– A Queda da General Motors

Símbolo incontestável da indústria automobilística dos últimos anos, tornando-se a maior do mundo, a GM, salvando-se da crise, será provavelmente a 10a. do ranking, segundo especialistas.

Há décadas brigando com a Ford pelo reconhecimento de patrimônio maior da indústria americana, seu fundador, Alfred Sloan, que mais tarde foi louvado pelo guru em Administração Peter Drucker, jamais ousara pensar em tamanha dificuldade.

Extraído de: http://portalexame.abril.uol.com.br/negocios/gm-sera-apenas-decima-maior-montadora-450180.html

“A GM será apenas a décima maior montadora”

Dan Neil, badalado crítico do setor automotivo do jornal “Los Angeles Times”, aponta os erros das montadoras americanas e afirma que os carros chineses não são uma ameaça, exceto por sua falta de qualidade

 

Por Tiago Maranhão

Divertido, sarcástico e muito polêmico, o jornalista americano Dan Neil conversou com EXAME por telefone, de sua mesa na redação do jornal “Los Angeles Times”, na Califórnia, e compartilhou um pouco de sua visão sobre a atual crise que atravessa o setor automotivo, em particular nos Estados Unidos, onde a (ainda) gigante General Motors e a combalida Chrysler lutam pela sobrevivência, lidam com a perspectiva de entrar em processo de concordata e agora dividem o mercado com montadoras chinesas e indianas.

Neil apontou as falhas de gestão da GM, mas acredita que marcas como Chevrolet e Cadillac vão sobreviver. “Os Estados Unidos nunca mais vão ter a maior montadora do mundo, mas ainda vão ter um espaço de destaque”.

Em 1994, Dan Neil deixou muitos colegas de nariz torcido ao receber o Prêmio Pulitzer, glória máxima do jornalismo nos Estados Unidos, por suas resenhas sobre lançamentos de carros. Além de 10 000 dólares, Neil ganhou a inveja dos críticos de ópera, literatura, cinema e outras artes refinadas. “Carros são apenas utensílios, assim como os de cozinha”, disse à época John Simon, crítico de teatro da New York Magazine. “Escrever sobre carros não é crítica, é reportagem”, continuou.

Antes disso, Neil, que construiu sua carreira no The New York Times, chegou a ficar desempregado após publicar o artigo intitulado “Relações Extraconjugais na Caçamba de um Ford”. Leia a seguir um pouco das opiniões do que o conselho do Pulitzer chamou de um jornalista “com críticas de estilo inconfundível, que transborda conhecimento técnico com um humor inabalável”.

EXAME – É correto afirmar que está se desenhando uma nova ordem mundial da indústria automotiva?

Neil – Sem dúvida. Os Estados Unidos sempre foram o centro mundial dessa indústria, que agora ficou multipolarizada. Era apenas inevitável que as imensas General Motors e Ford começassem a dividir espaço com a concorrência.

EXAME – Qual o tamanho do impacto da General Motors?

Neil – Por sete décadas seguidas a GM foi a maior do mundo, daqui dez anos ela será apenas a décima maior.

EXAME – Onde foi que a GM errou?

Neil – Foi uma série de pequenos erros. A começar com as seguidas concessões aos sindicados, depois vieram os investimentos em novos projetos, como em carros elétricos, que acabaram abandonados na hora do lançamento, e a GM teria saído na frente nessa corrida. Outro grande erro ocorreu em 1999, quando (o presidente afastado por Barack Obama no final de março) Rick Wagoner decidiu apoiar a eleição do (republicano George W.) Bush ao invés do (democrata) Al Gore, que iria investir num plano de saúde público, o que iria aliviar demais os encargos trabalhistas da GM e talvez a empresa não se encontrasse hoje em tantas dificuldades.

EXAME – A GM e a Chrysler conseguirão se reerguer se passarem por processos de concordata, no Chapter 11 do Código de Falência?

Neil – A Chrysler tem menos chances, corre sério risco de liquidação caso o acordo com a Fiat não aconteça. Mas a GM tem tudo para se reerguer novamente. Muito menor, é claro, mas vai sobreviver com a Chevrolet e o Cadillac. Marcas menores da empresa, como Saturn, tendem a desaparecer. Vai funcionar, mas com muito sangue derramado pelo caminho.

EXAME – Como funcionará a separação dessas marcas, a chamada “Boa GM” e a “GM Ruim”?

Neil – A “Boa GM” continuará sendo gerida de Detroit, continuará sendo uma companhia de capital aberto, mas terá que prestar contas ao governo, cada passo será acompanhado de perto pelo governo. A GM estava grande demais, com obrigações trabalhistas pesadas demais e os carros não estavam vendendo bem, porque não eram aquilo que os consumidores queriam. Por outro lado, a GM está indo muito bem em mercados emergentes como o Brasil e a China. Ou seja, existe essa GM improdutiva, que não dá lucro e carrega encargos pesadíssimos. Mas por outro lado a GM estava indo no caminho certo, mas não com a velocidade necessária que o momento do mercado exigia e exige cada vez mais.

EXAME – E a GM Ruim?

Neil – A GM Ruim vai ter muita dificuldade em encontrar alguém para financiar a empresa. Algumas de suas marcas serão compradas e essas marcas vão permanecer. Mas outras serão liquidadas, o que vai aliviar a GM.

EXAME – Como o senhor vê o avanço das marcas chinesas?

Neil – Eu não tenho medo do avanço das montadoras chinesas, essa é a regra do mercado. Mas existe um grande problema aí ao qual ninguém está se atentando. As linhas de montagem chinesas não atendem aos padrões de qualidade americanos ou europeus. Se há um problema na linha de produção, o gerente vai deixar passar porque ele não é incentivado a corrigir problemas, a função dele é apenas cumprir cotas. Sem democracia é impossível que a China consiga corrigir essas questões, o que é uma pena.

EXAME – O que o senhor dirige?

Neil – Tenho um carro de família que é uma minivan japonesa, da Honda. Mas o meu carro mesmo é um MGA 1960 que eu cuido com todo o carinho. Procure aí uma foto dele, porque é lindo.

EXAME – E sobre o que será o seu próximo artigo?

Neil – Estou escrevendo agora sobre o novo Chevy Camaro. Eu confesso que estava pronto para fazer uma crítica cheia de ironias e sarcasmo, mas a verdade é que é um carro lindo e delicioso de se dirigir. Se esse for o último esportivo fabricado na história da General Motors, a montadora pode sentir orgulho de ter fechado as portas com um belo carro. 

– Assembleia Legislativa de MT dá exemplo ao futebol nacional

Uma crítica comum ao mundo do futebol é a alienação de alguns atletas. Claro, a justificativa virá por parte de muitos, pelo fato de que os atletas de ponta ficam milionários sem ter estrutura emocional, familiar nem educacional (embora, segundo a própria CBF, em dissertação de Mestrado desse autor que vos escreve, 92% dos atletas de futebol profissional ganham até 3 Salários Mínimos). Mas o problema é maior: como estudar e treinar?

Algumas iniciativas esporádicas acontecem por aí: em Jundiaí, até o ano passado (permita-me a ignorância em desconhecer a situação atual), o Paulista FC obrigava seus atletas da categoria de base a estudarem. O Vasco da Gama, segundo matéria de Heitor Mário Freddo no Blog “Imprensa Marrom & Cia” (clique no link para ir à matéria), era um exemplo típico de responsabilidade social no esporte. Também o São Paulo FC o faz no seu CCT de Cotia.

Digo isso pois ouvi na Rádio Globo, no programa “Globo Esportivo”, a promessa santista Neymar dizendo ‘Tive que parar de estudar para tentar o sonho de ser jogador de futebol’. Ora, “teve” que parar? Será que o Santos FC não permitira conciliação? Ou, de repente, a desistência dos estudos seja uma acomodação de jovens talentos espalhados pelo Brasil afora?

Assim, através de um projeto de lei do deputado matogrossense Sérgio Ricardo, o estado do MT obrigará, através da Federação Local, a apresentação da matrícula escolar para que esses menores possam jogar por suas equipes.

Atenção: existe êxodo de menores para a Europa, e isso é sabido. Será que o vínculo estudantil não seria um caminho para evitar o fenômeno “bate-e-volta” de muitos jovens jogadores de futebol brasileiros, além de “iluminá-los” contra a ação de aproveitadores?

Texto abaixo extraído de: http://www.circuitomt.com.br/home/materia/18840

Em Mato Grosso Clubes de futebol terão de exigir matrícula escolar de menores

O 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Sérgio Ricardo (PR), apresentou projeto de lei que obriga os clubes de futebol que tenham jogadores menores de 18 anos vinculados ao time, a assegurar suas matrículas na rede oficial de ensino pública ou privada, zelando pela sua freqüência e aproveitamento escolar. É considerado como clubes oficiais, as associações devidamente registradas e reconhecidas pela Federação Mato-grossense de Futebol (FMF). O descumprimento à obrigação do artigo anterior acarretará a aplicação das penalidades de multa e de impedimento de participação em torneios e competições oficiais.

Os clubes de futebol que, uma vez penalizados com multa, não regularizarem a situação de matrícula escolar dos jogadores de futebol menores de 18 anos, ficarão impedidos de participar de jogos e campeonatos oficiais no Estado de Mato Grosso.

“A importância do projeto é buscar e assegurar a capacitação educacional do jovem atleta em formação para que, além do auxílio financeiro recebido, tenha assegurado seu desenvolvimento intelectual e a conclusão do ensino regular”, complementa o deputado.

Sérgio Ricardo entende que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação e opressão.

É evidente que nem todas as instituições de formação de jogadores são sérias e respeitam os direitos desses menores. Muitos, afastados da família, acabam se tornando verdadeira moeda de troca entre clubes, com a única atenção ao desenvolvimento físico e esportivo, deixando de lado a frequência escolar e o aprimoramento decorrente dos estudos tradicionais”, explicou ele.
 

– Twitter e You Tube como problemas às organizações

As ferramentas de comunicação eletrônica cada vez mais são utilizadas pelas empresas para conseguir novos clientes. Entretanto, o mau uso pode trazer transtornos.

Dois exemplos, extraídos do Blog 4p – ideias e publicidades (conteúdo virtual do Portal Exame) trazem a derrocada do mega site de vendas Amazon frente a comunidade gay americana, além do caso da pizzaria Domino’s. 

Mais que os cases, o material tem dicas para as empresas não pecarem frente aos consumidores eletrônicos.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/4p/20090417_listar_dia.shtml?permalink=161404

As lições do desastre
Por Daniel Hessel ,  17/04/2009 – 12:37

Dois incidentes que atingiram proporções colossais na internet revelam que as empresas, por mais bem estruturadas que estejam, ainda não conseguiram entender direito o potecial — e o perigo — da rede.

O primeiro envolveu a Amazon, loja de comércio online, que durante o fim de semana de Páscoa e a segunda-feira teve bloqueado o acesso a sua área de livros com temática gay. Assim que o bloqueio foi percebido pelos internautas, iniciou-se uma avalanche de troca de mensagens pelo Twitter e rede sociais (como o Facebook) sobre o bloqueio. O caso foi qualificado como censura da empresa, o que enfureceu os ativistas gays americanos e jogou no lixo a reputação da Amazon como empresa moderna e tolerante.

A Amazon, que ficou em silêncio durante todo o episódio, só se deu conta do tamanho da encrenca em que estava metida tarde demais e emitiu seu primeiro comunciado oficial sobre o assunto na noite de segunda-feira. Nele a empresa dizia que a pane era decorrente de uma invasão de hackers a seu site — resposta plausível mas que foi colocada em dúvida pelos internautas, que alegam que a empresa na verdade queria censurar mesmo o site e voltou atrás depois da barulheira.

 

O segundo episódio foi o desastroso vídeo do Domino’s Pizza, exibido desde quarta-feira aqui no 4P (veja no post Sabotadores na Cozinha) . Num primeiro momento a rede adotou o silêncio como tática. Frente à repercussão, a Domino’s voltou atrás  e colocou o presidente da empresa para pedir desculpas em um vídeo no YouTube. Também anunciou com estardalhaço que os dois funcionários que realizaram o vídeo foram presos por causa do incidente. O problema é que quando isso aconteceu quase um milhão de pessoas havia visto o vídeo.

Hoje, o Advetising Age traz uma lista com seis dicas de como as empresas podem escapar das armadilhas em que a Amazon e a Domino’s caíram. Confira abaixo um resumo de cada uma delas:

Ouça o que dizem e quem diz Monitore 24 horas por dia sete dias por semana o que está sendo dito sobre sua empresa no Twitter e em sites de relacionamento. Também procure descobrir se alguém está zangado com sua empresa — e, principalmente, o motivo.

Dizer “não sei” não é motivo de vergonha Quando um problema pipoca em sites de relacionamento é melhor uma empresa se dirigir aos internautas dizendo que desconhece a origem do problema e que vai apurar e divulgar os motivos ( e de fato fazê-lo). Calar-se enquanto procura por uma solução para o problema só dá margem a mais especulação.

Fale com a multidão onde ela está Uma crise que começa online não precisa necessariamente levar a grandes e custosas operações de relações públicas. Basta simplesmente se dirigir diretamente ao público que gira em torno da área onde tudo começou (seja You Tube, Twitter, Facebook, etc)

O tom é tudo A internet é o ambiente da informalidade cordial. Mensagens duras, curtas e burocráticas são um erro. A Amazon, por exemplo, postou uma mensagem que enfureceu mais ainda os internautas: “Encontramos o defeito e estamos corrigindo-o”

Explique como se posicionará no futuro Essa é uma questão chave. Os clientes da Domino’s Pizza precisam saber, por exemplo, o que a empresa está fazendo para que, no futuro, eles não encontrem queijo com meleca de nariz ou qualquer outra coisa no seu sanduíche.

Use o poder da marca Tire proveito da imagem que a marca e a empresa tem para contornar o incidente. As empresas que mais se saem bem em crises de imagem são as que cultivam bom relacionamento com consumidores

– Momentos que deveriam ser eternos…

Poderia dizer que há certas coisas que não tem preço, parafraseando um comercial famoso. Mas há momentos que não deveriam passar nunca. Após um dia de trabalho difícil, em meio a confusões, discussões e desilusões, não há nada mais agradável e desejável que chegar em seu lar, o porto seguro da vida. E poder tomar um banho reconfortante, beijar a esposa querida e brincar com a filhinha amada… ah… é muito bom, e deveria durar eternamente!

Olha só que momento de alegria a Marina nos dá! Aqui ela está com 45 dias, 3,75 kg, alegre e sapeca como nunca. Há alguns dias, logo pela manhã, ela já acorda e dá sua risadinha boba!

 

 E como ela é uma moça muito bonitinha, estava faltando ensinar algumas travessuras. E… sem a mamãe saber, olha só o que o papai ensinou! Eu disse a ela que quando ela ouvisse alguém xingando o papai dela de “juiz ladrão”, era para ela fazer assim:

Que orgulho do papai! Menininha obediente!

Olha que lindeza ela calminha na cama:

fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:65

– Viver a Vida em Abundância

Hoje vou dar uma dica excepcional sobre sites de motivação e defesa da vida bem vivida! Navegando na Blogosfera, encontrei um site chamado Devocional – Todo dia um dia especial, cujo endereço é tododiaumdiaespecial.blog.terra.com.br, cuja autora identificada como “Paixão e Vida” escreve belas mensagens em defesa da vida, numa apologia da vivência em abundância. Caracterizado pelo otimismo e sabedoria, creio que os amigos gostarão de acessá-lo. Tomei a liberdade de reproduzir alguns textos:

5 coisas que aprendi com o lápis…

1° qualidade:

Vc pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade

2° qualidade:

De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores,
porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

3° qualidade:

O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

4° qualidade:

O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

 5° qualidade:

O Lápis sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços…

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Os “EnsinamentoS” da Minha Mãe

Tudo o que sempre necessitei saber, aprendi com a minha Mãe:  

Minha mãe me ensinou a apreciar um trabalho bem feito:
“SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA.
EU ACABEI DE LIMPAR A CASA!!”

A ter fé:
“É MELHOR VOCÊ REZAR PRA ESSA MANCHA SAIR DO SOFÁ”

A lógica:
“POR QUE EU ESTOU DIZENDO, ACABOU, PONTO FINAL!”

O que é motivação:
“CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VOCÊ CHORAR!”

A contradição:
“FECHA A BOCA E COME!!!”

A ter força de vontade:
“VOCÊ VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TUDO”

A valorizar um sorriso:
“ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!!!”

A retidão:
“EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!!!”

OBRIGADO(A), MAMÃE!!!

Entender para quê? Subentenda!

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Ótimos textos, não?

– Net Virtua e Bradesco sofrem ataques de Crackers

No último domingo, a empresa Net Virtua foi surpreendida por ataques virtuais. Os assinantes da empresa, quando acessavam o link do Bradesco pela página da cia, eram redirecionados para uma página “clonada”, onde forneciam seus dados pessoais e senhas para os bandidos virtuais.

Nem através de páginas oficiais de empresas idôneas têm-se segurança na internet… lamentável. Já não bastasse os inúmeros e-mails com golpes de redirecionamento (do próprio Bradesco, Unibanco, Itaú, MPF, Receita, Casa Bahia, TAM, CEF… ), agora mais essa!

Extraído de: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=104218&t=servidor-do-virtua-vira-alvo-de-ataques

Servidor do Vírtua vira alvo de ataques

Um servidor da banda larga da Net (Vírtua) localizado em São Paulo foi vítima de ataque virtual. A informação, que surgiu primeiramente na internet no domingo, acabou confirmada nesta segunda-feira pela assessoria de imprensa da companhia.
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–>Um servidor da banda larga da Net (Vírtua) localizado em São Paulo foi vítima de ataque virtual. A informação, que surgiu primeiramente na internet no domingo, acabou confirmada nesta segunda-feira pela assessoria de imprensa da companhia.
Piratas virtuais direcionaram usuários que acessavam o site do banco Bradesco para uma página falsa. O site apócrifo roubava dados e senhas dos internautas.
“Ocorreu um fato isolado em um servidor de DNS (Domain Name System) que afetou menos de 1% de sua base de clientes de São Paulo e apenas os usuários que acessaram a página de um site bancário. O problema foi imediatamente identificado e corrigido”, informou a Net. “Temos recebido relatos desse mesmo problema de usuários do Vírtua que o sistema desse provedor está sendo abusado (sic) para ataque a nossa instituição. Já acionamos nossos colegas da NET para que solucionem o problema o quanto antes”, diz o e-mail.

– Próxima Escala

É com alegria e disposição que estamos escalados para mais uma partida do futebol profissional neste final de semana.

Abaixo, a escala da série A3, onde atuarei na partida União-MOGI X Votoraty:

Torçam por mim!

Rodada:18
Campeonato: Paulista Categoria: A3 – Profissional


Jogo:171 – Força X Oeste Paulista
Data: 18/04/2009 Horário: 11:00
Estádio: Carlos Ferracini Cidade: CAIEIRAS
Arbitro Assist 2 : Maurício Machado Ferronato
Quarto Arbitro : Eduardo Dul


Jogo:172 – GE Osasco X Olímpia
Data: 18/04/2009 Horário: 15:00
Estádio: Pref. José Liberatti Cidade: OSASCO
Arbitro Assist 1 : Herman Brumel Vani
Arbitro Assist 2 : Felippe Cirillo Penteado


Jogo:173 – XV Piracicaba X Inter Limeira
Data: 18/04/2009 Horário: 19:00
Estádio: Barão de Serra Negra Cidade: PIRACICABA
Arbitro Assist 1 : Rafael Luiz da Silva
Arbitro Assist 2 : David Botelho Barbosa
Quarto Arbitro : Marcio Henrique de Gois


Jogo:174 – Palmeiras B X XV Jaú
Data: 19/04/2009 Horário: 10:00
Estádio: Dr. Jaime Pinheiro de Ulhoa Cintra Cidade: JUNDIAI
Arbitro Assist 1 : Luiz Quirino da Costa
Arbitro Assist 2 : Mario Nogueira da Cruz
Quarto Arbitro : Douglas Marcucci


Jogo:175 – PAEC X Nacional
Data: 18/04/2009 Horário: 15:00
Estádio: Conde Rodolfo Crespi Cidade: SAO PAULO
Arbitro Assist 1 : Alessandro Pitol Arantes
Arbitro Assist 2 : Fabio Luiz Freire
Quarto Arbitro : Welton Orlando Wohnrath


Jogo:176 – União Futebol Clube X Votoraty
Data: 19/04/2009 Horário: 10:00
Estádio: Pref. Francisco Ribeiro Nogueira Cidade: MOGI DAS CRUZES
Arbitro : Rafael Porcari
Arbitro Assist 1 : Danilo Ricardo Simon Manis
Quarto Arbitro : José Claudio Calógero


Jogo:177 – Campinas X São Carlos FL
Data: 19/04/2009 Horário: 10:00
Estádio: CERECAMP Cidade: CAMPINAS
Arbitro Assist 1 : Edvânio Ferreira Duarte
Arbitro Assist 2 : Orlando Massola Junior


Jogo:178 – Itapirense X Francana
Data: 18/04/2009 Horário: 19:30
Estádio: Coronel Francisco Vieira Cidade: ITAPIRA
Arbitro Assist 2 : Claudson Lincoln Beggiato
Quarto Arbitro : Anderson Andrade Pires


Jogo:179 – Osvaldo Cruz X Bandeirante EC
Data: 19/04/2009 Horário: 15:00
Estádio: Breno Ribeiro do Val Cidade: OSWALDO CRUZ
Arbitro Assist 1 : Aline Lopes Lambert
Arbitro Assist 2 : Luis Alexandre Nilsen


Jogo:180 – Batatais X Penapolense
Data: 19/04/2009 Horário: 15:00
Estádio: Dr. Osvaldo Scatena Cidade: BATATAIS
Arbitro Assist 1 : Osny Antonio Silveira

– Um treino de árbitros. Como funciona?

Como é importante compartilhar conhecimento, divido com os amigos o treino dos árbitros da FPF, suas orientações e curiosidades, ocorridos neste 14/04, que foi já realizado igualmente na última terça-feira aos árbitros das finais do Campeoanto Paulista:

Nesta terça-feira, tive a oportunidade de participar do treino (ou como o nome oficial consta: aprimoramento) dos árbitros da FPF. Foram 6 trios de arbitragem, que ainda participarão de outros encontros destes, visando acertar algumas dificuldades observadas. Na última semana, os árbitros pré-selecionados para as finais da série A1 fizeram essa mesma atividade; agora, fomos nós, árbitros que trabalharão na próxima rodada da segunda divisão de profissionais. Mas o mote do treino foi o mesmo: uniformização de critérios e procedimentos.

E o que se falou e trabalhou? Veja que bacana: costumamos reclamar em demasia sobre alguns aspectos da nossa carreira, mas é importante ressaltar e reconhecer que este trabalho de aprimoramento é muito bom. Então vamos lá:

Num primeiro momento, foi abordado sobre os relatos e a formação dos observadores de arbitragem. Um problema comum no nosso meio, é o fato de que um árbitro pode ser escalado em 30 jogos, e de repente só é observado em 5 ! Quer dizer que em apenas 1/6 dos seus jogos ele teve nota oficial… mas… e os demais? Além, é claro, do fato da qualidade desses observadores. Um talento pode ser desperdiçado e injustamente sacado de escalas por uma falsa impressão, já que a atuação durante o ano é muito inconstante. Houve a feliz promessa de um trabalho, via Coafesp, de que os árbitros serão avaliados em todos os jogos, por pessoas independentes e mais presentes.

Na segunda etapa, discutimos vídeos do Paulistão 2009, com um elenco de lances de arrepiar! Por exemplo, trabalhamos nesta tarde com lances de situação manifesta de gol, onde popularmente se diz: “é último homem, fez a falta tem que expulsar”. Alto lá, não é bem assim… Não existe “último homem”, existem lances claros de gol, onde impedir o atacante de tentar concretizá-lo é motivo para cartão vermelho. No vídeo, alguns jogos interessantes: Paulista X Bragantino (lance no atacante Enilton, onde ele fica de frente para o gol, mas o zagueiro faz o pênalty, e o árbitro dá cartão amarelo – motivo: não havia domínio pleno do centroavante jundiaiense), Mirassol X Palmeiras (onde duas expulsões foram acertadas – dois lances em que os jogadores se preparavam para chutar ao gol, estavam de frente para a meta e em posição privilegiada e foram interceptados no corpo), Guaratinguetá X Corinthians (onde o jogador do Corinthians domina uma bola má recuada pelo zagueiro adversário e este é tocado pelo goleiro – que recebe o cartão amarelo pois o corinthiano não estava tão de frente ao gol- a tentativa ou não do gol era uma incógnita), e Paulista X Noroeste, onde o jogador Alex Oliveira cruza uma bola ao centroavante Zé Carlos, que entrava sozinho na área, mas a mesma é interceptada pela mão do zagueiro do Norusca – e o árbitro aplica o cartão amarelo, pois não se tem a certeza de que o centroavante do Paulista a dominaria ou não), entre outros jogos discutidos.

Terceira etapa: treino prático, coletivo mesmo! Estávamos nas dependências do estádio Nicolau Alayon, e as categorias de base do Nacional serviram de teste para os árbitros treinarem posicionamento, visão, leitura do jogo e trabalho em equipe.

Por fim, após os trabalhos, correção dos lances e postura em campo.

É claro que outros assuntos foram abordados, e dentre eles, os lances de Corinthians X São Paulo, que me reservo a não comentá-los pois óbvios motivos me impedem… rsrsrs. Assim, se lances dessa natureza e com tais magnitudes de discussão ocorrerem neste final de semana pelas semifinais do Paulistão ou na rodada da Segunda Divisão, não há desculpas para nós, árbitros, não acertarmos…

Mas o fato é de que uma maior frequência dessas atividades ajudaria ainda mais. O grande problema é que tais ações profissionais se direcionam àqueles são os únicos não-profissionais no futebol profissional: os árbitros. Ou será que ninguém “perdeu dia de serviço”? É claro que nós o fizemos com gosto. Mas vale a reflexão: até onde pode se exigir o profissionalismo daqueles que de fato não são, mas devem agir como tais?

– Gigante Varejista Testando o Mercado até Acertar!

Muito bacana a matéria da Revista Isto É Dinheiro, na sua última edição, sobre o teste da Telhanorte, gigante do ramo de materiais para construção, pertencente ao grupo francês Saint Gobain: Eles estão testando “qual o melhor consumidor”:

Extraído de: IstoÉDinheiro

O laboratório da Telhanorte

A varejista testa três conceitos de lojas para consumidores das classes B e C. O melhor será estendido para outras unidades

“Atendíamos apenas as classes A e B. A classe C ainda é um mistério para nós”
Ney Galvão, diretor-geral

No final de abril, ao entrar em uma das quatro lojas de material de construção Center Líder, os consumidores vão se deparar com ambientes diferentes. Por fora, todos os locais apresentarão a mesma identidade visual, com a marca renovada depois da aquisição pela Telhanorte, em julho do ano passado. Por dentro, cada uma delas terá particularidades que não serão encontradas nas outras unidades. A loja do bairro Aricanduva, por exemplo, terá produtos voltados para profissionais do setor de construção e disponibilizará um serviço de corte de madeira. As de Campo Limpo e Sumaré reunirão uma gama maior de itens de autosserviços, para quem precisa fazer compras emergenciais. Já a unidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, terá mais variedade de insumos básicos, como cimento e areia. Todas continuarão focadas nos públicos B e C, mas elas serão uma espécie de laboratório de testes para avaliar qual dos três conceitos de varejo trará um melhor retorno. O modelo que apresentar os melhores resultados será replicado para todas as lojas. Foi a forma encontrada pela companhia para entender os anseios desse tipo de consumidor, até então desconhecido da Telhanorte. “Atendíamos apenas as classes A e B. A classe C ainda é um mistério para nós”, afirma Ney Bretanha Galvão, diretor-geral da Telhanorte. “Esse público busca produtos de autoconstrução.”

Das dez lojas Center Líder adquiridas, seis deram espaço a novas unidades da Telhanorte. Para gerenciar melhor esse novo segmento de negócios, a companhia dividiu os ramos de atuação em três bandeiras: Center Líder, Telhanorte e Telhanorte Pró, voltada para engenheiros e arquitetos. Apesar de terem áreas e estratégias desenhadas para cada uma das marcas, todas serão controladas pelo grupo francês Saint-Gobain.”O intuito é manter as marcas independentes e avaliá-las separadamente”, afirma o diretor. A incorporação da antiga concorrente ao portfólio, aliada à abertura de 15 lojas Telhanorte no último ano, turbinou a receita da companhia em 40%. As vendas nas 41 unidades do grupo resultaram no faturamento de mais de R$ 1,5 bilhão nos 12 meses encerrados em março último. A meta é crescer mais 30% no próximo período. Ainda no primeiro semestre deste ano, a empresa deve estrear no comércio eletrônico, sem pretensão de aumentar demais as vendas por causa disso. “As pessoas que já conhecem os produtos farão compras por ali, mas a grande maioria continuará preferindo ir até as lojas ver e tocar os materiais”, acredita o executivo.

Galvão é engenheiro e passou a dirigir a empresa em janeiro deste ano, após 26 anos de atuação no braço industrial da Saint-Gobain, com atuação na fabricação de vidros, embalagens e outros produtos. O processo de transição de Galvão para a liderança do único negócio de varejo da gigante francesa durou dois anos. “Meu primeiro desafio foi entender o varejo”, diz ele. Há quatro meses, Galvão analisa os clientes das lojas por meio de seis câmeras instaladas na entrada da principal loja da Telhanorte, na Marginal Tietê, em São Paulo. Por meio dos equipamentos é possível analisar os reflexos das mudanças na composição da loja. “Estudos mostram que 90% dos consumidores, em qualquer varejo, vão para o lado direito dos comércios. Descobrimos maneiras de atrair a atenção deles para o outro lado, trocando a exposição dos produtos”, explica Galvão, sem esconder o fascínio que o mundo do varejo está lhe proporcionando.

– Profissionais raivosos que comprometem o trabalho

Jack Welch, o famoso ex-CEO número 1 do mundo, abordou em sua coluna mundial e impressa pelo Brasil através da revista Exame, o tema “sentir raiva no trabalho“, e principalmente tratou de falar sobre os efeitos negativos de tal sentimento em tempos de crise, as preocupações quanto ao rendimento profissional e as dificuldades lançadas quando se coloca a raiva como fator relevante na decisão pessoal.

Cada vez mais, em um mundo competitivo, vemos profissionais buscando espaço de todas as formas. E “raiva”, “frustração”, “motivação” acabam fazendo parte do dicionário cotidiano.

Extraído de Exame:

Esqueça a Raiva e Pense no Futuro

Você se lembra da posse do presidente dos Estados Unidos? Foi há pouco mais de dois meses. A economia estava em dificuldades, as pessoas estavam assustadas. Mas por um breve e brilhante momento – e talvez até um pouco mais – praticamente todo mundo pareceu acreditar que uma espécie de grande e necessária reinvenção iria acontecer. As pessoas sentiram esperança.

Hoje elas sentem raiva.

Quem sabe exatamente por que ocorreu essa terrível mudança? Ajudas econômicas sem fim, audiências rancorosas, demissões surpreendentes. Os sistemas de controle falharam quando não deveriam. Os líderes das empresas e os do governo cometeram erros. E muita gente decente está pagando o preço.

Mas sem dúvida a recente trapalhada sobre os bônus da AIG foi um ponto de virada. De repente, muitas pessoas deixaram de querer mudança e passaram a querer vingança.

Talvez isso seja compreensível. Mas o tumulto econômico e cultural mais profundo de nossa época não será solucionado se cedermos à raiva. A raiva só gera raiva: muitas vezes leva as pessoas a fazer coisas idiotas e míopes, que invariavelmente geram consequências imprevistas.

A raiva não é curativa. É polarizadora.

É por isso que todos precisamos lutar para manter a esperança viva e substituir nossa raiva por um enfoque maior e renovado nas coisas boas e absolutamente certas da vida – as “caça-raiva”, como podemos chamá-las.

Veja, por exemplo, o fato de que neste exato momento há centenas ou milhares de estudantes de engenharia brilhantes no MIT, em Stanford e outros campi ao redor do mundo que estão sentados em seus dormitórios, vivendo à base de pizza e sem se importar com o tempo lá fora enquanto se debruçam sobre uma nova ideia interessante. Esses garotos malucos e suas ideias incríveis são o futuro da economia – basta esperar para ver.

Você também pode ter certeza de que existem legiões de pessoas por aí que não estão assustadas com a crise econômica. Estamos falando dos empreendedores. Os desafios não fazem com que eles se rendam. Os desafios lhes dão mais energia.

Ou considere o fato de que neste momento, em empresas de todo tipo, grandes ou pequenas, novas ou velhas, equipes de funcionários estão reunidas dando duro para descobrir como salvar empregos.

Você pode ter certeza de que, enquanto lê este artigo, pesquisadores médicos e laboratórios de todo o mundo estão trabalhando 18 horas por dia para descobrir os segredos do genoma humano e tratamentos além da imaginação. Você pode ter certeza de que a maioria deles – ou talvez todos – é motivada por um desejo forte e profundo de salvar vidas. É bem possível que você ou alguém que o cerca venham a se aproveitar do resultado dessas pesquisas no futuro.

Você pode ter certeza (ou quase) de que em abril Tiger Woods fará algo sobre-humano no torneio de golfe Masters e o mundo ficará maravilhado, feliz com sua volta.

Você pode ter certeza de que não muito depois do Masters, em um dia quente de primavera, uma mãe e um pai vão tentar conter as lágrimas enquanto veem o primeiro membro de sua família se formar no colégio. Você pode ter certeza de que eles não serão os únicos.

Você pode ter certeza de que, para cada idiota com a ética comprometida que prejudica os negócios, há 98 ou 99 pessoas decentes e trabalhadoras decididas a fazer a coisa certa. Você pode ter certeza de que essas pessoas vão predominar.

Você pode ter certeza de que um herói apartidário surgirá da lama no Capitólio e que essa pessoa nos mostrará o que é o verdadeiro serviço público.

Você pode ter certeza de que haverá mais de um herói no final disso.

Você pode ter certeza de que na próxima estação haverá uma nova canção no rádio que é tão incrível e divertida que você não conseguirá tirá-la da cabeça. Você pode ter certeza de que a música nunca morrerá.

Você pode ter certeza de que um dia, em um futuro não muito distante, vamos rever este tempo difícil e dizer: “Foi duro, mas nos esforçamos e aprendemos tanto que realmente reduzimos as possibilidades de que volte a acontecer”.

Você pode ter completa e absoluta certeza de que o primeiro cachorro-quente que você comer enquanto assiste ao primeiro jogo de beisebol da temporada será maravilhoso – e o segundo também não será ruim. E, finalmente, você pode ter certeza de que nos lembramos de apenas alguns “caça-raiva” que deveriam estar nesta lista. Quais são os seus?

– Ser Padrinho e Madrinha: uma responsabilidade cristã

Comemoramos uma data muito especial nesta quarta-feira: o terceiro ano do Batizado da nossa afilhada Ana Luiza. E ser padrinho e madrinha dela não é apenas uma responsabilidade, é um prazer e um presente de Deus.

Nossa missão é de sermos substitutos, ou melhor, auxiliares dos pais. Não que ela precise, pois o papai Alex e a mamãe Luana são excepcionais, e comprovamos isso desde o carinho dedicado diariamente até a educação (além dos seus irmãos Júlia e Júnior, que a amam muito!). Mas somos, como as primeiras comunidades cristãs apontavam, garante dessa menininha, ou seja, a garantia de socorro para quando ela precisar! E mesmo que ela não precise, é nossa obrigação sermos “segundos pais” na formação e crescimento dessa linda menina.

Há exatos 3 anos, numa festa da Páscoa, a batizamos. Olha como ela era…

E como está ainda mais linda!

Modéstia à parte, estamos bem de afilhada, não?

Que Deus abençoe a Ana Luiza e que seus anjinhos possam protegê-la. Amém.

Te amamos, Ana!

– Um treino de Árbitros: o que acontece nesse evento?

Como é importante compartilhar conhecimento, divido com os amigos o treino dos árbitros da FPF, suas orientações e curiosidades, ocorridos neste 14/04, que foi já realizado igualmente na última terça-feira aos árbitros das finais do Campeoanto Paulista:

Nesta terça-feira, tive a oportunidade de participar do treino (ou como o nome oficial consta: aprimoramento) dos árbitros da FPF. Foram 6 trios de arbitragem, que ainda participarão de outros encontros destes, visando acertar algumas dificuldades observadas. Na última semana, os árbitros pré-selecionados para as finais da série A1 fizeram essa mesma atividade; agora, fomos nós, árbitros que trabalharão na próxima rodada da segunda divisão de profissionais. Mas o mote do treino foi o mesmo: uniformização de critérios e procedimentos.

E o que se falou e trabalhou? Veja que bacana: costumamos reclamar em demasia sobre alguns aspectos da nossa carreira, mas é importante ressaltar e reconhecer que este trabalho de aprimoramento é muito bom. Então vamos lá:

Num primeiro momento, foi abordado sobre os relatos e a formação dos observadores de arbitragem. Um problema comum no nosso meio, é o fato de que um árbitro pode ser escalado em 30 jogos, e de repente só é observado em 5 ! Quer dizer que em apenas 1/6 dos seus jogos ele teve nota oficial… mas… e os demais? Além, é claro, do fato da qualidade desses observadores. Um talento pode ser desperdiçado e injustamente sacado de escalas por uma falsa impressão, já que a atuação durante o ano é muito inconstante. Houve a feliz promessa de um trabalho, via Coafesp, de que os árbitros serão avaliados em todos os jogos, por pessoas independentes e mais presentes.

Na segunda etapa, discutimos vídeos do Paulistão 2009, com um elenco de lances de arrepiar! Por exemplo, trabalhamos nesta tarde com lances de situação manifesta de gol, onde popularmente se diz: “é último homem, fez a falta tem que expulsar”. Alto lá, não é bem assim… Não existe “último homem”, existem lances claros de gol, onde impedir o atacante de tentar concretizá-lo é motivo para cartão vermelho. No vídeo, alguns jogos interessantes: Paulista X Bragantino (lance no atacante Enilton, onde ele fica de frente para o gol, mas o zagueiro faz o pênalty, e o árbitro dá cartão amarelo – motivo: não havia domínio pleno do centroavante jundiaiense), Mirassol X Palmeiras (onde duas expulsões foram acertadas – dois lances em que os jogadores se preparavam para chutar ao gol, estavam de frente para a meta e em posição privilegiada e foram interceptados no corpo), Guaratinguetá X Corinthians (onde o jogador do Corinthians domina uma bola má recuada pelo zagueiro adversário e este é tocado pelo goleiro – que recebe o cartão amarelo pois o corinthiano não estava tão de frente ao gol- a tentativa ou não do gol era uma incógnita), e Paulista X Noroeste, onde o jogador Alex Oliveira cruza uma bola ao centroavante Zé Carlos, que entrava sozinho na área, mas a mesma é interceptada pela mão do zagueiro do Norusca – e o árbitro aplica o cartão amarelo, pois não se tem a certeza de que o centroavante do Paulista a dominaria ou não), entre outros jogos discutidos.

Terceira etapa: treino prático, coletivo mesmo! Estávamos nas dependências do estádio Nicolau Alayon, e as categorias de base do Nacional serviram de teste para os árbitros treinarem posicionamento, visão, leitura do jogo e trabalho em equipe.

Por fim, após os trabalhos, correção dos lances e postura em campo.

É claro que outros assuntos foram abordados, e dentre eles, os lances de Corinthians X São Paulo, que me reservo a não comentá-los pois óbvios motivos me impedem… rsrsrs. Assim, se lances dessa natureza e com tais magnitudes de discussão ocorrerem neste final de semana pelas semifinais do Paulistão ou na rodada da Segunda Divisão, não há desculpas para nós, árbitros, não acertarmos…

Mas o fato é de que uma maior frequência dessas atividades ajudaria ainda mais. O grande problema é que tais ações profissionais se direcionam àqueles são os únicos não-profissionais no futebol profissional: os árbitros. Ou será que ninguém “perdeu dia de serviço”? É claro que nós o fizemos com gosto. Mas vale a reflexão: até onde pode se exigir o profissionalismo daqueles que de fato não são, mas devem agir como tais?

– A Boa Capacitação Acadêmica forma, de fato, Bons Profissionais?

Em mais uma atividade realizada na última terça-feira, os alunos do 6º semestre de Administração foram instigados, através de artigos relevantes, a discutir a questão do relacionamento entre o oferecimento dos conteúdos acadêmicos e a verdadeira necessidade do mundo do trabalho. Após debates em aula, os mesmos responderam a seguinte questão: Você acredita estar se preparando adequadamente para as exigências do mercado de trabalho?

As respostas foram, em sua maioria, taxativas. As mesmas se totalizaram em:

SIM : 82 %  /   NÃO : 14 %  /   NÃO SEI: 4 %.

Nas respostas afirmativas, os alunos relataram a grande experiência de estar em uma universidade, da atualização e do conhecimento de novas visões. Os alunos que negaram o preparo, teceram críticas quanto a qualidade e exigência da universidade, principalmente quanto a Grade Curricular. Os demais mostraram-se indecisos quanto à sua própria capacitação.

De todas as respostas, uma chamou mais a atenção em sua justificativa: Trecho da mesma: “Embora exista muitas dificuldades pessoais, me sinto preparado e sei que estou em vantagem  aos que estão fora da escola, pois principalmente pelo meu esforço, tenho certeza que estou aprendendo muito. Gostaria de aproveitar mais as aulas, pois cada boa aula que assisto tenho maiores chances na minha empresa (…), e a cada péssima aula, vejo que é o meu professor que está precisando voltar a estudar.”

Obs: as respostas foram na sua maioria – 80 % – anônimas. Alguns alunos se identificaram; porém, o autor acima preferiu o anonimato para ser sincero, segundo seu relato.

Em tempo: Para boa capacitação, a velha receita: Bom professor, boa escola e bom aluno. Esse tripé é fundamental para o sucesso do administrador.

 

 

 

 

– Os Seus, Os Meus, os Nossos Limites

Quais são os nossos limites? É bom aceitá-los ou devemos ultrapassá-los?

Compartilho ótimo e inspirado texto sobre os limites na vida.

Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?e=11273

Não pare nos limites, detenha-se nas oportunidades.

Aquele que cria oportunidades, está contigo


Quero voar… não posso!
Quero me bilocar… não posso!
Quero ficar invisível… não posso!
E você?
Bem-vindo aos limites humanos, ele é a incapacidade de agir, é a dificuldade de superar a si mesmo em questões do dia-a-dia. Romper esse processo significa acreditar em você e, acima de tudo, em um Deus que é ilimitado.
Quando olho para Jesus, fascino-me com seus limites. Limite que O fez chorar quando seu amigo Lázaro morreu. Limite que O fez quebrar aquelas bancas dos vendedores que estavam no templo provando o limite de ser gente. Limite de Jesus que se sentiu abandonado pelo Pai naquela tarde do calvário.
Quando olho para mim, também me vejo com limites. Limites no poder ou não poder, no agir ou não agir, nos propósitos e nas realizações. Mas vejo também que sou visitado nestas horas pelo Ilimitado.
Um Deus tão grande que se fez pequeno, limitado. Isso, só o Ilimitado pode realizar. Um Deus que, ao se encarnar nos limites da carne, quis entender (entrar na tenda) como era ser gente para, desta forma, aproveitar todas as oportunidades que porta meu limite.
Toda pessoa tem obstáculos na vida com complexidades diferentes, que resultam em ações diferenciadas em nosso comportamento.
A complexidade da situação que enfrentamos gera um pensamento e um obstáculo imediato. É nesta hora que mais podemos encontrar Deus, pois ‘quando somos fracos, é que somos fortes’. Em minhas fraquezas, vejo e contemplo um Deus que não desiste de mim, mas que acredita quando ninguém mais acredita. Força que brota do poder de Deus.
Não sei quais são seus limites e fraquezas, mas posso dizer: “Aí está Deus, Aquele que cria a oportunidade de se encontrar contigo“.
Não pare no limite, mas se detenha na oportunidade de Deus!

 

Adriano Gonçalves – adriano@geracaophn.com
Adriano é apresentador do programa Revolução Jesus. vai ao ar todos as 2ª,3º,4ª e sexta-feiras na Tv Canção Nova. Programa jovem que tem como finalidade levar o telespectador a um encontro profundo e determinante com Jesus
.


E você: tem consciência dos seus limites e fraquezas?

– Feliz Páscoa a Todos

Andréia minha esposa, Marina minha filha, Júlia minha sobrinha, Zabé minha sogra, e Ana Luiza minha afilhada, todas essas garotas lindas (juntas com esse ilustre feioso), desejam à todos os amigos…

… Feliz Páscoa !

Possa o Cristo Ressuscitado, que vive e reina entre nós, nos iluminar e protejer!

– Cadê o Beijoqueiro?

Se você faz tudo para alcançar sua auto-realização, pessoal ou profissional, cuidado… Veja esse exemplo:

Lembra do beijoqueiro (José Alves de Moura)? Um taxista português, radicado no Rio de Janeiro, que invadia eventos para beijar personalidades? O mesmo ganhou notoriedade quando beijou atores, atletas, e principalmente, seu maior desafio, o Papa João Paulo II. E como falamos nos últimos posts sobre sacrifícios para a realização de um sonho, esse português maníaco é um exemplo vivo disso. Recentemente, foi internado em um sanatório pois começou a transgredir socialmente (eufemismo para dizer que cometia insanidades), buscando beijar indiscriminadamente a todo e qualquer cidadão. De maneira lamentável, perdeu a noção das regras e da sociedade. Enlouqueceu-se na busca da sua realização: beijar personalidades!

É uma pena, pois de folclórico personagem passou a exemplo de má administração do seu marketing pessoal.

Abaixo, a história do Beijoqueiro retirada do site:

 http://prosaico20mg.blogspot.com/2006_02_01_archive.html

(…) Mas uma figura enigmática está esquecida no mundo da Internet: José Alves de Moura, o Beijoqueiro. Nascido em Portugal, ele foi para o Brasil com 17 anos para fugir do serviço militar e tentar a vida no Rio de Janeiro. Tentou a vida como taxista, como figurante e comerciante e tudo ia bem até, de acordo com seu irmão, ter sido golpeado na cabeça num assalto. A partir daí – e isso aconteceu em 1966 – sempre esteve em hospitais psiquiátricos por períodos variáveis. O Beijoqueiro começou a merecer a fama e o apelido em 1980, quando, desafiado por amigos, conseguiu ultrapassar a segurança pesada e beijar Frank Sinatra num show no Maracanã. Tenho muitas lembranças da década de 80, e o Beijoqueiro é com certeza uma das que ficaram. Em qualquer evento importante, por trás da poderosa barreira de segurança(ainda antes da febre terrorista), sempre aparecia o Beijoqueiro, quebrando o gelo das cerimônias e, às vezes, provocando risos nos “beijados”. José Alves de Moura teve frequentemente costelas quebradas e outros problemas em confrontos com policiais. Quando a Irmã Dulce morreu, apareceu no velório e beijou o caixão.
O ídolo dos anos 80 teve até um documentário baseado na sua “personagem”, denominado “O Beijoqueiro – Portrait of a Serial Kisser”, de Carlos Nader, feito em 1991. Umas das últimas notícias de José Alves de Moura são de 1999, quando foi visto na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, beijando o asfalto. No entanto, já foi visto depois disso no Rock in Rio 3, em 2001(foto). Dizem ainda que o Beijoqueiro, que deve ter 65 anos, está internado em Brasília, com problemas mentais.
Zico, Figueiredo, Roberto Carlos, o papa João Paulo II, Desmond Tutu, Nelson Mandela e Marta Suplicy, são algumas das mais de 20 mil personalidades já beijadas por ele. Aliás, Moura tinha uma birra com o ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf. “Há cinco anos, quando ele era prefeito de São Paulo, fui até sua residência para dar um beijo nele. Ele fugiu de mim, e desde então espero que ele nunca mais vença nenhuma eleição”, declarou o Beijoqueiro em jeito de praga, em meados do ano 2000.
Seja como for, só fico triste em imaginar que, caso o Beijoqueiro “atacasse” hoje em dia, nessa época tão confusa em termos de segurança em que não sabemos quem é “mocinho” e quem é “vilão”, ele poderia estar preso em Guantanamo por intenções terroristas. E ele só queria aparecer. E beijar. Viva o Beijoqueiro.

– O Paraíso da Indústria Automobilística

Fechado o 1ºTrimestre, a indústria automobilísitca brasileira ri a toa. Enquanto no mundo a crise mundial ameaça fechar as portas de diversas montadoras, um recorde histórico é quebrado no Brasil: 670.000 veículos vendidos até 31 de março.

Na prática, isso quer dizer que a redução do IPI para os carros funcionou, que a economia girou, e que as montadoras brasileiras podem, quem sabe, estar até mesmo sustentando suas matrizes com o oásis que se tornou o mercado brasileiro.

– O Otimismo de Michael J. Fox

Agradável, entusiasmante e surpreendente! Estes são os melhores adjetivos que classificam a entrevista do ator americano Michael J. Fox (o ator principal da trilogia “De Volta para o Futuro” ao entrevistador David Letterman, exibida nessa madrugada pelo GNT.

Michael há muito tem rejeitado papéis devido a sua doença: o Mal de Parkinson. E resolveu dar as caras para promover um livro que lançou, que ainda sem tradução ao Brasil, tem como tema: “um olhar otimista”. Basicamente, o ator-autor fala sobre sua luta contra a enfermidade, sempre de forma positiva e pregando que a vida não acaba, apenas se torna diferente. Durante a entrevista, ao falar sobre otimismo e felicidade, Michael mostrou-se sempre bem disposto, sarrista e de bem com o mundo. Mas, é claro, percebe-se que o Mal de Parkison o afeta sensivelmente, pois ele não para de se mexer e tremer. E até brincou com isso, alegando que não consegue aprender a jogar golfe e que crianças perguntam se ele não pode ficar parado.

Para quem curtiu os filmes de Michael J. Fox, vale a pena conhecer essa luta. Para quem tem amigos ou parentes com Mal de Parkinson, não só vale a pena assistir a entrevista como aguardar a publicação do livro no Brasil.

Um trecho extraído do YouTube para quem quiser clicar e ver como está Michael:

http://www.youtube.com/watch?v=LEbJOsbFo14&feature=response_watch

Quem tem GNT, é aguardar a provável reprise, ou clicar no site em “programação” – www.gnt.com.br

– Treinando a Comunicação

Treinar a comunicação, dentro das diversas formas de expressão, é uma necessidade para profissionais de qualquer área de atuação. Compartilho com os amigos um ótimo vídeo, extraído da Jovem Pan on-Line, a respeito de Networking (rede de relacionamentos) e Comunicação, apresentado pela Personal Trainer de Comunicação (sim, existe treinador pessoal para comunicação) Thais Alves.

Clique em: http://jovempan.uol.com.br/media/online/index.php?view=27263&categoria=138

– A 6ª Feira Santa e a nossa reflexão pessoal

Neste dia de recolhimento e reflexão, somos convidados a pensar e a repensar nossas ações. Compartilho um texto-reflexão belíssimo, dos irmãos de uma comunidade católica de jovens, intitulado “Buscai as Coisas do Alto”, a respeito desse dia:

Extraído de: http://busqueoalto.blog.terra.com.br/2009/04/10/sexta-feira-santa/

Sofrimento. Esta palavra assusta algumas pessoas, na verdade, é possivel que assuste a quase todo mundo. É compreensivel que no mundo atual problemas ocorram e muitas vezes o sofrimento é inevitável. Uma coisa é certa: todo sofrimento traz uma lição, desde que não seja sofrer sem razão, como muitas vezes fazemos ao nos martirizar por algo que não vale a pena.

Quando a gente diz que sofre, geralmente achamos que nosso sofrimento é o mais pesado do mundo. O ser humano acaba sendo egoista por muitas vezes achar que seu problema é o maior de todos, sem notar que muitos outro seres humanos sofrem mais e por motivos mais sérios que aquele pelo qual ele esta sofrendo.

E o que dizer do sofrimento que Jesus passou ? Estamos na Sexta Feira da Paixão. Jesus foi açoitado, humilhado, derramou sangue por nós, teve mãos e pés apregados e morreu numa cruz. As cenas do filme a Paixão de Cristo ilustram com sinceridade todo o sofrimento de Jesus. Alguns ficam chocados diante das cenas. Ali esta a maior prova de amor da história. E todo aquele sofrimento, que parece transpor o limite humano, foi vivido por um homem santo, Deus que se fez humano e que era inocente.

Ele sofreu por amor a você, a mim e carregou pecados que Ele jamais cometeu. Tudo por amor.

Nós as vezes resmungamos, achamos que nossa vida vai mal e diante do sofrimento não temos a menor força. Interessante: 99% dos nossos sofrimentos, de alguma forma somos nós que provocamos. Deus jamais faz seus filhos sofrerem, mas permite o sofrimento para que tenhamos força.

Sera que algum de nós passaria pelo que Jesus passou, sendo inocente por amor aos verdadeiros culpados ? Mas o amor de Deus é tamanho que Cristo enfrentou a tudo pois Ele sabia que tinha sido enviado para morrer e que venceria a morte como fez.

Jesus teve medo, Jesus pediu ao Pai que afastasse dele aquele sofrimento. Mas Jesus não desistiu. Cristo entregou-se a vontade do Pai. Cada golpe que Jesus levou era sofrido por Ele com imensa dor, mas com um amor ainda maior que essa dor.

Portanto ao olharmos para a cruz devemos enxergar tudo isso. Veja o sofrimento de Jesus e compare com o seu. Veja que Jesus sofreu e venceu, ressucitou. Quem perserverar, após o sofrimento ressucitará. O Salmo nos diz: “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”. Quando não fores mais capaz de suportar seu sofrimento, Deus lhe levara para junto dele. Quem sofre com Deus sofre diferente e ao fim do sofrimento encontra uma vida nova, um tempo novo, a vida eterna.

A lição de amor e a lição de enfrentar o sofrimento, perseverando em Deus, que a cruz nos dá é a nossa certeza de que Jesus nos ama e passou por tudo pois precisava salvar a cada uma de nós. Quando olhar para a cruz, sinta-se amado por Jesus e se estiveres sofrendo tenha certeza: assim como Ele sofreu (e talvez tenha sofrido mais do que estamos sofrendo agora), Ele venceu.

Se tiver que sofrer, sofra junto de Deus, não solte das mãos de Deus nunca. Jesus fez a vontade do Pai para salvar a humanidade. Faça a vontade de Deus na sua vida, pois Ele nunca dará uma cruz mais pesada do que você pode carregar.

O melhor jeito de compreender o amor e o sofrimento e de o quanto Deus ama o mundo é olhando para a Cruz !

São João da Cruz
“Quando tiveres algum aborrecimento e desgosto, lembra-te de Cristo crucificado e cala.”I São Pedro 4,13
“Pelo contrário, alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo, para que vos possais alegrar e exultar no dia em que for manifestada sua glória.”

 

Romanos 8,18
“Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada.”

– Como foi concebido o Nano, o carro de 2 mil dólares

Provavelmente, esse carro da indiana Tata Motors, o Nano, alardeado todos os dias, poderá ser a nova revolução automobilística, comparada apenas a do Ford T.

Veja como foi concebido:

Extraído de:

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0940/negocios/genese-carro-mais-barato-mundo-432332.html

A GÊNESE DO CARRO MAIS BARATO DO MUNDO

Segundo uma das lendas mais conhecidas a respeito do poder da colaboração, um frade pobre e faminto, depois de pedir pouso numa casa, tirou do bolso uma pedra lisa, colocou-a numa panela com água e começou a cozinhar uma sopa. Sensibilizados com a cena, um a um, os habitantes da residência começaram a contribuir com ingredientes para engrossar o caldo, acabando por transformar o prato numa iguaria saborosa. Na Índia, durante a concepção do Nano, um processo semelhante se repetiu, mas com a lógica invertida. Durante meses, funcionários graduados da Tata Motors, montadora responsável pelo projeto, eram chamados a olhar os protótipos do modelo e opinar sobre quais peças e processos poderiam ser subtraídos, como medida de economia. Paralelamente, uma equipe de 500 engenheiros tentava encontrar outras ideias viáveis para eliminar peso ou redundâncias no automóvel. Cada uma das sugestões era inicialmente testada no computador antes de ser validada com protótipos nas pistas de teste. Ao final, o esforço conjunto foi fundamental para chegar à meta estabelecida pela empresa – criar o carro mais barato do mundo.

No final do mês passado, durante o lançamento comercial do Nano, no palco do Parsi Gynkhana, centro de eventos no coração de Mumbai, duas pessoas estavam especialmente exultantes com o resultado do trabalho. Uma delas era o empresário Ratan Tata, dono do conglomerado industrial com quase uma centena de empresas e faturamento anual perto de 50 bilhões de dólares. Entre as companhias do grupo está a Tata Motors, maior montadora de automóveis da Índia. Ao som dos primeiros acordes do poema sinfônico Assim Falou Zaratustra, de Richard Strauss, foi apresentada no evento a versão pronta e acabada do Nano, que chega aos consumidores pelo preço de 2 000 dólares. “Muita gente achou que nossa proposta de fazer um automóvel de boa qualidade por esse preço era um blefe”, afirmou Tata, no evento. Perto do palco, uma figura bigoduda e de estatura mediana deixava um pouco de lado a habitual modéstia e discrição para se comportar como um pai sorridente e orgulhoso ao lado do filho na maternidade. Era Girish Wagh, o engenheiro responsável pelo Nano. “Nossa maior dificuldade foi a falta de parâmetros”, disse ele a EXAME. “Não havia no mercado nenhum produto semelhante.”

Quando começou a ser concebido, em 2003, o modelo indiano só chegava a 60 quilômetros por hora, não vinha com portas e tinha o teto de plástico. A ideia foi uma das primeiras a ser vetadas por Ratan Tata. “Ficou claro que não poderíamos pensar numa solução que entregasse aos clientes um meio-carro”, afirma Wagh. Em seis anos de trabalho, os engenheiros quebraram a cabeça para reduzir drasticamente os custos do modelo sem comprometer o desempenho e o design. O resultado foi uma minivan com lanternas e faróis estilosos, pouco mais de 3 metros de comprimento, espaço interno para acomodar até quatro adultos e capacidade para atingir 105 quilômetros por hora. Com preço equivalente a 4 600 reais, ele custa 20% do valor do modelo mais barato vendido no mercado brasileiro, o chinês Effa M 1000. Seu desempenho na cidade é de 23,6 quilômetros por litro, mais que o dobro da média do Uno Mille. E a taxa de emissão de poluentes, segundo a montadora, é de 101 gramas de gás carbônico por quilômetro rodado, muito próxima da marca do Toyota Prius, um dos modelos queridinhos dos ecologistas.

Na busca de alternativas para economizar em tudo o que fosse possível, os profissionais da Tata Motors e os fornecedores da montadora desenvolveram mais de 30 patentes para o projeto (veja quadro ao lado). Algumas soluções de economia foram fáceis, como a que eliminou a tampa do reservatório de combustível (que geraria custo de trabalho e instalação) simplesmente instalando-o sob o capô. Ou a que descartou um dos parafusos de sustentação das rodas – no Nano são apenas três parafusos. Outras medidas para eliminar redundâncias demandaram maior grau de engenhosidade, como o esguicho que lava o vidro para-brisa, que ficou integrado à palheta do limpador. Um novo mecanismo para ajustar o ângulo dos faróis em função do peso do carro ajudou a economizar 10 dólares por carro produzido.

Pelo menos duas vezes por semana, eram realizadas reuniões com os líderes de cada grupo de trabalho do Nano para discutir onde a montadora poderia avançar mais em termos de economia. Ratan Tata aparecia com frequência a esses encontros. Por inspiração do empresário, um homenzarrão de 1,90 metro de altura, o espaço entre eixos, parâmetro fundamental para um automóvel confortável, cresceu razoáveis 10 centímetros em comparação com as dimensões do primeiro protótipo. Também foi por “sugestão” de Tata que os engenheiros decidiram dar mais potência ao motor de 2 cilindros. O propulsor teve de ser desenhado três vezes até ganhar sua versão definitiva. Na contabilidade final para chegar ao carro de 2 000 dólares, pesou ainda o custo baixo de mão-de-obra local. Um operário de linha de montagem na Índia ganha pouco mais de 200 dólares por mês, um dos salários mais baixos da categoria no mundo.

Ratan Tata teve outra função indispensável no projeto: amansar os fornecedores, muitos deles céticos sobre a viabilidade do carro que propunha. “Ele nos convenceu argumentando que, se o carro desse certo, faria parte da história e nós estaríamos nela”, disse a EXAME Harish Lakshman, diretor da Rane, que trabalhou no sistema de direção. Qual foi a sua missão? Para variar, desenvolver um sistema que reduzisse custos e peso. “Integramos o trabalho de duas peças em uma, sem perder a confiabilidade.”

Mas nem toda a boa educação e os argumentos de Ratan Tata foram capazes de reverter um contratempo que fulminou sua intenção de construir o Nano em uma linha de montagem novinha em folha em Singur, na região de Bengala do Oeste. Quando a fábrica já estava prestes a entrar em operação, ela foi alvo de protestos de agricultores insatisfeitos com o preço que haviam recebido do governo pela desapropriação de suas terras para a construção da nova unidade da Tata Motors. A situação chegou a tal ponto crítico que Ratan Tata decidiu abandonar o local no final do ano passado, transferindo parte das máquinas para a província do Gujarat, a cerca de 2 000 quilômetros do local. Estima-se que só em Bengala do Oeste foram 300 milhões de dólares desperdiçados, e outros 400 milhões para montar às pressas as instalações em Sanand, na província do Gujarat, do outro lado do país. “O conceito em Singur era ter por perto 55 dos fornecedores de peças e partes do Nano para reduzir despesas com transporte e economizar prazos de entrega”, diz David Hudson, chefe de engenharia do Nano. “Ou seja, dá para imaginar o tamanho da encrenca ao ter de transferi-los para o outro lado da Índia.”

Essa novela envolvendo a fábrica explica por que o carro chegará ao mercado apenas em junho, ou seja, nove meses depois do planejamento inicial. Para evitar um atraso maior, as primeiras unidades do automóvel serão feitas na cidade de Pantnaghar, onde há uma fábrica da Tata Motors com capacidade de produção de 100 000 unidades anuais. Isso até que a nova unidade de Gujarat esteja operando a pleno vapor, coisa que deve ocorrer no primeiro semestre de 2010. Os primeiros modelos já começaram a ser vendidos, por uma espécie de loteria. Cada interessado deve preencher um formulário e fazer um depósito equivalente a 6 dólares. Espera-se que 2,5 milhões de indianos entrem na corrida para se tornar os primeiros proprietários do Nano. Quem for sorteado só precisará complementar o pagamento. E quem ficar na fila poderá manter a opção de compra ou pegar o dinheiro de volta daqui a um ano, corrigido a uma taxa de 8,5%.

Segundo algumas consultorias, o modelo tem potencial para vender, apenas na Índia, de 500 000 a 1 milhão de unidades anuais. “Se tudo der certo, em três anos as contas da produção do modelo devem passar do vermelho para o azul, quando o carro vender 350 000 unidades por ano e a procura por ele estiver ainda em expansão”, afirmou a EXAME o analista financeiro indiano Vaishali Jajoo, da sucursal da consultoria Angel Broking, em Mumbai. A saúde financeira da Tata Motors ficou mais atrelada a esse projeto depois que suas receitas com vendas de caminhões caíram 34,4% em 2008. Houve uma recuperação parcial desses números nos primeiros meses de 2009, mas a montadora tem ainda outro problema grave a resolver: a rolagem de uma dívida de 2 bilhões de dólares, dinheiro usado para comprar as marcas Land Rover e Jaguar no ano passado.

Um dos trunfos da Tata Motors para virar esse jogo com o Nano é que, em meio à crise financeira mundial, ele parece o veículo perfeito para os consumidores que estão com o dinheiro cada vez mais curto no bolso. Uma versão europeia e outra americana do modelo já estão sendo concebidas na montadora. Seu desempenho será acompanhado de perto pelas concorrentes, sobretudo as que já têm projetos nessa linha. O mesmo Carlos Ghosn, presidente da Renault e da Nissan, que foi um dos artífices da ideia de colocar dinheiro na antiga linha de produção da romena Dacia – e com base nela criar o Logan, que se transformou num sucesso mundial – associou-se à Bajaj, fabricante de motocicletas indianas. Sua intenção: produzir até 2011 um automóvel com preço estimado em 3 000 dólares, também de olho nos consumidores da Índia. A Toyota está tentando chegar a um modelo de 6 500 dólares, e a GM, em parceria com a coreana Daewoo, tenta desenvolver um projeto similar. É a prova de que o Nano já provocou impacto considerável e pode entrar para a lista dos modelos que mudaram para sempre a cara da indústria automobilística (veja quadro abaixo). “Após a demonstração de corte de custos de produção feita pelo Nano, pode apostar que nenhuma outra montadora fará seus carros da mesma forma”, diz Daryl Holley, chefe de operações da empresa de TI californiana Ariba, que forneceu softwares de gerenciamento para o processo de produção do carro da Tata.

– O Crescimento dos Estudantes Classe C Brasileiros

Com o crescimento da Classe C brasileira, estimada em 80 milhões de pessoas, houve um “boom” no número de estudantes. Consequentemente, os cursos de ensino superior e tecnológico dispararam. Assim, grupos estrangeiros estão adquirindo universidades no Brasil e novas escolas profissionalizantes surgem. Entenda esse fenômeno:

 

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/

edicoes/0940/economia/nunca-estudamos-tanto-432219.html

 

Nós nunca estudamos tanto

 

O ingresso de uma nova geração de consumidores quintuplicou o bilionário mercado brasileiro de ensino superior – que hoje movimenta 25 bilhões de reais por ano – e está mudando o perfil das instituições do país

 

No dia 9 de março, os executivos do grupo americano de ensino DeVry, com sede em Chicago e faturamento de 1 bilhão de dólares em 2008, encerraram uma busca que levou dois anos. Após pesquisar uma centena de países, eles encontraram no Nordeste brasileiro o destino para dar seu primeiro passo fora da América do Norte. Com investimento de 55 milhões de reais, o grupo arrematou 70% da Faculdades Nordeste (Fanor), com 10 000 alunos em cinco campi, no Ceará e na Bahia. O movimento do DeVry é a mais recente demonstração do interesse de investidores estrangeiros pelo mercado brasileiro de educação. O pioneiro foi o também americano Laureate, em 2005, com a compra do controle da rede de faculdades Anhembi Morumbi, de São Paulo. Um ano mais tarde, a americana Whitney International University adquiriu participação majoritária na Faculdades Jorge Amado, de Salvador. Representantes do Apollo, o maior grupo de educação do mundo, com receita de 3 bilhões de dólares em 2008, também vêm visitando o país em busca de oportunidades. “O mercado brasileiro ainda possui um grande número de estudantes potenciais para graduação, e a consolidação deverá continuar mesmo em meio à crise”, diz Carlos Alberto Guerra Filgueiras, atual presidente e um dos fundadores da Fanor, criada em 2001 por um grupo de investidores interessados nas altas taxas de crescimento do setor.

Assim como Filgueiras, os estrangeiros foram atraídos por uma massa crescente de novos consumidores de educação no Brasil. Na última década, o número de alunos de graduação em escolas privadas no país passou de 1 milhão para cerca de 4 milhões (veja quadro na pág. 45). Na última década, o mercado quintuplicou seu valor e deverá movimentar neste ano 24 bilhões de reais. Boa parte desse crescimento pode ser creditada à ascensão da classe C – parcela da população com renda familiar mensal entre 1 000 e 4 600 reais, segundo o Ipea, e que até pouco tempo atrás era praticamente excluída do ensino superior. “Hoje os alunos da classe C representam a maior parte dos novos estudantes dos cursos de ensino superior no país”, afirma Renato Souza Neto, diretor da PRS, empresa de consultoria educacional que mantém com o pai, o ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza. O ingresso desses consumidores não apenas possibilitou a criação de grandes grupos de educação no país como também tem exigido uma transformação do modelo de negócios das universidades. “Até pouco tempo atrás, esses grupos ofereciam apenas cursos de graduação tradicionais”, diz Ryon Braga, diretor da consultoria especializada em educação Hoper. “Agora, eles estão criando modelos de negócios para atender às demandas dos novos alunos.” Na prática, isso significa que as instituições precisam sanar três necessidades básicas ao oferecer um curso: que ele ajude o aluno a progredir na carreira, que seja próximo de casa ou do trabalho e que caiba em seu bolso.

Uma das tendências que despontam nesse contexto é a expansão dos cursos tecnológicos, com nível de graduação e duração de dois a três anos. Hoje existem cerca de 400 000 alunos desses cursos no país – menos de 10% do total de graduandos. Ainda se trata de uma participação pequena, sobretudo se comparada à média americana, em que 56% dos alunos de graduação frequentam cursos de curta duração. Mas o percentual brasileiro vem progredindo num ritmo acelerado. A consultoria Hoper projeta que o número total de alunos chegue a 490 000 até o final deste ano. Uma das instituições que investem nesse mercado é a Fanor, que desde 2008 oferece cinco cursos tecnológicos, como construção de edifícios e produção de eventos. “Devemos investir cada vez mais na expansão desse modelo”, diz Filgueiras, que já programou a abertura de 30 novos cursos desse tipo nos próximos dois anos.

Alguns grupos fizeram um movimento de adaptação à nova demanda de forma ainda mais radical, como o Anhanguera, um dos maiores do país, com receita de 630 milhões de reais entre janeiro e setembro de 2008. Fundado em 1994, o grupo seguiu até recentemente apenas com cursos de graduação. O movimento mais relevante para mudar seu perfil ocorreu em julho, com a aquisição de 30% da rede de ensino profissionalizante Microlins, com sede em Valinhos, no interior de São Paulo, por 25 milhões de reais. Hoje o grupo possui 220 000 alunos na graduação e mais de 500 000 matriculados na Microlins, que oferece cursos técnicos específicos, como formação para garçons e operadores de telemarketing, com mensalidades de 75 a 120 reais. “Ter clareza sobre o perfil de nosso consumidor ajudou a direcionar a estratégia de investimentos”, diz Antonio Carbonari Netto, presidente da Anhanguera, que investiu 300 milhões de reais em aquisições só em 2008.

Para atender aos quesitos de conveniência e preço exigidos pelos novos consumidores, boa parte dos grupos brasileiros planeja sustentar sua expansão por meio da educação a distância. De acordo com projeções da consultoria Hoper, trata-se de um modelo com potencial de crescimento de 230% nos próximos três anos, quando deverá atingir
2 milhões de alunos no Brasil. Além de permitir a expansão rápida para o interior, a educação a distância torna o ensino mais acessível à população de baixa renda. Um curso de graduação a distância custa em média 168 reais por mês, ante 457 reais de um tradicional. A expansão da educação a distância também deve ajudar no crescimento dos cursos de pós-graduação no país. Essa é a aposta, por exemplo, da Anhanguera, que comprou a paulista LFG no ano passado. A escola oferece cursos a distância que vão da preparação para exames da OAB a MBAs.

Segundo especialistas, a expansão da pós-graduação é também uma consequência natural do crescimento do número de formandos. Em alguns grupos, o aumento de matrículas já é maior no caso dos cursos de pós-graduação do que na graduação. É o caso do paranaense Positivo, que faturou cerca de 1,3 bilhão de reais em 2008. Neste ano, o Positivo abriu 36 novos cursos de pós-graduação, dobrando a oferta. “Muitos deles são voltados para mercados que se expandiram recentemente, como no caso da pós-graduação voltada para o mercado de etanol”, afirma Oriovisto Guimarães, fundador e presidente do conselho de administração do grupo. Estimativas indicam que o número de alunos de cursos de pós-graduação passe dos atuais 600 000 para 2 milhões em três anos.

Para que boa parte dessas projeções de crescimento se concretize, será fundamental que o crédito educacional decole no país. Por enquanto, apenas 3,7% dos alunos matriculados usam esse sistema para financiar seus estudos, mas especialistas estimam que esse índice pode chegar a 30% até 2012 – nos Estados Unidos, mais de 70% dos graduandos financiam seus cursos. Recentemente, a Ideal Invest, primeira empresa criada no mercado brasileiro para crédito educativo, traçou um perfil dos estudantes que já financiam seus estudos. Em geral, eles ganham menos de dois salários mínimos por mês, a maioria – 63% – trabalha e 78% compõem a primeira geração de sua família num curso de graduação. Diante dos números do mercado potencial, aos poucos as próprias universidades começam a facilitar o crédito. Um exemplo é o grupo Kroton, que tem entre os fundadores o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia. O Kroton já oferece hoje o Pravaler, da Ideal Invest, e está elaborando outro produto com o Unibanco. Atualmente, apenas 15% dos alunos do Kroton possuem financiamento. “Numa de nossas unidades, 65% dos alunos que ingressam nos cursos indicam que querem financiamento estudantil. Fizemos uma análise com uma instituição financeira e quase 70% desses alunos interessados já têm o crédito pré-aprovado”, diz Walter Luiz Diniz Braga, presidente do grupo Kroton.

A consolidação do setor, tanto com a chegada de grupos estrangeiros como com o avanço dos grupos nacionais, deverá continuar aquecida neste ano. As possibilidades para fusões e aquisições são enormes – hoje, cerca de 70% do mercado de graduação está nas mãos de pequenas instituições de ensino. Segundo Luciano Campos, analista da Itaú Corretora especializado em educação, muitas escolas que abriram as portas na onda da expansão do setor – mais de 1 300 novas instituições surgiram entre 1997 e 2007, numa média de duas escolas por semana – deverão ser engolidas por outras mais fortes. A expectativa é que essa expansão melhore a posição do Brasil no ranking mundial de presença do ensino superior, elaborado pela Unesco. Hoje o percentual de brasileiros em cursos de graduação é um dos menores do mundo – apenas 20% da população que poderia estar na universidade de fato frequenta os bancos escolares. Países vizinhos, como Argentina e Chile, estão muito à frente, com 61% e 43%, respectivamente. “Temos um longo caminho a percorrer, mas estamos na direção certa”, diz Braga, da consultoria Hoper.

– Nosso Sorriso Lindo que Encanta e Desmancha

Hoje resolvemos furar as orelhinhas da Marina para pôr brincos… E não é que nossa sapequinha gostou?

Fala sério, olha que sorriso encantador:

Linda, não?

– Como os Postos de Combustíveis Desonestos Driblam a Fiscalização

Há golpes de toda a sorte para o mercado de combustíveis. Desde o “batismo” de gasolina com álcool ou solvente, até o “álcool molhado”. Entretanto, a picaretagem não tem limites! Não bastasse o fato de combustíveis duvidosos, outros golpes surgem com frequência: o de bombas desreguladas (abastecendo menor quantidade do que o cliente paga) e o de “tanques postiços”.

Ontem, em São Paulo, flagrou-se um posto que continha um “minitanque” com combustível legalizado, que por controles eletrônicos abastecia as bombas quando a fiscalização aparecia nos postos. Além disso, havia uma “boqueta postiça” escondendo a boca principal, onde o combustível irregular entrava nos tanques.

É por isso que em determinadas situações, por mais que se saiba que o posto vende produtos irregulares, é difícil provar. Além, é claro, da concorrência desleal. Como o comerciante pode fazer milagres, se num mercado onde a diferença é de poucos centavos, alguém vende (teoricamente) o mesmo produto com até R$ 0,20 de diferença?

Abaixo, extraído de: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3693253-EI5030,00.html

Descoberta fraude com minitanque de gasolina em SP

A força tarefa de Combate ao Combustível Adulterado descobriu, nesta quarta-feira, uma fraude inédita em São Paulo. Uma perícia foi realizada no setor de obras da Subprefeitura da Lapa para constatar que um tanque de 30 mil l continha um minitanque de 400 l que era utilizado para burlar a fiscalização.

O reservatório foi retirado na segunda-feira do Posto Portal do Jaguaré, na Lapa, na zona oeste da cidade. O local havia sido interditado no dia 21 de março pela Secretaria Municipal de Controle Urbano. Até então, a fiscalização nunca havia retirado um tanque de um posto por causa de irregularidades.

Segundo o Secretário Municipal de Controle Urbano, Orlando Almeida, o reservatório maior estava abastecido de gasolina com 47% de álcool. Já o reservatório menor, utilizado para burlar a fiscalização, apresentava gasolina com 25% de álcool, ou seja, dentro do padrão estabelecido pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, participou da força tarefa.

Almeida declarou que a descoberta foi feita por uma casualidade. Durante a vistoria ao posto, foi coletado combustível de seis tanques. Essa gasolina era devolvida pelo canal principal para apenas um deles, que começou a transbordar, apesar do indicador eletrônico demonstrar que ainda era possível colocar mais de 20 mil l.

A partir dessa divergência, os técnicos do Departamento de Controle de Uso de Imóveis (Contru), ligado à Secretaria Municipal de Controle Urbano, suspeitaram do funcionamento da fraude, que foi confirmado após a perícia.

– Os Números dos Fumantes Brasileiros

A nova lei antitabagista foi aprovada, e já foi alardeada por muitos, tornando-se de conhecimento público. Entretanto, algumas características importantes sobe o processo de aprovação:

– para a aprovação da lei, defendeu-se a redução dos pacientes de câncer na rede pública, em resultado da diminuição do número de fumantes no Brasil: de 34%, há 20 anos, para 17,4% o ano passado;

– para a não aprovação da lei (pasmem, defendida pelas bancadas do PT e PV – isso mesmo, o Partido Verde foi contra), argumentou-se que é livre a expressão das pessoas, e que tal proibição feriria o direito dos que fumam.

– por fim, 7 não-fumantes morrem em decorrência dos que fumam em nosso país.

Veja ainda que dado alarmante:

Extraído de: http://www.abril.com.br/noticias

Cigarro mata sete fumantes passivos por dia, apontam dados do Inca

São Paulo – Estatísticas para comprovar os males do tabaco para a saúde não faltam. Órgãos que estudam o tabagismo apontam que cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos no Brasil em razão do problemas causados pelo fumo. O impacto do cigarro entre os não-fumantes também é considerável. Cerca de sete não-fumantes morrem por dia em decorrência da inalação da fumaça do cigarro, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).Ainda de acordo com o Inca, 22 pessoas morrem por hora vítimas do cigarro no País. Cerca de 90% dos pacientes com câncer de pulmão são fumantes. O tabagismo também favorece o surgimento de outros tipos de tumores, como os cânceres de esôfago, laringe, faringe, boca e mama. E, de acordo com o instituto, 24% das crianças são, de alguma forma, fumantes passivas e estão sujeitas aos efeitos nocivos do tabaco. O tratamento de pessoas com câncer em decorrência do tabaco consome cerca de R$ 373 mil dos cofres da Secretaria de Estado da Saúde por dia, segundo o governo.

O prejuízo à saúde também foi fator decisivo para que garçons se posicionassem a favor da lei antifumo, mesmo sob ameaça da redução de empregos no setor. O resultado de uma consulta feita pelo Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Restaurantes, Bares e Lanchonetes de São Paulo (Sinthoresp), foi unânime na categoria. “Não podemos ser contra a lei. Antes do trabalho vem a saúde do trabalhador”, diz o presidente do Sinthoresp, Francisco Lacerda.

Pesquisa feita pela equipe do médico Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Pesquisa de Álcool e Drogas (Uniad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 1998, ou seja, já posterior à lei que instituiu uma área separada para fumantes em bares e restaurantes, apontou 50% mais monóxido de carbono no organismo de garçons do que de quem trabalha em locais sem cigarro. Com isso, os garçons teriam mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e até câncer, diz o médico. Ele lembra que das 5 mil substâncias tóxicas do cigarro, 50 são cancerígenas. “O impacto na saúde de pessoas que trabalham ou moram onde há fumantes é inegável.”

Aprovação

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou por 69 a 18 votos ontem o projeto de lei que proíbe o fumo em locais fechados e parcialmente fechados, públicos e privados, em todo o Estado. O texto, que vai à sanção do governador José Serra (PSDB) dentro de 15 dias, não permite nem os fumódromos. Foram aprovadas ainda três emendas ao texto: a que prevê que a nova lei entra em vigor 90 dias após a sanção, a que diz que o governo deve oferecer tratamento a tabagistas que queiram deixar de fumar e a que determina que o Estado faça campanhas educativas sobre o tema. As informações são do Jornal da Tarde./

 

ciencia-saude/cigarro-mata-sete-fumantes-passivos-dia-apontam-dados-inca-346904.shtml

– O Veto, a Reação e a Lembrança do Caju

Leio que após reclamações da equipe do Gama-DF, os árbitros locais se recusam a apitar partidas por lá. Também no Ceará, a equipe do Ceará-CE fez a mesma coisa e os árbitros cearenses, num primeiro momento, também protestaram.

Mas… e se o movimento ganhasse repercussão nacional? Se a cada reclamação de equipes os árbitros estaduais resolvessem boicotar as escalas das agremiações? É claro que é exagero e a idéia é anarquista e utópica, pois provavelmente surgiriam árbitros, de mesma ou outra praça, dispostos a trabalhar em tais jogos. E no exercício da futurologia e do “achismo’, a proposta não vingaria…

A questão é: torna-se fácil criticar a atuação dos apitadores, e menos lógico aceitar os defeitos de cada equipe. É fácil observar tais indicadores: a cada rodada, verifique os discursos de cada equipe e tabule os resultados:

– Quantos dirigentes, atletas ou treinadores justificaram que:

a) o time perdeu porque o árbitro foi mal;

b) o time perdeu porque o presidente planejou mal a temporada e colhe os frutos agora;

c) o time perdeu pois o treinador armou mal o esquema tático;

d) o time perdeu porque os atletas não se esforçaram o suficiente;

e) o time perdeu pois o gramado não estava em boas condições;

f) outras justificativas.

Por isso, compartilho um comentário, do final do ano passado, já publicado anteriormente, do ex-atleta PC Cajú, que beira a perfeição neste relato;

Abaixo, extraído de: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/?s=caju

A Culpa é da Bola. Será mesmo?

 

Àqueles que gostam de futebol, é inegável dizer que Paulo Cézar Caju foi uma figura ímpar na história do futebol brasileiro. É público o seu depoimento que, depois do término da sua carreira, afundou-se nas drogas lícitas e ilícitas. Há pouco tempo, amparado por amigos, recuperou-se e hoje presta relevante serviço como palestrante inveterado contra o uso de drogas. Louvável iniciativa. Tão louvável é a sua última coluna escrita no “Jornal da Tarde” (a propósito, eu que não sou contemporâneo do jogador PC Caju, estou me deliciando pelos ótimos artigos escritos pelo culto atleta).

Nesta quarta, ele procurou abordar as desculpas dos treinadores frente as derrotas.  Eis um pequeno trecho para uma grande reflexão:

 “Em gerações passadas, jogávamos com uma bola chamada G18, que significa 18 gomos. Era de couro duro e dava um trabalho danado para os roupeiros durante a semana de treinos e após os jogos. Passar sebo, reforçar costuras e colocar no sol era a rotina diária. Talvez seja por isso que fazíamos questão de tratá-la com tanto carinho. E hoje ainda tenho que escutar treinadores reclamando da bola! Depois de reclamar do plantel, das arbitragens e dos gramados, agora sobrou para a bola, que hoje é desenvolvida com a melhor das tecnologias do planeta (…) Os “professores” deveriam, isso sim, ir pra campo, sem descanso, e aprimorar fundamentos e corrigir os defeitos de seus jogadores. Só assim eles vão aprender a passar, dominar e finalizar, e aí, deixar a bola feliz!

Pois bem, rápidas considerações sobre esse trecho:

Quando o time perde, segundo Caju na íntegra do seu texto, ele retrata que as desculpas comuns são:

– O plantel é reduzido e limitado;

– A arbitragem prejudicou;

– O gramado é ruim;

– A bola não é boa.

Poderia, caro Caju, lembrar de outros aspectos citados pelos treineiros nas derrotas, como:

– A maratona de jogos atrapalhou o time;

– Não havia boas condições no estádio, atirou-se de tudo no campo;

– A comida do hotel trouxe indisposição alimentar;

– O frio demasiado;

– O forte calor;

– A tabela que prejudicou a seqüência de jogos;

– Os desfalques por cartões;

– Ou desfalques por convocações à Seleção.

Ufa! Cansou tanta desculpa. Mas certamente você NÃO OUVIRÁ as seguintes colocações:

– Meu time perdeu porque escalei mal;

– Meu esquema de jogo foi mal elaborado;

– Jogamos na retranca porque não queria deixar os alas avançarem;

– Errei redondamente na preleção;

– Substimei o adversário;

– Desmontei o time nas substituições.

É claro que há muita ironia neste texto. E nem podemos generalizar as reclamações dos treinadores, pois, afinal das contas, eles querem ganhar os jogos para sua sobrevivência no cargo. E estão “fazendo a parte deles”. Os jogadores, idem. Os árbitros idem, a imprensa idem. O problema é a irresponsabilidade de acusar os outros para salvar a própria pele. Se pegar os jornais de segunda-feira, qual seja ele, haverá muitas dessas reclamações em diversas páginas de diversos jogos. O grande exemplo disso (e não estou julgando-o mas apenas relatando o fato), foi o atacante Kléber do Palmeiras, que após receber bisonhamente um cartão, foi instigado por um repórter se era perseguição, e de pronto comprou a idéia. E, claro, a polêmica se formou.

Dessa vez, caro Caju, a culpa não foi da bola (apesar de ela ser redonda demais para alguns), mas sim do árbitro. Cumpriu a regra, o juizão está condenado. Pelo menos, em casos como esse em que ninguém assume a irresponsabilidade das decisões!

Gostaria de saber sua opinião: de quem é a culpa, afinal das contas?

 

– O Brasil descobre a Rússia

O eldorado dos empresários brasileiros tem sido, para muitos, a China. Porém, as multinacionais brasileiras descobriram a Rússia. Veja que bacana as particularidades em se administrar lá, e o que os brasileiros têm encontrado:

 

exame/edicoes/0924/gestaoepessoas/m0165410.html

Por Cristiane Mano, de Kaliningrado

Duas coisas chamam a atenção de quem olha pela ampla janela de vidro do prédio de três andares que abriga a nova fábrica da Sadia em Kaliningrado, na Rússia. A primeira delas é o imenso descampado nos arredores, uma extensa planície à margem do mar Báltico. A outra é a série de guindastes que pontua o horizonte. Ali está o sinal do surgimento de uma das mais prósperas áreas industriais da Rússia. Até pouco tempo atrás, o enclave do território russo entre a Polônia e a Lituânia, com tamanho semelhante ao do estado de São Paulo, não passava de uma base militar quase abandonada. Mantida por sua estratégica proximidade da Europa, a área é o único ponto do território russo que não congela no inverno. Nos últimos cinco anos, uma série de incentivos fiscais e o espantoso crescimento do país atraíram 56 indústrias de diversos países para Kaliningrado. O terreno onde a Sadia ergueu sua fábrica estava há tanto tempo abandonado que os operários encontraram, a menos de 2 metros de profundidade, armas, cintos e capacetes deixados ali por soldados durante a Segunda Guerra Mundial. Em janeiro deste ano, além da Sadia, outra empresa brasileira iniciou operações a poucos quilômetros dali — a fabricante paulista de freezers comerciais Metalfrio. As duas passaram a compor, junto com a fabricante de ônibus gaúcha Marcopolo, o time das primeiras empresas brasileiras que decidiram desbravar o território russo e montar fábricas no país. (…) “As multinacionais brasileiras com ambições globais primeiro se concentraram na China e na Índia. Agora, a Rússia entrou nesse circuito obrigatório”, diz o especialista Álvaro Cyrino, da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte.
Uma das características mais evidentes do ambiente de negócios russo é sua monumental burocracia, capaz de fazer com que as repartições e os cartórios brasileiros pareçam brincadeira de criança. O olhar do governo de Moscou paira até sobre detalhes, como o local de hospedagem de estrangeiros no país. Há um mês, em sua última visita à Rússia, Ruben Bisi, diretor de operações internacionais da Marcopolo, foi barrado no embarque do aeroporto de Pavlovo, a cerca de 400 quilômetros ao leste de Moscou. O policial abriu o passaporte e perguntou onde estava o recibo carimbado pelo hotel — uma das maneiras de o governo russo controlar o trânsito de estrangeiros. Como o documento havia ficado na casa que a Marcopolo mantém em Pavlovo para funcionários brasileiros, Bisi ficou numa saia-justa. “Paguei 150 dólares de multa para que o burocrata me desse o tal carimbo no papel e me dissesse que eu podia ir embora.”
A burocracia russa já resultou em conseqüências mais sérias. “Tudo é mais difícil do que imaginávamos e tivemos de atrasar em cerca de seis meses a operação”, diz o catarinense Hugo Gauer, ex-diretor do escritório alemão da Sadia e principal executivo da nova operação em Kaliningrado desde janeiro deste ano. Durante a obra, sucessivos problemas para obter a autorização de uso de energia elétrica no local fizeram com que a construção fosse iniciada sem luz. Com equipamentos movidos a geradores, os operários usaram capacetes com lanternas (similares aos de mineradores) para enfrentar a escuridão durante meses, até que a situação se normalizasse. Devido à lentidão do governo, por enquanto apenas as linhas de produção de hambúrgueres e de nuggets estão em operação em Kaliningrado. As outras duas (de massas congeladas e de embutidos) aguardam autorização do governo local e devem ser iniciadas no segundo semestre. A Sadia já juntou cerca de 40 páginas de documentos apenas para a aprovação de um dos sistemas de aquecedores de uma dessas linhas e já passou por duas inspeções de fiscais russos. A Marcopolo também enfrentou situações difíceis para desembaraçar produtos nos portos. “Já tivemos cargas retidas por 60 dias no porto russo”, diz Bisi.
As peculiaridades do mercado local explicam por que Sadia e Marcopolo optaram por um sócio russo. “Achamos mais simples começar com alguém que já soubesse as regras do jogo”, diz Gilberto Tomazoni, presidente da Sadia. (…) Além de experts em burocracia, as empresas brasileiras instaladas na Rússia já perceberam a necessidade de ter outro profissional, digamos, incomum: um chefe de investigação. Responsável pelo patrulhamento ostensivo de funcionários, clientes e fornecedores, esse funcionário se reporta diretamente ao principal executivo da operação no país. Sua função é proteger a empresa da ação do crime organizado russo, que costuma criar sofisticados esquemas de desvio de dinheiro dentro das companhias. Para o cargo, a Sadia contratou o ex-funcionário da KGB Sergey Karpa. “Já aconteceu de não fazermos negócios com determinada empresa por indicação dele”, afirma Gauer.
Encontrar mecanismos para motivar os funcionários tem se mostrado um dos maiores desafios para as empresas brasileiras. Num país que viveu décadas sob um regime comunista, a meritocracia não surte muito efeito. Os russos, em geral, se motivam mais para evitar uma penalidade do que pela chance de ganhar um bônus. Para seguir a cultura local, Sadia e Metalfrio adaptaram a política que conduzem em suas matrizes e estipularam não apenas um bônus para bons resultados como também um desconto na remuneração caso as metas não se cumpram. “Chamo de modelo Dostoiévski, à base de crime e castigo”, diz Eduardo Nogueira, diretor da Metalfrio na Rússia, que possui 200 funcionários em sua unidade em Kaliningrado. Nogueira também teve de se adaptar à maneira como se comunica com os subordinados. “Para ser levado a sério, o chefe tem de bancar o general de vez em quando”, diz ele, um dos poucos executivos brasileiros capazes de se comunicar em russo com seus subordinados. “Tive de aprender o idioma porque os executivos daqui não falavam uma única palavra em inglês”, afirma. A comunicação é uma das dificuldades mais prosaicas — e ao mesmo tempo mais constantes — das empresas instaladas no país. O idioma, que usa o alfabeto cirílico, é uma barreira quase intransponível, diferentemente do que acontece em países europeus ou na América Latina. Na Sadia, as reuniões entre executivos russos e brasileiros são conduzidas em inglês e acompanhadas por um dos três intérpretes contratados pela empresa. Na Marcopolo, a saída foi mais radical. A empresa decidiu conduzir as reuniões com cada participante falando em seu idioma nativo e com tradução simultânea. Os brasileiros tiveram até aulas de russo, mas chegaram à conclusão de que seria mais produtivo seguir na língua-mãe. “É muito difícil. As aulas serviram mais para a gente conseguir dizer o básico”, diz Bisi, que estudou o idioma por dois meses consecutivos.
Transpor barreiras como a língua será essencial para que esse grupo de companhias brasileiras consiga atingir seus nada modestos objetivos. A Marcopolo hoje produz 500 ônibus na Rússia e espera chegar a 2 000 unidades por ano em, no máximo, cinco anos. A Metalfrio tem planos de transformar a operação em Kaliningrado, que hoje produz 375 freezers por dia, numa base de exportação para países vizinhos, como Lituânia e Cazaquistão, e outros países da Europa. Para a Sadia, a meta é construir uma operação do mesmo tamanho da brasileira em uma década — de seu faturamento total de 9,8 bilhões de reais no ano passado, quase metade vem do Brasil. Para quem achava a China complicada, a Rússia pode ser um desafio ainda maior.

 

 

– O Comércio Justo

Amigos, um assunto novo no meio da administração é o dito “Comércio Justo”. Abaixo, material da Folha de São Paulo, edição de sábado, sobre o assunto (veja que tópico interessante para debate):

Um ilustre desconhecido por aqui, o dito “comércio justo” começa a pingar nas gôndolas do país

por CYRUS AFSHAR, da REPORTAGEM LOCAL

Você topa pagar um pouco mais por um produto feito sem danos à natureza ou exploração desumana do trabalho, sabendo que sua compra ajuda a desenvolver comunidades pobres? Milhares de consumidores no mundo topam. São a base do dito “comércio justo”.

Muito mais conhecido na Europa, o “comércio justo”, ou “solidário”, ou ainda “ético” é um movimento social e um sistema internacional de comércio, que busca atenuar desigualdades nos países pobres, por meio da venda de produtos feitos em padrões sustentáveis.

No Brasil, produtos com o certificado do comércio justo ainda são raros em supermercados. Mas isso pode mudar a partir desta semana, quando serão lançadas as normas nacionais desse comércio.

Por aqui, o sistema começou a ganhar algum espaço no final dos anos 90 e só se tornou mais estruturado a partir de 2003. A proposta para normatizar o comércio justo no Brasil, que será levada agora, no dia 19, a um encontro internacional sobre o tema, no Rio, dá a ONGs e empresas a competência de certificar produtos, orientadas pelo Inmetro. Ela foi desenvolvida por Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária), Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e outras entidades da sociedade civil. Surge quase dois anos depois da criação de suas linhas gerais.

“Quando a coisa é muito “democrática”, feita a 20 mãos, o processo se arrasta”, diz Vanucia Nogueira, 47, superintendente do Centro de Excelência de Café do Sul de Minas, que trabalha com pequenos agricultores na região de Varginha.

Enquanto não vão para as gôndolas daqui, produtos nacionais de comércio justo já certificados internacionalmente são exportados para a Europa, como manga, suco de laranja e café. Essas mercadorias são vendidas pelo “preço justo”, isto é, suficiente para que pequenos produtores consigam manter tanto um padrão de vida digno quanto os modos tradicionais de produção.

Um exemplo é o café. Em Minas Gerais, uma saca (60 kg) comum custa por volta de R$ 250, de acordo com o Centro de Excelência de Café do Sul de Minas. Já uma saca da produção “justa” rende ao pequeno produtor R$ 310, quase 25% a mais que o preço de mercado.

Isso é financiado na outra ponta da cadeia, pelo consumidor. A diferença entre o preço comum e o “justo” varia segundo o país e o produto.

Em São Paulo, o Sam”s Club vende o café de comércio justo por R$ 7,38 (250 g), 17,6% mais barato que um café gourmet (R$ 8,96). Mas bem mais caro que um café comum (R$ 2,30). Apesar dos preços altos, o mercado ético mundial cresceu a uma taxa anual média de 40% nos últimos cinco anos. Em 2007, cresceu 47% e movimentou 2,3 bilhões de euros, segundo a Fairtrade, entidade que reúne 23 certificadoras internacionais e produtores da América Latina, Ásia e África. As certificadoras atestam para o consumidor que os produtos seguem os padrões do sistema.

“O comércio justo oferece aos consumidores uma poderosa oportunidade para assumir a responsabilidade pelo que compram. Cada vez mais pessoas se preocupam com a procedência da mercadoria e querem saber se os produtores envolvidos obtêm remuneração justa”, diz Verónica Sueiro, coordenadora da Fairtrade.

 

 

– Apagão parcial do Speedy, e mesmo assim a Telefonica nega

Se você é usuário de banda larga pelo Speedy da Telefonica, percebeu que apagões parciais no sistema ocorreram nesses dias. Particularmente, fiquei a tarde toda sem o Speedy no meu local de trabalho, e os telefones de suportes todos congestionados. Quando consegui um atendente, ouvi a informação de que era uma falha momentânea, devido a manutenção na linha. Pois bem: era mais um apagão como o ocorrido no ano passado. Para variar, a Telefonica mente… 

E os prejuízos de quem é obrigado a ter Speedy para se conectar, como ficam?

Extraído de: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/04/07/imprensa27294.shtml

Speedy apresenta problemas de conexão e navegação; Telefónica nega

Redação Portal IMPRENSA

O serviço de Internet de banda larga Speedy, da Telefónica, apresenta problema de conexão e navegação na capital e diversas regiões do estado de São Paulo desde a noite da última segunda-feira (6). Cerca de 170 mil usuários do serviço foram afetados, de acordo com dados da àrea de relacionamento de empresas da Telefónica.

Segundo informa o Portal UOL, que entrou em contato com o serviço de atendimento ao assinante Speedy, a assessoria de imprensa da Telefónica informou através de nota que não existe problema generalizado para o acesso ao serviço. “Existe a possibilidade da ocorrência de anormalidades pontuais, que podem ser consideradas normais no dia-a-dia do serviço de banda larga da Telefônica”, diz o comunicado.

No último dia 5 do mês março, o serviço sofreu uma falha técnica e tanto a navegação, quanto o acesso foram afetados. Diante dos protestos, a Telefónica informou que faria os reparos necessários para sanar o problema.

O portal UOL informa que usuários ainda registram queixas de dificuldade de acesso.

E até o nosso vizinho itupevense, o Izzo do Jornal, está sofrendo com o Speedy. Olha o desabafo:

Telefonica deixa cliente 6 dias sem Speedy

por Helio Lunardi

O jornalista Luiz Carlos Izzo registrou, nesta segunda-feira, queixa da empresa Telefonica pelo fato de estar, há 6 dias, sem conexão Speedy. A reclamação foi feita no site reclame aqui (www.reclameaqui.com.br) e segundo relato vem causando inúmeros problemas, principalmente na questão de atualização de endereço eletrônico.Segundo histórico, devidamente apresentado por meio de ‘protocolos’ o profissional explana sua total indignação com a empresa, por estar sem o serviço Speedy já há 6 dias, sem que haja solução por parte da Telefonica. Acompanhe sua reclamação.

‘Há 6 dias fiquei sem conexão speedy (Telefonica) e fiz uma solicitação de reparo, por parte da empresa responsável. Após todos os testes possíveis, realizados pelo suporte técnico deles, a resposta do atendente foi que o problema era externo e que eu teria que aguardar até 72 horas para que um técnico comparecesse ao local para reparo.

Fato é que hoje, passados 6 dias, esse tal de técnico ainda não chegou. Nesse período, muito descaso, horas e horas de espera na linha para falar com muitos atendentes: João, Luiz, Marcelo, Andréia, Cristina, Rafael, etc, etc, etc… Muitos foram os atendentes que me atenderam, porém, meu problema até o momento não foi solucionado. A promessa foi que ontem (domingo) o técnico chegaria. Ficamos no local, perdemos o domingo e o tal técnico não veio. Um absurdo.

Percebendo que o técnico, mais uma vez, não viria, solicitei ao atendente que me encaminhasse à Supervisão. Falei com Cristina que me atendeu muito bem. Mais uma vez, promessas!! “O tal técnico viria na segunda (HOJE)… e mais uma vez ele não apareceu!! Um absurdo!

Só promessas!!! Tenho vários números de protocolos de atendimento e, segundo a própria empresa, toda ligação é gravada. Então, basta dar um replay para ver que essa minha reclamação procede! é mesmo um absurdo,… descaso com o cliente!!! O que será que vou precisar fazer para que a Telefonica resolva meu problema???? Acorda Telefonica!!! Estou esperando contatos e, principalmente, SOLUÇÃO para meu problema! Vou reclamar em todos os sites que eu encontrar, e também meios de comunicação, pois não podemos nos calar frente a tamanha falta de respeito para com o consumidor!!! Estou aguardando!!!!’

 

– Hábitos Saudáveis para Professores

Compartilho com os colegas este importante material sobre a saúde dos professores, publicado na Folha de São Paulo.

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/classificados/empregos/ult1671u437179.shtml

 

Rouquidão afeta a maior parte das professoras

 
por IGOR GIANNASI (colaboração para a Folha de S.Paulo)

Chega sexta-feira e a professora de inglês Sônia Ferreira, que dá aula há 15 anos, percebe que a sua voz não é mais a mesma. A sensação de falar “mais grosso” é comum após uma semana dividida entre um colégio e uma escola de idiomas.
As alterações vocais são rotina para boa parte das professoras, indica um estudo realizado em conjunto pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e pela UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana), publicado em junho.
Das 747 professoras da rede municipal de ensino de Vitória da Conquista (BA) entrevistadas, 59,2% sentiram rouquidão nos seis meses anteriores.

Foi constatado ainda que 12,9% das professoras já haviam desenvolvido nódulos (popularmente chamados de calos) nas cordas vocais.

As complicações de voz encontradas no estudo são representativas do que acontece entre as docentes no país, segundo Eduardo Reis, professor do Departamento de Medicina Preventiva da UFBA.

Para ele, isso prejudica não só a saúde mas também o desempenho do profissional. “Se o instrumento de trabalho está ruim, o trabalho também está.”

Classes lotadas e barulhos externos contribuem para que o profissional exceda o uso da voz. “É comum o professor competir com o ruído da escola”, diz a fonoaudióloga Carolina Fanaro Damato, presidente da comissão de divulgação do Conselho Regional de Fonoaudiologia de São Paulo.

Novos hábitos

A professora de inglês Sônia Ferreira começou recentemente um tratamento fonoaudiológico. “Agora presto atenção no que estou fazendo com a minha voz”, diz ela, que tenta não falar alto e bebe líquidos na aula.

Essa consciência, porém, não é comum entre os docentes, aponta Leslie Piccolotto Ferreira, professora do Departamento de Fundamentos da Fonoaudiologia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

“O professor é um dos profissionais que mais demoram a procurar tratamento. Acha que é natural estar daquele jeito”, observa a fonoaudióloga.

 

 

 

 

– Cigarros Brasileiros X Cigarros Americanos

No último dia 1º de Abril, o governo brasileiro anunciou uma série de medidas para incentivar a construção civil, reduzindo impostos de diversos ítens da “cesta básica de materiais de construção”. Medida acertada e louvável. Para que ela pudesse ser viabilizada, a perda de arrecadação desse setor foi acompanhada de uma elevação dos preços do cigarro. Outra sábia medida.

No entanto, no mesmo dia, o governo dos EUA triplicou o preço dos cigarros, não por motivos arrecadatórios, mas para fins de saúde.

Abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1068181-9356,00-EUA+ANUNCIAM+AUMENTO+DE+IMPOSTOS+SOBRE+CIGARROS.html

EUA anunciam aumento de impostos sobre cigarros

O preço pago pelos fumantes ao acender um cigarro nos Estados Unidos triplicou nesta quarta-feira (1º), após um forte aumento dos impostos federais sobre o tabaco, cuja renda será usada para financiar a cobertura médica de crianças sem plano de saúde.A taxa federal sobre um maço de cigarros aumentou para mais de US$ 1, contra os US$ 0,39 cobrados até então, informou o departamento do Tesouro.

Os impostos sobre outros produtos da indústria do tabaco, como charutos e tabaco puro, também aumentaram.

Em fevereiro, o Congresso americano votou uma lei que amplia a cobertura médica das crianças, promulgada pelo presidente Barack Obama. Até agora, 6,7 milhões de crianças já se beneficiaram deste dispositivo. A nova lei permitirá que mais 4,1 milhões delas tenham acesso à cobertura médica.

O projeto havia sido vetado duas vezes pelo ex-presidente George W. Bush durante a última legislatura (2006-2008) do Congresso americano.

 

No Brasil, na última segunda-feira, o governo brasileiro anunciou uma série de medidas de estímulo à economia por meio da redução de impostos. Em contrapartida, anunciou um aumento no imposto cobrado sobre os cigarros. 

– Depois que morre, todos são santos… Inclusive o Clodovil

Veja só este texto de 29/07/2008. É claro que Clodovil não está vivo para se defender, mas é sobre o seu trabalho como Deputado Federal:

Quanta asneira é proferida por alguns políticos. O “mais votado” de São Paulo, Clodovil Hernandes, disse uma pérola que é até difícil acreditar! Durante debates sobre aquecimento global, no Congresso, o nobre parlamentar, mostrando total ignorância do assunto, discursou sobre o tema alegando que : “Essa coisa de calor polar nada mais é que todas as pessoas que nasceram. Nós somos feitos de água. Cada humano tem 72% de água. Querem que a água volte para os lugares certos? Matem todo mundo.” – Extraído da Coluna Primeiro Plano, Revista Época, pg 35, ed 28/07/2008.

 Doeu, né?

 Vamos por partes.

Primeiro: texto pessimamente discursado, principalmente com a explicação de que “Essa coisa de calor polar nada mais é as pessoas que nasceram”. Parece que a pessoa que declarou isso estava completamente perdida nas idéias, sem condições de concatenar um pensamento lógico.  Até com erros de concordância verbal!

Segundo: o que tem a ver a composição quimico/física das pessoas com o aquecimento global?

Terceiro: apesar da formação acadêmica dele (será que é biólogo?), poderia, ao menos, ser coerente quanto ao necessário debate sobre aquecimento global e não se desfazer do tempo precioso de parlamentar para simplesmente debochar, como tem feito.

Por fim, ele não é culpado das bobagens que foram ditas. Afinal, o congressista é representante do povo. Assim, ele disse o que o povo pensa, já que foi eleito, democraticamente, pelo voto. Aliás, por muitos votos! Então, a culpa é do povo. Ôpa, do povo não, dos eleitores do Sr Clodovil, já que ganhou muitos votos devido ao chamado voto “cacareco”, que significa o voto de quem iría anular, mas prefere votar em alguém engraçado, excêntrico, diferente, única e exclusivamente para ver o que pode acontecer.

Como é duro ser irresponsável quanto as eleições… E o pior é que, se ele tentar a reeleição daqui dois anos, é perigoso consegui-la!

– China bloqueia acesso ao You Tube

Segundo o Ministro dos Negócios Estrangeiros Chinês, a  Internet é perigosa, e por isso proibiu o You Tube… É esse o país com quem todos querem se relacionar e negociar! Para a China, não há manifestações públicas por parte dos americanos em defesa da liberdade! Por quê será?…

Absurdo… abaixo, extraído de: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1370818&idCanal=61

CHINA BLOQUEIA YOU TUBE

A China bloqueou ontem o acesso ao Youtube, o mais conhecido site de partilha de vídeo, após ter sido colocada no site uma gravação de autoridades chinesas a exercer violência contra tibetanos.A gravação mostra um manifestante tibetano a ser brutalizado pelas autoridades chinesas e as feridas de Tendar, um jovem que, segundo o governo tibetano no exílio, terá morrido após ser detido e espancado quando tentava impedir a polícia de agredir um monge. A Xinhua, agência noticiosa estatal chinesa, denunciou ontem o vídeo como sendo uma mentira.

A agência citou um oficial anónimo do governo regional do Tibete, que afirmou que o vídeo foi “editado, com imagens de diferentes locais, dias e pessoas”. “O grupo do Dalai Lama está acostumado a fabricar mentiras para iludir a comunidade internacional” terá dito o alegado oficial à Xinhua.

O Governo chinês não confirmou ainda se o bloqueio do site está relacionado com este vídeo. De acordo com a agência Associated Press (AP), a Google, empresa dona do Youtube, admite ignorar as razões desta proibição. Scott Rubin, porta-voz da Google afirmou à AP que a empresa esta a “investigar a situação e a tentar assegurar que o serviço é reposto o mais cedo possível”.

Segundo a AP, Qin Gang, porta-voz do Ministro de Negócios Estrangeiros chinês, afirmou que na China “a Internet é livre o suficiente, mas precisa de ser regulada de moda a prevenir a difusão de informação perigosa.” O porta-voz não mencionou o actual bloqueio.

As autoridades chinesas costumam proibir o acesso ao Youtube, de forma a impedir os cidadãos de verem vídeos que critiquem o Governo. A maioria das vezes, o governo limita-se a impedir a visualização de determinados vídeos. Em Janeiro as autoridades chinesas fecharam centenas de sites com conteúdo considerado “ordinário”. Entre eles, um site que hospeda blogues. A China tem a maior comunidade online do mundo, com cerca de 300 milhões de utilizadores da rede e cerca de 100 milhões de blogues.

A segurança no Tibete tem sido apertada nas últimas semanas, devido à celebração de duas datas importantes para os resistentes tibetanos. 14 de Março marcou o primeiro aniversário das manifestações sangrentas em Lhasa, capital regional do Tibete, enquanto que no dia 17 deste mês foram celebrados os 50 anos desde o exílio do Dalai Lama.

As autoridades chinesas têm feito uma patrulha armada da comunidade tibetana do norte da Ásia, após surgirem notícias de um assalto a uma esquadra por parte de 100 tibetanos, este fim-de-semana.

– Fair Play do atacante que salvou o juizão!

Nesta semana, no Campeonato Romeno da Primeira Divisão, um lance inusitado na partida: o árbitro marcou pênalty, e o atacante que houvera sofrido a falta foi em direção ao apitador e disse: “não foi não…”. O árbitro voltou atrás, e reiniciou a partida com bola ao chão!

Detalhe: era um clássico local! A título de comparação (desproporcional devido ao nipe das equipes), imagine aqui no Brasil, Corinthians X São Paulo, onde o zagueiro Chicão divide com o centroavante Washington; este cai e o juiz marca pênalty. O centroavante são-paulino vai até o árbitro e diz que caiu sozinho. O juiz muda sua decisão e o SPFC, na volta com um bola ao chão, devolve com um tiro de meta aos corinthianos.

Consciente e realísticamente, inimaginável.

Textualmente, de acordo coma regra, discutível. E discutível por quê?

Simplesmente pelo fato de quê, sabemos, se o árbitro tem dúvida no lance, deve marcar a favor da equipe que ataca. Entretanto, se ele marcou o pênalty (indubitavelmente para ele), como acreditar na palavra do jogador? Não há recurso eletrônico para dirimir a dúvida… Mais: o jogador entende perfeitamente de regra?

Pelas imagens abaixo, o árbitro acertou em reconsiderar sua decisão (já que não reiniciou o jogo), o atleta deu um exemplo ímpar de fair play, e tudo bem! Mas repito: e se fosse conosco?

Melhor não desejar tal lance, embora devamos estar preparados!

Olha o lance nesse link:

http://www.youtube.com/watch?v=vu-3m51qdLs&eurl=http%3A%2F%2Fcolunas%2Eepoca%2Eglobo%2Ecom%2Fbombounaweb%2F&feature=player_embedded

 No jogo entre Rapid Bucareste e Otelul Galati, na Romênia, o atacante Costin Lazar, do Rapid, deu uma demonstração extrema de fair play. Ele se chocou com um zagueiro do Otelul na área. O árbitro deu pênalti. Lazar avisou que a queda fora acidental, e o juiz voltou atrás. O vídeo foi visto 215 mil vezes.

– O Equilíbrio Profissional de Robert Wong

Recentemente, ouvi no quadro Mundo Corporativo da Rádio CBN, entrevista do jornalista Heródoto Barbeiro com o autor do livro “O sucesso está no equilíbrio”, Robert Wong.
Resumo-a em um adjetivo: Sensacional.
Primeiramente, o autor não pede para ser apresentado como professor, autor, escritor, consultor… Simplesmente, quer ser apresentado como “Ser Humano”. E ao longo, descreve a relação dos profissionais com sua vida pessoal. Especialmente àqueles que sacrificam a saúde pela carreira. Mais: retrata como os excessos prejudicam o dia-a-dia de todos, mesmo dos mais consagrados administradores.
Uma frase batida, mas verdadeira, é ressaltada a todo instante: o administrador deve trabalhar para viver, nunca viver para trabalhar.
Talvez até pelo momento em que me encontrava emocionalmente, ao ouvir a matéria, identifiquei-me com essa necessidade e lembrei-me de muitos que provavelmente pensassem da mesma forma. Talvez queiramos nos tornar excepcionais profissionais, e em alguma seara consigamos, mas a que custo? Se não nos sentimos prejudicados, a quem prejudicamos? Aos nossos familiares? A nós próprios, inconscientemente? Sou eu um workaholic (viciados em trabalho)? Seremos todos nós workaholics, devido as necessidades do trabalho? Lembramo-nos de que somos “Seres Humanos” e também cansamos, nos estressamos, “surtamos” como gostam de dizer alguns?
De fato, o equilíbrio emocional, a sensibilidade, a necessidade de estar não só em dia com os valores profissionais, mas principalmente os emocionais, espirituais e demais, sejam quaisquer esses valores, é fundamental para o bem estar pessoal. E, por tabela, também o será na vida profissional.
Para quem não teve a oportunidade de ouvir, abaixo o link da ótima entrevista da Rádio CBN:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/editorias/mundocorporativo.asp