– Hoje é dia de Teste Físico

Hoje é dia de Teste Físico FIFA para nós, árbitros da FPF! Para quem não conhece, a prova é dificílima. Mas com a Graça de Deus e a intercessão de Nossa Senhora do Carmo, minha padroeira, hei de passar. Não só eu, mas meus companheiros também.

Boa sorte a nós!

Acompanhe os testes via twitter, estarei atualizando por lá!: http://twitter.com/rafaelporcari

– Crianças Analfabetas no Brasil

Há 27 anos, quase metade das crianças de até 8 anos não eram alfabetizadas. O número caiu, mas podia ser melhor… Para se ter idéia, entre as crianças ricas de até 7 anos, quase 100% são alfabetizadas; na classe pobre, 49%.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u593920.shtml

BRASIL TEM 11,5% DE CRIANÇAS ANALFABETAS SEGUNDO IBGE

Apesar dos avanços, o Brasil ainda tem 11,5% das crianças de oito e nove anos analfabetas.
Este percentual já foi bem maior (47% em 1982), mas, na atual década, vem caindo em ritmo mais lento, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. De 2001 a 2007, a redução foi de apenas 2,5 pontos.

Uma criança não alfabetizada com mais de oito anos de idade apresenta dificuldades não apenas em português, mas em todas as outras disciplinas, já que sua capacidade de compreender textos é limitada.

É normal que, a medida que um indicador melhore, seu ritmo de queda reduza. O problema é que, se continuar caindo na mesma velocidade de 2001 a 2007, o Brasil dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação.

A situação é mais grave no Nordeste (23% de crianças analfabetas), especialmente no Maranhão (38%), Alagoas (29%) e Piauí (27%).

O dado do IBGE, porém, não dá um diagnóstico completo, pois se baseia só na informação de pais sobre se seus filhos sabem ler e escrever um bilhete simples. O instrumento que mais se aproxima deste objetivo é a Provinha Brasil, teste do MEC que avalia o nível de alfabetização no 2º ano do ensino fundamental. Como a prova é feita e corrigida pelas próprias redes, sua divulgação fica a critério do Estado ou município.

Resultados obtidos pela Folha com as secretarias que já divulgaram o exame mostram que, na cidade do Rio, em Belo Horizonte e no Distrito Federal, mais de um terço dos estudantes estavam abaixo do nível considerado adequado.

Eles não necessariamente são analfabetos, mas apresentam dificuldades até mesmo para ler frases curtas ou palavras mais complexas.

No Rio e no Distrito Federal, o percentual de alunos abaixo do adequado foi de 37% e, em Belo Horizonte, 35%. São Paulo ainda não divulgou os dados.

Repetência

Para o especialista em avaliação educacional Ruben Klein, a principal explicação para o analfabetismo entre crianças cair em ritmo mais lento é a repetência na primeira série.
Uma tabela elaborada por ele mostra que a trajetória da repetência na primeira série tem comportamento idêntico ao verificado na taxa de analfabetismo aos 8 e 9 anos.

Em 1982, o censo escolar do MEC registrava que 60% das crianças desta série eram repetentes. A taxa diminuiu quase pela metade até o ano 2000, quando registrou-se 32% de crianças repetentes.

O problema foi que, a partir daí, a queda se deu em ritmo mais lento e, em 2005 (último ano da série histórica do pesquisador), ela estava em 29%, uma redução de apenas três pontos percentuais na primeira metade da década.

Klein pondera que essas crianças não alfabetizadas na idade correta acabam aprendendo tardiamente. Prova disso é que, aos 15 anos, o percentual de analfabetos na Pnad oscila entre 1% e 2% desde 2002.

“Mas é uma alfabetização muito simples e grosseira, longe de ser suficiente, e que compromete a qualidade da aprendizagem, já que eles chegam aos 14 ou 15 anos de idade com um atraso muito grande em relação à série que deveriam estar cursando”, diz o especialista.

Os dados do IBGE mostram também que a alfabetização varia de acordo com a renda.
Em famílias mais ricas (mais de cinco salários mínimos per capita), aos cinco anos de idade, quase metade (47%) das crianças já se alfabetizaram. Entre as mais pobres (menos de 1/4 de salário mínimo per capita) o percentual é de 10%.

Aos sete, praticamente todas as crianças mais ricas já se alfabetizaram, mas a taxa entre as mais pobres é de 49%.

– O Show do Rei “RC” versus o show do rei do pop

O que falar da magnífica apresentação de Roberto Carlos no Maracanã? Fez juz ao titulo de “Rei”. Sensacional, cativante, familiar, prazeroso… Em contrapartida, outro “Rei”, cujo show foi interrompido por ele próprio, está dando cada vez mais dividendos: Michael Jackson.

Cansou falar da morte dele, não? Todos querem ganhar uns trocados e uns pontos de audiência. Agora, a irmã dele, LaToya, declarou saber quem são os assassinos, alegando que ele foi morto!

Será que também ela está abusando de remédios?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u593887.shtml

Latoya Jackson: “Sei quem assassinou Michael”

Latoya Jackson é a capa hoje de dois dos principais jornais sensacionalistas britânicos, o “News of the World” e “The Mail on Sunday”, que oferecem entrevistas nas quais a irmã do “rei do pop” assegura que Michael foi assassinado e que ela sabe quem são os assassinos.

No “News of the World”, Latoya afirma que são várias as pessoas responsáveis pela morte de seu irmão e que a razão foi “uma conspiração para ficar com o dinheiro de Michael”.

Suas declarações foram feitas dois dias depois que o chefe da Polícia de Los Angeles admitiu que o assassinato era uma das linhas de investigação, algo sobre o que Latoya não tem dúvidas.

“Houve uma conspiração. Acho que foi tudo pelo dinheiro. Michael valia mais de US$ 1 bilhão em ativos por direitos de difusão musical e alguém o matou por isso. Valia mais morto que vivo”, diz a irmã mais velha do cantor, que não dá nomes em nenhum momento sobre quem possam ser os assassinos.

Latoya assegura que esse “grupo de pessoas” roubou US$ 2 milhões em dinheiro e várias joias da casa de seu irmão, que o viciaram em drogas, que o isolaram de sua família e amigos “para que se sentisse só e vulnerável”, e que o obrigaram a trabalhar “até a extenuação” para continuar ganhando dinheiro.

Michael, segundo o testemunho de Latoya, não queria dar a série de 50 shows que deviam ter começado nesta segunda-feira em Londres.

“Há menos de um mês, eu disse que pensava que Michael ia morrer antes das atuações de Londres porque estava rodeado de gente que não abrigava as melhores intenções em seu coração”, diz Latoya, que define seu irmão como uma pessoa “muito dócil, calada e carinhosa, da qual as pessoas se aproveitavam”.

“Nunca achei que Michael vivesse até ficar idoso”, assinala a entrevistada, convencida de que Michael Jackson era “a pessoa mais só do mundo” e que “antes ou depois ia lhe acontecer algo terrível”.

Nas entrevistas revela outros detalhes, como que o cantor não morreu em sua cama, mas na do médico que vivia com ele, Conrad Murray, ao qual acusa de desaparecer do hospital ao qual foi levado o cantor quando ela começou a fazer-lhe perguntas.

Latoya assegura que foi ela quem insistiu para que fosse feita uma segunda autópsia no cadáver após ver que “tinha marcas de picadas no pescoço e nos braços”, e antecipou que conhecer os resultados finais “será um choque” para todo mundo.

Também afirma que espera que se encontre um testamento de seu irmão posterior ao de 2002, no qual Michael Jackson expressa seu desejo de que seus filhos vivam com Diana Ross, e que “as histórias de que seu coração foi tirado (durante a autópsia) não são verdade”.

Sobre o futuro dos filhos do “rei do pop”, Latoya declara que nunca deixará que vão viver com sua mãe biológica, Debbie Rowe, à qual acusa de fazer parte do tipo de pessoas que “esteve junto de Michael só porque lhe interessava seu dinheiro”.

Latoya acredita que as crianças continuem com os Jackson e dá alguns detalhes de como reagiram à morte de seu pai.

Segundo seu relato, as crianças não pararam de chorar até que puderam passar 30 minutos junto ao corpo de seu pai e se despediram dele.

– A Dança da Copa da África da Sul

Em clima total de Copa do Mundo, a África do Sul lançou um vídeo-clip empolgante sobre o evento. E, de quebra, emplacou uma nova dança que tem sido febre entre os sulafricanos: a Dança da Bola, que imita coreografias e lances de dribles.

Clique aqui para assistir o clipe, e a citação da matéria abaixo:

http://esportes.terra.com.br/futebol/copadasconfederacoes/2009/interna/0,,OI3792293-EI13810,00-Saiba+por+que+na+Africa+do+Sul+o+Brasil+vai+jogar+em+casa.html

por Tatiana Ferraz, Direto de Johannesburgo

Enquanto o mundo questiona se a África do Sul será capaz de sediar uma Copa do Mundo e fica relativamente alarmado diante das imagens de estádios que ainda são canteiros de obra, a grande preocupação dos sul-africanos é outra: fazer o melhor Mundial de todos os tempos.

Os sul-africanos de fato acreditam que a Copa da África pode ser diferente de tudo o que já se fez antes – e não no mau sentido. Querem, por exemplo, que seja possível fazer um safári pela manhã e à tarde ir ao estádio para ver a seleção de seu país jogar.

Para isso, o país investiu mais de R$ 33 bilhões na organização da Copa (O Brasil, segundo a FGV, quer investir R$ 35,9 bilhões para a de 2014) e espera começar a recuperar isso com os 450 mil turistas aguardados para as quatro semanas de jogos. O número otimista chama a atenção se considerarmos que os sul-africanos receberam nove milhões de turistas durante os 12 meses de 2008. E mais ainda quando juntamos a ele a expectativa de movimentação financeira que o governo local espera obter com o turismo durante a Copa: R$ 4 bilhões.

E, como a maior parte dos investimentos foram gastos em transportes públicos, aeroportos e em melhorias das vias de acesso, o sul-africano espera que o barulho da Copa dure por muitos anos depois dela.

Para mexer com os sentidos

E se o luxo das instalações e da organização deve ficar devendo para o exibido pela Alemanha em 2006, os sul-africanos estão apostando que tudo será compensando com o jeito acolhedor do público, com a riqueza cultural, com o ritmo, com a diversidade de etnias e com o exotismo do país.

Os slogans da Copa são: “rhythm like you never seem before”; “celebration like you never seen before”; “A welcome like you’ve never had before”; e “come and feel it”. Ou seja: “um ritmo que você nunca viu antes”; “comemoração como jamais vista”; “boas-vindas como você nunca recebeu e venha viver esta experiência”. A idéia é usar os sentidos para tentar mostrar o que será a primeira copa africana.

Brasil joga em casa

A maioria negra sul-africana vai torcer para o Brasil assim que a seleção nacional for eliminada. Andando pelas ruas de Johannesburgo ou da Cidade do Cabo todos os cidadãos sul-africanos abordados foram unânimes na escolha do Brasil como segunda pátria durante a Copa. Como nem eles acreditam que a seleção nacional chegará à etapa eliminatória, o Brasil deve, a partir dessa fase, jogar em casa.

Além da torcida local, cerca de 40 mil brasileiros são esperados por lá – contra os 37 mil que foram à África do Sul entre janeiro e dezembro de 2008.

– A Crise do Hopi Hari, em Novos Capítulos

Em outra oportunidade, falamos das dificuldades enfrentadas pela GP Investimentos com o Parque de Diversões Hopi Hari. Na ocasião, transformamos o assunto em “Estudo de Caso” e fizemos uma análise estratégica.

Pois bem, o paque foi vendido. As dívidas? Aumentaram ainda mais, alcançando a marca de 1/2 bilhão de reais. A sonhada “Disney World Brasileira” tem sido um péssimo negócio… O desafio: em 18 meses, tentar o que os antigos proprietários não conseguiram em 10 anos: pagar as contas, para depois tentar o lucro.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0947/negocios/vai-ser-dificil-consertar-482554.html

VAI SER DIFÍCIL CONSERTAR

O Hopi Hari, maior parque de diversões do Brasil, foi inaugurado em 1999 com o objetivo de reproduzir a fórmula de sucesso do Magic Kingdom, a unidade mais famosa do complexo da Walt Disney Company, em Orlando, na Flórida. O projeto foi fundamentado em um cenário econômico de mundo da fantasia: inflação controlada, real valendo mais que o dólar, aumento de renda da população e economia em expansão. Apenas em sua construção, o Hopi Hari consumiu 200 milhões de dólares, num investimento conjunto da GP, maior gestora de fundos do país, e de quatro fundos de pensão – Previ, Funcef, Petros e Sistel. A expectativa era que pelo menos parte dos 300 000 brasileiros que viajavam todos os anos para os parques da Disney em Orlando passasse a frequentar também o complexo de entretenimento erguido em Vinhedo, no interior de São Paulo. Parte dos pilares que sustentavam o plano de negócios, no entanto, desmoronou antes mesmo de o parque abrir as portas. No início de 1999, o real sofreu uma brutal desvalorização. Logo depois, a economia brasileira iniciou um período de quase estagnação. Mesmo com a volta do crescimento, as projeções de atrair 3 milhões de visitantes e alcançar um faturamento de 200 milhões de reais por ano jamais se concretizaram. Em 2008, o melhor ano de toda a história do parque, o Hopi Hari recebeu 1,8 milhão de turistas e faturou 70 milhões de reais. Cansados de prejuízos e acuados por uma dívida estimada em 500 milhões de reais, os controladores do negócio venderam no mês passado o parque aos sócios da consultoria Íntegra Associados, especializada em reestruturação de empresas. A consultoria assumiu o Hopi Hari com o objetivo de fazer o parque dar lucro em 18 meses – algo que a GP e os fundos nunca conseguiram em quase uma década.

Os planos da Íntegra para tirar o Hopi Hari do limbo concentram-se em duas frentes. A primeira é pagar a parte da dívida que ainda restou com o BNDES depois de concluído o acordo de aquisição, equivalente a 180 milhões de reais. Em meio às negociações de compra, a Íntegra conseguiu estender o prazo de pagamento de dez para 30 anos, o que deu maior fôlego à operação. A segunda frente diz respeito à estratégia. De imediato, a Íntegra realizou um aporte de 10 milhões de reais no caixa do Hopi Hari, que devem custear as próximas promoções com o objetivo de aumentar o número de visitantes. A primeira delas é uma série de eventos especiais durante o mês de julho, período de férias escolares. Pode parecer banal, mas essa é a primeira vez que o Hopi Hari desenvolve um evento desse tipo em julho. A nova administração também planeja aumentar os investimentos em publicidade. A previsão é que em 2009 sejam aplicados 9 milhões de reais na divulgação do parque, o dobro do valor aplicado anualmente desde 2006. Mas a verdadeira marca da virada, segundo os executivos do Hopi Hari, será visível no segundo semestre do ano que vem. Trata-se da instalação de uma nova montanha-russa, avaliada em 12 milhões de reais. É o primeiro investimento realizado no parque desde a inauguração. “A ideia é estimular os visitantes a vir ao parque com mais frequência”, diz Armando Pereira Filho, diretor-presidente do Hopi Hari. “Nosso visitante costuma voltar ao parque em média a cada dez meses. Queremos que esse intervalo passe a ser de sete meses.”

Os desafios de recuperação do Hopi Hari, contudo, vão além do aumento de verba de marketing e da renovação de atrações. Os novos controladores terão de resolver problemas estruturais. O Hopi Hari foi concebido como um parque temático de padrão internacional, voltado para um público de alta renda. No entanto, o afluxo desse tipo de visitante se mostrou insuficiente para manter a operação. A média do preço dos bilhetes foi então reduzida, com promoções agressivas, para se adequar ao bolso dos visitantes com menor poder aquisitivo, o que prejudicou tanto a rentabilidade quanto os investimentos capazes de manter o padrão internacional – a previsão inicial era que os ingressos custassem o equivalente a 40 dólares. O preço atual é de cerca de 25 dólares. “O Hopi Hari é como um avião projetado para voar apenas com classe executiva operando em um mercado em que as pessoas só têm dinheiro para viajar em classe econômica”, diz um consultor especializado no setor.

Os solavancos da economia e as peculiaridades do mercado brasileiro transformaram o Hopi Hari quase numa antítese do Magic Kingdom, parque que o inspirou. Construído à beira da rodovia dos Bandeirantes, a 70 quilômetros de São Paulo, o Hopi Hari fica no meio do nada. Longe da capital, seu principal polo gerador de visitantes, o empreendimento registra uma lotação desmedida nos fins de semana (o que, às vezes, torna o passeio um martírio), enquanto passa os outros dias da semana com público abaixo da média. A localização nos arredores do Aeroporto de Viracopos, o que seria uma vantagem, é hoje mera curiosidade, uma vez que apenas 19% dos visitantes vêm de outros estados – um número ínfimo para um parque de sua dimensão. Concorrentes nacionais menores, como o Beto Carrero World, em Santa Catarina, recebem cerca de 50% dos visitantes de outros estados e de países como Argentina, Chile e Uruguai. “Para ter um fluxo contínuo de visitantes, os grandes parques precisam estar dentro do mapa turístico. Sem essa condição, tornam-se inviáveis”, diz Luiz Mauro, vice-presidente da US Travel Association, que representa no Brasil as operadoras de turismo americanas.

Como acontece com outros setores da economia mundial, a indústria global de entretenimento e parques de diversões vive um momento particularmente difícil. Apenas nos Estados Unidos, o maior mercado do mundo para esse tipo de negócio, o volume de visitantes dos 500 parques instalados caiu 10% em 2008. A previsão é que neste ano o setor registre queda de 15% em relação ao faturamento de 15 bilhões de dólares no ano passado. Parques como Disney, Universal Studios e Busch Gardens têm oferecido pacotes promocionais, com descontos de até 20%, para voltar a atrair público. O grupo americano Six Flags não resistiu à crise e pediu concordata, vergado por uma dívida de 2,4 bilhões de dólares. No Brasil, o cenário é mais otimista e a expectativa é que o setor cresça até 15% – estima-se que o faturamento dos 15 maiores parques em 2009 seja de 600 milhões de dólares. Não deixa de ser um alento para os executivos da Íntegra, cujo trabalho para levantar o Hopi Hari deve ser tão emocionante daqui para a frente quanto um mergulho na montanha-russa.

– Até o Papa está assustado com o Real Madrid

O “L’Osservatore Romano”, publicação ofical do Vaticano, nessa última semana, criticou os valores absurdos gastos pela equipe espanhola do Real Madrid na contratação de jogadores.

E, cá entre nós, concordo com toda essa crítica. É inadimissível tal gasto, num mundo em crise e com valores desrespeitosos à moral, dando margem a crer que seja lavagem de dinheiro ou pura irresponsabilidade.

Para a curiosidade, extraído de: http://www.abril.com.br/noticias/esportes/jornal-vaticano-questiona-gasto-excessivo-real-madrid-454701.shtml

Jornal do Vaticano questiona gasto excessivo do Real Madrid

ROMA (Reuters) – Os valores exorbitantes gastos pelo Real Madrid na contratação de novos jogadores aumenta o risco de inflacionar os preços do mercado e pode levar os clubes de futebol à falência ou ao controle do crime organizado, disse neste sábado o Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano.

O retorno de Florentino Pérez à presidência do clube madrilenho foi a mola propulsora de uma febre de gastos em contratações que até agora já somam 215 milhões de euros.

O clube espanhol usou este dinheiro para contratar o atacante português Cristiano Ronaldo, o meiocampista brasileiro Kaká, o centroavante francês Karim Benzema e o defensor Raúl Albiol.

“É bom perguntar-se de os valores pagos pelo presidente do Real Madrid em um período de crise econômica e financeira são justificáveis a partir do ponto de vista estritamente econônico ou se são inexplicáveis, mesmo aos olhos da lei do mercado,” apontou o editorial escrito por Gaetano Vallini.

“Também é necessário ver se esses (valores) são compatíveis ou desestabilizadores para o futebol,” acrescentou.

O editorial cita um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico que adverte para o risco que o esporte tem de cair nas mãos do crime organizado.

“O risco passa por dar vida a uma espiral de preços em alta em meio a uma situação global que pede maior sobriedade devido aos déficits nos balanços dos clubes, o gera uma possibilidade crescente de resultar em falência ou sob o comando do crime organizado, que usaria o futebol para lavar dinheiro ganho em atividades ilegais.”

– O Comércio de Trabalhos Acadêmicos

Não é novidade que infelizmente muitos alunos compram trabalhos universitários. Mas o que estarrece é o tamanho desta criminosa indústria dos TCCs, Dissertações e Teses.

Extraído do site “Educar para Crescer” – http://educarparacrescer.abril.uol.com.br/comportamento/comercio-trabalhos-universitarios-475098.shtml

ALUNOS NOTA R$ 10,00.

Oito anos depois, a jornalista ainda sorri aliviada ao lembrar da tarde em que deixou seu trabalho de conclusão de curso na secretaria da faculdade. “Não via a hora de entregar a monografia. Primeiro, foram 5 meses de sofrimento tentando fazer aquele troço. Depois, um mês com medo de que o cara que eu paguei para escrever não me entregasse”, diz ela. “Nem me lembro da nota. Só queria me formar.”

De lá pra cá, as coisas mudaram. Em 2001, a jornalista do parágrafo acima (que, por motivos óbvios, pediu anonimato) entregou sua graduação nas mãos de um sujeito que havia posto um disfarçado anúncio de “digitação de monografia” – “e ele nem sabia as regras da ABNT”, recorda ela. Hoje, o aluno sem escrúpulos e com dinheiro no bolso tem a seu dispor dezenas de portais profissionais, com ofertas escancaradas (“Delivery. Sua tese ou trabalho pronto em 96 horas”) e variadas formas de pagamento. Além de universalizar o acesso ao serviço, a internet também globalizou a produção: tem americanos encomendando artigos que serão escritos por indianos.

Desde a virada do século, quando começaram a surgir denúncias contra esse tipo de site, o Ministério da Educação costuma reforçar que a responsabilidade é das faculdades, que deveriam criar ferramentas para detectar esse tipo de fraude. Enquanto isso, no maior site do setor, uma animação faz surgir uma apresentadora se gabando: “Desde 2000, já atendemos mais de 36 mil alunos, com sucesso em 97% dos casos”.

Afinal, pagar para que alguém escreva seu trabalho da faculdade é antiético, mas não é crime. Mas, se o cliente sempre tem razão, o aluno não. Se um professor atento identifica um falso autor, a punição pode ir de uma nota 0 até uma expulsão. Infelizmente, poucos parecem capazes ou dispostos a tanto. Na verdade, ser pego depende principamente do aluno: há quem não se dê ao trabalho de ler o que comprou, e roda na banca examinadora. Aliás, aliar falta de escrúpulos com preguiça não parece ser muito raro.

PAGANDO E PASSANDO

Na monografia que foi enviada, a parte de gestão da qualidade é muito complexa, de um nível muito elevado. Então, gostaria de pedir que fosse feita uma revisão. Não será preciso fazer novamente: só torná-la mais simples e de fácil entendimento. No máximo, 5 páginas. Aguardo retorno.” Com alguns cortes e várias correções, esse é um e-mail que uma estudante de administração enviou a um site de monografias prontas. Como se vê, capricharam demais na encomenda, obrigando a cliente a requisitar uma piorada no “seu” trabalho de conclusão de curso, deixando-o assim mais de acordo com sua suposta capacidade.

Esse tipo de pedido é comum. Afinal de contas, é de imaginar que alguém que compra um texto que deveria ter escrito não tem muito jogo de cintura para fingir ter feito um trabalho muito bom, ou simplesmente não está disposto a estudar para entender o que seu ghost-writer quis dizer. “Na verdade, a maioria dos clientes é simplesmente idiota”, diz o escritor americano Nick Mamatas (sim, o nome é real), que durante anos viveu de escrever trabalhos acadêmicos para outros. “Eles não deveriam estar na faculdade. Eles precisam comprar trabalhos prontos porque eles basicamente não entendem o que é uma monografia, muito menos o que os professores pedem que seja feito nela”, diz Nick, que ficou conhecido ao publicar na rede um artigo detalhando suas atividades. Segundo ele, existem outros dois perfis secundários de clientes: bons alunos que, vítimas das circunstâncias, não conseguiram fazer algum trabalho específico, e estrangeiros que não dominam o idioma do país em que estão e precisam de uma mão na tradução.

Para uma advogada que há dois anos faz trabalhos por encomenda no interior de São Paulo, o problema é maior porque o mercado acaba obrigando profissionais sem interesse ou talento para a pesquisa acadêmica a buscar um título de pós-graduado, mestre, doutorações. “São pessoas que não querem aprender nada, mas precisam daquele diploma. Para eles, encomendar um trabalho é driblar um incômodo, os fins justificam os meios.”

OMBRO AMIGO

“A confiança é peça fundamental das relações. Oferecemos toda a segurança para nossos clientes. Assim sendo, estamos habilitados para o cumprimento e a correspondência de toda confiança depositada em nossas mãos.” Parece anúncio de banco, mas é de um portal de trabalhos prontos. Espertamente, eles se vendem como amigos (“ajudamos você a fazer seu sonho acontecer”) e colocam os clientes como vítimas, que “encontram-se em um período atribulado de sua vida”.

Além de um ombro amigo e do sigilo, outra característica fundamental oferecida pelos sites é o “certificado Google-free”: caso alguém encasquete com o texto recebido, não vai encontrar na rede nada semelhante – é um trabalho original. Pagando um extra, também se consegue um “seguro-DDD”: aquela empresa se compromete a não vender aquele trabalho para universidades da mesma região. Ah, claro: todos dizem contar com um time de especialistas.

Uma vez aceitas as condições, chega a hora de fazer o orçamento. A média para um trabalho de graduação antigo é R$ 4 por página, e um novo, customizado, fica em R$ 7. Pós, doutorado e mestrado são gradualmente mais caros. Aí é só passar no caixa: todos operam com depósitos em conta dos maiores bancos, cartão de crédito e até boleto bancário.

AUTO-ENGANO

Diante dessa máfia globalizada e escancarada, argumentos éticos parecem não estar fazendo efeito. Professores mais espertos já estão vacinados contra mecanismos de busca, mas é difícil identificar encomendas feitas sob medida. Melhorar os exames orais é um caminho, mas isso só pegaria os desleixados que não leram direito o que pagaram.

Nessa situação, o aluno que busca a sensação de dever cumprido com o dever comprado fica se achando o malandrão. Mas pode se dar mal: uma graduação sem méritos pode até colocar alguém em um emprego bom, mas não segura a pessoa lá, principalmente se envolver o dia-a-dia da profissão. Uma lição grátis: pagar para resolver problemas no presente pode comprometer o futuro.

– Lula Enganou o Obama!

Que coisa! Furaram o olho do Obama!!! Olhe bem na camisa que o presidente Lula deu ao seu colega americano. Tente ler as assinaturas:

Conseguiu? Veja que nela estão:

Daniel Carvalho,

Vágner Love, e,

Edmilson!

Há quanto tempo esses caras não são chamados para a Seleção? E o presente foi a camisa “campeã da Copa das Confederações, no jogo final contra os EUA…”

MENTIRA !

– Sorriso Encantador

Há algo mais belo que esse rostinho?

Linda, não? Essa é nossa Marina!

Ela me disse ontem: “Papai, quero andar de bicicleta com você…”

Calma filhinha, vai ter tempo. Você ainda é pequenininha.

– Quem está no Comando ???

Se o Presidente da República (Lula) está na Europa,

se o Vice José Alencar está internado,

quem está a frente do nosso Brasil?

Seria ele, o presidente do Senado, JOSÉ SARNEY?

Desculpem a minha ignorância, mas é o presidente do Senado, Congresso ou Judiciário quem assume? Alguém poderia me ajudar?

– E se… Senna Estivesse Vivo?

Muito interessante (embora não tão realística) a projeção da Revista Superinteressante sobre a Fórmula 1 caso Ayrton Senna não tivesse morrido em Ímola/94. Para os apaixonados do automobilismo, um pequeno resumo da matéria, extraído da edição 266, pg 50/51 de Junho/2009. (resumo extraído do Blog Amt Online – http://amtonline.blogspot.com/2009/06/e-sesenna-nao-tivesse-morrido.html)

E SE… AYRTON SENNA NÃO TIVESSE MORRIDO?

Uma curiosa matéria na edição de junho/09 da revista SuperInteressante diz que :

Em 1994, (Ano da morte de Senna) Schumacher estava dominando o campeonato, mas foi punido por irregularidades no seu carro. Com isso, Senna ganharia o campeonato por poucos pontos de diferença com Damon Hill.

Em 1995, Schumacher ganharia seu primeiro campeonato, e o provável casamento de Senna e Xuxa resultaria no garoto Sacha Senna…

Em 1996, Senna iria para a Ferrari (O que ele secretamente sempre quis) e Schumacher estaria na McLaren. Mas quem dominou foi a Willians, que apostou uma grande promessa e foi campeã com… Rubens Barrichello, que tornaria-se o homem do ano de 96.

Em 1997, Senna Pentacampeão. Foi tanta emoção que Galvão Bueno se aposenta !

Em 1998, Schumacher vence o campeonato, Senna se aposenta com 38 anos e vira consultor da Ferrari, Schumacher entra em seu lugar.

Em 1999, Como Senna não morreu, a segurança na F1 não foi revista, e com o acidente que Schumacher sofre, ele morre ! (Na verdade, ele quebrou as duas pernas neste ano) E Senna re-assume o cockpit até o fim da temporada, para uma segunda despedida.

Em 2009, Ayrton se junta a Ross Brawn e funda a equipe de F1 que é a sensação do ano…. Senna GP ! E seu sobrinho, Bruno, assume a ponta no campeonato. E Rubinho se sente prejudicado…

– Delúbio Soares Voltando! Cuidado com os Valores Não-Contabilizados….

Delúbio Soares, o tesoureiro do esquema do Mensalão, aquele que na CPI negou ter Caixa 2, mas teve a cara-de-pau de dizer que era “dinheiro não contabilizado”, voltou à cena. Ele escreveu hoje, no jornal goiano Diário da Manhã, que “caráter é algo que se herda na infância, e tem orgulho disso, pois além da boa formação familiar, é 100% goiano.”

Ora, tal afirmação parece discurso político. Seria ele, incrivelmente despojado de senso de ridículo, candidato a algo?

Uma coisa é certa: o pessoal de Goiás não gostou da sua afirmação…

– E se o seu Time fosse uma Banda?

Não costumo postar tais assuntos, mas me chamou a atenção tal comparação entre Clubes de Futebol e bandas Musicais, em texto do Professor Santiago Roa Júnior, mais conhecido nos meios jornalísticos por “Luciano Santiago”.

Nele, há a comparação entre Times e Grupos Musicais, numa brincadeira bem humorada, embora seja humor negro e às vezes preconceituosa.

Não gosto, mas para quem curte…

Em: http://santiagoroajunior.blogspot.com/2009/05/e-se-o-seu-time-fosse-uma-banda.html

– Hipocrisias à parte…

1) Ontem o Cruzeiro jogou a primeira partida na final da Copa Libertadores da América, na Argentina. O São Paulo se recusou, nas Oitavas de Final, de jogar no México devido a Gripe Suína. Na oportunidade, a Conmebol não deu garantias aos brasileiros. Atualmente, a situação no território argentino é pior do que a dos mexicanos na oportunidade. Como a entidade se manifestou agora?

2) Sarney continua intocável. A Petrobrás doou R$ 1,3 milhão à Fundação Sarney, sem investigação do destinatário. Será que há tantos políticos com o rabo preso, que ninguém consegue tirar o homem de lá?

3) Lula apoiou nesta semana Kadaffi, o ditador líbio, alegando que ele aderiu a democracia. Que planeta o homem está vivendo?

4) Anteontem, Michael Jackson foi enterrado (se é que foi) como um herói. Nestes dias, os casos de pedofilia foram todos esquecidos. É a santificação após a morte. Respeito seu trabalho musical, mas não misturemos “alhos com bugalhos”…

5) Véspera de feriado e os usineiros aumentaram significativamente o preço do álcool, alegando que é devido a exportação de açúcar. Mas repare: feriado pós-dia de pagamento, data emendada, o preço estava baixo… Coincidências, não?

6) EUA e Rússia chegaram a um acordo sobre ogivas nucleares. Quer dizer que o  mundo está mais seguro e as armas em destruição em massa serão descartadas, ok?

7) Por fim, o COB alegou que o RJ é mais seguro que Chicago, Madrid e Tóquio. URGENTE: antidopping nesses caras!

– Zezinhos Carrapatos e Jorginhos Dedos-Leves

Amigos, à todos nós que militamos e gostamos do futebol, um sensacional artigo do Blog “Olhar Crônico Esportivo”, por Emerson Gonçalves, que retrata perfeitamente quem podem ser os verdadeiros protagonistas do futebol e ao mesmo tempo os principais adversários dos árbitros: os EDITORES DE IMAGEM.

Deixando um pouco de lado a discussão “tecnologia ou não no futebol“, mas sutilmente a imbutindo nesta crônica, compartilho inteligentíssimo e propício texto, abaixo.

Extraído de: http://colunas.globoesporte.com/olharcronicoesportivo/2009/07/01/as-novas-feras-do-futebol/

AS NOVAS FERAS DO FUTEBOL

À guisa de explicação: Ultimamente, a chiadeira com arbitragens tem atingido um nível que começo a achar doentio. Reclamam torcedores, reclamam jornalistas e reclamam dirigentes. Estes, é bom que se diga, sempre reclamaram, sempre reclamarão. Reclamam, também, técnicos e jogadores, preparadores físicos e massagistas, gandulas e Cia. Bela.

Na base para tanto tititi, as imagens da TV. Puxadas na zoom, editadas em slow motion, dramatizadas, cortadas, separadas de seu contexto. Juízes dos tribunais diversos valem-se delas, deletando a autoridade de quem esteve em campo, ao lado da jogada.

E de volta aos dirigentes: está virando moda as imagens gravadas e editadas servirem de base para dossiês, cartas, memorandos, entrevistas, conversas ao pé de ouvidos privilegiados, etc.

O futebol começa a perder sentido. Na nova disputa que se instala, “meu time foi mais prejudicado”, vale tudo, até mesmo imagens de outras eras. Se bobearmos, logo logo veremos imagens exumadas de arquivos mortos das cinematecas.

Diante de tudo isso, claro fica que as imagens das TVs já não serão suficientes e todo time que se preza vai querer gravar e editar suas próprias imagens para acusar a arbitragem – claro que só em caso de derrota. Porque estamos chegando ao ponto de nem mesmo as imagens das emissoras serem suficientes. Cada um vai querer as próprias imagens para comprovar o quão roubado foi.

Essas, portanto, são as novas feras do futebol: o pessoal das imagens. Serão eles que definirão os resultados considerados reais por cada cartola desse Brasil varonil. Serão eles as próximas grandes estrelas do show business futebolístico no Brasil.

E haja dossiês…

Kaká?

Cristiano Ronaldo?

Ronaldo?

Ramires?

Nilmar?

 

Bobagem.

O futebol tem novas feras, novas estrelas, novos astros. Não são ainda conhecidos do grande público, embora suas jogadas encantem e desencantem e sejam decisivas. Esses caras são os novos caras. Um joga pra frente, exposto, correndo atrás de tudo e de todos, chegando junto e às vezes até antes. Outro fica na retaguarda, arruma aqui, arruma ali, remonta, reconstroi, aprimora e apresenta. Raramente vê a luz do sol ou dos refletores, mas suas ações são decisivas.

Um é o “Zezinho Carrapato”, cinegrafista de mão-cheia, que segundo a legislação deve ser chamado de repórter cinematográfico. Carrapato porque ele gruda e não desgruda das cenas do jogo. Aciona a zoom de sua lente poderosa e aproxima a imagem até nos sentirmos dentro dela. Se os jogadores não usassem chuteira e meião, muitas imagens permitir-nos-iam a visualização em detalhe das veias e calos dos jogadores. Zezinho tem noção perfeita de perspectiva e enquadramento. Enquadramento é tudo, não importa o quão fechada ou aberta esteja a zoom.

O outro é o “Jorginho Dedos Leves”, editor de dedos tão ágeis quanto sua mente. Tudo que o Zezinho captou, implacavelmente, ele transforma, dramatiza, aumenta às raias do infinito. Para ele, o tempo é apenas uma mera referência de trabalho, pois um mísero segundo pode ser transformado em 30 segundos. Ou eternizado num frame frizado – quero dizer, uma cena, uma imagem congelada, parada. Se nós contamos nosso tempo em horas e montes de minutos, ele conta seu tempo em frames – um frame é 1 trigésimo de segundo, ou um trinta avos. O slow motion valoriza e dramatiza qualquer cena. Na ilha de edição é a salvação do diretor, que diante de uma cena que ficou mais pobre que o previsto e visto na gravação, vira-se para o editor e comanda:

“Põe um “islouzinho” aí, dá uma valorizada, dramatiza um pouco.”

Essas são as feras do momento.

Time nenhum pode ir a campo sem que os dois, no mínimo, estejam concentrados, de preferência escalados como titulares.

Depois, caso o esquadrão perca, basta recorrer às imagens e detonar a arbitragem. Nenhum time mais será derrotado pelo adversário, todas as derrotas terão o árbitro como responsável. Teremos um futebol só de vencedores: metade favorecida, metade garfada.

Todavia, estimadíssima leitora, estimadíssimo leitor, não ouse mudar de lado da mesa, pois você terá a mesma situação com sinal invertido.

Espantoso, não?

Todo cartola esperto – epa, isso é uma redundância; todo cartola é esperto, mesmo porque ele teve que ser mais esperto que enorme bando de pretendentes ao mesmo cargo; quem conhece um clube, qualquer clube, sabe bem a que humilhações e absurdos se submetem provectos e respeitáveis senhores, em troca do cargo de vice-diretor de pebolim e da carteirinha correspondente, que vai dar-lhe o direito de diferenciar-se dos mortais comuns e ganhar uma vaguinha pro possante lá no fundão do estacionamento – dos dias de hoje, vale dizer, todo cartola, já tem em seu planejamento de contratações imediatas uma boa dupla de cinegrafista e editor.

Sua planilha de custos prevê atrasos de salários, mas não comporta, nem por brincadeira, um atrasinho sequer no pagamento do equipamento de vídeo e edição.

Porque este é o futuro próximo, abrir mão das imagens das emissoras e gerar e editar as próprias imagens.

Finalizando, repetirei uma frase que deve ser lida e pensada com mais cuidado e vagar do que da primeira vez:

Estimadíssima leitora, estimadíssimo leitor, não ouse mudar de lado da mesa, pois você terá a mesma situação com sinal invertido.

Observação: “Zezinho Carrapato” e “Jorginho Dedos Leves” são nomes fictícios e uma pequena homenagem aos excepcionais profissionais com quem tive e tenho a honra e o prazer em trabalhar.

– Imoral, mas Legal

Oscar Maroni, o dono da boate Bahamas, acusado de incitar a prostituição e sempre polêmico em suas atitudes, conseguiu, após muito custo, um habeas-corpus para sair da cadeia. E fez um protesto inusitado: Está com meio rosto barbado, meio rosto limpo. Alegou ainda que mesmo sendo um empreendimento indecente, seu negócio está dentro da lei.

Para administradores de “negócios inusitados” como Oscar Maroni, eis a matéria:

Extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1222279-5605,00-MINHA+CONSCIENCIA+ESTA+TRANQUILA+DIZ+MARONI+AO+DEIXAR+DELEGACIA.html

‘Minha consciência está tranquila’, diz Maroni ao deixar delegacia

Com metade da barba e do cabelo raspados do lado direito do rosto e da cabeça, como forma de protesto, o empresário Oscar Maroni deixou o 40º DP, no bairro do Limão, na Zona Norte de São Paulo, por volta das 20h30 desta terça-feira (7). O dono da boate Bahamas foi preso no início da noite de terça-feira (30) após uma audiência realizada no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo.

A prisão preventiva do empresário foi decretada porque o Ministério Público apresentou gravações à Justiça que comprometeriam Maroni. Nas ligações telefônicas e conversas gravadas por uma ex-namorada, ele supostamente fala com uma garota de programa sobre um esquema de prostituição.

“Usarei meia barba até abrirem o meu hotel e minha boate. Eu me sinto injustiçado em relação à minha boate e ao meu hotel, que estão fechados há 24 meses. O meu hotel está com todas as exigências legais. A minha barba é uma forma de fazer um protesto com coisas que aconteceram comigo”, afirmou, na saída.
Apesar do protesto, Maroni garante que respeita as decisões da Justiça.
“Porque hoje novamente a Justiça prevaleceu, porque a minha consciência está tranquila. Eu posso ser imoral, posso até ser até indecente, mas todas as afirmativas feitas em relação à minha pessoa não têm fundamento. São gravações absurdas”, declarou.

O empresário afirmou que foi tratado com muito respeito e dignidade pelos carcereiros. “Mas cadeia é sempre cadeia. É um inferno. É um desespero. Que prazer dizer ‘eu posso ir tomar um café na esquina’”, ressaltou. Sobre os planos mais imediatos, completou: “Vou sair daqui, vou lá na churrascaria comer um carneirinho”.
Sobre as mais recentes acusações da qual foi alvo, ele disse que “foi vítima de extorsão”. “Não devo, tanto que dou esta entrevista. Quando saem do cárcere, dizem: ‘Não tenho nada a declarar’. Eu não fujo da imprensa. Meu trabalho é honesto, é digno”, declarou.
Antes de finalizar, ele voltou a comentar sobre o protesto que promete levar adiante. “Qual dos dois vocês querem? O Oscar Maroni barbudo? O Oscar Maroni sem barba? Façam o personagem que vocês quiserem, mas respeitem o cidadão, respeitem a minha dignidade, respeite a verdade”, disse.

Por último, ele lamentou ter perdido a decisão da Copa do Brasil, na quarta-feira (1º), em Porto Alegre, na qual o Corinthians se sagrou campeão mesmo com um empate em 2 x 2 com o Internacional. “Eu já estava com o ingresso na mão para assistir ao jogo lá”, lamentou.

Liminar

O desembargador Euvaldo Chaib, da 4ª Câmara Criminal de São Paulo, foi quem determinou nesta terça-feira a expedição de alvará de soltura do empresário Oscar Maroni. O desembargador concedeu a liminar durante análise do habeas corpus impetrado na sexta-feira (4) pela defesa dele. “O paciente, solto, em princípio, não oferece risco à sociedade, tampouco conduta motivadora de que aconselhe a segregação decretada”, escreveu o desembargador em seu despacho.
Maroni  estava detido na carceragem do 40º Distrito Policial, na Vila Santa Maria, onde ficam presos com formação universitária. O advogado de Maroni afirmou que o pedido de liberdade foi baseado na falta de provas sobre a autenticidade das gravações. “Eu estou dizendo que o decreto de prisão é desnecessário, que é fundamentado em um CD do qual não se tem prova da autenticidade. Não se sabe em que data foi feito”, disse Mello.

Gravação

O promotor José Carlos Blat diz que as gravações ainda vão ser periciadas, mas que o próprio Maroni reconheceu sua voz nas conversas. “A gravação foi apresentada em audiência e o próprio Maroni reconhece a voz dele”, disse Blat ao G1.
O promotor argumenta que as conversas são recentes e mostram que Maroni negociava novos esquemas de prostituição, mesmo depois de ser posto em liberdade provisória. “Ele estava enfiando as meninas pra trabalhar em hotéis, porque a boate Bahamas está fechada”, disse o promotor.
O mandado de prisão preventiva foi expedido no processo em que Maroni é acusado de formação de quadrilha, manter casa de prostituição, tráfico de pessoas e favorecimento da prostituição. As supostas provas obtidas pela promotoria vão ser usadas também em outro inquérito que investiga corrupção policial e falsa perícia, segundo o promotor Blat.

– Persistência, por Monsenhor Jonas Abib

Para aqueles que estão desanimados com a caminhada, compartilho um ótimo texto para reflexão sobre ter coragem.

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

Como João Paulo II, vá até o fim!

“Quanto a ti, vai até o fim!” (Daniel 12, 13).

Esse grande homem de Deus morreu porque tinha consumido tudo o que tinha de gastar… Ele foi até o fim! Antes de ser eleito Papa, João Paulo II teve uma experiência profunda com o Espírito Santo. Diante de tudo que Deus tem falado nestes tempos nós não podemos negar que para nós aguentarmos firmes é somente pelo batismo no Espírito Santo. Se a semente não for sepultada ela não germina… Deus está nos preparando para sermos sementes de uma nova geração, uma geração que vai aguentar e enfrentar o império do anticristo. Em Daniel 12,1 está escrito que naquele tempo surgiria Miguel, o grande chefe, o protetor dos filhos de Deus… Em Apocalipse 12 é citada a prisão do demônio que será acorrentado.

O maligno sabe que será acorrentado e que lhe resta pouco tempo. Enquanto isso, ele faz de tudo para nos destruir. E quanto mais o tempo vai passando, tanto mais ele está jogando o pior do inferno no nosso mundo, sobretudo sobre a Igreja Católica, pois foi para Pedro que o Senhor disse: “Sobre essa pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela” (Mateus 16,18).

Nós devemos estar preparados! O diabo não vai desistir, pois ele sabe que vai perder e por isso quer fazer o maior estrago que puder. O Senhor não interveio ainda porque estamos no tempo da misericórdia e muitos estão sendo salvos. O Senhor o trouxe de volta por causa de Sua misericórdia. Enquanto o demônio está fazendo todo esse estrago, o Senhor ao mesmo tempo está trazendo muitos de volta para junto de Si.

A primeira coisa que devemos fazer ao acordamos é pedir o Espírito Santo; não é por mania, é por necessidade! Nós precisamos, assim como o carro, passar no “posto” todos os dias, pois o nosso “reservatório está secando” muito rápido… Precisamos nos reabastecer no Espírito Santo.

Nós somos a geração João Paulo II. Um jornalista perguntou para ele um dia: “Como é que o Papa reza?” E logo este respondeu com a passagem de Romanos 8, 26: “O Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis porque não sabemos como rezar, nem pedir como convém”. Esse gemido é a oração em línguas! Hoje, o Senhor nos constituiu a nós, aos nossos grupos de oração e aos muitos movimentos eclesiais como sementes e precisamos produzir muitas pessoas batizadas pelo Espírito Santo. Somente pelo Paráclito é que conseguiremos aguentar o ‘repuxo’ dos tempos que virão!

Como escrevi há um tempo atrás, a Renovação Carismática Católica, hoje, é João Batista em sua missão, preparando novamente o povo, trazendo-o de volta para Deus por causa da segunda vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo! Repito mais uma vez: Porque o Senhor está próximo, muito próximo! Eis o que diz a profecia de Joel: “Vossos filhos e vossas filhas profetizarão; vossos anciãos terão sonhos, e vossos jovens terão visões” (Joel 3, 1-2ss).

Clamemos: Vem, Espírito Santo!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

– Profissionalizar a Administração de Empresas Familiares é Difícil

Empresa Familiar, em hipótese alguma, é sinônimo de Amadorismo. Grandes corporações se destacam. O que pode ser difícil é a saída dos familiares na condução do empreendimento, caso eles sejam apegados ao extremo no comando.

Talvez não seja esse caso que se segue em relação a Schincariol. A Revista Exame faz uma crítica (não sabida se é coerente ou não) à demissão dos executivos de fora. Abaixo:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/mais-mudancas-schincariol-482159.html

Mais mudanças na Schincariol

Diretor de marketing é o oitavo a deixar a companhia desde dezembro – Por Marcelo Onaga
O processo de profissionalização da Schincariol, segunda maior cervejaria do país, naufragou de vez. Na sexta-feira a empresa demitiu Marcel Sacco, diretor da área de Marketing da empresa e um dos poucos remanescentes da tentativa de profissionalização iniciada em 2007. Na época, a empresa era comandada por Fernando Terni, que foi demitido em dezembro do ano passado. Sacco é o oitavo executivo dispensado depois da saída de Terni. Em seu lugar fica Adriano Schincariol, herdeiro do grupo e que já havia assumido a presidência da empresa.

Além de Sacco e Terni deixaram a Schincariol os diretores de vendas, Fernando Salazar e Rudinei Kalil; o diretor financeiro, Alexandre Romualdo; o diretor de tecnologia, Álvaro Mello; o diretor de operações, Luiz Odone Braga Neto; e o diretor de recursos humanos, Marcos Cominato. Do time formado por Terni apenas dois profissionais continuam na empresa. O diretor jurídico, Robin Castello; e o diretor estratégico, Johnny Wei.

– Natura Ganha o Prêmio de “Melhor Empresa do Ano”

Pelo segundo ano consecutivo, a Natura ganhou o grande prêmio da Revista Exame intitulado “Melhores e Maiores”.

Leia, clicando no link a seguir, porque a empresa de comésticos levou tal premiação, além do Ranking das demais organizações : http://portalexame.abril.com.br/economia/natura-empresa-ano-melhores-maiores-482408.html

– Por que Existe tanta Diferença no preço do Álcool Combustível?

O comércio irregular de álcool no Brasil é mais sério do que se pensa. De produtos roubados à sonegação fiscal, passando pela adulteração, cada vez mais tais práticas devem ser fiscalizadas e seus responsáveis presos.

Compartilho tal material que explica como funciona essa nefasta indústria, e uma pequena resposta ao questionamento: Por que tanta diferença no preço do álcool?

(enviado pelo amigo Ernesto Aguiar, via e-mail, extraído da Folha de Londrina)

COMO FUNCIONA A SONEGAÇÃO DO ÁLCOOL

Há pelo menos três formas de sonegar impostos no setor de combustível, especialmente na compra e venda de álcool, relataram à reportagem dois sócios de uma distribuidora em Londrina, cujos nomes não serão revelados a pedido deles. “Só vendemos gasolina e óleo diesel, porque o comércio de álcool é impraticável em Londrina”, disse um dos empresários. 

Uma das formas de sonegação é a adição de água ao álcool anidro – produto não tributado, pois é destinado exclusivamente para ser adicionado à gasolina – e sua posterior venda como álcool hidratado, aquele para ser usado nos carros a álcool. Neste caso, há sonegação e adulteração. Também há distribuidores que conseguem colocar o álcool da usina diretamente nos postos, deixando de recolher pelo menos 6% do ICMS. A terceira forma é quando as usinas entram no conluio e vendem o álcool sem nota fiscal

A sonegação é responsável pelo mercado “extremamente complicado” em Londrina, segundo admite o próprio presidente do Sindicato dos Revendedores do Paraná (Sindicombustíveis), Roberto Fregonese. Há quase uma década, órgãos de defesa do consumidor se debatem para tentar regularizar o setor; empresários respondem ações criminais por crimes contra a ordem econômica, como a prática de cartel; alguns já foram presos. 

Na semana passada, revendedores disseram à reportagem que existe dumping no mercado, uma forma criminosa de nivelar os preços abaixo do custo e aniquilar a concorrência. Os próprios empresários admitiram ter baixado o álcool para R$ 0,99 porque foram subsidiados por distribuidoras. O preço voltou a subir na última quarta-feira, em média, 40%. A gasolina subiu cerca de 10%. 

Os empresários disseram que o problema dos preços do combustível começa nas próprias distribuidoras. Algumas não têm base, ou seja, operam a partir de pequenos escritórios “apenas vendendo nota fiscal”, como é o caso da segunda modalidade de sonegação.

“A ANP (Agência Nacional do Petróleo) exige que toda distribuidora tenha um local onde o combustível que vem da usina, no caso do álcool, seja depositado, contabilizado e vistoriado. Essas distribuidoras sem base não têm nada disso”, afirmou um distribuidor. 

De acordo com o empresário, a “distribuidora” vai à usina, carrega o caminhão e faz a distribuição diretamente nos postos. “Às vezes, uma nota fiscal é usada para várias vendas: pagam o imposto apenas uma vez.”

Problemas operacionais

Recentemente, a Receita Estadual deixou de exigir o lacre nas bombas de combustível, o que permitiria que o dono do posto adultere a quantidade vendida, pagando menos impostos. O mesmo órgão também acabou com os postos fiscais, que deveriam abordar caminhões carregados de álcool para verificar se o imposto foi pago na usina. “Isso permite que as usinas vendam o combustível sonegando os impostos”.

Este, aliás, é outro problema apontado pelos empresários: a forma de cobrança do imposto. No caso da gasolina e do óleo diesel, a Petrobras recolhe todos os tributos incidentes. Na venda de álcool é diferente e o recolhimento passa por duas fases. A usina deve recolher 12% e a distribuidora, 6%, além da substituição tributária. ”Mas as distribuidoras ‘clandestinas’ conseguem sonegar os 6% e vender o combustível mais barato para o posto; óbvio que o dono do posto sabe disso, porque quando consegue preço mais baixo é porque comprou o produto sem nota”, relatou um dos empresários.

Para eles, o ideal seria que a usina fosse responsável por recolher todos os impostos. “Então, quando as distribuidoras fossem comprar, o preço seria o mesmo para todos. E seria muito mais fácil fiscalizar as pouco mais de 20 usinas do Paraná do que todas as distribuidoras e postos”, explicou o empresário. “O que queremos é competir em igualdade de condições e poder vender álcool; não queremos virar bandidos sonegadores de impostos”, acrescentou o outro.

– O Cordeiro do Presidente Lula

Causou polêmica a decisão do articulista Diogo Mainardi em encerrar seu blog. Alega que é incompatível ter tal coluna on-line, em Veja.com, devido ao novo propósito do Presidente Lula: criar seu próprio blog, através do jornalista Jorge Cordeiro. As brigas de Mainardi e Lula já renderam inúmeros processos judiciais; mas a cada coluna, ele mostra ainda mais seu talento. Leia abaixo, extraído de Veja, ed 08/07/2009:

“O Cordeiro do presidente” por Diogo Mainardi

Jorge Cordeiro? Isso mesmo: Jorge Cordeiro. Ninguém sabe quem ele é. Ninguém sabe o que ele faz. Mas Franklin Martins acabou de contratá-lo para comandar o blog do Lula. O blog do Planalto.
Lula declarou recentemente que, com a internet, a imprensa perdeu “o poder que tinha alguns anos atrás”. E, de acordo com ele, quanto menos poder a imprensa tiver, melhor. Porque isso impede que os jornais tentem “dar um golpe de estado”, manipulando os fatos. Lula, a Arianna Huffington de Caetés, acredita que só agora, com o Blogger, o Facebook e o Twitter, “este país está tendo o gosto da liberdade de informação”. Segundo ele, “estamos vivendo um momento revolucionário da humanidade”.
Jorge Cordeiro, o blogueiro de Lula, tem o perfil do revolucionário da internet. Depois de trabalhar por seis anos como assessor de imprensa da Odebrecht, no período em que a empreiteira se enroscou com Fernando Collor de Mello, ele se distinguiu por sua passagem em jornais como O Fluminense. Quando Marta Suplicy foi eleita, ele ganhou um cargo na área de internet da prefeitura paulistana. Em 2005, arrumou um emprego no Globo Online, sendo demitido menos de um ano depois. Ultimamente, até ser contratado por Franklin Martins, ele mantinha um blog que era lido e comentado sobretudo por ele mesmo. A internet tem esse aspecto revolucionário: o autor de um blog pode ser também o seu único leitor.
Assim como Lula, Jorge Cordeiro dispara contra a imprensa. Seu blog solitário é sua Sierra Maestra. Ele considera que a “grande mídia” – da qual ele e Franklin Martins foram demitidos – “é apenas uma ferramenta para perpetuar o status quo de uma elite, veículo de pré-conceitos, defesa de interesses escusos e muito, mas muito cinismo mesmo”. VEJA, Folha, Estado, Globo: o blogueiro de Lula condena todo o “(tu)baronato” da imprensa, acusando-o de irresponsabilidade, de tendenciosidade, de forjar a roubalheira dos mensaleiros e de montar uma farsa golpista no episódio dos aloprados, a fim de evitar o triunfo histórico de “Lulaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!”.
O blogueiro de Lula, como o próprio Lula, argumenta que há mais liberdade e mais pluralidade nos blogs do que na imprensa. Os elogios aos blogs cessam no momento em que eles abusam dessa liberdade e dessa pluralidade para – epa! – falar mal de Lula. Ricardo Noblat se torna automaticamente “dissimulado, prepotente, mentiroso”. E Reinaldo Azevedo é ironizado por seus tumores, que o blogueiro de Lula apelida de “bolotinhas”.
Eu? Eu sou um “dândi”. Tenho de levar “uma bela cusparada” e, como Paulo Francis, “sucumbir a inúmeros processos”. Na semana passada, renunciei espontaneamente ao meu trabalho na internet. O blogueiro de Lula comemorou minha despedida com o seguinte comentário: “U-huuuuu!!”. Agora que Lula tem um blog, e que pretende trocar a imprensa por spams, sou eu que comemoro minha saída da internet: “U-huuuuu!!”.

– A Intolerância no Futebol: Brasileiros no Exterior

Muito interessante uma série apresentada pela Rádio CBN na semana passada. Nela, se abordou o racismo frente a jogadores de futebol brasileiros.

Os temas foram divididos em:

– A DISCRIMINAÇÃO NO DIA-A-DIA FORA DE CAMPO;

– TORCEDORES NACIONALISTAS;

– RACISMO CONTRA BRASILEIROS;

– PROBLEMAS CAUSADOS POR COSTUMES BRASILEIROS;

– POR DINHEIRO, CALA-SE MESMO SENDO VÍTIMA DE RACISMO.

Em destaque, um atleta que foi atingido por um cacho de bananas na Polônia; outro que foi preso por sambar no seu apartamento. Um depoimento do Zé Elias (ex-Corinthians), alegando que nosso país é visto como terra de “Futebol, Samba e Prostitutas“. Outro atleta aceita a discriminação, pois no exterior ganha dinheiro. Ainda, jogadores brancos discriminados por negros. Por fim, sociólogos debatem: o que o jogador de futebol brasileiro tem feito para ser aceito no exterior?

O acesso para a série está disponível em áudio, no link: http://cbn.globoradio.globo.com/series/PRECONCEITO-A-INTOLERANCIA-NO-FUTEBOL.htm

– Comércio Aberto, Feriado Descartado

Amanhã é dia da Revolução Paulista. Nobre propósito, data histórica e heróica. Mas o feriado oficializado por Mário Covas, aos poucos, acaba caindo em descrédito. Aqui em Jundiaí, o comércio local trabalhará normalmente. Da data comemorativa, apenas o dia de descanso para alguns; para outros, trabalho duro e à espera dos clientes.

– Administradoras de Sucesso

A última edição da Revista Isto É Dinheiro (08/07/2009) traz uma interessante matéria sobre as Executivas Brasileiras. Como é o dia-a-dia das mulheres que ocupam altos cargos de direção, a relação com a família, formação, conflitos e preconceitos, frente a Administração de Empresas.

Assim, compartilho tal material, que pode ser acessado clicando abaixo em:

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/613/artigo143346-1.htm

– Na Sombra da Bananeira…

Ontem, o centroavante português Cristiano Ronaldo se apresentou ao seu novo clube Real Madrid. Ovacionado pelos 85 mil torcedores que acompanharam sua chegada, quando indagado sobre “curtir ou não a noite madrilenha”, respondeu sem titubear:

“Ora, depois do que já ganhei, não posso deixar tudo à sombra da bananeira, há de se viver.”

É isso gajo. Mas não torre tudo, pois banana demais dá dor-de-barriga…

– Glauber Rocha, Sarney e Kim Jong

Admiro aqueles que tem o dom da comunicação e escrita fácil. Além do espírito crítico, Diogo Mainardi tem abusado da criatividade. Em seu último podcast para o site Veja.com, ele cria uma história fantástica para interligar sua crítica frente ao ditador norte-coreano Kim Jong Il, o último desenlace de José Sarney e o cinema “chapa-branca” de Glauber Rocha. Alia a pobreza, demagogia e autoritarismo neste texto. Abaixo, extraído de: http://veja.abril.com.br/idade/podcasts/mainardi/.

O pigmeu de Pyangyong e o gigante maranhense

Kim Jong-Il, apresento-lhe José Sarney. José Sarney, apresento-lhe Kim Jong-Il.

Se Arnaldo Carrilho, o embaixador brasileiro na Coreia do Norte, cumprir a promessa de presentear Kim Jong-Il com os DVDs de Glauber Rocha, finalmente ocorrerá o encontro entre o “pigmeu de Pyangyong” – o apelido dado por George W. Bush – e o gigante maranhense.

Glauber Rocha fez um documentário sobre a posse de José Sarney no governo do Maranhão, em 1966. Título? Maranhão 66. O documentário reproduzia integralmente o discurso de posse de José Sarney, intercalando-o com cenas de miséria dos maranhenses. José Sarney, no palanque, proclamava: “O Maranhão não suportava o contraste de suas terras férteis, de seus vales úmidos, de seus babaçuais ondulantes e de suas fabulosas riquezas potenciais com a miséria, com a angústia, com a fome”. Enquanto isso, na tela, Glauber Rocha exibia imagens de miséria, de angústia e de fome, reiterando didaticamente o discurso eleitoreiro de José Sarney.

Os glauberianos sempre argumentaram que, ao contrapor o discurso de posse de José Sarney às imagens de miséria, Glauber Rocha, na realidade, pretendia denunciar as falsas promessas do governador recém-eleito. Mentira. Maranhão 66 é pura propaganda política. Ele foi encomendado a Glauber Rocha pelo próprio José Sarney, sendo financiado pelo governo estadual. A rigor, aliás, quem o financiou foram os mesmos miseráveis mostrados no filme. José Sarney, eleito com o apoio do marechal Castelo Branco, contou também com o apoio do marketeiro baiano Glauber Rocha, predecessor daquele outro marketeiro baiano, Duda Mendonça. Maranhão 66 está para Glauber Rocha assim como a conta Dusseldorf está para Duda Mendonça.

Luiz Gutemberg, hagiógrafo de José Sarney, comentou o trabalho da seguinte maneira: “O filme concentra as esperanças que nasciam dos casebres, dos hospitais e, no meio de tudo, a voz de Sarney. Glauber, modificando a ciclagem da voz do novo governador, obteve um efeito emocionante e fez com que ela soasse como a voz de um vulto profético, fixando o choque entre o impossível, que a mensagem de esperança do novo governador anunciava, e a miséria que as imagens mostravam”.

José Sarney ridicularizou a idéia de que Glauber Rocha pudesse ter qualquer propósito crítico, apresentando-o como um apaniguado cúmplice e obediente. Ele disse: “Quando fui eleito governador, o levei para fazer o documentário da posse. Ele se empolgou e fez. Eu também ajudei porque fiz, de certo modo, o roteiro do documentário, para fugirmos daquela coisa, para ver o contraste entre o que se encontrava e o que a gente desejava. E ele fez”.

Maranhão 66 foi produzido por Luiz Carlos Barreto. E quem mais poderia ser? Atualmente, Luiz Carlos Barreto produz uma cinebiografia de Lula. Pena que Glauber Rocha tenha morrido, porque ele certamente se empolgaria com o projeto e o dirigiria. Seu filho, Erik Rocha, já dirigiu um documentário empolgado sobre Lula. De Maranhão 66 a Brasília 09, a política continua igual. E o cinema brasileiro continua igual: empolga-se e faz.

– Passagem Aérea Gratuíta Só Para Quem Quebra Estádio

Incrível o desrespeito contra o cidadão de bem que paga seus impostos! O Ministro dos Esportes Orlando Silva organizou um forum com líderes de torcidas organizadas, com representantes dos principais pontos do país, e os trouxe de graça, dando hospedagem e passagem aérea!

Eu trabalho em 3 atividades, pago todos os meus impostos e respeito o meu próximo nos estádios de futebol; nunca ganhei passagem aérea para evento educacional algum. Já eles que causam arruaças em praças esportivas..

Nada contra a Organização de Torcidas. Mas os ali presentes são todo conhecidos, principalmente pela polícia. Ao invés de cadeia… Hotel e Avião???

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– A Confiança e a Altivez como fatores importantes para o Sucesso

Muitas vezes a confiança exacerbada é confundida com arrogância. Mas não é bem assim: recente pesquisa mostra que ser altivo é importante para a conquista do sucesso!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2058/artigo131898-1.htm

A reabilitação do orgulho

Nem pecado nem falha de caráter. Pesquisas mostram que o sentimento de altivez só faz bempor Verônica Mambrini

 

Os dias de falsa modéstia estão contados. O orgulho está saindo do limbo reservado aos vícios de comportamento considerados pecado ou falha de caráter graças a uma série de estudos psicológicos que acabam de sair do forno. Eles mostram que, ao contrário do que sempre se pregou, é bom se orgulhar de si mesmo e de suas conquistas e expor aos outros com altivez. Encontraram também uma função social para ele. Tradicionalmente tido como uma emoção muito individualista, o orgulho tem sido avaliado como um sentimento de importante componente agregador e um protetor natural do amor próprio.

Nas últimas semanas, o exemplo mais evidente é o do artista plástico Max, vencedor da nona edição do Big Brother Brasil, exibido pela Rede Globo. Um dos gestos característicos do novo milionário no reality show era bater o punho fechado no peito. “Desde adolescente digo que tenho orgulho de ser quem eu sou”, diz. “Minha autoestima sempre foi muito grande.” Um estudo de 2008, feito pelos pesquisadores Jessica L. Tracy, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, e David Matsumo, da Universidade de São Francisco, nos EUA, demonstrou que os gestos associados ao orgulho são parecidos em praticamente todas as culturas. Os especialistas compararam as expressões faciais de atletas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2004. Competidores de 37 países, incluindo cegos, exibiram feições muito semelhantes no momento da vitória.

Outra descoberta da professora Jessica, junto com o psicólogo Richard W. Robins, da Universidade da Califórnia, é que há dois tipos de orgulho: um é a soberba, em que a pessoa se sente superior aos outros.

O outro é o autêntico, que está ligado às realizações pessoais, motivado pela sensação de dever cumprido, de ser capaz de realizar bem as tarefas.

A redatora Cíntia Costa usa esse sentimento a seu favor. Quando decidiu se casar, há pouco mais de um ano, começou o blog Planejando meu Casamento, com as dicas para fazer as núpcias desejadas sem se endividar. “Muitas noivas não queriam mais casar porque não tinham dinheiro para a festa”, lembra. “Lendo o blog, elas recuperaram a confiança”. Outra característica do orgulho bom, afirmam os estudos, é a capacidade de inspirar e motivar outras pessoas que estão à sua volta.

O único lugar em que Cíntia é mais moderada é no trabalho. “Comemoro as vitórias em equipe e escolho com cuidado o que vou falar.”

As precauções de Cíntia no ambiente profissional fazem sentido – a psicóloga especializada em seleção e recrutamento Ana Carolina Maffra, da consultoria Equipe Certa, reforça que é preferível falar de resultados obtidos em um trabalho específico a desfilar qualidades que você acredita ter. “Mas é bom ter orgulho de fazer algo benfeito, da profissão, da empresa”, reforça Ana Carolina. “Isso indica autoestima.”

Outra pesquisa da Universidade da Columbia Britânica, feita pela pesquisadora Jessica L. Tracy e pelo psicólogo Azim Shariff, mostrou que, nos testes, os participantes deram mais valor a um entregador de pizzas orgulhoso do que a um executivo abatido. As expressões de orgulho transmitem aos outros a impressão de sucesso, o que melhora o status social no grupo. O fotógrafo André de Menezes Trigueiro sabe do poder que exerce sobre as pessoas ao redor. “Ouço bastante que contagio os outros quando estou falando de um assunto que gosto”, diz. “Não me inibo em ser o centro das atenções.” André gosta de mostrar suas criações para os amigos e se considera feliz com seu trabalho.

A professora de psicologia social da Universidade de São Paulo Sueli Damergian acredita que uma das coisas que diferenciam o orgulho positivo do negativo é a postura que se tem com o outro. “O orgulho positivo implicaria ser capaz de reconhecer o valor das coisas que se fez, sem se sentir superior ou com maiores direitos do que os outros”, afirma Sueli.

Em outro estudo, Lisa Williams e David DeSteno, psicólogos da Northeastern University, nos Estados Unidos, convidaram 62 estudantes para um teste de QI. Depois, cumprimentaram alguns como se tivessem obtido os resultados mais altos.

Na sequência, todos foram convidados a realizar mais uma série de tarefas intelectuais. Os que foram elogiados, se mostraram mais orgulhosos e confiantes. A surpresa é que esse grupo foi também o mais gentil. Para os psicólogos, o resultado indica que as pessoas se sentem mais fortes quando superam problemas.

A professora Sueli alerta, contudo, para as implicações éticas desse sentimento. “O orgulho é o oposto da vergonha, ele tem uma implicação moral”, afirma. Em outras palavras: orgulho é bom e todo mundo gosta – só não vale deixá-lo virar arrogância.

– Loja Americana Condenada por Falta de Ética

Até mesmo as grandes corporações devem se policiar. A americana TeenToon foi condenada por compartilhamento ilegal de músicas via Web.

Disponível apenas em áudio, clique nesse link: http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/etica-nos-negocios/ETICA-NOS-NEGOCIOS.htm

A propósito, não se esqueça: downloads ilegais de músicas é crime!

– Tornei-me “Twitteiro”

Amigos, assinei minha conta no “Twitter”. Confesso que como ferramenta de trabalho, pessoalmente, não me ajudará nada. Mas como instrumento de comunicação, é mais uma boa alternativa. Algumas empresas estão usando o Twitter para divulgar seus serviços, como as Revistas Exame e Época.

Como modismo, é bacana. Só não pode consumir meu tempo…

Para seguir-me, clique em: http://twitter.com/rafaelporcari

– O Comércio de Dados Pessoais no Brasil

Uma quadrilha especializada em “Vendas de Dados Pessoais” foi presa nessa semana em São Paulo. Há anos, lembro-me de algo parecido, onde os criminosos tinham até mesmo a Declaração de Imposto de Renda do então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Dessa vez, a grandeza do crime era maior. Os dados eram financeiros e sociais de políticos, empresários, atletas e atores. Do governador José Serra, por exemplo, existia até mesmo a relação dos vizinhos e seus hábitos.

Num primeiro momento, pode-se pensar na invasão de privacidade, onde empresas comprariam informações para envio de mala direta.  Mas o problema é maior: bandidos poderiam utilizar esses dados para a prática de sequestro.

Infelizmente, nossos dados pessoais são cada vez mais públicos. Tente procurar seu nome no “Google”. De repente, você vai se assustar com o que aparece.

A empresa fechada pela polícia que vendia os dados era a AP Informação, e seu site foi retirado do ar. Mas um detalhe que assusta: a empresa alega que um de seus principais clientes é a própria POLÍCIA !

Extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1218553-5605,00-DONO+DE+SITE+QUE+VENDIA+DADOS+SIGILOSOS+CONFIRMA+QUE+ATENDIA+POLICIAIS.html

Dono de site que vendia dados sigilosos confirma que atendia policiais

Se informação for comprovada, investigações podem ser anuladas. Empresa cobrava R$ 25 por acesso irrestrito a informações pessoais.

O dono da empresa que vendia dados sigilosos ilegalmente pela internet confirmou em depoimento realizado na sexta-feira (3) à noite que policiais faziam parte da clientela que comprava as informações. A juíza criminal Ivana David afirma que uma eventual prisão de forma ilícita pode favorecer quem deveria ficar atrás das grades. Na manhã deste sábado, o site ainda estava no ar, mas não aceita novos clientes.

“Se eventualmente isso gerou uma prisão e a prova foi buscada de forma ilícita vai caber à justiça ainda soltar o eventual autor do crime. É uma prova que não pode ser refeita, ela não pode ser “consertada”. Ela contamina e de forma fulminante. Então além do policial ter feito um desserviço para sociedade para o processo penal, logicamente vai responder administrativamente e a forma, a profundidade em que ele se entrou na vida de uma pessoa pode ser até considerado criminal.” 

O esquema de venda sigilosa de dados foi descoberto por promotores que se passaram por clientes e constataram que era possível acessar informações de qualquer um, inclusive de autoridades e de pessoas famosas, como jogadores de futebol.

Para ter acesso ao site, bastava pagar R$ 25 por mês, mais uma taxa por consulta. O próprio site dá um exemplo, com dados fictícios. Digitando apenas o CPF de alguém, é possível descobrir o endereço, os telefones, inclusive os celulares, e os contatos de pessoas próximas. Também é possível saber que carro a pessoa tem, a placa, o Renavam, o chassi e o ano de fabricação.

Na manhã de sexta-feira (3), um funcionário da empresa disse, por telefone, de onde vêm as informações. “A origem dos dados são fontes do Detran, dos emplacamentos. Uma empresa que é conveniada a eles, entendeu?”, disse o entrevistado. 

A empresa oferece ainda dados sobre cheques sem fundos, pendências, protestos. Ao ser perguntado sobre como eles conseguem informações sobre cheques, o funcionário diz que “vêm do Banco Central”, por meio de uma empresa terceirizada que passa as informações.

Segundo a empresa, os principais clientes são empresas de cobrança, instituições financeiras, advogados e comerciantes que fazem 2 milhões de consultas por mês. Por telefone, o funcionário acrescentou policiais civis de São Paulo e do Rio de Janeiro. 

“Nós temos grandes clientes, o Deic [Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado], a Polinter, são empresas de segurança, né?”, diz o funcionário. “Segurança Pública, que utilizam o nosso sistema. Delegados e diversas delegacias são clientes nossos”, complementa.

Autoridades e famosos

Durante a investigação, os promotores se tornaram clientes da empresa. Eles constataram que era mesmo possível acessar dados sigilosos de qualquer um, inclusive de pessoas famosas como jogadores de futebol e de autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.

Os promotores imprimiram os dados sobre eles mesmos e enviaram ao juiz que, diante da força da prova, autorizou a busca e apreensão de material. Nos arquivos de computador apreendidos, os promotores esperam encontrar o nome de quem forneceu e de quem comprou os dados da empresa.

“São dados protegidos e somente disponibilizados mediante autorização judicial. Atinge não só a intimidade, como também viola as restrições do sistema financeiro, chegando inclusive à segurança de autoridades dos Três Poderes, que gozam de proteção oficial e se encontram absolutamente vulneráveis”, disse o promotor Luiz Henrique Dal Poz. 

Outro lado

Desde a operação da promotoria, o site da empresa não aceita novos clientes. Em depoimento, o dono da empresa disse que não sabia que exercia uma atividade considerada ilegal.

O Banco Central informou que não faz levantamentos sobre cheque sem fundos. No Rio de Janeiro, a Polinter declarou que não precisa do serviço de empresas particulares porque os policiais têm senhas que dão acesso a informações oficiais sobre qualquer cidadão.

O Deic, que combate o crime organizado em São Paulo, também afirmou que trabalha dentro da legalidade, e o Detran de São Paulo declarou que todos os dados são mantidos em ambiente seguro e que espera que a investigação diga de onde partiam as informações.

– Sarney e Lula: Qual o Interesse do Apoio?

Fico impressionado com os acordos políticos que são costurados em Brasília. O Presidente do Senado José Sarney está sem moral alguma para exercer seu mandato, devido as inúmeras denúncias. Está provado e comprovado que seu nome está nos mais graves capítulos de acusação de corrupção da história política brasileira. E o presidente Lula se reuniu ontem, sexta-feira, com líderes políticos a fim de determinar apoio ou não para Sarney. Se o PMDB apoiar Dilma Roussef para a presidência para 2010, Lula defenderá Sarney. Se o PMDB se recusar, Lula não fará nada para salvá-lo.

Ora, e a honestidade do político, fica em segundo plano? A palavra do presidente determina se alguém é bom ou ruim? Muda-se a opinião em decorrência de politicagem?

Extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1215437-5601,00-DIANTE+DA+AMEACA+DE+RENUNCIA+PT+RECUA+E+VOLTA+A+APOIAR+SARNEY.html

Diante da ameaça de renúncia, PT recua e volta a apoiar Sarney

O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), disse nesta quarta-feira (1º) que o partido voltou a apoiar a permanência de Sarney na presidência do Senado diante da possibilidade de ele renunciar ao cargo.

A bancada do partido se reuniu com Sarney na residência oficial do presidente da Casa, em Brasília, no início da noite. Segundo Mercadante, ele teria dito que poderia renunciar, mas descartava pedir um afastamento provisório. O líder do PT disse que entre uma eventual renúncia e o afastamento, o partido manteria o apoio a Sarney.

“O presidente disse que não quer ser um obstáculo ao Senado”, afirmou Mercadante, após a reunião. Ele voltou a repetir o  que já havia dito pela manhã, ao tentar reduzir a responsabilidade do presidente do Senado pela crise. “A crise no Senado não pode ser debitada na conta de Sarney.” 

O líder do PT negou que a bancada do partido tenha sido pressionada por Sarney para rever sua posição. Nesta quarta, o partido defendeu que Sarney deveria se licenciar por 30 dias do cargo. O pedido foi feito durante o  encontro de Sarney com Mercadante e com a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), pela manhã.

“Há duas hipóteses neste momento que eu consideraria: a renúncia do presidente Sarney do cargo, mas esta não é a solução, ou a permanência [definitiva] dele. O afastamento temporário não deve prosperar”, disse o líder do PT. 

A reunião na residência de Sarney reuniu 10 dos 12 senadores petistas. Apenas Flávio Arns (PR) e Tião Viana (AC) não compareceram. Viana disputou a presidência do Senado contra Sarney no começo do ano. 

Na reunião com os petistas, Sarney teria dito que parte das críticas que recebe não são “válidas” e que acatou as propostas do PT de uma criação de um colégio de líderes para “administrar” a crise e a apuração de todas as denúncias de irregularidades na Casa.

Mercadante afirmou que a bancada do PT deve se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (2) para discutir a crise no Senado. O presidente voltou ao Brasil nesta quarta-feira à noite de viagem à Líbia. 

Na terça-feira (30), DEM, PSDB, PDT e PSOL pediram o afastamento do presidente do comando da Casa. Seguindo postura semelhante à adotada pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio, que protocolou uma representação por quebra de decoro contra Sarney na segunda-feira (29), o PSOL apresentou duas representações pelo mesmo motivo contra o presidente do Senado e contra o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL).

‘Tapetão’

Na Líbia, Lula disse que a oposição quer ganhar o Senado “no tapetão”, em referência às pressões de senadores para que o presidente José Sarney (PMDB-AP) deixe a Presidência em razão da crise política que atinge a Casa.

“É importante para o DEM e PSDB, que querem que ele [Sarney] se afaste para o Marconi Perillo (senador pelo PSDB-GO e primeiro vice-presidente do Senado) assumir, o que não é nenhuma vantagem para ninguém. A única vantagem é para o Marconi Perillo e para o PSDB, ou seja, que quer ganhar o Senado no tapetão. Assim não é possível. Isso não faz parte do jogo democrático”, declarou o presidente.

Por meio da assessoria do partido, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), rebateu as declarações de Lula. “O presidente Lula devia saber que estamos fazendo todo o esforço possível para encontrar uma solução para o Senado. Os senadores do PT sabem disso. Afirmar que o PSDB quer assumir é uma profunda injustiça. Um presidente da República não pode viver eternamente em cima de um palanque. Sua afirmação não tem nenhum cabimento”, afirmou Guerra. 

– Caixinha para quê?

Incrível a cara-de-pau dos “entregadores de listas telefônicas“. Tanto faz ser da Epil ou da Listel, qual seja; todas são de péssima qualidade! O duro é que os folgados entregadores querem fazer o meu posto de combustível em base e entreposto para entrega, convidando as pessoas a virem aqui para retirarem suas listas (pelo menos, é o que eles queriam e eu não deixei).

Pior: eles são remunerados para a entrega, e ficam bravos se você não dá “caixinha” para eles. O folgado que veio aqui teve a audácia de dizer: “Porra, você recebe de graça e não ajuda quem te entrega“!

Folgado, meu.

– Liderança Nefasta Utilizada Como Infeliz Exemplo

Já não bastassem as confusões causadas na Fórmula 1 envolvendo as montadoras (FOTA) e a FIA, que quase culminaram na divisão da categoria, tal fato ocorrido nas últimas horas mostra que esse ano, decididamente, foi de extrema infelicidade para a dupla que comanda o campeonato: Bernie Ecclestone e Max Mosley.

Dessa semana, o destaque é Ecclestone, que declarou admirar a liderança, veja só, de Saddam Hussein e Adolf Hittler!

O exemplo é de extremo mau gosto; entretanto, Hittler e Saddam se enquadram no “Modelo Burocrático” de Max Weber, grande estudioso que definiu níveis de liderança, dentre os quais se destacava a liderança carismática aquela que conquista adeptos pela influência e carisma, mas que ao mesmo tempo pode ser a mais perigosa.

É claro que Ecclestone não se enquadra nesse modelo; mas se espelha em 2 líderes carismáticos que não fizeram bom uso de suas virtudes…

Extraído de: http://br.esportes.yahoo.com/noticias/esportes-ecclestone-elogia-hitler-saddam-hussein-04072009-25.html

Ecclestone elogia Hitler e Saddam Hussein em entrevista

Bernie Ecclestone está causando polêmica com uma entrevista que concedeu ao jornal londrino The Times. Detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1, Ecclestone abriu o jogo e revelou de onde tira inspiração para exercer o poder que tem sobre a categoria. Sem pudor, o empresário inglês disse preferir “líderes fortes”, citando como exemplos a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher e Max Mosley, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Mas o momento mais polêmico da entrevista veio quando comentou sobre suas referências políticas. Depois de afirmar que a democracia “não fez muito para muitos países, incluindo este (Inglaterra)”, Ecclestone, de 78 anos, ainda destacou pontos positivos da figura de Adolf Hitler, líder do nazismo e apontado como principal responsável pelo genocídio contra os judeus nas décadas de 1930 e 40. Para o empresário, Hitler fazia “as coisas acontecerem”. “Acho que é horrível falar isso, mas, tirando o fato de que Hitler se deixou levar e foi persuadido a fazer coisas que não tenho ideia se ele realmente queria fazer, ele estava em uma posição que conseguia comandar muitas pessoas, fazendo as coisas acontecerem”, opinou Ecclestone, para depois ainda criticar a retirada do ditador Saddam Hussein do Iraque. “Ele era o único que podia controlar aquele país”, justificou o empresário. Neste sábado, os principais líderes judeus da Europa demonstraram espanto e revolta pelos comentários de Ecclestone. O inglês, porém, já é conhecido pelas suas afirmações polêmicas. Em outra oportunidade, o detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1 disse que as mulheres deveriam se vestir de branco, “assim com os outros aparelhos domésticos”. À época, Ecclestone alegou que o comentário tinha sido uma brincadeira.

– 04 Meses de Vida da Nossa Princesa Marina

Nossa filhinha Marina Porcari completou 4 meses de vida nesta última sexta. E para a nossa alegria, ela sorri para os pais e já manda beijinho (para o papai, claro! rsrsrs)

Olha que lindeza:

E tem mais: ela já pega os “ursinhos voadores” do bercinho dela! Tá dominando as mãozinhas…

Obrigado, Senhor, pela vida de nossa filha!