer a esperança, que nada mais é do que a certeza de que tudo pode ser melhor do que o que já vemos, e o desejo de caminhar na direção da vida, atraídos pela sua beleza, que no momento pode somente ser sonhada, mas é contemplada pelo coração.
O homem pode ser resistente às palavras, forte nas argumentações, mas não sobrevive sem esperança. Ninguém vive se não espera por algo bom que seja bem melhor do que o que já conhece, que já possui ou já experimentou. Deus alimenta nossa vida através da esperança!

Padre Xavier

– Quando o critério é apenas um detalhe

Como árbitro de futebol, tenho questionado deveras os observadores das partidas em que tenho atuado. Tenho divulgado publicamente minhas notas, sejam boas ou ruins. Entretanto, neste último relatório (com uma boa nota: 7,01), fiquei indignado com as absurdas anotações. Pontos fortes num jogo (estar próximo da jogada em um campo grande) tornam-se fragilidades num jogo seguinte (segundo o observador, estive longe das jogadas – e num campo pequeno). Vai entender…

O detalhe é que pelos pontos criticados e elogiados, as diferenças de notas são mínimas. Isso é critério? A propósito, disciplinarmente fui criticado por falta de critério… Analisando os cartões, foram bem aplicados. Ou não existe advertência verbal no jogo? Ela não deve ser contada e analisada? Não costumo me esconder atrás de cartões, nem fazer dele uma arma incoerente. Aplico-o conforme as regras.

Quer falta de critério maior? Na partida houveram lances de mão dentro da grande área (1 para cada time), onde foram nítidas bolas na mão e mandei seguir o jogo. Lances acertados, mas nada relatado pelo Dr Observador. No segundo tempo, um jogador que já possuia cartão amarelo, segura com as mãos uma bola lançada em contra-ataque. Típico lance de cartão amarelo. Sendo o segundo, vermelho. O jogador recebe o cartão amarelo e na sequência o vermelho, lamenta por seu erro e ninguém reclama da expulsão. A mão foi intencional e claríssima!!! Relato do observador: a bola bateu acidentalmente, e o árbitro errou em confiar no assistente que marcou a falta…  Ué, mas nem vi bandeira nessa hora, o lance foi na minha cara e claro.

Sabe o que parece? Aqueles lances em que o atleta dá uma cotovelada na cabeça do adversário e o bom advogado inverte a situação na defesa em um tribunal: vira uma cabeçada no cotovelo do infrator…

Para terminar o samba-do-criolo-doido, fui elogiado por expulsar corretamente um membro da comissão técnica. Detalhe: não teve expulsão de membro algum da comissão técnica no jogo… E ainda disse que foi após o quarto árbitro me chamar! (quando me chamou?!? – Seria uma expulsão fantasma?)

E são esses caras que avaliam a arbitragem. Quando o árbitro é de nome, aí aliviam. Também, falar o quê? Quando fazia meu aquecimento antes do jogo, o observador gritava da arquibancada meu nome, querendo falar comigo, lá do meio da torcida. Falta de profissionalismo…

 

Enquanto o Coronel Marinho se esforça em padronizar critérios de arbitragem e de avaliadores, àqueles que fazem de qualquer jeito jogam o trabalho pelo ralo… Inadmissível!

Para quem deseja ver o “ótimo relatório”, está dividido em 3 links:

http://sumulaonline.fpf.org.br/Arbitragens/sistema/observadores/4676-46obsA.jpg

http://sumulaonline.fpf.org.br/Arbitragens/sistema/observadores/4676-46obsB.jpg

http://sumulaonline.fpf.org.br/Arbitragens/sistema/observadores/4676-46obsC.jpg

 

Só para não ficar engasgado: jogadores dos 2 times cumprimentaram minha arbitragem ao final do jogo; o treinador de uma equipe reclamou e o presidente de outra foi elogiar. Relato do observador; árbitro criticado pelas duas equipes ao término da partida…

Será que é o mesmo jogo que ele assistiu? Ainda tenho minhas dúvidas… Ainda bem que haviam outras pessoas no campo para confirmar minha arbitragem…

– Mesmo com Demagogia, vale a boa idéia

Mesmo com Demagogia, Vale a Boa Idéia.

Essa afirmação, sem dúvida alguma, vale para a proposta de Michel Platini, ex-jogador de futebol e presidente da UEFA: proibir a contratação de menores de 18 anos por parte dos times europeus. Em alguns países, como na itália, há uma lei próxima a isso: o atleta pode ser contratado mesmo sendo menor de idade, e só pode atuar com a maioridade (como, por exemplo, Alexandre Pato).

A justificativa de Platini é de que há uma verdadeira exploração das equipes européias em cima das africanas e latinas. E usou um termo forte: tráfico de jovens atletas.

Se analisarmos ponderadamente, não é isso o que realmente ocorre? Os jovens talentos nem explodem nas equipes como profissionais e são vendidos ao velho continente. Um exemplo disso é o caso do ex-corinthiano Willian: hoje, quase ninguém se lembra dele, vendido para a Ucrânia por dezenas de milhões de dólares. O atleta garantiu seu pé-de-meia, vai ajudar sua família… Ótimo, até então. Mas e os atletas de times pequenos que vão para a Eslovênia, Polônia, Azerbaijão, ganhando ninharia e são abandonados pelos seus empresários, que seguindo a lógica de Platini, acabam se tornando os “traficantes” dessa ciranda transacional? Na indonésia, segundo a última edição de Placar, há um brasileiro que ganha o equivalente a R$ 1.000,00, o básico para sobreviver naquele país. Quer voltar, mas não consegue comprar a passagem de volta. Seu empresário, literalmente, escafedeu-se!

Alguns críticos de Platini alegam que isso é demagogia, pois estaria fazendo esse movimento para angariar votos para uma futura eleição na FIFA. Outros alardeiam que é devido os clubes franceses estarem se tornando equipes africanas – algumas sem nenhum nato francês – apenas com naturalizados de ex-colônias francesas (não podemos esquecer que Zinidine Zidane, o craque francês, é de ascendência argelina).

Se é com essa intenção ou não, será difícil dizer. Mas que a idéia é ótima, não há dúvida. E conta com o meu apoio (se é que ele vale para algo…rsrsrs).

Obras Importantes que mudarão a Capital na Copa

Em tempos que ainda se discute a viabilidade ou não de uma Copa no Brasil (conversa vazia, já que a Copa será aqui mesmo e temos que arregaçar as mangas), uma interessante matéria sobre o legado a ser deixado.

Clique aqui e veja uma maquete interessante do novo Morumbi

 Extraído de:

http://portalexame.abril.com.br/economia/dez-obras-copa-podem-mudar-cara-sao-paulo-421263.html

 

10 Obras da Copa que mudarão SP

 

O Pan-2007 é o exemplo de tudo o que o Brasil não deve fazer nos preparativos para a Copa de 2014. Cálculos preliminares do Tribunal de Contas da União mostram que o gasto público para a realização dos jogos no Rio de Janeiro chegaram a 3,6 bilhões de reais – ou 500% a mais que o previsto inicialmente. O Pan mais caro da história não trouxe as benfeitorias que se previa à cidade. O dinheiro foi gasto principalmente na construção de novas instalações esportivas – mesmo quando era possível reformar as existentes.

Considerado o maior “elefante branco” do Pan, o estádio João Havelange (também conhecido como Engenhão), por exemplo, consumiu 380 milhões de reais. O estádio foi construído a poucos quilômetros do Maracanã, em uma zona considerada pouco segura pelos cariocas. Após o Pan-2007, o Engenhão foi concedido ao Botafogo por um prazo de 20 anos em troca de um aluguel mensal de 36 mil reais.

Por esse valor, o poder público levará cerca de 880 anos para recuperar o dinheiro investido. Com a priorização da construção de instalações esportivas, faltou dinheiro para obras importantes para a cidade, como a despoluição da baía de Guanabara e a construção de uma linha de metrô.

As cidades que abrigarão os jogos da Copa só serão confirmadas em 20 de março, mas cinco sedes já são consideradas óbvias: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília. Ao menos em São Paulo, o poder público diz ter aprendido a lição do Pan-2007.

O estádio do Morumbi será reformado com o investimento de 135 milhões pelo São Paulo Futebol Clube e por empresas parceiras – sem a utilização de dinheiro público. Como o projeto aproveita a estrutura já existente, a reforma do Morumbi tem o menor orçamento entre as 17 arenas que ainda concorrem para abrigar partidas da Copa.

Sem a necessidade de gastar com instalações esportivas, o governador José Serra (PSDB) tem afirmado que só vai colocar dinheiro em projetos para a Copa que beneficiem a população, antes e depois do evento. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) diz que os investimentos públicos em infra-estrutura na cidade devem alcançar 20 bilhões de reais até 2014.

A maior desse dinheiro será utilizada na melhoria da mobilidade urbana, um do grandes defeitos da cidade, segundo a Fifa. “A melhoria da mobilidade urbana é melhor legado que a cidade de São Paulo pode ter da Copa porque aumentaria dramaticamente a produtividade dos trabalhadores e das empresas”, diz Fernando Leme Fleury, professor da Business School São Paulo e consultor na área de infra-estrutura.

São Paulo ainda disputa com Brasília e Belo Horizonte o direito de abrigar a partida de abertura da Copa – a final deve ocorrer no Maracanã, principalmente para que o Brasil tenha a chance de sepultar o trauma de perder em casa na final da Copa de 1950.

Entre os pontos fortes de São Paulo, estão a rede hoteleira e hospitalar, a existência de um aeroporto internacional, a maior malha de voos do país, uma polícia treinada para grandes eventos, um centro de negócios importante para patrocinadores e uma mão-de-obra no setor de serviços bastante qualificada. Ainda a favor de São Paulo estão as boas chances de José Serra vencer a eleição presidencial em 2010 e ocupar o cargo de presidente durante a Copa de 2014.

Por outro lado, Brasília não tem problemas de mobilidade urbana comparáveis aos de São Paulo e, como capital do país, abriga o centro de poder político. Por esse motivo, São Paulo apresentou à Fifa um dossiê com 34 cadernos e 28 DVDs em que se compromete a ampliar um de seus aeroportos, construir uma nova avenida nas proximidades do Morumbi e terminar a construção da linha 4-Amarela do Metrô, cuja estação final estará localizada a cerca de 1 km do estádio.

Outras obras que poderão ficar prontas até 2014 e que de alguma forma poderão tornar São Paulo mais preparada para receber a Copa são o Rodoanel, o Expresso Aeroporto, o trem-bala entre Rio e São Paulo, a revitalização da região central da cidade e a Arena Palestra Itália. “É uma grande oportunidade para resolvermos nossos problemas de infra-estrutura”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

Além dos ganhos de produtividades gerados pela redução dos congestionamentos, São Paulo também pode ficar com uma boa parte do enorme faturamento que uma Copa costuma trazer a uma cidade. Na Alemanha, apenas o faturamento da Fifa chegou a 8 bilhões de euros. Na África do Sul, os pacotes para assistir a todas as fases do Mundial custam cerca de 30 mil dólares. O dinheiro dos ingressos, da venda dos direitos de transmissão das partidas e das cotas de patrocínio são da Fifa.

As cidades podem faturar alto com o turismo e com a organização das “fun fests” – ou festas em locais públicos onde milhares de pessoas assistem aos jogos em telões. Na Copa da Alemanha, estima-se que 18 milhões de pessoas assistiram aos jogos em “fun fests” – enquanto apenas 3,3 milhões compraram ingressos para os estádios. Em São Paulo, a prefeitura analisa realizar esses eventos no vale do Anhangabaú, avenida Paulista, parque do Ibirapuera ou praça Campos de Bagatelle.

Se São Paulo obtiver o direito de sediar a partida de abertura, a cidade teria a chance de se mostrar para o mundo como uma centro turístico e cultural. Nos dias que antecedem o Mundial, a imprensa do mundo inteiro estará na cidade sem partidas oficiais para cobrir e terá tempo para mostrar atrações da cidade, como restaurantes, teatros, museus, cinemas e shoppings.

Outro legado para a cidade – e para o Brasil também – seria a valorização do futebol brasileiro. Estádios maiores e mais confortáveis poderiam atrair um número maior de pessoas, aumentar a receita dos clubes e ajudar a reter craques que hoje migram muito jovens para o exterior.

Os direitos de transmissão dos jogos e os patrocínios aos clubes têm crescido exponencialmente nos últimos anos – e poderiam ter um novo impulso. “A Copa é a grande oportunidade de darmos um novo salto”, diz o advogado Ivandro Sanchez, especialista em contratos de futebol do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

O grande obstáculo a ser vencido é a falta de organização do poder público. O Brasil foi confirmado como sede da Copa de 2014 em outubro de 2007 e, de lá para cá, poucos avanços foram vistos. O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, esbanja otimismo: “Ainda temos tempo.

A seis anos da Copa, nenhum país no mundo já tinha tudo pronto para o evento.” Ele tem razão, mas não há tempo a perder, principalmente em tempos de crise e escassez do crédito.

O Mundo quer combustíveis do Brasil. Bio ou não!

Ora essa. Há tempos, a indústria da cana-de-açúcar  não  fala de outra coisa a não ser do álcool brasileiro abastecendo os carros americanos. Agora, Barack Obama quer nosso álcool e também nossa gasolina. E viva o pré-sal!

Extraído de: http://www.sincopetro.org.br/conteudo.asp?xcont=2793

 

Obama quer petróleo brasileiro, diz ”El País”


Fonte: O Estado de São Paulo
Segundo jornal, EUA tentam reduzir dependência do petróleo venezuelano

Fonte: O Estado de São Paulo por Gerusa Marques e Nicola Pamplona

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou ontem que o Brasil tem interesse em ampliar as exportações de petróleo para os Estados Unidos e admitiu que o tema pode ser tratado na viagem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia esta semana àquele país.

Com a perspectiva de descobertas gigantes no pré-sal, o Brasil atraiu o interesse de grandes consumidores do combustível, como a China, que acena com financiamento à Petrobrás em troca de garantia de fornecimento de petróleo.

O tema vem provocando especulações na imprensa internacional. Ontem, o jornal espanhol El País publicou reportagem afirmando que já há conversas informais sobre um acordo comercial bilateral que aumente o fluxo de petróleo entre Brasil e EUA. Segundo o texto, o interesse pela compra de petróleo brasileiro já foi anunciado pela administração Barack Obama que, assim, reduziria sua dependência da Venezuela, de Hugo Chávez.

Petrobrás e Itamaraty dizem desconhecer tratativas sobre o tema, mas Lobão diz que há um interesse mútuo que poderia se transformar em acordo comercial. “O mundo inteiro quer comprar nosso petróleo. Há uma fila para comprar nosso petróleo”, disse o ministro, explicando que o Brasil tem excesso de petróleo pesado e os países precisam fazer “um mix” dos óleos pesados e leves. Ele lembra que, com a exploração da camada do pré-sal, o Brasil também terá elevada produção de óleo leve.

“Eventualmente, pode ocorrer uma negociação na viagem (de Lula aos EUA), comentou Lobão. A agenda, porém, não prevê o fechamento de nenhum acordo durante o primeiro encontro entre Lula e Obama. No mês passado, a Petrobrás firmou um acordo de cooperação com empresas chinesas, segundo o qual garantiu um financiamento de US$ 10 bilhões em troca do fornecimento de petróleo. Os detalhes sobre volume ou preços de exportação do óleo brasileiro ainda não foram definidos.

Lobão disse que um eventual acordo com os Estados Unidos não deve provocar atritos com Hugo Chávez. “Ele é quem mais vende petróleo. Vende 2 milhões de barris por dia, mais do que consumimos no Brasil”, afirmou. “O Chávez é amigo do Brasil”, contemporizou, dizendo que os EUA não deixarão de comprar da Venezuela.

A Petrobrás exportou, em 2008, a média de 439 mil barris de petróleo por dia, e a tendência é que o número cresça à medida que novos campos entrem em operação. Segundo os planos da empresa, o pré-sal estará produzindo, em 2020, 1,8 milhão de barris, o equivalente a todo o consumo atual do País.

Para o consultor político Thiago de Aragão, da Arko Advice, porém, as possibilidades de um acordo com os EUA no curto prazo para venda de petróleo são remotas. Ele acredita que a agenda americana com o Brasil está hoje mais voltada para o etanol. O tema, no entanto, foi retirado da pauta do encontro presidencial, informou Lobão. “O Palácio achou melhor deixar o tema para outro momento”, disse o ministro, sem dar mais detalhes. “O que não impede Lula de falar sobre o assunto”, acrescentou.

NÚMEROS

US% 10 bi é quanto a Petrobrás vai obter em financiamento do governo chinës em troca de fornecimento de petróleo

439 mil barris de petróleo por dia foi quanto o Brasil exportou no ano passado

2 milhões de barris de petróleo por dia é quanto a Venezuela exporta

1,8 milhão de barris de petróleo por dia será quanto o País vai produzir em 2020 no pré-sal, o equivalente a todo o consumo atual do País

Trabalhos da Última Segunda e Terça

Pessoal, abaixo alguns comentários das últimas atividades;

2o. semestre – Trabalhamos com os alunos sobre Privatização e Estatização, e através de um estudo de caso sobre a decadência da Varig, confrontando a existência de empresas aéreas estatais de grande porte (Air france, Alitalia), levamos ao debate um possível socorro público à empresa aérea brasileira.

Dos 30 trabalhos entregues, apenas 5 defenderam tal aporte, alegando ser de importância estratégica a existência de uma grande empresa de capital nacional ligando o país ao exterior; 3 alunos ficaram literalmente “em cima do muro” e 25 foram contra; estes, justificaram que há outras prioridades. Em especial, um aluno foi extremamente feliz ao escrever que “não se pode fazer caridade com o dinheiro público a quem foi incompetente como administrador“.

7o. semestre – Utilizando de um estudo de caso sobre executivos especialistas em salvar empresas à beira da falência, tratamos sobre a habilidade de utilizar seus conhecimentos para o desafio. E os alunos, em sua grande parte, se identificaram com uma das características deste tipo de administrador: a combatividade, seguida pelo desejo do desafio. Aliás, para eles, o desafio é um fator motivante, pois anima o administrador, segundo o relato de um aluno, “a testar os seus limites‘. Os que disseram que o desafio é um fator desmotivador, justificaram a não necessidade de buscá-los, e conforme outro relato de aluno, “muitos procuram em desafios problemas que nunca foram levantados e desnecessários para a ocasião“.

8o. semestre- Quanto ao processo do Empreendimento, boas respostas quanto à dificuldade das etapas. Em destaque, os alunos elegeram como etapa mais difícil a obtenção de recursos financeiros para a  montagem do negócio. Claro, não é apenas uma observação acadêmica, mas sim a vivência e a realidade de muitos. Complementando a resposta, muitos falaram da sobrevivência das empresas e suas carestias. Já quanto à “qualidades do empreendedor”, os alunos se identificaram, na maioria, com o quesito “boa comunicação”, seguido por “competência”. Felizmente, tal identificação pode ser fruto da própria característica dos alunos da sala, o que é um orgulho para todos!

A Aracruz Celulose e os Cupins da Via Campesina

Acredite: o que você vai ler faz parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher, promovido pelo MST!

Há dias, a Aracruz Celulose tomou medidas drásticas de redução de gastos para reduzir o impacto da crise mundial. Mas, talvez a crise econômica que assola o mundo corporativo seja apenas um “detalhe” perto do grande vilão da empresa: o Movimento dos Sem-Terra (MST).

Já não bastasse as constantes invasões em propriedades rurais onde a empresa planta eucalipto para a produção de celulose, o MST insiste em classificar tais terras como “improdutivas“.

Barrados pela Justiça, o MST provoca a empresa por uma via diferente: através do seu braço feminino, a Via Campesina. São mulheres que invadem terras a mando dos seus maridos, quando proibidos pela Justiça.

E a covardia é grande: jogaram querosene em 2 mil toneladas de celulose e atearam fogo, além de soltarem grande quantidade de cupins na plantação.

 

Apenas uma pergunta: Foram 450 “senhoras” nessa invasão; e quantas estão presas?

Protestar e reinvindicar direitos é uma coisa. O que eles fazem, além de baderna, é puro crime!

Veja a matéria completa em: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,aracruz-via-campesina-danificou-celulose-no-es,335872,0.htm

 

Aracruz: Via Campesina danificou celulose no ES

por ANDRÉ MAGNABOSCO – Agencia Estado

SÃO PAULO – A invasão de militantes do movimento Via Campesina no Portocel, no Espírito Santo, resultou em danos a cerca de 2 mil toneladas de celulose, informou hoje a Aracruz. De acordo com a empresa, aproximadamente 450 mulheres ocuparam o local e utilizaram, durante pouco mais de uma hora, tinta, querosene e cupins para danificar o material encontrado no terminal. Por questões de segurança, explica a Aracruz, a operação do porto foi suspensa e ficou paralisada por quase cinco horas.

A invasão ao local aconteceu por volta das 5 horas da manhã de hoje. “Nosso porto foi usado como instrumento para protesto contra o agronegócio e o sistema econômico. É uma agressão que não tem justificativa, que busca atingir as exportações do País, justamente num setor em que o Brasil é altamente competitivo. A empresa espera que fatos como este não permaneçam impunes”, destacou o diretor superintendente do Portocel, Gilberto Marques, em comunicado.

O Portocel, terminal privativo que tem como sócios Aracruz e Cenibra, tem capacidade para embarcar anualmente 4,5 milhões de toneladas de celulose. No momento da invasão, o local operava a plena capacidade, com três navios atracados, uma composição ferroviária, uma barcaça de madeira e cerca de 40 caminhões de celulose, informa a Aracruz. Além das produções de Aracruz e Cenibra, o local também é utilizado na exportação de celulose da Suzano Papel e Celulose e da Veracel (BA), uma joint venture entre a Aracruz e a sueco-finlandesa Stora Enso.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) informou que cerca de 2 mil mulheres da Via Campesina ocuparam terras da Votorantim Celulose e Papel (VCP) no Rio Grande do Sul e o Portocel, terminal portuário localizado no Espírito Santo e controlado pela Aracruz. O movimento, ainda segundo o MST, faz parte das atividades da Via Campesina relacionadas ao 8 de março, o Dia da Mulher. 

Não vale a pena ouvir de novo

Fazendo uma paródia do título dado ao programa de repetição de novelas da Globo, haja paciência para aguentar o chororô de certos treineiros!

Não cansou ver, a cada resultado não favorável a alguns times, seus treinadores reclamarem da arbitragem? Quando vão admitir que o adversário foi melhor, ou que seu time foi infeliz, e não desviar o foco de seus erros nas costas dos homens de preto?

Chega a ser covarde a atitude de alguns polêmicos no nosso futebol. À comunidade de árbitros que se dedica à atividade, e também condena tais excessos, apenas uma nota da Revista Placar:

Extraído de: http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/palmeiras/dia-ronaldo-luxemburgo-culpa-arbitro-coronel-marinho-303969.shtml

 

No dia de Ronaldo, Luxemburgo culpa árbitro e Coronel Marinho

Assim que o clássico deste domingo em Presidente Prudente terminou, uma multidão se aglomerou para ouvir as palavras de Ronaldo minutos após o corintiano ter marcado o gol que selou o empate por 1 a 1 com o Palmeiras. Do outro lado do campo, Wanderley Luxemburgo corria com o dedo em riste em direção a que considerou ser o protagonista do duelo: Cleber Wellington Abade.

O comandante alviverde responsabilizou o árbitro por não ter vencido o Derby – o jogo estava 1 a 0 a favor de sua equipe até os 47 minutos do segundo tempo – e disse tudo isto com veemência para o apitador, esbravejando-se também contra o presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol, Coronel Marcos Marinho, com quem trava discussões públicas desde o Estadual do ano passado.

“Falei para o Abade: ‘você não vai para casa com a consciência tranqüila’. O Coronel Marinho afastou o Anselmo porque dava aula no meu instituto, mas o bandeira de hoje foi testemunha contra mim no caso da paquera com o Cintra. Você fica na dúvida”, reclamou Luxemburgo.

A raiva do treinador é um acúmulo de duas de suas últimas polêmicas. No Paulistão de 2006, com a intenção declarada de desviar o foco de uma derrota por 3 a 1 para o São Paulo, Luxemburgo, então no Santos, afirmou que o árbitro Rodrigo Cintra o “paquerou” durante o jogo. Segundo ele, o assistente Carlos Augusto Nogueira Júnior, que auxiliou Abade neste domingo, foi testemunha de Cintra no processo movido contra o técnico.

Dois anos depois, o comandante palmeirense lançou o Instituto Wanderley Luxemburgo e anunciou Anselmo da Costa, filiado à FPF, como professor de arbitragem. Marinho afastou Anselmo por não achar ético que ele apitasse em um campeonato que Luxemburgo trabalhasse. E o treinador reclama disso até hoje.

“Agora quero ver quem me persegue dizer que o Marinho errou hoje ao escalar este bandeira. Acho uma grande bobagem ter afastado o Anselmo, mas o critério tem que ser seguido. O Marinho tem que ter a responsabilidade de dar uma resposta sobre isso e ter um discernimento sobre o que o Abade fez no jogo”, cobrou Luxemburgo.

Na visão do técnico, o maior erro de Carlos Augusto Nogueira Junior foi uma falta que não foi dada em cima de Armero e um inexistente toque de mão de Marcão. Tudo, segundo Luxa, corroborado por Abade. “A tendência era ele marcar falta perto do gol. Até parece que estava torcendo para o Ronaldo fazer o gol”, ironizou.

“O Abade me falou que vai carregar na súmula, mas não sei por quê. Fui veemente contra ele sim, pela falta que ele não deu no Armero, pela pressão que colocou nos meus jogadores. Ele amarelou minha defesa inteira e falou que ia pôr todo mundo para fora”, revelou o treinador, ainda esboçando irritação nos vestiários do Prudentão. “Ele foi tendencioso e prejudicou a minha equipe. Tenho certeza que ele vai embora com a consciência pesada”, reforçou.

Para Marinho, Luxemburgo só reclama quando não ganha: Pouco depois de Luxemburgo ter vociferado mais uma vez contra seu trabalho, Coronel Marinho deixava o Prudentão com a mesma defesa das polêmicas de 2008: o técnico do Verdão só o ataca quando não vence.

“O Luxemburgo gosta de desviar um pouco a coisa. Porque ele não falou disso antes?”, indagou à Rádio Globo, lembrando que a escala de arbitragem é divulgada com antecedência. “Não vi nada de tão extraordinário ou polêmico para justificar esta reclamação. Mas este é o jeito que o Luxemburgo usa para justificar empates ou derrotas do seu time”, completou.

Demonstrando tranquilidade, o chefe da arbitragem paulista aprovou a atuação de Abade. “Ele merece nota sete ou oito. Teve alguns errinhos, mas todos normais em um clássico”, avaliou.

 

Acho que a maioria dos árbitros comunga do mesmo pensamento: está se tornando cansativo tais matérias. Toda a rodada é a mesma coisa…