– As Duas Pulgas

Amigos, compartilho belo texto de Max Gehringer, sobre como a solução de alguns problemas pode ser feita de maneira muito simples (texto enviado pelo aluno Rafael, via e-mail (“Rafael – Caldlaser” compras@caldlaser.com.br)

As Duas Pulgas

*Max Gehringer*Muitas empresas caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.
Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:
– Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
Elas então contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo,
a primeira pulga falou para a outra:
– Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele.
Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu…  A primeira pulga explicou por quê:

– Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos…. Como tinham
ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

– Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

– Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI.  Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

– E por que é que estão com cara de famintas?

– Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

– Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

– Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

– Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

– Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas. quiseram saber as pulgonas…

– Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse: “Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança”.
 

MORAL:

Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.

– Quando dá para anular uma partida de futebol?

Pois é, a “Regra do Jogo”, no futebol, é algo apaixonante para se discutir!

E convido aos amigos para uma análise dessa mensagem que recebi, sobre o jogo Santos X Atlético Mineiro. Não entrarei, por questões éticas e óbvias, no mérito desportivo do resultado ou da avaliação da arbitragem (nem posso assim fazê-la). Mas como buscamos crescer no conhecimento da regra do jogo, e esse espaço deve ser um fórum democrático e científico de debates, compartilho a interpretação que segue, no qual é chamada a atenção para o seguinte fato: há erro de direito no jogo derradeiro da Vila Belmiro?

Abaixo, ipsis litteris, mas com o nome em sigilo, a pedido do remetente:

Porcaria, velho de guerra! Veja só: o texto da regra diz o seguinte (Regra 5 – o árbitro, último parágrafo de Poderes e Deveres):

 

“O árbitro somente poderá modificar uma decisão se perceber que a mesma é incorreta ou, a seu critério, conforme uma indicação do quarto árbitro ou árbitro assistente, SEMPRE QUE NÃO TIVER REINICIADO O JOGO (foi o caso do pênalty do Brasil e Egito – voltou atrás acertadamente antes de reiniciar) OU TERMINADO A PÁRTIDA (foi o caso do jogo do Santos, onde erradamente o árbitro voltou atrás, já que isso não é possível.”

Sabe, esse é um detalhe importante, mas daqueles que estão escondidos, quietinhos no livro de regra. E coincidentemente, numa discussão na FPF, questionei este texto (que surgiu há uns 5 anos), porque dizia que essa era uma orientação da regra que ninguém lembrava ou cobrava (muito menos nós, árbitros!)
Isso surgiu pois um árbitro encerrou a partida numa partida internacional (não me recordo onde), e voltou atrás saindo o gol. Naquela época, surgiu muita polêmica, e a FIFA resolveu nortear isso.

IMPORTANTE: esse erro não é ERRO DE FATO (aquele no qual o árbitro dá uma falta que não foi, cuja justificativa é interpretação da regra). É ERRO DE DIREITO, onde há desconhecimento de regra por parte do árbitro. Isso dá anulação da partida.

E aí, Porcaria, falei bobagem ou não! Pode colocar publicamente essa consideração, estudei bem antes de te enviar. Agora, se for errado, não vale me sacanear. Se quiser colocar no blog, omita meu nome. Só que eu ou ler depois, ocá?

Valeu,

E então? Será que o “bem-humorado” amigo está com a razão? E pesquisei antes de postar essa posição, autorizado por ele.

Para nós, que conhecemos e militamos a área, concordamos que não poderia se reiniciar jogo encerrado, ou há um problema na interpretação da regra?

Canal aberto para seus comentários:

OBSERVAÇÃO: A RESPOSTA SOBRE ERRO OU ACERTO NO REINÍCIO  DO LANCE E A POLÊMCIA DA REGRA 5 ESTÃO NO 11º COMENTÁRIO DESTE POST, ATRAVÉS DA RESPOSTA DO PROFESSOR ROBERTO PERASSI, INSTRUTOR FIFA E PROFESSOR DA EAFI-FPF

– Fifa e comemorações religiosas. o que pode e o que não pode?

No livro das “Regras do Jogo de Futebol”, há uma observação de que estão vetadas manifestações políticas e religiosas em campo, e que o organizador deverá tomar as providências, caso isso aconteça.

 

Basicamente, elas ocorriam nas comemorações de gol, cujo momento de atenção ao marcador era maior, e sua imagem atrelada. Na própria Regra 12 (Infrações…), em “Diretrizes aos Árbitros”,  há um alerta para excessos em comemorações de gol e descaracterização do uniforme. Ora, o fato de tirar a camisa e mostrar “I Love Jesus” é fato para cartão amarelo.

É claro que o espírito da regra não é “caçar” pregadores, mas nortear a ordem. Imagine o patrocinador que paga milhões para aparecer em campo, e na hora do gol, o centroavante artilheiro arranca a camisa e ninguém vê sua publicidade?

 

Considerações a parte, reproduzo 2 textos que ajudam nesse debate: O primeiro, uma matéria da BBC falando sobre o fanatismo religioso dos jogadores de futebol brasileiro, onde ele mostra uma grande indignação aos créditos da vitória a Deus. O segundo, uma matéria informando que a FIFA solicita ao Brasil cautela nessas comemorações, pois a Federação Dinamarquesa não gostou do proselitismo proporcionado pelos brazucas em campo.

Claro, dentro de uma democracia, temos que respeitar a convicção religiosa de todos. Mas o amigo leitor há de concordar com algo indiscutível: se os dois times rezam pela vitória, como Deus atenderá as preces de ambos?

Já lembraria a sabedoria popular de um velho pensamento já batido: “se macumba ganhasse jogo (Macumbaria também é prática religiosa), o Ba-Vi na Bahia sempre terminaria empatado.”

Abaixo, os dois links:

1-(texto em vermelho) -BBC (campo como templo religioso): TÍTULO: DIVINO FUTEBOL: http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/2009/06/religiao.shtml

2- (texto em azul) -IG/FIFA (Dinamarca reclama e FIFA pede atenção): TÍTULO : FIFA REPREENDE COMEMORAÇÃO RELIGIOSA DO BRASIL: http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/07/01/fifa+repreende+comemoracao+religiosa+do+brasil+na+africa+7068924.html

1- DIVINO FUTEBOL

A conquista da terceira Copa das Confederações pela seleção brasileira foi intensamente comemorada pelos jogadores e comissão técnica. Afinal, o título veio com uma vitória de virada, conquistada com muita determinação por um time que se por um lado não tem o brilhantismo de outras seleções brasileiras, por outro mostra espírito coletivo e grande união.

A vitória do Brasil sobre o esforçado time dos Estados Unidos era esperada e portanto não chegou a surpreender.  

Os comentaristas da BBC que acompanharam a final também não estavam preparados para a reza coletiva, com todos ajoelhados, de mãos dadas, num círculo feito em pleno gramado que incluiu até a comissão técnica. 

Num lugar como a Grã-Bretanha, onde o povo está acostumado a conviver respeitosamente com diferentes religiões, surpreende o fato de atletas usarem a combinação entre um veículo de grande penetração como a televisão e a enorme capacidade de marketing da seleção brasileira, para divulgar mensagens ligadas a crenças, seitas ou religiões.

Se arriscam a serem confundidos com emissários de pregadores dispostos a aumentar o número de ovelhas de seus rebanhos às custas do escrete canarinho, como emissários evangélicos em missão.

Para os críticos deste tipo de atitude, isso soa oportunismo inadequado e surpreende ver que a Fifa não se opõe a que jogadores se descubram do “manto sagrado” que os consagrou para exibir suas preferências religiosas.

Será que a tolerância da entidade teria sido a mesma se ao final do jogo algum jogador mostrasse uma camiseta dizendo “Eu não acredito em Deus” ? Ou se outro fosse um pouco além e gravasse no peito algo como “Essa vitória foi obtida graças ao esforço dos jogadores sem nenhuma interferência divina ou sobrenatural”?

É comum ver atletas fazendo sinal da cruz ao entrar em campo, beijando anéis, medalhas de santos, cruzes e patuás que trazem pendurados em cordões e apontando aos céus como a agradecer pelo gol marcado. Ninguém tem nada a ver com manifestações individuais. Mas uma manifestação coletiva, explícita e organizada como um ritual religioso pode dar margem a críticas ao ser associada a um bem público, a uma instituição tão democrática como a seleção brasileira.

A religiosidade de cada um seja ela qual for merece respeito, da mesma forma como merece ser respeitada a falta de religiosidade daqueles que assim optaram a seguir a vida.
Se a moda pega, a Fifa corre o risco de ter a Copa do Mundo do ano que vem cheia de manifestações religiosas, com missas, cultos e pregações diversas após cada partida.

O povo merece continuar torcendo pelo futebol de sua seleção, independente da reza, sessão espírita, ponto, ritual de sacrifício, sermão ou pregação.

Afinal, futebol é bola na rede, o resto é conversa.

2- FIFA REPREENDE COMEMORAÇÃO RELIGIOSA DO BRASIL NA ÁFRICA

Queixa é de que a seleção brasileira estaria usando o futebol como palco para a religião; entidade pede moderação aos jogadores

RIO DE JANEIRO – A comemoração do Brasil pelo título da Copa das Confederações, na África do Sul, e o comportamento dos jogadores após a vitória sobre os Estados Unidos causaram polêmica na Europa. A queixa é de que a seleção estaria usando o futebol como palco para a religião.

A Fifa confirmou à Agência Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.

Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção brasileira fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes da Europa. Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir o Brasil.

A religião não tem lugar no futebol“, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi “exagerada”. “Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora“, disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca. À Agência Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome “providências” e que busca apoio de outras associações.

As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa do Mundo de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.

A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está “monitorando” a situação. E confirma que “alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto”. A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo. 

 

 

Após tantas considerações, gostaria da sua argumentação sobre o difícil tema: O que você pensa da mistura “Religião X Futebol”?

 

– Mabe compra Bosch no Brasil

O mercado de linha branca pegará fogo! Agora, a Mabe anuncia a compra da marca Bosch. Assim, as marcas GE, Dako, Continental e Bosch serão do mesmo grupo, contra a Brastemp e Consul.

Extraído de Portal Exame: http://portalexame.abril.com.br/negocios/dona-continental-bosch-vende-negocios-brasil-481026.html

A BSH, proprietária das marcas de eletrodomésticos Continental e Bosch, oficializou nesta quarta-feira (1/7) a venda de suas operações no Brasil para a mexicana Mabe, dona das marcas GE e Dako, por 70 milhões de reais. Como antecipou EXAME, desde o ano passado os executivos da companhia trabalhavam no negócio. Entre os potenciais compradores estavam Whirlpool, Electrolux, Esmaltec e a própria Mabe.

A BSH detém 9% do mercado brasileiro de linha branca, que no ano passado movimentou quase 9 bilhões de reais. Seu faturamento está na casa de 25 bilhões de reais. Com a venda, a Mabe assume todos os negócios da BSH no Brasil, que deixa o país após 15 anos de operações.

De todas as competidoras, a mexicana era a que mais tinha a ganhar com a compra da BSH. O negócio representa uma mudança de status para a companhia, que passa da terceira para a segunda posição na lista das maiores fabricantes de fogões, geladeiras e lavadoras de roupa no Brasil. A companhia agora detém 25% do mercado brasileiro de linha branca, ficando atrás somente da Whirlpool, que comercializa as marcas Brastemp e Consul

– A FIFA e a Manifestação Religiosa no Futebol Brasileiro

No livro das “Regras do Jogo de Futebol”, há uma observação de que estão vetadas manifestações políticas e religiosas em campo, e que o organizador deverá tomar as providências, caso isso aconteça.

 

Basicamente, elas ocorriam nas comemorações de gol, cujo momento de atenção ao marcador era maior, e sua imagem atrelada. Na própria Regra 12 (Infrações…), em “Diretrizes aos Árbitros”,  há um alerta para excessos em comemorações de gol e descaracterização do uniforme. Ora, o fato de tirar a camisa e mostrar “I Love Jesus” é fato para cartão amarelo.

É claro que o espírito da regra não é “caçar” pregadores, mas nortear a ordem. Imagine o patrocinador que paga milhões para aparecer em campo, e na hora do gol, o centroavante artilheiro arranca a camisa e ninguém vê sua publicidade?

 

Considerações a parte, reproduzo 2 textos que ajudam nesse debate: O primeiro, uma matéria da BBC falando sobre o fanatismo religioso dos jogadores de futebol brasileiro, onde ele mostra uma grande indignação aos créditos da vitória a Deus. O segundo, uma matéria informando que a FIFA solicita ao Brasil cautela nessas comemorações, pois a Federação Dinamarquesa não gostou do proselitismo proporcionado pelos brazucas em campo.

Claro, dentro de uma democracia, temos que respeitar a convicção religiosa de todos. Mas o amigo leitor há de concordar com algo indiscutível: se os dois times rezam pela vitória, como Deus atenderá as preces de ambos?

Já lembraria a sabedoria popular de um velho pensamento já batido: “se macumba ganhasse jogo (Macumbaria também é prática religiosa), o Ba-Vi na Bahia sempre terminaria empatado.”

Abaixo, os dois links:

1-(texto em vermelho) -BBC (campo como templo religioso): TÍTULO: DIVINO FUTEBOL: http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/2009/06/religiao.shtml

2- (texto em azul) -IG/FIFA (Dinamarca reclama e FIFA pede atenção): TÍTULO : FIFA REPREENDE COMEMORAÇÃO RELIGIOSA DO BRASIL: http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/07/01/fifa+repreende+comemoracao+religiosa+do+brasil+na+africa+7068924.html

1- DIVINO FUTEBOL

A conquista da terceira Copa das Confederações pela seleção brasileira foi intensamente comemorada pelos jogadores e comissão técnica. Afinal, o título veio com uma vitória de virada, conquistada com muita determinação por um time que se por um lado não tem o brilhantismo de outras seleções brasileiras, por outro mostra espírito coletivo e grande união.

A vitória do Brasil sobre o esforçado time dos Estados Unidos era esperada e portanto não chegou a surpreender.  

Os comentaristas da BBC que acompanharam a final também não estavam preparados para a reza coletiva, com todos ajoelhados, de mãos dadas, num círculo feito em pleno gramado que incluiu até a comissão técnica. 

Num lugar como a Grã-Bretanha, onde o povo está acostumado a conviver respeitosamente com diferentes religiões, surpreende o fato de atletas usarem a combinação entre um veículo de grande penetração como a televisão e a enorme capacidade de marketing da seleção brasileira, para divulgar mensagens ligadas a crenças, seitas ou religiões.

Se arriscam a serem confundidos com emissários de pregadores dispostos a aumentar o número de ovelhas de seus rebanhos às custas do escrete canarinho, como emissários evangélicos em missão.

Para os críticos deste tipo de atitude, isso soa oportunismo inadequado e surpreende ver que a Fifa não se opõe a que jogadores se descubram do “manto sagrado” que os consagrou para exibir suas preferências religiosas.

Será que a tolerância da entidade teria sido a mesma se ao final do jogo algum jogador mostrasse uma camiseta dizendo “Eu não acredito em Deus” ? Ou se outro fosse um pouco além e gravasse no peito algo como “Essa vitória foi obtida graças ao esforço dos jogadores sem nenhuma interferência divina ou sobrenatural”?

É comum ver atletas fazendo sinal da cruz ao entrar em campo, beijando anéis, medalhas de santos, cruzes e patuás que trazem pendurados em cordões e apontando aos céus como a agradecer pelo gol marcado. Ninguém tem nada a ver com manifestações individuais. Mas uma manifestação coletiva, explícita e organizada como um ritual religioso pode dar margem a críticas ao ser associada a um bem público, a uma instituição tão democrática como a seleção brasileira.

A religiosidade de cada um seja ela qual for merece respeito, da mesma forma como merece ser respeitada a falta de religiosidade daqueles que assim optaram a seguir a vida.
Se a moda pega, a Fifa corre o risco de ter a Copa do Mundo do ano que vem cheia de manifestações religiosas, com missas, cultos e pregações diversas após cada partida.

O povo merece continuar torcendo pelo futebol de sua seleção, independente da reza, sessão espírita, ponto, ritual de sacrifício, sermão ou pregação.

Afinal, futebol é bola na rede, o resto é conversa.

2- FIFA REPREENDE COMEMORAÇÃO RELIGIOSA DO BRASIL NA ÁFRICA

Queixa é de que a seleção brasileira estaria usando o futebol como palco para a religião; entidade pede moderação aos jogadores

RIO DE JANEIRO – A comemoração do Brasil pelo título da Copa das Confederações, na África do Sul, e o comportamento dos jogadores após a vitória sobre os Estados Unidos causaram polêmica na Europa. A queixa é de que a seleção estaria usando o futebol como palco para a religião.

A Fifa confirmou à Agência Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.

Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção brasileira fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes da Europa. Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir o Brasil.

A religião não tem lugar no futebol“, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi “exagerada”. “Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora“, disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca. À Agência Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome “providências” e que busca apoio de outras associações.

As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa do Mundo de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.

A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está “monitorando” a situação. E confirma que “alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto”. A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo. 

 

 

Após tantas considerações, gostaria da sua argumentação sobre o difícil tema: O que você pensa da mistura “Religião X Futebol”?

 

– Cinema com Direção Apelativa

Pedro Almodóvar é um dos grandes cineastas de nosso tempo. Mas o espanhol, cuja obra aplaudida e muitas vezes polêmica, acaba “pisando na bola” ao declarar como é perfeccionista na construção de sua direção. Declarou recentemente que: “Em um filme que fiz há muito tempo, fiz sexo oral em uma atriz para mostrar ao ator como fazê-lo”.

Para um cineasta da sua categoria, isso é dispensável. Ou tal declaração não seria de cunho promocional?

– 80 Anos do Marinheiro Popeye!

Olha que legal, o marinheiro Popeye faz 80 anos hoje! E tem um site que para comemorar, postou o primeiro episódio (em preto-e-branco) do desenho animado, além da sua história!

Abaixo, o link da matéria com o vídeo:

Extraído de: http://larita-caramela.blogspot.com/2009/01/o-sucesso-de-popeye-foi-to-grande-que.html

80 ANOS DE POPEYE

O sucesso de Popeye foi tão grande, que nos anos 30 discutiu popularidade com o rato Mickey, quando a banda desenhada ganhou vida em curtas-metragens animadas que passavam nos cinemas.

Quando se pensa em Popeye vem logo à memória os espinafres que o marinheiro devora para ficar mais forte e confiante. O sucesso da personagem foi tanto que o consumo de espinafre nos Estados Unidos aumentou, na altura, 30 por cento. A força de Popeye era o argumento mais utilizado pelas mães para convenceram as crianças a comer legumes.

Com Popeye surgiram também outras personagens memoráveis como o eterno inimigo Brutus, Wimpy e a namorada Olivia Palito.

Oitenta anos depois, o simples desenho publicado num jornal continua o legado. Depois da banda desenhada e do Cinema, Popeye chegou, recentemente, ao mundo dos videojogos.

– O Reembolso da Guerra

Segundo Joelmir Betting, nesta quarta-feira durante o Jornal Gente da Rádio Bandeirantes, o Iraque começará a pagar o preço da guerra, cobrindo os gastos das forças aliadas. Falamos ontem que os americanos deixaram as ruas em Bagdá (clique aqui), e hoje, coincidentemente, o país cedeu às companhias inglesas e americanas a exploração de um novo campo de petróleo. As petrolíferas pagarão 2 dólares por barril ao governo iraquiano, que poderá revendê-los por 4 dólares.

Pouco? Parece que sim, mas este campo a ser explorado poderá dobrar as reservas petrolíferas, tamanha a abundância do Ouro Negro…

– Administradores Devem Aproveitar cada Minuto da sua Existência!

O Blog do Executivo Ingênuo (de Adriano Silva), já citado aqui em outras oportunidades, traz um texto diferente: como aproveitar cada dia da vida para não ser surpreendido como na tragédia do Air France, de dias atrás. O texto mostra as preocupações dos administradores que podem ser “resolvidas” em apenas um instante.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml

APROVEITANDO A VIDA

Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim.  

Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.

Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Nem jogue seu lixo no ambiente. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. Só existe o hoje.

– Nasceu o Gustavo Pansarin!

É com alegria que nasceu o Gustavo, filho do meu primo Ronaldo e da sua esposa Carla. Parabéns aos avôs coruja (o tio Pito e a tia Deise)!

Temos certeza que lá do Céu o nosso vô Manelão e nossa vó Nória estão fazendo festa! Aliás, dupla folia, já que nesse ano nasceram os dois primeiros bisnetos (a Marina e o Gustavo).

Recado para nosso novo membro da família: Tem que tomar conta da sua priminha Marina na escola, ok meninão?

Que Deus o abençoe, lhe dê sabedoria e muita saúde para essa linda vida que se inicia!

– Fox Films apresenta: Erros de Arbitragem, Volume1: Corinthians

E se a moda pega, cada equipe fará o seu volume 2, 3, 4, 5… com o time que quiser!

Ora, os erros (quando realmente são erros, pois quem perde vê tudo errado) se compensam com os acertos. Ou seja, no fiel da balança, involuntariamente, quem é prejudicado hoje é ajudado amanhã. Nada de caso pensado, mas pela natureza do esporte e falibilidade humana.

Essa história de DVD de erros às véspera de uma final é brincadeira de mau gosto. A poderíamos chamá-la de FRESCURA!

Para quem não viu o famoso DVD do Colorado gaúcho, o link é: (extraído da TV Inter:)

http://www.hotmedia.com.br/tvinter/420-4253

Boa sorte ao quarteto de arbitragem nessa quarta-feira (Ricardo, Alessandro, Roberto e Vuaden). É o mínimo que possamos desejar!

– 150 anos de Prisão para Madoff

O estelionato causado pelo banqueiro Madoff, que ocasionou a quebra de muitas pessoas devido as suas aplicações em fundos de alta rentabilidade, proporcionaram a ele 150 anos de cadeia, devido ao crime financeiro.

Quase igual ao Salvatore Cacciola, italiano que deu golpes aqui no Brasil através do Banco Marca. Punições “semelhantes”…

Extraído de: http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1281449

Bernard Madoff, considerado o autor da maior fraude de sempre, foi condenado, aos 71 anos, a 150 anos de prisão. Em tribunal, pediu desculpa aos investidores, empregados e à mulher.

O juiz Denny Chin condenou Bernard Madoff à pena máxima pedida pelos procuradores americanos pela sua fraude, considerada a maior da história, que lesou investidores em dezenas de milhões de dólares.

Os advogados de Madoff pediam uma pena máxima de 12 anos, mas tal não foi concedido.

Citado pela cadeia de televisão norte-americana CNN, Madoff confessou-se arrependido na sessão de leitura da sentença: “Vivo num estado de tormenta por toda a dor e sofrimento que causei. Deixei um legado de vergonha. É uma coisa com a qual viverei para o resto da minha vida.”

A CNN conta ainda que Madoff virou a cara para algumas das suas vítimas presentes no julgamento e, dirigindo-se a elas, disse: “dizer que estou arrependido não é suficiente. Olho para vocês. Sei que não adianta nada. Peço desculpa.”

Madoff terá dito que não procurava o perdão das pessoas que lesou e que não procurava desculpar o seu comportamento. Disse ainda que sabe ser impossível desculpar alguém que traiu milhares de investidores e empregados. Acrescentou que enganou a própria mulher, que ainda se mantém a seu lado.

Segundo os inquéritos que levaram à condenação de Madoff, nos últimos 30 anos foram confiados a este antigo corrector de Wall Street (a bolsa de Nova Iorque) 13 mil milhões de dólares, provenientes de bancos, particulares ou associações de caridade, diz a agência France Presse. Madoff admitiu não ter investido um único dólar desse montante.

Estima-se que as perdas dos investidores estejam entre 50 e 65 mil milhões de dólares, tendo em conta aquilo que esperavam auferir com o investimento.

Bernard Madoff foi presidente do conselho de administração da Nasdaq. Acusado de fraude, perjúrio, branqueamento de capitais e roubo, Madoff foi preso em Dezembro e esperou pela sentença longe do conforto do seu luxuoso apartamento no Upper East Side, um dos bairros mais caros de Manhattan.

Em Março, declarou-se culpado das acusações que o levaram a tribunal: montou um massivo esquema em pirâmide, em que pagava aos investidores mais antigos com o dinheiro dos novos investidores.

O património de Bernard Madoff foi recentemente avaliado em 820 milhões de dólares, sendo que grande parte deste montante corresponde à sua firma, a Bernard L. Madoff Investment Securities. Todos os bens lhe foram confiscados na última sexta-feira.

– Novos Horários para o Próximo Semestre

Queridos alunos, os horários para o Segundo Semestre Letivo de 2009 já saíram. Estaremos juntos com o Oitavo Semestre (segundas-feiras, em 2 períodos + terça-feira, segundo período) com as disciplinas: “Administração de Novos Negócios“, “Prática de Negociação e Administração de Conflitos“, e “Gerenciamento de Pequenas e Novas Empresas“. Com o Segundo Semestre, estaremos juntos no primeiro período das terças-feiras, com “Gestão das Organizações“. Por fim, com o Quinto Semestre, teremos a disciplina à distância (EAD) em “Gestão de Serviços“.

Boas Férias, e nos encontraremos em breve!!!

– Implicações do Aumento do Biodiesel no Brasil

Muito se tem falado sobre o Biodiesel. Ecologicamente correto, financeiramente caro! A realidade é essa… Hoje, se tem produzido biodiesel de sementes de Girassol, óleo de Dende, Mamona, Soja, e, pasmem, até da Cana!

Mas aqui no Brasil, grande celeiro para a produção desse combustível, o custo é muito elevado. A cada 1% de Biodiesel adicionado ao Diesel Comum, eleva-se por volta de R$ 0,02. Pela lógica, se o Diesel fosse substituído integralmente pelo Biodiesel (impossível, devida a baixa produtividade), o preço desse combustível seria o dobro.

A partir de amanhã, 1º de Julho, o Diesel Comum brasileiro terá 4% de Biodiesel na sua composição.

Extraído de:  http://www.estadao.com.br/noticias/economia,mistura-de-4-de-biodiesel-comeca-a-valer-amanha,395589,0.htm

MISTURA DE 4% DO BIODIESEL COMEÇA A VALER AMANHÃ

Entra em vigor amanhã o aumento de 3% para 4% (B4) da mistura obrigatória do biodiesel ao óleo diesel mineral. O biodiesel a ser utilizado em maior proporção deve ser produzido de oleaginosas como soja, mamona, palma e girassol. De acordo com nota do Ministério da Agricultura divulgada hoje, a modificação gerará demanda adicional de 420 milhões de litros, aumentando o consumo de biodiesel no País para 1,26 bilhão de litros.
A ampliação gradativa do porcentual, também segundo o Ministério da Agricultura, agregará valor às matérias-primas oleaginosas, permitirá o desenvolvimento da indústria nacional de bens e serviços e estimulará a participação da agricultura familiar. Além disso, contribuirá para substituir o diesel importado, que é um produto fóssil e mais poluente, por combustível nacional, limpo e renovável.
A nota do Ministério afirma ainda que o Brasil vai reforçar a participação da agroenergia na matriz energética com o acréscimo de 200 milhões de litros na produção nacional de biodiesel (B100), ainda em 2009. “A decisão leva em consideração a capacidade ociosa industrial, menor consumo de diesel projetado para este ano e oportunidades de melhorias sociais.”

– Carisma, Empatia, e…? O que falta para a Seleção?

A Seleção ganhou a Copa das Confederações. Vitória bacana, muita garra, futebol razoável, mas… há algo que não completa a satisfação! A não identificação com a pátria, a falta de carisma, a antipatia resplandecente acabam por tirar o brilho.

O que parece é que Dunga está com o mesmo mal de alguns outros treinadores: o ar odioso nas entrevistas. Já perceberam que alguns treineiros dão entrevistas com bronca dos jornalistas, sempre mal-humorados e com duas pedras na mão?

Dentro de campo, com a arbitragem… Mudemos de assunto!

– Bye Bye, Bagdá

Hoje se inicia a primeira ação de retirada das tropas americanas no Iraque. Os soldados deixarão de patrulhar as ruas e apenas se manterão em bases militares.

Muda algo?

Paz não é o fim de uma guerra simplesmente. É muito mais. É a convivência harmônica e respeitável. Não adianta alardear que há paz, se nas ruas ainda se enxerga o ódio. Isso não é paz, é trégua.

– Administradores Responsáveis em Período Pandêmico

A gripe suína chegou, isso é fato. Alguns exemplos de grande empresas, como a Natura, Vale e Serasa, entre outras, têm tratado do assunto com seus funcionários contaminados ou não. Caso de Saúde ou Responsabilidade Social da Organização?

Respondo: AMBOS

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/quando-gripe-suina-esta-480097.html

QUANDO A GRIPE SUÍNA ESTÁ ENTRE NÓS

A influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, já afeta o dia a dia das empresas brasileiras. Companhias como a Vale, a Unilever, a Natura, a Serasa e a Boehringer já anunciaram que ao menos um de seus funcionários apresentou casos confirmados. Outras empresas – como a Comgás – têm suspeitas da doença e ainda aguardam os resultados dos testes.

Tanto as companhias que ainda não têm casos confirmados como as que já possuem têm adotado medidas para evitar a contaminação de mais trabalhadores. Em geral, as principais ações englobam a suspensão ou restrição de viagens ao exterior, o monitoramento do estado de saúde de quem viaja a trabalho e o afastamento temporário dos que tiveram contato com pessoas infectadas.

Após um caso confirmado, a Unilever Brasil afastou temporariamente outras 24 pessoas que tiveram contato próximo com o empregado infectado. A companhia informa que tomou todas as medidas preventivas recomendadas pela vigilância sanitária e que desde a divulgação dos primeiros casos da gripe suína tem orientado internamente seu time sobre os cuidados necessários para a prevenção da doença.

Além de reforçar a importância da higienização e esclarecimento dos sintomas, a Unilever criou um material específico com procedimentos indicados para viagens internacionais, além de colocar à disposição desses funcionários o serviço de saúde da empresa para monitoramento dos viajantes.

Na Vale, cerca de 90 funcionários que tiveram contato com um prestador de serviços infectado após uma viagem à Argentina também foram afastados de suas atividades. Até o dia 29 de junho, eles permanecerão em casa, sob observação. As outras medidas adotadas foram higienização das instalações e do duto de ar condicionado dos locais de trabalho onde prestador esteve, a maior orientação aos demais funcionários e o acompanhamento dos empregados com destino e retorno de países considerados áreas de risco pela OMS. Também foram vetadas viagens para o México e reduzidos os deslocamentos para os demais países das Américas e a Austrália. Como alternativa, são usados aparelhos de teleconferências para reuniões entre equipes.

Paralelamente, a Vale desenvolveu um plano de contingenciamento pandêmico para os diversos cenários da gripe suína, contemplando até mesmo a possibilidade de que vários empregados sejam infectados. O “centro de controle corporativo”, que coordena esse plano, utiliza diversas ferramentas de rastreabilidade dos empregados que viajam ao exterior.
Para evitar a proliferação da doença, a Natura, que tem dois casos confirmados e três sob suspeita, orientou os funcionários que trabalham no setor daqueles que foram infectados a procurar orientação médica e a permanecer em casa até que se descarte a contaminação. Os demais também receberam informações sobre a doença e seus sintomas.

A Serasa formou um comitê de prevenção, que conta com a participação de médicos. Além de monitorar a gripe suína e estudar a melhor forma de agir, o comitê tem como objetivo conferir maior agilidade na tomada de decisões, proporcionando tranquilidade aos funcionários. Com a confirmação de cinco casos da doença na empresa, as viagens ao exterior foram suspensas. Antes disso, todos os funcionários que saíam do país a trabalho passavam por uma consulta antes e após a viagem. Hoje, 93 funcionários que tiveram contato com os infectados estão afastados para observação. Mas os trabalhos não foram prejudicados pelas medidas. Recursos como videoconferência e e-mail evitam que os projetos sejam paralisados.

A Boehringer Ingelheim do Brasil – que, por ironia, atua no setor de saúde – afastou por sete dias 25 trabalhadores sem sintomas que tiveram contato mais prolongado com um funcionário vítima do primeiro caso de gripe H1N1 alocado na fábrica de Itapecerica da Serra (SP). Sua contaminação ocorreu durante uma viagem à Argentina. As medidas preventivas abrangem não apenas os funcionários da fábrica como também outros prestadores de serviços e fornecedores que estiveram nos mesmos locais que o funcionário infectado. A empresa diz que a produção e distribuição de medicamentos e o abastecimento do mercado seguem normalmente.

Enquanto aguarda os resultados de dois casos suspeitos, a Comgás já põe em prática seu plano pandêmico.

Em geral, os planos pandêmicos das empresas preveem: o monitoramento da evolução das epidemais no mundo, a pré-definição das pessoas que precisam permanecer na empresa e as que podem trabalhar de casa se houver contaminação, a orientação médica dos funcionários e a restrição das viagens a áreas de risco.

Mesmo empresas que ainda não registraram nem casos suspeitos da doença também adotam precauções. O Itaú Unibanco, por exemplo, formou um comitê multidisciplinar para acompanhar a evolução da doença em todos os países nas quais possui negócios e que também é responsável por orientar seus funcionários sobre a doença. São enviados aos empregados boletins periódicos sobre as formas de contágio, os principais sintomas e as ações de prevenção, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde. As mesmas informações também estão disponíveis na intranet.

Um problema nacional

No Brasil, a farmacêutica Roche, fabricante do Tamiflu, medicamento antiviral contra gripes como a suína, direcionou toda a produção do remédio para o governo, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde. Segundo a empresa, a produção mundial do Tamiflu em 2009 será de 400 milhões de tratamentos.

No Brasil, o Ministério da Saúde adquiriu 12.500 tratamentos do Tamiflu para uso imediato e outros 9 milhões estão em estoque. Segundo o órgão, todo paciente atendido pela rede de saúde com sintomas da doença é orientado a procurar um dos 53 centros de referência do ministério, espalhados pelo país. Nesses locais, é feita a coleta de material para os exames e o início do tratamento com administração do medicamento mesmo antes da confirmação da doença.

Segundo o último comunicado do Ministério da Saúde, existiam 399 casos de gripe suína confirmados no Brasil e outros 310 sob suspeita. Até 24 de junho, 101 países tinham casos confirmados e divulgados da doença, de acordo com informações dos governos ou da OMS. No mundo, são 56.584 casos confirmados e 259 óbitos – nenhum no Brasil.

– Os Reféns da Tecnologia

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos da Tecnologia?

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e as vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

– Mais uma Jornada!

Daqui a pouco estarei atuando em Jacareí, pelo Campeonato Paulista de Futebol da Segunda Divisão (apitarei Jacareí X Mogi). Mais um jogo, mais uma jornada! E não me canso disso. Ao contrário, é uma satisfação imensa. Fazer o que gosta não tem preço, mesmo tendo que sacrificar um merecido descanso, afinal, as outras searas de trabalho me judiaram nesta última semana… Mas vale a pena!

– Festa de São Pedro e São Paulo

Mais uma vez, posto aqui um trecho de evagelização do blog do sábio Padre Otacílio, cuja pregação pela Internet ajuda e muito na missão de Cristo.

Extraído de: http://peotacilio.blog.terra.com.br/2009/06/27/pedro-e-paulo-colunas-mestras-da-igreja/

Celebramos numa só Festa duas colunas mestras da Igreja:

São Pedro e São Paulo.

 

Assim falou Santo Agostinho, no século V, sobre eles:

 

“O martírio dos santos apóstolos Pedro e Paulo consagrou para nós este dia…

 

Estes mártires viram o que pregaram, seguiram a justiça, proclamaram a verdade, morreram pela verdade…

 

Num só dia celebramos o martírio dos dois apóstolos. Na realidade, os dois eram como um só.

 

Embora tenham sido martirizados em dias diferentes, deram o mesmo testemunho. Pedro foi à frente; Paulo o seguiu.

 

Celebramos o dia festivo consagrado para nós pelo sangue dos apóstolos.

 

Amemos a fé, a vida, os trabalhos, os sofrimentos, os testemunhos e as pregações dos dois apóstolos”

            

A complementaridade dos dois ”carismas” continua atual:

 

ü  Pedro: a responsabilidade institucional;

ü  Paulo: a criatividade missionária.

 

Quando falamos de Pedro nos lembramos da instituição e o exercício do poder; da responsabilidade, hierarquia…

 

Quando falamos de Paulo nos lembramos da pregação, do carisma, missão, evangelização, fundação de novas comunidades…

       

Evidentemente, não podemos deixar de fazer um convite de rezarmos pelo Papa Bento XVI, que continua a missão a Pedro confiada pelo Senhor.

 

O Catecismo da Igreja Católica (n.882) assim diz:

 

“O Papa, Bispo de Roma e sucessor de São Pedro é princípio perpétuo e visível, e fundamento da unidade que liga, entre si, todos os bispos com a multidão dos fiéis”.

 

Que O Espírito de Deus o conduza e ilumine, pois, como Vigário de Cristo e Pastor de toda a Igreja, o Pontífice Romano tem sobre a mesma Igreja um poder pleno, supremo e universal; que pode exercê-lo livremente.

– Vendo Celular LG kE 990c (desbloqueado)

Como a carestia é grande, preciso vender meu aparelho celular… Mas, na verdade, é que ele é moderno demais para mim, e não atende a Vivo – desbloqueado para Oi, Tim e Claro!

Olha só suas características (está na caixa, 2 meses e pouco uso – todas as capas, cabos e manuais “zero quilômetro”)

Contato: rafaelporcari@terra.com.br

Preço: 600,00

Especificações

  • Frequência: Tri-Band Digital 900/1800/1900 MHz
  • Bateria: consulte site do fabricante
  • Peso: 112 g
  • Dimensão: 103.5mm x 54.4mm x 14.8mm

Características

  • Agenda com 200 registros no TIMChip + 1000 registros no aparelho
  • Alerta vibratório
  • Calculadora, Cronômetro e Conversor de unidades (Moeda, Área, Comprimento e etc.)
  • Data e Hora na tela
  • Calendário e Alarme
  • Jogos
  • Gravador de voz
  • Conectividade por Bluetooth (verificar compatibilidade com seu dispositivo)
  • Câmera Digital integrada de 5 Megapixels com Flash Integrado
  • Permite gravação, reprodução e envio de vídeos curtos para outros celulares
  • Tocador de MP3
  • Memória expansível com cartão de memória Micro SD
  • JAVA
  • Visualização de documentos (txt, doc, xls, ppt, pdf)
  • Resolução do display 240×400 pixels
  • Tela colorida com 262 mil cores

– Michael Jackson morreu. E quem vai pagar a dívida de 1/2 bilhão de dólares?

Respeito quem goste de Michael Jackson. Eu mesmo me lembro da dança do “break” quando era mais jovem. Inegavelmente, um talento musical. Mas… daí a se tornar santo?

Muitos estão fazendo a cobertura como se fosse o fim do mundo. Foi o fim da vida dele, como poderia de ser de outro, como é a de muitos, milhões, dia-a-dia. A “bronca” (perdoe-me o termo), é a visão imaculdada que estão fazendo!

O meu sentimento é de pena. Um cara com talento acima da média, mas com uma deficiência mental que assombrava! Como alguém poderia ter uma casa com um parque maior que o Hopi Hari no seu quintal (the Neverland, sua residência)? Como bancar o custo mensal de 1 milhão de dólares das suas contas pessoais? O homem era até pouco tempo dono dos direitos comerciais dos Beatles! Sem dizer que casou (na primeira vez) com a filha do Elvis Presley. E depois de 750 milhões de Discos (disco foi bom, né?) vendidos, 13 vezes na ponta da lista da Bilboard, primeiro negro a ter um video-clip na MTV americana… como pôde terminar assim? Com uma dívida de 500 milhões de dólares, esquizofrênico e cheio de esquisitices. Tornou-se bizarro, assustador.

Dá dó. Mas não se pode culpá-lo: não teve amigos, a família (por incrível que possa parecer) foi um problema à ele, além de inúmeros traumas de infância. A propósito, não quero aqui entrar em discussão sobre os problemas dos tristes casos de Pedofilia.

Simplesmente, descanse em paz. O Cido, rapaz bacana que era vizinho nosso, ajudou muita gente e era um homem de respeito, morreu também. E ninguém falou nada dele.

Que ele também descanse em paz!

Para quem não martirizou Michael Joseph Jackson, uma matéria interessante, extraída de: http://diversao.terra.com.br/gente/michaeljackson/interna/0,,OI3845790-EI14032,00.html

Michael Jackson acumulava US$ 500 mi em dívidas

Michael Jackson acumulava uma dívida superior a US$ 500 milhões e confiava em sua volta aos palcos em julho para superar seus problemas financeiros, que o levaram a hipotecar ou vender grande parte de suas posses.

Segundo a edição desta sexta-feira (26) do The Wall Street Journal, as dívidas de Michael chegaram a esse valor mesmo depois de o artista ter vendido quase 750 milhões de discos e tenha arrecadado cerca de US$ 700 milhões em quatro décadas de atividade.

Seu advogado, Brian Oxman, explicou em entrevista que a cifra exata “é algo que Michael sempre manteve em segredo, mas era um número considerável que estava administrando, e o estava fazendo bem”.

Nesse sentido, deu como exemplo seu catálogo musical, que “é um dos mais valiosos da indústria do entretenimento, se não o mais valioso”.

Segundo Oxman, “há oito ou dez meses, a Sony/ATV (a “joint venture” formada pelo artista e pela empresa Sony) comprou sucessos musicais por US$ 400 milhões em dinheiro”.

A rede de televisão americana CNBC assegurou que, em conjunto, o valor dos ativos de Michael, falecido nesta quinta-feira em Los Angeles, pode passar de US$ 1 bilhão.

No entanto, durante o julgamento contra ele em 2005, ficou comprovado que suas despesas anuais superava sua renda em US$ 30 milhões, a qual caiu após as acusações de abuso de menores, e também devido a seus investimentos em propriedades, aquisição de animais exóticos e objetos de colecionador.

Aparentemente, o cantor tinha comprometido grande parte de seu capital para pedir dinheiro emprestado, como ocorreu com parte do catálogos das canções dos Beatles, que utilizou para garantir um empréstimo de US$ 200 milhões.

No ano passado, Michael vendeu seu famoso rancho Neverland, na Califórnia, a uma “joint venture” formada por ele mesmo e pela empresa Colony Capital, que comprou a hipoteca da propriedade no valor de US$ 24 milhões, para evitar que tivesse que se declarar falido.

A Colony Capital pretendia vendê-lo por até US$ 90 milhões após reformá-lo e se a carreira do cantor fosse retomada com sua volta aos palcos, após 12 anos de ausência.

Segundo um artigo da revista Rolling Stone escrito antes da morte de Michael, a sequência de 50 shows programada para julho em Londres solucionaria boa parte destes problemas.

“Em teoria, esta turnê resolveria problemas de Michael, já que ganharia entre US$ 50 milhões e 100 milhões. Seria uma solução rápida, mas infelizmente nunca o veremos”, declarou o co-autor desse artigo, Steve Knopper, em entrevista concedida nesta sexta-feira.

– O Descaso aos Deficientes Físicos e Idosos

Fiquei estarrecido com uma constatação de algo que não imaginava: a maioria da população não respeita as vagas reservadas para deficientes físicos e idosos nos shoppings centers paulistanos.

Pode parecer uma bobagem a minha admiração a este assunto, mas é que não dá para entrar na cabeça de que pessoas saudáveis ousam estacionar seus carros nas vagas exclusivas a quem tem mobilidade reduzida. É o be-a-bá da educação! Algo inadmissível pensar que até nisso as pessoas querem tirar vantagem.

Pior: a lei não penaliza os mal-educados, pois não há multa para quem estaciona desrespeitosamente nessas vagas, e nem os shoppings e supermercados podem fazer algo para coibir tal ato. A pintura de vagas reservadas fica lá, simplesmente, aguardando o respeito ao próximo.

– Racismo: Tema que Volta à Tona

Que a lei contra o racismo é moralmente incontestável, não há dúvidas. Já escrevi enésimas vezes aqui que detesto a divisão por raças, pois existe apenas uma: a raça humana. Entretanto, confesso que às vezes me impressiono com radicalismos. Por exemplo, chamar sem malícia algum negro de “negão” pode ser considerado ofensivo ou não para o indivíduo. Mas não se chama alguém muito branco de “alemão”?

Excessos a parte, ontem à tarde vi uma bela imagem dos capitães da seleção americana e espanhola juntos, na campanha “Diga não ao racismo”, promovida pela FIFA, durante a Copa dos Campeões. À noite, outros boleiros esqueceram disso e brigaram em Minas Gerais (Cruzeiro X Grêmio – Libertadores da América).

Supostamente, Maxi Lopes, argentino que atua pelo Grêmio, houvera chamado o cruzeirense Edi Carlos de “macaco”. Ora, aí não há dúbia interpretação! Se verdade, foi um ato nojento que deve ser punido severamente. Sou contra os problemas do futebol serem levados para fora de campo – é lá dentro que se deve resolver tudo! Mas chamar um negro de macaco é ofensivo e humilhante.

Extraído de: IG Esporte

Máxi López será interrogado no próprio Mineirão por suposta ofensa racista

BELO HORIZONTE – A equipe do Grêmio foi impedida de deixar o estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, depois da partida semifinal entre o Tricolor gaúcho e o Cruzeiro, na madrugada desta quinta-feira. O fato ocorreu depois de uma discussão entre o argentino Maxi López, do Grêmio,  e Elicarlos, do Cruzeiro, na qual o atacante supostamente teria chamado o zagueiro de “macaco”, numa clara atitude de racismo.

Ainda no gramado, o fato despertou a ira do meia Wagner, que imediatamente partiu para cima do argentino, visando defender seu companheiro. Os dois trocaram empurrões e o assunto foi encerrado quando outros jogadores chegaram para apartar a briga.

Porém, o insulto recebido por Elicarlos, ganhou maiores proporções depois do apito final. Isso porque o zagueiro registrou queixa contra o adversário, acusando-o de racismo.

Após a queixa, o centro-avante, também conhecido como “La Barbie” por suas madeixas loiras, foi intimado à comparecer a delegacia, presente no próprio estádio do Mineirão, para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido. Além do atacante argentino, devem ser ouvidos o zagueiro Elicarlos e o meia Wagner, ambos do Cruzeiro, que presenciaram o ocorrido.

O fato traz à tona novamente as ofensas racistas sofridas pelo atacante Grafite, na época no São Paulo, atualmente no Wolfsburg, da Alemanha, durante uma partida da Libertadores, na qual foi ofendido pelo zagueiro argentino Leandro Desábato, que o ofendeu de maneira semelhante, e acabou sendo preso provisoriamente.

– Mendigos e Drogados Expulsos da Cracolândia

Só pelo fato de deixar chamar um trecho da região central paulistana de Cracolândia, é motivo de vergonha! Para quem circula nesses arredores, sabe que há consumo de crack a céu aberto, e que as autoridades fazem vista grossa. O que os moradores pensam disso? E os comerciantes honestos? É constrangedor, chato, anti-higiênico, perigoso e doentio.

A sujeira, os bandidos e a violência no entorno são redundantes. E para fugir dessa desagradável situação, conforme noticiado ontem no Jornal Nacional, comerciantes estão fazendo uma engenhoca, colocada no alto dos telhados, com canos furados, provocando o efeito de chuva. Ou seja, se o cara for se deitar na sua calçada para se drogar, água nele!

Dali eles saem, e vão para outro canto. É um paliativo. Ao menos eles têm que se mexer. O certo é que autoridades responsáveis os retirassem da rua, e que se for considerado “problema de saúde”, tratá-los!

Entretanto, me assusta a fala do secretário municipal Andrea Matarazzo, que defendeu publicamente o direito dos viciados ali estarem. Ora, deveria ele se preocupar em defender aqueles que fogem do vício, não dos que sustentam-o.

Mas compartilho uma outra opinião, mesmo um pouco diferente (extraído de: http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/06/24/como-expulsar-drogados-mendigos-e-outros-estorvos)

COMO EXPULSAR DROGADOS, MENDIGOS E OUTROS ESTORVOS

POR LEONARDO SAKAMOTO

Um edifício em obras na região central de São Paulo instalou gotejadores de água em sua marquise para gerar uma chuva artificial e espantar usuários de drogas que frequentavam a fachada.

A administração municipal, consultada em reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, disse que molhar os “pedestres” era inaceitável e que medidas seriam tomadas. Vizinhos do prédio pinga-pinga afirmaram terem gostado da idéia e pensam em copiá-la para garantir mais “higiene e segurança”.

Já escrevi aqui que São Paulo está se aprimorando na arquitetura da exclusão. Retomo o que havia dito antes.

O tema não é exatamente novo e ocupou espaço na mídia quando o então prefeito José Serra resolveu implantar no complexo viário da avenida Paulista, a mais conhecida e importante da cidade, as chamadas rampas antimendigo – grandes blocos de concreto que impedem o povo de rua de montar sua casinha imaginária para se proteger do tempo e do mundo. E proteger, dessa forma, a “gente de bem” que estaria sendo assaltada durante as longas pausas dos congestionamentos.

Há muitos anos, o vão formado pela rua Teodoro Sampaio sobre a rua Mateus Grou, no bairro de Pinheiros, era residência de sem-teto. A associação de amigos da rua construiu rampas para enxotá-los de lá. Tempos atrás, vi que o mesmo aconteceu na rua João Moura, no trecho sob a avenida Paulo VI/Sumaré. Implantaram canteiros de flores para mandar as pessoas para longe de lá. Se as flores plantadas lá soubessem o que custou sua chegada murchariam de vergonha. O interessante é que alguém, que provavelmente morava ali ou se indignou com isso, pixou o muro em frente com um lembrete incômodo: “Aqui morava gente”.

Reformas já foram feitas no Centro de São Paulo para tirar ou vazar a marquise de prédios. Ganha um doce se alguém advinhar para quê…

Já que não se encontra solução para um problema, encobre-se. É mais fácil que implantar políticas de moradia eficazes – como uma reforma urbana que pegue as centenas de milhares de imóveis fechados para especulação e destine a quem não tem nada. Ou repensar a política pública para usuários de drogas, hoje baseada em um tripé de punição, preconceito e exclusão e, portanto, ineficaz. Muitos vêem os dependentes químicos como lixo da sociedade e estorvo ao invés de entender que lá há um problema de saúde pública.

As obras que estão revitalizando (sic) a região chamada de Cracolândia, têm expulsado os moradores da região. Para onde vão? E isso importa?! Contanto que fiquem longe dos concertos da Sala São Paulo, do acervo do Museu da Língua Portuguesa e das exposições Estação Pinacoteca ótimo. No caso do prédio-que-chove os usuários de drogas não foram muito longe: mudaram-se para o outro lado da rua.

Melhor tirar da vista do que aceitar que, se há pessoas que querem viver no espaço público por algum motivo, elas têm direito a isso. A cidade também é deles, por mais que doa ao senso estético ou moral de alguém. Ou crie pânico para quem acha que isso é uma afronta à segurança pública e aos bons costumes. Em vez disso, são enxotados ou mortos a pauladas para limpar a urbe para os cidadãos de bem.

Logo após a fundação da vila de São Paulo de Piratininga, José de Anchieta, com a ajuda de índios catequizados, ergueu um muro de taipa e estacas para ajudar a mantê-la “segura de todo o embate”, como descreveu o próprio jesuíta. Os indesejados eram índios carijós e tupis, entre outros, que não haviam se convertido à fé cristã e, por diversas vezes, tentaram tomar o arraial, como na fracassada invasão de 10 de julho de 1562. Ao longo dos anos, a vila se expandiu para além da cerca de barro, que caiu de velha. Vieram os bandeirantes – hoje considerados heróis paulistas -, que caçaram, mataram e escravizaram milhares de índios sertão adentro. Da África foram trazidos negros, que tiveram de suportar árduos trabalhos nas fazendas do interior ou o açoite de comerciantes e artesãos na capital. No início do século 19, a cidade tornou-se reduto de estudantes de direito, que fizeram poemas sobre a morte e discursos pela liberdade. Depois cheirou a café torrado e a fumaça de chaminé, odores misturados ao suor de imigrantes, camponeses e operários. Mas, apesar da frenética transformação do pequeno burgo quinhentista em uma das maiores e mais populosas metrópoles do mundo, centro financeiro e comercial da América do Sul, o muro ainda existe, agora invisível. E, 455 anos após a fundação de São Paulo, esse muro impede o acesso dos excluídos à cidadania.

Ou, às vezes, nem tão invisível assim.

Na última vez que tratei deste assunto, alguns leitores destilaram a mais fina filosofia com pérolas como “tá com dó leva para casa”. É incrível a incapacidade de algumas pessoas de olhar além dos seus próprios narizes e discutir soluções reais para ampliar o acesso à cidadania. Esquecem que a cidade será para todos. Ou não será para ninguém.

– Aprendendo com os Aprendizes

Então está ocorrendo a Copa das Confederações, na África do Sul, para testes visando a Copa do Mundo, ok?

Certo. E a questão da SEGURANÇA tem sido o ponto crítico. A Seleção Brasileira e a Egípcia tiveram pertences furtados em seus hotéis.

Mas o que mais chama atenção é a notícia sobre o programa de colaboração entre as policias. Há na África do Sul uma comitiva de policiais do Brasil, que estão recebendo orientações dos seus colegas sulafricanos, a fim de conhecer a sua experiência. Resumidamente: os africanos estão ensinando os brasileiros, para nós nos prepararmos para a Copa de 2014.

Entretanto, bandidos invadiram o hotel dos policiais brasileiros, que tiveram que prendê-los e entregar aos sulafricanos. E não era pegadinha ou simulação. Era sério mesmo!

Nessa, os aprendizes ensinaram àqueles que eram os professores…

Extraído de: http://www.sowetan.co.za/News/Article.aspx?id=1023093

BRAZILIAN COPS ARREST PRETORIA THIEVES 

GOTCHA! Two Brazilian police officials arrested thieves who tried to break in to their hotel rooms.

“Two guys got caught with their hands in the cookie jar,” said South African police spokesman Vish Naidoo.

He said the two men were trying to steal from the Brazilian police officers’ hotel rooms in Pretoria at 3am on Tuesday.

The Brazilians, guests of the SA Police Service, are on an observer mission for preparations for the 2010 soccer world cup.

Brazil are the hosts for the 2014 event.

Naidoo said the two men appeared to gain access to the hotel from the outside.

The men appeared in the Pretoria Magistrate’s Court on Wednesday on charges of housebreaking with the intent to steal.

Sapa 

 

– Doe Plaquetas! Os Bancos de Sangue e os Necessitados Agradecem.

Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR.

Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.

Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com o frio, o número de doadores voluntários cai muito; também em épocas festivas, a carência aumenta!

Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho fobia de agulhas sou doador! Qual o problema então?

Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

– A Vida Secreta de Michael Schumacher

Na BBC, há uma espécie de programa “Auto Esporte, versão inglesa”, onde um piloto testa perigosamente os carros de velocidade. Esse piloto, desconhecido e misterioso, se tornou popular com o nome de Stig. Todos o vêem uniformizado, mas nunca ninguém viu o rosto dele. E depois de muito tempo, num momento como o de que Batman tira a máscara e se mostra como Bruce Wayne… Stig tirou o capacete, e, pasmem… era o Schumacher!!!

E de verdade.

Extraído de: http://colunas.epoca.globo.com/pelomundo/2009/06/21/a-vida-secreta-de-michael-schumacher/

A VIDA SECRETA DE SCHUMACHER

Enfim a máscara foi tirada. Quer dizer, o capacete. Um misterioso piloto faz testes de carros de alta performance  para o prestigiado programa de carros Top Gear, da BBC. Muito se especulou sobre a identidade do piloto, conhecido no programa como  ”Stig”, escondido sempre por trás de um cerrado capacete branco.

Hoje se soube espetacularmente quem é Stig. No programa, ele tirou o capacete. “Será que é a Susan Boyle?”, perguntou o apresentador, o popular e desbocado Jeremy Clarkson,diante do suspense da platéia no auditório e de centenas de milhares de espectadores.

Não era Boyle.

Era Schumacher. Sim, ele, o alemão lendário que por sete vezes foi campeão do mundo de Fórmula 1. Tão logo o vídeo foi colocado no ar pela BBC, há poucos minutos, desbancou do primeiro lugar entre os mais vistos as imagens dramáticas de Teerã.  Também no twitter o tema ‘stig’ instantaneamente apareceu na lista dos assuntos mais postados.

Stig era um enigma fascinante já fazia tempo entre os apaixonados britânicos por carros. Se você clica “Stig” no Google, encontra uma série de indagações, das quais uma das mais frequentes é o que afinal significa o nome, que não consta de dicionários. Stig é uma corruptela de uma palavra escandinava que quer dizer “andarilho”. Stig é uma tradição e um enigma de Top Gear. No passado, Perry McCarthy, um ex-piloto de Fórmula 1, foi Stig. Mas numa autobiografia publcada em 2002 ele revelou o segredo, e perdeu o emprego. Vale a pena ver uma apresentação em vídeo, lá para trás, do então novo e desconhecido Stig.

Um dos nomes mais quentes na bolsa de apostas sobre quem era Stig era o de Ben Collins, um dublê que atuou como substituto de Daniel Craig no último James Bond. Para alguns mais céticos, Ben é o Stig real, a despeito da revelação de Clarkson. Teria sido um golpe publicitário, ou um despiste, a afirmação de que Stig é Schumacher. Tudo bem que inglês faz piada sem rir, mas o programa perderia a credibilidade se as cenas sensacionais de ontem fossem qualquer cosa aém da realidade. Logo, Stig é, ou era até ontem, Schumacher. Que não tirou o pé: ele baixou um recorde, em sua temporada secreta no programa, em sete segundos, quase que a diferença entre andar de bicicleta ou de carro.

Schumacher, que na conversa reveladora com Clarkson mostrou um humor bem mais inglês que alemão, é tão obcecado por automobilismo que sua vida secreta – enfim descoberta – também é vivida dentro de carros. Me perguntei várias vezes o que Schumacher, que por tanto tempo acordou e respirou e dormiu gasolina e acelerador, fazia com seu tempo livre. Xadrez não devia ser e em, como Boris Becker em sua nova vida, pôquer.

Agora veio a resposta. Schumacher jamais saiu do carro, nem quando colocou pjama depois de acumular recordes que perdurarão por sabe-se-lá quantos e quantos anos.

Por isso foi o campeão que foi.

– Mega Stores X Mini Pontos: a Guerra do Varejo

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

– O Colírio do Meu Dia-a-Dia

Acordar e ter como bom-dia esse sorriso maravilhoso não tem preço!

Obrigado meu Deus, pela Graça da vida da nossa filhinha Marina!

São esses momentos que valem a pena na vida.

– A Repaginação da Antártica

A Ambev está relançando a cerveja Antártica. Do rótulo ao conceito, a nova “Antártica Sub Zero” será destinada ao consumidor popular, tentando brigar de frente com preço e qualidade na faixa hoje disputada entre Schincariol e Itaipava.

Como empresa empreendedora, uma das suas ações é inovar. E isso significa lançar novos produtos, já que as médias cervejarias estão cada vez mais ganhando participação no mercado. Há dias, ventilou-se o lançamento de garrafas coloridas. Agora, o novo-velho produto.

Veja os novos rótulos e fotos em: http://portalexame.abril.com.br/negocios/ambev-lanca-antarctica-sub-zero-479550.html

AMBEV LANÇA ANTÁRTICA SUB ZERO

A partir de julho, o mercado de cerveja de São Paulo e Minas Gerais vai contar com mais uma novidade. A AmBev lançará a cerveja Antarctica Sub Zero, da categoria pilsen – a mais popular do mundo, caracterizada por uma cor dourada, de baixa fermentação e com espuma duradoura. Há muito tempo a AmBev não criava uma nova cerveja voltada para o mercado de massa – os últimos lançamentos foram voltados para o consumidor de bebida premium.

Segundo a empresa, o diferencial do novo produto é a combinação de um líquido elaborado para ser mais suave e refrescante. A decisão para o lançamento da Antarctica Sub Zero foi baseada numa pesquisa realizada pela empresa com 2 500 consumidores no Brasil, que apontaram a refrescância e suavidade como as características mais importantes de uma cerveja.

Para ser produzida, Antarctica Sub Zero passa por um sistema de dupla filtragem a frio, realizada a uma temperatura de -2° C. Durante o procedimento, a linha de produção fica coberta por uma fina camada de gelo e a cerveja chega quase a congelar.

O gerente fabril Luciano Horn explica que a baixa temperatura auxilia na aglomeração das partículas formadas durante a fermentação e a dupla filtragem possibilita a retirada destas partículas. “A composição combinada à moderna tecnologia de produção resultam em um líquido com sabor e textura suaves, amargor menos acentuado e extremamente refrescante.”

O foco da AmBev

O diretor de Marketing da AmBev, Carlos Lisboa, conta que a empresa está trabalhando em duas frentes principais: rentabilidade e inovação. “Em 2008, as inovações estiveram focadas no desenvolvimento de embalagens e consideramos que é o momento de apresentar uma inovação de líquido para o consumidor de cervejas pilsen, a maior inovação da AmBev neste ano”, diz ele.

Para Marcel Marcondes, gerente corporativo de marketing de Antarctica, o novo produto foi especialmente desenvolvido para estar de acordo com o posicionamento da marca e para complementar o seu portfólio.

“Antarctica tem em seu DNA o conceito de refrescância. O nome, a cor azul, os pinguins do logotipo, todas as referências da marca remetem à sensação de frescor”, afirma. 

– Escala da Próxima Rodada

Com muita alegria e satisfação, no próximo domingo, estaremos arbitrando em mais uma rodada do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de Profissionais:

Segue a escala:

Rodada:11
Campeonato: Paulista Categoria: Segunda Divisão

Jogo:211 – CA Lemense X Palmeirinha
Data: 27/06/2009 Horário: 19:00
Estádio: Bruno Lazzarini Cidade: LEME
Arbitro Assist 1 : Marcelo Luis da Silva
Arbitro Assist 2 : Carlos Alberto Funari

Jogo:212 – Atlético Araçatuba X Fernandópolis
Data: 26/06/2009 Horário: 20:00
Estádio: Dr. Adhemar de Barros Cidade: ARAÇATUBA
Arbitro Assist 1 : Matheus Camolesi
Arbitro Assist 2 : Marcio D Avila Tragante
Quarto Arbitro : Ilbert Estevam da Silva

Jogo:213 – Primavera X SEV-Hortolândia
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Carlos Colnaghi Cidade: CAPIVARI
Arbitro Assist 1 : Felippe Cirillo Penteado
Arbitro Assist 2 : Luiz Antonio Corrêa
Quarto Arbitro : Maicon Osvaldo da Silva

Jogo:214 – Capivariano X Atibaia
Data: 27/06/2009 Horário: 15:00
Estádio: Carlos Colnaghi Cidade: CAPIVARI
Arbitro Assist 1 : Danilo Ricardo Simon Manis
Arbitro Assist 2 : Alberto Poletto Masseira

Jogo:215 – Red Bull Brasil X Desportivo Brasil
Data: 27/06/2009 Horário: 15:00
Estádio: Moisés Lucarelli Cidade: CAMPINAS
Arbitro Assist 1 : Luis Alexandre Nilsen
Arbitro Assist 2 : Claudio Roberto da Costa
Quarto Arbitro : Marcio José Gomes

Jogo:216 – CA Paulista Joseense X Taubaté
Data: 27/06/2009 Horário: 15:00
Estádio: Martins Pereira Cidade: SAO JOSE DOS CAMPOS
Arbitro Assist 1 : Rafael Ferreira da Silva
Arbitro Assist 2 : Jumar Nunes Santos

Jogo:217 – Ilha Solteira X Tupã
Data: 27/06/2009 Horário: 19:00
Estádio: Frei Arnaldo Castilho Cidade: ILHA SOLTEIRA
Arbitro Assist 1 : Alessandro Pitol Arantes
Arbitro Assist 2 : Giulliano Neri Colisse

Jogo:218 – Suzano X Esporte Clube União Suzano
Data: 27/06/2009 Horário: 15:00
Estádio: Francisco Marques Figueira Cidade: SUZANO
Arbitro Assist 1 : Flavio Alexandre Silveira
Arbitro Assist 2 : Daniel Luis Marques

Jogo:219 – Jacareí X Mogi FL
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Stavros Papadopoulos Cidade: JACAREI
Arbitro : Rafael Porcari
Arbitro Assist 1 : João Paulo Spim Redondo
Arbitro Assist 2 : Itamar Donizete Antonelli

Jogo:220 – Palestra de São Bernardo X Taboão da Serra
Data: 27/06/2009 Horário: 15:00
Estádio: Bruno José Daniel Cidade: SANTO ANDRE
Arbitro Assist 2 : Douglas Pereira Lopes
Quarto Arbitro : Carlos Eduardo Gomes

Jogo:221 – Guarulhos X Barcelona Esportivo
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Antônio Soares de Oliveira Cidade: GUARULHOS
Arbitro Assist 2 : Jairo Martins de França
Quarto Arbitro : Eduardo Augusto de Godoi

Jogo:222 – Inter Bebedouro X CAL Bariri
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Sócrates Stamato Cidade: BEBEDOURO
Arbitro Assist 1 : Hilton Francisco de Melo
Quarto Arbitro : Daniel de Oliveira Teles

Jogo:223 – Américo X Guariba
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Joaquim Justo Cidade: AMERICO BRASILIENSE
Arbitro Assist 1 : Maria Eliza Correia Barbosa
Arbitro Assist 2 : Graziele Maria Crizol

Jogo:224 – Jaboticabal X Barretos
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Dr. Robert Todd Locke Cidade: JABOTICABAL
Arbitro Assist 1 : David Botelho Barbosa
Arbitro Assist 2 : Daniel Freiria Yeda
Quarto Arbitro : Gustavo Turra

Jogo:225 – Guaçuano X Paulínia FC
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Alexandre Augusto Camacho Cidade: MOGI GUACU
Arbitro Assist 1 : Caio Mesquita de Almeida
Quarto Arbitro : Roberto de Azevedo Caram

Jogo:226 – Radium X Independente
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Olímpico São Sebastião Cidade: MOCOCA
Arbitro Assist 1 : Rogerio Pablos Zanardo
Arbitro Assist 2 : Willian Jorge Dias
Quarto Arbitro : Andre Luis Riquena

Jogo:227 – Sumaré X Velo Clube
Data: 28/06/2009 Horário: 10:00
Estádio: Vereador José Pereira Cidade: SUMARE
Quarto Arbitro : Roberto Pinelli

Jogo:228 – São Vicente X Mauaense
Data: 28/06/2009 Horário: 11:00
Estádio: Mansueto Pierotti Cidade: SAO VICENTE
Arbitro Assist 2 : Orlando Massola Junior

Jogo:229 – Matonense X Olé Brasil
Data: 28/06/2009 Horário: 11:00
Estádio: Dr. Hudson Buck Ferreira Cidade: MATAO
Arbitro Assist 1 : Maurício Machado Ferronato
Arbitro Assist 2 : Andreval de Jesus Monteiro
Quarto Arbitro : Alceu Lopes Junior

Jogo:230 – Assisense X Santacruzense
Data: 28/06/2009 Horário: 15:00
Estádio: Antônio Viana da Silva Cidade: ASSIS
Arbitro Assist 1 : Osny Antonio Silveira
Arbitro Assist 2 : Newton dos Reis Barreira
Quarto Arbitro : Kleber Canto dos Santos

Jogo:231 – José Bonifácio X Tanabi
Data: 24/06/2009 Horário: 15:00
Estádio: Antônio Pereira Braga Cidade: JOSE BONIFACIO
Arbitro Assist 1 : Herman Brumel Vani
Arbitro Assist 2 : Jose Renato Cabral
Quarto Arbitro : Flavio Félix da Silva

– A Insistência em Estar do Lado Errado

Quando da reeleição supostamente fraudulenta de Ahmadinejad no Irã, nosso presidente Lula disse que as manifestações não passavam de flamenguistas e vascaínos discutindo. Ora, o mundo está vendo a repressão das autoridades locais, nada democráticas, com mortes em decorrência dos protestos. Entretanto, fazemos coro aos pouquíssimos países que legitimaram o resultado, sem contestar. Até o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo daquele país, demorou para aceitar a eleição. E aqui, apesar da distãncia, de pronto a reconhecemos.

Pior: não conseguimos manter ponto de neutralidade de um problema que não é nosso. E a pergunta incessante: a troco de quê?

– Administrando em Terras de Ditadores: A Coca-Cola e Chávez

E lá vai Hugo Chávez contra o capitalismo americano! Há tempos, ele anda maltratando a subsidiária da Coca-Cola na Venezuela, justamente para bater nos EUA. Agora, proibiu a Coca Zero!

Como empresas de fora investirão num ambiente instável econômico-administrativo como estes?

A justificativa de Chávez para proibir a Coca-Cola? Saúde pública!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI78035-15227,00-HUGO+CHAVEZ+E+A+COCA+ZERO+NA+VENEZUELA.html

HUGO CHÁVEZ E A COCA ZERO NA VENEZUELA

O presidente Hugo Chávez encontrou um motivo torto para realizar um dos sonhos de qualquer ditador de esquerda: proibir a venda de Coca-Cola. Ele decretou que uma versão dietética do refrigerante, a Coca Zero, não pode ser vendida no país. O motivo alegado é “preservar a saúde dos venezuelanos”. Ao explicar a proibição, o ministro da Saúde do país, Jesús Mantilla, afirmou apenas que a fórmula do refrigerante continha substâncias prejudiciais ao organismo. O anúncio não trouxe mais detalhes.

Não foi a primeira briga de Chávez com a Coca-Cola. Há três meses, o presidente desapropriou um depósito da empresa na Venezuela para construir casas populares. Até então, parecia mais um combate entre um presidente socialista e o que ele considera um símbolo do imperialismo dos Estados Unidos. A decisão de proibir a Coca Zero vai além: coloca em xeque a responsabilidade de uma marca mundialmente conhecida em relação à saúde de seus consumidores.

A decisão de Chávez pode ter sido mais ideológica que sanitária – e é bem provável que tenha sido influenciada por um “spam”. Há tempos circula na internet um e-mail alardeando que a fórmula da Coca Zero vendida nos Estados Unidos é diferente da fabricada em outros países.

Assinado por Edgardo Derman, supostamente um médico argentino, o e-mail pergunta por que o ciclamato, prejudicial à saúde, é proibido nos Estados Unidos e liberado em países pobres, inclusive o Brasil. A resposta, segundo o próprio Derman, estaria no preço: o quilo do aspartame, outro adoçante artificial, custaria pelo menos 15 vezes mais que o quilo do ciclamato vetado nos EUA. Nenhum órgão sério de pesquisa científica deu atenção à denúncia de Derman. Chávez, ao contrário, encontrou ali um argumento irresistível: os Estados Unidos não aceitam consumir a mesma Coca Zero vendida em outros países.

A diferença entre a fórmula americana e a de outros países tem uma explicação técnica: os Estados Unidos proibiram o uso do ciclamato de sódio em 1969, depois que pesquisas mostraram a incidência de câncer de bexiga em ratos que ingeriram a substância. Estudos posteriores, no entanto, contestaram os resultados – e por isso o ciclamato é liberado em mais de 50 países, inclusive na Europa. “Os resultados de cerca de 80 estudos científicos demonstram que o ciclamato não oferece risco para a saúde humana”, diz a assessoria de imprensa da Coca-Cola do Brasil.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirma seguir as regras da Organização Mundial da Saúde, que recomenda um consumo máximo diário de 11 miligramas por quilo de peso corpóreo. Cada lata de Coca Zero contém 24 miligramas da substância. Para um consumo considerado seguro, um indivíduo de 70 quilos pode ingerir nove latas do refrigerante diariamente. Os americanos, mesmo sem ciclamato, dificilmente beberiam mais que nove latas de Coca Zero por dia. Os venezuelanos, agora, não podem beber nenhuma.

– Quando dá Para Anular uma Partida de Futebol

Pois é, a “Regra do Jogo”, no futebol, é algo apaixonante para se discutir!

E convido aos amigos para uma análise dessa mensagem que recebi, sobre o jogo Santos X Atlético Mineiro. Não entrarei, por questões éticas e óbvias, no mérito desportivo do resultado ou da avaliação da arbitragem (nem posso assim fazê-la). Mas como buscamos crescer no conhecimento da regra do jogo, e esse espaço deve ser um fórum democrático e científico de debates, compartilho a interpretação que segue, no qual é chamada a atenção para o seguinte fato: há erro de direito no jogo derradeiro da Vila Belmiro?

Abaixo, ipsis litteris, mas com o nome em sigilo, a pedido do remetente:

Porcaria, velho de guerra! Veja só: o texto da regra diz o seguinte (Regra 5 – o árbitro, último parágrafo de Poderes e Deveres):

“O árbitro somente poderá modificar uma decisão se perceber que a mesma é incorreta ou, a seu critério, conforme uma indicação do quarto árbitro ou árbitro assistente, SEMPRE QUE NÃO TIVER REINICIADO O JOGO (foi o caso do pênalty do Brasil e Egito – voltou atrás acertadamente antes de reiniciar) OU TERMINADO A PÁRTIDA (foi o caso do jogo do Santos, onde erradamente o árbitro voltou atrás, já que isso não é possível.”

Sabe, esse é um detalhe importante, mas daqueles que estão escondidos, quietinhos no livro de regra. E coincidentemente, numa discussão na FPF, questionei este texto (que surgiu há uns 5 anos), porque dizia que essa era uma orientação da regra que ninguém lembrava ou cobrava (muito menos nós, árbitros!)
Isso surgiu pois um árbitro encerrou a partida numa partida internacional (não me recordo onde), e voltou atrás saindo o gol. Naquela época, surgiu muita polêmica, e a FIFA resolveu nortear isso.

IMPORTANTE: esse erro não é ERRO DE FATO (aquele no qual o árbitro dá uma falta que não foi, cuja justificativa é interpretação da regra). É ERRO DE DIREITO, onde há desconhecimento de regra por parte do árbitro. Isso dá anulação da partida.

E aí, Porcaria, falei bobagem ou não! Pode colocar publicamente essa consideração, estudei bem antes de te enviar. Agora, se for errado, não vale me sacanear. Se quiser colocar no blog, omita meu nome. Só que eu ou ler depois, ocá?

Valeu,

E então? Será que o “bem-humorado” amigo está com a razão? E pesquisei antes de postar essa posição, autorizado por ele.

Para nós, que conhecemos e militamos a área, concordamos que não poderia se reiniciar jogo encerrado, ou há um problema na interpretação da regra?

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OBSERVAÇÃO: A RESPOSTA SOBRE ERRO OU ACERTO NO REINÍCIO  DO LANCE E A POLÊMCIA DA REGRA 5 ESTÃO NO 11º COMENTÁRIO DESTE POST, ATRAVÉS DA RESPOSTA DO PROFESSOR ROBERTO PERASSI, INSTRUTOR FIFA E PROFESSOR DA EAFI-FPF