– Uma esperança contra o Câncer

Da terra tudo se tira. Prova disso é a nova descoberta no litoral brasileiro: o uso da Erva de São Simão (aquele matinho que mais parece uma praga, encontrada nas praias virgens) pode ser essencial para matar células e tumores cancerígenos.

A explicação sobre seus efeitos, extraído de: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3656904-EI8147,00.html

Erva comum no Brasil pode ser nova esperança contra câncer

por Gonçalo Valduga

Uma erva comum no Brasil e que cresce na mata pluvial da costa litorânea pode se tornar futuramente uma aliada dos especialistas na luta contra o câncer. Análises feitas por uma equipe de pesquisadores de Ciências Farmacêuticas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina, demonstraram que compostos isolados da erva-de-são-simão (Vernonia scorpiodes) são capazes de destruir vários tipos de células tumorais, sem causar efeitos expressivos às células não tumorais.

“Uma das frações dos extratos da planta mostrou bons resultados em camundongos e quando testada em três tipos de células cancerígenas”, explicou Tania Mari Bellé Bresolin, coordenadora do Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Univali. Segundo a professora, algumas análises da erva-de-são-simão alcançaram uma atividade seletiva, destruindo células de melanoma e adenocarcinoma e estimulando células do sistema imune, que auxiliam na defesa do organismo.

Sabe-se que, entre os efeitos colaterais da maioria dos agentes quimioterápicos utilizados atualmente, está a destruição de células de defesa, o que torna o paciente mais suscetível às infecções. “Se comprovada a seletividade dos compostos, futuramente pode-se desenvolver um quimioterápico mais seguro”, analisou.

Apesar de estarem confiantes com a pesquisa, os cientistas catarinenses garantem que os resultados ainda são preliminares. “Potencial a erva tem, mas até chegarmos a um medicamento existe um longo caminho a percorrer para sabermos se a planta pode servir como fonte de um fármaco contra a doença”, destacou Tania.

Ela também alertou sobre os riscos da ingestão da erva-de-são-simão devido à sua toxicidade, que pode ser nociva ao ser humano em caso de uso indiscriminado. “Alguns compostos isolados afetam também células não-tumorais”, avisou.

Por temer a utilização inadequada pelas pessoas, Tania optou por não divulgar uma imagem da planta, pois ela é facilmente encontrada em pastagens, terrenos baldios e beiras de estradas.

De acordo com a pesquisadora, o objetivo da equipe não é estimular o uso, mas tentar despertar o interesse da indústria farmacêutica para investir em estudos aprofundados da Vernonia scorpiodes – que tem mais de 200 variações no País. “Os estudos são iniciais e ainda serão necessários testes complementares para garantir a efetividade e segurança da sua utilização”, completou.

Resultado comum
Uma pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que não quis se identificar, afirmou que muitas ervas encontradas no País e estudadas em laboratório possuem potencial para destruir células cancerígenas. “É possível uma erva como a Vernonia Scorpiodes ter capacidade antitumoral, no entanto, não quer dizer que ela vá ajudar na prática a acabar com o câncer”, alertou.

Para a especialista, os resultados obtidos com a erva-de-são-simão surpreendem pouco a comunidade científica. “Os efeitos podem ser negativos no organismo do ser humano, quando envolve todo um conjunto de fatores, do que nos testes in vitro, onde é feita a cultura de células e o isolamento de compostos”, explicou. Segundo ela, “a possibilidade da planta um dia ser utilizada em medicamentos ainda é uma incógnita”.

– O Fechamento da Duratex em Jundiaí

A Duratex fechou as portas em Jundiaí. Suspendeu a produção na cidade e transferiu suas atividades para Agudos-SP. Sinal da crise… Infelizmente, empresas tradicionais e símbolos da cidade no século passado, como CICA, Duratex e Vigorelli são apenas lembranças na história da cidade…

– Quando a elite é indiciada

Raramente vemos cenas e ações fortes como a destes últimos dias por parte da polícia. Eliana Tranchesi (dona da megaboutique de luxo Daslu) e diretores executivos da Camargo Corrêa (maior construtora do Brasil, com participações na SP Alpargatas – Havaianas, CCR Rodovias entre outras grandes empresas) estão atrás das grades.

A socialite está, vejam só, na Penitenciária Feminina do Carandiru, acusada de contrabando, compra de produtos com notas frias e outros tantos deslizes fiscais.

Já os administradores de empresa são acusados de financiar campanhas políticas de forma ilegal, através de doação de dinheiro aos candidatos e posterior ganho em concorrências públicas para “reaver” esse dinheiro. (inclusive, abordamos com alguns alunos em sala de aula essa questão: os maiores doadores de campanhas eleitorais são os Bancos e as Construtoras. O fazem apenas com o intuito de promover a democracia?)

Veja as duas prisões e suas alegações: (Extraído de Terra Magazine)

Prisão é excêntrica e injusta, diz advogada de dona da Daslu

A advogada da empresária Eliana Tranchesi, dona da loja Daslu, informou, por meio de nota, que deve entrar ainda nesta quinta-feira com um pedido de habeas-corpus na Justiça Federal, para tentar reverter a prisão de sua cliente. A criminalista Joyce Roysen considerou “excêntrica” e “injusta” a ordem de prisão, resultado, segundo ela, de um “julgamento errôneo”. Eliana Tranchesi foi presa pela Polícia Federal (PF) nesta manhã, em cumprimento ao mandado expedido pela juíza Maria Isabel do Prado, da 2ª Vara Federal de Guarulhos.

A prisão foi determinada pela juíza após a condenação da empresária pelos crimes de formação de quadrilha, contrabando e falsificação de documentos, descobertos na Operação Narciso, deflagrada em 2005. Na época, Eliana foi detida pela PF. Segundo a polícia, os produtos comercializados na Daslu eram comprados de empresas importadoras que subfaturavam o preço das mercadorias com o objetivo de reduzir a incidência do Imposto de Importação. O Ministério Público Federal calculou em US$ 10 milhões o valor que teria sido sonegado.

A advogada da empresária informou ainda que não teve acesso ao pedido de prisão. Segundo ela, a condenação de Eliana Tranchesi no processo é “absolutamente injusta e desprovida de racionalidade”.

“Lamentamos que as pressões exercidas pela acusação desde o início do processo tenham obtido êxito em induzir um julgamento errôneo”, informou na nota. “Vamos entrar com pedido de habeas-corpus e estamos certos de que Eliana Tranchesi terá sua liberdade imediatamente devolvida pelo Poder Judiciário.” “Ha um fato que torna a prisão ainda mais cruel: como é sabido, Eliana está novamente enfrentando um momento difícil na sua luta contra o câncer. No último sábado ela realizou mais uma sessão de quimioterapia, está fragilizada, e deverá se submeter periodicamente a novas sessões”, complementou a advogada.

De acordo com o Ministério Público Federal de São Paulo, também foram condenados e presos o irmão de Eliana, Antônio Carlos Piva de Albuquerque, e o ex-diretor financeiro da Daslu Celso de Lima. A assessoria de imprensa da Justiça Federal, até as 11h, não havia divulgado o teor da decisão da juíza Maria Isabel do Prado.

A assessoria de imprensa da PF informou que outras quatro pessoas que tiveram ordens de prisão expedidas são consideradas foragidas. Pelo menos 30 policiais federais foram deslocados para tentar encontrá-las. Como não se trata de uma nova operação, não devem ser feitas buscas no prédio da Daslu, na zona sul de São Paulo.

Segundo a PF, Eliana foi levada diretamente para a Penitenciária Feminina do Carandiru, onde deve permanecer presa. O irmão dela e o ex-diretor financeiro devem ser levados para a Penitenciária de Pinheiros.

Partidos Políticos negam aceite de dinheiro da Camargo Corrêa

Partidos políticos citados na Operação Castelo de Areia negaram envolvimento com o recebimento ilegal de recursos da construturora Camargo Corrêa. A lista de partidos está citada na decisão do juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal de São Paulo, que autorizou os mandados de prisão e busca e apreensão solicitados pelo Ministério Público Federal (MPF).

 

Procuradas por Terra Magazine, as assessorias das presidências do PSDB, com o senador Sérgio Guerra, e do PSB, com o governador Eduardo Campos, responderam que só vão se pronunciar por meio de nota oficial. A assessoria do PP também enviou uma nota oficial. Seguem os pronunciamentos:

PSDB: “Em diversas campanhas eleitorais, o PSDB recebeu doações da empresa Camargo Corrêa. Todas dentro do que determina a lei e declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme prestações de contas que estão disponíveis inclusive na Internet. O PSDB desconhece que qualquer empresa ou doador tenha atuado fora dos limites legais e condena tal procedimento”.

PSB: “O Diretório Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) informa que a legenda apenas recebe contribuições do Fundo Partidário, dos seus filiados e de empresas brasileiras, em conformidade com os termos da legislação eleitoral.Todas as doações recebidas constam das prestações de contas remetidas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disponíveis naquele órgão. O PSB Nacional desconhece qualquer doação irregular e condena este tipo de prática”.

PP: “A assessoria do Partido Progressista informa que toda doação de campanha recebida pelo partido está na prestação de contas encaminhada pelo TSE”.

PPS: “A Direção Nacional do PPS – Partido Popular Socialista ¿ esclarece que não recebeu nenhuma doação da Construtora Camargo Corrêa e repudia o uso político da Polícia Federal pelo governo Lula para tentar atingir os partidos de oposição. Reitera, também, que o PPS não utiliza e não aceita nenhuma doação de “recursos não contabilizados”. Todas as doações recebidas pelo PPS somente são aceitas dentro dos parâmetros legais e suas contas são fiscalizadas pela justiça eleitoral brasileira. O PPS exige o total esclarecimento dos fatos e irá responsabilizar criminal e civilmente os autores dessa leviana acusação”.

Os três demais partidos citados – PMDB, DEM, PDT – foram procurados por Terra Magazine, mas ainda não se posicionaram sobre as acusações da Operação Castelo de Areia. Um partido identificado como “PS” também foi citado nas escutas telefônicas, mas ainda não há esclarecimentos sobre qual legenda ele seria.

– Para alguns, muitos. Para outros, poucos! A polêmica sobre a aplicação de cartões no futebol brasileiro

O jornalista Décio Lopes, da Sportv, escreveu um belíssimo texto em sua coluna no GloboEsporte.com, onde defende os critérios de aplicação de cartões amarelos e vermelhos dos árbitros de futebol brasileiros. E argumenta teses interessantes contra os críticos que costumam querer comparar Europa com América Latina. Compartilho o interessante material com os amigos:

(extraído de: http://colunas.sportv.com.br/expressodabola/2009/03/26/a-sindrome-dos-cartoes-contra-o-dragao-do-anti-jogo/)

A síndrome dos cartões contra o dragão do anti-jogo

O futebol brasileiro vem sendo assolado por um mar de cartões amarelos e vermelhos. Muitos protestam, acham exagero, mas quer saber? Danem-se aqueles que usam a falta como esquema tático. 

 

Tudo começou com as péssimas arbitragens e erros ridículos que infelizmente desacreditaram os “homens de preto” no futebol brasileiro. A partir daí, dentro da anti-lógica estúpida de que um erro justifica o outro, os maus jogadores cresceram, ganharam razão, começaram a protestar como se fossem ativistas lutando pelas mais nobres causas. Hoje vemos nos nossos gramados um monte de botinudos e especialistas em faltas reclamando de braços abertos, abrindo bocas gigantescas, indignados. 

O fato é que há uma enxurrada de cartões amarelos e vermelhos nos estaduais. Quase sempre acompanhados por chiliques de protesto. Nesta onda (e também baseados na constância de erros dos árbitros) parte da torcida e da imprensa embarca no teatro dos brucutus “indignados” e também joga toneladas de xingamentos nos juízes das partidas de futebol.

Pois eu digo: na minha opinião os árbitros têm acertado ao distribuirem grande quantidade de cartões. Não digo todos, mas muitos.

Está claro que diversos times fazem rodízios de faltas, praticam a feiúra e a violência, em nome de um pretenso futebol pragmático. Mentira. Isso não é futebol nem pragmático. É anti-jogo. É o oposto do esporte e do espetáculo.

Os caras fazem faltas sem parar e não querem receber cartões? Param todas as jogadas do adversário e acham normal? Aí, na décima falta seguida – mesmo sem fraturas ou caratês – aparece o cartão. Eles reclamam aos berros. O treinador, lá de longe, grita mais forte ainda- quase sempre xingando mas, até para isso, com um discurso empolado, digno de “professor”.

Mais jogo e mais faltas chegam por todos os lados. Na vigésima, aparece outro amarelo e o jogador é expulso. Aí, ele soca a grama, leva as mãos às têmporas, sacode de indignação como se fosse um mártir cristão perseguido por romanos, como se fosse um ativista perseguido na luta pelos direitos civis.

O pior é que tem gente que cai nessa. Defende os agressores, diz que a falta que ocasionou o segundo cartão e a consequente expulsão não foi grave, que o jogador não merecia, que os pequenos (normalmente os que mais praticam o rodízio de faltas) são perseguidos…

Discordo em quase todos os casos que temos visto nos gramados do país.

Rodízio de falta é gravíssimo. É feio. Mata o futebol. É um perigoso inimigo a longo prazo. Deve ser combatido. Cartão neles! Enquanto não há novidades – como, por exemplo, tirar pontos na tabela dos times mais faltosos (o que seria o ideal) – fiquemos apenas com os cartões. Melhor ter um jogo com 4 ou 5 expulsos do que vermos 22 jogadores em campo mas sem conseguirem jogar, travados por faltas, pela “malandragem”, pela picaretagem de quem quer levar vantagem a qualquer custo.

Futebol, por favor. Jogo limpo, sim.

– Quando o critério se torna preponderante no futebol

Conversava com um amigo e ele me questionava sobre os diversos estilos de arbitragem de futebol pelo país. E comparava os paulistas com os gaúchos, alegando que travamos o espetáculo.

Fiquei pensando e disse a ele que nós, paulistas, somos criticados por não marcar tanta falta quando apitamos no NO e NE. É que a partir desse momento, nós estamos nos comparando com o Sul. Se você comparar a arbitragem paulista com a nordestina ou a carioca… vixi…. caiu é falta! Aqui em SP estamos no meio-termo!
Assim que possível falarei sobre essa questão de diferenças de critério. O critério de cada estado varia muito com a cultura futebolística do local, além, é claro, da própria formação educacional do árbitro (que nunca é lembrada, mas isso influencia muito!) Daí a dificuldade na aplicabilidade da uniformização de critérios.
Basicamente (e para um linguajar menos técnico), podemos falar em 4 situações onde os critérios vão ser polêmicos devido a sua interpretação (daí a dificuldade em uniformizá-los:)
– Interpretação de mão na bola ou bola na mão;
– Simulação de faltas e penalidades;
– Critérios para marcar ou não uma falta e dar ou não vantagem;
– Entender se a falta foi por imprudência, intenção ou força excessiva (e também para aplicar cartões).
É claro que dentro do futebolês dos árbitros alguns termos citados levam outros nomes. Mas é consensual que estes são os pontos a serem atacados e discutidos. O faremos em outra oportunidade.

– Os Golpes de Adulteração de Combustíveis Mais Comuns

Em Jundiaí, vários casos assim já foram flagrados:

Extraído de Plumas Assessoria:

Flagrante de Adulteração.

 

Para driblar a fiscalização de qualidade de combustível realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), um posto de gasolina na Lapa, zona oeste de São Paulo, possuía, dentro do tanque normal com gasolina adulterada, um minitanque com combustível de qualidade, ativado apenas na presença dos órgãos fiscalizadores. O dono do posto foi preso no sábado. A fraude foi constatada durante operação da Secretaria de Controle Urbano, que encontrou problemas em outro posto na Barra Funda, zona oeste da capital.

Durante o fim de semana o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) também realizou vistoria em postos de combustíveis e encontrou 11 estabelecimentos no interior que vendiam combustível a menos para os consumidores.

A Secretaria Municipal de Controle Urbano, por meio da força-tarefa realizada em parceria com a polícia fazendária, a ANP e as subprefeituras Lapa e Sé, descobriu em um posto Petrobrás na Avenida Jaguaré, 1.112, o minitanque utilizado para driblar a fiscalização. Com seis metros de profundidade e capacidade para 20 litros de combustível, o tanque só era usado durante vistoria da ANP. Para os clientes era vendido o combustível adulterado do tanque comum. “Sem dúvida esse é um esquema utilizado em outros postos. Não tem como o consumidor descobrir”, diz o secretário da pasta, Orlando Almeida.

O gerente foi algemado e preso. Ontem, a secretaria retornou ao local para romper o tanque com o auxílio da Defesa Civil e a presença de técnicos da Petrobrás, para que sejam tomadas providências contra o posto de gasolina.Outro posto, na Rua Anhanguera, 650, vendia combustível com 56% de solvente e também foi lacrado.

O trabalho de fiscalização da Secretaria de Controle Urbano é parte da Força-Tarefa Contra o Combustível Adulterado, realizada desde 2007. A secretaria trabalha em parceria com a polícia fazendária, subprefeituras e a ANP. Desde o início da força-tarefa mais de 300 postos foram interditados.

Segundo o Ministério Público Estadual, foram encaminhados pelo menos dois procedimentos criminais ao Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), referentes a irregularidades em postos de combustíveis, o que pode desencadear a prisão dos responsáveis pelos estabelecimentos notificados.

Fiscalização

A quantidade de combustível vendida aos consumidores foi o foco da fiscalização realizada pelo Ipem em todo o Estado. Foram vistoriados 1.138 bombas de combustível em 112 postos de serviços, 19 bombas em 11 postos apresentaram problemas.

Para o assessor de gabinete do Ipem, Antônio Roberto Albernaz, a quantidade de estabelecimentos reprovados foi pequena. “Foram muitos postos fiscalizados e poucos precisaram ser autuados, todos no interior.”

 

Fonte: Jornal da Tarde – SP

– O Preservativo Francês com a Estampa de Bento XVI

Recentemente, o Papa Bento XVI condenou o uso do preservativo masculino (camisinha), alegando que ele poderia trazer malefícios à sociedade. E se referiu à desagregação familiar, pois, segundo, ele, tal instrumento favorece a infidelidade nas relações.

Há dois pontos-de-vistas: os daqueles que condenaram o discurso pelo fato do Papa não defender a camisinha para o combate à AIDS, e os daqueles que se referem ao sexo seguro à pratica conjugal dentro de princípios cristãos, e que apoiaram tal iniciativa.

Cada qual tem razão dentro do seu conjunto de valores. De fato, a camisinha é um contraceptivo de boa eficácia no combate a este mal, mas que no entanto permite certa liberalidade nas práticas sexuais e que podem imacular uma traição dentro da consciência de cada indivíduo. Ou seja, desagregar a família, como dito pelo pontífice.

Assim, manifestantes franceses fizeram um protesto inusitado: produziram camisinhas com a estampa de Sua Santidade: A seguir, em: http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:49

– A incitação descabida da violência e desrespeito ao próximo

Vivemos em uma terra sem lei. Lendo o Estadão desta terça-feira, assustei-me com a notícia de que um jogo de videogame que promove o tema “estupro, pedofilia e aborto” é o grande sucesso entre muitos adolescentes! E que seus CDs piratas são vendidos abertamente nas ruas de SP. Pior: todos sabem disso e as autoridades não fazem nada! Isso não é apologia ao crime?

Se você acha pouco, leia como é esse “jogo”:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090324/not_imp343718,0.php

Jogo à venda nas ruas e na internet simula estupros, pedofilia e aborto

Jogador ainda precisa fotografar vítimas nuas e chorando e obrigá-las a abortar para conseguir vencer

por Renato Machado

A história começa quando um jogador encontra a mulher em uma estação de metrô e começa a molestá-la. Os estupros acontecem primeiro no trem e depois em um parque da cidade. Se o autor conseguir fotografar a vítima nua e chorando, ele consegue acesso às duas filhas e também as violenta e obriga todas a abortar. Não, não se trata de mais um caso de violência das ruas. Esse é o enredo e objetivo do jogo japonês de computador Rapelay, que está criando polêmica no mundo todo e é vendido livremente na internet e em algumas ruas de São Paulo.link

Conheça outros games violentos

A reportagem do Estado encontrou o jogo nos catálogos de pelo menos cinco vendedores ambulantes que trabalham na região das Ruas Santa Ifigênia e Timbiras, no centro de São Paulo. Nenhum deles possuía o jogo no local, mas havia na listagem ele e outros de hentai erótico – estilo de jogos japoneses. O preço varia entre R$ 10 e R$ 20 “dependendo de quantos DVDs serão necessários para gravar”, segundo explicou um ambulante. Cada DVD custa R$ 10. A entrega seria no dia seguinte.Na região, é possível encontrar jogos não autorizados pela classificação do Ministério da Justiça (leia mais no texto ao lado), como Garota Virtual (erótico) e Manhunt (violência). O Rapelay também foi encontrado em um site da internet que realiza vendas por telefone. Ele acompanha um DVD com histórias em quadrinhos japonesas e o pacote completo sai por R$ 120. Os jogos podem facilmente ser baixados pela internet, em sites de compartilhamento.

O Rapelay foi produzido em 2006 pela empresa japonesa Ilusion e no fim do ano passado começou a chegar a outros países. Na maioria, ele foi banido, embora continue sendo oferecido em sites de compartilhamento de dados. O jogo chegou a ser vendido pelo site Amazon, mas depois foi retirado por causa da repercussão negativa.

Além de ter como foco a violência sexual, o jogo também choca ao mostrar casos de pedofilia, pois uma das vítimas usa um uniforme de estudante colegial e a outra tem 10 anos de idade, segundo as resenhas publicadas sobre o jogo. O estupro contra a segunda é feito em um quarto com ursos de pelúcia. Após elas engravidarem, o criminoso tem de convencê-las a abortar, ou será jogado por elas nos trilhos do trem.

“Nós já encaminhamos várias denúncias ao Ministério Público contra jogos desse tipo”, diz o diretor-presidente da organização não-governamental SaferNet Brasil, Thiago Tavares. “Eles são usados como técnica por pedófilos para aliciar crianças. Em muitos casos de pedofilia, vimos os criminosos enviando os jogos para envolver as vítimas, passando a ideia de que relação sexual entre criança e adulto é algo natural.”

IMPUNIDADE

O Ministério Público Federal (MPF) tomou conhecimento da existência do jogo por meio de um alerta da juíza da 16ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo Kenarik Bouijkian Felippe. Como faz parte do Grupo de Estudos de Aborto, ela recebeu um e-mail com o conteúdo do Rapelay e repassou para o MPF.

O caso está sendo investigado pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos do MPF, mas alguns fatores impedem um maior combate ao jogo. De acordo com o procurador da República Sérgio Suiama, uma das dificuldades para abrir uma investigação criminal é que a legislação brasileira não tipifica o abuso sexual simulado de crianças, adolescente e adultos. “É um absurdo um jogo em que o objetivo seja um estupro, mas infelizmente não há preceitos legais para analisarmos o caso. Ele faz parte de uma grande discussão jurídica sobre até onde vai a liberdade de expressão e onde começa o crime”, diz.

O procurador acrescenta que o jogo é vendido somente de maneira ilegal – produtos piratas – e não em estabelecimentos formais. “Se há locais estabelecidos no Brasil vendendo, nós vamos agir contra eles. Mas quase tudo é fruto de pirataria ou está difuso na internet para ser baixado. Os serviços de compartilhamento de dados não estão hospedados no Brasil nem são geridos por brasileiros”, diz Suiama.

 

– Marina 3 semanas de vida

Nossa filha Marina completou 3 semanas de vida. Ela está com 3,09 kg, 51 cm e linda demais!

Olha que boazinha, clique em: http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:47 e também em: http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:48

 

– O Nano, da Tata Motors, está chegando ao Brasil. Ele abalará nossa indústria?

Uma verdadeira revolução da indústria automobilística mundial, somente comparada ao advento do Fordismo e do Toyotismo, pode estar acontecendo: a fabricação do Nano, o carro-conceito da indiana Tata, que custará 2.000 dólares. Veja a foto do carrinho clicando aqui:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/truques-nano-ser-carro-mais-barato-mundo-430130.html

Portal EXAME –

Há seis anos quando o empresário indiano Ratan Tata prometeu que faria um carro que custaria cerca de 2 500 dólares em seu país, muita gente achou que ele estava blefando. Mas ele chegou lá. O Nano acaba de ser lançado oficialmente e a versão de entrada custará a partir de 2.254 dólares (ou seja menos de 5 400 reais, um valor inacreditável no Brasil).

Para entender como isso foi possível, EXAME entrou dentro do Nano para analisá-lo e conversou com dois dos pais do projeto que fez o automóvel mais barato do mundo, o indiano Girish Wagh e o inglês Clive Hickman.

Um dos nosso segredos foi cortar dramaticamente o número de peças”, diz Hickman. Um exemplo: a alavanca ao lado do volante aciona o farol e, em outro pedaço, o limpador do para-brisa. Confira outras astúcias que explicam como este modelo chega tão barato às concessionárias da Índia.

Trabalho barato
O salário da mão-de-obra indiana é um dos mais baixos do planeta: um operário especializado ganha cerca de 550 reais por mês.

Economia no motor
Na versão indiana, o motor do Nano tem 2 cilindros, 624 centímetros cúbicos e só 35 cavalos. Calcula-se que o coração mecânico deste Tata custe barato, cerca de 700 dólares. Em compensação, bebe pouca gasolina (23,6 km/litro).

Equipamento enxuto
O modelo básico deste carro sai de fábrica sem rádio, direção com assistência, vidros e travas elétricas. Também esqueça ar-condicionado e aquecedor, inexistentes.

Caça às peças
Para economizar custos, os indianos foram fundo nos cortes de peças redundantes: nesse carro só há um limpador do vidro parabrisa, três parafusos (e não quatro) sustentam suas rodas e o tanque de gasolina fica sob o capô. A vantagem? Não precisa de tampa para proteger o reservatório. Com isso houve uma redução drástica no número de peças para montá-lo.

Apenas o básico
Esqueça o conta-giros. Neste automóvel os instrumentos são básicos: velocímetro, odômetro e medidor de combustível. E o acionamento do limpador de parabrisa e dos faróis é feito pela mesma alavanca. E o estepe não é um pneu como os outros: só serve para rodar até a próxima borracharia.

De grão em grão
Para economizar 10 dólares, os engenheiros do Nano eliminaram mecanismos para ajustar o ângulo dos faróis em função do peso do carro. Em um ano de produção normal, este detalhe significará uma economia de 3,5 milhões de dólares.

O reino do plástico
Como era de se esperar, não há luxo no interior: o painel e o revestimento das portas são de plástico, os tapetes de borracha e os bancos são duros. É menos bonito e mais desconfortável. Mas custa menos.

Meu nome é Pé-de-Boi
A transmissão com quatro marchas é contínua. Menos complexa, precisa de menos dinheiro para ser feita.O mesmo raciocínio vale para os freios, que não são a disco, mas a tambor (e sem ABS, é claro)

Objetos expostos
Esqueça porta-luvas, porta-trecos e também protetor para escamotear a bagagem no compartimento traseiro. No Nano isso seria um luxo.

Volante duro
Mesmo nos modelos mais luxuosos, a direção não tem assistência elétrica ou hidráulica. Em compensação o volante tem um raio curto de manobra

Operação cola
O para-choque é feito de plástico, colado na carroceria

Processo enxuto
A pintura entra uma vez no forno, em vez das convencionais duas. É um terço de economia em comparação aos modelos convencionais

 

– A fé que faz bem à saúde (Extraído da Revista Época)

Para a saúde, um remédio eficaz: a Fé!

Compartilho a interessante matéria da Revista Época desta última semana:

(http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI64864-15224,00-A+FE+QUE+FAZ+BEM+A+SAUDE.html)

A fé que faz bem à saúde

Novos estudos mostram que o cérebro é “programado” para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor.
por Letícia Sorg. Colaborou Marcela Buscato

A capacidade inata de procurar a explicação de um fenômeno é uma das diferenças entre o ser humano e outros animais. O homem primitivo não tinha como entender eventos mais complexos, como a erupção de um vulcão, um eclipse ou um raio. A busca de explicações sobrenaturais pode ser considerada natural. Mas por que ela desembocou na fé e no surgimento das religiões? Cientistas de diferentes áreas se debruçaram sobre a questão nos últimos anos e chegaram a conclusões surpreendentes. Não só a fé parece estar programada em nosso cérebro, como teria benefícios para a saúde.

Com sua intuição genial, Charles Darwin, criador da teoria da evolução há 150 anos, já havia registrado ideia semelhante no livro A descendência do homem, em 1871: “Uma crença em agentes espirituais onipresentes parece ser universal”. “Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”, diz Jordan Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame (leia a entrevista). Grafman é o autor de uma das pesquisas mais recentes sobre o tema, publicada neste mês na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Em seu estudo, Grafman analisou o cérebro de 40 pessoas – religiosas e não religiosas – enquanto liam frases que confirmavam ou confrontavam a crença em Deus. Usando imagens de ressonância magnética funcional – que mede a oxigenação do cérebro –, o neurocientista descobriu que as partes ativadas durante a leitura de frases relacionadas à fé eram quase as mesmas usadas para entender as emoções e as intenções de outras pessoas. Isso quer dizer, segundo Grafman, que a capacidade de crer em um ser ou ordem superior possivelmente surgiu ao mesmo tempo que a habilidade de prever o comportamento de outra pessoa – fundamental para a sobrevivência da espécie e a formação da sociedade. E para estabelecer relações de causa e efeito. A interferência de um ser muito poderoso seria uma explicação eficiente para aplacar a necessidade de entender o que não se consegue explicar com o conhecimento comum.

Mas o que levaria o ser humano, dotado de razão, a acreditar que um velhinho de barba branca, em cima de uma nuvem, atira raios sobre a Terra? Ou que 72 virgens aguardam os fiéis no Paraíso? “Tendemos a atribuir características humanas às coisas, inclusive ao ser divino”, diz Andrew Newberg, neurocientista da Universidade da Pensilvânia (leia a entrevista), autor de outro importante estudo sobre o poder da meditação e da oração. “A crença religiosa surgiu como um efeito colateral da maneira como nossa mente é organizada, da maneira como ela funciona naturalmente”, diz Justin Barrett, antropólogo e professor da Universidade de Oxford.

Para Barrett, autor do livro Why would anyone believe in God? (“Por que alguém acreditaria em Deus?”), há evidências de que os sistemas religiosos ajudam a manter comunidades unidas – a dividir, a confiar, a construir redes sociais mais fortes. Barrett afirma que a mente das crianças é um exemplo de como a fé se manifesta precocemente. Em uma das experiências, pesquisadores mostraram uma caixa de biscoitos às crianças e perguntaram a elas o que havia dentro. Como não são bobas, as crianças responderam: “Biscoitos”. Ao abrir a caixa, o que encontravam eram pedras. Então, os cientistas perguntaram às mesmas crianças o que suas mães achariam que havia dentro da lata e o que Deus diria se visse a lata. As crianças de 3 anos disseram que as mães, assim como Deus, diriam que havia pedras. A partir dos 5 anos, elas responderam que a mãe diria “biscoitos”, mas que Deus responderia “pedras”.

Já se chegou a pensar que uma espécie de curto-circuito na parte lateral do cérebro pudesse gerar casos de religiosidade extrema. Ficou famosa uma experiência do neurocientista americano Michael Persinger, batizada “O Capacete de Deus”: um capacete que estimulava eletricamente o cérebro do usuário. Segundo Persinger, oito em cada dez pessoas, qualquer que fosse a confissão religiosa, diziam experimentar um “sentimento religioso” ao vestir o aparato. Mas a maioria dos estudos científicos recentes – sejam eles baseados em imagens do cérebro ou no comportamento humano – afastou a hipótese de que a experiência religiosa seja o mero efeito de estímulos eletromagnéticos em uma parte específica do cérebro. O biólogo evolucionista pop e “ateu militante” Richard Dawkins chegou a usar o capacete para um documentário da BBC britânica. Não conseguiu “encontrar Deus” – só desconforto para respirar e mexer-se. Hoje, Persinger se defende das críticas a seu estudo. “A ‘estimulação religiosa’ reduz a ansiedade e pode ser útil para melhorar a cooperação social”, disse.

Em 2004, o cientista americano Dean Hamer chegou a divulgar que havia descoberto um gene ligado à fé. Publicou o livro O gene de Deus. Batizado vmat2, seria responsável pelo transporte de mensageiros cerebrais, entre eles a serotonina, além de gerar o pensamento religioso. Polêmico na academia desde que anunciou a descoberta de um “gene gay”, supostamente responsável pela homossexualidade masculina, Hamer e seu livro foram acolhidos com ceticismo. Para Jordan Grafman, explicações únicas são insuficientes para elucidar a origem da fé em algo divino. A imprensa batizou seu estudo de “God spot” (o “ponto de Deus”), um trocadilho com o suposto “ponto G”, responsável pelo orgasmo feminino. “O ‘ponto de Deus’ é tão mítico quanto o ponto G”, diz Grafman, irônico. Andrew Newberg também descarta explicações simplistas. Vários estudos demonstraram uma relação entre experiências religiosas e certos tipos de desordem cerebral. “Mas essas associações não podem ser a única resposta”, diz Newberg. Apenas uma pequena porcentagem das pessoas que sofrem de epilepsia no lobo temporal tem esse tipo de experiência.

Newberg, que estuda as manifestações cerebrais da fé há pelo menos 15 anos, descobriu que as práticas religiosas acionam, entre outras regiões do cérebro, os lobos frontais, responsáveis pela capacidade de concentração, e os parietais, que nos dão a consciência de nós mesmos e do mundo. Em seu novo livro, How God changes the brain (“Como Deus muda seu cérebro”), que será lançado nesta semana nos Estados Unidos, Newberg explora os efeitos da fé sobre o cérebro e a vida das pessoas. Segundo o neurocientista, os estudos anteriores olhavam para os efeitos de curto prazo de práticas como a meditação e a oração. Agora, ele e seu grupo encararam a difícil tarefa de responder à questão: o que acontecerá se você adotar, com frequência, uma prática como a meditação ou a prece?

O grupo de Newberg analisou o cérebro de pessoas que meditam e oram rotineiramente e notou os resultados dessas práticas para o cérebro e para as pessoas. No livro, ele lista nove técnicas de meditação (leia o quadro) que podem ser adotadas por crentes ou ateus. Numa delas, a pessoa se concentra em um tipo de diálogo interno. “Descobrimos que essa prática ajuda as pessoas a criar intimidade, a interagir com as outras e a se comunicar com quem elas conhecem ou não”, diz Newberg.

Ainda estão sendo feitos estudos para compreender melhor a meditação e a prece, mas a pesquisa de Newberg mostra que, durante essas atividades, o lobo frontal fica mais ativo, e o lobo parietal menos. Como essa parte do cérebro é responsável pela noção de tempo e espaço, “desligá-la” geraria a sensação de imersão no mundo e a de ausência de passado e futuro muitas vezes relatadas por religiosos. A maior atividade do lobo frontal, além de melhorar a memória, segundo vários estudos também estaria ligada à diminuição da ansiedade. “Quando a pessoa volta sua atenção para o momento presente, não há riscos porque não há futuro”, diz Paulo de Tarso Lima, médico especializado em medicina integrativa e complementar e responsável pela implantação da especialidade dentro do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O simples fato de acreditar em um ser superior – seja ele qual for – reduziria a ansiedade.

Grafman nega ter descoberto um “ponto de Deus”: “É um mito, como o ponto G”

Dois estudos canadenses publicados neste mês mostram que quem crê em Deus tende a lidar melhor com os erros. O grupo de pesquisa, liderado pelo professor de psicologia Michael Inzlicht, da Universidade de Toronto, pediu a pessoas de várias orientações religiosas e também àquelas que não creem em Deus que elas dissessem os nomes das cores que apareciam a sua frente. Quando elas cometiam um erro, uma área do cérebro chamada “córtex cingulado anterior” era ativada. “Quanto mais forte a religiosidade e a crença em Deus dos participantes, menor era a resposta dessa região ao erro”, diz Inzlicht. Isso seria uma evidência de que as pessoas religiosas ficam mais calmas diante de um erro. “Suspeitamos que a crença religiosa protege contra a ansiedade porque dá um sentido para as pessoas. Ajuda-as a saber como agir e, com isso, reduz a incerteza e o estresse”, afirma Inzlicht.

A influência da crença em Deus na redução do estresse já é quase um consenso entre os médicos. “As doenças relacionadas ao estresse, especialmente as cardiovasculares, como a hipertensão, o infarto do miocárdio e o derrame, parecem ser as que mais se beneficiam dos efeitos de uma espiritualidade bem desenvolvida”, afirma Marcelo Saad, outro médico do Albert Einstein. Doutor em reabilitação, Saad é especializado em acupuntura e faz parte do programa de medicina integrativa e complementar do hospital.

Para ser benéfica, a fé em Deus teria de ser associada à prática religiosa? Várias pesquisas mostram que participar de um grupo religioso estruturado – seja ele católico, budista, judeu, evangélico, umbandista – traz benefícios por aumentar o suporte social à pessoa. “Esse apoio social é algo extremamente valioso para a saúde física, inclusive para a sobrevivência e a longevidade”, diz o psicólogo americano Michael McCullough, professor da Universidade de Miami que estuda a maneira como a religião molda a personalidade e influencia hábitos saudáveis e relacionamentos sociais. Ao realizar um “metaestudo” de 42 pesquisas diferentes, o psicólogo descobriu que as pessoas altamente religiosas tinham 29% a mais de chance de estar vivas, em determinado momento do futuro, que as demais. A religiosidade tornaria mais fácil resistir a tentações nocivas à saúde, como o álcool e o fumo. “Para pessoas que acreditam na vida após a morte, pode ser uma decisão racional postergar os prazeres de curto prazo em nome da recompensa eterna”, afirma McCullough.

Robert Hummer, sociólogo e professor da Universidade do Texas, acompanha um grupo de pessoas desde 1992 para tentar esclarecer, entre outras questões, a relação entre a religião e a saúde. Segundo sua pesquisa, quem nunca praticou uma religião tem um risco duas vezes maior de morrer nos próximos oito anos do que alguém que a pratica uma vez por semana. “As evidências da influência da fé na saúde são promissoras e mais que justificam o investimento em outros estudos”, afirma o neurologista brasileiro Jorge Moll, diretor do Centro de Neurociência da Rede Labs-D’Or, rede de laboratórios particular do Rio de Janeiro. Para Moll, o desafio é quantificar a influência da fé e tentar compará-la com o efeito de outras práticas sem conotação religiosa. “A prece e a meditação podem ter vários benefícios. Mas será que a ioga não tem o mesmo resultado?”, diz Moll, que colaborou com Jordan Grafman em vários estudos sobre o funcionamento do cérebro na tomada de decisões morais.

Como trazer isso para dentro dos consultórios e hospitais? Os pacientes não esperam que médicos conversem sobre a fé. Marcelo Saad, do Albert Einstein, reconhece que os profissionais de saúde não são treinados para discutir esse assunto, mas que podem iniciar o diálogo fazendo perguntas simples, como: “Quão importante é a fé em sua vida?” ou “Você gostaria de discutir assuntos religiosos?”. Conforme a resposta, o médico pode sugerir que ele retome a prática religiosa de sua preferência. “Não tem sentido negar a influência da religião na vida das pessoas, especialmente no Brasil, onde 99% da população acredita em Deus”, afirma o médico Paulo de Tarso Lima, que classifica como um desserviço não acolher esse elemento nos consultórios e nos hospitais. Isso significa que todos devem adotar a fé em nome da saúde, assim como se pratica esporte ou se faz dieta? Para quem crê, talvez a resposta seja sim. Mas, para as pessoas que não creem em uma força superior, não necessariamente. “Parece que os benefícios sobre a saúde são incidentais”, diz o psicólogo Michael McCullough. “Ironicamente, ser religioso em busca dos efeitos benéficos para a saúde não dá a ninguém a certeza de que isso vai surtir o efeito esperado.”

Andrew Newberg – “O cérebro dos ateus é diferente”

O neurocientista fala sobre seu livro Como Deus muda seu cérebro

ÉPOCA – Como Deus pode mudar a estrutura cerebral das pessoas?
Andrew Newberg –
Os nossos estudos usando imagens do cérebro mostram que, no longo prazo, há alterações no lobo frontal (relacionado à memória e à regulação das emoções) e no sistema límbico (ligado às emoções). As pessoas tendem a conseguir controlar mais suas emoções e expressá-las. A meditação e a oração ajudam a melhorar a relação consigo mesmo e com os outros. Também especulamos que essas práticas alteram, inclusive, a química cerebral, como os níveis de serotonina e dopamina, que regulam nosso humor, nossa memória e o funcionamento geral de nosso corpo, mas ainda não temos provas disso.

ÉPOCA – Em seu livro, o senhor fala bastante da meditação, uma prática tradicionalmente ligada às religiões orientais. Existe alguma diferença entre, por exemplo, o catolicismo e o budismo?
Newberg –
Não olhamos exatamente para as diferenças entre as religiões, mas para as diferentes práticas. A forma como você pratica a religião é mais importante que as ideias religiosas em si.

ÉPOCA – Há um consenso entre os cientistas de que a fé pode ajudar na manutenção da saúde?
Newberg –
Muitos cientistas acreditam que a espiritualidade tem um papel na saúde. A pergunta é quem vai administrar isso e como os profissionais de saúde vão lidar com a espiritualidade de uma maneira apropriada e benéfica. Essas questões ainda não foram respondidas.
ÉPOCA – Há alguma diferença neurológica entre aqueles que creem e os que não creem em Deus?
Newberg –
Encontramos algumas diferenças, sim, e também notamos diferenças dependendo do tipo de prática religiosa. O problema é que nunca sabemos se aquelas mudanças estão lá porque a pessoa é religiosa há muito tempo ou se ela nasceu daquela maneira e, por causa disso, procurou um tipo de religião ou meditação.

Jordan Grafman – “A crença é necessária”

O neurocientista diz que o pensamento religioso nasceu junto com o cérebro humano

ÉPOCA – O senhor diria que a religião é um produto acidental de nosso processo evolutivo?
Jordan Grafman –
Eu não diria acidental. Existe uma tendência para nós pensarmos de certa maneira, e essa maneira, de alguma forma, envolve a necessidade de ter um sistema de crenças. E esse sistema guia nosso comportamento social. Acredito que estamos constantemente criando novos tipos de sistema de crença e é muito provável que os primeiros tenham sido baseados em autoridades religiosas.

ÉPOCA – Somos biologicamente predispostos à religião?
Grafman –
Eu diria que somos predispostos biologicamente a ter crenças, e a religiosa é uma delas, mas não a única. Classificaria a religião como uma forma primitiva de crença porque se baseia muito no que é desconhecido. Algumas das regras éticas vieram por meio da religião, mas só se estabeleceram porque ajudaram a ordenar a sociedade. Então, muitas regras tiveram sentido. A religião nasceu claramente de nossa necessidade de entender o que estávamos vendo.

A crença religiosa surgiu no cérebro antes de outras crenças, segundo pesquisas

ÉPOCA – Seu estudo comparou as áreas do cérebro envolvidas nas crenças religiosas e nas crenças políticas. Do ponto de vista neurológico, quais as diferenças entre o pensamento religioso e o político?
Grafman –
Ainda não temos uma resposta definitiva a essa pergunta, mas há fortes indicações de que as crenças políticas estão sempre ligadas ao “aqui e agora”, a nossa vida, enquanto as crenças religiosas não necessariamente. Há diferenças em comportamento e também nas áreas do cérebro ativadas. No caso das crenças políticas, usamos as estruturas do cérebro que surgiram por último na evolução humana, enquanto no caso das crenças religiosas usamos áreas anteriores no desenvolvimento da espécie. Nossa hipótese é que a crença religiosa seja a primeira forma de sistema de crenças, que surgiu antes das outras. Nossos estudos mostram que as duas usam partes parecidas do cérebro, mas também que a religião veio antes da política.

– Os Campeões Nacionais de Outrora

Alguns clubes de futebol estão pleiteando que a CBF reconheça aos torneios de âmbito nacional disputados antes da oficialização do Campeonato Brasileiro. Torneios como o “Robertão”, a “Taça de Prata” e outros poderiam ser homologados com a equivalência de campeonato nacional. Isso quer dizer que esses campeonatos, que particularmente penso que foram os “Brasileirões” da época, podem mudar o cenário dos maiores campeões nacionais!

Extraído de: http://esporte.ig.com.br/noticia/2009/03/23/clubes+se+unem+e+fazem+dossie+por+unificacao+dos+titulos+brasileiros+4993059.html

Clubes juntam forças em dossiê por unificação dos títulos brasileiros

Times apresentarão documentos para que a CBF reconheça campeonatos nacionais como títulos brasileiros

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO – Palmeiras, Santos, Botafogo, Fluminense, Cruzeiro e Bahia resolveram juntar forças e irão entregar à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) um extenso dossiê. A intenção dos clubes é convencer a entidade a reconhecer como títulos brasileiros os campeonatos nacionais conquistados antes de 1971, data em que a competição foi oficialmente ‘batizada’ de Campeonato Brasileiro.

Através de um comunicado oficial, o Palmeiras, que ao lado do Santos passará a ser o detentor do maior número de títulos brasileiros caso a CBF aceite a sugestão – com oito conquistas -, convocou uma entrevista coletiva para a manhã desta terça-feira, no salão nobre do clube, quando o dossiê será apresentado à imprensa.

Segundo José Carlos Perez, superintendente do escritório do Santos na capital paulista, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, está propenso a referendar o pedido dos clubes caso o dossiê contenha fatos que o convençam de que os torneios disputados entre 1959 e 1970 têm o caráter de Campeonatos Brasileiros.

“Essa é uma pesquisa que conta com a colaboração de outras equipes, mas é toda de responsabilidade do Santos e paga pelo presidente Marcelo Teixeira. O próprio Ricardo Teixeira já disse que se for apresentado um relatório convincente os títulos serão reconhecidos”, afirmou Peres, recentemente, à Agência Estado.

Além de Santos e Palmeiras, que passariam a ter oito títulos brasileiros cada (atualmente tem dois e quatro, respectivamente), Bahia, Fluminense, Botafogo e Cruzeiro, campeões de apenas uma edição desde 1971, acrescentariam o rótulo de ‘bi’ aos seus currículos se o dossiê for aprovado pela CBF.

Ops: depois de tudo isso: uma questão crucial (talvez faça com que nossa vida mude – rsrs): e a Taça das Bolinhas, distribuída para o primeiro Penta, para quem ficará?)

– A Crise Mundial provoca aumento da prática do Assédio Moral

Segundo a Folha de São Paulo, um efeito colateral provocado pela Crise Mundial começa a ser observado: o aumento de casos de Assédio Moral! Emocionalmente abalados, executivos “desforram” em seus subordinados nas organizações.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u538937.shtml

Casos de assédio moral crescem na crise

A.S., ex-diretor de Recursos Humanos de uma indústria de motocicletas, diz que não apoiou a demissão de centenas de funcionários que poderiam ser lesados em seus direitos. Perdeu poder na empresa, foi ameaçado veladamente e acabou demitido no mês passado.

O executivo decidiu cobrar na Justiça do Trabalho o assédio moral que acredita ter sofrido após as medidas que a companhia adotou para enfrentar os efeitos da crise mundial.

Vendedora de uma empresa de cosméticos, M.S. diz que foi isolada por colegas que temiam a competição no trabalho. Passou a receber e-mails com vírus para atrasar e desqualificar seu desempenho. Teve de trabalhar de madrugada para colocar o serviço em dia até ser afastada por doença física e psíquica e também acionou a Justiça por assédio moral.

Advogados relatam que a pressão para melhorar os resultados diante dos efeitos da crise mundial se dissemina e coloca cada vez mais trabalhadores -como o ex-diretor de RH e a vendedora- em situações de possível assédio moral.

Em 12 escritórios de advogados consultados pela Folha na última semana, aumentou desde outubro o número de ações trabalhistas ou de consultas para abrir processos e pedir indenizações por assédio moral.

A Associação dos Advogados Trabalhistas do Estado de São Paulo (AATSP) estima que os mil profissionais associados ingressaram na Justiça com ao menos uma ação de assédio moral cada um desde que a crise se agravou no final de 2008.

Procuradores do Ministério Público do Trabalho em seis Estados (Rio, Pernambuco, Piauí, Ceará, Santa Catarina e São Paulo) e no Distrito Federal investigam 145 denúncias recebidas neste ano sobre assédio nos setores aéreo, bancário, metalúrgico e de comércio.

É considerado assédio moral um conjunto de condutas abusivas, frequentes e intencionais que atingem a dignidade da pessoa e que resultam em humilhação e sofrimento. “O assédio moral, também chamado de “terror psicológico” no trabalho, é hoje um dos requisitos para aumentar a produtividade nas empresas, que precisam ser mais competitivas contra a crise”, diz Luiz Salvador, presidente da Abrat (associação brasileira dos advogados do setor).

Com o acirramento da competição, o assédio moral tende a crescer intra e entre os grupos nas empresas de diferentes setores -principalmente em segmentos onde a tensão é maior, como mercado financeiro e empresas que tiveram o patrimônio reduzido na crise.

“Existe uma crise real e uma imaginária, que torna os funcionários mais inseguros e angustiados. Com essa tensão coletiva, o clima é de maior disputa. Quem está fora do mercado quer entrar, e quem está dentro não quer sair. Os gestores são mais pressionados, pressionam os empregados da produção, e as situações de assédio vão se alastrando”, diz o pesquisador Roberto Heloani, professor da FGV e da Unicamp.

O número de consultas ao site (www.assediomoral.org.br) cresceu cerca de 20% desde que a crise se agravou, em outubro, afirma Heloani, coordenador do site. Em alguns escritórios paulistas, a demanda por essas informações subiu em 30% nos últimos dois meses.

O assédio, que se espalha do alto escalão à produção, atinge trabalhadores de todas as rendas. Um alto executivo americano que veio ao Brasil comandar grupo de assuntos estratégicos de um banco por quase R$ 60 mil mensais já recorreu à Justiça por assédio. Com a crise, sua função foi extinta. Ele foi deixado em casa até o banco romper seu contrato, antes do prazo previsto e sem pagar a devida indenização.

Cobrar metas faz parte do dia a dia de qualquer empresa. O problema, dizem os especialistas, é a forma dessa cobrança. Se houver humilhação e ameaça, está caracterizado o assédio. “A imposição de metas para alcançar maior produtividade não implica qualquer violação aos direitos do empregado. Ao contrário, já que podem servir como motivação para alcançar bônus ou prêmio. Mas as metas não podem ser absurdas nem abusivas”, diz Otavio Brito Lopes, procurador-geral do Trabalho.

Não há legislação federal específica para o assédio moral no Brasil. Por isso, parte dos advogados crê que, em épocas de crise, o assédio pode ser “usado” pelos trabalhadores para pleitearem indenizações.

“Há pedidos absurdos relativos a assédio moral e com valores desproporcionais. Essa situação é fruto da angústia e desespero dos trabalhadores quando são demitidos. Com isso, demandas verdadeiras de assédio moral ficam sujeitas à ideia de também serem despropositadas”, diz o advogado Guilherme Miguel Gantus.

– A proposta polêmica do estacionamento gratuíto do vereador Orlato

Muitos estabelecimentos comercias oferecem estacionamento aos seus clientes. Isso pode ser um diferencial ao consumidor na hora de comprar um produto (a acessabilidadae à loja). Entretanto, alguns o fazem gratuitamente e outros não.

Assim, uma discussão que já ocorre há dias é sobre a cobrança de estacionamento em shoppings. Em Jundiaí, por exemplo, há algum tempo o Maxi Shopping e o Paineiras Center cobram pela permanência em seu espaço.

Nesta terça, a Câmara dos Vereadores está discutindo um projeto do vereador Durval Orlato, que sugere um aumento de 50% no IPTU de estabelecimentos comerciais que cobrarem pelas vagas de estacionamento.

É entendível o intuito do vereador em baratear o custo do estacionamento. Ele próprio relatou que a sua proposta é visando os shoppings e supermercados. Mas… não estamos vivendo numa sociedade de livre mercado? Quem quer ir ao Maxi Shopping, sabe que terá esse custo adicional, mas terá seu carro segurado. Quem for ao mesmo shopping e deixar o carro na rua, sabe do risco que corre (as imediações do Maxi é um dos pontos de maior ocorrência de furtos na cidade).

Duas observações: a lei valerá também aos bancos, pois muitos cobram pelas vagas? Ainda: já que há a responsabilização pelos estacionamentos, o que dizer do sistema de parquímetro de Jundiaí? Porque os estabelecimentos comerciais devem dar vagas gratuítas e a Prefeitura cobrar por estacionar na rua? Pior: você paga pela vaga e não tem nenhuma responsabilidade por parte do administrador do Parquímetro pela segurança do seu carro. Se levarem seu veículo, literalmente, ficou na mão!

Como dito, a proposta é polêmica!

– Quando ser caloteiro (infelizmente) pode valer a pena.

Ficamos desesperados para pagar nossas contas em dia. E nunca ganhamos benefícios do Estado, por exemplo. E quem atrasa seus pagamentos, sai ganhando! Veja só: Para quem está com o IPVA atrasado, haverá anistia de algumas multas, descontos de 75% em outras, redução de juros e parcelamento em até 12 vezes!

Por quê quem paga nas datas corretas não é beneficiado? Não há uma clara inversão de valores?

Extraído de: http://www.reporterdiario.com.br/index.php?id=125107&secao=7

Prorrogado prazo para pagar IPVA atrasado

A Secretaria da Fazenda do Estado prorrogou, até o próximo dia 30 de maio, o prazo para proprietários de veículos com IPVA atrasado pagar suas dívidas com desconto nos juros e na multa. Pelo PPD (Programa de Parcelamento de Débitos), o contribuinte pode quitar os débitos do IPVA até o ano de 2006, inclusive os de autos de infração e imposição de multas, inscritos em dívida ativa ou ajuizados.

O pagamento poderá ser feito de uma vez só ou de forma parcelada. Quem optar pela quitação à vista terá redução de 75% da multa e de 60% dos juros de mora. Se a opção for pelo parcelamento, o desconto é de 50% da multa e de 40% dos juros de mora. Para os parcelamentos em até 12 vezes, haverá juros de 1% ao mês, de acordo com a tabela Price. Para o pagamento em mais de 12 vezes o reajuste é pela Selic, sendo que para contratos superiores a 10 anos (120 meses) é exigida garantia bancária ou hipotecária.

Para aderir ao PPD, o contribuinte deve acessar o endereço do programa na internet (www.ppd.sp.gov.br) e utilizar a mesma senha da Nota Fiscal Paulista. O cadastro pode ser feito no site http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br.

Outras informações no site http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br ou pelo telefone 0800 170 110.

– E ninguém vai preso?

Todos nós só podemos lamentar as horríveis cenas do Estádio do Pacaembú, no último Corinthians X Santos. Muita confusão dentro de campo no final da patida, fora de campo nas arquibancadas entre torcedores e dirigentes, e até nas cabines de rádio! Ouvia o jogo pela Rádio CBN, e repentinamente os jornalistas Victor Birni e Deva Pascowit começaram a ser hostilizados no seu próprio local de trabalho! E olha que os torcedores próximos das cabines pertencem à área VIP.

O que assusta foram as cenas de guerra. Uma delas flagra claramente alguns brigões (veja aqui), e… quais providências foram tomadas? Nenhuma!

Após a partida, o promotor Paulo Castilho anunciou que uma medida era a emissão da dita carteirinha do torcedor, defendida pelo Ministro Orlando Silva. Ora, que adianta ter carteira ou não, se as imagens são claras? Não consegue prender os bandidos com tantas fotos? Ou não querem…

Vergonhoso. Não há outro adjetivo.

– A Volta do Rei RC

Não sou um amante à moda antiga, mas confesso que ainda mando flores! E curto demais Roberto Carlos. Assisti aos últimos shows dele no Credicard Hall com minha esposa, e no último, juntos com meu pai, irmã e cunhado. Para quem gosta, é um evento indescritível…

E agora RC completará 50 anos de carreira, com uma mega turnê nacional, shows no exterior, e eventos versão “sinfônica de rock”, “sertanejo” e “divas com o rei”. Sensacional!

Veja que programação legal:

(Extraído de: http://musica.ig.com.br/noticias/2009/03/23/em+coletiva+roberto+carlos+anuncia+agenda+dos+50+anos+4994038.html)

Roberto Carlos realizou na tarde desta segunda-feira em São Paulo uma entrevista coletiva para anunciar oficialmente a programação das comemorações de seus 50 anos de carreira. A agenda, que começa em seu próximo aniversário – dia 19 de abril – em Cachoeiro do Itapemirim, terá pelo menos 24 apresentações em 20 cidades brasileiras e segue até 2010.

Abraçando os fãs de todo o país, o rei desenhou para essa turnê um roteiro que inclui apresentações em Pernambuco, Sergipe, Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Ceará, Amazonas, Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Belo Horizonte e Brasília. Dia 11 de julho, Roberto se apresenta no estádio do Maracanã pela primeira vez em sua carreira e espera um público de 60 mil pessoas.

Para São Paulo, foram reservadas três apresentações especiais que contarão com a participação do rei. Dia 26 de maio, o Teatro Municipal abriga o show “Elas Cantam Roberto Carlos”, que terá 14 cantoras brasileiras homenageando o ídolo; em 11 de agosto, acontece a “Roberto Carlos Rock Symphony” comandada por expoentes do rock nacional; e em março de 2010, o estádio do Pacaembu verá o show “Emoções Sertanejas”. Os três eventos terão a renda revertida para programas sociais.

Muito bem humorado, Roberto Carlos recebeu a imprensa vestindo os tradicionais branco e azul. Brincou com a data comemorada neste projeto (“Já faz tudo isso, bicho?”) e com a própria idade: “Quando a gente faz 50 anos de carreira, sempre tem alguém para chamar a gente de senhor”.

Roberto Carlos revelou estar envolvido em seu novo álbum de músicas inéditas, que ele pretende lançar ainda este ano. “Estou trabalhando muito nele. Já tenho algumas composições com Erasmo e algumas composições sozinho também”. O trabalho, contudo, ainda não tem data certa para chegar às lojas. “Com o passar dos anos, a gente demora mais para compor”, revela ao falar sobre a parceria com o velho amigo. “Antes a gente fazia uma canção em algumas horas, hoje em dia demora duas ou três semanas, a autocrítica aumentou muito”.

Sobre o repertório da turnê, Roberto fala pouco. Segundo ele, a escolha das músicas será feita em breve, mas ainda não será dessa vez que ele voltará a cantar o clássico “Quero Que Vá Tudo Pro Inferno”, abolido de suas apresentações: “Eu ainda não me dei alta do tratamento, mas quando eu der pode ser que isso aconteça e eu cante essa canção”, diz, sem nem mesmo falar o nome da música. “Eu quero fazer uma coisa bem bonita e passar para o público tudo o que eu sinto neste momento”.

Roberto não fugiu à questão delicada relacionada à sua biografia proibida. O livro “Roberto Carlos em Detalhes”, escrito pelo jornalista e historiador Paulo Cesar Araujo, sofreu nova derrota nos tribunais nas últimas semanas e permanece fora das lojas. “Penso em lançar uma biografia minha, não necessariamente escrita por mim, mas narrada por mim. Não deve ser uma autobiografia, mas eu vou colaborar”.

Parte de sua vida e sua carreira será revista a partir de janeiro de 2010 na mostra “Expo RC 50 Anos”. Realizada na OCA, no Parque do Ibirapuera, a exposição interativa terá itens de Roberto, como o calhambeque que deu origem à canção, as capas de todos os seus álbuns, inclusive aqueles lançados no exterior, e 180 minutos de imagens selecionadas em seus filmes, clipes e especiais para a televisão.

Para Roberto, um dos segredos do seu sucesso popular durante essas cinco décadas está em seu gosto pessoal muito próximo ao de seu público: “Eu gosto do que o povo gosta”. Para chegar até o povo no decorrer deste ano, ele promete o máximo de shows a preços populares.

Os ingressos para as apresentações devem começar a ser vendidos em breve. A turnê terá 70 toneladas de equipamentos transportados por três carretas por 42 mil quilômetros. A equipe soma 54 pessoas e, de acordo com as contas da produção, serão distribuídas ao todo 3.456 rosas vermelhas e 864 rosas brancas. Um show em Nova York em 19 de abril de 2010 marca o início da turnê internacional do cantor.

Confira a agenda completa dos shows já confirmados:

19 de abril  – Cachoeiro do Itapemirim
07 de maio   – Caruaru
08 e 09 de maio   – Recife
21 de maio   – Aracaju
23 de maio   – Salvador
26 de maio   – São Paulo – “Elas Cantam Roberto Carlos”
03 de junho  – João Pessoa
04 de junho  – Natal
06 de junho  – Fortaleza 
09 de junho  – Terezina
11 de junho  – Belém
13 de junho  – Manaus
11 de junho  – Rio de Janeiro – Maracanã
11 de agosto – São Paulo – “RC Rock Symphony”
08 ou 15 de agosto – Porto Alegre
16 de agosto – Vila Velha 
21, 22, 28 e 29 de agosto – São Paulo – Ginásio do Ibirapuera
18 e 19  – Curitiba  
17 de outubro – Brasília
14 de novembro – Belo Horizonte
Março de 2010 – São Paulo – “Emoções Sertanejas”

– Empresas que administram responsavelmente

Ecologica , Social ou Politicamente corretas, algumas empresas devem ser louvadas. Olha um elenco de boas iniciativas empresariais, que servem de exemplo às demais organizações:

 

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/588/empresas-do-bem-122544-1.htm

 

 

MEIO AMBIENTE, Parceria privada

O projeto de despoluição da Baía de Guanabara (RJ) acaba de ganhar um aliado de peso. É que a Petrobras vai bancar integralmente o custo para despoluição dos canais do Cunha e do Fundão. A obra, orçada em R$ 185 milhões, prevê a retirada de metais pesados e material sólido (pneus, carcaças de automóvel, por exemplo). A dragagem facilitará a circulação da água, além de diminuir o número de poluentes que chegam à baia.

 

TECNOLOGIA , Fábrica verde da Volvo

A sueca Volvo espera transformar sua fábrica de caminhões, situada em Ghent (Bélgica), no primeiro complexo do tipo totalmente livre de emissão de dióxido de carbono (CO2). Para isso, a direção da montadora encomendou um estudo à Electrabel, do setor elétrico. A ideia é dotar a unidade de tecnologias que viabilizem, por exemplo, o reúso de água e a geração mais eficiente de energia e resíduos.

 

INVESTIMENTO, Oportunidades sustentáveis

Os projetos relacionados à sustentabilidade devem movimentar globalmente ? 2,2 trilhões em todo o mundo até 2020, segundo a consultoria Roland Berger. De olho nesse número a Câmara Brasil-Alemanha espera sensibilizar as empresas dos dois países a firmarem parcerias nesta área. Para unir as duas pontas, a câmara promove em março em São Paulo a Ecogerma, feira e congresso de tecnologias sustentáveis. A expectativa é que sejam fechados R$ 200 milhões em negócios nos setores de saneamento básico e recuperação de aterros sanitários, por exemplo.

 

MICROCRÉDITO I , Financiamento solidário

Acaba de sair do forno uma pesquisa do Deutsch Bank que mostra o impacto do microcrédito. Segundo um estudo do banco alemão, esse instrumento já beneficia 152 milhões de pessoas em todo o mundo. Em 2006, ano que serviu de base para o levantamento, as operações de microcrédito somaram US$ 25 bilhões. Trata-se de um volume cinco vezes maior em relação ao apurado em 2001.

MICROCRÉDITO I I, Luz e cidadania

O indiano Muhamad Yunnus, prêmio Nobel e criador da mais exitosa experiência de microfinanças do mundo, está envolvido em uma nova causa. Desta vez, ele quer levar energia para as vilas mais remotas da Índia. Para bancar o projeto ele criou um sistema de venda subsidiada de painéis solares. A meta é atender um milhão de residências até 2015.

 

TURISMO, Desenvolvimento com preservação

Apesar de contar com belas paisagens, como os rios e lagoas (foto) de Bonito (MS), o Brasil não figura entre os principais destinos turísticos do mundo. Para ajudar a mudar essa realidade o Grupo Santander Brasil e o International Trade Centre, órgão ligado à ONU, assinaram um acordo de cooperação técnica. A ideia é patrocinar iniciativas que aliem turismo com redução da pobreza e preservação da biodiversidade.

– Novo slogan da Coca-Cola

Ao contrário dos mais pessimistas quanto a Grande Crise Mundial, a Coca-Cola relança seu slogan com otimismo máximo: Open Happiness, ainda sem tradução oficial da empresa para o mercado brasileiro.

 

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/marketing/tres-anos-coca-cola-muda-slogan-prega-otimismo-414506.html

 

Após três anos, Coca-Cola muda slogan e prega “otimismo”

 

Empresa aborda “conforto” e “otimismo” em momento de crise e falta de confiança dos consumidores

Para combater a queda nas vendas e o pessimismo dos consumidores com a crise financeira internacional, a Coca-Cola está lançando uma nova campanha mundial, que irá abordar o “conforto e o otimismo”. Segundo o “Wall Street Journal”, o slogan da maior empresa de refrigerantes será “Open Happiness” (ou “Abra a Felicidade” na tradução literal para o português), que vai substituir o atual “O Lado Coca-Cola da Vida”, que está em uso há três anos.

A previsão é que os anúncios da nova campanha possam ser vistos na próxima semana, com os comerciais na TV sendo exibidos, inclusive, durante o Super Bowl, que é a final do campeonato do futebol americano – esporte mais popular e que tem a maior audiência televisiva nos EUA. O jogo está marcado para o dia 1º de fevereiro, mas as equipes finalistas ainda não foram definidas.

A nova campanha foi criada em seis meses e integra o “Projeto Avançar”, que é liderado pelo novo executivo-chefe da Coca-Cola, Muhtar Kent, e pelo diretor mundial de Marketing, Joe Tripodi. A marca completa 123 anos de existência e é conhecida por ter criado alguns dos mais memoráveis slogans publicitários. Os anúncios estão sendo criados pela agência Wieden + Kennedy.

Segundo o “WSJ”, o volume de vendas da Coca-Cola está crescendo em várias partes do mundo, mas no mercado americano as vendas caíram 3,5% nos nove primeiros meses de 2008, ainda que ajudadas pelo crescimento nas vendas de bebidas como chás e águas. Entre 1998 e 2007, a comercialização da Coca-Cola caiu 16% nos EUA.

A campanha pretende enfrentar a forte concorrência da sua grande rival, a Pepsi, que também deve lançar um novo anúncio. “Open Happiness” faz parte da estratégia da empresa em melhorar a eficiência do seu marketing mundial.

 

Veja abaixo o histórico dos slogans da Coca-Cola

1886 – Beba Coca-Cola
1904 – Deliciosa e Refrescante
1929 – A pausa que Refresca
1963 – Tudo Vai Melhor com Coca-Cola
1969 – É a Coisa Real
1976 – Coca-Cola Dá Mais Vida
1979 – Tenha uma Coca-Cola e um Sorriso
1982 – Coca-Cola é isso aí!
1993 – Sempre Coca-Cola
2006 – O Lado Coca-Cola da Vida

– A Luxúria contra o Homem Desprovido

Muitas vezes estamos abertos à Luxúria e outros excessos de vaidade humana. Como nos prevenir deste mal tal grande?

Compartilho belo texto do prof Felipe de Aquino:

Extraído de:  http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11288

 

Luxúria

 

É do coração que provêm os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as impurezas…

A gravidade do pecado da impureza, também chamado de luxúria, é que mancha um membro de Cristo. “Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros” (1Cor 12,27).

“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?” (1 Cor 6,15).

“Tomarei, então, os membros de Cristo, e os farei membros de uma prostituta? Ou não sabeis que o que se ajunta a uma prostituta se torna um só corpo com ela? Está escrito: Os dois serão uma só carne (Gen 2,24)” (1 Cor 6,16).

Toda vez que eu peco, o meu pecado atinge todo o corpo de Cristo. De forma especial isso ocorre no pecado da impureza; o que levava São Paulo a pedir aos coríntios, dentre os quais havia esse problema: “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (1 Cor 6,18).

São Paulo ensina que devemos dar glória a Deus com o nosso corpo. “O corpo, porém, não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o Corpo: Deus que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós pelo seu poder” (1Cor 6,13). “Glorificai, pois, a Deu s no vosso corpo” (1 Cor 6,20).

Nosso corpo está destinado a ressuscitar no último dia, glorioso como o corpo de Cristo ressuscitado. “Nós, porém, somos cidadãos dos céus. É de lá que ansiosamente esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará nosso mísero corpo tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso…” (Fil 3,20).

Isso explica a importância do nosso corpo, que levava Paulo a dizer aos coríntios: “Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado – e isto sois vós” (1 Cor 3,16-17).

Jesus foi intransigente com o pecado da impureza. No Sermão da Montanha, Ele disse: “Todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5,27-28). O Senhor quer assim destruir a impureza na sua raiz; isto é, no coração dos nossos pensamentos.

“Porque é do coração que provêm os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as impurezas, os furtos, os falsos testemunhos, as calúnias” (Mt 15,19).

Para viver a pureza há, então, que estarmos em alerta o tempo todo, como nos recomendou o Senhor: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41).

Todos nós já pudemos comprovar como é fraca a natureza humana, enfraquecida pelo pecado original. Após o pecado de Adão não nos resta outro remédio: vigiar os nossos sentidos, pensamentos, olhares, gestos, palavras, atitudes, comportamentos, etc., e buscar na oração e nos sacramentos o remédio e o alimento para vencer a nossa

 

– Final de Copa do Mundo toda Rodada

Amigos, daqui a pouco estarei entrando em campo para mais uma rodada do futebol paulista. Estarei apitando o primeiro jogo da final do Campeonato Paulista de Seleções de Ligas Amadoras do Estado de São Paulo, uma espécie de Amador do Estado, promovido pela FPF. A partida terá transmissão pela Rede Vida, às 10:00h.

Para muitos, um jogo como este é como outro qualquer. Para o árbitro, nenhum jogo é como outro qualquer. Você pode apitar 99 partidas tirando nota 10, mas se na centésima você for mal, é a impressão daquele jogo que fica. Uma escala para semana seguinte depende da atuação do jogo anterior. Nâo tenham dúvida disso. É matar um leão por rodada!

Hoje terei um gostinho especial! Apitarei minha segunda final (em quase 700 jogos de carrreira). A primeira vez, foi pelo Campeonato Paulista de Masters, onde Guarani X Bragantino (diga-se: Careca, João Paulo, Edmar e Outros X o Massa Bruta de Luxemburgo do início dos anos 90) duelaram no Brinco de Ouro da Princesa. Não importa se o jogo é A1 ou Amador, temos que cumprir a escala e o fazemos com muito, muito gosto mesmo!

Também será minha primeira arbitragem desde que me tornei pai. Minha filha Marina, só com 19 dias, já disse que sentará no sofá, ficará com um cartãozinho amarelo numa mão e um apitinho na outra, e gritará na hora que eu entrar em campo: “Te amo, papai”! Meu coração, há 500 km de distância, certamente ouvirá!

Exatamente às 01h26, encerro esse post pedindo a sua torcida e sua oração para um bom jogo. Valeu pela força! E não posso bobear, se não chego atrasado ao estádio e a viagem é longa!

Hoje: 10h, Rede Vida.

Campeonato de Ligas do estado de São Paulo – FINAL

Seleção Tupaense X Seleção Prudentina.

Estádio Alonso Braga – Tupã.

Árbitro: Rafael Porcari

Torçam por mim!

– Como o Mercado de Celulares é dividido no Brasil

Pela ordem: Vivo, Claro, Tim, OI e BR Telecom são as principais operadoras no Brasil. Mas veja como a briga está bem disputada pelo mercado: (Há 5 anos, a Vivo era soberana, sendo que a Claro começava a se impor e a TIM mera coadjuvante).

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u537913.shtml

Brasil já tem 152,3 mi de celulares; Vivo e TIM perdem participação de mercado

LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília

O número de celulares no Brasil chegou a 152,36 milhões em fevereiro, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O total é 0,27% maior do que o registrado no mês anterior. Foram vendidos 415.909 aparelhos em fevereiro. Do total de celulares, 81,59% são pré-pagos e 18,41% pós-pagos.

A Vivo manteve a liderança com 29,80% (era 29,81% em janeiro). Em seguida está a Claro, com 25,84% (contra 25,73% no mês anterior), e a TIM, com 23,45% (era 24,06%). A Oi tem 16,60% e a Brasil Telecom 3,94%.

O Brasil em fevereiro tinha 79,94 celulares para cada 100 habitantes, 0,19% a mais do que em janeiro. O Distrito Federal é a unidade da federação com mais telefones móveis por morador, sendo 1,44 aparelho por habitante. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 98,37 celulares para cada 100 moradores.

– Gol Linhas Aéreas tem Prejuízo de 1,3 Bi

A crise econômica faz mais vítimas: a Gol teve prejuízo superior a 1 bilhão de reais. Motivos? A crise mundial é motivo para tudo, mas aí entram outros elementos: a compra da Varig, os processos judiciais em cima de Nenê Constantino e a concorrência acirrada com a chegara da Azul.

A seguir, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u538405.shtml

A Gol teve prejuízo líquido de R$ 1,3 bilhão e resultado operacional negativo de R$ 88 milhões em 2008, segundo a Folha apurou. Apesar disso, a companhia aérea informa ter revertido as perdas com a operação no último trimestre do ano, quando teve lucro operacional de R$ 54 milhões.

O prejuízo no quarto trimestre, no entanto, foi de R$ 680 milhões, causado sobretudo pela desvalorização cambial sobre a dívida da empresa e por perdas com operações financeiras de proteção a oscilações cambiais, ligadas a combustível de aviação. O prejuízo é apenas contábil e não reflete o resultado operacional, diz a Gol.

A crise chegou aos resultados das companhias aéreas no fim do ano sob dois aspectos: demanda mais fraca e dólar mais caro. Para evitar que os aviões decolem mais vazios neste ano, o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, afirmou nesta semana que as companhias deverão oferecer preços mais baixos. Ele admitiu que 2009 será um ano difícil para fechar as contas.

Nos últimos meses, o aspecto mais favorável para as empresas foi a queda no preço do petróleo. O combustível representa quase um terço dos custos de uma companhia aérea.

Este foi o primeiro trimestre de divulgação de resultados depois da fusão efetiva entre Gol e Varig. A reversão do resultado operacional foi encarada como positiva na empresa. A diretoria diz que não haverá demissões.

A companhia informou ainda que será feita uma capitalização da empresa de R$ 200 milhões, por meio de emissão privada de ações. Donos de 75% das ações, os controladores farão aporte proporcional e os minoritários entrarão com a diferença.

O objetivo da capitalização será fortalecer a estrutura de capital da companhia para fazer frente aos investimentos programados para 2009 e 2010.

A recuperação operacional no quarto trimestre já era esperada por analistas. “O resultado operacional mais forte no fim do ano reflete a queda do preço do petróleo, e a companhia se desfez de alguns contratos de “hedge” de petróleo, o que também ajuda. Além disso, ao longo do ano, a empresa mudou sua estratégia, unificou operações e revisou as rotas que pretende operar, o que aumentou a eficiência”, afirma Kelly Trentin, analista da SLW Corretora.

Para Paulo Bittencourt Sampaio, consultor em aviação, a empresa tem enfrentado dificuldades referentes à devolução de Boeings-767, além de contar com taxa de ocupação baixa nos voos internacionais.

– A Estatização da Unidade Venezuelana do Santander

E o hermano Hugo Chávez continua aprontando. Anunciou agora que irá estatizar o Banco de Venezuela, que é do Grupo Santander.

Democracia e livre mercado passam longe do nosso país vizinho.

Em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,chavez-diz-que-vai-estatizar-unidade-local-do-santander,341994,0.htm

Chávez diz que vai estatizar unidade local do Santander

 

NATHÁLIA FERREIRA – Agencia Estado

CARACAS – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse ontem que decidiu seguir adiante com a estatização do Banco de Venezuela, unidade do banco espanhol Santander, informou a agência de notícias EFE.

“Hoje, nós retomamos o assunto, eu anuncio a estatização do Banco de Venezuela para fortalecer o sistema bancário público nacional e estimular muito mais as políticas de desenvolvimento econômico e social”, afirmou Chávez, em discurso televisionado.

Chávez inicialmente disse que compraria a unidade do Santander antes do fim de 2008. Mas o declínio dos preços do petróleo e as contínuas turbulências nos mercados financeiros acabaram adiando o processo.

O Santander ainda não comentou o assunto. As informações são da Dow Jones.

– O Exemplo do Garoto Autista

Um exemplo de superação: Jovem autista americano é reintegrado pela sociedade através do esporte. Para quem não teve oportunidade de assistir tal matéria, veiculada pelo Jornal Nacional da Rede Globo nesta última quinta-feira, segue abaixo:

Para assistir o vídeo do garoto, clique  aqui

Para ler a matéria, segue:

EUA: jovem autista se destaca em jogo de basquete

Nick Touma jogou alguns minutos, tempo suficiente para acertar um arremesso de longe e emocionar a mãe dele, que registriou o momento.

Uma história que parece um sonho de criança. O menino chamado Nick foi reprovado no teste para o time de basquete da escola. Não é um craque. Mas os colegas tiveram a ideia de convidá-lo para jogar só o primeiro minutinho de uma partida.Ele aceitou o convite, entrou em quadra e tentou a cesta, mas errou. Acontece que o time dele conseguiu abrir uma vantagem grande sobre o adversário. Aí, Nick Touma ganhou a chance de jogar mais um pouquinho e fez bonito para a emoção da mãe dele.

Lembra até a história de sonho de outro americaninho, em 2006. Jason acertou seis arremessos de três pontos em sequência e fez o time ganhar o jogo de virada em quatro minutos. Foi recebido até pelo presidente naquela época.

Além dos arremessos precisos de longe, o que Jason tem em comum com Nick é o fato de ambos serem autistas.

O autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade de comunicação e de relacionamento com a família e com os amigos, mas são muitos os mistérios do cérebro humano e os do coração também.

 

– Um Hermafrodita no Esporte

É polêmica pura, sabemos. Algumas pessoas acabam nascendo com os dois órgãos genitais, e, até por necessidade, precisam definir o sexo para a sociedade.

Alguns casos impressionam. Por exemplo, da tenista Sarah Gronert, que nasceu hermafrodita e optou pelo sexo feminino. Como atleta, sente a desconfiança de suas colegas de atividade.

Podemos levar esse caso a outras searas. No mundo organizacional, haveria problemas? Claro que sim. No futebol, então… “Vixi”……

Abaixo, extraído de: http://esportes.terra.com.br/tenis/interna/0,,OI3647147-EI1867,00-Hermafrodita+causa+polemica+no+mundo+do+tenis.html

Hermafrodita causa polêmica no mundo do tênis

A tenista alemã Sarah Gronert (619ª do ranking mundial), 22 anos, levantou uma polêmica no circuito do tênis feminino. Ela nasceu com órgãos genitais feminino e masculino, mas decidiu jogar o circuito feminino, o que levou tenistas e treinadores a questionar sobre uma possível proibição para Gronert disputar torneios da WTA. Os comentários são de que Sarah tem um saque muito forte, mais característico para o tênis masculino. Em 2006, ela esteve prestes a abandonar o tênis devido ao questionamento se deveria jogar entre homens ou mulheres, até passar por uma intervenção cirúrgica e ser legalmente e clinicamente uma mulher, com autorização da WTA para jogar.

Nesta temporada, a alemã venceu os torneios de Raanana (ISR) e Kaarst (ALE), o que faz os analistas acreditarem que Gronert pode chegar entre as 50 melhores tenistas do mundo.

“Quando ouvi a sua história, eu estava em choque. Não sei se é justo que ela possa competir ou não. Ela tem uma vantagem, mas se é isso que a WTA decidiu, eles provavelmente sabem o melhor. Se ela começa a tocar continuamente, dentro de seis meses ela será dentro do Top 50”, afirma Tzoref Schlomo, treinador da israelense Julia Glushko (325ª).

A tenista sofre com o preconceito de torcedores. “Isto não é uma mulher, é um homem. Ela não tem a força e nem a técnica de uma mulher. Saca como um homem. Isto é muito estranho”, relata Schlomo.
 

Lancepress!

– Fidelidade Partidária, e o Entra e Sai de Bigardi

Entra. Sai. Entra e Sai. Agora, enfim, entra!

Parece conversa de louco, mas é a atual situação do candidato a prefeito de Jundiaí nas últimas eleições, Pedro Bigardi, que embora tenha perdido as eleições municipais (em outra polêmica que envolveu o candidato Miguel Haddad, cuja candidatura era impugnada e liberada), quase assumiu uma cadeira no Legislativo por ser suplente.

Acontece que Bigardi era do PT e migrou para o PPS. Como suplente, ficou uma pendenga de quem teria a vaga: o candidato ou o partido. O TRE (Tribunal Regional Eleitoral de SP) confirmou Bigardi, depois o proibiu, alegando que a vaga era do partido. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deu um parecer favorável, não acolhido pelo TRE. Agora, em decisão final, o TSE definiu e ordenou a vaga para Bigardi, bem como sua posse.

Tomara que assuma prá valer! Afinal, Jundiaí carece de um deputado estadual urgente! (E de um Federal também…)

A propósito, a tal da “fidelidade partidária” é cada vez mais polêmica. O Jornal de Jundiaí, em sua última edição, trouxe uma belíssima matéria.

Extraído de: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=74465

Dos 258.547 eleitores de Jundiaí, apenas 14.036 têm filiação a partidos políticos na cidade.  Ou seja, 5,43% das pessoas aptas a votar no município nas eleições estão vinculadas a alguma legenda.

Mas, se em princípio o índice parece baixo, na prática ele é ainda menor, segundo o cientista político da Unicamp (Universidade de Campinas), Valeriano Costa. “Os mais de 14 mil não correspondem aos verdadeiros participantes da vida política na cidade. Está superestimado. Os participantes devem estar em  torno de 1% ou menos”, analisa. “Na realidade geral, os filiados só participam da política nas eleições.”

Das 24 siglas registradas nas duas zonas eleitorais da cidade, 18 apoiaram a candidatura majoritária do PSDB. Outras seis fizeram oposição aos tucanos. As estatísticas podem explicar a vitória no primeiro turno e a predominância do partido no poder da cidade há quase 20 anos. Mesmo não sendo a legenda com maior número de cadastrados (1.781), o PSDB consegue reunir militâncias e candidatos a vereador em partidos menores. A massa de filiados situacionistas chegou a 83,83% no pleito de 2008.

A ocorrência dos chamados ´partidos de aluguel´, no entanto, pode se tornar negativa para Jundiaí, segundo o cientista. “É ruim à medida que as legendas deixem de expressar interesses de parte da sociedade para refletir o interesse de pequenos grupos que controlam os partidos”, alerta.

Já o PT, por exemplo, com 1.976 filiados (o segundo maior) não fez coligações no pleito do ano passado e, sozinho, acabou na terceira colocação com o então candidato a prefeito Gerson Sartori. “Por isso defendo a reforma política urgente. Porque o eleitor acha que está votando na pessoa, mas está votando na coligação”, defende Sartori, que é vice-presidente do PT local. Segundo o especialista da Unicamp, é normal o fato do número de filiados ser maior nos partidos com vínculo ao governo. “Essa é uma tendência da sazonalidade de filiação.” 

PTB no topo – O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) aparece em primeiro lugar no ranking dos partidos com mais filiados em Jundiaí. Para o presidente da sigla, Ari Castro Nunes Filho, os 2.037 registros são fruto de trabalho e agilidade na captação dos nomes. “Em todas as eleições eu busco novas pessoas e isso surte efeito. Para o novo recadastramento vamos levar mais fichas ainda para reforçar”, enfatiza o dirigente.
Mais que o número, Ari Castro analisa a importância da participação interna do partido na vida política da cidade. “O PTB faz apenas três ou quatro reuniões no ano. Mas, sempre estão presentes pelo menos 500 pessoas.”

Com dois vereadores na Câmara (Enivaldo de Freitas, o Val, parlamentar mais votado na cidade, e Marcelo Gastaldo), a sigla foi uma das que mais puxou votos para a coligação majoritária tucana no ano passado. “Nunca fizemos menos que 20 mil votos na cidade”, ressalta. 

THIAGO GODINHO

– CBF realiza Curso para Árbitros, Médicos e Treinadores

Aos amigos que gostam e militam no futebol, algumas boas novidades!

A CBF, através da Escola Brasileira de Futebol (portanto, são cursos oficiais com a chancela da Confederação), realizará atividades oficiais visando a formação e aprimoramento de Árbitros de Futebol, Médicos para a área do Futebol e Treinadores.

Abaixo, extraído da EBF e enviado pelo presidente da CA-CBF, Sérgio Corrêa da Silva:

 

CURSO FIFA/CBF/EBF PARA ÁRBITROS DE ELITE

Por uma iniciativa do Presidente Ricardo Terra Teixeira, a CBF e a EBF realizarão o Curso FIFA/CBF/EBF para Árbitros de Elite, sob coordenação da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF. O curso será organizado entre os dias 1 a 3 de abril de 2009, no Centro de Treinamento Heleno Nunes (Granja Comary), em Teresópolis-RJ.Foram convidados árbitros de diversas regiões do país. O curso tem como principais objetivos: continuidade do curso internacional promovido em 2008 junto a Federação Inglesa de Futebol, estabelecer novos padrões e procedimentos de acordo com orientações do FIFA, promover o encontro e troca de experiências entre os árbitros e árbitros assistentes de todo o Brasil.

O Curso FIFA/CBF/EBF contará com a presença de instrutores internacionais FIFA e membros da Comissão de Ensino CBF/EBF.

http://www.ebfnet.com.br/port/img/spacer.gif

 

CURSO AVANÇADO DE MEDICINA DO FUTEBOL CBF/EBF

Através de mais uma iniciativa do Presidente Ricardo Terra Teixeira, a CBF e a EBF realizarão o Curso Avançado de Medicina do Futebol, sob coordenação do médico da Seleção Brasileira, Dr. José Luis Runco. O curso será organizado entre os dias 4 e 5 de abril de 2009, no Centro de Treinamento Heleno Nunes (Granja Comary), em Teresópolis-RJ.Estão convidados todos os médicos dos 40 clubes participantes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro 2009, que tem até o dia 20 de março para confirmar sua presença.

O curso tem como principais objetivos: estabelecer novos padrões e procedimentos de acordo com orientações do FIFA F- MARC, promover o encontro e troca de experiências entre os profissionais de todo o Brasil.

O Curso Avançado de Medicina do Futebol CBF/EBF contará com a presença de dois convidados internacionais: um representante da FIFA F-MARC e também do Dr. Gustavo Liotta, do Club Atlético Boca Juniors – ARG.

Além do curso, no dia 5 de abril, será fundada a Associação Brasileira de Médicos do Futebol.

Para mais informações a respeito do FIFA F-MARC, Clique aqui

 

 

LICENÇA OFICIAL PARA TREINADORES

A CBF, a Escola Brasileira de Futebol (EBF) e a PUC Minas formalizaram nesta quarta-feira o Acordo de Cooperação Mútua para qualificação dos profissionais do futebol brasileiro.Na cerimônia de assinatura, feita na sede da CBF, estavam presentes o presidente Ricardo Teixeira, o secretário-geral da CBF e coordenador da EBF, Marco Antônio Teixeira, o gerente da EBF, João Gomide, o representante do reitor da PUC, Osvaldo Torres, e o coordenador do convênio, Daniel Marangon, também da PUC.

O acordo é pioneiro no país, o passo inicial que possibilitará a qualificação de todos as categorias de profissionais envolvidos no futebol brasileiro através de cursos formais, chancelados pela CBF, e com proposta pedagógica a cargo da PUC Minas.

O primeiro desses cursos formais será o de Qualificação de Treinadores do Futebol Brasileiro (Curso Oficial para Treinadores) que será realizado em 2009, na Granja Comary, em Teresópolis, em data a ser oportunamente divulgada.

INFORMAÇÕES : Site CBF

 

– A Volks volta s ser a número 1 em carros no Brasil

Depois de 7 longos anos, a Volkswagen do Brasil voltou a ser líder no mercado automobílístico brasileiro. A empresa nesse período, curiosamente, ganhou o posto histórico da Mercedes-Bens na venda de caminhões, e perdeu o seu próprio posto histórico na venda de carros, ora para a GM, ora para a FIAT.

Veja as ações empresariais que culminaram na retomada da Volks no país (além do erro da FIAT):

(extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0939/negocios/volks-desencantou-428839.html)

A Volks desencantou?

Depois de sete anos longe da liderança do mercado, a Volkswagen conseguiu ultrapassar a Fiat no mês de fevereiro – a questão agora é saber se a posição se sustenta ou se foi apenas um sonho de verão

Por Carolina Meyer | 19.03.2009 | 18h06

Parte da explicação para a arrancada da Volks neste início de ano pode ser creditada a um erro de cálculo da Fiat, sua maior concorrente no país. Diante da queda nas vendas em decorrência da crise, a Fiat diminuiu o ritmo da produção da fábrica em Betim em quase 30% – a maior desaceleração entre as grandes montadoras instaladas no país. Mesmo após o anúncio da redução do IPI, em janeiro, o ritmo de produção permaneceu praticamente inalterado, medida que visava proteger o caixa. Quando a maré virou, em fevereiro, e o mercado começou a dar sinais de recuperação, a montadora ficou sem estoque para seus principais modelos, o que derrubou as vendas. Para complicar, a General Motors deflagrou no início do ano uma campanha de incentivo à venda do Celta, oferecendo bônus de até 1 400 reais na compra do modelo. Com isso, a GM conseguiu atrair potenciais clientes da Fiat. “A Fiat subestimou o efeito da redução do imposto”, afirma o dono de uma concessionária. “Sem carros no estoque, acabamos perdendo vendas para a GM e a Volks.”

Apesar de ter um peso importante, não foi apenas o escorregão da Fiat que devolveu a liderança à Volkswagen. A empresa também teve seu trunfo: o novo Gol, carro de maior sucesso da história da montadora. Relançado com estardalhaço em junho do ano passado, o Gol passou praticamente incólume pelo período de maior turbulência do mercado. Entre os meses de outubro e dezembro, fase mais aguda da crise, as vendas do modelo caíram pouco mais de 10%, ao passo que o setor como um todo sofreu uma retração de mais de 35%. “A Volkswagen estava com o carro certo na hora certa”, afirma Corrado Capellano, da consultoria Creating Value. Neste ano, mesmo com o crédito mais restrito, foram vendidas quase 39 000 unidades do novo Gol, 65% mais que o Palio, segundo colocado no mercado. E o Voyage, um modelo sedã derivado do Gol, apesar de ter sido lançado em meio à tormenta, em outubro, já conta com uma fila de espera de aproximadamente 20 dias.

Embora pareça repentina, a escalada da Volkswagen rumo ao topo do ranking é resultado de um amplo processo de reestruturação, iniciado pela companhia em 2003. Naquela época, o então presidente da empresa, Hans-Christian Maergner, chegou a anunciar o fechamento da fábrica em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, como forma de estancar os crescentes prejuízos registrados pela montadora – mas voltou atrás diante da chiadeira de sindicalistas e do governo. Mesmo assim, Maergner realizou um profundo corte de custos na pesada estrutura da montadora. Mais de 6 000 postos de trabalho foram eliminados, a maioria por meio de programas de demissão voluntária. Linhas de produção antigas foram modernizadas e, após retomar a vice-liderança de mercado, Maergner recebeu sinal verde da matriz para dar início ao desenvolvimento do novo Gol. “Sem tais providências, é pouco provável que a Volkswagen tivesse conseguido surfar a onda do setor automotivo nos anos seguintes”, afirma um ex-executivo da montadora.

Com a casa em ordem, o atual presidente da Volks, Thomas Schmall, que assumiu o posto em 2007, pôde se dedicar ao lançamento de novos carros – e tirar proveito de um mercado em franca expansão. Nesse mesmo ano, depois de lançar novas versões de Fox, Golf, Bora e Saveiro, a montadora registrou o maior crescimento em vendas do setor: cerca de 30%. Foi dessa forma que a Volkswagen firmou-se na segunda posição do ranking e conseguiu registrar o primeiro lucro depois de nove anos no vermelho. O teste mais duro, porém, veio em 2008. Receoso de que a Volks pudesse perder participação de mercado por não contar com um grande lançamento no ano, Schmall decidiu antecipar em cinco meses a apresentação do novo Gol, prevista inicialmente para o mês de novembro. Para isso, não poupou dinheiro. Segundo executivos próximos à companhia, só o evento de lançamento, para o qual foi erguida uma arena com capacidade para 10 000 pessoas, teria custado cerca de 30 milhões de reais. (Schmall afirma ter desembolsado apenas um terço disso.) “Modificar um carro da importância do Gol envolve um risco enorme”, diz Flávio Padovan, vice-presidente de marketing da Volkswagen. “O tiro tinha de ser certeiro.” Tamanha pompa, contudo, acabou gerando desconforto entre os executivos da matriz, habituados à austeridade da era Maergner. A situação só foi contornada recentemente, depois de a estratégia ter se confirmado vencedora. A linha Gol responde hoje por 50% do faturamento da montadora e detém, sozinha, 13,5% do mercado.

Na luta para manter a liderança e, dessa forma, aumentar seu prestígio na matriz, Thomas Schmall terá de ultrapassar alguns obstáculos. O principal – e mais difícil – será a resposta da concorrência. Passado o susto do início do ano, a Fiat decidiu voltar à carga e acelerar o ritmo de produção, passando de 2 200 para 2 600 carros por dia, um aumento de quase 20% em relação ao mês de dezembro. A companhia italiana lançou em janeiro uma nova versão do Palio, seu maior sucesso de vendas, e, além disso, estuda antecipar em alguns meses o lançamento do novo Uno, um projeto totalmente novo desenvolvido em parceria com a matriz na Itália (a Fiat não comenta o assunto). A Volkswagen, por sua vez, apesar de contar com uma série de novidades para 2009, só deverá lançar dois modelos capazes de fazer a diferença em termos de volume: a nova versão do Fox, prevista para setembro, e a picape do Gol, que nasce com a ambição de tomar da Fiat o posto de líder absoluta nesse segmento. O sucesso desses lançamentos é que vai determinar se a estratégia traçada por Schmall para alçar a Volks à liderança deu o resultado esperado – ou se tudo não passou de um sonho de verão.

– Ruim para o Mengão, ruim para o Viagra

O CR Flamengo-RJ, que possui o título de “maior torcida do Brasil”, também acumula o indesejado posto de “maior devedor do país”. E a situação parece estar cada vez pior.

Há tempos, se questiona sobre o milionário contrato de patrocínio da Petrobrás no Flamengo. Isso porque uma estatal não pode ter como parceiro alguma entidade que esteja em débito com a União. E o clube carioca é um dos (se não for o maior) devedores de INSS no Brasil.

Sem dinheiro em caixa, e às vésperas da Petrobrás retirar seu patrocínio, surgiu um interessante e desejado patrocinador: o laboratório Pfizer, fabricante do Viagra.

O grupo farmacêutico americano vai ver neste ano o lançamento (pelo final da carência de sua patente no Brasil) do medicamento genérico do seu produto, onde inúmeros outros laboratórios produzirão tal princípio ativo e com o custo, segundo alguns, de 50% da marca “Viagra”.

Entretanto, devido à legislação americana, não será possível tal patrocínio. Abaixo, a explicação, extraída de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL1050893-9865,00-LEGISLACAO+AMERICANA+IMPEDE+QUE+VIAGRA+PATROCINE+O+FLA+SEGUNDO+COLUNISTA.html

Legislação americana impede que Viagra patrocine o Fla, segundo colunista

De acordo com Renato Mauricio Prado, acordo só não ocorreu pela proibição nos EUA de laboratórios fazerem publicidade de remédios

Nem adianta dizer que isso nunca aconteceu antes. Atolado em dívidas e sem perspectiva de conseguir a renovação do contrato de patrocínio com a Petrobras, o Flamengo procurou o desafogo com o laboratório americano Pfizer que fabrica o Viagra, remédio contra disfunção erétil, para levantar dinheiro com patrocínio e o astral do clube. Em vão.

 Segundo a coluna de Renato Mauricio Prado, publicada na edição desta sexta-feira do jornal “O Globo”, a alegria durou pouco apesar do grande interesse da filial da empresa no Brasil. Isso porque a legislação dos Estados Unidos não permite laboratórios de fazerem publicidade de remédios. Assim, caiu por terra a tentativa de se ver a marca das famosas pílulas azuis estampada na consagrada camisa do Flamengo, chamada pela sua torcida de manto sagrado.

– Uma agência de Notícias de Paz contra a Guerra. Será que resolve?

Vejo uma interessante nota sobre a Agência de Notícias Italiana “Pressenza”, que em seus noticiários não dará mais notícias sobre Guerra ou qualquer outra informação que possa promover a Violência.

Tal iniciativa é diferente, mas… para uma agência de informação, não é mal jornalismo? O propósito é ótimo, mas, de repente, desconsiderar os acontecimentos ruins e infortúnios não é veladamente fazer apologia de que tudo está bem, enquanto não está?

Veja o noticiário atual. Se você se prender a Jundiaí, verá o caso da Prostituta que agrediu a babá e tentou matar o bebê de 1 ano; verá os roubos de carro incessantes na cidade; também a corrupção política que nos cerca… Se tais assuntos não forem divulgados, as autoridades e os cidadãos poderão lutar para o fim de tais injustiças e da própria violência?

Enfim, a ideia do noticiário otimista é simpática, mas não resolve o problema da violência e nem colabora para ações práticas para tal resolução.

Extraído de: http://diario.iol.pt/tecnologia/pressenza-agencias-tvi24-tecnologia/1049421-4069.html

A agência noticiosa «Pressenza» nasce para dar cobertura a todas as noticias que se centrem no combate à violência e na luta pela paz.

 Surgiu em Itália em torno da «Marcha Mundial para a Paz e Não Violência» e conta com a colaboração de personalidades como o português José Saramago, o músico Juanes, o político Michelle Bachellet, o desportista Pedro Delgado e o actor Viggo Mortensen. À causa ainda aderiram os prémio Nobel Desmond Tutu e Dalai Lama, noticia o «20minutos».

A agência pretende criar uma nova consciência de sensibilidade mundial para a causa da paz. A «Mundo sem Guerra», organização não governamental (ONG) que deu origem a este projecto, acredita que «a violência é uma etapa da pré-história da humanidade que acabará por ser superada».

A «Pressenza» vai disponibilizar de forma gratuita, em todos os formatos e para todo mundo, notícias, reportagens e entrevistas sobre a evolução da «Marcha Mundial Pela Paz e Não Violência».

– Como um ídolo se altera no futebol

Para os torcedores do Palmeiras (e também segundo o jornalista Mauro Betting, em seu livro: os 10 maiores ídolos palmeirenses), o ex-jogador Evair, centroavante da Seleção Brasileira, é um ídolo incontestável.

Entretanto, como treinador, o ex-goleador fez “um gol-contra”. Xingou o árbitro e foi punido por 60 dias de suspensão. Sabe o que ele disse?

Abaixo, extraído de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Campeonato_Goiano/0,,MUL1048331-15017,00-TECNICO+DO+CRAC+ESTA+FORA+POR+DIAS.html

 

Técnico do Crac está fora por 60 dias

Evair Paulino foi julgado por expulsão na partida contra o Santa Helena

O Popular Goiânia

Perto de conseguir uma vaga nas semifinais do Campeonato Goiano

, o Crac, que está na liderança do Grupo A, com 22 pontos, teve uma noite tensa no Tribunal de Justiça Desportiva de Goiás (TJD/GO) na última terça-feira, dia 17 de março. E no fim da sessão, que teve início às 19h, o resultado não foi nada agradável para o clube. Julgado por sua expulsão contra o Santa Helena, o técnico Evair Paulino – ele mesmo, o ex-atacante e ídolo da torcida palmeirense – foi punido com 60 dias de suspensão, por maioria de votos, conforme decisão da Primeira Comissão Disciplinar.O agora treinador respondeu aos artigos 187 II (Ofender moralmente; árbitro ou auxiliar em função) e 188 (Manifestar-se de forma desrespeitosa, ou ofensiva, contra membros do Conselho Nacional de Esporte (CNE); dos poderes das entidades desportivas ou da Justiça Desportiva, e contra árbitro ou auxiliar em razão de suas atribuições, ou ameaçá-los), ambos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Nos dois, a punição varia de 30 a 180 dias, e Evair pegou a pena mínima em cada um deles.

 

 

De acordo com relato do árbitro Elmo Alves Resende na súmula da partida contra o Santa Helena, durante cobrança de um tiro de meta da equipe adversária, Evair Paulino disse as seguintes palavras em tom bastante elevado: “Elmo! Tá ajeitando até tiro de meta pra eles, ta discarado hein!”. O documento informa ainda que, após sua exclusão, o técnico proferiu uma série de palavrões e xingamentos destinados ao juiz e ao quarto árbitro.

– A péssima qualidade dos livros didáticos da rede estadual

Que os livros didáticos da Rede Estadual de Ensino possuem inúmeros defeitos, infelizmente isso é sabido. Mas que em pleno século XXI ocorram falhas de impressão que passem desapercebidas pelos revisores, já não é mais aceitável.

Me recordo do meu tempo de estudante, onde não existia mais a Thecoslováquia, mas sim a “República Theca e a República da Eslováquia”, e nosso livro trazia “República Tcheca e Lituânia” (que no final da década de Oitenta havia participado do movimento separatista da URSS com Letônia, Geórgia e outras). Fora os livros de História que acabavam rotulando os presidentes por sua atuação política ao gosto do autor. No meu tempo de adolescente, aprendi que Getúlio Vargas era o grande presidente “pai-dos-pobres” (e no entanto era o culpado pela Revolução Paulista Constitucionalista), que Quércia seria o maior governador de todos os tempos (aulas dadas por uma professora de Estudos Sociais) e que a ditadura foi necessária para evitar o Comunismo eminente.

Dito isso, veja só: os alunos de SP receberam livros de Geografia com erros: neles, o Uruguai está na divisa do MT, e a antiga província Cisplatina está na divisa do RS com o nome de Paraguai:

A matéria está em http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/03/17/secretaria-de-educacao-de-sp-vai-trocar-500-mil-livros-com-mapa-errado-enviados-as-escolas-754871534.asp.

Em nota, a Fundação Vanzolini diz que a editora arcará com a retirada dos 500 mil exemplares do livro publicado e a nova impressão.

– O Imediatismo é o Avesso da Esperança

Em tempos em que o “agora” se faz presente, “o querer urgente” acaba surrupiando a paciência e deturpa os limites da tolerância. É necessario ter esperança sempre e contra qualquer imediatismo.

Compartilho belo texto intitulado: “O imediatismo é o avesso da esperança”, de Sandro Arquejada.

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11294

 

Se não houvesse a crença de que a espera vale a pena, o ser humano desfaleceria no sentimento de vazio interior.

Sem esperança a vida perde o significado. Acreditar no que ainda não se tem, não se vê, não se toca, é imprescindível, pois o coração sente a existência do que é invisível e recusa toda não-verdade a respeito dos dons e talentos que Deus concedeu, identifica a proximidade do algo bom que está por vir e a sensibilidade alerta que está presente o objeto da busca tão prolongada e de tantas preces.

Não desista, vá em frente, acredite no que Deus quer fazer em você! Uma pessoa inflamada pela esperança vence o mundo e chega aonde todos achavam que seria impossível.

Só uma coisa pode deter esse ser humano: O imediatismo. Querer tudo de forma imediatista é falta de amor a si próprio e uma violência com o próximo, pois não admite o estar em construção, interrompe processos de gestação e de reparos.

Mostramo-nos imediatistas no trânsito, ao aguardar o elevador, em filas, com o atendente que parece estar ocupado; desde pequenas coisas do dia até as maiores.

Neste mundo moderno, que nos educa a querer ter resultados simultâneos às nossas vontades, muitos acreditam somente no que é palpável, visível e provável. A fé perde terreno e o que passa a valer é o que o homem consegue entender. As alegrias verdadeiras perdem o valor e dão lugar às sensações do momento. Enquanto a esperança nos ensina que tudo o que vem de um processo é mais durável e perfeito e que toda gestação prepara quem gesta e quem nasce.

Esperança se faz de luta, garra e perseverança.

A esperança nos prepara para ver Deus. Não O vemos, não O tocamos, mas a presença d’Ele é sentida. Ele está aqui, está aí, vê as lágrimas e as dores, trabalha do nosso lado, somente espera estarmos prontos para nos agraciar com o que Ele tem de melhor. O Senhor tem esperança em você!

Qual a sua esperança? Qual o sentido da sua vida? Pelo que você luta hoje? Seja qual for a resposta, uma coisa é certa: é tempo de se despir de todo apelo à urgência e esperar no Senhor.

Deus o Abençoe!

– A Inspiração de Thoreau para uma Vida Saudável

Henry David Thoreau (1817-1862), um escritor americano considerado inspirador do estilo “slow city” e também influenciador dos “hippies”, tem estado em alta ultimamente.
O citado americano abandonou a sua vida frenética para viver em uma floresta em Walden, Massachuttes. E escreveu sobre a necessidade de se viver de maneira mais simples.
Uma das suas frase de efeito: “ Um homem é rico na proporção do número de coisas das quais pode prescindir”.
Não vou me alongar sobre a obra de Thoreau (ela está reproduzida na Revista Época, ed 555, de 05/01/2009, pg 38-42). Mas quero tratar de algo importante: “Do que Precisamos para Viver?”
Muitas vezes, somos reféns de coisas que, se não são, tornam-se necessárias pela nossa própria vontade: emails, celulares, computador… Outros, são escravos da moda, das grifes e de etiquetas. Há ainda a escravidão por rituais, por compromissos sociais e outras dependências.
Talvez a maior prisão dos dias atuais seja resumida em um só objeto: o relógio!
Pare e analise: há quanto tempo você não passa um dia inteiro sem se preocupar com horários? Hora de levantar, de dormir, de comer, de ver Tv, de estudar, de trabalhar… Até hora para se divertir!
E isso desperta outro instinto: o do consumismo. Pior: o da compulsão pelo consumo! Compramos sem necessidade, compramos por gosto, por doença, por necessidade criada por ninguém-sabe-quem. A atribulação cotidiana faz com que nos “presenteemos” por compensação do fato de sermos reféns de tantos compromissos.
Como seria bom se pudéssemos viver do básico. Invejo àqueles que podem viver de maneira autossustentável, no isolamento do campo ou na simplicidade do modo de vida.
Parei e pensei: Para viver feliz, de quais bens materiais e quais bens atemporais precisaria?
Seriam poucos.
Pouquíssimos.
Neles, se encontram a família, a e a saúde
.
Mas a outra questão é: como sobreviver num mundo tão capitalista?
Vale outra reflexão…